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DISNEYLAND PARIS CELEBRA 25 ANOS COM NOVAS ATRAÇÕES E ESPECIAIS NESTE ANO ... Caderno Turismo. Páginas 6 a 8
MARINA MACHADO E COMPANHIA FAZEM TRIBUTO A BELCHIOR EM BH ... Página 11
AS PRINCIPAIS TENDÊNCIAS PARA QUEM VAI DIZER “SIM” NO ALTAR ... Páginas 29 e 30
NISSAN FRONTIER PROPORCIONA DIRIGIBILIDADE SUAVE PARA UMA PICAPE ... Caderno Super Motor. Páginas 18 e 19 www.jornalpampulha.com.br
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE LEO FONTES
Rita Niffinegger e Silva já leu ‘Cem Anos de Solidão’ mais de 15 vezes – uma delas em espanhol, mesmo sem falar o idioma
A MACONDO DE CADA UM Leitores narram sua relação profunda com “Cem Anos de Solidão”, obra-prima de Gabriel García Márquez que completa 50 anos
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opinião
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VITTORIO MEDIOLI
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Editorial
Alergia ao frio leva a reações graves no corpo
Um novo dia raiando
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Q
uando visitei Varanasi, às margens do rio Ganges, num amanhecer de 1999, passei no meio de milhares de pedintes com deficiências, com doenças terríveis que persistem na Índia, e de idosos maltrapilhos sem voz e sem vez. Todos à procura de esmolas para sobreviver. Daquela multidão sofrida, na penumbra que antecipa o alvorecer, me restam sensações vívidas e indeléveis. Que mundo era aquele? Explicou o nosso guia que os costumes naquela fração de planeta tinham razões históricas e religiosas, muito distantes do modo ocidental de viver. À beira do rio, naquele exato ponto de seu curso, entre a nascente no Himalaia e seu fim no golfo de Bengala, a lenda faz crer que quem ali for incinerado após a morte terá facilidade no além para que seu espírito siga aceleradamente adiante. Em Varanasi se encontram palácios dourados erguidos pelas mais opulentas famílias de marajás nos últimos séculos. Residências com enormes varandões voltados para as águas do ponto mais sagrado do rio. Ainda templos que servem de crematórios se descortinavam aos primeiros raios do sol, passando de barco ao longo da margem direita, mostrando um extraordinário cenário de milhares de peregrinos adentrando nas águas com suas oferendas. As águas que nascem límpidas no Himalaia nessa altura são assustadoramente turvas, mesmo assim servem para matar a sede dos fiéis, apesar de carcaças de animais e resíduos de toda ordem transitarem a caminho de Bengala. O
guia explica que por concessão dos deuses as águas são potáveis, ele mesmo leva a mão cheia para a boca, e que ali nunca ninguém morreu por contaminação. Enxergavam-se as dezenas de fogueiras incinerando cadáveres que chegavam do mundo hinduísta. Aos que podem pagar uma fortuna é reservada a lenha dos raros sândalos que restam no país, aos outros, lenha comum, e aos menos afortunados, o forno alimentado a gás. Mas, seja qual for o combustível, as cinzas são lançadas nas mesmas águas com flores e velas. Por que queimar? Segundo a doutrina, permite-se que o corpo etérico (energia), o as-
A queima de um sistema, que deixou o Brasil apequenado, atrofiado e sofrido em relação a sua potencialidade e a seu incensado destino, está espantando seus fantasmas tral (desejos e paixões) e o mental (pensamentos inferiores) não se fixem em volta do cadáver em decomposição, e assim, com maior celeridade, permite-se ao espírito um caminho melhor. Nosso guia, querendo merecer seus honorários, explicou que os “corpos” dos que morrem de varíola não são queimados, pois nessa doença tem a presença da deusa Salitã, e os
corpos enfaixados na posição sentada são afundados na parte mais profunda do Ganges. Seriam eles, pela graça da deusa Salitã e pelos méritos pessoais, já livres da pior parte do carma e a caminho da desencarnação derradeira. Atendendo as perguntas, e com extrema naturalidade, deu uma aula sobre a dor como um acelerador da evolução, e como a deusa premia os merecedores por meio da varíola. Obviamente é fácil na realidade hinduísta, dilatada em milhares de reencarnações, minimizar uma vida como um dia perdido num ano. Sofrer faz bem! No sofrimento deve-se encontrar a melhor atenção divina. A doença ou a derrota devem ser respeitadas como dom precioso, uma aceleração, um reconhecimento de méritos, e assim devem ser aceitas quando chegam. Nessa explosiva situação da última semana, mais que razões de desespero, podemos encontrar os sinais da aceleração de um processo evolutivo. A queima de um sistema, que deixou o Brasil apequenado, atrofiado e sofrido em relação a sua potencialidade e a seu incensado destino, está espantando seus fantasmas. Na Índia atual as viúvas não são obrigadas, como era tradição antes das reformas de Gandhi, a lançar-se às chamas que devoram o cônjuge falecido (para com ele se transformar num só amontoado de cinzas), basta assumir um luto e seguir adiante. O Brasil em lágrimas, e aquele indignado, pode também comemorar o fim de um ciclo, a libertação da praga da corrupção, o enfraquecimento da burocracia e do patrimonialismo. Pode assim, aliviado, partir para uma era mais próspera. Quando se apagam as tochas, um novo dia vem raiando.
