R$ 11,00 - Ano 25 - nº 1.270
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24 a 30 de maio de 2017
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BANGCOC
Metrópole do caos organizado e dos templos budistas, a capital tailandesa proporciona ao viajante uma verdadeira imersão na cultura asiática. Entre um lamen e um escorpião frito, descobrimos a essência deste destino por meio dos ideais de seu povo e da magnitude de uma cidade que não dá sinais de que vai parar de progredir
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ÍNDICES DE OTIMISMO
Check-IN
Acabou a recessão? É cedo para dizer? Certo é que alguns indicadores divulgados nos últimos dias mostram claros sinais de recuperação econômica. Tomara que a (nova) crise política não atrapalhe muito.
1,12% de crescimento da atividade econômica
no primeiro trimestre de 2017, segundo o Banco Central
0,9% de aumento da atividade econômica no mesmo período, segundo a Serasa Experian 37% de incremento nas vendas de viagens internacionais na CVC nos três primeiros meses do ano (no último trimestre de 2016 esse aumento já havia sido de 50%)
0,14% de inflaçãoMetaempara abril (contra 0,25% em março). o ano já está abaixo de 4%, o que deve derrubar os juros também
21,3% de crescimento nas vendas de passagens aéreas internacionais pelas associadas Abracorp, mostrando também a recuperação em viagens corporativas
5,9% de crescimento na aviação em março. Primeiro índice positivo em 20 meses em passagens aéreas domésticas das associadas Abear (Avianca, Azul, Gol e Latam)
LEIA NESTA EDIÇÃO Páginas 04 a 10 Navegamos com o Royal Clipper por joias do Mediterrâneo
Página 16 Confira todos os voos extras da temporada de julho Páginas 18 e 20 Avianca chega a Navegantes cheia de gás
Páginas 22 e 23 Surface e os destaques da semana
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Editorial
> Artur Luiz Andrade > artur@panrotas.com.br
Quando é necessário zerar O momento político do País sugere um recomeço, um “zerar o País” para uma nova etapa. E muitas vezes em nossas vidas, empresas e relacionamento isso é mais que necessário. Chegar ao chão (de preferência com os dois pés nele apoiados) e só ter o alto para mirar. Mas zerar não significa esquecer o passado, apagá-lo, fingir que não existiu. Nada de anistia à corrupção, por exemplo. É preciso reerguer a ética do País sobre pilares que façam jus ao significado de (ter) ética. No filme Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (Eternal Sunshine of a Spotless Mind), Jim Carrey e Kate Winslet tentam apagar literalmente seu fracassado relacionamento da memória. Tocar a vida após o fracasso de uma relação, sem se lembrarem dela. É claro que se reencontram de novo (ah, o destino) e temem repetir os er-
ros que nem se lembram quais foram. Em meio a sabotagens de um funcionário da empresa que apagou suas memórias, eles decidem apostar no amor, mesmo sem terem vivido o luto do fim da relação passada - e com o perigo de fazerem tudo errado de novo. Nas histórias românticas do cinema, tudo quase sempre acaba bem (menos em La La Land). Na vida real (política, econômica, profissional) não dá para ignorar fatos passados na hora de reeleger, recontratar, reconsiderar... É possível perdoar? Dar uma segunda chance? Sempre. Desde que haja regras claras, desde que haja uma base ética e completamente renovada para essa nova relação. Quantas vezes ouvimos, em nosso setor, que fulano deu golpe aqui, fechou a empresa acolá, e já está atuando novamente com outra razão social, outro negócio e a mesma cara de pau? No
Turismo, quantas vezes não ouvimos que os ciclos se repetem e já nos acostumamos à falta de valor que a política dá a nosso segmento? Isso tem de mudar. No País, no Turismo, em nós. Sim, às vezes gostaríamos de esquecer traições e decisões mal sucedidas, perdas e danos, más escolhas e influências. Mas o passado não se apaga; tampouco se arrasta conosco até o fim da vida. Ele tem o seu lugar, de aprendizado, de reverência, de saudosismo até (basta ver no recente aniversário de 90 anos de fundação da Varig), mas é para o agora e para frente que se olha e se aposta. Vamos zerar o País, as empresas, nossas vidas... Mas a dívida fica, mesmo que parcelada. E cada parcela paga será usada a nosso favor e não para que os mesmos erros atormentem nossa falta (voluntária ou não) de memória.
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PANROTAS — Versão digital das publicações da editora
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1 Como fica o mercado após o negócio CVC-Trend? – em 15/5
2 Latam: novas regras de bagagem passam a valer dia 18 – em 12/5
3 Veja as 20 melhores cidades do mundo para viver – em 12/5
4 Avianca pode iniciar cobrança de bagagens após julho – em 15/5
5 Nas alturas: seis restaurantes para comer e curtir a vista – em 12/5
6 Azul anuncia Porto
10 Passageiro processa Qantas por “morder” agulha em voo – em 15/5
11 GJP exibe nova propriedade em Gramado (RS); veja – em 11/5
12 Conheça os hotéis que marcaram a história do Brasil – em 12/5
13 Confirmado: Rota Rio-Doha começa no final de janeiro – em 16/5
14 Aeroporto de Jericoacoara tem nova data de inauguração – em 16/5
PARCERIA ESTRATÉGICA
ASSOCIAÇÕES
15 Tui Brasil lança versão inicial de plataforma de reservas – em 11/5
Alegre-Recife, com 6 voos semanais – em 12/5
7 Avianca recebe segundo A330 e programa GRU-MIA – em 12/5
8 Brasil cai 4 posições no Icca, e chega ao “fundo do poço” – em 11/5
9 Jorge Souza é o novo contratado da Orinter; confira – em 16/5
PRESIDENTE José Guillermo Condomí Alcorta CHIEF EXECUTIVE OFFICER (CEO) José Guilherme Condomí Alcorta (guilherme@panrotas.com.br) CHIEF INTERNATIONAL OFFICER (CINO) Marianna C. Alcorta CHIEF EVENTS OFFICER (CEVO) Heloisa Prass CHIEF TECHNOLOGY OFFICER (CTO) Ricardo Jun Iti Tsugawa REDAÇÃO
CHIEF COMMUNICATION OFFICER (CCO) E EDITOR-CHEFE: Artur Luiz Andrade (artur@panrotas.com.br) EDITOR: Renê Castro (rcastro@panrotas.com.br) Coordenadores: Rafael Faustino e Rodrigo Vieira Reportagens: Ana Luiza Tieghi, Beatrice Teizen, Brunna Castro, Henrique Santiago, Karina Cedeño e Renato Machado Estagiários: Bruna Murback, Janize Viana e Leonardo Ramos Fotógrafos: Emerson de Souza, Jhonatan Soares e Marluce Balbino (RJ) MARKETING Analista: Erica Venturim Marketing Digital: Sandra Gonçalves PRODUÇÃO Diagramação e tratamento de imagens: Erick Motta, Katia Alessandra e Pedro Moreno COMERCIAL Gerente comercial: Francisco Barbeiro Neto (kiko@panrotas.com.br) Executivos: Flávio Sica (sica@panrotas.com.br) Paula Monasque (paula@panrotas.com.br) Priscilla Ponce (priscilla@panrotas.com.br) Rene Amorim (rene@panrotas.com.br) Ricardo Sidaras (rsidaras@panrotas.com.br) Tais Ballestero de Moura (tais@panrotas.com.br) FALE CONOSCO Matriz: Avenida Jabaquara, 1.761 – Saúde | São Paulo - Cep: 04045-901 Tel.: (11) 2764-4800 Brasilia: Flavio Trombieri (new.cast@panrotas.com.br) | Tel: (61) 3224-9565 Rio de Janeiro: Simone Lara (simone@panrotas.com.br) | Tel: (21) 2529-2415/98873-2415 MARKETING DE DESTINOS Pires e Associados (jeanine@pireseassociados.com.br) ASSINATURAS Chefe de Assinaturas: Valderez Wallner Para assinar, ligue no (11) 2764-4816 ou acesse o site www.panrotas.com.br Assinatura anual: R$ 468 Impresso na Referência Gráfica (São Paulo/SP)
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Cruzeiros marítimos
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Maria Izabel Reigada (especial para o Jornal PANROTAS)
Luz de velas TÍMIDO, COM SUAS MODESTAS CINCO MIL TONELADAS, O ROYAL CLIPPER É O CENTRO DAS ATENÇÕES NOS PORTOS EM QUE ATRACA. Embora gigantescas a seu lado, as demais embarcações não despertam tanto interesse quanto os cinco mastros do maior veleiro do mundo. É para as velas recolhidas do Royal Clipper que passageiros, visitantes e funcionários dos portos olham, torcendo para que o veleiro parta em breve, iniciando o espetáculo do içar de suas velas. Para os passageiros do Royal Clipper, “espetáculo” é o termo literal para definir a cerimônia de içar as velas. Com a aproximação do horário de partida do veleiro, os passageiros vão dirigindo-se ao deque mais alto, o Sun Deck, de onde acompanham, ao som de Conquest of Paradise, do filme 1492 , o trabalho dos marinheiros que estiram e recolhem cordas espalhadas pelo convés. As cor-
das, aliás, são uma constante nas fotos dos mastros e das velas, afinal, há mais de 50 quilômetros delas no maior veleiro do mundo. O título pode parecer megalomaníaco, como todos aqueles que ocupam as páginas do Guiness Book – e o certificado do Royal Clipper está lá, emoldurado em quadro na biblioteca do veleiro, ao lado da foto de sua madrinha, a brasileira rainha Sílvia, da Suécia –, mas é a única ‘grandiosidade’ do navio. Embora seja a maior embarcação da Star Clippers, dona de outros dois veleiros, o Royal Clipper é mais exclusivo que grandioso; mais elegante que luxuoso; mais ‘experiência’ que cruzeiro. “Trata-se da experiência única de velejar. O ambiente do navio é elegante, mas casual. Uma proposta de retorno ao básico, na ambientação e no estilo de navegar”, resume o diretor de Hotel do Royal Clipper, de 114 cabines, o alemão Jochen Prigge. > Continua na pág. 06
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Divulgação
Com as 42 vela içadas, em navegação pelo Mediterrâneo
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Início da cerimônia para içar as velas do Royal Clipper
É a elegância casual que dá o tom às áreas comuns da embarcação e às cabines. Há três piscinas, três bares, uma biblioteca, fitness center e um spa. Nada de cassinos, cinema, teatro, galeria de lojas, danceteria, pista de corrida ou parede de escalada. Mas é possível escalar, ainda assim, já que em horários específicos da navegação pode-se subir pelas cordas de um dos mastros do veleiro – experiência para lá de exclusiva. O mesmo vale para a visita à ponte de comando do Royal Clipper: se as portas estão abertas, os passageiros são bem-vindos. Mesmo sem teatro, o “show” fica por conta da partida de cada escala, acompanhada do içar de velas. “Utilizamos as velas o máximo de tempo possível. Gosto de ver nossos passageiros no deque externo, acompanhando o trabalho dos marinheiros, observando a movimentação das velas, das cordas. Tudo é manual, não há computadores para as velas”, conta o capitão do Royal Clipper, o estoniano Sergei Utitsyn.
