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Jornal PANROTAS - Edição 70 - Fevereiro/1994

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PANROTAS EDITORA PANROTAS — ANO II — N® 70 — DE 22 A 28 DE FEVEREIRO DE 1994 — PERIODICIDADE SEMANAL

Digitur revela

Chanteclair/Rio e

Holiday/SP, as maiores vendedoras Nos seis primeiros meses de 93, segundo dados do Digitur, a Chanteclair do Rio e a Holiday Tours de São Paulo foram as maiores vendedoras de bilhetes aéreos. A

primeira, de passagens domésticas; a segunda, Sérgio Nogueira acredita em participação internacional

de internacionais. Entre as 20 maiores^ a

Conrresso de Recife

liderança é de São Paulo, com nove agências

Portugal e Espanha podem participar O Congresso da Abav/CN deste ano em Recife já está sendo divulgado no Exterior e poderá ter a participação de agentes por tugueses e espanhóis. O presiden te da entidade nacional, Sérgio Nogueira, esteve em Portugal e Espanha, durante a BTL de Lis boa e a Fitur de Madri, e manteve contatos com autoridades do setor

pais eventos no Exterior. Ele pro põe que os vários organismos de turismo do país trabalhem em parceria pelo produto Brasil, dei xando de lado competições regio nais. Nogueira também lamentou

na área nacional de vendas e com 18 na

internacional. Após seis anos,

agências do Rio voltam à liderança nas vendas internas, mas por região a que mais

cresceu foi a Sul, com mais 20,85% em relação ao primeiro semestre de 1992. Em todo o país, as vendas nacionais chegaram Carlos Artur Costa, diretor da Digitur

Nas internacionais, foram vendidos em bilhetes

a ausência de autoridades do Rio

na BTL e na Fitur: a participação

poderia ajudar a mudar a imagem

dos dois países. Constatou que o marketing turístico brasileiro pre

da cidade, contribuindo para re verter um quadro altamente nega

cisa de mudanças urgentes, pois Ignora, praticamente, os princi

tivo.

Mais informações na pág. 4

BRASIL ATRAI EMPRESARIADO

NORTE-AMERICANO Como é crescente o número

de brasileiros que vão aos Esta

Hotelaria

Búzios: obra

Porto Seguro

de US$ 1,5

tem novo hotel

milhão Segundo cálculos do em presário e publicitário Luz Redinger, o Hotel Rasa Inn deve ser inaugurado no final de 1996

ou iníciode 1997. É umprojeto dele, com o sócio argentino Jú lio Canevaro, e custará US$ 1,5 milhão. "Os investidores deve

rão vir da Argentina e dos Es tados Unidos. Estamos viabili

zando, também, a entrada de

capital brasileiro no projeto", diz Redinger, que comprou 9

Os chalés são em estilo Bali,

mas por dentro o conforto é ga rantido: ar-condicionado, frigo-

bare varanda. É o Pitinga Hotel Pousada, nova descoberta em

Porto Seguro, destinado a hós

pedes que queiram mordomias e contato mais que direto com a

natureza.

Quadras de esportes, sauna, piscina, passeios de escuna e windsurf são alguns dos servi

ços que o Pitinga oferece. Con fira com a Cláudia: (021) 2974499.

mil m^ de terreno na entrada de

Reunião de

Búzios, em frente à praia Rasa, a 12 km do centro (a famosa rua das Pedras). O projeto pre vê a construção de uma sede com 24 suítes, mais 36 banga lôs, além de área para conven ções (até 80 pessoas), lazer e esportes. "A idéia é de dar mor domia total aos hóspedes", afir ma Luiz Redinger.

gerentes em SC A segunda reunião da Asso ciação dos Gerentes de Hotéis da América Latina (Aghal) será em Rorianópolis dia 23 de mar ço. A entidade conta com 350 associados. Para filiação, infor mações pelo tel. (0482) 692222.

a US$ 483.696,433.

aéreos US$ 688.200.219. São Paulo

é responsável por 55,98% das vendas, com cerca de US$ 385 milhões.

Págs. 3 e 4

dos Unidos — foram 550 mil no

ano passado — empresários nor te-americanos do setor voltam-se

com redobrado interesse para o Brasil. A Visit USA'94, cuja ter

ceira edição será realizada dias 21 e 22 de março no Hotel Maksoud, terá grande número de ex positores que durante a feira pre tendem mostrar seus produtos, desde hoteleiros a transporte aé reo, além de locação de veículos

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seu Cliente fica Tranqüilo , o Tempo Todo.

e eventos.

A Visit USA terá seminários educativos sobre os destinos mais

atraentes, transportes, turismo ecológico e de aventura, parques temáticos e viagens de incentivo empresarial. Diversos brindes se rão sorteados e haverá prêmios para os participantes. Maiores in

"^SSíSTANce

formações no consulado geral dos Estados Unidos, tel. (011) 853-2011.

ARGENTINA OUEBRA RECORDES O turismo na Argentina que bra recordes; em 93, entraram no

país 2,3 milhões de visitantes, procedentes do Uruguai, Brasil, Chile, Paraguai e Bolívia., O au mento foi de 8% em relação a 92.

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TRIBUNA LIVRE

Página 2 — JORNAL PANROTAS

Terça-feira, 22 a 28 de fevereiro de 1994

Marketing e publicidade, uma eterna confusão A crise do turismo receptivo no Rio de Janeiro tem estimulado

dirigentes do setor oficial e de entidades privadas a acreditar na necessidade de investir em cam

panhas promocionais, para rever ter o processo de decadência tu rística da chamada Cidade Mara

vilhosa. Conlinu:i a eterna confusão

entre marketing e publicidade, que pode ser justificada quaiido o assunto é tratado por repre sentantes do setor público, geral mente pessoas que desconhecem o turismo e igualmente o que é marketing. Entretanto, causa es panto que tal confusão ocorra en tre os que atuam profissionalmen te no setor turístico.

