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CONHEÇA A HISTÓRIA DE NELSON MANDELA EM PASSEIOS POR JOANESBURGO ... Caderno Turismo. Páginas 6 a 8 e 10
SAIBA COMO APROVEITAR A MESMA PEÇA EM VÁRIOS LOOKS ... Páginas 29 e 30
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JOÃO MIGUEL TRAZ A BH ESPETÁCULO QUE O ALÇOU A OUTROS PAPÉIS ... Página 11
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HONDA WR-V NÃO NEGA O DNA URBANO, MAS MANTÉM UM PÉ FORA DO ASFALTO ... Caderno Super Motor. Páginas 18 e 19
DARYAN DORNELLES/REVISTA TRIP/DIVULGAÇÃO
13 a 19 de maio de 2017 ANO XXVII número 1398 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE MARIELA GUIMARÃES
AMOR PASSADO POR GERAÇÕES Neste Dia das Mães, famílias falam dos laços de união e afeto transmitidos por meio dos caderninhos de receitas
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opinião
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VITTORIO MEDIOLI
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Editorial
Disputa pelo controle remoto remete ao homem das cavernas
Brasil tem jeito Na antiga Atenas a suspeita era suficiente, seja por omissão, incompetência ou inconveniência, paradeterminar o ostracismo, quer dizer, a saída compulsória do território nacional, impedindo qualquer cargo ou profissão. Era suficiente aparecer inconveniente para ser exilado. O Brasil se apresenta ao mundo como um paciente terminal e intratável, sem credibilidade e sem referências morais remanescentes. Perdeu-se no espaço, e perderam-se os timoneiros. A roubalheira destinada para acumulação de patrimônios pessoais fantásticos é que se firmou como a causa de tudo. Tecnicamente dita de patrimonialismo, é apenas delinquência insaciável e generalizada. Arrasta-se há décadas nas mãos dos mesmos grupos e vórtices de interesses. Enlouquecidos por dinheiro, levaram a uma situação excepcionalmente grave; não existem precedentes em volume e em intensidade criminosa na história da humanidade. Necessita-se de medidas extremas. Nosso Código Penal é montado para defender a sociedade de assaltantes genéricos, e aqui estamos enfrentando arrombadores do erário nacional. Faz-se necessário o confisco dessas organizações criminosas; imprescindíveis a devolução dos desvios e a liquidação extrajudicial dessas empresas, conglomerados e corporações. Como fez Scipione, depois de demolir Cartago, tem que passar sal nos escombros para que nunca mais se reproduzam no local. A tecnologia embarcada nessas empresas se encontra enraizada, como “bioma”, no ambiente das universidades e emseuscursostécnicos.OBra-
sil não tem nada a perder com a liquidação da Odebrecht. Nossos códigos atuais não são preparados para uma situação extraordinariamente assombrosa, como aquela que a Lava Jato mostrou. Precisa-se ampliar o Código Penal, aprimorá-lo, separar trombadinhas de megaassaltantes da pátria. Os crimes que lesam a economia nacional e se abatem sobre sua população devem ter tratamento em separado com extremo rigor, com detenções sem prazos. As punições excepcionais devem ser voltadas à eliminação da matriz do crime organizado, que os acordos de leniência, ao contrário, perpetuam e fortalecem. O banimento é a solução. Os desempregados no país subiram para 14 milhões com brutal sofrimento que se abateu sobre a população. O presidente Temer em seu primeiro ano de exercício deixou crescer em 3 milhões os desempregados, tomou medidas que preservaram apenas os banqueiros e deixaram a economia mais improdutiva. Descredenciou-se na nomeação de um ministério em grande parte já varrido pela Lava Jato. O país, para seguir adiante, tem que se livrar das velhas práticas, renovar seus métodos e restaurar uma honestidade e meritocracia que se esfarelaram. Tem-se que colocar como metas imediatas a simplificação do país mais burocratizado do planeta, os cuidados com a educação como base de melhoria do ser humano, a ampliação de oportunidades e a mitigação do sofrimento das pessoas. O Brasil, sem corrupção, tem jeito.
MARIELA GUIMARÃES
levantei a bandeira branca pelo domínio do controle re6 “Eu moto depois que percebi ter pedido a disputa para meu marido”, delata a advogada Gabriela Bicalho, 38. Casada há nove anos, ela garante que a saída encontrada após sua derrota foi comprar outro aparelho. Segundo especialista, se no passado o homem ‘dominava’ a fogueira, hoje ele se apodera da TV. Leia a matéria em nosso site.
juventude CONSUMIDOR: GERAÇÃO Z QUER RETORNO RÁPIDO FRED MAGNO
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ma intervenção cirúrgica tem um limite temporal para ser realizada. Não se consegue manter um abdômen rasgado pelo bisturi por mais que algumas horas. O corpo não suportaria mais. A Lava Jato é uma operação judiciária, mas também cirúrgica, que mantém aberto o costado de um Brasil amarrado na mesa. Com a previsão inicial que prometia uma rápida retirada dos tumores, descobriram-se em seguida dezenas, depois centenas e, enfim, milhares de nódulos, cistos e metástases para serem retirados. O paciente, assim, enfrenta duas hipóteses: sucumbir pelos males ou sucumbir pela demora das intervenções. A sucumbência está decretada. Algo de excepcional precisa ser feito. E tomar medidas que permitam sair desse beco aparentemente sem saída. A Lava Jato escancarou, e promete escancarar ainda, males e purulências. Os prazos se alongam, provocam profundo mal-estar quando de manhã se abre o jornal e se encontra uma caterva de notícias horrorosas, compêndios do crime e fotos das mesmas surradas figuras declarando-se estranhas aos maiores rombos da história da humanidade. Algumas e raras figuras apresentam atenuantes; a maioria, nenhuma. Ninguém sabia de nada, nunca viu algo de estranho, nem se apercebeu de que eram necessárias medidas que impedissem a pilhagem das finanças, da merenda escolar até a usina nuclear.
vittorio.medioli@otempo.com.br
Essa geração tem urgência, quer resposta rápida. Eles já nasceram empoderados pela conectividade, compartilhando momentos nas redes sociais e fazendo compras online, mas muitos nem usam computador. Resolvem tudo com smartphone em punho. É o caso da estudante Marcella Albuquerque,17. Vive conectada e sempre que pode faz compras pelo WhatsApp. Conheça o perfil desse novo consumidor e como lidar com ele no nosso site!
Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO
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DIA DAS MÃES> Receitas que passam de geração em geração reforçam laços de afeto e de união MARIELA GUIMARÃES
Marina e Juliana Mais que apenas registrar os segredos de família, o caderno de receitas – que, vale lembrar, também é usado pelos homens – fortalece os laços de convívio
A jornalista Ana Holanda sempre sentiu fascínio ante os cadernos de receitas de família. “Mais do que um modo de fazer, revelam a história daquela família por meio dos pratos registrados”. Não por outro motivo, fez questão de criar o seu – e à moda antiga, ou seja, escrito à mão. “Me esforço para ‘alimentá-lo’, porque acho que a tendência, nos dias atuais, é buscar uma receita no Google ou salvar em pastas no computador, que um dia se perdem, se apagam”, justifica. Sim, a ideia dela é, de fato, criar um documento físico, palpável, que possa ser passado a outras gerações. “Um registro, de modo que, quando eu não estiver mais aqui, (as receitas) possam ser produzidas. E que, por meio do sabor, dos aromas, da reprodução do prato, eu, de alguma maneira, ainda me faça presente. Acredito muito nesse poder que a comida tem: de trazer à tona as lembranças mais queridas”, explica ela, nome por trás do projeto “Minha Mãe Fazia”, em curso desde 2015, no Facebook. Neste final de semana em que se comemora o Dia das Mães, a cultura dos cadernos de receitas também reverbera um laço que vai além das palavras grafadas. Ainda que a memória afetiva atrelada a esse universo possa acabar resvalando em lágrimas. Ana, por exemplo, admite que o gosto da pitanga sempre vai remetê-la à avó, Esther, já falecida. E foi também ao citar a avó que a chef especialista em nutrição saudável Juliana Muradas interrompeu a entrevista para limpar as lágrimas. Patrícia Cassese
Com açúcar e com afeto No caso, ela colocava em repasse os defumados (como a morcila) que a progenitora tinha o hábito de preparar. Foi ainda criança que Juliana – que hoje toca o projeto Inhame Inhame, direcionado à nutrição infantil – se viu interessada em acompanhar o processo de feitura das refeições. “Ela (avó) acabava me deixando mexer na panela, observar o ponto...”, rememora a chef. Ao se enveredar sozinha pela cozinha, Juliana começou a colecionar receitas – e, tal qual Ana Holanda, a recortar as que vinham em latinhas de leite condensado. E veio o caderno, que conserva
até hoje, mesmo com as folhas se desprendendo e as inequívocas manchas de gordura. “Como esses cadernos ficam na cozinha, sempre vão ficando meio sujinhos”, ratifica Ana, que, no seu caso, costumava, junto à irmã, passar os cadernos da mãe a limpo. Reproduzi-las em casa não foi tarefa tão hercúlea quanto conseguir a receita de suflê de milho da mãe, Lígia. “Foi bem trabalhoso, ela nunca foi de contar seus segredos”. O temperamento da genitora, aliás, sempre foi mais retraído. “Minha mãe não era muito de falar sobre sentimentos. Depois de mui-
to tempo, entendi que a comida era a maneira de ela demonstrar o que sentia. Ao cozinhar, colocava, ali, todo amor, afeto e carinho que tinha por nós. Hoje, entendo que um bolo não é só um bolo. É amor. Uma torta, um assado, podem ser afeto...”. NONNA Em meio às páginas, estão anotações, folhas com dicas e, claro, as receitas – escritas pela mãe, pela avó, pela tia e por amigas de família. “Adoro esse livro!”, diz Angela Mela, referindo-se à peça afetiva que ganhou das mãos do pai, e da qual consta os segredos do doce preferido da
TALISSA MAEDA/DIVULGAÇÃO
A jornalista Ana Holanda criou o projeto “Minha Mãe Fazia”, sucesso no Facebook
família toda, a Crostata di Ciliegie, torta de geleia de cerejas pretas. Nascida no Rio, Angela já há algum tempo reside em Roma, onde mantém o blog italianoincucina. it – que vale dizer, tem opção para versão em português. Não bastasse, a editora Disal publicou, por aqui, o livro “Emoções na Cozinha”, que apresenta o fruto do projeto dela de contar a história de famílias inteiras, de diversas regiões da Itália, através das receitas de suas nonne (avós). São os netos a narrar as lembranças em volta da mesa, em festas, jantares ou lanches. No fim de cada relato, um quadro faz uma espécie de árvore genealógica, acompanhado do passo a passo ilustrado das receitas. “Talvez a receita da neta mais jovem do livro, a Martina, tenha sido a que mais me emocionou”, diz Angela,referindo-se à de “spaghetti al tonno”. Ana Holanda e Juliana Muradas também se enveredaram pelo mercado editorial. No caso de Ana, fruto direto da página no Facebook, que começou de maneira despretensiosa. “A ideia era reunir, em um lugar, os pensamentos que me habitavam enquanto cozinhava. Como a escrita é
meu território mais confortável, onde me encontro, comecei a escrever sobre as reflexões que nasciam enquanto batia um bolo, preparava uma carne de panela, cortava legumes. Textos que misturam minhas memórias afetivas ligadas a comida, as conversas que tenho com meus filhos enquanto cozinho ou ao redor da mesa, os diálogos que tenho comigo mesma enquanto preparo algo...”, enumera. “São textos sobre comida simples, relações, sentimentos. Enfim, sobre a vida, só que entremeados de sabor, aromas. E, ao final de cada texto, sempre coloco a receita. Hoje, a página tem quase 20 mil seguidores”. Já Juliana acaba de lançar “Comida Escolar”, direcionada ao público infantojuvenil – que ela, por ser mãe de gêmeos, conhece bem. Aliás, Luiza e Pedro, 12, já se arriscam na cozinha, no preparo das receitas de família, como o bolo de cenoura ou a broa de fubá. A cadeia geracional, no caso, abarca a mãe de Juliana, Marina Muradas. No dia da entrevista para o Pampulha, as duas trataram de preparar o bolo de cenoura da família (delicioso!), embora reconheçam que, com raras exceções, preferem passear pelo universo dos pratos salgados. Marina, por exemplo, se esmera na feitura da bacalhoada e na feijoada. “Mas não é aquela na qual você não sabe o que vem na concha”, frisa ela, alinhada com a convicção da filha, de que a alimentação deve ser tratada de forma educacional em casa. “Não é a criança estabelecer que não quer verduras. Não existe essa opção, mas o que pode ser negociado é ter uma alternativa”.
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AVANTE> Pesquisadoras catalogam
cadernos, memórias e experiências’
Histórias têm visibilidade
A pesquisadora Juliana Venturelli com a tia-avó Nilda: “O arroz-doce que ela costumava fazer tinha um toque especial que era a folha de laranjeira no meio” ALINE MOTTA/DIVULGAÇÃO
A pesquisaPatrícia dora Juliana Cassese V e n t u r e l l i herdou nada menos que dois cadernos de receitas: um da avó e outro da tiaavó, ambas do lado materno, além de folhas soltas com anotações. “No caderno da minha única tia-avó viva (Nilda, 90), há receitas muito curiosas, como o ‘pudim de esperar marido’”, narra a mineira de Cruzília, criada em São Lourenço e radicada no Rio de Janeiro desde 2006. Detalhe: a receita foi escrita pelo marido de dona Nilda. Formada em gastronomia, Juliana declinou de ser chef para abraçar a causa da memória atrelada à cozinha de uma maneira muito especial: seu trabalho de conclusão do curso de pós-graduação em Memória Social, na UniRio, foi “Narrativas Culinárias e Cadernos de Receitas do Sul de Minas: Da Memória Oral à Memória Escrita”. Para tanto, percorreu, junto à artista visual Aline Motta, 11 cidades do “Caminho Velho”, atravessados pela Estrada Real: Maria da Fé, São Lourenço, Baependi, Cruzília, Serranos, Aiuruoca, Minduri, São Vicente de Minas, Madre de Deus, Santo Antônio do Porto e Pouso Alto. No cômputo geral, foram 52 entrevistas, em casas, restaurantes e afins. E o que a motivou? “A saudade de Minas de um lado e, de outro, a dificuldade de me enquadrar na profissão (gastronomia) que preza um rigor técnico e estético que a mim não toca o coração”. Sim, Juliana gosta da simplicidade das cozinhas. “Da comida feita em fogão
à lenha, de ouvir as histórias que são contadas ali, na beira do fogão. Daí veio a chance de seguir a trajetória acadêmica, onde estou desenvolvendo estudos sobre as transmissões orais das receitas e agora, no doutorado, como essas receitas familiares circulam entre jovens que navegam nos meios digitais”. Entre as questões sobre as quais ela vem se debruçando, estão: Onde moram e como vivem esses jovens? O que comem? As receitas estão sendo transmitidas como antigamente? Os jovens preservam e mantêm essas receitas? “São exemplos de perguntas que pretendo responder na minha tese”. Mas tem mais. A pesquisa de mestrado vai embasar o livro “Lenha no Fogão, Entre Prosas e Receitas”, no prelo. “A ideia surgiu da necessidade de uma amiga, a designer gráfica Renata Vidal, apresentar um projeto para a sua pós-graduação. O livro não tem a escrita acadêmica. É uma linguagem em prosa, e conta como aconteceram os encontros e também as histórias das entrevistadas”. ROTEIROS, SITES, LIVROS Não bastasse, em setembro de 2016, Juliana lançou o “Roteiro Gastronômico Lenha no Fogão: Entre Prosas e Receitas”, no Degusta de São Lourenço. “O objetivo é adentrar o universo caseiro e familiar, onde os visitantes tenham a experiência viva de uma receptividade mineira, além de conhecerem as histórias das cozinheiras e aprenderem algumas receitas em oficinas”, destrincha. As saídas ocorrem normalmente em feriados (confira Facebook lenhanofogao). Outro nome que desponta quando o tema é esse uni-
SIMONE PIMENTEL/DIVULGAÇÃO
verso é o da jornalista Mariana Weber, que toca o site “O Caderno de Receitas”. Mariana guarda consigo os cadernos da mãe e da avó materna, mas recentemente também recebeu a incumbência de ser a guardiã dos cadernos de alguns amigos. “No site, também costumo entrevistar chefs e outras pessoas sobre receitas que marcaram a memória”, diz ela, lembrando que o projeto foi também uma forma de estreitar contato com a mãe. “Tornar mais frequentes as nossas conversas, por telefone, pelo menos”. Outra motivação? Cozinhar para o filho, hoje com 4 anos, receitas que foram marcantes para ela. “Uma curiosidade é que o caderno da minha mãe e dois dos da minha avó materna estão, hoje, no Museu da Imigração (SP), como parte da exposição ‘Migrações à Mesa’, que reúne cadernos de famílias de diversas origens.
Minha avó tinha um avô espanhol”, explica Mariana, que também toca um livro sobre receitas de família e outras “comidas com história”. “E quero ajudar outros a salvar seus pratos de família, em um serviço de pesquisa e organização de receitas e histórias. No último Dia das Mães, várias pessoas me escreveram sobre a comida das suas famílias. Foram relatos emocionantes”, afiança. Uma das receitas da sua família que mais a apraz é a torta de banana com farofa crocante. “Minha mãe fazia para festinhas, como as da minha escola. Está na minha geladeira agora”, diverte-se ela, que também cita a mousse de maracujá da avó materna, com crocante de caramelo com nozes e calda de maracujá. “E tinha um biscoito que minha mãe fazia quando eu era adolescente. Tive muita dificuldade para achar araruta para fazê-lo!”, conta
ÁLBUM DE FAMÍLIA
Mariana Weber: labuta em prol da memória das receitas de família
Histórias entre risos e lágrimas Estudante de jornalismo, Michaela Machado e a mãe, Carolina, vêm de uma família que guarda as receitas na cabeça. “Minha mãe gosta de testar as que saem nos jornais. E sempre dá certo da primeira vez! Daí, ela continua fazendo ‘de cabeça’”, jura Carolina, lembrando que a família gosta tanto de cozinhar, quanto de se deliciar com o que faz, seja no fogão a gás ou à lenha. “Sei que sempre será divino. Ah! E todos da família já nascem com disposição para as degustações. Tanto que Michaela não falou uma primeira palavra, mas uma frase inteira: ‘Me dá batata, dá!’”, ri. Lúcida e articulada aos
82, Dona Rosa Ribeiro, de Paraisópolis, é uma referência, e tem o site “Dona Rosa Mineirices”. Há pouco tempo, as receitas viraram livro, uma surpresa dos filhos. Curioso é que Rosa aprendeu a cozinhar adulta, quando tentativas frustradas de agradar ao marido a levaram às lágrimas – caso da sopa de macarrão, que grudou toda. Mas foi um entrevero com a cunhada o ponto determinante. “Aí virou uma questão de honra”, diz, bem-humorada. O primeiro caderno, conta, está preto, de tanto uso. Mas, nesse caso, ninguém se importa com a estética.
LINCON ZARBIETTI
Dona Rosa e a filha Beth: o caderno de receitas da família virou livro
Michaela e Carolina: heranças compartilhadas com muito afeto
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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz
Uso excessivo de (CRM-MG 25.398)
telmo.diniz@jornalpampulha.com.br
A minha mãe
S
ignificados sobre a palavra mãe existem vários,como sendo uma pessoa que protege e cuida, ou aquela que dá origem ou, simplesmente, aquela que dá à luz e cria. Para mim, a maternidade tem um significado mais amplo e que insiste em não conseguir explicar a enormidade em torno de um tema que transcende as palavras. Mãe é amor incondicional. Mãe, certamente, é coisa de Deus. A coluna de hoje é dedicada a todas as mães e, especialmente, à minha amiga e mãe querida Tânia Diniz. Mãe, você sempre viveu e buscou o melhor para a casa e para os filhos. Aliás, cuidar e formar quatro filhos não é tarefa fácil. A Tânia não é somente mãe, é amiga, companheira e dedicada. Trabalhou de forma incansável até sua aposentadoria. Deixou rastros de amizade e admiração por onde passou, seja no INPS (o INSS daquele tempo), pelo setor de turismo na diretoria da Goiastur, na Casa do Artesanato etc. Sempre correta e justa com todos. Frequentemente com uma dupla jornada, pois chegava em casa e ia para o “segundo turno” cuidar dos filhos. Ufa! Como conseguiu? Somente sendo uma mãe devotada e guerreira. As mães de hoje – dos tempos atuais – têm menos filhos (ou até decidem não tê-los), pois a jornada de casa e trabalho absorve mais as mulheres do século XXI. Entretanto, a super Tânia já estava lá, a frente de seu tempo, absorta nos afazeres da casa, dedicada ao trabalho e à criação dos filhos. Muitas vezes, se não na maioria, fez o papel duplo de pai e mãe. Uma fera! Todos os seus caminhos foram de luta, com seus passos firmes, onde sua determinação tinha uma razão: os filhos! Quero te parabenizar pelo seu dia e agradecer a Deus por ter me dado a oportunidade de pertencer ao seu círculo de vida e ter a honra de conviver com você. Toda a sua vida foi marcada por muitas dificuldades, algumas vitórias, outras derrotas, mas mesmo diante dos problemas e sofrimentos, em seus lábios nunca faltava um sorriso, uma palavra de incentivo. Mãe, você foi um exemplo! Mãe, uma palavra que consegue armazenar o mundo, pois o coração de uma mãe é infinito e o seu é! Você sempre nos brindou e continua a brindar com seu amor incondicional. Deixo aqui, neste momento, todo amor e admiração que sinto por você. Tanta coisa que você passou, sempre me mostrando que é preciso ter fé na vida, que o amanhã será bem melhor, exatamente como dizia Chico Xavier que “na vida tudo passa”. Em 2013, dediquei uma coluna a meu pai, que já não estava mais entre nós. Estas palavras são para você, que poderá ler e ouvir, aqui e agora. Ser mãe não é só dar à luz e, sim, participar da vida dos filhos, dando os ensinamentos necessários para voarem sozinhos. Parafraseando o presidente americano Abraham Lincoln: “tudo aquilo que sou, ou pretendo ser, devo a um anjo, minha mãe. Faça uma boa semana, junto de sua mãe.
STOCKXPERTS
Consumo demasiadode medicamentos comoRitalinae Rivotrilcresce O uso em excessode medicamentos para transtornos de ansiedade, déficit de atenção e hiperatividade tem aumentado entre crianças e adolescentes, de acordo com o Fórum Sobre Medicalização da Educação e da Sociedade. Segundo especialistas, diferenças de comportamento e dificuldades de aprendizagem, que podem ser normais na infância, levam pais a buscar tratamento medicamentoso para os filhos. Em muitos casos, eles são incentivados pelas próprias escolas, que colocam o uso de remédios como condição para o aluno frequentar a sala de aula. Comisso,asvendasdeestabilizadores de humor no país, que incluem o Rivotril e a Ritalina, crescem a cada ano, chegando a 1,7 bilhão de doses em 2016, um aumento de 12% em relação aoanoanterior.“Vemosmuitas escolas cobrando dos pais que levem a criança ao médico, para que seja feito o diagnóstico de hiperatividade e déficit de atenção, por exemplo, e a criança comece a tomar o remédio como umacondiçãopara elacontinuara estudar no local”, afirma o psicólogo e doutor em educação César Rota. “Há também casos em que a escola fiscaliza se os pais deram o medicamento para a criança naquele dia, antes da aula, para garantir que o aluno já chegue mais Rafaela Mansur/ Wallace Graciano
Medicação
Uso de drogas como a Ritalina entre crianças em idade escolar preocupa especialistas
calmo ou concentrado. Quem deve decidir isso é o médico”, completou o especialista. Ele orientou uma pesquisa em Montes Claros, no Norte de Minas, que verificou 288 laudos de crianças entre6 e 10 anos, encaminhadas a um serviço de especialidades médicas da cidade, e que constatou que a dificuldade de aprendizagem foi o principal motivo que levou a busca por ajuda profissional. A maioria das criançastinha entre6 e 8 anos, justamente a época em que aprendem a ler e escrever. “Já vi sala de aula de ensino fundamental com quase metade das crianças com laudo indicando algum tipo de quadro clínico neurológico ou psicopatológico ou algo nessa direção, o que epidemiologicamente é completamente absurdo”, pontuou.
ALTERNATIVAS Para a psicóloga e especialista em saúde mental Jureuda Duarte Guerra, existem outros caminhos além da medicação. “É preciso olhar para essa criança, ver do que ela gosta, estar mais junto. Aquele sintoma não é sozinho, tem várias outras razões que devem ser avaliadas em conjunto”. No caso da nutricionista Ruth Jéssica, o medicamento não foi necessário. Diagnosticada com dislexia aos 8 anos, ela teve acompanhamento profissional com psicólogos e fonoaudiólogos até o início da faculdade. Hoje, aos 23, é concursada em sua área. “Vejo com bons olhos o acompanhamento profissional, com remédio ou não. Foram eles que me fizeram progredir”, afirmou.
SAIBA MAIS 0 Rede municipal Em nota, a Secretaria Municipal de Educação explicou que “as escolas da rede municipal não indicam uso de medicação e, somente em casos específicos, mediante orientação médica e cópia da receita, podem ministrar medicamentos”. 0 Estadual A Secretaria de Estado de Educação disse que “nos casos em que os professores observarem um comportamento diferente no aluno, que porventura esteja interferindo em sua aprendizagem, a orientação é que a escola converse com pais ou responsáveis para que a família dê o encaminhamento necessário”.
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remédio é incentivado EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
Calmante não vem sendo muito indicado Muito prescrito no Brasil, o medicamento Rivotril está em desuso por causar dependência, de acordo com o psiquiatra da infância e da adolescência Arthur Kummer. “É um medicamento mais usado em situações muito agudas e com a indicação de ser suspenso o mais rápido possível. Há um problema crônico de longa data no Brasil de prescrição de Rivotril para várias situações, quando há outros medicamentos mais indicados”, afirmou. Já a indicação de Ritalina varia de acordo com a idade – para crianças de até 6 anos, a psicoterapia é mais recomendada do que o medicamento. “É muito difícil encontrar no Sistema Único de Saúde especialistas que trabalham com psicoterapia, e os médicos acabam prescrevendo o medicamento”, afirmou o psiquiatra Arthur Kummer.
ENTENDA DIFERENÇAS ENTRE OS MEDICAMENTOS Rivotril Princípio ativo Clonazepam Indicação
Efeitos
Duração*
Ritalina Metilfenidato
Redução de ansiedade
Tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)
Age diretamente no sistema nervoso central, reduzindo sua atividade
Aumento da circulação de dopamina, neurotransmissor responsável por excitar o sistema nervoso central, o que facilita o aprendizado
De seis a oito horas
De três a cinco horas (dez a 12 horas no caso do Concerta)
RITALINA X CONCERTA A diferença entre os medicamentos se dá na liberação do metilfenidato no organismo. Na Ritalina, a liberação é imediata. No caso do Concerta, a liberação é lenta e o efeito chega a 12 horas FONTE: ASSOCIAÇÃO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA DE PESQUISA (INTERFARMA); AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA); SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE PRODUTOS CONTROLADOS (SNGPC)
Casos desafiam unidades do Estado mineiro As escolas de Minas Gerais vêm buscando métodos para a melhor adaptação dos alunos com algum tipo de distúrbio, mas há casos que fogem da tônica. A afirmação é do presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Estado, Emiro Barbini, que classifica a situação como delicada. “O papel das escolas é avaliar o aluno individualmente e encaminhar a um profissional se necessário. O que eu vejo é que as escolas estão encaminhando mais, até pelo maior controle. Vejo também que alguns especialistas preferem o medicamento como solução. Mas, no geral, todos buscam o diálogo para entender o distúrbio e oferecer soluções”, apontou. Coordenadora de uma creche pública de Belo Horizonte, Conceição Imaculada relatou que a instituição vem buscando métodos para educar a criança de acordo com sua necessidade. “Quando identificamos um aluno com algum transtorno, temos um trabalho contínuo, orientando a família a buscar profissionais. Mas cobramos o diagnóstico depois”, apontou.
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ESPAÇO GOURMET DE BANDEJA1
Muito além do cafezinho
MATHEUS BARANOWSKI/DIVULGAÇÃO
Começou o Burger Fest BH O maior festival de hambúrgueres do mundo também passará por Belo Horizonte. Em sua 10ª edição, o festival adentra o mês de maio e segue até o dia 28, acontecendo simultaneamente em outras cidades brasileiras. Espalhando-se pelas hamburguerias da capital, a proposta do festival é que as casas ofereçam sanduíches criativos, novas receitas com interpretações do lanche mais pedido no mundo inteiro. As marcas patrocinadoras – Heineken, Heinz e Budweiser – garantem programação especial durante a temporada do festival. Confira em www.burgerfest.com.br.
Dia das Mães no Ouro Minas O restaurante Quinto do Ouro preparou menu especial para o almoço deste domingo (14). O cardápio, criado pelo chef Hélio Santos, oferece entrada, prato principal e sobremesa. O buffet de entrada é variado e conta com frios, pães e saladas. Os pratos principais oferecem opções de massas e peixes. Para sobremesa, doces mineiros. O hotel ainda promete uma surpresa para as mamães.
