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A ILHA DE PÁSCOA, NA COSTA CHILENA, RESERVA AO TURISTA MUITOS MISTÉRIOS ...Caderno Turismo. Páginas 6 a 11
SUSANA VIEIRA TRAZ MONÓLOGO DIRIGIDO POR MIGUEL FALABELLA A BH ... Página 12
NOVIDADES DA MODA PRAIA PARA O VERÃO ... Páginas 22 e 23
ALÉM DO DESIGN REPAGINADO, NOVO HONDA CIVIC EVOLUI EM COMPORTAMENTO ... Caderno Super Motor. Páginas 18 e 19
DANIEL CHIACOS/DIVULGAÇÃO
5 a 11 de novembro de 2016 ANO XXVII número 1371 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE DENILTON DIAS
CARNAVAL
GEEK Maior evento de tecnologia do mundo, Campus Party acontece pela primeira vez em BH e promete, além das maiores novidades do ramo, muita zoeira e diversão para seus participantes, os campuseiros
Karol Miranda coleciona entradas de Campus Paty; a mineira já participou de sete e não vai perder a de BH
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opinião
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VITTORIO MEDIOLI
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Editorial
Black Friday: esperança para comprar barato e vender bem
Tradução do silêncio
UARLEN VAL[ERIO
Três em cada quatro brasileiros que fazem compras online já participaram de alguma edição da Black Friday, de acordo com levantamento do Google. Neste ano, a megapromoção do e-commerce acontece no dia 25 de novembro (começa na virada de quinta para sexta-feira), e a expectativa não é apenas de quem está ansioso para comprar mais barato, mas também dos lojistas, que esperam um alento em meio a um ano bem difícil para o varejo. Mas, para comprar e vender bem, o consumidor e o vendedor precisam se preparar. Confira em nosso site, dicas para se preparar e comprar em segurança.
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O
tradutor ofi- paz e acordos comerciais firmacial da corte dos entre homens de Estado”. inglesa, o poA palavra certa no momento liglota Gio- certo desanuvia, penetra no íntivanni Florio mo, abre o coração, conquista terversado ao ritórios e riquezas, ergue a paz no mesmo tem- meio das incompreensões. Mas po nos idiomas latim, italiano, ale- cuidado, “para compreender o mão, francês, espanhol e inglês, ânimo de um homem, é preciso melhor que qualquer outro da sua escutar como fala, pois a maioria época, sustentava que, para “inter- das coisas fica sem ser dita, nas pretar corretamente o silêncio, entrelinhas. Todavia, a parte nãoera necessário conhecer muito dita é a mais importante, referebem a língua de um homem.” Ele, se ao que foi dito e fixa o sentido entre muitos, era quem mais admi- da verdade”. ração recebia de Elizabeth 1ª pePode parecer complicado, las suas “tradumas basta penções” introspectique o hoA palavra certa, sar vas, pelo “fumus” mem por tendên(fumaça) que capcia egoísta, o no momento tava do não-dito. preservacioniscerto, pode A palavra “é precita, foge do que so lembrar” é um lhe desagrada, iluminar o ato de criação, do que o complicaminho, abrir ca, do que o desuma magia. Faz surgir do nada oba porta de um mente, do que o jetos, sentimenfaz lembrar que ambiente tos, circunstânestá em falta cias. Gera a imasublime. Pode com a verdade. gem que não foi O Mestre entambém possível se presinou como o senciar. Estimula cisco no olho entristecer, a descer mais funalheio assume aterrorizar, do na interpretamais gravidade ção, a roubar os que a trave que levar à morte segredos dos ancega a visão do jos, as maldades próprio estulto. dos diabos. Pois é por aí, “as palavras são as A palavra certa, no momento cores de um quadro; o silêncio, certo, pode iluminar o caminho, as sombras”. Por isso precisa-se abrir a porta de um ambiente su- prestar mais atenção nas áreas blime. Pode também entristecer, negras; nelas, como no silêncio, aterrorizar, levar à morte. o indivíduo esconde o que o inFlorio tinha ciência de que comoda, o que o povo não pode uma má tradução poderia provo- sonhar. car perda irreparável, condenaTranscorridos 420 anos, se o ção imerecida, até guerras e horro- tradutor de Elizabeth 1ª reencarres. Bem por isso, no final de sua nasse no Brasil teria que se dediexistência, forjado pelas responsa- car a “traduzir o silêncio dos culbilidades que enfrentou, confessa- pados”, daqueles que do trono fava que “a gramática e a palavra lam quase todos os dias. Falam eram meios mais úteis a pacificar sem parar, falam por medo de ter a humanidade que tratados de que escutar.
JOÃO GODINHO
Infância TREINAMENTO DESCONSTRÓI A CULTURA DAS PRINCESAS O estereótipo de meninas criadas como em conto de fadas é combatido nos cursos de ‘desprincesamento’, em que elas aprendem sobre empoderamento e amorpróprio; mas, para especialistas, o ideal é ter liberdade para transitar entre a ‘fofa’ e a moleca. Leia mais sobre o debate
Mentira gera culpa, mas cérebro fica acostumado DISNEY/DIVULGAÇÃO
Pesquisadores da Universidade College London, no Reino Unido, descobriram que o ato de contar mentiras, mesmo as pequenas, que parecem inofensivas, acostuma o cérebro às emoções negativas associadas e, com o tempo, pode encorajar as pessoas a contarem mentiras maiores. Isso porque o sentimento ruim de enganação se reduz, levando à repetição. Para especialistas, a mentira está em todo lugar. Confira.
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vittorio.medioli@otempo.com.br Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE
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reportagem
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CAMPUS PARTY> Com a vinda do evento de tecnologia à capital, veteranos contam experiências
Vida de campuseiro FOTOS CAMPUS PARTY BRASIL/DIVULGAÇÃO
Bárbara Janeiro de França 2014, São Paulo, parq u e d o Anhembilotado. Com a perna quebrada, a estudante de moda Bruna Jacom, 31, já estava sendo levada de maca quando, de repente, avistou uma avalanche de pessoas vindo em sua direção. “Foi assustador!” Mas nada grave aconteceu. Eram “apenas” centenas de indivíduos correndo com as mãos para o alto, tentando alcançar um drone que carregava um brinde. “Coisas da Campus Party”, conta ela, divertida, sobre mais uma aventura da vida de campuseiro. Campuseiro? Participantes da Campus Party, o maior evento de tecnologia do mundo, eles vão invadir Belo Horizonte pela primeira vez, na semana que vem. A partir da próxima quartafeira (9), cerca de 3.000 aficionados por computadores, games, robôs e tudo o mais relacionado ao mundo hi-tech estarão na cidade para acompanhar o que há de ponta no ramo da tecnologia. E também para se divertir. E muito. Em meio a telas, cabos, máquinas e palestras (leia mais na página 4), sempre há espaço para “novos amigos de infância”, memes, zoeiras, barracas agitadas na madrugada, inícios e términos de namoro (e, bem, até sexo), competição de dança e corrida de cadeiras, segundo relatos de quem já foi a uma – ou a várias – edições ao longo dos quase dez anos de existência da Campus Party no Brasil. “A gente divide nossos dias na Campus Party entre palestras, conversas, jogos, comidas, conversas outra vez e por aí vai! Não é apenas um evento para estudo, mas também para interação”, aponta Karol Miranda, 30, formada em publicidade e propaganda e organiza-
MINHA BARRACA, MINHA VIDA No grupo “Campus Party MG” do Facebook, campuseiros dão dicas sobre o que não pode faltar de jeito nenhum na mala de quem vai ficar acampado todos os cinco dias de evento.
Jovens se casam na Campus Party de São Paulo ao som da “Marcha Imperial”, trilha de Darth Vader em “Star Wars”
Campuseiros e seus personagens prediletos
dora da UaiFi, caravana que leva mineiros à Campus Party paulistana há mais de seis anos. Karol, que “estreou” no evento em 2010 em busca de inovações na sua área, conheceu em um deles seu atual namorado e coleciona histórias desseque épara ela umaespécie de Carnaval Geek. “Em 2011, muita gente se lembra da Campus Party por causa do apagão. Apesar de ter sido ruim naquele momento, é uma das melhores lembranças. A energia caiu e ficamos sem luz e sem internet por bastante tempo. Os campuseiros fizeram uma espécie de protesto, correndo com cadeiras na cabeça”, conta ela, entre risos. Virou tradição e hoje a corrida de cadeiras é uma prática e um clássico.
Optar por maratonas de pijama está ok
Conhecidos também como geeks ou nerds, os campuseiros nada têm do estereótipo antissocial traçado em séries como “The Big Bang Theory”. Muito pelo contrário, costumam ser interativos e espirituosos. Num evento onde um dos principais atrativos é a internet ultrarrápida (chega a 40 GB) e uma pane do sistema pode ser o pior dos mundos, Paulo Mota, 24, estudante de ciências da computação em Florestal, na regiãocentral do Estado, se lembra da solução divertida encontrada pela organizaçãopara acalmar os ânimos. “Colocaram, num telão enorme, aquele episódio do Pica Pau nas cataratas, em que os personagens ficam gritando ‘aêêê’. Logo estava todo mun-
do entretido, gritando junto, fazendo graça”. LADO B Mas não só de preocupação com ainternet vive a Campus Party. Encontrar uma cerveja para relaxar depois de um dia intenso de palestras e hackathons, as maratonas de programação, é um desafio, uma vez que não são comercializadas bebidas alcoólicas dentro do evento. Foi a partir dessa demanda que, segundo Danilo Amaral, 29, surgiu a Campus B, reunião de campuseiros com direito a isoporzinho do lado de fora. “Quando ia chegando a noite, alguém dava a ideia de tomar umacerveja e combinávamos de nos encontrar na porta. Fazíamos uma vaqui-
nha, alguém ia comprar e cada dia aparecia mais gente. Tinha quem voltasse para a barraca de manhã, dormisse o dia todo e só aparecesse de novo na Campus B”, se diverte o designer de Guarulhos. É comum ouvir dos campuseiros que não se dorme no evento e é na madrugada que a zoeira vem à tona em sua forma mais feroz. Marina Porto, 21, por exemplo, virou meme após ter ousado dormir num sofá e uma imagem sua com um cabo de rede na boca foi parar nas redes sociais, alcançando centenas de compartilhamentos e comentários. “Virei a ‘mina do cabo RJ-45’. As pessoas vinham querendo tirar foto comigo no dia seguinte”, conta a estudante, sobre seus 15 minutos de fama. Bruna Jacom, que teve uma Campus Party interrompida por uma perna quebrada e pelos momentos de tensão (e risadas) narrados no início desta reportagem, continua querendo voltar, motivada pelo perfil do encontro. “Sempre gostei muito de tecnologia e me sentia diferente dos outros. É divertido estar no meio de pessoas parecidas comigo”. Para os campuseiros que estarão na primeira Campus Party em BH, a expectativa é essa mesmo, sensação de pertencimento e diversão.
Furos Na seção “Minha barraca, minha vida”, destinada a itens necessários para a sobrevivência no camping, um campuseiro escreveu “Fita tipo Silver Tape + Cola PVC (Para tapar furos no colchão)”. A dica veio seguida da marcação: “essencial”. Banheiro “Higiene galera, PLMDDS” (ou pelo amor de deus!), pedem os campuseiros da Campus BH. Como é sabido que muita gente reunida costuma resultar em banheiros não muito asseados, os veteranos de Campus aconselham levar uma “corda ou Gancho em ‘S’” para pendurar roupas. “Você nunca vai querer usar suas peças de novo caso caiam no chão do banheiro”, alerta Paulo Mota, estudante e campuseiro, usando o mesmo princípio para advogar pelo sabonete líquido. Chinelos para usar no banho também são bem-vindos. Não pode Na seção“coisas quesão proibidas,manolo”, alémde secador, cafeteirae panelaelétrica, osveteranos tambémvetam sonoe preguiça.
SEM BOIAR Bordões Em quase 10 anos, muitos memes e bordões surgiram e são retomados a cada edição da Campus Party. Karol Miranda, organizadora da caravana UaiFi, dá uma ajuda para os calouros Ôôô “Desde 2010, o bordão mais famoso é um grito de guerra! Do nada alguém aparece gritando: Ôôô! Eu não sei de onde surgiu, só sei que se alguém gritar, você tem que gritar também!”. Olha a pizza “Surgido em 2013, esse grito surgiu porque liberaram a venda de pizzas dentro da arena e uma moça circulava gritando: ‘Olha a Pizza!’ E todo mundo repetia e ria!”.
A proximidade das barracas não é problema, ao contrário, tudo é farra
Há quem vá só para as palestras, há quem passe os cinco dias jogando
Próximo “Na entrada do Catering, lugar de comprar provisões, sempre tem uma moça gritando ‘Próximo’ e o pessoal não perdoa! Tudo vira meme lá dentro”.
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REVOLUÇÃO DA INTERNET>CPBH quer levar aos jovens o encantamento da ciência e da tecnologia FOX/DIVULGAÇÃO
Geeks e nerds Quando criança, Will Conrad era chamado de “CDF” na escola. Com o passar dos anos e com o desenvolvimento de sua carreira dentro dodesenho e da ilustração, o celebrado quadrinista recebeu também a alcunha de “nerd” e hoje ostenta a posição de uma das referências dos “geeks”. “Já fui chamado de tanta coisa que acho que não fui eu que mudei, foi a palavra. Mas acho que geek é aquela pessoa que gosta de ler, de se informar, está ligado em games e em quadrinhos. Para mim, geek é aquele cara que gosta de pensar”, conclui o mineiro, que já trabalhou para editoras norte-americanas como Dynamite e Marvel. Na próxima semana, Conrad vai oferecer um workshopsobrecomotraduzir uma página de roteiro em uma página de quadrinhos dentro da programação da Campus Party, eventoque tambémse autodeclara “o” lugar para reunir “jovens geeks”. A definição geek parece ser, hoje, a mais difundida para abarcar os aficionados por tecnologia, mas há campuseiro das antigas reivindicando seu lugar enquanto nerd mesmo. Da mesma forma como há quem considere nerd um termo pejorativo, e prefira ser nomeado como geek. Bárbara França
PARA CONHECER Alguns personagens do cinema, da literatura e dos quadrinhos podem ser uma boa introdução ao universo nerd sem tanto reducionismo. O professor Filipe Freitas indica alguns: Hermione A bruxinha dos livros da série “Harry Potter” é sedenta pelo conhecimento e afasta a ideia de que isso é algo só para meninos. “É uma personagem mais tridimensional”. Homem-Aranha Criado pelo cartunista Stan Lee, é um nerd que se “transforma” em super-herói para combater inclusive o bullying que sofria em sua vida cotidiana.
As disputas envolvendo os termos indicam que eles não significam exatamente o mesmo, como muita gente pensa. “São termos com muita interseção, mas podemos dizer que todo nerd é um geek, mas um geek não é um nerd”, comenta Filipe Freitas, professor do Departamento de Linguagem e Tecnologia do Cefet-MG. Isso porque, além do estereótipo da introversão e da pouca habilidade social, aspectos comumente associados aos nerds, eles também se interessam porestudos, tecnologia e elementos da cultura pop, conforme o professor. “Geek é aquele que quer ser associado apenas a essas últimas qualidades. São lembrados por seu interesse obsessivo por determinados temas, como algum game, por exemplo, mas procuram se distanciar da faceta antissocial”. Daí a crítica da parte de muito nerd sobre os geeks estarem interessados só nas “modinhas”, e não nas ciências e nos estudos de fato. DIVERSIFICAÇÃO Apesar dasdivergências internas, os termos abarcam um modo de vida que fazia referência, em sua origem, a um universo masculino e branco. “Com a disseminação da tecnologia e seu maior reconhecimento e valorização, aliado à popularização das redes sociais e à possibilidade da criação de comunidades de interesses, elementos relacionadosaos nerds/geekspassaram a ser mais conhecidos, celebrados e, também, objeto de desejo”, comenta Freitas. O que explica, de alguma forma, a diversificação do público da Campus Party desde a primeira edição e a necessidade de relativizar, ou mesmo abolir, os rótulos. Majoritariamente masculina em seu início, o evento hoje conta com bancadas como a “Garotas Geeks”. Há cerca de três anos, também surgiu a “CampusPride”, bancada criada para reunir os campuseiros LGBTQ. “Normalmente é a mais colorida. No evento, além de fazer companhia uns aos outros, nos reunimos na Campus B e vamos juntos para baladas”, conta Marcio Brito, 21, estudante de arquitetura e um dos membros.
Clássico O filme “A Vingança dos Nerds” (1984) é um dos pioneiros do Orgulho Nerd, celebrado no dia 25 de maio
1ª Campus Party BH Primeira vez Minas Gerais representa a segunda maior delegação na Campus Party de São Paulo, por sua vez, a maior do mundo, segundo Leonardo Dias, subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado. De olho nesse grande interesse mineiro em tecnologia e inovação, a Campus resolveu montar acampamento na capital e, da próxima quarta (9) até domingo (13), os campuseiros terão acesso a maratonas, desafios tecnológicos, palestras, workshops e várias outras atividades. São mais de 300 palestras, tendo como alguns dos destaques a do vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, e a dos astros do videogame e dos e-sports, Daniel Matros e Tim Kjell. Soluções Focada tanto em empreendedorismo quanto em entretenimento, a ideia
do encontro, segundo Tonico Novaes, diretor geral da Campus Party, é oferecer soluções para as demandas da vida em sociedade hoje. “O que une toda essa comunidade que vai à Campus Party é o fato de que está todo mundo pensando em soluções saudáveis para a sociedade, como a economia de energia. Está considerando um mundo mais sustentável, onde haja educação para todos”, destaca Novaes. Encantamento Para Thaisa Storchi Bergmann, doutora em Astrofísica, professora do departamento e Professora Titular do Departamento de Astronomia do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e uma das principais palestrantes da CPBH, o evento também é uma boa oportunidade de despertar, na juventu-
de, o “encantamento da ciência”. “Quero mostrar para a garotada que, muitas vezes, as descobertas científicas são mais fascinantes que a ficção. E os buracos negros, que são meu objeto de pesquisa, costumam atrair muita gente para a conversa, por fugir da nossa experiência do dia a dia”, observa. Origem A primeira edição da Campus Party aconteceu na Espanha em 1997. O encontro de tecnologia chegou ao Brasil em 2008, e além de São Paulo, é realizado em Recife desde 2012. Assim como BH, Brasília também recebe a CP pela primeira vez este ano. Os ingressos para a CPBH custam a partir de R$ 60 (valor para um único dia, sem camping). Para comprar e conferir programação completa, acesse: campuse.ro/events/campusparty-minas-gerais-2016.
DE PEQUENO Escola Participante da Campus Party BH, a SuperGeeks é uma escola que surgiu no Vale do Silício, nos EUA, e se propõe a ensinar programação e robótica para crianças a partir de 7 anos, para que a criem seus próprios games, aplicativos, robôs, e sistemas. Com inauguração prevista para este sábado (5), a ideia é preparar as novas gerações para uma mudança no contexto profissional do futuro, influenciado pela tecnologia. “Fora do Brasil, essas disciplinas já estão na grade curricular do ensino público”, afirma Bruna Ribeiro Bernardes, diretora e instrutora da SuperGeeks. A escola ensina crianças e adolescentes a programar, com softwares e linguagens profissionais, por meio da criação de games, construindo seus robôs, e desenvolvendo aplicativos. Para mais informações sobre a SuperGeeks, acesse o site bh.supergeeks.com.br
CONFIRA ALGUNS DESTAQUES DA PRIMEIRA EDIÇÃO DA CAMPUS PARTY NA CAPITAL DIVULGAÇÃO
6 Bruce Dickinson O vocalista da banda Iron Maiden é piloto e também o homem por trás da empresa Cardiff Aviation, especializada em manutenção de aviões Airbus e Boeing
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6 Thaisa Bergmann A pesquisa da doutora em Astrofísica e professora da UFRGS sobre buracos negros supermassivos em galáxias tem tido grande repercussão internacional
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Will Conrad Desenhou títulos como Serenity, Wolverine, X-Men, New Avengers e atualmente está na editora Dark Horse, trabalhando no universo de Joss Whedon
Daniel Matros Um dos fundadores e gerentes do time Fnatic Battlefield, que competiu em 5 majors globais em uma disputa que dominou os e-sports por 3 anos
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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz
No quarto com (CRM-MG 25.398)
telmo.diniz@jornalpampulha.com.br
Gerenciando conflitos s conflitos existem desde o início dos tempos e é uma realidade sempre presente nas relações humanas e de trabalho. Faz parte do nosso dia a dia. Eles se originam de uma diversidade de pontos de vista entre pessoas, de interesses, de necessidades e expectativas de cada um dos envolvidos. Normalmente, durante um conflito entre pessoas, há uma tensão no ar de que a qualquer momento poderá haver uma explosão e o conflito dará lugar a uma guerra. Mas como podemos cuidar e tratar de questões delicadas durante os conflitos? Hoje, vamos refletir um pouco sobre este tema. O conceito de conflito representa uma tensão que envolve pessoas ou grupos de pessoas quando existem interesses que não são compatíveis. Assim, só existe conflito se existir uma relação entre as partes, como se mostram frequentes entre pais e filhos, patrões e trabalhadores, cliente e fornecedores etc. O conflito tem como característica preponderante um estado de insatisfação entre as partes, insatisfação essa que pode ter múltiplas origens como, por exemplo, a divergência de interesses, o desacordo de pontos de vista, a partilha de recursos escassos, a competição pelo poder etc. Enfim, durante um conflito alguém não está satisfeito com algo. Entretanto, esses Reaja com mesmos conflitos são calma e de importantes para o crescimento e desenforma volvimento de qualrespeitosa com quer sistema, seja ele social, político, famia outra parte, liar ou organizacioem vez de reagir nal. O agravamento, tal como a atenuação de forma do conflito, vai depenexplosiva e se der das relações internas de cada grupo, pomostrar irritado dendo aumentar ou diminuir a depender de atitudes de provocação ou de conciliação. Em outras palavras, um conflito poderá piorar ou ser resolvido de acordo com nossas atitudes. Um conflito é mais que um simples desacordo. Trata-se de uma situação na qual uma ou ambas as partes percebem uma ameaça. Essas ameaças fazem com que nosso bem-estar seja afetado, nos tirando da “zona de conforto”. Assim, não adianta ignorar o conflito, já que, longe de desaparecer, ele cresce por conta da incerteza. Conflitos não resolvidos geram angústia no médio e longo prazo. Portanto, alguns pontos são importantes no gerenciamento destas tensões. Primeiramente, não evitar o conflito nunca. Saber lidar com os problemas e tensões faz parte do crescimento pessoal. Ao evitar um enfrentamento, você só estará adiando um problema que precisa de uma solução, seja qual for. Reaja com calma e de forma respeitosa com a outra parte, em vez de reagir de forma explosiva e se mostrar irritado, com atitudes que certamente irão ferir o próximo. Evite os ataques verbais. De igual forma, mostre-se disposto a, efetivamente, resolver o problema de forma consensual, deixando o conflito para trás sem ressentimentos. Tente se colocar no lugar do outro e busque o compromisso de que ele faça o mesmo com você. Ver o ponto de vista do outro – e vice versa – é uma boa maneira de tentar encontrar uma solução para um problema. Atitudes amenas como estas trarão melhores resultados ao final, pois quem busca conflito em tudo é porque vive em uma constante guerra interior. Busque paz. Faça uma boa semana.
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Orientaçãoéque orecém-nascido durmano mesmoquarto, masnoberço Paris, França. Os recém-nascidos deveriam dormir no mesmo quarto que seus pais, mas no próprio berço, para reduzir os riscos de mortalidade relacionada ao período de sono, como a Síndrome da Morte Súbita do Lactente (SMSL), segundo novas recomendações da Academia Americana de Pediatria (AAP). Essa prática deve ser realizada pelo menos durante os seis primeiros meses de vida e, se possível, até o bebê completar 1 ano, afirmou a associação médica, que observou que colocar a criança para dormir no quarto dos pais reduz em até 50% o risco de morte súbita. O relatório foi apresentado na semana passada na conferência anual da AAP, que é realizada em São Francisco, na Califórnia, e foi publicado no site da revista “Pediatrics”. Trata-se da primeira atualização das recomendações da AAP desde 2011 para criar um ambiente de sono mais seguro para os lactentes. “Sabemos que os pais
TERAPIA
Os pais envolvidos na pesquisa sobre autismo participaram de 12 sessões de terapia durante um semestre, seguidas de sessões mensais no semestre seguinte. Além disso, eles se comprometeram a desempenhar de 20 a 30 minutos diários de comunicação planejada e atividades recreativas com seus filhos.
podem se ver extenuados com a chegada de uma criança ao mundo e queremos proporcionar-lhes um guia claro e simples sobre a forma e o lugar para eles dormirem”, explica Rachel Moon, autora principal das recomendações. Cerca de 3.500 bebês morrem em suas camas a cada ano nos EUA, devido principalmente à SMSL e à asfixia acidental. POSIÇÃO O relatório da AAP recomenda deitar os bebês de barriga para cima em uma superfície firme no berço, coberta com um lençol
bem esticado, assim como evitar cobertores, travesseiros ou bichinhos de pelúcia que possam cobri-los e gerar calor excessivo. Os bebês correm maior risco de morte súbita entre o primeiro e o quarto mês de vida, mas novos estudos mostram que cobertores, travesseiros e outros objetos moles são perigosos inclusive para os bebês maiores de quatro meses, afirma a AAP. Os estudos também mostram que colocar o bebê para dormir de barriga para cima reduziu em 53% a mortalidade por SMSL entre 1992 e 2001.
CONTATO Em suas novas recomendações, os pediatras norteamericanos insistem também na importância do contato físico entre a mãe e o recém-nascido imediatamente após o nascimento, independente do tipo de parto. Com isso, o bebê é mais feliz e sua temperatura corporal é mais estável e normal, assim como seu ritmo cardíaco, afirmam os médicos. O contato com a pele da mãe faz com que o recém-nascido conviva com as mesmas bactérias e desenvolva, assim, seu sistema imunológico, reduzindo alergias.
Estudo redime bico para bebês Uma revisão das evidências científicas sobre a amamentação revelou que alguns conselhos de longa data podem ser dispensados, como o de que os bebês devem evitar chupetas e que as mães devem se dedicar exclusivamente a amamentar nos primeiros dias após o nascimento. Intervenções individuais para ajudar as gestantes e as mães a amamentarem ainda são recomendadas, mas as políticas sistemáticas ou no âmbito hospitalar tendem a mostrar poucos benefícios, destacou o relatório
da Força-tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos (USPSTF), uma comissão independente de especialistas. Os benefícios da amamentação incluem oferecer a melhor nutrição possível e um impulso no sistema imunológico dos bebês, assim como ajudar as mães a criarem vínculos com seus filhos e acelerar a perda de peso materno. “Há provas convincentes de que a amamentação proporciona benefícios substanciais para as crianças e provas suficientes de que a amamentação fornece benefí-
cios moderados para as mulheres”, destacou o relatório, publicado na “Journal of the American Medical Association”. NOVIDADES Para atualizar suas recomendações de 2008, a forçatarefa revisou evidências de dezenas de estudos. Os especialistas descobriram que as intervenções mais eficazes foram as assistências individuais prestadas por pessoal treinado. Algumas das políticas em vigor têm inclusive o potencial de prejudicar. Por exemplo, o passo nove da Iniciativa Hospital Ami-
go da Criança da Organização Mundial da Saúde (OMS) incentiva os pais a evitarem dar a chupeta para seus bebês. No entanto, a revisão de evidências “mostrou que evitar a chupeta não estava associado com quaisquer resultados da amamentação”. Uma vez que a chupeta é recomendada como uma forma de ajudar a reduzir o risco de síndrome da morte súbita infantil (SMSI), “o aconselhamento de rotina para evitar a chupeta pode muito bem ser eticamente problemático”, acrescentou o editorial.
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Novembro azul alerta para câncer de próstata
os pais ARQUIVO/PIXABAY
TESTES DE ZIKA
Bebê deve ficar de barriga para cima, no berço, coberto com um lençol esticado, preferencialmente sem cobertor
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Gestantes A rede pública de saúde vai passar a ofertar o teste rápido para identificação do zika. O exame chega nos postos a partir deste mês. Os exames, no entanto, não estarão disponíveis para toda população. A indicação de quem deve ou não fazer o teste fará parte de um protocolo a ser divulgado pelo Ministério da Saúde. Os testes serão feitos por indicação do médico e há alguns critérios já estabelecidos: gestantes com sintomas de zika, gestantes que tenham feito exames de ultrassom que indiquem a suspeita de que o feto apresenta má-formação no sistema nervoso central, adultos de ambos os sexos com suspeita de zika e que apresentem um quadro mais grave, com sintomas de problemas neurológicos.
Brasília. A edição deste ano da campanha Novembro Azul, que tem como mote “De novembro a novembro azul – movimento permanente pela saúde integral do homem”, irá orientar sobre o câncer de próstata, além de alertar os homens sobre a importância de cuidar da saúde. Criada pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, a campanha visa orientar a população sobre o câncer que figura como o segundo tipo mais comum entre homens, com mais de 13 mil mortes anuais – uma a cada 40 minutos. Mais de 61 mil novos casos
devem ser registrados no país em 2016, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). A proposta do instituto é, com a campanha já consolidada no Brasil, passar a alertar sobre os cuidados com a saúde integral do homem, mobilizando a população masculina para que se torne protagonista de sua história e responsável por sua própria qualidade de vida. Durante este mês, serão realizadas atividades de orientação sobre o câncer de próstata e a saúde do homem, além de ações para estimular a atividade física. Haverá distribuição de material in-
formativo e prédios serão iluminados na cor azul – entre eles, o viaduto do Chá, em São Paulo, e o Congresso Nacional, em Brasília. Um dos destaques da programação é o II Fórum Ser Homem no Brasil, na próxima segunda-feira (7). Com apoio do Senado Federal, o evento vai reunir profissionais de saúde, parlamentares, governantes, representantes do Ministério da Saúde e população em geral para debater a prevenção e o combate ao câncer de próstata e outros tipos de tumor, como de pênis e testículo.