Agora estão anunciando que os hotéis estarão lotados durante

o Carnaval, que a média de ocu pação é uma das mais elevadas nos últimos anos, e que somente não recebemos mais turistas por que não foi possível antecipar a campanha promocional na Argen

nal. Promoção em alta estação é sinal de baixa ocupação e poucas reservas para o futuro. Ora, se os hotéis estão com tarifas promo cionais nesta época do ano, que preços irão praticar na baixa es tação? No ano passado, também nes ta época, foi alardeado na impren sa que os hotéis estavam lotados no Carnaval, entretanto mais de

65% tinham pelo menos 20% de capacidade ociosa, e alguns ho téis com mais da metade dos

apartamentos disponíveis. Isto apesar da hotelaria carioca ter oferecido pacotes a preços superatraentes. Alguns hoteleiros che garam a comentar que tinham hóspedes mas que os preços esta vam tão baixos que operavam quase no vermelho. Outro fator que vem castigan do a hotelaria e o turismo do Rio de Janeiro é o nível dos turistas. Cada vez recebemos turistas de

menor poder aquisitivo, motiva dos basicamente pelo turismo se

tina. Na verdade, os hotéis do Rio

xual, de baixo nível cultural. Es

de Janeiro continuam registrando índices baixos de ocupação para o período. Uma das provas é que

ses "trogloditas", conforme defi nição de conceituado hoteleiro, têm afugentado os demais turis tas. Hoje o Rio de Janeiro é con siderado destino turístico para pessoas de nível baixo.

durante o réveillon a maioria dos

hotéis tinha disponibilidade e os que conseguiram lotar tiveram como principais clientes os cario cas que utilizavam os apartamen tos para a queima de fogos. Apesar de estarmos vivendo os meses de alta estação, muitos hotéis do Rio de Janeiro vem ofe

recendo tarifas promocionais, in clusive os de cadeia internacio

Os brasileiros também não

a hotelaria da cidade mas de todo o estado vem sofrendo com isto.

As campanhas promocionais infelizmente não resolvem o pro

"conclusão" que a maioria dos argentinos vem ao Brasil influen ciada pela televisão. Enquanto no mundo inteiro todos os estudos

PAN-NOTAS A cara do Rio o

Sheraton Rio Hotel &

Towers está cada vez mais

integrado à vida carioca. E com isso vai conquistando

e fascinando seus hóspedes, que saem encantados com o que vivenciaram nas belas dependências do hotel. Vejamos alguns exemplos: no começo do mês, Hector Salanova, diretor do hotel, e Germinal Garcia, gerente de vendas,

de do chamado "trade". Os maio

realizados demonstraram que a maioria das pessoas viaja em fun ção de informação de amigos e parentes e que a televisão, quan do muito, influencia 7% das pes

res problemas do turismo do Rio de Janeiro estão na segurança e

Nas pesquisas realizadas com ar

comandaram uma festa à

gentinos o item câmbio não é abordado, apesar de ser um dos maiores responsáveis pelos fluxos turísticos entre países limítrofes.

beira da piscina, somente para agentes de viagens, num clima informal (nada de gravatas) e pra cima.

blema do turismo carioca. A

questão é o produto que está des gastado e com deficiências crôni cas, que fogem à responsabilida

limpeza urbana, conforme rela tam com freqüência os turistas. Estas tarefas são responsabilidade dos governos estadual e munici pal, que lamentavelmente não têm sido competentes para saná-

soas. Mas o Brasil é "diferente".

Na realidade, não conhecemos

fanfarrônicas ocupam os espaços da mídia e os turistas continuam

de Carnaval.

Mas as campanhas promocio nais tem servido a muitos interes

rismo mais importantes para o

las.

ses, principalmente para gerar no tícia na imprensa. Vale mais a versão que o fato. Como os pro fissionais de imprensa devem acreditar nas informações que re cebem, ficamos eternamente ou vindo e lendo que o turismo ca rioca está sendo recuperado, que mais turistas virão no próximo Carnaval e assim sucessivamente.

Alguns dirigentes do turismo oficial chegam a anunciar a che gada de 1 milhão de turistas da Argentina, como ocorreu recente mente em previsão estratosférica pelo presidente da Foztur, Salva

têm demonstrado interesse em vi

dor Ramos. Assim como já foi

sitar a cidade principalmente pelo

prometido para este ano 1 milhão

bombardeamento constante de

de americanos no Rio de Janeiro,

notícias negativas sobre o Rio de Janeiro. O mercado paulista, maior emissor do país, está retraí do quanto ao Rio e não somente

e não estamos recebendo nem 100.000.

Realizam "pesquisas" entre vistando turistas e chegam à

Um sucesso. Nos sábados

de fevereiro, o professor de dança Cartinhos de Jesus, o mais requisitado no Rio, deu aula ao ar livre para hóspedes e convidados, fazendo a festa de argentinos, americanos e europeus, que sairam preparados para os desfiles

os turistas que nos visitam. Não possuímos estudos de mercado sobre os países emissores de tu Brasil. Desconhecemos as ten

dências, períll do público, pecu liaridades do mercado. O "achis-

mo" predomina, as declarações

não vindo. É uma pena. Para que o Rio de Janeiro e o Brasil recuperem sua participação no mercado internacional deve

mos realizar trabalho profissional como tantos destinos turísticos do mundo vem realizando. Neste se tor da economia não cabe mais

lugar para o "jeitinho". E preciso competência. Isto tem faltado tan to na área pública como na ini ciativa privada. Com as exceções de praxe, que cada dia são mais exceções. RODOLFO ALBERTO RIZZOTTO, empresário com mestrado em Turismo na Itália.

Aplausos Durante a festa para os agentes de viagens no Sheraton Rio Hotel &

Towers, houve visita às diversas áreas do hotel

(incluindo a lavanderia), gmpo de pagode, jantar em volta da piscina e muitos drinques coloridos. Na apresentação da equipe do hotel, os agentes presentes aplaudiram com entusiamo as equipes de reserva e vendas do Sheraton. Via-se claramente o clima de

amizade e descontração que essas equipes conseguiram

Reciclando modelos As empresas de maior porte, inclusive as que atuam no seg

as receitas, já magras nessa época

mento turístico, se estruturam em

de descontrole econômico. Deve-

inchadas e achatando ainda mais

inúmeros níveis hierárquicos. É

se reduzir a zero a inércia, os

sabido que o modelo operacional e administrativo passa por profun do arejamento, agregando criati vidade e alternativas que desesti-

desperdícios em geral, a cópia pura e simples de modelos inade quados, as deslealdades comer ciais, os planejamentos mal feitos e os não-feitos, o tempo gasto no vazio e no escuro, a falta de ações coordenadas entre empresas e parceiros (entre outras) e sistema tizar na nossa cultura diária que a atividade é uma "produção cole tiva", altamente interdependente. O que se forma, o que se quer

mulam os modelos tradicionais e

clássicos. É necessário um des monte inteligente, com achatamento de custos fixos e redução

dos variavéis, mas sem perda da qualidade do atendimento, do profissionalismo, dentro de uma

cultura e postura que respeite o cliente, fornecedores, parceiros e o corpo funcional, fundamentan

do-se via processos flexíveis e

e o que se procura é o tarefeiro, ou seja, o empregado que única e exclusivamente faça e execute ta

transparentes.

