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Jornal PANROTAS - Edição 69 - Fevereiro/1994

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PANROTAS EDITORA PANROTAS — ANO H — N® 69 — DE 15 A 21 DE FEVEREIRO DE 1994 — PERIODICIDADE SEMANAL

O secretário fíca Estava tudo pronto para a saída. As despedidas já haviam sido feitas, o relatório sobre o setor concluído e o substituto praticamente definido. De repente, tudo mudou. Depois de ter conversado com políticos de várias

tendências e por eles instado a tentar manter o secretário

Presidente da

Embratur quer mais

no cargo, o ministro da Indústria, Comércio e Turismo insistiu na permanência de Caio Luiz de Carvalho.

Na decisão ministerial, com certeza pesaram a indiscutível qualidade técnica e a representatividade do secretário nacional de Turismo junto ao trade. Foi uma longa conversa de gabinete. Os mais chegados ao secretário dizem que a sua mudança se deveu à

constatação da disposição de Élcio Álvares em ser '-'\4 ministro do Turismo, de querer um programa de trabalho muito objetivo, capaz de ser executado dentro do seu prazo administrativo — 10 meses — e, finalmente, de defender a municipalização da atividade. As possibilidades da Embratur vir a cumprir seu papel também devem ter sido consideradas. Acontece que agora, ela tem à frente FIávio Coelho, com quem o secretário mantém estreito relacionamento técnico, em quem deposita inteira confiança e de quem é amigo pessoal. Tudo capaz de fazer com que o Instituto Brasileiro de Turismo execute o que a Secretaria planejar, fato que nunca ocorreu desde quando o turismo foi alçado à condição de ministério. Hoje há uma equipe essencialmente profissional, liderada por um ministro com a disposição de primeiro falar em turismo. Melhor para todos. Principalmente para o setor. O EDITOR

cruzeiros marítimos O novo presidente da Embratur, FIávio

Coelho, tomou posse anunciando a disposição de fazer gestões junto à Marinha Mercante na tentattiva de contornar

a atual legislação sobre navegação de cabotagem que cria

dificuldades para o incremento dos

cruzeiros marítimos na costa brasileira.

pág, 3

ABIH/SP QUER NOUOS PROJETOS COM O SEBRAE A Associação Brasileira da In dústria de Hotéis — Abih/SP pre tende manter o programa de ações conjuntas desenvolvido com o Sebrae/SP no ano passado, quando foram realizados nove projetos. A idéia é dar prosseguimento a sete projetos iniciados também em 93 e criar outros três, voltados para o aprimoramento dos serviços hote leiros em São Paulo. A Abih já enviou proposta neste sentido por que pretende, durante 94, criar instrumentos para racionalização de custos, melhorar a qualidade dos serviços prestados e incre

A reunião dos presidentes Temas polêmicos marcaram a primeira reunião dos presidentes das Abavs estaduais e da nova diretoria do conselho nacional da entidade. Um

deles: descontos tarifários nas licitações. Pág. 3

Jurcaíb explica posição sobre cartão de crédito Aceitar ou não o pagamento de bilhetes por cartão de crédito

ficará a critério de cada empresa aérea, segundo decisão de Alfre do Rodrigues, presidente da Jurcaib — Junta de Representantes das Companhias Aéreas Interna cionais no Brasil. A decisão, co

municada em correspondência a Michel Tuma Ness, presidente da Fenactur, decorre de posição con flitante sobre a matéria adotada

pela federação — contrária — e a Abav/nacional, que é favorável.

• A carta enviada a Tuma Ness

foi motivada por solicitação feita pela Fenactur para que a Jurcaib reexaminasse a política das em presas aéreas de aceitar o paga

Reflexões sobre o turismo O secretário Caio Luiz de Carvalho

relaciona os pontos fundamentais para mexer nas questões estruturais do turismo. As reflexões do secretário na pág. 6.

mentar a demanda dos hotéis mé

o

acordo Abih/Sebrae deve

abranger uma série de atividades na principais cidades do estado, levando aos hoteleiros informa

ções para o desenvolvimento eco nômico de seus empreendimentos. Entre a propostas estão a raciona

lização de custos por meio de acordos comerciais com fornece

dores; promoção de seminários e cursos para treinamento de gerên

^SSISTAUCE

cias e chefias médias; levantamen to e análises sobre os sistemas de

informática para hotelaria; roda das gratuitas de consultoria técni

mento com cartão American Ex-

ca; encontros comerciais com

agentes de viagem; edição de um diretório de serviços e produção de três vídeos com destinos pau

aceitar ou não os cartões, afirma

Abrahão Filkelstein: "Abav poderia manter o mercado em níveis éticos mais adequados". Os paradoxos na pág. 2.

dios e pequenos — que compõem 95% do parque hoteleiro estadual — em relação a estes projetos.

press e Sollo. A Jurcaib, ao dei xar a critério de cada empresa que não pode marginalizar os segmentos favoráveis a esta for ma de comercialização. A corres pondência foi enviada com có pias para companhias aéreas.

Paradoxos da Abav

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A expectativa para este semes tre é contar com participação de 1.600 hoteleiros, gerentes e chefes de cerca de 400 hotéis.

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Terça-feira, 15 a 21 de fevereiro de 1994

Página 2 — JORNAL PANROTAS

ABAV

PAN-NOTAS

Os paradoxos da mais poderosa entidade do turismo Com a isenção possível que a distância e c tempo me conferem, já que desde 1991 não exerço nenhum cargo diretivo ou repre sentativo, sinto-nr" compelido a

balho, serem preteridos por outro grupo, que acabou rachando a en

externar algumr.s considerações

tidade ao meio.

sobre a nossa entidade. Durante

Durante a última gestão de Modesto Mastrorosa, eu, Luiz

mais de 20 anos, de uma forma ou outra, quer como presidente da

e darem continuidade a esse tra

ambição de poder ou a vaidade enganosa dos cargos. Sempre fui chamado a exerce-los, Não foi uma nem duas vezes

que recusei ser presidente nacional daAbav.^^ Abav-RS durante duas gestões não consecutivas, quer como pre sidente do Sindetur-RS, quer como vice-presidente nacional nas gestões de Walter Steurer, Modesto Mastrorosa e Tasso

Gadzanis, ou mesmo como mem bro efetivo do Conselho Nacional

da Abav, minha vida profissional de agente de viagens esteve sem pre ligada à atividade associativa e sei que dei uma parcela do me lhor que há em mim em prol das entidades de classe a que perten Nesses anos todos, não me

moveram nunca a ambição do po der ou a vaidade enganosa dos cargos. Sempre fui chamado a exercê-los como uma espécie de obrigação que todo o cidadão tem perante a comunidade onde vive e exerce sua atividade produtiva. Não foi uma nem duas vezes que recusei ser presidente da AbavNacional.

De modo que aproveitei a pri meira oportunidade que surgiu para afastar-me sem culpas das obrigações associativas e cuidar mais de minha agência, a Mercatur.

entidade a enfrentar os desafios

poderosos que a revolução tecno lógica traria às agências de via gens. O esboço foi concluído, saudado e engavetado. Na gestão de Tasso Gadzanis, tomei a mim o encargo de concluMo juntamente com Isa Garbin. Seu destino não foi diferente.

