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Jornal Pampulha Sábado 3.6.2017

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turismo

almanaque

CONFIRA PACOTES PARA VIAJAR NOS PRÓXIMOS FERIADÕES E NAS FÉRIAS DE JULHO ... Caderno Turismo. Páginas 6 a 9

ARRAIÁ INCRÍVEL TRAZ O SAMBA DO CRIOLO A BH ... Página 10

super motor

estilo

MILITARISMO REVISITADO PARA ESTE INVERNO ... Páginas 22 e 23

FIAT ARGO CHEGA PARA RIVALIZAR COM HYUNDAI HB20 E CHEVROLET ONIX ... Caderno Super Motor. Páginas 18 e 19

ROBERT ASTLEY SPARKE/DIVULGAÇÃO

3 a 9 de junho de 2017 ANO XXVII número 1401 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838

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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE LINCON ZARBIETTI

#GRATIDÃO Motivo de ironias nas redes sociais, expressão é o lema de uma série de pessoas que descobriram que o ato de agradecer promove, além de bem-estar, uma série de benefícios à saúde

Andrea Pertence perdeu a perna ao tentar salvar a cadelinha Lolita, mas o que para muitos seria uma tragédia, ela reverteu em aprendizado e agradecimento


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opinião

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VITTORIO MEDIOLI

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A decadência

Q

uando entrei na Câmara dos Deputados pela primeira vez, em 1991, lá encontrei figuras que despertavam respeito e admiração pelopreparo, pela formação acadêmica, pela capacidade de enxergar o interesse nacional acima de qualquer outro. Não era certamente um conclave de santos representando o povo do Brasil, mas havia erudição, discernimento, bagagem intelectual e, ainda, respeito com a coisa pública. Havia corrupção em grau não perceptível e interesses velados, que na atualidade seriam considerados troco na conta do restaurante. Quando saí de lá, em 2006, por decisão pessoal, o fiz deixando atrás um cenário que tinha-se degenerado assombrosamente. Ficaram mais raras as figuras de destaqueético eintelectual; já pululavam mensaleiros, aqueles movidos a vantagens e barganhas ilícitas. Estive recentemente naquela Casa e notei que a inarredável decadência ultrapassou os limites imagináveis. As virtudes praticamente estão a um passo da extinção, enquanto os pecados e vícios são soberanos. Lá, mais que pessoas dispostasa servir a nação, encontram-se figuras que se servem da nação, tendência comum aos Poderes Executivos centrais e periféricos. Abusa-se de prerrogativas e pratica-se o patrimonialismo mais abjeto; a locupletação foi escancarada pela Lava Jato. A devassa em curso tirou as cortinas e os biombos do “poder”. Jogou nos lares

do país as vantagens, os ganhos ilícitos e insaciáveis, incompatíveis, e criminosos considerando os amplos bolsões de pobreza e a falta de recursospara atender os serviços minimamente essenciais. Lula queixava-se dos deputados em Brasília, que definiu como “300 picaretas” na década de 90. Os oito anos de governo dele coincidiram certamentecom umaumento para 400 ou mais que merecem a definição imortalizada pelo ex-presidente.Salvam-sepoucos, nitidamente insuficientes para garantir a eficiência da instituição representativa da “democracia”. Lembro-me de que o salário, no período de Itamar Franco, quando os ministros, ao mínimo aceno de irregularidade, eram afastados para responder a sindicância e se defender, estava abaixo de R$ 9.000. A verba de assessores, despesas de gabinete e viagens não passava de R$ 25 mil por mês. Poucos parlamentares possuíam carro, raríssimos o motorista, eram atendidos por “Veraneios” da Câmara, que atuavam em regime de “lotação”. Hoje o custo da instituição subiu desmedidamente, provavelmente proporcionalmente à queda de qualidade do conjunto presente na “Casa”. O aumento de remuneração, supostamente voltado a dar “autonomia financeira” aos parlamentares, na prática não serviu, e ocorreu com uma profunda decadência ética no Legislativo federal, atrelada à mesma decadência nas instâncias executivas estaduais e municipais. O escritor escocês Robert Louis Balfour Stevenson anotou que “a política talvez seja a única profissão em relação à qual se considera que ne-

nhuma formação prévia é necessária”. Aí está o causador do problema. No Brasil quem trabalha não costuma ter tempo algum para dedicar ao meio político, dessa forma o ambiente ficou restrito, com raras exceções, a quem faz da política sua profissão e se esquece da missão, do sacerdócio, que “in tesi” é a finalidade de quem atua nessa seara. Brasília (DF) é uma ilha da fantasia, surreal, cínica, afastada da realidade nacional, registra a maior renda per capita, 36,4% superior à de São Paulo e exatamente o dobroda de MinasGerais, ainda seis vezes superior àquela do Estado de Maranhão, o mais atrasado do país, juntamente com Alagoas. O Estado do Maranhão teve ministros, presidentes de estatais, presidentes do Senado e até presidente da República. Em vão. Com o poder nas mãos, continua o pior do ranking, enquanto seus representantes políticos ditam lei no Congresso. Se fosse possível passar por um “espectrofotômetro político“os elementos que formam o ambiente dominante em Brasília, se dariam as cores da ignorância e corrupção e do descaso com o sofrimento da população. Depois do petrolão, aparecem agora os desvios do BNDES e a fórmula que os regia. Os pagamentos das propinas eram no exterior, e a maior fatia para os presidentes da República, que, segundo Joesley Batista, receberam da JBS R$ 500 milhões (US$ 150 milhões) em contas no exterior. E Obebrecht e demais grupos? Mais de R$ 10 bilhões? Num ambiente tão perverso qualquer moralização drástica e urgente é bem-vinda.

Falar de bullying e suicídio na adolescência para salvar vidas FRED MAGNO

de escola estadual da capital criam projeto de bate-papo 6 Alunas e palestras para ajudar colegas em questões como o bullying, o ciberbullying, o racismo, a homofobia etc. O objetivo do “Sua Escolha”, segundo Rebeca Lusiana Lima da Silva e Alice Izabelly Franklin Santos, ambas de 17 anos, não é dizer “não se mate”, mas, sim, dar a chance de os adolescentes pedirem ajuda e serem ouvidos. Leia mais em nosso site sobre o projeto.

comportamento CONECTIVIDADE DESAFIA PAIS DA GERAÇÃO ALPHA DOUGLAS MAGNO

Editorial

Eles mal aprendem a andar e a falar, e os dedinhos já sabem qual caminho percorrer nas telas. Essa relação intrínseca com a tecnologia, tão característica da geração Alpha – aqueles indivíduos nascidos a partir de 2010 –, sinaliza um avanço, conforme avaliação da maior parte dos especialistas, mas esconde outros desafios que os pais, o mercado de consumo e as escolas terão que enfrentar para acompanhá-la. Confira em nosso site!

vittorio.medioli@otempo.com.br Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO

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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE

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reportagem

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LINCON ZARBIETTI

Cynthia: “Mesmo quanto a coisa está ‘feia’, conseguir trabalhar a gratidão em outros aspectos ajuda a pessoa a passar por aquele problema”

CICLO VIRTUOSO>Agradecer mesmo diante das adversidades gera bem-estar e ajuda superar crises Não é exagero aplicar a expressão “esbanjando alegria” à mineira Andrea Pertence – basta sentir a vibração de sua fala. À primeira vista, pode soar estranho, pontuando-se a provação que viveu: em dezembro, numa noite chuvosa, diante da iminência da queda do barranco vizinho ao seu quintal, Andrea se levantou e correu até o local, na tentativa de salvar Lolita, a cadela da família. Não deu tempo. Com o deslizamento, uma viga prensou a moça, que, na verdade, por pouco não perdeu a vida. Seu pé, porém, ficou destroçado. Passados cinco meses, Andrea é só felicidade, mesmo tendo perdido a perna. “Sou agradecida demais”, brada. Andrea integra um time que não refuta as adversidades – apenas trata de não se vergar a elas. Ao contrário, prefere se aferroar ao hábito de sentir gratidão. Sim, gratidão, palavra que vem sendo articulada com mais constância nos últimos anos, para o bem ou para o “mal” – basta lembrar os memes gerados com a volta da reação “gratidão” ao Facebook, mês passado. Bem, a flor lilás não dá mais o ar da graça, mas para os signatários da corrente, sem problemas. Mesmo porque, o ato de manifestar gratidão, para eles, não é um modismo. Que o diga Cynthia de Oliveira, 33. Formada em educação física, ela estudava biodança quando, junto a uma colega, se deu conta da importância de reconhecer as boas coisas possibili-

Gratidão: pratique

Patrícia Cassese

tadas pela vida. “Na verdade, sempre fui muito ligada a essas questões de autoconhecimento, fiz eneagrama etc. E comecei a ver como era bom o exercício da gratidão”, lembra ela, que, junto à amiga, lançou a Roda da Gratidão, vivência que, hoje, gerou a Terapia da Gratidão, que ela toca sozinha. De início, na sua prática particular, Cynthia lançou mão de hábitos como o de listar, a cada noite, ocorrências da jornada para

Se você consegue manter a gratidão mesmo diante da adversidade, vai ter mais força para passar por ela Cynthia de Oliveira, Professora

agradecer. Hoje, faz isso automaticamente. Os benefícios são inequívocos, sustenta. “Você se sente mais conectado à vida. A gratidão estabelece uma conexão com a parte sagrada, com o divino que há em nós. E nessa força, nessa energia, desenvolve a confiança no curso da vida. Percebe que está integrado a uma teia que é muito maior do que a gente acha que pode controlar... Fora o bem-estar, o otimismo, a alegria. E a ciência prova isso, pela liberação de neurotransmissores que ativam a sensação de bem-estar”. CADEIA POSITIVA É válido dizer que a pessoa que exercita a gratidão não nega os percalços da vida. Apenas não se sente confortável em estacionar na dor. Médica psiquiatra especialidade em psicologia positiva, Sofia Bauer afiança que é possível ser grata até nos momentos de dificuldade. “Porque, na verdade, são eles que nos fortalecem, abrem novas janelas para vermos o mundo com outro olhar. Isso muda a neurociência do cérebro, faz focar

no que fica mais positivo, e abre a oportunidade para trabalhar mais o hemisfério esquerdo do cérebro, que é o da razão e o do foco positivo”, explica ela. “Veja, exercer a gratidão não é ser bobo. É ser sábio”, ensina. Um olhar mais perscrutadorsobreocasodeAndreaPertence é revelador. No momentododesmoronamentodobarranco, suas filhas (gêmeas, 9 anos) também correram ao local no qual o cão estava, sendo impedidas de avançar pela

mãe.“Comopossonãosergrata se minhas meninas, meu marido e minha cachorra estãointactos?Nãoconheçoninguém que não prefira sentir uma dor na própria carne que em alguém que ame”. E prossegue: “Lógico, foram três amputações! A cada vez no bloco cirúrgico, saia com a perna menor, então houve momentos difíceis sim. Mas o que aconteceu depois foi incrível. Colegas de escola me visitam, fazem rifas... Sem eu pedir nada. Foi LINCON ZARBIETTI

Atualmente, Andrea Pertence treina a adaptação à prótese

quando me dei conta do quanto era privilegiada”. Para Cynthia, o xis da questão é que a pessoa que exercita a gratidão entende que a dor é um lugar de passagem. “E sai daquela sensação de que aquilo (a tormenta) não vai acabar nunca. Entende que de alguma forma, mesmo que não consiga ainda vislumbrar, pode trazer um aprendizado”. Andrea, por exemplo, se surpreende com a cadeia de eventos aleatórios que a fez chegar à sonhada prótese. Na fila do SUS para a fisioterapia necessária, recebeu a oferta de drenagem linfática gratuita, visando combater um inchaço no toco. Após uma sessão, ao se desculpar com a cliente seguinte pelo fato de seu horário ter se estendido um pouco mais, acabou fazendo uma amiga que, de pronto, ligou para um jornalista, Heberton Lopes, que, interessado no caso, divulgou a história, que chegou ao lutador de MMA Fernando Paulon, que, à época, andava chateado com o fato de estar de muletas. “A mulher dele conta que, quando ele viu, pediu perdão por se lamentar por tão pouco. E quis me ajudar”. Via Paulon, Andrea recebeu o convite do médico Fabrício Daniel para ir ao Instituto de Prótese e Órtese BH. “Nem acreditava, só gritava”. Lá, se deparou com Paola Antonini, a modelo que também teve uma perna amputada, em 2014. E veio a boa notícia: Paola custeou o joelho da prótese e Fabrício, as demais partes (encaixe, línea e pé). “Repito: dá para não ser grata?”, dispara ela.


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reportagem

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GRATIDÃO> Não é preciso buscar grandes acontecimentos para praticar o hábito de agradecer

Pôr do sol, sorriso, abraços ÁLBUM DE FAMÍLIA

Foi em 2010 que a médica Sofia Bauer se flagrou um pouco cansada da psiquiatria convencional. “Queria algo novo, e descobri a psicologia positiva. E ao fazer uma especialização nos EUA com uma das maiores autoridades nesta área, Tal BenShahar, aprendi o conceito de gratidão”. O processo resultou na escrita da “Cartilha do Otimismo”, cujo primeiro item é justamente a questão da gratidão. “O próprio Dalai Lama aponta a importância de praticála”, lembra Sofia, que também advoga a prática das anotações de motivos para ser grata como uma forma de iniciação. “Quando você se propõe a levantar questões para agradecer, tem que prestar mais atenção (aos acontecimentos do dia a dia) e, com isso, a sua mente, cientificamente falando, vai fazendo um neurocircuito voltado às coisas boas”. Com isso, o físico também sai ganhando. “Pessoas mais felizes são, em média, mais longevas oito anos. O coração de uma pessoa feliz produz mais oxitocina (conhecido como o “hormônio da felicidade”). Ou seja, ela é mais calma, mais tranquila, produz menos noradrenalina, e acaba tendo menos chance sofrer um ataque cardíaco. Ela funciona melhor, respira com mais calma, tem menos doenças autoimunes, imunidade mais alta...”, lista. Outro exercício que Sofia recomenda é o de, durante o dia, parar tudo o que está fazendo em três oportunidades, respirar profundamente e agradecer por pequenas coisas. Prática que tem a anuência da coach e instrutora de yoga Carol Rache. “É importante frisar que a gratidão não deve vir só de grandes acontecimentos – pode ser um pôr do sol, um sorriso que você recebeu, um abraço”. Patrícia Cassese

MANTRA Carol, aliás, não sabe precisar quando o exercício da gratidão passou a se incorporar à sua vida. “Foi uma coisa meio orgânica, dentro da filosofia do yoga”. Mas, sim, ela conta que, ao ser despertada pela consciência da importância de ser grata, tratou de se enfronhar em livros sobre o tema. E um dos que recomenda é “Limite Zero”, de Joe Vitale, por meio do qual adotou o mantra Ho’oponopono, que lista os artífices verbais: “Sinto Muito”, “Me Perdoa”, “Eu

Carol Rache: “A energia vai para o foco do pensamento, portanto, foque no positivo”

te Amo” e “Obrigado (a)”. “Não é forçar uma gratidão, mas, quando me vem uma sensação ruim, fecho os olhos, respiro e escolho um motivo para sentir gratidão. Até quando a vida está de pernas para o ar, parece clichê, mas penso no que posso aprender com aquilo”. E, sim, ela conta que da mesma forma como a gratidão influencia o físico, usa o físico para induzir o estado de gratidão. “Jogo meu ombro para trás, pois já sei os gatilhos do meu corpo”. Não bastasse, quem quer se aventurar por essa vereda ainda pode dispor de aplicativos como: 5’ Minutos, Eu Medito; Diário de Gratidão, Gratitude Journal, Calm, Headspace, Moody Kit, Happy Habits: Choose Happiness. Pay It Forward, Gratitude Stream, entre outros. “Bora” agradecer?

Felizes com o que somos Mestre em ciências sociais, Sidemberg Rodrigues começou a pensar no assunto em 2006, quando passou por uma depressão após um acidente que matou seu pai e sua irmã. “Os remédios não funcionaram, até porque, fugi do luto. O autoconhecimento foi minha salvação. Passei a valorizar a atitude positiva, que nos ajuda a minimizar os percalços da existência e a ficarmos em paz e felizes com o que temos e somos. A depressão, acredita ele, é um sintoma de que estamos

com algo a esclarecer. “Mas, sobretudo, de que estamos descuidando de nosso estado mental, pensamentos e das relações de afeto com a vida”. Para Sid, como é conhecido, a gratidão inspira mentalmente o exercício da aceitação. “Não temos controle sobre muita coisa e essa impermanência da vida requer que estejamos preparados para tudo. Até porque, ao exercitarmos o ‘ser grato’ passamos a prestar mais atenção ao tempo presente, cujo transcorrer não se percebe e

nem se vive”. O professor pondera que o homem, hoje, ou está ansioso demais diante do futuro ou lamentando o passado (“ao qual não nos atentamos quando ainda era presente”). “A gratidão é um caminho eficaz para colocarmos a mente no tempo presente, com alegria e firmeza. O minuto que vivemos é a única coisa que temos”. E finaliza lembrando que a medicina prova que o desbalanceamento de neurotransmissores pode aumen-

DIVULGAÇÃO

tar os níveis de cortisol, com impactos na pressão arterial, no sistema imunológico, na qualidade do sono e no metabolismo em geral. “A ação prolongada de sentimentos negativos pode afetar significativamente o ser humano. Pensando positivo, praticando exercícios físicos, cuidando da alimentação e das relações, tendemos a ter maior qualidade de vida. Mais positivos e gratos, menos ansiosos ou depressivos”. ÁLBUM DE FAMILIA

Você não vai ser bobo, vai ser sábio. A sabedoria de ver o mundo com outros olhos, um mundo melhor” Sofia Bauer Psiquiatra

A escolha de Sofia: “A mudança de comportamento reverbera na prática”

Sid: “Emprego a gratidão para me trazer para o agora e para valorizar minhas conquistas”


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CENÁRIO BH ODERVAN SANTIAGO/DIVULGAÇÃO

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um Papo 6 Sempre tem semana intensa

em Cena debate 6 Letra Vinícius de Moraes

Nos próximos dias, três escritores apresentam suas obras no Sempre um Papo. Na terça (6), Roberto Lima lança o livro “Papoulas de Kandahar”; no dia seguinte, quarta (7), Matheus Leitão traz o livro “Em Nome dos Pais” e, para finalizar, na sexta (9), André Trigueiro apresenta a obra “Cidades e Soluções” Onde Auditório da Cemig (av. Barbacena, 1.200) Quando Dias 6, 7 e 9, às 19h30 Quanto Gratuito

Na próxima sessão, o projeto Letra em Cena traz o professor Eucanaã Ferraz para conversar sobre a obra do músico e poeta carioca. Além da análise da obra, trechos dos escritos de Vinícius de Moraes serão lidos por um ator da cena mineira Onde Centro Cultural Minas Tênis Clube (r. da Bahia, 2244) Quando Terça-feira (6), às 19h Quanto Entrada gratuita (inscrições pelo site: https://goo.gl/mQttY7)

MAURÍLIO NOGUEIRA JÚNIOR/DIVULGAÇÃO

PPK faz cortejo 6 Bloco pelo meio ambiente O bloco carnavalesco Pena de Pavão Krishna e o projeto Gandarela realizam atividades como piquenique e intervenções artísticas na Praça da Liberdade em prol do meio ambiente. Além disso, o bloco participa do cortejo “Águas Gerais”, que terá início às 13h em direção ao Parque Municipal Onde Praça da Liberdade Quando Neste domingo (4), às 9h Quanto Gratuito

EDY FERNANDES

Festa 6 Tradicional Portuguesa em BH Culinária, vinhos e dança são só alguns dos atrativos que vão estar reunidos na 7ª edição da Festa Portuguesa. Restaurantes típicos da culinária como Taberna Baltazar, Armazém Medeiros e Restaurante do Porto são alguns dos convocados para o evento Onde Rua Bernardo Mascarenhas e área externa do Museu Abílio Barreto Quando Sábado (10), das 10h às 22h Quanto Entrada Franca


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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz

(CRM-MG 25.398)

telmo.diniz@jornalpampulha.com.br

Buscando motivação

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otivação é uma condição indispensável para alcançar nossos objetivos. A motivação é a força motriz que surge do nosso interior e nos ajuda a resolver as dificuldades, a superar as tarefas e a alcançar os objetivos propostos. Quem não tem motivação não tem sonhos – falta brilho para a vida. É com este intuito, o de dar motivação a mim e aos leitores, que discorro na coluna de hoje. Uma vida com motivação é mais colorida. Motivação é, em última análise, um impulso que faz com que as pessoas ajam para atingir seus objetivos. A motivação envolve fenômenos emocionais, fisiológicos e sociais e é o processo responsável por iniciar, direcionar e manter comportamentos relacionados com o cumprimento dos objetivos e metas. Mas como posso melhorar minha motivação? Inicie o processo sempre com pensamento positivo. Ser positivo é o primeiro passo para motivar a si e a terceiros. Quem é negativistanão consegue sair do lugar – está sempre com pensamentos engessados. Portanto, tenha sempre pensamentos profícuos, mesmo que a situação demonstre o contrário. A motivação tem de agregar não só nas palavras, mas também nas ações. Se você quer conseguir algo na vida, comprometa-se de verdade e estabeleça um cronograma. Pense, programe e aja! Ninguém fará por você. Mexa-se e saia do lugar. Falando em programação, vem a importância das anotaçõesem um diário. Manter um registro dos seus avanços e retrocessos. Um diário o ajudará a se organizar, saber qual o passo seguinte, resolver problemas que tenham surQuando você gido e a analisá-los para colocar em prática a sua alcançar um solução. Qualquer motivação irá por água abaiobjetivo, xo se não tiver o míniquando mo de organização. Escrever o seu objeticonseguir vo e lê-lo todos os dias superar um também pode ser um ponto de apoio. O foco obstáculo que o diário nos objetivos irá aproxima mais facilitar a caminhada. Umachave para motivada sua meta, ção é se enxergar alcanrespire e dê a si çando as metas. Como você se vê? Como você mesmo uma está se sentindo? Penrecompensa sar nisso ajudará a manter a motivação e a não desanimar diante dasdificuldades que podem surgir. De igual forma, a inspiração é de extrema importância para que o caminho em direção à meta vá dando resultados. Não é necessário esperar que ela apareça do nada. Busque na música, no exercício físico, no ambiente acolhedor de sua casa, no trabalho etc. O importante é que você se sinta bem para que a inspiração possa fluir e ajudar a encontrar a motivação necessária para a caminhada proposta. A trilha normalmente não é fácil. Portanto, pequenos presentesdurante a caminhada podem ajudar. Quando você alcançar um objetivo, quando conseguir superar um obstáculo que o aproximamais da sua meta, respire e dê a si mesmouma recompensa. Pode ser uma folga, algo que você tinha vontade de comprar, uma viagem. Você precisa se recompensar pelas metas que for atingindo. Estes são alguns passos que deveríamos seguir para nos mantermos motivados ou para motivar alguém. Claro que algumas escolhas pode funcionar para alguns e para outros não. Mesmo assim, tenha em mente que o sucesso não tem nada haver com sorte, mas com determinação e trabalho árduo. Faça uma boa semana.

Pão mofado esconde riscos ao organismo FOTOS PIXABAY

Aparência Cortar a parte mofada do pão pode parecer uma solução, mas mesmo assim especialistas fazem ressalvas sobre o consumo

Dificuldadedese diferenciartipos defungoséo quegeraalerta paraconsumo Nova York, EUA. Essa é uma das cenas mais comuns do dia a dia na cozinha: você vai preparar um sanduíche, pega o pão e se depara com uma parte esverdeada, feia, mas usa a faca e tira o mofo fora. Na verdade, o que saiu nisso tudo foi somente a ponta do iceberg. Isso porque os pães são porosos, podendo ter uma área maior contaminada pelos fungos. “Você pode ver a colônia de bolor, por causa da

coloração associada a ela. Mas o que você não pode ver é o mofo espalhado”, alerta o professor de microbiologia Randy Worobo, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Entre algumas das reações causadas por esse consumo indevido estão alergias e problemas respiratórios, explica Marianne H. Gravely, educadora do Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. O órgão recomenda o descarte de pães e outros alimentos assados com mofo. Isso porque alguns fungos, em determinadas condições, podem produzir substâncias perigosas chamadas “micotoxinas”. Entre as piores delas estão as aflatoxinas, que têm o po-

tencial de levar ao desenvolvimento de câncer no fígado e podem ser encontradas em amendoim e milho durante o processo de colheita e armazenamento. DIFÍCIL DE SABER De fato, Worobo reconhece que a recomendação de descarte é basicamente uma medida de segurança, pois os riscos dessas reações são mínimos. Entretanto, o professor alerta para a dificuldade de identificação daquilo que está sendo ingerido. Segundo ele, a grande questão sobre os bolores não está relacionada necessariamente à toxicidade. O ponto a ser levado em conta é a grande variedade de tipos de fungos, o que torna difícil para as pessoas distinguirem os inofensivos dos ruins.

Por isso, ele descreve ainda outros dois exemplos de efeitos adversos. Em um deles, o indivíduo pode acabar ingerindo Stachybotrys – também conhecido como mofo preto –, que é tóxico e pode afetar o sistema respiratório. “Ele pode realmente irritar a boca, a garganta e o nariz. E, se for em uma concentração elevada, pode levar a um quadro de choque, hemorragia ou necrose”, afirma. Em outro caso, a infestação pode ser de tipos bons de mofos que produzem antibióticos. “Mas, se uma pessoa é alérgica a antibióticos, e o pão estiver contaminado com esse tipo de mofo, pode ter uma reação alérgica”, destaca, alertando para a possibilidade de efeitos mais graves, como choque anafilático.


reportagem

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EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

O QUE FAZER NESTES CASOS Alguns alimentos podem conter mofo e ainda assim estarem apropriados para consumo Salsicha Descarte se perceber mofo, pois pode conter bactérias, que são invisíveis, crescendo junto com o fungo.

Macarrão/massas Descarte ao observar qualquer sinal de mofo. Sobras daquele almoço gostoso contêm umidade, então a chance de a comida estar estragada é maior do que se pode ver.

Queijos duros Pode guardar. Normalmente, é possível descartar a parte mofada e ainda aproveitar o alimento. Cuidado para não contaminar a faca com o mofo.

Queijos mofados Depende. Roquefort, camembert, gorgonzola e brie não existiriam sem mofo. Mas é preciso verificar se não há qualquer outro bolor que não esteja de acordo com a aparência real do queijo.

Bacon Jogue fora. A carne contém umidade, e o mofo pode ter se espalhado pelo alimento. Geleia Jogue fora. Alimentos muito açucarados dão boas vindas ao mofo. Além disso, o mofo se espalha mais rapidamente em alimentos moles.

Iogurte e creme azedo Descarte sempre. São alimentos muitos fáceis de serem tomados por mofos.

Frutas e vegetais firmes Pode consumir. Legumes duros como cenouras podem conter um pouco de mofo, pois não é tão fácil penetrar o alimento. Corte a parte mofada, com margem de segurança.

Mortes por Alzheimer nos EUA aumentam 55% em 15 anos ARQUIVO

Frutas e vegetais macios Descarte. Pensar num morango coberto com mofo é suficiente para perceber que está passado. Não é o caso de cortar a parte mofada, pois, mesmo que você não veja, o bolor pode ter se espalhado.

FONTE: REVISTA “HEALTH”

Empresa cria técnica que previne o bolor LONDRES, Reino Unido. Uma empresa norteamericana afirmou ter desenvolvido uma técnica que poderia manter um pão livre de mofo por 60 dias. Segundo a Microzap, para que isso seja possível, o pão é submetido a uma bateria de micro-ondas que matam os esporos causadores do mofo em uma espécie de forno metálico. A nova técnica poderia reduzir a quantidade de pão desperdiçada, além de poder ser utilizada para proteger uma ampla variedade de alimentos contra o mofo.

Corte o produto com uma boa margem de segurança Nova York. Se mesmo após a recomendação de descarte do pão mofado as pessoas ainda optarem pelo consumo, uma das dicas é cortar não somente o mofo, mas uma grande margem de segurança, recomenda a educadora Marianne H. Gravely, segundo artigo no jornal “The New York Times”.