VELEJAR
São cinco mastros com 42 velas que somam mais de cinco mil metros quadrados. Ainda que se repita na partida de cada escala, a cerimônia de içar as velas atrai para o deque externo passageiros com suas câmeras, ávidos pelas melhores imagens. Os roteiros desenhados pela
Veleiro atracado em Tanger, no Marrocos
Star Clippers, dona do Royal Clipper, privilegiam os ventos. É literalmente ao ‘sabor dos ventos’ que os itinerários dos três veleiros Star Clippers são desenhados. Até novembro, o Royal Clipper navega pelo Mediterrâneo, para felicidade de seu capitão, que tem na navegação pela costa italiana seu cruzeiro preferido. “Todas as escalas são belíssimas no
cruzeiro de 11 noites que parte de Civitavecchia e chega a Veneza. Passamos por Corfu, na Grécia, Kotor, em Montenegro, e Dubrovinick, na Croácia. É especial”, diz o capitão. Em novembro, o Royal Clipper volta ao Caribe, em cruzeiro de 16 noites com partida de Lisboa e desembarque em Bridgetown, em Barbados. As 114 cabines do Royal Clipper podem receber até 227 passageiros. São seis categorias, além das cabines Owner´s Ship – apenas duas, que podem ser conectadas – e das 14 cabines Deluxe. No caso da Owner´s Ship, há suíte, sala de jantar, frigobar incluído e cama extra ao lado da sala. Já as Deluxe, são as únicas da embarcação com varandas. As cabines das categorias um a cinco têm preços diferentes segundo a localização, mais caras nos deques superiores e nas extremidades do veleiro, mais econômicas no deque Commodore, o mesmo do restaurante. A categoria seis conta com apenas seis cabines, todas internas. “Não recomendamos a venda dessas cabines, porque a diferença de preço não é realmente representativa”, conta a responsável pelo atendimento aos agentes de viagens da Cap Amazon, que representa a Star Clippers no Brasil, Fernanda Sarubbi. As cabines contam com televisores – com poucos canais –, DVD, secador de cabelos, tomadas europeias com voltagem 220V e amenidades no banheiro. O tamanho pode parecer pequeno para quem está acostumado a cruzeiros em grandes navios, especialmente se a escolha for por velejar em viagens mais longas, de dez ou 11 noites. Para duas pessoas, acomodar roupas e acessórios nas estreitas gavetas e no único armário pode ser a parte mais difícil de toda a navegação. Se as cabines podem parecer pequenas, a gastronomia lembra aos passageiros de todo o requinte de navegar em um veleiro Star Clippers. O café da manhã e o almoço são em estilo bufê, com opções variadas e alternativas para vegetarianos. À noite, o jantar à la carte tem de duas a três opções de entradas e pratos principais. Os vegetarianos também estão incluídos no menu, desenhado com sugestões do chef francês Jean Marie Meulien, com trajetória que lhe rendeu três estrelas Michelin. “Os menus mudam a cada 14 dias”, conta o chef jamaicano Randall Gayle, que tem 11 cozinheiros para ajudálo na execução dos pratos recomendados pelo chef francês.
EXPERIÊNCIAS
Tanto no Mediterrâneo quanto no Caribe, o Royal Clipper tem escalas diárias, com poucos roteiros contendo dias exclusi-
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No porto de Gibraltar, o veleiro Royal Clipper, ao lado de embarcação da Tui Cruises
O capitão do veleiro, Sergey Utitsyn, e o gerente de Hotelaria, Jochen Prigge Divulgação
Sala de uma das duas cabines Owner´s Ship do Royal Clipper Divulgação
Modelos de cabine do veleiro
Escalada do mastro é uma das possibilidades a bordo do Royal Clipper
vos de navegação. Assim, as excursões oferecidas a bordo devem ser consideradas na hora de recomendar ou escolher um cruzeiro – e podem ser analisadas antes mesmo do embarque, no site da Star Clippers. Nem todas agradarão brasileiros, especialmente alguns passeios nas escalas europeias. Portimão, no Algarve, é um desses casos (leia na página 08). Com poucos passageiros, na comparação com os grandes navios de cruzeiros – enquanto o Royal Clipper tem cinco mil toneladas, o MSC Musica, por exemplo, que esteve na costa brasileira na última temporada, tem mais de 92 mil –, o veleiro oferece opções exclusivas a bordo, como a sessão de ‘histórias do capitão’, um bate-papo informal com o capitão para ouvir algumas de suas experiências de navegação. No pequeno spa, há combinados de tratamentos que dispensam a necessidade de reserva antes do embarque, já que as massagistas atendem sem dificuldades a demanda. Embora
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pequeno, o fitness center também está à disposição dos passageiros, que observam o fundo do mar pelas escotilhas do deque submerso. Se não for a mais exclusiva das possibilidades a bordo do Royal Clipper, a escalada do mastro é certamente a mais inusitada. Em horário específico da navegação, é possível inscrever-se para subir pelas cordas até a metade do mastro do veleiro, a 14 metros. A experiência é única, mais pelo que representa do que pela “aventura” em si. Do alto, ainda assim, a vista para o horizonte e a terra próxima é impressionante. É um complemento à experiência de navegar de outra forma, ao sabor dos ventos, oferecendo, definitivamente, um novo ângulo para o olhar.p
Piano Bar e seu teto de vidro, fundo da piscina principal
--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da Cap Amazon, que representa a Star Clippers no Brasil, com proteção GTA > Continua na pág. 08
Segundo o capitão, há mais de 50 quilômetros de cordas no veleiro
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DIÁRIO DE BORDO:
LISBOA-MÁLAGA
Tanger, no Marrocos
EMBARQUEI NO PRIMEIRO CRUZEIRO DA TEMPORADA DO ROYAL CLIPPER PELO MEDITERRÂNEO NESTE ANO, NA ÚLTIMA semana de abril. A embarcação encerrou em Lisboa o cruzeiro de travessia Caribe-Europa, que partiu de Bridgetown, em Barbados, 16 dias antes. O trecho que fiz, de cinco noites, tem escalas todos os dias: em Portimão, no Algarve; Tanger, no Marrocos; Gibraltar, possessão britânica em território da Espanha; Motril e Málaga, ambas na Espanha, onde desembarquei. Com 166 passageiros, o cruzeiro entre Lisboa e Málaga tinha 99 repeaters, aqueles passageiros que já viajaram em outros roteiros dos veleiros Star Clippers. “É por isso que acredito que nossos passageiros são os melhores embaixadores da Star Clippers”, disse o gerente de Hotelaria do Royal Clipper, na véspera do desembarque.