Durante anos, desde seu mal

fadado aparecimento, o decretolei 2.294 foi atacado, discutido

em vários congressos e nada foi feito para derrubá-lo. Ao contrá rio, a própria Abav o adotou em seu estatuto, tomando todas as

empresas do setor, inde pendentemente de serem opera doras, GSA's, representantes, cambistas ou agências de viagens, em sócios ativos da Abav. Ou

seja, as agências de viagens, aquelas que trabalham exclusiva mente com o público, perderem sua entidade para aqueles que, vi vendo do seu trabalho e com in teresses muitas vezes contrários

aos seus, se tomarem até seus

dirigentes, atuando em causa pró pria, como é natural.

É tão esdrúxula a situação que chegamos ao extremo em que as operadoras têm suas associações representantes de produtos turísti-

'Ti Ã^urante anos, desde seu malfadado aparecimento, o decreto-lei 2.294foi atacado, discutido em vários congressos e nada foi feito para derrubá-lo. Ao

Claro que essa oportunidade não foi isenta de trauma, já que

contrário, a própria

assisti ao trabalho de tantos anos

Abav o adotou em

que havia projetado a Abav-RS a uma posição de respeito entre as demais ser esquecido e, pior

da diretoria do Rio de

nova sede.

seu estatuto.

Bit e Ciga COS, onde discutem seus proble mas específicos — e estão certos — e as agências de viagens não têm onde fazê-lo, pois terão que compartilhar seus próprios pro blemas com colegas de atividade diversa, quando não conflitante

fornecedores por absoluta falta de conscientização de que são elas, as agências, as grandes propulso

com a

nos cabe.

sua.

Só a título de lembrete, recor

dem a prática do comissionamen to a funcionários de agências por parte de operadoras, além de premiações, concursos, cestas bási cas. Enfim, uma ingerência discu tível, sob todos os pontos de vis ta, de uma empresa sobre outra. O estupro consentido. E o que mais choca é que a

Abav é a mais poderosa entidade do turismo nacional. Poderia ditar

as regras do jogo, mantendo o mercado em níveis éticos mais

EXPEDIENTE Propriedade: PANROTAS Editora Ltda. Registro Público: 116-75— Registro no INPI: 003776 — Inscrição Estadual: 109.336.892.116. Registro no CGC-MF: 46.375.531/0001-60 — ISSN (Inlernalional Siandard Serial Number): 0102-3225. Classilicação Taríiáría Ilsca]: 49.02.01.00. Matriz: Av. Jubaquara, 1761, São Paulo, 04045-901, tel. (011} 584-0211. fax (011) 276-1602. Rlial: Av. Rio Bran co, 277, sala 1602, Rio ck Jandro, 2(XMO-009, tel.

modelo para nossos

Substituímos a

discussão de

idéias pela disputa de vaidades pessoais. Depois do congresso realizado em Porto Alegre, pensei que não veríamos mais a improvisação e a demagogia em nossos eventos, e que ele serviria de modelo para

(021) 2200249 e 240-9443 e fax (021) 220-3741.

REDAÇÃO Editon Joel Andrade Lóes - MTb 29736. Editora assistente: Ana Maria Donato. Subeditor: Adilson José Mion.

futuros encontros.^^ para cobrir despesas de alojamen to e mordomias da diretoria, con

esses fatos?

ato solene de abertura ser substi

E o Código de Ética? Como

tuído pelo üiunfalismo mais ridí

vai funcionar, se não temos nem

culo de um "acordo", de teor des

a coragem de discutir o repasse de comissões praticado aberta

conhecido por todos, entre a BBtur e a Abav. Naquele ato se

mente?

oficializou definitivamente a existência de BBtur em troca de

Onde estão os dirigentes isen tos e corajosos para enfrentar os

nada e — pasmem — sob aplausos. Vejo com preocupacão o apequenamento das agências de via gens, assumindo uma posição de humilde dependência junto aos

desafios? Onde estão os verdadei

DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO

hy, Adel Auada, Tasso Gadzanis.

Diretor: João Batista de Resende Mi randa.

ros agentes de viagens para exigir isso?

ABRAHÃO FILKELSTEIN diretor da Mercatur

ASSINATURAS Chefe de Assinaturas: Valderez Wallner.

Assistentes: (São Paul O Ana Paula B. Lo

pes; Lia Carla S. Bapi sta; Sandra Regina Oliveira e Rio de Janeiro: Márcio Ferreira.

DEPARTAMENTO CONTÁBIL DEPARTAMENTO DE ARTE

Coordenação de Tráfego: Alice Isshiki de Re

zende e Roí^i do N. Lacerda. Diagnunaçao e Arte-final: Juarez Eslevan dos Santos e Cláudio Maichin.Compoação: Marcelo tori e Rogério de Syllos.

PRODUÇÃO GRÁFICA

27 deste mês. As reservas

podem ser feitas na Interamerican

Representações Turisticas, representante «tclusiva da cadeia hoteleira no Brasil, comandada pelo experiente Ricardo A. Román, através do tel. (011) 257-4811.

Bons preços E os preços promocionais

da Ciga Hotéis são bem vantajosos. Nos hotéis Príncipe di Savoia e Hotel Palace, a diária em

apartamento single custa 280.000 liras italianas e, no double, 380.000 liras. Já no Hotel Duca di

Milano, a diária no single sai por 240.000 liras e, no apartamento double, 320.000 liras. Os valores incluem taxas e café da manhã continental.

T ransatlântico o Resta Marina,

transtiántico especialmente "adaptado" para cruzeiros pelo mercado latino-americano, passou a aceitar o cartão American

Express para reservas, gastos a bordo e excursões terrestres. Outra facilidade, diz Tasso Gadzanis, da Oremar, de São Paulo, é

que a tripulação fala também português e espar\hol. Maiores informações com a Oremar: tels. (011) 258-1244 e (021) 221-9455.

Austrália Os parques nacionais, as festas populares e as beléis praias da Sunshine Coast estão aumentando o movimento turístico nesta

região costeira da Austrália. Cerca de 1,2 milhão de visitantes deixam

* O acabamento e a impressão do JORNAL PANROTAS são da Lis Gráfica e Editora Ltda.

Auditoria feita na primeira edição de 27 de outu bro de 1992 pela

Gerente-geraVniia] Rio de Janeiro: Dariene Mello. Dir. de Promoções Internacionais: Tereza Lobo.

(021)220-3741.

Diretor: SérgioFigueiredoJanlim.

Bolsa Intemational dei

Turismo, na cidade de Milão, entre os dizis 23 e

anualmente US$ 427

04045-901, tel. (011) 584-0211. lelex (11) 56693 e fax (011) 276-1602 e Caixa Postal 1561 — 01059-970. Rio de Janeiro — Av. Rio Branco, 277, sala 1602,20040-009, telex 2133006 e fax

DEPARTAMENTO COMERCIAL

promocionais para quem

for participar da Bit —

Cândido Januário.

(R. Visconde de Pamafba, 2753, São Paulo, SP).

e Nelci Teresinha Amhold (Santa Caiarína).

oferecendo tarifas

Coordenação: Newton dos Santos. Fotoüto:

Chefe de Distribuição: João Lopes. Atendimento: São Paulo—Av. Jabaquara, 1761,

Norte), Roberto Gailicchio (Rio Grande do Sul)

A cadeia Ciga Hotéis está

Contador: José Roberto Massi.