MATER DEI OFERECE CONSULTAS ONCOLÓGICAS GRATUITAS A Rede Mater Dei de Saúde irá oferecer 200 consultas oncológicas gratuitas no Hospital Integrado do Câncer Mater Dei, no dia 27 de novembro (domingo). Em celebração ao Dia Nacional de Combate ao Câncer, as equipes de Mastologia, Ma-
mografia, Anatomia patológica, Oncologia, Urologia e Ultrassonografia da rede do hospital irão realizar atendimentos voluntários com o objetivo de disponibilizar assistência médica e exames para diagnóstico precoce de câncer de mama e
de próstata para pessoas que não possuem plano de saúde. As inscrições devem ser feitas a partir desta segunda (7), somente pelo telefone (31) 3339-9137, das 14h às 17h. As vagas são limitadas. Mais informações em: materdei.com.br
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sociedade
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DOLCEVITA A LENDA LAENDER
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Uma Trajetória” é a nova exposição de Paulo Laender, que pode ser vista até o dia 8 de janeiro de 2017, na Galeria de Arte do Centro Cultural Minas Tênis Clube A mostra traz mais de 70 obras da coleção particular e recentes esculturas em madeira e aço. O vernissage, no último dia 31, foi um acontecimento, reunindo a nata e o “crème de la crème” da capital mineira. Parabéns ao grande fabricante de poesia.
CÓDIGO DA VINCI
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inas Gerais ganhou o primeiro robô para cirurgias médicas. O “Da Vinci” revoluciona as cirurgias abdominais, torácicas e cervicais. O investimento foi de R$ 10 milhões, financiado pela Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), mantenedora do Instituto Robótica Ciências Médicas. O Instituto inaugurou, no dia 24 de outubro, sua sede, no Hospital Vila da Serra. Com o robô, as operações são menos invasivas, os movimentos, mais precisos e o tempo de internação e recuperação, bem menores.
LINDO HORIZONTE
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Paisagem Tempo”, primeira individual de Sergio Lucena em Belo Horizonte, é o mais recente projeto da nova marchand mineira, Marcela Bartolomeo. A mostra será em uma galeria temporária, uma “po-
Paulo Navarro com Walter Navarro e Lídia Duarte pnc@pnc.com.br FOTOS EDY FERNANDES
pup”. A obra de Lucena é singular e tem cores e formas instigadoras. São quadros inéditos, em grandes e médios formatos. Ao todo, são 11 pinturas. A exposição apresentará, ainda, um vídeo sobre o processo de trabalho do artista e um catálogo. O Marcela Bartolomeo Escritório de Arte Curadoria fica no Santa Lúcia. A abertura será no dia 8, para convidados. Já a visitação, de 9 a 25 de novembro.
CAMPEÃ DE PRÊMIOS
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Drogaria Araujo, de Modesto Araujo Neto, foi eleita, no último dia 26 de outubro, a Empresa do Ano, no Prêmio Minas Desempenho Empresarial. Nos 18 anos da láurea, é a primeira vez que uma varejista recebe essa premiação. Em 2015, as 861 empresas analisadas, que representam 44% do PIB Mineiro tiveram prejuízo de R$3 bi, frente a R$14 bilhões positivos em 2014. É o buraco na economia mineira. O prêmio reconheceu o desempenho econômico e o crescimento da Araujo. A rede é a quarta maior do Brasil e vai faturar R$1,9 bilhões em 2016. Em novembro, inaugura seu novo Centro de Distribuição, em Contagem, que permitirá, à empresa, triplicar de tamanho nos próximos anos. A Araujo tem 160 lojas e pretende abrir 40 novas unidades em 2017.
Na 2ª edição do Salão CasaModa Noivas, que aconteceu no Buffet Catharina, os anfitriões Alexandre Cerqueira, Fábio de Paula e Duda Ferreira
há 2.000 anos, era em 1º de novembro. Tchau, sol, verão; bom dia, treva, inverno. Na véspera, 31 de outubro, o universo dos vivos e dos mortos se misturava, na noite chamada de Samhain. Os fantasmas se divertiam, destruíam plantações, causavam arruaças. Aí chegaram os romanos, invadindo até os costumes. A Feralia, festa romana para os mortos, misturou-se ao Samhain.
SANGRENTO E GOSTOSO
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empos depois, o papa Gregório III transferiu a festa de Todos os Santos para o dia 1º de novembro. No ano 1000, a Igreja escolheu o 2 de novembro para honrar os mortos. A ideia era trocar o Samhain por uma festa romana. Mas o 31 de outubro não acabou. O Dia de Todos os Santos, em inglês, era
“All-hallows”. A véspera era “All-hallowsEve”, daí, “Halloween”, que os imigrantes irlandeses levaram para os EUA. Cada país comemora o Dia dos Mortos à sua maneira, mas nenhum é mais original que o México, com suas influências indígenas. Lá, o Dia de Finados é um Carnaval: música, comida, bebida, máscaras de esqueletos. Animado, alegre, bem diferente, nada dramático e triste como aqui.
Brasil, tentam 6 No substituir o “Hallo-
ween” pelo Dia do Saci. Não pegou. O Saci-Pererê, de Monteiro Lobato, em 1917, era chifrudo e tinha dentes pontudos para sugar o sangue de cavalos. Dia do Saci foi a 6 Oresposta à crescente po-
pularização do “Halloween”. Quando existir educação no Brasil e respeito, admiração pelo país, talvez dê certo. ‘Halloween’ mar6 “O cava a mudança de es-
tações. Um ´Halloween´ brasileiro levaria vantagem. Não é o inverno gélido e decrépito que bate à porta. É o verão”. volver. As 6 Esquerda, eleições varreram a esquerda festiva e radical do mapa? Não é bem assim, porque esquerda, no Brasil, não existe há muito tempo.
frase do 6 ÉTimaquela Maia, mostrando
OUTUBRO SANGRENTO
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ais um feriado, Finados! Sabem de onde veio? História legal, longa e antiga dos Celtas. O ano novo deles,
lançaperfume
Na mesma linda noite, as não menos lindas Cris Gontijo, Cristiana Dias
que o Brasil desmoraliza qualquer conceito, dogma e tradição: “Este país não pode dar certo. Aqui, prostituta se apaixona, cafetão tem ciúme, traficante se vicia e pobre é de direita”.
CENÁRIO BH Instituto Luz Diamante promove jantar solidário Em prol do programa “Down Diamante” – que atende 16 portadores de Síndrome de Down com atividades como ioga, arteterapia e pet terapia – será realizado um jantar especial, com cardápio mediterrâneo, além de shows (MPB e canto Gadir) e dança flamenca. Quando Quarta (10), às 19h. Onde Villa Giannina (Praça Carlos Chagas/Praça da Assembleia, 59) Quanto R$ 150, incluindo bebidas (água, sucos, refrigerantes, chopp artesanal e espumante). Venda pelo site luzdiamante.com. br. Informações: 99279-1671
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LUZ DIAMANTE/DIVULGAÇÃO
“Grupo do Bem” realiza bazar beneficente Chegando à sua 11ª edição, o Bazar do Bem, criado pelo “Grupo do Bem”, já há alguns anos se empenha em apoiar projetos sociais que priorizam a sustentabilidade. Boa parte dos recursos obtidos é encaminhada a projetos voltados para a educação. Nesta edição, o bazar conta com os tradicionais artesanatos, além da presença de novos expositores, como a cervejaria Krugbier. Quando Neste sábado (5) e domingo (6) Onde Obras Sociais Pavoniana (rua Dias Toledo, 99, Vila Paris, 3567-7781) Quanto Entrada gratuita
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DIVULGAÇÃO
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reportagem
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ESPAÇO GOURMET Sequinho e crocante Sucessodos botecos,iguaria requercuidado nopreparo
DE VENTO A popularidade da iguaria começou mesmo em 1940, por meio dos imigrantes chineses que criaram uma versão muito semelhante à receita tradicional rolinho primavera. Talvez isso explique a fama da casquinha do pastel ser disputada e algumas vezes fazer até mais sucesso que o recheio. É por isso que no Sanville a massa frita é servida pura, mas com três opções de molho – vinagrete, queijo e carne – para acompanhá-la se assim o cliente preferir. “Não pode esquecer de acrescentar cachaça à massa. Ela é a responsável pela crocância e leveza”, dá a dica o chef Cláudio Santiago.
DE BANDEJA CAMILA GOMES/DIVULGAÇÃO
Pastel Ponto para o menu executivo A liberdade de escolher boas opções de entrada, prato principal e sobremesa é um dos destaques do almoço executivo, servido de segunda a sexta, no Patuscada (av. Bernardo Monteiro, 1.548, Funcionários). Por lá, o menu do almoço – que sai a R$ 47 – contempla sugestões que variam a cada semana, como o risoto de beterraba servido com filé de frango (foto). A boa notícia é que os menus voltam regularmente ao cardápio, de acordo com a disponibilidade dos ingredientes. Os indecisos também podem, se preferir, pedir apenas uma opção – ou só a entrada ou só o prato principal, por exemplo.
Pasteis de bacalhau com tapenade de azeitonas e tomates do Olga Nur PAULO CUNHA/OUTRA VISÃO/DIVULGAÇÃO
Oktoberfest no fim de semana Para aproveitar o melhor do combo cervejas especiais mais pratos da culinária típica alemã e, de quebra, atrações musicais, BH realiza mais uma edição da Oktoberfest Minas. O evento está marcado para este sábado (5) e domingo (6), na Praça da Assembleia, das 12h às 22h. A entrada é mediante doação de 1 kg de alimento não perecível com retirada online pelo site www.sympla.com.br
Casa Lobb: Mix de loja com bar Um dos atrativos do restaurante Faz de Conta é o pastel de carne seca defumada MARIELA GUIMARAES
RECEITA
Massa de pastel Receita do chef Rodrigo Viana, do Olga Nur Ingredientes: 1/2 xícara (chá) de óleo ou gordura hidrogenada 1 colher (sopa) sal 1 ovo 1/2 dose de pinga 1 colher (chá) vinagre 250 ml de água
No Sanville, o sucesso é a massa de pastel sem recheio servida com três opções de molho à parte
Modo de preparo: Misture todos os ingredientes e sove por 15 minutos em uma superfície lisa, até soltar das mãos. Em seguida, abra a massa em um cilindro até ficar bem fina. Recheie da sua preferência, corte a massa e feche as bordas com a ajuda de um garfo. Depois de pronto, frite em óleo bem quente.
Comes, bebes e boas compras ocupam um mesmo espaço. Inaugurada há duas semanas, a Casa Lobb reúne o showroom da marca Drosófila, além do bar montado na casa. Tudo funcionando ao mesmo tempo, a partir das 18h (de quinta a sábado e, no domingo, a partir do meio-dia). O cardápio tem moldes da experiência dos sócios João Augusto e Renato Soares, que comandam também o já conhecido Bombshell, e que ganha destaque pelos novos drinks – atenção para os feitos à base de gim. Para petiscar, o carro-chefe é a batata rosti nos sabores de bacalhau, frango, carne seca, linguiça e palmito. Não ouse deixar de comer a coxinha de rabada.
ICARO BRAVO/DIVULGAÇÃO
Em São Paulo, a pedida é a preferida nas feiras livres. Aqui em Minas Gerais, a porção do pastel que chega à mesa quentinhaé umadas preferidas para petiscar com a cerveja gelada. No centro da cidade, uma pastelaria surge a cada esquina, geralmente em promoções atraentes e acompanhada de caldo de cana – as filas provam que a iguaria é campeã do baixo centro e também não perde o posto quando se “convertem” para a gourmetização dos restaurantes. “Colocamos o pastel no cardápio até por uma pedida dos clientes. Existem muitos petiscos sofisticados, mas faltava uma fritura para petiscar”, disse o chef Rodrigo Viana, do Olga Nur, que criou a versão recheada de bacalhau desfiado, azeitona portuguesa e creme cheese. “O recheio cremoso facilita na hora de comer. Como o pastel é menor, é necessário que o sabor fique mais acentuado e queo recheioseja proporcional”, explicou. Embora pareça ser uma receita banal, a massa do pastel é um dos segredos do preparo.Se ela não ficar crocante e a fritura, sequinha, nem mesmo o recheio bem feito salva o petisco. Há 51 anos, os tradicionais pasteis recheados de carne, queijo ou banana são pedidas frequentes na rede Pastelândia, uma das mais aclamadas da cidade. Para o proprietário Giba Lara, o segredodo pastel bonito ecrocante é a fritura frequente. “O tempo da massa descansar e ir para o óleo quente a 300 graus é de 5 a 6 minutos. Além disso, a massa é feita no dia”, revela Giba. Para Fernando Urbano, do restaurante Faz de Conta, um dos “pecados” é fritar o pastel no óleo usado. “É uma massa muito delicada, então é preciso um óleo novo só para fritar o pastel. Na hora de jogar, o pastel flutua na gordura e, cerca de um minuto depois, já fica pronto”, ensina. O pastel do restaurante, servido há 25 anos, vai da entrada para petiscar, complementa a refeição no prato principal e arremata a soLorena K. Martins
bremesa,principalmente o recheado com banana. “A fruta precisa estar no ponto. Se estiver muito madura, ‘mela’ a massa e perde a textura”, explica. “Tanto o ingrediente do recheio,seja a carne ou o queijo, quanto o pastel já pronto, não podem ser resfriados na geladeira, pois soltam umidade e impedem e massa de ficar crocante”, finaliza.
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almanaque ÓPERA> Aos 180 de nascimento e 120 de morte de Carlos Gomes, “O Guarani” é montada em BH PAULO LACERDA/DIVULGAÇÃO
estreia 10.nov.
Talento Carlos Gomes saiu de Campinas para estudar em São Paulo, no Rio de Janeiro e, por fim, em Milão, onde criou “O Guarani”
Valor ao que é nosso Embora seja o nome mais importante do contexto operístico brasileiro, o compositor Carlos Gomes (1836-1896) morreu sem prestígio. Subsidiado pelo imperador Pedro II por muitos anos, ficou desamparado após a proclamação da República – afinal, não era uma figura simpática aos republicanos. Traído pela mulher, deprimido e com dificuldades financeiras, morreu vítima de um câncer na língua, pouco antes de assumir a diretoria do Conservatório de Música de Belém, cargo criado pelo governador Lauro Sodré, um dos poucos a reconhecerem sua grandeza, para ajudá-lo. Apesar de ser o único compositor não-europeu a triunfar na Itália no século XIX, ainda padece de certa indiferença, mesmo passados 180 anos de seu nascimento (e 120 de sua morte). E é não só para celebrar a efeméride, mas também para desconstruir esse paradigma, que “O Guarani” foi escolhida como a nova ópeJessica Almeida
ra a ser encenada pela Fundação Clóvis Salgado (FCS), a partir da próxima quinta (10), com participação da Orquestra Sinfônica e do Coral Lírico de Minas Gerais. “O compositor Pietro Mascagni (1863-1945), que o conheceu na Itália, esteve aqui nos anos 1920 para inaugurar uma estátua em homenagem a ele, em São Paulo, e ficou surpreso ao não reconhecer sua fisionomia no monumento, porque haviam representado outra pessoa”, conta Walter Neiva, que assina concepção, direção cênica e cenografia do espetáculo. “Ou seja, se um italiano não tivesse percebido, talvez ele estivesse sendo representado com o rosto errado até hoje”. A falta de reconhecimento que determinados artistas brasileiros enfrentam é, para o diretor musical e regente do espetáculo Silvio Viegas, um problema crônico do nosso país. “É um processo que vem de muito tempo, não é algo de hoje. De certa forma, o Brasil vem jogando sua memória no lixo, e Carlos Gomes é só mais um exemplo disso”, avalia. “Encenar uma obra dele não é só um prazer,
mas um dever cívico nosso com relação à memória cultural do país. E o público também precisa vir, precisamos criar uma geração que esteja interessada em descobrir nossa história”. A ÓPERA “O Guarani” foi composta a partir do folhetim homônimo de José de Alencar (1829-1877), comprado por Gomes nas ruas de Milão, onde vivia. Estreou em 1870, no Teatro alla Scala, tornando-o o primeiro compositor brasileiro a ter suas obras apresentadas em tal espaço. Ele teve a “sacada” de levar para um contexto de histórias de princesas um protagonista indígena. Logo na primeira temporada, foram 20 apresentações, um número extenso para a época. E nos anos que se seguiram, foi encenada diversas vezes por toda Europa e no Brasil. Mais do que um tema original, o campinense foi extremamente inventivo, do ponto de vista musical. “Ele foi enormemente inteligente, porque, na estrutura da ópera, não fugiu ao que se tinha como dado. O público que foi
ao teatro viu os duetos, as árias, a condução dos atos como uma ópera italiana”, explica o regente. “Além disso, ele o fez com altíssima qualidade. As árias são todas belíssimas e também caracterizam de forma muito própria cada papel, conseguindo colocar a personalidade de cada um deles dentro da música”. O terceiro grande trunfo do trabalho de Carlos Gomes em “O Guarani”, de acordo com Silvio Viegas, foi levar também a música brasileira para a ópera. “Se tocadas pela orquestra, parecem canção italiana, mas, separadamente, é quase a modinha brasileira. Ele conseguiu levar a música do seu país sem mostrá-la de uma forma exótica, que pu-
AQUECIMENTO No parque Antes da estreia efetiva da ópera, Orquestra Sinfônica, Coral Lírico de Minas Gerais e solistas se encontram para apresentar trechos de “O Guarani”, na série “Concertos no Parque”. Neste domingo (6), no Parque Municipal, às 10h. Gratuito.
desse afastar o público”, diz. A própria cantiga popular “Fui no Tororó” é um dos temas de amor entre o índio Peri e a portuguesa Ceci. “Muitos compositores acabaram influenciados por ele e pelas harmonias brasileiras”, lembra Walter Neiva. E desde 1935, uma das melodias da ópera é tema do noticiário “A Voz do Brasil”. A versão belo-horizontina tem a solista Marina Considera interpretando Ceci, e Richard Bauer no papel de Peri. “Para mim, o principal trunfo dessa obra é sua inventividade melódica. É uma ópera muito vocal, com melodias muito bonitas e boas para a voz”, comenta a soprano. Além deles, José Gallisa (DomAntônio), Mauro Chantal (Dom Antônio, segundo elenco), Michel de Souza (Gonzales), Eduardo Sant’Anna (Gonzales, segundo elenco), Sávio Sperandio (Cacique), Lucas Ellera (Rui Bento) e Pedro Vianna (Alonso) completam o time de solistas. Além do apuro artístico de “O Guarani”, a obra ainda fala da gênese do povo brasileiro. Mais do que isso, a montagem da Fundação Clóvis Salgado
quer evidenciar o processo demarginalização enfrentado pelos povos indígenas do Brasil desde a chegada dos colonizadores portugueses. “O livro de José de Alencar conta os primórdios da colonização, a miscigenação primeira entre índios e brancos, antes da chegada dos escravos. Na simbologia, Peri representa a mata virgem e Ceci é a cultura que chegou e se impôs, de forma até violenta. Isso é muito atual até hoje e é o que eu tento mostrar na encenação, principalmente no final”, adianta Walter Neiva, sem contar o que acontece, para não estragar a surpresa. “A violência que os povos indígenas enfrentam até hoje, a discriminação, o roubo das terras, não estão presentes nem na obra literária nem na de Carlos Gomes, mas estão no momento social que vivemos, e gostaria que o espetáculo lembrasse um pouco essa realidade”.
> Ópera O Guarani
Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Dias 10, 12, 14, 16, 18, às 20h, e dia 20, às 19h. R$ 60 (inteira)
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ARTES CÊNICAS Para todas as ‘shirleys’ do mundo “Susana Vieira sempre diz sim”. Essa é a explicação que a atriz dá para as várias e diversificadas experiências que já vivenciou, como ter participado do quadro Dança no Gelo, no “Domingão do Faustão”, ou estar apresentando o programa “Vídeo Show”. É pelo apreço ao desafio que ela topou estrelar o monólogo “Uma Shirley Qualquer” – que faz curta temporada em Belo Horizonte no próximo fim de semana (dias 11 e 12) – mesmo não gostando de ficar sozinha no palco. A resposta positiva foi dada quando o parceiro e amigo Miguel Falabella, responsável pela adaptação e direção, fez a proposta. “Estava procurando um texto para montar e ele sugeriu esse. Não suporto ficar falando sozinha, mas confio no Miguel”, diz. O texto original é “Shirley Valentine”, do inglês Willy Russel, que estreou em 1986, rendeu um Tony a Pauline Collins e já foi interpretado no Brasil por RenaJessica Almeida
Qui. a ter. 10 a 15.nov
ta Sorrah e por Betty Faria. É a história de uma mulher que, cansadadaindiferença do marido e do pouco contato com os filhos, que só recorrem a ela quando têm problemas, parte numa viagem para se reencontrar consigo mesma. “É uma peça de linguagem universal,já vi montagem grega, argentina e de outras partes do mundo. Shirley é uma mulher bem-humorada que, apesar das circunstâncias, nãoperdeu a vontadede reencontrar o espírito alegre que já teve, não quer ser soterrada pelo marido”, conta. “Não a escolhi porque me identificava com a personagem, mas em milhõesdepartes me identifico. Há muitas Shirleys dentro de mim e em todos nós”. O projeto consolida ainda mais as relações pessoais e profissional com Falabella, cujo caminho cruzou com o da atriz muito antes de se conhecerem. “Nós éramos alunos do mesmo colégio, na Ilha do Governador. Eu no ginásio e ele no primário. A mãe dele era diretora. Nossas famílias tinham valores muito parecidos”, lembra “Nos conhecemos nos anos 1970,
DILA PUCCINI/PATUÁ CULTURAL
A Cia Absurda traz três atores sitiados em um teatro
DANIEL CHIACOS/DIVULGAÇÃO
Sex. e sáb. 11 e 12.nov.
Família
Pela primeira vez, Susana trabalha em parceria com o irmão, Sérvulo Augusto, que fez a trilha sonora da peça
quando eu já estava na TV Globo, apresentados pela minha melhor amiga até hoje, que é a Arlete Salles. Houve empatia imediata”. ENCONTRO DE VIDA Tempos depois, numa comemoração de aniversário de Susana e Glória Pires (ambas nasceram no dia 23 de agosto), já consolidado como autor e diretor de teatro, Falabella disse que escreveria uma história para as duas (Arlete e Suzana). Ali nasceu “A Partilha”, espetáculo que ficou em cartaz por sete anos, tendo também Natália do Vale e Thereza Piffer (com substituições pontuais) no elenco, e que migrou para o cinema. “A partir dali, nosso contato ficou mais profundo, sem-
VISIONÁRIA Previsão Uma das mais icônicas personagens de Susana, Branca Letícia, de “Por Amor”, previu a possibilidade de Hillary Clinton se tornar a primeira mulher a governar os EUA. Maneco A atriz diz que o mérito é do autor Manoel Carlos, que usava a personagem para expor seus pontos de vista. “Me acostumei muito com o texto dele, que é muito difícil. Mas ele me dava muito porque sabe que eu decoro e me familiarizo. Então, tudo o que ele pensava, botava na boca da Branca. Aquele lado irônico, certas perversidades que todos pensamos, ela falava. E as pessoas até hoje se identificam”, diz.
pre ensaiando, viajando. Começamos num teatro de 190 lugares e rodamos o Brasil inteiro. Nunca fomos tão felizes”, afirma. “Minha carreira se divide em antes e depois do Miguel. Temos um encontro de vida e toda vez que estamos juntos é uma festa. Rio muito dele e ele de mim, me considero uma ‘Miguela’”. Longe das novelas desde que fez Adisabeba em “A Regra do Jogo”, que terminou em março deste ano, Suzana Vieira está escalada para um novo projeto dramatúrgico na Globo, mas, até o momento, só sabe que a estreia está prevista para maio. Nesse ínterim, segue apresentando o “Vídeo Show”. “Eu adoro. É uma nova brincadeira, mas é muito, muito difícil. Não rece-
bo nenhum roteiro. Não é como stand up, que a pessoa escreve e finge que está inventando. O Otaviano dá a deixa e eu comento. Me chamaram pela minha descontração, naturalidade, me aproximo do público desse horário”, diz. E em agosto do ano que vem também deve ser lançada sua biografia. “É um projeto pessoal que eu já tinha, e o Mauro Alencar me convidou para incluir o profissional também”.
Uma Shirley >Qualquer
Com Susana Vieira. Adaptação e direção, Miguel Falabella Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Dias 11 (sexta) e 12 (sábado), às 21h. R$ 50 (plateia 1, inteira), R$ 40 (plateia 2, inteira), R$ 35 (plateia 3, inteira)
Universo em ruínas Cadeiras, bancos e molduras emulam um aspecto de abandono. No palco pouco iluminado, três atores – Carloman Bonfim, Cristiano Peixoto e Fábio Furtado – recebem o público em meio ao ensaio de uma peça que nunca irá existir. Esta é “Estranha Civilização”, nova investida da Cia Absurda, que estreia na próxima quinta-feira (10). Assim como os elementos de cena, que se entrelaçam de forma intencionalmente desarranjada, o texto resulta de uma série de leituras e seus cruzamentos. “Partimos de ‘Doroteia’, de Nelson Rodrigues, e fomos procurando outros textos, como ‘A Sombra de Marte’, de Stig Dagerman”, diz a diretora Lydia Del Picchia. “Recorremos a vários textos e fragmentos para chegar a uma adaptação livre”, emenda. O resulta-
do perpassa questões como a precariedade, bullying, a criação de ideais, uma sociedade em ruínas e o teatro como lugar de resistência. “Estranha Civilização” não é a primeira parceria entre Lydia (Grupo Galpão) e a Absurda, companhia fundada por Eid Ribeiro: em “Migrações de Tennessee”, ela atuou como diretora de coreografia de cena. As empreitadas, no entanto, são bem distintas. “Se em ‘Migrações’ a gente trabalhou a dramaturgia clássica, agora fazemos um movimento quase contrário, incorporando elementos da performance, por exemplo”, analisa Cristiano Peixoto, acrescentando que não existe a intenção de que a peça tenha uma preocupação com o factual. “Não interessa isso de ser uma leitura analítica da con-
juntura”. Por outro lado, a atualidade está ali, implícita. “Claro que tudo o que aconteceu – e vem acontecendo – está na peça como um todo, afinal, isso nos atravessa o tempo inteiro”, comenta. “É a peça que a gente podia montar em um 2016 convulsionado”. E com o tema da ruína muito presente, o texto até poderia passar a impressão de uma certa desesperança. “É uma questão que me coloco: será que a peça é niilista? Talvez, dos que já fiz, seja o trabalho que mais tenha essa característica. Mas entendo que seja, sim, crua. A própria montagem do cenário dialoga com essa crueza e, no final, a gente consegue apontar a pipa para cima”. Vale dizer que o espetáculo foi construído tendo a dramaturgia como ponto de par-
tida. “Trabalhar o mistério do corpo em cena é o que me interessa”, sustenta Lydia. Assim, à medida que o texto ficava pronto, a ideia de falar de um lugar de refúgio do artista ganhava força. “É um paradoxo grande a gente acordar todo dia para ir ao teatro e ensaiar com esse cenário a nossa volta. Ao mesmo tempo, o palco é o nosso lugar de resistência. A estranha civilização somos nós, e ela está ruindo de certa forma – mas a gente continua aqui”, afirma ela. (Alex Bessas/Especial para o Jornal Pampulha)
Estranha >Civilização
Galpão Cine Horto (rua Pitangui, 3.613 – 3481-5580). De Quinta (10) a terça (15), às 20h. R$ 12 (inteira). Não recomendado para menores de 14 anos.
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ARTES CÊNICAS teatro adulto MARCELO PROSDOCIMI/DIVULGAÇÃO
19:45!
Dir. Rita Clemente. Com Rita Clemente Uma família; um casamento; um acidente; um aceno ou uma dúvida… Um dia na vida de 11 personagens que estão ligadas – e é bem provável que nem se deem conta disso. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Neste sáb. (5), dom. (6) e seg. (7), às 19h45. R$ 20 (inteira).
60 PRA RIR - DOIS É DEMAIS Dir. Christiano Junqueira e Leandro Nassif. Com Christiano Junqueira e Leandro Nassif Improvisação com diversas formas de humor, reunindo esquetes elaborados por dois humoristas. Teatro Alterosa (av. Assis Chateaubriand, 499, Floresta, 3237-6611). Nesta sex. (11), às 21h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).
A MORTE BATE À SUA PORTA
Dir. Wesley Marchiori. Com Nilo Faustino, Bruno Righi, Glória Petinelli Em uma noite tranquila, um homem recebe uma visita inusitada da morte e tenta negociar com ela sua permanência na Terra, criando grande confusão. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Neste sáb. (5), às 21h; dom. (6), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc).
A PAIXÃO SEGUNDO SHAKESPEARE
Lunar lança 6 Pierrot documentário
Dir. Pedro Paulo Cava. Com Andreia Garavello, Ana Cândida, Fabiane Aguiar Textos do escritor inglês, como Hamlet e Romeu e Julieta, foram escolhidos para compor um painel da obra de Shakespeare, num espetáculo que dá ênfase à paixão. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1341, centro, 3273-1050). Qui., sex. e sáb., às 20h30. R$ 50 (inteira). Até 18/12.
DDD: DELEITE, DEPOIS, DELETE
APENAS UM SANGUESSUGA
DESCULPA QUALQUER COISA
Dir. Ricardo Batista. Com Ricardo Batista e Fernanda Botelho Brasílio, um sujeito excêntrico vive isolado. A jovem jornalista Linda decide entrevistá-lo, mas o encontro se prova desafiador. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1.341, centro, 3273-1050). Sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 20h. Até 17/12.
ATÉ QUE O FACE OU O ZAP ZAP NOS SEPARE, NOS UNA OU NOS MATE
Texto Bruno Félix. Com Bruno Félix e Dannyelle Gama Casal tem vida virada de cabeça para baixo depois de deixar cair, no Facebook e no WhatsApp, acontecimentos comprometedores e bizarros do passado. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Neste dom. (6), às 19h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc)
BRINCANDO EM CIMA DAQUILO
Dir. Ítalo Laureano. Com Marisia do Prado Comédia dividida em quadros onde a tônica é a força da mulher e seus conflitos entre a vida profissional, a vida de esposa e mãe. Três mulheres distintas, em diferentes situações, questionam o lugar da mulher na contemporaneidade. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Neste sáb. (5), às 21h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).
CASSINO DA KAYETE
Dir. coletiva. Com Kayete, Glauber Cunha e Paloma Santos O programa de rádio homônimo à peça ganha os palcos e Kayete comanda a comédia com grande elenco e convidados especiais. Teatro Alterosa (av. Assis Chateaubriand, 499, Floresta, 3237-6611). Neste sáb. (5) e dom. (6), às 19h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).
