PANROTAS EDITORA PANROTAS — ANO II — N® 73 — DE 15 A 21 DE MARÇO DE 1994 — PERIODICIDADE SEMANAL
Posição firme das entidades faz SNEA retroceder Circular do SNEA
momento o critério para
sustava a anterior e
(Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias)
conversão, revisão e
mantinha, até novas
reajuste de preços públicos e tarifas não havia sido estabelecidopelo
instruções, as atuais regras de emissão de documentos de receita e de
Ministério da Fazenda, o
pagamento das vendas de
que tornava a adoção da URV, a partir do dia 11, impraticável.
bilhetes. Em São Paulo, os
presidentesSérgio Nogueira e Michel Tuma
Uma nova circular, no
Ness admitiam, caso o
final da terça-feira (n^ 263/94), assinada pelo secretário
SNEA não aceitasse as
determinando às
Braztoa / Cobrat começa dia 23 O
5® Encontro Comercial
Braztoa/Cobrat, de 23 a 25 des te mês no Hotel Hilton, de São Paulo, será aberto às 9 horas do
dia 23 na presença de autorida des e representantes do setor turístico. Deve atrair mais de 2
mil agentes de viagens de todo o Brasil, interessados nos pro dutos turísticos oferecidos pe los 64 operadores que monta rão estandes durante o evento.
Aldo Leone, presidente da Braztoa, informa que estão pre vistos mais de 10 mil contatos
de negócios, o que dá do en contro características seme
ções no país e exterior. JP — Com base nos expo sitores, qual é a tendência da programação? AL — Há muitos atrativos,
mas os Estados Unidos, graças a Copa do Mundo de futebol, são a tendência principal. De pois vem o Caribe, cuj/)s desti bastante vendidos. Há forte presença da programação para a Europa e Austrália. O Brasil também ocupa lugar de desta que nos negócios, sobretudo se levarmos em conta os progra mas que serão oferecidos pe
los operadores do âmbito do méstico. JP — Diante de tais da
exterior.
dos, como analisa o encon
Jornal Panrotas — Qual a mercado do
Salão
Braz-
toa/Cobrat? Aldo Leone —As perspec tivas são ótimas, sobretudo se considerarmos -que o -5^ En contro abrangêrá todos os
produtos turísticos lançados para as próximas temporadas. A importância decorre dos contatos de operadores com agentes e da possibilidade concreta de negociações de preços especiais para promo
tro?
AL — Éo evento mais pro fissional e positivo do trade. Não há festo apenas trabalho, com enfoque totalmente comer cial. Quero ressaltar, ainda, que 9 encontro praticamente
coincide com a inauguração das novas instalações da Braz toa, na rua Marconi, as quais têm sido utilizadas pelos ope radores para o lançamento de seus produtos. Em breve, tam bém, prometo mais novidades da Braztoa.
Abav quer moralização do mercado
entrar na Justiça com um mandado de segurança.
Icabav: retoques finais A diretora do Icabav (Insti tuto de Cursos da Abav-CN), Mônica Suruagy, esteve com a diretoria da entidade na última
semana, com o objetivo de dar os últimos retoques no cronograma de cursos do instituto, a
ser lançado em abril. Segundo Mônica, vários pontos já estão definidos, entre eles os primei ros programas a serem ministra dos, sempre com o apoio das Abavs estaduais. Serão eles: ta
rifas nacional e internacional,
telemarketing, mala direta e le gislação tributária.
"Ainda não poderemps co-
AUIAÇÃO DEVE VOLTAR AOS LUCROS EM 84 Diversas organizações inter nacionais ligadas à aviação pre vêem que o setor voltará a ser
brir todo o território nacional,
pois falta estrutura a algumas Abavs, problema que será solu cionado com o tempo", explica a diretora. Segundo ela, para que a Abav-CN conheça a estrutura de cada uma de suas entidades re
cursos que não tenham utilidade para determinados mercados. Por exemplo, ela explica que no caso de Alagoas, onde é presidente da Abav, é muito mais interessante o curso de tarifas nacional que o
de internacional, já que no Estado não há agência que emita inter
gionais, estão sendo enviadas car tas a seus presidentes para que possam ser conhecidos maiores detalhes. A partir disso, e sempre respeitando as especificidades e carências de cada região, será di vulgado o calendário. Mônica esclarece que uma das grandes preocupações do
ma reunião, o projeto avançou bastante, quando ela teve a oportunidade de conhecer os instrutores que percorrerão o Brasil em uma etapa inicial, mi
Icabav é a de não apresentar
nistrando os cursos.
nacional".
Em sua visita ao Rio de Ja
neiro, onde foi realizada a últi
Com Assist-Card
seu Cliente fica Tranqüilo o TempqTodo.
rentável em 94, com lucros esti mados de US$ 2 bilhões. Mais
cutelosa nas previsões, a lata es pera que as empresas aéreas su perem o nível de equilíbrio eco nômico este ano.
Uma das principais preocupa ções de Sérgio Nogueira, em seu início de mandato como presi
Há quatro anos a aviação vem sofrendo prejuízos; com base nos dados destes anos, técnicos da
dente da Abav/CN, é a moraliza
lata alertam para a necessidade de controlar os males que afligiram o setor, entre os quais o excesso de capacidade.
ção do mercado, com a correção de distorções que impedem os serviços turísticos de entrar no campo da modernidade exigida em todo o mundo. Nogueira afir
Receitas da ordem de 10% de vem nortear o crescimento da
ma ser necessário investir em efi
aviação em 94. A margem de
ciência e qualidade; observa que
lucro projetada é de menos de 1%, o que significa que qualquer contratempo pode impedir a recu
o custo de uma agência de via gem é excessivamente alto, se comparado com sua rentabilida de; e propõe nova relação entre os agentes e as companhias aé reas, além de auto-regulamenta-
executivo do SNEA,
ponderações das entidades,
Mais detalhes sobre a determinação do SNEA na página 8
nos são atraentes e devem ser
lhantes aos principais eventos de lançamento e comercializa ção de produtos realizados no contribuição maior para o
companhias aéreas mudanças no sistema de operações com as agências de viagens foi contestada pelos presidentes da Abav-CN e Fenactur. Em ofício ao presidente do SNEA, os dirigentes classistas salientaram que até o
assisT-caRD iNTeRNanaNaL^ 15 Rue du Cendrier - Ginebra, Suiza- Te).: 41 (22) 7320 320 • Fax 41 (022) 7386305
peração.
ção do mercado e cursos de pre paração e reciclagem.
A entrevista do presidente nas págs. 5 e 6
No Brasil é difícil estimar re
sultados. Balanços de 93 ainda não são conhecidos e o prejuízo setorial pode, outra vez, superar os US$ 500 milhões.
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De povos, gente e lugares • Entre as milhares de línguas faladas no mundo, cerca de
175 são em seus países de ori gem por mais ou menos um milhão de pessoas. As dez lín guas mais usadas têm cada
Uma estratégia perigosa Definitivamente os deuses não estão a favor de turismo brasilei
ro, em particular do Rio de Janei ro. O escândalo do Sambódromo, no desfile das escolas de sambas
cariocas, e sua repercussão inter nacional, com as conseqüentes ti radas sarcásticas da imprensa in
Durante anos, órgãos oficiais de turismo e empresas do setor utilizaram sem pudor a mulher brasileira como um objeto a ser vendido nas prateleiras do turis mo internacional. Como conse
qüência, proliferou o "prostituris-
uma mais de 100 milhões de
imagem do país e do Carnaval
falantes nativos. São, em or dem decrescente, chinês, in
brasileiro.
mo" nas capitais brasileiras, prin cipalmente Rio de Janeiro e Nor deste. Hoje, nos aeroportos do Nordeste as "profissionais" che gam ao ponto de apalpar as partes íntimas dos turistas que desem barcam procedentes da Europa.
Morto ou no Grande Lago Sal gado. Devido ao alto grau de salinidade, a água é tão densa que é difícil até mesmo afundar o corpo.