Begosso, M. Penha Campregher, Marilani PisDEPARTAMENTO DE

Hotéis

selho e familiares. Não foi outra

ciado com mais de uma hora de

Entretanto, na abertura do

congresso em Foz do Iguaçu, ini

Fotógrafos: João Bastos Assistente de Redação; Rosemary Cataldi Ma

(Paraná), Paulo Fernando Craveiro (Pernambu

nossos eventos, e que

atraso, assistimos à ordem de um

nossos futuros encontros.

Revisor: Carlos Roberto de Carvalho

co), Antonio Roberto Rocha (Rio Grande do

veríamos mais a

a razão para aceitar inscrições de agências não asssodadas em nos so congresso em Foz do Iguaçu. Como cidadãos, podemos cri ticar o Congresso Nacional se em nossa própria entidade ocorrem

Colaboradores: Caio L. de Carvalho, Rodolfo Rizzotio, Doris M. Ruschmann, Wilson Raba-

Fonseca (Minas Gerais), Dayse Regina Ferreira

congresso realizado em Porto Alegre, pensei que não

ele serviria de

Promotores: (São Paulo) Antonio Joi^e Filho;

quiza(Brasnia), JoséMário Pinlo (Ceará), Ênio

ííjn Ã^epois do

Agora temos lutas entre grupos. Vide o exemplo de São Paulo.

(Rio de Janeiro) Nelice Figueiredo.

Lúcia Helena Sá Barreto (Bahia), Mercedes Ur-

Estamos perdendo a corrida contra o tempo. Muitas agências associadas jamais irão a um con gresso da Abav devido ao preço exorbitante que lhes é imposto

sibilidade de influir nas decisões.

Repórteres: (SãoPaulo)Cleide S. Pivoito,Gabriel

Correspondentes: Antonio Noya (Ala-goas),

Nossas entidades têm culpa total nessa questão. Jamais poderíamos perder a posição de liderança que

improvisação e a demagogia em

Ro^o Galcia; (Rio deJaneiro) Artur Luiz Andra

chado.

ras do turismo em todo o mundo.

adequados, preservando as agên cias de viagens, em sua grande maioria pequenas empresas sem condições de sozinhas enfrenta rem os predadores. Hoje as pequenas e médias agências perderam qualquer pos

de e Fabíola Bemfeito.

PANROTAS

231-3077. A sede nacional continua em São Paulo na

Âmbar e Ronaldo Monterosa nos

(Braztoa, Cobrat), bem como os

ço.

Associação Brasileira de Agências de Viagens — Abav Nacional: (011)

Janeiro, estiveram em São Paulo procuréindo uma

propusemos a trabalhar num pro

moveram n u n c a a

Anote o novo telefone da

7 de Abril, 742, 7-, região central, mas deverá mudar em breve. Há poucos dias, Sérgio Arroxelas e Beatriz Sanders, ambos

ainda, uma equipe de colegas jo vens, preparados para assumirem

jeto que batizamos de "Abav 2000", que visava preparar nossa 1 1 ao me

Abav Nacional

PUBLICAÇÃO SEMANAL

áA lYtce l^aterhouse Tiraeent: 9.000 exemplares.

milhões, infomia Ricardo Román, representante na América do Sul da Comissão Australiana de

Turísmo. Informações pelo tel. (011) 259-6100.


Pegaram no pé do Humberto Bruno, da

É preciso parar de

faculdades americanas. Ou

o congresso e

licitações

improvisar

Number One do Rio de

Janeiro, com a história de

ele estar na Inglaterra e de ser chamado de lorde. Que lorde que nada. A verdade é que Bruno estava na Califórnia e agora é "advisor" no Brasil para

Abav discute

Flávio Coelho

PAN-NOTAS "Advisor"

JORNAL PANROTAS — Página 3

ENTREVISTAI

Terça-feira, 15 a 21 de fevereiro de 1994

O novo presidente da Embratur vai acompanhar os trabalhos da subcomissão de turismo que defendem emenda de US$ 30 milhões para campanha de marketing

seja, se o aluno quiser estudar em faculdade nos

Estados Unidos, Bruno faz os contatos por lá,

aconselha o pretendente e dá todo o apoio necessário.

É um expert. Posição conquistada com muita seriedade e dedicação. Parabéns e sucesso. Para

mento dos programas no merca

o novo presidente da Embra tur, Flávio Coelho, tomou posse semana passada anunciando a dis posição de fazer gestões junto à

do. "É a iniciativa privada que sente na carne os eventuais erros

Marinha Mercante na tentativa de

contornar a atual legislação sobre navegaçãoo de cabotagem que cria dificuldades para o incremen

do setor público." A médio prazo, o presidente da Embratur quer resolver o pro

Rubens Santana, de Pernambuco

blema dos cruzeiros marítimos na costa brasileira. Como mudar a

dentes estaduais da Abav e da

legislação seria um processo mui

nova diretoria do conselho nacio

quem quiser mais detalhes

to dos cruzeiros marítimos na cos ta brasileira. Flávio Coelho consi

sobre os cursos da Number

dera um absurdo que, enquanto

conversar com a Marinha Mer

One: (021) 240-9669.

no Caribe "desovam" 60 navios

cante para encontrar uma fonna de permitir o livre trânsito de em barcações turísticas ao longo dos oito mil quilômetros de costa. Além disso, vai acompanhar os

Procaf Nomeados os novos

responsáveis pela Secretaria de Turismo e pela Diretoria de Turismo da Companhia de Desenvolvimento de

Cabo Frio (ProcaO- São eles, respectivamente, Gustavo Beranger e Ducilla Benetti. Boa sorte a ambos!

Costa a Costa o departamento de vendas da United Airlines no Rio de Janeiro está

comemorando a escolha de

Francisco da Costa, como "employee of the

year" (funcionário do ano), da área de vendas UA-Rio em 1993. "Esta

homenagem é mais que merecida, uma vez que ele é um profissional competente e muito querido por todos os agentes de viagens e grandes contas comerciais", disse Beatriz Solla, uma das integrantes do Fá-clube

DaCosta. Rosemary Montes, da reserva, e Rosemary Sousa, do aeroporto, também foram eleitas em suas áreas.

Parabéns a todos.

to demorado, Coelho pretende

nos oito mil quilômetros de costa, no Brasil circulam apenas três. "Isso se deve a uma legislação retrógada, de 1890, que restringe a cabotagem a navios de bandeira brasileira. Acho justo proteger

trabalhos da subcomissão de Tu

rismo da Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Gonzaga Motta (PMDB-CE), que está tra balhando pela aprovação de uma

mos nosso mercado, mas é preci so estabelecer uma diferença en tre o turismo e o transporte de cargas."

emenda de US$ 30 milhões, re

cursos que o governo pretende investir em uma campanha de marketing internacional. o que o presidente da Embra tur ainda não sabe é que são pou cas as chances de conseguir estes recursos no Congresso. Está em curso, entre as lideranças partidá rias, um acordo para que deputa

Viúvo, 51 anos, três filhos. Coelho estava há um ano à frente

da diretoria de marketing da Em bratur. Catarinense, empresário da área de comunicação e turismo, ele está acumulando a presidência da empresa com o antigo cargo até que lhe seja indicado o nome do novo diretor para a área de marketing. "A escolha é da com petência do ministro da Indústria,

dos e senadores não emendem o

orçamento deste ano, último desta legislatura, ainda traumatizados pelas investigações da CPI do Or çamento. Caso os partidos fechem este acordo, que tem apoio do

Comércio e Turismo, Élcio Alva res, e do presidente Itamar Fran co." O novo presidente da Embra tur diz que é preciso pai'ar de improvisar e planejar ações pro mocionais a curto e longo prazo. E promete apresentar ao setor, em breve, o programa de sua admi nistração. "Vamos colocar os car ros nos trilhos."