COMO FAZER UMA MULHER FELIZ COM APENAS CINCO REAIS
Dir. Ricardo Batista. Com Ricardo Batista Para colocar máximas dos relacionamentos à prova, atores mostram os mais diversos tipos de homens, em situações cômicas e inusitadas, com os mais variados tipos femininos, num
A BELA E A FERA
O grupo celebra duas décadas lançando “Teatro de Grupo - Pierrot Lunar 20 anos”, de Laura Canedo, que aborda a trajetória da companhia e o fazer teatral em grupo – ao longo do mês, a Pierrot Lunar receberá, ainda, a peça “Coisas Boas Acontecem De-repente” (18, 19 e 20, a R$ 20 e R$ 10), de Cinthya Paulino, e o ensaio aberto “Marx Baixou em Mim - Uma Comédia Indignada” (24). O documentário “20 Anos” traz relatos de nomes como Chico Pelúcio e Cida Falabella. Onde Pierrot Lunar (r. Ipiranga, 137, Floresta, 2514-0440) Quando Seg. (7), 19h30 Quanto Entrada gratuita.
divertido leilão. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Nesta qui. (10), às 21h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).
Dir. Jair Raso. Com Matilde Biadi, Heloisa Duarte e Juçara Costa Uma história sobre três irmãs na terceira idade que vivem às voltas com a era da internet. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Nesta sex. (11), às 21h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc). Dir. coletiva. Com Bruno Berg, Bruno Costoli e Thiago Carmona O espetáculo traz apresentações diversificadas de comédia stand up, com notícias comentadas, improvisações e paródias. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Nesta ter. (8), às 20h. R$ 40 (inteira).
ESTRANHA CIVILIZAÇÃO (Leia mais na página 12)
FRANCISCO DE ASSIS - DO RIO AO RISO
Dir. Carlos Nunes. Com Carlos Nunes e André Maurício O espetáculo mostra, sob um novo aspecto, a fraterna existência de Francisco de Assis, homem e santo, sobre a terra. Toma-se dele a humanidade com que enfrentou o desafio de mais amar que ser amado. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Neste dom. (6), às 20h. R$ 30 (inteira).
GATA EM TELHADO DE ZINCO
Dir. Eduardo Tolentino de Araújo. Com Bárbara Paz, Augusto Zacchi, André Garolli História de família obcecada pela herança do patriarca doente, envolvendo ambição e competitividade em nome da riqueza material e do status. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Sex. a seg., às 20h. R$ 20 (inteira). Até 28/11.
Com Cia Abração Em uma releitura que traz elementos do carnaval, Bela pede a seu pai, um ex-compositor de sambas, que lhe traga de presente o samba da rosa. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Neste dom. (6), às 16h. R$ 10 (inteira).
A HISTÓRIA DE TONY E CLÓVIS
Dir. Marcelo Xavier e Erica Lima Com Grupo Real Fantasia Dois palhaços fogem do circo e acabam fugindo também de suas histórias. Perdidos, eles precisam superar suas diferenças e construir o circo de seus sonhos. Museu de Arte da Pampulha (av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585, Pampulha). Neste dom. (6), às 11h. Entrada gratuita.
BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES
Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277-6437). Nesta sex. (11), às 21h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).
HOMEM É TUDO IGUAL, NÃO VALE UM REAL
Dir. Eri Johnson. Com Guilherme Oliveira O amor e a incompreensão entre os sexos ganham novas cores, longe do politicamente correto, para expor o que vai na cabeça de homens e mulheres quando os conflitos falam mais alto. Teatro Alterosa (av. Assis Chateaubriand, 499, Floresta, 3237-6611). Nesta sex. (11) e sáb. (12), às 21h; dom. (13), às 19h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).
KEEP CALM, ESTAMOS DE BATOM
Texto Wesley Marchiori. Com Daine Brasileiro, Aloiso Pires, Carlos Nunes Laura Lúcia, milionária de meia idade, megera e vingativa, visitará o salão de Sophie e Greg para um acerto de contas com a amante do seu marido. Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1600, Lourdes, 3014-5382). Neste sáb. (5), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc).
O GRANDE CIRCO ÍNFIMO
Dir. Fernando Marques. Com Alexsandra Bertoli, Carla van den Bergen, Daniel Boone Às margens de uma estrada esquecida, a dona de uma hospedaria e alguns ex-integrantes de uma extinta trupe circense se encontram para procurar caminhos viáveis nestas circunstâncias. Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3613, Horto, 3481-5580). Neste sáb. (5), às 21h; dom. (6), às 19h. Gratuito.
OS SEM VERGONHAS
Dir. Guilherme Leme. Com Christiano Junqueira, Dudu Schechtel, Fernando Veríssimo A história de seis desempregados que se reúnem em uma oficina mecânica, na Lagoinha, para jogar conversa fora e discutir maneiras fantásticas para ganhar dinheiro. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Neste dom. (6), às 19h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).
… RICOCHETE!
PARAÍSO, O ESPETÁCULO
Dir. Cida Falabella. Com Cris Moreira e Guilherme Théo Uma abordagem sobre a violência contra a mulher em diversas partes do mundo, violência sexual, social e moral, a partir de outros olhares. Teatro Espanca! (r. Aarão Reis, 542, centro, 3657-7348). Neste sáb. (5) e dom. (6), às 20h. R$ 5.
Dir. Pedro Afonso Rezende Com Pedro Afonso Rezende Inspirado nos vídeos do canal “RezendeEvil”, do youtuber, tem como ponto de partida o último episódio da série, trazendo os mesmos personagens em uma nova aventura. BH Hall (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi). Neste dom. (6), às 19h. R$ 120 (cadeiras setor 1, inteira); R$ 100 (cadeiras setor 2, inteira); R$ 70 (arquibancada, inteira).
PÉROLAS DO TEJO
Dir. Carlos Nunes. Com Carlos Nunes As histórias pessoais de Carlos Nunes ganham os palcos e o humorista mescla histórias populares, casos e piadas baseadas em personagens reais. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Neste sáb. (5), às 21h. R$ 30 (inteira).
PERSONALIDADES
Com Filipe Pontes Mistura de imitações de celebridades e cenas de gênero stand up comedy. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211). Neste sáb. (5), às 21h. R$ 80 (lote 4, inteira); R$ 25 (lote promocional 1); R$ 30 (lote promocional 2). GUTO MUNIZ/DIVULGAÇÃO
Dir. Rita Clemente.Com Marcio Monteiro, Ramon Brant e Rita Clemente Três personagens entrelaçados pelo percurso de uma bala. Laura, vítima do acaso, Alex, alvo perfeito e o perdido Leopoldo que ao fugir e se esconder de um crime, dispara em sua direção. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Qui. (10) a seg. (14), às 19h. R$ 20 (inteira).
ROSA CHOQUE
SER - EXPERIMENTO PARA TEMPOS SOMBRIOS
Dir. Alexandre de Sena. Com Rafael Lucas Bacelar Espetáculo performativo que radicaliza a narrativa como lugar de resistência, insurgência e crítica, criando um território para corpos que escapam. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Sex. e sáb., às 20h; dom., às 19h. R$ 10 (inteira); R$ 4 (comerciário). Até 13/11.
SHIRLEY VALENTINE
(Leia mais na página 12 )
TOC, SEDUÇÃO E MUITA CONFUSÃO
Dir. Kalluh Araújo. Com Paulo Rezende, Camila Felix, Jaqueline Francisco Fidélis sofre de Transtorno Obsessivo Compulsivo e precisa lidar, aos 50 anos, com o fim de seu casamento de 20, bem como os questionamentos sobre sua vida e sua relação com as mulheres. Teatro da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21, Lourdes, 3269-1166). Sex. e sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc). Até 13/11.
UM SOLTEIRO FORA DE FORMA
GUARAPA-RIR
Dir. Carlos Nunes Com Christiano Junqueira e Matheus Vargas Após 10 anos de casamento, Ariel é colocado para fora de casa e precisa se inserir novamente no mundo das paqueras e conquistas. Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277-6437). Neste sáb. (5), às 21h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).
Dir. Maurício Canguçu e Ílvio Amaral Com Kayete e Guilherme Oliveira Casal sai de férias em busca de descanso e diversão em Guarapari. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Neste sáb. (5), às 21h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).
GUIA PRÁTICO DE COMO EDUCAR SUA MÃE
Dir. Ílvio Amaral e Maurício Canguçu Com Freddy Mozart e Jefersom Medeiros A comédia relata fatos divertidos e bem humorados da relação mãe e filho dentro do mundo digital, tendo a internet e as redes sociais como pano de fundo. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Neste dom. (6), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc).
teatro infantil
VIOLETAS NA JANELA
O espetáculo “Rosa Choque”, do coletivo Os Conectores, está em cartaz neste final de semana, no teatro Espanca!
Dir. Ana Rosa e Guilherme Correa Com Ana Rosa Baseada no livro homônimo, a peça espírita narra as experiências de Patrícia, uma garota que desencarnou aos 19 anos, e acordou em uma Colônia Espiritual onde a vida continua. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Nesta sex. (11) e sáb. (12), às 21h. R$ 50 (inteira).
Texto Roberto Freitas. Com Lorena Jamarino, Elias Lima e Paula Torres Depois que descobre que já não é a mais bela, a malvada madrasta ordena que matem Branca de Neve, que consegue fugir para a casa dos sete anões e precisa escapar da madrasta. Teatro da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21, Lourdes, 3269-1166). Neste sáb. (5) e dom. (6), às 16h30. R$ 15 (postos Sinparc).
LIGA DA JUSTIÇA VS CORINGA
Texto Amanda Papatella. Com Bruno Righi, Elias Lima, Amanda Papatella A Liga da Justiça lutará para combater o Coringa, que planeja explodir a cidade e acabar com tudo. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Neste sáb. (5) e dom. (6), às 16h. R$ 15 (postos Sinparc).
PEDRO E O LOBO
Dir. Álvaro Apocalypse Com Grupo Giramundo. O espetáculo reforça o propósito de sensibilizar as crianças para a estrutura elementar de uma orquestra, seus timbres e famílias de instrumentos. Museu Giramundo (r. Varginha, 245, Floresta, 3446-0686). Neste sáb. (5), às 11h. R$ 20 (inteira).
musical O MENINO MAIS RICO DO MUNDO
Dir. Diego Benicá Com Marcelo Ricco Um pequeno catador de papel, que é rico de sonhos e de imaginação, convida a plateia para um dedo de prosa, na qual a educação ambiental é abordada de forma muito divertida, Teatro Santo Agostinho (r. dos Aimorés, 2679, Lourdes, 3291-5340). Neste sáb. (5) e dom. (6), às 16h. R$ 40 (inteira).
dança DE QUANDO BATE A SAUDADE
Dir. Robson Vieira A Patela Cia de Teatro & Dança Emoções vividas por um indivíduo. Ser pai, filho e órfão ao mesmo tempo. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Neste sáb. (5), às 20h; dom. (6), às 19h. R$ 20 (inteira).
QUE REI SOU EU?
Com Sarandeiros A narrativa traz o folclore nacional com a participação de elementos icônicos como Rei Momo, o Boi Bumbá e as Folias de Reis. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Nesta qua. (9) e qui. (10), às 20h. R$ 20 (inteira).
ópera O GUARANI
(Leia mais na página 11)
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MÚSICA Voz a serviço de Gonzaguinha Desafiada a
Patrícia a p o n t a r a Cassese * música de
Gonzaguinha que mais a emociona, Zizi Possi logo assume ser essa uma missão impossível. “Seria injusto! Ele fez tanta música bonita”, despista, optando por falar de sua relação particular com “O Que é o Que é”. E explica: “Foi uma das primeiras músicas que preparei quando saí de uma grande gravadora e vim para São Paulo”, rememora a cantora, que, claro, incluiu o clássico no show “Gonzaguinha Amoroso, Diga Lá, Coração”, ao qual o belo-horizontino vai conferir na próxima terça (8), dentro do projeto “Mesa Brasil Musical”. Com concepção de Pedrinho Alves Madeira, o show joga seu foco sobre a faceta explicitada pelo títu-
lo do espetáculo, passeando por pepitas como “Explode Coração”, “Começaria Tudo Outra Vez”, “Espere por Mim, Morena”, “Lindo Lago do Amor” e “Eu Apenas Queria que Você Soubesse”. “Acho bárbaro poder estrear no lugar que Gonzaguinha escolheu para morar, mas penso que (o show) será impactante em todos os lugares, nos vários ‘pedaços de chão do Brasil’, expressão que ele gostava de usar”. Aliás, ao falar da terra na qual Gonzaguinha escolheu para fixar residência, Zizi conta que o amigo chegou a tentar demovê-la da ideia de ir para São Paulo. “Quando rompi com tudo, ele me dava a maior força para ir para Minas. Minha filha (Luiza Possi) era pequenininha, e ele falava para ela: ‘vem, aqui tem uma lagoa linda’ (risos). Um barato. Sinto saudades mesmo. Um amigo bem chega-
do, um querido”. Mas não é só o lado da saudade que aperta o peito da cantora. “Acho que, como compositor, Gonzaguinha deixou uma obra que, hoje, é muito pouco valorizada por nós, pela mídia, por tudo. Como cantor, como artista, era inclusive um visionário – à época, fazia questão de ser até um pouco mal-humorado. Cheguei a perguntar o motivo, e ele falou: ‘mas tem muita gente bem-humorada! Todo mundo que é entrevistado está sempre bem, maravilhoso, pra cima...’ Ou seja, já percebia naquela época que exis-
tia essa máscara que todos faziam questão de vestir, para serem bem recebidos, vendáveis, enfim. Isso só me fez admirar mais ainda a pessoa do Gonzaguinha”. Voltando a falar sobre o repertório, ela lembra que
desde o início via “O Que É O Que É” sob um prisma particular. “Enxerguei essa música invertidamente. Então, à época, liguei para a Leleth (casada com Gonzaguinha), mas ele tinha ido a Exu, cuidar de uns problemas do Gonzagão (Luiz Gonzaga), que tinha falecido (agost o d e 1989). Tempos depois, fiquei sabendo
que o Gonzaguinha faria uma turnê pelo Sul do país. E eu ia fazer o mesmo caminho, aliás, fiz, só que passava pelos lugares uma semana depois que ele tinha partido”. Nos desencontros da vida, veio o acidente de carro que tirou precocemente a vida do cantor e compositor, em abril de 1991. “Fiquei muito triste por não ter mostrado a ele (a sua versão de ‘O Que É O Que É’). Mas, na verdade, tenho a certeza que, de alguma maneira, ele sabe dela”, conclui Zizi. * Especial para o Pampulha
> Zizi Possi
Canta Gonzaguinha no Projeto Mesa Brasil Musical Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420). Terça-feira (8), às 21h. Gratuito. Reserva para retirada dos ingressos esgotada. O Sesc Palladium alerta que, em caso de alguma desistência, a disponibilidade de novos bilhetes será informada por meio de seus canais de comunicação (www.sescmg.com.br e facebook.com.br/sescpalladium)
Diga Lá Zizi Possi é a nova convidada do Mesa Brasil Musical RAMA DE OLIVEIRA/DIVULGAÇÃO
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MÚSICA O poeta cada vez mais vivo Alex Só de Jota Bessas Quest, Rogé(*) rio Flausino já soma 23 anos de estrada. Wilson Sideral, seu irmão, também se enveredou pela música. Bem ocasionalmente, um costumava dar o ar da graça no projeto do outro. Mas com “Flausino & Sideral Cantam Cazuza”, os dois dividem o projeto meio a meio. E depois de percorrerem algumas cidades com o tributo a Agenor de Miranda Araújo, o Cazuza, os hermanos aportam neste domingo (6) no palco do Sesc Palladium. Desde o inicinho do projeto, é como se os mineiros de Alfenas voltassem para os anos 80, quando formavam a banda Contacto Imediato, que se apresentava em bares e festas no interior de Minas. E, veja só, no repertório, Barão Verme-
lho e Cazuza davam o tom. Dá para notar, pois, que a atual empreitada vem permeada pela nostalgia. “Em 1985, quando rolou o Rock in Rio, eu tinha 12 anos, e o Sideral, 10. A gente era do interior, saca? O rock nacional explodindo e a gente descobrindo tudo isso. O Cazuza era um dos nossos heróis”, lembra Flausino, para emendar: “E continua sendo”. Duas mães foram essenciais para a concretização do projeto. Uma delas é Maria das Graças, mãe de Flausino e Sideral (e Landau, também cantor). A professora de língua portuguesa adorava ler as letras do Barão Vermelho e de Cazuza. “Neste domingo (6), faz exatamente um ano da morte dela. Quando a gente estava montando, queríamos que fosse para ela”, comenta Flausino. A outra é Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, que apoia o tributo ao filho, falecido em
1990. “É uma mulher de 80 anos que parece muito mais nova. Conhecendo a Lucinha, a gente entende porque o filho foi quem foi. Ela é incrível”, diz Flausino, que promete um show capaz de mostrar toda versatilidade de Cazuza. “A gente está comemorando a vida e a obra dele, né?”, lembra o cantor, que interpreta “Bete Balanço”, “Ideologia” e “O Tempo Não Para”, dentre outras. O público também poderá ouvir a inédita “Não Reclamo”, letra do homenageado que ganhou melodia de Sideral. A música vai integrar um CD de composições inéditas do poeta, musicadas e interpretadas por parceiros e fãs.
Dom. 6.nov
ANTONIO ANDRADE/DIVULGAÇÃO
* Especial para o Pampulha
Flausino e Sideral >Cantam Cazuza Sesc Palladium (avenida Augusto de Lima, 420). Domingo (6), às19h. R$ 60 (inteira, plateia I e II) e R$ 30 (plateia III)
Reverência Flausino e Sideral cantam em prol da Sociedade Viva Cazuza
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MÚSICA RAFAEL SANDIM/DIVULGAÇÃO
Regina no MHAB 6 Elis A cantora mineira Andrea
Pagodinho 6 Zeca Cantor volta a BH com a
Amendoeira apresenta o show “Samba da Pimentinha”, uma homenagem a uma das maiores vozes da música brasileira. O espetáculo batizado com o apelido de Elis conta com a apresentação do radialista Tutti Maravilha, amigo da intérprete. Onde Museu Histórico (av. Prudente de Moraes, 202, Cidade Jardim Quando Domingo (6), às 11h30. Quanto Gratuito
turnê do álbum “Ser Humano”. No repertório, o show apresenta mais de 20 canções, entre as que marcaram sua carreira como “Maneira”, “Uma Prova de Amor” e “Ogum”, além das novas composições do sambista. Onde BH Hall (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Sion) Quando Sábado (12), às 22h Quanto De R$ 35 a R$ 560 (Mesa)
DIVULGAÇÃO
GUTO COSTA/DIVULGAÇÃO
O Novato 6 Nobat: O cantor e compositor
6 KRIOL O versátil
JOAO.GRI/DIVULGAÇÃO
grupo KRIOL apresenta “Um Canto entre Brasil e Cabo Verde”, revelando as pontes entre as duas culturas, trazendo releituras da música produzida no arquipélago, adicionada ao toque brasileiro. Onde Sala Sérgio Mangani (r. Gonçalves Dias, 320, Lourdes) Quando Sábado (5), às 20h. Quanto R$ 20
sábado (5) 8º LABORATÓRIO DE REGÊNCIA DA FILARMÔNICA
Quatro maestros de diferentes regiões do país assumirão a batuta para reger a Filarmônica de Minas Gerais. Sala Minas Gerais (r. Tenente Brito Melo, 1090, Barro Preto). Às 18h. Entrada gratuita
CÁLIX E PEDRO MORAIS SHOW NA AUTÊNTICA A Autêntica (r. Alagoas, 1172, Savassi). Às 22h. R$ 30 (na porta)
CENTOEQUATRO BLUES JAM
Affonsinho e Samir comandam uma jam sessinon de blues com convidados. Cine 104 (pça. Ruy Barbosa, 104, centro). Às 21h. R$ 24
FESTIVAL SAMBA DE RAIZ
O cantor e compositor Leandro Sapucahy é o convidado desta edição. Escola de Samba do Cidade Jardim (r. do Mercado , 150, Conjunto Santa Maria, Cidade Jardim). Às 18h. R$ 40
GERSHWIN
Rita Medeiros & Lyrical Jazz apresentam obra de Gershwin, dias 5 e 6 de novembro. Palácio das Artes (av. Afonso Pena,
1537, centro). Sábado às 20h e domingo às 19h. R$ 30
gas, 809, Savassi). Às 20h. Entrada Gratuita
ORQUESTRA OURO PRETO
QUARTA CULTURAL
Orquestra Ouro Preto convida Alceu Valença para o espetáculo “Uma Noite com a Orquestra Ouro Preto” BH Hall (av. Nossa Senhora do Carmo, 270, Savassi). Às 21:30. A partir de R$ 90 (arquibancada)
domingo (6)
Encontro de compositores com Dona Jandira Conservatório UFMG (av. Afonso Pena, 1534, centro). Às 12h30. Entrada gratuita
quinta (10) MULHERES CRIANDO
TAMBOR NA PRAÇA
Canções do congado mineiro e da Música Popular Brasileira com Maurício Tizumba e Warley Henrique. Praça Floriano Peixoto (av. Contorno Santa Efigênia). Às 16h. Gratuito
quarta (9) CONCERTOS BRASILEIROS
Recital de piano de Renata Bittencourt reúne peças de renomados compositores brasileiros. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro ). Às 20h. R$ 4
ROCK ESPORTE BLUES FESTIVAL
De 09/11 a 12/11, sessões de blues e improviso tomam conta do palco do Rock Esporte Clube. Rock Esporte Clube (av. Getúlio Var-
Nesta edição apresentam-se as cantoras e compositoras Greyce Ornelas e Lislie Fiorinni Suricato (r. Souza Bastos, 175, Floresta). Às 19h30. R$ 12
SEVATI
O duo Miraba Cebai convida o violinista e percussionista Bogdan Djukic Cine Theatro Brasil (av. Amazonas 315, centro). Às 20h. R$ 150
sexta (11) SARAU DO FILIZOLA
Os convidados desse noite serão Flávio Renegado, Chico Amaral, Pedro Morais, Uai Bah, Odilara, Tom Nascimento, Pablo Castro, Warley Miller, Sylvio Rosa, Adriana Moreira e outros nomes da música nacional. A Autêntica (r. Alagoas, 1172, Savassi). Às 19h. Entrada gratuita
belo-horizontino Luan Nobat apresenta seu mais recente álbum na série “Salve o Compositor”. O disco foi considerado um dos melhores lançamentos de 2015 em seu gênero. Nobat traz para “O Novato” elementos de experimentação com referências ao post rock, ao indie rock e à MPB. Onde Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1046, centro) Quando Quinta (10), às 20h. Quanto R$ 10
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CINEMA
(Elser, Alemanha, 2016, 1h54, 14 anos) Dir. Oliver Hirschbiegel. Com Christian Friedel, Burghart Klaußner, Katharina Schüttler. Uma biografia de Georg Elser, que tentou matar Adolf Hitler em 1939 ao colocar uma bomba atrás do púlpito que seria usado pelo Führer. Mas o plano, que poderia ter evitado a Segunda Guerra Mundial, não dá certo. Belas 2: 16h30, 19h, 21h30 Ponteio 2: 21h15 Ponteio 3: 18h50
Cidade 8: 20h40 Contagem 6: 13h45, 16h10, 18h35, 21h (*) Del Rey 3: 13h40, 16h10, 18h30, 21h, 23h10 (somente sábado, 6) Del Rey 6: 18h10 (*) Diamond 4: 12h10, 14h50, 17h30, 20h10 Itaú Power 3: 13h30, 15h50, 18h20, 20h45 (*) Minas 3: 13h45, 16h10, 18h35, 21h (*) Monte Carmo 1: 13h45, 16h10, 18h35, 21h (*) Pampulha 2: 14h40, 16h55, 19h10, 21h25 (*) Pampulha 3: 18h15, 20h30 (*) Paragem 1: 14h, 16h20, 18h40, 21h Partage Shopping Betim 1: 12h20 (*), 15h (*), 17h40, 20h20 Partage Shopping Betim 4: 19h, 21h40 (*) Partage Shopping Betim 6: 13h (somente domingo, 6), 15h40, 18h20, 21h (*) Pátio Savassi 3: 18h20 (*), 21h Shopping Norte 5: 16h30, 18h40, 20h50 (*) Via Shopping 1: 14h, 16h20, 18h40, 21h (*)
A LUZ ENTRE OCEANOS
Sessões 3D:
Atenção! A programação abaixo se refere a este fim de semana, dias 5 (sábado) e 6 (domingo)
estreias 13 MINUTOS
(The Light Between Oceans, EUA/ Reino Unido/ Nova Zelândia, 2016, 2h13, 12 anos) Dir. Derek Cianfrance. Com Michael Fassbender, Alicia Vikander, Rachel Weisz. Tom Sherbourne trabalha num farol ao lado da mulher. Um dia, eles encontram um cadáver e um bebê dentro de um barco. O casal pensa em avisar a polícia, mas desiste e passa a cuidar da criança. BH Shopping 6: 14h50, 18h, 21h15 Boulevard 1: 18h20, 21h Ponteio 4: 13h40, 18h40, 21h20 Pátio Savassi 2: 17h50, 20h50
CANÇÃO DA VOLTA (Brasil, 2016, 1h32, 14 anos) Dir. Gustavo Rosa de Moura. Com Marina Person, João Miguel, Marat Descartes. Julia e Eduardo formam um casal que se ama, mas que precisa aprender a lidar com os problemas que surgem em seu caminho. Belas 3: 14h, 15h40, 20h Cine 104: 19h
CURUMIM (Brasil, 2016, 1h40, 12 anos) Dir. Marcos Prado. Os últimos dias e as últimas horas de Marco Archer, mais conhecido nas comunidades do surfe e da asa-delta pela alcunha de “Curumim”, o primeiro brasileiro a ser condenado à pena de morte por tráfico de drogas, na Indonésia. Belas 3: 21h40
DOUTOR ESTRANHO (Doctor Strange, EUA, 2016, 1h55, 12 anos) Dir. Scott Derrickson. Com Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Tilda Swinton. Stephen Strange leva uma vida bemsucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. BH Shopping 2: 13h10, 16h, 18h40, 21h30 Betim 1: 16h10, 20h50 (*) Big Shopping 2: 14h20, 16h30, 18h40, 20h50 (*) Boulevard 3: 14h, 16h20, 18h40, 21h Cidade 7: 13h45, 16h10, 18h35, 21h (*)
BH Shopping 3: 11h30, 14h10 (*), 16h50 (*), 19h30 (*), 22h20 BH Shopping 8: 12h20, 15h, 17h50, 20h30 Betim 1: 13h50, 18h30 (*) Boulevard IMAX: 14h15, 16h40, 19h, 21h25 Cidade 4: 13h25 (*), 15h50, 18h20 (*), 20h45 Contagem 1: 16h, 18h20 (*), 20h45 Del Rey 1: 13h30 (*), 16h, 18h20 (*), 20h50, 23h (*) (somente sábado, 5) Itaú Power 5: 13h45 (*), 16h10, 18h35 (*), 21h Minas 1: 13h30 (*), 16h, 18h25 (*), 20h50 Paragem 5: 13h40 (*), 16h, 18h20 (*), 20h45 Via Shopping 4: 13h40 (*), 16h, 18h20 (*), 20h45 Big Shopping 1: 14h10, 16h20, 18h30, 20h40 (*) Shopping Norte 1: 14h10, 16h20, 18h30, 20h40 (*) Diamond 1: 13h30, 16h10, 18h50, 21h30 Estação 3: 13h30, 16h20, 19h10, 22h (*) Estação 4: 12h30 (*), 15h20 (*), 18h10 (*), 21h Monte Carmo 5: 13h40 (*), 16h10, 18h25 (*), 20h50 Ponteio Premier: 14h, 16h20, 18h40, 21h Pampulha 6: 14h10, 16h25, 18h40, 20h55 (*) Pátio Savassi 4: 19h40, 22h20 Pátio Savassi 5: 12h20, 15h, 17h40, 20h20, 23h10 (somente sábado, 5) Pátio Savassi 6: 19h, 21h40 (*) Sessões dubladas
ESTRANHOS NO PARAÍSO (Stranger Than Paradise, EUA, 1984, 1h30, 12 anos) Dir. Jim Jarmusch. Com John Lurie, Eszter Balint, Richard Edson. Willie recebe, em Nova York, a visita inesperada da jovem prima Eva, vinda da Hungria. Eles não se dão muito bem e, assolados pelo tédio, resolvem ir visitar a tia deles, Lotte, em Cleveland. Belas 1: 20h
INDIGNAÇÃO (Indignation, EUA, 2016, 1h50, 14 anos) Dir. James Schamus. Com Logan Lerman, Sarah Gadon, Tracy Letts. 1951, Marcus, um jovem judeu de Nova Jersey, recém chegado à Universidade Winesburg, em Ohio, sofre repressões e violência na conservadora faculdade, onde lida com anti-semitismo e repressão sexual. Belas 1: 11h (somente sábado, 5) (*), 14h40, 17h50, 21h40 (*) Clube do professor. Necessário a comprovação do mesmo.