• A altitude e a longa noite de inverno combinam-se para fa
zer da Antártica o lugar mais frio da Terra. A temperatura mais baixa já registrada foi de - 126,9® F (- 88,3® C), a 3.800 m acima do m\el do mar, na
estação espacial russa Vostok, em 24 de agosto de 1960. Na região oriental da Sibéria, a temperatura é às vezes tão bai xa que a umidade contida no ar expirado pelas pessoas con gela-se e cai ao chão com uma suave crepitação de sons miu*-
A festa, que é na sua essência uma grande manifestação cultural e demonstração de capacidade e alegria de um povo, fica mais uma vez com o estigma de uma festa lasciva e promíscua em que o erotismo seria o destaque e a pornografia o enredo. Depois do que aconteceu no camarote da Liga das Escolas fica difícil também o Rio de Janeiro
desvincular sua imagem turística do turismo sexual, do "prostiturismo". Justamente num momento
em que iniciativas estão sendo to madas para diversificar a imagem da Cidade Marvilhosa e apresen
idosos, casais, crianças e até mes mo homens normais que não ne cessitam dessas viagens de luxúria. O Brasil não deve abrir mão
da sensualidade de seu povo, mas este aspecto da personalidade bra sileira não deve ser confundido
com corpos à venda. Pela riqueza de atrações naturais e culturais de que o país dispõe fica evidente que não necessitamos nem deve mos utilizar o apelo sexual como principal arma de mercado. Essa estratégia é perigosa em todos os sentidos e tem causado
turismo sexual e pelas facilidades oferecidas num cardápio deplorá vel que inclui com freqüência me nores de idade. Muitos estrangei ros que vieram para o Brasil com clientes já estão estabelecidos aqui e organizaram a "exporta ção" das "prostitutas", é o "expor-
danos irreparáveis a destinos como Sri Lanka, (antigo Ceilão) e a Tailândia, para citar apenas dois países que, apesar da sua riqueza histórica e de fantásticas atrações naturais, não conseguem mais desvincular sua imagem do "prostiturismo". Esse tipo de imagem negativa afeta todas as atividades que en volvem um país, sobrepondo-se aos aspectos positivos que possa
titurismo".
ter. Está na hora do darmos um
Esses mesmos turistas têm
vindo ao Brasil estimulados pelo
tar ao mundo aspectos turísticos
desse gênero de turismo, além de
basta e aproveitar o Carnaval de 1994 como lição. Caso contrário
mais dignos, como as atrações
lamentável em termos morais, é absolutamente negativo sob o
continuaremos merecendo a iro nia malévola da mídia internacio
ponto de vista comercial. Afinal o "prostiturismo" atrai o pior tipo
nal e comentários nada respeito sos sobre nosso povo, particular
de visitante. Pessoas de baixo ní
mente nossas mulheres.
vel cultural, gasto médio reduzido e que afugentam os demais seg
RODOLFO ALBERTO RIZZOTTO,
empresário com mestrado em Turúmo
mentos, como as mulheres, os
na Itália
culturais, naturais, artísticas. O
karma do turismo sexual
vem acompanhando o turismo brasileiro e principalmente ofen dendo a dignidade da mulher bra sileira. Hoje, na maioria dos paí ses da Europa, a mulher brasileira
Permitir o desenvolvimento
Em 1492 havia cerca de 50
planejamento logístico
milhões de índios vivendo no hemisfério ocidental.
pessoa a navegar ao redor do mundo sozinho. Quando tinha 51 anos, deixou Newport, no
Implantados na maioria das cidades de nosso país, verifica-se que os prédios erguidos para re ceber feiras agroindustrial e pe cuária tomam-se áreas subutiliza-
Estado americano de Rhode Is-
das, com alto custo de manuten
land, em 1895, em seu bote de
ção, baixas receitas e principal mente deixando de cumprir uma
11 metros, o Spray, voltando três anos e dois meses mais
tarde, depois de ter navegado 65.000 km.
O mais tremendo desastre nos
primeiros 75 anos da aviação ocorreu quando dois jumbos a jato colidiram no solo, em Tenerife, nas Ilhas Canárias, em
17 de março de 1977. Um dos aviões, quando acelerava em uma das pistas para levantar vôo, bateu no outro, que estava taxiando à espera da ordem de partida. Morreram 579 pessoas.
• Na cidade de Wieliczka, perto de Cracóvia, na Polônia, há
uma mina de sal operando mais de 1.000 anos. C. R. DE CARVALHO
Em 76, ministrando para o Senac em Caxias do Sul (RS) o curso
"Comunicação no Turismo" , vi sitei as instalações da Festa da Uva, que à época só abrigavam tal evento e com um interstício enorme entre uma festa e outra.
O que deve ser consignado aos proprietários dessas áreas — prefeituras e associações comer ciais, industriais, rurais e pecuária
Propriedade: PANROTAS Editora Ltda. Registro IHjblico: 116-75 — Registro no INPI:
REDAÇÃO Editon Joel Andrade Lóes -- MTb 29736. Editora assistente: Ana Maria Donato. Subeditor: Adilson José Mion.
Repórteres: (São Paulo) CleideS. Rvotto, Gabriel
consumidos diariamente
12.600 pães. Por semana, 6,5 toneladas de frango, 1,7 t de peixes e mariscos, 6,4 t de vegetais frescos e 6 t de iogurte, além de 650 galões de leite e outros 750 de sorvete.
Fluxo no Caribe Segundo o capitão do FiestaMarina, Ângelo Los, cerca de 40 navdos
navegam pelo mar do Caribe semanalmente. Cada
um deles transporta cerca de 1.500 passagdros, totalizando uma média de 240.000 turistas/mês. Ou
seja, mais de três vezes e meia a população de Aruba, hoje estimada em 67.000 habitantes.
Poliglotas
cialização direta com o público, do que para a rede de distribui dores, compradores e ou fornece dores, mesmo porque a tecnolo gia da comunicação tem avança
idioma oficial, o
papiamento, eles falam fluentemente o espanhol e o inglês. Limpa e bonita, a pequena ilha com ruas estreitas, vitrines coloridas e prédios em tons pêistéís faz lembrar uma cidade
cinematográfica, construída a partir de frágeis cenários.
do e facilitado o entrosamento en
tre as empresas. O que se deve procurar e achar são temas que possam preencher um calendário
Widcr/Systcm Anotem o novo telefone da
Wider em São Paulo: (011)
jamento logístico e mercadológi
às necessidades de consumo, de
255-7723. Vale lembrar
xos, por estarem em cidades vizi
co, levando em conta, entre outros
nhas, tomam-se concorrentes uns
tópicos, inventário detalhado dos equipamentos; complementação e ou obras que facilitem o aprovei tamento da área para entreteni mento, lazer, recreação, esportes, passatempo, vida notuma, aloja mento e feiras de pequeno porte,
troca de experiências, de inovaçõ es técnicas e se identifiquem com carências presentes e futuras.
que a Wider, ligada ao System One — um dos mais completos sistemas de reservas independente do ' ' mundo —, agora funciona 24 horas por dia, colocando o agente de
dos outros, pois na maioria das vezes apresentam idênticas pro moções, no conteúdo e forma. Realizando palestras nas cida des paulistas de Votuporanga,
Femandópolis e Jales, visitei os três complexos de exposição e feira, que, além do evento anual,
bem como outras atividades sin
sim, um leque enorme de oportu nidades econômicas. O presente artigo levanta o tema. Cabe aos responsáveis arregaçar as mangas e ir à luta, pois estão perdendo
companhias aéreas, 180
espalhados pelo globo. No Rio, é só ligar: (021)
ventos reunindo mais de três cen
um rio de dinheiro
531-2638.
tenas de estandes estão hoje vol tados muito mais para a comer
OTÁVIO DEMASI, técnico em
aniversário da cidade, são utiliza
atraiam demandas ao núcleo.
dos mais recentemente para a Fes
O mercado tem mostrado que a segmentação atinge hoje tam bém a área de feiras. Os megae-
ocupação em tomo de mais ou menos 90 dias. Diga-se de passa gem que isso não é exclusividade dessas três importantes cidades.