LISBOA
O veleiro atraca na capital portuguesa às 8h e o embarque dos passageiros começa às 17h, com partida do Royal Clipper às 20h. A partir das 10h já é possível deixar a bagagem com a equipe da Star Clippers no porto (Santa Apolónia), aproveitando o restante do dia para passear em Lisboa. Como o porto Santa Apolónia fica na região central da capital, uma caminhada de cerca de dez minutos permite chegar ao Terreiro do Paço, praça onde termina a rua Augusta, uma das mais conhecidas vias de comércio no centro de Lisboa. O embarque no Royal Clipper começa apenas às 17h, então quem chega a Lisboa no início da manhã ou na noite anterior tem tempo de explorar a capital portuguesa, incluindo por lá o almoço.
PORTIMÃO
No Algarve, o destaque em Portimão são as praias.
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Pelas ruas e praças de Portimão
Assim, ‘fuja’ das excursões oferecidas a bordo, que levam o passageiro às montanhas em uma espécie de jeep safari para observar fauna e flora locais. Em relação à saída do porto, as praias estão à esquerda, a mais próxima, a Praia da Rocha, a 15 minutos de caminhada, mas as mais bonitas justificam pegar um táxi. Se o tempo não estiver muito firme, a sugestão é conhecer a orla
e o centro histórico da cidade, que pode ser alcançado em dez minutos de caminhada. Charmosas ruas estreitas e belas praças, com dezenas de restaurantes, cafés e comércio, deixam a cidade movimentada. A orla é bonita, excelente para caminhada entre suas esculturas, com temas referentes ao mar. Após a ponte, um complexo com cerca de dez
restaurantes e bares oferecem pratos com a especialidade local: sardinhas. A escala dura cerca de quatro horas. Outra opção é contratar a excursão, no desembarque, até Silves, aldeia a 14 quilômetros de Portimão. Tem centro histórico preservado, muralha, castelo e muitas construções do tempo da ocupação moura.
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TANGER
A escala em Tanger é de cinco horas, com chegada às 11h. Uma das excursões oferecidas inclui o transfer do porto até o Kasbah, centro da Medina, a parte antiga da cidade, com guia em inglês. O passeio dura duas horas e meia, passando pelos grande e pequeno mercados, os souqs, em roteiro percorrido a pé. Da Medina até o porto há cerca de 1,5 quilômetros, que podem ser percorridos caminhando na volta, caso o passageiro queira passar mais tempo explorando as ruas e vielas da cidade antiga de Tanger. Almoçar por lá é outra excelente pedida. Nesse caso, a sugestão é o Dar Lidam, em um sobrado restaurado no centro do Kasbah. O restaurante foi usado nas filmagens de 007 Contra Spectre, de 2015. Da varanda do restaurante há vistas incríveis para boa parte da Medina, alcançando até o porto. A excursão oferecida no Royal Clipper custa 30 euros. Considerando que Tanger é a segunda maior cidade do Marrocos, com mais de dois milhões de habitantes, vale a pena ter um guia para acompanhar os ‘primeiros passos’ em suas ruas.
Em Gibraltar, túneis da 2ª Guerra Mundial são uma das atrações da cidade, cortada pela pista do aeroporto
GIBRALTAR
A travessia do Estreito de Gibraltar é especial e um dos pontos altos da navegação, embora seja realizada de modo discreto, sem anúncios da ponte de comando. O Cabo Espartel é a porção mais ao norte do continente africano no Marrocos e vai ficando pequenino, enquanto o continente europeu volta a aparecer ao longe, marcando o início da navegação no Mar Mediterrâneo. O veleiro partiu de Tanger às 17h e chegou a Gibraltar às 21h30, onde pernoita. Possessão britânica em território espanhol, Gibraltar foi a única escala em que houve pernoite do veleiro no cruzeiro entre Lisboa e Málaga, permitindo conhecer um pouco da cidade à noite. Com 33 mil habitantes, a possessão britânica pode ser conhecida contratando-se um taxista para levar aos principais pontos, como os Túneis da 2ª Guerra Mundial, o Castelo Mouro e a Colina dos Macacos, com tempo ainda para visitar o pequeno centro da cidade. A partida de Gibraltar é às 13h30, então quem preferir contratar alguma das excursões pode optar pela visita aos Túneis da 2ª Guerra Mundial, que inclui breve city tour e curiosas infor> Continua na pág. 10
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Jardins da Alhambra, principal atração de Granada, visita feita a partir de Motril
mações do guia – como a explicação da presença dos macacos em Gibraltar, que rendeu até a lenda de que somente após a saída dos macacos da cidade é que o território será entregue aos espanhóis pelos britânicos. Outra curiosidade de Gibraltar é seu aeroporto. A pista de pouso é atravessada pela rodovia que liga a cidade ao território espanhol. Com entre sete e nove voos diários, o trânsito de veículos e pedestres é interrompido na rodovia para a decolagem ou aterrissagem das aeronaves, nos horários definidos. Do mirante incluído na visita aos túneis da 2ª Guerra é possível observar bem o desenho da pista.
MOTRIL/ GRANADA Em Motril, a escala do Royal Clipper é de dia todo. O veleiro atraca às 9h e a partida ocorre às 20h. Granada, a uma hora de Motril, é o local a ser visitado. A ex-
cursão oferecida a bordo inclui visita a Granada e Alhambra, cidade construída pelos mouros há mais de 600 anos e hoje Patrimônio da Humanidade da Unesco. Custa 105 euros e inclui almoço em estilo menu pré-definido. Quem preferir pegar um táxi, deverá atentar aos horários, já que a viagem entre o porto e Granada demora uma hora. A visita a Alhambra dentro da excursão é bastante rápida, o que pode deixar alguns passageiros descontentes, mas vale a pena, uma vez que é necessário comprar ingressos com antecedência para visitar o monumento. Caso o passageiro prefira visitar por conta própria, para apreciar com tranquilidade os palácios e jardins da Alhambra, a recomendação é checar a data da escala em Motril e comprar o ingresso para esse dia ainda no Brasil. No centro histórico de Granada, Alhambra é seu principal atrativo, mas não o único. Nessa escala, será preciso selecionar bem o que priorizar na visita.
A Catedral de Málaga, uma das atrações da cidade
MÁLAGA
A chegada a Málaga ocorre às 8h e, para quem desembarca nesse porto, como eu, o check out deve ser realizado até as 10h. No cruzeiro, é oferecida excursão a uma vinícola fora da cidade, com término no Aeroporto de Málaga. Pode ser interessante para quem já conhece a cidade. Quem não conhece, vai gostar de dormir uma noite no destino e viajar no dia seguinte, já que Málaga é uma dessas cidades europeias perfeitas para caminhar. Do porto, é possível chegar ao centro histórico andando e, para quem
escolher pernoitar na cidade, a dica é escolher um hotel por ali mesmo. Andando pelas muitas ruas para pedestres da cidade chega-se ao Museu Picasso, visita imprescindível. Também é possível visitar a Casa-Museu do pintor malaguenho, mas é o museu que guarda obras significativas do artista. O museu fica próximo à Catedral de Málaga, outra visita que vale a pena, assim como Alcazaba, a fortaleza moura construída ao lado das hoje ruínas do teatro romano. Trata-se do principal monumento histórico da cidade, que tem ainda praias cheias de turistas durante o verão europeu.p
R EPR ESENTA Ç Ã O NO B R A SIL Representada no Brasil pela Cap Amazon desde novembro, a Star Clippers foi criada em 1991, quando começou a navegar a primeira das três embarcações da empresa, o Star Flyer, para 170 passageiros. A frota cresceu com a chegada do Star Clipper, do mesmo tamanho, e, em 2000, o maior veleiro do mundo foi lançado pela empresa, o Royal Clipper, com cinco mastros, 42 velas e capacidade para 227 passageiros. Mas a própria Star Clippers prepara para o final do próximo ano a superação desse recorde, com o veleiro Flying Clipper. A embarcação terá 8,7 mil toneladas e capacidade para 300 passageiros. “Como experiência de velejar, a Star Clippers realmente não tem concorrentes”, conta a responsável pelo atendimento aos Fernanda Sarubbi, da Cap Amazon, que representa a Star agentes de viagens na Clippers no Brasil, é a responsável pelo treinamento dos agentes de viagens; aqui, a bordo do Royal Clipper Cap Amazon, Fernanda
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Sarubbi. Para aumentar o número de brasileiros a bordo, a Cap Amazon aposta na estratégia de pool de operadoras, do qual fazem parte a Abreu e a Teresa Perez, entre outras, e na comunidade Virtuoso. “Há um bônus de US$ 150 por cabine para agências e operadoras Virtuoso”, conta Fernanda, lembrando que as operadoras do pool têm ainda comissão diferenciada, de 15%. Responsável pelo treinamento aos agentes de viagens, Fernanda conta que as ações da Cap Amazon vão se concentrar no Sul do Brasil e em São Paulo. As viagens pelo Mediterrâneo são as mais procuradas pelos brasileiros, segundo Fernanda, com destaque para dois cruzeiros, ambos de sete noites: o Atenas-Atenas, que além da Grécia inclui o litoral da Turquia; e o que parte de Civitavecchia (Roma) e retorna para lá, passando pela Costa Amalfitana e pela Sicília. Entre as novidades nos itinerários está a inclusão da Indonésia na programação deste ano, visitada pelo Star Clipper em roteiros de sete, dez, 11 e 14 noites. No ano passado, a Star Clippers iniciou navegação em Cuba, destino do Star Flyer em roteiros exclusivos pela ilha ou combinados com Barbados, Ilhas Cayman, St, Maarten, Ilhas Virgens Britânicas, entre outros destinos. A bordo dos veleiros, os idiomas oficiais são inglês, alemão e francês e há cruzeiros temáticos. Ainda neste ano, ioga, pilates, fitness e enologia serão temas de algumas saídas específicas do Royal Clipper. Informações: (11)4508-8465 e www.cap-amazon.com.