Mixido reabre com novidades Sob o conceito de Gastrobar, o mexido mais tradicional da Contorno reabre as portas. Com cardápio repaginado, a casa agora abre na hora do almoço, oferecendo opções de grelhados – tilápia, frango e bisteca – nos dias comerciais e finais de semana. Além disso, outra novidade são as guarnições servidas em forma de rodízio de panelinhas. Os petiscos do menu mantêm a tradição do boteco com o requinte da gastronomia. O Mixido também possui variedade de rótulos de cervejas artesanais e carta de drinques. ARQUIVO PESSOAL
Novas formas de servir a bebida Cartadecafésem BHparaoinverno surpreendeno sabor–ena apresentação Companhia praticamente diária do mineiro, o café ganha versões inusitadas tanto no sabor quanto na apresentação para serem apreciadas enquanto as baixas temperaturas continuam na capital mineira. Uma delas conseguiu unir o “melhor dos dois mundos”: sorvete e café. E engana-se quem pensou no clássico italiano affogato – feito com expresso e sorvete. A novidade é servir o café na casquinha. A invenção dessa maneira inusitada de servir a bebida teria sido do barista Dayne Levinradna, da cafeteria The Grind Coffee Company, em Joanesburgo, África do Sul. Fato é que o sucesso foi tanto que até a dublê de cantora e atriz Jennifer Lopez postou foto da bebida – que ganhou a hashtag #coffeeinacone. A novidade viralizou nas redes sociais, se espalhando pelo mundo – na capital mineira, por meio da gelateria Lullo. Lá, a casquinha, desenvolvida com receita artesanal e feita na hora, ganhou, ainda, um revestimento de chocolate meio-amargo. “Ao mesmo tempo que olhamos o potencial dos gelatos, também vimos nas casquinhas artesanais uma possibilidade de unir ao café. O tamanho dela é maior, suficiente para armazenar uma dose de café expresso, com várias camadas de chocolate para impedir que a bebida atravesse a casquinha”, explica a sócia da Lullo, Cristiane Temporão. Além do expresso, a receita pode ser servida também com o affogato – com uma bolinha de sorvete – e cappuccino –, receitas elaboradas com a curadoria do barista Felipe Brazza, também sócio-fundador do Café das Amoras. O que faltava, entretanto, era facilitar o modo de servir. E, assim, foi criaLorena K. Martins
VICTOR SCHWANER/DIVULGAÇÃO
do um porta-casquinha que simula uma xícara. SORVETE COMO INGREDIENTE Outra novidade foi aproveitar os sabores disponíveis dos gelatos e transformá-los em bebidas quentes, especialmente para os dias mais frios. “O que fizemos foi adaptar os sorvetes para o inverno. O leitinho queimado, por exemplo, foi feito com uma mistura de café coado e gelato de doce de leite vaporizado, assim como o chocolate quente que servimos, feito com o gelato de avelã meioamargo”, contou Cristiane. O sorvete também é ingrediente no Coffee Float do Healthy Joe, acompanhado de calda de chocolate, café expresso e nibs de cacau orgânico. Outra versão é enriquecida com manteiga ghee, óleo de coco concentrado orgânico, canela em pó e expresso duplo – que conquistou famosos, como a atriz Gwyneth Paltrow ou os lutadores de MMA, que acreditam no potencial de o mix promover a perda de peso. COM GOIABADA Já a antiga fórmula de acrescentar bebidas alcoólicas – como licor, rum e uísque – ao café segue firme para aquecer logo ao primeiro gole. Um dos apetitosos cafés do Dona Diva Café & Quitandas ganhou uma dose licor de cachaça, responsável por dar um toque adocicado ao Doce Diva – mas sem queimar a garganta. A base da receita é feita com goiabada caseira do interior de Minas Gerais e café expresso italiano Lavazza, e finalizada com chantilly artesanal polvilhado com canela – ingrediente termogênico que provoca ainda mais a sensação de aquecimento. Outros ingredientes somados à bebida – sem a função de embebedar – também reforçam o objetivo dos comensais. O barista Leandro Mendes, do Atmosphera Mocca Coffee and Meals, criou uma receita com doce de leite e paçoca de amendoim – combo doce, mas que aquece. “Ele é bem doce, mas cai ainda melhor com uma torta de chocolate bem amargo ou um pão de queijo simples”, sugere.
Café servido na casquinha de sorvete com chocolate, na Lullo Gelato
reportagem
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ALCANCE COMUNICAÇÃO/DIVULGAÇÃO
DE BANDEJA2
RECEITA
Mocca Peanut
LECA NOVO/DIVULGAÇÃO
Receita do Atmosphera Mocca Coffee and Meal Ingredientes: 2 doses de café expresso Leite vaporizado Pasta de amendoim (sugestão da casa: misture paçoquinha com doce de leite) Farofa de paçoca Modo de preparo: Escolha uma taça e prepare o fundo com a pasta de amendoim, em seguida, adicione o leite vaporizado (com bastante espuma) e acrescente, aos poucos, as duas doses de café expresso. Decore com farofa de paçoquinha. Para a versão alcoólica (gelada), utilize uma taça de espumante, adicione chantilly, em vez de espuma do leite, e acrescente meia dose de licor de cassis ou Dambrui.
O prazer da comida saudável
GUILHERME GIRÃO/DIVULGAÇÃO
TULIO BORGES/DIVULGAÇÃO
O café Doce Diva, da Dona Diva, tem base de goiabada caseira, café expresso, licor de cachaça e chantilly artesanal
Oficina de cupcakes A Doçaria Patrícia Goedert (rua Guaicuí, 297, loja 10, Luxemburgo) vai oferecer nos próximos dias 24, às 18h30, e 27, às 11h, oficinas de cupcakes voltadas a crianças. Cada uma terá duração de uma hora e, nelas, serão ensinados seis cupcakes, com recheios e coberturas escolhidoso pelas crianças. Inscrições a R$ 59,90, pelo telefone 2510-5824 (número também para obter informações)
MOISÉS SILVA
Mesmo servido com sorvete, o Coffee Float, do Healthy Joe, é quente – e ainda acompanha nibs de cacau e café expresso
O drinque Escocês do L’entrecôte de Paris leva whisky, licor de cacau e de avelã, canela e café
Café extraído a frio ganha força MOISÉS SILVA
O café é uma bebida à qual nos acostumamos a tomar sempre bem quentinha. Mas é fato que o cold brew vem ganhando cada vez mais adeptos. Trata-se de um concentrado de café extraído em infusão a frio – processo bem mais lento que o convencional: pode levar até 18 horas. De acordo com Dandara Matos, proprietária do Healthy Joe, que possui uma máquina para a extração do grão da Terra Santa Coffee, a bebida mantém seu potencial energético, mas a cafeína é inativa. “Além de ser um café mais leve, o processo a frio diminui o potencial
‘maléfico’ da cafeína, como ansiedade e palpitação, geralmente associadas ao excesso da bebida quente, com cafeína ativa”, explicou. É por isso que a maioria dos cafés servidos por lá são também indicados para pré e pós-treino, para hidratar. A versatilidade do produto permite combiná-lo a outros sabores. Na Lullo Gelato, o cold brew feito com grão do Café das Amoras demora cerca de 14 horas em infusão, em temperatura ambiente, e o extrato é batido com gelato de maracujá. A bebida é servida gelada, com uma textura mais densa, similar à de um frapê.
O Restaurante Green Up é uma novidade dentro da academia Companhia Atlética, no Diamond Mall. Com a proposta de unir quatro demandas do público adepto de hábitos saudáveis, o Green Up agrega chef service, Green Up & Go, mini market e combinados de energia para o café da manhã. O restaurante abre a partir das 7h e segue até as 21h, de segunda a sábado. A casa também funcionará para o público não matriculado na academia. O chef mineiro Felipe Rameh é quem assina os pratos da casa, enquanto a dieta nutricional do cardápio fica por conta da nutricionista Alessandra Feltri.
La Dolma em Nova Lima Inaugurado pelos chefs Fabio Pontes e Andres Ramon, o La Dolma Restaurante e Empório é a novidade que chegou em Nova Lima. Com uma cozinha contemporânea, os pratos do menu são delineados por traços da culinária espanhola. A miscelânea de sabores resultou em nove pratos para o almoço executivo e outros 15 pratos especiais para almoços de terça a sexta-feira, além das opções para jantares e finais de semana. O destaque do restaurante fica à cargo do menu criado especialmente para o dia das mães. PAULO CUNHA/OUTRA VISÃO/DIVULGAÇÃO
O processo do Cold Brew do Healthy Joe demora cerca de 18 horas
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sociedade
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DOLCEVITA
Paulo Navarro com Walter Navarro pnnavarro@gmail.com
MARCELLA FRATTEZI/DIVULGAÇÃO
NOSSA ITÁLIA
é diferente? Rico transa como ri, à toa? Pode ser. É mais fácil ter vontade e clima em Paris do que aqui.
Festa Tradicional Italiana de Belo Horizonte acontece dia 4 de junho, a partir das 11h, na Savassi. A realização é da Associação de Cultura Ítalo-Brasileira de Minas Gerais – Acibra MG. Mais de 30 mil pessoas são esperadas.
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ITÁLIA NOSTRA ança, muita música, teatro de rua e atrações para crianças. Os mais tradicionais restaurantes italianos da cidade estão na programação. Participação especial de Bruna Chaves, mineira e vice-campeã do Masterchef Brasil 2016, em aulasshow com a participação de chefs italianos.
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LUXO PAULISTANO ão Paulo ganhou, esta semana, o hotel seis estrelas Palácio Tangará, ao lado do Parque Burle Marx, no bairro Panamby. O luxuoso hotel, de padrão europeu, contará com 141 apartamentos e suítes luxuosas. Um oásis, a mais nova pérola da Oetker Collection, que tem outros oito hotéis de luxo mundo afora.
SINAL DOS TEMPOS
U Em noite de confraternização com amigos mineiros da imprensa, o titular da coluna ao lado do jornalista Pedro Andrade, Patricia Souto Mayor, Bruno Marinho e Wagner Espanha
ntre eles, o Le Bistrol, em Paris, e o The Lanesborough, em Londres. Na América do Sul, será o primeiro empreendimento do grupo alemão, um marco da hotelaria. Ocupa o terreno que abrigou a chácara do industrial e playboy Baby Pignatari, um palacete neoclássico de 27.000 m².
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LUXO ADAPTADO
LUXO IMPORTADO
o cardápio do restaurante oficial, o chef Jean-Georges Vongerichten, três estrelas no guia Michelin, com mais 30 restaurantes no mundo. O chef executivo é Pascoal Valero, ex-Épicure, do Le Bistrol. Cercado por mata atlântica, o hotel também oferecerá piscinas e o impecável “Spa by Sisley-Paris”.
lançaperfume
m absurdo esperado: “Lojas nos EUA temem virar peça de museu concorrendo com a Internet”. Nas ruas do SoHo, em Nova York, bolsas Chanel e casacos Arc’teryx são exibidos pelas lojas como peças de museu, remetendo à época em que o bairro era o auge da moda. Mas os aluguéis da área estão em queda, e o número de lojas vagas, subindo. Por que?
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gos do Vila da Serra, com o Clube de Veículos Antigos de Nova Lima. Será na rua da Igreja Bom Jesus do Vale, Vale do Sereno, 4 de junho, e contará com carros com 30 anos ou mais, em bom estado.
UniViva realiza o 3° Vem aí a segunda edi6 AEncontro de Carros Anti- 6 ção da mostra e venda de
BOLA MURCHA rasileiros vão perder a fama de “bons de cama”. É o que diz uma pesquisa do Instituto do Casal. A vida sexual piorou após o casamento para 72,9% dos entrevistados. O “vilão” é o exagerado uso do celular. E também a falta de dinheiro, claro. Mais da metade dos casais está insatisfeita com a vida sexual.
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BOLA FURADA s psicólogas da pesquisa aconselharam uma “hora programada para o sexo”, terapia e diálogo. E mais: realizar as fantasias sexuais, o que poucos casais fazem por vários motivos. Resumindo, a culpa, de novo, é do “mordomo”, do celular e da crise! Mas será que com dinheiro
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decoração vintage e contemporânea Modernos Eternos, de 20 de junho a 2 de julho, com ambientes aliando o novo ao antigo. A loja LaVita ampliou seu espaço destinado às noivas, que já era novo, moderno e sofisticado.
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e à cultura de venda em lojas, tem dificuldade para concorrer. Entre 2010 e 2014, o movimento do comércio eletrônico cresceu em média US$ 30 bilhões ao ano.
FINAL SEM FIM os últimos três anos, o crescimento médio foi de US$ 40 bilhões. Shoppings vazios, marcas tradicionais do varejo indo à falência, desemprego espantoso: 89 mil vagas foram perdidas de outubro do ano passado para cá.
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PAULO NAVARRO
FINAL DOS TEMPOS or causa das compras via Internet. Os imóveis mais procurados pelo varejo ficam longe, no Brooklyn. Empresas de comércio eletrônico brigam por alugar partes de um velho armazém, com 4,4 hectares, porque isso permitiria que entregassem no mesmo dia os produtos pedidos on-line por compradores da cidade.
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FINAL DO CHARME comércio eletrônico tornou fáceis e rápidas as compras on-line que o varejo tradicional, preso a imóveis de alto custo
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O amor está no ar para Mateus Barcelos e Luciana Faria no maravilhoso Spa Águas Claras em Macacos
além das mães Boulevard de uma estufa 6 Agora, 6 OShopping 6 Além das noivas, noivos, madrie a Startup para 50 mil pés de alnhas e debutantes, grifes luxuosas para as convidadas. dia 11, 6 Inaugurada, com brunch, a nova loja VerdeMar Pampulha, no bairro São Luiz, “pertinho” da lagoa.
BeGreen inauguraram a primeira Fazenda Urbana da América Latina. espaço de 2.700 6 Ometros quadrados funcionará na parte externa do shopping.
faces baby/mês, sem uso de agrotóxicos, um show de sustentabilidade, apostaram no uso de contâiners que virariam sucata, mesas e cadeiras em madeira plástica, piso feito com rejeito de mineração.
CENÁRIO BH DIVULGAÇÃO
Brahma Kumaris celebra 30 anos no Cine Theatro Para comemorar os 30 anos desde que a organização Brahma Kumaris aportou em Belo Horizonte, a instituição promove o evento “Pense Simples – Viva Melhor”. A programação conta com as apresentações musicais de Marcus Vianna e Affonsinho com seus principais repertórios. Além do show, o evento traz a palestrante AshaPuri e a jornalista Roberta Zampetti para conversar sobre o movimento espiritual Onde Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211) Quando Quinta (18), às 19h30 Quanto Entrada gratuita
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DIVULGAÇÃOA
Harvard abre inscrições para oficinas em BH Criado pela Universidade de Harvard, o programa Clube de Ciências rodou o mundo e, agora em BH, oferece quatro workshops gratuitos para alunos do ensino médio e estudantes de graduação. O projeto acontece em meados de julho, com sede no Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG, e já tem inscrições abertas para as oficinas. Com número reduzido de vagas, o Clube visa despertar o interesse científico nos jovens mineiros Onde Inscrições gratuitas abertas até o dia 4 de junho, através do site www.clubesdeciencia.com.br
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almanaque AUTORAL> Ator João Miguel retoma espetáculo que o alçou a outros trabalhos, há quase 20 anos WILIAN AGUIAR/DIVULGAÇÃO
Sáb. e dom. 20 e 21.mai.
Retorno a Bispo Van Gogh João Miguel diz que quando viu a arte de Bispo pela primeira vez, teve a mesma sensação de quando viu quadros do pintor holandês
Arthur Bispo do Rosário (1909-1989) ouviu o “chamado de Deus” aos 29 anos. Era noite de 22 de dezembro 1938 e ele perambulou pelas ruas do Rio de Janeiro conduzido por um exército imaginário de anjos até anunciar a umgrupodepadres,noMosteiro de São Bento, que era umenviadodoscéus,incumbido de “julgar os vivos e os mortos”. Dois dias depois, véspera de Natal, ele se percebeu convertido na figura de Jesus Cristo. Dali até o fim de sua vida, 50 anos mais tarde, o ex-marinheiro eex-lutador deboxe seria interditado da sociedade, internado como louco. Durante esse período – umdos maisobscuros dapsiquiatria, com uso de tratamentos violentos para controle das crises – criou um universo lúdico de bordados, assemblages, estandartes e objetos. Em alguns deles, bordou nomes de pessoas, trechos poéticos, mensagens e a frase-síntese de sua vida e obra: “Eu preciso destas palavras – Escrita”. Em 1995, o ator João Miguel, 47, tomou conhecimento dessa história, após Jessica Almeida
ler “Arthur Bispo do Rosário – O Senhor do Labirinto” (ed. Rocco), de Luciana Hidalgo, e antes mesmo de ver as obras deixadas pelo artista (que em vida rejeitava esse rótulo), se viu tomado de interesse por sua existência e trajetória. Noanoseguinte,ele começaria o processo de quatro anos e meio de concepção do espetáculo “Bispo”, em que dialoga com a lógica do sergipano. Depois de alguns anos na estrada com o trabalho, seguidos de um hiato de quase uma década distante dele, João Miguel retoma o projeto e o apresenta aqui em Belo Horizonte no próximo fim de semana(dias20e21),noTeatro Bradesco. “Não é a construção de um Bispo biográfico, como ele era na vida, por isso tem desdobramentos,pode serfeito em vários espaços, de várias maneiras”, explica o ator, que está sozinho no palco, mas teve o apoio de um coletivo de artistas para conceber a apresentação. “Nos debruçamos sobre o artista e em suas palavras é possível notar muita coisa que tem contundência hoje, como o direito de existir, de criar sua própria lógica,rompendocom catalogações que nos são impostas. A obra do Bispo transcende sua
catalogação como louco, por mais que tenha pertencido àqueleespaço deconfinamento, e também transcende a arte, na medida em que ele não aceitava esse título”. João Miguel ressalta que as palavras noespetáculo aparecem como uma espécie de costura juntamente com as ações e, por isso, caracteriza-o como dotado de uma dramaturgia de colagem e enfatiza
seu caráter não-biográfico, ao menos não no sentido clássico. E muito do que está em cenaemergiu deoficinasrealizadaspor João Miguel no Hospital Psiquiátrico Juliano Moreira de Salvador, sua cidade natal, que, por acaso, tem o mesmo nome da instituição em que Bispo passou a maior parte da vida (e onde também se apresentou).Lá também realizou ensaios abertos e se jun-
tou ao movimento antimanicomial. CICLO Foi “Bispo” a ponte por meio da qual começou a fazer cinema tendo feito parte do elenco de filmes como “O Céu de Suely” (2006) e “Estômago” (2007), e posteriormente televisão, em produções como “Cordel Encantado”, “Carandiru, Outras Histórias”
Bombando na Netflix João Miguel segue viajando com “Bispo” e tem também dois projetos no cinema para gravar ainda este ano. Além disso, ele integra o elenco da série “3%”, da Netflix, que foi renovada para uma segunda temporada. “Pramim,foiumasurpresa boa poder me comunicar com um público mais jovem, com quem não tinha tanto diálogo. A série também provoca uma relação que é diferente do que acontece na TV aberta, um boca a boca que se dá de outra forma. Como ator, eu me interesso em poder dialogar
com vários veículos e cada um tem suas diferenças, suas peculiaridades”, observa o ator. Uma dessas especificidades é o seu alcance em outras regiões do mundo. O seriado trata-se, por exemplo, da produção da Netflix em língua não-inglesa mais vista nos Estados Unidos. “Ela traz um assunto em voga no momento, que éo da meritocracia,masligada a umapossívellógica brasileira. Acredito que seja isso e o fato de ser uma coisa não-americanizada que a fez bombar lá fora”, comenta.
Em“3%”, João Miguelinterpreta Ezequiel, o diretor da cruelseleção que envia jovens ao Mar Alto – local em que só 3% da população de um Brasil pós-apocalíptico vive, enquanto os demais permanecem no Continente, região miserável, decadente e escassa de recursos. “Eu procurei fazer um personagemque seespelha em várias figuras que tão aí no dia a dia hoje, os Cunhas, Temers, várias figuras assim, que defendem a corporação, perdendo todos os escrúpulos. Me interessei porque o achei contundente”, afirma.
(2005) e “O Canto da Sereia” (2003). Ao retornar ao projeto teatral, retoma a pesquisa e realiza novas oficinas, desta vez comcrianças da comunidade do Calabar, em Salvador. “Também retomei outro ciclo de oficinas que havia feito na Paraíba e me apresentei na própria Colônia Juliano Moreira, no Rio. Assim, acumulei memórias que o espectador não vê, mas fazem parte do processo. Da mesma forma que o entendimento sobre como uma instituição pode nos catalogar, definir. O pensamento institucional muitas vezes é limitante ao humano e se a loucura é uma limitação da comunicação, Bispo fala através de sua obra”, comenta. “O que faço agora é quase uma reconstrução dessa figura a partir do que já havia antes, como se visitasse o velho pra trazer o novo. E friso que é um trabalho coletivo, por mais que eu guie o barco, o que eu já produzi de mais autoral, e não tem nada de louco”, conclui.
> Bispo
Com João Miguel Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes, 3516-1360). Dias 20 (sábado) e 21 (domingo), às 20h. R$ 40 (inteira)
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ARTES CÊNICAS Em memória de nossos mortos Quando Laura, sua avó materna morreu, em 1982, Fabrício Moser contabilizava apenas nove meses de vida. No curso da infância, percebeu que o assunto era envolvido por certas brumas. Um desconforto. Somente aos dez anos, começou a entender o motivo: a progenitora havia sido assassinada na rua, após um baile, por um pretendente frustrado antes as negativas a seu assédio. Conhecido como “Candoca”, o sujeito se suicidou na sequência. A história (e os detalhes que foram acrescidos com o tempo) reverberou de forma tão violenta em Fabrício que ele decidiu fazer uma imersão neste episódio – o que resultou no espetáculo autobiográfico “Laura”, que, há dois anos em cartaz, chega agora à capital mineira com apresentações nestes sábado (13) e domingo (14), no Espanca!. A nota trágica de toda a gênese da peça é que o ator sul-mato-grossense (radicaPatrícia Cassese
do no Rio desde 2009) pensava em também colocar sua mãe – filha de Laura – no palco, ao seu lado. Mas eis que um acidente de carro, em 2014, levou à morte não só ela, como seu pai e um cunhado. A tragédia serviu para dar ainda mais estímulo à empreitada. “Desta vez, para não deixar que se repetisse o que ocorreu com a minha avó. Quis provocar a fala, no lugar do silêncio. A ideia era lidar com a tragédia – e ressignificá-la”, diz ele. O processo de construção teve como base uma coleta de depoimentos de familiares. Mas Fabrício também se valeu de documentos que garimpou – e que faz questão de usar em cena. Caso de um jornal (original) da época, com a notícia do crime e a foto de Laura. Ou o inquérito policial (original), fotos e a certidão de óbito. “Muitas pessoas me alertam para o desgate desses documentos a partir do manuseio do público, mas é justamente isso que quero”. Sim, a peça é tão pessoal quanto interativa. O público participa ativamente. A ideia é “fazer vibrar a voz das avós dopúblico”. Einstigar cada es-
Talk show com BH Nada de stand up. O talk show é a bola da vez dos humoristas.NaTVaberta,grandes emissoras apostam no formato: Marcelo Adnet, na Globo, Danilo Gentili, no SBT, e Fábio Porchat, na Record. Os canais pagos seguem a cartilha com Tatá Werneck, no Multishow, e Gregório Duvivier, na HBO. Atento, Eduardo Sterblitch não quis ficar de fora. Mas, diferentemente dos colegas de profissão, o humorista faz do teatro o palco do seu programa. Além disso, nada de famosos convidados para o bate-papo: no seu talk show, prefere ouvir pessoas comuns, no caso, os espectadores da peça. “Eduardo Sterblitch Não Tem um Talk Show”, que o ator apresenta no próximo fim de semana (dias 19 e 20) é, portanto, a junção de duas vontades: brincar com o formato tão em voga no país e dialogar com o plateia. “Tive essa ideia e compartilhei esse desejo com a
RICARDO MARTINS/DIVULGAÇÃO
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Álbum de família: em cena, Fabrício e objetos e fotos que evocam sua progenitora, Laura
pectador a descobrir o que traz de sua avó (ou de outro ancestral)em si. O quepermanece. Aliás, no caso de Fabrício, a resposta estaria na palavra “dança”. “Ela morreu após um baile, e eu sempre fui ligado ao universo da dança”. DEPOIMENTOS Nos teatros onde passa, Fabrício também estimula o espectador a deixar o re-
Portanto, o desafio de se adequar ao público não é tão grande. Bem, e se o mineiro tem fama de ser mais quietinho, para o ator é um aspecto comum. “Eu também sou, então a gente se entende”, diz, e faz apelo aos mineiros: “podem trazer cachaça, pão de queijo eesse queijo maravilhoso de Minas para mim”, brinca, entre elogios à culinária local. Uma metamorfose ambulante, Sterblitch é também hiperativo. Além de circular o país como talk show,o atorestá gravando o programainfantil“Humoristinha”, para oMultishow.“Vamos‘revelar a revelação das revelações que ainda vai ser revelada’ no humor”,brinca,explicando oconceito do novo trabalho. Além disso, o ator interpreta o Chacrinha jovem na cinebiografia dirigida por Andrucha Waddington – mesmo diretor de “Os Penetras”, outro trabalho de Sterblitch no cinema. Para ele, afora o desafio de fazer o personagem,o climadasfilmagens não foi de muita pressão. “O Andrucha é um cara que acredita em mim, isso dá mais liberdade na hora de gravar”. (Alex Bessas)
equipe criativa, diretores, roteiristas... E a peça se construiu comtodososenvolvidos,doiluminador à plateia”, afirma. Oespetáculo,aliás,se modifica em cada apresentação, já que “o roteiro precisa ser adaptado para cada cidade”. E, afinal, “é a plateia quem conduz a peça, então, cada apresentação traz características daquela região”. Pensando nas especificidades locais, Sterblitch se garante na hora de se adaptar. “Eu sou dedicado”, assegura. Falando em mudanças, o ator não tem medo de se metamorfosear. Sua iniciação na televisão se deu com o programa “Pânico”, na Rede TV!, em que incorporava personagens excêntricos como o Freddie Mercury Prateado. Neste ano, Sterblitch passou a integrar, o programa “Amor & Sexo”, na Globo. Nele, apresentou-se como “homem em desconstrução”. “Acho que a pessoa que não Sterblitch Não muda é uma pessoa triste. Está Tem um Talk Show tudo mudando muito rápido e Cine Theatro Brasil Vallourec (rua dos Carié preciso acompanhar”, anali- jós, 258, Centro). Sexta (19) e sábado (20), às 21h. De R$ 70 a R$ 100 (inteira). sa o ator.
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gistro escrito (que é colado em uma parede) sobre seres da família que partiram de forma violenta, trágica. Em cena, o incentivo se repete, mas de forma mais limitada, naturalmente. “As pessoas se emocionam muito nos relatos. Já tive a jovem que assistiu a uma morte por overdose, o que teve o avô fuzilado em praça pública na ditadura... São
Sex. e sáb. 19 e 20.mai.
Multitarefa Além de rodar o país com o talk show, Sterblitch está na TV e no cinema
mais de 60”. Cônscio de que tem um material riquíssimo em mãos, Fabrício diz que já foi aconselhado a fazer um documentário sobre a empreitada que, vale lembrar, também já gerou três quadros assinados por ele. “E olha que não sou pintor”. As telas, aliás, estarão no palco também. E para quem já está imaginando muita coisa pa-
ra pouco tempo de espetáculo, ele lembra que o público escolhe, na hora, os nortes da peça. Um exemplo: no caso dos documentos, a plateia faz a opção por um dos apresentados. Assim como é convidado a colocar as cartas (Laura era cartomante), experimentar bergamota (apesar de ter nascido no MS, a família de Fabrício é gaúcha – a avó foi assassinada em Cruz Alta). E também lembra o chá de barata da avó. Sim, a infusão já existiu. Fabrício lembra que basta ir aos livros do antropólogo Câmara Cascudo para conferir registros da existência de preparados à base do inseto com fins medicinais. “Mas, no palco, tenho o chá de erva-doce”, ri ele, que, animado, conta já ter convites para levar “Laura” à Espanha e a Portugal. Pelo visto, a memória de Laura não se esvanecerá tão cedo.
> Laura
Teatro Espanca (Rua Aarão Réis, 542, Centro). Dias 13 (sábado) e 14 (domingo), às 20h. R$ 20 (inteira). 16 anos
JOÃO ATALA/DIVULGAÇÃO
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ARTES CÊNICAS teatro adulto ACORDA Dir. Paula Manata Com Adriana Morales, Tiago Mafra, Poliana Tuchia A casa é o ponto de partida no qual quatro palhaços organizam seus mundos. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Neste sáb. (13) e dom. (14), às 19h. R$ 20 (inteira).
A.M.A.D.A.S. Dir. Luiz Arthur Nunes Com Elizabeth Savala A via crucis de uma mulher que chega à meia-idade pressionada pelas demandas de uma sociedade superficial. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia). Neste sáb. (13), às 21h; dom. (14), às 19h. R$120 (inteira).
A PAIXÃO SEGUNDO SHAKESPEARE Dir. Pedro Paulo Cava Com Andreia Garavello, Ana Cândida, Fabiane Aguiar Textos do escritor inglês, como Hamlet e Romeu e Julieta compõem um painel da obra de Shakespeare. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1341, centro, 3273-1050). Neste sáb. (13), às 20h; dom. (14), às 19h. R$ 50 (inteira); R$ 20 (postos Sinparc).
BELATRIZ Dir. Antônio Rodrigues Com Antônio Rodrigues e Harley Winter O encontro de Tuzé, um traficante foragido da polícia em busca de sobrevivência e Mendigo, um homem que usa a imaginação para fugir de sua realidade. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho). Sex. e sáb., às 20h; dom., às 19h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (antecipado). Até 21/5.
COMO TER SEXO A VIDA TODA COM A MESMA PESSOA Dir. Odilon Wagner Com Tania Bondezan A personagem Annetta Poché, sexóloga búlgara formada na Sorbonne, que introduz ao público técnicas para a vida sexual dos casais. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Sex. (19) e sáb. (20), às 21h; dom. (21), às 19h. R$ 80 (inteira).
DES ESPERA Dir. coletiva Com Yepocá - Cia de Teatro
DIVULGAÇÃO
Um solo tragicômico não verbal permeado por duas palavras: tempo e o amor. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro). Neste sáb. (13) e dom. (14), às 20h. R$ 20 (inteira); R$ 8 (comerciário).
GRITOS Dir. André Curti e Artur Luanda Ribeiro Com Cia Dos a Deux O espetáculo narra três histórias, que abordam temas ásperos como o racismo e a homofobia. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Sex. a seg., às 20h. R$ 20 (inteira). Até 12/6.
dança KURÔ Dir. Sérgio Penna Com No Ar Companhia de Dança A dança como vórtice para encontros entre as artes plásticas e a cena. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Neste sáb. (13), às 20h; dom. (14), às 19h. R$ 20 (inteira).
HILDA E FREUD Dir. Antonio Quinet Com Antonio Quinet e Bel Kutner A análise da poeta Hilda Doolittle com Sigmund Freud na Viena dos anos 1930. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Neste sáb. (13), às 21h. R$ 50 (inteira).