(Rio de Janeiro) Nelice Figueiredo.
Revisor: Carlos Roberto de Carvalho
Colaboradores: Caio L. de Carvalho, Rodolfo Rizzotto, Doris M. Ruschmann, Wilson Raba-
hy, Adel Auada, Tasso Gadzanis. Fotógrafo: João Bastos Assistente de Redação: Rosemai^ Caialdi Ma chado.
Turismo
DEPARTAMENTO DE ARTE
DEPARTAMENTO
Coordenação de Tráfego: Alice Isshiki de Re
ADMINISTRATIVO
Dlagramação e Arte-final: Juarez Estevan dos
Diretor:
João Batista de Resende Miran
da.
zende e Ronei do N. Lacerda.
Santos e GáudioMaichin. Editoração Eletrônica: Marcelo Begosso, M. Penha Campregher, Marilani Pistori e Rogério de Syllos.
DEPARTAMENTO DEASSINATURAS
PRODUÇÃO GRÁFICA
Lúcia Helena Sá Barreto (Bahia), Mercedes Ur-
Chefe de Assinaturas: Valderez Wallner.
Gerente de Produção: Newton dos Santos,
quiza(Brasília), José Mário Pinto(Ceará), Ênio
Assistentes: (São Paulo) Ana Paula B. Lo
FotoUto: Cândido Januário.
Fonseca (Minas Gerais), Dayse Regina Ferreira
pes; Lia Carla S. Baptista; Sandra Regina
• O acabamento e a impressão do JORNAL
(Paraná), Paulo Fernando Craveiro (Pernambu co). Antonio Roberto Rocha (Rio Grande do
Oliveira e Rio de Janeiro: Márcio Ferreira.
PANROTAS sâo da Lis Gráfica e Editora
Chefe de Distribuição: João Lopes.
Norte), Roberto Gallicchio (Rio Grande do Sul)
Atendimento: São Paulo—Av. Jabaquara, 1761,
Ltda. (R. Visconde de Paniaíba, 2753, Sâo Paulo, SP).
e Nelci Teresinha Amhold (Santa Catarina).
DEPARTAMENTO COMERCIAL Dircton Sérgio Figueiredo Jardim. Gerente-geraVniial Rio de Janeiro: Dadeoe Nfella
Dir. de Promoções Intemadonais: Tereza Lobo. Promotores: (São Paulo) Antonio Jorge Filho;
viagens em linha direta com mais de 60
gulares que possam por si serem fontes de motivação e, asssim,
ta do Peão, com um índice de
As inúmeras e inúmeras áreas
de exposições (verdadeiros ele fantes brancos) espalhadas por todo o país devem sair do maras mo, através de política de uso
One
racional e contínuo, abrindo, as
normalmente coincidindo com o
46.375.531/0001-60 — ISSN (International Standard Serial Number): 0102-3225. ClasáGcação Tari£&ria Fiscal: 49.02.01.00. Matriz: Av.
(021)2200249 e 240-9443e fax(021)220-3741.
passageiros, são
anual com eventos altamente es
Correspondentes: Antonio Noya (Alagoas),
584-0211. fax (011) 276-1602. Filial: Av. Rio Bran co, 277, sala 1602, Rio de Janeiro, 20040009. lel.
exemplo, com capacidade para cerca de 1.200
pecializados e que falem de perto
003776 — Inscrição Estadual: 109.336.892.116. Registro no CGC-MF:
Jabaquara, 1761, São Paulo, 0404S-901,(el. (011)
bordo do FiestaMarina, da Camival Cruise Unes, por
— é a necessidade de um plane
drade e Fabíola Bemfeito.
EXPEDIENTE
Sem dúvida o que não falta em um navio é comida. À
missão comercial de suma impor tância, que é a geração de novos eventos, que por si acionam a economia local e regional. Na maioria das vezes, tais comple
Rosado Galcia; (Rio de Janeiro) Artur Luiz An
IS«|^
Banquete no mar
Os habitantes de Aruba sâo
Necessidade de um
G Joshua Slocum foi a primeira
PAN-NOTAS
todos poliglotas. Além do
murantes.
•
sim como as tailandesas sofrem do mesmo mal.
ternacional e dos comentaristas da
• Não é fácil afogar-se no Mar
•
é vista como uma prostituta. As
CNN, abalaram mais uma vez a
glês, russo, espanhol, hindi, bengali, árabe, português, elemSo e japonês.
Terça-feira, 15a 21 de março de 1994
TRIBUNA
Página 2 — JORNAL PANROTAS
04045-901, teL (011)584-0211, tele* (11)56693
e fax (011) 276-1602 e Caixa Postal 1561 —
PUBLICAÇÃO SEMANAL
01059-970. Rio de Janeiro — Av. Rio Branco.
Auditoria feita na primeira edição de 27 de outu
277, sala 1602, 20040-009, telex 2133006 e fax
bro de 1992 pela
(021) 220-3741.
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Secretaria do 5° ENCONTRO COMERCIAL BRAZTOA/COBRAT SP
Rua Marconi,31 - 6°andar -Tel.: (011) 259-5303 Fax: (011) 255-1226-CEP 01047-000- São Paulo - SP
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JORNAL PANROTAS —Página 5
Terça-feira, 15 a 21 de março de 1994
ABAV/CN
PAN-NOTAS
Presidente defende
O primeiro Norberto Jochman, diretor da Lufthansa, esteve no Rio de Janeiro para c-ntregar a José Carlos da Silva, agente de vendas da Swissair, o diploma do Curso Avançado de Tarifas. Ele é o primeiro brasileiro a receber o diploma de consultor internacional de
viagens da UFTAA ou FUAAV (Federação Universal dos Agentes de Viagens). A Lufthansa representa os cursos da UFTAA no Brasil e,
segundo Jochman, o curso, além de pouco divulgado no Pais, tinha custos muito altos. Porém,
a Federação, sensibilizada
para a questão e querendo aumentar o número de
brasileiros no seu quadro, resolveu baratear os preços, que, segundo o diretor da Lufthíinsa, diminuíram bastante.
investimento em (][ualidade e eficiência Uma das principais lutas do ptesidente da Abav-CM. Sérgio Mogueira, em seu início de mandato, vem sendo na
tentativa de moralização do mercado. Segundo ele, existem distorções no
considerado de excelente
nível técnico, com testes finais bastante exigentes. Quem estava todo orgulhoso de seu funcionário era Kuit
Braun, diretor da Swissair. Também estiveram na
cerimônia de entrega do diploma, que aconteceu na sede da Abav-RJ, o
presidente da entidade, Antônio Carlos de
Castro Neves, o diretor-secretário da
Abav-CN, Séi^o Arroxelas, o diretor para Rio e Norte da Lufthansa, Paulo Yoshikawa, entre outros.