algumas pessoas, conviver com um clima mais 6 Para frio e realizar tarefas simples, como lavar as mãos e escolher um produto congelado no supermercado, pode ser um verdadeiro pesadelo. A alergia ao frio tem uma incidência pequena, estimada em 0,05% da população, mas, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), pode causar urticárias (lesões) graves em pessoas acometidas pela hipersensibilidade. Confira em nosso site!
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vittorio.medioli@otempo.com.br Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE
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CLÁSSICO>Apaixonados por “Cem Anos de Solidão” contam sua ligação com livro que faz 50 anos A primeira vez que leu “Cem Anos de Solidão”, do escritor colombiano Gabriel García Márquez (19272014), a professora Rita Niffinegger e Silva, 53, tinha 18 anos e foi seduzida pelas cartas de tarô presentes na capa. Ao começar a ler, os sentimentos foram conflitantes: ficou completamente absorta, ao mesmo tempo que não entendia nada. “Quando cheguei à última linha, parei e pensei ‘o quê?!’. Voltei para a primeira página e comecei a ler outra vez”, lembra. Desde então, foram dezenas de retornos à história dos Buendía – em geral, de dois em dois anos. Antes de perder as contas, registrou 15. O número de exemplares que já teve, nem se fala. A cada leitura, foco e identificação em diferentes personagens. É o livro que levaria para uma ilha deserta e que deseja que coloquem em seu caixão: “vai que dá pra ler mais uma vez”. Conhece a obra tão bem de cabo a rabo, que mesmo com um espanhol bastante limitado, conseguiu ler e entender também na língua original. “A certa altura da vida, fui apresentada a um homem que, a princípio, achei muito chato. Mas quando ele disse que sua leitura favorita era ‘Cem Anos de Solidão’, a má impressão se desfez completamente e acabamos vivendo um romance durante um tempo”, conta. Histórias como o a dela não são raras. Frequentemente se ouve “é o livro da minha vida” e há quem tenha mudado drasticamente os rumos da própria trajetória após entrar no universo da fantástica Macondo – “um povoado de 20 casas de barro e taquaras, construídas à margem de um rio de águas diáfanas que se precipitavam por um leito de pedras polidas, brancas e enormes como ovos pré-históricos” – onde se passa a saga de sete gerações da família Buendía. E mesmo quem não tem reações tão entusiasmadas não passa incólume à leitura. Foram mais de 50 milhões de exemplares vendidos e traduções para mais de 35 idiomas. No próximo dia 20, o lançamento de “Cem Anos de Solidão” completa 50 anos e, para celebrar, o Pampulha conta histórias de pessoas que – tal qual Rita – mantêm relações de profunda paixão com a obra. O jornalista e escritor Alberto Villas, 66, ainda queria ser médico quando leu o livro pela primeira vez. “Eu tinha 17 anos na época, num mundo muito diferente desse nosso de hoje. Quando ‘Cem Anos’ chegou às livrarias de Belo Horizonte, já se falava muito do livro, desse escritor colombiano cheio de histórias fantásticas. Lembro-me bem que comprei a primeira edição, que acabou indo embora junto com o meu primeiro casamento”, rememora. “Comecei a ler e a me apaixonar pela literatura dele, suas histórias cheias de personagens únicos de um mundo muito particular. Desacelerei a leitura porque não queria chegar ao final, de tão bom que era. Ainda bem que depois vieram muitos outros, todos espetaculares”. O contato com a escrita de García Márquez foi algo tão fascinante que o fez ter vontade de escrever. Dois anos depois, ganhou um concurso de contos do governo do Estado do Paraná, o que o animou a ser jornalista e escritor e abandonar de vez a ideia de ser médico. “Hoje, curiosamente, morro de inveja do meu amigo Drauzio Varella, que é médico e escritor”, confessa. O deslumbre com as histórias de Jessica Almeida
A solidão como companhia LEO FONTES
Metáfora Assim como a personagem Amaranta, Odette elabora a vida tecendo e vê a prática como a busca de um ideal
Macondo foi tão grande que o olhar para sua própria cidade acabou perdendo a cor. “Quando saia às ruas de Belo Horizonte, ficava decepcionado ao ver casarões saírem pra dar lugar aos primeiros prédios da cidade, um ar de modernidade que me assustava”, diz. Esse sentimento o fez procurar um lugar onde pudesse construir sua própria cidade mágica. Acabou encontrando em São Sebastião do Soberbo, vilarejo de cerca de 300 habitantes no interior de Minas por onde passava a caminho da fazenda em que passava férias com a família. “Ali tinha personagens que eu buscava para minha literatura imaginária. Como o Paulo, um primo longe que, aos 9 anos, só bebia leite com banana e nada mais. Ele nunca saiu da minha cabeça como personagem de uma Macondo particular”, diz. Nos anos 1970, Villas cogitou se mudar pra lá, levando