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Eventos
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>> Henrique Santiago
De olho A GESTÃO DE EDMAR BULL NA ABAV NACIONAL QUER DEIXAR UM LEGADO POSItivo de profissionalização para os próximos anos. A grande novidade para a 45ª Abav Expo deste ano é o lançamento de uma área dedicada exclusivamente ao turismo de luxo, conforme revelou em primeira mão o Portal PANROTAS. Em entrevista exclusiva, Bull deu os primeiros detalhes do novo espaço temático. Com um terreno expressivo a ser utilizado no Expo Center Norte, a ideia do dirigente é fazer algo diferenciado do novo campo, com apenas 11 marcas expondo produtos. O projeto será assinado pelo escritório de arquitetura Joia Bergamo, reconhecido no meio high class pela criação de residências e escritórios de alto padrão. A ideia é trazer os mais variados segmentos, como destinos, hotéis e serviços. Ao que tudo indica, operadoras do nicho não estão no escopo do projeto. Por trás da construção desse conceito também está a inclusão de reuniões pré-agendadas entre agentes de viagens e expositores. Assim como será aplicado em toda a feira, Bull espera que os profissionais se atentem e respeitem o tempo entre as conversas. “Hoje, qualquer um compra aéreo, hotel e aluga um carro. Para atender o passageiro de luxo e suas necessidades é preciso ter tempo, capacitação e conhecer bem o fornecedor. O NDC [New Distribution Capability, da Iata] vem pesado e a agência que tiver essas informações na ‘prateleira’ vai servir ao seu público de maneira mais transparente e assertiva. Estamos abrindo o caminho para essas agências”, comentou o presidente da Abav Nacional. A planta do projeto mostra que o espaço contará com lounges para todas as marcas expositoras, um bar e uma sala de transmissão. À parte de exibição de produtos, é provável que haja uma programação sobre tendências de mercado. A 45ª Abav Expo acontecerá de 27 a 29 de setembro no Expo Center Norte, em São Paulo, com uma área total de 35 mil metros quadrados. Ao todo é esperado um público de 29 mil pessoas nos três de dias de feira.p
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no luxo Edmar Bull, presidente da Abav Nacional
Edmar Bull aposta na segmentação para a próxima Feira da Abav
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Destinos
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>> Renê Castro - Bangcoc (Tailândia)
Reino
dourado SERIA UM COMPLETO DESMERECER COMPARAR O BRASIL COM A TAILÂNDIA. AFINAL, COMO UM PAÍS 19 vezes menor em território pode receber 32 milhões de turistas estrangeiros por ano? Só a capital, Bangcoc, ostenta a visita de mais de 29 milhões de viajantes por ano. Enquanto estamos patinando nos seis milhões de turistas internacionais - e vibrando com a possibilidade de dobrar este número até 2020 -, este pequeno país asiático segue fazendo sua lição de casa como um aluno exemplar. Mas, nada de pessimismo e provocações. E por um simples motivo: não há como comparar estes dois destinos. Aliás, não se pode comparar o Oriente com o Ocidente. São mundos diferentes e há quem se arrisque a
dizer que eles deveriam ter uma separação ainda mais evidente. O que a globalização uniu, os extremistas podem separar, mas não vamos seguir esta linha de raciocínio. Bangcoc. Capital tailandesa, aldeia do misticismo, cidade do caos organizado e dos tuks tuks. Só Deus sabe como esses veículos se locomovem em um trânsito tão intenso, daqueles que dá vontade de desistir do trajeto. O barulho das ruas, o silêncio dos templos. Bangcoc é metrópole, é extrema. Enquanto uns buzinam, outros meditam. Na moeda local, o baht, a sensação de alívio por ver o nosso instável real mostrar-se forte. Na negociação com um vendedor, pouco inglês e calculadora na mão, afinal, números não têm língua. Na fila de controle de vacinação do aeroporto, a obrigatoriedade de provar que não há febre amarela correndo nas suas veias. Ser colocado à prova diante de um laser que detecta o vírus é o mínimo que eles exigem, além de um interrogatório, se for preciso. Nas ruas, pessoas com máscaras. Por quê? Nem os tailandeses sabem ao certo. Bem-vindos à Ásia, amigos!
VIVA O REI
Aquela história de que o povo é o reflexo de um país encontra variáveis múltiplas na Tailândia. A monarquia é misto de conservadorismo, respeito
às hierarquias e olhares tímidos diante dos "estranhos" hábitos de turistas mais despojados. A nova geração, em especial a que vive no centro nervoso de Bangcoc, se arrisca e já não quer mais tratar como Deus um rei escolhido pelo sobrenome. Ao perguntar a uma jovem se é possível o país ter uma democracia, com direito a eleições para presidente, um suspiro sonhador é inevitável. O "sim" parece pouco, mas tem um motivo."Não comente isso com ninguém. Para os mais velhos, esse pensamento é inaceitável." Um segredo que pode até virar conspiração diante de uma mentalidade incapaz de enxergar os poucos benefícios de se manter um Rama à frente de um país com muita gana de vitória. Enquanto isso, a Tailândia vive situação semelhante aos países em desenvolvimento, com arranha-céus envidraçados dividindo espaço com vielas cobertas por fios. Rooftops e barracas de lámen. Flores ao rei, feng shui pela manhã. Às margens do rio Chao Phraya, um respeitável divisor da cidade, o mesmo contraste. Mansões dividem espaço com aglomerados de lixo que formam um teto para se viver. Deleite para o turista, claro. Com a possibilidade iminente de visitar a Ásia com um visto único (o projeto está em andamento), é possível em um mesmo roteiro contemplar também as belezas e os extremos Myanmar, Laos, Camboja, Vietnã, Indonésia e Malásia. Já imaginou? A fé em Buda pode ser observada em cada esquina de Bangcoc
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TEMPLOS
São muitos, portanto, é preciso se organizar para não dedicar a viagem apenas aos hábitos budistas. O mais visitado é o Grand Palace, um complexo com vários templos e palácios e que guarda o Wat Phra Kaew, onde está o buda de esmeraldas. A concorrência para uma boa foto é grande, mas vale a visita. São muitos detalhes para contemplar e o estado de conservação do espaço é de dar inveja. Para quem se interessa por histórias e lendas, há alguns quadros gigantes que mostram batalhas de reis e do próprio Buda em busca da plenitude. A imersão nesta cultura é inevitável. Wat Pho é outra visita obrigatória. É lá que está o adorado Buda deitado, aquele mesmo que você viu na selfie do blogueiro e do seu amigo viajante. A peculiaridade deste espaço se dá pelo tamanho de sua principal atração: 43 metros de comprimento. Para efeito de comparação, este Buda é maior que o nosso Cristo Redentor, que tem 38 metros de altura e tornou-se cartão-postal do Brasil. A grande atração é se deslumbrar com as solas de dos pés do líder religioso. Isso porque lá estão os 108 símbolos auspiciosos de Buda. O momento pode ser enriquecido com um ritual de doação de 108 moedas, que devem ser depositadas em 108 potes localizados próximos à estátua. Uma
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Grand Palace é um êxtase em forma de atrativo turístico
moeda para cada pote e voilà: você foi coberto por sorte. Vai desperdiçar? Para os que não se deram por satisfeito, vale também a visita a Wat Sukhothai Traimit, onde está um Buda feito em ouro maciço que pesa nada menos que cinco toneladas. Os guias turísticos contam que, no século 18, este exemplar de Buda era de barro, mas, um acidente com a peça durante uma reforma no templo revelou uma estátua talhada a ouro, disfar-
O famoso Buda deitado. Difícil é tirar uma foto dele por completo
çada há séculos. Desde então, a figura do Buda sentado, de pernas cruzadas, com a mão esquerda descansando sobre as pernas e com a palma da outra mão voltada para cima, é um dos muitos tesouros tailandeses. Se a dúvida é com relação ao valor das entradas, fique tranquilo, pois a mais cara é para o Grand Palace, vendida a
500 bahts (cerca de US$ 15) em um dos portões principais. No geral, não se gasta mais do que US$ 10 para entrar nessas verdadeiras maravilhas da humanidade. Dica: bermudas, saias curtas e blusas decotadas são vestimentas proibidas nos templos. Se você se empolgou e não chegou a ler até aqui, não se > Continua na pág. 14
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Insetos fritos, pad thai ou lamen? Opções exóticas, mas que merecem uma oportunidade em uma viagem que promete ser inesquecível
desespere, pois há salvação para este pecado. Isso porque lojas de roupas estão espalhadas ao redor dos palácios só esperando pelos clientes desavisados. Ao final do passeio, o aparente problema pode até se transformar em uma peça de roupa diferenciada no seu armário.