SN: Chegamos a um determi nado momento em que temos o mundo discutindo a qualidade como eficiência, a qualidade não
Abav.
cio. Temos consciência de que
todo esse processo de gestão de qualidade no turismo brasileiro
fmalmente, a atividade
ainda está na estaca zero. Dentro
turística no Brasil possa partir para a modernidade que iioje os serviços
dessa linha, a Abav-CN está tra
exigem. "Ê uma tendência
balhando em dois pilares. Um é a informação, o outro a gestão da qualidade.
mundial, precisamos investir em qualidade e
JP: E como serão desenvol vidos esses trabalhos?
ericiência. Atualmente, o
custo de uma agência de viagens é extremamente alto e não é compatível defende. Para reverter o
Agora, a Lufthansa pretende fazer uma maior divulgação do programa. Trata-se de um curso por correspondência,
simples, que também está sendo facilitado pelo programa de in formatização desenvolvido pela
só voltada para o consumidor, mas para a gestão de seu negó
sistema que precisam ser corrigidas para que,
com sua rentabilidade",
Maior divulgação
JP: E o que o senhor acha que pode ser feito para reverter esse quadro atual?
quadro, a Abav-Cn vem atuando em várias vertentes: em uma nova
relação entre agentes de viagens e companhias aéreas; na agilização da informação; pelo fim do repasse de comissão do agente na venda de bilhetes; incrementação
de cursos de preparação e reciclagem; auto-regulamentação do mercado; reconhecimento
Sérgio Nogueira
o de hoje, o que se percebe é que o crescimento da produção não tem nenhuma relação com o au mento do número de empresas. O aparecimento de novas agências foi muito maior que o crescimen to do mercado. Este crescimento
desordenado, aliado a todos os
problemas que o País lamentavel mente vive até hoje, foram algum dos fatores que colaboraram para isso. Além disso, nossa ati vidade é muito dinâmica e preci
sa acompanhar tanto o desenvol vimento nacional quanto interna cional. Dentro dessa linha vários
sistemas e leis foram sendo im plantados. alguns impostos, ou
da profissão, entre
tros não, sem uma análise dessas
outras. "É um projeto de
propostas e com uma visão ime-
re-engenharia. Porém,
diatista.
uma análise do mercado na dé
JP: O senhor poderia dar alguns exemplos? SN: As companhias aéreas, por exemplo, que são uma fatia expressiva da nossa atividade. A relação entre agências de viagens e companhias aéreas muda em função das dificuldades que as empresas aéreas tenham. Emfun ção disso, elas acabam determi nando mudanças de posição. Essa postura foi complicando
cada de 70 e início da de 80, com
ainda mais o mercado.
tudo será feito
passo a passo. Todo projeto grande demais tem uma forte tendência
a ir para a gaveta", diz. JORNAL
PANROTAS:
Como o senhor acha que come çaram a surgir essas distorções no mercado?
Sérgio Nogueira: Ao fazer
JP: Mas seria somente com
as companhias aéreas? SN: A idéia da Abav-CN é que hoteleiros, locadoras e outros
segmentos do mercado também participem numa próxima etapa. Assim, o consumidor e o mercado vão poder lidar com um processo de informação bem mais eficien te. Com as companhias aéreas exclusivamente, estamos desen
SN: No mundo de hoje, a con
volvendo um projeto que além de estudar questões como estas, pre tende adequar o sistema atual de modo a aumentar a eficiência e a qualidade de nosso trabalho.
fiabilidade e a rapidez da infor mação são imprescindíveis. O se
Hoje, os custos de uma agência de viagens são extremamente al
tor turístico cresceu muito nos
tos e não compatíveis com a sua
últimos anos, mas no que diz res peito às informações ainda vive no passado. Existem mecanismos
gumas ações que, mesmo pare cendo meio pesadas, terão que
relativamente baratos e bastante
ser tomadas.
rentabilidade. Então existem al
acessíveis que permitiriam uma
JP: Que ações seriam essas?
comunicação diária, por exem plo, entre as companhias aéreas e as agências de viagens de todo
um projeto de re-engenharia, que vai tratar de várias questões do
o Brasil. A Abav-CN está desen volvendo através de sua comissão
de informática um trabalho para tentar fazer com que empresas aéreas, locadoras, hotéis, enfim, o turismo crie para o próprio segmento condições de informa ções mais velozes e eficientes. Muitas vezes, uma companhia aé rea ou hotel não tem tempo hábil de informar sua proposta comer cial em um mercado vasto como
SN: Estamos desenvolvendo
atual sistema vigente entre com-
panhias aéreas e agências de via gens. Não é possível, por exempio, que cada companhia aérea tenha um sistema de relatório di-
ferente. A contabilidade ê a mes ma, débito é débito e crédito é crédito. Então nossa luta urgente
é pela padronização imediata de todos os relatórios e também do
sistema de reembolso, que vive o mesmo problema. Mas o reem
é o brasileiro hoje.
bolso também envolve outras
JP: E o que a Abav-CN está propondo para tentar resolver essa questão?
questões. JP: Quais?
SN: Já conversamos com as
companhias aéreas que com preenderam o problema e estão dispostas a participar conosco. Trata-se de um sistema de cor
reio eletrônico desenvolvido pela Embratel — o STM-400 —que ao soltar a informação, ela já é recebida automaticamente por to
das as agências de viagens do Brasil Basta um computador
SN: Eu penso o seguinte. Sou um prestador de serviço. No mo mento que o usuário vem na mi nha agência e compra uma pas sagem, eu faço reserva, dou in formação do vôo, emito o bilhete. Enfim, faço o meu serviço que envolve custos. Se, porventura, ele pedir reembolso, a minha par tefoi feita. Logo, minha comissão tem que ficar comigo.
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|ll Página 6 — JORNAL PANROTAS
JP: E
Terça-feira, 15 a 21 de março de 1994 viços e a cada dia qualidade e eficiência serão fatores tnais de
Não adianta você ter um grande número de
o senhor não acha
que, se conquistado, isso pode virar mais uma vantagem a ser
terminantes.
JP: Falamos em mudança
de sistema com companhias aé reas, auto-regulamentação, re
clientes dentro de um sistema ineficiente. É melhor
oferecida ao consumidor?
SN: E fundamental que o agente de viagens se conscientize de que ele tem regras mínimas a serem cumpridas e que serão co
cursos humanos. Mas como a
ter menos clientes.
Abav-CN vai trabalhar a cons
que devemosfazer. Quem tem que fazer isso somos nós mesmos.
JP: Como seria este fórum?
SN: O grupo está trabalhando
bradas dele. Se obtivemios essa
com muito rigor em cima de to
conquista, o agente não pode. de modo algum, usar isso como um diferencial para atrair clientes, do tipo "minha agência oferece
Com maturidade, estamos cami
dos estes aspectos entre agências de viagens e seu principal forne cedor, as companhias aéreas. Está estudando as condições do mercado nas várias regiões e es tados brasileiros, porque muitas
nhando para isso. Precisamos im plantar a auto-regulamentação com eficiência. JP: E o senhor acha que o agente de viagens está prepara do para isso? Ele quer essas mudanças? SN: Precisamos começar a ter
reembolso de 100% caso você de
sista de sua viagem". JP: E isso não pode desen
vezes as condições do mercado
volver no consumidor o hábito
no Rio e São Paulo são muito
de comprar o bilhete na com panhia aérea? SN: A condição da companhia
diferentes pela sua proximidade com o transportador. Mas o agente de viagens precisa ser res peitado independente do Estado a que ele pertença. Precisamos observar, ter inteligência e cria tividade para resolver esses pro blemas. E o agente de viageris precisa ter consciência de que o mercado está mudando e que ele deve participar ativamente desse processo investindo em qualidade e eficiência. Não adianta ter um
tem que ser igual a do agente. É que algumas empresas aéreas ainda não entenderam que o agente de viagens é o seu funcio nário mais barato. O
mercado
cresceu de tal forma que hoje as companhias aéreas não têm con dições de atender o consumidor em detrimento do agente de via gens. Afunção dela é transportar. A companhia aérea tem o direito de atender o passageiro, mas em condições diferenciadas. Até por uma questão de marketing não é estratégico. JP: Por quê? SN: Porque ela corre o risco
de atender mal o passageiro, per
grande número de clientes dentro
de um sistema ineficiente. É me lhor ter menos clientes. Sua ren tabilidade aumenta. JP: E como o senhor acha
que o mercado vai receber isso? SN: E fundamental que o
nhia aérea, não é do balcão e sim
agente saiba o que ele quer. Precisamos definir se queremos um mercado como o que está hoje, em que você trabalha e
da própria empresa. Na minha opinião, a companhia aérea de
sua rentabilidade é mínima, em que existem favorecimentos em
veria observar tnais o atendimen
função de uma série de fatores, ou queremos o mercado da efi ciência, da qualidade, da mo
dendo um cliente. Quando se re clama do balcão de uma compa
to das agências de viagens, já que elas estão usando o nome da empresa. Este seria uma estraté
dernidade.
gia de marketing mais adequada. Por isso é fundamental que am bas as partes compreendam real mente essa nova visão, essa nova
linha na gestão de qualidade e as propostas que estão sendo feitas.