somente sua máquina de escrever Remington portátil e algumas folhas em branco. Mas o sonho acabou nunca se realizando. Ao pegar o livro para reler pela quinta vez este ano, em comemoração ao cinquentenário de lançamento, acabou lembrando do plano e procurou por Soberbo no Google, descobrindo em seguida que o povoado foi submerso para a construção de uma hidrelétrica. Mesmo morando em São Paulo, não desistiu da ideia. “Meu sonho é escrever sobre o meu primeiro meio século de vida, de 1950 a 2000, ano por ano. Tenho anotações diárias desde primeiro de janeiro de 1975 e sei que vai ser um livro interessante, cheio de histórias e personagens maravilhosos”, garante. NA PRÓPRIA VIDA As intrincadas ramificações da árvore genealógica dos Buendía, que confundem muita gente, foram justamente o que “pegou” a decoradora de eventos e criadora do projeto Fale Certo Odette Castro, 60, pelas semelhanças com a sua própria família, já na primeira leitura, aos 16 anos. “Meus avós eram primos assim como José Arcádio e Úrsula (casal embrião da família Buendía), e a confusão nas relações desencadeadas por eles é tão grande quanto. Minha mãe ficou órfã aos 7 anos, foi criada pelos meus bisavós. Meu avô ficou viúvo e se casou com outra prima, teve mais cinco filhos e nossa linhagem é cheia de histórias repetitivas como as do livro. O que as pessoas acham confuso é, pra mim, uma forma de identificação”, comenta. Nas diversas personagens, Odette encontra múltiplas metáforas para a própria vida. Uma das mais fortes tem a ver com a colcha que Amaranta, filha do casal, tece durante o dia e desfaz à noite, de modo a nunca terminá-la. “Eu teço colchas sem parar, literalmente. Tudo eu elaboro no tricô. Quando minha filha passou 27 dias no CTI, passei o tempo todo elaborando a vida ou a morte dela tecendo uma colcha”, explica. Para além da associação literal, há também o sentido figurado. O tecer, ela acredita, são os propósitos da vida, os ideais que se persegue. “Essa parte eu só entendi agora, aos 60 anos, e com essa crise no país, a falta de emprego, pela primeira vez estou com medo de os meus pontos de tricô, ou seja, minhas possibilidades de me manter no mercado de trabalho, de dar conta da minha própria vida, acabarem. Será que vou ter pontos suficientes para viver os anos que me restam?”, questiona.
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CLÁSSICO>Admiradores e especialista demonstram que identificação se constrói em várias frentes
Obra-primademultiplicidades RODRIGO GIANESI/DIVULGAÇÃO
Jessica Nas várias tramas paAlmeida ralelas que se desenrolam ao longo de “Cem Anos de Solidão”, a decoradora de eventos Odette Castro,60, consegue fazer diferentes análises filosóficas e associações com a própria vida, mesmo não tendo realizado nenhum tipo de estudo acadêmico da obra.Umadelas tema vercoma passagem em que José Arcádio enlouquece e é amarrado numa árvore. Quando finalmente o libertam, ele não sai mais de lá. “Eu associo isso muito à culpa católica, que é uma coisa que nos colocaram e aos poucos até a própria Igreja vem amenizando, mas segue muito amarrada na gente, pelo menos em mim, está muito enraizada”, analisa. As várias camadas de interpretaçãosão umdos aspectos queconferiram o estrondoso sucesso à obra do autor, que foi o terceiro latino-americano a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura, em 1982. A professora do departamento de literatura hispano-americana da UFMG Graciela Ravetti enumera outras características. “Ele apresentou uma mudança muito grande no estatuto da literatura hispano-americana no sentido de que, na época, foi revolucionário quanto a forma, conteúdo, tratamento daimagem. A bibliografiasobre ele é imensa e muitos estudos analisam como, inclusive, a linguagem bíblica está ali, uma mistura de elementos folclóricos, históricos e míticos”, explica. A professora observa, porém, que houve um momento de furor e que hoje o livro já não tem necessariamente esse fator “best-seller”, mas mantém sua relevância mesmo na contemporaneidade e pode, inclusive, ser considerado a obra-prima de García Márquez. “Digamos
Tatuagem marca fascínio
No nome Banda campinense Francisco El Hombre escolheu uma das figuras do livro como identidade que ele era um escritor perfeito, mas a identificação do público depende doestado dacultura e do momento do público. Isso muda com o tempo, acontece em ondas”. VISCERAL Quando Gabriel García Márquez morreu, em 2014, a estudante Maria Eugênia Oliveira, 24, estava viajando,sem acesso a televisão e internet. Seu melhor amigo, sabendo da situação, ligou pra ela e disse: “Tenho que te contar uma coisa muito triste. Gabo morreu e fiz questão de te ligar porque não queria que soubesse de outra forma, sei o quanto ele é im-