Entre as ações de curto prazo, Coelho cita o apoio que o gover no está disposto a dar à reversão da imagem negativa do Rio de Janeiro. Seu primeiro compromis so depois da posse foi, justamen te, viajar para a cidade, acompa

nhando o ministro Élcio Alvares, para avaliar o que já está sendo feito e como o governo poderá participar deste trabalho. De volta

Cerca de 250 convidados, entre os quais

o ministro Élcio Álvares e o secretário Carlos Luís de

Carvalho, estiveram na posse de Flávio Coelho na

presidência do Instituto Brasileiro de Turismo

a Brasília nesta semana, vai tratar

da constituição de um conselho informai, integrado por repre sentantes do setor para discutir as idéias do governo antes do lança

PMDB, PFL e PSDB, o programa de marketing para o exterior não vai passar da intenção do ministro Élcio Álvares e auxiliares. Um dos grandes defensores deste acordo é o líder do PFL, deputado Luis Eduardo Magalhães, que na última reunião para discussão do orçamento afimiou: "Se emendar mos este projeto com os mesmos critérios dos anos anteriores, ano

que vem estaremos todos nova mente às voltas com outra CPI do

A primeira reunião dos presi nal da associação foi marcada por temas polêmicos: descontos tari fários embutidos nas licitações, o

XXII Congresso em Recife e uma divisão de áreas de atuação entre

os diretores. Sérgio Nogueira, presidente nacional, apresentou a

resposta do DAC à consulta feita pela Abav sobre os descontosexi gidos por órgãos públicos nas concorrências para fornecimento de passagens aéreas. "A venda de bilhetes aéreos com tarifas dife

rentes daquelas registradas no DAC constitui-se em infração prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica", escreveu o briga deiro Renato Cláudio Costa Pe

reira. No caso de vendas para em

presas ou mesmo pessoas físicas o único instrumento de pressão, segundo a Abav, seria o Código

de Ética do Agente de Viagens, aprovado em agosto de 1992. Sobre o próximo congresso, previsto para Recife, deverá acon tecer dentro da normalidade, se

gundo Rubens Sant'Anna, presi dente da Abav/PE. "O governo do Estado entendeu a importância do evento", disse, fazendo um breve

relato sobre as providências que já foram tomadas e a participação da Abav na BTL e na Fitur, no

final de janeiro. A reunião serviu também para apresentação das funções de cada vice-presidente. Mário Tadros, do Amazonas, por exemplo, cuidará da área de Comunicação e Mar keting, Cícero Lage, de Minas

Orçamento."

Gerais, dos eventos (entre eles o

PÂMELA NUNES,

congresso) e da interação entre as Abav's, e .J.Leonardo, da Bahia, responderá pelo Receptivo.

Especial para o JP

United Airlines


Página 4 — JORNAL PANROTAS

Terça-feira, 15 a 21 de fevereiro de 1994

Meliá faz

PAN-NOTAS

parceria e amplia

Sheraton e as artes

rede no Brasil O Grupo Sol Meliá terá mais 55 hotéis no Brasil, em parceria com empresários locais. O obje tivo do grupo, segundo Gustavo Caballero, diretor de operações da Meliá no Brasil, é construir

hotéis nas principais cidades bra sileiras. Há projetos para Recife, Fortaleza, Natal, Belo Horizonte, Belém, Manaus, Brasília, São

Paulo, Porto Alegre e Curitiba.

No interior paulista, em Campiris, Rio Claro, Sorocaba, Franca, Bauru e São José do Rio Preto.

E ainda em Foz do Iguaçu, Lon drina, Novo Hamburgo, Uberlân dia e Carajás. Já operam o Meliá Maceió, o Sol Búzios, o Sol Pamplona e o

Salanova, continua

inovando. Agora, o 16®

tembro, o Porto Bracuhy, em An gra dos Reis (será inaugurado em

andar do hotel acaba de

ganhar um belo painel no hall dos elevadores, pintado pelo artista plástico Vandlnho, que já

março do próximo ano), o Sol Alphaville (abrirá em julho de 1995) e o Meliá Bahia, em Sal vador, que deve entrar em funcio namento no segundo semestre de

trabalhou ao lado de Hans Donner na Rede Globo. O

1996.

resultado e a receptividade

O Grupo Meliá opera no Bra sil desde 1961, sempre em paice-

foram excelentes e, se

os quais os grupos CST/Econômico, OAS/Serviease, Chap Chap, Constrazza e Engetécnica. A rede hoteleira é a primeira da Espanha, a segunda da Europa e está entre as 10 primeiras em todo o mundo. Suas origens re

Sol Champs Flysées/Anhembi.

montam a 1956, com a abertura

de uma pousada com 30 quaitos em Palma de Mallorca, Espanha.

todos os outros andares,

Foztur fará

workshop no

Chile e Argentina A empresa de turismo de Foz do Iguaçu — Foztur — fará em abril em workshop rodoviário in ternacional em duas regiões da Argentina e em duas cidades do Chile. Em uma semana, serão perconidos 5.343 quilômetros, com saída de Foz e passando pelas cidades argentinas de Córdoba,

Best Western

agora no Japão Com duas unidades, o BW

Richmond Hotel, em Tóquio, e o BW Gifu Paris Hotel, em Gifu, a rede de hotéis Best West chega ao Japão e pretende iniciar nova fase no desenvolvimento do setor

no país. Gifu City foi escolhida por sediar duas vezes por ano a Fashion Fiesta, que reúne compra dores, confeccionistas e designers de moda do Japão. Outra atração da cidade é a pesca primitiva rea lizada com pássaros treinados, se

guindo tradição de mais de 1.200 anos.

Mendoza, San Luis e Santa Fé, e

A localização do BW Gifu Pa ris Hotel é privilegiada, perto da Meitetsu Sf^tion. São 77 aparta mentos equipados com minibar,

as chilenas Santiago e Val^araíso. Na Argentina, participarão dos trabalhos 320 agentes de viagens e operadoras de turismo; no Chi le, 120 profissionais do setor. Os custos da viagem serão rateados entre os participantes.