JONAS (Brasil, 2016, 1h30, 16 anos) Dir. Lô Politi. Com Jesuíta Barbosa, Chay Suede, Criolo, Laura Neiva. Em pleno Carnaval, um rapaz sequestra a filha da patroa da sua mãe, por quem sempre foi apaixonado, e a mantém refém dentro de um carro alegórico em forma de baleia, onde iniciam um romance. Cidade 1: 18h40, 20h40 Del Rey 4: 18h40, 20h50
SATÂNICO (*) (Satanic, EUA, 2016, 1h25, 16 anos) Dir. Jeffrey G. Hunt. Com Marc Barnes,
Um homem de consciência sobre tempo em que vive MARES FILMES/DIVULGAÇÃ
“13 Minutos”, em cartaz na cidade, se debruça sobre o plano fracassado de Georg Elser (Christian Friedel, ao centro da foto) de matar Adolf Hitler
Cansado da barbárie, da violência e da intolerância que vê tomarem conta de seu país, um homem de tendências liberais decide impedir o apocalipse com as próprias mãos, plantando uma bomba para matar o líder fascista que conduz seu povo à ruína histórica e moral. A trama é o episódio real narrado em “13 Minutos”, mais uma produção alemã sobre a Segunda Guerra – o longa estreou esta semana no Brasil. Dirigido por Oliver Hirschbiegel (responsável por “A Queda!”), o filme conta a história de Georg Elser (Christian Friedel) que, em 1938, tentou assassinar Hitler com uma bomba plantada em um prédio onde o führer discursaria em Munique. No entanto, ele errou seus cálculos pelos 13 minutos do título e acabou matando apenas inocentes, após o líder nazista já ter deixado o local. O longa se divide entre a Daniel Oliveira
Sarah Hyland, Steven Krueger. Quatro jovens buscando aventura e ocultismo decidem ir para em Los Angeles encontrar locais onde foram realizados atos de satanismo. As coisas se complicam quando eles se envolvem em um misterioso culto. Cidade 5: 21h10 Cidade 6: 18h40 Itaú Power 4: 21h10 Via Shopping 3: 16h40, 20h50 (*) Sessões dubladas
TIO BERNARD – UMA ANTILIÇÃO DE ECONOMIA (Oncle Bernard - L’anti-leçon d’économie, Quebec/ Espanha, 2016, 10 anos) Dir. Richard Brouillette. Baseado em uma entrevista gravada em março de 2000, o documentário remonta as ideias do economista Bernard Maris, também conhecido como “Oncle Bernard”, que morreu durante o ataque à redação do satírico Charlie Hebdo. Cine 104: 20h40
repercussão do atentado, com o protagonista sendo interrogado e torturado pelos oficiais da SS, que acreditam que ele agiu em nome do Partido Comunista; e os flashbacks que revelam a escalada de violência e barbárie que fizeram Elser, um pacifista de esquerda, músico e boêmio, tomar medidas tão drásticas e, eventualmente, trágicas. Esse crescendo é espelhado no filme pelo caso do personagem com Elsa (Katharina Schüttler), uma mulher casada que apanha do marido. Elser se apaixona por ela, só que, libertário e pouco interessado em se comprometer, parece confortável com a situação. Mas até que ponto ele é capaz de se calar? Quanta violência consegue presenciar sem fazer nada a respeito? Essa é a questão central de “13 Minutos”, respondida pelo protagonista durante um interrogatório, ao afirmar que “eu sou um homem livre. E um homem livre de-
em cartaz A GAROTA NO TREM (The Girl On The Train, EUA, 2016, 1h53, 14 anos) Dir. Tate Taylor. Com Emily Blunt, Haley Bennett, Rebecca Ferguson. Alcoólatra, Rachel está desempregada e deprimida. Todas as manhãs ela viaja de trem, fantasiando sobre um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia ela testemunha uma cena chocante e, mais tarde, descobre que a mulher está desaparecida. BH Shopping 4: 21h BH Shopping 7: 13h50, 16h35, 19h45, 22h30 Boulevard 5: 14h, 16h20, 18h40, 21h Cidade 6: 14h, 16h20, 21h (*) Contagem 5: 13h50, 16h10(*), 18h30, 20h50(*) Del Rey 6: 13h30, 15h50, 20h30, 22h50 (somente sábado, 5) Del Rey 7: 18h40 Diamond 2: 13h50, 16h35, 19h20,
ve fazer o que é certo”. Seus algozes não aceitam que sua tentativa tenha sido uma mera decisão de consciência, e querem provar que, por trás de Elser, há um plot político. E Hirschbiegel usa esse confronto para mostrar que a civilização não é responsabilidade de organizações, mas sim de indivíduos: e quando eles deixam de cumprir seu papel na defesa do que é certo, a barbárie se instala. É por isso que as cenas do interrogatório, especialmente o efeito de Elser sobre o oficial Arhtur Nebe (vivido pelo sempre competente Burghart Klaußner, de “Adeus, Lênin” e “Edukators”), são bem mais instigantes que os flashbacks que, com sua reconstituição de época, figurino, trilha e encenação batidos, lembram uma minissérie global. Mesmo as sequências de tortura, porém, parecem derivativas e um tanto artificiais – consequência desse excesso de produções sobre
o período, com histórias que merecem ser contadas, mas que raramente conseguem trazer algo de novo, em termos de linguagem, a esse saturado nicho cinematográfico. O maior mérito de Hirschbiegel, nesse sentido, é realizar um longa extremamente solar. Quase nunca se viu um filme sobre a Alemanha do período com tanta luz e tantas cenas no verão. Porque o diretor quer mostrar que havia, sim, vida inteligente naquela época; houve alemães que não compraram o esterco expelido pela boca de Hitler e tentaram fazer algo a respeito. Pode não ser o bastante para fazer de “13 Minutos” um grande filme. Mas o torna ao menos um convite atual à reflexão e à tomada de consciência sobre os tempos em que vivemos e como a posteridade vai enxergar nossa atitude, ainda que fracassada, para transformá-los.
22h10 Estação 6: 22h30 (*) Itaú Power 4: 14h, 16h20, 18h40 (*) Minas 4: 13h50, 16h10, 20h50 (*) Monte Carmo 3: 13h40 (*), 18h25 Pampulha 4: 14h35, 16h50, 19h05, 21h20 (*) Paragem 3: 13h50, 18h30 PartageShoppingBetim 2: 19h20,22h(*) Pátio Savassi 7: 13h15, 16h40, 19h20, 22h Ponteio 3: 14h10, 16h30, 21h10
AQUARIUS
(*) Sessões dubladas
AMNÉSIA (Amnesia, Suíça/ França, 2017, 1h36, 12 anos) Dir. Barbet Schroeder. Com Marthe Keller, Bruno Ganz, Max Riemelt. Martha vive sozinha de frente para o mar em Ibiza e sua vida começa a mudar quando surge uma amizade inesperada entre ela e Jo, um músico de 20 anos. Belas 2: 14h30
(Brasil, 2016, 2h25, 16 anos) Dir. Kleber Mendonça Filho. Com Sonia Braga, Irandhir Santos, Maeve Jinkings. Clara, jornalista aposentada de 65 anos, luta contra uma empreiteira interessada em comprar seu apartamento na praia de Boa Viagem para construir um arranhacéus no lugar. Belas 3: 17h20 Cine 104: 16h30
CEGONHAS – A HISTÓRIA QUE NÃO TE CONTARAM (Storks, EUA, 2016, 1h29, livre) Dir. Nicholas Stoller, Doug Sweetland. Júnior, um dos principais entregadores da companhia de cegonhas, está prestes a ser promovido quando acidentalmente ativa a máquina que faz bebês, produzindo um não autorizado bebê. Agora, ele tem que entregá-lo antes que seu chefe descubra. BH Shopping 9: 17h05 (*) (*) Sessão dublada
almanaque
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 5 a 11 de novembro de 2016
CINEMA em cartaz (continuação) DEIXE-ME VIVER (Brasil, 2016, 1h43, 16 anos) Dir. Clóvis Vieira. Com Bernardo Dugin, Fernando Peron, Sabrina Petraglia. Jovem espírita é convocado para escrever vários livros, sendo um deles o “Deixe-me Viver”. Para escrevê-lo, ele embarca em uma jornada a fim de resgatar espíritos que se encontram nos umbrais. Estação 5: 14h30, 17h
É FADA (Brasil, 2016, 1h25, 12 anos) Dir. Cris D’Amato. Com Kéfera Buchmann, Klara Castanho. Uma fada tagarela e atrapalhada recebe a missão de ajudar uma jovem garota que não acredita no mundo da magia. BH Shopping 10: 14h, 16h10, 18h30, 20h45 Betim 2: 15h, 16h50, 18h40, 20h30 Cidade 1: 15h, 16h50 Contagem 7: 15h, 16h50, 18h40, 20h30 Del Rey 4: 15h e 16h50 Diamond 5: 14h, 16h20 Estação 1: 14h, 16h, 18h30, 20h45 Itaú Power 1: 13h30, 15h20, 17h10 Minas 6: 14h50, 16h40 Monte Carmo 2: 14h50, 16h40 Pampulha 3: 14h15, 16h15 Paragem 4: 14h50, 16h40 Partage Shopping Betim 3: 14h, 16h20, 18h30, 20h40 Pátio Savassi 3: 13h30, 16h Via Shopping 5: 14h50, 16h50
FORA DO RUMO (Skiptrace, EUA/ China/ Hong kong, 2016, 1h51, 12 anos) Dir. Renny Harlin. Um detetive de Hong Kong monta uma equipe com um apostador norteamericano para batalhar contra um notório criminoso chinês. BH Shopping 9: 22h
INFERNO (Inferno, EUA, 2016, 2h02, 12 anos) Dir. Ron Howard. Com Tom Hanks, Ben Foster, Felicity Jones. Em visita à Itália, o professor de simbologia de Harvard, Robert Langdon, se envolve em uma nova jornada em torno de símbolos e organizações ocultas. BH Shopping 5: 13h30, 16h20, 19h05, 22h10 Betim 3: 20h20 (*) Big Shopping 4: 16h25, 18h40, 20h55 (*) Boulevard 4: 16h10, 18h35, 21h Cidade 2: 13h40, 16h10, 18h35, 21h (*) Contagem 4: 13h40(*), 16h15, 18h40(*), 21h Del Rey 5: 13h20, 16h, 18h20, 20h40, 23h (somente sábado, 6) Diamond 5: 18h30, 21h15 Diamond 6: 21h50 Estação 5: 19h30, 22h15 (*) Itaú Power 2: 13h40, 16h10, 21h (*) Minas 5: 13h30, 16h, 18h30 (*) Monte Carmo 3: 16h(*), 20h50 Pampulha 1: 18h55 (*) Paragem 3: 16h10, 20h50 Partage Shopping Betim 5: 14h50(*), 17h30, 20h50(*) Pátio Savassi 8: 14h, 16h50, 19h30, 22h10 Ponteio 4: 16h30 Shopping Norte 3: 14h, 16h20 (*) Via Shopping 3: 14h15, 18h30 (*) (*) Sessões dubladas
O CONTADOR (The Accountant, EUA, 2016, 2h10, 14 anos) Dir. Gavin O’Connor. Com Ben Affleck, Anna Kendrick, J.K. Simmons. Christian Wolff é um contador autista que usa seu escritório, em uma cidadezinha pequena, como fachada para trabalhar para algumas das mais perigosas organizações criminosas do mundo. BH Shopping 1: 12h50, 15h50, 18h55, 21h50 Big Shopping 3: 18h20, 20h50 (*) Boulevard 1: 13h30, 16h Cidade 8: 13h10, 15h40, 18h10 (*) Contagem 3: 18h30(*), 21h Del Rey 7: 13h50, 16h20, 20h50 Diamond 3: 15h50, 19h05, 22h Pampulha 1: 14h05, 16h30, 21h10 (*) Pátio Savassi 1: 11h40 (somente sábado, 5), 12h40 (somente domingo, 6), 14h30 (somente sábado, 5), 15h40 (somente domingo, 6), 17h30
(somente sábado, 5), 18h40 (somente domingo, 6), 20h30 (somente sábado, 5), 21h30 (somente domingo, 6) Ponteio 2: 13h50, 16h20, 18h45 Shopping Norte 3: 18h40 e 21h (*) (*) Sessões dubladas
O LAR DAS CRIANÇAS PECULIARES (Miss Peregrine’s Home For Peculiar Children, EUA/ Bélgica/ Reino Unido, 2016, 2h07, 12 anos) Dir. Tim Burton. Com Eva Green, Asa Butterfield, Samuel L. Jackson. Investigando as ruínas de um orfanato, Jake encontra um fantástico abrigo para crianças com poderes sobrenaturais e decide proteger o grupo de órfãos dos terríveis hollows. Big Shopping 4: 14h (*) Boulevard 4: 13h40 (*) Contagem 3: 13h30 (*), 16h (*) Partage Shopping Betim 7: 21h50 (*) Pátio Savassi 1: 23h30 (somente sábado, 5) Sessão 3D: Estação 2: 21h15 (*) Sessões dubladas
O SHAOLIN DO SERTÃO (Brasil, 2016, 1h40, 12 anos) Dir. Halder Gomes. Com Bruna Hamú, Edmilson Filho, Fábio Goulart. Nos anos 1980, Aluísio Li vê sua chance de ouro para realizar o sonho de se tornar um mestre das artes marciais quando um lutador de vale-tudo desafia os valentões de sua cidade, no interior do Ceará. Pátio Savassi 2: 13h, 15h20
OUIJA – ORIGEM DO MAL (*) (Ouija: Origin of Evil, EUA, 2016, 1h30, 14 anos) Dir. Mike Flanagan. Com Annalise Basso, Elizabeth Reaser, Lulu Wilson. Quando Doris usa o tabuleiro de Ouija da mãe golpista para se comunicar com o falecido pai, acaba liberando uma série de seres malignos que se apoderam de seu corpo e ameaçam todos ao redor. Big Shopping 3: 14h20, 16h20 Itaú Power 2: 18h40 Minas 4: 18h30 Minas 5: 21h (*) Sessões dubladas
TROLLS (*) (Trolls, EUA, 2016, 1h33, livre) Dir. Mike Mitchell, Walt Dohrn. Ramo parte para uma jornada de descobertas e aventuras ao lado de Poppy, líder dos Trolls. Inicialmente inimigos, conforme os desafios são superados eles descobrem que combinam. BH Shopping 9: 12h10, 14h30, 19h15 Betim 3: 14h20, 16h20, 18h20 (*) Boulevard 2: 13h, 17h Cidade 5: 11h40 (somente domingo, 6), 13h30, 17h20 Contagem 2: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Del Rey 2: 14h20, 18h30 Estação 6: 13h15, 15h40, 17h50, 20h15 Itaú Power 6: 14h30, 18h30 Minas 2: 14h50, 18h50 Monte Carmo 4: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Pampulha 5: 14h, 15h45, 17h30, 19h15, 21h (*) Paragem 2: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Partage Shopping Betim 4: 14h20, 16h40 Partage Shopping Betim 7: 13h, 15h10, 17h20, 19h40 Shopping Norte 5: 14h20 Via Shopping 2: 14h20, 16h20, 18h20, 20h20 Sessões 3D: BH Shopping 4: 13h, 15h30, 18h15 (*) Big Shopping 5: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Boulevard 2: 15h, 19h, 21h (sessão legendada) Cidade 5: 15h25, 17h20 Contagem 1: 13h40 Del Rey 2: 16h20, 20h30 Diamond 6: 12h30, 15h, 17h15, 19h30 Estação 2: 12h, 14h15, 16h40, 18h50 Itaú Power 6: 16h30, 20h30 Minas 2: 13h, 16h50, 20h50 Pátio Savassi 4: 12h, 14h45, 17h20 Pátio Savassi 6: 13h45, 16h20 Shopping Norte 2: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 (*) Sessões dubladas
TÔ RYCA (Brasil, 2016, 1h48, 12 anos)
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MARVEL/DIVULGAÇÃO
17h História Permanente Especial Lumiar “Assim amam as mulheres”, de Dorothy Arzner (Christopher Strong, 1933). Sessão comentada por Juliana Dias (aluna do curso de Cinema e Audiovisual da UNA) 19h30 Sessão de encerramento: Anúncio e exibição dos premiados 21h Retrospectiva Juliana Rojas e Marco Dutra “O silêncio do céu”, de Marco Dutra
Dir. Pedro Antonio. Com Samantha Schmütz, Katiuscia Canoro, Marcelo Adnet. Selminha é uma frentista que precisa gastar R$ 30 milhões em 30 dias, sem acumular nada e nem contar para ninguém, para receber uma herança de família. Cidade 3: 11h50 (somente domingo, 6), 14h, 16h10, 18h20, 20h30 Contagem 8: 14h10, 16h20, 18h30, 20h40 Itaú Power 1: 19h, 21h Minas 6: 18h30, 20h40 Monte Carmo 2: 18h30, 20h40 Paragem 4: 18h30, 20h40 Partage Shopping Betim 2: 14h10, 16h50 Via Shopping 5: 18h30, 20h40
CINECLUBE ARANHA Exibição de curtas de Barbara Hammer, que tratam do amor, da sexualidade lésbica, do corpo feminino e do movimento LGBT. Quarta (9) 19h30 “Double Strength”; “Multiple orgasm”, “Women I love”, “Menses”, “Dyketactics”, “Superdyke” (EUA, 18 anos, 1h8)
Clássicos da Disney OS INCRÍVEIS (*)
LONGAS DE ANIMAÇÃO (*)
(The Incredibles, EUA, 2004, 1h55, livre) Dir. Brad Bird. A história conta as aventuras de uma família de ex-super-heróis redescobrindo a verdadeira origem de seus poderes: a união. BH Shopping 6: 12h Diamond 3: 13h Partage Shopping Betim 5: 12h Pátio Savassi 8: 11h20 (*) Sessões dubladas
Benedict Cumberbatch encarna o Doutor Estranho no longa da Marvel
mostras MOSTRA CINEMA E CONTRA CULTURA Exibição de clássicos do cinema ocidental que levantam questionamentos estéticos, discutindo todo o processo de construção e desconstrução de culturas e contra-culturas. Neste sábado (5) 17h Ensina-me a viver (Harold and Maude) (Dir. Hal Ashby| EUA| 1971| Drama| 91 min) 19h – Bonnie e Clyde, Uma Rajada de Balas (Bonnie and Clyde) (Arthur Penn| EUA| 1967| Drama| 112 min) Domingo (06) 19h – A primeira noite de um homem (The Graduate) (Dir. Mike Nichols| EUA| 1967| Drama| 106 min) Quinta-feira (10) de novembro, 19h30 Ardil 22 (Catch-22) (Dir. Mike Nichols| EUA| 1960| Drama| 122 min) Sexta-feira (11) 19h30 M.A.S.H. (Mash) (Dir. Robert Altman| EUA| 1970|Comédia/Guerra| 116 min) (*) MIS Cine Santa Tereza (rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza, 3277-4699). Os ingressos devem ser retirados 30 minutos antes de cada sessão.
LUMIAR (*) Festival de cinema universitário latinoamericano com mostras competitivas e homenagens. De 5 a 10 de novembro. Neste sábado (5) 15h “O lençol branco”, de Juliana Rojas e Marco Dutra (2004); “Vestida” de Juliana Rojas (2008); “Pra eu dormir tranquilo”, de Juliana Rojas (2011); “O Duplo” de Juliana Rojas (2012). Sessão especial com comentários de Juliana Rojas (18 anos, 1h10) 18h Mostra Competitiva Interamericana 1 (18 anos, 1h11) “Sexo Limpio”, de María Conchita Díaz (México, 2015) - Centro de Capacitación Cinematográfica, “Ingrid”, de Maick Hannder (Brasil, 2016) - UNA; “Perto do Sol”, de Bruno de Oliveira (Brasil, 2016) UFPel; “Rosario”, de Marlén Ríos Farjata (México, 2016) - Centro de Capacitación Cinematográfica; “Iceberg”, de Juliana Gómez (Cuba, 2016) - EICTV 20h Retrospectiva Juliana Rojas e Marco Dutra (1h39) “Trabalhar cansa”, de Juliana Rojas e Marco Dutra (2011) Domingo (6) 16h Retrospectiva Juliana Rojas e Marco Dutra (1h28) “Nascemos hoje, quando o céu estava carregado de ferro e veneno”, de Juliana Rojas e Marco Dutra (2003); “Notívago”, de Daniel Turini, Juliana Rojas e Marco Dutra (2003); “Concerto número três”, de Marco Dutra (2004); “A criada da Condessa”, de Juliana Rojas (2005);
“Nenhuma carta para o Senhor Fernando”, de Juliana Rojas (2005); “Um ramo”, de Juliana Rojas e Marco Dutra (2007); “As sombras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra (2009) 18h Mostra Competitiva Interamericana 2 (1h24) “El Pasado Roto, de Martín Morgenfeld” (Argentina, 2016) - Universidad del Cine; “Sânge”, de Percival Arguero (México, 2015) - Centro de Capacitación Cinematográfica; “Tatame”, de Daniel Nolasco e Felipe Fernandes (Brasil, 2016) - UFF; “O Ataque dos Plásticos Assassinos VII”, de Guta Diniz (Brasil, 2016) - UNA; “La Rabia de Clara”, de Michelle Garza Cervera (México, 2016) - Centro de Capacitación Cinematográfica 20h Retrospectiva Juliana Rojas e Marco Dutra (1h48) “Quando eu era vivo”, de Marco Dutra (2014) Segunda (7) 17h Especial 30 anos da EICTV - Escuela Internacional de Cine y TV (Cuba) 1 (42 min) “Oscuros rinocerontes enjaulados…muy a la moda”, de Juan Carlos Cremata (1990); “Nada com ninguém”, de Marcos Pimentel (2003); “Los minutos, las horas”, de Janaina Marques Ribeiro (Cuba, 2009). Sessão comentada por Guigo Pádua (responsável pela seleção da EICTV no Brasil) 19h Mostra Competitiva Interamericana 3 (1h18) “Dois Pássaros”, de Fábio Andrade (Brasil/Estados Unidos, 2016) - Columbia University; “Eu, Samylly Vellaskes”, de Rodrigo Lara Porto Biancalana (Brasil, 2016) - CEUNSP; “Quando é lá Fora”, de André Pádua e Leonardo Branco (Brasil, 2016) - UNA; “Nueva Vida”, de Kiro Russo (Argentina/Bolívia, 2016) - Universidad del Cine; “Quando se Envelhece”, de Wladimir Stefanon (Brasil, 2016) - UFJF; “Crônicas do Meu Silêncio”, de Beatriz Pessoa (Brasil, 2015, 8 min) - Academia Internacional de Cinema (SP) 21h Mostra Competitiva Interamericana 4 (18 anos, 1h17) “Despedida/Valediction”, de Pablo Paniagua (Argentina/Bolívia, 2015) – SocavónCine/Universidad del Cine | “Minha Esperança”, de Rebeca Francoff e Henrique Márcio Pires (Brasil, 2016) - UNA; “Teiko”, de Daniel Ochoa (Colômbia, 2015) Universidad Nacional de Cinema; “La Canción del Abuelo”, de Carlos Alcazar (México, 2015) - Centro de Capacitación Cinematográfica; “QUIM:ERA”, de Taíla Soliman (Brasil, 2016) - UFPel; “Alfa”, de Javier Ferrero (Cuba, 2015) - EICTV Terça (8)
17h Especial 30 anos da EICTV - Escuela Internacional de Cine y TV (Cuba) 2 (55 min) “Oda a la piña”, de Laimir Fano (2008); “Filiberto”, de Julia Amanda Garcia (2008); “Cuerpo de Mujer”, de Clara Albinati (2010); “La casona”, de Juliette Touin (2013) 19h Mostra Competitiva Interamericana 5 (1h15) “O Chá do General”, de Bob Yang (Brasil, 2016) - FAAP; “Faz de Conta”, de Nathalia Navarro de Castro (Brasil, 2016) UNA; “ESQUIZO-ESTUDO”, de Mariah Philippe Feijó (Brasil, 2015) - PUC-RS; “Artur”, de Daniel Felipe de Souza Santos (Brasil, 2015) - UFC; “De Toro”, de Zacarias Iglesias Santi (Argentina, 2016) Universidad de Buenos Aires 21h Mostra Competitiva Interamericana 6 (18 anos, 1h21) “Aire”, de Kami Garcia (México, 2015) Centro de Capacitación Cinematográfica; “Putta”, de Lílian de Alcântara (Brasil, 2016) - Unila; “Alguien en la Casa”, de Ezequiel Vega (Argentina, 2015) ENERC; “Brinde”, de Marcos Assunção (Brasil, 2015) - UNA; “Cinemão”, de Mozart Francisco de Oliveira Freire (Brasil, 2015) - Escola Pública de Audiovisual Vila das Artes Quarta (9) 17h Sessão Afrobrasilidades “Personal Vivator”, de Sabrina Fidalgo (RJ, 2014) | Livre | 22' | Sessão comentada pela diretora 19h Debate “Mulheres no Cinema” com Joana Oliveira (MG), Lygia Santos (MG), Ana Siqueira (MG), Ana Carolina Soares (MG), Sabrina Fidalgo (RJ). Mediação: Ursula Rösele (UNA-MG) 21h Mostra Competitiva Interamericana 7 (1h21) “Os Sonhos Nunca São Demolidos”, de Ricardo Silver (Brasil, 2016) - PUC Minas; “Eu Decoro, de Ygor Reis” (Brasil, 2015) UNA; “Tiznao”, de Andrés Farías (Cuba, 2015) - EICTV; “O Sonho”, de Samira Daher (Brasil, 2016) - UNA; “Nada ni nadie”, de Roya Eshrangi Safaifard (Cuba, 2015) - EICTV Quinta (10) 15h Sessão Panorama UNA (1h23) “Caravelas, 1119”, de Camila Lana (Brasil, 2016); “Feridas”, de Higor Gomes (Brasil, 2016); “Portal da Mente”, de Miguel Moreira (Brasil, 2016); “Papéis Avulsos”, de Diego Reis (Brasil, 2016); “Papagaios”, de Francisco Pereira (Brasil, 2015); “Taynara”, de Heloisa Arthur Maciel de Castro Gomes (Brasil, 2016); “Intro (Suffocation)”, de Leandro Augusto (Brasil, 2016); “Reflexos da Projeção”, de Matheus Monteiro e Rodrigo Rios (Brasil, 2016)
Programação fornecida pelas salas de cinema e sujeita a alterações por parte dos exibidores
Animações de diferentes nacionalidades e grande destaque no cenário cinematográfico recente, no Cine Humberto Mauro. Entre 11 e 16 de novembro. Sexta (11) 15h “Kurikou e a Feiticeira, de Michel Ocelot” (Kirikou et la sorcière, França, Bélgica e Luxemburgo, 1998, 1h14) 17h “Contos da noite”, de Michel Ocelot (Les contes de la nuit, FRA, 2011, 1h24) 19h “Meu vizinho Totoro”, de Hayao Miyazaki (Tonari no Totoro, JAP, 1988,1h26) 21h “As Bicicletas de Belleville” , de Sylvian Chomet (Les triplettes de Belleville, França-Bélgica-Canadá-Reino Unido, 2003, 1h18) (*) Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1537, centro). Os ingressos devem ser retirados 30 minutos antes de cada sessão
MOSTRA VISIBILIDADE E INVISIBILIDADES (*) Eixo curatorial do mês no Sesc Palladium traz a temática da visibilidade e a igualdade de gêneros. Domingo (6) 18h “Queer Aestethics”, de Iuri Lis
CINEMA EM TRANSE (*)
Terça (8), às 19h (sessão comentada) e quarta (9), às 17h e 20h “Espaço Além: Mariana Abramovic e o Brasil” (Brasil, 2015, 1h26) Dir. Marco Del Fiol
CINECLUBE COMUM Lançamento do livro “Cadernos do CineClube Comum”. Exibição de curtas. 20h “Os Cuidados Que Se Tem Com Os Cuidados Que Os Outros Devem Ter Consigos Mesmos”, de Gustavo Vinagre; “Estado Intinerante” de Ana Carolina Soares; “Na Missão, Com Kadu”, de Aiano Benfica, Kadu Freitas e Pedro Maia de Brito.
JOHN WATTERS – O PAPA DO TRASH (*) A mostra homenageia o polêmico realizador. Serão exibidos todos os títulos, curtas e longas, dos mais alternativos aos que chegaram ao grande público. De 11 a 29 de novembro Sexta (11) 17h “Love Letter to Edie”, de Robert Maier (1975); “The Diane Linkletter Story” de John Waters (1970) 17h40 Divine Trash, de Steve Yeager (1998). (*) Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro). Os ingressos devem ser retirados 30 minutos antes da sessão
CINECLÁSSICOS (*)
Terça (8) 19h “A Rosa Negra” (UK, EUA, 1950, 2h) Dir. Henry Hathaway Quinta (10) 19h “Um caminho para dois (UK, 1967, 1h51). Dir. Satanley Donen (*) Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, centro). Os ingressos devem ser retirados 30 minutos antes de cada seção.
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almanaque
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CENÁRIO BH Emicida discute literatura e música no Sesc Para debater sobre as produções literárias e as músicas periféricas, o músico Emicida é o convidado desta semana do projeto “Literaturas: questões do Nosso Tempo”. Ao lado do escritor Ferréz e com mediação da antropológa Érica Peçanha, o músico falará sobre política, educação e as trocas estéticas entre esses dois campos. Onde Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350) Quando Quarta (9), às 20h Quanto Entrada gratuita (mediante retirada de ingressos 2h antes do evento).
FERNANDO SCHLAEPFER/DIVULGAÇÃO
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EDSON INACIO
Parque Municipal recebe oitavo festival da Índia Uma das maiores celebrações cultural-religiosas da Índia, o Festival Ratha-Yatra desembarca pela oitava vez em Belo Horizonte. O festival, considerado o mais antigo da humanidade, terá início em um procissão saindo da Praça 7 em direção ao Parque Municipal, e contará com diversas atrações culturais. Além de uma comemoração pelo cinquentenário dos Hare Krishnas na parte ocidental do globo. Onde Início na Praça 7 Quando Neste sábado (5), das 10h às 16h Quanto Entrada gratuita
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Decoração de natal chega ao Diamond Mall No ano em que o shopping completa 20 anos, as comemorações adentram o período natalino e o Diamond inaugura seu “Parque de Natal Vintage”, uma decoração inédita com um parque de diversão e o tradicional “Party at The Mall”. O evento de inauguração seguirá a temática do mês de dezembro e contará com distribuição de pipoca, algodão doce e apresentações musicais. Onde Diamond Mall (av. Olegário Maciel, 1600, Lourdes, 4003-4136) Quando Nesta terça (8), às 17h Quanto Entrada gratuita.
QUE VEM POR AÍ
novembro DIA 12 CIRCUITO PULABH DE PRÉ-CARNAVAL
Casa de shows Granfinos. Às 22h. R$ 25 (2º lote) e R$ 40 (ingresso duplo) DIA 14 CAPITAL INICIAL
Shopping Del Rey. Às 20h. R$ 40 (pista, inteira), R$ 60 (área VIP, inteira), R$ 120 (camarote, inteira) e R$ 140 (front stage, inteira). DIA 17 DANIEL JOBIM CANTA TOM
Cine Santa Tereza sedia mostra sobre inclusão Promovida pelo laboratório Adaptse da Escola de Arquitetura da UFMG, a mostra com debates sobre o tema “Acesso, habilidades e vida inclusive” ganha as telas do MIS – Santa Tereza na próxima semana. O evento contará com a presença de especialistas nos temas, além de palestras e mesas-redondas. Onde MIS – Cine Santa Tereza (r. Estrela do Sul, 89, Praça Duque de Caxias) Quando De terça (8) a quinta (10) Quanto Entrada gratuita (Confira a programação completa em: www.bhfazcultura.pbh.gov.br).
CAROL REIS/DIVULGAÇÃO
Joaquim Paiva participa de bate-papo em galeria Dono de um extenso acervo fotográfico, o diplomata e também fotógrafo, Joaquim Paiva desembarca na próxima quarta (9), na dotART Galeria, para uma conversa. No bate-papo, o artista dará dicas sobre como montar sua própria coleção, além de contar um pouco sobre sua trajetória na fotografia e seus caminhos como um dos maiores colecionadores do país. Onde dotART galeria (r. Bernardo Guimarães, 911, Cj. 20, Funcionários, 3261-3910) Quando Nesta quarta (9), às 18h30 Quanto Entrada gratuita.
DIA 25
DIA 2
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SANDRA DE SÁ E ORQUESTRA OPUS
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 21h. R$ 100 (plateia 1A de J até P, inteira), R$ 90 (plateia 1B de A até I, inteira), R$ 90 (plateia 2A de AA até HH, inteira) e R$ 60 (plateia 2B de AA até HH, inteira).