Macio Porosidade do alimento é um dos fatores que elevam o risco de contaminação como um todo

Ela sugere uma checagem minuciosa do restante do alimento, para garantir que não há outras manchas do bolor. A especialista lembra que o mofo é uma indicação de que o alimento ficou guardado por muito tempo e passou da validade. O alerta é ainda para bactérias que podem estar presentes no alimento e

que são invisíveis a olho nu. Gravely recomenda ainda que não se deve cheirar o mofo observado na comida, pois isso pode levar a problemas respiratórios se partes do fungo forem inaladas. Assim, uma dica de segurança é fechar a parte a ser descartada em uma sacola plástica e colocar no lixo com tampa.

Grande maioria dos pacientes tem mais de 65 anos

Washington, EUA. O número de mortes provocadas pelo mal de Alzheimer aumentou 55% entre 1999 e 2014 nos Estados Unidos, segundo as últimas estatísticas dos Centros de Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC). Várias fatores poderiam explicar este aumento: o envelhecimento da população, o aumento do número de pessoas que têm o diagnóstico em um momento inicial da doença e o fato de que um número maior de médicos indicarem o Alzheimer como causa de morte nos certificados de óbitos. Os autores do relatório do CDC reportam também a diminuição da mortalidade de pessoas maiores por outras doenças, como infarto de miocárdio e acidente vascular cerebral.

A taxa de mortalidade atribuída ao Alzheimer aumentou de 16,5 por cada 100.000 pessoas em 1999 para 25,4 em 2014, o que representa um aumento de 55%. A maioria dos falecimentos por essa doença cerebral degenerativa que não tem cura acontece em casas de repouso ou em instituições que oferecem cuidados de longo prazo, embora essa tendência tenha diminuído (de 68% em 1999 a 54% em 2014). O Alzheimer é a sexta causa de morte nos Estados Unidos, representando em 3,6% do total em 2014; e a quinta nos americanos com mais de 65 anos. A idade é o principal fator de risco para a doença. A grande maioria dos pacientes tem mais de 65 anos.

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sociedade

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DOLCEVITA BUENAS NOCHES e 27 de junho a 2 de julho, mais uma imperdível Feira de Vinhos Super Nosso, no Espaço Meet, com mais de 700 rótulos nacionais e internacionais; champanhes e espumantes. Cursos e degustações comentadas por enólogos, sommeliers e produtores.

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BUENOS AIRES destaque será o narrador esportivo Galvão Bueno, apaixonado por vinhos e proprietário da Bueno Wines, na Serra Gaúcha e na Itália. O chef francês Jacques Paulin apresentará pães de farinha francesa, participando da degustação de Pão e Vinho. E mais: queijos, frios, massas, caldos, “japa” e pães rústicos franceses.

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AS WALLS DA WÄLS cervejaria mineira Wäls, dos irmãos José Felipe e Tiago Carneiro, lança nova obra de arte, o Ateliê Wäls! Um centro de inovação, com o maior “Barrel Room” (sala de envelhecimento) da América Latina. O “templo”, no Olhos d’Água, fun-

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Paulo Navarro com Walter Navarro pnnavarro@gmail.com EDY FERNANDES

ciona de terça a domingo e terá 21 torneiras de chope, algumas com cervejas exclusivas, produzidas no Ateliê, e servidas “on tap”.

lançaperfume

DESORDEM E REGRESSO

Edson Aran: “O 6 De Brasil está numa encru-

uem pintou nossa bandeira com tanto lápis de cor, otimismo e positivismo? A bandeira e o hino do Brasil precisam ser revistos ou levados a sério. Amor à pátria é lindo, a realidade, nem tanto. Nossa bandeira esbanja natureza e riquezas. Mas haja sujeira, desmatamento, desperdício, burrice, crimes e pobreza.

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zilhada entre o caos e a insensatez. Mas é só pra deixar a macumba”. 7ª edição da Festa 6 APortuguesa será saudável overdose das coisas boas que Portugal nos legou, além da língua pátria. dança, artesa6 Música, nato, literatura, vinhos,

REGRESSO E ATRASO Ordem e Progresso” parece piada de mau gosto. Ordem! Desde quando, nesta eterna bagunça política e econômica? Progresso? Sé se for o das saúvas, gambás e hienas – com o perdão destas inocentes criaturas – em meio a tantas doenças, corrupção, tragédias, escândalos, absurdos, pecados e mau-caratismo.

ATRASO E CASTIGO

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rogresso num país onde metade da população não tem

cerveja e deliciosa “gastrô”, com entrada franca. Fábio de Paula, organizador da Bem Casados, evento direcionado para noivas que aconteceu na recém inaugurada Sua Sala, no Ponteio ao lado do músico George Israel

nem esgoto em casa? Casa ou barraco? E nosso Hino Nacional, tão lindo e emocionante no futebol e nas olimpíadas? Sol da liberdade. Igualdade. Amor e esperança, sim, mas só por parte da população que trabalha, paga impostos e juros exorbitantes, recebendo esmolas em troca.

CASTIGO E MALDIÇÃO

igante, belo, forte; mas futuro de grandeza com este presente nefasto? Pátria amada pelos filhos, castigada por seus políticos. Parece mesmo um anão gigante deitado eternamente porque não cresce, não amadurece. É a pátria amada, a mãe gentil que nunca precisou tanto do amor e da gentileza de filhos tão poderosos quanto ingratos.

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O CAMINHO DA FCA Fiat Chrysler Automóveis (FCA) apresentou, dia 30, em super estilo, o Fiat Argo, no Parque Ibirapuera, São Paulo. A empresa esmerou-se, convocando imprensa do Brasil, Argentina, demais vizinhos, concessionários e outros públicos. O evento, como é de praxe, reuniu celebridades de várias áreas e um show surpresa.

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O CAMINHO DO PÓDIO

posta alta da FCA, que concorrerá com GM, Hyundai e Ford no segmento de hatchs médios, filé do mercado brasileiro. O carro será produzido em Betim, em amplo processo de modernização para o nível de Manufatura 4.0, onde homem e máquina convivem nos ambientes físico e virtual.

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EMPRESARIAL E FUNDAMENTAL e 8 a 11 de junho, a 8ª edição da Conexão Empresarial, em Tiradentes. O mais importante evento empresarial de Minas discutirá o sempre complicado e surpreendente cenário político e econômico nacional. Quatrocentos otimistas compartilhando experiências, projetos; debatendo ideias para os setores públicos e privados. A estrela será o ex-presidente do IBGE e recém-nomeado presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro.

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10 de junho, das 6 Dia 10h às 22h, na rua Bernardo Mascarenhas, e na área externa do Museu Abílio Barreto, no Cidade Jardim. apresen6 AtouTrousseau seu Inverno com almoço no dia 2, no Gomide. dia, também foi 6 No apresentada a coleção cápsula dos Irmãos Campana, com a presença da diretora de marketing Letícia Campos. ocasião do Dia 6 Por Nacional da Itália, dia 5, às 19h30, solenidade de entrega da Medalha Italia Affari 2017, no Minas Tênis 1. a temporada 6 Abrindo das festas juninas, a “Noite Maravilhosa de São João” inebria o Far East Emporium, neste sábado (3), com uma programação supimpa! neste sába6 Também do (3), no Hangar 677, Olhos d'Água, a Festa Junina Mariângela Lima & #Secreto, a partir das 22h. dia 7 de julho, o 6 EArraiá do Clube Campestre. Muito mais detalhes sedutores, em breve.

VERA CRISTINA/SIMPLESMENTE RETRATO/DIVULGAÇÃO

Na inauguração da nova unidade do Hermes Pardini, no Mangabeiras, Regina Pardini


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ARRAIÁ INCRÍVEL>Rapper paulista apresenta seu novo álbum, “Espiral de Ilusão”, em Belo Horizonte CAROLINE BITTENCOURT/DIVULGAÇÃO

Sáb. 10.jun

Criolo cai no samba Programação

Além de Criolo, se apresentam no Arraiá Incrível as bandas mineiras Lagum e Forró Muderno e os DJs Xeréu e Yuga. Há, ainda, a participação do bloco carnavalesco Volta Belchior

Impossível dissociar Criolo e rap. O paulista, claro, sentese honrado por estar atrelado ao estilo pelo qual ascenderam nomes como Racionais MCs e Sabotage (1973-2003), entre tantos outros. O inquebrável vínculo entre o artista e a linguagem, por si, explica o espanto com o seu novo trabalho, “Espiral de Ilusão”, lançado há pouco mais de um mês. Nas dez faixas do álbum, Criolo cai no samba – e, vale frisar, não falta-lhe fluência. Ao vir a Belo Horizonte para o lançamento do CD durante o evento Arraiá Incrível, no Parque Municipal, no próximo sábado (10), o músico sabe: a capital mineira, como ele, dialoga com as duas vertentes – vai do rap dos tradicionais Duelos de MCs ao samba da saudosa Clara Nunes (1942-1983). Mais que a mistura de gêneros, sua vinda desperta afetos. “Tenho uma história de carinho com BH desde que ia para eventos de Alex Bessas

hip hop para 30 pessoas, isso nos anos 2000, 2001...”. AMOR ANTIGO Na verdade, para quem acompanha a carreira de Criolo, a surpresa talvez não seja tanta. Em “Convoque seu Buda” (2014), seu segundo álbum, o rapper já flertava com o ritmo, presente nas faixas “Fermento pra Massa” e, com uma pegada mais afrobeat, em “Casa de Papelão”. No ano passado, calhou de o artista gravar “Entre sem Bater”, inédita de Adoniran Barbosa (1910-1982), considerado pai do samba paulista. Mas seu apego pela cadência do samba, a que se entrega agora, não é nada recente. “Sempre tive o sonho de fazer algo assim, mas pensava que demoraria um pouquinho mais para sair. Era algo que me parecia distante”, diz. Em outubro passado, Criolo se pegou em um frenesi criativo. “Comecei a compor e isso fez com que eu me reconectasse com outros momentos da minha vida. Recuperei algumas composições de anos atrás e essa

energia fez com que eu retomasse esse desejo antigo”, explica. O processo de produção, aliás, dialogava com sua infância: na casa dos pais nunca faltou samba. Talvez por essa afetação, o disco se difere do trabalho que vinha apresentando até então. “Esse momento é bem especial, bem diferente. Mas, claro, tem desabafo também. O palco faz isso com a gente”, diz, expondo que em “Espiral de Ilusão” se posiciona de forma mais amena. Nem por isso, diga-se, a experiên-

cia foi menos visceral. A ESPIRAL “O samba tem uma troca de vivência muito forte, direta e sincera, muito em função de quem o fez no Brasil”, analisa, lembrando que o gênero também partiu das periferias. Aliás, se a crônica do cotidiano dos morros é presente no estilo, também o é na obra de Criolo – o que inclui “Espiral de Ilusão”. A faixa que abre o disco é “Lá vem Você”, canção de um amor errante. O cenário é porta de um bar. Na se-

COM A PALAVRA, O RAPPER Respeito “Sempre sonhei em gravar um CD de samba, mas nunca forcei a barra. Eu respeito muito essa nossa expressão maior da música” Tem mais “Quando esse momento veio, foi avassalador. Fiz tantas músicas que várias não foram para esse álbum” Contagiante “Essa energia foi contagiando as pessoas ao meu redor. Ficou óbvio que

tinha chegado realmente o momento de me entregar” Orgulho “É uma alegria ver jovens que sempre ouviram rap se debruçando sobre o samba” Legado “O quanto os jovens vão ganhar conhecendo nossa música? O quanto a música vai ganhar com a atenção dessa juventude? Então, fica este legado sem precedentes”

quência, brinca com as palavras em “Dilúvio de Solidão”. Mais conhecida do novo CD, em “Meninos Mimados” o músico se volta para a crítica social. Depois de cantar sobre religiões de matriz africana, amores e machismo, o tom volta a subir nas duas últimas canções. “Hora de Decisão” descreve situações de conflito e de intervenção policial nas periferias do país. “Cria da Favela”, por fim, é a que mais diretamente se comunica com a atual crise política do país. Além deste olhar atento à realidade do Brasil periférico, outras características da sua obra, como as rimas rápidas e as construções metafóricas, estão no álbum. Por isso, mesmo cantando samba, Criolo se diz rapper. “O rap está cada vez mais vivo em mim. Ele está em meus sentimentos musicais, em toda estrutura estética”, pontua. DIÁLOGO O sambista Bezerra da Silva (1927-2005) dizia que o morro canta para se fazer ouvir. Criolo, por sua vez, persegue essa certeza do Embaixa-

dor das Favelas. Para ele, a música tem poder de abrir caminhos para o diálogo. Se é “na casa do brasileiro que se sente esse ambiente político hostil”, há uma minoria que não pode acessar essa realidade. É aí que entra a música: ela pode abrir uma janela para o desconhecido e gerar empatia. E é sobretudo sobre a capacidade de abrir diálogo que o músico se alonga em elogios aos mineiros. “Propor diálogo é um dos atos mais revolucionários que podem existir. E vocês têm esse poder e a consciência de que é preciso coexistir de alguma forma...”, analisa. “Sempre que vou para Minas entrego um pouco da minha energia e volto recarregado com as vibrações que encontro aí”, afirma.

> Criolo

Lança do CD “Espiral de Ilusão” Parque Municipal (av. Afonso Pena, 1.377, centro). Dia 10 (sábado), às 19h (início do evento). A partir de R$ 120 (inteira). Pagam meia as categorias estipuladas pela legislação e quem for vestido em trajes de festa junina). Ingressos à venda nas lojas Chilli Beans (Pátio Savassi, Diamond Mall e BH Shopping) e pelo site Sympla.


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MÚSICA Reunidos pela Bossa Nova Jessica Wanda Sá, Almeida 72, tinha 11 anos quando aprendeuatocar violão. Por um tempo, seu repertório limitava-se a músicas folclóricas e boleros, até que um novo gênero a tirou do sério. “Fiquei louca, pensando ‘que música é essa?! preciso descobrir’”. Era 1957, e o que surgia era a Bossa Nova. “Descobri alguns shows na PUC-Rio e fui com um caderninho de autógrafos disposta a falar com todo mundo envolvido com aquilo. Até que fui ao (Roberto) Menescal, que disse que me daria aulas.ComeceiaestudarBossa Nova e foi um marco na minha vida”, conta. A paixão pela música levouWandaadesistirdovestibular de psicologia e tratar o que até então era um hobby como carreira. “Até hoje tenho muito interesse por psicologia e psicanálise, faço cursos eventualmente. Mas meus planos A e B acabaram se invertendo”, diz. Esse envolvimento intenso fez de Wanda um nome ícone quando o tema é um dos gêneros mais representativos da música brasileira. Nada mais justo, pois, que ela estar no projeto Bossa Nova in Concert, que aporta em Belo Horizonte na sexta (9). Além dela, sobem ao palco seu ex-professor, Menescal, e Marcos Valle, Leila Pinheiro, MPB4 e a convidada

especial Patrícia Alví. A apresentação é uma reedição do show homônimo realizado em 2005 e lançado em DVD, porém com uma formação de artistas diferente. No início do ano, foi feita uma primeira retomada do projeto, mas na ocasião, Wanda, Leila e Menescal foram acompanhados de Roberta Sá, Ivan Lins, Paula e Jaques Morelembaum. Independentemente do grupoformadonopalco,alógica é parecida: cada artista canta algumas músicas próprias, depois acompanha seu sucessor. Ao fim, se juntam no palco. “O Marcos Valle vai passar a batuta pra mim com ‘Vagamente’, que foi uma música que ganhei do Menescal e do Ronaldo Bôscoli (1928-1994), e que foi título do meu primeiro disco. Só que com arranjo novo do Marcos. Depoiscanto ‘Desafinado’, ‘Você e Eu’ e passo pro Menescal com ‘Cá Entre Nós’, que é uma parcerianossa,com músicadele e letra minha, dedicada a ele”, adianta Wanda. O MPB4, por sua vez, vai cantar,comLeilaPinheiro,“Falando de Amor”, de Tom Jobim, “Faz Parte do Meu Show”, de Cazuza, “Última Forma”,de Baden Powell,“Retrato em Branco e Preto”, de Chico Buarque, e “Samba do Avião”, de Tom Jobim. “Quando o grupo foi criado, nossas formações e influências eram mais ou menos diferentes. Alguns escutavam mais Bossa

Sex. 9.jun.

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BOSSA NOVA IN CONCERT/DIVULGAÇÃO

Nova,outrosmenos, masbebemos muito nessa fonte. Sempre fomos muito ecléticos e esse é um gênero bem presente na nossa trajetória”, afirma Miltinho, um dos integrantes do grupo.

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PROJETOS INDIVIDUAIS Enquanto Wanda Sá se prepara para lançar um novo disco no segundo semestre, gravado com Gilson Peranzzetta e Mauro Senise, só com músicas de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, o MPB4 volta ao equilíbrio após a perda de Magro Waghabi, em 2012. “Fomos o grupo vocal mais longevo com a mesma formação, até 2004, com a saída do Dalmo (Medeiros). Mesmo depois disso, conseguimos manter uma consistência, mas a perda do Magro foi um baque. Era nosso diretor musical, responsável pelosarranjos.Foi muitodifícilpara mim epara o Aquiles decidir se iríamos prosseguirsem ele. Felizmente,encontramos o Paulo Malaguti e estamos encontrando nossa nova identidade”, afirma Miltinho.

Bossa Nova in >Concert Juntam-se no palco do Palácio das Artes o grupo MPB4, Wanda Sá, Leila Pinheiro e Roberto Menescal, além de Marcos Valle e da participação especial de Patrícia Alví, num show inteiramente dedicado à Bossa Nova, que completa 70 anos

Com Wanda Sá, MPB4, Leila Pinheiro, MPB 4, Marcos Valle, Roberto Menescal e participação especial de Patrícia Alví. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Dia 9 (sexta), às 21h. R$ 200 (inteira, plateia 1), R$ 180 (inteira, plateia 2), R$ 160 (inteira, plateia superior).

Plácido Domingo Jr. em BH Sáb. 3.jun

MANUELA GIUSTO/DIVULGAÇÃO

Cantor segue os passos do pai, o famoso tenor espanhol

“Estupenda”, diz Plácido Domingo Jr. sobre sua companheira na turnê “Juntos”, Nádia Figueiredo. Sim, o filho do tenor espanhol Plácido Domingo também se enveredou pelo canto, e coloca seu vozeirão a serviço de músicas como “The Way You Look Tonight”, “Garota de Ipanema”, “Manhã de Carnaval”, “La Vie en Rose”, “Sous le ciel de Paris” e “Parla Più Piano”. Bem, essas são as músicas que eles cantarãoem dueto,mas cadaum terá um momento solo no show,que passapor BeloHorizonteneste sábado (3), no Palácio das Artes. A turnê já passou por Rio de Janeiro e Porto Alegre, e a resposta do público fez Plácido vibrar. “Estou realmente surpreso com o acolhimento, o calor da plateia, a simpatia...”, enumeraele, que estende seus elogiosà música brasileira. “Muito rica em harmo-

nia, melodia e ritmo”. Belo-horizontina radicada no Rio de Janeiro, Nádia, 40,devolve oselogios aocompanheiro de empreitada. “Ele tem muita presença de palco. E, além de cantar com a alma e o coração, também é produtor e compositor. Com esse projeto, queria também que se tornasse mais conhecido aqui, no Brasil”, diz ela, acrescentando que acalenta o projeto de levar a turnê à Europa – Plácido Domingo Jr. é radicado em Roma. Eemboraesteja vindoprofissionalmente ao Brasil pela primeira vez, o cantor passou porum eventoespecial doRock in Rio, o “Amazonia Live”. “Aliás, a gente se conheceu pessoalmente lá”, diz Nádia, referindo-se à apresentação, ano passado, feita em um palco flutuante instalado no Rio Negro, Manaus, e transmitido em live streaming. Mais

tarde, gravaram um dueto – “Lacrime D’Inchiostro”, que, lembraela,teveuma repercussão muito boa, o que gerou os dividendos de agora. Nádia, que já foi modelo, começou a tocar violão aos dez anos. Na pré-adolescência, na capital mineira, faturou o primeiro lugar em um festival escolar no Colégio Pio XII,comuma composição própria. Aliás, a irmã Rosa Godoy, que foi sua professora, já assegurou presença na plateia, neste sábado. De volta à carreira, Nádia contaque também estudouartes cênicas, mas, toda sincera, confessa que se deu conta de que não dispunha de talento suficiente como atriz. Formada em publicidade, foi perceber, então, sua vocação para a música. “Tenho um bom ouvido, pego rápido as coisas”. Mas foi a audição da “Ave Maria” de Schubert, em um con-

certo, que a fez capitular de vez.“Fiquei maravilhada,tocou muito fundo! Depois, sentei no carro com os olhos cheios d’água. E aí, pensei: é o que quero fazer da vida”. No entanto, Nádia frisa que não é uma cantora de ópera, mas o que se convenciona, no mundo do canto, chamar de “crossover”. “Até canto árias de ópera, mas a tourtrabalhamuitocommúsicas populares”. Em tempo: a dupla será acompanhada por JoãoCarlos de Assis Brasil (piano), Antón Caballo (violino), Alexandre Ito (contrabaixo) e Ary Dias (percussão). No Rio, João Donato fez participação. (Patricia Cassese)

Domingo >Jr. ePlácido Nádia Figueiredo

Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537). Dia 3 (sábado), às 21h . A partir de R$ 80 (inteira, plateia superior)


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MÚSICA O oceano minimalista de Dudu Patrícia Foi em um Cassese prosaico encontro por entre as gôndolas de um supermercado que Dudu Nicácio firmou a parceria que batiza seu quinto disco de carreira, “Oceano Brilhante” – que o cantor e compositor lança neste domingo (4), no Museu de Arte da Pampulha. “Encontrei o RafaelSchmidt, que veio me falar do disco novo dele. Daí perguntei se a gente não podia fazer algo junto e, em poucos minutos, ele me manda uma melodia superdensa, superbonita”, rememora Dudu, que, então, tratou de buscar inspiração para a letra, perpassada por um viés filosófico. “Oceano Brilhante”, o disco, traz 11 faixas – e todas com histórias interessantes por trás. Duas, em especial, chamam a atenção por contarem, nos créditos, com nomes queridos da cena musical mineira que já partiram, “Sambarroco” e “Não Pagarei com o Mal”. A

primeira, parceria de Nicácio com Vander Lee, já havia, inclusive, batizado o disco do artista falecido em agosto do ano passado. Curiosamente, tanto o CD de Dudu quanto o de Lee foram produzidos por Thiago Delegado, que buscou matizar as gravações de forma distinta. Assim, no disco de Lee, voltado ao samba, o arranjo entrou em consonância com esse espírito, enquanto que em “Oceano Brilhante” surge mais como uma canção. “Não tive tempo para mostrar o resultado a ele, mas acredito que teria gostado. E acabou ficando na estética com a qual ele se tornou mais conhecido. Óbvio, não escolhi essa música para o disco como uma homenagem, jamais iria supor que isso aconteceria (a perda súbita do colega), mas, sim, o fato de estar abrindo o disco passou a ser uma homenagem”. TESOURO Já “Não Pagarei com o Mal” é a única faixa que não ostenta a assinatura de Nicácio no trabalho: letra e músi-

ROGÉRIO SOL/DIVULGAÇÃO

Dom. 4.jun Em seu novo trabalho, que apresenta neste domingo (4), no MAP, Dudu Nicácio mostra música inédita de Mestre Jonas

Dudu Nicácio contará com a participação do sambista Moacyr Luz no show no MAP

ca, aqui, são de Mestre Jonas, morto em 2011, aos 35 anos. “Me lembro direitinho do dia em que ele me apresentou a essa música. A gente tinha um compromisso e, quando vi da janela, ele já estava lá embaixo, daquele jeito dele, todo simplão e cheiroso. Me deu um abraço forte, como de hábito. O curioso é que, apesar de essa música ser inédita em termos de gravação,

já é bastante cantada em rodas de samba na cidade. Quis gravar também pelo fato de o Mestre Jonas ter deixado mais de mil músicas, e poucas foram registradas após sua morte. Gostaria de chamar atenção para esse tesouro que está aí”, avisa. Na faixa, Dudu conta com a participação especialíssima do sambista Moacyr Luz, que estará no lançamento, no

MAP. Aliás, o show terá outras surpresas. Além de Thiago Delegado no violão e Robson Barata na percuteria, a apresentaçãoconta coma cantora Giselle Couto na faixa “Meu Mito”. O roteiro abarca todas as faixas do disco, mas abre espaço para três extras, entre elas, outra parceria com VanderLee,“Entre Nós”.O pacote se completa com “Um Para o Outro”, inédita de Dudu –

no caso, feita para a filha; e “Vida em Movimento”, primeiraparceriaentreomineiro e Moacyr Luz. Formado em direito, atualmente fazendo doutorado em filosofia, Nicácio diz que, no cômputo geral, o disco (gravado ao vivo, em estúdio) é mais reflexivo, abordando temas existenciais. O ritmo, claro, é o samba, que ele advoga há anos. Vale ressaltar, ainda, o belo trabalho gráfico, assinado por Juan Cabello Arribas. Nele, uma foto de Dudu inserida na arte flagra o artista nu. “Foi o Juan que deu a ideia, e, na verdade, nem sei o motivo. Mas embarquei. Talvez ele tenha percebido que o disco tem esse espírito minimalista”, aventa, referindo-se ao fato de os versos flagrarem o dia a dia de um sujeito comum.

> Dudu Nicácio

Projeto Domingo no Museu MAP (av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585). Dia 4 (domingo), às 11h. R$ 20 (inteira), à venda na Acústica CDs (rua Fernandes Tourinho, 300) e, no dia do evento, a partir das 10h, na bilheteria.