portante pra você”. “Ele fez isso porque sabe da relação visceral que tenho com toda a obra do autor, mas principalmente com esse livro”, conta a jovem, que tatuou a última frase da narrativa em sua coxa: “as estirpes condenadas a cem anos de solidão não tinham uma segunda chance sobre a terra”. “Escolhi essa frase e tatuei em espa-
A CONCEPÇÃO DE UM CLÁSSICO MUNDIAL História “Cem Anos de Solidão” conta a trajetória da família formada por José Arcádio Buendía e Úrsula Iguarán e suas vivências no distante e isolado povoado de Macondo. Ao longo da narrativa, seis gerações da família protagonizam uma sucessão de episódios de guerra, paixão, trabalho e, principalmente, casos fantásticos que parecem tirados de escrituras sagradas, como uma espécie de Bíblia alternativa. Ideia O livro foi concebido durante a ditadura colombiana e foi influenciado pelo período chamado La Violencia, guerra civil que ocorreu no país entre 1948 e 1958. O autor transportou para Macondo as atrocidades e arbitrariedades daquele momento e da época em que foi efetivamente escrito – 1965/66, quando a Colômbia e outros países latino-americanos enfrentavam ditaduras, inclusive o Brasil. Dois momentos históricos abundantes de acontecimentos que deveriam deixar cidadãos incrédulos, mas em geral eles tocam a vida como se tudo fosse cotidiano, o que se repete em Macondo. Realização Os primeiros rabiscos do livro foram dados em tiras de papel jornal, quando García Márquez ainda vivia em Cartagena das Índias. Por 17 anos, o projeto passou por dife-
rentes versões, sempre com o título “La Casa”, mas faltava, como disse o escritor e um dos tradutores da obra no Brasil Eric Nepomuceno, no prefácio de uma das edições, “a estrutura correta, a atmosfera necessária, e principalmente o tom convincente da narração, aquele mesmo tom com que sua avó materna contava histórias inacreditáveis”. Insight Tudo isso veio de uma vez na lendária história que conta que ele mal tinha saído em seu Opel branco da Cidade do México (onde morava, depois de passar por países como Cuba e Estados Unidos) e manobrou bruscamente o carro para retornar à cidade, pois, num lampejo, o livro inteiro apareceu. Na verdade, ele não chegou a retornar. Passou o fim de semana com a família em Acapulco totalmente imerso em pensamentos sobre o livro e só ao fim da viagem começou a escrever. Processo Depois de oscilar por um tempo com compromissos de trabalho que ainda tinha e a escrita, García Márquez acabou optando por se isolar do mundo e dedicar-se exclusivamente à tarefa. Juntou economias e entregou nas mãos da esposa Mercedes, que deveria administrá-las, e se recolheu num
nhol porque acho que resume perfeitamente a mensagem do livro, que não é clara nem direta e pode ser diferente para muita gente, mas é uma síntese do sentimento de todos os personagens da história”. A banda campinense Francisco El Hombre escolheu um personagem da trama como figura central de sua identidade. “Perto de 2011, comecei a viajar tocando violão e passando o chapéu. Foi numa ida ao México, lendo ‘Cem Anos de Solidão’ na estrada, que me deparei no livro com uma figura que até então não conhecia. Francisco El Hombre, músico viajante, que cantava sobre aquilo que ia aprendendo no seu caminho, tocando em praças, pessoas se aproximando para ouvir”, conta o baterista e vocalista mexicano Sebastián PiracésUgarte. E a influência não fica só no nome. “Está na nossa sonoridade como está na nossa vida no pensar sobre o tempo, sobre a vida, sobre o valor de cada momento”.
‘Ainda que tenha se visto às voltas do livro desde criança, na biblioteca do avô, o professor Neldo Menezes Neto, 29, só o leu pela primeira vez já adulto, em 2010. O interesse pelo livro coincidiu com a internação da avó, que estava muito doente. Como era ele quem tinha a maior disponibilidade, a acompanhava no hospital a maior parte do tempo e passaram a ler juntos. “Uma das coisas que mais nos impactou tem a ver com a passagem do tempo. Quando José Arcádio começa a enlouquecer, passa a achar que todo dia é uma segunda-feira. Para nós, que estávamos vivendo no hospital, foi muito impactante, afinal, pra quem fica internado é mais ou menos desse jeito, todo dia é segundafeira”, conta. Por ironia do destino, a avó de Neldo faleceu quando eles estavam na penúltima página do livro. Diante do choque, ele precisou de 20 dias para retomar a leitura e finalizá-la. Para marcar aquele período, ele decidiu tatuar ilustrações que o argentino radicado no Brasil Carybé (1911-1997), que também ilustrou obras de Jorge Amado, fez para uma das edições de “Cem Anos de Solidão”. Revisita a obra pelo menos uma vez por ano e mantém quatro cópias: uma na sua casa, em Salvador, outra na casa da mãe, a versão do seu avô, de 1975, e uma que sempre o acompanha na mochila. “Não é loucura nem obsessão, mas é que às vezes eu penso em adaptá-la para o teatro, fazer alguma coisa relevante dessa fascinação pela obra”, diz.