refas na organização. Matamos já

O alto custo da estrutura, que cria o controle do controlador, gera mais custos, sem resolver o

problema, tomando as empresas

nos bancos escolares, nas entida

des de formação, nas faculdades, nos treinamentos diversos o po tencial de realização, de criativi Rosado Oalcia; (Rio de Janeiro) Artur Luiz An

dade, de iniciativa, pois todas es sas estruturas deixam de ter ges tões democráticas. Desperdiça-se, assim, o grande valor que é a capacidade que leva à motivação e a iniciativa dos funcionários. Dada as características da ativida

de, há um grande vácuo quanto ao estímulo a novos empresários, já que pela multiplicidade de negó cios diretos e indiretos o campo enseja múltiplas oportunidade para empreendedores e muitos com bai xos custos na implantação. Cabe reverter conceitos de

distribuição, pontos de venda, co mercialização, promoções, pre ços, conteúdo e primordialmente da função do agente que acessa ao cliente consumidor. Aqui resi de o sucesso e a renovação, já que nosso alvo é outro ser humano.

As saídas poderão ser por setores: de empresa por empresa, ou en (Rio de Janeiro) Nelice Figueiredo.

EXPEDIENTE Propriedade: PANROTAS Edilora Lida.

Registro Público: 116-75 — Registro no INPI; 003776

—

Inscrição Estadual:

109.336.892.116. Registro no CGC-MF: 46.375.531/0001-60 — ISSN (Imernaiional Slandard Serial Number): 0102-3225. Classifica ção Tarí&ría FiscaJ: 49.02.01.00. Matriz: Av. Jabaquara, 1761, São Paulo, (M(M5-901, lei. (011) 584-0211, fa.x (OII) 276-1602. Fdial: Av.Rio Bran

Revisor: Carlos Roberto de Carvalho

Colaboradores: Caio L. de Carvalho, Rodolfo Rizzotto, Doris M. Ruschmann, Wilson Raba-

hy, Adel Auada, Tasso Gadzanis. Fotógrafo: João Bastos Assistente de Redação: Rosemary Cataldi Ma chado.

Correspondentes: Antonio Noya (Ala-goas),

Diretor:

João Qati.sia de Resende Miran

da.

compra e venda.

OTÁVIO DEMASI, técnico em Turismo

zende e Ronei do N. Lacerda.

Santose CláudioMaichin.Editoração Eletrônica: Marcelo Begosso, M. Penha Campregher,

PRODUÇÃO GRÁFICA

Chefe de Assinaturas: Valüerez Wallner.

Gerente de Produção: Newton dos Santos.

quiza (Brasília), José Mário Pinto (Ceará), Ênio Fonseca (Minas Gerais), Dayse Regina Ferreira

Assistentes: (São Paulo) Ana Paula B. Lo

Fotolito: Cândido Januário.

pes; Lia Ciirla S. Baptista: Sandra Regina

* O acabamento e a impressão do JORNAL

(Paraná), Paulo Fernando Craveiro (Pernambu co), Antonio Roberto Rocha (Rio Grande do

Oliveira e Rio de Janeiro: Márcio Ferreira.

PANROTAS são da Lis Gráfica e Edilora

Chefe de Distribuição: João Lopes.

Ltda. (R. Visconde de Pamaíba, 2753, São Paulo, SP).

(021) 2200249 e 240-9443 e fax (021)220-3741.

DEPARTAMENTO COMERCIAL

PUBLICAÇÃO SEMANAL

e fax (011) 276-1602 e Caixa Postal 1561 — 01059-970. Rio de Janeiro — Av. Rio Branco.

Auditoria feita iia primeira edição de 27 de outu

277, sala 1602, 20040-009, lelex 2133006 e fax

bro de 1992 pela

(021)220-3741.

Subeditor: Adilson José Mion.

Diretor: Sérgio Figueiredo Jardim. Gerente^errü/Filiul Rio de Janeiro: Dariene Mello. Dir. de Promoções Internacionais: Tereza Lobo.

Repórteres: (SÊio Paulo) Cleide S. Pivono, G^riel

Promotores: (São Paulo) Antonio Jorge Filho;

Contador: José Roberto Massi.

DEPARTAMENTO CONTÁBIL

Rio aparece em reportagens e gravações da Rede Globo e de outras emissoras. Além da bonita

área de lazer que tem, com a piscina entre o mar e a

montanha, deve-se destacar, também, o empenho da equipe de vendas e da relações pública, Anita

hotel já pôde ser visto no especial de Chico Buarque, da Bandeirantes, numa reportagem sobre dança no Jornal Nacional,

Lúcia Helena Sá Barreto (Buhia), Mercedes Ur-

Atendimento: São Paulo -Av. Jabaquara, 1761,

Vira e mexe o Sheraton

mais para a intermediação de ne gócios do que a pura e simples

DEPARTAMENTO DE

04045-901, tel. (011) 584-0211, telex (11) 56693

No plím plim

*'Sheraton" Bemstein. O

Marilani Pistori e Rogério de Syllos.

ASSINATURAS

satisfeito com o resultado de sua festa.

A tendência do sucesso está

Dlagramação e Arte-fínal: Juarez Esievan dos

Norte), Roberto Gallicchio (Rio^Grande do Sul)

Edilora assistente: Ana Maria Donato.

lização, a custos reduzidos.

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e Nelci Teresinha Amhold (Santa Catarina).

Editor: Joel Andrade Lóes - MTb 29736.

Outro canal possível de im plementar ações em nível de pe quenas e médias empresas é a criação de escritório técnico cooperativado, apto a dar suporte técnico, preparando as políticas, táticas e estratégias em nível de produtos, serviços e de comercia

DEPARTAMENTO

co, 277, sala 1602, Rio de Janeiro. 20040-009, lel.