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MÚSICA Manu de corpo e alma Alex É praxe na inBessas dústria fonográfica que, ao debutar um disco, o artista seja apresentado no registro com nome e foto próprias. Em 2010, Manu Gavassi estreou, como reza a cartilha, aos 16 anos, com um disco que carregava seu nome e sobrenome. “Clichê Adolescente” veio três anos depois. Em 2015, lançou o EP “Vício”. Agora, em seu quarto trabalho, apresenta “Manu”. E, mais que nomear, a artista se despe na capa para dar cara e corpo ao novo trabalho. “Tem esse título e essa foto porque realmente tem, para mim, um gostinho de primeiro CD. Antes, por ser muito novinha, eu não participava de todo o processo de criação, como foi agora”, explica a cantora, que apresenta o novo trabalho no Cine Theatro Brasil Vallourec, no próximo sábado (10). “Na verdade, eu estava devendo um show a BH”, diz, em referência à apresentação desmarcada no ano passado, por conta de uma apendicite. “Então, assim que começamos a pensar nessa miniturnê já disse que a cidade não podia ficar de fora”. Para Manu, a vinda à capital é tão importante que escolheu BH para fechar a série de apresentações. Passando por seis cidades das regiões Sudeste e Sul, a cantora explica que a miniturnê foi um experimento do novo forma-

to de shows. Ao fim, a empreitada deixou Manu satisfeita. “Cara, esse show é meio que meu sonho de infância! Era isso que eu pensava quando sonhava em ser cantora”, comemora. E pensar que a própria Manu havia relutado em aderir ao novos moldes. “Eu sou a pessoa mais contraditória que conheço. Havia dito que não ia dançar, mas fizemos uma coreografia linda... Agora, as músicas que eu mais gosto são as que danço”, comenta entre risadas. Para ela, diga-se, “foi um desafio, nunca havia feito um show inteiro marcado. Mas, no final, está sendo uma delícia”. Entre os momentos do show, Manu preserva um momento que considera particularmente seu. “Tem bailarinos, tem muitos profissionais fazendo, mas tem também eu e meu violão”, diz. “É algo muito especial para mim, que eu não vou abandonar nunca, porque está na minha essência”, analisa. AMADURECIMENTO Mais que um formato de show diferente, Manu sabe que este é um CD de transição. Se antes cantava para um público infantil, os fãs cresceram com ela. “No início, eu via meninos e meninas de 11 anos. Mas, da mesma forma que passou para mim, o tempo passou para eles, que agora têm 16, 18 anos...”, observa a cantora. É no contexto do amadurecimento seu e de seu público, que ela não acredita que a

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sábado (3) BANDA BLACK MACHINE Lançamento de EP. Café 104 (praça Rui Barbosa, 104, centro). Às 23h. R$ 15 (antecipado) HUGO TONI/DIVULGAÇÃO

CLASSICS HIP HOP DJ Zeu convida KL Jay, Aika Cortez e 1RG. Fábrica (av. dos Andradas, 1.145, centro). Às 22h. R$ 25 (2º lote)

DEVISE + SELVAGENS À PROCURA DE LEI

Projota, Ludmilla e Banda Uó são algumas das parcerias sonhadas por Manu, atraída pelo pop presente no rap, funk e brega desses artistas

Devise lança do disco “Petricor”. A Autêntica (r. Alagoas, 1.172, Savassi). Às 22h. R$ 25

MARIA BAETHÂNIA Show com os grandes sucessos da estrela. KM de Vantagens Hall BH. (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi). Às 21h. A partir de R$ 280 (arquibancada 4 º lote)

MÚSICA ELETROACÚSTICA Alunos da Música da UFMG lançam o álbum criado na disciplina de “Composição de Música Eletroacústica”. Sala Sergio Magnani (r. Gonçalves Dias, 320, Funcionários). Às 20. R$ 20 (com o CD)

NOITE DAS BALADAS DE CHOPIN Com André Barbosa, André Castro, Bárbara Freitas e Igor Ferreira. Espaço de Cultura e Arte (rua Odilon Braga, 1.190, Mangabeiras, 2526-8504). Às 20h. R$ 30

PROJETO ELAS Lançamento do EP “Falando de Amor e…” Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046). Às 20h. R$ 20 (inteira)

nudez presente na capa do álbum possa chocar. “Ao contrário, espero que possa influenciar as pessoas positivamente, no sentido de se sentir seguro com seu corpo, com o que você é”, pondera. Não é a primeira vez que Manu levanta essa bandeira. Em 2016, através de redes sociais, reclamou de retoques digitais em uma foto sua publicada na capa da revista “VIP”. Neste aspecto, o empoderamento também permeia as músicas do novo trabalho. Se seu primeiro sucesso (“Garoto Errado”, 2010) diz das desi-

lusões e descobertas de um amor adolescente, agora Manu volta seu olhar para si. “Antes, minha música estava mais focada no outro... Isso também mudou”, indica. Para ela, aliás, a transição para um pop mais adulto foi muito natural. “Não senti nenhum tipo de rejeição de quem já me ouvia e ainda teve uma galera que começou a prestar mais atenção em mim”.

ex-Malhação debuta seu primeiro longa-metragem, “Ela É o Cara”, comédia do diretor Paulo Cursino. Também faz participação na série “Planeta B”, do Multishow. A artista ainda tem fôlego para lançar seu primeiro livro. “É uma ficção inspirada na minha vivência e de pessoas próximas, que fala de temas delicados, mas com leveza...”.

FILME, SÉRIE, LIVRO Com o fim da miniturnê, trabalho é o que não falta para Manu. Ainda neste ano, a

> Manu Gavassi

Cine Theatro Brasil Vallourec (Rua dos Carijós, 258, Centro). Sábado (10), às 18h. Entre R$ 80 e R$ 250 (inteira).

TRIBUTO A BELCHIOR Artistas da cena mineira em homenagem ao músico. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes). Às 21h. R$ 30 (inteira)

domingo (4) HAPPY FEET JAZZ BAND Show “Unplugged”. Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro). Às 19h. R$ 25 (inteira)

K - POP FESTIVAL Festival celebra a cultura coreana com concursos e shows. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 14h. R$ 30 (inteira)

terça (6) CHRISTIANA LOBO

CARINA ZARATIN/DIVULGAÇÃO

SERGIO PRADO/DIVULGAÇÃO

de música 6 Festival eletrônica volta a BH

comemora 35 anos de 6 Ira! carreira na Arena Del Rey Depois de passar por BH com um formato acústico, o Ira! volta com seu show tradicional. A banda comandada por Edgard Scandurra e Nasi traz um repertório com seus maiores clássicos, como “Flores em Você” e “Girassol” Onde Arena Del Rey (av. Presidente Carlos Luz, 3001, Pampulha) Quando Dia 10 (sábado), às 21h30 Quanto R$ 110 (inteira, 2° lote); R$ 140 (passaporte dos namorados com dois ingressos); R$ 600 (mesa para quatro pessoas, 1° lote)

Os amantes mineiros da música eletrônica podem ficar despreocupados: grandes nomes deste cenário desembarcam em BH para o XXXXperience Festival. A edição deste ano promete 12 horas ininterruptas de música e 19 artistas, entre eles Berg, Bliss, Chapeleiro, DJ Moon, Outsiders e Alok Onde Mirante Beagá (r. Gabriela de Melo, 0, Olhos D'agua) Quando Dia 10 (sábado), às 14h Quanto R$ 220 (pista, inteira, 3° lote); R$ 260 (camarote, inteira, 2° lote) FERNANDO MAZZA/DIVULGAÇÃO

Lançamento do disco “Navegador”. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes). Às 20h30. R$ 20 (inteira)

quarta (7) LÍRICO EM CONCERTO Coral Lírico convida o maestro ngelo Fernandes. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Às 20h30. R$ 30 (inteira)

quinta (8) DÉA TRANCOSO

Araújo relembra 6 Eduardo carreira no Granfinos A lenda da jovem guarda e um dos precursores do rock nacional, Eduardo Araújo traz sua banda para o Granfinos, neste sábado (3) e promete uma noite inesquecível para os fãs de rock. No palco, o músico relembra as canções mais marcantes de sua carreira como “Vem Quente que Eu Estou Fervendo” e “O Bom” Onde Granfinos (av. Brasil, 326, Santa Efigênia) Quando Neste sábado (3), às 22h Quanto R$ 80 (inteira); R$ 240 (mesa com quatro lugares)

Lançamento do álbum “Líricas breves para a construção de uma alma” Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro). Às 20h. R$ 10 (inteira)

MYLENA JARDIM A vencedora da última edição do The Voice Brasil apresenta o show “A Voz do Brasil”. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes). Às 21h. R$ 50

sexta (9) ABBA ON STAGE Show “Tribute Gold Band” Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes). Às 21h. R$ 60 (inteira)

GRUPO ARANDELA Música Barroca. No programa Telemann e Naudot. Idea Casa de Cultura (r. Bernardo Guimarães, 1.200, Funcionários). Às 20h30. R$ 30 (inteira)


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ARTES VISUAIS BH pelo olhar de um ciclista Jessica Quando era Almeida mais moço, o principal veículo que o fotógrafo Sylvio Coutinho usava para se locomoverporBeloHorizonte era a bicicleta. Perdeu as contas de quantas vezes subiu a rua Carangola em cimadamagrelarumoàFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich). O hábito, porém, foi perdido com o passar do tempo pelas contingências da vida. Mas em 2015, sob circunstâncias que não era as melhores, ele acabou se reencontrando com as duas rodas. “No fim da reforma do Mineirão, que eu registrei durante cinco anos, acabei caindo de uma jabuticabeira e tive um problema sério no pé. Passei dois anos entre o CTI do hospital e a cama do meu quarto, sem pisar no chão. Cheguei a ouvir que era melhor que amputassem meu pé, porque eu poderia morrer de fraqueza.

Mas meu irmão, que é médico, me salvou”, conta. Ainda havia, no entanto, o risco de que eleficasse manco. Nesse caso, a salvação veio da esposa: uma bicicleta. Com ela, Sylvio conseguiu fortalecer o pé e se recuperar. Mais do que isso, começou a levar uma câmera e registrar suas “pedalanças” pela cidade. O resultado disso ele apresenta na exposição Sylvio Coutinho Mostra Belo Horizonte na Casa Fiat de Cultura, que abre na próxima terça (6), integrando as homenagens ao aniversário de 120 anos da capital. Multimídia, a exposição traz 27 fotografias, 65 gravuras,vídeos e réplicas em 3D de monumentos históricos da cidade. O evento também marcao lançamentodolivro dofotógrafo, “BH 120”. “Andar de bicicleta faz a cidade diferente. Eu digo que a cidade é minha, mas não é de quem eu não encontro na ciclovia, no Parque Municipal, onde eu dou cinco voltas todos os dias às 6h30 da manhã. Passo na

abertura 6.jun.

SYLVIO COUTINHO/DIVULGAÇÃO

Sylvio Coutinho apresenta as imagens que fez enquanto se recuperava de um acidente

praça da Liberdade, subo na da Assembleia para ver como está o movimento, vou na Duque de Caxias. Porque a bicicleta me permite fazer isso tudo em uma hora”, diz. De volta definitivamente para a sua vida, a bicicleta, ele diz, o proporcionou uma relação com a cidade que ele não

tinha. “Passei a não me incomodar mais com o mau cheiro de determinados lugares, por exemplo. Os lugares horrorosos que não foram ocupados pelo poder público, que a iniciativaprivada não teve cuidado, todos eles estão cheios de grafites maravilhosos”, diz. O vídeo que compõe a

mostra traz imagens de espaços públicos de BH sob a trilha sonora do violonista e compositor Gilvan de Oliveira. Na Piccola Galleria, Sylvio apresenta a série “Ocasos”, com gravuras que são resultado do contato de um papel conhecido como “mala” com as chapas de impressão para calibra-

gem das cores a serem impressas. Por fim, igrejinha da Pampulha, Mineirão, pirulito da Praça Sete, viaduto de Santa Tereza e edifício Niemeyer foram replicados em miniaturas, feitas com base em fotografias do próprio Sylvio. Cada uma delas terá ao lado um fone em que se ouviráinformaçõessobre cada monumento. Os textos, escritos pelo arquiteto João Diniz,são narrados pelo próprio fotógrafo, com trilha de Gilvan de Oliveira. “Há pouco tempo uma amiga que é deficiente visual esteve no meu estúdio, tocou as réplicas,ouviuosáudios emedisse: ‘estou vendo’. Foi meu momento mais gratificante enquanto artista”, diz.

Sylvio Coutinho >mostra Belo Horizonte Casa Fiat de Cultura (praça da Liberdade, 10, Funcionários, 3289-8900). De 6 de junho a 30 de julho. De terça a sexta, das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h. Entrada franca.


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A visita começou pelo café, na cozinha. Ali, claro, a prosa não tardou a engrenar. As falas, por vezes, se atravessaram. Aquele que começava raramente era quem concluía o assunto. Assim, se completavam, se contrariavam – e compartilhavam vivências das viagens que fizeram, das pessoas que influenciaram e das que se deixaram influenciar. Sim, o encontro com os atores do Grupo Galpão faz lembrar a reunião de qualquer família há muito estabelecida. Tendo os 35 anos de trajetória como mote, os inteAlex Bessas

grantes da companhia anunciaram a turnê comemorativa que, com cinco espetáculos, circulará pelo Brasil a partir de junho. Começando, claro, por Belo Horizonte. Écomo umcasamento que os atores entendem seu duradouro e produtivo relacionamento: desde 1982 foram 23 espetáculos, 100 prêmios brasileiros e mais de 1,7 milhões de espectadores. O atual elenco, de 12 pessoas, diga-se, está junto há 22 anos. “Ainda nos aguentamos porque acreditamos nesse projeto coletivo”, brinca Chico Pelúcio. Perguntados sobre a importância de estarem sempre buscando a renovação, os artistas, que têm entre 50 e 70

anos, lembram que, esteticamente, as mudanças são uma constante. “Sempre buscamos novos desafios”, explica o ator Beto Franco. Corrobora com a observação a ecléticaescolha feitapelo grupo para a maratona comemorativa ao aniversário. Além das peças, o Galpão lança disco, com a trilha sonora da peça “De Tempo Somos”.“Foianossa primeiraexperiência gravando em estúdio! O resultado é lindo”, comenta Fernanda Vianna. GUTO MUNIZ/DIVULGAÇÃO

“De Tempo Somos: Um Sarau do Grupo Galpão” Ainda demonstrando um momento de olhar para trás, o espetáculo-sarau de 2014 revisita canções marcantes de outras montagens do grupo, como “Flor, minha flor”

(“Romeu e Julieta”, 1992) e uma característica do Gal“Canção dos Autores” (“Um pão: a presença da música Molière Imaginário”, 1997). como elemento cênico. Com direção de Lydia Del PicDe Tempo chia e Simone Ordones, a apresentação não se pretende Somos uma leitura histórica dos espe- Praça do Papa (av. Agulhas Negras, s/n, Mangabeiras). Dia 17 (sábado), às táculos, mas a celebração de 20h. Entrada franca.

>

GUTO MUNIZ/DIVULGAÇÃO

ARTES CÊNICAS Soprando velinhas no palco

“Nós” Dirigida por Marcio Abreu, a peça de 2016 é um mergulho na experiência com as três décadas do Galpão. A montagem abre a série de apresentações em BH na próxima quinta (8). Para Eduardo Moreira, “Nós” foi desafiador por colocar o grupo em um novo lugar, “entre o teatro e a performance”. Lydia del Picchia completa a observação lembrando que é a trajetória da companhia que torna “Nós” especial. “Surpreende ver o Galpão se jogando dessa forma em um risco”, diz.

> Nós

Teatro Sesiminas (rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia). De 8 a 11 de junho, de quinta a sábado, às 21h, domingo, às 19h. R$ 30 (inteira).

Tio Vânia (Aos que Vieram Depois de Nós) A obra de 1897, de Anton Tchékhov, foi levada aos palcos pelo grupo Galpão pela primeira vez em 2011. “Yara (de Novaes, diretora da peça) observou como Tchékhov exige um estado de presença do ator que não pode ser mera representação”, pontua Eduardo Moreira. Ambientado em uma decadente Rússica rural, o texto diz da perda de ilusões e a necessidade do homem de

GUTO MUNIZ/DIVULGAÇÃO

“Till, a Saga de Um Herói Torto” Espetáculo de rua, a montagem foi encenada pelo Galpão em 2009, com direção de Júlio Maciel. A tragicomédia narra a história de Till, personagem abandonado por Deus em uma Alemanha miserável da Idade Média. Para sobreviver, se entrega a uma saga de presepadas e velhacarias. As contribuições e reflexões que os diversos diretores convidados pelo Galpão deram estão entre as razões pelas quais o grupo trilha trajetória tão difusa. “A gente já fez adaptação de obra literária, já escreveu peça coletivamente com nossos improvisos... Sabe, a gente vai fazendo conversões, procuramos sempre trazer algo de novo”, diz.

> Till

Praça do Papa (av. Agulhas Negras, s/n, Mangabeiras). Dia 18 (domingo), às 18h. Entrada franca.

se reinventar. A peça é atravessada pela noção da passagem do tempo, aspecto que inquieta um paralelo com o Galpão. Os atores se orgulham de, no palco, serem um dos poucos grupos que o público pôde envelhecer junto. “Somos os Rolling Stones do teatro”, brinca Chico Pelúcio.

> Tio Vânia

Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/n, Centro). De 22 a 25 de junho, quinta a sábado, às 21h, domingo, às 19h. R$ 30 (inteira).

ELENIZE DEZGENISKI/DIVULGAÇÃO

GUTO MUNIZ/DIVULGAÇÃO

“Os Gigantes da Montanha” A montagem de 2013 trouxe de volta, à direção da companhia, Gabriel Vilella, que também assinou “Romeu e Julieta” (1992) e “A Rua da Amargura” (1994). Texto de Luigi Pirandello, a peça é uma alegoria da importância do teatro no mundo moderno. Nesta turnê, o espetáculo marca o retorno do Galpão à Praça do Papa. “É um lugar muito especial para a gente. Há uns quatro ou cinco anos não nos apresentávamos nesse lugar que recebeu, por exemplo, ‘Romeu e Julieta’”, pontua Beto Franco.

> Os Gigantes da Montanha

Praça do Papa (av. Agulhas Negras, s/n, Mangabeiras). Dia 16 (sextafeira), às 20h. Entrada franca.


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ARTES CÊNICAS Universos distintos e explosões Jessica Greta vem Almeida da cultura judaica, Kauru é uma préadolescente africana, Kori é uma mulher urbana que abandonou tudo para viver com indígenas eGuadalupeésupercontemporânea, “pra frente”, envolvida com questões atuais das sociedade. As três acabam confinadas no mesmo espaço após uma explosão, e o choque entre as diferentes crenças, conceitos, tabus emaneirasde verede constituir o mundo chacoalha suas consciências. Essa é a premissa de “Bumm”, espetáculo do Arande Coletivo que estreia na próxima quinta (8) no CCBB. O projeto é uma parceria da companhia com os integrantes do Grupo Galpão Inês Peixoto, responsável pela direção, e Eduardo Moreira, que assina a dramaturgia. “Somos um coletivo só de mulheres e partimos da ideia de estudar o Dia dos Mortos no México. Percebemos como a morte lá é tratada de um jeito diferente, se comparado ao nosso. Desse embrião, começamos a falar de outras culturas, de como as pessoas pensam nos ri-

Qui. a seg. 8 a 26.jun.

BIANCA AUN/DIVULGAÇÃO

algo que é comum a todas elas. “As crençase ideologias ficam em segundo plano diante de algo que compartilham:a ancestralidade,o entendimentodequetodos viemos do pó e ao pó voltaremos. Isso as faz perceber a loucura de todos esses buns ao nosso redor”, pontua.

Arande Coletivo retoma parceria com Inês Peixoto em “Bumm”, que mostra mulheres de origens diversas em situação-limite

tuais de passagem em cada uma delas. Daí partimos para a composição do universo de cada uma das personagens, dahistória quetraziam”,explica a atriz integrante do coletivo Dora Sá, que interpreta a personagem Greta. Inês Peixoto, que já as tinhadirigido em 2008 no espetáculo de rua “Arande Gróvore”, gestado a partir do projeto Cine Horto Pé na Rua, foi convidada para acompanhar essa pesquisa. “Foi um processo

muito bacana o que vivemos no projeto anterior, fomos até pra fora do país juntas e criamos um laço de afinidade artística que nos uniu outra vez”, conta a diretora. Com as personagens definidas, iniciou-se uma etapa de improvisação e proposições.Nessemomento, juntouse à equipe Eduardo Moreira. “Gravávamos os exercícios, transcrevíamos o que achávamos interessante e passávamos pra ele, que completava

com pesquisas dele também e levava pra dramaturgia. Elas, por sua vez, davam sugestões sobre o que havia funcionado ou não. O texto foi criado de forma a acolher essa dinâmica, o que foi bem diferente da nossa primeira proposta, que tinha um caminho bem nítido desde o início”, afirma Inês. Amarrando tudo, veio a proposiçãode queelas estivessem numa situação-limite. “A gente chegou nesse lugar porque percebemos que as rela-

ções femininas são diferentes quandoseencontramnumasituação extrema. Assistimos a muita coisa, depoimentos de refugiados, de pessoas que estão sofrendo com o terrorismo na atualidade, o que tem acontecido infelizmente com tantafrequência, em várioslugares. E essas mulheres não se encontrariam de outra forma”, comenta a atriz Dora Sá. Naquele momento, todas as suas diferenças são deixadas de lado para dar espaço a

MAIS ELEMENTOS O cenário é basicamente umvazioconstruídopelailuminação de Felipe Cosse e Juliano Coelho e a trilha sonorade Barulhista, que compôs a música a partir de sons metálicos.OsfigurinosdeCícero Miranda complementam a ideia da explosão. Feito sem qualquer tipo de apoio institucional, “Bumm” contou com muita entrega de todos os envolvidos em sua produção. “É um movimento de resistência, estamos resistindo, tendo que ter dois trabalhos e ainda comparecer ao ensaio, mas o retorno é muito recompensador e esperamos que o público se engaje conosco”, conclui a atriz.

> Bumm

Arande Coletivo; dir. Inês Peixoto Teatro II do CCBB BH (praça de Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). De 8 a 26 de junho, de quinta a segunda. R$ 20 (inteira)

Celebrada ao vivo e em DVD Sáb. e dom. 3 e 4.jun.

CLAUDIA RIBEIRO/DIVULGAÇÃO

Musical sobre Clara Nunes retorna para lançamento de DVD

A estreia de “Deixa Clarear”, musical que homenageia ClaraNunes(1942-1983)aconteceu em 2013, mas, só em 2015, foi apresentado em Minas Gerais, terra natal da cantora. Na ocasião, porém, rodou bastante pelo Estado: BeloHorizonte, Contagem, Itaúna, Uberlândia, Ouro Preto, Mariana, Tiradentes e Caetanópolis, cidadezinha onde a intérpretenasceu. Durante essaturnê,oespetáculo foi registrado e agora o elenco retorna à capitalpara apresentá-lo novamente e lançar o DVD, neste fim de semana (dias 3 e 4). Idealizadora do projeto, a atriz Clara Santhana diz que as encenações em Minas são sempremuitoespeciais.“É impressionante a força que ela tem aí até hoje. A todos os lugares a que fomos – e fomos a muitos – todo mundo sabia cantar,haviaumamemória viva.Fora o carinho com quesomos recebidos”, diz. EmBeloHorizonte, especificamente, Maria Gonçalves da Silva, a Mariquita, irmã da intérprete (que a chamava de Dindinha),que faleceu noúlti-

mo dia 11, estava na plateia. “No mesmo dia, um senhor chamado Orlando escreveu umbilhete dizendoque foi namorado dela, a Dindinha o reconheceu, houve esse encontro entre os dois. Em Minas, houve uma proximidade maior de pessoas que a conheceram. No Rio, isso também acontece, mas são amigos de quando ela já era uma estrela. Aí é de quando ela era menos conhecida,issofalade umpassado que é muito importante de conhecer”,diz a atriz. O projeto nasceu de uma iniciativa de Santhana. Por interesse pessoal, começou a pesquisar a carreira de Clara

SEMELHANÇA Preparação Mesmo não se considerando parecida com Clara Nunes, Clara Santhana ouve frequentemente sobre a semelhança que aparece no palco. “Pesquisei, assisti a vídeos e faço aulas de canto até hoje. A ideia não é copiar ou ser igual, mas fazer com que a reconhecessem de alguma forma em mim”, diz.

Nunes, que cantava sobre temas caros a ela. Aos poucos, as paixões que ela cantava foram se tornando também as da atriz e a vontade de trabalhar essas questões num espetáculo surgiu. Coincidentemente, se aproximava o aniversário de 30 anos de falecimento da cantora, e a homenagem passou a ser mais que pertinente. CONSTRUÇÃO Para viabilizar a ideia, Clara Santhana intensificou sua pesquisa indo inclusive a Caetanópolis e convocou outras pessoas para ajudar a colocar o projeto em prática. A dramaturgia, assinada por Marcia Zanelatto, amarra os interesses que a mineira demonstrou em sua trajetória. “Não entramos em fatos pessoais, mas amarramos o repertório aos assuntos que queríamos abordar. A luta do povo brasileiro, dos trabalhadores, a miscigenação. A cultura popular do congado que também era um traço muito forte dela, cujo pai era violeiro de folia de reis. Fomos fazendo a liga-

ção do que ela tinha a dizer com as músicas que gravou”, conta. No repertório, clássicos de grandes compositores como “O Canto das Três Raças” (Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte), “Na Linha do Mar” (Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um Ser de Luz” (João Nogueira/ Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte), “O Mar Serenou” (Candeia) e outras que a voz de Clara Nunes imortalizou. A perda de Dindinha, figura tão importante para o espetáculo, foi um baque, mas a atriz prefere acreditar que ela cumpriu sua missão e incentiva o apoio para que os projetos dela continuem sendo tocados. “A creche e o memorial precisam continuar”, diz. (Jessica Almeida)

> Deixa Clarear

Musical sobre Clara Nunes Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Dias 3 e 4. Sábado, às 21h, e domingo, às 20h. R$ 50 (inteira)


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ARTES CÊNICAS Billie Holiday, a voz do jazz João H. O drama e a Motta tragédia – en(*) tremeados à consagração por meio da música – marcaram a vida da diva do jazz norte-americano Billie Holiday (1915 - 1959). Até mesmo no momento de sua morte. Já acamada em um hospital devido a complicações de uma cirrose hepática, Billie recebeu voz de prisão por porte de drogas e permaneceu sob custódia da polícia até o instante de seu óbito. O potencial dramático de sua história, composta também pelas notáveis canções que deixou gravadas, compõe o musical “Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday”, que chega a Belo Horizonte nos dias 9 e 10 de junho, no Sesc Palladium. Estrelada pela atriz e cantora Lilian Valeska, a montagem conta a trajetória turbulenta da diva: estupro na infância, uma mãe que a agenciava para a prostituição, o sonho de cantar, maridos que a exploravam, amores impossíveis, o racismo e uma vida boêmia que desregularam

sua cabeça e talento. O espetáculo não traz necessariamente uma cronologia. “Em um primeiro momento, é um show qualquer em sua vida e ela vai cantando e se lembrando de alguns momentos, as cenas acontecem como uma imersão no flashback”, afiança a atriz. Ao longo do texto de Jau Sant’Angelo e Ticiana Studart, Lilian interpreta pérolas como “They Can’t Take That Away From Me”, “Summertime”, “Speak Low”, “Fine and Mellow” e “Strange Fruit”, o belo hino antirracismo que empresta nome à peça e que ficou eternizado nas performances de Lady Day. MAIS QUE UMA CANÇÃO Considerada a “mais revolucionária” e, ao mesmo tempo, “mais triste” canção, segundo conta David Magrolick em seu livro “Strange Fruit – A Biografia de uma Canção”, a música é a síntese do espetáculo. “Este hino nasce de um olhar de uma criança sobre familiares e amigos negros pendurados por cordas em árvores, mortos, pingando sangue no chão”, relembra Lilian, ao falar sobre a

ANDRÉ FURTADO/DIVULGAÇÃO

Rosa desembarca em BH com 6 Ana o espetáculo “Violetas na janela”

De volta à capital mineira, a atriz apresenta a peça espírita sucesso há mais de 20 anos. O espetáculo narra a história de Patrícia, uma jovem que desencarnou e precisa aprender que a vida continua Onde Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro) Quando Neste sábado (3), às 21h; domingo (4), às 19h Quanto R$ 90 (inteira)

ANDREA ROCHA/DIVULGAÇÃO

Sex. e sáb. 9 e 10. jun

Como em um show, Lilian Valeska perpassa a vida de Lady Day no palco

composição de Abel Meeropol, que aborda um dos episódios mais sombrios da história da humanidade, o regime segregacionista que vigorou nos Estados Unidos. Ao interpretá-la, Billie foi uma das primeiras vozes atuantes contra o racismo naquele país, anos antes de Rosa Parks se recusar a dar seu lugar no ônibus no emblemático episódio no Alabama, em 1955, que simbolizou a luta antirracial norte-americana.