* Nesta página e na seguinte, ilustrações do artista argentino radicado no Brasil Carybé (1911-1997) para uma das edições nacionais de “Cem Anos de Solidão”
canto da sala de jantar, separado por uma divisória de madeira em cuja porta se lia: La Cueva de La Máfia. Durante 18 meses, todos
os dias, das 9h às 15h, o escritor colombiano escreveu “Cem Anos de Solidão”. Ao longo do período – maior do que os seis meses previstos – precisaram penhorar diversos bens e acumularam longas dívidas de quitanda e padaria. Origem Macondo é inspirada em Aracataca, povoado do interior da Colômbia, onde García Márquez nasceu. Houve, inclusive, em 2006, um referendo sugerido pelo governo local para rebatizar a comunidade, de 53.000 habitantes como Aracataca-Macondo. Mais de 90% dos votos registrados foram em favor da proposta. Porém, não foi atingido o número mínimo de votantes necessários: dos 22.000 eleitores do povoado, era necessário que 7.380 pessoas comparecessem às urnas, mas apenas 3.592 se deram ao trabalho.
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AFETO>Tradutor e amigo de García Márquez, Eric Nepomuceno fala de livro e relação com autor
Um brasileiro na ‘máfia’ Jornalista e escritor, Eric Nepomuceno foi um dos responsáveis pela tradução de “Cem Anos de Solidão” no Brasil – a outra foi a tradutora Eliane Zagury. Amigo do autor desde o fim dos anos 1970, também escreveu um perfil sobre García Márquez que abre a edição que traduziu, mas não entrega mais da intimidade que partilhavam do que há no texto – e isso faz parte dos fundamentos da amizade. “Tivemos, e tenho, um pacto de aço: de coisas pessoais, falar o que falei. E que ele sabia que eu ia falar. O que tenho e tinha a diJessica Almeida
zer, está lá. Tenho até hoje, e se não aprendi com ele, foi com ele que encontrei a explicação, um sentido absolutamente mafioso da palavra ‘amizade’”, afirma. É esse mesmo sentido que o proíbe de contar as várias histórias ouvidas sobre a obra que conta a história dos Buendía. “Algum dia tal-
vez me atreva a romper as leis da nossa máfia. Por enquanto, não”, diz. Quanto à universalidade da obra, ele diz que se soubesse quais as características da escrita e da personalidade do autor para criar semelhante obra, trataria de assimilá-las e escrever um livro tão definitivo e decisivo como esse. “Perdoe, mas sou péssimo para esse tipo de análise. O que posso dizer a você é que, volta e meia, e nessa temporada mais volta que meia, me perguntam se esse livro ajuda a entender a América Latina. E respondo que sim, que sim e muito. Mas também nos ajuda a entender a vida, a maravilha e a miséria do ser humano”, diz. O processo de tradução, ele explica, foi per-
WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO – 7.10.2009
Nepomuceno “O livro nos ajuda a entender a vida, a maravilha e a miséria do ser humano”
passado por sua relação com Gabo. “Não sou tradutor profissional. Sou um escritor que traduziu e traduz os amigos e alguns autores que, por razões variadas, me intrigam. Não aceito encomendas, pedidos, nada disso. Traduzo o que quero. Traduzir amigos tem uma dificuldade que supera todas, todas as eventuais barreiras
técnicas: a questão afetiva. Poder ligar e dizer ‘pronto, acabei!’. Quando terminei minha tradução de ‘Cem Anos de Solidão’, coincidiu de pouco depois eu ir ao México e almoçar com ele, com Mercedes (sua esposa), com seu irmão Jaime, com sua cunhada Margarita e sua prima também Margarita. E ele me perguntou co-
mo é que eu tinha, se é que tinha, encontrado o tom”, lembra. “O tom. Para ele, o principal era o tom. E eu respondi com uma verdade: ‘lembrando de você, ali na copa, ao lado da cozinha, sentado naquela mesa redonda e me contando coisas’. Foi assim com esse e com todos os outros livros dele que traduzi”.