NA HORA DA FOME
Assunto delicado, dependendo da sensibilidade do seu estômago. Bangcoc não está isolada do mundo, é uma cidade que recebe investimentos estrangeiros e, portanto, possui redes de fast food e restaurantes que trabalham com culinária internacional. Em todo o caso, essas opções não devem ser exploradas em demasia. Experimentar as particularidades da thai food é a palavra de ordem quando se está no destino. Algumas escolhas tradicionais incluem o famoso lamen, uma espécie de ensopado com fios de massa e carnes. Tem para todos os gostos: porco, frango, frutos do mar, bovino, peixes… Já a alta gastronomia oferece uma fusão de sabores que
flutua entre o doce, salgado, ácido e apimentado. Merece respeito pela elaboração impecável. Os ingredientes básicos são o Nam Pla (molho salgado de peixe), Galanga (raiz aromática que lembra o gengibre), capim-limão, pasta de camarão, leite de coco e folhas e casca de limão kaffir. Especiarias e ervas completam o cardápio junto com as frutas, sempre em abundância. O famoso pad thai, feito com macarrão de arroz cozido, camarões, tofu, amendoim picado, broto de feijão, alho, chili, ovos e condimento à base de peixe, tem um endereço bastante popular: o Thip Samai, com direito a nota quatro (de cinco) e mais de mil avaliações no Tripadvisor. Se estiver com tempo e desejar explorar várias opções, Chinatown é uma boa escolha, mas é preciso ir com a mente aberta. As leis de vigilância sanitária passam longe das barracas de comidas, resultando em uma verdadeira exposição de peixes, insetos e frangos pelo bairro. As sopas são maioria, mas alguns espetos, digamos, menos populares no Ocidente também
podem ser degustados. Pelas avenidas do centro, difícil também não encontrar estabelecimentos especializados em pratos de influência indiana, japonesa ou chinesa, o que só ajuda a transformar a gastronomia tailandesa em uma verdadeira miscelânea de sabores e temperos.
COMPRAS, COMPRAS, COMPRAS Khao San Road. Este tópico poderia ser resumido apenas com este endereço. Não é o único point das compras em Bangcoc, claro, mas é garantia de bons negócios e boas risadas. Sim, barganhar com os tailandeses é uma tarefa divertida e praticamente obrigatória. Quando você pensa que vai levar apenas um item, a sacola já está cheia de outras peças e, ao final da negociação, alguém está sempre com o sorriso no rosto. Prepare a lábia. Khao San, aliás, é uma rua com estilo mais jovem - também infestada por barracas -, repleta de bares, lanchonetes e vendedores de praticamente tudo. As roupas são maioria, mas basta explorar a região por trás (no caso, pela calçada, desviando de caixas e produtos) para descobrir um mundo à parte, com mais lojinhas e vendedores ambulantes com “ofertas imperdíveis”. Ao conversar com um deles, coloque o seu vocabulário futebolístico em dia. Eles são do tempo de Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo Fenômeno. Os mais jovens já falam de Neymar e Gabriel Jesus, mas a linha de raciocínio é sempre a mesma. Na hora do pagamento, o baht em espécie é sempre a melhor opção. Em pontos comerciais, os cartões de crédito também são aceitos, mas a tecnologia de chip não é tão popular, o que pode gerar certa dor de cabeça aos desavisados.
DE BARCO
Dentre as muitas faces de Bangcoc, uma delas pode ser vista às margens do rio Chao Phraya. A comunidade ribeirinha da capital vive, de fato, uma outra realidade. Pescadores, casas coloridas (outras nem tanto), restaurantes, templos de influência chinesa, crianças acenando antes de pularem no rio e, você, turista, em meio a isso tudo. Viver a realidade dessas pessoas é uma obrigação para quem quiser voltar ao Brasil com a sensação que não foi vendado pelo veludo da indústria de viagens. Não que o “lado b” também não faça parte do mercado, mas poder intera-
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15 gir com a comunidade sem filtros faz desse passeio um must go na Tailândia. Quer saber mais sobre Bangcoc? Acesse a TV PANROTAS no You Tube e assista ao vídeo exclusivo que fizemos por lá. Está imperdível!
ONDE NOS HOSPEDAMOS RAMADA PLAZA BANGKOK MENAN RIVERSIDE É um hotel de alto padrão com perfil executivo e ótima localização. O que mais chama a atenção na propriedade é a forma inteligente como trata a sua operação, com processos muito bem definidos e descomplicados, tornando a estada tranquila e sem surpresas. Quando o assunto são as acomodações, a funcionalidade e a precisão dos itens no quarto corroboram para este perfil “seguro” do Ramada Plaza. A equipe de atendimento também vale comentários positivos, com camareiras e atendentes sempre dispostos a ajudar. O inglês não é o ponto forte da equipe, mas nada que o turista deva se preocupar. Entre os serviços, oito bares e restaurantes, piscina, serviço de concierge, spa, room service 24 horas, business center, wi-fi grátis em todo o edifício de ótima qualidade, fitness center e outros diferenciais que fazem do hotel uma escolha
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certeira. Informações no www.ramadaplazamenamriverside.com. LEBUA AT STATE TOWER Conhecido pelo sky bar utilizado para filmagens do filme Hangover 2 (Se Beber Não Case 2, no Brasil), o empreendimento explora aspectos luxuosos em todos os detalhes, com lustres imponentes e acomodações espaçosas e carregadas de tonalidades claras. Piscina, business center, academia e spa completam os serviços oferecidos pela marca, mas, acredite: nada supera a vista da suíte, capaz de exibir uma Bangcoc efervescente. Com um toque internacional, o Lebua também é uma escolha segura, em especial para os que não desejam economizar com hospedagem. O atendimento é eficiente e padronizado, sem aquele toque pessoal, o que pode ser considerado um elogio ou uma crítica, depende do perfil de viajante. O deslize da propriedade é com relação ao wi-fi, considerada instável para os heavy users. Localizado em uma grande avenida com outros muitos arranha-céus, o hotel não é a melhor escolha para quem pretende fazer caminhadas exploratórias, mas ganha muitos pontos pelo status e qualidade dos serviços. Informações: www.lebua.com/state-tower. --- O Jornal PANROTAS viajou a convite do WTTC, com proteção Intermac
Suíte do Ramada Plaza Bangkok Menam Riverside
O Lebua at State Tower chama a atenção pela magnífica vista da cidade
TESTAMOS A EXECUTIVA DA QATAR AIRWAYS ESCOLHEMOS VISITAR A TAILÂNDIA POR MEIO DE UMA ROTA DA QATAR AIRWAYS, A PARTIR DE Doha. De São Paulo aos Emirados Árabes (DOH) são 14 horas de voo, com uma escala de duas horas e outro voo de mais seis horas até Bangcoc (BKK). Ou seja, a viagem é longa e cansativa. Se fizermos o cálculo contando todas as etapas, estamos falando de um deslocamento de mais de 24 horas. Vamos às boas notícias: viajamos na executiva do B777-300 da companhia. Enquanto a QSuite não chega, tivemos de nos “contentar” com a experiência padrão oferecida pela empresa. E temos de reconhecer: é acima das expectativas. Aos viajantes frequentes, a poltrona que reclina até se tornar uma cama, o pijama e as amenidades não são motivo para glória, mas o atendimento da Qatar é algo a se elogiar. Os extremamente atenciosos comissários de bordo surpreendem pela rapidez no atendimento e na capacidade de resolução de simples problemas, desde uma mamadeira que precisa ser esquentada na temperatura exata até ajustes naturais durante o percurso, como troca de fones de ouvido com defeito e pedidos de snacks “de madrugada”. O cardápio é outro ponto de destaque, com ótima carta de vinho, opções ecléticas de refeição e que podem ser solicitadas a qualquer momento do voo. Aos que acham que os pratos pecam em sabor, comprovamos que é mais mais um tabu a ser quebrado. Vale a pena explorar as sugestões e montar o seu plano de re-
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BANCODEDADOS ANTES DE EMBARCAR PARA BANGCOC feições (sim, ele pode ser 100% programado, de acordo com a sua preferência). No entretenimento de bordo, sucessos de Hollywood e Bollywood, com uma seleção bem dividida entre novidades e clássicos das telonas. Aos que insistem em não dormir e gostam de filmes e séries, é possível se entreter boa parte do voo. O ponto negativo é a falta de legendas em português na maioria dos títulos e, na seção musical, a inexistência de artistas internacionais e playlists obrigatórias. Independentemente disso, é importante ressaltar as poucas interrupções do piloto e dos comissários para anúncios sobre informações da rota. Um pequeno detalhe que faz toda a diferença na experiência. Afinal, ninguém quer ser interrompido quando a cena principal do filme está acontecendo, não é mesmo?