TV, ar-condicionado e telefone DDI; há, ainda, infra-estrutura

para eventos, spa japonês e coffeshop ocidental, restaurante e o Pa

As reservas são feitas no Bra

Minas Gerais e Goiás. Mais de 5

240-5582.

mil quilômetros devem ser per

Verão

litoral Sul Brasileiro. Com o

corridos.

promocional

pode ter fundação

ou da estação de trem, também é

um atrativo a mais para os turis

Ângelo Mourão, diretores da Neway, no Rio de Janeiro, resolveram soltar diversas promoções no verão, atendendo desde o boy que vai entregar OPs na agência até os emissores. Os office boys

Os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul es

lhe permitirá firmar convênios e

tão estudando a possibilidade de transformar em fundação a Co missão de Turismo Integrado do Sul (CTI-Sul), com admissão de

não pode receber verbas ou doa ções nem firmar convênios. A reunião serviu, também, para dis

OP entregue. Diversas calculadoras também já

cutir a admissão de novos asso

novos associados.

emissores das primeiras

ciados, além dos organismos ofi

OPs que chegaram a cada dia na Neway. Teve gente passando OP por fax à

Já fizeram reunião

inicial

em Foz do Iguaçu, para anali sar os estatutos da fundação, e o passe seguinte será a aprova ção deste documento pelos go vernadores estaduais na próxi ma reunião do Codesul.

A fundação dará à atual co missão personalidade jurídica que

ter receitas. A CTI, atualmente,

ciais de turismo de cada estado.

Se a proposta for aprovada, poderão integrar a fundação en tidades representativas micro-regionais, secretarias ou organis mos municipais, associações do empresariado e outras ligadas ao

foram distribuídas aos

00:02 ou mandando o boy chegar na Neway às sete da manhã. Outras

promoções estão por vir.

ínforme-se na Neway: (021) 210-1288.

12 e 15 passageiros Motor Diesel 13 krri/litro

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'^ara Los Angeles, Japão, (Seul, íong Kong, Taipei e Dali, vôe com

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assistente de turismo da

do Iguaçu, preferindo as praias do

Turismo no Sul

aeroporto Fiumicino em Roma. "Nossa lancha exclusiva para os tranfers em Veneza, do aeroporto

quatro estrelas (60%), seguindose os de três estrelas (30% das vendas) e os de cinco estrelas (10%). As tarifas são sempre competitivas e comissionáveis para os agentes de viagens.

Cláudia Amarante, gerentes de território, e Elisângela Azevedo,

Sérgio Novis Filho e

única empresa que possui "welcome desk" e sala de espera no

sões e city tours. Em hotéis como o Beverly Hilis, em Roma, a Ita liatour chega a ter 40 quartos blo queados para seus clientes, que, obrigatori...nente, têm de ser pas sageiros da Alitalia em pelo me

argentinos, que aqui aproveitam os preços vantajosos em relação

Creusa Gibson e

ficante destes turistas vai a Foz

emissor da América Latina, com

retor da Jet Line, a Italiatour é a

diretor da Jet Line, nos hotéis

beu levas cada vez maiores de

cerca de 80 agentes de viagens. Renato Blandy,

cerca de 42% do receptivo brasi leiro. No entanto, parcela insigni

números do turismo no Brasil. A

Segundo Massimo Alfieri, di

restres exclusivos da Italiatour, como transfers, cruzeiros, excur

desde a dolarização da economia argentina, caiu o fiuxo brasileiro para aquele país e o Brasil rece

No dia 2 de março haverá nova turma. No último encontro, compareceram

e a repercussão junto aos agentes. Inscrições e maiores detalhes, com a Abav/RJ: tel. (021) 220-1846, fax: (021)

nos um trecho internacional.

Operando com hotéis de todas as categorias, a Italiatour tem suas maiores vendas, segundo o

nal do Iguaçu. A diferença cambial é uma das esperanças em Foz do Iguaçu:

cartão terá outra chance.

do que o mercado argentino: o chileno pode ser o alvo prioritá rio, porque possui, hoje, poder aquisitivo dos mais elevados. Em julho, será feita outra via gem de negócios, desta vez pelo interior do Brasil, passando por

decisão de realizar este

Argentina é, hoje, o principal pólo

ção é imediata, tanto para os ho téis quanto para os serviços ter

cataratas e as missões jesuíticas paraguaias e argentinas, que com põem o Pólo Turístico Internacio

Anote aí. Quem perdeu o treinamento que a Abav/RJ e a American Express fizeram para a venda de passagens aéreas com o

Amex, ficaram mais que

para os dois Best Western no Ja pão: tel. (011) 211-1414.

tas", diz ele.

estes turistas roteiros

Treinando

satisfeitos com o resultado

workshop foi tomada diante dos

sil, com a Jet Line, e a confirma

recer a

atraentes e culturais, incluindo as

personalizado para os hóspedes.

tur, no entanto, visa muito mais

risiense Bai'. Reservas no Brasil

pacotes especiais

workshop, a Foztur pretende ofe

cada um com uma pintura diferente. A idéia é criar um ambiente ainda mais

aos seus custos nacionais. A Foz

A

Italiatour mostra A operadora Italiatour, perten cente ao Grupo Alitalia, e repre sentada no Brasil pela Jet Line, tem bloqueio de quartos nos prin cipais hotéis da Itália, garantindo economia — os descontos podem chegar a 60% da tarifa no balcão — e comodidade aos agentes de viagens e seus passageiros.

aprovado pela Rede Sheraton, deverá ganhar

Catarata: o principal produto turísti. o de Foz

ria com empresários locais, entre

Estão sendo construídos o Sol Pi

racicaba, que fica pronto em se

O Sheraton Rio, agora sob o comando de Hcctor

Av. Aricanduva, 397 - Tatuapé

MItopic

Telefones: 293-6100/9141/4305 296-5957


Terça-feira, 15 a 21 de fevereiro de 1994

JORNAL PANROTAS - Página 5

MERCADO ECONOMIA

PAN-NOTAS Flot Antonio Auiísio diretor da

Flot, operadora de São Paulo, sempre foi discreto para divulgar seus feitos profissionais, mas foram

PAÍS

CAMBIO

PAIS

3,42 Rends

HONG KONG

1,75 Marco

ÍNDIA

31,29 Rúpias

AUSTRÁLIA

1,72 Dólares

INGLATERRA

1.48 Libras

Fixo + comissão. Tratar com

2,96 Shekel

Antonia pelo tel. (011) 241-

ÁUSTRIA

12,36 Xelins

ISRAEL

36,26 Francos

ITÁLIA

1.964,15 Liras 108,59 Ienes

CANADÁ

1,34 Dólares

JAPÃO

DINAMARCA

6,79 Coroas

MARROCOS

EGITO

3,36 Libras

MÉXICO

3,09 Pesos

PORTUGAL

176,71 Escudos

142,07 Pesetas

ESPANHA

FINLÂNDIA

5,96 Marcos

QUÊNIA

5,87 Francos

SUÉCIA

FRANÇA GRÉCIA

249,65 Dracmas

SUÍÇA

HOLANDA

1,96 Florins

TUROUIA

quase um mês. Mas isso não tem nada a ver com

seu trabalho. Os vôos estão lotados e saindo no horário. Tudo sem

problemas. O motivo é que ele tem que dar atenção especial, às vezes noturna, á Beatriz Trinca, que

67,36 Xelins 7,96 Coroas 1,46 Francos

coquetel, saiba que o restaurante The Collection, do grupo RA, o mesmo responsável pelo catering de 30 companhias aéreas, tem serviços especiais.

ICV

ICVM

(DIEESE)

(ORD^ON.)