LOUCAS POR ELES
circo
Dir. Walcyr Carrasco Com Suely Franco, Ellen Rocche, Cynthia Falabella Cinco mulheres compartilham histórias, ressentimentos, prazeres, dúvidas, medos e paixões, sobretudo pelos homens. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211). Neste sáb. (13), às 21h; dom. (14), às 19h. R$ 50 (inteira).
A atriz Elizabeth Savala apresenta o espetáculo “A.M.A.D.A.S” neste fim de semana
NOS PORÕES DA LOUCURA
SORRIR FAZ BEM PARA A PELE
Dir. Luiz Paixão Com Alberto Tinim, Anaís Della Croci, Antônio Rodrigues A trajetória do Hospital Psiquiátrico de Barbacena, onde cerca de 60 mil pessoas morreram desde a sua fundação. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Sex. e sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 12 (postos Sinparc). Até 11/6.
NOVAS DIRETRIZES EM TEMPOS DE PAZ Dir. Fernando Couto e Danielle Fortunatto Com Ari Nóbrega e Gabriel Marques Amaral A peça conta a história de um judeu polonês que tenta conseguir seu visto de entrada no Brasil. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro). Ter. (16), qua. (17) e qui. (18), às 20h. R$ 40 (inteira).
OS HOMENS QUEREM CASAR E AS MULHERES QUEREM SEXO Texto Carlos Simões Com Marcelo Ricco O espetáculo conta a história de Jonas,
Dir. Rogerio Lopes Com Teatro Universitário da UFMG Uma divertida corte sai pela cidade, numa espécie de procissão burlesca. Mercado das Flores (av. Afonso Pena, 1055, centro). Dom. (14), às 11h.
um rapaz que tenta de todas as maneiras encontrar uma mulher pra se casar. Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277-6437). Sex. e sáb., às 20h; dom., às 19h. R$ 30 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc). Até 21/5.
Com João Relâmpago Show de humor aborda assuntos da atualidade, relacionamentos e cotidiano. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Neste sáb. (13), às 20h. R$ 10.
UM INTERLÚDIO: A MORTE E A DONZELA Dir. Wilson Oliveira Com Christiane Antuña, Gustavo Werneck, Nivaldo Pedrosa Um jogo psicológico entre uma mulher que jura ter reencontrado seu carrasco, seu marido e o acusado. Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Sex. e sáb., às 20h; dom., às 19h. R$ 20 (inteira). Até 28/5.
teatro infantil
JOÃO-DE-BARROS Dir. Charles Valadares Com Charles Valadares Um menino criou seu mar em seu quintal. Em uma de suas viagens, João precisa salvar um povo. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Neste sáb. (13) e dom. (14), às 16h. R$ 10 (inteira).
O MENINO MAIS RICO DO MUNDO Dir. Diego Benicá Com Marcelo Ricco Um pequeno catador de papel convida a plateia para um dedo de prosa. Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277-6437). Sáb e dom., às 16h. R$ 20 (inteira); R$ 10 (postos Sinparc). Até 21/5.
UM BAÚ DE FUNDO FUNDO Com Grupo Giramundo A peça é um conjunto de estórias, lendas e cantigas populares. Museu Giramundo (r. Varginha, 235, Floresta). Sáb. e dom., às 16h. R$ 15. Até 4/6.
teatro de rua INTERMITENTES OU VAI E VEM
Dir. Rogerio Lopes Com Teatro Universitário da UFMG Como um balão que de repente estoura, eles surgem. Caminham e descobrem o que há ao seu redor. Av. Augusto de Lima com r. Rio de Janeiro (próximo ao Sesc Palladium). Sáb., às 15h30. Até 27/5.
ATIARE’S CIRCUS A trupe circense traz malabaristas, equilibristas e show de palhaços. Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo). Qua. a sex., às 20h; sáb., às 16h e às 20h; dom., às 16h, às 18h e às 20h. R$ 20 (inteira). Até 4/6.
La Movida Microteatro
MINI TEATRO ECOLÓGICO Com Grupo Giramundo Fulano e seu amigo Tatu precisam salvar a natureza do Homem Mau. Lagoa Seca (r. Juvenal de Melo Senra, 663, Belvedere). Neste sáb. (13), às 9h.
NA RODA Dir. coletiva Grupo Maria Cutia de Teatro As histórias de um menino, de Martin e Mariana e sua grande banda. Praça do Trenzinho do Parque Municipal (av. Afonso Pena, 1377, centro). Neste sáb. (13), às 16h; dom. (14), às 11h.
SEIS PERSONAGENS À PROCURA DE UM LUGAR Dir. Rogerio Lopes Com Teatro Universitário da UFMG Ao anoitecer seis estranhas figuras estão à procura de um lugar. Av. Santos Dumont, 174. Sex., às 18h. Até 26/5.
TRINCAMATRACA: UMA MASCARADA DE RUA
Peças de curta duração. Quatro sessões de cada peça aos sábados e domingos a partir das 21h. Neste sábado (13) “Ponto do Prazer” (Com Mariana Rabelo) “Escapulário” (Com Bremmer Guimarães) “GAVETA” (Com Camila Morena) Domingo (14) “Ponto do Prazer” (Com Mariana Rabelo) “Escapulário” (Com Bremmer Guimarães) “Apologia III” (Com Anderson Feliciano) La Movida Microteatro Bar (r. Santa Rita Durão, 153, Funcionários, 98448-2598). Sex. e sáb., das 18h às 1h; dom., das 17h às 23h. R$ 8 (por peça).
EM CENA LUISA MARTINS/DIVULGAÇÃO
Cutia abre temporada 6 Maria com dois espetáculos
De volta às ruas e praças, o Grupo de Teatro de Rua Maria Cutia inicia sua temporada de apresentações. Ao longo de maio, o Parque Municipal recebe as peças “Na Roda” e “Como a Gente Gosta” Onde Parque Municipal (av. Afonso Pena, 1377, centro) Quando “Na Roda”: sábados (13 e 27), às 16h, e domingo (14), às 11h; “Como a Gente Gosta”: domingo (28), às 11h Quanto Entrada gratuita
ARQUIVO PESSOAL
Internacional de Vídeo 6 Festival e Dança desembarca no Sesc
Criado em 2003, o festival é o primeiro evento brasileiro totalmente dedicado à interface vídeo/dança. Nesta edição, o Sesc recebe vídeos selecionados pela curadoria e conta com a presença de Gustavo Gelmini, da Cia Gelmini de Videodança Onde Mezanino do Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1046, centro, 3214-5350) Quando De terça (16) a domingo (21), das 9h às 19h Quanto Entrada gratuita
CLAUDIA MAGNANI/DIVULGAÇÃO
Mostra Internacional de 6 INarração Artística chega a BH
Reunindo artistas da palavra oral de diversos países, a “Candeia” (I Mostra Internacional de Narração Artística) desembarca no Sesc com narrações de histórias, mesas de debate e também oficinas Onde Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro) Quando De quarta (17) a domingo (21). Confira a programação completa em goo.gl/vA3foy Quanto Entrada gratuita
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MÚSICA Mariza apresenta seu ‘Mundo’ Jessica A n t e s d e Almeida “ M u n d o ” , seu último disco, de outubro de 2015, a cantora portuguesa Mariza passou por um hiato de cinco anos sem lançar nenhum trabalho inédito. Durante o período, casou-se, tornou-se mãe e aproveitou para repensar sua vida até aquele momento, tanto no âmbito pessoal, quanto no profissional. “Depois de ser mãe, quis tentar entender como seria voltar à estrada. Fazia de 120 a 140 concertos por ano, queria entender se conseguiria fazer o mesmo número. A princípio, esperei até meu filho não precisar tanto de mim e voltei vagarosamente, mas continuei não pensando em disco”, conta Mariza. “Meus amigos, porém, continuavam me trazendo poemas, músicas, canções e insistiam que eu gravasse, mas demorou um tempo até que eu achasse que era a hora”. Esse pro-
Dom. 21.mai.
Parcerias Além de ter uma série de artistas brasileiros como referência musical, Mariza também já se apresentou ao lado de vários deles. “Já tive o privilégio de cantar com Ivente Sangalo, Daniela Mercury, Milton Nascimento. Com ele, inclusive, cantei aí em Belo Horizonte e achei o público fantástico, como o público brasileiro em geral”, afirma.
ÁRVORE DE COMUNICAÇÃO/DIVULGAÇÃO
cesso de entendimento gastou meia década, e o que resultou disso ela apresenta em BH no próximo domingo (21), no Palácio das Artes. Em “Mundo”, a cantora, que é uma das responsáveis pela difusão do fado nos últimos anos, tentou mostrar a pessoa que se tornou em seus 15 (agora 17) anos de carreira.“Me transformeicomo cantora, como artista, como mulher.É um álbum mais intimista, as canções são muito mais pessoais do que já eram e todas elas têm, de forma mais acentuada, uma mensagem”, explica. “Nãoé mundo no sentido das viagens que fiz, mas um convite àspessoas paraentrarem no meu mundo”. Considerando o retorno da crítica, Mariza está conseguindo o que esperava. “Mundo” foi indicado a melhor álbum pop contemporâneo em língua portuguesa no ano passado, além de ter vencido o prêmio José Afonso, em que concorrem os melhores álbuns de música portuguesa, e ter sido considerada melhor artista pela revista britânica “Songlines”. “Estou muito feliz e satisfeita, tenho estado em turnê desde o ano passado e, após uma pausa no fim de 2016, retornamos para uma série gigante de shows na Europa, começando pela Hungria, onde todos os concertos esgotaram em 90 minutos. Isso quer dizer que as pessoas entendem minha mensagem. As salas estão sempre cheias e não são pequenas, em Paris cantei para mais de 3.000 pessoas, e não eram só portugueses, há também público local. É fantástica essa mistura, essa ligação”, comenta. Quatro anos após sua última vinda ao Brasil, ela conta que prepara uma apresentação especial. “Vão vir os fados
e as canções a que as pessoas estão habituadas, mas também as do disco novo. E preparei uma surpresa, que obviamente não posso contar, mas acredito que vão gostar”. O LUGAR DO FADO Desde o início de sua carreira, no ano 2000, ela observa como o olhar sobre o fado foi se modificando. “Há 17 anos era muito mais difícil. No âmbito internacional, pouco ou nada faziam sobre o fado. E foi uma caminhada difícil abrir portas em vários mercados em que o fado não entrava, como o anglo-saxônico, o americano, o alemão. Mesmo aqui em Portugal foi um processo complicado, quando fiz meu primeiro disco, esse não era um tipo de música rentável”, lembra. Mesmo assim, ela vendeu 120.000 cópias – um número que, ela ressalta, pode parecer irrelevante para o Brasil, mas é muito expressivo para um mercado como o português – e hoje já acumula 2,5 milhões devendas de todosos seus trabalhos. Durante esse percurso,ofado passoua serconside-
“
Fui a um show dele (Roberto Carlos) em Portugal... As pessoas na plateia ficaram impressionadas com o fato de que eu cantava todas as canções, foi maravilhoso
rado patrimônio imaterial da humanidade, após campanha da qual Mariza foi embaixadora, e também foram produzidos filmes que investigam esse elemento tão fundamental da cultura portuguesa. “Acho que o fado está muito bem, as pessoas têm tentado entender o que é essa música, qual é essa cultura, como Portugal a vive, porque ela existe. A viagem que ele está a fazer não tem mais volta, é para o mundo, as pessoas vão passar a conhecê-lo e falar cada vez mais sobre”, pontua. Quanto à sua própria relação com o gênero, ela diz que é tão fundamental quanto a respiração. “Eu comecei a cantar fado aos 5 anos, não sabia nem ler e cantava. Não me lembro da minha primeira boneca, mas lembro o primeiro fado. É algo natural, faz parte do meu dia a dia, não existe outra forma de pensar, é uma tatuagem gravada na pele, não consigo tirar, por mais que queira”, diz. UNIVERSO AMPLO Embora seja uma relação vital, Mariza ressalta que não se restringe a ela. “Quando falamos do fado antigo, tradicional, sei absolutamente do que estamos a falar. Mas nasci na África, minha mãe é moçambicana, e ainda que tenha sido criada no bairro da Mouraria, berço do fado, minha mãe sempre me mostrou outras músicas. Tenho um mundo musical muito vasto, que influencia minha forma de estar na música. Como sou transparente, não penso se vai vender muito ao fazer meus discos, faço com o que sinto que é a minha verdade”, afirma. Dentro desse vasto universo de referências, a cantora cita a MPB como uma das mais importantes. “Eu conheço o que nos chega aqui em Portugal e o que minha mãe ouvia quando eu era pequena: Clara Nunes, Bethânia, Gal, Caetano, Chico (Buarque), Milton (Nascimento), Elis (Regina) – minha grande referência na música brasileira –, Tom Jobim, e, claro, o Rei Roberto Carlos”, diz. Deste último, ela garante que sabe de cor todas as letras, de “Splish Splash” a “Detalhes”.
> Mariza
Turnê Mundo no Brasil Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Dia 21 (domingo), às 19h. R$ 200 (inteira, plateia 1), R$ 180 (inteira, plateia 2), R$ 120 (inteira, plateia superior)
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MÚSICA Um convidado muito especial Patrícia Para os afiCassese cionados pelo universo da música erudita, o nome de João Carlos Martins já era, digamos assim, familiar. Mas para o público em geral, foi o pungente depoimento dado ao final de um dos capítulos da novela das oito “Viver a Vida” (Rede Globo), de Manoel Carlos, que fez com que sua imagem – e sua história – se amplificassem a ponto de torná-lo reconhecido pelo grande público. E no que centrava-se o poderio do citado depoimento? Bem, além do talento, João Carlos Martins, 76, tem uma história de vida que comove e inspira. Motivo pelo qual seu retorno à capital mineira pode, e deve, ser celebrado. Martins vai reger a Orquestra de Câmara Sesiminas na próxima quarta-feira (17), no palco do Teatro Sesiminas, dentro da série
“Sempre às Quartas”. No programa, obras de Bach, Mozart, Villa-Lobos, GuerraPeixe, Ennio Morricone, Astor Piazzola e Tom Jobim, entre outros. “Já faz alguns anos que não vou a BH, estava com saudades”, diz o maestro, que este ano passou por um revés que, lembra, foi mais sério do que se divulgou à época. Em janeiro que ele foi internado em função de uma embolia pulmonar. “Foi, de fato, um susto, mas já estou 100% bem, com a rotina normal e seguindo com projetos, viagens e apresentações”. Um projeto em particular o entusiasma – ainda que o paulistano assegure estar tentando conter a curiosidade. É que Martins terá sua vida colocada em repasse pelo filme “João, o Maestro”, de Mauro Lima. “Confesso que não vi muita coisa, estou segurando a expectativa. A estreia será dia 3 de agosto. Não só o Alexandre como todos os atores fizeram um lindo trabalho, assim como a di-
FERNANDO MUCCI/PLATINUM/DIVULGAÇÃO
Qua. 17.mai.
Martins: Vida do pianista e regente será transportada para o universo da sétima arte
reção”, diz, referindo-se ao ator Alexandre Nero, que o interpreta na fase adulta – Davi Campolongo e Rodrigo Pandolfo fazem o maestro na infância e na juventude, respectivamente. O filme flagra a trajetória do pianista que, por força das circunstâncias (acidentes, uma síndrome e um gol-
pe na cabeça durante um assalto na Bulgária), teve que abandonar o instrumento de sua predileção para virar maestro. Na verdade, para recuperar parte dos movimentos da mão, Martins já se submeteu a 23 cirurgias – a mais recente, em janeiro, acabou tendo a embolia como consequência.
Firme e forte, ele celebra o repertório que o traz de volta à capital mineira (“Bach, por exemplo, para mim é sempre especial”) enquanto segue com o projeto “Orquestrando São Paulo”. “Viajo quase todas as semanas para o interior de São Paulo, realizando aulas à distância e encontros com
maestros locais para levantar orquestras nestas cidades. E a ideia é expandir o projeto para todo o Brasil”, avisa.
Sempre às >Quartas
Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 70, Santa Efigênia, 3241-7181 ). Dia 17 (quarta-feira), às 20h. R$ 30 (inteira).
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MÚSICA Violino múltiplo Lançado no final do ano passado, o disco “The Incredible Story of Violin” (A Incrível História do Violino, em tradução livre), é o trabalho mais recente do violinista Ara Malikian. Conta a trajetória de um violino nascido em Módena, na Itália, há mais de 300 anos, que viajou até o Líbano para se encontrar com um pequeno Ara, de 3 anos, e seu pai, também violinista, que o ensinou a tocar. Em sua primeira vinda ao Brasil, em três décadas de carreira, o libanês de origem armênia e radicado na Espanha, que é um dos mais expressivos violinistas da atualidade, traz um show que é basicamente inspirado nesse trabalho. Depois de passar por Rio de Janeiro e São Paulo, o artista desembarca em Belo Horizonte para única apresentação no próximo sábado (20), no Sesc Palladium. No álbum, em cuja metade do concerto é baseada, o músico transformou suas emoções de vida em 13 canções, que deJessica Almeida
monstram como o instrumento é o protagonista de diversos ritmos. Humanizado, o violino se converte em personagem, um elemento inspirador. O show também passeia por outros caminhos, não necessariamente contemplados pelo disco, e vai “de Bach a David Bowie”. Em seu vasto arcabouço de referências, Malikian passeia livremente por clássicos, temas ciganos e canções fisgadas do repertório popular. “Pouco a pouco eu vou incorporando todas as minhas influências à minha personalidade. Uma das minhas principais inspirações são minhas jornadas. Eu tive a chance de viajar muito, conhecer muitos músicos de outros lugares e culturas, e isso me alimentou muito. Pude aprender muito através de meus colegas e amigos músicos, acredito que essa seja a melhor forma de aprender música de diferentes culturas”, comenta.
tava ansioso por vir ao país. “Por muitos anos eu sonhei em poder vir ao Brasil, um país que me atrai muito. Eu tenho muitos amigos daqui e sei bastante sobre a música e a cultura brasileiras, as quais admiro bastante. Poder estar aqui e descobri-las por mim mesmo é um grande prazer”, afirma o músico, que diz ter entre suas referências figuras brasileiras como Heitor Villa-Lobos (1887-1959), Egberto Gismonti, além do samba e da Bossa Nova. Quanto a estar com um concerto esgotado por aqui, ele diz que jamais esperava uma recepção tão acalorada em sua primeira vinda. “Estou muito surpreso, de uma forma positiva, e muito feliz, claro. Acredito que hoje, com a tecnologia da internet, é mais fácil descobrir o trabalho de artistas que estão distante, o que eles têm feito, acho que é por isso que as pessoas já me conheciam”, conclui.
PRIMEIRA VINDA Já em terras brasileiras, o músico, que está com o show esgotado no Rio de Janeiro, diz que es-
> Ara Malikian
Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Dia 20 (sábado), às 20h30. De R$ 50 a R$ 110 (inteira). Ingressos www.tudus.com.br
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SALVA NEBOT/DIVULGAÇÃO
Pop e clássico O violonista libanês Ara Malikian vem pela primeira vez ao Brasil
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MÚSICA Rappa, acústico e “tranquilo” João H. Nada de desMotta pedidas. A (*) a n u n c i a d a pausa em 2018 será mesmo “um break saudável”, para respirar novos ares, cada um mexer com novos projetos. “Está tranquilo”, assegura Marcelo Lobato, do Rappa. O grupo, você se lembra, lançou, no ano passado, o DVD “Acústico Oficina Francisco Brennand”. E é neste formato que Falcão, Lobato, Xandão e Lauro chegam a Belo Horizonte no sábado (20). O DVD une hits – como “Pescador de Ilusões” e “Bitterusso Champagne” – a inéditas (como “Uma Vida Só”), além de imagens feitas pelo cineasta pernambucano Lírio Ferreira no ateliê do pernambucano Francisco Brennand, um dos mais icônicos pontos culturais do Recife. As esculturas do artista ficam espalhadas pelo parque, que exibe reminiscên-
cias da Mata Atlântica e o Rio Capibaribe. Um lugar idílico, portanto. Apesar de parecer desgastado, o formato acústico é uma saída recorrente para a experimentação dos músicos. “O acústico, muitas vezes, é associado ao violão mais leve, mas com o nosso som não dá para fazer isso, temos que manter uma essência. Essa é diferença para o ‘Acústico MTV’, estamos experimentando mais instrumentos – a guitarra de lata, o vibrafone – e seus timbres. Há um cuidado com a captação e a improvisação. O outro era mais cancioneiro, muitas vozes e convidados”, rememora Lobato. A relação da banda com o Recife deriva dos anos 90. Convidados para o festival Abril pro Rock de 1993, grupos como O Rappa e Planet Hemp tiveram contato com o movimento Manguebeat, encabeçado por Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. E vieram os dividendos: colaborações musi-
Sáb. 20.mai.
GUTO COSTA/DIVULGAÇÃO
Até mais O Rappa cumpre agenda de shows e fará uma pausa a partir de 2018
cais com uma raiz forte na matriz africana. Lobato, que também é produtor musical, lembra da participação no grupo que integra no histórico “Afrociberdelia”(1996), de Chico e Nação.
Apesar do anúncio “pausa por período indeterminado”, feito no Instagram da banda, Falcão, Lobato e asseclas seguem cumprindo a agenda de shows. “É o que a gente mais gosta de fazer: tocar. Os shows são a me-
lhor forma de divulgação do Rappa”, assegura Lobato. Sempre lotadas, as apresentações são marcadas por uma intensa troca de energia entre plateia e músicos, que canta tudo de cor e salteado.
* Sob a supervisão de Patricia Cassese
> O Rappa
Show acústico Hangar 677 (r. Henriqueto Cardinalli, 121, Olhos D’Água). Dia 20 (sábado), às 20h. A partir de R$ 180 (inteira, pista, 4º lote pelo sympla.com)
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MÚSICA Para encerrar um ciclo Alex Sete músiBessas cos de raízes mineiras, que têm pés fincados na história do cancioneiro brasileiro, se reúnem, mais uma vez, no BH Hall. O “Encontro Marcado”, como foi batizada a apresentação, acontece neste sábado (13) e inclui Flávio Venturini, Sá & Guarabyra e 14 Bis em um show com cara de banda. Para Venturini, aliás, o show em Belo Horizonte vem para fechar um ciclo. Desde a década de 1970 na estrada, as trajetórias destes artistas permitiam que eles se cruzassem, mas, até o início deste projeto, não haviam dividido palco. Suas carreiras, pode-se dizer, estão umbilicalmente ligadas. “Foi o Luís Carlos Sá quem me convidou para gravar um disco com ele, Guarabyra e Rodrix. Na época, fui indicado pelo Milton (Nascimento) e, olha, a gente não se conhecia pessoalmente!”, rememora Venturini, entre risadas. “Então, saí de BH e fui para São Paulo para gravar com eles, que são meus padrinhos na música”, explica o músico. Ele que, após esse encontro, passou a integrar a banda de rock progressivo O Terço, para, anos depois montar sua própria banda, o 14 Bis – ao lado do irmão, Cláudio Venturini, além de Hely Rodrigues, Vermelho e Ma-
grão – e, nos anos 1980, se lançar em carreira solo. Apesar de carreiras interligadas, Sá & Garabyra, 14 Bis e Flávio Venturini deixam, em seus encontros suas marcas particulares. É na capacidade de integrar suas histórias individuais e coletivas que o “Encontro Marcado” acerta. “Na apresentação, fica claro que eu tenho minha carreira solo, mas que tenho também história com o 14 Bis e Sá & Guarabyra”, pontua Venturini. Modesto, o mineiro, ao olhar para trás, atribui seu sucesso à também sorte. “Fui construindo, tijolinho por tijolinho, mas não posso dizer que não tive sorte”. PRIMEIRO ENCONTRO Detalhe curioso: foi justamente o BH Hall que reuniu – pela primeira vez nos palcos – os sete músicos e amigos. Desde o encontro originário, diga-se, passaram-se três anos. Bem, se a identidade mineira está impregnada por crendices e superstições, Flávio Venturini não renega à tradição e vê com bons olhos a fortuita coincidência. “Nosso ‘Encontro Marcado’ deve continuar apenas por mais este ano. Então, voltar a nos apresentar na casa onde começamos é algo muito feliz, é como se fechasse um ciclo”, analisa. Mas até chegar aqui, ou melhor, voltar para cá, os artistas circularam o Brasil. “Lotamos 90% das casas de
Sáb. 13.mai.
PAULO TY/SMALL/DIVULGAÇÃO
sábado (13) CAIXA ACÚSTICA
Sylvia Klein e Wagner Sander (piano) mostram o recital “Canção do Submundo”, com músicas de Kurt Weill. Teatro Santo Agostinho (r. Aimorés, 2.679). 21h. R$ 30 (inteira) R$ 12 (antecipado pelo sympla.com.br)
CANTAUTORES
Encerramento. Alzira E e Nelson Angelo. Funarte (r. Januária, 68, centro). 18h e 21h, respectivamente. R$ 14 cada (antecipados pelo sympla)
FESTIVAL DO ACORDEON
Beto Hortis e Vince Abbracciante. Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046). Às 20h30. R$ 30 (inteira)
MC KEVINHO
Show com o cantor de “Olha A Explosão”. Granfinos (av. Brasil, 326). 15h. A partir de R$ 50 (pista 1º lote). Classificação: 13 a 17 anos
ROGER DEFF
O rapper mostra show “Segue o Fluxo”. Espaço do Conhecimento (pça. da Liberdade). 17h. Entrada Gratuita
OUTROS PALCOS
Encontro Marcado reúne os músicos Flávio Venturini, 14 Bis e a dupla Sá & Guarabira
“Músicas de Cinema”, de Lincoln Meirelles. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 20h. R$ 40 (inteira)
SINFÔNICA POP
shows em nossas apresentações por todo país”, orgulhase Venturini. Ele lembra que, entre eles, já flertavam com a ideia de um show único, mas faltava quem acreditasse no formato. A aposta, sem dúvida, deu certo. Tanto que lançaram, no ano passado, o CD e DVD “Encontro Marcado”. “As vendas foram ótimas e já pagaram toda a produção”, informa Venturini. O músico acredita que, em parte, o sucesso da empreitada se deve ao fato de, entre as 23 músicas do show, muitas serem conhecidas do público. “A plateia sempre canta com a gente”. Além de cantar, eles sabem conduzir o público. “Sá é muito comunicativo, é o nosso mestre de cerimô-
nias”, elogia Venturini. “A gente também conta as histórias de alguns sucessos, é algo que desperta a curiosidade das pessoas”. SONHOS E NOVO DISCO Para Venturini, “além de estarmos juntos pela primeira vez, o mais legal desse encontro é refazer arranjos. No show, tudo soa novo, nada parece adaptado”, garante. Além do show ao lado dos seis amigos, Venturini dá fluxo à carreira solo. “Paralelamente, estou fazendo um show novo. Acompanhado de um só guitarrista, mostro minha ligação com trilhas de cinema e homenagens ao Clube da Esquina”, explica. “É um formato que, pelo que vi, tem tudo para
dar certo”, indica o músico. Ele revela estar preparando também um novo disco e sonha com algumas parcerias. “Gostaria de trabalhar com o Beto (Guedes) em novas composições. É uma pessoa que admiro. O Milton (Nascimento) é outro. Com o Toninho (Horta) já até falamos em gravar juntos, mas por enquanto está só na conversa”, diz, reconhecendo em BH um “grande celeiro cultural”, mas destacando que não tem acompanhado muito os nomes da nova cena musical da capital. “Sou mais próximo dessas figuras das antigas”.
> Encontro Marcado
BH Hall (av. Sra. do Carmo, 230, Savassi). Neste sábado (13), às 22h. Arquibancada: R$ 100 (inteira). Mesa: entre R$ 360 e R$ 480
Orquestra Sinfônica convida Lenine. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Sáb (13), 20h30 e dom (14), às 18h. R$ 60 (inteira)
domingo (14) CORAL CIDADE DOS PROFETAS
Lançamento do CD “Mestres do Colonial Mineiro”. Basílica Nossa Senhora de Lourdes (r. da Bahia, 1596, centro). Às 16h. Entrada gratuita.
DOMINGO CLÁSSICOS
Orquestra Ouro Preto e Projeto Brasil. Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro). Às 11h. R$ 10 (inteira)
GRUPO AMARANTO
Espetáculo “Amor de Mãe”. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes). Às 16h. R$ 10 (inteira)
RAFAEL DIAS
Show “Eu tô no Jogo”. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 20h. R$ 20 (inteira)
segunda (15) SEGUNDA MUSICAL
BRUNA BRANDÃO/DIVULGAÇÃO
BRENO DA MATTA/DIVULGAÇÃO
São Doidão faz show 6 Grupo no Espaço do Conhecimento
comemora dia 6 Filarmônica das mães com concerto
A primeira apresentação da série “Clássico na Praça” desta temporada da Orquestra Filarmônica não poderia acontecer em outra data. Neste domingo (14), a orquestra homenageia as mães com um concerto gratuito e ao ar livre. O repertório inclui clássicas trilhas de filmes sob regência do maestro Marcos Arakaki. Onde Em frente à sala Minas Gerais (r. Tenente Brito Melo, 1090, Barro Preto) Quando Neste domingo (14), às 11h Quanto Entrada gratuita
Integralmente composto por pacientes psiquiátricos, o grupo musical São Doidão incentiva a reflexão sobre a loucura há 11 anos. Neste sábado (13), o grupo se apresenta no tradicional Sarau Musical do Espaço do Conhecimento e traz em seu repertório composições próprias e também a releitura de clássicos da MPB Onde Espaço do Conhecimento UFMG (Praça da Liberdade, 700, Funcionários) Quando Neste sábado (13), às 11h Quanto Entrada gratuita BRUNA RODRIGUES/DIVULGAÇÃO
Sérgio Anders e Éderson Urias. Teatro Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30). Às 20h. R$ 1
terça (16) QUARTETO CARLOS GOMES
Música Brasileira e latino americana. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes). Às 20h30. R$ 20 (inteira)
quinta (18) AGNALDO TIMÓTEO CANTA PARA AS MÃES
O cantor faz um show especial para as mães e traz seus maiores sucessos. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Às 12h. R$
Autêntica promove 6 Anoite autoral
Os selos Balaclava Records e Salitre Records trazem para o palco d’A Autêntica três bandas independentes em uma noite completamente autoral. Na próxima quinta, a casa recebe a banda potiguar Mahmed e os grupos M O O N S (foto) e Mineiros da Lua, que viajam do folk ao post-rock, passando ainda ao rock psicodélico. Onde A Autêntica (r. Alagoas, 1172, Funcionários) Quando Quinta (18), às 21h Quanto R$ 20 (ingresso antecipado); R$ 30 (na portaria).