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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz
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Hábitos que você acha que são saudáveis
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odos os dias surgem informações do que pode ser bom ou não para a saúde. São tantas coisas que a gente fica perdido, não é mesmo? Pensando nisso, separei alguns pontos que acho que podem ser úteis em relação a este tema. De acordo com pesquisas, algumas recomendações têm exceções ou precisam ser revistas. Inicio com os refrigerantes diet. São tidos como “mais saudáveis”, mas há controvérsias. Muitas pessoas trocam as bebidas por suas versões sem açúcar quando estão tentando perder peso ou entrando em um estilo de vida mais saudável. Um estudo americano revelou que ingerir essas bebidas regularmente pode triplicar o risco de desenvolver um AVC ou distúrbios mentais. Cientistas da Universidade de Boston apontam que as bebidas artificialmente adoçadas tinham, por razões ainda desconhecidas, uma ligação muito mais forte com esses problemas de saúde comparados aos refrigerantes com açúcar. Neste caso, evitar o consumo de refrigerantes, ou pelo menos reduzir, parece o mais lógico. De igual forma, pensar que todos os produtos à base de plantas são seguros só porque são naturais é um costume que você deve esquecer. Se for usar algum fitoterápico, que seja prescrito por quem entende do assunto. Não entre naquela do que é bom para o vizinho é bom para você. Outro erro muito comum é achar que trocar açúcar por mel é De acordo com mais saudável. Ele é tão calórico pesquisas, quanto o açúcar. Portanto, a moderação é a paalgumas lavra-chave para o conrecomendações sumo de ambos. Passar protetor solar tidas como todos os dias pode ser boas para a bom por um lado, mas ruim por outro. Nos últisaúde têm mos 20 anos, tantos foexceções ou ram os alertas de que a relação entre a exposiprecisam ser ção ao sol e o câncer de revistas pele era fatal, que fomos aconselhados a usar protetor solar diariamente para proteger a pele dos raios UV. Porém, foi constatado que muitas pessoas já apresentam um déficit de vitamina D, um nutriente vital, pois é responsável pela absorção de cálcio (fortalecimento dos ossos) e melhora do sistema imunológico. Sem a exposição da pele ao sol, 90% da chamada vitamina D deixa de ser produzida. Se você toma pouco sol e está com os níveis de vitamina D baixos, converse com seu médico para ver a necessidade de reposição. Seguindo nesta linha, consumir muita fibra pode ser uma mensagem boa para a maioria das pessoas, mas não serve para todos, em especial para quem é portador da Síndrome do Intestino Irritável (SII), pois as fibras podem provocar dor e distensão abdominal. Os estudos revelam que quem sofre de SII deve reduzir a ingestão de fibras, de leite e seus derivados. E, finalmente, que uma boa noite de sono é aquela que você dorme muito. Ficar dez ou mais horas por noite na cama pode ser tão prejudicial para a saúde quanto dormir por menos de seis horas, segundo a American Academy of Sleep Medicine. Pesquisadores descobriram que o risco de doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais e diabetes é ainda maior entre as pessoas que dormem por muito tempo. Neste caso, as conhecidas oito horas de sono ainda parecem o mais correto. Faça uma boa semana.
Importância Pesquisa feita nos EUA reforça que as crianças pequenas precisam de cerca de 11 horas de sono
Pouco sono na pré-escola causa problema Descontrole dasemoçõese faltadeatenção estãoentreos problemas Boston, EUA. Crianças em idade pré-escolar que dormem pouco podem desenvolver dificuldades de atenção e de controle das emoções, além de apresentarem demora no processamento das informações mais tarde na infância. Um estudo observou que já aos 7 anos esses pequenos com pouco sono tinham o funcionamento mental e emocional consideravelmente reduzido. Segundo a pesquisadora principal do trabalho, Elsie Taveras, chefe de pediatria do Hospital Geral de Massachusetts para Crianças em Boston, nos Esta-
dos Unidos, as crianças envolvidas no estudo mostraram “menor capacidade de prestar atenção, controle emocional mais deficiente, menor função executiva em geral e mais problemas comportamentais”. “Se você pensar, essas são as funções básicas da vida de uma criança. Realmente, (a falta de sono) tem implicações sobre o desempenho na escola e em casa e nos relacionamentos com os colegas”, acrescentou Taveras. Os cientistas tiraram essas conclusões com base em dados coletados como parte do Projeto Viva, uma investigação de longo prazo envolvendo um grupo de crianças recrutadas para o estudo antes mesmo do nascimento. A maioria tem agora cerca de 13 anos. Na pesquisa, mães de 1.046 crianças preencheram questionários regularmente, incluindo o tempo de sono diário dos filhos.
As recomendações de sono variam de acordo com a idade. Em geral, crianças de 3 a 4 anos precisam de 11 horas de sono por dia, informou Taveras. Em resumo, as crianças mais jovens precisam de mais, e as mais velhas, de um pouco menos. Quando as crianças do estudo atingiram os 7 anos, suas mães e seus professores preencheram um questionário adicional destinado a avaliar “a função executiva” de cada menor. Isso incluía atenção e raciocínio – a capacidade do cérebro de processar as informações recebidas e responder adequadamente. Os relatórios revelaram associação entre alterações nessas funções e sono insuficiente nas crianças a partir dos 3 anos. IMPORTÂNCIA Estudos anteriores mostraram que o sono é fundamental para a função cere-
bral e pode ser ainda mais importante no desenvolvimento dos cérebros de crianças, segundo a pesquisadora. A falta de sono pode afetar a plasticidade do cérebro – a capacidade de mudar conforme influências ambientais e experiências, afirmou a médica Judith Anne Owens, diretora de medicina do sono do Hospital Infantil de Rhode Island e do Hospital Infantil de Boston. Estudos levam especialistas a apontar ainda que o sono também dá ao cérebro uma chance de livrar-se de toxinas que se acumulam ao longo do dia. Segundo Owens, a privação do sono afeta partes do cérebro relacionadas ao raciocínio e ao controle emocional, incluindo o córtex pré-frontal (que comanda as funções executivas), a amígdala (que regula a emoção) e o estriado (que regula o controle de impulsos).