REDAÇÃO

empresa acontecer.

DEPARTAMENTO DE ARTE Coordenação de Tráfego: Alice Isshiki de Re

drade e Fabíola BeniTeiio.

PANROTAS

volver uma cadeia completa de prestadores de serviços com ob jetivos comuns. Deve-se escutar não só o mercado, mas os profis sionais que fazem o dia a dia da

criar com os agentes de viagens. Germinal Garcia, quase irreconhecível numa bonita camisa colorida, saiu

«I Ptiai Wateríiouse Tiragem; 9.000 exemplares.

numa matéria do Fantástico

com Erie Barreto, o sósia-imitador de Carmem

Miranda, além de outras badalações. Recentemente,

desfilando pelo hotel, que sempre recebe equipes para ensaios fotográficos, belos modelos e modelas da Elite.

Plumas e paetês Vai ser uma festa do inicio

ao fim. Em agosto o Sheraton Rio recebe pela quinta vez o Congresso Internacional de Cabelereiros. Serão mais de 500

profissionais.


PAN-NOTAS Ponte Allcnby o turismo não conhece

fronteiras nem desavenças políticas. Um bom exemplo é a Ponte Allenby, na fronteira entre a Jordânia e

Israel, países que não mantêm relações diplomáticas. Foi constmída em 1968, para permitir visitas a parentes.

Atualmente, é tolerada a passagem de turistas que viajam em grupos,

acompanhados por guias locais, i^or essa ponte também passa mercadoria que Israel exporta para os países árabes — para evitar que não sejam aceitos, os produtos são mascarados com um "made in England".

Lenços a poslos o cineminha do Rio

Atlântica Hotel, no Rio de Janeiro, já se tomou

tradicional. Sempre com filmes instigantes. O último foi "O Clube da Felicidade

e da Sorte", drama dos bons, baseado em livro

"bcst seller" de Amy Tan. Preparem os lenços, pois é emocionante. Emoção, aliás, está presente, também, nos pacotes de lua-de-mel do Rio Atlântica: champagne e pâtisserie na suite nupcial, perfumada por flores brancas e sachês; colcha matelassê e lençóis bordados com fios de prata; vista para o mar e preço

especial. Informações e reservas: (021) 255-6332.

Ncw look Quem está com visual

"mais verão impossível" é Cátia Brito, da Credicard, no Rio. Conou os cabelos curtinhos e está exibindo um

"look" ao mesmo tempo so

fisticado e despojado. Outro que também está de "new look" é Sérgio Nogueira.

HNH

JORNAL PANROTAS —Página 3

ENTREVISTA

Terça-feira, 22 a 28 de fevereiro de 1994

Mercado cresce e grandes revezam primeiras posições ARTUR LUIZ DE ANDRADE

Segundo os relatórios lança dos pela Digitur, referentes à pro dução aérea nacional e internacio nal nos seis primeiros meses de 1993, o turismo brasileiro começa a se recuperar. O crescimento nas

São Paulo lidera no internacional

vendas de bilhetes domésticos

Com crescimento de 4,53%

cresceu 10,7%, com destaque para a região Sul, que acusou crescimento de 20,85%. A maior

em relação aos seis primeiros me ses de 1992, e vendas de US$

novidade do setor doméstico, po rém, é a liderança, nas duas pri meiras posições nacionais, de agências do Rio de Janeiro — a

o setor de passagens internacio nais tem 14 agências paulistas nas primeiras colocações. A região

688.200.219,00 em todo o Brasil,

Sul e os Estados de Minas Gerais e Ceará mostraram os melhores resultados em termos de cresci

Chanteclair e a Bel Air. No setor

internacional, o aumento de ven-

dao, em relação ao primeiro se mestre de 1992, foi de 4,5%. Em ambos os casos, trata-se de recu

peração mesmo, pois nos anos an teriores a venda de passagens vi nha caindo gradativamente. Nacional —

No relatório de

produção aérea nacional, pela pri meira vez nos últimos três anos

as vendas aumentaram e, mais

inédito ainda nas últimas edições, depois de seis anos, agências do Rio de Janeiro voltam a ocupar a primeira posição do Brasil. Um dos fatores que contribuíram para esse destaque das agências Chan teclair e Bel Air foi a distribuição das

Carlos Artur Costa, da Digitur: números do transporte aéreo de São Paulo, que tem produção equivalente ao Estado do Paraná. No ranking das 20 maiores agências de viagens, São Paulo mantpve o número de nove agên cias do relatório Jan-Jun/1993, o Rio de Janeiro subiu sua cota de

quatro agências para seis, Brasília continuou com quatro e a Bahia passou de duas para apenas uma agência entre as 20 maiores. O relatório registrou um aumento de 13,4% no número de agências, o

vendas dos consolidadores

que, segundo Carlos Artur Costa, diretor da Digitur, também pode

ser explicado pela divisão da pro dução das três consolidadoras paulistas. "Sem essa divisão, o número total de agências com produção nacional seria de 3.074. Com a distribuição, o número aumentou para 3.693", explica Carios Artur. A Varig não reportou os resultados do Acre. Abaixo, as 20 maiores vende

doras de passagens domésticas:

Agência

Flytour, Rextur e Ancoradouro. No Brasil inteiro, as vendas che

Chanledair

garam a US$ 483.696.433,00. O maior crescimento foi o da região Sul (+ 20,85%) e a região Su

Cidade Ri

Vendas (US$)

de Janeiro

.^.fi43..^07

Belair

Rio de Janeiro

4.913.724

Maríiiiíá

São Paulo

4.171.168

Bradesco

São Paulo

1774.218

deste continua com a maior fatia

CVC

São Paulo

1.692.010

do total de vendas (48,54%). Os principais mercados são: São Paulo (US$ 125 milhões). Rio de Janeiro (US$ 84 milhões), Distrito Federal (US$ 41 milhões, com crescimento de 13,40%), Bahia (US$ 25 milhões) e Rio Grande do Sul (praticamente

Exnansão Tur.