AGO

33,34

33,53

33,53

33,97

35,05

32,76

tos com Décio pelo tel. (011)

SET

35,63

36,99

35,28

34,12

35,70

33,80

37-9427.

OUT

34,12

35,14

35,04

35,23

34,61

34,97

Emissor(a)

NOV

36,00

35,84

36,15

35,84

36,83

35,86 .

DEZ

37,73

36,22

38,32

38,52

36,75

37,91

39,07

40,30

46,48

2.848

2.752

2.989

AdemTours Viagens — In ternacional, com experiência mínima de 3 anos e prática em terminal de companhias aéreas.

JAN/94 Acumulado 12 meses

2.489

2.708

2.480

1307, 12Mel. (011) 883-6877. Dei Mare Turismo — Inter

ALUGUEL

COMERCIAL IPC - FIPE MES DE REAJUSTE

ANUAL

SEM.

QUADR.

TRIMES.

(%)

(%)

(%)

(%)

(%)

BIMES.

JAN

25,9020

5,9844

3,4128

2.5446

1,8817

FEV

28,5290

6,4146

3,5700

2,6400

1,9434

COMERCIAL IGP-FGV MÊS DE

ANUAL

QUADR.

SEM.

TRIMES.

BIMES.

REAJUSTE

DEZ

25,5007

5,8402

3,3857

2,5355

JAN

28,0816

6,0860

3.4539

2,5213

1,8509 1,8657

ANUAL

QUADR.

SEM.

TRIMES.

1,8832

Lobos, tel. (011} 945-2660

FEV

29.4800

6.3054

3.5367

2.6190

1.9236

e 945-3361.

SALÁRIO

UFIR 29/12

179,92

30/12

182,50

ANTECIPAÇÃO MENSAL: 30)25 % (Fevereiro) s/ salário dc

31/12

185,12

Grupo A (Janeiro, Março e Abril)

03/01

187,77

Grupo C (Maio, Julho c Agosto)

04/01

190,64

Grupo D (Setembro, Novembro e Dezembro)

05/01

193,56

REPOSIÇÃO QUADRIMESTRAL EM FEVEREIRO:

06/01

196.51

de 40 minutos. Preço de

07/01

199,51

ida e volta: só CR$

10/01

202.56

1.000,00 por pessoa.

11/01

205,75

Detalhes com a central de

12/01

'208,99

reservas Adrik, tel. (011)

13/01

212,28

DIA

TR(%)

FATOR

Diária

AC UM.

14/01

215,62

17/01

219.01

18/01

222,47

PARA CATEGORIA COM DATA - BASE

EM FEVEREIRO. JUNHO E OUTUBRO

(GRUPO B)

25933 % s/salário deoutubro de 1993 para quem ganha alé CRS 256.974,00

SALÁRIO MÍNIMO

04/02/91

de Controle em Cozinhas, de

21 a 25 de março. Administra ção de Restaurantes Comer ciais, de 21 de março a 7 de

29/12

45,51

1.6441287

30/12

46,26

1,7432738

31/12

41,23

1,6574892

abril. Higiene na Manipulação

01/01

41,44

1,6646821

de Alimentos, de 21 a 25 de

02/01

44.29

1,6805790

03/01

47,19

1,6948726

1,7074720

04/01

47.61

05/01

48,10

1,7221281

06/01

45,20

1,7096404

07/01

42,54

1,7021939

MÊS

CRS

09/01

45,77

1,7277553

OUTUBRO

12.024,00

10/01

48,88

1,7394162

NOVEMBRO

15.021,00

11/01

49,34

1.7590107

DEZEMBRO

18.760,00

12/01

50,02

1,7791124

JANEIRO/94

32.882.00

13/01

FEVEREIRO/94

47,58

1.7848330

42.829,00 14/01

45,28

1,7944470

15/01

42,93

1,8019671

16/01

42.93

1,8019671

17/01

45,82

1,8124326

18/01

46,64

1,8396231

225,99

diretor do Grupo Sol Meliá,

229..56

é quem avisa sobre o início

21/01

233.19

das operações do hotel

24/01

233,19

Victoria Marina, em

25/01

240,82

Setembro/93

Salvador, padrão cinco

26ni

244,73

Outubro/93

75,90

19/01

47.20

1,8581092

Novembra/^S

102,59

20/01

44.75

1,8663930

UFIR (MENSAL)

de Risco por Pontos Críticos

1,6398748

19/01

março. Informações e inscri ções: Av. Francisco Matarazzo, 249, São Paulo, SP, tel. (011) 263-2511. 1

High School/Colegial. Student Information Service tem

programas de intercâmbio em nível colegial para Estados Unidos, Canadá, Austrália, In

glaterra, França, Alemanha e

27/01

248,70

Dezembro/93

137.37

21/01

41,94

1,8604325

Nova Zelândia a partir de US$ 2.950,00. Destina-se a jovens entre 15 e 18 anos que estejam cursando o Segundo Grau no

28/01

252,84

Janeiro/94

187,77

22/01

41.91

1,8592993

Brasil e tenham bom conheci

31/01

257,05

Fevereiro/94

261.32

23/01

44,76

1,8667449

01/02

261,31

24/01

47.68

1,8739012

25/01

47.69

1,8742296

02/02

266,14

26/01

47.81

1,8781697

UFMESP - UNIDADE RSCAL DO

27/01

45.09

1,8783433

MUNICÍPIO - MENSAL

28/01

42,28

1,8732597

mento do idioma do país esco lhido. Embarques em agosto de 1994 e em janeiro de 1995, com inscrições até 30 de mar ço e 30 de outubro respectiva mente. Mais informações e inscrições: Rua Barão de Capanema, 220, São Paulo, SP,

exclusivos.

Newton Vieira, da South

03/02

271,05

Marketing, não brinca em serviço. Está com nova representação: Guest Intemational, um produto

ma

276,05

07/02

281,15

informações em breve.

Ceatel — Centro de Estu

45,37

28/12

20/01

quentíssimo. Mais

Beijing Turismo — Para Dept® de Contas Correntes, com experiência comprovada. Preferência para quem conheça a Região do ABC. Falar com Celso ou Renato pelo tel. (011)

Turismo e Hotelaria. Análise

TR

Janeiro alé CRS 256.974,00

30 lugares para transporte

Novidade

Promotor(a)

dos de Administração em

írainejra. a QueenJoiy, de

estrelas, com ancoradouro e serviços de teleférico

pelo tel. (011) 257-7515.

CURSOS 2.5431

Gustavo Caballero,

vas Sabre. Contato com Cida

BIMES.

REAJUSTE

3,4403

Sol meliá

nacional, com experiência comprovada. Indispensável ex periência no sistema de reser

448-5500.

COMERCIAL IGPM - FGV MES DE

5,9509

543-5192.

volver setor comercial. Conta

Tratar à Rua Haddock Lobo,

26,6746

entre as praias de João Fernandes, Ossos, Centro e Tartaruga, com intervalos

Agência de turismo, com clientela e patrimônio forma dos, procura sócio para desen

IPC (nPE)

IGPM

JAN

Búzios, aquele paraiso, acaba de ganhar uma

(011) 283-4144.

(FGV)

Reservas: Albertíno \^la

Moda em Búzios

— Administrativo/Contábil,

para agência na Av. Paulista. Urgente. Marcar entrevista com sr. Marcello pelo tel.