NOTA: 9
ll Habitantes: 11 milhões ll Moeda: baht ll Fuso horário: dez horas a mais em relação a
Brasília ll Idioma: tailandês (o inglês também é popular, especialmente entre os mais jovens) ll Governo: monarquia constitucional regida por Rama X (Maha Vajiralongkorn), proclamado rei este ano ll Religião: 95% budismo, 4% islamismo e 1% católicos, judeus e hindus ll Visto: brasileiros não precisam do documento para permanência até 90 dias ll Vacina: é exigido certificado internacional de vacinação contra febre amarela ll Clima: tropical úmido e quente
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Ana Luiza Tieghi
Crescimento temporário ABAV E BRAZTOA JÁ AFIRMARAM AO JORNAL PANROTAS QUE ESPERAVAM AUMENTO NA PROCURA POR VIAGENS PARA JULHO, EM COMPARAÇÃO COM O MESMO MÊS DO ANO PASSADO. O MERcado está otimista e, para atender a esse esperado crescimento da demanda por viagens e passagens aéreas, as companhias estão anunciando voos extras para o período, principalmente para capitais do Nordeste e destinos da América do Sul. Veja abaixo o que elas já divulgaram.
AZUL
GOL
AVIANCA
LATAM
Cerca de mil voos extras, partindo de 19 aeroportos, vão reforçar a disponibilidade de assentos da Azul. As frequências adicionais estarão concentradas principalmente em São Paulo (Viracopos), Belo Horizonte e Recife. A companhia também terá novidades como Goiânia-Salvador, Rio-Recife e BH-Fortaleza, além do aumento de voos em rotas como Curitiba-Recife, Fernando de Noronha (PE) e Morro de São Paulo, na Bahia. Neste ano, apostamos em novos mercados e nas regiões mais procuradas pelos turistas”, comentou o diretor de Planejamento de Malha da Azul, Daniel Tkacz. Os aeroportos de São Paulo (em Viracopos e Guarulhos), Belo Horizonte, Rio de Janeiro (Santos Dumont), Recife, Salvador, Foz do Iguaçu (PR), Teresina, São Luís, Fortaleza, Natal, Maceió, Curitiba, Ilhéus (BA), Valença (Morro de São Paulo), Cuiabá e Goiânia receberão voos extras da companhia. Em relação aos voos internacionais, as operações adicionais chegarão a Fort Lauderdale/Miami e Orlando, na Flórida.
A malha da Avianca Brasil será reforçada com operações ligando São Paulo (via Guarulhos) a Fortaleza, Maceió, Recife e Salvador. Ao todo, serão 296 operações extras, realizadas entre os dias 30 de junho e 5 de agosto. “Faremos os voos adicionais para oferecer ainda mais flexibilidade de horários e itinerários aos nossos clientes, que viajarão com nosso premiado padrão de conforto e atendimento”, afirmou o vice-presidente da Avianca Brasil, Tarcísio Gargioni, que ainda destacou que a companhia manterá integralmente as suas operações regulares.
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Entre a primeira semana de julho e 16 de agosto, a Gol terá dois mil voos extras, em 38 destinos. Entre os domésticos, são 1,8 mil voos adicionais, em 31 rotas. Os aeroportos de São Paulo (Congonhas e Guarulhos), Fortaleza, Salvador e Brasília estão entre os que receberão a maior concentração de voos. Haverá também rotas inéditas para a alta temporada, com destaque para os voos diretos de Confins, Curitiba, Porto Alegre, Foz do Iguaçu, Santos Dumont, Cuiabá, Belém e Goiânia para algumas cidades do Nordeste. Nos internacionais, Montevidéu receberá um voo direto semanal de Salvador, enquanto na Argentina haverá uma nova rota direta entre Rio de Janeiro e Mendoza, com dois voos semanais. Também serão ofertados voos extras para Buenos Aires decolando de Fortaleza, Natal e Recife, com novas opções de dias e horários entre julho e agosto. Guarulhos terá aumento de frequências para Santiago, que ganhará seu terceiro voo semanal, e Punta Cana, que passará de quatro para sete voos por semana. “Para a alta temporada, adicionamos voos diretos conectando diferentes cidades, reduzindo o tempo total de viagem e permitindo que o nosso cliente viaje sem fazer conexões ou escalas, proporcionando a melhor experiência”, comenta o gerente de Planejamento Estratégico de Malha da Gol, Rafael Araujo.
A Latam informou que planeja operar cerca de 900 voos adicionais em julho, mas não detalhou quais serão estes voos. A companhia também vai aumentar a oferta de assentos da rota Guarulhos-Orlando, que passará de nove frequências semanais para 11, entre 27 de junho e 20 de setembro. E vai inaugurar o Rio-Orlando, em substituição ao Rio-Nova York.
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Destinos
As maravilhas da Austrália cada vez mais perto
A Opera House, em Sydney, um dos mais belos cartões-postais australianos
APESAR DE TER TUDO À VISTA EM SUAS PAISAGENS, A AUSTRÁLIA RESERVA AS MELHORES pérolas para aqueles que vão visitá-la. Esse país conhecido de todos esconde segredos que forçam os viajantes a se mover para descobri-los. Estruturas históricas que são combinadas com o que há de mais inovador em tecnologia e design, vida noturna multicultural unida a extensos e protegidos territórios naturais são aluns dos exemplos. O país da sorte tem opções para todos os passageiros e está cada vez mais perto dos brasileiros. À distância, a Sydney Opera House e os cangurus são as primeiras referências que aparecem nas mentes das pessoas quando se fala sobre a Austrália. No entanto, essa análise é imprecisa, e a realidade ultrapassa em muito esse imaginário coletivo. Com o codesahre estabelecido entre Aerolineas Argentinas e Air New Zealand, os brasileiros podem conhecer facilmente o país da Oceania a partir de Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, a partir de U$S 1.262. A Austrália tem tantas opções para se impressionar quanto existem tipos de viajantes no mundo inteiro. A maior ilha do planeta, o sexto maior país do mundo e o único que pode se gabar do fato de governar um continente inteiro
(o australiano) combina as atividades ao ar livre com uma vida urbana bastante movimentada. Que outro país reúne praias de águas cristalinas, uma grande floresta subtropical, montanhas com neve e um extenso deserto? Com mais de 9,7 mil áreas protegidas que incluem parques nacionais, e lar de 10% da biodiversidade do mundo, paisagens únicas australianas se exibem para serem fotografadas 365 dias por ano. E, em termos de fauna selvagem, a Austrália é muito mais do que os cangurus. Esse curioso animal saltitante coexiste com os coalas, o demônio da Tasmânia e mais de 140 espécies de marsupiais, para ficar em poucos exemplos. Além disso, o fato de ser uma ilha não isola a Austrália. Na verdade, o país recebe mais de seis milhões de visitantes por ano. O cruzamento de culturas, nacionalidades e experiências converte a Austrália um país cosmopolita, que se orgulha de seu pluralismo, seduz jovens de todo o mundo e o torna uma Meca para inovação, expressão cultural, moda e vida noturna. As maravilhas da Austrália esperam por você. E a Air New Zealand é a melhor escolha para voar de São Paulo, Rio e Porto Alegre. Veja mais informações em airnewzealand-br.com p
P OR Q UE V ISITA R ?