.Snn Pniilo

3..599.230

Belair

São Paulo

3.298.643

Voeiur-BSR

Brasflia

3.168.125

Califórnia

São Paulo

3030.80.^

American Llovd

São Paulo

2.930.9.58

Bhtiir-BSB

Brasília

2.819.693

Salvador

2.776.818

Buriti

Brasília

2662.321

Avipam

Rio de Janeiro

2.586.596

Kontik-SSA

empatado com a Bahia), além de Pernambuco, que vendeu mais

Interline

Brasília

2.585.750

de US$ 20 milhões. Por cidades

Holidav Toiirs

.Santo André

2.398.886

mento e é ainda a região Sudeste a que detém a maioria esmagado ra da produção (83,26%). Somen te o Estado de São Paulo é res

ponsável por 55,98% da produção do País (cerca de US$ 385 mi lhões). A expectativa do setor é em relação ao relatório anual, que

a Digitur espera lançar no mês que vem. Com as mudanças ocor ridas em outubro do ano passado, com a alteração do valor facial do bilhete em 25%, o crescimento deverá continuar ou haverá queda real na receita?

As regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste do Brasil registra

ram quedas nas vendas internacio nal. A região Norte teve queda de 16,78% (vale repetir que a Varig não reportou os resultados do Acre) e '/endeu um total de US$ 7.988.513,00, com destaque para o Pará e o Amazonas. Na região Nordeste, a venda do primeiro se

mestre de 1993 chegou a US$ 31,5 milhões, com queda de 2,81% e liderança dos Estados de Pernambuco (US$ 11 milhões) e Bahia (US$ 8,7 milhões). Na re

gião Sudeste, as vendas aumenta ram 5,51%, sendo que os Estados que mais cresceram foram Minas Gerais (14,88%) e Rio de Janei ro (6,09%). São Paulo cresceu 4,70% em vendas internacionais.

ou regiões, São Paulo e Rio de

RG Viasens

Rio de Janeiro

2.310.232

Janeiro continuariam na lideran

Bradesco

Rio de Janeiro

2.335.456

ça, mas o terceiro lugar seria ocupado pelo interior do Estado

Mcsblalur

Rio de Janeiro

2.238.488

As vendas de bilhetes interna

Asturias

São Paulo

2.068.053

cionais da região Sudeste

Dfl um

S S

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JOHANNESBURG

SAO PAULO

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|


entrevista

Página 4 — JORNAL PANROTAS

Terça-feira, 22 a 28 de fevereiro de 1994

que o turismo brasileiro

Abav-CN divulga congresso no Exterior

começou a se recuperar nos

Sérgio Nogueira volta do giro pela Europa

Relatórios da Digitur indicam

seis primeiros meses de 1993 chegaram a US$ 543 milhões no

primeiro semestre do ano passa do. A região Sul vendeu US$ 54,3 milhões e a Cenlro-Oeste US$ 19,9 milhões.

O número de agências com produção internacional cresceu apenas de 4.201 para 4.582, me nos de 10%. Desse total, 63,86

ficam na região Sudeste. As cinco maiores agências foram a Holiday Tours, Skylines, Califomia, Tunibra e GSA Representações, todas de São Paulo. A primeira do Rio, Agência

Bel Air \'iagens, é a 15- no Bra sil. No Rio de Janeiro, as agên cias Bel Air, Transeuropa e Avipam foram as que acusaram maior crescimento e ocupam as três primeiras posições no Estado. Uma agência que vem crescendo bastante no Rio é a Monark, que já ocupa a 10® posição. Em São Paulo, as maiores do ano passado, Flytour e Rextur, ocupam a 10® e 14- posição, respectivamente. As vinte maiores vendedoras

de passagens internacionais: Cidade

Vendas (US$)

Holidav Tours

São Paulo

14.182.339

Skvlines

São Paulo

8.971.653

Califórnia

São Paulo

8.185.856

Tunibra

São Paulo

7.876 365

GSA Reoresentacão

São Paulo

6.747.019

defendendo nova filosofia de marketing. Os primeiros eventos interna cionais que contaram com a par ticipação da nova diretoria da Abav-CN — a Bolsa de Turismo

de Lisboa (BTL) e a Fitur (Espa nha) — foram bastante proveito sos na opinião do presidente Sér gio Nogueira. "Nossas ações ti nham dois objetivos: divulgar e trabalhar o congresso da Abav este ano em Recife, e estreitar a

relação entre Brasil, Portugal e

que as ações pudessem ser mais eficientes, seria necessário que todos estivessem juntos, traba lhando em parceria pelo produto Brasil. "E preciso adotar uma fi losofia de marketing semelhante à dos shoppings-centers. O clien

te é atraído pelo local, que traba lha e investe em conjunto, e lá dentro dirige seus interesses", de fende o presidente da Abav-CN. Na Fitur, até mesmo o estande da Embratur tinha problemas: "O lo

Espanha com base no turismo", disse Nogueira. "Na BTL tivemos

cal era de difícil acesso e faltou

um estande muito bem localizado

apelo visual".

e muita receptividade." Com o vôo da Tap para Recife, o Con gresso da Abav este ano fica ain da mais atraente para os portu gueses e, em conseqüência, para os espanhóis, por proximidades culturais e geográficas. Recebido pelo Icep (Investi

A seu ver, esta é a hora de

na sua opinião, já é hora de os

seguiu para .um passeio pela Costa Oeste

destinos brasileiros para juntos promoverem o produto Brasil. E o Rio? — Um ponto lamen tado pelo presidente da Abav-CN

percorrendo todo o litoral. Como se vê, não é preciso plumas e paetês para fcizer

Portugal), Nogueira manteve con

tros Estados brasileiros." Porém,

São Paulo

5.241.264 4.847.582

Belair

São Paulo

4.791.105

Rextur

São Paulo

4.723.667

Belair

Rio de Janeiro

4.458.094

Tumac

São Paulo

4.436.782

FGB Turismo

São Paulo

4.316.479

PanexDress

São Paulo

3.797.421

Transeurooa

Rio de Janeiro

3.626.503

TTI Transoacific

São Paulo

3.428.293

deverá ser a vinda de uma dele

gação portuguesa, que conte com pessoas ligadas ao turismo e tam bém a outros tipos de atividades comerciais, para o Congresso de Recife. A idéia, que pretende am pliar a possibilidade de investi mentos entre os dois países, foi muito bem aceita. "Além disso, o

número de portugueses que visi tam o Brasil e vice-versa está

muito aquém do potencial do mercado", entende o presidente da Abav.