JP: E há mais propostas? SN: Há várias. Por exemplo, outro ponto em que estamos lu
rentabilidade nenhuma sobre ela.
JP: E o que será sugerido?
JP: Somente companhias aé reas e agentes de viagens? SN: Por enquanto. Todo pro jeto grande demais tem uma forte tendência a ir para a gaveta. A nossa maior relação hoje ainda é com o transportador, então va mos trabalhar com a companhia aérea.
JP: E o que esse fórum trará de concreto para o segmento? SN: Lá será aprovado o novo sistema proposto — em consenso —e aí todos terão que cumprilo. Qualquer proposta é passível de controle. Vamos nos auto-regulamentar e, enquanto isso, conti-
da não enxergou essa diferença claramente e por isso tem tomado muito tia cabeça. Muitas vezes, exige além da capacidade que de terminadas agências podem ofe recer, procurando preços em de trimento da qualidade. Aí vem a decepção, que o atenta para a importância de se unir os dois
área de recursos humanos, que em nossa atividade é muito fraca. Se fizermos uma análise fria do mercado, seja do transporte aé reo, da hotelaria, do agente, a mão de obra, em linhas gerais, é de má qualidade. Para isso, a Abav-CN vem investindo duramente no Icabav — seu Instituto
de Cursos —mas é preciso mu dar a mentalidade do empresário. São poucos os que colaboram fi nanceiramente para que seusfun cionários se reciclem. Alguns até criam dificuldades para que ele saia um pouco mais cedo do tra balho para cursos que o próprio funcionário, querendo desenvol ver melhor seu trabalho, paga. Mas, felizmente, podemos obser var que este quadro está come çando a mudar. Temos que colo car gente competente no merca-
JP: Mas e a concorrência
desleal que vem ocorrendo, como a questão dos descontos nos bilhetes através do repasse de comissão? SN: O mercado lamentavel
não é cobrador de taxa de em
crescente esse sistema de dar
nuar lutando pelo reconhecimen to da nossa profissão. Será cria do um grupo de ética em cada Estado, que agirá dentro de um código aprovado em todo o País. Haverá ainda um grupo nacional para verificar os casos de rela ção entre transportador/agente de viagens, agente de viagens/ho
do, pois só assim teremos uma
melhor qualidade empresarial. JP: Investir em recursos hu
manos vai colaborar para a mo ralização do mercado? SN: Na minha opinião, quero crer que o que muda o mercado é o todo. Não basta ser honesto.
É preciso transparecer honesti
descontos através do repasse de
teleiro. hoteleiro/usuário etc. JP: E onde entra o Conar-
dade. Não basta querer morali
sobre ela — que no montante assume valor expressivo —, ou ela será paga diretamente no balcão do aeroporto. vezes
comissão. Mas vamos acabar
com isso. porque passou do nível
tur?
processo de conscientização. O empresário tem que se reciclar, se modernizar e seus funcionários também. A nossa atividade, ape
ficamos responsáveis pelo paga
do sustentável. Há um ditado que diz que é melhor o sinal ficar vermelho uma vez do que amare lo sempre. Agora, vamos ficar vermelho.
mento de sua taxa. Estas e ou
JP: Como isto será feito?
tras situações estão sendo le
SN: Primeiro vamos fazer este fórum, apresentar propos
vantadas por um grupo de "reengenharia" da Abav-CN, para que possamos fazer um grande fórum.
JP: E como o senhor acha
que será essa mudança de men talidade?
SN: Como já disse, tudo faz parte de um processo. O que ob servo é que se for feita uma aná lise do mercado, no início da dé
cada de 80 começou a ocorrer uma contínua queda de preços. Mesmo as agências que defen diam mais qualidade tiveram que se adequar a esse sistema. A di ferença de tarifa entre algumas companhias aéreas, por exemplo, em determinados trechos, é muito
pequena. Não foi porque a que tinha preço mais baixo aumentou. Foi porque a que tinha tarifa
presa a um vetor decrescente de preços e um vetor crescente de
barque. Ou vamos ter comissão
um determinado cliente e ainda
aspectos.
sa, por uma questão de custos, não pode mais reduzir suas tari fas. Se o passageiro quiser mais, terá que perder em qualidade. O aumento da eficiência leva a em
sempre. Agora vamos ficar vermelho.
o DAC. O agente de viagens
temos dificuldade de receber de
consumidor também
cedor para o cliente, mas é con
questão do repasse de comissões passou do nível do sustentável. E preciso dar um basta. Há um ditado que diz que é melhor o sinalficar vermelho uma vez do que amarelo
mente, pela postura que adotou no passado, acabou tornando
SN: Estamos discutindo com
todo o Brasil.
O
mais alta a diminuiu. Porétn, che
tando envolve a taxa de embar
comissão sobre a taxa, ele tem a responsabilidade mas não tem
assuntos. Serão convidados re
presentantes dos segmentos em
SN:
precisa mudar um pouco. Ele ain
para o hoteleiro. Devemos buscar uma maior qualidade do nosso corpo funcional, investir mais na
que estamos fazendo contínuas reuniões para tratarmos desses
JP: Como o senhor vê o con sumidor nisso tudo?
do nosso negócio. Você é forne sumidor para o transportador,
Sérgio Nogueira
ciência.
ga um momento que essa empre
que. Quando vendemos um bilhe te, temos responsabilidade sobre
100% do valor da passagem, que inclui a taxa de embarque. Po rém, como o agente não ganha
uma visão maior. Enxergar além
cientização do mercado? SN: A gente não muda a ca beça das pessoas. Isso é um processo natural. Aí pessoas têm que observar, pelas tendên cias mundiais, que num futuro próximo não haverá espaço para empresas que não tenham o mínimo de organização e efi
tas e projetos de comum acordo entre o DAC, as companhias aé
reas e o agente de viagens, já
SN: Nós vamos evoluir ao
lado de outros segmentos, hote leiros. locadoras etc. para a cria ção efetiva do Conartur, que é uma ótima idéia mas as partes continuam com a mesma postura. E este é o momento. Queremos a
auto-regulamentação. É ela que vai definir as regras que vão re ger o mercado. Não queremos que o governo chegue e diga o
recicla. Outros mercados vem se
reciclando sistematicamente, através de palestras, seminários etc. A gente não. Nós temos so mente a visão do comércio. Nosso
empresário precisa ver muito além do comércio. Vendemos ser
Para Los Angeles, Japão, ôeu long Kong, Taipei e Dali, vôe com
SN: Diferenças de preços vão existir sempre, a forma de se fa zer isso é que tem que ser trans parente. límpida e ficar clara para o consumidor. Hoje o mer cado está muito poluído. Porém, eu vejo muitos clientes preocupa dos com a qualidade.
É uma tendência mundial. O que o Brasil precisa é observar
as tendências e ser rápido. FABÍOLA BEMFEITO
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dos?
zar, é preciso desenvolver um
sar de muito dinâmica, não se
qualidade. Quanto mais eficiente for a agência, maior será a sua possibilidade de aliar bons pre ços e qualidade. Com preços competitivos, o consumidor vai começar a se dirigir para o outro vetor, o da qualidade. E aí todo mundo vai ter que investir em eficiência. JP: O senhor acha que os consumidores estão prepara dos a pagar um pouco mais para serem mais bem atendi
Telefones: 293-6100/9141/4305
TOPIC
296-5957
EVENTO / HOTELARIA
Terça-feira, 15 a 21 de março de 1994
40 anos Cario Gherardi estava
lão Profissional de Turismo orga nizado pela Abav/SP e o Sindetur
esconder isso. "Sou italiano
paulista. Como nos anos anterio
e muito emotivo", declarou.