20 (inteira)
sexta (19) O SAMBA BATE OUTRA VEZ
Samba-rock (O Clube do Balanço). Music Hall (av. do Contorno, 3239). Às 22h. R$ 30 (inteira)
MAÍRA BALDAIA
Show “Poente e outras paisagens”. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 20h. R$ 40 (inteira)
TRIO DA PAZ Romero Lubambo, Nilson Matta e Duduka Da Fonseca. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244). 21h. R$ 80 (inteira)
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LITERATURA A vida sob o viés do futebol Cearense da gema, Xico Sá sabe transformar o mundo à sua volta em literatura. Ainda na juventude, quando sai do Crato para ganhar o Recife, leva da mãe – que não verte lágrima na despedida – um lenço. O objeto vira sacro elemento de sua crônica. Outros componentes e personagens de sua vivência são recorrentes em seu texto. Estão lá política, amores, mulheres. Francisco Reginaldo de Sá Menezes não leva o Brasil para o divã. Mas sim para a mesa do bar – ou para a cama, a depender do assunto. Bem, nada mais natural que, no boteco, um assunto floresça: futebol. E é para apresentar o livro de crônicas futebolísticas, “A Pátria em Sandálias da Humildade” (ed. Realejo, 2016), que Xico vem a BH na próxima quarta-feira (17), onde participa do projeto Sempre Um Papo. Paixão, orgulho, esporte nacional, a bola sempre foi um tema caro ao jornalista. É ele mesmo quem assegura que, sem dúvida, é sobre o que mais sente prazer em escrever. Apesar do declarado amor, mesmo com 12 livros publicados e participação em pelo menos mais dez, esta é a primeira vez que sua crônica futebolística torna-se um livro. Alex Bessas
Se havia tanto querer, por que essa história de amor demorou tanto para ter um desfecho? Xico atribui a longa espera a um boicote inconsciente à literatura esportiva. “Na academia, entre os estudiosos, ninguém dava muita bola para falar de futebol”, argumenta. Para ele, essa desvalorização e a avaliação de que o esporte “tem por foco o consumo rápido pela TV” incidiu sobre sua perspectiva. Felizmente, na última década, o tema começou a ser transportado para uma produção cultural em livros, música e cinema, avalia o autor. Mas se engana quem pensa que Xico é movido por esse interesse recente pelo futebol. Como é de hábito, “recorro aos mestres da crônica esportiva como Nelson Rodrigues e seu irmão Mário Filho para compor a matriz do livro”. O título já indica o diálogo com estes autores. “‘A Pátria em Sandálias da Humildade’ é uma conversa com ‘Pátria em Chuteiras de Ouro’, do Nelson (Rodrigues), cruzando aquele momento de glória e essa crise que vivemos da Copa de 2002 até o fatídico 7 a 1 (contra a seleção alemã na Copa do Mundo de 2014)”, explica. METÁFORAS Na crônica de Xico Sá, portanto, não espere análises técnicas ou descrições precisas de lances importan-
tes. “O que menos me interessa é o futebol em si”, sentencia. “O futebol funciona muito mais como reflexo e metáfora do que está acontecendo no país”, diz. Por isso, seu texto é atravessado por temas como homofobia, política e, principalmente, é uma crônica de costumes. “O que escrevo é sobre a tragédia do futebol na vida das pessoas”. Seu livro traz fenômenos que, para ele, só o amor pelo futebol explica. Histórias como a de um torcedor que ofereceu doar o fígado para Sócrates, ou Doutor Sócrates, como Xico Sá nomeia o ídolo corintiano. “Foi uma das coisas mais comoventes que vi. Esse senhor me parou na rua e pediu que dissesse ao Doutor que por falta de fígado ele não morreria”, rememora. “Estava tão agradecido, tão comovido. E o curioso é que, talvez, para um parente, negasse, mas para seu ídolo ele cedia”. “A Pátria em Sandálias da Humildade” também rela-
“
O futebol funciona como reflexo e metáfora do país
EDITORA ROCCO/DIVULGAÇÃO
Qua. 17.mai
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JORGE BISPO/DIVULGAÇÃO
No topo Xico Sá conta que é em Minas Gerais que tem seu maior séquito de leitores
ciona assuntos ainda espinhosos para o mundo esportivo. “Infelizmente, o futebol consegue ser mais atrasado e conservador que a média da sociedade. Basta olhar para a CBF...”, critica. Para falar de transfobia, o autor recorre ao doce relacionamento de Lea T. com seu pai, o ex-jogador de futebol Toninho Cerezo. Ele cita o jogador de vôlei do Cruzeiro, Michael, que assumiu homossexualidade durante partida do clube ao responder ofensas da torcida,
para falar sobre homofobia. Em se falando de política, põe o desgosto do torcedor com a seleção de Dunga ao lado da desaprovação do governo Temer. Na crônica que comemora o título da Copa Libertadores da América de 2013 do Atlético, Xico lança mão da figura de Dadá Maravilha, explicitamente homenageado pelo autor. “Dadá é um personagem para o futebol como as pessoas da roça são para Guimarães Rosa”, comenta.
EM BH Assim como os elementos presentes em seu texto se repetem poeticamente, Xico segue um roteiro em Belo Horizonte: o escritor é figurinha carimbada do Sempre Um Papo. Para ele, aliás, as participações no projeto fazem parte de sua bagagem afetiva com Minas Gerais. E, diga-se, não são poucas: o cronista já foi até mesmo casado com uma mineira. É aqui, aliás, que tem seu maior contingente de leitores. “Quando faço aferições das crônicas publicadas na internet, desde meu primeiro blog, Minas está sempre no topo. É onde tenho maior índice de leituras”, comenta. Daspassagens por BH,algumas são memoráveis para ele. Em 2014, “causou” ao sair da ‘Folha de S.Paulo’ após misturar futebol e política durante o segundo turno da corrida presidencial. Uma semana depois, participava do Sempre Um Papo, e de um sarau, de onde saiu emocionado. Também lembra de uma fala, na praça da Liberdade, após uma apresentação no CCBB BH. Um grupo acampava contra o processo de impeachment de Dilma Rousseff. E, ao falar com os manifestantes, Sá recorreu a uma história com uma cigana, dizendo que ela teria lido sua mãe direita e previsto sim, o desfecho. Mas, ao mesmo tempo, ao ler a outra, falava da importância de cada um defender seus ideais. “Tá bonito, viu?”.
Um Papo >comSempre Xico Sá Auditório da Cemig (rua Alvarenga Peixoto, 1200, Santo Agostinho). Quartafeira (17), às 19h30. Entrada franca.
GABRIEL TARSO/DIVULGAÇÃO
com Letras discute obra 6 Chá de Lispector, Hilst e Llansol
Ziller lança segundo 6 Gustavo volume da coleção 7CUMES
No próximo dia 23, em comemoração ao aniversário da IDEA Casa de Cultura, o Chá com Letras preparou uma edição especial. Desta vez, o encontro traz três especialistas em literatura para debater a escrita de autoria feminina se espelhando nas obras de Clarice Lispector, Hilda Hilst e Maria Gabriela Llansol Onde IDEA Casa de Cultura (r. Bernardo Guimarães, 1200) Quando Dia 23, às 19h Quanto Gratuito
Depois de escalar a montanha mais alta da América do Sul e contar as histórias do percurso no livro “Aconcágua”, o montanhista lança seu novo trabalho. “Kilimanjaro” é o segundo volume da coleção de Gustavo Ziller e traz fotografias e histórias de sua última escalada Onde Casamirador (r. dos Inconfidentes, 900) Quando Quarta (17), às 19h Quanto Entrada gratuita (o livro estará à venda por R$ 63)
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CINEMA Mostra do Filme Livre volta a BH Quando começou, há 15 anos, a Mostra do Filme Livre (MFL) cumpriu o importante e pioneiro papel de abrir espaço para um cinema que era feito de forma digital. Numa época em que produzir em película era muito caro e na qual os festivais não se abriam para filmes que não estivessem nesse formato, a produção cinematográfica independente se beneficiou bastante da existência de um evento como tal. Em sua 16ª edição, com esse cenário já bastante modificado, a MFL, que chega a Belo Horizonte na próxima quarta (17), mantém sua relevância e se renova, na medida Jessica Almeida
em que continua se direcionado para o cinema feito no Brasil com um olhar generoso, que busca contemplar sua diversidade. “Costumo parafrasear Humberto Mauro (1897-1983), que dizia que ‘cinema é cachoeira’. Eu digo que se cinema é cachoeira, vídeo (digital) é rebentação”, diz o diretor da mostra, Guilherme Whitaker. “Quando começamos, ligamos esse alerta de que cinema é muito mais do que a bitola em que é feito, mas hoje esse cenário se transformou. O cinema entendido enquanto o formato em película foi engolido, e isso é maravilhoso. Hoje, todos os festivais aceitam o digital, o que torna o acesso democratizado”. Não sendo essa mais
uma preocupação da MFL, o olhar se volta para outros horizontes. “Só conseguimos crescer e nos manter a cada ano por estarmos sempre atentos à relevância do projeto e à sua reverberação nacional. Esse ano, são 200 filmes, que apresentam uma série de discussões. Acho que somos o maior ou o principal evento que não tem restrição de tema, bitola, ano de produção. Isso nos permite ser muito abrangentes, e o esforço curatorial que fazemos é ficar atentos a quais deles são mais relevantes, precisam ser vistos, entendidos e debatidos”, comenta o diretor. Para a edição deste ano, foram inscritos 1.115 produções. Desse total, foram selecionados 170 (75% deles fei-
tos sem verba pública), e outros 30 entram como convidados. “Nosso processo de curadoria passa por pensar não só nas coisas que nos interessam, mas por entender o perfil do evento e os diversos públicos que ele contempla”, afirma Gabriel Sanna, que assina a curadoria ao lado de Marcelo Ikeda, Chico Serra, Diego Franco, Scheilla Franca e Raquel Junqueira. “O cinema tem por característica pensar o momento político, e com essa efervescência que temos vivendo isso inevitavelmente aparece. Temos filmes focados em problemas urgentes, como moradia, liberdade de expressão etc. E nos preocupamos muito com o conjunto de filmes passados numa mesma sessão, para potencia-
lizá-los, abrir diálogos”. HOMENAGEADOS Dois realizadores foram escolhidos para receberem homenagens na edição deste ano: a diretora Paula Gaitán e o recém-falecido Luiz Paulino dos Santos, que chegou a estar presente na passagem da mostra pelo Rio de Janeiro. “O Luiz sempre foi muito envolvido com filmes mais etnográficos, documentais, trabalhou com Glauber Rocha, embora depois tenham brigado. Ele produzia de forma muito esparsa, e tinha acabado de lançar um filme novo. Esteve com a gente no Rio, participou do debate, estava ótimo, lúcido, mas, infelizmente, teve um problema e faleceu, já estava com 86 anos. Mas apresentaremos
sua retrospectiva, faremos o debate e vamos mostrar um curtinha com a participação dele no Rio”, afirma Guilherme Whitaker. Paula Gaitán, por sua vez, é uma figura constante na MFL. “Da geração dela, que começou nos anos 1980 – e, na verdade, de todas as gerações –, é quem mais dialoga com o que está acontecendo agora, esse cinema pós-industrial, é muito mais transgressora que muita gente jovem”, comenta Gabriel Sanna.
>LivreMostra do Filme
CCBB (praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). De 17 de maio a 5 de junho. Sessões com entrada franca. Confira programação até a próxima sexta (19) na pág. 26 e o restante no site www.mostradofilmelivre.com
PROGRAMAS RECOMENDADOS PELO CURADOR DA MOSTRA, GABRIEL SANNA CATU RIZO/DIVULGAÇÃO
Programa “Longa Livre”, que vai exibir o filme “Com o Terceiro Olho na Terra da Profanação”, de Catu Rizo
Atenção! A programação abaixo refere-se a este fim de semana, dias 13 (sábado) e 14 (domingo)
pré-estreia ANTES QUE EU VÁ (Before I Fall, EUA, 2017, 1h40, 12 anos) Dir. Ry Russo-Young. Com Zoey Deutch, Elena Kampouris, Halston Sage. Samantha Kingston é uma jovem com uma vida perfeita, que chega a um final abrupto em 12 de fevereiro. Segundos antes de morrer, ela terá a oportunidade de mudar sua última semana de vida. BH Shopping 9: 17h50 (somente sábado) Boulevard 2: 20h30(somente sábado) Cidade 6: 21h10 (somente sábado) (*) Contagem 7: 20h20 (somente sábado) (*) Del Rey 6: 22h30 (somente sábado) Pátio Savassi 2: 18h30 (somente sábado) (*) Sessões dubladas
estreias ALIEN: COVENANT (Alien: Covenant, EUA, Reino Unido, 2017, 2h02, 14 anos) Direção: Ridley Scott. Com Michael Fassbender, Billy Crudup, Katherine Waterston. 2104. Viajando pela
galáxia, os tripulantes da nave colonizadora Covenant encontram um planeta inexplorado. Encantados, eles ignoram os terríveis segredos do local, com David como habitante solitário. BH Shopping 2: 12h50, 15h40, 18h40, 21h40 BH Shopping 7: 14h40, 17h40, 20h30 Betim 3: 13h30, 18h30, 20h50 (*) Big Shopping 5: 14h05, 16h20, 18h35, 20h50 (*) Boulevard 5: 13h45, 18h50, 21h10 Boulevard IMAX: 16h10, 21h15 Cidade 4: 13h45, 16h10, 18h45, 21h10 (*) Cidade 6: 13h45, 16h10, 18h45, 21h10 (somente domingo) Contagem 4: 13h25, 15h50, 18h15, 20h40 (*) Contagem 6: 16h10, 20h30 Del Rey 2: 13h30 (*), 15h50, 18h20 (*), 20h50, 23h (*) (somente sábado) Del Rey 5: 16h (*) Diamond 4: 12h, 15h, 17h50, 20h40 Estação 2: 14h15 (*), 20h Estação 3: 12h30, 15h15, 18h, 21h (*) Itaú Power 5: 13h30, 16h, 18h35, 21h (*) Minas 1: 13h30, 15h50, 18h20, 20h50 (*) Minas 5: 21h Monte Carmo 4: 13h25 (*), 15h50, 18h15 (*), 20h40 Pampulha 1: 18h55, 21h15 (*) Pampulha 2: 14h05(*), 16h25(*), 18h45, 21h05(*) Paragem 1: 13h30, 15h50, 18h20, 20h50 Partage Shopping Betim 1: 12h, 15h, 18h, 20h50 (*) Pátio Savassi 1: 18h20, 21h Pátio Savassi 5: 13h40, 16h30, 19h20, 22h Shopping Norte 1: 14h05, 16h20, 18h35, 20h50 (*) Via Shopping 1: 13h30, 15h50, 18h20, 20h50 (*) (*) Sessões dubladas
GIOVANNA PEZZO/DIVULGAÇÃO
ARUAC PRODUÇÕES/DIVULGAÇÃO
Programa “Panorama Livre”, que vai exibir curtas e médias, entre eles, “Cheiro de Melancia”, de Maria Cardozo
Programa “Gaitán”, que homenageia a realizadora Paula Gaitán; na lista das obras exibidas está o filme “Noite”
BEDUÍNO
consigo o conflito de buscar a salvação na religião evangélica ou no nascimento do filho. Sessão dupla. Na sequência exibição do filme “Beduíno”. Cine 104: 18h
(Brasil, 2016, 1h15, 12 anos) Dir. Júlio Bressane. Com Alessandra Negrini, Fernando Eiras. Um casal bastante curioso torna-se dramaturgo de sua própria existência, na qual a arte surge acompanhada de uma singular pretensão metafísica, a partir de repetidas e variadas representações. Sessão comentada na sexta. Cine 104: 19h20
O CIDADÃO ILUSTRE (El Ciudadano Ilustre, Argentina, 2017, 1h57, 12 anos) Direção: Mariano Cohn, Gastón Duprat. Com Oscar Martinez, Andrea Frigerio, Dady Brieva. Daniel Mantovani, escritor argentino e vencedor do Prêmio Nobel radicado há 40 anos na Europa, volta ao povoado onde nasceu e que inspirou a maioria de seus livros para receber o título de cidadão ilustre. Belas 2: 14h, 16h20, 18h50, 21h20 Boulevard 4: 14h, 16h20, 18h40, 21h Cidade 5: 16h20, 18h40, 21h Contagem 8: 16h20, 18h40, 21h Del Rey 4: 14h, 18h10, 20h30, 22h50 (somente sábado) Paragem 2: 16h, 18h30, 20h50 Pátio Savassi 7: 16h50, 19h30, 22h10 Ponteio Premier: 14h, 16h20, 18h45, 21h15
FATIMA (Fatima, França, 2015, 1h19, 18 anos) Direção: Philippe Faucon. Com Soria Zeroual, Kenza Noah Aïche, Zita Hanrot. Fatima cria sozinha as duas filhas. Ela não fala bem francês, o que frustra sua comunicação com elas. Um dia, ela cai de uma escada e, convalescendo, escreve em árabe tudo o que nunca conseguiu dizer às filhas em francês. Belas 3: 14h, 18h
O DIA DO ATENTADO (Patriots Day, EUA, 2017, 2h09, 14 anos) Direção: Peter Berg. Com Mark Wahlberg, John Goodman, Kevin Bacon. Após os
atentados terroristas à Maratona de Boston em 2013, um grupo de oficiais se une aos bravos sobreviventes para identificar e capturar os responsáveis pelo ataque antes que eles façam novas vítimas. BH Shopping 4: 14h20, 17h30, 20h50 Diamond 2: 14h20, 18h, 21h Pátio Savassi 3: 12h10, 15h, 18h, 21h10 Ponteio 2: 13h30, 16h05, 18h45, 21h15
A PROMESSA (The Promise, EUA/Espanha, 2017, 2h14, 14 anos) Dir. Terry George. Com Christian Bale, Charlotte Le Bon, Oscar Isaac. Após se casar, o armênio Michael viaja à Turquia para estudar medicina durante os meses finais do Império Otomano e vive um triângulo amoroso em meio ao genocídio turco contra a minoria armênia. Belas 1: 14h, 16h30, 19h Ponteio 4: 16h, 18h35, 21h10
TAEGO ÃWA (Brasil, 2016, 1h15, livre) Direção: Marcela Borela, Henrique Borela. Dupla de cineastas encontra cinco fitas VHS contendo registros culturais da tribo Ãwa. Reunindo outros materiais, eles partem em busca do grupo, apresentando as imagens pela primeira vez e descobrindo a trajetória de enfrentamento com o povo branco desde 1973. Belas 3: 19h30 Cine 104: 20h45
relançamento ÉDEN (Brasil, 2012, 1h13, 12 anos) Dir. Bruno Safadi. Com Leandra Leal, João Miguel, Júlio Andrade. Karine, grávida de 8 meses, perde seu marido assassinado. Ela e o irmão quase morrem, mas são salvos pelo Pastor Naldo da Igreja Evangélica do Éden. Karine carregará
em cartaz ALÉM DAS PALAVRAS (A Quiet Passion, Reino Unido/ Bélgica, 2016, 2h05, 12 anos) Dir. Terence Davies. Com Cynthia Nixon, Jennifer Ehle, Jodhi May. História da grande poeta norte-americana Emily Dickinson, desde os primeiro dias como uma jovem estudante até seus últimos anos como uma artista reclusa e praticamente irreconhecida. Belas 3: 11h (*), 15h30 Ponteio 3: 13h30 e 18h40
A BELA E A FERA (Beauty And The Beast, EUA, 2017, 2h09, 10 anos) Dir. Bill Condon. Com Emma Watson, Dan Stevens, Luke Evans. Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela tem o pai capturado pela Fera e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade do progenitor. Cidade 8: 16h30 (*) (*) Sessão dublada
A CABANA
(The Autopsy of Jane Doe, Reino Unido/ EUA, 2017, 1h26, 14 anos) Dir. André Øvredal. Com Emile Hirsch, Brian Cox, Ophelia Lovibond. Tommy Tilden e Austin Tilden, seu filho, comandam o necrotério de uma pequena cidade. Certo dia, uma mulher desconhecida é encontrada morta, e eles tentam descobrir sua identidade, colocando suas vidas em perigo. BH Shopping 9: 17h50, 20h, 20h10 (somente sábado) Big Shopping 3: 18h20 (*) Cidade 8: 19h, 20h50 (*) Contagem 6: 14h20, 18h40 (*) Del Rey 1: 18h50 (*) Del Rey 4: 16h20 Partage Shopping Betim 5: 20h, 22h (*)
(The Shack, EUA, 2017, 2h13, 12 anos) Dir. Stuart Hazeldine. Com Sam Worthington, Octavia Spencer, Tim McGraw. Um homem atormentado após perder a filha mais nova recebe um chamado misterioso e retorna à cabana onde o corpo dela foi encontrado para receber uma lição de vida. BH Shopping 8: 12h15, 15h15, 18h20, 21h15 Big Shopping 4: 18h, 20h35 (*) Boulevard 3: 16h15, 21h15 Cidade 3: 15h50, 18h25, 21h (*) Contagem 3: 13h15, 15h50, 18h25, 21h10 (*) Del Rey 5: 13h20 (*), 18h20, 21h (*) Diamond 5: 12h40, 15h40, 18h40, 21h40 Estação 6: 18h20, 21h20 (*) Itaú Power 4: 13h30, 16h, 18h30, 21h10 (*) Minas 4: 13h30, 16h, 18h30, 21h10 (*) Monte Carmo 3: 15h50 (*), 18h25 (*), 21h Pampulha 3: 18h50, 21h20 (*) Paragem 3: 14h, 18h25, 21h Partage Shopping Betim 3: 14h50, 17h45, 21h (*) Pátio Savassi 6: 13h, 15h50, 18h50, 21h40 Shopping Norte 3: 17h50 (*) Via Shopping 2: 15h20, 18h10, 20h40 (*)
(*) Sessões dubladas
(*) Sessões dubladas
(*) Clube do professor. Necessário a comprovação do mesmo
A AUTÓPSIA
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CINEMA FOX FILME/DIVULGAÇÃO
em cartaz (continuação)
Cidade 2: 13h10, 15h50, 18h30, 21h10(*) Contagem 2: 13h10, 15h40, 18h20, 21h(*) Del Rey 6: 13h (somente domingo), 14h30 (somente sábado), 15h30 (somente domingo), 17h20 (somente sábado), 18h10 (somente domingo), 20h (somente sábado), 20h50 (somente domingo) (*) Diamond 6: 19h Estação 1: 14h30, 17h20, 20h20, 23h15 (somente sábado) (*) Estação 5: 16h20, 19h20, 22h15(*) Itaú Power 2: 13h10, 15h40, 18h20, 21h (*) Minas 5: 15h30, 18h10 (*) Monte Carmo 3: 15h30, 18h10, 20h50 (*) Pampulha 6: 14h, 16h30, 19h, 21h30 (*) Partage Shopping Betim 5: 16h50 (*) Pátio Savassi 8: 17h50 Shopping Norte 5: 15h40, 20h40 (*) Via Shopping 3: 15h40, 18h30, 21h10 (*) (*) Sessões dubladas
DESPEDIDA EM GRANDE ESTILO (Going In Style, EUA, 2017, 1h36, 12 anos) Dir. Zach Braff. Com Morgan Freeman, Alan Arkin, Michael Caine. Três amigos idosos que sofrem com problemas financeiros decidem assaltar um banco após um deles testemunhar um roubo a uma agência. Ponteio 4: 14h
ELON NÃO ACREDITA NA MORTE (Brasil, 2016, 1h17, 18 anos) Dir. Ricardo Alves Junior. Com Romulo Braga, Clara Choveaux, Germano Melo. Após o desaparecimento de sua esposa, Madalena, Elon imerge em uma jornada insone pelos cantos mais sombrios da cidade, buscando entender o que pode ter acontecido com ela. Cine 104: 16h40
Sessões 3D: BH Shopping 5: 15h50, 18h50, 21h50 Boulevard 2: 18h20 Big Shopping 1: 17h55 (*) Itaú Power 6: 18h25 (*) Minas 2: 15h40, 21h10 (*) Shopping Norte 2: 17h55 (*) Partage Shopping Betim 4: 12h20, 15h20, 18h15, 21h40 (*) (*) Sessões dubladas
FRAGMENTADO (Split, EUA, 2017, 1h57, 14 anos) Dir. M. Night Shyamalan. Com James McAvoy, Anya Taylor-Joy, Betty Buckley. Kevin possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar. Pátio Savassi 8: 12h30, 20h50
GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 2 (Guardians of the Galaxy Vol. 2, EUA, 2017, 2h13, 12 anos) Dir. James Gunn. Com Chris Pratt, Dave Bautista, Zoe Saldana. Os Guardiões viajam ao longo do cosmos e lutam para manter sua nova família unida. Enquanto isso, tentam desvendar os mistérios da verdadeira paternidade de Peter Quill. Betim 1: 15h (*) Big Shopping 2: 18h10 (*) Big Shopping 3: 20h20 (*) Boulevard 3: 13h20 (*), 18h35 Boulevard 5: 16h10 Cidade 7: 15h, 18h10, 20h50 (*) Contagem 5: 13h, 15h40, 18h20, 21h (*) Del Rey 3: 15h40, 18h30, 21h10 Itaú Power 3: 13h, 15h35, 18h10, 20h50 (*) Minas 3: 13h10, 15h50, 18h30, 21h15 (*) Monte Carmo 5: 15h, 20h50 (*) Pampulha 5: 13h55, 16h25, 18h55, 21h25 (*) Paragem 5: 13h, 18h30 (*) Partage Shopping Betim 6: 14h30, 17h30 (*) Via Shopping 4: 13h, 15h30, 18h20 (*) Shopping Norte 3: 20h20 (*) Shopping Norte 5: 18h10 (*) (*) Sessões dubladas Sessões 3D: BH Shopping 1: 11h30, 14h50, 18h, 21h BH Shopping 3: 13h (*), 16h, 19h (*), 22h Betim 1: 21h (*) Big Shopping 1: 15h20, 20h30 (*) Boulevard IMAX: 13h30, 18h35 Cidade 5: 13h40 (*) Contagem 1: 18h10(*), 20h50 Del Rey 1: 16h10, 20h30, 23h10 (somente sábado) (*) Diamond 1: 13h40, 17h10, 20h10 Diamond 6: 22h Estação 2: 17h, 23h (somente sábado) (*) Estação 4: 13h, 16h, 19h, 22h(*) Itaú Power 6: 21h05 (*) Minas 2: 18h20 (*) Monte Carmo 5: 18h10(*) Paragem 2: 18h30, 21h20 Paragem 5: 15h40, 21h10 Pátio Savassi 2: 15h30, 18h30 (somente domingo), 21h30 Pátio Savassi 4: 11h30, 14h30, 17h30, 20h30 Shopping Norte 2: 15h20, 20h30 (*) Via Shopping 4: 21h (*) (*) Sessões dubladas
JOAQUIM (Brasil, 2016, 1h37, 16 anos) Dir. Marcelo Gomes. Com Júlio Machado, Nuno Lopes, Romulo Braga. Joaquim José da Silva Xavier, dentista comum de Minas Gerais, mais conheci-
VIDA
Sob a direção de Ridley Scott e com Michael Fassbender no elenco, “Alien: Covenant” traz de volta monstro do espaço do pela alcunha de Tiradentes, transforma-se em herói e mártir da Inconfidência Mineira. Belas 3: 19h30
NORMAN: CONFIE EM MIM (Norman: The Moderate Rise and Tragic Fall of a New York Fixer, EUA/Israel, 2017, 1h59, 14 anos) Dir. Joseph Cedar. Com Richard Gere, Dan Stevens, Michael Sheen. Norman Oppenheimer, dono de um pequeno negócio, faz amizade com um jovem político que, três anos depois, torna-se um influente líder mundial, transformando a vida de Norman. Belas 3: 21h30 Diamond 3: 18h20, 21h20 Pátio Savassi 8: 15h10 Ponteio 3: 16h, 21h10
NINGUÉM ENTRA, NINGUÉM SAI (Brasil, 2017, 1h30, 12 anos) Dir. Hsu Chien. Com Leticia Lima, Danielle Winits, Rafael Infante. Quando um funcionário é diagnosticado com um vírus raro, um motel é imediatamente colocado em quarentena, com seus funcionários e hóspedes sendo impedidos de deixar o local. BH Shopping 10: 13h50, 17h05, 19h15, 21h30 Betim 2: 16h30, 18h40, 20h30 Boulevard 1: 16h30, 18h40, 20h30 (somente domingo) Cidade 1: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Contagem 7: 14h20, 16h20, 18h20, 20h20 (somente domingo) Del Rey 7: 14h30, 16h30, 18h40, 20h30 Diamond 3: 14h, 16h10 Estação 6: 13h45, 15h45 Itaú Power 1: 14h30, 16h30, 18h40, 20h30 Minas 6: 14h30, 16h30, 18h40, 20h30 Monte Carmo 1: 14h30, 16h30, 18h40, 20h30 Pampulha 4: 14h10, 16h, 17h50, 19h40, 21h30 Paragem 4: 14h30, 16h30, 18h40, 20h30 Partage Shopping Betim 7: 13h50, 16h30, 19h, 21h50 Pátio Savassi 1: 14h, 16h10 Via Shopping 5: 14h30, 16h30, 18h40, 20h30
O PODEROSO CHEFINHO (*) (The Boss Baby, EUA, 2017, 1h37, livre) Dir. Tom McGrath. Um bebê falante que usa terno une forças com seu irmão mais velho invejoso para impedir que um inescrupuloso CEO acabe com o amor no mundo, além de salvar os pais. BH Shopping 9: 13h10, 15h30 Betim 2: 14h20 Big Shopping 3: 16h20 Boulevard 2: 14h20, 16h20 Cidade 8: 14h30 Contagem 8: 14h10 Del Rey 3: 13h40 Diamond 6: 13h20, 16h40
Itaú Power 6: 16h20 Minas 5: 13h30 Monte Carmo 2: 13h40 Pampulha 3: 14h50, 16h50 Paragem 2: 13h50 Partage Shopping Betim 2: 16h10 Pátio Savassi 7: 11h50, 14h20 Shopping Norte 3: 16h Via Shopping 2: 13h20 (*) Sessões dubladas
PATERSON (Paterson, EUA, 2016, 1h58, 14 anos) Dir. Jim Jarmusch. Com Adam Driver, Golshifteh Farahani, Rizwan Manji. Na cidade de Paterson, em Nova Jersey (EUA) Paterson, um motorista de ônibus local, vive uma rotina banal com sua esposa e seu cachorro, que ele transforma em algo sublime ao compor poesias. Belas 1: 21h30
ROCK DOG – NO FARO DO SUCESSO (*) (Rock Dog, China/ EUA, 2016, 1h20, livre) Dir. Ash Brannon. Quando um rádio cai do céu diretamente nas mãos de um atônito cão da raça mastim tibetano, ele sai de casa em busca da realização de seu maior sonho: tornar-se músico. BH Shopping 5: 13h30 Big Shopping 4: 16h10 Boulevard 1: 14h30 Cidade 3: 14h Contagem 1: 14h30, 16h20 Del Rey 1: 14h20 Estação 5: 14h Itaú Power 6: 14h25 Minas 2: 13h50 Monte Carmo 3: 13h40 Paragem 3: 16h35 Partage Shopping Betim 5: 12h10, 14h40 Pátio Savassi 2: 11h, 13h20 Via Shopping 3: 13h50 Sessões 3D: Pampulha 1: 14h55, 16h55 (*) Sessões dubladas
OS SMURFS E A VILA PERDIDA (*) (Smurfs: The Lost Village, EUA, 2017, 1h30, livre) Dir. Kelly Asbury. Após se sentir sem função no vilarejo dos Smurf, Smurfette parte em busca de novas descobertas, e conhece uma Floresta Encantada, com diversas criaturas mágicas. BH Shopping 6: 11h50, 14h, 16h10, 18h30 Partage Shopping Betim 2: 14h (*) Sessões dubladas
VELOZES E FURIOSOS 8 (The Fate of the Furious, EUA/Reino Unido/França/Canadá/Samoa, 2017, 14
anos, 2h16) Dir. F. Gary Gray. Com Vin Diesel, Dwayne Johnson, Jason Statham. Dom e Letty estão em lua de mel e levam uma vida pacata, mas uma mulher misteriosa faz
com que Dom retorne ao mundo do crime. Betim 1: 18h20 (*) Betim 3: 15h50 (*) Boulevard 2: 21h (*)
(Life, EUA, 2017, 1h44, 14 anos) Direção: Daniel Espinosa. Com Jake Gyllenhaal, Rebecca Ferguson, Ryan Reynolds. Uma equipe de seis astronautas da Estação Espacial Internacional descobre sinais de vida inteligente em Marte, e a investigação do fato gera consequências inimagináveis. BH Shopping 6: 20h40 Pátio Savassi 4: 23h30 (somente sábado)
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CINEMA CURTA CIRCUITO/DIVULGAÇÃO
mostras PASSOU BATIDO (*) Filmes que fizeram sucesso nas últimas temporadas nas salas de cinema do mundo. Neste sábado (13) 16h “Sieranevada” (FRA, CRO, Bósnia, Macedônia, Romênia, 2016, 2h53) Dir. Cristi Puiu 19h15 “Já Visto, Jamais Visto” (BRA, 2014, 54 min) Dir. Andrea Tonacci 20h30 “Fome, de Cristiano Burlan” (BRA, 2015, 1h30) Domingo (14) 16h “Joaquim” (BRA, 2016, 1h40) Dir. Marcelo Gomes 18h “Agnus Dei” (Les Innocentes, FRA-POL, 2016, 1h55) Dir. Anne Fontaine 20h15 “Jovens Infelizes ou um Homem que Grita Não é um Urso que Dança” (BRA, 2016, 2h5) Dir. Thiago B. Mendonça Segunda-feira (15) 16h Eles só usam Black Tie, (África do Sul, 2016, 1h26 ) Dir. Sibs Shongwe-La Mer 18h “Os Belos Dias de Aranjuez”, de Wim Wenders (Les beaux jours d'Aranjuez, ALE-FRA-PORT, 2016, 1h37) Terça-feira(16) 15h “Ralé” (BRA, 2015, 1h13) Dir. Helena Ignez 17h “O Estranho Caso de Ezequiel” (BRA, 2016, 1h11) Dir. Guto Parente 19h “Personal Shopper” (FRA, 2016, 1h45) Dir. Olivier Assayas 21h “Certas Mulheres” (Certain Women, EUA, 2016, 1h47) Dir. Kelly Reichardt
Encontro Musa do cinema nacional nas décadas de 1970 e 1980, a atriz Rossana Ghessa participa de bate-papo após exibição do longa Pureza Proibida (1974), dentro da mostra permanente Curta Circuito. Onde Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1.537, centro) Quando Dia 15 (segunda), às 20h Quanto Entrada franca
Quarta-feira (17) 15h “Era o Hotel Cambridge” (BRA, 2016, 1h39) Dir. Eliane Caffé 17h “John From” (FRA-POR, 2016, 1h35) Dir. João Nicolau 19h “Cavalo Dinheiro” (POR, 2014, 1h43) Dir. Pedro Costa 21h “O Ornitólogo” (L'Ornithologue, POR-FRA-BRA, 2016, 1h57) Dir. João Pedro Rodrigues Quinta-feira (18) 15h “O que está por vir” (L'Avenir, FRAALE, 2016, 1h38) Dir. Mia Hansen-Løve 19h45 “Cinema Novo” (BRA, 2016, 1h30) Dir. Eryk Rocha 21h30 “Assim que abro meus olhos” (À peine j'ouvre les yeux, FRA-TUN-BEL, 1h46) Dir. Leila Bouzid Sexta-feira (19) 15h “A Comunidade” (Kollektivet, DINHOL-SUE, 2016, 1h51) Dir. Thomas Vinterberg 20h “Martírio” Dir. Vincent Carelli (BRA, 2016, 2h40)
CURTA CIRCUITO (*) Exibição de filmes nacionais Segunda-feira (15) 20h “Pureza Proibida” (RJ, 1974, 1h35) Dir. Alfredo Sternheim Bate papo com a estrela do filme Rossana Ghessa.