No espetáculo, a música é antecedida por uma récita dramática. No palco, Lilian é acompanhada de Milton Filho e Vilma Melo, que interpretam vários personagens da trajetória da diva – a mãe, o pai, amantes, maridos e outras personalidades. Além deles, há uma banda clássica de jazz formado por piano, contrabaixo, bateria e sax. LEGADO DA DIVA Tão impactante quanto o

drama de sua vida, é o legado deixado por uma das maiores cantoras do jazz, ao lado de Ella Fitzgerald e Sarah Vaughan. “O som lento e arrastado de Holiday era o som de seu tempo: as pessoas, na época, tinham tempo para ouvir histórias, e ela sabia contá-las”, enuncia Hilton Als, escritor e crítico de teatro afro-americano, no prefácio ao livro de Magrolick. “A vida dela foi marcada

por episódios tristes, mas ela sempre gostou de cantar e estar cercada de músicos, são os momentos mais alegres da vida dela.” comenta Lilian. * Sob a supervisão de Marília Mendonça

Fruto - A >VidaAmargo De Billie Holiday

Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro). Dias 9 e 10 (sexta e sábado). Às 20h. A partir de R$ 50

RODRIGO ROCHA/DIVULGAÇÃO

Carpinejar apresenta 6 Fabrício peça no Teatro Bradesco

Em comemoração ao Dia dos Namorados, o escritor traz para Belo Horizonte o espetáculo “O Amor Não É para os Fracos”. No stand-up, Carpinejar conversa sobre os relacionamentos amorosos contemporâneos com muito humor Onde Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes) Quando Dia 10 (sábado), às 20h Quanto R$ 60 (inteira)

DIVULGAÇÃO

do Conhecimento recebe 6 Espaço contação de histórias indígenas

Para valorizar a tradição oral indígena, uma atividade especial acontece neste domingo (4). A contação “História das Aldeias” promete revisitar as narrativas de diversas tribos Onde Espaço do Conhecimento (Praça da Liberdade, 700, Funcionários) Quando Neste domingo (4), às 15h Quanto Entrada gratuita


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ARTES CÊNICAS Espanca! agora em versão rua ARISTEO SERRA NEGRA/DIVULGAÇÃO

Ante a possibilidade de tera sede própria, os componentes do Espanca! tinham uma convicção: queriam ir para a região central da cidade. Acabaram desembarcando num dos pontos mais icônicos do chamado hipercentro, a rua Aarão Reis – cujo nome reverencia o engenheiro que, no final do século XIX, incumbiu-se da planta de construção da nova capital de Minas Gerais. Ponto de passagem de milhares de belo-horizontinos no vai-evemdiário,a Aarão Reisacabou sendo a inspiração para o nono espetáculo da premiada companhia – e o primeiro de rua –, “PassAarão”, que estreia na próxima quinta (8), a partir das 16h, na rua Sapucaí, 429. O horário pode chamar a atenção, mas o propósito é claro. “Trata-se de uma região de muita pluralidade, e o teatro que a gente faz acaba sendo muito influenciado pelas nossas vivências. Desde que chegamos ali, a gente foi se nutrindo (da convivência) e sabíamos que um dia esse manancial iria transbordar para a criaPatrícia Cassese

teatro adulto BUMM

(Leia mais na página 16)

CERTOS RAPAZES - O NOSSO AMOR A GENTE INVENTA

Dir. Maurício Canguçu. Com Gerson Marques e Guilherme Neves O espetáculo retrata o encontro amoroso entre dois homens. Teatro de bolso do Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Qui. a sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 40 (inteira). Até 11/6.

ELA NÃO É SIMONE. ELA NÃO É NINGUÉM

Dir. Guilherme Diniz e Sartre Com Isabella Assis e Sartre Simone, jovem atriz patologicamente insegurae viciada em antidepressivos, passa por controverso momento da carreira. Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Sex. e sáb., às 20h; dom., às 19h. Até 11/6.

ESPÉCIE

Dir. Fernanda Branco Polse Com Igor Leal Peça propõe a expansão de uma cena que borre as fronteiras entre teatroe performance, a partir de uma perspectiva queer e pós-pornô. Classificação 18 anos. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Neste sáb. (3), às 21h; dom. (4), às 20h. R$ 12 (inteira).

GRITOS

Dir. André Curti e Artur Luanda Ribeiro Com Cia Dos a Deux Ambientado na atmosfera onírica, o espetáculo narra três histórias que abordam temas ásperos como o racismo e a homofobia. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Sex. a seg., às 20h. R$

ção”, conta Aline Vila Real, diretora da encenação que vai percorrer, a partir do ponto citado, várias ruas das cercanias, numa espécie de cortejo. A dramaturgia sobre a qual a iniciativa se calça foi construída paulatinamente, a partir de núcleos de estudos e trabalhos para os quais muitos integrantes vieram “de fora” do Espanca. “A ideia foi abrir um chamamento para artistas da cidade. Com todo esse material em mãos, convidamos o Allan de Rosa, poeta, para poder escrever e pensar a dramaturgia. Mas, antes, também passamos por um período de convivência com ele, que escreveu a partir da nossa experiência. E convidamos nove artistas que participaram dos núcleos, explorando também as histórias e vivências deles com a cidade”, prossegue Aline. Trocando em miúdos, os atores que o público vai ver em cena não são integrantes fixos do Espanca!, mas convidados. “Na verdade, a gente está com sete peças em repertório, e algumas delas estão com agenda”, diz a diretora. Aline especifica que não há um tema específico em curso. “E, sim, uma série de ques-

Depois de BH, “PassAarão” poderá ser encenado em diferentes ruas de diferentes cidades, garante Aline: “Todo hipercentro tem muitas características em comum”

tões que têm a ver com assuntos que estão na ordem do dia,como o direitoà mobilidade urbana, questões de gênero, raciais, o direito à cultura e esse momento que a gente considera muito interessante, que é o da participação popular nas decisões políticas da cidade. Assim como um momento no qual a gente tem um olhar muito agudo do fe-

minino na cidade, e, sobretudo, um olhar sobre o projeto de Aarão Reis, de uma cidade prevista para se limitar pela avenida do Contorno, mas que acabou transbordando”. O cortejo vai contar com um boneco e que homenageia um cidadão em situação de rua que acabou virando amigo dos integrantes. “Seu Dudrin” foi construído numa

PROJETO QUINTOLOGIA/DIVULGAÇÃO

20 (inteira). Até 12/6.

GUARA-PA-RIR

Dir. Maurício Canguçi e Ílvio Amaral Com Kayete e Guilherme Oliveira O casal Agnaldo e Cleusa sai de férias em busca de descanso e diversão nas areias de Guarapari. Teatro da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21, Lourdes, 3269-1166). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 11/6.

LISBELA E O PRISIONEIRO

Dir. Ricardo Batista Com Fernanda Botelho, Fabiano Persi, Luciano Luppi Sertão nordestino, 1940. A sonhadora Lisbela, filha do Tenente Guedes, está de casamento marcado, mas apaixona-se por Leléu, um incorrigível conquistador, artista de circo que está preso. Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277-6437). Sex. e sáb., às 20h; dom., às 19h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 11/6.

NÓS

Dir. Luiz Paixão Com Alberto Tinim, Anaís Della Croci, Antônio Rodrigues Baseado no livro homônimo de Hiram Firmino, a peça conta a trajetória do Hospital Psiquiátrico de Barbacena Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Sex. e sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 12 (postos Sinparc). Até 11/6.

Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Sáb. e dom., às 16h. R$ 40 (inteira). Até 25/6.

AMARGO FRUTO, A VIDA DE BILLIE HOLIDAY

A TURMA DO MADAGASCAR

DEIXA CLAREAR

PINÓQUIO

“Ondas de Sortilégios” evoca temas como racismo, identidade de gênero e educação entre pais e filhos

ONDAS DE SORTILÉGIOS

Dir. Guilherme Colina O espetáculo Evoca temas recorrentes do cotidiano como preconceito racial e identidade de gênero. Funarte (r. Januária, 68, centro). Neste sáb. (3), às 20h; dom. (4), às 19h. R$ 20 (inteira).

VIOLETAS NA JANELA (Leia mais na página 17)

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NOS PORÕES DA LOUCURA

horário tradicional do teatro justamente para contagiar, além do público espectador habitual, aqueles que estão ali, transitando pelo hipercentro, onde bate o coração da companhia.

Com Amanda Papatella, Cleyton Fagundes, Elias Lima Uma turma de animais, que vive num zoológico, resolve conhecer novos lugares e em uma fuga atrapalhada se metem em muita confusão. Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277-6437). Sáb. e dom., às 16h. R$ 20 (inteira). Até 11/6.

IMPROVISAÇÕES INSEGURAS

Dir. Fernando Silva Com Eutálio Barcelos, Fernando Silva, Kim Wellerson A companhia de humor apresenta um espetáculo onde todas as cenas são construídas a partir de jogos de improvisação. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211). Sex. (9), às 20h30. R$ 30 (inteira); R$ 15 (promocional).

parceria com o grupo Pigmaleão Escultura Que Mexe, que também ministrou aulas de manipulação da estrutura para os atores. Dudrin, o amigo, faleceu em 2014, assim como Creia, mulher também em situação de rua que se tornou uma querida pelo Espanca! – e ambos serão homenageados na iniciativa, que se desvia dos finais de semana e do

teatro infantil A BELA E A FERA

Dir. Diego Benicá Com Copas Produções A nova montagem da história clássica reconta a história de Bela, uma garota que, para salvar seu pai, aceita viver no castelo de uma Fera. Teatro Izabela Hendrix (r. da Bahia,

2020, Lourdes, 3292-4405). Sáb. e dom., às 16h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc). Até 11/6.

A BELA E A FERA – POCKET SHOW

Dir. Fernando Bustamante Com Cyntilante Produções O Pocket Show reconta o tradicional conto de fadas sobre uma jovem aprisionada dentro do castelo de um príncipe, que foi transformado em uma fera. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Neste dom. (4), às 16h. R$ 22 (inteira).

A MAGIA DA SUSTENTABILIDADE

Com Mágico Kradyn Júnior O espetáculo interativo e lúdico conta com mensagens educativas sobre a questão da sustentabilidade, mostrando a importância do tema no mundo atual. Anfiteatro do Pátio Savassi (av. do

Dir. Luciano Luppi Com Alex Prieto, Didi Moreira, Douglas Gonzáles Um bonequinho de madeira recebe o dom da vida através da magia de uma fada e busca se tornar um menino de verdade. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Sáb. e dom., às 16h. R$ 32 (inteira); R$ 16 (postos Sinparc). Até 11/6.

QUEM ROUBOU O BRANCO DO MUNDO?

Dir. Paulo Lobo Uma reflexão sobre o individualismo que revela que cada um de nós também é responsável pela harmonia das relações. Teatro Nossa Senhora das Dores (r. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Neste dom. (4), às 16h30. R$ 40 (inteira).

UM BAÚ DE FUNDO FUNDO

Com Grupo Giramundo A peça é um conjunto de estórias, lendas e cantigas populares e busca expor e preservar um pouco da cultura mineira. Museu Giramundo (r. Varginha, 235, Floresta). Neste sáb. (3) e dom. (4), às 16h. R$ 15.

musical

> PassAarão

Cortejo a partir da rua Sapucaí, 429. Dias 8, 9, 12, 13, 14, 16, 19 e 20. Às 16h. Gratuito.

(Leia mais na página 17)

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O MUSICAL MAMONAS

Dir. José Possi Neto Com Ruy Brissac, Adriano Tunes, Yudi Tamashiro O espetáculo revive a trajetória dos Mamonas Assassinas 20 anos após o acidente que matou o quinteto que foi sucesso no país com seu rock irreverente. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste sáb. (3), às 21h; dom. (4), às 19h. R$ 100 (plateia 1, inteira); R$ 80 (plateia 2, inteira); R$ 50 (plateia 3, inteira).

dança FLUXOS

Dir. Fernando de Castro Com Sala B O espetáculo conta com cenas coreográficas que recriam eventos e situações que compõem o ambiente urbano e seus efeitos sobre a sociedade contemporânea. Meia Ponta - Espaço Cultural Ambiente (r. Grão Pará, 185, Santa Efigência). Neste sáb. (3), às 20h; dom. (4), às 19h. R$ 10.

circo ATIARE’S CIRCUS

A trupe circense traz malabaristas, equilibristas, show de palhaços e muito mais para debaixo da sua lona. Espaço Cênico Yoshifumi Yagi do Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277-6437). Neste sáb. (3), às 16h e às 20h; dom. (4), às 16h, às 18h e às 20h. R$ 20 (inteira).


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almanaque

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 3 a 9 de junho de 2017

CINEMA Sotaque francês na telona A França e seu fascinanteuniverso estão de volta a BH com o tradicional Festival Varilux de Cinema Francês, figurinha já carimbada no calendário da capital. Como no ano passado, a edição de 2017 também acontece no mês de junho e, durante as próximas duas semanas (entre os dias 7 e 21), cinco espaços da capital (Cineart Ponteio, Cine Belas Artes, Cinemark Pátio Savassi, CCBB e MIS – Cine Santa Tereza) recebem uma coleção de filLara Alves (*)

mes escolhidos a dedo. Clássicos que fizeram história e alguns dos longas mais aclamados do último ano – alguns, inéditos por aqui – foram listados. “Não é um cardápio de filmes, é um menu, uma coisa que foi bem pensada e reduzida. Escolhemos os 20 filmes que melhor ilustram o que foi produzido na França no último ano”, explica o curador da mostra, Christian Boudier. Além de comemorar os 50 anos do musical “Duas Garotas Românticas” (1967), o festival não deixa de fora atores conhecidos do público brasi-

leiro. “Conseguimos reunir grandes nomes como Gerard Depardieu e Omar Sy”, diz Boudier, referindo-se, no último caso, ao ator de “Intocáveis” e “Samba”. Mais que apresentar traços da França, os filmes precisam cumprir o papel primordial do cinema: “Gerar uma memória de nós mesmos”, como dito pelo diretor Walter Salles Júnior. É por este motivo que o Varilux traz “sessões educativas” para BH. “Quase todo ano temos um filme ligado à Segunda Guerra Mundial, então, tem essa questão da memória: os cineastas acham

que é preciso lembrar esse terror da guerra, porque pode acontecer novamente”, alerta o curador. Para este ano, o escolhido foi “A Viagem de Fani” (Lola Doillon, 2017). O filme narra a fuga de crianças judias para o interior da França em busca de proteção contra os horrores da Alemanha nazista. “É uma história real, um filme muito bonito, que dublamos para que as crianças brasileiras possam assisti-lo”, salienta. COMITIVAS Além dos 20 filmes que

serão exibidos em mais de 55 cidades brasileiras, o festival se encarregou de trazer atores franceses para debates nas principais capitais. Na comitiva que vem a BH, está o protagonista do filme “Na Vertical”, Damien Bonnard. Aclamado na mostra paralela do Festival de Cannes, o filme retrata a vida de um cineasta que, em crise, vaga sem rumo pelo interior da França. Em sua primeira passagem por terras tupiniquins, Damien participa de um debate com o público mineiro no dia 12, às 18h20, no Cineart Ponteio. “Vou conhe-

cer o Brasil nesta oportunidade, e estou curioso para aprender com o público, saber suas impressões…”, conta o ator, que se diz fã do diretor pernambucano Kléber Mendonça. “O Som ao Redor’ foi um dos filmes a que assisti recentemente, e adorei”. * Sob a supervisão de Marília Mendonça

Festival Varilux >de Cinema Francês

Em diversos espaços da cidade. De 7 a 21 de junho. Confira os filmes desta semana no roteiro da página 20. Programação completa no site variluxcinefrances.com/2017/

FOTOS FESTIVAL VARILUX/DIVULGAÇÃO

Cannes Reverenciado na mostra paralela do Festival de Cannes, o longa “Na Vertical” (Alain Guiraudie, 2017) retrata a vida de um cineasta em depressão, vivido pelo ator Damien Bonnard

Atenção! A programação abaixo refere-se a este fim de semana, dias 3 (sábado) e 4 (domingo)

pré-estreia O GRANDE DIA (Le Grand Jour, França, 2012, 1h29, Livre) Dir. Pascal Plisson. Separados pela distância dos países onde vivem e com suas jornadas dificultadas pelas vidas que levam, quatro jovens são unidas pelo desejo de vencer e superar obstáculos, em busca de uma vida melhor. Belas 3: 19h (somente sábado)

estreias AMOR.COM (Brasil, 2017, 1h,32, 12 anos) Dir. Anita Barbosa. Com Ísis Valverde, Alexandra Richter, Gil Coelho. Katrina é uma blogueira de moda que se apaixona por Fernando, um vlogueiro de um canal de videogames em ascensão. O romance vira "febre" na internet, e eles vão precisar equilibrar o mundo real e o virtual. BH Shopping 10: 13h10, 15h40, 17h50, 20h10 Big Shopping 4: 14h30, 16h30, 20h50 Boulevard 1: 14h40, 16h40, 18h40, 20h40 Cidade 1: 11h50(somente domingo), 14h40, 16h40, 18h40, 20h40 Contagem 7: 14h40, 16h40, 18h40, 20h40 Del Rey 4: 14h20, 16h20, 18h20, 20h20

Del Rey 7: 23h(somente sábado) Diamond 3: 16h30, 19h e 21h20 Itaú Power 4: 14h40, 16h40, 18h40, 20h40 Minas 6: 14h20, 16h20, 18h20, 20h20 Monte Carmo 1: 14h20, 16h20, 18h20, 20h20 Pampulha 4: 14h05, 15h50, 17h35, 19h20, 21h05 Paragem 4: 14h20, 16h20, 18h20, 20h20 Partage Shopping Betim 3: 19h30, 21h50 Partage Shopping Betim 4: 14h20, 16h30 Pátio Savassi 1: 13h, 15h50, 19h, 21h20 Shopping Estação 1: 13h, 15h15, 17h20, 19h40, 21h50 Shopping Norte 3: 14h30, 16h30, 20h50 Via Shopping 1: 14h20, 16h20, 18h20, 20h20

AS AVENTURAS DE OZZY (*) (Ozzy, Espanha, 2017, 1h30, livre) Dir. Alberto Rodríguez, Nacho la Casa. Ozzy é um cão deixado em um spa para cachorros quando seus donos viajam. Mas, na verdade, esse lugar perfeito é uma fachada construída por um vilão que deseja sequestrar cachorros. BH Shopping 6: 12h, 17h10 BH Shopping 9: 12h40(somente sábado), 13h20, 15h50(somente domingo) Boulevard 5: 14h30, 16h30, 18h40 Cidade 3: 11h20(somente domingo), 13h, 14h50, 16h40 Contagem 5: 14h30, 16h30, 18h30 Del Rey 5: 14h30, 16h30, 18h40 Itaú Power 1: 14h30, 16h30, 18h30 Minas 5: 13h15, 15h05, 16h55 Monte Carmo 2: 14h, 16h, 18h Paragem 3: 14h, 16h, 18h Partage Shopping Betim 7: 11h50, 14h, 16h, 18h30 Pátio Savassi 8: 11h40, 14h, 16h10, 18h20 Shopping Estação 6: 12h15, 14h45, 16h50 Via Shopping 5: 14h30, 16h30, 18h30

Clássico Com Catherine Deneuve e Françoise Dorléac, o musical “Duas Garotas Românticas” (Jacques Demy, 1967) conta a história da busca de um grande amor e inspirou o longa “La La Land”

Documentário “Amanhã” (Cyril Dion e Mélanie Laurent, 2016), acompanha a viagem de quatro pessoas em busca de iniciativas e soluções para os problemas de sustentabilidade

(*) Sessões dubladas

Belas 3: 14h e 20h30 BH Shopping 9: 18h20 e 19h30 (somente sábado), 21h30(somente domingo) Cidade 6: 17h40, 20h25 (*) Cineart Contagem 8: 14h50(*), 17h35, 20h20(*) Del Rey 7: 17h40, 20h30 Ponteio 2: 14h Ponteio 3: 21h10

MULHER MARAVILHA (Wonder Woman, EUA, 2017, 2h21, 12 anos) Dir. Patty Jenkins. Com Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen. Quando o piloto Steve Trevor cai numa praia de sua ilha, a amazona Diana Prince descobre que uma guerra está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar, certa de que pode parar o conflito. Betim 1: 13h, 18h20 (*) Big Shopping 2: 15h10, 17h50, 20h20 (*) Boulevard 3: 13h, 15h50, 18h40, 21h20 Cidade 7: 12h30, 15h20, 18h15, 21h (*) Cidade 8: 20h30 Contagem 4: 15h35, 20h50 Contagem 6: 12h50, 15h40, 18h30, 21h10 (*) Del Rey 1: 13h(*)(somente sábado) Del Rey 4: 22h20(somente sábado) Del Rey 6: 13h, 15h40, 18h30, 21h10 Itaú Power 3: 13h, 15h40, 18h20, 21h (*) Minas 3: 12h50, 15h40, 18h30, 21h10 (*) Monte Carmo 4: 13h, 15h40, 18h20, 21h (*) Pampulha 3: 18h, 20h40 Pampulha 6: 13h40, 16h15, 18h50, 21h25 (*) Paragem 1: 13h, 15h40, 18h30, 21h15 Partage Shopping Betim 4: 18h50, 22h Partage Shopping Betim 6: 15h, 18h, 21h (*) Shopping Norte 5: 15h10 e 20h20 (*) Via Shopping 3: 13h, 15h40, 18h30, 21h10 (*)

20h50 Contagem 1: 13h(*), 15h50, 18h30(*) e 21h15 Del Rey 2: 12h20(*)(somente sábado), 12h50(*)(somente domingo), 15h10(somente sábado), 15h30(somente domingo), 18h(*)(somente sábado), 18h20(*)(somente domingo), 20h50(somente sábado), 21h(somente domingo) e 23h10(*)(somente sábado) Diamond 1: 11h40(*), 14h40, 17h50, 21h Diamond 5: 13h50(*), 17h10, 20h10 Itaú Power 5: 13h10(*), 15h50, 18h30(*), 21h10 Minas 1: 13h(*), 15h50, 18h30(*), 21h15 Monte Carmo 5: 13h10(*), 15h50, 18h30(*), 21h10 Pampulha 1: 16h15, 21h20 (*) Paragem 5: 13h10(*), 15h50, 18h30(*), 21h10 Pátio Savassi 3: 18h40, 21h50 Pátio Savassi 5: 11h30, 14h40, 17h50, 21h, 0h10(somente sábado) Pátio Savassi 6: 13h50(*), 17h, 20h10, 23h20 (somente sábado) Partage Shopping Betim 1: 13h50, 17h05, 20h10 (*) Ponteio Premier: 13h, 15h40, 18h40, 21h15 Shopping Estação 3: 13h15, 16h15, 19h15, 22h15 (*) Shopping Estação 4: 12h(*), 15h(*), 18h(*), 21h, 0h(*)(somente sábado) Shopping Norte 1: 15h, 17h45, 20h30 (*) Via Shopping 4: 12h50(*), 15h30(*), 18h20(*), 21h (*) Sessões dubladas

Sessões 3D: Betim 1: 15h40 e 21h (*) BH Shopping 2: 12h10, 15h20, 18h30 e 21h40 BH Shopping 3: 13h30(*), 16h50 e 20h20 BH Shopping 8: 14h40, 18h e 21h Big 1: 15h, 17h45 e 20h30 (*) Boulevard IMAX: 13h10, 16h, 18h50 e 21h30 Cidade 4: 12h40(*), 15h20, 18h10(*) e

Z – A CIDADE PERDIDA (The Lost City of Z, EUA, 2016, 2h21, 14 anos) Dir. James Gray. Com Charlie Hunnam, Sienna Miller, Tom Holland. O explorador britânico Percy Fawcett viaja para a Amazônia no século XX e descobre evidências de uma civilização avançada desconhecida que pode ter habitado a região.

(*) Sessões dubladas

em cartaz

Um homem atormentado após perder a filha mais nova recebe um chamado misterioso e retorna à cabana onde o corpo dela foi encontrado para receber uma lição de vida. BH Shopping 7: 19h e 22h Cidade 6: 15h10 (*) Contagem 5: 20h30 (*) Del Rey 7: 15h (*) Itaú Power 6: 16h20 (*) Minas 5: 18h45, 21h15 (*) Diamond 2: 13h30 Partage Shopping Betim 7: 20h50 (*) Pátio Savassi 7: 16h30 (*) Sessões dubladas

ALIEN: COVENANT (Alien: Covenant, EUA, Reino Unido, 2017, 2h02, 14 anos) Dir. Ridley Scott. Com Michael Fassbender, Billy Crudup, Katherine Waterston. 2104. Viajando pela galáxia, os tripulantes da nave colonizadora Covenant encontram um planeta inexplorado. Eles ignoram os terríveis segredos do local. BH Shopping 6: 14h10 Partage Shopping Betim 3: 14h10 (*) Pátio Savassi 3: 13h20 (*) Sessão dublada

ANTES QUE EU VÁ (Before I Fall, EUA, 2017, 1h40, 12 anos) Dir. Ry Russo-Young. Com Zoey Deutch, Elena Kampouris, Halston Sage. Samantha Kingston tem uma vida perfeita, mas chega a um final abrupto no dia 12 de fevereiro. Porém, segundos antes de morrer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana. Cidade 6: 13h10 (*) Pátio Savassi 2: 23h40(somente sábado) (*) Sessão dublada

A CABANA (The Shack, EUA, 2017, 2h13, 12 anos) Dir. Stuart Hazeldine. Com Sam Worthington, Octavia Spencer, Tim McGraw.