E na comemoração dos 40 anos da Hotur, emoção é o que não faltou. Gherardi, acompanhado da esposa Anna e dos filhos José, Roberto e Sandro, além
operadoras convidem agências compradoras. As localizadas fora de São Paulo que receberem mui
Será nos dias 10 e II de maio, no São Paulo Hilton Hotel, o Sa
fazta questão de não
bastante emocionado. E
res, o salão será dividido em dois
setores, o profissional e o promo cional. No primeiro, ficarão as empresas que nos seus estandes apresentarão produtos turísticos à venda aos agentes de viagens; no outro, os estandes das companhias
Não haverá taxa de inscrição para visitas nem agenda específi ca para encontros. As locações de
aéreas, hotéis, locadoras de veícu
estandes custarão US$ 848 dóla
res para associados das entidades promotoras; US$ 1.150 para filia
neoclássico com forte influência da escola
alemã Biedermaier. E
intenção do Sheraton
ciais.
de toda a família e dos
los e organismos oficiais de turis mo nacionais e internacionais,
as vezes de um verdadeiro
dos de uma só entidade; e US$
"one-man-show". Entre uma
para distribuição de folhetos e ou tros tipos de material de divulga
história e outra desses 40
ção.
mos de turismo não associados a
Os organizadores, segundo in formações do Sindetur/SP, têm a
nenhuma das entidades. Os paga mentos podem ser feitos em três
intenção de insistir para que as
parcelas.
que o acompanharam em sua trajetória de sucessos.
reabrir, o Christine's terá novo visual, mais luminoso, com cores vibrantes, em estilo
tas indicações de convite serão trazidas pelas companhias aéreas que apóiam o salão; seus repre sentantes ficarão hospedados em hotéis paulistanos a preços espe
funcionários da Hotur, fez
anos, entregou o prêmio "Hotur Forever" a amigos
Sheraton Mofarrej prossegue reforma
Salão Profissional será em maio no Hilton
PAN-NOTAS
JORNAL PANROTAS — Página 7
1.230 para empresas ou organis
s
Com investimentos de US$ 2 milhões até o final do ano, o She
raton Mofarrej dá seguimento ao seu programa de reformas inicia do em 93 nos apartamentos, no Lobby Bar e na recepção. Os tra balhos concentram-se agora no Christine's, coffee-shop localiza do na área de butiques e das com panhias aéreas do hotel, e devem terminar ainda em março. Quando
transformá-lo no restaurante mais luxuoso
de São Paulo. O cardápio também será alterado, com ênfase na co mida internacional.
Neste período de reformas, café da manhã e o almoço estão sendo servidos no Vivaldi, o res taurante do 23® andar do Sheraton
Mofarrej, localizado ao lado do Trianon, na alameda Santos 1.437.
Quem são eles? Mas quem são essas pessoas tão especiais para Cario Gherardi? Entre os
que receberam o prêmio de "Hotur Forever" estavam
Décio Camões, Jorge Rodriguez, Giuseppe Cantisano, Maria Luiza Sousa, Joana Palhares, Wanderley Bezerra
(representado por Rubens SanfAnna), Antonio Alves (alfaiate de
nstas companmas aereas aceitam o
American Exüress' Card e Cartão SoUo. OLanChile AeROUA/SAS ARG€/^nA/AS
Gherardi), Mário Faro, Stella Barros (que levou Gherardi ás lágrimas),
I #AeroPeru
Camilo Kahn, Ottoríno Bruno e Manoel Vieira,
U J / Y n AEREO BOUVtAMO
entre outros.
Música
ilIR >tRUBk
A
Lufthansa
Além do show de samba e
MPB que apresentou em sua festa, Gherardi
presenteou os convidados com uma fita em que gravou suas canções
prediletas. O presidente da Varíg, Rubel Thomas, deixou de viajar para poder
soum AffiCAN AKVWS
/I
dar um abraço em Gherardi pessoalmente.
/liltalia
swissair
Presidentes Alguns dos presidentes que compareceram à festa de
= AmericanAirlines" =
Umted Airlines
40 anos da Hotur Hotéis e
Japan Airlines
Turismo: Sérgio Nogueira, presidente da Abav-CN, Trajano Ribeiro, presidente da TurisRio, Antonio Castro Neves,
presidente da Abav-RJ, Flávio Clemente, presidente da AHT, Michel
Tuma Ness, presidente da
Sabe oque você vai ganhar com isso?
Fenactur e do Clube do
Vendas.
Feijão Amigo, Alfredo Rodriguez, presidente da Jurcaib, Aldo Leone, presidente da Braztoa, além dos políticos e amigos de
AMERICAN
Gherardi, Nelson
Carneiro e Sérgio Cabral bilho. O próprio Cario Gherardi, aliás, é presidente: da Bito e honorário da Abav (foi o último presidente carioca da associação).
SOUO.
Cards Welconie
o valor da passagem será atualizado, até adata de vencimento do cartão, pelo índice determinado pelas cias. aéreas.
INDEXAÇÃO
Página 8 — JORNAL PANROTAS
Terça-feira, 15 a 21 de março de 1994
URV: definição atrapalhada do SNEA cria problema
PAN-NOTAS Full Tickcts Não é difícil reservar
bilhetes para os seus clientes assistirem aos mais concorridos shows
Reunião nervosa aconteceu em São Paulo, na terça-feira passada.
internacionais, seja em Paris, Londres ou Viena:
Os presidentes Sérgio Nogueira e Michel Tuma Ness se concentraram com suas respectivas assessorias para discutir as medidas do SNEA. Os efeitos da URV — Unida de Real de Valor — no turismo
começaram a ser notados na se mana passada. Com interpretação precipitada da novidade, as em presas aéreas nacionais prepara ram circular aos agentes de via gens, informando que, a partir de 11 de março, todas as tarifas para passageiros e carga seriam ex pressas em URVs. Definição atra palhada e emitida pelo Sindicato Nacional das Empresas Aéreas.
tia nova circular às empresas na cionais suspendendo a conversão. Em seguida, as entidades repre sentantes dos agentes de viagens também receberam a notícia ofi cialmente. O sindicato considerou
que a adoção da URV em todos os documentos de receita para transporte doméstico está ainda na dependência de uma aprecia ção final por parte das autorida
Os principais jornais diários
lha entre o chamado trade. Cada
do dia 9 de março não souberam
setor demonstrou independência imaginária. O Dac não participou da decisão, tomada pelo Snea,
a tempo da suspensão vinda do Snea e publicaram com fartura que as tarifas aéreas seriam ex pressas em URV. A notícia fez com que algumas administradoras de cartões de crédito também se
reunissem para acertar o mesmo tipo de conversão. Energia des perdiçada. Tudo continua como está, ao menos em nível prático. O episódio flagrou ligação fa-
à vista e a prazo. A sistemática não teve aprovação final da Abav-CN, conforme seu presi dente, Sérgio Nogueira. Os protestos contra a nova medida começaram nas primeiras horas após sua distribuição às agências de viagens. A Abav-CN e a Federação Nacional de Turis
fazíamos por falta de instrumento
Os recentes acontecimentos
na área da comercialização de bilhetes aéreos vêm demonstrar
claramente que as coisas não andam bem entre transportado ras e agências de viagens. A proclamada parceria está pe dindo socorro.
o caso Jurcaib x Cartões de
Crédito X Fenactur, a promo
contra a conversão das tarifas em
desse relacionamento e a abso
URVs.
luta necessidade de se parar um
Para as entidades, a proposi ção é prematura e ilegal. A Me
pouco para repensarmos esta
pressa. Procuraram autoridades do Ministério da Fazenda e o Sin
dida Provisória 434, de 27 de
fevereiro último, estabelece que os preços públicos e tarifas de vem ser expressos em cruzeiros reais e que o critério para sua conversão ainda não foi estabe lecido. Confusão —
Antes mesmo
do término da reunião entre
Abav-CN e Fenactur, o Snea emi
Aos car
de ordem no caos
dicato Nacional das Empresas Aéreas — Snea, argumentando
Fenactur trabalharam de
Brecha estável —
tões de crédito, a URV pode rep resentar a alavanca que faltava para a volta dos financiamentos de passagens aéreas. O gerente de
O momento exige um pouco
da Fazenda.