HISTÓRIA PERMANENTE DO CINEMA (*) Quinta-feira (18) 17h “São Bernardo” (BRA, 1972, 1h53) Dir. Leon Hirszman. Sessão Comentada Sexta-feira (19) 17h “Corumbiara” (BRA, 2009, 1h53) Dir. Vincent Carelli. Sessão Comenta-
da (*) Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.
CINE CLÁSSICOS (*) Terça-feira (16) 19h “O médico e o monstro” (EUA, 1941, 1h53) Dir. Victor Fleming Quinta-feira (18) 19h “Os girassóis da Rússia” (Ita/Fra /URSS, 1970, 1h47). Dir. Vittorio De Sica (*) Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, centro). Entrada gratuita
mediante retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.
11 ª MOSTRA DE CINEMA E DIREITOS HUMANOS (*) Mostra reúne obras como tema dos direitos humanos. Neste sábado (13) 10h Mostrinha “Mônica Freestyle”; “Iemanjá Yemoja: A Criação das Ondas”; “Nana Nenê, Imagine Uma Menina com Cabelos de Brasil” 16h Mostra Panorama “Ilha”; “Epidemia de Cores” 18h Audiodescrição Mostra Temática “A História da Menininha Que Amava Borboletas”; “Precisamos Falar do Assédio” 20h Mostra Panorama
“Humano - Uma Viagem Pela Vida” Domingo (14) 10h Mostrinha “Balanço das Meninas”; “Hora do Lanchêêê”; “Futebol, Paixão e Confusão”; “Meninos e Reis” 16h Mostra Panorama “Manancial”; “Menino 23” 18h Mostra Panorama “Estrutural” 20h Mostra Homenagem “Chega de Saudade”
TERRITÓRIO AMERÍNDIO (*) Mostra traz visibilidade para coletivos e realizadores do cinema indígena. Terça-feira (16) 19h “Conversas no Maranhão” (Brasil, 1983, 2h)
Dir. Andrea Tonacci. Sessão comentada por Ailton Krenak Sexta-feira (19) 18h “Wai’a Rini” (Brasil, 2015, 1h54) Dir. Divino Tserewahú. Sessão comentada por André Brasil (*) Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro). Entrada gratuita mediante retirada de ingresso 30 minutos antes de cada sessão.
16 ª MOSTRA DE FILMES LIVRES (*) Leia mais na página 24 Quarta-feira (17) 14h Cabine Livre 1 : ”Sobre Aquilo Que Nos Diz Respeito” (Brasil, 8 min 19h30 Viva Tonacci !!! “ Já Visto, Jamais Visto” (Brasil, 2014, 1h1) Dir. Andrea Tonacci Debate após sessão "Viva Tonacci!" Quinta-feira (18) 14h Cabine Livre 2 :: Yspaço (10 min) 15h Caminhos 1: 1 curta e 3 médias (1h6) 16h30 Destaque : Tela Brilhadora 1 “Garoto” (1h16) 18h Autores Livres 1: Thiago B. Mendonça (2h7) 20h30 Longa Livre 1: “ Com O Terceiro Olho Na Terra Da Profanação” (1h6) Sexta-feira (19) 14h Cabine Livre 3: “Estado Líquido” ( 4 min) 15h Caminhos 2: 2 curtas e 2 médias (1h1) 16h30 Destaque : Tela Brilhadora 2: “ O Prefeito” (1h10) 18h Autores Livres 2: Dellani Lima (1h37) 20h Longa Livre 2 : “Não me Fale Sobre Recomeços” (1h10) (*) CCBB (pça da Liberdade, 450, Funcionárias). Entrada gratuita mediante retirada de ingresso 30 minutos antes de cada sessão.
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Concurso realiza Saideira no próximo sábado, no Mineirão DEA TOMICH/DIVULGAÇÃO
Neste doRenata mingo (14), Abritta c h e g a a o fim a 18ª edição do Comida di Buteco que começou no dia 14 de abril. E, como manda a tradição, a Saideira é obrigatória! O evento está confirmado para o próximo sábado (20), no Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, a partir das 12h. Na ocasião, será revelado o “buteco” campeão de Belo Horizonte eleito pelo voto popular entre os 49 estabelecimentos participantes. O vencedor irá concorrer à eleição nacional com os campeões das outras 19 cidades onde o concurso acontece. Para agitar o público, o evento conta com uma intensa programação musical. Sucesso no Carnaval belo-horizontino, o Baianas Ozadas, que também participou da Saideira no ano passado, convida Moraes Moreira, o primeiro cantor de trio elétrico do Brasil, que inclusive foi homenageado pelo grupo durante a folia deste ano, para um grande encontro. “Com quase 70 anos, Moraes Moreira nos inspira muito. A agenda dele é intensa, e não conseguimos nos encontrar durante o desfile do bloco. Nossa proposta é resgatar o conceito do Carnaval baiano, de trio elétrico. Então, a Saideira será uma espécie de coroação, na qual vamos reforçar nossa ho-
menagem feita no Carnaval”, destaca Geo Cardoso, vocalista e idealizador do grupo. Na visão dele, o Comida di Buteco reafirma a tradição da culinária e a identidade mineira. “O evento fortalece o caráter cultural da cidade com essa gastronomia fabulosa, que não perde para nenhum outro Estado ou país, e ajuda a contribuir com o título de capital dos bares”, afirma. ATRAÇÕES Outras bandas estão previstas para animar o palco da grande final do concurso, como Falcatrua - Tributo a Tim Maia, Oi de Gato e Roda de Samba com Me Assume ou Me Esquece. “É um evento de proporção muito grande, e estamos bastante ansiosos. Nosso repertório para cima casa muito bem com a festividade”, conta Danilo Guimarães, baixista do Falcatrua. Cristiano Guimarães, produtor e músico do Oi de Gato, promete agitar o público. “Nosso repertório é bem eclético com samba, samba-rock e até uma pitada de frevo. Um som bem animado para todo mundo dançar”, pontua.
Sucesso Pioneiro em trios elétricos, Moraes Moreira agitará a Saideira
CAMILA BUZELI/DIVULGAÇÃO
UARLEN VALERIO/27.02.2017
A banda Falcatrua se apresenta com um tributo a Tim Maia
Baianas Ozadas vai reforçar a homenagem feita no Carnaval
SERVIÇO Os ingressos para a Saideira já estão no segundo lote e podem ser adquiridos por meio do site www.centraldoseventos.com.br ou nos postos de venda citados na página. O preço é R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia).
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O QUE VEM POR AÍ maio DIA 20 FÁBIO JR
Estacionamento do Shopping Del Rey. Às 22h. A partir de R$ 70 (pista, inteira, 1° lote) DIA 26 TERESA CRISTINA CANTA CARTOLA
Teatro Bradesco. Às 21h. R$ 130 (inteira). DIA 27 CHÁ DA XUXA
BH Hall. Às 22h. R$ 400 (pista premium, 3° lote), R$ 160 (pista/arquibancada, inteira, 2° lote).
DARYAN DORNELLES/DIVULGAÇÃO
NIVEA VIVA - COM JORGE BEN JOR, SKANK E CÉU
Praça da Estação. Às 16h30. Entrada gratuita. DIA 28 RENAISSANCE
Palácio das Artes. Às 19h. R$ 260 (plateia 1, inteira, 1° lote), R$ 220 (plateia 2, inteira, 1° lote), R$ 180 (plateia superior, inteira, 1° lote).
ARRAIAL INCRÍVEL LANÇAMENTO DO DISCO “ESPIRAL DE ILUSÕES”, DE CRIOLO
Esplanada do Mineirão. Às 21h. R$ 560 (pista premium, inteira, 1° lote), R$ 260 (pista, inteira, 1° lote)
SALUTE TO SINATRA – 100 ANOS DE FRANK SINATRA COM LOUIS HOOVER
Minascentro. Sáb., às 18h e às 22h; dom., às 16h e às 20h; seg., às 21h. A partir de R$ 80 (setor 4, lote promocional) DIA 28
Palácio das Artes. Às 21h. R$ 200 (plateia 1, inteira), R$ 180 (plateia 2, inteira), R$ 160 (plateia superior, inteira)
ED SHEERAN
DIA 30
MUSICAL “BEM SERTANEJO” COM MICHEL TELÓ
BOSSA NOVA IN CONCERT LEILA PINHEIRO, MPB4, MARCOS VALLE, ROBERTO MENESCAL E WANDA SÁ
DIA 10
DIOGO NOGUEIRA ALMA BRASILEIRA
DIAS 27, 28, 29
DIA 9
DIA 30
DIA 27
Palácio das Artes. Às 21h. R$ 110 (plateia 1, inteira), R$ 100 (plateia 2, inteira), R$ 90 (plateia superior, inteira).
150 (arquibancada, inteira, 1° lote).
Palácio das Artes. Às 20h30. R$ 220 (plateia 1, inteira), R$ 200 (plateia 2, inteira), R$ 180 (plateia superior, inteira)
junho DIA 3 MARIA BETHÂNIA
BH Hall. Às 21h. R$ 1.200 (mesa setor 1 com quatro cadeiras), R$ 1.000 (mesa setor 2 com quatro cadeiras), R$
Parque Municipal. Às 19h. R$ 40 (promocional); R$ 100 (inteira, 1° lote). DIA 10 TIAGO IORC - TROCO LIKES E SIGO DE VOLTA
Palácio das Artes. Às 21h. R$ 160 (plateia 1, inteira), R$ 140 (plateia 2, inteira), R$ 120 (plateia superior, inteira). DIA 24 BIQUINI CAVADÃO
BH Hall. Às 24h. R$ 80 (arquibancada/pista, inteira, 1° lote). DIA 30 ROUPA NOVA
BH Hall. Às 22h. R$ 520 (mesa setor 1 com quatro cadeiras),
R$ 440 (mesa setor 2 com quatro cadeiras), R$ 80 (arquibanda, inteira, 1° lote)
julho DIAS 7, 8 E 9 MECAINHOTIM
Inhotim. R$ 340 (passaporte para os três dias, inteira). DIA 22 THE MAINE
Teatro Bradesco. Às 20h. R$ 240 (setor 1, inteira), R$ 200 (setor 2, inteira). DIA 29 ANA CAROLINA – TURNÊ “GRANDES SUCESSOS”
BH Hall. Às 22h. R$ 1.000 (mesa com quatro lugares), R$ 140 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote).
agosto
Criolo vem a BH em junho para o lançamento de seu CD
DIA 23
setembro DIA 10
DIA 12
DEVENDRA BANHART
CIDADE NEGRA
BH Hall. Às 22h. R$ 70 (pista/ arquibancada, inteira, 1° lote).
Music Hall. Às 21h. R$ 180 (inteira, 1° lote), R$ 80 (pré-venda Queremos!)
DIA 26
DIA 18
O GRANDE ENCONTRO
AEROSMITH
PÉRICLES
BH Hall. Às 22h. R$ 640 (mesa, setor1), R$ 560(mesa, setor2), R$ 90 (arquibancada, inteira).
outubro DIA 17
BH Hall. Às 22h. R$ 110 (inteira, 2° lote), R$ 720 (mesa setor 1 com 4 lugares), R$ 600 (mesa setor 2 com quatro lugares)
Esplanada do Mineirão. R$ 580 (pista premium, inteira, 1° lote), R$ 280 (pista, inteira, 1° lote).
PAUL MCCARTNEY
Mineirão. Às 21h. R$ 850 (pista premium Elo, inteira), R$ 400 (pista normal, inteira), R$ 580 (cadeira inferior, inteira), R$ 350 (cadeira superior, inteira).
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estilo VERSATILIDADE> Nacontramãoaoconsumismo,saibacomoaproveitaramesmapeçaemvárioslooks FOTOS BAND/DIVULGAÇÃO
Lorena K. Foi durante o períoMartins do do Primeiro Império Francês (1804 – 1815) que Napoleão Bonaparte decidiu proibir as damas de repetirem roupas na corte – na verdade, a iniciativa não passou de uma medida para proteger e desenvolver a indústria têxtil de seu país, com vistas a incentivar o consumo. Mas os tempos são outros e, sim, dá para sobreviver com pouquíssimas peças no guarda-roupa, sem fazer do repeteco de roupas um drama. É o que mostrou Caroline Martins, 31, ex-participante desta edição do “Masterchef Brasil”, eliminada na semana passada. Após receber críticas de internautas sobre o fato de aparecer, no reality show, usando sempre as mesmas vestimentas, a moça, por meio de um “textão” publicado em suas redes sociais, relatou seu processo de desapego, focado em um armário enxuto a partir dos 27 anos, quando se preparava para um pós-doutorado nos EUA. Na rede, a participante afirmou que repetia as roupas porque tinha pouquíssimas peças no armário, fruto da decisão radical de levar uma vida mais frugal. “Me desprender do consumismo excessivo foi uma das minhas melhores decisões. Então, coleguinhas que me perguntam, a resposta é: sim! Só tenho estas roupas! E, sim! Só tenho duas botinhas! Com muito orgulho!”, escreveu Caroline, que, além de cozinheira, é física e pesquisadora de energia nuclear. Apesar da repercussão recente do episódio, fazer escolhas mais práticas e sustentáveis na hora de se vestir não é propriamente algo inédito. Nos anos 70, a britânica Susie Faux criou o termo “armário-cápsula”, que consiste em um guarda-roupa sem excessos e repleto de itens essenciais e atemporais que possam render looks sempre versáteis. O modelo se intensifica cada vez mais e ainda inspira iniciativas sociais e de consumo consciente, como o Fashion Revolution – o movimento aconteceu de 24 a 30 de abril em cerca de 30 cidades do Brasil, incluindo Belo Horizonte, e debateu o papel de todas as partes envolvidas na chamada “cadeia fashion”.
ESTILO DE VIDA Assim como a ex-participante do “Masterchef”, a designer de moda e represente local do Fashion Revolution Raíssa Leão compartilha do ideal de se vestir com consciência. “A primeira mudança que senti foi no meu bolso. Hoje consigo me abastecer de outras coisas que não sejam só moda. Compro muito menos, pois tive o discernimento para adaptar meu armário ao que preciso”, re-
Caroline Martins, ex-participante do Masterchef Brasil, usava sempre as mesmas roupas no programa
Repetir roupa tá permitido BRUNA TEIXEIRA/DIVULGAÇÃO
lata ela, que defende o modo slow de consumir moda, fazendo coro à cozinheira. E a empreitada parece ter dado certo: “Eu me sinto muito mais feliz quando faço uma compra sabendo que estou ajudando alguém perto de mim, do meu bairro, da minha cidade, consumindo moda e iniciativa locais”. Apesar dos benefícios advindos dessas escolhas, a professora de comunicação e consultora de moda Luiza Oliveira lembra que este “novo” momento da indústria ainda gera certas dúvidas. E um primeiro passo para dar mais espaço a essa nova consciência seria reconhecer o próprio estilo. “Muitas pessoas acreditam que consumir conscientemente significa comprar uma vez ao ano, por exemplo. Mas não adianta comprar pouco e não usar o que tem – é desperdício da mesma maneira”, pondera. “O ideal de consumo consciente é ter a certeza de que o que compramos terá de fato utilidade, que vamos ter tempo de cuidar do produto com durabilidade e que vamos usá-lo em diferentes ocasiões”, ensina Luiza, que defende também a repetição de roupas como parte importan-
A designer Raíssa Leão é adpta de um estilo de vida minimalista
te do rol de hábitos conscientes. NA PRÁTICA Essa filosofia é o que a designer de moda e digital influencer Iara Paixão também tenta exercer em seu dia a dia na hora para fazer boas escolhas. “Não vejo problema nenhum em repetir roupas e faço isso sempre. Mas prefiro comprar peças básicas para poder misturar e repetir sem ninguém perceber”, indica. Para fazer novas combinações com as peças já existentes, Iara gosta de variar acessórios,
como colares, brincos e bolsas. “Brincar com sobreposições também é uma maneira ótima de não parecer que está com a mesma peça. Em síntese, variar acaba sendo uma palavra de ordem”, ensina, com sabedoria. Raíssa Leão acrescenta: “A primeira dica é abrir o guardaroupa e separar as peças que realmente não são mais usadas. Com certeza alguma pessoa está precisando delas. O próximo passo é rever, entre as roupas ‘paradas’ por algum motivo e que você pretende conservar, se cabe
uma customização, torná-la usável de outra forma”, ensina. É justamente a técnica de upcycling que a consultora de moda Luiza sugere. “É dar uma cara diferente à peça, ressignificá-la, usando a criatividade para cortar, bordar ou colocar uma aplicação, por exemplo”. Com o aval de celebridades como Anna Wintour, Jennifer Aniston e Kate Middleton, que repetem roupa sem constrangimentos, segredos para se tornar uma adepta do consumo racional de roupas você confere a seguir.
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Os ventos de outono já estão ressecando os seus fios? Para manter as madeixas hidratadas e brilhantes, mas sem gastar muito tempo do dia, selecionamos produtos de hidratação express que podem ser feita durante o próprio banho.
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VITRINE
A hora do ‘sim’ Para selar o amor Nomêsdasnoivas,confiraos modelosdealiançasdenoivado parafazerbonitoantesdoaltar A palavra aliança vem do latim alligare e significa “compor” ou “ligar-se a”, e não é de hoje que ela vem sendo usada para eternizar a união de amor entre duas pessoas. Os egípcios, por volta de 2800 a.C., já usavam um anel para simbolizar o laço matrimonial. Eles acreditavam que o terceiro dedo da mão esquerda possuía uma veia que levava diretamente ao coração – é por isso que a aliança é usada neste dedo até hoje. Porém, na hora de escolher os anéis de compromisso, é preciso optar por um modelo que simbolize o gosto do casal. É por isso que, para os indecisos, selecionamos os modelos recém-lançados de alianças e anéis de noivado que podem te ajudar para que o pedido de união seja ainda mais especial.
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crônica
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vida leve
Laura Medioli laura@otempo.com.br
A ousadia de sonhar ACIR GALVÃO
O
utro dia li no jornal que um jovem de 21 anos, a p ó s uma noite de excessos, brigas com a namorada, barraco e bebedeira, resolveu sair de um show em Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, para visitar sua avó em Londrina, no Paraná. Detalhe: isso de táxi, o que lhe custou R$ 1.500 e 650 quilômetros de viagem. No meio do caminho, com o abrandamento do efeito do álcool, provavelmente ele se perguntou: que diabos estou fazendo aqui? Enquanto isso, a família, sem saber de nada, anunciava aflita o desaparecimento do rapaz, já que a bateria de seu celular, nessas alturas da rodovia, já tinha ido para o espaço. Finalmente, chegando a seu destino, o jovem resolveu ligar avisando onde se encontrava, para evitar maiores tragédias envolvendo polícia, surtadas maternas, preocupações do pai, dos amigos, da ex (pivô da bebedeira), e por aí vai. Servindo-se de café e biscoitinhos na casa da avó, despediu-se do motorista e, pelo telefone, mais uma vez, desculpou-se com a família pela “pisada na bola”. Já o meu amigo Alfre-
do, sem bebida e sem namoros conflituosos para lhe bagunçar a cabeça, ciente do que estava fazendo, resolveu ir para o Piauí. Como não sabia dirigir, decidiu: vou de táxi!!! E foi. Entre os motoristas, optou por um mineiro da gema, caladão, desconfiado e que nunca tinha visto o mar na vida. Decidiu partir de Belo Horizonte para Teresina, antes fazendo um tour pelo sertão do Nordeste, dormindo nos casebres mais humildes que encontrava no caminho. Italiano, branquelo, careca e de grandes olhos azuis era o próprio ET por aquelas bandas. O motorista, ao avistar o mar pela primeira vez, se emocionou. A alegria daquele homem simples e discreto já fez com que a viagem tivesse valido a pena. Meu amigo gostou tanto do Piauí que, sem esperar a aposentadoria, que já batia à porta, resolveu chutar o balde e se mudar, de mala e cuia, para uma cidade pequena do litoral. Deixou o trabalho de anos, vendeu seu apê, despediu-se da cidade e dos amigos e foi viver os melhores momentos de sua vida. Com simplicidade, sem TV e sem jornais, dinheiro curto e vida rica. Anos depois, acometido por grave doença, morreu com a certeza de que tinha feito a coisa certa. Foi feliz! Já meu sobrinho, depois de um intercâmbio na Nova
Zelândia, acostumado a ser independente, resolveu viajar para Machu Picchu, só que, dessa vez, trabalhando para pagar suas despesas. Pelo visto, sem a menooor ideia dos transtornos e preocupações que causaria. Saiu com a roupa do corpo e, sem dizer nada, foi para a rodoviária com o parco dinheiro que tinha. Obviamente este só deu para cobrir metade da viagem. Chegou de madrugada a um vilarejo do Pantanal mato-grossense, dormiu no banco da praça e, no dia seguinte, foi pedir emprego a uma fazendeira baiana que
encontrou no caminho. “O menino era um achado, falava inglês fluente, entendia de computação, provavelmente uma pessoa de boa índole”, pensou a baiana, contratando-o de imediato. Assim que chegou à casa da mulher, ele ligou para os pais apreensivos, contando sua história. – Mas, filho, por que você fez isso? Está louco? – perguntou o pai atônito. – Pai, se eu dissesse a vocês que queria ir pra Machu Picchu, vocês deixariam? – Detalhe: na época ele tinha 17 anos. Na fazenda, quando che-
gavam turistas estrangeiros, meu sobrinho automaticamente era promovido a guia. Nos outros dias, voltava para o curral, atravessando boiada no rio, seguido pelo risco constante de ataque de sucuris, piranhas e jacarés. A ideia era juntar dinheiro para seguir a viagem de seus sonhos. Como o trabalho era gratificante e lhe trazia ricas experiências, pediu para permanecer ali até o final de suas férias escolares. Meu irmão, preocupado, foi em sua busca. Encontrou-o com botinas sujas de barro e esterco, dentro de
um macacão desbotado, com um chapelão de boiadeiro na cabeça, em meio a uma natureza exuberante e com um enorme sorriso no rosto. Acreditava que sua atitude de viajar por conta própria, sem aviso prévio, arcando com as próprias despesas, daria orgulho aos pais. Sem saber que, com isso, quase matou a mãe. Enfim, meu sobrinho cresceu, casou-se e tem duas filhas. Responsável, trabalha com educação e tecnologia. Junto a seu pai, durante anos foi diretor de grandes escolas, com a responsabilidade de administrar mais de 5.000 alunos. Na área de tecnologia, ganhou prêmios, montou a maior empresa de ensino de redação do Brasil e se dedica a ajudar especialmente alunos de escola pública. Não teme dificuldades, pois a vida, desde cedo, o moldou para os desafios. E fico pensando nas tantas “chutadas de balde” que vimos por aí. Na coragem e ousadia de quem as fez. Não porque estivessem embriagados, depressivos ou de mal com o mundo, mas simplesmente porque foram atrás de seus sonhos. Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO
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DIA DAS MÃES: ARQUITETAS E DESIGNERS CRIAM PROJETOS EXCLUSIVOS PARA O CUIDADO COM OS FILHOS
GUSTAVO XAVIER/DIVULGAÇÃO
A simplicidade das formas, o concreto aparente e o ar industrial são muito valorizados nos projetos atuais
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SIMPLICIDADE> Conceito é mais bem compreendido hoje do que quando o estilo foi criado há anos
O retorno do movimento brutalista A moda vai e vem. Frequentemente, tendências que marcaram décadas passadas voltam a ser inseridas em obras contemporâneas, repaginadas em conceitos modernos ou simplesmente replicadas tal como eram originalmente. Fato é que o antigo, muitas vezes, é um dos pilares para a construção do novo. Nesse contexto, renasce a arquitetura brutalista. “A expressão brutalismo surgiu entre os anos de 1950 e 1960 e deriva do termo ‘béton brut’, que pode ser traduzido por ‘concreto bruto’. O cenário mundial da época é o pós-Segunda Guerra, marcado pela experimentação na reconstrução das cidades europeias. Assim, a arquitetura busca novas formas mais apropriadas de conceber o espaço e encontra na estrutura a verdade e a pureza da forma”, explica Tales Pimenta, arquiteto do escritório Piacesi Arquitetos Associados. O profissional ressalta que, naquela época, as obras começaram a demonstrar a beleza da ‘honestidade arquitetônica’. Renata Abritta
“Construções imponentes, econômicas e arquitetura funcional contribuíram para a reconstrução das cidades europeias devastadas. Na corrente europeia, a beleza e a ornamentação ficavam em segundo plano. No Brasil, os projetos buscavam elegância nas formas, atentos às proporções e aos desenhos”, compara. CARACTERÍSTICAS A presença do concreto, as vigas aparentes e a monumentalidade das edificações são alguns dos atributos do estilo, que pode ser adotado tanto em imóveis residenciais quanto comerciais. “A simplicidade das formas são o ponto-chave para qualquer ambiente. Menos ornamentação, textura de concreto, madeira, vidros transparentes e estruturas metálicas é essencial para BRASIL
Obras. Grandes edificações seguem o estilo brutalista, como o Museu de Arte Moderna (RJ), o Museu de Arte de São Paulo (MASP), o Sesc Pompeia (SP), a Paróquia de Santa Maria Madalena (SP) e o Fórum Lafayette (BH).