O CIDADÃO ILUSTRE (El ciudadano ilustre, Argentina, 2017, 1h57, 12 anos) Dir. Mariano Cohn, Gastón Duprat. Com Oscar Martinez, Andrea Frigerio, Dady Brieva. Daniel Mantovani, escritor argentino e vencedor do Prêmio Nobel radicado há 40 anos na Europa, volta ao povoado onde nasceu e que inspirou a maioria de seus livros para receber o título de cidadão ilustre. Belas 2: 14h, 16h30, 19h(somente domingo) Cine 104: 16h40(somente sábado) Ponteio 4: 16h35, 21h15

CORRA! (Get Out, EUA, 2017, 1h44, 14 anos) Dir. Jordan Peele. Com Daniel Kaluuya, Allison Williams, Catherine Keener. Chris é um fotógrafo negro prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana, Rose. Com o tempo, ele percebe que a família esconde algo muito mais perturbador. Boulevard 4: 13h(somente sábado) e 18h50 Cidade 8: 13h (*) Del Rey 7: 13h10 (*) Pampulha 2: 16h35 (*) Pátio Savassi 8: 20h45, 23h10(somente sábado) (*) Sessões dubladas


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CINEMA em cartaz (continuação) EU, OLGA HEPNAROVÁ

(Já, Olga Hepnarová, República Tcheca/ Polônia/ Eslováquia/ França, 2017, 1h45, 16 anos) Dir. Petr Kazda, Tomás Weinreb. Com Michalina Olszanska, Klára Melísková, Martin Pechlát. Olga Hepnarova cresceu numa família que nunca a aceitou, por ser homossexual. Alienada e solitária, ela fará escolhas trágicas que a levarão a cometer atos que marcaram a história. Cine 104: 18h45(somente sábado)

FACES DE UMA MULHER

(Orpheline, França, 2016, 1h51, livre) Dir. Arnaud des Pallières. Com Adèle Haenel, Adèle Exarchopoulos, Gemma Arterton, Solène Rigot. Sandra é uma jovem se mudando para Paris. Karine é uma adolescente em fuga. Kiki é uma criança que vive uma tragédia. Renée é uma mulher que pensava estar livre do seu passado. As quatro representam diferentes lados da mesma pessoa. Belas 2: 21h30

GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 2 (*)

(Guardians of the Galaxy Vol. 2, EUA, 2017, 2h13, 12 anos) Dir. James Gunn. Com Chris Pratt, Dave Bautista, Zoe Saldana. Os Guardiões viajam ao longo do cosmos e lutam para manter sua nova família unida. Enquanto isso tentam desvendar os mistérios da verdadeira paternidade de Peter Quill. Cidade 8: 15h10 e 17h50 Contagem 3: 15h50 e 21h Shopping Estação 6: 19h (*) Sessões dubladas

UM HOMEM DE FAMÍLIA

(A Family Man, EUA, 2017, 1h48, 12 anos) Dir. Mark Williams. Com Gerard Butler, Gretchen Mol, Max Jenkins. Dane Jensen, implacável headhunter corporativo, está disputando a chance de substituir o chefe da empresa, prestes a se aposentar, mas uma tragédia familiar faz com que ele coloque na balança suas prioridades. Ponteio 4: 14h

INSEPARÁVEIS

(Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales, EUA, 2017, 2h09, 12 anos) Dir. Joachim Rønning, Espen Sandberg. Com Johnny Depp, Brenton Thwaites, Javier Bardem. O capitão Salazar lidera um exército de fantasmas assassinos e está disposto a matar todos os piratas existentes. Para escapar, Jack Sparrow precisa encontrar o Tridente de Poseidon, que dá ao seu dono o poder de controlar o mar. Betim 3: 13h20, 15h50, 18h30, 21h (*) BH Shopping 1: 13h40, 16h40, 20h BH Shopping 4: 12h20 (*) BH Shopping 4: 15h10, 18h10, 21h20 (*) Big Shopping 3: 15h30, 18h e 20h35 (*) Boulevard 2: 15h50, 20h50 Boulevard 2: 13h20, 18h20 Boulevard 4: 13h50(somente domingo), 18h45 (somente sábado) Boulevard 5: 20h30 Cidade 2: 13h10, 15h40, 18h10, 20h45 (*) Cidade 5: 13h20(*), 15h50(*), 20h50 Contagem 2: 13h30(*), 16h10, 18h45(*), 21h15 Del Rey 3: 13h(*), 15h30(*), 18h10, 20h40(*), 23h(*)(somente sábado) Diamond 4: 11h20, 14h20, 17h30, 20h40 Itaú Power 2: 13h20, 15h50, 18h25, 21h05 (*) Minas 4: 13h10, 15h40, 18h10, 20h40 (*) Monte Carmo 3: 13h20(*), 15h50, 18h20(*), 20h50 Pampulha 5: 14h, 16h30, 19h, 21h30 (*) Paragem 2: 13h20, 15h50, 18h20, 20h50 Partage Shopping Betim 3: 16h50 (*) Partage Shopping Betim 5: 14h30, 17h30, 20h30 (*) Pátio Savassi 7: 13h30 Shopping Estação 5: 13h30, 16h30, 19h30, 22h30 (*) Shopping Norte 5: 17h50 (*) Via Shopping 2: 13h10, 15h45, 18h20, 21h (*) Sessões 3D: BH Shopping 5: 17h40(somente domingo), 19h10(somente sábado), 20h40(somente domingo), 22h20(somente sábado) Big 5: 15h40, 18h10 e 20h40 (*) Del Rey 1: 15h40(*), 20h50, 23h20(

(Inseparables, Argentina, 2017, 1h48, 14 anos) Dir. Marcos Carnevale. Com Oscar Martinez, Alejandra Flechner, Rodrigo De la Serna. Um rico empresário tetraplégico decide contratar o ajudante de seu jardineiro como seu assistente terapêutico, contrariando as pessoas mais próximas a ele, e uma forte amizade surge entre os dois. Belas 1: 14h20, 16h30, 18h50 e 21h10 Diamond 2: 16h45, 19h30 e 22h Ponteio 2: 16h40, 18h50 e 21h

cujo objetivo é criar um novo plano econômico. BH Shopping 5: 13h Diamond 3: 14h Pátio Savassi 3: 16h20

(*) Del Rey 5: 20h50 Itaú Power 1: 20h30 Minas 2: 16h10 Shopping Estação BH 6: 22h

REI ARTHUR – A LENDA DA ESPADA

(*) Sessões dubladas

(King Arthur: Legend Of The Sword, EUA/ Austrália/ Reino Unido, 2017, 2h05, 14 anos) Dir. Guy Ritchie. Com Charlie Hunnam, Astrid Bergès-Frisbey, Jude Law. Arthur é um jovem das ruas que controla os becos de Londonium e desconhece sua predestinação até o momento em que entra em contato pela primeira vez com a Excalibur. Betim 2: 15h40, 20h50 (*) BH Shopping 6: 19h20, 22h10 BH Shopping 7: 16h10 Big Shopping 4: 18h15 (*) Boulevard 4: 16h20, 21h(somente domingo), 21h15(somente sábado) Cidade 5: 18h20 (*) Contagem 3: 13h20(*), 18h30 Del Rey 1: 18h10 Itaú Power 6: 18h50 (*) Minas 2: 18h45 (*) Monte Carmo 2: 20h Pampulha 2: 18h35 e 21h (*) Paragem 3: 20h Partage Shopping Betim 6: 12h15 (*) Pátio Savassi 7: 19h20 e 22h05 Ponteio 4: 18h50 Shopping Norte 3: 18h15 (*) Via Shopping 5: 20h30 (*) Sessão 3D: Diamond 6: 16h, 18h50 (*) Sessões dubladas

OS SMURFS E A VILA PERDIDA (*)

(Smurfs: The Lost Village, EUA, 2017, 1h30, livre) Dir. Kelly Asbury. Após se sentir sem função no vilarejo dos Smurf, Smurfette parte em busca de novas descobertas, e conhece uma Floresta Encantada, com diversas criaturas mágicas. BH Shopping 5: 15h30(somente domingo) BH Shopping 7: 11h50 e 14h (*) Sessões dubladas

VELOZES E FURIOSOS 8 (*)

(The Fate Of The Furious, EUA/ Reino Unido/ França/ Canadá/ Samoa, 2017, 14 anos, 2h16) Dir. F. Gary Gray. Com Vin Diesel, Dwayne Johnson, Jason Statham. Dom e Letty estão em lua de mel e levam uma vida pacata, mas uma mulher misteriosa faz com que Dom retorne ao mundo do crime. Betim 2: 18h10 Cidade 3: 18h30 e 21h10 Contagem 4: 13h e 18h15

(Paterson, EUA, 2016, 1h58, 14 anos) Dir. Jim Jarmusch. Com Adam Driver, Golshifteh Farahani, Rizwan Manji. Na cidade de Paterson, Paterson, um motorista de ônibus local, vive uma rotina banal com sua esposa e seu cachorro, que ele transforma em algo sublime ao compor poesias em seu tempo livre. Cine 104: 20h40(somente sábado)

O PODEROSO CHEFINHO (*)

(The Boss Baby, EUA, 2017, 1h37, livre) Dir. Tom McGrath. Um bebê falante que usa terno une forças com seu irmão mais velho invejoso para impedir que um inescrupuloso CEO acabe com o amor no mundo, além de salvar os pais. Betim 2: 13h30 Pampulha 2: 14h35 Partage Shopping Betim 5: 12h (*) Sessões dubladas

O RASTRO

(O Rastro, Brasil/ EUA, 2017, 1h50, 14 anos) Dir. J. C. Feyer. Com Rafael Cardoso, Leandra Leal, Natália Guedes. João Rocha, jovem médico em ascensão, supervisiona a transferência de pacientes quando um hospital público é fechado. Quando uma criança desaparece, ele é levado a uma jornada obscura e perigosa. Pampulha 3: 14h20, 16h10

PIRATAS DO CARIBE – A VINGANÇA DE SALAZAR

somente sábado) Diamond 6: 13h10(*), 21h40 Itaú Power 6: 13h45, 21h15 (*) Minas 2: 13h30(*), 21h15 Pampulha 1: 13h50, 18h55 (*) Partage Shopping Betim 2: 12h45(*), 15h30(*), 18h40(*), 21h20 Pátio Savassi 2: 11h20, 14h30, 17h30, 20h30 Pátio Savassi 4: 12h30(*), 15h30, 18h30, 21h30 Ponteio 3: 13h40, 16h10, 18h40 Shopping Estação 2: 12h30, 15h30, 18h30, 21h30 (*) Shopping Norte 2: 15h40, 18h10, 20h40 (*) (*) Sessões dubladas

REAL – O PLANO POR TRÁS DA HISTÓRIA

(Brasil, 2017, 1h35, 12 anos) Dir. Rodrigo Bittencourt. Com Emílio Orciollo Neto, Bemvindo Sequeira, Norival Rizzo. 1993. Quando o então presidente Itamar Franco nomeia Fernando Henrique Cardoso como ministro da Fazenda, o arrogante e inflexível Gustavo Franco é convidado a integrar uma força-tarefa,

WARNER BROS/DIVULGAÇÃO

PATERSON

A VIDA APÓS A VIDA

(Zhi fan ye mao, China, 2017, 1h20, 10 anos) Dir. Zhang Hanyi. Com Zhang Li, Zhang Mingjun. Poucos moradores ainda vivem na pequena província chinesa de Shanxi. O espírito de Xiuying retorna à aldeia através do corpo do filho, Leilei, para mover a árvore que plantou no jardim da família do marido quando se casou. Belas 3: 11h(somente sábado)(*), 16h40, 18h20 (*) Clube do professor. Necessário a comprovação do mesmo

mostras

Quinta-feira (8) 14h45 “Velvet Goldmine” (EUA-ING, 1998, 2h4) Dir. Todd Haynes 17h História Permanente do Cinema “Os Rapazes da Banda” (EUA, 1970, 1h58 Dir. William Friedkin. Sessão comentada 19h45 “Querelle” (ALE-FRA, 1982, 1h48) Dir. Rainer Werner Fassbinder 21h45 “Doce Amianto” (BRA, 2013, 1h10) Dir. Guto Parente, Uirá Dos Reis Sexta-feira (9) 15h “Um Tiro Para Andy Warhol” (EUAING, 1996, 1h43) Dir. Mary Harron 17h “Nascidas em Chamas” (Born in Flames, EUA, 1983, 1h20) Dir. Lizzie Borden. Sessão comentada 19h30 “Meninos Não Choram” (EUA, 1999, 1h58) Dir. Kimberly Peirce 21h45 “Lesbiana” (CAN, 2012, 1h3) Dir. Myriam Fougère (*) Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.

CORPOS POLÍTICO (*)

Filmes que marcaram a trajetória de representação e luta LGBTQ Segunda-feira (5) 16h “O Outro Lado de Hollywood” (ALEFRA-ING-EUA, 1995, 1h42) Dir. Rob Epstein, Jeffrey Friedman 18h “A Gaiola das Loucas” (La Cage aux Folles, FRA-ITA, 1978, 1h33) Dir. Edouard Molinaro 20h Curta Circuito “Paixão na Praia” Dir. Alfredo Sternheim (SP, 1970, 1h21) Dir. Edouard Molinaro. Bate-papo após a sessão Terça-feira (6) 15h “São Paulo Em Hi-Fi” (BRA, 2013, 1h41) Dir. Lufe Steffen 17h “Pink Flamingos” (EUA, 1972, 1h33) Dir. John Waters 19h “Johan” (FRA, 1976, 1h21) Dir. Philippe Vallois 21h “O Beijo da Mulher Aranha” ( EUA, 1985, 2h) Dir. Hector Babenco Quarta-feira (7) 15h “Hedwig - Rock, Amor e Traição” ( EUA, 2001, 1h35) Dir. John Cameron Mitchell 17h “Priscilla, A Rainha do Deserto” (AUS, 1994, 1h44) Dir. Stephan Elliott 19h “Polyester” (EUA, 1981, 1h26) Dir. John Waters 21h “Má Educação” (ESP, 2004, 1h45) Dir. Pedro Almodóvar

MOSTRA DE CINEMA EUROPEU (*)

13 ª edição do Festival de Cinema Europeu, com o tema “Mulheres em Cena” Neste sábado (3) 17h Sessão Infantil (*) “O Corcunda de Notre Dame” (EUA, 1996, 1h31, livre) Dir. Gary Trousdale, Kirk Wise. 19h “Nossa Estrangeira” (França, 2010, 1h22) Dir. Sara Bouyain (*) MIS Cine Santa Tereza (r. Estrela do Sul, 60, Santa Tereza). Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.

16 ª MOSTRA DO FILME LIVRE

Programação completa em: mostradofilmelivre.com/17/ Neste sábado (3) 14h Mostrinha Livre 1 “Astrogildo e a Astronave”, de Edson Bastos; “Lá do Alto”, de Luciano Vidigal; “Órion”, de Rodriane Dl. 15h Gáitan 3 Longa: “Vida”. Curta: “Agnès Varda - A Chuva em meu Jardim”. 17h Gáitan 4 Longa: “Noite” 18h45 Gáitan 7 Longa: “Sutis Interferências”. Curta: “A Mulher do Fim do Mundo”. Debate após a sessão. Domingo (4) 14h Mostrinha Livre 2 Curtas: “Fuga do Orfanato”, de Maria Eduarda Rossi de Oliveira; “Quando Pisei em Marte”, de Analu Favretto, Taís Percone; “Eric Acorde”, de Telmo Carvalho; “O Caçador de Árvores Gigantes”, de Anttonio Pereira; “Xavier”, de Ricky Mastro. 15h Pílulas Curtas: “Pulso”, de Aline Mielli; “Metamorfoses de Narciso”, deDuo Strangloscope, Ángel Rueda; “Primeiro Ensaio”, de Daniel Couto; “Reverso Sobre Cães e Névoa”, de Carlos Magno, Mariah Phillippe; “Amigo Especial”, de Cleyton Xavier; “Contraponto”, de Cristiana Miranda, Igor Cabral, Löis Lan-

caster, Mariana Bley; “Ventanas Del Ayer”, de Bruno Risas; “Não-Binário”, de Michelle Queiroz; “Blasfêmia Substantivo Feminino”, de Daniela Távora; “Deuteronômio 22”, de Érico Luz; “Florais Sintéticos (dosadores/ aplicadores)”, de Dayane Gomes; “111”, de Mateus Gigante; “Pequenas Órbitas”, de Duda Las Casas; “Bebelo - ou o Mistério É o Encanto da Vida”, de Ythallo Rodrigues; “O Cortiço”, de Malu Ramos; “Metanoia”, de Renan Riso; “Olhar Espelhar”, de Mateus Almeida da Silva; “Não- Binário #2”, de Michelle Queiroz. 16h30 Gaitán 5 Curta e Média: “Eliane Radigues” e “Lygiapape”. 18h30 Gáitan 6 Longa: “Diário de Sintra”. (*) CCBB (Circuito Cultural Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Entrada gratuita

FESTIVAL DE CINEMA VARILUX Leia mais na página 19 Quinta-feira (8) Espaço Belas Artes: 14h15 “Amanhã” (2015, 1h58) Dir. Cyril Dion, Mélanie Laurent 16h “Um Perfil Para Dois” (2017, 1h39) Dir. Stéphane Robelin 18h45 “O Reencontro” (2017, 1h57) Dir. Martin Provost 21h “Coração e Alma” (2016, 1h40) Dir. Katell Quillévéré Ponteio Lar Shopping: 14h “Um Instante de Amor” (2016, 1h56) Dir. Nicole Garcia 16h20 “Rodin” (2017, 1h59) Dir. Jacques Doillon 18h40 “Uma Agente Muito Louca” (2017, 1h45) Dir. Dany Boon 20h45 “A Vida de Uma Mulher” (2016, 1h59) Dir. Stéphane Brizé Pátio Savassi: 18h45 “Tal Mãe, Tal Filha” (2017, 1h34) Dir. Noémie Saglio 21h30 “Tour de France” (2017, 1h35) Dir. Rachid Djaïdani Sexta-feira (9) Espaço Belas Artes: 14h30 “Uma Agente Muito Louca” (2017, 1h45) Dir. Dany Boon 16h40 ““Tal Mãe, Tal Filha” (2017, 1h34) Dir. Noémie Saglio 18h40 “Na Cama Com Victoria” (2016, 1h37) Dir. Justine Triet 21h10 “Uma Família de Dois” (2017, 1h55) Dir. Hugo Gélin Ponteio Lar Shopping: 14h “Na Cama Com Victoria” (2016, 1h37) Dir. Justine Triet 16h “Amanhã” (2015, 1h58) Dir. Cyril Dion, Mélanie Laurent 18h20 “Rock’n Roll – Por trás da fama” (2017, 2h3) Dir. Guillaume Canet 20h45 “Coração e Alma” (2016, 1h40) Dir. Katell Quillévéré Pátio Savassi 18h45 “O Reencontro” (2017, 1h57) Dir. Martin Provost 21h30 “Frantz” (2017, 1h53) Dir. François Ozon

A atriz israelense Gal Gadot dá vida a Mulher-Maravilha, que estreia esta semana nos cinemas da cidade


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BELO HORIZONTE 3 a 9 de junho de 2017

estilo MILITARISMO >Saiba como combinar as peças da estação e apostar na versão repaginada do trend

Exército fashion FOTOS WALQUÍRIA LACERDA/DIVULGAÇÃO

A stylist Raquel Ezagui ensina a usar a parca, peça-chave do militarismo, em três looks diferenciados. Veja a seguir:

Que tal combinar tons de verde em um mesmo look? Amarre o casaco na cintura para criar um visual mais cool. Na produção, parca GAP, coturno Maria Barbosa, vestido de acervo e colar Butic Bardot

A moda é, sem dúvida, um reflexo dos acontecimentos em curso no mundo. E, no atual momento, em que vários países vivenciam temidos conflitos armados, o militarismo acabou ressuscitado pelo mundo fashion – ainda que em outro registro (sem fazer apologia ao belicismo, é claro). Basta lembrar os desfiles das coleções de inverno de grifes como Kenzo, Stella McCartney, Ellus e À La Garçonne. Casacos – principalmente parcas – entram em cena para dialogar com elementos utilitários afins ao tema, como coturnos, óculos modelo aviador e patches (pedaços de tecidos costurados ou colados Lorena K. Martins

Outra tendência da estação são os tons metalizados. Adote a tendência do hi-lo e use a parca para quebrar o look com ares de festa. No look, macacão e brincos Butic Bardot e oxford Mist Store

com ferro quente nas roupas) de influência militar, bem como fivelas aplicadas às peças. O estilo que volta a dar o ar da graça tem origem no curso da Segunda Guerra Mundial, nos anos 40, quando as mulheres também passaram a adotar uniformes de batalha – antes destinados somente ao então “sexo forte” –, e, assim, levantaram a bandeira da igualdade de gêneros, dessa vez por meio da indumentária. “O uso da calça, principalmente como uniforme, influenciou outra geração de mulheres a usarem também a mesma peça”, explica a consultora e professora de moda Carla Mendonça. “O trench coat fazia parte dos uniformes dos soldados ingleses da época e

O slip dress em veludo molhado combinado com a meia arrastão é o forte da temporada. Invista nos ares militares combinando a parca com coturnos. Na foto, vestido Butic Bardot, meia Lupo e botas Maria Barbosa

virou outra tendência para ambos os gêneros”, explica. As guerras passaram, mas o casacão permanece como um dos itens preferidos nos dias atuais. “As mulheres também adotaram as waldy bags, bolsas que os soldados usavam na guerra para guardar a máscara de gás. Nas mãos delas, se transformaram em verdadeiro item de desejo”, conta. COMO USAR Repaginando a influência militar de olho na estação, uma boa maneira para driblar o clima sóbrio dessa tendência e fugir dos elementos literais é alternar as peças utilitárias com outras que dão mais leveza aos looks, co-

mo mostram as peças nesta página. O camuflado, estampa ícone da tendência, é mais sutil e brinca com padronagens e cores diferentes em uma mesma peça. Cores que remetem ao vestuário do Exército, como verde musgo, marrom e cáqui, têm aval para serem mescladas, garantindo a bossa que faltava. “A jaqueta e a parca também estão repaginadas. Combine com saia e vestidos mais fluidos, o que deixa o look mais interessante, atual e também feminino”, sugere a consultora de moda. Outros elementos são responsáveis por deixar a imagem formal de lado e dar uma cara ainda mais delicada ao estilo.


estilo

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Calça utilitária da Le Lis Blanc, R$ 499,90

Na cor da estação, oxford da Piccadilly, R$ 217,24 Vestido estampado da MyFavoriteThing(s), R$ 370

Bomber camuflada em dois tons da John John, R$ 598

Pochete cáqui com aplicação em tachas, d,a Via Mia, R$ 260

Parca da C&A, R$ 199 Colete de couro verde-musgo e pelo da Amimale, R$ 2.498

Casaqueto com franjas da Tidsy, R$ 569

Print camuflado e acessórios de estrela no desfile Ellus 2nd Floor

Jaquetão na cor verde combinado com estampa camuflada desconstruída na Kenzo

A clássica parca de estilo militar no desfile da À La Garçonne

AGÊNCIA FOTOSITE

ZE TAKAHASHI/FOTOSITE

ZE TAKAHASHI/FOTOSITE

Tonalidades militares no quarteto de sombras da Maybelline, R$ 58,20

A cor do inverno destacada nas lentes do óculos da NYS Collection, R$ 139

FOTOS DIVULGAÇÃO

MILITARISMO, JÁ!

Bolsa tiracolo da Schutz, R$ 890

Quer levar a tendência para dentro do seu armário? Então inclua preciosos detalhes dourados, uma boa parca para chamar de sua e recupere a bota coturno – com ou sem salto – para aquecer os pés neste inverno. Para usar de forma moderna, adicione peças em tons de verde e cáqui – dupla curinga –, com bolsos e outros itens utilitários ideais para produções que vão do trabalho ao happy hour. O diferencial, entretanto, é saber combiná-los. Veja a seguir!

Coturno envernizado da Luiza Barcelos, R$ 560

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crônica

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vida leve

Laura Medioli laura@otempo.com.br

O túnel caiu ACIR GLAVÃO

Q

uando recebo nacaixa de e mails ou pelos Correios uma cachoeira de currículos e mensagens desesperadas, penso em quem as enviou. Pais de família, pessoas maduras já sem perspectivas, jovens graduados que, com um diploma suado nas mãos, descobrem que todos aqueles anos numa faculdade, paga com sacrifício, no momento, não lhes têm servido de nada. Quando será reabsorvida tanta mão de obra dentro de uma economia que até há pouco andava pra trás? Quantos funcionários competentes, dedicados e necessitados de um salário se veem hoje de pés e mãos atados? Muitas das vezes, dispensados por um empregador amargurado, que toma medidas drásticas para não fechar as portas; que se encolhe para sobreviver num mercado em crise. A incerteza domina o cotidiano das pessoas, cuja maior preocupação é se manterem amparadas pelo emprego.

Do outro lado, empresas sobrecarregadas de impostos, dívidas contraídas, custos altos, vendas em queda, energia cara, juros que asfixiam. Assim como seus funcionários, são regidas pelo medo e pela insegurança. E, num terceiro patamar, uma classe política e agentes públicos em planetas distantes, alguns aumentando seus próprios proventos, dando exemplos descarados de imoralidade. Muitos dos quais, responsáveis por tudo isso que está aí. Brincaram de economistas, abusaram das prerrogativas, especularam, mentiram, assaltaram cofres públicos à custa de um contribuinte esfolado. Escuto na fila da padaria que loja estruturada e tradicional da cidade demitiu 200 funcionários de uma vez. O filho da antiga cozinheira, desesperado pela demissão em uma grande montadora, me telefona: – Dez anos, Laurinha! Dez anos trabalhando lá, e fui mandado embora. – Calma! Você é jovem, tem muito chão pela frente. Um dia a situação se normaliza, do jeito que está não fica – tento levar um pouco de conforto. O rapaz acabou de se casar, a esposa grávida do primeiro filho, alu-

guel e contas a pagar. Casos que se repetem no dia a dia. Outro, 59 anos, excelente profissional. Com as mãos trêmulas, me entrega o currículo. – Qualquer coisa, Laurinha! Já nem estou escolhendo mais. Vendo-o a um passo do despenhadeiro, procuro dar a ele um pouco de ânimo, mas, sinceramente, não sei o que dizer. O desespero é total entre aqueles que perderam o emprego, arrimos da família, tentando viver de bicos. Filhos em escadinha que não

conseguem creches, amontoados nos barracões distantes de cidades grandes que lhes dificultam o acesso. – Paguei o remédio com o dinheiro da luz! O aluguel subiu, tenho que caçar outro canto – me diz uma amiga, liderança comunitária, pelo telefone. O barracão onde vive é pequeno para ela e os filhos. Dois quartinhos, um banheirinho e uma salinha munida com pia e fogão. – Fazer o quê, Laurinha? Doente e com essa merreca de aposentadoria, quem vai me dar trabalho? – E me con-

ta isso resignada. Não se cansa de agradecer a Deus o fato de ainda estar viva para cuidar dos filhos. Ajudo no que é possível. E ela me agradece tanto que me sinto constrangida por não fazer mais. E, antes de me deitar, recebo um último telefonema. – Laurinha! Queria me despedir de você. Agradecer pelos tantos anos que trabalhei com vocês. Sei que as portas continuam abertas e, quando as coisas melhorarem, poderei voltar. Com a voz embargada pela comoção que me asso-

lou naquele momento, não sabia o que dizer. Tudo isso numa única semana. Sinto que, nessa selva de incertezas e perplexidades, falta a trilha que leve o país à clareira, onde será possível assentar tantos jovens e trabalhadores. Sabemos que o caminho é complicado, mas espero, sinceramente, que não seja tão longo como imaginamos. E justamente agora, quando, no fim do túnel, começou a despontar uma tênue luzinha, o túnel caiu. Implodido num momento impróprio, desmoronou inteiro sobre nossas cabeças, levando junto nossas esperanças. Indigno é ver essa corja de políticos e empresários safados, inescrupulosos, que perderam noção de seus limites, de ética e da moral, usufruindo o dinheiro nosso, da saúde, da educação e da segurança, em cidades como Nova York, Rio de Janeiro, Brasília, Atibaia e tantas outras. Dinheiro usurpado deste país sofrido chamado Brasil. Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO


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habitar

ESTILO NO DÉCOR: CERVEJEIROS INVESTEM EM PROJETOS DE INTERIORES PARA PERSONALIZAR AMBIENTES

CASAMIRADOR/DIVULGAÇÃO

Conceito de moradia

e estilo de vida CASAMIRADOR/DIVULGAÇÃO

SOMATTOS/DIVULGAÇÃO

Região Centro-Sul oferece opções de imóveis para quem busca integração com a cidade SOMATTOS/DIVULGAÇÃO


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2 CASAMIRADOR/DIVULGAÇÃO

Área gourmet integrada e funcional do Casamirador

SOMATTOS/DIVULGAÇÃO

Bicicletário do Legacy estimula transporte alternativo

SOMATTOS/DIVULGAÇÃO

Espaço kids do Legacy promove interação entre crianças

LAR> Conceito de morar bem compreende integrar-se à cidade, aos moradores, à arte e à cultura SOMATTOS/DIVULGAÇÃO

Histórico, cultural e confortável Atualmente, escolher e decorar um imóvel significa muito mais do que ter um belo local para morar. É uma maneira de as pessoas expressarem um estilo de vida. Esse propósito, muitas vezes, vai no sentido de desacelerar rotinas turbulentas e de se relacionar mais com a cidade e com a sua cultura. Diante desse cenário, cresce a busca por uma moradia confortável, porém mais sustentável, funcional e minimalista. Atento a esse perfil de consumidor, o mercado imobiliário vem lançando empreendimentos que valorizam bemestar, localização, arquitetura e design. Um exemplo é o Casamirador Savassi, edifício inovador que será erguido no coração do nobre bairro da região CentroSul. Renata Abritta

O estande de vendas das unidades possui um espaço dedicado à arte e à cultura aberto ao público. Música, moda, poesia, fotografia, artesanato, design e grafite foram algumas das temáticas que já passaram pelo local. E muitas das obras expostas vão compor o acervo dos moradores. “Nossa proposta é oferecer moradias para quem está aberto a experimentar novas formas de ocupar os espaços. Focamos em conceber ambientes prazerosos, para quem aprecia design, artes, arquitetura contemporânea e acredita em uma maneira de viver onde menos é mais”, afirma Gisele Borges, arquiteta responsável pelo empreendimento. Segundo ela, a arte estará presente em todos os espaços comuns do edifício. “Cada expositor que passa pela galeria deixa aqui uma de suas obras, que fará parte do cotidiano dos futuros moradores GUTO BALESTTEROS/DIVULGAÇÃO

Obras em exposição no estande de vendas do Casamirador

quando o empreendimento estiver concluído”, explica a arquiteta. Perto dali, no histórico bairro Funcionários, o residencial Legacy, do Grupo Somattos, propõe a valorização da raízes belohorizontinas e da boa convivência. Apesar de oferecer uma estrutura completa e confortável para cada apartamento, a ideia é que os moradores possam interagir uns com os outros, e, sobretudo, com a comunidade, lembrando que o bairro se modernizou sem, no entanto, perder suas raízes. “Os futuros moradores poderão usufruir do conforto e da beleza de um residencial contemporâneo, com uma fachada moderna, que se destaca e segue normas estéticas rigorosas, mas dentro de um bairro muito acolhedor, em que os vizinhos se conhecem e compartilham experiências”, destaca Aurélio Rezende, gerente comercial da construtora.