Na Fitur, na Espanha, com os mesmos objetivos, a Abav-CN travou contato com os presidentes das associações de agentes de viagens de vários países da Amé rica hispânica, que ficaram entu siasmados com a possibilidade de participar do Congresso da Abav em Recife. Também se mostrou

muito receptivo às propostas da Abav-CN de aumentar o inter

câmbio entre Brasil, Portugal, Es panha e outros países da América Latina, o presidente da Cotai,

BTL e a Fitur. "É excelente para

Animado e se divertindo

o destino que seus secretários de turismo, autoridades, presidentes das companhias de turismo esta duais e municipais saiam em campo na luta para divulgar scjs produtos". Nogueira aproveitou a ocasião para se dizer bastante esperanço

pra valer durante a passagem do tradicional bloco carioca "Simpatia é Quase Amor", que este ano completou dez anos de muito samba em Ipanema, o diretor de operações da TurisRio, José Carlos

so com os novos rumos que po

Tedesco. O Carnaval de blocos da Zona Sul é uma das boas maneiras de se curtir a folia na Cidade Maravilhosa. Sabe das coisas o Tedesco.

derão ser dados ao turismo brasi leiro através do novo ministro da

Indústria, Comércio e Turismo,

Élcio Álvares. A seu ver, para quem está entrando na área, o

ministro conhece muitos pontos importantes. Tanto que Nogueira já começa a acreditar numa recu peração do turismo brasileiro para o segundo semestre de 94, através de um trabalho que começou com

Valeu o astral do Rio está levantando. AJém dos

comemorativo da Rede

Othon — que seguiu do

tavam separados em um mesmo pavilhão. "Todavia, os países for

Vale destacar ainda que todos estão muito sensibilizados para a questão de levantar a imagem do Rio de Janeiro, parte fundamental do processo de desenvolvimento do turismo em todo o Brasil. "É necessário que as autoridades ca riocas se preocupem menos com o espaço e a promoção na im prensa e se unam à iniciativa pri vada para resgatar o turismo no

tes turisticamente estavam com

Rio", conclui.

seus destinos e produtos unidos." Na opinião de Nogu.ira, para

cidade como destino e fator de desenvolvimento

FABÍOLA BEMFEITO

da indústria turística.

claro que a filosofia do marketing turístico brasileiro precisa de mu danças urgentes. Na BTL, havia apenas estandes da Abav e da Bahiatursa, enquanto, na Espa nha, quatro pequenos estandes de entidades e Estados brasileiros es

o ex-ministro Andrade Vieira e

Para Los Angeles, Japão, ôeu long Kong, Taipei e Bali, vôe com

Turismo, Éicio Álvares. CJue em suas declarações à imprensa não deixou de ressaltar a grande força da

12 e 15 passageiros

Financiamento Especial em dólar comercial s/juros para agências de turismo cadastradas na Embratur

Representante Korean Aír:

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Simpatia

tário Caio Luiz de Carvalho.

quanto bons contatos foram feitos tendo em vista o congresso, ficou

Esses números devolvem a liderança a agências do Rio de Janeiro após seis anos

eventos de importância como a

com a excelente atuação do secre

Porém, segundo Nogueira, en

a primeira em vendas de bilhetes aéreos nacionais.

foi a ausência de autoridades e entidades do Rio de Janeiro em

do Carnaval um luxo.

100% de ocupação registrados pelos hotéis, que valeu até um bloco

Hugo Perez Montero.

ilson CarvaUial, diretor da Chanteclair,

muita classe...

Estados nordestinos utilizu.em seu modelo e se unirem a outros

6.010.032

São Paulo

segunda-feira torcer por sua escola, o Salgueiro, que acabou ficando em segundo lugar. Fôlego de presidente. Só que com

tria, Comércio e Turismo do país, a fim de estreitar os laços entre Brasil e Portugal. O passo inicial

mento, Comércio e Turismo de

São Pauio

Monark

e, é claro, ainda foi ao Sambódromo na

versas com o secretário da Indús

6.426.995

Stella Barros

Aeaxiur

conferiu o "Baile da Cidade" no Monte Líbano

sempre acessível consultor jurídico da Abav-RJ, reservou um belo passeio para os dias de Momo. Ao lado da mulher, foi para San Francisco, e de lá

6.561.723

5.364.905

Ipanema, recebeu convites para a concorridissima "Feijoada do Amaral",

Paulo Wiedmann, o

São Paulo

São Paulo

Carnaval do Ca^r Park

desenvolvimento sócio-econômi-

São Paulo

Flvtour

foi o presidente da Abav-CN, Sérgio Nogueira. Sempre ao lado da mulher Gisela, ele esteve na Feijoada de

Um luxo

Maringá

5.410.494

Um dos foliões mais animados neste Carnaval

Nordeste, que já visualizou o tu rismo como a alavanca para o

Univertur

São Paulo

Com classe

aproveitar o bom exemplo do

co. "Precisamos parar com essa competitividade. O exemplo de competência e eficiência do Nor deste precisa ser seguido por ou

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PAN-NOTAS

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Terça-feira, 22 a 28 de fevereiro de 1994

ECONOMIA

JORNAL PANROTAS — Página 5

MERCADO

Todos perdemos com tanta

PAN-NOTAS Lembranças 1

ínefíciência

Anna de Sisto nem quer ouvir falar em terremotos

tremores em l-os Angeles,

A que nível de modernidade, competitividade e eficiência che gou o turismo brasileiro, mais es pecificamente o setor de agências de viagens? Se compararmos os

fizeram-na relembrar do

volumes de vendas ou determina

ou furacões. Pra ela, estes fenômenos não são coisa de cinema. Os recentes

Andrew, o furacão que destruiu parte da cidade de Miami, onde Anna vive e trabalha.

Atendente

Tuccitur Viagens e Turis mo — Nacional e internacio

nal, com 2 anos de experiên cia. Fixo -h comissão. Tratar

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das facilidades de hoje em dia com o mercado de 15 ou 20 anos

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atrás, concluiremos que avança mos, mas não em nível satisfató

Tivuli Viagens e Turismo

rio.

Ltda. — Contábil, com datilo Ao analisarmos mais a fundo

Lembranças II Ela e o marido Pcter,

seguindo conselho de um vizinho, decidiram ficar no

apartartamento bem de defronte à praia de Key Biscayne, mesmo diante do avisos que o Andrew não tardaria a chegar. No início da madrugada, enquanto o casal De Sisto dormia, o Andrew começava sua viagem. A velocidade e a

Mundo, como os Estados Unidos,

veremos que precisamos mudar tudo o que fazemos, romper com o passado e pensar bem mais se riamente no futuro de nossa ativi dade.