JOANA FRANÇA/DIVULGAÇÃO
Obra residencial com estrutura metálica aparente tanto na edificação quanto na escada
quem deseja trabalhar com esse conceito”, ressalta Pimenta. ATUALIDADE O arquiteto explica que atualmente as pessoas estão mais preparadas para esse tipo de arquitetura. “As necessidades e prioridades hoje em dia são outras e as pessoas conseguem ver isso com mais clareza, aderindo ao conceito do menos é mais. As formas simples, a permeabilidade e o ar industrial são hoje valorizados principalmente na arquitetura de interiores”, diz. Segundo Flávia Gamallo, do escritório CoGa Arquitetura, a funcionalidade é uma das bases do brutalismo. “O estilo se preocupa intensamente com a funcionalidade do espaço e a economia gerada pela não maquiagem de elementos estruturais das edificações. Por isso, deve-se ter um cuidado extra para não deixar os ambientes frios demais”, alerta. Para Fabiana Couto, também do CoGa, tanto em projetos comerciais quanto em residenciais, o uso de peças com madeira e cor é bem-vindo para quebrar a rigidez e a frieza estrutural.
GUSTAVO XAVIER/DIVULGAÇÃO
Nesta residência, a pintura imita o concreto, importante característica do estilo brutalista JOANA FRANÇA/DIVULGAÇÃO
Nesse estilo, empresa possui edificação volumosa e iluminação em trilhos aparentes MARKUS LANZ/DIVULGAÇÃO
Com muitas vigas e pilares aparentes, a estrutura do Sesc Pompeia, na zona Oeste de São Paulo, é uma obra brutalista
GUSTAVO XAVIER/DIVULGAÇÃO
Ambiente criado por Junior Piacesi segue a tendência
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ROTINA> Para mães que trabalham fora, arquiteta recomenda casa mais clean e integrada
Projeto de quarto lúdico criado de mãe para filha MARCELO PALHARES/DIVULGAÇÃO
O Dia Da das Mães é Redação c e l e b r a d o neste domingo (14), e o amor delas pode ser revelado de inúmeras formas. Para arquitetas e designers de interiores, uma delas é transcender esse sentimento em projetos que transformam o quarto de seus filhos em um ambiente lindo e acolhedor, um mundo particular com a cara dos pequenos. A arquiteta Flávia Gamallo, por exemplo, criou o quarto da filha Paola com a proposta de ter um ambiente mais lúdico, que permitisse a ela fácil acesso aos brinquedos e exercesse autonomia e desenvolvimento criativo. “Mesa para atividades e tapete para brincadeiras confortáveis no chão completam a ideia. Tudo bem colorido, mas com cores que acalmam nas paredes, para as horas de sono e descanso. O design do mobiliário moderno configura uma certa elegância. Uma cabana remete ao seu mundo, onde pedimos permissão para entrar”, descreve. DIFICULDADES Flávia, porém, diz que a tarefa não foi assim tão fácil quanto parece, uma vez que ela pretendia colocar todas as ideias legais em um só ambiente, o que obviamente não caberia. “Qual mãe que não deseja que o filho possua as
Flávia Gamallo e a filha Paola se divertem no quarto feito sob medida
MARCELO PALHARES/DIVULGAÇÃO
Quarto criado por Flávia Gamallo tem mesa e tapete para brincadeiras MARCELO PALHARES/DIVULGAÇÃO
mais incríveis experiências, não é verdade? Mas, como isso não é possível, temos que abrir mão de algumas propostas e focar na mais importante para cada etapa de desenvolvimento. Para minha filha, a mesa de atividades e a cabana são muito importantes. Coloquei, também, nichos altos para rodízio de brinquedos e, abaixo, caixas soltas com os brinquedos do momento, que sempre trocamos quando percebemos um certo desinteresse. Aí ela acaba se interessando, novamente, por um brinquedo do passado. É bem legal essa dinâmica”, avalia a mamãe arquiteta.
Este ambiente de dormir tem cores que acalmam nas paredes, para as horas de descanso
JOMAR BRAGANÇA/DIVULGAÇÃO
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Temos que abrir mão de algumas propostas e focar na mais importante para cada etapa de desenvolvimento. Para minha filha, a mesa e a cabana são importantes JOMAR BRAGANÇA/DIVULGAÇÃO
Casa funcional facilita para elas
Cozinha integrada com sala de estar é uma boa opção
Atualmente, é expressivo o número de mães que trabalham fora. Em tempos de rotinas muito atribuladas, manter a casa organizada e cuidar dos filhos ao mesmo tempo, muitas vezes, não é uma tarefa simples. Um projeto mais funcional, integrado e clean, pode facilitar bastante a vida da família. “Para manter os ambientes organizados, é interessante deixar os utensílios de maior uso em locais de fácil
acesso, ter um aparador para deixar a bolsa e as chaves ao chegar, não ter móveis atrapalhando a passagem etc. Uma sala integrada com a cozinha ajuda muito, pois os ambientes ficam abertos e a mãe pode cozinhar enquanto olha a criança na sala. Além disso, um ambiente clean é melhor, pois quanto menos objetos, menos trabalho com limpeza”, afirma Graziela Costa, da CSL Arquitetura.
Sala de estar com poucos móveis facilita a circulação
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GIRO PELO MERCADO W imoveis@otempo.com.br
Oportunidade PRECON/DIVULGAÇÃO
Feirão Antecipado Precon acontece até este domingo té domingo (14), a Precon Engenharia realiza a corrida pela casa própria. Desde quinta-feira (11), o Feirão Antecipado Precon está sendo realizado no primeiro piso do Shopping Del Rey, onde circulam diariamente cerca de 35 mil pessoas. Para atender ao público, a empresa montou um estande com 100m² e um time de 50 corretores. De acordo com Renata Peixoto Dias, gerente de marketing da Precon Engenharia, a expectativa é promover uma verdadeira maratona de oportunidades e aumentar cerca de 30% as vendas no mês de maio. Para garantir o sucesso dessa meta, a empresa aposta em condições especiais
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de pagamento, documentação grátis e vantagens nos empreendimentos, como duas vagas extras de garagem, além de descontos que podem chegar a R$45 mil. A intenção de se antecipar ao Feirão da Caixa é oferecer as mesmas condições para o cliente, mas durante um período maior, para que ele possa escolher o seu apartamento com mais tranquilidade. A construtora, que atua exclusivamente com imóveis do Minha Casa Minha Vida (MCMV), possui diversas opções para venda dentro do programa e no Feirão disponibiliza unidades em Belo Horizonte, Contagem, Betim, Ibirité, Vespasiano, Santa Luzia, Lagoa Santa e Sete Lagoas, a partir de R$ 129 mil, com parcelas a partir de R$ 299 e
possibilidade de parcelamento da entrada em até 36 vezes. Além disso, os clientes podem contar com a opção de utilizar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para complementar o financiamento. “Neste momento, somos a única construtora da capital a realizar um Feirão nesse modelo e com a liberação do saque de contas inativas do FGTS, realizada pelo governo, incentivamos o consumidor a utilizá-lo na compra da casa própria com condições diferenciadas”, explica Renata. Um dos destaques do Feirão é o Ville Himalaia, localizado no bairro Araguaia, na região do Barreiro. O empreendimento possui apenas duas torres e está próximo a diversas opções de lazer, escolas, hospitais e comércio.
Um dos destaques do Feirão é o condomínio Ville Himalaia
APPONTO/DIVULGAÇÃO
ÁREAS VERDES
VETOR NORTE
tenta aos desejos de quem prima pelo conforto e pela qualidade de vida e consciente de que a proximidade com o verde tem sido cada vez mais desejada, a Conartes Engenharia investe em projetos que privilegiam o paisagismo, criando espaços de convívio que proporcionam a integração do morador com a natureza. O condomínio Bordeaux Residence é um exemplo. Localizado no Vila da Serra, o empreendimento está ladeado à uma mata preservada e conta com vista panorâmica para as montanhas de Nova Lima, o que proporciona contato com a natureza e qualidade de vida. De acordo com o gerente de comunicação da Conartes, Thiago Xavier, a sustentabilidade é destaque no projeto. “Estamos entregando um sistema denominado reúso de ‘Águas Cinzas’, em que a água utilizada em banhos e pias dos banheiros dos apartamentos é tratada no próprio empreendimento para que possa ser reutilizada na limpeza da área comum e irrigação dos jardins. O condomínio ainda possui aquecimento central gás/solar – energia limpa e renovável – e a maior parte das áreas externas possui iluminação em LED e torneiras automáticas com temporizador”, destaca.
construtora AP Ponto entregará neste sábado (13) o Ponto Napoli, que integra o Minha Casa Minha Vida e está situado no bairro Nova Pampulha, em Vespasiano. O empreendimento possui nove blocos com 136 apartamentos de um ou dois quartos, com opções de unidades para pessoas com deficiência e área de lazer completa. Aproveitando o bom momento do mercado imobiliário no Vetor Norte, a construtora lançou, recentemente, dois novos empreendimentos. O Ponto Primavera, localizado na região do bairro Serra Dourada, também em Vespasiano, conta com 128 apartamentos de dois quartos, divididos em oito blocos, com opções para pessoas com deficiência. Já o Ponto Acácia, no bairro Granjas Pousadas Del Rey, em Santa Luzia, conta com 90 apartamentos de um ou dois quartos, divididos em 5 blocos, acessibilidade, área de lazer completa e guarita para porteiro.
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Ponto Napoli está situado no bairro Nova Pampulha, em Vespasiano
VALIOSA
MARATONA DE ARQUITETURA
MRV Engenharia foi destacada como a empresa mais valiosa do setor de construção na América Latina, registrando em abril o valor de US$ 2,2 bilhões, segundo um levantamento realizado pela consultoria Economática sobre o valor de mercado de 283 empresas no ano de 2017. A pesquisa verificou 25 setores e destacou que o maior crescimento percentual de valor de mercado ocorreu no setor de construção com 19 empresas. Já o valor do conjunto das empresas de construção no dia 31 de dezembro de 2016 era de R$ 16,7 bilhões contra R$ 22 bilhões verificados em abril, crescimento de R$ 5,33 bilhões ou 31,86% no período. A MRV Engenharia é também a décima segunda maior empresa em valor de mercado da América Latina e dos Estados Unidos.
stão abertas as inscrições para o Archathon, considerado a maior maratona Arch&Design das Américas. O objetivo da iniciativa é revelar novas promessas do mercado de arquitetura e design de interiores por meio da seleção de projetos inovadores. A ideia é fomentar a conexão entre estudantes, recém-formados e profissionais experientes, aproximando os participantes de grandes marcas. Além de disseminar conhecimento prático, a maratona ainda garante aos inscritos a oportunidade de se envolver em todas as etapas de execução de um projeto real. Os participantes terão o desafio de estar em um projeto colaborativo em um ambiente que integra um dos eventos mais prestigiados do mercado, a CasaCor Minas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até a próxima segunda-feira (15) pelo www.archathon.com.br.
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CONARTES/DIVULGAÇÃO MINASCASA/DIVULGAÇÃO
PROMOÇÃO Shopping Minascasa, localizado na região Nordeste de Belo Horizonte, vai realizar até o próximo dia 21 a promoção Decore Minascasa. Nesses dias, os clientes poderão adquirir peças decorativas e móveis com descontos e condições especiais de pagamento em todas as lojas do mall. Com a ação promocional, o shopping espera aumentar em 30% o fluxo de pessoas e em 15% as vendas no período, em comparação à promoção realizada em abril e maio do ano passado. De acordo com a assistente de marketing do Minascasa, Kamila Pires, o objetivo do Decore Minascasa é oferecer aos clientes uma boa oportunidade para adquirir artigos de decoração sem gastar muito. “Essa é a hora de renovar a decoração de diversos ambientes, comprando itens com preços reduzidos”, afirma. Para mais informações, é só acessar o site www.shoppingminascasa. com.br. Horário de funcionamento: de 10h às 22h, de segunda Shopping espera aumentar o fluxo de pessoas e as vendas no período a sábado, e de 14h às 20h, no domingo.
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Condomínio Bordeaux, Vila da Serra
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shopping ELIZA MARTINS >Instituto localizado na região Centro-Sul da capital oferece descontos especiais
Mês dedicado às mães e às noivas LEO FONTES
Conhecido Felipe como o Mês Castanheira das Noivas, maio também é o mês em que se comemora o Dia das Mães. De olho nessas duas datas tão importantes do calendário, o Instituto Eliza Martins criou pacotes promocionais para atender a clientela. Localizado na Savassi, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, o estabelecimento possui quatro pacotes especiais de Dia da Noiva, todos com descontos de mais de 30% para quem fechar contrato ainda no mês de maio. Eles incluem até teste de cabelo e maquiagem para definir como será a produção para o grande dia. Na data da cerimônia, além destes, é realizado o trabalho de manicure, cabelo e maquiagem. Todos os planos oferecidos também incluem assessoria, consultoria e um espaço aconchegante, organizado para o banho e a preparação da noiva. A educadora Daniela Ferreira Soares, 35, fez o Dia da Noiva em agosto do ano passado e ficou satisfeita com o resultado. “Foi tudo perfeito. O grande diferencial é o alto astral da equipe. Lá, eles gostam do que fazem, não estão ali só pelo dinheiro e ficam felizes junto com a gente”, garante. Outro ponto destacado por Daniela é a privacidade para a noiva e suas acompanhantes. “É um andar separado para atendê-las, com liberdade para que possam se arrumar e receber os tratamentos. Minhas damas, uma das madrinhas e minha mãe estiveram lá co-
Relacionamento Tratamento dado às clientes é algo bastante elogiado por elas
JU DI PAULA/DIVULGAÇÃO
migo. Então, você consegue curtir mais esse momento”, conta. Para Eliza Martins, proprietária do instituto que leva seu nome, a satisfação das clientes é o objetivo de seu empreendimento. “Trabalhamos para proporcionar experiências que tragam a satisfação e a realização pessoal de cada uma e esperamos que, tanto no Dia das Mães quanto no grande dia para as noivas, as palavras e os sentimentos sejam de alegria”, destaca. PRESENTE Para as mães, são oferecidos pacotes de tratamento capilar e de SPA para os pés. Para o cuidado dos cabelos, é oferecido um desconto de R$ 350 para quatro sessões. O material para o processo é
escolhido pelas profissionais do salão, que avaliam qual o melhor produto para cada cliente. Com o desconto, o tratamento completo sai a R$ 850. O SPA para os pés tem duração de uma hora e meia, com massagem, hidratação, pedicuro e hidro. O valor promocional do serviço é de R$ 90. A assessora de moda Ana Tereza Carvalho, 39, é mãe e já fez uso dos dois serviços. Ela recomenda ambos como presente do Dia das Mães. “É sempre bom receber cuidados”, diz ela, que também destaca o atendimento do local. “No Instituto Eliza Martins, todos nos deixam muito à vontade, nem parece que estamos em um salão, mas, sim, em casa. São muito atenciosos e carinhosos”, descreve.
SERVIÇO Noiva Esmeralda Penteado e maquiagem (teste e dia do casamento), manicure, toalete, consultoria e assessoria Noiva Safira Todos os anteriores além de cílios postiços, pedicure, banho de lua, toalete e mesa de buffet Noiva Rubi Todos os itens anteriores, mais massagem relaxante e direito a penteado e maquiagem para uma acompanhante Noiva Diamante Todas os outros tratamentos e unha de gel, SPA dos pés e das mãos, limpeza de pele, nutrição facial, hidromassagem, depilação e três acompanhantes com penteado e maquiagem Instituto Eliza Martins Rua Pernambuco 849, Savassi, BH - (31) 3047-7007 www.elizamartins.com.br
Daniela Ferreira destaca a privacidade do Dia da Noiva
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pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 13 a 19 de maio de 2017
WSua melhor viagem. Confira as dicas para visitar a Tailândia. Página 12 WNovidade. Hotel próximo a Itabirito inaugura parque aquático. Páginas4 e 5
pampulha
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GIANLUIGI GUERCIA/AFP
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BELO HORIZONTE Sábado 13/5/2017
A África diferente O legado de Nelson Mandela em um tour pelas ruas de Joanesburgo Páginas 6, 7, 8 e 10
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paulo campos paulocampos@otempo.com.br
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Setor de eventos movimenta BH O Belo Horizonte Mercure Lourdes foi palco do lançamento da Minas Eventos Expo e da posse da nova diretoria do Sindicato das
Empresas de Promoção e Produção de Eventos de Minas Gerais (SindipromMG), que a partir de agora será presidido por Bruno Be-
chelany, da Efeito. No lançamento da Minas Eventos Expo – que acontece nos dias 17 e 18, no Minascentro –, Flávia Botelho, do Espaço
Ampliar, falou da importância e da expectativa da feira, que terá painéis, rodadas de palestras e networking. FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
check in/check out W Master no U2
Encontro da Hotelaria
A Master Turismo vai ter camarote exclusivo nos shows do U2 no estádio do Morumbi, em São Paulo, nos dias 19 e 22/10. “O camarote é uma oportunidade para as empresas proporcionarem a seus clientes, parceiros e/ou funcionários uma experiência diferenciada e especial”, destaca Fernando Dias, presidente do Grupo Master.
A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) promove, no próximo dia 26, no Center Convention, em Uberlândia, o 15º Encontro da Hotelaria e Gastronomia Mineira, com mostras de produtos, palestras, rodada de negócios e oficinas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site www.encontrohotel.com.br.
FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Roberto Fagundes (FCVB), Sarah Vaintraub, Bruno Bechelany (presidente Sindimprom-MG) e Gustavo Arrais (adjunto Setur-MG)
Flávia Botelho (Minas Eventos Expo), Ernani de Castro (BH CVB), Aluizer Malab (Belotur) e Anderson Rocha (BHCVB)
sala vip (II) W
Intercâmbio de forma descontraída Um dia de experiência ao redor do mundo. Foi assim o True Experience Day, que aconteceu noúltimo domingo, no Mercure Lourdes. O
evento da agência de intercâmbio True Experience proporcionou, de forma leve e descontraída, todas as informações para quem tem inte-
resse em estudar ou trabalhar fora do Brasil. Com talks e tours virtuais, os interessados se sentiram mais próximos da realidade de diversos
países. Para receber os mais de 600 participantes, foi elaborado um ambiente com lounges, sala de palestras e praça de alimentação. FOTOS TRUE EXPERIENCE/DIVULGAÇÃO
Sala Mundo na feira de intercâmbio da True Experience
Em mais um evento do Internacionaliza BH, José Fernandes, Mônica Cordeiro, Lindolfo Paoliello (ACMinas) e Roberto Fagundes
Gabriela Salles, Christiane Alvarenga e Bettina Araújo, da True
Mônica Cordeiro, Tânia Reis, Suzana Diniz e Fabiana Fagundes; além de palestra, foi entregue o selo Eu Participo ao Clan Glass Business Tower Hotel
Braztoa em BH
Fóruns em SP
A Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) e a Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (MG) assinaram um acordo de cooperação para a realização do Experiência Braztoa em Belo Horizonte. O evento está agendado para o dia 22 de agosto e terá mais de 300 vagas para agentes de viagens.
Dois fóruns acontecem em São Paulo nas próximas semanas: dia 18/5, o Fórum de Turismo de Luxo no Brasil, no Renaissance Hotel, e no dia 13/6, o Fórum LGBT de Turismo do Brasil, no Meliá Paulista Hotel. O primeiro é promovido pela Fórum Marketing de Luxo (Promonde), e o segundo, pela Associação Brasileira de Turismo LGBT.
personagem da semana EMPROTUR/DIVULGAÇÃO
Leo Tiberi,
diretor de Turismo do Ente Mixto de Promócion Turística (Emprotur), fala sobre as novidades de Bariloche e a expectativa de atrair, na próxima temporada de neve, cerca de 30 mil turistas brasileiros
Qual o diferencial de Bariloche como destino turístico? Bariloche possui cinco estações de neve, incluindo a maior pista
de esqui e snowboard da América Latina, a Cerro Catedral. Conhecida como capital argentina dos esportes de aventura, a cidade ainda conta com um centro comercial bem-equipado e uma série de passeios turísticos, além de abrigar as melhores fábricas artesanais de chocolate do mundo e de ser reconhecida como um dos polos da tradicional cerveja artesanal argentina. Essas características tornam a cidade a preferida não só de brasileiros, como de turistas do mundo todo.
Quais as novidades do destino na próxima estação de inverno? Teremos muitas novidades na temporada de inverno, a começar por um novo Boulevard (centro comercial com serviços para os turistas), campeonato mundial de esqui cross, novas chocolaterias e cervejarias, além de surpresas na programação no centro da cidade.
Qual o crescimento de visitantes esperado com a isenção do IVA nas diárias de hotel, em vigor desde 2 de janeiro? Somente no mês de julho costumamos receber mais de 200 mil turistas. Certamente esperamos aumentar esse montante e, para isso, sempre nos empenhados em oferecer os melhores serviços e novidades a cada estação.
Qual a representatividade do Brasil como emissor de visitantes para Bariloche? Os brasileiros sempre prestigiaram nossa cidade. Neste ano, esperamos receber 30 mil turistas provenientes do Brasil, com um acréscimo de 10% em relação a temporada passada. Os mineiros representam uma parcela importante dos nossos visitantes.
O senhor acredita que o voo direto de Campinas a Bariloche vai aumen-
tar o número de brasileiros por lá? Certamente. A Latam confirmou voos diretos de São Paulo a Bariloche às sextas-feiras, sábados e domingos, no mês de julho, e sábados e domingos, em agosto. A Azul Linhas Aéreas também terá voos diretos de Campinas aos sábados, em julho e agosto. E mais: a Aerolineas Argentinas vai disponilizar voos de diferentes cidades brasileiras para Bariloche – com conexões somente em Buenos Aires –, o que representará o maior número de voos da história da companhia desde o Brasil. E mais: os brasileiros podem se preparar, pois antes de julho haverá uma série de promoções e mais uma série de benefícios para visitar nossa cidade.
Essa recente capacitação dos agentes mineiros será estendida a outros Estados? A Emprotur Bariloche considera importante apresentar todos os
atrativos e as novidades da próxima temporada de forma presencial e oferecer as melhores ferramentas de capacitação aos agentes de turismo. Além disso, também é uma forma de estarmos mais próximos desses profissionais, essenciais para o nosso trabalho, e avaliar qual a expectativa deles e do turista, para sabermos, principalmente, o que as pessoas buscam ao escolher Bariloche como destino. Continuaremos com essas capacitações por diferentes cidades do país, depois de São Paulo, Uberlândia, Belo Horizonte e Curitiba.
Qual é a avaliação desse trabalho? Os agentes de turismo são essenciais para o nosso trabalho, por isso é importante oferecermos todo o suporte para que possam trabalhar. E o fato de estarmos face a face nesses cursos nos aproximam, ajudando a reforçar o networking.
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Lançamento
Gastronomia londrina O jornalista Daniel Buarque assume um divertido desafio de quebrar preconceitos e estereótipos alimentares para mostrar que a comida londrina possui uma identidade gastronômica marcante. Em uma pesquisa minuciosa, o autor lança o livro “Comendo Londres” (R$ 39,90) e mostra que, apesar da má fama, é possível, sim, comer bem na capital inglesa. REPRODUÇÃO
Julho
Férias no Costa Brasilis O Costa Brasilis está com pacotes promocionais para julho. A diária para até quatro noites (com mínimo de três) custa a partir de R$ 1.264 no resort all inclusive. A partir de cinco noites, ela cai para R$ 1.149. Afastado do burburinho, em Santo André (BA), o Costa Brasilis oferece conforto, sossego e belíssima praia, surpreendendo o hóspede pela ótima infraestrutura e pela gastronomia. Reservas: (73) 3282-8200 ou (21) 4020-4140. Site:costabrasilis.com.br.
turismo
Itabirito
Hotel inaugura um novo parque aquático O Samba Rio de Pedras passa a oferecer, a partir de hoje,mais atividades deentretenimento e de lazer, principalmente para crianças Tânia Ramos
taniaramos@otempo.com.br
Um aprazível refúgio em meio à natureza, ladeado por um lago de 15 km² de extensão e com estonteante vista de verdejantes encostas, o Samba Rio de Pedras ganha, hoje, mais um atrativo: o novo parque aquático, com o suporte de um bar próximo. Misto de clube e hotel, a unidade também se torna, a partir de agora, especialista em recreação infantil, oferecendo várias atividades com o acompanhamento de monitores, além de disponibilizar outros tantos atrativos aquáticos. Situado nas proximidades de Itabirito – a 70 km de Belo Horizonte –, no Circuito do Ouro, o Rio de Pedras possui uma ótima infraestrutura de lazer, com quadras (tênis, basquete, peteca, vôlei, areia e poliesportiva), vôlei aquático, campo de futebol, ginásio coberto, playground, sauna, bar, boate, stand-up paddle, pedalinhos, wakeboard e passeios de lancha. Para os hóspedes que quiserem levar seus próprios equipamentos náuticos, como lanchas e motos
aquáticas, o hotel também tem uma garagem para embarcações, além de um deck com rampa e guincho elétrico, na área do píer.
Novidades Com 25 anos de história e há dois sob a bandeira Samba, o Rio de Pedras vem, segundo o gerente de marca Fred Carvalho, passando por melhorias na in-
Corpus Christi
Prainha de azulejo, como já foi apelidado, o espelho-d’água promete ser concorrido
água, como chuveirinhos e escorregador de elefante. Mas o carro-chefe é, com certeza, o tsunami samba, uma espécie de balde gigante que despeja 3.000 L de água de uma vez, a cada cinco minutos. Ou seja, uma verdadeira cachoeira de emoções. Em frente ao parque aquático, o hotel também
está inaugurando um bar temático, onde serão comercializados chopes artesanais produzidos em Itabirito, o Barão de Eschwege, do estilo dortmunder, a R$ 8 (300 mL), e chope artesanal especial (consulte o sabor), a R$ 9 (300 mL), assim como máquinas automáticas de snacks, com alguns lanches premiados.
O tsunami samba resulta, a cada cinco minutos, em uma caudalosa cachoeira
Compra de plano anual ou de cota facilita a estadia
Feriado no Portobello Para o feriado, o Portobello Resort oferece pacote de quatro noites, para casal, em ap. standard duplo, a partir de R$ 5.280, com duas crianças de até 12 anos no mesmo quarto dos pais, sem custo. A tarifa inclui pensão completa e bebidas. O resort oferece atividades especiais de lazer para adultos e crianças, jantares temáticos, happy hour e música ao vivo todos os dias. Reservas: 4020-8005/ (21) 2789-8000 ou portobelloresort.com.br.
fraestrutura e nos serviços. Desde então, o hotel ganhou mais chalés e pretende construir mais oito até o fim deste ano. E, para o restaurante, foi contratado um chef de cozinha. Contudo, o melhor salto de qualidade é o novo parque aquático. Ao lado das piscinas com toboáguas já existentes, incluindo uma aquecida coberta e outra redonda média, esse complexo é formado por duas piscinas interligadas por um espelho-d’água de 22 m por 13 m e profundidade de 15 cm, ideal para crianças e adultos tomarem sol, e vários brinquedos que jorram
Extenso lago na área do hotel é ideal para a prática de esportes náuticos
O Samba Rio de Pedras funcionou, por mais de 20 anos, como clube Balneário Rio de Pedras. Remanescente de sua origem, a rede Samba – que encampou o empreendimento como mais uma de suas unidades hoteleiras – criou o Samba Vacation Club, ao manter as vendas de cotas e introduzir planos anuais. As cotas Samba Privilégio Max, que visam garantir o acesso regular do hóspede
por um prazo indeterminado, com um menor custo e direito a levar vários convidados, custam hoje R$ 3.588 mais uma manutenção mensal de R$ 253. Com a aquisição desse plano, o hóspede tem desconto de até 90% no aluguel dos chalés, seis meses grátis de mensalidade e sete noites em qualquer um dos hotéis Samba. Para estender o benefício a outros usuário que preferem um vínculo de menor
duração, a rede Samba oferece os planos Samba Diversão e Samba Aventura, ambos válidos por um ano. O Samba Diversão custa R$ 2.870 e dá direito a 90% de desconto no aluguel dos chalés, dois convites por mês e 20% de desconto nos demais hotéis Samba. Já no Samba Aventura, o usuário paga uma mensalidade de R$ 299 e tem acesso aos mesmos privilégios do Samba Diversão.
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FOTOS FRED CARVALHO/DIVULGAÇÃO
Recepção do hotel
Projeto é chegar a cem chalés O Samba Rio de Pedras, onde a natureza bate à porta do quarto, também está ampliando o número de chalés. Nestes dois anos, a rede construiu mais oito quartos (está hoje com 84 unidades), e pretende fechar 2017 com um total de cem acomodações. O hotel oferece três categorias: Diversão (uma cama de casal e uma de solteiro), Alegria (beliches de solteiro) e Família (uma cama de casal e duas de solteiro), com ventilador de teto.
Vista aérea
Serviço Hospedagem: Samba Rio de Pedras Informações: (31) 98526-7410 ou 0800 20 72 622 Como chegar: Pegue a BR–040 e dirija por 19,8 km até tomar o acesso à BR–356, seguindo até Itabirito, de onde se prossegue por cerca de 10 km até o Rio de Pedras.