LEGACY O Legacy, do Grupo Somattos, será erguido na rua Bernardo Guimarães, 594, no bairro Funcionários, na região Centro-Sul. A proposta é promover a interação entre os moradores. O edifício terá 39 unidades residenciais. O prédio contará com sistema de segurança e controle de acesso 24 horas, wi-fi nas áreas de conveniência, bicicletário, estação para recarga de carros elétricos, salão de festas, espaço gourmet, espaço kids, piscinas climatizadas, deck molhado e prainha, espaço SPA, sauna com descanso e fitness center com estação de pilates, entre outros atributos. Os apartamentos de três e quatro quartos terão de 87 m² a 133 m². CASAMIRADOR/DIVULGAÇÃO

CASAMIRADOR O Casamirador Savassi será construído na rua dos Inconfidentes, 900. As obras do inovador empreendimento começam neste segundo trimestre, e a previsão de entrega é em 2018. O edifício contará com 38 unidades exclusivas, divididas em quatro tipologias: casas, estúdios, lofts e coberturas. Nenhuma será igual à outra. A assimetria da fachada, que será revestida com chapas perfuradas de aço corten, dará um ar ainda mais cosmopolita à capital mineira. O projeto recebeu no ano passado o primeiro lugar na categoria Residência durante o XIII Grande prêmio de Arquitetura Corporativa, realizado em São Paulo. A condecoração é considerada a maior da América Latina. LEO LIMA/DIVULGAÇÃO

Quem expõe na galeria doa uma obra para o edifício

ETÍCIA FERREIRA/DIVULGAÇÃO

A escritora Cris Guerra em um dos eventos da galeria


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PERSONALIZADO> Paixão por bebida pode ser representada em projetos de interiores criativos

Cerveja inspira decoração ARQUIVO PESSOAL/DIVULGAÇÃO

Na hora Renata de decorar Abritta uma casa ou um apartamento, é comum buscar móveis e adereços que combinem com a personalidade do morador. Mas e quando a grande paixão é cerveja? Vale também! Com criatividade, é possível adequar o décor ao gosto do cervejeiro, deixando o espaço agradável para toda a família. Com o crescimento do mercado de cervejas artesanais, aumentou o número de apreciadores desse universo, que estudam ou até mesmo produzem a bebida em casa. E muitas dessas pessoas projetam o estilo cervejeiro na decoração de seus lares. É o caso do casal de jornalistas Eulene Hemétrio e Rafael Gomes, que contratou uma profissional para criar um ambiente gourmet todo especial. “O projeto do terraço coberto representa o nosso estilo de vida. Nós produzimos cerveja em casa há quase 5 anos e adoramos reunir a família e os amigos para conversar e experimentar novos rótulos.

Estilo Projeto de Jaqueline Sousa para casal de jornalistas que é amante de cervejas

Então, nós resolvemos dar a nossa cara para o lugar”, afirma Eulene. O espaço também é utilizado pelo casal para fazer as festas da família. “Aliado a isso, pedimos à arquiteta que criasse um cantinho dedicado à música, uma vez que o meu filho Rafael toca bateria, violão e guitarra”, diz.

EXECUÇÃO Segundo a arquiteta Jaqueline Sousa, a ideia do projeto foi criar um ambiente acolhedor. “Como o cliente era um casal de cervejeiros, tudo foi pensado com esse tema. Cristaleira para taças de cerveja, fogareiro para caldeirões, torneira da pia adaptada para lavar grandes utensílios, duas geladeiras (uma

ARQUIVO PESSOAL/DIVULGAÇÃO

CLUBEDOMALTE/DIVULGAÇÃO

#ficaadica

Quadro de Tampinhas Keep Calm Adereço para entusiastas e colecionadores de tampinhas R$ 119,90

dos em todos os ambientes”, frisa a arquiteta. Outros instrumentos podem ser utilizados, como armários para coleções de garrafas ou taças, quadros para tampinhas ou placas vintage com frases relacionadas à bebida. TENDÊNCIA A tendência de usar panelas e fermentadores na deco-

ração foi evidenciada na Casa Cor Minas 2016, no ambiente Garagem de Estar Renault criado pelas arquitetas Chris Coelho, Angélica Araújo e Ana Andrea Barra. O espaço contou com uma panela inox, com capacidade para produção de 5 litros de cerveja, imprimindo um conceito moderno e descontraído.

FRED PACO/DIVULGAÇÃO

Esse projeto conta com vários ambientes integrados, como área gourmet cervejeira, cantinho musical, varanda descoberta e sala de estar

CLUBEDOMALTE/DIVULGAÇÃO

delas exclusiva para a fermentação de cerveja), aparador/bar e decoração temática da bebida”, explica. Além da área gourmet cervejeira e do cantinho musical, o projeto conta, ainda, com uma varanda descoberta e uma sala de estar. “O espaço ficou extremamente versátil e moderno, permitindo a integração dos convida-

Pote de Tampinhas Decorativo para guardar tampinhas e boas histórias. Possui rolha de cortiça R$ 79,90

A Garagem de Estar Renault, projetada por Chris Coelho, Angélica Araújo e Ana Andrea Barra Casa Cor Minas recebeu uma panela de brassagem


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GIRO PELO MERCADO W imoveis@otempo.com.br

Palestras

OAB/MG promove encontro sobre Direito Imobiliário a última segunda-feira (29) foi realizado, em Belo Horizonte, o XXVI Encontro de Direito Imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil – seção Minas Gerais (OAB/MG) com o tema Novo Cenário na Venda de Imóveis e nos Condomínios. Centenas de pessoas participaram do evento, ocorrido no auditório da OAB/MG, no bairro Cruzeiro. O presidente da Comissão de Direito Imobiliário da entidade, Kênio de Souza Pereira, ministrou duas palestras. Em uma delas, ele

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deu orientações sobre como agir diante dos conflitos do mercado imobiliário. Na segunda, explicou como evitar prejuízo com a inadimplência, com os vícios de construção e com a convenção equivocada. O advogado frisou que “o sucesso desses encontros imobiliários se deve à escolha de temas de extrema relevância para a sociedade em geral e à forma de esclarecer situações polêmicas de maneira objetiva, além da disposição de responder todas as indagações dos presentes, sem qualquer restrição, o que resultou na dilatação do tempo do

evento para até as 22h30”, disse. O encontro também contou com a participação do advogado especialista em direito empresarial Josué Euzébio da Silva, que abordou a falência e a recuperação das incorporadoras, uma vez que algumas empresas deixaram de cumprir seus compromissos em função da crise. “Os empresários devem agir previamente para possibilitar a continuidade da empresa, pois há mecanismos legais que beneficiam aqueles que têm passado por dificuldades neste período de desaquecimento da economia”, afirmou.

Evento anual é boa oportunidade para tirar dúvidas

EMCCAMP/DIVULGAÇÃO

FRANQUIA franquia imobiliária internacional RE/MAX, que soma pouco mais de 5 anos de atuação em Minas Gerais, continua aumentando sua presença no mercado. Com o objetivo de crescer 30% neste ano em relação a 2016, a master franchising investe na expansão por meio de novas franquias. Como parte do projeto, a primeira unidade da RE/MAX Vale será inaugurada neste mês, na rua Cardeal Stepinac, 688 E, no bairro Cidade Nova. Segundo Pedro Pote, diretor da empresa, mesmo com a economia brasileira ainda em recuperação, a franquia seguirá mantendo as melhores expectativas para o ano. “Apesar do mal período econômico que vivemos, o momento para quem quer investir e comprar um bom imóvel é esse, porque estamos com boas ofertas e bons produtos que podem ser negociados”, pontua.

OAB/MG/DIVULGAÇÃO

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DAIANA SAMPAIO/DIVULGAÇÃO

casa própria é o sonho de muita gente. Por isso, segundo especialistas, realizar pesquisas é essencial para quem deseja comprar um imóvel. O professor de economia do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec), Felipe Leroy, revela quais os principais pontos que o comprador deve ter em mente. “É importante que a pessoa procure adquirir imóveis prontos, já entregues, pois é mais seguro. Também é muito importante pesquisar qual é a taxa de juros do financiamento e qual o índice de correção que o banco oferece. É preciso, ainda, avaliar se o preço do metro quadrado que está sendo cobrado é o praticado no mercado, conferir o valor do condomínio e fazer a leitura do contrato para não ter problemas futuros”, diz.

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Realizar pesquisas na hora de comprar um imóvel é essencial, destaca economista

PRÊMIO

COMPETITIVIDADE

o mês passado a Uptec foi condecorada com uma homenagem durante o 15º Prêmio Fornecedores Destaques da Construção Civil, na categoria Empresas Fornecedoras de Produtos e Bens e as Prestadoras de Serviços. O evento foi realizado pelo Instituto Mineiro de Engenharia Civil (Imec) no Minas Tênis II, em Belo Horizonte. A empresa já havia sido agraciada em outras oportunidades, colecionando uma dúzia de honrarias nessa importante premiação. Segundo Leonel Paiva, diretor e sócio da Uptec, esse prêmio significa o reconhecimento do mercado ao trabalho sério desenvolvido pela empresa, voltado a atender com qualidade as demandas dos clientes.

om cerca de quatro meses de operação, a Cooperativa da Construção Civil do Estado de Minas Gerais (Coopercon-MG) é referência nacional devido aos resultados obtidos em negociações. Pelo menos 60 das principais construtoras associadas aderiram à iniciativa do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (SindusconMG). A cooperativa conseguiu descontos entre 10% e 20% em mais de 150 insumos e serviços especializados, favorecendo a competitividade das empresas. Hoje, a Coopercon-MG possui preços negociados para 41,8% da curva ABC de materiais de construção, ou seja, a cooperativa firmou preços mais baixos com fornecedores de quase metade dos materiais necessários para fazer um edifício. De acordo com o presidente da entidade, Juliano de Noronha Graça, o número de itens negociados tende a subir cada vez mais.

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BARREIRO

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PRECON ENGENHARIA/DIVULGAÇÃO

ara facilitar a vida dos seus clientes, a Precon Engenharia inaugurou um estande de vendas no ViaShopping Barreiro, onde cerca de um milhão de pessoas circulam por mês. O estande está instalado no centro de compras até o próximo dia 15 para venda exclusiva do Ville Himalaia, empreendimento que será erguido na rua Caetano Pirri, no bairro Araguaia, região do Barreiro. Segundo Renata Peixoto Dias, gerente de marketing da Precon Engenharia, a construtora decidiu investir em um ponto de venda dentro do centro de compras para O Ville Himalaia possui duas torres, com guarita 24 horas, elevador e vagas de garagem atingir um público específico.

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A franquia imobiliária internacional RE/MAX segue expandindo atuação

CASA PRÓPRIA


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shopping HAMBAI MOTOS >Seja para perto ou para longe, ideal é que moto tenha alta cilindrada e freio ABS

Mais uma opção de passeio a dois ARQUIVO PESSOAL

Felipe Um prograCastanheira ma a dois que vem ganhando cada vez mais adeptos são os passeios de moto. Os noivos Rosi Benini, 29, e Adriano Ferreira, 30, são fãs desse tipo de viagem e, por isso, criaram um blog para compartilhar experiências e incentivar mais pessoas a pegarem a estrada. No site Viagem com Emoção eles colocam fotos, vídeos, mapas e recomendações de hospedagem. As opções são divididas em passeios mais curtos e até cachoeiras, seja em Minas Gerais ou em cidades serranas. Para os mais animados, há ainda algumas dicas de praias e rotas pelo Sul do país. A dupla conta que já visitou mais de 50 cidades. Na opinião de Rosi, viajar de moto traz mais aventura e emoção, além de permitir uma maior interação com a paisagem. “É diferente de estar em um carro onde, apesar do conforto, você está separado do ambiente externo”, diz. Ela explica ainda que em duas rodas a cumplicidade entre o noivo e ela também cresce. No entanto, Rosi ressalta que muitas vezes as pessoas deixam de viajar de moto por medo, sentimento comum principalmente em quem vai ficar na condição de carona. “A primeira coisa é ter confiança na pessoa que vai pilotar, saber que ela não vai fazer nada arriscado, nenhuma loucura”, descreve. Outra dica importante é começar com trajetos dentro da cidade para, só com o tempo, aumentar a distância percorrida para outros locais.

QUALIDADE Para quem deseja com-

prar uma moto para esse tipo de programa, Ricardo Reis, gerente de vendas da Hambai Motos, diz que é importante ter em mente quais viagens serão feitas. “Tem que saber que tipo de passeio se quer fazer, se vai ser só no asfalto ou se também existe o desejo de ir em lugares com estrada de terra”, orienta. Reis também ressalta que é importante escolher uma moto de alta cilindrada, acima de 500, pois a potência é necessária não só nas ultrapassagens, mas em todo o percurso. Outro ponto importante são os freios. “Quem tiver condições de optar pelo ABS deve comprar motos com esse opcional. Ele garante um outro patamar de segurança”, recomenda.

Referência Rosi e Adriano criaram um blog para dar dicas de viagens de moto

SERVIÇO Hambai Motos Avenida Abílio Machado, 2705, Glória, Belo Horizonte Telefone: (31) 2534-2201 WhatsApp: (31) 98432 7920 Blog Viagem com Emoção www.viagemcomemocao.com.br FOTOS HAMBAI/DIVULGAÇÃO

CB 500 X É o modelo de entrada entre as motos de alta cilindrada e pode ser usado tanto para viagens no asfalto quanto na terra.

CB 650 F Motocicleta esportiva para quem não quer deixar o asfalto. Voltada para a estrada, ela tem mais torque em baixa rotação, o que facilita a pilotagem.

CRF 1000L Africa Twinn Moto voltada para quem busca aventura. Robusto, o modelo oferece segurança e conforto para o asfalto, além de potência para as ultrapassagens.


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TÂNIA RAMOS

W México. Oaxaca exibe cores e costumes de herança zapoteca. Páginas 4 e 5 pampulha WRodoviário. App facilita compra online de passagem de ônibus. Página 12

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BELO HORIZONTE Sábado 3/6/2017

Vamos viajar

Confira 20 pacotes para junho, Corpus Christi, férias de julho e até Semana da Criança Páginas 6 a 9


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paulo campos paulocampos@otempo.com.br

personagem da semana

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sala vip

ARQUIVO PESSOAL

Alagoas em exposição em Minas

A Azul Viagens, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Alagoas (Abih-AL),

secretarias de Turismo do Estado (Setur) e do Município (Semptur), Luck Receptivo e hoteleiros alagoanos,

reuniu na churrascaria Adega do Sul os agentes de viagens mineiros para divulgar os atrativos do Estado

nordestino. De acordo com Aline Felix, representante comercial da Azul Viagens em Minas Gerais, Alagoas é um dos Estados nordestinos mais importantes para a operadora na próxima temporada. FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

Eden Pisani Junior, mais conhecido no trade como Junior, gerente de aeroporto da Latam Airlines, volta a Confins depois de cinco anos. Na aviação desde 1990, ele fala dos novos desafios

Da equipe da Azul Viagens, Izabela Lessa, Aline Félix, representante da operadora para Minas Gerais, e Izabela Mourão

O casal Wismar e Ana Paula Chagas (agência FlyVip Viagens), Fabíola Rabelo e Antonio Barreto (da loja Azul Viagens)

Conte um pouco de sua trajetória no turismo. Você é gerente da Latam no aeroporto . Qual é exatamente sua função?

Susana Villanueva (resort Grand Oca Maragogi, de Alagoas), Jacqueline Silva, Isabel Alves e Caroline Oliveira (SR Viagens)

Da Baluarte Turismo, Sônia da Silva Gonçalves, Daniel Peixoto Guimarães e Diego Guimarães e Maria Inês da Silva

O que mudou em Confins para a Latam com a privatização do terminal?

Sou mineiro de Belo Horizonte, formado em administração de empresas e pós-graduado em gestão de projetos pelo IESB. Comecei minha história na aviação em 1990, no aeroporto da Pampulha, na TAM, onde tive a oportunidade de trabalhar – e me desenvolver profissionalmente – com pessoas especiais como Fátima Pisani, Sérgio Toledo, Eduardo Terci, sr. Diocesio e o Nono (Geraldo Lúcio). Após a transferência das operações da Pampulha para o aeroporto de Confins, eu tive a oportunidade de assumir a operação e o serviço ao passageiro da TAM. Entre 2012 e 2016, estive à frente das operações da Latam em Brasília e, desde março de 2017, assumi a gerência da Latam em Confins.

A Latam Airlines Brasil, que opera no aeroporto de Belo Horizonte-Confins desde setembro de 1997, acredita que o investimento da iniciativa privada em infraestrutura do terminal é muito importante para o desenvolvimento da aviação em Minas Gerais e em todo o país. Dessa maneira, a companhia está atenta às necessidades dos clientes em Belo Horizonte para iniciar ou ampliar suas operações, tanto domésticas quanto internacionais. Novos voos estão sendo constantemente avaliados conforme a demanda da região.

Você está retornando à Latam depois de um tempo. Que desafios terá daqui para frente?

Rodney Gosling (Maceió Atlantic), Juracy (Rambaqui Praia), Alejandro e Roger Mello (Luck) e Ana Paula Azevedo (Setur-AL)

Luíza Costa e Fernanda Ramalho (Viver Turismo), Sonia Souza (WA Turismo), Luciene Ferreira e Marilia Oliveira (Itapoã)

O maior desafio é ajudar a Latam Airlines na implantação de seu novo jeito de voar para frequências domésticas, que dará ao cliente – corporativo e de lazer – mais opções ao escolher sua passagem.

A partir da segunda quinzena de junho começa a cobrança por despacho de mala. Como isso será operacionalizado pela Latam?

Guilherme Dias (Champion Turismo), Mairo Gabriel (Aquarius Viagens), Leopoldo Luis e Daniel Leal (Valor Viagens)

Maison Ricardo (WA Turismo), Luciana Mascarenhas (Soft Turismo), Mariana Piriz (Enos Turismo) e Alice (Graça Tour)

No dia 18 de maio mudaram as regras da franquia e do pagamento pelo excesso de bagagem. As novas regras para franquia de bagagem e excesso, que já são válidas, estão detalhadas no site da companhia: latam.com/suabagagem. Já a cobrança para o despacho de bagagem e os novos perfis de tarifas serão divulgadas oportunamente. Mas a empresa já adianta que o valor da cobrança será de R$ 30 para compras antecipadas. Todas as alterações serão feitas de forma gradual para ajudar o cliente a se adaptar a essa nova dinâmica e garantir excelência na execução do novo processo.


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O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia - Belo Horizonte

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Artesanato

Figuras míticas bem coloridas De tradição indígena, o trabalho em barro de Oaxaca é de grande prestígio. Criaturas míticas e, às vezes, assombrosas, que ganharam o nome de alebrijes de Oaxaca, no século XX, tomam forma pelas mãos de artesãos locais para cumprirem seu papel de protetores de sonhos e de trazer sorte.

turismo

México

Oaxaca, mãe das cores e de costumes únicos Cidade mexicana e arredores unem gastronomia,história enatureza emuma das regiõesmais tradicionais desse paíslatino-americano

Árvore (I)

Atração de Santa María Uma opção é esticar até Santa María del Tule, povoado de pouco mais de 7.000 habitantes, cuja economia gira em torno de uma árvore. Mas não qualquer árvore: é uma de 2.000 anos, tida como a de maior diâmetro de tronco do mundo, 14 m, e uma circunferência de 42 m.

Árvore (II)

Um abraço descomonual Estima-se que são necessárias umas 30 pessoas para abraçá-la, mas não é o número que mais impressiona. A árvore do Tule viu dos zapotecas à conquista espanhola, a independência, revoluções, o crescimento de Oaxaca – sempre do mesmo lugar, hoje o pátio da igreja de Santa María del Tule.

Árvore (III)

Raízes ganham formas curiosas A entrada para visitar a árvore de Tule, um cipreste montezuma, custa 5 pesos (menos de R$ 1). Impossível não deixar a imaginação voar ao rodear a árvore, com o incentivo, ainda, de guias mirins que desafiam os turistas a achar formas de animais e objetos “esculpidos” no tronco e nas raízes.

Elisa Martins Agência O Globo

“Zac xtili”, diz o artesão a turistas numa cooperativa têxtil em Oaxaca, no sul do México. É “bom dia” em zapoteco, língua nativa do povo que ocupou a região desde o ano 2000 a.C. O idioma e os costumes continuam vivos, assim como as festas típicas, a arte dos alebrijes (animais coloridos esculpidos em madeira) e a beleza das zonas arqueológicas. Oaxaca é a mãe das cores do México. Reúne o marrom da terra, o verde do cacto, o laranja da flor de calêndula, o vermelho obtido de um inseto que tinge tecidos. É um arco-íris de tradição e simplicidade coroado pelo clima ameno que torna a região atraente o ano todo, inclusive no inverno do Hemisfério Norte. Os turistas são atraídos a Oaxaca (diz-se “oarraca”) principalmente pelo artesanato indígena – a cidade fica no Estado de mesmo nome, segundo do país em população indígena, depois de Chiapas. Outro destaque é a gastronomia préhispânica, em especial os diferentes tipos de moles, um molho feito com chocolate, pimenta e especiarias. E tem o quesillo (queijo de textura parecida à da muçarela – e mais gostoso), os tradicionais chapulines (gafanhotos torradinhos com limão e sal) e bebidas como o mescal, que, como a tequila, é produzido a partir do agave. Paisagens incríveis incrementam a oferta.

Árvore de Tule, que fica na vila de mesmo, é um cipreste Taxodium mucronatum

Culinária reinventada A dica é começar pela cidade de Oaxaca, que fica a 470 km da Cidade do México – são cerca de seis horas de ônibus, menos de uma hora de avião. O lugar tem 300 mil habitantes e, apesar de bastante turística, soube preservar-se. Há casas coloridas,igrejaseconstruçõescoloniais, de influência da antiga metrópole Espanha. O movimento se concentra ao redor do Zócalo, a praça principal, com uma catedral im-

Com arquitetura de origem espanhola, Oaxaca tem casascoloridas e igrejas coloniais

Pirâmide em Monte Albán, a história remonta a 500 a.C.

ponente, barraquinhas de churros e milho, crianças correndo e vendedores de balões e artesanato. Nas ruas que orbitam o Zócalo, há um sem-fim de restaurantes e bistrôs, dos mais tradicionais a releituras da culinária local. Mas o bacana mesmo é a imersão: a raiz de Oaxaca está em seus mercados. São galpões com comida típica a preços acessíveis. Ali, os turistas são disputados a dedo, e a música de ambulantes se junta ao cheiro de tortilla frita e ao aroma delicioso do chocolate de Oaxaca. Essa mistura é o que dá a graça do lugar.

Mais informal Os mercados ficam cheios na hora das refeições. O café da manhã tem quesadillas e pão mergulhado em chocolate quente. O almoço tem moles, carne, além de um monte de especiarias. À noite, barraquinhas oferecem gorditas (tortilha frita com recheio) e tlayudas (que parece uma pizza, com massa crocante, quesillo e guacamole). Para acompanhar, chá gelado de “jamaica”, nossa flor de hibisco. Depois é hora dos passeios, e as opções ao redor da cidade não são poucas.

Artesanato típico indígena: os alebrijes são animais multicoloridos de madeira

Hierve el Agua, a cachoeira de pedra, a 60 km de Oaxaca

Serviço Como chegar: Em junho, pela Copa Airlines, o voo sai a partir de R$ 4.951,43. Pela United, saindo do Rio, via Houston, tarifas a partir de R$ 2.389,20. Onde comer Mercado 20 de Noviembre. Entre as ruas 20 de Noviembre e Miguel Cabrera. Los Danzantes. Rua Macedonio Alcala, 403. losdanzantes.com Casa Oaxaca. Constitución, 104-A. casaoaxacaelrestaurante.com Pitiona. Rua Cinco de Mayo, 311. pitiona.com Onde Ficar Hotel Aitanaoax: Diárias para casal a partir de R$ 610. hotelaitanaoax.com Rivera del Ángel: Diária para casal a partir de R$ 180. hotelriveradelangel.com Casa Angel Youth Hostel. Diárias (casal) a partir de R$ 115. casaangelhostel.com


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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte

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FOTOS DANIEL LAPER/ACERVO PESSOAL

Monte Albán é capital da cultura zapoteca e foi o centro político e econômico mais importante da região na época pré-hispânica Produtora de cacau, Oaxaca é repleta de casas de chocolate de sabor forte

Cartão-postal Monte Albán e sorvete da flor do cacto O cartão-postal mais conhecido de Oaxaca é o Monte Albán, zona arqueológica fundada em torno de 500 a.C. e uma das mais antigas do México. Fica a apenas 10 km a oeste da cidade, numa área imensa cercada por pirâmides e espaços verdes, já tendo sido capital indígena zapoteca entre os anos 200 d.C. e 600 d.C. Ali eram realizados rituais sagrados e de peregrinação, a exemplo de outras zonas arqueológicas importantes do país, como Teotihuacán, no Estado do México, e Chichén Itzá, na Riviera Maya. O local foi de-

clarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1987.

Sorvete da flor do cacto Os destaques de Monte Albán são a amplitude e a paz que inspira uma zona pré-hispânica erguida sobre um planalto a 400 m de altura num dos cumes que dominam o vale de Oaxaca. A vista impressiona e acalma. Provavelmente também pela altura, Monte Albán tinha importância militar estratégica para os zapotecas. A origem do nome, porém, tem a ver com outro tipo de poder: o monte era ti-

do pelos zapotecas como um lugar sagrado. No topo, crescem árvores que dão flores brancas – daí viria o “Albán” na designação em espanhol. O passeio pode durar uma manhã ou o dia inteiro – depende do turista, pois as horas passam sem que se perceba. É importante levar protetor solar e chapéu, porque o sol pega forte. Para os desprevenidos, barracas na entrada vendem sombreiros. Vale ainda aproveitar o clima para provar sorvete de tuna, a flor vermelha do cacto.


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turismo COSTA BRASILIS/DIVULGAÇÃO

Junho, feriado e férias de julho

Ainda dá tempo de encontrar destinos legais Selecionamos várias opções para todos os gostos ebolsos, com novidades no litoral e destinos perto deBH, para aquelesque buscam pacotes em cimada hora Tânia Ramos

taniaramos@otempo.com.br

Se você não se deu conta que as férias estavam chegando ou que tinha alguns dias extras no trabalho ou, então, que tinha um feriado com possibilidade de emendar, nós reunimos algumas ofertas de pacotes – as últimas – pra

você não ficar na mão. Mas, mesmo com a compra de última hora, você vai encontrar boas opções e até novidades, como workshop de sereísmo, o novo modismo introduzido pela novela “A ForçadoQuerer”.Temosmuitas praias nordestinas, com suas águas mornas, apesar da estação do ano, e muito mais nesta página e nas de 7 a 9.

Julho

Resort terá clínica de futebol PORTOBELLO RESORT & SAFÁRI/DIVULGAÇÃO

Nordeste

Em meados deste mês Com saída em 17/6, a Azul Viagens tem pacotes para o Nordeste: Natal (R$ 1.168 ou 10x de R$ 116,80, no Mariana Travel Praia Hotel), Fortaleza (R$ 1.614 ou 10x de R$ 161,40, no Carmel Express Hotel) e Porto Seguro (R$ 778,50 ou 10x de R$ 77,85, no Hotel Chauã). Incluem café, aéreo, traslados e city tour, além de by night + festa de boas-vindas, em Porto Seguro, e Cumbuco + Beach Park (sem ingresso), em Fortaleza. Inf.: azulviagens.com.br. CARMEL CHARME RESORT/DIVULGAÇÃO

Com o mínimo de três noites, a diária para casal em ap. standard duplo no Portobello Resort & Safári, em julho, sai a R$ 1.320, com pensão completa, bebidas nas refeições e duas crianças de até 12 anos free. Além de oficina circense, terá, entre 19 e 22/7 e 26 e 29/7, clínica de futebol do Paris Saint-Germain Academy Brasil (só precisa comprar o uniforme), para crianças de 5 a 13 anos hospedadas . Inf.: portobelloresort.com.br.