Um dos dados que mais me intrigam, deixando-me mesmo in dignado, como empresário e ad ministrador, diz respeito à média estatística "produção de vendas/n® de funcionários" em nossas em presas.

força do vento eram tão fortes, que o prédio literalmente balançava. Ana

Enquanto no Brasil uma agên cia de viagens como a Bel Air,

e Pcter trancaram-se no

com faturamento de US$ 50 mi

banheiro, protegendo-se dos estilhaços. Para armazenar água, resolveram encher a banheira, que com o swing provocado pelo furacão, ficou quase

lhões em 1993, emprega 260 fun cionários somente nos departa mentos ligados à venda de passa gens aéreas, nos Estados Unidos uma agência com a mesma pro dução de US$ 50 milhões por ano tem apenas cerca de 60 funcioná rios para os mesmos serviços; ou seja, 200 funcionários a menos. Qual a explicaçao para esse fenômeno? Será a minha (ou nos sa) incompetência empresarial como administrador(es)? Acredi to que não. Onde estão, então, as causas dessa ineficiência gritante em nossa atividade? O que toma as operações diárias das agências de viagens no Brasil tão difíceis e complicadas a ponto de preci

vazia.

Lembranças III Depois de horas de violentas sacudidas, o Andrew foi embora e o casal De Sisto foi

contabilizar os estragos. Anna recorda-se que o apartamento ficou totalmente destruído; nos corredores do prédio encontrou vários móveis

jogados, incluindo um piano. Da sua janela, pôde avistar que as centenas de árvores do parque local haviam sido varridas, sem contar sofás, cadeiras pendurados nas janelas vizinhas, como uma triste

grafia e experiência rm'nima de 1 ano. Comparecer à Av. Paulista, 2202, 1-. cj. 12, São

o dia a dia das agências de via gens no Brasil, e compararmos algumas de nossas estatísticas com as de um país de Primeiro

Paulo, SP, ou marcar entrevis tinas políticas, práticas e técnicas de cada uma dessas companhias. Cada uma com sua burocracia es

pecífica e sem qualquer lógica que justifique tanta confusão ope racional. Escreveria um livro se fosse enumerar cada um dos

aos nossos clientes. Como com

exemplos que ocorrem diariamen te, mas citarei alguns procedimen tos inexplicáveis nesse relaciona mento de "parceria" entre as cias. aéreas e as agências de viagens. No caso das vendas à vista, que têm que ser pagas diariamente — e nesse caso a culpa é realmente da inflação — cada empresa aérea

lazer, tais como a eletroeletrônica e bens duráveis, se em nossas ro

tem um horário determinado de abertura e fechamento do caixa.

— e, posso estar enganado, mas o Brasil deve ser o único país no mundo em que as agências recebem uma fatura da compa nhia aérea no lugar do "sales report" —, este processo inefi ciente resulta em perda de tem po e de dinheiro, para nós e para as cias. aéreas: enviamos os cu

pons vendidos às cias. aéreas (ou ao BSP) que nos envia de volta uma fatura, que normal

mais burocracias que as agências americanas para a realização de funções parecidas ou similares? Devemos culpar unicamente a in flação crônica de nosso país? A verdade é que existe em nosso país uma completa falta de entrosamento nos procedi mentos operacionais entre as agências de viagens e as compa

de ser reconferida por nós. No vamente, cada cia. tem suas re

gras. Por que tudo isto? No caso dos relatórios das

cias. estrangeiras, cada uma tem seu formulário específico. Para o reembolso de bilhetes, a miscelâ-

nea de regras se mantém. Quando o reembolso é via BSP, que de veria facilitar o

relacionamento

entre agências e cias., ainda temos de mandar o formulário para a

pos de empresas ligadas ao tu

"Furacão? Nunca mais", diz

rismo. É preciso saber identifi

cia. aérea, carimbá-lo antes de en-

Anna.

car bem essa ineficiência e, atra

vés de grupos de trabalho, tentar

caminhá-lo ao BSP! É muita mo vimentação de papel e de pessoal,

eliminar de vez toda burocracia

além de muito trabalho manual,

Estrelas ao mar

e as amarras operacionais exis

Pelo terceiro ano

mais detalhes o caso específico das companhias aéreas. 33 cias. aéreas, 1.001 regras

convivendo com tecnologias de computação sofisticadas; o absur do chega a manter em vigor re

maiores notas, entre 200 outros concorrentes, na

avaliação anual do livro Beriitz Complete Guide to

Cruising and Cwise Ships ~ 1994, de Douglas Ward. O RV Sun recebeu

91,5 em todas as categorias, de um total

máximo de 100 pontos. É um dos 11 navios a ganhar a classificação de "five star plus". O navio é da frota da Royal Viking Une, representada no Brasil pela Sailaway.

sil tem que fazer um trabalho ur gente de re-engenharia para reestudar todos os seus processos ope racionais entre as agências e as cias. aéreas, os hotéis e outros

No caso das vendas faturadas

gras diferentes para os vários cen tros emissores do país. Com o

diferentes. São 33 as empresas aéreas estrangeiras que operam no Brasil, sem contar com as demais nacionais. E nós, agentes de via gens, temos de nos moldar às ro-

volume de vendas com que traba lhamos, não dá para ser eficiente e produtivo com tantos entraves, que embutem as ineficiências de

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fornecedores tendo como objetivo a busca de processos mais eficien

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consecutivo, o navio Royal Viking Sun recebeu as

tinas diárias proliferam barreiras burocráticas ao invés de gerar fa cilidades operacionais e de custos para nossos consumidores?

Algumas exigem depósito efetua

mente vem com erros e que tem

tentes no setor. Vejamos com

petirmos com outras indústrias de

do em algum banco; cada uma tem um tipo de recibo e sua pró pria burocracia.

sarmos de mais funcionários e

nhias aéreas, hotéis e outros ti

com controle, funcionários, pa péis, gerência, comunicacão e perdemos um tempo precioso de trabalho, que deveria ser dedicado a prestarmos melhores serviços

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tes. Um dos meios a serem estu

CVE Turismo — Dois,

dados seria o melhor uso de ins

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trumentos já existentes, como o BSP, que precisa aumentar sua abrangência. O papel da Abav-CN nesse aspecto — e o atual presidente Sérgio Nogueira é um dos que se mostram bastante sensíveis a es

sas necessidades de mudança — passa a ser fundamental.