Diárias: Na baixa temporada, custam a partir de R$ 215 (+ 5% de ISS), nos dias de semana, e R$ 335 (+ 5% de ISS), nos fins de semana; na alta temporada, saem a R$ R$ 255 (+ 5% de ISS), nos dias de semana, e R$ 375 (+ 5% de ISS), nos fins de semana. Todas com pensão completa (café da manhã, almoço e jantar).
Atividades de Lazer (pagas): Passeio de lancha: Custa R$ 30 por passageiro (para um mínimo de três e máximo de oito pessoas), com 30 minutos de duração. Aula de wakeboard: Sai a R$ 150 por pessoa, por 30 minutos. As aulas devem ser agendadas com antecedência.
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turismo SOUTH AFRICA TOURISM/DIVULGAÇÃO
Sandton Sun
Elegância e conforto O hotel Sandton Sun (sandton-sun.johannesburg-hotels-za.com/pt) é uma excelente opção de hospedagem em Jo’burg. Está localizado no centro comercial de Sandton City. Construído em 1984 e remodelado em 2007, combina o estilo contemporâneo e facilidades modernas. Com 326 suítes espaçosas e diárias a partir de US$ 250, está conectado a um shopping com diferentes opções de compras e restaurantes. Os hóspedes tem serviço de transporte gratuito para o aeroporto, recepção 24 horas e serviço de porteiro, bem como loja de conveniência e estacionamento. PAULO CAMPOS
SOUT AFRICA TOURISM/DIVULGAÇÃO
África do Sul
‘Jo’burg’ só depois que você se tornar mais íntimo Maior cidade sul-africana e porta de entradapara o turistavive grandes transformaçõese tematrações para seentender toda a história do país Paulo Campos
paulocampos@otempo.com.br
Big Mouth
Comida muito saborosa Big Mouth é um restaurarante novo em Jo’burg e oferece uma experiência gastronômica interessante. O cardápio tem frutos do mar, grelhados, hambúgueres gourmet, mas a casa é famosa pelo sushi, considerado o melhor da cidade. O coração da cozinha é o grill josper, forno a carvão que dá um sabor diferente aos pratos. Peça para se sentar a uma mesa na parte de fora, de frente para a praça Nelson Mandela, onde os turistas fazem fila para fotografar ao lado da estátua gigante em bronze do líder sul-africano. ALEXI PORTOKALLIS BIG MOUTH/DIVULGAÇÃO
Joanesburgo iluminada e contemplada de um rooftop
Comparando -se a África do Sul com o Brasil e guardando proporções e particularidades, Joanesburgo seria São Paulo, e Cidade do Cabo, Rio de Janeiro. Mas as comparações param por aí. A África do Sul é o país mais rico e moderno do continente africano, com IDH de 0,658 e uma honrosa 32ª posição no ranking das economias mais importantes do mundo. Jo’burg, como os locais costumam se referir à cidade com 8 milhões de habitantes, carrega as virtudes e as mazelas de uma metrópole. O aeroporto Oliver Tambo é a principal porta de entrada no país, e recomenda-se permanecer na cidade, pelo menos, duas noites para se conhecer a história da África do Sul e aproveitar seus shop-
pings, restaurantes descolados e museus. Muito espalhada, a exemplo de Los Angeles (EUA), a maior cidade da África do Sul tem bairros sofisticados, como Sandton, Melrose, Melville e Rosebank, e subúrbios como Soweto e Alexandra. No trajeto do aeroporto ao hotel, vão surgindo os cenários de uma metrópole que se moderniza e tenta deixar para trás uma triste história de opressão e segregação racial.
Hospedagem Para se hospedar, o recomendável são bairros turísticos de Melville e Sandton, esse último local de grandes redes hoteleiras, como a Tsogo Sun, a maior da África, muito conhecida no mundo pelo conforto e pela qualidade dos serviços, com mais de cem hotéis no mundo e 42 marcas, das econômicas (Sun Square) às sofisticadas (Southern Sun). Com atrações espalhadas pela cidade e transporte público pouco eficiente, o conselho é contratar uma agência de receptivo, como a JMT Tours (jmttours. com) ou comprar bilhete de city sightseeing (citysightseeing.co.za/johannesburg), aqueles ônibus panorâmicos de dois andares, ao preço de 150 rands (R$ 39,83).
Há voos diretos entre São Paulo e Joanesburgo, com serviço da South African Airways e duração a partir de 8 W Na próxima edição, confira as atrações de horas Cidade do Cabo e Stellenbosch.
MARCELLO CASAL JR./ABR/DIVULGAÇÃO
City sighseeing faz 12 paradas, com opção de descer em ponto, ficar quanto tempo quiser e pegar o próximo ônibus
África do Sul Capital: Pretória (executiva), Cidade do Cabo (legislativa) e Bloemfontein (judiciária) População: Cerca de 54,96 milhões de habitantes (dados de 2015) Fuso horário: + 5h (horário de Brasília) Idioma: São 11 idiomas oficiais, mas a maioria da população fala o inglês e o africâner Exigência: Não precisa de visto de entrada , mas exige vacina contra a febre amarela Moeda: Rande (1 rand = R$ 0,23)
turismo
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EDITORIA DE ARTE/O TEMPO/FOTOS: SOUTH AFRICA TOURISM/DIVULGAÇÃO
A TRAJETÓRIA DE MANDELA EM JO’BURG
Confira todas as atrações no site www.mandela.southafrica.net
Centro de entretenimento em Sandton, onde se localiza a estátua de 6 m de altura do líder sul-africano. www.nelsonmandelasquare.co.za
Vilakazi Street
ão a Fundaç emória d la M e d o e tr d an Cen Nelson M
Abriga exposições temporárias e permanentes, inclusive permite a experiência de passear pelo escritório de Mandela pós-presidência. 107 Central Street, Houghton: Grátis, mas é necessário agenddar a visita. www.nelsomandela.org
Museu do Apartheid Inaugurado em 2001, ilustra a ascensão e a queda do regime de segregação racial: Northen Parkway & Gold Reef Roads. Funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. 80 rands (R$ 18,77). www.apartheidmuseum.org
Nelson Mandela Museu
Constitutional Hill O local tem uma história longa e complexa, que começou em 1892. Ao longo dos anos, o lugar funcionou como prisão, e, durante o apartheid, muitos pregaram ali a resistência pacífica. Na prisão, ficaram detidos Nelson Mandela e Mahatma Gandhi, além dos envolvidos na Campanha do Desafio de 1952 e do Julgamento da Traição de 1956: Klotze Street, 1. Funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados e aos domingos, das 10h às 15h. 55 rands (R$ 12,89) www.constitucionalcourt.org.za
Breve história para entender o apartheid A história de Nelson Mandela se confunde com a da África do Sul. Por esse motivo, é necessário conhecê-la em Joanesburgo. É o principal roteiro oferecido pelos receptivos. Em um breve resumo, o regime do apartheid vigorou de 1948 a 1994. Ele retirava os direitos dos negros e concedia privilégio aos brancos, que representam 6% da população do país. A discriminação racial começou quando o Partido Nacional da África do Sul ganhouas eleições. Osnegros foram confinados em guetos e tinhamque obedecera umalegislação específica. Em 1964, a revolta dos negros, sob a liderança de Nelson Mandela, começouaincomodar aminoria branca. Até que Mandela
Praça Nelso n Mandela
incitou boicotes e movimentos armados. Mandela foi preso em 1962 junto com outros líderes. Em 1976, uma onda violenta de protestos em Soweto, distrito da Grande Joanesburgo, deixou 300 mortos e terminou em mais de 13 mil prisões. A revolta de Soweto acordou a comunidade internacional e foi condenada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Com a crescente oposição ao regime, o presidente Frederik Willem de Klerk iniciou negociações para acabar com o apartheid, o que culminou com a libertação de Mandela em 1990 e a realização de eleições democráticas em 1994, que foram vencidas pelo Congresso Nacional Africano.
Juventude de Nelson Mandela and Heritage Centre Qunu
Nelson Mandela Museu Casa onde Nelson Mandela viveu com a família em Soweto. Situada em Vilakazi Street, 8115, foi restaurada e mantém o mobiliário original. Há lojinha com suvenires. Funciona diariamente das 9h às 17h. 60 rands (R$ 14,19). www.mandelahouse.org
Saiba mais Onde hospedar-se: Sandton Sun. Sandton City. www.tsogosun.com. Diárias a partir de US$ 250. Onde comer Big Mouth. Grelhados, hambúgueres, frutos do mar e sushi. Os preços variam de 129 rands Chicken Paillard) a 299 rands (Miso Salmon). Como vive lotado, é necessário fazer reserva. Sandton City. www.thebigmouth.co.za/ Moyo. Esse restaurante é famoso por pintar o rosto dos clientes. Portanto, prepare-se para algum exotismo. Oferece especialidades de vários países africanos, como carpaccio de avestruz, tortinha de crocodilo, sopa nigeriana etc. Cuidado, a comida é picante. www.moyo.co.za/
AFP PHOTO
Five Hundred. A cozinha de David Higgs tem uma estrela Michelin e é classificada como moderna, experimental, com os pratos apresentados de forma quase artística. O restaurante fica no luxuoso Saxon Hotel. Experimente o foie gras e vermelhos profundos, com morango, beterraba, framboesa e ruibarbo. Prepare-se para gastar cerca de 2.700 rands (+ ou - R$ 6oo). ww.saxon. co.za/five-hundred Nelson Mandela foi eleito presidente em 1994 e pôs fim ao apartheid
A rua mais famosa de Soweto é a única no mundo onde moraram dois vencedores do Prêmio Nobel da Paz, Nelson Mandela e o arcebispo Desmond Tutu. Fica a curta distância do Hector Pieterson Museum, que presta homenagem ao levante de Soweto de 1976. www.joburgtourism.com
Bhunga Building, Nelson Mandela Drive & Owen Street. Funciona de segunda-feira a domingo, das 8h às 16h30. Grátis. Qunu é onde o ex-presidente passou sua infância e juventude. Fica a alguns metros da casa onde ele morou, em Soweto, hoje o Museu Nelson Mandela. O local onde ele está enterrado está a 5 km dali. Não há acesso público ao túmulo, que pode ser visto do deck panorâmico. É necessário pré-reserva.
Kliptown Open-Air Museum Praça Walter Sisulu, Soweto. Em 1955, Nelson Mandela, banido, testemunhou secretamente a adoção da Carta da Liberdade, que delineava os anseios por uma nova África, no Congresso do Povo, em Kliptown. Hoje, existe ali um monumento em homenagem à adoção da carta. Funciona de segunda a sexta, das 9h às 16h e aos sábados e aos domingos, das 9h às 14h. 15 rands (R$ 3,55). www.joburg.or.za
Liliesleaf Foi nessa fazenda que os líderes na luta contra o apartheid buscaram abrigo e promoveram reuniões. Muitos deles foram presos em uma batida policial na fazenda em 11 de junho de 1963: 7, George Ave, Rivonia. Visita guiada 130 rands (R$ 30,74). www.liliesleaf.co.za
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turismo SOUTH AFRICA TOURISM/DIVULGAÇÃO
Constitutional
Nome em 11 idiomas Em Constitutional Hill, o tour termina no moderno e colorido prédio da Corte Constitucional – na fachada, a curiosidade é um mosaico com o nome da Corte em 11 idiomas sul-africanos. No hall principal, uma frase em português chama atenção dos visitantes – “A Luta Continua”, homenagem de um moçambicano aos sul-africanos.
Nelson Mandela
O caminho do líder em um tour Além de compras, baladas e bons restaurantes, Jo’burg reserva atrativos obrigatórios, como o distrito de Soweto, Museu do Apartheid e a prisões-museus Constitution Hill
SOUTH AFRICA TOURISM/DIVULGAÇÃO SOUT AFRICA TOURISM/DIVULGAÇÃO
Visão de Soweto
A estátua de nelson Mandela em brinze em Sandton
Apartheid
Classificação na entrada O museu está localizado no parque Gold Reef City. Para se inserir na atmosfera do espaço, o tíquete vem com sua classificação racial – branco ou nã-branco – e define a sua porta de entrada, obviamente algo cenográfico. Na entrada, totens com fotografias de pessoas em tamanho natural sobre espelhos. São pessoas comuns, de todas as raças e gêneros. SOUTH AFRICA TOURISM/DIVULGAÇÃO
Carlton Centre
Fora do roteiro dos receptivos O melhor mirante de Joanesburgo é o Carlton Centre, também chamado de Top of Africa, de onde se tem uma panorâmica de 360º da cidade. É ainda o melhor lugar para admirar o pôr do sol. O edifício é o 185º arranha-céu mais alto do mundo, com 223 m. Concluído em 1973, tem 50 andares. A entrada custa 15 rands (R$ 3,52).
Paulo Campos
paulohcampos1@gmail.com
O “roteiro do apartheid” em Jo'burg deve obedecer a três programas obrigatórios – a casa onde o líder sul-africano Mandela morou no subúrbio de Soweto; o impactante Museu do Apartheid, no parque Gold Reef City; e as prisões-museus de Constitution Hill, local onde foram trancafiados líderes, atualmente a sede da Corte Constitucional da África do Sul. A visita deve começar por Constitution Hill. O local tem uma longa e complexa história que começou em 1892. Ao longo de décadas, funcionou como prisão e depois fortaleza na guerra da África do Sul, que durou de 1899 a 1902. Anos mais tarde serviu de prisão para os líderes do apartheid. A visita guiada completa custa 55 rands (R$ 12,89), e dura cerca de três horas. Constitution Hill é um tour de sofrimento e reflexão que passa pelas celas utilizadas como dormitórios, o pátio onde os presos sofriam castigos e torturas, o cardápio das refeições que revelavam o tratamento desigual entre prisioneiros pela cor da pele e as celas de confinamento, onde ainda se veem inscrições como “power to the people” e “a luta continua” nas paredes. Os piores relatos de abusos contra os detentos vinham da Número Quatro,
As solitárias da prisão em Constitution Hill
Quem leva Aéreo> A South African Airways (www.flysaa. com) tem voos a partir de R$ 1.725, decolando diariamente do aeroporto de Guarulhos, às 18h. Operadora: Abreu Informações: Consulte seu agente de viagens ou www.abreutur.com.br Pacote: “Descobrindo a África do Sul” Inclui 8 noites (Joanesburgo, Sun City e Cidade do Cabo) Preço: A partir de US$ 1.971 (terrestre) Aéreo: Sob consulta
Um passeio pelo museu e cervejaria SAB World of Beer é essencial para quem tem interesse em uma na bebida;á entrada custa R$ 26,98(115 rands)
EUGÊNIO SÁVIO/DIVULGAÇÃO
onde ficavam os presos qu aguardavam sentença. Cerca de 70 prisioneiros, entre eles o líder indiano Mahatma Gandhi e o fundador do Congresso Pan-Africano, Robert Sobukwe, ficaram em celas construídas para receber 30 pessoas.
Museu do Aparheid Gente loira, de olhos azuis e pele branquinha. Na África do Sul, não se veem apenas negros, mas também uma população de origem europeia. A colonização explica direitinho esse biótipo. Os holandeses foram os primeiros colonizadores que chegaram à África do Sul a partir de 1652; um século depois, embarcaram os ingleses e empurraram os holandeses para o interior.
Holandeses e ingleses vieram atrás do mesmo objetivo: as minas de ouro e diamante. O confronto entre os dois colonizadores resultou em uma guerra sangrenta, vencida pelos britânicos em 1906. A colonização explica o inglês como idioma oficial, mas alguns brancos utilizam o africâner, mistura do holandês com o alemão, falado pelos africânderes. Toda essa história da colonização é contada em textos e imagens no Museu do Apartheid (ingresso a 80 rands ou R$ 18,77), o atrativo mais impactante de Joanesburgo. Mas o que interessa ali é o período compreendido entre 1948 e 1994, quando a luta contra o regime de segregação racial ganhou ênfase com a liderança de Nel-
Em Rosebank está o African Craft Market, simpático mercado
son Mandela e despertou a comunidade internacional. Dentro do museu, o visitante descobre todas as restrições impostas aos negros durante o apartheid. Segue-se aindaum percursoclaustrofó-
bico, com fotografias, depoimentos, instrumentos de tortura e repressão, recortes de jornais, vídeos etc. O roteiro museológico nos torna testemunhas desse horror e muitas vezes nos emociona.
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turismo FOTOS LUDMILLA DE LIMA/AGÊNCIA O GLOBO
Mãe elefante e filhote: um dos “big five"
Kruger Park
Os ‘big five’ são as presenças mais esperadas Um safári fotográfico no parque da Savana africana coloca ovisitante frentea frente comos animais mais ferozes e belosda região nordestedo paísde Mandela Avistar o leão é o desejo número 1 de todos os visitantes; o parque estima ter em torno de 1.500 animais em sua área
Da redação
Serviço Como chegar: A partir de Joanesburgo, pode-se voar uma hora até Nelspruit e, de lá, seguir por mais duas horas de carro ou, então, viajar direto de carro por cerca de cinco horas. Ingresso. Custa R$ 64 (280 rands). Criança paga meia. Hóspede do parque só é cobrado uma vez.
O ranger do Singita (hotel dentro do parque) abre champanhe ao pôr do sol
Pacotes. Os programas Kruger Safari, de três dias de safári no Kruger Park, custam, ao câmbio desta semana, R$ 2.261,54 (9.640 rands) e R$ 2.742,47 (11.690 rands), o privativo. Mirantes. Alguns são pagos. Os preços saem a partir de R$ 2,30 (10 rands). Rinoceronte caminha tranquilamente por uma trilha do Parque Nacional Kruger
Ao adentrar o Parque Nacional Kruger, no nordeste da África do Sul, é difícil conter a euforia. Além dos mais desejados – porém temidos – “big five” para um clique, zebras, girafas, hipopótamos, hienas, macacos, guepardos e antílopes são alguns dos animais selvagens que vivem por lá. Avistar um leão, contudo, depende de um pouco de sorte e, principalmente, do conhecimento dos guias dos “game drives”, como são chamadas as expedições. Experientes, os rangers (motoristas e guias) conseguem ler as pegadas dos animais e interpretam sons e a movimentação deles, vistos a poucos metros. A procura pelos cinco maiores animais da Savana
africana (leão, elefante, rinoceronte, leopardo e búfalo) é, sem dúvida alguma, a maior atração do parque nacional, que se situa numa área de cerca de 20 mil km² – é quase do tamanho de Israel – e é lar para 147 espécies de mamíferos nas províncias de Mpumalanga e Limpopo, na fronteira com Zimbábue e Moçambique.
prescindível buscar antes dicas com locais, para não correr o risco de passar horas na Savana sem ver ao menos um elefantinho. Ali, quem passeia em carro alugado só pode circular com vidros fechados e pelas estradas demarcadas, algumas asfaltadas. O mais acertado, contudo, é integrar um safári em carros grandes e abertos.
Visão certa Assim, é quase impossível sair de lá frustrado. O parque estima a existência de 1.500 leões em sua área, assim como de mil leopardos, 2.500 búfalos, 12 mil elefantes e 5.000 rinocerontes (brancos e negros). A melhor época para avistálos na região é entre os meses de abril e outubro. Caso o visitante escolha fazer o safári por conta própria, em carro alugado, é im-
O Parque Nacional Kruger recebe anualmente cerca de 1,5 milhão de visitantes
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sua melhor viagem
Tradição milenar e cenário de filme na Tailândia FOTOS THIAGO MARTELETTO/ARQUIVOPESSOAL
O viajante Thiago Marteletto, que acaba derealizar o sonho devisitar o paísasiático, conta, emdetalhes, tudooque viu e apreciou no destino No mês passado, eu realizei um antigo sonho de conhecer a Tailândia. Foram nove dias de viagem, chegando na megalópole Bangcoc, onde fiquei três dias. Na sequência, segui o caminho das praias ao sul, tendo estado por dois dias em Phuket, capital da ilha de mesmo nome e com uma vida noturna agitada, e, finalmente, quatro dias na ilha Koh Phi Phi. Muitos acham que é um destino caro, principalmente pelos valores de passagens aéreas, mas afirmo: pode-se ir até lá, com ótimos hotéis, comendo bem, passeando muito e gastando pouco, pois o real é muito valorizado
em relação ao baht, a moeda tailandesa. Em Bangcoc, conheci toda a devoção budista em templos maravilhosos como Wat Traimit (Templo do Buda de Ouro), Grand Palácio e o famoso Wat Pho (Templo do Buda Reclinado), o agito da rua KhaoSan Road e o famoso Rooftop Sky Bar & Sirocco. Além disso, passeei pelo Mercado Flutuante e andei de elefante – inesquecível! E, em Koh Phi Phi, conheci praias paradisíacas como Monkey Beach, Maya Beach (do filme “A Praia”) e Bamboo Island, entre outras. Um lugar igualmente incrível e com uma energia muito especial.
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1. O Grande Palácio Real é um conjunto de templos que serviu de residência para o rei da Tailândia até o século passado. Lá, você passará horas e tenha duas certezas: vai apaixonar-se por tanta beleza e não conseguirá conhecer todos os detalhes, pois são muitos templos, e cada um tem detalhes e belezas únicas. Vá de calça, pois lá é o único lugar que faz essa exigência. Entrada R$ 45. Como chegar: de táxi ou de barco (aproximadamente R$ 10).
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2 e 3. Dois passeios imperdíveis são o Mercado Flutuante e o de elefante. O Mercado Flutuante é algo totalmente diferente de tudo que já vimos, inédito, em que se passeia de barco e negocia compras com outros barcos ou barracas à margem do rio. É verdade que se tornou um ponto turístico muito forte com alguns produtos que fogem da cultura tailandesa, mas, ainda assim, vale muito o passeio. Na sequência, visitei uma vila de elefantes, em que se tem contato direto com os animais e, confesso, é uma experiência única. Pode-se ficar ao lado deles, fazer carinho e tirar fotos. Se quiser, ainda tem a opção de tomar banho com eles. Onde comprar: agências na Khaosan Road (R$ 80).
4 e 5. Um passeio perfeito em Koh Phi Phi é conhecer todas as lindas praias, num total de sete, a bordo de uma lancha rápida. O tour demora o dia todo, incluindo bebidas, almoço e dois mergulhos. Entre as praias estão Monkey Beach, onde você será recebido por macacos simpáticos; Bamboo Island, com águas mornas e cristalinas; e a famosa Maya Beach, que foi um dos motivos da minha viagem, pois, desde que eu vi o filme “A Praia”, sonhava em conhecê-la – e foi como eu havia imaginado, com destaque para as rochas, que tornam o local ainda mais único no mundo. Valor do passeio: R$ 100.
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Escolha um destino ,mande suas fotos e dê suas dicas de viagens para outros viajantes, enviando um breve relato nesse formato para o e-mail paulocampos@ otempo.com.br ou taniaramos@ otempo.com.br
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6. A noite em Bangcoc tem opções para todos os gostos. Um lugar imperdível é a Khaosan Road, rua com bares de todos os tipos e muito agito – lá é onde se come escorpião no palito. Turistas do mundo inteiro circulam e bebem pela rua e pelos bares. O local também é indicado para comprar passeios nas agências de viagens locais. Paralela à Khaosan Road está a charmosa Rambuttri, rua com mais restaurantes e, eu diria, mais indicada para casais. Dica: um lugar incrível é o Rooftop Sky Bar & Sirocco, ideal para chegar por volta das 17h40 para ver o pôr do sol do 65° andar do hotel Lebua (não paga para entrar, mas você tem que comprar um drink como “entrada”, que vale a pena. A vista e o clima ali são indescritíveis.
WServiço. Aprenda a higienizar seu carro de forma correta. Páginas 16 e 17
EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
WLançamento. Ford apresenta novo motor 1.5 flex de três cilindros. Páginas 20 e 21 pampulha
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BELO HORIZONTE Sábado 13/5/2017
No meio do caminho Testamos o WR-V; novo modelo da Honda tem DNA urbano, mas um pé no fora de estrada. Páginas 18e 19
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interCâmbio
Celular ao volante NISSAN/DIVULGAÇÃO
O cerco está aumentado, como aconteceu com a Lei Seca, o que mostrou eficácia em sua aplicação. O uso do celular ao volante mesmo quando o carro estiver parado no sinal vermelho, passou a ser considerada infração gravíssima de trânsito no Brasil desde o fim do ano passado. Recentemente, o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar de Minas Gerais (BTPMMG) divulgou um alerta em que ressalta a importância da atenção de todos para o tema. Para os que ainda pensam ser permitido manusear o aparelho mesmo sem estar fazendo ou recebendo chamada, vai uma advertência: o simples fato de segurar o aparelho ou ainda manuseá-lo para digitar algo enquanto dirige pode agora ser considerada infração gravíssima com multa de R$ 293,47 e sete pontos na carteira. Vale lembrar ainda
que, conforme com a resolução 371 do Contran, que instituiu o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito, mesmo que o carro esteja parado no trânsito ou em um semáforo, o motorista ainda pode ser multado se for pego usando o celular. O correto é estacionar o carro em local permitido para usar o aparelho. A mudança faz parte de um pacote de alterações feitas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), inseridas pela Lei Federal 13.281/2016, que tornou uma série de multas mais caras. Mais do que pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o prejuízo no bolso, utilizar o celular ao volante, como já é do conhecimento comum, tira a atenção do motorista. A distração dos condutores aumenta cada vez mais com a popularização dos smartphones. Para dirigir, é preciso estar atento a várias situações: aos pedestres,
aos outros veículos, ao trânsito ao redor etc. Mas, quando a atenção é dividida com o telefone, o risco de acidente cresce e muito. De acordo com estudos do National Higway Traffic Safety Administration (NHTSA) – órgão de segurança viária dos Estados Unidos –, dirigir com o telefone no ouvido dobra a chance de um acidente. Trafegar digitando uma mensagem aumenta essa possibilidade em 23 vezes. Nesse sentido, uma novidade alvissareira chegou nesta semana à Europa, com a notícia de que a Nissan está desenvolvendo um bloqueador de celular para carros. A divisão europeia da montadora japonesa se inspirou em invenção de 180 anos para chamar a atenção sobre os riscos da distração causada pelos smartphones ao volante. O dispositivo conceitual foi apresentado na Grã-Bretanha e
“Mesmo que o carro esteja parado no trânsito ou em um semáforo, o motorista ainda pode ser multado se for pego usando o celular. O correto é estacionar o veículo em local permitido e usar o aparelho”
Na Europa, Nissan criou um bloqueador de celular para carros é um novo tipo de compartimento instalado no descansa-braço do motorista do crossover Nissan Juke, que bloqueia por completo o sinal do smartphone. O dispositivo é um protótipo inspirado na gaiola de Faraday, uma invenção do século 19 que, em suma, consiste em criar um campo elétrico externo capaz de neutralizar as fre-
quências eletromagnéticas do que está dentro da caixa. Quando o celular é colocado dentro do compartimento e com a tampa fechada, o sistema atua bloqueando o sinal da operadora, bluetooth e Wi-Fi do aparelho, tal como estivesse em ‘modo avião’, sem que seja necessário acionar qualquer comando.
Chevrolet
Onix Effect volta ao mercado Versão com visual esportivo chegapelo preço deR$ 54.990 A volta da versão Effect, com visual esportivo, é a maior novidade da linha 2018 do Onix. Com preço de R$ 54.990, essa configuração caracteriza-se pelos adereços esportivos, como spoilers frontal e traseiro, saias laterais e rodas de alumínio de 15 polegadas com pintura cinza metálico, além de teto, moldura da grade frontal, adesivos
da coluna central e capas dos retrovisores com acabamento preto brilhante. Por dentro, há volante de base achatada, detalhes em vermelho no painel, revestimento exclusivo nos bancos e conta-giros com nova grafia. A mecânica, porém, não foi modificada: o motor é o 1.4 de 106 cv, associado a um câmbio manual de seis marchas. CHEVROLET/DIVULGAÇÃO
Versão Effect apareceu pela primeira vez no país em 2014
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Assistência
Seguro e proteção veicular: entenda as principais diferenças entre eles MARIELA GUIMARÃES/9.10.2015
Muitosmitosjáenvolveram oassunto. No entanto, especialista apontao quehá portrás de ambas asmodalidades e os benefícios A segurança é algo fundamental no dia a dia, ainda mais quando alguns veículos estão inseridos no assunto. No entanto, ainda existem algumasdúvidas sobrecomo protegê-los e a melhor forma de fazer isso, o que já envolveu, inclusive, uma série de mitos. Quando as associações de proteção veicular surgiram, houve muitos questionamentos em relação a elas. Após vários anos de estudo, debates jurídicos e ações judiciais, chegou-se a um consenso de que a proteção veicular se difere do seguro. Como ressalta Bady Curi Neto, advogado empresarial, o próprio Enunciado nº 185 da III Jornada de Direito Civil realizado pelo Conselho Nacionalda Justiça Federal em 2005 concluiu que “o contrato de ajuda mútua será plurilaterale auto-organizativo, repartindo custos e benefícios exclusivamente entre participantes, mediante rateio. Sua diferenciação do seguro capitalista e da previdência privada é a autogestão, tal como permitido pela Lei 9.656/1988 para os planos de saúde”. As associações são pes-
soasjurídicas, semfins lucrativos. Nesse caso, as associações de proteção veicular já se diferem do mercado de seguros, que integra a iniciativa privada. O advogado explica que a associação é a união de pessoas que unem esforços em busca de um interesse comum. “O associativismo está previsto no artigo 5º da nossa Constituição Federal, que estabelece ser plena a união de pessoas para fins lícitos”, diz ele, que reitera: “Portanto, associação é um direito constitucional que todo indivíduo possui de constituir grupos, organizá-los e reuni-los com o objetivo de tratar de interesses comuns e buscar um determinado fim”.