ção Air France/American Express e a posição do SNEA im pondo às agências a aplicação da URVpara o dia IJ de março (e depois recuando em tempo hábil), mostram a precariedade
mo —
seus parceiros agentes de viagens.
vendas para o Brasil da United Airlines, Gino Rodrigues Araaiz, está otimista com relação ao re tomo do dinheiro de plástico nas transações com as companhias aéreas. "Sempre quisemos resga
des aeronáuticas e do Ministério
A escolha da data coincidia
propositadamente com o início do segundo decêndio do mês, quan do as agências devem prestar contas às companhias sobre as vendas de bilhetes no período. O documento chegava a explicar as novas condições que os agentes deveriam adotar para pagamentos
que, por sua vez, não contou com
situação. Não é possível imagi nar que as companhias aéreas queiram propositadamente sucatear uma rede de 8.000 agên cia de viagens em todo o Brasil, sua principal rede de distribui ção em todo o território nacio nal, com medidas tomadas com
uma pressa que só tem gerado problemas. A recente promoção
tar esse mecanismo, mas não o
AIR FRANCE/Amex foi um de sastre para as agências e para o usuário. Quatrocentos obtive ram os bilhetes em promoção enquanto milhares ficaram in satisfeitos, reclamando contra seriedade dos envolvidos, mui
tos jogando a responsabilidade nas agências, tão iludidas na promoção quanto o consumidor. Será que não há alguém junto às transportadoras, ao Snea, Jurcaib, ABav e Fenac tur, que possa redesenhar o nosso caminho, procurando dis cutir os assuntos à exaustão,
trazendo soluções e não proble mas para o nosso negócio? Será que não temos estrate gistas no setor mas somente bombeiros chamados a
toda
hora para apagar os incêndios provocados? Se não houver ninguém, en tão vamos partir de vez para o vale-tudo.
E salve-se quem puder!
estável".
No setor hoteleiro, a URV
ainda passa pálida; os empresá rios estão simplesmente obser vando os novos caminhos da eco
nomia. Júlio Serson, da rede Vila
Rica, diz perceber que cada cida de brasileira está digerindo de maneira diferente o surgimento
basta ligar em São Paulo para a Full Tickets — antiga Show Tickets. Ligue em São Paulo para Sérgio Uncoln: tels. (011) 221-9385 e 223-7635.
Meliá O Gmpo Sol Meliá Brasil tem um novo diretor: é o
espanhol Gustavo Uanes CabaUero, que supervisiona as áreas de operação, administração e vendas. Ele iniciou a carreira nos hotéis Meliá de Granada e Toledo e
depois trabalhou na Inglaterra. Chegou ao Brasil em 1971 para assumir várias funções nas redes hoteleiras Frade, Horsa, Othon, Transamérica e Westin. Formado em
administração, Gustavo é professor de hotelaria no Ceatel e na Faculdade
Renascença, de São Paulo.
do novo indexador, mas não ve
rificou nenhuma mudança nas ta rifas.
A mesma tranqüilidade de monstra Roberto Maksoud, dire tor do Paulo. nossas rantes
Maksoud Plaza de São "Há cerca de um ano tarifas de hotel e restau têm o dólar como refer
encial. A diferença é que a URV vai estabelecer uma relação mais honesta com o
cliente.
Atualmente, os preços são ajus tados visando à inflação do mês inteiro. Quem se hospeda, por tanto, logo após o reajuste gasta mais do que se fizesse a despesa no fim do mês. Com o novo
indexador, a correção será diária e mais precisa".
Mensageiro o diretor-presidente da operadora Visual, de São Paulo, Afonso Gomes Louro, é um homem
persistente, que valoriza o trabalho e acredita no
potencial de seus funcionários. Na Visual, muita gente começou
como office-boy e hoje exerce outras funções. O próprio Afonso teve um início semelhante: há 33 anos, entrava como
mensageiro na Brasília, tradicional agência de viagens de São Paulo.
ADEL AUADA, agente de viagem ANA MARIA DONATO
De 19 a 23 de março de 1994 Centro de Convenções de Pernambuco
Formação A gerente comercial da Visual, Mônica Samia, 27 anos, é uma das profissionais mais conceituadas na empresa.
Ela é responsável pela confecção e montagem dos pacotes e tarifários, supervisionando a comercialização de todos os produtos. Mas Mônica, que entrou na Visual em 1988, não é formada em
administração nem economia: é jornalista diplomada.
Resultados Apesar de toda a crise, o ano passado foi compensador para a Visual, que tem nas excursões aéreas nacionais
o seu ponto forte. O
Confirme sua participação na III BNTM. Faça sua reserva na CTI-Nordcstc pelo TELEFONE: (081) 271.1044 - R. 2571 - TELEFAX: (081) 271.2515
crescimento do número de
passageiros embarcados foi em tomo de 30% (30 mil pessoas) em relação a 1992. E 1994 começou promissor, segundo Afonso Gomes Louro.
P
No final de janeiro, o Fundo
Miami estará repleta de agentes de viagens de várias partes do mundo. Tudo por causa do
da Marinha Mercante (FMM) en
Discover América Pow
nhia 4® Navegação Lloyd Brasi leiro — Llí^dbrás. Foram pedi
no Miami Beach Conventíon Center. A feira
é um espetáculo e imperdível para quem quer comprar produtos dos
Caribe. É provável que muitos brasileiros, inclusive, tenham fei
caminhou ao Ministério dos
to cruzeiros nesses navios nos úl
Transportes mais uma propostade
timos tempos e nem sequer ima ginam a origem. Com uma mudança na lei de cabotagem, há quatro anos, que impediaque brasileiros embarcas
saneamento da dívida da Compa
dos nada menos que US$ 167 milhões, com a sugestão de que o maior acionista — a própria União — "realize o prejuízo".
sem e desembarcassem em portos brasileiros sem tocar algum porto
estrangeiro, mesmo que fosse Montevidéu, já houve uma avan
expositores com ofertas de
Como tal dívida é impagável, como todos sabemos e exemplos semelhantes não faltam, em últi
todos os Estados norte-americanos. No
ma análise nós mesmos, os con
ço considerável. A temporada que está terminando, segundo declara ções dos diretores das operadoras, foi das melhores. O Funchal, fre
Brasil, Jussara Haddad,
tribuintes, é que pagaremos mais esse desmando. Atualmente, o
coordenadora do Visit-USA de São Paulo, é quem
Lloydbrástem 13 navios de trans
tado junto à companhia Arcália Shipping — dona também do
EUA. São centenas de
pode dar mais informações. Tel. (011) 853-2011.