É preciso salientar que essa ineficiência orgânica do setor — com o amontoado de papéis, re gras, relatórios e tempo pedido — é responsável pela deficiência que o setor apresenta no nível de sua mão-de-obra. Não conseguimos atrair funcionários bem prepara dos e altamente qualificados. Ain da naquela comparação inicial com as agências dos Estados Uni dos, se temos 200 funcionários a

mais para um volume de vendas igual, uma conseqüência óbvia é a redução salarial de nossos fun cionários, nivelando todos por baixo. E esse quadro somente mu dará quando rompermos com o imobilismo em que nos encontra

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137,37

Janeiro/94

187,77

Fevereiro

261,32

DATA

VALOR

07/02

281,15

08/02

286,34

09/02

291,63

Dezembro)

10/02

297,01

REPOSIÇÃO QUADRIMESTRAL

11/02

302,49

16/02

308.23

Grupo D (Setembro, Novembro e

EM FEVEREIRO; Dezembro

UFIR

PARA CATEGORIA COM DATA -

BASE EM FEVEREIRO. JULHO E

17/02

314,08

OUTUBRO

18.02

320,04

21/02

326.11

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mento do idioma do país es colhido. Embarques em agosto de 1994 e em janeiro de 1995, com inscrições até 30 de mar ço e 30 de outubro respectiva mente. Mais informações e inscrições: Rua Barão de Capanema, 220, São Paulo, SP, leis. (011) 852-6333 e 2806071.


Terça-feira, 22 a 28 de fevereiro de 1994

Página 6 — JORNAL PANROTAS

Festa da Uva leva 500 mil a Caxias do Sul A reconstituição da rotina diária da região no séculopassado é um dos pontos de destaque do mais tradicional evento do interior gaúcho. As agências criam pacotes e saídas especiais para os turistas. melhores pratos da rica culinária

Até o dia 13 de março a 20^ Festa da Uva, que ora se realiza em Caxias do Sul, deve atrair à

de Caxias do Sul.

Grande atração da feira tem sido uma réplica da cidade mon tada em pleno parque com repro duções da cidade a partir de uma fotografia de 1885. Nesta réplica os visitantes podem conhecer o modo de vida rural da região con

cidade mais de 500 mil visitantes. A f^òta é a maior e a mais tradi

cional do Rio Grande do Sul, con tribuindo, decisivamente, para o fortalecimento do turismo no es

tado. Os 250 expositores monta dos na praça da Uva estão mos

tado através da culinária, artesa nato, música e lazer. As comuni

trando mais de um centena de

variedades; segundo estimativas da comissão organizadora, cerca de 180 mil quilos de uva terão sido consumidos até o final da festa.

Este ano, paralelamente, reali-

za-se a 14- Feira Agroindustrial, ocupando 12 mil metros de dois pavilhões do Parque de Exposi ções Centenário. Estão expostos e

PAN-NOTAS Oriente Médio A diretora-presidente da operadora DTravel, de São Paulo, Dália Shinder, aproveitou sua ecperiência de guia para levar um

grupo de 13 agentes e dois jornalistas ao Oriente Médio. Sempre lembrando que era uma "viagem de serviço", exigiu o cumprimento dos horários e a participação em todos os eventos do programa,

dades participantes mantém sua

mesmo as rotineiras \nsitas

rotina como se estivessem no

aos hotéis. Em média, o

grupo ia para a cama à 1

em lã ao artesanato em madeira e

campo, cozinhando, assando pão, confeccionando chapéus, bolsas, cestas e selas para cavalos, jogan

vime. Não faltam, também, os

do e contando histórias.

sendo vendidos produtos das in dústrias da região, desde malhas

da manhã e levantava às

6h30. No ônibus, impedia com um alto-falante que os sonolentos chochilassem.

Foi assim durante nove dias.

I •

O mesmo drama o brasileiro que chega hoje a Roma descobre que os motoristas da Cidade Eterna

já vivem o drama de parar num cruzamento — é

igualzinho São Paulo. Surgem imediatamente limpadores de pára-brisas c vendedores de flores.

Estima-se que sejam procedentes do Leste europeu, Turquia e países árabes. Estão por toda

parte e surgem em bandos, mas não são agressivos

nem insistentes. As esquinas são o único ganha-pão dessa multidão silenciosa e humilde.

Síndrome

EUROPA, USA, CARIBE, ARGENTINA,

NOVAZELANDIA e AUSTRÁLIA

Para os visitantes, Israel é um pequeno país grande.

Apesar de ter apenas 560 km de extensão, oferece

inúmeras atrações. É conhecida a "síndrome de

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TEL. 011 214.6022

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Jerusalém", causada pelo impacto de ver tantos monumentos e locais

sagrados. Nos hotéis, além do hebraico e do inglês, o francês também é muito

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BRASÍLIA

B.HORIZONTE

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TEL. 051 221.3300

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falado; se você pedir um wake up service, acordará ouvindo inglês e francês. Curiosidade; a capital de Israel é Jemsalém, e não Tel-Aviv, como noticiam a maioria dos jornais no

RECIFE

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TEL 081 221.3926 TEL. 071 242.1811

VITÓRIA

CURITIBA TEL 027 223.6539 ÉTEL1041) 232.9012

mundo todo.

Jordânia A Jordânia está sendo a

grande surpresa do turismo no Oriente Médio: é

inesquecível o passeio até Petra, a cidade constmída nas montanhas de rocha

A£ROUN£AS ARGBNriNAS

vermelha e rosa pelos nabateus, povo nômade de origem árabe. Os romanos contribuíram com templos e teatros, os bizantinos com catedrais e outros

monumentos. Parte do

LA LIMEA ABRBA DB WMBZUKLA

passeio é feito sobre cavalos e camelos puxados por beduínos. Mas não podemos deixar de ir também a Jerasha — uma

'Tarifas promocionais exclusivas paro agentes de viagem «Classe econômica •vendas origem Brasil nValidode até junho 1994.

cidade romana desenterrada

pelos arqueólogos.

r


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Jornal PANROTAS - Edição 70 - Fevereiro/1994 by PANROTAS Editora - Issuu