IGP ÍFGV)

de um lugar no Aeroporto infra-estrutura para banquetes ou um simples

Tivoli Viagens e Turismo

INPC (IBGE)

Se a sua empresa precisar de Guarulhos (SP), com

Auxiliar

Diretor comercial

nasceu no último dia 15 de

Guarulhos

7743, no horário comercial.

MÊS

janeiro. Muitas felicidades à família Trinca.

com 2 anos de experiência.

17.175,61 Liras

EVFLACAO

tipo.

o Trinca da American Airiines de São Paulo não tem dormido muito bem há

9,60 Dirãs

Fonte: Banco Europeu para a América Latina — Pesquisa feita em 08/02/94

mais de mil eventos deste

Beatriz

7,71 Dólares

BÉLGICA

computadores. Ali, a Flot continuará promovendo

para agentes de viagens. No cino passado, realizou

Tuccitur Viagens e Turismo — Nacional e internacional,

ALEMANHA

com toda sorte de

seminários e treinamento

CAMBIO

ÁFRICA DO SUL

tantas as conquistas em

1.993, que dá pra alardeá-los orgulhosamente. Entre elas, está a compra de escritórios próprios (Av. São Luís, 50 16'- andar),

Atendente

DÓLAR

08/02

286,34

09/02

291,63

10/02

297,01

n/02

302,49

Mês

CRS

Agosto/93

42,79 • 56,48

OUTROS IMPOSTOS

CRS 12.503^9 (Fevereiro)

29/01

42.39

1,8774035

UFMESP - UNIDADE RSCAL DO

3cyoi

42,39

1,8774035

MUNICÍPIO - ANUAL

31/01

42,39

1,8774035

01/02

39,86

1,8812077

02/02

39,34

1,8601266

tels. (01.1) 852-6333 e 280-

03/02

38.77

1.8369328

6071.

CR$ 9.026^6 UFMESP - TRIMESTRAL

(Janeiro,Fevereiroe Março)

CRS 9.02636

I


DEPOIMENTO

Página 6 — JORNAL PANROTAS

Terça-feira, 15 a 21 de fevereiro de 1994

Reflexões sobre os caminhos do turismo nacional Não é nada fácil sedimentar

e já estão em funcionamento a

uma estratégia que seja cumprida para o turismo brasileiro, inde pendentemente de bons ou maus

CTI-SE, a CTI-CO, a CTl-Sul, a CTI-Amazônia. Os Estados, uma

vez aglutinados, possuem um po der maior de negociar, captar re

governos.

Hoje, mais de um ano após a chegada à Secretaria Nacional de Turismo e Serviços do MICT, te mos uma visão clara do que já foi feito, do que está sendo feito e do que falta fazer, para transformar nosSo país num grande pólo turís

cursos e encontrar caminhos cria

tivos para seu melhor desenvolvi mento turístico.

O terceiro ponto, que é fun damental para que possamos criar uma melhoria geral na qualidade dos serviços e na infra-estrutura turística receptiva, é o ordena mento e aprimoramento do turis mo, a partir da base, ou seja, o município. O programa de municipalização do turismo está atra

tico mundial.

Acreditamos que em 1994, mais do que em 1993, a indústria

tunstica continue despertando di versos segmentos da sociedade, sobre seu importante papel em nossa economia e seu enorme po

sado devido a uma falta de visão

de parte da Embratur. Agora em 1994, ele deve deslanchar, pois te mos um companheiro leal como presidente do Instituto, e a deci

tencial.

A grande imprensa, acostuma Caio Luiz de Cairalho

da a falar de turismo só na alta

temporada, já começa a ceder es

e dele estão tirando dividendos.

paço para comentar o setor como fato econômico e social. Além

Na região Nordeste, Antônio Car los Magalhães, Ciro Gomes, João Alves e Agripino Maia. No Sul do país, sem dúvida Uilson Kleinubing se destaca. Mas falta levar essa vontade política ainda a ou tras regiões. No governo federal, a decisão do presidente Itamar Franco em criar o Ministério da Indústria, do

disso, está claro que a disposição e vontade política do nosso novo

ministro, senador Élcio Álvares, em priorizar o setor dentro do MICT vai ter bons resultados.

Em seu discurso de posse, e no primeiro contato que com ele tivemos junto com o novo presi dente da Embratur, Flávio Coe lho, ficamos entusiasmados.

Comércio e do Turismo sem dú

Além de homem competente, tem os pés no chão, e sabe que temos menos de um ano para implantar uma série de medidas.

Sempre tivemos consciência do nosso inesgotável apelo turís

tico, sua diversidade de produtos e seu fascinante poder de atração juijio a consumidores ávidos por Se olhamos para dez anos atrás, sem dúvida veremos que evoluímos muito, ainda que deva mos reconhecer nossa ridícula

performance em conseguir captar fluxos turísticos internacionais.

Afinal, no ranking de Organiza ção Mundial de Turismo de 1992 ocupamos um modesto 45® lugar, atrás até mesmo da Argentina. No entanto, a indústria de viagens e turismo deverá faturar no Brasil, em 1994, cerca de US$ 45 bilhões, da Austrália.

Sempre afirmamos que o su cesso ou não da indústria turística

dependia, além da competência do sete. privado, da vontade e decisão política de governantes em priorizú Ia. Pois bem, hoje po demos citar diversos governado res que levaram o turismo a sério

ociosidade nas taxas de ocupação anual, ansiosa por uma atuação governamental na promoção ex

são firme do ministro em executar

o plano. Além disso, existe a par ceria que foi firmada entre a Se cretaria Nacional de Turismo e

Serviços, Embratur, o Banco do Brasil e a Amptur - Associação dos Municípios de Potencial Tu

terna do Brasil, de forma a rever

rístico.

ter esse quadro. Os cinco pontos traçados pela

O quarto ponto só foi possí vel executar graças ao fato de o turismo ter hoje um status minis

Secretaria Nacional de Turismo e

Serviços, quando de sua criação em novembro de 1992 e apoiados totalmente pelo ministro José

questões estruturais do turismo

que representa o setor para a eco

nacional.

Eduardo de Andrade Vieira, estão bem definidos e são fundamentais para começarmos a

mexer nas

O primeiro é o engajamento da iniciativa privada em todo o processo decisório. Isso se tomou possível com a reativação da Câ

etc.

mara Setorial de Turismo. As

Se em alguns Estados e re giões já estão fazendo seu papel, com órgãos oficiais de turismo competentes e através das Comis sões de Turismo Integrado, não podemos deixar de constatar que

propostas apresentadas pelas maiores lideranças privadas prati camente esgotam a necessidade de que cada governo que assuma desperdice tempo e dinheiro na elaboração de novos planos. A

terial. Refiro-me ao desenvolvi

mento das ações interministeriais. A experiência mostrou a impor tância de ter sido criada uma Se cretaria Nacional de Turismo e

Serviços. Foi ela a responsável pelo diálogo e elaboração de por tarias conjuntas em diversas áreas. Como exemplo, os projetos de implantação dos comitês "Fly to Brazil" no Exterior e a criação de uma agência de promoção para investimentos em conjunto com o ministério de Relações Exterio res. Também podemos citar a portaria interministerial publicada pelos ministros da Indústria, do Comércio e do Turismo, da Edu

não está, ainda, claramente defi

existência de uma Câmara Seto

cação e Desportos e do Trabalho, que busca ações que melhorem as possibilidades para formação de

nido um Sistema Nacional de Tu

rial de Turismo que reúna quase

mão-de-obra.