MOACYR FRANCO E ANTÔNIO BAHENSE
Parque Municipal. Às 19h. R$ 60 (inteira, 2º lote), R$ 70 (inteira, 3º lote), R$ 70 (inteira, 4º lote) e R$ 90 (inteira, 5º lote). DIA 24
OSWALDO MONTENEGRO ACÚSTICO
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 21h. R$ 130 (plateia 1, inteira) e R$ 120 (plateia 2, inteira). DIA 25 ANGRA & CONVIDADOS E ALMAH
Music Hall. Às 21h. R$ 120 (pista, inteira, 1º lote), R$ 180 (pista VIP, inteira, 1º lote) e R$ 150 (camarote open bar, 1º lote).
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Teatro Bradesco. Às 21h. R$ 180 (inteira).
FESTIVAL SARARÁ, COM NEY MATOGROSSO, GABRIEL O PENSADOR, LINIKER, MC CAROL, CRIOLO E OUTROS
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Mirante da capital ganha maior tirolesa de Minas Na primeira sexta-feira (4) de dezembro, o mirante localizado no bairro Mangabeiras inaugura a maior tirolesa do Estado, com 800 metros de extensão. O mirante, que tem uma visão panorâmica para a Serra do Curral e para BH, receberá a atração que visa estimular o turismo na capital. Os ingressos para a tirolesa começam a ser vendidos na próxima segunda (7). Onde Mirante do Mangabeiras (r. Pedro José Pardo, 1.000, Mangabeiras) Quando 4 de dezembro Quanto R$ 40,00 (seg. a qui,); R$ 50 (sex. a dom. e feriados).
DIA 26 IRA! FOLK
Sesc Palladium. R$ 120 (plateia 1, inteira), R$ 100 (plateia 2, inteira) e R$ 80 (plateia 3, inteira). DIAS 26 E 27 HISTERIA, COM DIREÇÃO DE JÔ SOARES
Palácio das Artes. Sáb. às 20h30; dom. às 18h30. R$ 100 (plateias 1 e 2, inteira) e R$ 50 (plateia superior, inteira).
dezembro
CARINA ZARATIN/DIVULGAÇÃO
Palácio das Artes. Às 12h. R$ 80 (inteira). DIA 10 DIOGO NOGUEIRA
BH Hall. Às 22h. R$ 60 (inteira, 1º lote), R$ 80 (inteira, 2º lote), R$ 100 (inteira, 3º lote), R$ 520 (mesa setor I), R$ 440 (mesa setor 2). DIA 10 ZÉLIA DUNCAN EM TOTATIANDO
Teatro Bradesco. Às 21h. R$ 80 (fileiras de A a S, inteira), R$ 60 (fileiras de T a V, inteira), R$ 50 (vale-cultura). DIAS 10 E 11 HUMBERTO GESSINGER, EM “LOUCO PRA FICAR LEGAL”
Palácio das Artes. Às 20h. R$ 120 (inteira).
Edgard Scandurra e Nasi vêm a BH com o projeto Ira!Folk
fevereiro
DIA 25
DIA 5
ROGER HODGSON – TURNÊ MUNDIAL BREAKFAST IN AMERICA
CLARICE FALCÃO – TURNÊ “PROBLEMA MEU”
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 20h30. R$ 130 (plateia 1, inteira) e R$ 110 (plateia 2, inteira).
março
BH Hall. Às 22h. R$ 250 (pista/arquibancada, inteira, 1º lote), R$ 280 (pista/arquibancada, 2º lote), R$ 320 (pista/arquibancada, 3º lote), R$ 350 (pista/arquibancada, 4º lote).
negócios
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Paulo Bressane bressane@otempo.com.br EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Liberais, por que não? A
o ir votar em uma escola pública, me deparei com vários cartazes contra a PEC nas salas de aula. Frases do tipo “Vai para a PEC que te pariu” demonstram a deseducação verbal e o uso da escola como instrumento de doutrinação políticoideológica, pregada por mestres despreparados. Ser contra a PEC é mais um dos grandes erros da esquerda, e pregar este erro nas escolas é vergonhoso, uma irresponsabilida-
de inominável para com os que amanhã irão herdar esta nação. Aos mestres menos esclarecidos, sugiro que busquem no YouTube por “Sen. Cristovam Buarque explica a PEC 241”, e reflitam sobre a coerência e a obviedade de suas palavras. Os professores, enquanto veículos de transformação, têm obrigação moral de entender e se prepararem para um novo mundo, mesmo porque, eles já não detêm o monopólio do ensino neste planeta de comunicação global.
entre a gente
61% das empre6 Para sas, o pós-impeach-
Trousseau, 20 anos Duas competentes empresárias, Adriana Trussardi e Mônica Gonçalves
NOSSO CORPO DOCENTE ainda é arredio a mudanças e, se observarmos uma pesquisa CNT/Sensus, podemos enxergar alguns dos motivos do enorme atraso que permeia a mente de nossos jovens. Os números apontaram que 29% dos professores se identificam com o “patrono da educação brasileira”, o equivocado marxista Paulo Freire, e 10% com o próprio Karl Marx, com o restante se dividindo entre Gandhi, Jesus Cristo e Einstein. Não é, portanto, motivo de estranhamento que, tendo tantos esquerdistas como mestres – ainda segundo a pesquisa – os assassinos Che Guevara e Lenin sejam vistos positivamente por parte de nossos jovens. Mas, voltando aos mestres, por que alguns insistem em defender o Estado? Por que é tão difícil para eles aceitar, e levar aos alunos alguns conceitos da doutrina liberal?
POR QUE INSISTIR na irresponsabilidade fiscal? Já não bastam o desastre inflacionário e a degradação social impingida pelo mau funcionamento do Estado? Que o ensino seja mais liberal, por que não? Os jovens não precisam de utopias, mas sim de conceitos e metas que os aparelhem à modernidade, onde todos tenham os mesmos direitos por meio de um alto nível de escolaridade, onde a valorização individual e o espírito público se sobressaiam aos comodismos paternalistas do Brasil arcaico. Onde tenham chances reais de mostrar seu potencial em um sistema menos burocrático, com menos impostos, mais liberdade econômica, mais garra, enfim, para enfrentar os inestimáveis benefícios da inovação e da livre concorrência. Mestres, acordem para a realidade, deixem seus gafanhotos voarem.
ment representa retomada dos investimentos já no curto prazo, apontou uma pesquisa da Amcham. A instituição ouviu 160 presidentes e diretores durante o Seminário Produtividade Brasileira. Em 61% das companhias, os investimentos já estão sendo destravados, sendo 35% delas com aportes financeiros no país até dezembro de 2016. Outra parcela de 26% retomará nos primeiros três meses de 2017, acreditando em novo ciclo de crescimento da economia. Engenha6 Aria,Direcional segunda maior incorporadora e construtora do país, está entre as vencedoras do Master Imobiliário 2016, uma das mais importantes premiações nacionais do setor. O prêmio é realizado desde 1994 pela FiabciBrasil e pelo Secovi-SP.
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estilo Dossiê da moda praia
ZE TAKAHASHI/FOTOSITE
BRENO MAYER/DIVULGAÇÃO
VEM, VERÃO> Listamos as novidades em tecidos, modelagens e estampas para arrasar na estação
BRENO DA MATTA/DIVULGAÇÃO
A marca mineira Cila traz maiôs repaginados com recortes estratégicos. Dica boa para combinar com saias longas, pantacourts e bermudões além da praia
Após o revival dos anos 90, prepare-se para mergulhar na década de 80 e embarcar na nostalgia das polêmicas peças do passado que voltam à tona. Extraia, delas, todo o sex appeal possível para brilhar na moda praia com modelagens que fizeram história: o maiô de cava alta e o biquíni “asa-delta”, por exemplo. Os shapes preferidos das brasileiras à época roubaram a cena no desfile de Amir Slama, na recente São Paulo Fashion Week. A modelagem cavadíssima pode até alongar as pernas e destacar as curvas do quadril, mas, por conta da ousadia, todo cuidado é pouco na hora de usar. “A modelagem asa-delta ficou marcada como uma extravagância daquela época, mas deve ser evitada por mulheres que têm o tronco mais curto”, alerta o stylist e consultor Rodrigo Cezário. A temporada ainda foca os tops, que devem aparecer em shapes diversos – cada um obedecendo o tipo de corpo e ao estilo de cada uma. Ainda de acordo com Cezário, os trabalhos manuais, como os em macramé, arrematam as peças. “Quimonos e caftãs longos são opções arrojadas para as saídas de praia. Além do colorido já consagrado nos nossos verões, na cartela de cores, os Lorena K. Martins
Versátil, o top cropped com ar esportivo é aposta certeira. A Água de Coco por Liana Thomaz somou à hot pants
Campanha da TT Beachwear
tons terrosos aparecem como destaques para a temporada”, frisa. REVISITADOS Para a estilista Tetê Vasconcelos, nome por trás da marca de moda praia TT Beachwear, as peças unem com maestria a praia e o asfalto. “Acredito muito no maiô, que agora é chamado de body, assim como na parte de cima do biquíni usada como um top cropped para as ruas e em produções mais casuais. Não são mais dedicadas só a quem quer tomar sol e se bronzear. Além disso, as hot pants estão repaginadas, com detalhes laterais e recortes na cintura”, explica. Com tantas novidades, é natural que as mulheres tenham dúvida em relação à modelagem correta para o corpo, embora a moda caminhe cada vez mais para uma democratização: vale usar o que quiser. “A oferta é grande, mas pode confundir o consumidor. O importante é sempre respeitar seu estilo, o que o deixa confortável e, principalmente, escolher o modelo que valoriza seu corpo”, alerta Rodrigo Cezário. E para facilitar ainda mais a vida, o stylist listou, aqui, dicas práticas para escolher a peça apta a valorizar cada curva do seu corpo.
estilo
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NÉCESSAIRE ESCOLHA CERTA
VIX/DIVULGAÇÃO
Vai uma asa-delta supercavada aí? O modelo preferido da socialite Kim Kardashian tem, sim, restrições. “Só aconselho para mulheres que estão com o corpo em dia, pois, apesar da sensualidade e do poder de alongar a silhueta, evidencia os quadris, o bumbum e abdômen”, explica. Seios grandes X seios pequenos “Se a proposta for dar mais volume à região, abuse de modelos com enchimento, babados e estampas grandes. Se os seios já forem grandes, prefira peças com reforço e alças mais largas, para dar sustentação”.
ZE TAKAHASHI/FOTOSITE
FOTOS DIVULGAÇÃO
A estação mais quente do ano está chegando e, com ela, todos os preparativos para se jogar no bronze. Para quem deseja obter o efeito na pele por mais tempo, selecionamos produtos para dar uma forcinha!
Que tal aprender alguns truques para acertar a modelagem que valoriza seus pontos fortes e suas curvas? O stylist e consultor Rodrigo Cezário foi convocada para esta tarefa. Veja, a seguir, as dicas.
natural Pó compacto com 6 Quase efeito bronzeador, sem precisar ficar horas no sol. Ele enriquece e unifica a pele naturalmente, com efeito delicadamente dourado Quanto R$ 199 Onde Givenchy 0800-775-2193
Quadril largo X quadril estreito Para minimizar os quadris, Cezário sugere as calcinhas com laterais mais largas, cores escuras ou linhas verticais. Para o efeito contrário, abuse de peças com laterais finas e linhas verticais. Bumbum pequeno “Escolha calcinhas com babados, estampas grandes e coloridas – listras horizontais são ótimas – e detalhes como lacinhos, zíperes e bordados”. Dar um “up” no bumbum “Biquínis com decotes e cavas levemente altas vão muito bem. Costuras nas costas e recortes discretos também ajudam a erguê-lo”.
em 1 Com efeito mate, esse pro6 2tetor solar é tonalizante e se adap-
Curvas acentuadas “Ficam ótimas com cores expressivas, tipo amarelo-queimado e tons de violeta e azul. Também é bom escolher modelos com recortes anatômicos, no busto e no quadril. Reforços internos e forros ajudam a manter o corpo firme”. Amir Slama apostou na modelagem supercavada como tendência
Sem muita cintura “Deve abusar de franzidos, drapeados, cores claras e estampas. No busto, opte por modelos em triângulo”.
A Vix apostou no modelo frente única ou halter combinado com a clássica calcinha de lacinho lateral
ta a todos os tipos de pele. Por ser oil free, não possui aspecto oleoso, sendo ideal para os dias extremamente quentes Quanto R$ 49,98 Onde www.nutriex.com.br
FOTOS DIVULGAÇÃO
VITRINE
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crônica
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vida leve
Laura Medioli laura@otempo.com.br
Não importa se em papel ou tablet
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izem q u e quem aprecia a leitura tamb é m aprecia a escrita. Vim de uma família de escritores: Aníbal Machado, Maria Clara Machado, Lúcia Machado de Almeida, Ângelo Machado, dentre outros. Meu avô materno, Paulo Machado, ganhou um dos primeiros prêmios literários Cidade de Belo Horizonte, e meu avô paterno, embora de natureza fechada, escrevia poemas belíssimos. Acredito que, de certa forma, a família tenha exercido em mim o gosto pela literatura. Minha mãe, desde menina, tem o prazeroso costume de decorar versos. Dos mais simples e prosaicos, feito “Batatinha quando nasce”, até os extensos e belos, como “I-Juca Pirama” e “Navio Negreiro”. Adora Gonçalves Dias e Castro Alves e, com um fôlego absurdo, gosta de recitar seus versos no meio do corredor, durante os almoços familiares, sozinha e debaixo do chuveiro – para ela, para nós e para a vizinhança inteira ouvirmos. Isso para não dizer dos poetas da Inconfidên-
cia, Tomás Antônio Gonzaga, Cláudio Manoel e Alvarenga Peixoto. Este último, com seu poema “Liras”, acabou salvando meu irmão de um inusitado constrangimento. Explico: com 16 anos, meu irmão Virgílio, fazendo intercâmbio, mudou-se para uma pequena cidade no Estado norte-americano do Maine. Além das dificuldades naturais de adaptação com a língua, o clima e a cultura, era muito tímido. Na escola, seu melhor amigo era o filho do pastor da igreja local, um homem dotado de muita fé ecerto fanatismo. Na casa do amigo, oravam antes das refeições, antes de dormir e antes de sair. Aos domingos, iam aos cultos, nos quais o pastor pregava. E foi do púlpito da igreja que o homem, após exasperado sermão, convidou meu irmão para rezar uma oração em português, mesmo que se tratasse de uma oração católica. Jovem, tímido e reservado, meu irmão ficou tão nervoso com o pedidoque o “branco” imediatamente lhe ocupou os pensamentos. E nada de a oração sair. Embaixo, as pessoas aguardavam em silêncio, até que, surpreendentemente, veio-lhe à mente o poema quenossa mãe, aos gritos, gostava de recitar em nossa casa. E foi com muitos decibéis, co-
mo o pastor gostava, que meu irmão rezou, digo, recitou... Bárbara bela, Do norte estrela, Que o meu destino Sabes guiar, De ti ausente, triste somente As horas passo a suspirar... Benditos sejam Alvarenga Peixoto e seus poemas – e minha mãe, que os ensinou. Assim como nos ensinou ave-maria e pai-nosso. Só meu irmão mesmo para se sair dessa forma... E os fiéis adoraram! Sempre gostei de ler e escrever. Quando mais jovem, fazia poemas, peças de teatro, literatura infantil... Virei cronista por acaso.
Uma amiga sugeriu que eu as escrevesse e as publicasse no jornal. Escrevi algumas e mostrei aos editores para que as avaliassem. Não gostaria de expor os jornais com algo que não fosse do agrado dos leitores. Felizmente, a aceitação foi boa, e já se vão mais de dez anos de coluna semanal, dois livros de crônicas publicados e um terceiro a caminho. Infelizmente, o brasileiro é pouco habituado à leitura. Os preços dos livros não são acessíveis à grande parcela da população, e a baixa formação cultural agrava a situação. Mesmo assim, acho que os jovens de hoje leem bem mais que em qualquer outro tempo. Lembro-
me de quando, na escola primária, a única leitura eram as edições de “As Mais Belas Histórias”, da saudosa Lúcia Casasanta. Atualmente, a produção literária é fenomenal, e os livros infantojuvenis dão enorme contribuição a esse mercado. Exemplo máximo é a série “Harry Porter”. Um jovem que tenha lido toda a coleção, e são milhões de jovens, teve a oportunidade de ler aproximadamente 4.000 páginas, o que é fantástico. Com as novas tecnologias, acredito que a leitura dará um salto ainda maior. Embora eu tenha enorme apreço pelo livro de papel, com cheiro de livraria, não podemos nos esquecer de que as
novas gerações já nasceram na era da informática e que a interatividade nos livros eletrônicos abriu uma nova e imensa gama de oportunidades para que nossos escritores possam usar toda a sua criatividade. Testemunhamos o fim do projetor de slides, das máquinas de escrever, do toca-discos, da fita K7 e de tantos outros equipamentos que, um dia, foram chamados de “tecnologia de ponta”. É claro que sempre haverá um grupo, no qual eu me incluo, que não abrirá mão de visitar uma livraria, folhear as páginas, sentir o cheirinho dos livros. Mas não me iludo, as novas gerações estão chegando, nascendo junto com uma parafernália tecnológica que nem os mais ousados autores de ficção chegaram a imaginar. O importante é que as novas gerações continuem lendo, não importa se em papel, tablet ou qualquer nova invencionice que, certamente, surgirá nos próximos anos. Uma boa história será sempre uma boa história. Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO
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PROJETOS ARQUITETÔNICOS: ILUMINAÇÃO CÊNICA EM AMBIENTE RESIDENCIAL AJUDA A ENFATIZAR OBJETOS OSVALDO CASTRO/DIVULGAÇÃO
Ambientes descontraídos
em clima de happy hour Salões de beleza e barbearias investem em decoração para proporcionar mais conforto aos clientes
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CONFORTO> Com arquitetura e design, estabelecimentos criam clima de happy hour para clientes
Esmalterias e barbearias apostam em decoração “ DANIEL MANSUR/DIVULGAÇÃO
É hora de Da dar um “tapa Redação no visual” com muito conforto e diversão. As esmalterias e barbearias decidiram incorporar espaços de descontração para os clientes, uma tendência que começou na Europa e nos Estados Unidos e que foi muito bem recebida pelos brasileiros. A ideia é conhecida como “nail bars” ou “beauty bars”, locais que aliam serviços de beleza e ambientes detalhadamente projetados para criar um clima de happy hour. Esse novo conceito depende muito de como é feita a configuração das lojas, de um trabalho de arquitetura e design bem afinado. Um projeto desse tipo nasce da vontade de proporcionar a sensação de prazer ao cliente durante a estadia. “Percebemos que as mulheres queriam um lugar onde poderiam fazer as unhas e colocar o papo em dia. Elas marcam os horários com as amigas, ficam mais lindas, tomam um drink e conversam bastante. Os homens voltaram a usar barba, apreciam uma bebida premium, participam do dia do noivo e até fazem tratamentos estéticos”, explica a arquiteta Cláudia Aragão, do escritório Castelier. Segundo a profissional, a arquitetura influencia a experiência dos clientes porque dá vida ao conceito beauty bars. “Temos a visão do espaço. Procuramos deixar com boa circulação, arejado e com iluminação adequada. Especificamos móveis com boa ergonomia e conforto adequado para que o cliente não tenha pressa de sair”, afirma Cláudia. A designer de interiores Cátia Maiello, também do escritório Casatelier, sugere para esmalterias e barbarias a aplicação de paredes de drywall, que separam os espaços de beleza e diversão. Além disso, frisa que é interessante o uso de móveis compactos, cores que fazem referências às cervejeiras e poltronas para lembrar o ambiente de salões ou barbearias mais antigos. De acordo com a designer, é comum esses espaços terem um balcão ou mesas para drinks, cafés e
cerveja. Há barbearias e esmalterias que contam também com sala de TV e até mesa de sinuca. A arquiteta Estela Netto aponta o lado prático dos beauty bars. “É um jeito de deixar mais produtivo o tempo do cliente. Ele pode lanchar ou almoçar no salão de beleza ou na barbearia. A pessoa sai do trabalho, vai cortar o cabelo e por que a gente não junta esse momento com o happy hour?” A profissional também explica como esse modelo de espaço de beleza, concebido por uma arquitetura bem planejada, pode agregar valor à marca. “Hoje se sabe, por meio de pesquisas, que o visual do ponto de venda – nesse caso do salão de beleza – é fundamental para a compreensão da marca. Para que um espaço seja reconhecido como salão luxo, tenho que traduzir esse conceito. Se desejo uma barbearia alternativa, em que o cliente vai ser bem recebido e pode se divertir, também é possível planejar. Em todos os casos, há uma série de informações arquitetônicas que vão contribuir para a construção do conceito. É muito legal ver como a arquitetura participa do branding”, explica Estela.
Para que um espaço seja reconhecido como salão-luxo, tenho que traduzir esse conceito. Se desejo uma barbearia alternativa, em que o cliente possa se divertir, também é possível planejar. Em todos os casos, há uma série de informações arquitetônicas que contribuem para construir o conceito
Moda
Tendência conhecida como “nail bars” ou “beaty bars” começou na Europa e nos Estados Unidos
OSVALDO CASTRO/DIVULGAÇÃO
OSVALDO CASTRO/DIVULGAÇÃO
Este projeto do escritório Casatelier foi criado para mulheres que buscam um lugar onde possam fazer as unhas e colocar o papo em dia
DANIEL MANSUR/DIVULGAÇÃO
OSVALDO CASTRO/DIVULGAÇÃO
O bar dentro da esmalteria foi projetado de forma a ficar em total sintonia com a decoração feminina do espaço Este projeto de Estela Netto tem bar dentro da barbearia
Profissionais traduzem no décor o conceito pretendido
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DICA> Profissional explica a utilização de luzes cênicas e funcionais na decoração de ambientes
Iluminação e bem-estar FOTOS CENTRO EUROPEU/DIVULGAÇÃO
A iluminação é Da parte significativa Redação de um projeto arquitetônico, seja ele residencial ou comercial. Além da importância funcional, o efeito da luz pode provocar sensações e estimular ações diferentes em seus usuários. Entender sobre lâmpadas, circuitos, tensões e cargas não é algo tão simples, porém um bom começo é observar qual o efeito que mais agrada. Profissionais capacitados podem investigar essas diferentes sensações. “A maioria das pessoas não vai conseguir nos dizer qual o tipo exato da lâmpada que lhe agrada, mas conseguirá remeter a exemplos comerciais, de mostras de decoração ou de lugares em comum nos quais exista a combinação perfeita da iluminação segundo sua opinião”, explica Katalin Stammer, supervisora dos cursos de Design de Interiores, Decoração de Ambientes, Design de Jardins e Design de Produto do Centro Europeu. A profissional acredita que um projeto residencial pode ter uma proposta de iluminação mais cênica, ou seja, enfatizar objetos ou gerar um clima mais intimista no ambiente. Para criar esse efeito, geralmente usa-se a iluminação mais pontuada. “Apesar de não ser uma opinião geral, muitas pessoas gostam dessa combinação pela sofisticação que ela traz”, detalha Katalin. Já para a iluminação comercial ou institucional, existe a necessidade de atender prontamente o uso funcional. Segundo ela, a iluminação cênica pode surgir para compor a estratégia da marca e acaba aparecendo com maior frequência na recepção, no lavabo e nas áreas de reunião quando é possível compor. “Em casos de boutiques e lojas de grife, que querem passar status e glamour de seus produtos, um ponto importante são as vitrines e provadores. Nesses locais a iluminação deve trazer a maior ênfase das cores do produto e da qualidade da imagem refletida no espelho”, explica Katalin. COR IDEAL O Índice de Reprodução de Cor (IRC) representa como as cores serão vistas de fato. Dependendo do IRC da lâmpada, vê-se uma roupa mais azulada ou esverdeada, por exemplo. Esse índice vai de 0 a 100, e quanto mais próximo de 100 melhor a reprodução da cor. “Entre as opções de produtos há o LED, um diodo emissor de luz. Além da eficiência energética que o LED traz como vantagem, atualmente o IRC dessas fontes está ficando muito mais próximo do ideal para as lâmpadas que ele se propõe a substituir, como as dicroicas e halopins. Isso traz um bom custo-benefício para os consumidores”, completa Katalin.
Um projeto residencial pode ter uma proposta de iluminação mais cênica, enfatizando objetos e gerando um clima mais acolhedor no espaço
Nesta sala, o projeto de iluminação conferiu requinte ao ambiente
Uma iluminação mais pontuada gera sofisticação ao espaço
A lâmpada LED tem bom custo-benefício
A recepção conta com iluminação cênica
No caso da iluminação institucional, existe a necessidade de atender prontamente o uso funcional
Luzes deixam o ambiente mais intimista
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GIRO PELO MERCADO W imoveis@otempo.com.br
MRV/DIVULGAÇÃO
Cobertura de imóveis em Light Steel Frame vira tendência conomia, redução dos resíduos descartados e rapidez na montagem são os fatores que mais impactam na construção de imóveis. Por isso, algumas empresas estão investindo para oferecer soluções práticas às construtoras e incorporadoras do país. Os telhados feitos em Light Steel Frame (LSF) – sistema construtivo estruturado em perfis de aço galvanizado – se tornaram boas opções para a cobertura dos empreendimentos. De acordo com o diretor de produção da MRV Engenharia, Edson Gorayeb, as principais vantagens da adoção do LSF nos telhados são a qualidade do material utilizado e também a eficiência do projeto. Durabilidade e leveza dos materiais, custo mais barato que a cobertura
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em madeira, rapidez na montagem e a redução dos resíduos descartados também são destacados por especialistas. “A preparação e a fabricação dos telhados são realizados fora das obras, o que facilita a montagem, pois eles já chegam cortados e com todos os perfis furados. Basta seguir o manual e colocar os parafusos de acordo com a identificação nos perfis, com a posição pré-determinada. As madeiras, por exemplo, são cortadas na própria obra, o que demanda um tempo bem maior. A montagem dos telhados em LSF demanda apenas três dias em cada prédio”, diz Edison Tateishi, diretor de operações da Lafaete, empresa de soluções construtivas. Segundo Tateishi, os telhados feitos com os perfis de aço tornam a obra sustentável, pois não há desper-
CASA COR/DIVULGAÇÃO
dício nem sobra do material. “Com o uso do LSF, a obra fica muito limpa, além de não produzir ruídos, uma vez que todos os perfis já chegam cortados”, afirma. A durabilidade também é destaque das estruturas metálicas. “Os perfis têm vida útil superior a cem anos. Utilizamos um aço especial, com uma camada de proteção superior, que oferece resistência garantida e permite um cálculo estrutural preciso, atendendo todas as normas”, destaca o diretor de operações. Além de telhados de prédios, a estrutura em LSF pode ser utilizada na construção de casas, cobertura de varandas, garagens e soluções para grandes eventos, como escadas e rampas. “Essa é uma tendência que veio pra ficar e, por isso, esperamos fechar muitos negócios daqui pra frente”, conclui Tateishi.
Sistema LSF é sustentável e tem muita durabilidade
EPO/DIVULGAÇÃO
LANÇAMENTO NA CENTRO-SUL
Grupo EPO acaba de entregar o Edifício Vista, empreendimento que integra o complexo empresarial Paisagem Escritório Parque, localizado no bairro Alto Santa Lúcia, região Centro-Sul da capital. Com mais de 9 mil metros quadrados de área construída, o edifício possui nove andares, três grandes lojas, 63 salas de 35m² à 229m², estacionamento rotativo e heliponto, sendo que este último está em fase de aprovação pelos órgãos competentes. “O heliponto vai proporcionar maior facilidade de acesso ao Paisagem e, pelo perfil dos usuários que irão trabalhar no complexo, acreditamos que será de grande utilidade”, explica o gerente de projetos do Grupo EPO, Alexandre Simão. Projetado por Gustavo Penna, o Paisagem Escritório Parque prioriza terraços descobertos com vista panorâmica da cidade, fachadas curvas que acompanham o relevo do terreno e espaços integrados. O revestimento e os materiais de alto padrão são um marco da arquitetura do projeto. Pisos em granito, esquadrias de alumínio, fachada em textura clara e vidros laminados mantêm a sofisticação do acabamento, reforçando o Novo edifício possui nove andares, três grandes lojas e 63 salas que têm de 35m² à 229m² conceito do complexo empresarial.
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Pedro Ariel Santana é arquiteto, jornalista e diretor de Conteúdo da Casa Cor
A GRANDE BELEZA o último dia 27, a Lider Interiores recebeu, no Ponteio Lar Shopping, o lançamento do livro “A Grande Beleza”, do arquiteto, jornalista e diretor de conteúdo e relacionamento da Casa Cor, Pedro Ariel Santana. A publicação teve seu nome inspirado no filme italiano de Paolo Sorrentino (2013) e traz 200 imagens produzidas por Ariel para o Instagram sobre decoração e suas ramificações. O universo já compartilhado na esfera virtual traz detalhes ou ângulos simples, registrados nas principais mostras do Brasil e do mundo, mas que passam despercebidos pela maioria das pessoas. “Passei a exercer o lado jornalista nas redes sociais, revelando meu olhar sobre aquilo que me toca de alguma forma”, explica o autor. Dividido em quatro capítulos: Decor, Natureza, Arte & Design e Viagens, a proposta é deixar o mundo um pouco mais bonito. “Enquanto não encontro ‘a grande beleza’, vou compartilhando as pequenas”, conclui.
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CONDOMÍNIO ACESSÍVEL
BALANÇO SALÃO DE IMÓVEIS
ensando na diminuição de custos e em estratégias para atrair clientes, a RCC Incorporação e Construção lança o edifício Portal Liberdade que apresenta o valor estimado do condomínio de R$ 500. De acordo com o diretor da construtora, Rodrigo Cançado, o projeto teve como princípio a satisfação de clientes que querem um imóvel com taxas condominiais mais acessíveis e infraestrutura completa com piscina, salão de festas, espaço fitness, quadra e elevadores modernos. “O valor pago é 25% mais barato que de outros condomínios disponíveis no mercado, além de contar com acabamento de primeira linha e área de lazer diferenciada”, explica. O empreendimento da RCC Incorporadora possui um valor mais acessível devido aos investimentos em sustentabilidade feito pela empresa, como a instalação de painéis solares, modernização de elevadores, além da substituição de lâmpadas de LED por lâmpadas fluorescentes e água e gás individualizado.