Julho Festival no

Novidade

Um workshop de sereísmo

Vale do Café SAINT GERMAIN/DIVULGAÇÃO

O Festival Vale do Café, no Estado do Rio, harmoniza trilha sonora com paisagens incríveis. A Saint Germain Turismo & Atrium Turismo tem pacotes de 21/7 a 24/7 e de 28/7 a 31/7, a partir de R$ 1.440 (5x de R$ 288) por pessoa em ap. duplo standard ou R$ 1.490 (5x de R$ 298) em ap. superior . Inclui ônibus executivo, três noites de hospedagem no Mara Palace Hotel, com café, três refeições, passeios, sarau musical e almoço na Fazenda Ponte Alta, guia e seguro-viagem. Inf.: (31) 2129-8032 ou www.sgturismo.com.br.

O Costa Brasilis All Inclusive Resort & Spa, em Santo André (BA), oferecerá workshop de sereísmo em sua programação das férias de julho, com aulas da sereia profissional Mirella Ferraz, que preparou a atriz Isis Valverde para a novela “A Força do Querer”. O curso vai ensinar tudo que é necessário saber para se tornar uma sereia ou um tritão da vida real. Na parte teórica, história desses seres mitológicos, e, na prática, nado golfinho, ondulação corporal, colocação dos braços, como mandar beijos e tirar fotos embaixo d’água. Inf.: (73) 3282-8200 ou costabrasilis.com.br.

Junho

Camboriú

Dois destinos no litoral baiano

Uma opção dois em um

A Latam Travel está com pacotes para a Bahia: Salvador, de 18/6 a 25/6, no Ônix Praia e Piatã Hotel, com café, a partir de 10x de R$ 67,15; e Porto Seguro, de 21/6 a 28/6, no Recanto do Sol, com café, a partir de 10x de R$ 83,88. Incluem aéreo e pontos Multiplus. Inf.: BH Shopping (31) 3286-3999, Diamond mall (31) 2533-0933, Boulevard (31) 2515-3310 e Minas Shopping (31) 3245-5718.

A CVC tem pacote para o Balneário Camboriú com Beto Carrero. O programa, com saída em 23 de junho e duração de três noites, custa a partir de R$ 898 por pessoa em apartamento duplo. Inclui aéreo, traslados, três noites no hotel Barra Sul, com café da manhã, mais dois dias de parque Beto Carrero com ingressos e transporte. Informações: www.cvc.com.br/lojas.

Destinos

Paraty

Feriados com promoções

Cidade histórica é opção em feriado

A rede Samba Hotéis está com diárias promocionais para os feriados de Corpus Christi e 7 de setembro. No Corpus Christi, as diárias estão em: Samba Angra (a partir de R$ 250) e Samba Itaboraí (R$ 135), no Estado do Rio; Samba Rio de Pedras (R$ 375) e Samba Sacramento (R$ 139), em Minas; e Samba Osasco (R$ 119), em São Paulo. Para 7 de setembro, com exceção de Samba Angra, a partir de R$ 310, os demais mantêm as mesmas diárias, incluindo Samba Foz (já esgotado no Corpus Christi, a R$ 120). Inf.: sambahoteis.com.

ANDRÉ AZEVEDO/DIVULGAÇÃO

Com passeios de saveiro, praias, cachoeiras, trilhas e as melhores opções gastronômicos da região, Paraty é boa opção. A pousada Porto Imperial tem pacote para casal, de 14 a 18/6, a partir de R$ 2.800, com drink de boas-vindas, café e uma criança de até 5 anos free. Ela tem piscina, jardim de bromélias, sauna, sala de jogos, massagem e estacionamento com manobrista. Inf.: (24) 3371-2323 ou portoimperial.com.br.


turismo

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PREFEITURA DE PORTO SEGURO/DIVULGAÇÃO

Junho e Corpus Christi

Última chance para adquirir seus pacotes Se você ainda não comprou a viagem, trazemos opçõesdepraiasasafárilitorâneono país,além do destinointernacionalBuenos Aires, na Argentina Corpus Christi

Resort e safári em Mangaratiba PORTOBELLO RESORT & SAFÁRI/DIVULGAÇÃO

Para o feriado de Corpus Christi, o Portobello Resort & Safári – reúne estrutura de praia e montanha com fazenda, restaurantes e apartamentos de frente para o mar, além de minifazenda e safári com 500 animais de diversas espécies – oferece pacote, de 14 a 18/6, para casal (e duas crianças de até 12 anos free) em ap. standard duplo, com pensão completa, a partir de R$ 5.280. Informações:

4020-8005 (capitais), (21) 2789-8000 /2175 1000 ou portobelloresort.com.br.

Fortaleza

Opção para o fim de junho A Latam Travel tem pacote para Fortaleza, de 24/6 a 1°/7, a partir de 10 x R$ 105,25. Inclui aéreo e sete diárias em ap. duplo no Fortpraia Hotel, com café e pontos Multiplus. Inf.: BH Shopping (31) 3286-3999, Diamond mall (31) 2533-0933, Boulevard (31) 2515-3310 e Minas Shopping (31) 3245-5718

Buenos Aires

Promoção

Porto Seguro

Cinco dias a R$ 1.981,20

Vários pacotes para este mês

Uma semana de descanso

A Azul Viagens oferece pacote para Buenos Aires, com saída em 21/6 e cinco dias de duração. O preço está a partir de R$ 1.981,20, com o pagamento em até dez parcelas de R$ 198,12. Inclui hospedagem no 725 Continental Hotel (sem café da manhã), aéreo, traslados e city tour. Consulte a Azul Viagens (4003-1181), o site www.azulviagens.com.br ou seu agente de viagens.

Em seu aniversário de 31 anos, a Visual Turismo oferece várias promoções para embarques em junho, com pacotes a partir de R$ 488 ou com o segundo passageiro grátis. Para Porto Seguro, os embarques são em 4, 18 e 25 de junho. Consulte seu agente de viagens ou localize uma agência por meio do site www.visualturismo.com.br.

Para quem quiser tirar uma folga ou curtir as férias do trabalho em Porto Seguro (BA), a CVC oferece pacote de sete noites de duração, com saída em 24 de junho. O preço por pessoa em apartamento duplo está a partir de R$ 798. Inclui aéreo, traslados, sete noites de hospedagem no hotel Casablanca, com café da manhã, e passeios. Informações: www.cvc.com.br/lojas.


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hotelaria

Rio de Janeiro

Glamour e sofisticação em uma das mais belas joias de Niemeyer NELSON KON/DIVULGAÇÃO

Reaberto em dezembro de 2016, o Gran Meliá Nacional Rio estátrazendo toda a experiênciae luxo da maisexclusiva marcada MeliaHotels Internazionale Da redação O Gran Meliá Nacional Rio (GMNR) é o mais novo conceito de luxo no mercado hoteleiro do Rio de Janeiro. Situado no icônico prédio projetado por Oscar Niemeyer, o GMNR é um resort urbano em frente à praia de São Conrado. Cercado de obras de arte, como o conhecido painel de Carybé, a sereia de Ceschiatti e os suntuosos jardins de Burle Marx, o hotel agrada até mesmo aos clientes mais exigentes. Localizado em região nobre da zona Sul do Rio de Janeiro, o Gran Meliá é voltado tanto para quem está a trabalho quando para quem procura lazer na cidade maravilhosa. Entre a Barra da Tijuca e o Leblon, o Gran Meliá está cercado por floresta da Tijuca, Pedra Bonita, Pedra da Gávea e Morro Dois Irmãos. Além disso, tem fácil acesso aos aeroportos e

aos centro comercias da cidade. Com 413 acomodações espelhadas nos 33 andares do prédio, o Gran Meliá também oferece dois bares, o Amaro, no lobby, e o Bardot, na piscina. O restaurante principal do hotel chama-se Sereia e oferece uma culinária mediterrânea com toque local para atender os mais diversos gostos. O hotel terá ainda um restaurante no 30° andar e um bar rooftop no 32°.

Gran Meliá alia design exclusivo a atendimento primoroso

O Gran Meliá Nacional Rio é o mais novo conceito de luxo no mercado hoteleiro da Cidade Maravilhosa

Mimos Além do serviço personalizado, o GMNR ainda conta com o Red Level, que é um hotel-boutique dentro dele. Localizado entre o 22° e o 29° andar, o Red Level oferece mordomias, como check-in/check-out exclusivos, lounge com happy hour diário, menu de aromas e travesseiros, jornais diários e também o serviço de press reader, além de amenities Clarins.

O spa by Clarins é o primeiro no Brasil e tem uma equipe treinada por profissionais franceses, que oferecem massagens totalmente manuais, além de uma área de convivência aconchegante para os hóspedes. O fitness center é outro diferencial, pois está equipado com os equipamentos mais modernos e tem uma vista incrível para praia e jardim. ANDRE NAZARETH/DIVULGAÇÃO

ANDRE NAZARETH/DIVULGAÇÃO

Quarto da categoria Deluxe, de frente para a praia

Tarifa especial para Corpus Christi

Vista aérea dos jardins de Burle Marx, com piscina ANDRE NAZARETH/DIVULGAÇÃO

Serviço Gran Meliá Nacional Rio Endereço: Avenida Niemeyer, 769, São Conrado, Rio de Janeiro Informações: 55 (21) 3094-4930 ou granmelia@ melia.com.br/ reservas.gmnacional@granmelia.com.br Diárias: A partir de R$ 790 (+ 15% de taxas), com café da manhã incluso para dois adultos. Lobby exibe um design moderno e exclusivo, com a Lady in Red e lustre em papel machê, de Pedro Corrêa de Araujo

Para quem quer aproveitar o feriado de Corpus Christi na Cidade Maravilhosa, o GMNR oferece uma tarifa especial. O feriado, que acontece no dia 15 de junho, uma quinta-feira, e é uma ocasião perfeita para emendar com o final de semana e desfrutar do resort urbano e de todos os serviços que o hotel oferece. Com a ideia de celebrar o feriado prolongado, o hotel traz a promoção 4x3 – todo hóspede que efetuar reserva para as datas entre 14 e 21 de junho, paga por três diárias, sendo a quarta uma cortesia do hotel. O hóspede pode escolher a data de check-in e check-out, e o café da manhã está incluso. A equipe de concierge, juntamente com a Lady in Red, está

sempre à disposição para recomendar as melhores atrações e oferecer itinerários personalizados.

Esportistas Para os amantes de esporte, passar o feriado no Rio de Janeiro fica ainda mais interessante com a 15ª edição da Maratona Rio 2017, que será realizada na cidade no dia 18 de junho. Essa é uma oportunidade perfeita para desfrutar da grande variedade de opções de lazer que hotel proporciona e, ao mesmo tempo, estar apenas há alguns metros de distância da praia de São Conrado, o que torna o feriado repleto de possibilidades para descanso, diversão e momentos inesquecíveis.


turismo

9W O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 3 de junho de 2017

FRED CARVALHO/DIVULGAÇÃO

Pacotes

Mais destinos para todos os gostos e bolsos De Santo André, no Sul da Bahia, e Angra dos Reis eItaboraí, no litoral fluminense,ao contato coma natureza edescanso, em MinasGerais, e águas termais, em Goiás Caldas Novas (I)

Diversão no feriado santo PAULO CAMPOS

Com os últimos lugares disponíveis, a ABC Viagens está com pacotes rodoviários para Caldas Novas (GO), durante o feriado de Corpus Christi, de 14/6 a 18/6. Com cinco dias e três noites de hospedagem em ap. duplo no Hotel Thermas diRoma, o programa custa a partir de 8x de R$ 157 por pessoa, e, no Hotel Exclusive, a preços a partir de 8x de R$ 145 por pessoa. Mais informações:(31) 3519-8800 ou www.abcviagens.com.br.

Caraça

Jericoacoara

Santo André

Pelo país

Tour a história e natureza

Destino ganha voos fretados

Diárias com 20% de desconto

Semana da criança

A Saint Germain Turismo & Atrium Turismo tem pacote para o Caraça, de 30/6 a 2/7 e de 28/7 a 31/7, a partir de R$ 625 (5x de R$ 125) por pessoa em ap. duplo. Inclui bilhete no trem da Vale, ônibus executivo, duas noites no Hotel Florenza (em Santa Bárbara), com café da manhã, noite de caldos com degustação de vinho de jabuticaba, três refeições, passeios, entrada no Santuário do Caraça, guia e seguro. Inf.: (31) 2129-8032 ou www.sgturismo.com.br.

Desde o dia 1º de junho, a CVC iniciou a venda de pacotes de viagens em voos fretados – e diretos – para uma das localidades mais desejadas pelos viajantes, Jericoacoara, no litoral oeste do Ceará. No próximo dia 24 de junho, a operadora vai inaugurar o aeroporto do destino com a primeira operação de voo fretado da história de Jericoacoara. Inf.: www.cvc.com.br/lojas.

O Costa Brasilis All Inclusive Resort & Spa, em Santo André (BA), oferece desconto de 20% este mês. Para julho, a novidade é a brinquedoteca, a ser inaugurada até o fim deste mês. Com cerca de 60 m², ela foi pensada para propiciar mais segurança às crianças na hora da recreação e garantir um lugar para brincadeiras mesmo em dias chuvosos. Inf.: (73) 3282-8200 ou costabrasilis.com.br.

Para quem quiser antecipar suas compras de pacotes para a Semana da Criança, a rede Samba Hotéis já formatou os preços de suas diárias para o feriado: Angra (a partir de R$ 250), Foz (R$ 130), Itaboraí (R$ 135), Rio de Pedras (R$ 375), Sacramento (R$ 139) e Osasco (R$ 119). Inf.: www.sambahoteis.com.

FERNANDA CARVALHO - 18.9.2014

Caldas Novas (II)

Pacotes para toda a família Para quem quiser ficar no Rio Quente Resorts, a ABC Viagens oferece pacotes rodoviários para o feriado de Corpus Christi, de 14/6 a 18/6, com cinco dias e três noites de estadia. Com hospedagem em ap. duplo no Hotel Rio Quente Suíte & Flat I, o preço está a partir de 6x de R$ 424. Durante a baixa temporada, fora de feriados, esse mesmo pacote sai a partir de 6x de R$ 308. Inf.:(31) 3519-8800 ou www.abcviagens.com.br.


W10 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 3 de junho de 2017

turismo FOTOS VISIT NORWAY/DIVULGAÇÃO

Expoflora

Ingressos já estão à venda A Expoflora, maior exposição de flores e de plantas da América Latina, que será realizada de 25/8 a 24/9 em Holambra (SP), iniciou a venda do segundo lote de ingressos antecipados, com desconto de 58%. Até 26 de junho, os convites custam R$ 19, contra os R$ 46 a serem cobrados na bilheteria nos dias do evento. Crianças de até 5 anos não pagam. Reservas: (19) 3802-1499/98115-1294 ou centraldereservas@ expoflora.com.br. FABIANO DE BRUIN/DIVULGAÇÃO

Viking

Vestígios do povo ancestral Na Noruega, o turista pode visitar quatroatrativos que reconstroema história dosprimeiros habitantes – e guerreiros– desse país escandinavo Tânia Ramos

taniaramos@otempo.com.br

Não é de hoje que o povo viking, originário da península Escandinava (Skandinaviske halvøya, em norueguês), fascina-me como grandes guerreiros e conquistadores que foram, apesar dos relatos sobre seus atos bárbaros,agora amplamente explorados em séries como “Vikings” e “The Last Kingdom”. Então, imaginem minha emoção ao me ver diante de duas embarcações vikings 95% originais, no Museu do Barco Viking, na capital norueguesa, Oslo. Símbolo máximo do poderio naval daque-

le povo antigo, elas foram encontradas em escavações. Antes, no arquipélago de Lofoten (Lófót, em norueguês, que significa “pé de lince”), no Círculo Polar Ártico, eu já havia visitado o museu Lofotr, onde há uma longa casa viking reconstruída. O museu fica perto de Borg, em Vestvågøy, sítio arqueológico onde foram feitas muitas descobertas da Idade do Ferro e da Era Viking. Para aqueles que também desejam entender e vivenciar sua cultura, listamos essas e mais duas atrações na Noruega que transportam os visitantes para o mundo viking.

Botecagem vai até o dia 30 Da última quinta até o dia 30 deste mês, acontece o Botecagem, um festival nacional para celebrar a cultura brasileira do boteco, com petiscos harmonizados com Original ou Serramalte. Em Belo Horizonte, participam os bares Baiana do Acarajé, Point Baiano, Maria das Tranças (São Francisco), Tradição do Churrasco, Gonzaga Butiquim, Boi Lourdes, Armazém Medeiros e Bar do Antônio (Sion). Inf.: festivalbotecagem.com.br.

esqueletos retirados de escavações, que, pelas posições em que os corpos foram encontrados, demonstram como eram os rituais funerários daquele povo, dizem os especialistas. Porém, a cereja do bolo do museu são, com certeza, os dois dos mais bem-preservados navios vikings, com cerca de 95% da madeira original.

Batalha. Stiklestad foi o campo de batalha onde, no ano de 1030, o rei Olavo foi derrotado – mais tarde, foi canonizado como Santo Olavo, patrono e rei eterno da Noruega. Considerada uma das mais célebres batalhas da história do país, ela foi uma disputa religiosa entre pagãos e cristãos, com enfrentamento entre as tropas reais e o Exército Camponês (nobres, fazendeiros e camponeses). No local, foi instalado um centro cultural que reencena a batalha e promove festivais, exibições e visitas guiadas.

MTur aposta em São João

Festival

Oslo. O Museu do Barco Viking (Vikingskipshuset, em norueguês), localizado na península de Bygdoy, a dez minutos do centro de Oslo, conserva artefatos históricos e originais da vida dos antigos vikings. Lá estão expostos tendas de acampamento, joias, vestimentas, ferramentas e utensílios, além de supostas urnas mortuárias e

Stiklestad

Estrangeiros

Os festejos juninos, neste mês, devem movimentar milhares de pessoas pelo Brasil. E, se depender do Ministério do Turismo, a celebração cultural será transformada em um produto turístico de destaque, capaz de atrair visitantes estrangeiros e estimular mais o turismo doméstico. O Calendário Nacional de Eventos traz, neste ano, 96 festejos em 87 cidades de 21 Estados brasileiros em todas as regiões do país.

Museu do Barco Viking

Herança real viking Centro histórico. O vilarejo de Avaldsnes, no sul da Noruega, é de visita obrigatória para todos os curiosos sobre a cultura viking. Foi lá que, de acordo relatos históricos, no ano de 872, o rei viking Harald I ganhou a batalha de Hafrsfjord e conseguiu unificar a Noruega, tornando o local a primeira residência

real do país. Hoje, Avaldsnes abriga um grande centro de cultura viking, com fazenda que recria o estilo de vida da época, com construções, vestimentas e utensílios típicos, além de um centro histórico interativo que mostra a importância da região, de onde muitos reis vikings teriam exercido seu reinado.

Museu Viking de Lofoten Resgate. O Museu Viking de Lofoten é um dos mais interativos da Noruega, transportando o visitante, realmente, para os tempos vikings. O espaço se divide em ambientes que, por meio de recursos áudio visuais, resgatam dados históri-

cos – ou lendários – daquele povo ainda envolto em mistérios; réplica de uma casa original viking, com móveis e utensílios que se propõem a resgatar seu modo de vida doméstico; e um navio viking, no qual o visitante pode navegar, com

direito a remar como um legítimo guerreiro. Além disso, podese degustar a gastronomia tradicional, participar de uma oficina de produção de utensílios de ferro e assistir a encenações teatrais sobre os costumes da época.


11 W

O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia - Belo Horizonte 3 de junho de 2017


W12 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 3 de junho de 2017

turismo JOÃO GODINHO - 1.3.2016

Aplicativo

Compra online facilita o rodoviário App ganha versão atualizada, reduzindootempo de aquisição da passagemde ônibus em 50%; agora, vocêgasta pouco mais de umminuto Da redação Aliados infalíveis no planejamento de viagens e deslocamentos nos destinos e até na compra de moedas, os aplicativos também chegaram às vendas online de passagens rodoviárias. Disponível para os usuários desde 2013, essa modalidade de compra vem ganhando adeptos. E, para facilitar o acesso, a ClickBus, líder no segmento, acaba de lançar uma nova versão de seu app para os sistemas operacionais iOS e Android. Agora, além de apresen-

tar um design diferente, o aplicativo oferece novas funções para agilizar a navegação, incluindo recursos como a possibilidade de comprar as passagens de ida e volta, filtros para encontrar os trechos desejados e escolher a forma de pagamento. Segundo o administrador, as novas versões são aplicativos nativos, ou seja, com essa mudança, além de as atualizações do app serem mais fáceis, o processo de compra tornou-se 50% mais rápido e, agora, os consumidores podem finalizá-lo em pouco mais de um minuto. “A Clickbus acompanha

A compra online reduz as enormes filas dos terminais rodoviários; em BH, as compras de viagens para feriados eram um verdadeiro exercício de paciência

as demandas do mercado, e, por isso, decidimos investir em um aplicativo mais robusto, mais rápido e com mais funcionalidades. Refizemos o programa do zero, com um time totalmente interno e que conhece bem as necessidades do cliente e com uma linguagem nativa. Colocamos a experiência dos nossos usuários sempre em primeiro lugar”, afirma o co-CEO e

co-fundador da ClickBus, Cesário Martins.

Downloads O app da ClickBus é gratuito e está disponível para os sistemas Android e iOS. Até o momento já foram feitos mais de 220 mil downloads para o sistema iOS e 600 mil para o sistema Android. A ClickBus está presente no Brasil, no México, na Co-

lômbia e na Turquia. Até o fim de 2016, a empresa vendeu mais de 5 milhões de passagens online. No Brasil, compra-se a passagem de ônibus por meio desse aplicativo de mais de 112 empresas de ônibus, para mais de 4.600 destinos em todo o Brasil, com o pagamento em até 12 parcelas, tanto pelo site quanto pelo aplicativo.

Para embarcar Voucher. A compra da passagem rodoviária online gera um voucher, que não serve como bilhete rodoviário. Troca. Esse voucher tem que ser trocado no guichê rodoviário da companhia com uma hora de antecedência do embarque.


W Avaliação. Ford Ka Trail 1.0 é mais duro, só que atrai pelo visual. Páginas 20 e 21

STUDIO CERRI/DIVULGAÇÃO

W Nostalgia. Raid Estrada Real reúne carros antigos em Tiradentes. Páginas 16 e 17 pampulha

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BELO HORIZONTE Sábado 3/6/2017

De volta à briga

W Fiat Argo chega ao mercado para fazer frente a Chevrolet Onix e Hyundai HB20. Páginas 18e 19


W14 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 3 de junho de 2017

super motor

Sem medo de ser feliz! O caro (a) leitor que acompanha minha trajetória profissional como jornalista especializado no setor automotivo, há alguns anos já percebeu que é lugar-comum para a plena realização de nosso ofício participar de tests drives no Brasil e fora dele, com o intuito de colher as primeiras impressões acerca do automóvel que está sendo lançado ou renovado em determinada ocasião. Em um passado até mesmo recente, as dificuldades era maiores, tanto para quem organizava esta programação como para quem, como nós, teria de cumpri-la. Isso porque todo o roteiro do test drive precisa ser devidamente mapeado, com registros relevantes que identifiquem exatamente a localização e, principalmente,

a quilometragem necessária a ser percorrida entre um ponto e outro até o destino final do trajeto, ou seja, o retorno ao local de partida. Para facilitar a vida do jornalista, é elaborada uma espécie de livreto de navegação, o chamado “road book”, que contém todas as informações sobre o percurso a ser cumprido. Acontece que nem sempre tudo sai de acordo com o planejado ou desejado. Por muitas vezes, um vacilo, uma dúvida, uma informação equivocada ou mal interpretada acaba por levar a dupla de escribas (na grande maioria das vezes, estes testes são realizados com dois jornalistas por veículo) para lugares que nada têm a ver com o que foi previsto. E até que se consiga encontrar novamente o fio da meada e recomeçar a jornada, muito tempo foi

perdido. Neste muitos anos de militância na área, já presenciei inúmeras vezes casos de colegas (jornalistas) que se perderam por completo, e, para resgatálos, foi preciso o empenho de uma verdadeira força-tarefa especializada, sem o que não seria possível retomar a normalidade e dar sequência à programação. Com o advento da internet tudo, ou quase tudo, mudou. A facilidade ocasionada pelo GPS, o sistema de posicionamento global que permite a localização via satélite em tempo real, praticamente pôs fim aos casos de jornalistas desgarrados ou perdidos. Quando falamos “quase”, nos referimos a algumas situações pontuais, como a que acontece quando o carro que está sendo avaliado e submetido ao teste não oferece o GPS. Hoje, as em-

“A facilidade ocasionada pelo GPS, o sistema de posicionamen to global que permite a localização via satélite em tempo real pôs fim em quase sua totalidade os casos de jornalistas desgarrados ou perdidos durante tests drives.”

Altas Rodas W O Grupo Orange BH inaugurou, no último dia 13, a concessionária O2BH Yamaha, nova representante da marca japonesa em Belo Horizonte. A concessionária Yamaha foi inaugurada apenas um ano após o começo das operações do Grupo Orange com a Kawasaki e dois anos após ser aberta a primeira loja do grupo, a flagship store KTM, primeira da marca no país. Felipe

Nacif, sócio-proprietário do Grupo Orange BH, comemora a ampliação da empresa, que agora tem uma gama ainda maior de produtos em um mesmo local, na avenida Barão Homem de Melo 4.278, no Estoril. “Para nós, é um motivo de orgulho imenso agregar essa marca tão tradicional ao portfólio do grupo, expandindo ainda mais nossa oferta para os clientes”, comemora Nacif.

Superesportiva Yamaha YZ-F R1 está entre os modelos à venda

presas organizadoras dos eventos quase nunca confeccionam mais o road book. Em vez disso, disponibilizam um tablet em que são registradas, curva a curva, todas as informações necessárias para orientação dos jornalistas durante o tests drive. A propósito, Ricardo Simões, membro da Comissão de Estudos de ITS da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou recentemente um artigo abordando a importância do uso dos aplicativos para o trânsito, mas, também, fez um pertinente alerta: “ao mesmo tempo em que podem promover a economia de tempo e dinheiro, esses aplicativos também podem ser um convite à negligência – e talvez seja esse o temor dos gestores de trânsito. O Waze,

uma das mais conhecidas plataformas colaborativas de trânsito do mundo, disponibiliza trajetos mais rápidos, mas também permite que o motorista burle a fiscalização, se inclinado a este tipo de conduta. Tão arriscado quanto o uso inadequado do aplicativo, porém, é ignorar o poder que ele tem. Cabe aos gestores, portanto, conhecer e aproveitar essas tecnologias a seu favor, sem deixar de cumprir seu papel fiscalizatório”, opina o consultor de trânsito. Muitos são os casos pitorescos de “perdidas” em tests drives que entraram para os anais das histórias envolvendo a turma que cobre o setor automotivo. Em uma outra ocasião, contamos algumas. Até a semana que vem!

FOTOS O2BH/DIVULGAÇÃO

As modelos Roberta Coimbra e Thayara Shayne

Nova revenda Yamaha fica na avenida Barão Homem de Melo

Evento de inauguração atraiu os apaixonados pela marca

Concessionária oferece ampla loja de produtos originais da Yamaha


super motor

15 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 3 de junho de 2017

FOTOS CITROËN/DIVULGAÇÃO

Linha 2018

C3 2018 também ganhou uma nova opção de cor (marrom metálica)

Enfim... seis marchas C3 e Aircross recebem nova transmissão automáticaque já equipaoutros modelosda marca; centralmultimídia vira item desérie Raimundo Couto De Porto Feliz (SP)

Enquanto a Peugeot se organiza para lançar no mercado a nova geração do crossover 3008, sua irmã Citroën acaba de lançar na linha 2018 do compacto C3 e do Aircross, o novo câmbio automático com seis velocidades. A caixa chega para substituir a defasada transmissão automática de quatro marchas presente, até então, na linha de ambos os modelos. Fabricado pela empresa

japonesa Aisin, o câmbio oferece três modos de condução (normal, sport e eco), permite trocas manuais das marchas por meio da alavanca, mas não oferece paddles shifts. A nova transmissão funciona sempre atrelado ao motor 1.6 flex da Citroën, de 115/118cv de potência e 16,1 kgfm de torque. No Citroën C3 2018, o equipamento estará disponível em três versões do compacto (Attraction, Tendance e Exclusive). O preço do C3 automático parte de R$

58.540. O hatch também segue oferecido com câmbio manual e motor 1.2 de três cilindros, que sai por R$ 48.490, na configuração Origine. Desde a versão de entrada, o C3 traz de série itens como direção elétrica, ar-condicionado, computador de bordo, faróis de neblina, além de vidros e travas elétricas. No caso do Aircross, a nova caixa de marchas automática estará disponível a partir da versão Live, equipada com direção elétrica, ar-condicionado, luzes diurnas em

LED, rodas de alumínio aro 16, além de barras de teto e central multimídia. A versão do monovolume custa a partir de R$ 67.990. A gama dos dois modelos passa a oferecer em sua linha 2018 a nova cor marrom metálica e inclui como equipamento de série em todas as versões (exceto ST@RT) central multimídia com tela touchscreen de sete polegadas, com rádio MP3, bluetooth e espelhamento de celular.