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Cigarros light são mais perigosos
Rotina de descanso é essencial Boston. Os pais podem ajudar seus filhos a dormir melhor, criando uma rotina de sono regular que os prepare para o descanso, afirmam as especialistas. A rotina pode ser tão simples quanto “banho, livro, cama”, disse Elsie Taveras. Mas a rotina do descanso, com horário definido, deve ser a mesma todas as noites, inclusive nos fins de semana. Uma boa estratégia para definir uma hora de dormir é descobrir quando a criança precisa acordar e, em seguida, contar para trás com base nas horas recomendadas de sono, disse Judith Owens. Além disso, cortinas escuras e um quarto fresco e silencioso podem ajudar as crianças a adormecer. Outra medida importante é que os pais evitem dar aos filhos cafeína ou açúcar no final do dia. Por outro lado, os adultos não devem preocupar-se em excesso caso o filho acorde espontaneamente, mesmo que “faltando” um tempo para completar o volume ideal, aponta Owens. Se a criança despertar bem, de bom humor e não dormir durante o dia (fora de hora) nem ter um comportamento sonolento, então isso pode ser “tranquilizador para os pais”, disse a especialista.
Criança que desperta pronta para o dia mostra estar saudável
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Uma boa estratégia para definir uma hora de dormir é descobrir quando a criança precisa acordar e, em seguida, contar para trás com base nas horas recomendadas de sono
Ohio, EUA. Os cigarros “light” são mais perigosos para a saúde que os normais e têm contribuído para um forte aumento de um certo tipo de câncer de pulmão, revelou um estudo publicado nesta semana. Cientistas de cinco centros de pesquisas sobre o câncer nos EUA concluíram que estes cigarros, que têm filtros perfurados, explicariam o aumento nos últimos 50 anos do adenocarcinoma pulmonar. Este tipo de câncer é o mais comum atualmente entre fumantes. A frequência deste tipo de tumor pulmonar diminuiu à medida que o número de fumantes nos EUA caiu de forma constante durante décadas. Os resultados destas análises confirmam o que os investigadores suspeitam
há anos e que vão na contramão do que diz a indústria do tabaco com relação a que os cigarros light são menos nocivos. Os filtros com furos de ventilação foram lançados no mercado há meio século. “Eles foram projetados para enganar os fumantes e as autoridades de saúde pública”, afirmou o doutor Peter Shields, diretor adjunto do Centro Oncológico Integral da Universidade do Estado de Ohio, um dos principais autores do estudo público na revista do Instituto Nacional do Câncer. “A análise dos nossos dados sugere claramente umarelação entre o número de buracos agregados aos filtros dos cigarros e um aumento nas taxas de adenocarcinomas pulmonares nos últimos 20 anos”, diz o pesquisador.
EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
1. Crie rotina de descanso Assim como é preciso haver horário para alimentação e estudo, as crianças devem ter o hábito de dormir sempre no mesmo horário, inclusive no fim de semana
2. Dê algo que transmita segurança As crianças gostam de paninhos ou bichinhos de pelúcia no dia a dia. Esse costume na hora de dormir significa também um “porto seguro” para elas 3. Evite alguns alimentos Cafeína e açúcar não são alimentos indicados antes do sono, pois são estimulantes. O leite de vaca também merece atenção, pois, se houver intolerância à lactose, pode prejudicar o sono
4. Mantenha o lugar aconchegante O local onde a criança dorme influencia o sono. Manter o ambiente escuro, com cortinas, é importante, além de uma temperatura amena. Evite eletrônicos no quarto, pois dispersam a criança 5. Valorize a soneca Deixe a criança tirar um cochilo à tarde. Além de contribuir para um sono noturno mais tranquilo, a soneca favorece o aprendizado e o desenvolvimento
Especialista questiona resultados Boston. Os resultados do estudo são questionados pelo pediatra Eyal Shemesh, uma vez que os pesquisadores confiaram em relatos de pais e professores sobre o sono e o comportamento das crianças. Além disso, sendo um estudo observacional, não se pode traçar uma relação direta de causa e efeito entre o sono e o comportamento das crianças, disse Shemesh, chefe de saúde comportamental e de desenvolvimento no Departamento de Pediatria do Mount Sinai Medical Center, em Nova York, nos EUA.
BLITZ CONTRA A CEGUEIRA LEO LARA/DIVULGAÇÃO
DICAS PARA ARA O SONO NA INFÂNCIA ÂNC
Campanha Neste sábado (27), na Praça da Liberdade, acontece a segunda Blitz do Combate à Cegueira de BH. Serão oferecidos exames oculares para detecção inicial (“screening”) de glaucoma, além de testes rápidos de sífilis, aferição de pressão arterial, orientação ao fumante e prevenção de quedas em domicílio ao idoso. Os atendimentos serão gratuitos e acontecerão das 9h às 15h.