1ª edição do Salão de Imóveis e Oportunidades Caixa Aqui, que terminou no dia 23 de outubro, foi considerada um sucesso, tendo comercializado, ao longo de seus quatro dias de duração, quase R$ 79 milhões em imóveis novos e usados entre apartamentos, casas, condomínios de lotes, salas comerciais, espaços corporativos e lojas. Cerca de 45 mil pessoas compareceram. O maior volume de público e vendas ocorreu no último dia de evento. No total, foram 411 negócios fechados, resultando em R$ 78.932.802,00 movimentados, aquecendo o mercado imobiliário mineiro, uma vez que o evento contou com a participação de construtoras, incorporadoras, loteadoras, imobiliárias e correspondentes Caixa Aqui. “O 1º Salão de Imóveis e Oportunidades Caixa Aqui foi um sucesso, estamos felizes de poder ter contribuído de fato para a movimentação do mercado imobiliário em Minas Gerais. Foi uma ótima oportunidade, tanto para as construtoras, quanto para os consumidores que necessitavam de algum imóvel, ou tinham o sonho de conquistar a casa própria”, avalia o organizador, o correspondente Caixa Aqui, Stéfano Lima. O evento foi realizado no estacionamento do Minas Shopping.
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shopping SILICONE> Material mais moderno e preço mais acessível para aumentar os seios e a autoconfiança
Up na autoestima SHUTTERSTOCK/DIVULGAÇÃO
Renata Mais do que a Abritta beleza estética, aumentar os seios tem um significado muito maior para as mulheres que decidem se submeter à cirurgia plástica: a melhora considerável da autoestima. E para aquelas que sonham em passar pelo processo, mas ainda têm dúvidas, nós convidamos um especialista para explicar as perguntas mais frequentes. De acordo com o cirurgião plástico Paulo Henrique Laia, da clínica Plásticas, as cirurgias de mama podem ser feitas a partir dos 16 anos, em média, ou dois anos depois da primeira menstruação, quando o desenvolvimento mamário já está completo. “Na nossa prática, raramente fazemos a cirurgia antes dos 18 anos, pois entendemos que nessa idade as pacientes têm maior capacidade de discernimento para discutir tamanho, tipo de implante etc.”, afirma. Ainda segundo o especialista, não existe idade limite para a mamoplastia, desde que a paciente tenha boa saúde. “Nossa paciente mais experiente que se submeteu à uma cirurgia de mama tem hoje 75 anos e foi operada aos 72”, conta. Muitas mulheres pretendem ter filhos, mas questionam se precisar optar entre a plástica ou a amamentação. “A resposta é a que todas as futuras mamães que gostariam de dar uma turbinada gostariam de escutar: aleitamento materno e aumento de mama combinam sim. O índi-
ce de problemas na produção e na ejeção do leite em pacientes que se submetem à colocação de silicone é muito pequeno. Isso acontece pois o posicionamento do implante subglandular ou submuscular não altera significativamente a capacidade glandular da mama”, explica Laia. TAMANHO O especialista salienta que o tamanho da prótese não é definido apenas pelo desejo da paciente. As características corporais também devem guiar a escolha. “Para que o resultado seja perfeito, devemos considerar a largura do tórax e a altura, além de características como a elasticidade da pele e a capa de gordura corporal”, frisa. O cirurgião plástico esclarece que as próteses tinham “prazo de validade” antigamente, porém, as usadas atualmente são mais modernas e não demandam troca periódica. “A paciente deve realizar um acompanhamento regular com seu cirurgião plástico depois de alguns anos da cirurgia, a fim de detectar possíveis alterações que indiquem a necessidade de troca das próteses”, diz. Sobre o material utilizado, o médico explica que a prótese lisa está em desuso no país, sendo a texturizada e a revestida em poliuretano as mais utilizadas hoje em dia. “A prótese texturizada é a mais popular no Brasil. Ela apresenta micro rugosidades visando uma formação irregular da cápsula. Apresenta índices menores de contratura capsular do que próteses de silicone lisas. Já as de poliuretano, em geral,
Para muitas mulheres, colocar próteses de silicone nos seios pode significar melhorar a autoconfiança e a autoestima
tem um custo mais elevado. Seu material dificulta a inserção do implante, porém é o responsável pela redução drástica da ocorrência de contratura capsular. Outro benefício da espuma de poliuretano é a sua capacidade de aderir aos tecidos, reduzindo a praticamente zero a ocorrência de deslocamento ou rotação do implante”, ressalta Laia. PÓS-OPERATÓRIO Segundo ele, o pós-operatório é fundamental para o sucesso da cirurgia. “No caso da mamoplastia de aumento, as principais recomendações são: não realizar
esforços físicos e não carregar peso por no mínimo três semanas. Não dirigir antes de dez dias. Usar sutiã cirúrgico durante o primeiro mês, de forma ininterrupta. Evitar o sol nos seis primeiros meses, para uma cicatrizarão melhor. O sol antes de seis meses pode escurecer as cicatrizes”, afirma. MASTECTOMIA Mulheres que passaram por tratamento de câncer de mama também podem ser beneficiar das próteses de silicone. “Este é um procedimento fisicamente e emocionalmente muito gratificante para uma mulher que perdeu a ma-
ma em consequência de um câncer ou de qualquer outra situação. Apesar da mama reconstruída não ser tão perfeita como a original, uma nova mama pode melhorar radicalmente a autoestima e a autoconfiança da mulher. O importante é devolver à paciente a alegria e recompor a imagem psíquica comprometida por problemas com a própria imagem, aceitação social, dificuldades sexuais e a vida a dois”, comenta. Clínica Plásticas www.coloquesilicone.com.br Contato: 2559-8038 e 97562-5214 (Whatsapp)
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As próteses de silicone são aliadas da autoestima. A mulher se sente mais segura com a aparência e mais feliz na vida como um todo
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EDUARDO MAIA/AGÊNCIA O GLOBO
WBalneário Camboriú. Praias e aventura no litoral de Santa Catarina. Páginas 4 e 5 WNova Zelândia. Sete ótimas atrações para curtir com as crianças. Página 12 pampulha
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BELO HORIZONTE Sábado 5/11/2016
Enigmas de Páscoa Uma viagem de 3 milhões de anos pela história da ilha chilena e pela origem de suas estátuas. Páginas 6 a 11
W2 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 5 de novembro de 2016
paulo campos paulocampos@otempo.com.br
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sala vip
FOTOS EDY FERNANSES/DIVULGAÇÃO
38% no aumento das vendas em 2015 A operadora mineira Belvitur – famosa pelos fretamentos exclusivos para ilha de Comandatuba – comemorou na última terça-feira com funcionários e parceiros 38% de crescimento nas vendas em relação a 2015 e 18% sobre 2014.
Uma confraternização foi realizada na sede da empresa, no Lourdes, com a presença dos executivos do Transamérica, de companhias aéreas e redes hoteleiras. Segundo Marcelo Cohen, diretor da Belvitur, este foi o melhor ano na história da opera-
dora. “Diversificamos muito nossa atuação. Somos hoje a quarta OTA do país, um segmento forte no lazer, temos dez lojas nos shoppings da cidades, um corporativo ampliado e quatro lojas de câmbio. Estaremos abrindo mais quatro até o final do ano. É
essa diversificação que tem nos dado rentabilidade”, comemora o executivo. Até o fim do ano, serão mais 20 voos fretados para Comandatuba e 2.500 passageiros na temporada de dezembro e janeiro”. Fundada em 1963, a empresa tem hoje 200 funcionários.
Sandro Reis (gerente de vendas do Transamérica Ilha de Comandatuba), Heber Garrido (diretor de marketing do Transamérica Ilha de Comadatuba) e Marcelo Cohen (diretor da Belvitur)
Heber Garrido e Sandro Reis (da equipe do Transamérica Ilha de Comandatuba), Amanda Ribeiro (Bristol Hotéis). Marcelo Cohen (diretor da Belvitur), Simone Queiróz (hotel Royal), Marcus Nunes (gerente do hotel Holiday Inn), Lázaro Resende (gerente geral da Belvitur) e Rodrigo Hespanhol (Bristol Hotéis)
Dasha Buldrini e Cibele Bastos (Latam), Ygor Serapiao (Gol Linhas Aéreas), Cristiane Motta (Latam), Juliana Costa (TAP Portugal), Marcelo Cohen (diretor da Belvitur), Mateus Nehmy (Latam) e Graciele Soares (executiva da Azul Linhas Aéreas)
Eduardo Vansan (gerente da Flytour Viagens), Aline Félix (Azul Viagens), Washington Silva (Flytour Viagens), Chrystiane Oliveira (gerente das filiais da Belvitur), Marcelo Cohen (diretor da Belvitur), Lázaro Resende (Belvitur), Thiago Benfica (CVC), Lívia Araújo (Movida) e Wellington Lemos (CVC)
Daysemar Carvalho, Vírgina Oliveira, Chrystiane Oliveira, Denise Rabelo, Tâmara Perdigão e Roberta Xavier (supervisora da Belvitur)
Da equipe de marketing da operadora mineira, Jociara Moreira e Andréa Panisset (gerente de marketing)
Equipe comercial da Belvitur na comemoração; matriz no Lourdes e dez lojas de shopping têm cerca de 200 funcionários
Wfoto da semana
CLEITON THIELE/SERRAPRESS/DIVULGAÇÃO
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literatura de viagem
A editora Gallas & Disperati está divulgando uma série de obras literárias, artísticas e arquitetônicas que possibilitam o entendimento sobre a história: as razões e o impacto de obras, estilos e movimentos ao redor do mundo, o que acaba despertando o interesse do leitor de ir
pessoalmente ao local. Segundo a escritora e sócia da editora, Fernanda Disperati, esse tipo de prática literária gera um maior aproveitamento da viagem. A editora possui três obras nos segmentos de arte e arquitetura que abordam os estilos barroco, neoclássico e art déco.
check in/check out W Gramado
Israel
A 31ª edição do Natal Luz de Gramado se iniciou no último fim de semana com recorde de venda de ingressos: 125 mil.
Após dez anos no Ministério do Turismo de Israel no Brasil, Cleo Ickowicz deixou o posto de diretora de marketing.
Hotel de luxo
Rompimento
A Oetker Collection, renomado grupo europeu do setor hoteleiro de luxo, inaugurará no próximo ano, em São Paulo, o Palácio Tangará.
Accor anunciou nesta semana que deixou a administração hoteleira do Grupo Pontes (leia-se Mar Recife, Atlante Plaza e Summerville).
Uruguai
Novo chef
O La Torre, em Porto Seguro, recebeu o primeiro famtour com 12 agentes de viagens do Uruguai, organizado pela operadora uruguaia ABTour.
O mineiro André Paganini assumiu a posição de chef de cozinha no restaurante Drummond, no hotel Holiday Inn Belo Horizonte Savassi.
Público LGBT
Noivas de luxo
A Belotur realizou treinamento para a rede hoteleira voltado ao atendimento do público LGBT, no Mercure Lourdes.
Amadeus assina com Tropical Tours, a “CVC boliviana”, e consolida liderança em serviços tecnológicos no país.
REPRODUÇÃO
Tradição. A 31ª edição do Natal Luz de Gramado estreou ontem o Show de Acendimento. A atração conta a história de uma avó que tem a missão de acender a sua árvore de Natal e, com isso, iluminar a cidade inteira. Com músicas envolventes, o público dançou e se divertiu em frente o Palácio dos Festivais.
Os movimentos arquitetônicos e estilísticos podem ser encontrados em quase todos os Estados do Brasil; para adquirir tais publicações, acesse o site www.gallasdisperati.com.br.
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O Tempo - Pampulha - Super NotĂcia - Belo Horizonte
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Redondezas
Beto Carrero, a cerca de 32 km Depois das praias, a segunda atração para quem vai a Balneário Camboriú é o parque Beto Carrero World, versão verde e amarela da Disneyworld, com áreas temáticas e brinquedos como a grande sensação, a Fire Whip, montanha russa invertida; a Big Tower, para quem tem coragem de uma aventura em queda livre, de uma altura de 110 m; e personagens da Dreamworks, como os simpáticos pinguins de Madagascar que circulam pela área, onde há praça de alimentação e lojas. SÍLVIA BOMM/DIVULGAÇÃO
Unipraias
Bondinhos até Laranjeiras Desde 1999, o Parque Unipraias segue a tendência do turismo mundial, de reunir várias modalidades de lazer em um só local. Por conta disso, recebe meio milhão de turistas brasileiros e estrangeiros. O símbolo do parque são os 47 bondinhos aéreos que unem três estações, entre o lado sul da orla de Balneário Camboriú, até o alto do Morro da Aguada e descendo até a praia de Laranjeiras.
Quem leva Operadora: Azul Viagens Informações: Consulte a central de atendimento da Azul Viagens (4003-1181), o site www.azulviagens.com. br ou seu agente de viagens e peça esse pacote. Pacote: O programa para Balneário Camboriú, com saída em 15 de dezembro, três noites de hospedagem no Hotel Rieger, com café da manhã, aéreo e traslados, sai a partir de R$ 1.215 (+ taxas) ou dez parcelas de R$ 121,50.
turismo
Balneário Camboriú
Praias em meio a belezas e muita aventura Região catarinense tem atraído turistasna alta e baixatemporadas; além do ParqueUinpraias, a outra novidadeé a passarela da Barra Paulo Campos
paulocampos@otempo.com.br
Balneário Camboriú e Camboriú são dois destinos que fazem divisa, mas as praias famosas e turísticas estão no primeiro. Ao norte de Florianópolis – distante 80 km pelo litoral –, a cidade catarinense é a preferida dos argentinos na alta temporada – os vizinhos continuam aportando por lá, mas em número menor –, principalmente por causa das praias e da vida noturna agitada. Balneárioéumaversãominiatura do Rio de Janeiro, guardandoasdevidas comparações. Tem seu Cristo Luz (com apenas 4 m a menos que o Redentor), uma praia que lembra Copacabana (e comuma avenida batizada de Atlântica) e um teleférico como o do Pão de Açúcar, além de uma via comercial chamadadeavenidaBrasil,umshopping a céu aberto, e onde se apresentam inúmeros produtos, serviços e marcas nacionais e internacionais. As coincidências param por aí. Conhecer as praias é o melhor programa. Quem es-
tá lá a turismo se concentra napraia Central (com a famosa ilha das Canbas), onde circular é muito fácil. Pode-se de fazer quase tudo a pé, percorrendo curtas distâncias, ou pegaros charmosos bondinhos, espécie de ônibus turístico especial que trafega mais lento pela orla e pela avenida Brasil. A região conta ainda com bares e casas noturnas, além de uma oferta gastronômica das mais variadas – só na Atlântica são mais de cem pontos de alimentação.
Unipraias O programa obrigatório em Balneário Camboriú é o Parque Unipraias. É como ir
Balneário Camboriú tem mais de 130 mil habitantes
ao Rio e não subir ao Cristo. O bondinho do parque leva à praia de Laranjeiras e ao Parque das Aventuras, estação de lazer em meio à Mata Atlântica. Os adeptos do ecoturismo batem ponto por lá para praticar trekking, descida de trenó na montanha (Youhooo!), arvorismo e Zip Rider, espécie de tirolesa com quatro cadeirinhas que desce o morro da Aguada rumo à Laranjeiras com queda livre de até 130 km/h. Outra novidade é a passarela estaiada da Barra, que liga a Barra Sul ao bairro histórico da Barra, onde é possível, após atravessar a pé ou de bike a passarela, com acesso por elevadores a uma altura de um prédio de oito andares, conhecer o primeiro bairro da cidade, onde tudo começou com a Freguesia do Bom Sucesso e a igrejinha centenária de Nossa Senhora do Bom Sucesso, construída entre os anos de 1849 e 1863 pelos escravos. O bairro é pitoresco, e lá é possível descansar à sombra de árvores, enquanto as crianças brincam na praça do Pescador. Outras sugestões são o Molhe da Barra Sul, de dia pela paisagem e de noite pela pesca do Peixe Espada com iscas luminosas, e os deques de madeira do Pontal Norte. Impossível não se apaixonar!
TALISSA BERNARDES/DIVULGAÇÃO
Pinho, uma atração à parte, é a primeira praia oficial de naturismo no Brasil SÍLVIA BOMM/DIVULGAÇÃO
Passarela da Barra: novidade
Serviço Onde se hospedar Hotel Rieger. Rua 701, 162, centro. (47) 3046-9850 ou rieger.com.br Centromar Hotel. Rua 101, 117, centro. (47) 3367-1816 ou centromarhotel.com.br Infinity Blue Resort & Spa Estrada da Rainha, 1000 (47) 3261-0300 ou infinityblue.com.br Slaviero Conceptual Brut Rua 1.901, 269, centro. (47) 3081-9600 ou www. slavierohoteis.com.br Onde comer Taj Bar. De gastronomia indo-asiática. Avenida Atlântica, 5.710. (47) 3264-0464 ou www.tajbar.com.br Bistrô Palatare. De cozinhas italiana, francesa e contemporânea. Rua 2.550, 699. (47) 3366-3699 ou www.palatare.com.br
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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte
5 de novembro de 2016
SÍLVIA BOMM/DIVULGAÇÃO
Bondinhos aéreos no parque Unipraias
TALISSA BERNARDES/DIVULGAÇÃO
Vale visitar, à noite, o Molhe da Barra Sul pela pesca do peixe-espada com iscas luminosas e os deques do Pontal Norte Impossível não se apaixonar com a pesca do peixe-espada no Molhe da Barra Sul
Versõesparatodososgostos, até para surfistas e naturistas Numa extensão de 14 km na região de Camboriú está ainda uma das faixas mais bonitas do litoral catarinense. É um conjunto de praias agrestes, com águas claras ao lado de montanhas cobertas de vegetação de Mata Atlântica, longe da agitação, mas com acesso fácil pela rodovia Interpraias. Uma das mais bonitas é a do Estaleiro, a 11 km do centro, com areia grossa e um pequeno núcleo urbanizado com pousadas e restaurantes. A Estaleirinho também possui águas cristalinas e areia grossa. As duas praias são indicadas para o um público jovem que busca se divertir.
Na sequência, está a praia do Pinho, conhecida por ser a primeira de prática oficial de naturismo do país. Indicada para esportes náuticos, Laranjeiras é a que fica mais perto de Balneário Camboriú e tem 750 m de extensão. Com muitos bares e águas mornas e tranquilas, é ideal para as famílias. Depois vem Taquaras e Taquarinhas que também são das mais bonitas, com águas limpas. A primeira– onde a mata nativa está muito bem-preservada – é tranquila, mas na segunda o mar é mais agitado. A praia do Buraco é exclusiva. O acesso é pela área do hotel Recanto das
Águas, na praia dos Amores. Há charmosa passarela de 500 m, com mirantes, deques de madeira, luminárias em toda a extensão e escadas para a areia. Já a praia Brava fica no bairro Praia dos Amores e é o point dos surfistas.
Arredores Nos arredores está Bombinhas, onde costumam se hospedar os turistas e de onde se pode contratar operadoras de mergulho. Um dos destaques é a Reserva Biológica do Arvoredo. Depois do mergulho, visite Porto Belo, cidade fundada há 250 anos por imigrantes portugueses.
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BH (I)
Hotel promove agenda cultural A Rede Vert Hotéis inovou e realiza em suas unidades hoteleiras, às quintasfeiras, a Calçada Cultural, que agita a agenda cultural da capital mineira. O evento, das 18h às 22h, reúne food trucks, cerveja artesanal e drinques gourmet, atração musical, expositores, flash tatoo e outras intervenções culturais diferenciadas.
turismo
Ilha de Páscoa
Apor pequena terra onde andaram gigantes Os misteriosos moais conduzem os visitantesporum roteirocheio de história e belíssimaspaisagensna chilenae mais isoladailha do mundo
VERT HOTÉIS/DIVULGAÇÃO
Eduardo Maia Agência O globo
BH (II)
Rootop Party no Luxemburgo Para quem desejar esticar a noite de quinta-feira, a rede Vert também oferece a Rootop Party (“uma festa no telhado”) do Ramada Encore Virgínia Luxemburgo, a partir das 22h, com o DJ Leandro Rallo, drinques, petiscos e uma incrível vista. Couvert artístico a R$ 10. Os eventos visam estimular a utilização dos serviços pelos moradores da capital. Inf.: verthoteis.com.br
Orlando
Jimmy Fallon no Universal Na primavera norte-americana de 2017, os fãs mergulharão no mundo do “The Tonight Show”, programa noturno número 1 nos EUA. Na nova atração “Race Through New York Starring Jimmy Fallon”, os visitantes assistirão a momentos hilários do programa e sairão em uma louca corrida por NYC, competindo com Fallon.
Houve um tempo em que gigantes de pedra caminhavam sobre a Terra. Nascidos de um vulcão, atravessavam florestas e desafiavam colinas até as franjas do Pacífico. De costas para o mar e de frente para seus descendentes, abriam os olhos. Houve um tempo em que o mundo se resumia a Rapa Nui, hoje Ilha de Páscoa, destino envolto por mistérios e que, quanto mais perguntas deixa sem resposta, mais encanta os visitantes. Testemunhas desse tempo, os moais não são de falar. Não há consenso sobre quando e como essas enormes estátuas monolíticas foram feitas. Também não comentam a respeito de seus criadores, o povo rapanui, e como chegaram, em barcos rudimentares, a esse que é tido como território habitado mais isolado do mundo – o Chile, país do qual faz parte, está a 3.700 km, e o povoado mais próximo, nas ilhas Pitcairn, a 2.075 km. Ao contrário de outros paraísos polinésios, como Taiti e Havaí, ali não há ban-
galôs sobre água cristalina e peixinhos coloridos, e sim descampados e cavalos soltos. Mas basta o silêncio dos moais para lembrar que a ilha tão pequena, de 166 km², já foi o lar de gigantes.
Mistérios Moais. Cinco letras que fazem valer o voo de cinco horas de Santiago até o Aeroporto Internacional Mataveri, em Hanga Roa, a única cidade da Ilha de Páscoa. Muitas dúvidas cercam essas enormes estátuas megalíticas, mas há uma certeza: quem vai até Rapa Nui quer vê-las de perto. O que não é difícil, já que há cerca de 900
“Moai” origina da expressão “moai aringa ora”, que significa, em rapanui, “rosto vivo dos ancestrais”
moais por toda a ilha, sejam em pé, caídos ou inacabados. Essas três categorias podem pegar de surpresa viajantes desavisados. Até meados do século XX, não havia nenhuma estátua de pé. Todas foram derrubadas no século XVIII, durante guerras internas entre os clãs que habitavam a ilha. Por mais decepcionante que possa parecer, os moais em posição de sentido foram reerguidos e restaurados recentemente. A melhor forma para ver os mais importantes é em excursões com guias, de preferência locais, que conheçam bem a história oficial e a tradição oral dos rapanui. Mas é possível também alugar um carro e circular por conta própria, ou até mesmo embarcar no serviço hop-on hop-off da empresa Ara Moai, uma jardineira que para nos principais pontos de interesse. Não há transporte público. “Moai” vem da expressão “moai aringa ora”, que no idioma rapanui significa “rosto vivo dos ancestrais”. As estátuas não só representavam membros importantes da comunidade falecidos, como herdavam seu mana, a “energia vital”. Eram colocadas sobre os ahus – plataformas cerimoniais de pedra, onde a pessoa representada era sepultada – sempre voltadas para o interior, para proteger os ilhéus. Há raros moais virados para o mar.
UBNIVERSAL ORLANDO/DIVULGAÇÃO
Caverna Ana Kai Tangata era base de apoio para o ritual do Homem-Pássaro, que dava o reinado ao clã do vencedor
Mesas de restaurante na Calle Atamu Tekema, uma das principais de Hanga Roa
turismo
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EDUARDO MAIA/AGÊNCIA O GLOBO
Um total de 900 moais podem ser vistos de costa a costa da Ilha de Páscoa
Hanga Roa: a tranquila e sincrética capital da ilha No auge da cultura dos moais, a Ilha de Páscoa chegou a ter 40 mil habitantes, espalhados por todo o território. Já em meados do século XIX, quando traficantes de escravos peruanos atacaram a ilha em busca de mão de obra cativa, a população se reduziu a poucas centenas. Hoje, quem caminha pelas ruas de Hanga Roa nem imagina tantos altos e baixos. A capital concentra a maioria dos 7.000 habitantes da ilha. E é lá que estão hotéis, restaurantes, lojas, agências de turismo, mercados de artesanato, casas de shows e demais serviços em prédios que não superam os dois andares. O maior movimento se distribui pelas ruas Atamu Tekena (o último rei) e Te Pito O Te He-
Dicionário Iorana. “Bom dia” e “adeus” Maururu. “Obrigado!” Pehe koe? “Como está?” Riva Riva. “Muito bem!” Éé. “Sim” Ina. “Não” E hia moni? “Quanto custa?” Ana hanga koe. “Por favor” To’oku ingoa ko... “Meu nome é...” Hepa Hoa. “Amigo” Vi’e. “Mulher”, “esposa” Tangata. “Homem” Kenu. “Marido” Ana rina. “Hoje” 'a Pó. “Amanhã” Aha tai ahi. “Ontem” Motu. “Ilha pequena” Nui. “Grande” Iti. “Pequeno” Vai. “Água” Ahi. “Fogo” Rano. “Vulcão” Hanga. “Baía” Grupo de dança Kari Kari se apresenta na capital pascoense, Hanga Roa
nua, que seguem até a Plaza Policarpo Toro-Atamu Tekena, cujo nome é uma homenagem ao monarca e ao oficial da marinha que anexou a ilha ao Chile em 1888. A Calle Te Pito O Te Henua começa na enseada Hanga Roa Otai, endereço de empresas de passeios de barco e mergulho. O curioso é que ali há uma imagem de São Pedro, padroeiro dos pescadores, quase alinhada ao moai do Ahu Tautira. A via termina em outro exemplo de sincretismo religioso, a Igreja de Santa Cruz e sua fachada coberta por símbolos católicos e da cultura local. A ave manutara, referente ao culto do Homem-Pássaro, está em toda parte. Inclusive na imagem que representa o Espírito Santo, com cabeça de ave e
asas no lugar dos braços. Aos domingos, há missas no idioma rapanui.
Danças locais Menos da metade da população é etnicamente rapanui – a maioria é de chilenos continentais. Ainda assim é comum ouvir pessoas conversando em rapanui, idioma do ramo polinésio. Culturalmente, a Ilha de Páscoa também é profundamente conectada aos outros arquipélagos do Pacífico, como se pode ver nas apresentações de grupos de música e dança, como Kari Kari, Matato’a e Te Ra’ai. Podem ser um pouco “pega-turista”, mas são divertidas. Alguns shows incluem jantar típico, feito no umu, um forno subterrâneo.
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Portugal
Amarante é sede do Mimo Amarante é uma cidade portuguesa pertencente ao distrito do Porto, que passou a ser sede do Mimo Festival neste ano, também representará o evento em 2017. O Mimo, que valoriza patrimônios históricos, música, literatura, poesia, cinema e cultura, acontece no Brasil de 11 a 13 deste mês, no Rio, e, de 18 a 20, em Olinda. TURISMO DE PORTUGAL/DIVULGAÇÃO
turismo
Ilha abriga moais que remontam ao século XVII São 900 estátuas de pedra, sejade pé,caídas ou inacabadas, para ovisitante apreciar aolongo do territóriode menos de200 km Eduardo Maia Agência O Globo
Costa Rica
País ganha uma empresa aérea A linha aérea Air Costa Rica acaba de ser lançada, com a previsão de operar voos internacionais a Guatemala, Panamá, Colômbia e El Salvador já em 2017. A nova aérea latina será uma espécie de linha aérea híbrida entre tradicional e low cost (voos baratos). Inicialmente, a empresa fará voos fretados a agências de viagem.
Barbados (I)
Food & Rum Festival Entre os próximos dias 17 e 20, acontece a 7ª edição do festival Food & Rum em Barbados, com deliciosos quitutes caribenhos e internacionais, além drinques à base da bebida oficial da ilha: o rum. A abertura será no dia 17 no famoso mercado de peixes Oistins.
Barbados (II)
Drinques à base de rum Nodia18,haverá,noConcordeMuseum (museu dedicado aoaposentado aviãoquevoava maisrápido que o som),um eventodedicado aorum, com coquetéis e aperitivos preparados por premiados chefs barbadianos.
Mais de 400 moais inacabados estão na 'fábrica' abandonada do vale do Rano
História
Naquele cenário de gigantes de pedra é que se encontra o Ahu Tongariki, a maior das plataformas já construídas em toda a Polinésia, com 220 m de comprimento (e restaurada apenas em 1996). Seus 15 moais enfileirados, de costas para a baía de Hanga Nui e de lado para o vulcão Poike, formam o maior conjunto de estátuas restauradas da ilha. Chama atenção a diferença de tamanhos e até mesmo de feições. Apesar de todas parecerem ter o mesmo rosto (meio retangular, com nariz alongado e expressão séria), cada uma tem um traço distinto, que respeita características físicas das famílias representadas. O mais alto, com 8 m, se destaca por usar um pukao, peça sobre a cabeça que parece um chapéu, mas que, na verdade, representa os coques que os nobres polinésios usavam. Originalmente, todas as estátuas apresentavam o adereço, mas, com o tempo, a maioria das peças se perdeu. Elas eram feitas com uma rocha mais leve e porosa, retirada do vulcão Puna Pau, extinto e aberto à visitação. Um bom momento para visitar Ahu Tongariki – que tem também ruínas de casas, petrogrifos com desenhos de tartarugas e outros moais – é à tarde, quando se vê melhor os rostos. Mas, entre os solstícios de verão (21 de dezembro) e de outono (21 de março), o sol nasce atrás dos moais e premia os que cedo madrugam. Se Tongariki representa o auge da cultura megalítica, a 2 km dali está a “fantástica fábrica” dos moais. A maioria das estátuas saiu do vulcão Rano Raraku. A rocha encontra-
da ali, formada por cinza vulcânica, era mais maleável e leve que o granito, usado para fazer os moais mais antigos.
Cenário surrealista O ambiente beira o surrealismo, com cabeças de pedra brotando da grama verde ou surgindo das encostas do morro, tanto na face externa do vulcão quanto no interior da cratera. Existem, no total, 397 estátuas incompletas (elas só eram concluídas no ahu, quando a cavidade do olho era feita). Entre os destaques, estão
o moai desenterrado pelo explorador norueguês Thor Heyerdahl em 1955, com 10 m de altura (sem o pukao), e o que tem a cabeça levemente inclinada para a esquerda, um xodó entre os amantes das selfies. O lugar passa a impressão de ter sido abandonado de repente. Especialistas acreditam que foi quase isso que aconteceu, no fim do século XVII, quando o culto às esculturas entrou em colapso, devido à escassez de recursos naturais e as guerras tribais. Paradoxalmente, o tamanho das figuras indica que a arte de construir moais foi interrompida no auge. Como um – ainda colado na terra –, com 21 m e estimadas 200 toneladas, o maior que começou a ser entalhado.