Junção de forças As associações existem em vários segmentos de mercado. Segundo o coordenador do curso de comunicação social do Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Antônio Terra, elas nascem das ideias de cooperação e de junção de forças e estão em dia com uma agenda mundial de economia colaborativa, que tem a lógica do compartilhamento e que convida as pessoas a repensarem
A proteção veicular está relacionada à economia colaborativa, que traz à tona um novo pensamento sobre o consumo
a forma de consumir. A intenção é que os indivíduos mantenham acesso a tudo o que eles precisam, sem precisar gastar mais por isso. Belo Horizonte, assim como todo o Brasil, viu crescer nos últimos anos as associações de proteção veicular. Sob a natureza das cooperativas, já nascem nessa perspectiva sustentável e compartilhada. No entanto, muitos questionamentos ainda circulam sobre as diferenças entre as seguradoras tradicionais e as associações de proteção
veicular. Curi, que acompanha esse segmento de mercado há muitos anos, explica que, no seguro, o segurado, por meio do pagamento de um prêmio, transfere o risco de seu bem, de um evento futuro e incerto, para a seguradora, ou seja, ela assume o risco pagoantecipadamente. “Na proteção veicular, não há pagamento de prêmio pelo associado. O que se rateia são eventos passados”, afirma ele, que ressalta, ainda, que noseguro a finalidade é lucra-
tiva, enquanto na proteção veicular a finalidade é a ajuda mútua entre os associados na proteção de seus bens. “Noseguro, o valor do prêmio é fixado antecipadamente. Na associação, é realizado o rateio por meio da apuração dos prejuízos sofridos pelos bens dos associados: o valor, portanto, é variado”, explica o profissional. A forma de adquirir os dois serviços também é diferente no tempo de contratação. No seguro, após negociação, precificação e inspeção,
a seguradora irá avaliar para somente depois liberar o benefício, enquanto na proteção veicular, após o laudo de inspeção e do pagamento de taxas, o carro está protegido. As seguradoras levam em conta características do dono do veículo, endereço, se possuem garagem, sexo e idade, enquanto na proteção veicular apenas o custo do veículo é levado em conta, pela natureza de igualdade existente entre os associados.
LEO FONTES EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
COMPARE OS TIPOS DE SERVIÇOS PROTEÇÃO VEICULAR
SEGURO
Quanto às partes
Associados: a associação funciona como mandatária
Segurador e segurado
Quanto ao objeto
Proteção do bem
Proteção do bem
Quanto à finalidade
Ajuda mútua
Lucratividade
Quanto à contraprestação
Taxa administrativa e rateio, por meio de apuração posterior dos prejuízos dos associados
Prêmio: pago antecipadamente, apurado por cálculo atuarial
Quanto a quem assume o risco
Os próprios associados Plurilateral: união dos contratantes em busca de um objetivo comum – mutualismo puro
Bilateral (sinalagmático): presença do devedor e do credor com objetivos distintos
Quanto à vigência
Prazo indeterminado
Prazo determinado
Quanto à relação entre as partes
Associativa
De consumo
Quanto aos efeitos
Bady Curi Neto, advogado empresarial, frisa que associação é direito constitucional
O segurador
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Linha 2018
Fiat Uno cai de preço A linha 2018 do Fiat Uno já está nas lojas. A principal novidade é a presença do sistema de monitoramento de pressão dos pneus, que passa a ser de série em todas as versões do modelo. A opção mais barata do Uno passou a se chamar Drive em vez de Attractive. O Uno custa a partir de R$ 42.980 (Drive) e chega a R$ 51.080 (na versão Sporting 1.3). O preço da versão de entrada caiu R$ 340, mas também perdeu alguns equipamentos. FIAT/DIVULGAÇÃO
Volkswagen
Virtus chega ao Brasil em 2018 O novo sedã Virtus, da Volkswagen, será lançado em novembro na Europa e chega ao Brasil no primeiro semestre de 2018, com fabricação nacional. Além do Virtus, a Volks confirmou também a apresentação do Novo Polo para o mês que vem, antes mesmo do Salão do Automóvel de Frankfurt, que será em setembro. A nova geração do hatch também será lançada no Brasil, provavelmente em outubro. VOLKSWAGEN/DIVULGAÇÃO
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Serviço
Ixi...sujou tudo! O que eu faço agora? Super Motor te dáuma força e ouviu umespecialistaem higienização de carros;ele deu dicas para você não vacilaraotentar limpar a bagunça Igor Veiga Assim como sua casa, chega uma hora em que seu carro pode precisar de uma faxina de emergência. Mas lembre-se, a situação aqui é bem diferente. Não dá para sair usando tudo quanto é produto no automóvel, um erro cometido por muitos na hora que bate aquele desespero. Claro que nem tudo dá para você resolver por conta própria, mas o Super Motor consultou um especialista no assunto para te dar uma “luz” sobre como higienizar seu possante da forma mais recomendada possível.
grudado no estofado, o ideal é usar gelo para remover. “Fixe o gelo no chiclete por cerca de 30 minutos. Após este tempo ele estará mais consistente e sua remoção será mais fácil”, orienta Ataíde.
Usar vinagre para retirar mau cheiro do carro, por exemplo, é algo sempre arriscado. “O vinagre tira o odor, sim, mas pode ocasionar desbotamento dos bancos. Não indicamos, pois quando causa um efeito contrário, é devastador”, alerta Felipe Ataíde, diretor de operações da empresa Dr. Lava Tudo em BH. Apesar disso, o álcool na limpeza do carro pode ser um grande aliado, sobretudo para agilizar a secagem quando é diluído em outras soluções. Só que seu uso também exige cautela, não é bom exagerar na dose. Se o problema for um chiclete
Cuidado com o sol Se algum passageiro ou animal de estimação passar mal e vomitar dentro do carro, o máximo que pode ser feito imediatamente, neste caso, é limpar com pano úmido o estofado. “As pessoas costumam secar ao sol, mas esta ação pode causar novas manchas, além do mau cheiro. Utilizar produtos de limpeza doméstica do tipo Veja, é igualmente arriscado. São ações que não indicamos”, explica o especialista.
Bancos de couro Outro tipo de faxina que causa certo dilema é a lim-
peza de bancos revestidos em couro. No supermercado, você já encontra vários produtos que prometem limpar esse tipo de estofado com muita facilidade, mas, na prática, segundo Ataíde, não é bem assim. De acordo com o especialista, esses produtos de supermercado não possuem uma ação tão eficaz como os profissionais. Além do que, quando aplicados da forma errada, podem gerar o desgaste prematuro do couro. Por isso, talvez não valha tanto a pena comprá-los.
Só tem um jeito Apesar de a maioria das limpezas exigir mais mão de obra do que dinheiro para ser executada, alguns problemas de higienização automotiva, tal como, escurecimento de tetos, cheiro de cigarro ou vômito, além de certos tipos de mancha, não
têm solução “caseira” e demandam mesmo a contratação de empresas especializadas neste tipo de trabalho, que custa hoje, em média, R$ 230. “Tirar cheiro de cigarro e limpar vômito é mais complicado. O jeito mais certo mesmo é contratar um serviço de limpeza profissional para que não haja chance de o estofado absorver a sujeira e ficar com mau cheiro. No caso de vômito, o ideal também é entrar em contato com a empresa o quanto antes, se possível no mesmo dia”, orienta Ataíde. EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
HORA DA FAXINA
REMOVENDO MANCHAS
Confira dicas preciosas para higienizar seu carro ASPIRADOR DE PÓ Antes de começar a limpeza, retire todos os tapetes, papéis e restos de lixo maiores. Sempre que possível, use um aspirador de pó, de preferência específico para carros, pois esses têm bicos de aspiração de diferentes tamanhos. Use-o nos estofados do banco, teto carpete e bagageiro.
ÁGUA e SABÃO Depois é hora de uma limpeza mais profunda. Para lavar os tapetes, use água e sabão e uma esponja para esfregar.
Caso identifique manchas no teto ou bancos, use só spray específico para limpar. É fácil encontrar em lojas sprays de espuma química. Aplique o produto em pequenas áreas, aguarde agir e esfregue levemente com pano umedecido de microfibra ou similar. Deixe a espuma secar sob a sombra. Sendo necessário, reaplique na região manchada.
ATENÇÃO! Jamais esfregue demais uma região manchada ou utilize escovas muito grossas e duras, pois elas podem danificar o tecido. FONTE: DR. LAVA TUDO
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PIXABAY/DIVULGAÇÃO
Maucheiro podevir do ar-condicionado Aquela velha e boa flanela é uma ferramenta indispensável na hora da faxina dentro do carro
Por muitas vezes, o cheiro ruim de um carro pode estar vindo do sistema de ar-condicionado. Por ter umidade, os dutos do sistema podem alojar colônias de fungos ou bactérias que causam odores desagradáveis e, em alguns casos, até mesmo alergias nas pessoas. Por isso, é bom acionar de vez em quando o ar quente do veículo, além de trocar o filtro antipólen, que retém as impurezas do ar. (IV)
Mustang 2018
Darth Vader inspirou a Ford O visual da nova parte dianteira do Ford Mustang 2018 teve como inspiração um dos vilões mais conhecido do cinema: Darth Vader. Em entrevista ao Autoblog, o gerente de design da montadora, Melvin Betancourt, afirmou: “As narinas anguladas e os contornos da máscara de Vader se tornaram a inspiração para os faróis e a parte frontal do Mustang”. A versão GT do pony car deve começar a ser vendida no Brasil ainda neste ano. FORD/DIVULGAÇÃO
Mais dicas Hidratação. Carros com banco de couro precisam de um cuidado especial a fim de evitar rachaduras pelo ressecamento. Recomenda-se também fazer a hidratação de couro de seis em seis meses..
Curiosidade
Graxa. Manchas de graxa podem ser removidas com a aplicação de uma colher de sopa de lustra móveis, uma colher de sopa de detergente de limpeza pesada e uma colher de sopa de sabão em pó. Misture tudo e aplique sobre as manchas com uma escovinha leve ou escovas de dentes, depois enxágue.
Farejadores profissionais
Impermeabilização. Consiste na aplicação de produtos específicos que criam uma camada de proteção contra ação de água e umidade nos bancos. O processo é feito por profissionais.
Maçã pode acabar com aquela inhaca
A Ford criou grupos de especialistas em diferentes regiões do mundo para aprimorar os odores de seus produtos. Considerando que o “cheiro de carro novo” é um dos fatores que mais influenciam o consumidor na hora de escolher um veículo, a marca criou laboratórios especializados nessa área nos continentes americano, europeu e asiático. Para isso, a marca testa o cheiro de tudo que é usado em seus veículos: desde o tecido dos bancos e até os plásticos e carpetes.
PIXABAY/DIVULGAÇÃO
Muito se fala em cortar pedaços de maçã e deixá-los secar dentro do carro para tirar possíveis maus cheiros. Mas afinal, isso funciona mesmo ou é mito? Sim, é verdade! As maçãs possuem característica adsorvente (com “d” mesmo). Elas são capazes de eliminar odores dentro do veículo. “É só deixá-las dentro do veículo, e o mau cheiro será absorvido pela fruta”, garante Felipe Ataíde. Quanto às abomináveis manchas no estofado, a dica é tentar removê-las o mais rápido possível porque, conforme os especialistas, quanto mais tempo ela ficar, mas difícil será de limpá-la por completo. Manchas mais recentes sempre saem com mais facilidade e menos lavagens. Da mesma
forma que outros elementos derramados nos bancos, até mesmo inocentes quantidades de água podem ocasionar manchas no estofado, sobretudo caso haja incidência de sol prolongado. Por esta e outras razões, se por acaso você ou alguém entrar com roupa de banho ou molhado no carro, deve deixar secar o mais naturalmente possível, abrindo as janelas e as portas do veículo e deixando os bancos secarem à sombra, nunca expostos ao sol. Vale também deixar o carro ligado por 30 minutos com o ar quente no máximo e os vidros fechados. Depois, abrir os vidros e esperar. Repita o processo duas ou três vezes. Se não der certo, tente secar o estofado com um secador de cabelos. (IV)
Quatro modelos
Volkswagen convoca recall
A fruta tem ação adsorvente e deve ser cortada em pedaços deixados no assoalho do veículo
A Volkswagen convoca às oficinas proprietários de 54.170 unidades dos modelos Gol, Saveiro, Voyage e de toda a linha Fox. Os exemplares envolvidos, modelos 2016 e 2017, foram fabricados de 1º de março de 2016 a 12 de janeiro de 2017. Foi constatada a possibilidade de inoperância do alternador, que, neste caso, deixa de gerar energia para a bateria e o sistema elétrico. Mais detalhes pelo fone: 0800-019-8866.
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super motor EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Desempenho Diferentemente da suspensão, que foi toda retrabalhada, o motor do WR-V é o mesmo 1.5 L de 116 cv do Honda Fit. Assim como no irmão, cumpre com honestidade sua proposta de uso conservador para uso urbano também no modelo aventureiro. O câmbio CVT não empolga, mas não desaponta. Pisar mais fundo no pedal direito aumenta o barulho do motor. Como o torque máximo é de 15,3 kgfm e só está disponível em 4.800 rpm, quem tem pressa terá de se acostumar com essa situação. HONDA/DIVULGAÇÃO
HONDA/DIVULGAÇÃO
Consumo Apesar do Programa de Etiquetagem do Inmetro ter aferido uma unidade do novo Honda WR-V EXL e dado ao modelo uma nota “A”, tanto no segmento quanto na classificação geral, durante o teste realizado pelo Super Motor, não conseguimos ultrapassar a marca de 6,5 km/L, na cidade, e 10 km/L, em rodovia. Sempre com gasolina e ar condicionado ligado.
Visto de frente, o modelo não nega suas origens e lembra e muito o irmão mais baixinho; destaque para a grade com detalhe cromado
Avaliação
Habitabilidade No WR-V, é ótimo o ângulo de abertura das portas e o sistema de configuração dos bancos, em várias posições, que permite aproveitar o espaço interno de todas as formas possíveis. A versatilidade é um ponto forte do Fit que, claro, o WR-V herdou. O rebatimento dos bancos é perfeito e o teto elevado colabora. Os porta-objetos são bem-posicionados e o porta malas, de 363 L, atende bem à necessidade da maioria das famílias. HONDA/DIVULGAÇÃO
Aventureiro com qualidade japonesa Honda WR-V vai além dos famosos penduricalhos forade estrada e mostra aptidão para trilhasleves; versão topde linhasai por R$83,4 mil Raimundo Couto
HONDA/DIVULGAÇÃO
Acabamento Os encaixes são corretos, e os materiais aparentam qualidade, mas os plásticos rígidos dominam o ambiente. Seria normal esperar um acabamento mais refinado como uso de material emborrachado no painel, sobretudo em um carro com preço acima dos R$ 80 mil, como é o caso da versão ELX, top de linha do WR-V. Deveria inclusive vir com ar condicionado digital, por exemplo.
Que a Honda não dá ponto sem nó nem é preciso dizer. Basta ver os números de vendas de seus modelos e a satisfação de seus consumidores. Sem falar de sua rede de assistência técnica e de seu relacionamento com a fábrica, pautados por rara sintonia com as propostas da marca. O japonês vem mesmo nadando com a maré favorável. Então, por que não aproveitar este tempo de tanta bonança para ousar? Foi o que fizeram ao lançar o
WR-V, um modelo que o fabricante denomina como um mini-SUV, feito a partir da plataforma do Fit, um sucesso inconteste desde seu lançamento. É preciso reconhecer que foram muito além dos apliques e dos adereços que normalmente outros concorrentes usam para “incrementar” versões nascidas para serem urbanas. A Honda foi mais longe. Trabalhou bem a suspensão, reforçando todo o conjunto, elevou a altura do carro e modificou bem sua dianteira, onde foi feliz no design, e mexeu na traseira, em modificações que mostraram ser
mais polêmicas do que harmoniosas. Mas como gosto não se discute, deixemos a subjetividade de lado. Super Motor avaliou o modelo por 20 dias e pôde sentir que, por sua presença ainda tímida nas ruas, chama atenção por onde passa. É, ainda, desconhecido em estacionamentos, mas de uma forma geral foram positivas as opiniões dos se manifestaram quanto às linhas do WR-V. No uso do dia a dia, é natural que remeta sua dirigibilidade e outras características ao irmão que lhe deu origem. No caso específico do WR-V, o fato de ter a suspensão elevada não significa instabilidade em curvas. Entra e sai bem, sem sustos ou arroubos. É importante ressaltar que seus predicados para o fora de estrada não lhe garantem aventuras radicais
em trilhas inóspitas, é preciso entender os limites de sua proposta. Com preço sugerido de R$ 79,4 mil para a versão EX, e R$ 83,4 para a ELX, o WR-V pode até canibalizar a versão mais cara do Honda Fit e tirá-la do catálogo, forçando-a a incorporar mais equipamentos. Mas isso, só o tempo dirá.
Ficha técnica Motor. 1.5 flex 16V com 116/115 cv de potência a 6.000 rpm e 15,3/15,2 kgfm de torque a 4.800 giros Câmbio. automático CVT Direção. Elétrica Tamanho. 4 m (comprimento), 1,73 m (largura), 1,60 m (altura) e 2,55 m (distância entre-eixos
super motor EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
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Conforto Mais alto que o Fit, o WR-V facilita o acesso ao interior. Os bancos recebem bem os ocupantes. O isolamento acústico funciona em baixas e médias rotações, mas nas altas – necessárias quando é preciso ganhar velocidade rapidamente –, o barulho do motor invade o habitáculo de forma ostensiva. Uma característica inerente a todos os veículos equipados com o câmbio do tipo CVT. HONDA/DIVULGAÇÃO
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Freios dianteiros usam discos ventilados, e os traseiros usam tambores; controle de tração e estabilidade somente no CR-V ou no HR-V HONDA/DIVULGAÇÃO
Design Na dianteira, o visual é contemporâneo e agressivo. Transmite sensação de robustez e foge do habitual. Nas laterais, os protetores dos para-lamas reforçam o aspecto off-road. O desenho da parte traseira causa polêmica. As lanternas com extensores que invadem a tampa do porta-malas e a ampla área cromada sobre a placa estão longe de ser unanimidade no quesito harmonia.
Ótimo espaço interno herdado do Honda Fit é um dos atributos do novo modelo japonês; bancos traseiros rebatíveis e bipartidos HONDA/DIVULGAÇÃO
Interatividade O WR-V mantém internamente o que o irmão Fit tem de melhor. O que significa praticidade e funcionalidade no uso diário, com comandos bem-localizados e de operação intuitiva. A direção elétrica é precisa, ajuda tanto na condução quanto nas manobras. Tudo muito prático e cordial. O painel de instrumentos oferece boa visualização. Na versão topo de linha avaliada por nossa reportagem, o interior oferece central multimídia com bluetooth, câmera de ré e GPS.
HONDA/DIVULGAÇÃO
Custo-benefício O WR-V é, sim, mais que um Fit com suspensão elevada e adereços para o fora de estrada. É um carro para quem quer um SUV e não tem como preencher um cheque para ter um HR-V ou similar na garagem. São propostas e tamanhos distintos. A maior parte dos consumidores do WR-V já está na marca e, no momento de trocar o Fit por outro novo, avaliará a possibilidade de dar um “upgrade” em sua escolha.
W20 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 13 de maio de 2017
super motor
Lançamento
Ford apresenta inédito motor TiVCT 1.5 com três cilindros e 12 válvulas Apesar de menor, propulsor émais potente que os da linhaSigma,que têm quatropistões, e entrega 137 cv cometanol; consumo,segundo ofabricante, é 5%menor Alexandre Carneiro De São Paulo
A utilização de três cilindros já é comum nos motores 1.0. Além de tornar o conjunto mais compacto, essa solução reduz as perdas por atrito, o que aumenta a eficiência energética. Assim, não surpreende que tal arquitetura passe a abranger mais faixas de cilindrada. Seguindo essa lógica, a Ford anunciou um novo motor 1.5 flex de três cilindros e 12 válvulas, que será lançado no mês que
vem no Brasil. Com bloco e cabeçote feitos em alumínio (material que dissipa melhor o calor e é mais leve que o fero fundido), o novo motor é batizado de TiVCT (sigla para Twin Variable Camshaft Time), em alusão ao duplo comando de válvulas variável em tempo de abertura. Ele traz recursos como correia dentada banhada em óleo, com vida útil compatível com a do propulsor como um todo (240 mil km), balancins roletados, tuchos hidráulicos, uma bobina para cada cilin-
dro, vela posicionada no centro da câmara de combustão e bomba de óleo variável em dois estágios (um atua em baixa rotação e outro em alta, para minimizar a perda de energia). O novo propulsor traz sistema de partida a frio por meio de aquecimento dos bicos injetores, sem necessidade de tanquinho de gasolina. Para anular as vibrações típicas de motores tricilíndricos – que tendem a crescer à medida que a capacidade cúbica aumenta, – o virabrequim foi deslocado em 10 mm do cen-
tro dos pistões, e há ainda um eixo balanceiro (que contrarrotaciona o bloco, evitando asperezas), movido pelo virabrequim. O coletor de escape é integrado ao bloco, para tornar o conjunto mais compacto e fazer com que o motor atinja a temperatura ideal de trabalho mais rapidamente.
Potência e torque O novo 1.5 entrega 137 cv de potência com etanol, valor superior ao dos propulsores 1.5 e 1.6 de quatro cilindros e 16 válvulas da família Sigma, da Ford, que desenvolvem 112 cv e 128 cv, respectivamente, com o mesmo combustível. De quebra, o TiVCT tem a maior potência específica entre as dos motores aspirados do mercado nacional: 91,5 cv/L.
Já o torque máximo, de 15,8 kgfm com etanol, supera os 15 kgfm do Sigma 1.5, mas perde por pouco para os 16 kgfm do 1.6. A Ford, porém, afirma que a distribuição dessa força é melhor no novo 1.5, de modo que, em baixas rotações, há mais torque, inclusive, que no 1.6 em questão. Além da superioridade em desempenho, o fabricante promete ainda redução de consumo de combustível e de geração de poluentes: segundo a Ford, o 1.5 TiVCT gasta 5% menos combustível que o Sigma de cilindrada equivalente, en-
quanto a emissão de gases na atmosfera é 4% menor.
W O jornalista viajou a convite da Ford
super motor
21 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 13 de maio de 2017
FOTOS FORD/DIVULGAÇÃO
Estreia ocorrerá sob o capô do EcoSport
Mercado
A Ford não revelou qual será o primeiro veículo a utilizar o novo motor 1.5 TiVCT. Contudo, é praticamente certo que ele estreará sob o capô do EcoSport, junto com uma reestilização que vai marcar a chegada da linha 2018. A apresentação ao público é esperada para junho, no Salão do Automóvel de Buenos Aires. Futuramente, é provável que ele equipe ainda outros modelos da marca, como o
De acordo com a Ford, o novo motor 1.5 de três cilindros é inédito mundialmente, e o mercado brasileiro será o primeiro a recebê-lo. Em seguida, o TiVCT estreará em outros países: o fabricante afirma que o oferecerá em todos os continentes em que atua. A empresa promete ainda, no futuro, produzir o propulsor em Taubaté (SP).
Fiesta e o Focus, embora ainda não exista data para que isso ocorra. De qualquer modo, a Ford afirma que a chegada do 1.5 TiVCT não tira os propulsores da linha Sigma do mercado, ao menos de imediato. Atualmente, eles equipam versões de Ka, Fiesta, Focus e do próprio EcoSport. Porém, a tendência é que o motor mais moderno vá, pouco a pouco, ocupando o espaço do antecessor. (AC)
Brasil é primeiro a ter o novo 1.5
Projeto
Engenharia globalizada
Motor segue a tendência do downsizing, de reduzir número de cilindros e capacidade cúbica sem perder potência
Ford já revelou novo visual do SUV compacto na China
O desenvolvimento do motor 1.5 TiVCT contou com engenheiros de vários países, inclusive do Brasil. A liderança do projeto coube a uma equipe da Índia. O projeto foi baseado no 1.0 de três cilindros que equipa a linha Ka, e prevê, a exemplo dele, uma versão Ecoboost, com turbo e injeção direta.
W22 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 13 de maio de 2017
O2BH
BH ganha nova revenda Yamaha O grupo Orange, concessionário autorizado das motocicletas KTM e Kawazaki, inaugura neste sábado (dia 13), uma nova revenda da fabricante Yamaha, no mesmo endereço onde já se encontra o show room das duas marcas: avenida Barão Homem de Melo, 4.278, no bairro Estoril. A proposta é inédita e inaugura um novo conceito no Brasil revenda de três marcas de moto dentro de um mesmo espaço. Para isso, os empresários e sócios, Felipe Nacife e Carlos Augusto Constantino investiram em uma ampla loja com área para vendas de motos, acessórios e oficina especializada. YAMAHA/DIVULGAÇÃO
Inauguração
Evento terá food trucks e brindes Programada para acontecer entre às 9h e 15h de sábado, o evento que marcará a inauguração da Yamaha 02BH contará com food trucks, banda de rock e distribuição de brindes. O momento é mais do que oportuno para Yamaha marcar presença em uma região em que estão situadas as principais lojas de moto de BH, sem falar na concentração de motociclistas todos os sábados pela manhã. A gerência geral da nova revenda está a cargo do conhecido e muito experiente, Nabil Zanhar, um incentivador das duas rodas de reconhecida competência no mercado das motocicletas.
super motor
Moto Estrutura e desenho dos faróis da moto chama bastante a atenção no visual da KTM 1290
Um banho de alta tecnologia KTM1290SuperAdventureRtem tecnologiade sobrae se destacano segmentodas motos fora deestrada; modelocusta na faixados R$ 90mil Victor Alves Auto Press
A KTM 1290 Super Adventure R é uma moto que provoca sensações “de outro mundo” em quem pilota. O uso de equipamentos que acertaram seu centro de gravidade e a suspensão que transmite confiança faz da motocicleta uma autêntica off-road do segmento, recheada de tecnologia e que vai com facilidade a qualquer lugar e sob qualquer piso. A suspensão WP da KTM 1290 Super Adventure R tem 220 mm de curso tanto atrás como na frente. Ela pode comprimir-se ao máximo e ter um comportamento totalmente controlável enquanto trabalha continuamente no chão irregular. Tudo é ajustável, o que permite uma calibração aperfeiçoada para cada peso e tipo
de terreno. Para evitar desequilíbrios e quedas por conta de objetos como pequenas pedras durante seu uso em situação offroad, a moto conta com um amortecedor controlador de direção que atenua gradualmente a oscilação do guidão. Algo que ainda não se tinha visto em outras motos é a tela de controle de 6,5 polegadas em cores com Gorilla Glass, que adapta automaticamente o brilho à quantidade de luz ambiente. Uma função bastante cômoda dessa tela é o KTM My Ride, que usa a conexão bluetooth para smartphones para reproduzir áudio e receber chamadas. Visualmente, o destaque vai para o grupo ótico de luzes em LEDs de tamanho reduzido. Normalmente, em algumas motos ou carros, esse sistema agre-
ga muito peso, já que precisa de ventiladores para resfriar todo o circuito. Porém, na KTM 1290, a estrutura do farol é dividida pela metade, de forma que no centro dos semifaróis existe uma entrada de ar que permite a passagem do vento pela parte de trás da peça, o que mantém a temperatura na faixa ideal de operação. Além disso, o refletor conta com sistema de curvamento do facho de luz que obedece ao sensor de inclinação do controle de estabilidade. Ele detecta o grau de inclinação da moto e com isso calcula a iluminação do interior da curva. O que converte a KTM 1290 Super Adventure R em uma das motos mais poderosas do segmento é o motor LC8 bicilíndrico de 160 cv. Esse propulsor de 1.301 cc oferece uma condução suave para viajar por longa distância, mas também é agressivo quando é necessário entrar numa pista de corrida ou sair do asfalto para fazer uma trilha na lama. (Com AutoCosmos.com/México para Auto Press)
Carenagem do forte motor do modelo da KTM traz barras de proteção extra
Fora de estrada tem disposição de sobra para encarar qualquer tipo de terreno
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23 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 13 de maio de 2017
FOTOS KTM/DIVULGAÇÃO
Painel de instrumentos é 100% digital em tela monocromática
Modelo traz de série sistema de controle de tração das rodas A KTM 1290 tem sistema de freio ABS e controle de tração – que corta a injeção de combustível caso a diferença de velocidade seja maior na roda traseira por excesso de aceleração, ou caso a moto se incline demais, para que ela não derrape. A motocicleta conta ainda com quatro modos de condução: Sport, Street, Rain e Off-Road – esse último reduz a potência de 160 para 100 cv para evitar excesso de força em superfícies molhadas. A caixa de transmissão possui tecnologia Quick Shifter que permite fazer trocas ascendentes e descendentes muito rapida-
mente e sem necessidade de acionar a embreagem. Durante a pilotagem da KTM 1290 foi possível perceber que o controle de tração é bastante permissivo e leva o ABS a seu limite. Ao desativar o sistema, a moto se transforma numa verdadeira fera, com possibilidade de deslizar plenamente sobre o terreno. A suspensão transmite muita confiança. Todo o conjunto trabalha para proporcionar o melhor aproveitamento da experiência off-road. Entre a beleza e o glamour de uma verdadeira moto de rali, tudo parece casar muito bem. (VA/AP)
Ficha técnica Motor. 1.301 cm3, V2, movido a gasolina Potência máxima. 160 cv a 8.750 rpm Torque máximo. 14,2 kgfm a 6.750 rpm Câmbio. Seis marchas Peso a seco. 229 kg
Modelo vem de série com freios ABS e controle eletrônico de tração, entre outros equipamentos
Suspensões dianteira e traseira do modelo têm 220 mm de curso
W24 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 13 de maio de 2017
super motor FOTOS MATTEL/DIVULGAÇÃO
Diversão
Hot Wheels no videogame Forza Horizon 3 traz nova expansão comos carrinhosem miniatura Igor Veiga Fãs de Hot Wheels e de Forza, popular jogo de corrida para Xbox, podem comemorar. O jogo Forza Horizon 3 acaba de ga-
nhar uma expansão tematizada alusiva à marca de carrinhos em miniatura mais famosa do mundo. Agora, os jogadores poderão viajar por seis ilhas na costa da Austrália e diri-
Desenhado em 1968, Twin Mill é um dos carrinhos mais tradicionais
As corridas ocorrem nas famosas pistas laranjas de Hot Wheels
gir em lugares inusitados, sempre sobre as icônicas pistas laranjas da Hot Wheels. Também será possível fazer acrobacias inéditas em alta velocidade e loopings de todos os tipos, assim como na
Twin Mill, o Rip Rod, o Boneshaker, o Ford Mustang, o Jeep Trailcat, o Zenvo ST1, o Toyota Hilux Arctic Trucks AT38, o Pagani Zonda R e o Chrysler VH Valiant Charger R/T E49.
clássica brincadeira dos carrinhos em escala 1:64. Além disso, a expansão traz 28 novas conquistas e dez veículos inéditos – incluindo modelos clássicos de Hot Wheels, como o
A nova expansão de Hot Wheels para o Forza Horizon 3 custa R$ 77,45 e já está disponível para download na loja online do Xbox One e do sistema Windows 10.