Boa voz o Tavonc, da promoção da United Airlines, tem uma voz invejável. Só os amigos é que têm o privilégio de ouvi-lo cantar
Atendente
Fematur Viagens e Turismo
de fusca batido
Pow Wow
Wow 1994, que acontecerá
MERCADO
Mercedes no lugar
PAN-NOTAS
De 21 a 25 de maio,
JORNAL PANROTAS — Página 9
ECONOMIA
Terça-feira, 15 a 21 de março de 1994
porte de carga. Como os mais antigos — ou
Vasco da Gama — transportou
os mais curiosos — vão se lem
quase 4.500 passageiros em dez saídas, com ocupação plena — o
brar, os últimos navios brasileiros que faziam cruzeiros perteciam ao Lloyd — o Rosa da Fonseca, Ana
o Eugênio C, há 25 anos navegan do pelas nossa costa no verão,
Neri e Princesa Leopoldina — e
teve um crescimento de 15% no
foram vendidos como sucata, a
melhor resultado desde 1991. Já
— Nacional e internacional, com
nossos portos, cujos terminais de passageiros, quando existem, são vergonhosos. Não que a explora ção da atividade deva ser uma atribuição do governo, pelo con
Emissor(a)
— tivesse sido feita uma melhor
administração, envolvendo os empresários que entendem do as sunto e que teriam interesse, não precisaríamos trazer navios es trangeiros para os nossos oito mil quilômetros de litoral. O atual presidente da Embratur, Flávio Coelho, foi enfático em seu discurso de posse, no mês
Paulo, SP, com Graça.
passado, ao abordar a importância do seguimento "cruzeiro maríti mo" para a indústria do turismo e principalmente para o Brasil. Esperamos que ele tenha a pa ciência suficiente para bater em todas as portas do governo federal responsável pelo setor e consiga
em uma nova embarcação — me
central de São Paulo está dificultando o acesso dos
dida muito comum nessa área.
cultura de consumo de cruzeiros
Um deles já trocou de nome duas
marítimos, com novas embarca
participantes. O horário, geralmente 19h30, complica ainda mais. Um
vezes: virou Constelation e de
ções para atender a demanda e,
TASSO GADZANIS é presidente da Fundação da Indústria de
pois RegentSpirit, posicionado no
inclusive, com a melhoria dos
Turismo do Brasil - Fit-Brasil.
alegria de milhares de passageiros — e dos empresários que pega
exemplo é o bar Cabral,
programação européia da Special Tours. Além do tráfego congestionado, quem ia da direção
até o término de sua gestão que
algum grupo de investimento in ternacional ou nacional "descu bra" nosso litoral.
Mantendo-se a demanda aque cida, e com uma lei clara sobre o
setor, que hoje não existe, acredi tamos que em breve os próprios empresários que exploram a ati vidade pensarão na possibilidade de investir na permanência de um
CÂMBIO
PAIS
ra.
CÂMBIO
PAIS
7,71 Dólares
ÁFRICA DO SUL
3,47 Rends
HONG KONG
ALEMANHA
1,71 Marco
ÍNDIA
31,29 Rúpias
AUSTRÁLIA
1,40 Dólares
INGLATERRA
0,67 Libras 2,94 Shekel
cidade-bairro teve de
ÁUSTRIA
12,06 Xelins
ISRAEL
BÉLGICA
35,24 Francos
ITÁLL\
1.688,66 Liras
CANADÁ
1,36 Dólares
JAPÃO
105,24 Ienes
DINAMARCA
6,68 Coroas
MARROCOS
EGITO
3,36 Libras
atravessar a ponte e ir até o Morumbi para fazer o contorno. E faltou espaço para tomar um cerveja no balcão.
De casa nova conhecidíssima profissional da área de cartão de assistência no Rio de
Janeiro, agora está trabalhando no Travei Ace.
Sheila é a gerente comercial no Rio e já promete grandes novidades para março. Quem conhece bem a Sheila sabe que ela não brinca em serviço. O telefone dela é (021)
Hector Salanova, novo
gerente geral do Sheraton Rio Hotel & Towers, foi apresentado oficialmente ao trade na semana passada, durante coquetel nas dependências do hotel. O argentino Salanova está
9,51 Dirãs
MÉXICO
3,26 Pesos
PORTUGAL
176,01 Escudos
66,21 Xelins
FINLÂNDIA
5,54 Marcos
QUÊNIA
FRANÇA
5,81 Francos
SUÉCIA
8,00 Coroas 1,43 Francos
GRÉCIA
247,51 Dracmas
SUÍÇA
HOLANDA
1,92 Florins
TURQUIA
20.359,20 Liras
Pesquisa feita em 09/03/94
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e Design, com 30 aulas, abordan do desenho, pintura, colagem, es cultura e diversas visitas. Pré-req uisitos: Inglês em nível interme diário; para o curso de arte, o nível poderá ser de iniciante. De 1 a 19 de agosto de 1994. Preços: curso e acomodação em casa de família com café da manhã, 772 libras esterlinas; curso e acomo
dação em casa de família com meia-pensão, 829 libras esterli nas; curso e acomodação em residence com meia-pensão, 1.079 libras esterlinas. Informações e
ou Karla. Tel. (011) 257-7666. Fax (011) 258-7693.
IN PC
IGP
IGPM
IPC
ICV
ICVM
aBGE)
ÍFGV)
ÍFGV)
ÍFIPE)
(DIEESE)
ÍORDÍCON.)
33,97
35,05
32,76
High School/Colegial. Student Information Service tem
AGO
33,34
33,53
SET
35,63
36,99
35,28
34,12
35,70
33,80
OUT
34,12
35,14
35,04
35,23
34,61
34,97
NOV
36,00
35,84
36,15
35,84
36,83
35,86
DEZ
37,73
36,22
38,32
38,52
36,75
37,91
JAN/94
41,32
42,19
39,07
40,30
46,48
40,60
40,78
38,19
3.131
3.051
FEV 2.741
Acumulado
3.001
36,95 2.989
2.999
UFIR
Sheraton Macuto, em Caracas, mas já esteve
DATE
VALOR
trabalhando no Sheraton
28/02
358,26
Rio, na década de 70, como controller.
01/03
365.06 370.63
programas de intercâmbio em ní vel colegial para Estados Unidos, Canadá, Austrália, Inglaterra, França, Alemanha e Noya Zelân dia a partir de US$ 2:950,00. Destina-se a jovens entre 15 e 18 anos que estejam cursando o Se gundo Grau no Brasil e tenham bom.conhecimento do idioma do
12 meses
02/03
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pelo tel. (011) 257-7515. Star Way Viagens e Turismo
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220-1484.
Boas-vindas
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ESPANHA
Sheila Pimentel,
vada na área. Contato com Cida
ou mais návios na costa brasilei
DÓLAR
em Pinheiros, onde houve o lançamento da
Dei Mare Turismo — Interna
cional, com experiência compro
salões dos hotéis da região
Tendência
hoje, logicamente. Como resultado, e exemplo do dinamismo desse segmento da in dústria turística, aqueles navios continuam navegando e fazendo a
Marítimas. Contatar Lolita, ur
os navios para fazer caixa ou di minuir os prejuízos — medida que, efetivamente, não deu certo
ram nossa sucata e transformaram
aproveitado nas mensagens telefônicas da companhia.
da poderíamos ter cruzeiros regulares pela costa — devidamente adaptados às necessidades de
Linea C Costa Cruzeiros —
Para Departamento de Reservas
gente, pelo tel. (011) 284-7911.
A nova tendência de se realizar eventos do turismo em locais alternativos aos
e tocar Bossa Nova ao
violão. Este dom natural ficaria muito bem
(011) 255-9494.
trário. Mas se ao invés de vender
faturamento, o que já garantiu seu retorno para a próxima tem porada. Ou seja, em um curto espaço de tempo e um início de adequa ção do produto cruzeiro marítimo ao nosso público, as empresas já estão lucrando — e multiplicando esses benefícios, já que a opera ção de um navio envolve vários segmentos, como artistas para animação a bordo, agências para o receptivo nos portos de escalas etc. Não tivesse o nosso Lloyd passado por administrações desas trosas, poderíamos ter hoje uma
peso de aço. Eram outros tempos, mas da mesma forma a estatal já dava prejuízos, caso contrário ain
experiência em toda a rotina de agência. Contatar Aríete pelo tel.
03/03
376,28
10/03
405,94
04/03
382,02
11/03
412,22
07/03
387,84
14/03
418,60
08/03
393,75
15/03
425,08
09/03
399.75
16/03
431.66
país escolhido. Embarques em agosto de 1994 e em janeiro de 1995, com inscrições até 30 de março e 30 de outubro respecti vamente. Informações e inscri ções: Rua Barão de Capanema, 220, São Paulo, SP. Jds. (OU) 852-6333/280-6071.
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Tel.; (011) 853-2011
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