Era fácil um moai ficar pelo caminho. Uma vez caído, não podia mais ser levantado, pois, para os antigos, ele perdia o mana (energia vital)
Arqueologia Praia. A praia Anakena teria sido o local de desembarque do primeiro rei da Ilha de Páscoa, Hotu Motu’a. Antes ele teria enviado sete exploradores para encontrar o território. Eles estariam representados nos sete moais de Ahu Akivi, no interior da ilha, os únicos que olham para o mar, na direção das ilhas polinésias de onde teriam vindo os habitantes originais. Preservação. A areia branca de Anakena ainda teria ajudado a proteger os moais do Ahu Nau Nau. Ao contrário dos demais, eles ficaram encobertos pela areia e tiveram seus traços preservados. Cabeça de moai (normalmente erguidos de costas para o mar) mais antigo foi usada na estrutura do Ahu Nau Nau
turismo
9W O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 5 de novembro de 2016
FOTOS EDUARDO MAIA/AGÊNCIA O GLOBO
Curiosidades
Plataforma e moai com olhos Em Ahu Akahanga, a segunda maior plataforma (já teve 13 moais), as estátuas não foram restauradas, assim como o moai Paro, o maior que já chegou a uma plataforma, com mais de 10 m, em Ahu Te Pito Kura. Na região, estão as ruínas de observatórios astronômicos, os tupas. No sítio arqueológico de Tahai, o destaque é o Ahu Ko Te Riku, “moai com olhos”, estátua em que colocaram olhos durante a restauração, feitos com coral branco e obsidiana, espécie de vidro vulcânico – mesmo material usado originalmente.
Hoje em ruínas, os observatórios astronômicos rapanui, ou tupas, são muito comuns na costa norte da ilha chilena
Sob o vigilante olhar dos antepassados polinésios A partir do inacabado gigante de Ahu Tongariki é possível entender o processo de produção dos moais. Eles eram entalhados diretamente das encostas inclinadas do Rano Raraku, com a cabeça para cima. Após terminarem a frente, os artesãos descolavam a figura da rocha mãe e ela deslizava para dentro de um buraco, já aberto anteriormente. Ali, com um sistema de cordas, alavancas de madeira e uma espécie de “rampa” criada com terra e pe-
dras, a estátua era colocada de pé, quando acontecia a finalização das costas, com o polimento e desenhos similares às tatuagens tribais polinésias.
No passinho dos moais A partir dali, os moais “caminhavam”. Muitas teorias tentam explicar como esculturas, que variavam entre 4 m e 10 m de altura, e 5 t e 80 t, podiam ser transportadas por quilômetros. A mais aceita, e que respeita a tradição oral, segundo a
qual os moais “caminhavam”, é a de que eles eram movimentados por três grupos de homens que os conduziam com cordas amarradas na cabeça: uma puxava para a esquerda, outra para a direita, e uma terceira para trás, para evitar que a estátua tombasse para a frente. O movimento se assemelhava a passos curtos. “É como alguém arrastando uma geladeira em casa. Primeiro arrasta um lado, depois outro”, resume o guia rapanui Gonzalo Ariki Nahoe.
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Vindima (I)
Temporada de colheita Durante os próximos meses de janeiro e fevereiro, a vinícola Casa Valduga realizará sua tradicional temporada da vindima. Para quem não conhece, essa é a época em que ocorre a colheita das uvas na região do Vale dos Vinhedos e os renomados vinhos da Casa Valduga começam a ser elaborados.
turismo
Natureza
Vulcões, campos e cavernas para explorar Aprecie a cratera do Rano Kau, visite petrógrifo comimagemde pássaro, emOrongo, e mergulhena ilhotade Moto Nui,na pontasul
CASA VALDUGA/DIVULGAÇÃO
Eduardo Maia Agência O Globo
Vindima (II)
Da “pisa” à produção Para os apreciadores de vinhos, essa é uma ótima oportunidade de vivenciar todas as etapas da produção de uma das bebidas mais famosas do mundo. Durante a vindima, quem se hospedar na vinícola pode participar da colheita das uvas até a “pisa”, onde a fruta é amassada e o vinho começa a ser produzido.
Vindima (II)
Opções de pacotes A temporada da vindima da Casa Valduga será realizada durante cinco finais de semana, entre os dias 26/1 a 26/2. A programação inclui café da manhã, colheita das uvas no vinhedo, almoço típico italiano, passeios na região e jantar. As opções de pacotes estão no site: http://www.casavalduga.com.br/enoturismo/pacotes. CASA VALDUGA;/DIVULGAÇÃO
Não espere encontrar na Ilha de Páscoa a beleza fácil dos paraísos polinésios. Há apenas duas praias de cartão-postal, com areia clara e coqueiros (Anakena e a pequena Ovahe, acessível só por trilha) e pouquíssimas árvores. A vida selvagem é praticamente inexistente. Ainda assim, a paisagem é deslumbrante. A topografia é dominada por vulcões, que se erguem como montanhas ou como colinas suaves, alguns com lagos dentro das crateras. No recortado litoral, o encontro do mar rebelde com as rochas escuras, de origem vulcânica, é cinematográfico.
Triatlo rapanui Batizada com nome de feriado por ter sido “descoberta” por uma embarcação holandesa num domingo de Páscoa, em 5 de abril de 1722, a ilha – chamada Rapa Nui no idioma nativo, e, anteriormente, Te Pito O Te Henua, “o umbigo da Terra” – surgiu de três erupções vulcânicas. A primeira foi a do Poike, há 3 milhões de anos, originando a ponta nordeste. Em seguida, o vulcão Terevaka criou a ponta norte. O formato triangular atual se consolidou com a explosão do Rano Kau, no vértice sudoeste. Esse último é o primeiro que os turistas devem visitar. Sua cratera é a maior da ilha, hoje um lago de 200 m de profundidade, coberto por placas de totora, planta que nasce em lagos andinos, como o Titicaca. De seus mirantes, a mais de 300 m de altura, a vista para o mar e para as ilhotas de Motu Iti, Motu Nui e Motu Kao Kao compensa a subida –ainda que o caminho possa ser feito de carro.
Mas é a parte histórica que torna o lugar tão importante. No alto do vulcão se instalou a vila cerimonial de Orongo, palco principal do culto ao Homem-Pássaro, que substituiu a fase dos moais e pôs fim às guerras tribais. A cada ano, guerreiros desciam os 324 m de encosta até o mar, nadavam sobre pranchas por 2 km até Motu Nui, escalavam os paredões de pedra e colhiam um ovo da ave conhecida como manutara (trintaréis). Depois, com o frágil prêmio preso a uma faixa na cabeça, o “triatleta” fazia o caminho inverso, cuidando para que adversários não quebrassem o ovo. O
Descampados da Ilha de Páscoa (há só árvores solitárias) já foram cobertos por uma floresta de palmeiras
clã do vencedor elegia o rei até o ano seguinte. Como as aves não são bobas, hoje quase nenhuma faz ninhos nas ilhotas. E os guerreiros foram substituídos pelos turistas que visitam as águas em passeios de barco ou fazendo snorkeling. No sítio arqueológico de Orongo, há petrógrifos com imagens do pássaro representando os vencedores e as casas de pedra, arredondadas, de onde os nobres e sacerdotes assistiam à competição, como se estivessem em camarotes num estádio.
De bike e a cavalo A competição do Homem-Pássaro era um grande evento, e como tal, tinha pontos de apoio. Um deles era a caverna Ana Kai Tangata, entre o vulcão e Hanga Roa. Ali ficavam equipes de resgate aos competidores que se afogavam ou se machucavam. Desenhos de pássaros nas paredes internas demonstram essa ligação. As três principais cavernas da ilha ficam no meio da costa oeste, junto ao litoral. A mais cênica é a Ana Kakenga, uma janela para o oceano. As outras, Ana Te Pora e Ana Te Pahu, estão numa área rural. Para visitálas, é melhor ir com guias. Subir os 511 m do vulcão Terevaka, a pé ou a cavalo, é outra atividade bem popular, assim como são os passeios de bicicleta pela costa sudeste e as caminha-
das de um dia pela costa norte, um lugar rico em arqueologia e paisagens desertas. Percorrer a ilha é revelador. Cavalos criados soltos – abandonados pela companhia pecuária que arrendou a ilha do governo do Chile, entre 1903 e 1936 – quase sempre são a única fauna que se vê. Os descampados, às vezes interrompidos por bosques de eucaliptos ou árvores solitárias, já foram cobertos por uma floresta de palmeiras e arbustos, extinta pela ação do homem bem antes daquela histórica Páscoa de 1722. EXPLORA TRAVEL/DIVULGAÇÃO
Porto de Hanga Roa Otai, de onde saem passeios de barco, com um moai ao fundo
De snorkel, visitante curte as maravilhas subaquáticas do ilhote de Moto Nui
turismo
11 W O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 5 de novembro de 2016
FOTOS EDUARDO MAIA/AGÊNCIA O GLOBO
Cratera do vulcão Rano Kau, com as placas de totora
De chalés de aluguel a resorts de luxo Com uma média de 80 mil visitantes por ano, a Ilha de Páscoa conta com uma boa oferta de hospedagem. Há desde acampamentos até hotéis de luxo. Praticamente todos os hotéis ficam em Hanga Roa. Um dos mais tradicionais é o Iorana Hotel. Localizado num platô de frente para o mar e no começo da subida para o vulcão Rano Kau, ele abrigou parte do elenco e da produção do filme “Rapa Nui” (1994), produzido por Kevin Costner. Outro destaque entre as ofertas de luxo é o Hangaroa Eco Village & Spa, cuja arquitetura remete às casas ovais da vila cerimonial de Orongo, com teto coberto por vegetação. O único hotel fora de Hanga Roa é o Explora Rapa Nui, com serviço cinco estrelas, mas em ambiente rústico. A 8 km da cidade, o ho-
Praia de Anakena, com areia branca, onde teria chegado o primeiro rei
Serviço Como chegar. A Latam tem voos diários, via Santiago, e bilhetes, para o fim de novembro, a partir de R$ 4.461 (com taxas, desde o Rio). Onde ficar Explora Rapa Nui. Pacote com mínimo de duas diárias a partir de US$ 2.652 por casal. Inclui alimentação, bebidas e ingresso para o parque. explora.com. Hangaroa Eco Village & Spa. Diárias a US$ 840 (casal), com traslados e café. hangaroa.cl Iorana Hotel. Diárias a partir US$ 200 para casal, com café e almoço ou jantar. ioranahotel.cl
Onde comer Au Bout du Monde. Cozinha fusion (belga, francesa e rapanui). Av. Policarpo Toro s/n. Te Moana. Cozinha chilena. Avenida Atamu Tekena s/n. Ballet Kari Kari. Jantar típico com show de música e dança tradicionais (terças, quintas e sábados, às 21h) a US$ 60 por pessoa. Av. Atamu Tekena s/n. Passeios Parque Nacional Rapa Nui. Sítios arqueológicos, praias e os vulcões Rano Kau, Rano Raraku, Poike e Maunga Terevaka). Ingresso, válido por cinco dias, custa 30
mil pesos chilenos (R$ 142) para adultos e 5.000 pesos (R$ 27) para crianças. Há um posto de venda no aeroporto. conaf.cl Mike Rapu Diving Center. Passeio de barco com ou sem snorkeling custa 20 mil pesos chilenos por pessoa (R$ 95), e mergulho com cilindro, 40 mil pesos (R$ 189). Caleta Hanga Roa O’tai. mikerapu.cl Ara Moai. O bilhete para o ônibus turístico vale por 24 horas e custa 15 mil pesos (R$ 71). maururutravel.com Oceanic Rapa Nui. Aluga 4x4 a partir de 45 mil pesos chilenos (R$ 214) por dia. rentacaroceanic.com
tel fica no topo de uma colina na costa sul, com ampla vista para o mar e o vulcão Poike. Para não causar grande impacto visual na paisagem, a construção é toda em pedras e madeiras escuras. Um bosque de eucaliptos camufla os fundos do hotel. O sistema allinclusive inclui também duas excursões diárias, acompanhadas por guias, que consistem em caminhadas, passeios de barco ou de bicicleta. Quem viaja em família ou em um grupo maior pode considerar alugar um chalé (ou cabaña). Sai mais em conta que comer em restaurante, mas não é necessariamente uma opção barata. Como toda ilha, Rapa Nui tem preços altos em suas prateleiras, abastecidas por navios que levam uma semana no mar.
Comemoração
2017: ano do barroco theco Enquanto 2016 foi dedicado ao imperador Carlos IV – em comemoração aos 700 anos de seu nascimento – e com foco na promoção de arte, cultura, costumes e destinos relacionados com o período gótico (Kutna Hora, Karlštejn, Karlovy Vary e Loket), o ano de 2017 será dedicado ao legado barroco da República Tcheca e à magia, mistério, fé e beleza locais. CZECHTOURISM/DIVULGAÇÃO
Canadá
Brasil liberado do visto No último dia 31, a Embaixada do Canadá anunciou que os brasileiros poderão viajar para o país sem visto. A medida entrará em vigor em maio de 2017. Os viajantes precisarão apenas de uma Autorização Eletrônica de Viagem, que poderá ser solicitada no site da embaixada, mediante preenchimento de formulário e pagamento de uma taxa de US$ 7.
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sabores do mundo renatoquintinogastronomia@hotmail.com
Rio de Janeiro
A vez de Copenhague
Réveillon em grande estilo Para quem deseja passar o réveillon no Rio, o Ipanema Plaza Hotel oferece pacote de três noites a partir de R$ 5.517 (mais 5% para casal), em apartamento superior, com café da manhã. A tarifa inclui ceia com entradas, pratos principais e sobremesas. As bebidas são à parte. Localizado na zona Sul, no posto 9, o Ipanema Plaza está a 50 m da praia e a cinco minutos de Copacabana. O hotel possui restaurante, piscina, pool bar, sauna, fitness center e oferece barracas, cadeiras e toalhas de praia. O hotel trouxe ao Rio a concepção de hotel-butique. Acesse www.ipanemaplaza.com.br ou (21) 3687-2000. IPANEMA PLAZA/DIVULGAÇÃO
O hotel tem uma espetacular cobertura com vista para a belíssima praia de Ipanema
Comparada ao que Berlim representou na década passada, Copenhague é a cidade mais citada hoje em publicações relevantes que abordam estilo de vida, design, comportamento e gastronomia, onde chefs e arquitetos lideraram a “Renascença” com a abertura de de cafés, restaurantes e butiques, especialmente nos bairros Vesterbro, Norrebro e Osterbro. Na cena gastronômica, o Noma (www.noma.dk), de René Redzepi, projetou o país no mapa, despertando interesse internacional pela cozinha local. Endereços imperdíveis na cidade são o Kadeau (www.kadeau.dk), do jovem chef Nicolai Norregaard; o Relae (www.restaurant-reale.dk), de Christian Puglisi; o Amass (www. amassrestaurant.com), de Matthew Orlando, chef norte-americano de San Diego que foi o subchefe do Noma e trabalhou em casas como o Le Bernadin, Aureole e Per Se, de Nova York, e no Fat Duck, de Londres. O Geranium (www.gera-
nium.dk, o primeiro três estrelas pelo guia “Michelin” da Dinamarca), de Rasmus Kofoed, o Geist (www.restaurantgeisse.dk), do chef Bo Bech, e o Atelier September (www.atelierseptember. dk), do “cult” chef Frederik Bille Brahe, que cozinhou em Tóquio, morou na Itália e se inspira nas tradições da cozinha dinamarquesa, são também referências. O Grod (www.groed. com) serve um menu que muda com frequência, com destaque para o bygotto – risoto feito com cevada em vez de arroz –, enquanto o Radio (www.restaurantradio.dk) tem o conceito urban-cool, criado pelo pai da “nova cozinha nórdica” Claus Meyer e pelo chef Jesper Kirketerp, servindo pratos de base vegetariana e usando referências mediterrânea e asiática.
Destaques Vale também conhecer o Llama (www.llamarestaurant.dk). de cozinha latinoamericana, o Kul (www.restaurantkul.dk), do chef Hen-
RENATO QUINTINO
Saiba mais A culinária dinamarquesa varia entre carnes, peixes e laticínios, além do tradicional sanduíche aberto smørrebrød, traduzido ao pé da letra, como pão com manteiga; A refeição quente popular é a carne de porco no forno com batatas aloiradas, couve vermelha cozida e molho castanho (flæskesteg);
Novo design escandinavo traz restaurantes com madeiras claras e excelente cozinha
rik Yurk , o Ol & Brod (Cerveja e Pão, www.ologbrod.dk), de um ex-professor de física que abriu uma bem-sucedida microcervejaria, servindo um menu-degustação de seis passos harmonizados com cervejas e destilados. Frutos do mar e peixes de qualidade estão no Kodbyens Fiskebar (www.fiskebaren.dk), cozinha dinamarquesa modernizada. Em um clube de jazz está o The Standard (www.thestandardcph. dk), uma parceria de Claus
Meyer , o pianista de jazz Niels Lan Doky e o chef Torsten Vildgaard. O Bror (www. restaurantbror.dk) traz pratos criados por dois ex-subchefs do Noma, que fazem sucesso mostrando suas próprias criações. Conhecida como uma das cidades mais tranquilas da Europa, Copenhague ferve.
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Renato Quintino é professor e consultor de gastronomia, vinhos e harmonização, guia de turismo gourmet e enólogo; escreve o blog www.renatoquintino.com.br
Em Copenhague, está localizado um dos melhores (e mais estrelados) restaurantes do mundo, o Noma, que exige reserva com bastante antecedência; O valor aproximado dos menus é de US$ 18 (em torno de R$ 58); Na época do Natal, a Dinamarca tem seus doces típicos, como risengrød (arrozdoce com leite, açúcar e canela, com manteiga espalhada sobre tudo, para dar um toque dinamarquês).
OGO/DIVULGAÇÃO
Cinematográfico
Nova Zelândia
Recorde de visitação
Sete atrações para as crianças País da Oceania reúne ótimas opções para aproveitaras fériasem família,entre elasparques, cultura maori, adrenalina e toursexclusivos Da redação A Nova Zelândia é uma excelente opção para passar as férias com crianças. O destino oferece atividades divertidas – muitas delas ao ar livre –, sendo uma ótima opção para estimular o contato com a vida selvagem, praticar esportes e se aventurar na natureza. Com foco na preservação de espécies raras da Nova Zelândia e de todas as partes do mundo, muitas dessas atrações desenvolvem programas de reprodução de animais nativos e exóticos. Os famosos pássaros kiwi, animais-símbolo da Nova Zelândia, podem ser vistos no Rainbow Springs (www.rainbowsprings.
co.nz), parque em Rotorua, na ilha norte. Para os mais aventureiros, dá pra descer uma colina em uma bola gigante. Role ladeira abaixo nas colinas de Rotorua no OGO (www.ogo. co.nz) em uma bola de plástico inflável que atinge velocidades de até 50 km/h. No Skyline Rotorua (www.skyline.co.nz/rotorua) também é possível descer uma colina em um moderno luge, uma versão sofisticada do carrinho de rolimã. Uma aventura arrepiante para adultos e crianças é o barco Shotover Jet (www. shotoverjet.com), no rio Shotover, em Queenstown. A atração foi eleita uma das melhores experiências de turis-
Além do parque temático, Rotorua tem ainda cultura maori, fontes termais, ciclismo e piscinas de lama fervente
mo do mundo pela rede CNN. Esse passeio de barco está entre as atividades mais famosas da Nova Zelândia e já recebeu mais de três milhões de pessoas desde 1970. Em um tour exclusivo oferecido pela operadora Southern Discoveries, turistas podem participar da temporada anual de tosa de ovelhas, na Mt. Nicholas High Country Farm (www.newzealand. com/in/plan/business/mtnicholas-farm-experience) durante a primavera. Outra
opção é o Whale Watch Kaikoura (www.whalewatch. co.nz), que oferece um encontro bem de perto com a gigantesca baleia cachalote, além de lobos-marinhos e golfinhos. O centro cultural e parque termal Te Puia (www.tepuia. com), em Rotorua, é um programa sob medida para crianças. Lá é possível assistir a performances de canto e dança Maori, experimentar um banquete de comida típica e contemplar um dos gêiseres mais ativos do Hemisfério Sul.
Situada perto de Matamata, na região de Waikato, a área onde foram gravadas as sequências dos megassucessos cinematográficos “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit” se tornou hoje uma das atrações turísticas mais visitadas da Nova Zelândia. No Hobbiton Movie Set Tours (www.hobbitontours. com), os pequenos podem se sentir verdadeiros hobbits e tirar muitas fotos nas portas de suas casas pequenas e coloridas. SARA ORME/DIVULGAÇÃO
WTecnologia. Movidos a eletricidade, carros aceleram para o futuro. Págs. 16 e 17
ALEXANDRE CARNEIRO
WTransporte. Renault Master justifica liderança entre os furgões. Pág.s. 22 e 23 pampulha
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BELO HORIZONTE Sábado 5/11/2016
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Não é só um rostinho bonito DécimageraçãodoHondaCivicchamaatençãopelovisual, mastambémagradapeladinâmicaepeloconforto. Páginas 18e 19
W 14 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 5 de novembro de 2016
interCâmbio
Raimundo Couto
raimundocouto@otempo.com.br
Civic é o Carro do Ano 2017 Depois de muito suspense, finalmente foi revelado, na noite da última segunda-feira (31), durante evento em São Paulo, o grande vencedor do prêmio Carro do Ano, uma promoção da revista especializada “Autoesporte”. Esse é o mais tradicional entre todos do setor e nesta edição está completando a emblemática marca de 50 anos. O eleito foi o Honda Civic, que chegou este ano à sua décima geração, totalmente repaginado. Um novo carro, de verdade, de para-choque a para-choque. O modelo japonês superou na contagem final dos votos os seguintes oponentes: Chevrolet Cruze, Nissan Kicks, Jeep Compass e Fiat Mobi. A evolução em segurança, tecnologia, conforto e desempenho contou a fa-
vor do modelo, que também acabou levando o prêmio de Motor do Ano Abaixo de 2.0, com o novo 1.5 turbo, que está presente na versão Touring do sedã. “Não é apenas o prêmio, mas o que ele significa. Além de ser uma honra ganhar o prêmio do Carro do Ano, nós mudamos tudo no modelo. Sermos premiados pelo carro e pelo motor nos deixa em uma situação até acima do desejado. Não somos apenas uma montadora. Somos criadores de automóveis. Esse prêmio apenas reforça mais essa diferença no nosso jeito de pensar e ser”, afirmou Roberto Akiyama, vice-presidente da Honda da América do Sul. Também foi premiado, na mesma noite, o modelo de destaque com valor superior aos R$ 100 mil. Desta
vez a ganhadora foi a alemã Audi, com seu A4, que estreou nova carroceria em sua linha 2017. O sedã concorreu com BMW Série 7, Jaguar XF, Toyota Prius, Volkswagen Passat. “Esse é o vigésimo primeiro prêmio que nós ganhamos na “Autoesporte” e o décimo ano seguido em que ganhamos. Prova de que estamos fazendo algo certo”, disse Thiago Lemes, diretor de vendas da Audi do Brasil. Já o prêmio de Picape do Ano ficou com a Fiat Toro. O modelo disputou o título com a nova geração da L200 Triton e com a nova Toyota Hilux. “Obrigado mais uma vez por um ano juntos. Para nós, falar um pouco desse filho é motivo de muito orgulho. Trazemos energia e inovação. Fiat Toro é paixão”, declarou Adriano Rezende, dire-
A evolução em segurança, tecnologia, conforto e desempenho contou a favor do modelo
tor de marketing da Fiat. Em tempos de redes sociais, o digital não pode deixar de ser contemplado, e coube à Jeep o prêmio como Marca Digital de 2017. Para definir o vencedor, os jurados levaram em consideração cinco quesitos: atuação nas redes sociais, produção de vídeos, nível de informação e prestação de serviço, interação com o consumidor e ações que envolvem engajamento do público. A montadora se destacou por promover não só seus produtos, mas temas que interessam seus seguidores. O site foi considerado leve, ou seja, carrega de maneira rápida. O prêmio tem seu respeito pela crítica e pelo público por ter em sua essência um criterioso regulamento, que conta com a participação da empresa de audito-
ria na fiscalização, garantia da imparcialidade e da isenção da promoção, que teve seu inicio em 1966. O sistema de votação foi se aprimorando ano a ano. Não se elege simplesmente votando neste ou naquele produto, mas deve-se seguir um roteiro e atribuir notas de 1 a 10 aos itens pré-determinados. Dessa forma, o eleitor não tem como saber qual o peso de suas notas na contagem geral para conclusão do veículo que concorre ao prêmio. Para finalizar, o vencedor da categoria de Executivo do Ano foi Issao Mizoguchi, presidente da Honda da América do Sul, e a francesa PSA (Peugeot-Citroën) levou para Porto Real (RJ), local de sua planta industrial, o título de Marca Verde do ano.
FOTOS BMW/DIVULGAÇÃO
Duas rodas
Primeiro modelo produzido é a F 700 GS
Invasão alemã no AM BMW Motorrad inaugura no Brasil a primeirafábrica 100%de motos forada Alemanha; capacidade de produçãoé de 10 mil unidades/ano Marcio Maio Auto Press
A queda acentuada nas vendas de motocicletas no Brasil não diminuiu o entusiasmo das marcas premium para investir no país. Pudera. O mercado nacional, por mais que ande um tanto recuado nesse
segmento, ainda está bem acima de outros mundo afora. A BMW Motorrad, por exemplo, traçou uma ambiciosa meta de vender 200 mil unidades de motos em 2020. E garante que, para isso, conta com uma boa participação do Brasil e do resto da América Latina. Tanto
Entre 2009 e 2016, BMW produziu aqui em parceria com a Dafra
que a marca iniciou oficialmente a operação de sua nova fábrica, em Manaus. Trata-se da primeira unidade da fabricante bávara destinada exclusivamente à construção de motos fora da Alemanha. E o primeiro modelo escolhido para sair da nova linha de produção foi a F 700 GS. A nova unidade fabril contou com investimento de cerca de € 10,5 milhões – cerca de R$ 35 milhões – e inicia a fabricação de outros oito modelos ainda em 2016: F 800 GS, F 800 GS Adventure, F 800 R, R 1200 GS, R 1200 GS Adventure, S 1000 R, S 1000 RR e S 1000 XR. O décimo da lista já está escolhido e deve começar a ser vendido a partir do iní-
cio do ano que vem. Tratase do novo modelo de entrada da marca, a G310 R, que ainda não tem preço definido por aqui. Mas, ao que parece, é forte a expectativa por parte dos executivos da fabricante para acentuar o crescimento da BMW entre as marcas premium no Brasil com essa novidade. A inauguração da fábrica brasileira é uma peça importante para alcançar a meta de fechar 2020 com 200 mil motos vendidas em todo o planeta. Em 2015, o número global chegou a 136.963 unidades e já representou um crescimento de 10,9% em relação a 2014. Deste total, o Brasil foi responsável por 7.745 exemplares, uma redução de 1,29% em com-
paração ao ano anterior, quando foram registrados 7.847 emplacamentos da marca no país. E, embora a fabricante não chegue a estabelecer uma previsão de quanto esses números podem crescer com sua linha de produção própria no Brasil, a capacidade inicial é de construir, anualmente, 10 mil motocicletas no único turno em funcionamento atualmente. Para isso, a fábrica tem mais de 175 colaboradores e já estabeleceu parcerias com mais de 45 fornecedores locais. Números que, fatalmente, aumentarão de acordo com o crescimento da demanda. “O BMW Group vem expandindo sua produção de motocicletas globalmente, visando
ao crescimento sustentável de nosso negócio. O Brasil segue como um mercado importante para esta estratégia, e vemos um ótimo potencial no médio e no longo prazos”, garante Stephan Schaller, presidente da BMW Motorrad.
Jogo rápido Executivos da BMW garantem que a unidade tem capacidade de produzir qualquer um dos modelos de duas rodas disponíveis no catálogo global da marca. Mas já se espera reservar a maior parte de sua capacidade para a G310 R.
super motor
15 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 5 de novembro de 2016
EDUARDO ROCHA/CZN
Moto
Lançamento
Nova Triumph Bonneville
Híbrido e tecnológico Ford combina tecnologias de conforto,direção autônoma e propulsãoelétrica no Fusion Hybrid; sedãestá tabelado emR$ 159,5 mil FORD/DIVULGAÇÃO
Raimundo Couto Do Rio de Janeiro
Quando chegou ao Brasil, há exatos dez anos, o Fusion, sedã grande da Ford, ganhou destaque. Importado do México, bem-equipado, preenchendo uma importante lacuna em um segmento com até então com poucas opções. A novidade se confirmou em sucesso de vendas. Predicados à parte, o valor do dólar na ocasião contribuiu para impulsionar as vendas do Fusion, possibilitando à montadora americana praticar preço atrativo de R$ 80 mil. Uma década e muitas mudanças depois, o modelo segue como um dos destaques na gama do oval azul, principalmente por oferecer uma variante híbrida, que combina dois motores: um a gasolina e outro elétrico. Renovada como linha 2017, essa versão, com sugerido de R$ 159,5 mil, recebeu itens como controle de velocidade adaptativo, alerta de colisão com frenagem automática, detector de pedestres e sistema de manutenção do veículo na faixa de rolamento, além de um novo sistema multimídia. A alavanca de câmbio foi trocada por um
Jogo rápido
A Triumph apresentou uma nova versão da Bonneville. Chamada de Bobber, o modelo traz visual retrô ainda mais acentuado. O quadro é completamente novo e a moto usa uma variante do propulsor de 1.200 cm³ da Boneville T120. Com suspensões exclusivas, o perfil da Bobber é “vintage”. O nome, aliás, remete aos “bobbers”, motociclistas que, nos anos do pós-guerra.A fabricante ainda não revelou especificações técnicas de motor ou preços do modelo. TRIUMPH/DIVULGAÇÃO
No programa de etiquetagem do Inmetro, o Fusion Hybrid teve as notas A no segmento e A no geral, com médias de 16,8 km/L em ciclo urbano e apenas 15,1 km/L na estrada. O consumo urbano é melhor, pois, nesse cenário, há mais auxílio do motor elétrico. Hoje, o Fusion Hybrid representa 50% das vendas no segmento dos modelos híbridos.
Principal diferença no interior da versão está no console central, que tem novo layout comando giratório, semelhante ao dos modelos Jaguar e Land Rover. O câmbio é automático continuamente variável (CVT). O modelo anda apenas com propulsão elétrica até 100 km/h, desde que o motorista pise muito leve no acelerador. Pressionando um pouco mais, o motor a gasolina entra em funcionamento. Sua autonomia, segundo o fabricante é de até 982 km.