A Air New Zealand está aproximando cada vez mais Brasil e Austrália
SE VOCÊ AINDA NÃO SE CONVENCEU DE QUE A AUSTRÁLIA DEVE SER UM DESTINO PRIORITÁRIO EM SEUS PLA-
nos de viagem, veja esses destaques de diferentes cidades do país: SYDNEY - impossível perder essa cidade que une agitada vida urbana, belas praias e cultura diversificada. Destino para surfistas de todo o mundo, que podem, além de praticar o esporte em suas águas, visitar a famosa Opera House, conhecer a ponte de Sydney e ainda velejar e praticar escalada. MELBOURNE - é um dos pontos mais conhecidos da Austrália, ideal para quem optar por viajar ao re-
dor da cidade de bicicleta, bem como para aqueles que não podem se desconectar da vida urbana. Aqui você vai encontrar o charme combinado com os melhores shoppings, lojas de design e cozinha de classe mundial. PERTH: para aqueles que procuram tranquilidade, este é o lugar. Praias e parques são combinados com arranha-céus, com mescla de arquitetura colonial e moderna. BRISBANE: aqui estão as famosas ilhas Whitsunday, a grande barreira de corais e o Daintree, entre outras pérolas australianas. Se a ideia é mergulhar, você sabe onde deve ir.p
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>> Leonardo Ramos — Navegantes (SC)
novo território
Tarcisio Gargioni, VP da Avianca Brasil, e Luciano Porfirio de Oliveira, superintendente da Infraero, cortam o laço em voo inaugural da rota São Paulo-Navegantes
O INÍCIO DO ANO PARA A AVIANCA BRASIL, QUE VEIO DE MÃO CHEIA COM UMA NOVA rota nacional para Foz do Iguaçu e com o recente anúncio da estreia no internacional com Miami (Estados Unidos) e Santiago (Chile), ganhou mais um capítulo na manhã do último dia 15, com a chegada de seu primeiro voo na cidade de Navegantes, em Santa Catarina. Oriundo de São Paulo (GRU), o voo inaugural foi realizado em um A320, e já veio com 125 passageiros, dos 162 possíveis. O número foi motivo de comemoração do vice-presidente da aérea, Tarcisio Gargioni, que esteve no voo e, como de
praxe em estreias de rotas, tomou o microfone e realizou um discurso durante o trajeto, agradecendo a presença de todos e exaltando os resultados da companhia. “Neste ano chegaremos aos 12 milhões de passageiros transportados em um ano”, previu. Vizinha da badalada Balneário Camboriú e ponto de acesso à região do Vale do Itajaí, a cidade catarinense passa a receber dois voos diários da Avianca Brasil, um matutino e outro no início da noite; uma terceira operação será mantida de segunda a sexta-feira, no início da tarde. A aeronave da estreia, inclusive, foi uma das seis da aérea que já oferecem wi-fi
Uma das aeronaves A320 da Avianca Brasil, utilizada no trajeto
a bordo, e, até o final do ano, a empresa promete 80% da frota equipada com internet. Após o pouso da aeronave, que foi recebida com o tradicional batismo realizado por dois caminhões de bombeiros esguichando jatos de água, foi realizada uma breve cerimônia, que recepcionou os integrantes do voo de estreia com champanhe e aperitivos. Além de Gargioni, estiveram presentes o superintendente da Infraero, Luciano Porfirio de Oliveira, e o diretor comercial da Avianca Brasil, Rodrigo Napoli. Em sequência, uma coletiva de imprensa foi realizada por Gargioni e Napoli.
POR QUE NAVEGANTES?
Tarcisio Gargioni dá entrevista na chegada do voo inaugural
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A resposta para essa pergunta não foi tão óbvia quanto a questão. Segundo Napoli, a escolha de Navegantes como novo destino foi tomada após um longo estudo de mercado, e embora o quesito lazer tenha seu impacto, tanto pelas praias quanto pelas cidades com vida noturna da região, em especial em Balneário Camboriú, a sazonalidade deve afetar o número de visitantes durante o ano. “O que acontece é que o Turismo de lazer aqui sofre uma grande variação. Enquanto no
verão as praias enchem, durante as demais estações a região tem temperaturas muito baixas, afastando os turistas”, explicou o diretor comercial da aérea. Logo, na visão dele, o que deve manter os voos cheios durante o ano todo é principalmente o mercado corporativo, possibilitando a permanência da rota mesmo em baixa temporada. Segundo ele, a expectativa de ocupação média é de 85%. “O lado corporativo do Vale do Itajaí é forte, e os viajantes a trabalho é que devem manter a regularidade nos voos da companhia durante o ano todo”, afirmou, lembrando ainda que a região abriga um dos principais polos da indústria naval brasileira. Gargioni complementou e explicou que, embora a outra opção de destino no Estado fosse Joinville, uma cidade maior, o objetivo com o novo voo é atingir todos os 50 municípios do Vale de Itajaí. “Se você olhar para todo o Estado de Santa Catarina, fica óbvio que o Vale de Itajaí, com toda sua estrutura econômica, chama atenção para seu potencial de mercado”, argumentou o VP, lembrando que a aérea já possui oito voos diários para a capital catarinense, Florianópolis, além de dois diários para Chapecó. > Continua na pág. 20
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MAIS DOIS DESTINOS ESTE ANO
Gargioni levantou ainda a possibilidade de que “um ou dois” novos destinos sejam lançados ainda este ano, e já estariam em fase de estudo. Um entrave que precisa ser superado, porém, é a falta de espaço e horários disponíveis nos aeroportos, o que pode complicar os planos da companhia. "Quando consultamos os aeroportos de São Paulo, verificamos a grande dificuldade em conseguir espaços disponíveis para novos voos. Congonhas é praticamente impossível, e em Guarulhos só encontramos horários na madrugada, algo desagradável", lamentou. Um dos destinos ventilados é Bogotá (Colômbia), onde está localizado o hub da Avianca Holdings. O diretor do grupo colombiano para o Brasil, Ian Gillespie, esteve presente no voo de estreia para Navegantes, fortalecendo a cada vez mais evidente aproximação entre as empresas aéreas brasileira e colombiana. Uma possível fusão entre as duas, inclusive, já foi comentada pelo fundador da Avianca Brasil, José Efromovich.
COBRANÇA DE BAGAGENS O tema polêmico voltou ao foco na coletiva de imprensa em Navegantes. Desde a implementação do novo regulamento da Anac, a Avianca Brasil deixou claro que ainda estava em fase de “estudos” de como aplicaria a medida em seus voos; porém, embora nada esteja completamente definido, Gargioni deixou no ar a possibilidade de que a cobrança extra pelo despacho de bagagens possa ter início já em agosto. “Estamos em um momento de estudo de mercado e adaptação dos nossos sistemas, e ao menos até o final de julho não cobraremos bagagens”, comentou Gargioni, decretando que ao menos até o fim da alta temporada, as bagagens não serão taxadas. O VP foi além e garantiu que “quem não levar a bagagem, vai pagar mais barato, e quem levar, vai pagar mais”. Porém, quando questionado se as tarifas atuais serão reduzidas para os passageiros que não queiram despachar suas malas, Gargioni preferiu adotar o mistério: “aguarde e verá”. Ao menos a visão de Gargioni quanto a nova regra ficou clara durante a coletiva. Para o VP da companhia brasileira, a regra traz mais justiça na divisão dos valores entre os passageiros, uma vez que, na regulação anterior, mesmo quem não trazia bagagem consigo acabava arcando com os valores de quem optava por despachar. “É como um condomínio que cobra a conta de água dividindo o valor igualmente entre os moradores: aquele que possui uma família de seis pessoas será beneficiado, enquanto quem mora sozinho, acaba injustiçado”, argumentou Gargioni. --- O Jornal PANROTAS viajou a convite da Avianca Brasil
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Ao centro e de gravata preta, Luciano Porfirio de Oliveira, superintendente da Infraero, ente Rodrigo Napoli, Leomar Marques e Tarcisio Gargioni, da Avianca Brasil, e Ian Gillespie, da Avianca Holdings
O diretor comercial, Rodrigo Napoli, com o VP, Tarcisio Gargioni, durante coletiva de imprensa
De camisa azul, o diretor da Avianca Holdins no Brasil, Ian Gillespie, entre a equipe da Avianca Brasil: Leomar Marques, Lúcia Machado, Milene Marques, Adriana Regis, o vice-presidente Tarcisio Gargioni, e o diretor comercial Rodrigo Napoli
CONCORRENTES VÃO COBRAR ENQUANTO A AVIANCA BRASIL MANTÉM O MISTÉRIO SOBRE A QUESTÃO, AZUL, LATAM E GOL JÁ DEFINIRAM O VALOR QUE SERÁ COBRADO NO DESPACHO DE bagagens de até 23 quilos: R$ 30. Descontos e redução de tarifas também estão previstas para quem optar por não despachar suas malas. Veja o resumo de cada companhia abaixo:
AZUL
GOL
LATAM
A primeira a se manifestar foi a Azul. A partir de 1o de junho, passageiros que embarcarem de seu hub, em Campinas (SP), e não despacharem bagagens, terão até 30% de desconto para 14 destinos do Brasil. Nomeada tarifa “Azul”, a nova modalidade permitirá que o passageiro inclua os 23 quilos de bagagem a qualquer momento por R$ 30, e caso ultrapasse a cota, será cobrado por quilo excedente. O objetivo da aérea é que a nova tarifa seja inserida gradativamente a partir dessa data para atender a toda a malha de voos da companhia.
A Gol também anunciou, no início deste mês, que oferecerá uma tarifa mais baixa para quem não despachar bagagens, nomeada tarifa light e com início previsto para bilhetes emitidos a partir de 20 de junho. Em medida similar à tomada pela Azul, a Gol também possibilita ao cliente que optar pela tarifa light incluir os 23 quilos de bagagem. O serviço, contratado à parte, terá o mesmo valor de R$ 30 da concorrente para voos nacionais, subindo para R$ 60 caso a solicitação só seja feita na hora, no balcão do check-in. Nos voos internacionais, o valor será equivalente a US$ 10 no autoatendimento e agências de viagens, e US$ 20 no balcão. Já para os quilos excedentes serão cobrados R$ 12 nos voos domésticos, e o equivalente a US$ 4 nos internacionais.
Já a Latam implementou nesta quinta, 18 de maio, suas novas regras de bagagem; a cobrança, porém, ainda não teve início. A previsão é que o despacho das malas na companhia comece a ser taxado em até 50 dias, ao mesmo valor de R$ 30 de Azul e Gol. Segundo o presidente da Latam, Jerome Cadier, a empresa prevê uma redução nos preços para quem optar por não despachar bagagens. “O cliente que viajar sem despachar a mala em voos dentro do Brasil pagará tarifas mais acessíveis. A Latam e suas filiais projetam reduzir em até 20% as tarifas disponíveis para seus voos domésticos até 2020”, explicou.