rismo eficiente, integrado e com receitas compatíveis com as ne cessidades ditadas pelo mercado

uma centena de entidades e lide

idioma não é o português e a

ranças da indústria privada foi um avanço histórico e ela muito tem feito para solucionar antigos im passes de legislação e questões pendentes junto a órgãos gover

moeda não é o cruzeiro.

namentais.

mundial. Afinal, a indústria do turismo é internacionalizada, o

situando-se em 10® lugar, ao lado

hotelaria, com cerca de 40% de

vida foi imponante e começa a dar os primeiros resultados. Os ministros da Fazenda, do Planeja mento, dos Transportes e de Re lações Exteriores, por exemplo, têm hoje uma visão mais real do nomia brasileira, seu poder de ge ração de empregos, de formar mão-de-obra não qualificada, de senvolver regiões integrando-as

conhecer novos destinos.

ristas de todo o mundo que pode riam estar vindo para o nosso país. Enquanto isso, temos nossa

Se queremos competir, deve mos raciocinar de acordo com os

padrões da concorrência interna cional, que não perde tempo na sua profissionalização e a cada dia vem captando divisas com tu

O quinto e último ponto é o trabalho de conscientização de nossa classe política e empresa rial, sobre a importância da indús tria para o país. Sempre afirma mos que, para certas regiões bra sileiras, só ela poderá ser o ins trumento para sua redenção eco

tric Forescasting Association, foi de vital importância para rever termos essa imagem negativa. Um setor que emprega 6 milhões de pessoas direta e indiretamente, que arrecadará em 1994 cerca de US$ 7,8 bilhões em impostos di retos, indiretos e pessoais, e mo vimentará US$ 45 bilhões, não pode ser ignorado. Devemos imaginar que essa indústria, uma vez consolidada,

poderá render para o país uma política nacional de turismo que

tenha o aval da sociedade e que, acima de tudo, tenha continuida de.

A criação em 1993 das Sub comissões de Turismo na Câmara

dos Deputados e no Senado Fe deral foi outro passo importante. Para nossos parlamentares, a imagem era de ser muito ôbaôba e pouca criatividade. Qual a razão de defender um segmento que jamais teve com

petência para ir buscar indicado res econômicos com credibilida

de e mostrar caminhos objetivos? As palestras e simpósios era 18 Estados brasileiros serviram

para que pudéssemos levar todos esses conceitos, experiências, certezas e incertezas aos compa nheiros de lutas.

O Brasil é um país que não gosta de planejar. Isso nos custou muito caro e, se queremos atingir metas, o planejamento estratégi co e uma estrutura racional são

essenciais. Não dá para perder mais tempo, ou ficar "esperando Godot".

Outio ponto que defendemos e esperamos que um dia se tome realidade é a necessidade de não

mais deixarmos que pára-quedistas e pessoas sem nenhum víncu lo com o nosso segmento ve nham a ocupar cargos públicos ligados à área. O ideal seria que os futuros presidentes da Embratur e Secre tários Nacionais de Turismo fos

sem sabatinados no Congresso Nacional, como o são os direto res do Banco Central.

Hoje, por sorte, temos um

presidente da Embratur que é agente de viagens e uma equipe

O segundo ponto era conse guir segmentar a ação de marke ting nas diversas regiões brasilei ras. O exemplo bem-sucedido da

World Travei and Tourism Coun-

CTI-NE - Comissão de Turismo

cil, patrocinado pela Amex e ela

CAIO LUIZ DE CARVALHO,

Integrado do Nordeste foi seguido

borado pela Wharton Econome-

Secretário Nacional de Turismo

nômica e social. O recente rela

tório divulgado pela WTTC -

de técnicos na Secretaria Nacio nal. E amanhã?

Algumas providências necessárias 1. Criar um Sistema Nacional de Turismo nos moldes do proposto pela Universidade de São Paulo.

2. Definirmecanismos que pos sam gerar uma receita própria para promover o turismo interna e exter namente.

3. Receber através do MICT

uma dotação orçamentária mínima de 2% do valor que o país arrecada com o turismo. Hoje isso significa US$ 30 milhões, já que o Banco Central aponta para VS$ 1,5 bilhão a

receita da conta turismo. Essa

verba seria para criar a imagem do produto Brasil junto aos mercados internacionais, de forma que possa mos aumentar sensivelmente o nú mero de 1,6 milhões de turistas es

trangeiros por ano. Se levannos em

cessão de vistos para turistas es

consideração que a Jamaica imveste ÜS$ 25 milhões...

do as menores taxas de ocupação na baixa estação.

luções alternativas possam surgir. A Embratur é uma marca consolidada

trangeiros que queiram visitar o

4. Concessão de selos de quali

8. Projeto para revitalização do

no E.\terior e deveria ser preservada

Brasil.

dade para os diversos segmentos que compõem o mercado, buscando sempre a excelência nos ser\'iços tu rísticos e com competitividade com os concorrentes.

5. Integração dos órgãos de tu rismo públicos e privados com as universidades, aproveitando suas técnicas, metodologia de pesquisa etc.

6. Definição de uma Política Nacional para o Etoíurismo, de co mum acordo com as partes envolvi das nas questões ambientais. 7. Barateamento do turismo do-

méstjco, principalmente aproveitan

turismo nas estâncias turísticas.

9. Uma campanha interna de conscientização da importância de conquistar o turista que nos visita.

10. Revitalização ou busca de um modelo que possa fazer da Em bratur um órgão eficiente, inde pendentemente de presidentes com petentes ou não. A mudança do Ins tituto do Rio de Janeiro para Bra sília, da forma errônea como foi feita, acabou gerando uma inércia inaceitável. Técnicos excelentes iso lados no Rio de Janeiro deixam de

ser devidamente explorados pela sede de Brasília. Por outro lado, um

corporativismo cego impede que so

dentro de um novo modelo. Estamos

esperançosos que, com o apoio do ministro e no bom relacionamento

com o novo presidente Flávio Coe lho, possamos dei.xar para o futuro governo um organismo mais sólido. 11. Recriar o Conselho Nacio nal de Turismo com uma composi ção paritária entre entidades priva dos e órgãos governamentais. Entre as funções maiores, caberá a esse Conselho ser gestor de verbas orça mentárias ou não destinadas ao fo mento da indústria turística brasilei ra.

12. FaciUtação dos entraves burocráticos e diplomáticos na con

13. Criação do PPP —Progra ma de Promoção e Parceria nos

moldes do executado em países da Europa. O governo, mediante apro vação de projeto apresentado, des tina recursos de até 50% de seu

valor a Estados, regiões, entidades ou empresas privadas que desejarem investir na promoção de produ tos turísticos brasileiros no mercado doméstico ou internacional. Isso

possibilitará que sejam priorizados projetos competentes e que os recur sos governamentais sejam duplica dos.


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Jornal PANROTAS - Edição 69 - Fevereiro/1994 by PANROTAS Editora - Issuu