Além do visual A evolução do Fusion Hybrid para linha 2017 é mais tecnológica e menos visual. Como exemplo, os recursos que incrementaram a segu-
rança, como faróis totalmente em LED e cintos traseiros infláveis, que se somam aos oito airbags já existentes. Outros equipamentos direcionam o sedã para o conceito de direção autônoma, como os freios com assistência de frenagem automática, acionados pelo sistema de detecção de pedestres, de alerta de colisão e de piloto automático adaptativo com sistema de stop and go. Neste último, o Fusion Hybrid é capaz de se imobilizar, acompanhando o trânsito e retomar a marcha em intervalos menores que dez segundos – o que pode eliminar o trabalho no típico para-e-anda dos enEDUARDO ROCHA/CZN
A capacidade do porta-malas do híbrido é reduzida em relação à do ‘normal’
garrafamentos. Vários outros recursos de monitoramento, que já estavam presentes no Fusion, ampliam a segurança do modelo. Sensores no entorno do carro, radar na grade frontal e câmara no retrovisor interno alimentam sistemas como estacionamento automático para vagas perpendiculares ou paralelas, sensor para pontos cegos com alerta para tráfego cruzado, controle de permanência da faixa de rolamento, sensor de fadiga e farol alto automático. Sob o capô, no entanto, não há novidades. O propulsor 2.0 16V com ciclo Atkinson – mais eficiente
energeticamente que o de ciclo Otto – perdeu 2 cv e ficou com 143 cv. Já o motor elétrico se manteve com 88 kW, ou 120 cv. A potência combinada ficou nos mesmos 190 cv, com torque de 17,8 kgfm, contando apenas o motor a explosão. Como é carro de imagem, a Ford não tem grandes pretensões comerciais com o Fusion Hybrid. A expectativa é que ele responda por apenas 5% das vendas totais da linha no Brasil, ou cerca de 50 unidades mensais. (Com Auto Press)
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O jornalista viajou a convite da Ford EDUARDO ROCHA/CZN
Transição entre os motores a combustão e elétrico é quase imperceptível
Peugeot
Linhas reorganizadas A Peugeot diminuiu a oferta do hatch 308 e do sedã 408. Ambos agora só são vendidos com propulsor THP 1.6 turbo flex de 173 cv e transmissão automática de seis velocidades. Há duas variantes para o 308: Allure e Griffe, com preços a partir de R$ 85.490. Já o 408 hoje só é vendido em uma versão, a de topo Griffe, a R$ 93.590. A variante Griffe do hatch custa R$ 91.490.
Audi
Esportivo no Salão de SP A Audi confirmou a presença da nova geração do esportivo R8 no Salão de São Paulo. O modelo será vendido no Brasil a partir de dezembro na versão Coupé V10 Plus, com motor 5.2 de 610 cv, acoplado a um câmbio de dupla embreagem e sete marchas. A nova geração do R8 alia a potência do motor ao baixo peso, graças ao extenso uso de alumínio e fibra de carbono em sua estrutura.
W16 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 5 de novembro de 2016
Salão Automóvel
Chevrolet leva Bolt a São Paulo A Chevrolet confirma presença do Bolt no Salão do Automóvel de São Paulo. Será a primeira vez que o crossover elétrico da marca será exibido no Brasil. O carro começa a ser vendido nos EUA ainda este ano. Ele é capaz de percorrer com uma única carga das baterias (de íons de lítio) mais de 380 km, cerca de cinco vezes o que um motorista comum roda diariamente. Isso porque o carro aproveita inclusive a própria energia dissipada em frenagens e também em desacelerações para recarregar suas baterias. CHEVROLET/DIVULGAÇÃO
super motor
Novas tecnologias
O futuro sem fumaça dos automóveis Motores elétricos e híbridos sãomais umdegrau rumo à eletrificaçãodos carros e à promessa verdeda indústria automotiva Alex Bessas Especial para o Super Motor
Se há uma aposta comum entre os videntes do mercado automotivo é a de que carros elétricos serão o futuro. A verdade é que essa tecnologia vem sendo desenvolvida desde o século XIX, mas só recentemente ganhou projeção. O interesse, aliás, é bem ilustrado pelo investimento do bilionário Elon Musk na Tesla Motors, uma montadora que fabrica apenas carros movidos à propulsão elétrica.
Outras fabricantes não ficam para trás. Com o Leaf, a Nissan bateu recordes de vendas na Europa. No Brasil podem ser encontrados modelos 100% elétricos, como a BMW i3, e há também os híbridos, que usam tecnologia à combustão e elétrica simultaneamente, como o Toyota Prius. O processo de eletrificação dos automóveis não é nenhuma novidade. Na verdade é algo que já vem avançando ao longo dos anos. “Os veículos hoje têm con-
teúdo eletrônico muito superior àquilo que imaginamos. Carros pequenos, como um Palio por exemplo, tem mais de 70 kg de fios. Já dá para imaginar o quanto de recursos eletrônicos são usados”, ilustra Braz de Jesus Filho, professor e pesquisador do Departamento de Engenharia Elétrica da UFMG. Somente mais recentemente é que essa tecnologia passou a ser vista como tendência de mercado, afinal pode trazer vantagens significativas tanto para o consumidor quanto para as montadoras. Com políticas cada vez mais rigorosas acerca da emissão de gases poluentes, as fabricantes ganham ao melhorar o desempenho dos motores, in-
crementando com tecnologia elétrica o motor à combustão. Para o proprietário há a economia, já que esses carros gastam menos combustível fóssil. A nível de desenvolvimento de tecnologia, o Brasil tem acompanhado a tendência mundial. Existem no país indústrias de fabricação de componentes inerentes à produção de carros elétricos, assegura Braz de Jesus. Mas até que esses carros sejam vistos com frequência nas ruas muita inovação ainda precisa acontecer. A grande dificuldade está na armazenagem de energia. Claro, já existem automóveis capazes de percorrer até 400 km até que precise ser recarregado novamente. MALAGRINE/TOYOTA/DIVULGAÇÃO
Picape
Amarok ganha linha 2017
Na Alemanha... Os germânicos querem reduzir os níveis de emissão de dióxido de carbono em 95% até 2050. Para alcançar o objetivo, carros à combustão serão proibidos no país a partir de 2030, quando, todos os automóveis comercializados no país deverão ter motores alimentados a eletricidade, hidrogênio ou outras fontes de energia limpa. Os legisladores alemães querem levar a resolução para toda União Europeia.
A Volkswagen lançou a linha 2017 da Amarok com algumas mudanças nos desenhos externos e do interior. As opções de motorização seguem as mesmas e as principais novidades são a adoção de equipamentos como multimídia com as plataformas Mirrorlink, Google Android Auto e Apple Carplay, sistema de frenagem automática pós-colisão e uma nova versão, a Extreme. Os preços não foram divulgados.
No Brasil ainda não existe nenhuma legislação específica para os carros elétricos.
Desconto
Pessoas com deficiência A Volvo é a primeira marca autorizada a vender carros importados com isenção de impostos para pessoas com deficiência. Com a decisão, a a marca sueca passa a se enquadrar na Lei 8.989, que a habilita a vender automóveis livres de IPI e IPVA (esse último apenas em alguns Estados específicos). No caso da Volvo, a alíquota do IPI é de 13% para modelos a gasolina e chega a 25% no caso dos carros com motores a diesel.
No mercado brasileiros, veículos elétricos ou híbridos, como o Toyota Prius, ainda são considerados modelo de nicho
Brasil terá ‘micro-híbridos’ em 3 anos Acontece que aplicações que potencializem a autonomia de carros elétricos ainda custam muito caro, ficando restritas ao mercado premium. “Pode ser que apareçam descobertas significativas que possibilitem o barateamento dessas tecnologias, mas pode ser que ainda demore muito tempo para que o motor elétrico se popularize”, pondera Braz de Jesus. Em um exercício de fu-
turologia, já dá para dizer que nos próximos três anos o Brasil terá veículos “micro-híbridos” de fabricação nacional. É o que indica Braz de Jesus. “Do ponto de vista das montadora, há investimento no desenvolvimento de modelos híbridos e dos micro-híbridos, que são carros que usam o motor a combustão, mas têm um sistema elétrico auxiliar”, explica. “Tudo indica que até
2019, talvez 2020, a gente tenha esse tipo de veículo de fabricação nacional no mercado”, complementa o pesquisador. No caso dos motores 100% elétricos, é difícil precisar uma data. Antes que chegue ao usuário comum, é provável que essa tecnologia venha a equipar frotas de ônibus, por exemplo, afinal, “por percorrerem rotas previsíveis é mais fácil realizar testes”, diz Braz.
“O desafio é fazer essas aplicações chegarem para as pessoas”, conclui.
Realidade Na verdade, no Brasil alguns modelos de carros híbridos e elétricos já estão disponíveis no mercado. É o caso do Ford Fusion, comercializado no país desde 2010. Já o Toyota Prius foi apresentado no ano passado. Da divisão de carros de luxo da mesma fabricante
está o Lexus CT200, que também é vendido no país. Os três modelos de híbridos custam mais de R$ 119 mil, sendo os mais baratos em solo brasileiro. O único modelo elétrico vendido nacionalmente é o BMW i3, com preço a partir de R$ 169.950. Seu provável concorrente será o Nissan Leaf. A montadora japonesa já sinalizou o interesse de fabricar e comercializar o modelo no Brasil. (AB)
super motor CHEVROLET/DIVULGAÇÃO
17 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 5 de novembro de 2016
FÓRMULA UFMG/DIVULGAÇÃO
Tendência é que os carros sejam recarregados em casa, como celulares
Estudantes já tem know-how em protótipos a combustão
Da universidade para o mercado: tecnologia do futuro Estudantes projetam carro elétrico para competição em BH Enquanto a indústria se prepara para a chegada dos elétricos e dos híbridos, estudantes investem no desenvolvimento da tecnologia em Minas Gerais. É o caso de um grupo de universitários da UFMG que projeta o lançamento de um carro elétrico para competição no próximo ano. A equipe é formada por 25 alunos dos cursos de engenharias de produção, elétrica e mecânica da universidade. “A ideia de a UFMG lançar um carro elétrico vem amadurecendo desde
2012. Talvez não tenha se concretizado antes por falta de alunos interessados”, indica Augusto César, estudante de engenharia mecânica e membro do laboratório batizado de Fórmula Tesla UFMG em homenagem ao inventor sérvio Nikolas Tesla, comparado em importância com outros grandes nomes da ciência, como Thomas Edison. O diálogo com a equipe Fórmula UFMG, que existe desde 2008 e já projetou um modelo movido a combustão tem sido importante no processo de desenvolvi-
mento do novo carro. A expectativa é que até 2017 a versão elétrica participe da competição da SAE Brasil, entidade que desenvolve atividades com foco em inovação e tendências de mobilidade no país e no exterior. O carro a combustão da UFMG já alcançou o quarto lugar nacional no mesmo evento. Os estudantes envolvidos com a atividade acreditam que, para além da participação na competição, o desenvolvimento da tecnologia é de grande importância para a universidade. (AB)
Fórmula SAE Iniciada no Texas, em 1981, a competição atrai estudantes que precisam conceber, projetar, fabricar e competir com pequenos carros tipo fórmula. Com a primeira edição realizada em 2004, a Fórmula SAE no Brasil leva as equipes melhor classificadas para representar o país em duas competições internacionais realizadas nos EUA. Augusto César acredita que um dos motivos para a realização do evento é “formar profissionais mais capacitados para a área da Engenharia Automotiva do Brasil”.
De olho na competição da Fórmula SAE Brasil, a equipe do Fórmula Tesla UFMG é coordenada pelos professores Braz de Jesus Cardoso e Fabrício José Pujatti, dos departamentos de Engenharia Elétrica e mecânica da universidade. “Desse projeto, o que possivelmente vai ser absorvido pela indústria é o diferencial eletrônico”, sugere o professor Braz de Jesus. “O carro terá semieixos traseiros independentes, cada um acionado por um motor elétrico diferente. Assim, quando o carro fizer uma curva, a roda do lado de dentro entenderá a informação e terá sua velocidade reduzida, aumentando significativamente o que podemos fazer em matéria de segurança”, completa. A tecnologia cria uma
camada de inteligência na condução do veículo trazendo vantagens na competição. “O carro será mais eficiente nas curvas”. Trabalhando no projeto desde agosto, o grupo agora procura apoiadores e financiadores. “A gente não tem lugar fixo nem para realizar as reuniões, então ficamos migrando, de sala em sala”, explica Augusto César. “Estamos à procura de um local para funcionar como oficina e procuramos apoios financeiro e de serviços”, diz. “Uma mão lava a outra”, reza o ditado popular. Acreditando nisso a universidade espera ter apoio do mercado no projeto para, em contrapartida, favorecer o desenvolvimento da eletrificação dos automóveis. (AB)
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Recall
Toyota convoca Corolla e Etios A Toyota convocou cerca de 300 mil veículos dos modelos Corolla e Etios. A falha ocorre no insuflador dos airbags. Em caso de acionamento após uma colisão, o equipamento libera partes metálicas que podem provocar lesões. Segundo a empresa, os sedãs Corolla que podem apresentar o problema foram produzidos de de 2012 a 2014 . Na linha Etios (hatch e sedã), os carros foram fabricados entre 7 de maio de 2012 e 29 de setembro de 2014 (91.353). Mais informações em www.toyota. com.br e no telefone 0800 703 0206
Fiat
Airbag provoca recall do Bravo A Fiat está convocando 31 unidades do hatch médio Bravo para a substituição dos airbags. Foi detectado que em casos de colisão de maior intensidade, o segundo estágio da bolsa inflável frontal do motorista poderá não ser acionado. Os veículos convocados foram produzidos entre 21 de dezembro de 2010 e 1º de novembro de 2013, e possuem numeração de chassis não sequenciais de 9BD198221B9001311 a 9BD198211E9032630. Mais informações pelo telefone 0800 707 1000 ou www.fiat.com.br.
super motor Avaliação
Novo Civic vai além do visual Além do desenho arrojado, sedã da Honda agrada no dia a dia pelo conforto e pelo bom acabamento, masfaltam alguns itens de sérieem umcarrode mais de R$100 mil Felipe Boutros A décima geração do Honda Civic rompeu qualquer ligação com sua antecessora. Assim como a oitava, lançada em 2006, a atual chama atenção nas ruas e se destaca de seus concorrentes. Em um momento no qual os utilitários-esportivos são os queridinhos dos consumidores, o sedã médio aposta em linhas arrojadas e um bom pacote de equipamentos para seduzir o mercado. No visual, destaque para os traços sinuosos dos para-lamas, que contornam as caixas de rodas e o caimento alongado do teto em direção à traseira, como em um cupê. Em conjunto com o capô, alongado pela grade projetada, reforça este aspecto de “parrudo”. De frente, as linhas das entradas de ar, dos conjuntos óticos e dos vincos do capô convergem para o logo da marca, no centro da grade, no que a Honda chama de “Solid Wing Face”. A traseira alta, com vidro muito inclinado e lanternas em LEDs com formato de bumerangue, reforça a ideia de requinte e espor-
tividade do Civic. Tanta ousadia pode espantar consumidores mais conservadores, que encontram no Toyota Corolla um desenho mais clássico, e no Chevrolet Cruze, um menos rebuscado.
Interior Por dentro, o modelo continua agradando. O acabamento também evoluiu, mas até olhares menos atentos não deixam de notar uma marca de solda exposta por dentro da moldura da porta. Mas esse é o
único deslize. Os ocupantes se sentem bem dentro do sedã, tanto pelo espaço interno, que melhorou sensivelmente, quanto pelo material utilizado no acabamento. Há mais espaço para as pernas do motorista – reduzindo o avanço do painel de instrumentos na área dos joelhos –, da mesma forma que o espaço para as pernas no banco traseiro foi ampliado em 55 mm. O porta-malas foi ampliado para até 525 L. O sedã, que já ostentou assoalho plano, perde por ter
um túnel central elevado que rouba espaço do ocupante do meio no banco traseiro. O painel é todo em material macio, com uma faixa metálica dando um ar mais sofisticado. Por dentro, o revestimento do teto e das colunas em tecido preto contribui para essa sensação. A tela de instrumentos abandonou os mostradores analógicos e de TFT de alta definição. Customizável, ela tem ótima visualização. Ergonomia também é elogiável, exceto pelo posicionamento das entradas auxiliar, USB e HDMI, assim como a tomada 12 V, em um nicho embaixo do console central. Os comandos no volante são úteis, e o que regula o volume do som é uma espécie de touchpad. Merece crítica também um carro dessa categoria não ter espelho eletrocrômico na versão avaliada, a EXL. Também fazem falta os ajustes elétricos do banco do motorista em um modelo tabelado em R$ 105,9 mil.
Modelo tem visual de cupê graças à traseira elevada, o que aumenta a esportividade
Concorrente tem vantagem Hoje, os principais concorrentes do Honda Civic EXL (RS 105,9 mil) são o Toyota Corolla Altis (R$ 108 mil) e o Chevrolet Cruze LTZ (R$ 99.890 a R$ 111.340). O Civic oferece itens como ar-condicionado digital de duas zonas, freio de estacionamento eletrônico com função Brake-Hold, rodas de 17 polegadas, controle de cruzeiro, modo de condução econômico, vidros elétricos
com função “um toque” para subida e descida em todas as posições, multimídia com tela tátil de sete polegadas com navegador e interface para smartphone, entrada HDMI e duas portas USB e painel de instrumentos com tela de TFT de alta definição. Há ainda comandos no volante, câmera para manobras em ré, entre outros. Ainda tem aleta para trocas de marcha atrás do volante.
Controle de tração e estabilidade, sistema de partida em aclive (HSA), sistema de vetorização de torque baseado em frenagem, luz de frenagem de emergência, além de freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), luzes de rodagem diurna (DRL), sistema Isofix, airbags frontais, laterais e de cortina completam o pacote. Os concorrentes têm um
nível equivalente de equipamentos. O Corolla peca em não ter controles de estabilidade e tração. O Cruze tem como vantagem oferecer o moderno propulsor 1.4 turbo de 153 cv e 24,5kgfm de torque. Além disso, o modelo da Chevrolet ainda agrega mais itens, como regulagem elétrica do banco, sistema de estacionamento automático e alertas de colisão e ponto cego. (FB)
super motor
19 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 5 de novembro de 2016
FOTOS ALEXANDRE CARNEIRO
CVT não atrapalha, e comportamento dinâmico é exemplar
De acordo com o Inmetro, o sedã faz, com etanol, 7,2 km/L na cidade e 8,9 km/L na estrada; com gasolina, as médias são de 10,6 km/L e 12,9 km/L, respectivamente
Painel de instrumentos é uma tela de TFT de alta definição e customizável pelo motorista
Espaço atrás é bom para dois ocupantes; no meio, ressaltos no banco e túnel central são incômodos para o passageiro
Novidade na décima geração do Honda Civic foi a adoção de um novo motor turbo. Mas ao contrário do Cruze, que também passou a vir equipado com esse tipo de propulsor, no sedã japonês ele está restrito apenas à versão top de linha, Touring. A avaliada EXL continua com o 2.0 de 155 cv e 19,5 kgfm de potência e torque máximos. A grande novidade é a adoção do câmbio automático do tipo continuamente variável (CVT). Comparado ao único concorrente que utiliza esse mesmo tipo de transmissão, o Nissan Sentra, o desempenho do Civic é superior. Aliás, a adoção do CVT fez bem ao modelo da Honda, que ganhou em conforto ao rodar e em economia de combustível, sem preju-
dicar o desempenho. É possível simular sete marchas para trocas manuais sequenciais. A suspensão do Civic continua independente nas quatro rodas, mas atrás, o sedã ganhou um sistema de multibraços montado no subchassi traseiro. A caixa de direção, com assistência elétrica, também é nova e tem relação variável. Guiar o modelo é uma delícia. Ele “aponta” com precisão nas entradas de curvas e segue a trajetória com comportamento neutro. Além do bom acerto, o sedã conta com auxílios eletrônicos, como o Agile Handling Assist, que entra em ação de forma muito discreta, e a direção elétrica se mostrou extremamente ágil e comunicativa. (FB)
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Belo Horizonte
super motor FOTOS CHEVROLET/DIVULGAÇÃO
Lançamento
mais esportivo Chega ao Brasil a nova geração do modelo,comnova plataforma, mais levee compacta, e novo motor V8 Jogo rápido A suspensão dianteira agora é multilink McPherson com geometria específica, barra estabilizadora e pivô duplo, enquanto o traseiro é do tipo independente com cinco braços.
Belo Horizonte 5 de novembro de 2016
Pré-venda
A Land Rover iniciará a pré-venda do Range Rover Evoque conversível durante o Salão do Automóvel de São Paulo, que abre as suas portas no próximo dia 10. O modelo será comercializado por aqui apenas em uma configuração, a topo de linha, e custará R$ 292.500. Serão trazidas somente 45 unidades. O Range Rover Evoque conversível é movido por um propulsor 2.0 a gasolina de 240 cv acoplado a uma transmissão automática de nove velocidades. Suas entregas devem começar a partir de março do ano que vem. LAND ROVER/DIVULGAÇÃO
Os freios são Brembo e trazem discos ventilados de 345 mm na dianteira e 338 mm na traseira, todos com pinças de quatro pistões.
Cupê tem quatro modos de condução e sistema de vetorização de torque
A Chevrolet lançou no Brasil a sexta geração do esportivo Camaro. O modelo ganhou novos plataforma e motor e inicialmente será vendido em apenas uma versão, a série especial limitada em cem unidades, a Fifthy, que celebra seus 50 anos, e que está tabelada em R$ 297 mil. A configuração conversível só chegará ao mercado no fim do primeiro trimestre do ano que vem e ainda não tem preço definido. De acordo com a Chevrolet, aproximadamente 70% dos componentes da arquitetura do Camaro foram desenvolvidos especificamente para o carro, que está estruturalmente 28% mais rígido e 83 kg mais leve. Já a distri-
O Tempo - Pampulha - Super Notícia
Evoque conversível
Camaro
Da redação
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As rodas são de 20 polegadas, de alumínio, equipadas com pneu runflat, com medidas 245/40 ZR20 na dianteira e 275/35 ZR20 na traseira.
buição de peso é praticamente idêntica entre os dois eixos. Antes, ele dividia a plataforma com o Holden Commodore (o nosso Omega australiano). Agora, a utilizada é a mesma de modelos como os Cadillacs ATS e CTS, batizada de Alpha pela General Motors. Em relação às dimensões, o novo Camaro está ligeiramente mais baixo e compacto. Ele tem 4,78 m de comprimento, 1,89 m de largura, 1,34 m de altura e 2,81 m de entre-eixos. Na quinta geração, as medidas eram de 4,83 m, 1,91 m, 1,37 m e 2,85 m, respectivamente. Os avanços também estão presentes no conjunto mecânico. O novo motor V8 6.2 de injeção direta entrega 461 cv de potência e 62,9
kgfm de torque, enquanto a transmissão é de oito marchas com sistema Active Select, que permite trocas automáticas ou manuais por meio de aletas atrás do volante, por exemplo.
Visual Apesar de completamente redesenhado, o Camaro manteve a identidade visual. Os faróis ganham lâmpada de xenônio e luz diurna de LED. Há ainda novas entradas no capô e no parachoque que servem para refrigerar os freios e o motor V8, auxiliando ainda na função aerodinâmica. Na parte traseira há as tradicionais lanternas horizontais de dois elementos. Já o aerofólio exclusivo do modelo SS passa a ser do ti-
po suspenso, sustentado por três pilares. O novo formato da peça ajudou a elevar em 50% o downforce traseiro.
O novo Camaro tem a estrutura 28% mais rígida e está 83 kg mais leve. O motor V8 de 62 L entrega 461 cv e 62,9 kgfm de torque
Por dentro O Camaro abandonou os diversos mostradores analógicos. A novidade é uma tela de alta definição, de oito polegadas, entre os dois mostradores essenciais. Configurável, a tela pode exibir informações adicionais de performance, de navegação, do multimídia e do computador de bordo. Outra tela, tátil e de oito polegadas, posicionada na parte central do painel exibe as funções o do multimídia MyLink, com Android Auto e Apple CarPlay.
Lançamento
Hyundai quer liderar segmento Há poucos dias da abertura do Salão do Automóvel de São Paulo, a Hyundai revela a motorização da próxima versão brasileira do SUV compacto Hyundai Creta. O destaque fica para o propulsor 2.0. Este propulsor terá duplo comando variável de válvulas (D-CVVT) no escape e na admissão, cujo principal função é a otimização de desempenho tanto em baixas como em altas rotações. Essa tecnologia também estará presente no motor 1.6 do Hyundai Creta.
W22 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 5 de novembro de 2016
Novidade
Mercedes exibe picape Classe X A Classe X, primeira picape média da história da Mercedes-Benz, apresentada na Suécia ainda como um protótipo, terá capacidade para cinco ocupantes, cabine dupla e a versão topo vai utilizar um V6 turbodiesel da própria Mercedes, acoplado a um câmbio automático de sete velocidades. Haverá também motores quatro cilindros a gasolina e diesel, ambos turbo, associados a um câmbio manual da Nissan. A tração será 4X4 com gerenciamento eletrônico e a capacidade de carga é de 1,1 tonelada. MERCEDES-BENZ/DIVULGAÇÃO
super motor
Transporte
Master mostra as qualidades do líder Com ampla oferta de modelos, furgãoda Renault lidera comfolga osegmentono Brasil graças ao visual,conforto e desempenho Fabio Perrota Junior Auto Press
Segurar a liderança do segmento de furgões não é fácil. O setor, que ficou sem sua principal referência com a aposentadoria da Kombi no fim de 2013, aparentemente elegeu a Renault Master como seu “porto seguro”. E o veículo comercial da fabricante francesa, produzido em São José dos Pinhais, no Paraná, tem boas credenciais para isso. Na Europa, a marca francesa lidera o nicho de furgões
com até 3.500 kg no mercado europeu há 15 anos. No Brasil, os números também são expressivos, mesmo com a forte retração que o segmento sofre no país. A Master lidera o mercado desde 2014 e vem aumentando sua participação a cada ano, mesmo com o número total de vendas caindo. No primeiro ano de liderança foram 12.230 unidades vendidas e 25,6% de participação – cerca de 1.020 mensais. Em 2015 o modelo também fechou o
ano em primeiro lugar, com 8.341 veículos comercializados e 28,6% do total – ou quase 700 a cada mês. Em 2016, o número parcial entre janeiro e setembro também indica a liderança do segmento. São 4.912 unidades vendidas, aproximadamente 540 mensais, que representam 29,4% do mercado. Sua principal concorrente, a Fiat Ducato, emplacou menos da metade de suas unidades totais, com 2.410 emplacamentos. É bem verdade que a Master tem uma variedade de configurações maior – com preços que começam em R$ 111 mil para a versão chassi-cabine e vão até os R$ 168,5 mil da Minibus de 16 lugares. Visualmente, muitos dos elementos estéticos do mo-
delo evocam robustez. A grade frontal é moderna e composta por três filetes largos e cromados. Sobre ela, na parte da frente do capô, a indefectível marca do losango, em versão cromada. Ao redor, os faróis alongados incorporam as luzes indicativas de direção. Os espelhos externos ostentam as luzes de seta, e, na traseira, as lanternas têm configuração vertical. Debaixo do capô o furgão traz um motor 2.3 turbodiesel com quatro cilindros e 16 válvulas, que rende 130 cv de potência e 31,7 kgfm de torque. O propulsor acoplado a um câmbio mecânico de seis velocidades à frente mais marcha a ré. O trem de força é o mesmo para todas as variantes do modelo.
Teste
Iveco atesta eficiência Para comprovar a eficiência de seus veículos, a Iveco coloca à prova modelos como o Daily, Tector, Stralis e Hi-Way, além dos ônibus de aplicação urbana e rodoviária, utilizando-se da estrutura de desenvolvimento da Iveco Latin America. Fica em Sete Lagoas (MG) o palco dos testes que acontecem no Campo de Provas da Iveco, uma das estruturas mais completas do gênero no mundo.
Em breve
Dodge Hellcat chega ao Salão O sedã esportivo Dodge Charger SRT Hellcat será uma das atrações da fabricante no Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece entre os dias 10 e 20 de novembro. O modelo que guarda sob o capô um propulsor Hemi V8 de 6.2 litros com compressor, capaz de atingir potência máxima de 717 cv e torque de 89,8 kgfm, também consegue sair do zero e chegar aos 100 km/h em apenas 3,7 segundos.
Minibus de 16 lugares está tabelada em R$ 168,5 mil
Utilitário se comporta como carro de passeio Já virou clichê dizer que um utilitário se comporta como um carro de passeio. No caso da Renault Master, no entanto, o clichê é inescapável. Desde a comunicação entre direção e rodas até a estabilidade em curvas, tudo no furgão traz confiança a quem está no volante – o que, junto com a falta de noção, explica a “síndrome de piloto” que acomete muitos
motoristas de van. Apenas um elemento explicita a condição de veículo comercial: o barulho interno. A enorme área de lataria e o próprio formato do modelo fazem os ruídos aerodinâmicos ressoarem fortemente no interior, junto com o som dos pneus. O som do motor, por outro lado, não chega a ser tão presente. Mas o ótimo torque de 31,7 kgfm empurra a
Master com vontade. Em estrada, o furgão exibe grande neutralidade, mesmo quando enfrenta ventos laterais, e consegue manter velocidade de cruzeiro de automóvel de passeio com extrema facilidade. Na cidade, a direção se mostra bem reativa, e a suspensão aceita bem as mudanças de rota. Quando carregada, parte da agilidade se perde. (Eduardo Rocha/AP)
Posição de dirigir é confortável, com comandos à mão
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FOTOS ISABEL ALMEIDA/CZN
Superior em itens de série
Todas as configurações são ofertadas com o mesmo motor, um turbodiesel de 130 cv
Formato de ‘caixote’ favorece a transmissão de ruído para o interior do modelo
Mesmo cheio, comportamento do furgão agrada ao motorista e transmite segurança
Com capacidade para transportar 16 passageiros, a versão Executive L3H2 traz diversos equipamentos que aparecem como opcionais nos rivais. De série, a Master traz bancos de tecido, duas tomadas 12 V no painel e tampa porta-prancheta, retrovisores externos com ajuste elétrico, airbag para o condutor, travamento automático das portas, ar-condicionado duplo, alarme, vidro elétricos com função um toque, prédisposição para rádio, tacógrafo digital e indicador de troca de marcha no painel. Equipada de forma equivalente, o furgão da Fiat sai a R$ 162.481. O modelo oferece opcionalmente o Pack Luxo, que agrega computador de bordo, faróis de neblina e rádio CD/MP3 com conexão USB/iPod e auxiliar. Sai por R$ 2.400. (FPJ/AP)
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Belo Horizonte