W

O jornalista viajou a convite da Citroën

Câmbio automático de seis velocidades dos dois modelos agora é o mesmo presente na linha do C4 Lounge e do C4 Picasso


W16 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 3 de junho de 2017

super motor

Nostalgia

Antigos em

Dodge Grand Sedan 1977 (em primeiro plano) foi o vencedor da prova

ação pelas rodovias Raid Estrada Real reúne 54 automóveisfabricados entreas décadasde 30 e90 em umrali de regularidadena histórica Tiradentes Alexandre Carneiro Carro antigo não é para ficar parado, e sim para pegar a estrada. É essa a filosofia dos participantes do II Raid Estrada Real, realizado no último sábado (27), que reuniu automóveis com no mínimo 25 anos de fabricação em um rali de regularidade na cidade de Tiradentes. A prova foi organizada pelo Clube de Veículos Antigos de Minas Gerais (CVA-MG), sob a supervisão da Fede-

ração Brasileira de Veículos Antigos (FBVA). O raid foi disputado por 54 carros antigos, nacionais e importados, fabricados entre os anos de 1931 e 1992. Além de participantes de Minas Gerais, a prova atraiu antigomobilistas do Rio de Janeiro e de São Paulo. O percurso, de aproximadamente 180 km, foi composto por rodovias asfaltadas que cruzam os municípios de Tiradentes, Prados, Barroso e Barbacena. Entre todos os inscritos, 50 veículos

cruzaram a linha de chegada, comprovando que a idade pode, sim, ser sinônimo de vitalidade. O psiquiatra Luis Augusto Malta, 40, presidente do CVA-MG, avalia que o Raid Estrada Real está consolidado. “O evento já está se tornando uma tradição, e as pessoas estão aderindo à ideia do rali de carros antigos”, diz. Ele destaca que a prova do último sábado já foi a quarta organizada pelo clube e que isso permitiu que o evento evoluísse: “A estrutura da última prova foi muito boa, assim como os carros. O desempenho dos participantes também melhorou, e a tendência é que a disputa fique cada vez mais acirrada”, avalia. Para Malta, o maior destaque do raid foi a diversida-

ALEXANDRE CARNEIRO

de, além do estado de conservação dos veículos participantes. “Das décadas de 30 a 90, todas foram representadas (por carros) no rali. Tivemos também todas as escolas de construtores, entre esportivos europeus, americanos e japoneses, além de variados modelos nacionais. Até um carro russo participou”, pondera.

Cadillac Series 62 1941 ganhou o prêmio Best of Show ALEXANDRE CARNEIRO

Aero-Willys 2600 1969: melhor modelo nacional do raid ALEXANDRE CARNEIRO

Carro mais antigo a participar da prova foi um Ford A 1931 ALEXANDRE CARNEIRO

Rali reuniu carros nacionais e importados de épocas distintas


super motor ALEXANDRE CARNEIRO

17 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 3 de junho de 2017

ALEXANDRE CARNEIRO

Roland Garros

Série especial na linha Peugeot

Pelo segundo ano seguido, Tiradentes sediou a largada e da chegada dos carros antigos

A Peugeot se inspirou no torneio de tênis de Roland Garros para lançar uma série especial para o 308 e o 408. Limitada a 200 unidades para o hatch e a cem para o sedã, ela traz detalhes exclusivos, como rodas de 17 polegadas com desenho inédito, capas de retrovisores cromadas e bancos e revestimento interno em couro cinza com costuras laranjas, além de emblemas de identificação na carroceria e nos tapetes. Ambos vêm apenas na cor branco Nacré. PEUGEOT/DIVULGAÇÃO

Tipo de prova Características. O objetivo de um rali de regularidade é passar pelos pontos de referência, posicionados ao longo do trajeto, na velocidade e no tempo determinados pela organização da prova. No caso do Raid Estrada Real, as velocidades que devem ser mantidas respeitam os limites das vias. A planilha com o itinerário só é entregue aos participantes um minuto antes da largada. Cabe ao navegador identificar a rota, fazer a cronometragem e repassar essas informações ao piloto. Concluir o percurso mais rápido ou mais devagar que o estipulado pela planilha resulta em perda de pontos. No final, o participante que perde menos pontos é declarado vencedor. Trata-se de uma prova bem diferente da de velocidade, na qual os competidores devem acelerar fundo e chegar o quanto antes à linha de chegada.

Recall

Troller convoca jipe T4

JOÃO PAULO SOUSA/CVA-MG/DIVULGAÇÃO

Espírito esportivo e raridade do carro rendem troféus O vencedor do II Raid Estrada Real foi o Dodge Gran Sedan 1977 do piloto Maurício Pires e do navegador Filipe Cançado. O segundo lugar ficou com o Volkswagen Passat Flash 1987 da dupla Rodrigo Giordano e Marcel Fernandes, enquanto o Mercedes-Benz 450 SLC 1976 de Mário Lott e José Tomich Bosco Júnior terminou na terceira colocação. O pódio foi completado pelo Mazda Miata MX-5 1992 de Clemenceau Saliba e Robert Farrer e pela Chevrolet Caravan SS 1978 de Guilherme

Mello e Leila Lan. Além dos cinco primeiros colocados, o CVA-MG homenageou veículos e participantes que se destacaram de outras maneiras. O Ford A Phaeton 1931 de Milton Lapertosa foi premiado por ser o veículo mais antigo a participar do raid, enquanto o AeroWillys 2600 1969 de Tom Zé Chernicharo foi eleito o melhor carro nacional do evento. Já o Cadillac Series 62 1941 de José Cândido Muricy Neto recebeu o título de Best of Show, que reverencia o automóvel mais especial

entre os participantes. O conversível foi rodando do Rio de Janeiro até Tiradentes para participar do evento. O Troféu Batom, destinado à mulher que mais se destacou no rali, foi para a navegadora Cristiane Kika. Por fim, o troféu Gentleman Driver, que exalta o espírito esportivo, foi concedido ao piloto Kaká Dutra, que interrompeu a prova para socorrer uma dupla que enfrentava problemas com o carro. Os prêmios foram entregues em uma festa de encerramento. (AC)

A Troller anunciou um recall para 3.635 unidades do jipe T4, produzidas entre 2014 e 2016, devido a um problema nos freios: uma tubulação do lado direito pode entrar em atrito com a abraçadeira de fixação da mangueira do intercooler do motor, gerando desgaste e consequente vazamento de fluido, o que pode fazer com que o veículo perca sua capacidade de frenagem. Informações pelo telefone 0800 703 3673 e no site www.ford.com.br.

Countryman

Mini traz mais versões

Veículos percorreram 180 km por estradas montanhosas

A Mini começou a vender mais versões do novo Countryman no Brasil. O SUV agora está disponível nas versões Cooper, por R$ 144.950, e Cooper S, por R$ 164.950. A top de linha Cooper S ALL4, que desembarcou no país em abril, segue no mercado por R$ 189.950. A configuração de entrada, que deverá ser a mais vendida, tem motor 1.5 turbo com 136 cv; as demais vêm com um 2.0 turbo de 192 cv.


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Com motor 1.0

Versão básica traz ar e direção A versão de entrada do Argo, Drive 1.0, vem equipada com o motor FireFly 1.0 de três cilindros (77 cv de potência e 10,9 kgfm de torque), com transmissão manual de cinco marchas. No pacote de itens de série, destaque para direção elétrica progressiva, ar-condicionado, display de alta resolução no quadro de instrumentos, banco do motorista com ajuste de altura, cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes, sistema start-stop, Isofix, travas elétricas e vidros dianteiros elétricos.

Argo 1.3 GSR

Controle de tração e estabilidade A versão Drive 1.3 manual têm todos itens da versão Drive 1.0 mais: sistema de monitoramento da pressão dos pneus, central multimídia touchscreen com Apple CarPlay e Android Auto, além de volante multifuncional. O Argo 1.3 GSR vem com todos os itens do 1.3 manual e acrescenta: controle eletrônico de estabilidade e de tração com hill-holder. O câmbio automatizado por botão vem com paddle shifts e função Sport, piloto automático (na foto), vidros traseiros e retrovisores elétricos com tilt down.

super motor

Lançamento

Muito prazer, meu nome é Fiat Argo! Novo hatch da marca italiana faz finalmente suaestreia no mercado; modeloserávendido em seteversões ecom trêsopções demotorização Raimundo Couto De São Paulo

Um novo carro para uma nova Fiat. Assim, um diretor da montadora definiu o que significa a chegada do compacto premium Argo à fábrica de Betim. O substituto do Palio e do Punto desembarca no mercado carregado de responsabilidade e tem como missão levar a Fiat de volta à briga pela liderança, perdida para a Chevrolet. Mas será que o novo produto será mesmo um divisor de águas na história do fabricante que comemorou, no ano que passou, quarenta anos de Brasil? A resposta para essa questão só o tempo poderá dizer, predicados para cumprir o objetivo e atender toda essa expectativa, o Argo mostrou, em nosso primeiro contato, que tem. Começando pelas muitas novidades que introduz em um segmento que é o de maior volume em vendas e que todos os concorrentes deposi-

tam altos cacifes para obterem o melhor desempenho comercial. Denominadas como Drive, Precision e HGT, as versões do Argo são subdividas em sete configurações para atender a todos os gostos e bolsos. O carro já está à venda nas concessionárias. A versão de entrada Drive 1.0 tem preço de R$ 46,8 mil. A Drive 1.3 custa R$ 53,9 mil, e chega a R$ 58,9 mil com câmbio automatizado GSR. A intermediária Precision 1.8 sai por R$ 61,8 mil e, com transmissão automática, atinge R$ 67,8 mil. A top de linha HGT 1.8 custa R$ 64,6 mil com a caixa manual e R$ 70,6 mil com a automática. Segundo o diretor de desenvolvimento de produtos, o engenheiro Carlos Eugênio Dutra, que trabalha há mais de 30 anos na Fiat, este lançamento significa um dos mais importantes passos dos últimos tempos, e desde a aprovação do projeto até a concepção, foram investidos

três anos de muito trabalho para chegarem a este resultado final. O Argo chega para “bater de frente” com os atuais líderes, o Chevrolet Onix e o Hyundai HB20, que registram vendas médias mensais de12 mil e 10 mil unidades, respectivamente.

Relevância Ainda segundo o engenheiro da Fiat, falando do alto da experiência de toda uma vida dedicada à Fiat Chrysler Automobile (FCA), o Argo é o melhor automóvel já construído em toda esta trajetória de quatro décadas da montadora, porque reúne em um único produto, con-

forto, beleza, tecnologia, segurança, economia e desempenho. “Fizemos um carro de alma italiana, que tem como essência o equilíbrio de proporções”, garante. Um dos destaques que ele ressalta frente à concorrência que começa a enfrentar a partir de hoje, está em seu interior bem-elaborado, que traz, entre outros caprichos, uma central multimídia flutuante, similar às que equipam carros de alta gama, como Mercedes-Benz e BMW. Com sete polegadas e de operação intuitiva, o equipamento é de série em todas as versões, exceto na de entrada.

Opening Edition

Com motor 1.8, consumo na cidade é de 9,9 km/L e 7 km/L (etanol)

Série especial. Baseada na versão HGT 1.8 AT6, essa série limitada a 1.000 unidades traz acessórios Mopar. Disponível apenas na cor azul, ele vem com teto e retrovisores externos pintados de preto e aerofólio. Entre os itens Mopar, destaque para rodas de liga aro 16, protetor de soleira das portas, sensor de estacionamento.

Precision 1.8

Mesmo motor flex do Renegade Com motor E.torQ 1.8 Evo VIS, de 139 cv e 19,3 kgfm de torque, há opção com câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis velocidades. Na versão manual, vale mencionar o sistema de alarme antifurto, os faróis de neblina, os faróis com luz de posição em LED, as rodas de liga leve aro 15 e o banco traseiro bipartido. A opção automática acrescenta paddles shifts, controle de velocidade de cruzeiro, apoio de braço para o motorista, volante revestido em couro e iluminação ambiente.

Ar-condicionado digital será oferecido em pacote opcional a partir da versão Precision

Quadro de instrumentos digital faz parte das versões com motor 1.8 (Precision e HGT)

Só o Argo Drive 1.0 não traz de série a central multimídia com tela sensível ao toque

Versão HGT, com motor 1.8 e acabamento esportivo, é a topo de linha do hatch


super motor

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FOTOS STUDIO CERRI/DIVULGAÇÃO

Novo hatch chega para substituir Punto, versões mais caras do Palio e o Bravo

Sensores de estacionamento e câmera de ré são opcionais em todas as configurações do carro

Câmbio automático é igual a da Toro Pela primeira vez, um carro de passeio compacto da Fiat vem equipado com caixa automática de seis marchas – a mesma da picape Fiat Toro. Na pista, a moderna transmissão faz um casamento muito equilibrado com o propulsor E.torQ 1.8 Evo VIS, proporcionando trocas quase imperceptíveis e reduzindo a rotação em ve-

locidade de cruzeiro. Esse moderno câmbio é um aliado não só para extrair o melhor desempenho do motor, mas também para reduzir o consumo de combustível e baixar sensivelmente o nível de ruído que chega até a cabine. Um dos destaques dessa transmissão é o Neutral Function, recurso que desacopla o motor da transmis-

são em paradas rápidas de trânsito, evitando aquela sensação de que o sistema está forçando os freios – medida que também ajuda a reduzir o consumo. Quase toda a carroceria do Fiat Argo usa aços de alta resistência. Em especial, as áreas que formam a célula de sobrevivência aos ocupantes contam com aços ultraresistentes. (RC)

Dados técnicos Motores/potências. 1.0 L três cilindros flex (até 77 cv), 1.3 L flex quatro cilindros (até 109 cv) e 1.8 L flex (até 139 cv). Dimensões. 3,99 m (comprimento); 1,72 m (largura); 1,50 m (altura) e 2,52 m de distância entre-eixos. Tanque: 48 L Porta-malas: 300 L

Desde a versão de entrada, modelo vem equipado com start-stop do motor e direção elétrica

Porta-malas do novo hatch da marca italiana comporta até 300 L

Leque de opções de motor é diferencial no segmento A família de motores FireFly foi pensadas com base em dois pilares: eficiência e confiabilidade. Com cabeçote de duas válvulas por cilindro e comando de válvulas único no cabeçote com variador de fase, tanto o motor 1.0 de três cilindros quanto o 1.3 de quatro cilindros apresentam menor consumo de energia interna para o acionamento do valvetrain, comparado a qualquer cabeçote de quatro válvulas. Sem perder o prazer ao dirigir, as versões 1.0 e 1.3 do Argo receberam nota A no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular e

também estão entre os mais fortes do segmento. Com três cilindros, o motor 1.0 do Argo rende até 77 cv e 10,9 kgfm de torque com etanol. Já o 1.3L, traz quatro cilindros e oferece 109 cv de potência com 14,2 kgfm de torque (com etanol). Agora, se o assunto for mesmo desempenho, o Argo também pode contar com o E.torQ Evo VIS,de 139 cv a 5.750 rpm e torque máximo de 19,3 kgfm a 3.750 rpm (ambos com etanol), nas versões Precision e HGT. Sem perder a vivacidade no trânsito, graças ao coletor de admissão variável, também chama-

do de VIS (sigla inglesa para Variable Intake System – sistema de admissão variável), garante mais força em baixos regimes de rotação. Na prática, são dois coletores em um só: até 4.000 giros, o ar que vai para os cilindros passa por um caminho mais longo, favorecendo o torque. Acima dessa rotação, uma aleta é acionada e faz o ar percorrer um trajeto mais curto, gerando mais potência. A versão esportiva HGT, por exemplo, pode levar o Argo aos 192 km/h de velocidade máxima, com uma aceleração de 0 a 100 km/h em 9,2s. (RC)

Argo esportivo HGT 1.8 manual. A versão esportiva do Argo com câmbio manual de cinco marchas oferece itens exclusivos, como o display multicolorido de sete polegadas de alta definição e personalizável no quadro de instrumentos: grade dianteira com acabamento vermelho, spoilers no parachoque, moldura preta nas caixas de roda, ponteira de escapamento cromada, rodas de liga leve aro 16 e suspensão esportiva. HGT 1.8 AT6. Agrega o câmbio automático de seis marchas ao pacote e, a exemplo das demais versões automáticas, possibilita trocas pelos paddle shifts junto ao volante.

Câmbio automático é oferecido nas duas versões com motor 1.8


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Chevrolet

Sedã Prisma sobe de preço A linha 2018 do sedã Chevrolet Prisma acaba de chegar ao mercado. A principal novidade é a opção de cor metálica da carroceria Azul Imperial, que sai por R$ 1.400. Além disso, a tabela de preços do modelo foi reajustada. O sedã da GM parte de R$ 45.790, na versão Joy, com câmbio manual e o visual antigo do carro. O modelo é vendido com motor 1.0 (80 cv) ou 1.4 (106 cv) com transmissão manual ou automática, a partir da versão LT. Desde a versão básica, o Prisma sai da fábrica equipado com ar-condicionado e direção elétrica. CHEVROLET/DIVULGAÇÃO

Renault Kwid

Preço abaixo dos R$ 30 mil? A pré-venda do Kwid, novo compacto da Renault, deve começar no próximo dia 15 no Brasil. Os preços do hatch ainda são guardados a sete chaves, mas segundo a revista Quatro Rodas, a versão de entrada do carro será vendida a R$ 29.990. O modelo será equipado com motor 1.0 SCe, de 82 cv.

super motor

Avaliação

Roupa para trilha no compacto da Ford Ford Ka Trail 1.0atrai pela suspensão elevadae apelo visual aventureiro; versão partede R$ 47.690 e temcomo rivais oOnixActiv e o HyundaiHB20X

canivete com alarme. O banco traseiro é bipartido, e há cinto de três pontos e apoio de cabeça para todos os ocupantes.

Nem parece 1.0 Igor Veiga O Ford Ka ganhou sua própria roupa aventureira. Lançada em março, a versão Trail tem novos detalhes estéticos e suspensão elevada. A lista de rivais é extensa, mas os principais alvos são, o Chevrolet Onix Activ e o Hyundai HB20X, além do VW CrossFox e do Toyota Etios Cross. Com motor 1.0, o Ka Trail sai por R$ 47.690. Na opção 1.5, o preço pula para R$ 51.990. Na gama do Ka, a nova versão fica abaixo das configurações top de linha (SEL 1.0 e SEL 1.5). Por alguma razão, carros com roupa aventureira fazem sucesso no Brasil. Com o Ka Trail 1.0 testado pelo Super Motor, não foi diferente. O visual da versão chama atenção por onde passa. Além do visual cool, a versão traz como forte apelo de compra a suspensão 3,1 cm mais alta em relação ao Ka convencional. O Ka Trail tem novas molas e amortecedores. O eixo traseiro é mais rígido, e a barra estabilizadora da suspen-

são dianteira é ligeiramente maior. Outro diferencial fica por conta dos pneus de uso misto, calçados em rodas de liga leve aro 15 exclusivas da versão. O pacote de equipamentos da versão é honesto. São de série: faróis de neblina, ar-condicionado, direção, vidros dianteiros e travas elétricas, abertura elétrica do porta-malas, além de ajuste de altura do volante e sistema multimídia com bluetooth e comandos de voz. Há também chave-

Fora o design, a suspensão retrabalhada e elevada é mais dura, porém responde bem ao transitar por vias com piso irregular sem sacolejar demais quem viaja no carro e nem fazer muito barulho. Por sinal, o isolamento acústico do Ka é outro ponto digno de elogios. O barulho do motor 1.0 de três cilindros quase nunca incomoda, mesmo quando é mais exigido nas acelerações mais fortes. Nas curvas, a estabilidade do compacto aventureiro também é boa. O câmbio

manual de cinco marchas tem engates curtos e precisos e seja na cidade, ou na estrada, o desempenho do Ka Trail faz o motorista esquecer que está dirigindo um carro com motor 1.0. O carrinho acelera com disposição e muita agilidade. Por dentro, os bancos revestidos em couro sintético são confortáveis. Nas laterais, foram colocados pequenos elásticos em verde e laranja e atrás do encosto há uma pequena rede.Os elásticos nos bancos, confesso que não entedemos sua utilidade. O espaço interno do Ka Trail é satisfatório para um hatch compacto e há muito porta-objetos espalhados pelo carro, o que é sempre interessante. FORD/DIVULGAÇÃO

Ficha técnica Motor: 1.0 12V flex, dianteiro, três cilindros em linha Potência: 80/85cv com gasolina/etanol a 6.500 rpm. Torque: 10,2 kgfm a 3.500 rpm (gasolina) e 10,7 kgfm a 4.500 mil rpm (etanol). Porta-malas: 257 L Tanque de combustível: 51,6 L

Acabamento segue o padrão da linha Ka, mas versão talvez poderia ser mais bem-equipada IGOR VEIGA

Visto de frente, uma das únicas diferenças notáveis do Ka Trail 1.0 é a máscara negra nos faróis


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IGOR VEIGA

Motor 1.0 flex de três cilindros com 80/85cv de potência do Ford Ka, é bem espertinho

Falta de equipamento prejudicou o teste Desprovido de computador de bordo, não foi possível aferir a média de consumo do compacto da Ford trajado para aventuras urbanas. De acordo com a Ford, o Ka Trail faz média de 8,9 km/L e 10,4 km/L com etanol e 13 km/L e 15,1 km/L com gasolina, respectivamente nos ciclos urbano e rodoviário. Fazem falta outros equipamentos como retrovisores e vidros elétricos nas portas traseiras, por exem-

plo, que não constam na versão. E vale dizer que, com a pintura metálica, o preço da versão chega a salgados R$ 48.190. O famigerado plástico rígido predomina no acabamento do Ka Trail. Em alguns pontos, como no painel, ele é texturizado e mais agradável ao toque. Sem condenações à Ford por isso. Afinal, essa ainda é a realidade do segmento dos veículos de entrada no país. (IV) IGOR VEIGA

Estilo de off-road se destaca pela suspensão mais elevada


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Yamaha

Factor 150 ED ganha freios UBS Modelo mais vendido da Yamaha no Brasil, em sua linha 2018, a Factor 150 ED traz como maior novidade os freios UBS (Unified Brake System). Esse sistema unifica a frenagem dianteira e traseira em apenas um movimento do piloto para uma frenagem mais eficiente. Trata-se do mesmo sistema que já equipa os modelos Fazer 150 UBS e scooter Neo 125. Equipada com motor flex monocilíndrico, que rende até 12, 4 cv de potência, quando movida a etanol, a Factor 150 ED UBS chega ao mercado com preço sugerido de R$ 8.890. YAMAHA/DIVULGAÇÃO

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Duas rodas

Marca italiana com desembarque no Brasil Speedy Works Motors (SWM)se prepara para iniciar suas operações no paíscomportfólio de motocicletas clássicase tambémfora de estrada Eduardo Rocha Auto Press

O mercado brasileiro de duas rodas não é mais aquele. Em 2011, as vendas chegaram a ultrapassar 2 milhões de unidades e hoje, patinam na metade desse número. Apesar da queda de emplacamentos, houve uma mudança qualitativa. A oferta de modelos se sofisticou, e a presença proporcional de motocicletas de nicho aumentou. É nesse no-

vo perfil de consumo que a SU Trade aposta ao decidir importar os modelos da italiana SWM para o Brasil. Para iniciar os trabalhos, serão trazidos dois modelos clássicos, Silver Vase e Gran Milano, e dois on/ off-road, RS300 R e uma 650 cc – que pode ser a SuperDual T 650 ou a RS 650R. Na Europa, o início das vendas ocorreu no segundo semestre de 2016, com a apresentação oficial para o público no Salão

Duas Rodas de Milão.

História A sigla SWM, de Speedy Works Motors, algo como “motores de velocidade”, e o slogan “Racing Chromossomes”, “cromossomos de corrida”, traduzem bem a origem da marca. Inicialmente, porém, SWM era SVVM, em referência aos sobrenomes dos fundadores, Pietro Sironi e Fausto Vergani, e das cidades de Vimercate e Milão. Os dois eram pilotos de enduro e decidiram fundar a empresa em 1971 para criar modelos com motores de quatro tempos para enfrentar as marcas como KTM, Husqvarna, Husaberg e Gas Gas, que domi-

navam as competições com motores de dois tempos. Criaram três modelos com motores Sachs de 50 cc, 100 cc e 125 cc e passaram a competir nos campeonatos de enduro, motocross e trial na Europa. Durante toda a década de 1970, a fábrica arrematou dezenas de vitórias e alguns títulos, mas não resistiu ao poderio econômico das marcas japonesas e fechou as portas em 1984. A marca ressurgiu em 2014, no Salão de Milão, o EICMA, tendo à frente Ampelio Macchi, executivo que trabalhou com marcas como Aprillia, Cagiva e Husqvarna, e Daxing Gong, presidente da marca chinesa Shineray.

Modelo RS 300R é dotado de equipamentos para rodar nas ruas, mas projetado para o off-road. A fora de estrada deve custar R$ 28 mil


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FOTOS SWM/DIVULGAÇÃO

Gran Milano é uma Cafe Racer que será vendida por R$ 26 mil

Modelos custarão de R$ 26 mil a R$ 35 mil

Importação Emissões. Somente neste ano, com a entrada em vigor da norma Euro 4 na Europa, os modelos passaram a poder ser importados para o Brasil – onde a norma é exigida desde 2012. Mas os modelos Euro 3 ainda saem das linhas, destinados a mercados mais permissivos, como o da Argentina.

SuperDual T 650 segue o estilo bigtrail clássico

No Brasil, a sede será em São Paulo e terá como presidente José Eduardo Gatti, sócio da SU Trade. Inicialmente, a empresa terá uma loja em São Paulo e, posteriormente, deverá nomear concessionários pelo país. O modelo RS 300R é uma motocicleta dotada de equipamentos para rodar nas ruas, mas projetada para o off-road mais agressivo. Ela pesa apenas 107 kg e é animada por um motor monocilíndrico de 297 cm³, com refrigeração líquida, que rende 38 cv. O preço previsto está em torno de R$ 28 mil. Para ocupar o posto de bigtrail, há duas possibilidades. A primeira é a RS 650 R, com visual mais esportivo, de SuperMoto, bem semelhante ao da RS 300R. A outra é a SuperDual T 650, que segue o es-

tilo bigtrail clássico – tem, inclusive, acessórios como baús laterais de metal. As duas utilizam o mesmo propulsor monocilíndrico de 600 cc com duplo comando no cabeçote e dupla refrigeração – líquido e a óleo. A diferença está na potência e no peso. A RS650 R tem 54 cv e pesa 144 kg, enquanto a SuperDual tem 57 cv e 169 kg. A escolhida custaria em torno de R$ 31 mil e teria como rival a principal a Yamaha XT 660. As outras duas moticicletas seguem a linha clássica. A Silver Vase é uma típica scrambler, enquanto a Gran Milano é uma Cafe Racer. O motor das duas, de origem Honda, é sempre um monocilíndrico de 445 cc e 29,5 cv, com torque de 3,67 kgfm a 5.500 rpm. (ER/AP)


W24 O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia Belo Horizonte 3 de junho de 2017

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Jornal Pampulha Sábado 3.6.2017 by Tecnologia Sempre Editora - Issuu