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Aviação
Acordo regional de
navegação aérea A CIDADE ARGENTINA DE PUERTO IGUAZU RECEBEU A PRIMEIRA REUNIÃO REGIONAL DE integração e cooperação dos Fornecedores de Serviços de Navegação Aérea (ANSP, na sigla em inglês). O evento, convocado pela Empresa Argentina de Navegação Aérea (Eana), teve a participação de autoridades de navegação aérea da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Na ocasião, foi assinado um documento de colaboração que estabelece o trabalho conjunto entre as quatro nações para garantir "maior segurança operacional, qualidade de serviço e eficiência em nível regional". O acordo foi assinado pelo diretor do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), Carlos Vuyk de Aquino, pelo diretor da Direção Nacional de Aeronáutica de Aviação Civil (Dinac) do Paraguai, Estigarribia Roque Diaz, pelo CEO da Aeronáutica Infraestrutura Nacional de Aviação Civil e Infraestrutura da Aviação (Dinacia) do Uruguai, Gaetano Batagliese, e pelo presidente da Eana, Agustín Rodríguez Grellet. "É um momento fundamental em um ambiente regional ideal que favorece o início do caminho de integração
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Agustín Rodríguez Grellet, Carlos Vuyk de Aquino, Roque Díaz Estigarribia e Gaetano Batagliese
em nossa atividade. Há alguns meses, sinais de uma maior cooperação regional têm surgido, como é o caso do Mercosul. As ações de cooperação não são simples, mas com força de vontade é possível alcançar grandes objetivos. Outras regiões têm avançado fortemente em esquemas semelhantes", afirmou Rodríguez Grellet.
Vuyk, por sua vez, opinou: "estamos aqui para aceitar o desafio de fazer mais, juntos. A segurança na aviação é inestimável. Hoje reunimos quatro países e esperamos que, no futuro, se adicionem outros da região, para que possamos avançar nos temas de interesse comum. Cada país aqui reunido é especial. Juntos podemos fazer mais, e mais rápido, com me-
nor custo e proporcionando maior segurança. A cooperação é o melhor caminho para ter o mais alto nível de segurança aérea do Mercosul. Fazer o melhor será a nossa linguagem comum". Os participantes da reunião também entraram em acordo sobre a realização de um segundo encontro, em Salvador, em dezembro.p
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Novos negócios
A Orinter Tour & Travel anunciou a chegada de Jorge Souza para ocupar o cargo de gerente de Novos Negócios. O executivo, que acumulou mais de uma década na MMTGapnet, tem como desafio agora desenvolver o Marketing, buscar novos contratos e fazer relacionamento com o mercado. A sócia-diretora da empresa, Ana Maria Berto, trabalhou com Souza por 11 anos na MMTGapnet. Ele cuidou do Marketing da operadora até assumir a Consolid, divisão de incoming da Flytour Gapnet, por pouco mais de um ano. Para entrar em contato com Jorge Souza, envie e-mail para jorge@orinter.com.br ou ligue para (11) 3514-4444.
Substituição
A região da capital dos Estados Unidos (Crusa), organização que promove os destinos Washington DC, Virgínia e Maryland, terá Scott Balyo como diretor executivo a partir de 30 de maio. Ele irá substituir Matt Gaffney, que irá se aposentar a partir de 30 de junho, após comandar o escritório como presidente e CEO desde 2001. O principal esforço de Balyo será o de atrair mais visitantes internacionais para a região. Segundo dados consolidados de 2015, a região de Crusa recebeu 2,6 milhões de estrangeiros no período. A estada média na região é de nove noites e os gastos em hospedagem são de aproximadamente US$ 2 milhões. O executivo será apresentado ao mercado no IPW 2017, que será realizado de 3 a 7 de junho em Washington DC.
Após sete anos
Roberto Adler anunciou seu desligamento da Agaxtur na última semana. O executivo afirmou que ainda não tem uma definição a respeito do seu futuro profissional. Formado em Administração de Empresas com especialização em Hotelaria na Cornell University, nos Estados Unidos, o executivo entrou na Agaxtur no cargo de gerente geral de Vendas. Em 2013, Adler assumiu a função de diretor de Vendas da empresa, na qual tinha o objetivo de potencializar os resultados e contribuir com a realização de parcerias entre a operadora e novos mercados. Anteriormente, o profissional atuava na JVS Operadora.
Tatuagem
Em uma demonstração de afeto e, de certa forma, comprometimento, o vice-presidente da Carnival Cruise Line, Adolfo Perez, protagonizou uma cena um tanto incomum. O executivo arregaçou a manga da camiseta e teve seu braço esquerdo tatuado. Seria apenas um dia normal... Se a tatuagem não homenageasse o agente de viagens. Com a pintura na altura do ombro, Perez escolheu a frase “Travel agents rock”, algo como “os agentes de viagens são demais”. A cena não poderia ter acontecido em lugar mais propício: um evento destinado para o trade local chamado Agentpalooza Bus Tour, que aconteceu na última semana entre Houston e Nova Orleans, nos Estados Unidos. “Eu fiz uma tatuagem hoje e está escrito Travel agents rock. Não é de brincadeira, é verdade! Isso é para mostrar o quanto eu acredito em todos vocês”, disse ele em sua página oficial no Facebook.
Promovida
Juliana Assumpção é a nova diretora de Negócios da Aviesp. Na associação desde 2010, a profissional exercia o cargo de gerente executiva antes de ser promovida. “É um reconhecimento mais do que justo, já que ela exercia este papel com dedicação há algum tempo”, afirmou o presidente da Aviesp, Fernando Santos. Segundo a associação, Juliana contribuiu para mudar o perfil da Aviesp, sempre atuando ao lado da diretoria executiva e comandando a equipe de colaboradores e prestadores de serviços. O e-mail de Juliana é juliana@aviesp.org.br e seus contatos de telefone são (11) 97630-1250, (19) 4062-0069 e (11) 2626-1905.
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Ponto a ponto ● A Costa do Sauípe fechou uma parceria com a Viajanet para vender passagens aéreas em seu site. ● Heitor Soares é o novo gerente comercial da Europlus para São Paulo, Campinas (SP) e Salvador. ● A partir de 30 de janeiro, a Qatar Airways vai fazer a ligação direta entre Rio de Janeiro e Doha, no Catar, com quatro voos por semana, e extensão a Santiago, no Chile.
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corporativo
www.pancorp.com.br
Espaço diferenciado
Avipam reforçada
A Avipam anunciou a contratação de dois executivos para a área de Eventos. São eles: a gerente de Vendas em Eventos Camila Rogério e o gerente de Operações Henrique Pissaldo. Ambos comandarão as duas bases de vendas da Avipam (em São Paulo e no Rio de Janeiro) e as contratações fazem parte do projeto de reformulação da área promovida pela TMC, de acordo com o diretor comercial e de Operações da Avipam, Peterson Prado. “Estamos investindo pesado nesse segmento, e as novas contratações vêm ao encontro dos 70 anos que a empresa comemora em 2017, ano em que queremos oferecer um diferencial ao mercado, tendo em vista não apenas a carteira de clientes corporativos da Avipam, mas o mercado como um todo", conta Prado. Segundo ele, as mudanças não passam apenas pela estrutura, mas também pelos processos envolvidos na área de eventos. "Por isso também estamos lançando uma nova plataforma de gerenciamento de eventos, chamada Inteegra Mice, que gera interface de processos e potencializa a gestão operacional de todo o fluxo de um evento, além de outros benefícios", relata ele, adiantando que novas parcerias e lançamentos estão nos planos da empresa para este ano. Para entrar em contato com os novos executivos contratados, envie um e-mail para os seguintes endereços — Henrique Pissaldo: hpissaldo@avipam. com.be e Camila Rogério: crogerio@avipam.com.br.p
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Todo mundo precisa dar uma relaxada depois daquela reunião de negócios ou de um longo workshop, e foi pensando nisso que o Eventos Fly, novo espaço para eventos corporativos lançado em São Paulo e Brasília, resolveu trazer uma proposta diferenciada aos clientes. Além dos espaços destinados a reuniões de negócios, workshops, treinamentos, fóruns, atividades de integração, exposições, festas ou programas educativos, o local oferece uma experiência de voo em queda livre, em ambiente fechado e seguro. O local oferece mais de 200 metros quadrados, divididos em três ambientes que comportam até 295 pessoas e estão situados em espaços já construídos na I Fly, empresa com túnel de vento que simula voo em queda livre e possui unidades em São Paulo e Brasília. Ainda estão previstas, para setembro deste ano, mais duas salas ao lado de cada um dos empreendimentos, com capacidade para até 150 pessoas em 95 metros quadrados. Para obter mais informações, envie um e-mail para contato@eventosfly.com.br ou ligue para ou (11) 2039-1145.p
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