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sociedade
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DOLCEVITA CONVERSAÇÃO PREMIADA
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unca foi tão difícil ser feliz no Brasil como ultimamente, anos pares e ímpares em absurdos, escândalos e crises. As pessoas andam tristes e sem esperança, assustadas com a insegurança do que nos aguarda “amanhã”. Por isso, nada melhor que a discreta companhia de amigos verdadeiros, como a que tivemos, no almoço “chez” Bia e Eduardo “Beijinho” Pereira, no Belvedere.
DESTINO PREMIADO
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or algumas horas, voltamos ao país da delicadeza. Mas tudo que é bom termina na segunda-feira. E é neste mesmo e odiado dia que o Brasil recomeça a cavar seu túnel rumo ao abismo onde nossos políticos querem nos levar. Mesmos aos trancos e barrancos de Temer, o Brasil parecia se esforçar para sair do buraco. Mas, de novo, “forças terríveis” cortaram a corda que nos içava.
pnnavarro@gmail.com FOTOS EDY FERNANDES
cina no Brasil e o bem-estar da população.
A VIDA...
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uanto tempo dura um telefonema? Depende. Tem gente que fica horas, outras odeiam e terminam a conversa logo depois de dar ou receber o recado. Mas temos telefonemas clássicos e suas durações. Um telefonema entre dois homens: 00:00:59. De homem para a mãe: 00:00:50. De homem para o pai 00:00:30.
... COMO ELA É
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á um telefonema de homem para um mulher dura mais ou menos 01:23:59. De mulher para mulher, que acabaram de se encontrar pessoalmente: 05:29:59. De homem para a namorada: 01:43:59. De Mulher para o namorado: 07:10:59. Do marido para a esposa:
00:00:03. Da esposa para o marido: 14 chamadas não atendidas.
BOAS ENERGIAS
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ova moda em BH. Depois de festas em motéis, agora, é a vez das casas de “programas com meninas de programa”, como a Crystal. É a crise provocando criatividade. Como também a “colega” New Sagitarius, as casas de saliência estão sendo alugadas nos fins de semana para eventos vários, aniversários, por exemplo.
lançaperfume
ENERGIAS CORTADAS
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movimento despencou mesmo nos dias de semana, outrora concorridos por empresários da cidade, correligionários da prostituição e turistas de negócios. Estes e congressistas, hoje, recolhem-se
Trump! Primeiro, 6 Este visitou e fez rapapés a
quem interessa, à rica Arábia Saudita, terra de Osama Bin Laden.
ENERGIAS RECICLADAS
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A palestrante Mônica Gonçalves ladeada pelos anfitriões Roberto e Dário Pena na recém-inaugurada Bloom Flowers, em Lourdes
a mesma 6 Depois, coisa, no outro lado da
Roberto Pena, Mônica Gonçalves, Dário Pena
aos hotéis, contentandose com diárias e um jantarzinho.
COMEÇANDO BEM elo “Projeto Parto” – estímulo ao parto normal e humanizado –, a vice-presidente assistencial, operacional e diretora clínica da Rede Mater Dei Márcia Salvador Géo foi escolhida como uma das cem pessoas mais influentes da saúde na categoria “Projetos de Humanização”. O evento, da Healthcare Management, parabenizou os nomes que mais impactaram a saúde, evoluindo a medi-
Paulo Navarro com Walter Navarro
utro sintoma da crise: sem dinheiro, a audiência em TVs abertas aumentou com o povo que fica em casa. Com certeza – a pesquisar – aumentou também o consumo de DVDs eróticos. E com as redes sociais, as moças agora podem “vender seu peixe” sem pagar comissão às casas e aos cafetões e, assim, até cobrar menos. O cliente também economiza, não gastando em entrada e bebidas.
EMENDAS E REMENDOS
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asfalto foi inventado para deixar a vida mais confortável. Para que os automóveis circulem sem solavancos e sustos de montanha russa. Em Belo Horizonte é o contrário. Uma colcha de retalhos e remendos esburacados e sem manutenção.
REMENDOS E REMENDADOS
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asfalto aqui é conservado “nas coxas”, sem padrão. Revela desleixo, falta de compromisso com a coerência. Em suma, um completo desrespeito ao contribuinte, ao cidadão. Os vilões desse mal têm nomes bem familiares: Copasa, Cemig e Gasmig.
moeda, Israel, onde visitou o Muro das Lamentações, cumprindo até o rito de deixar um bilhete entre as pedras do muro. fiéis que 6 Osvãomuitos orar lá depositam seus desejos escritos num papel.
6 Provavelmente, Trump escreveu: “Que-
ro um muro igual na fronteira dos EUA para os mexicanos se lamentarem”. das mais clássi6 Uma cas festas juninas da cidade já tem noite certa: 3 de junho, às 22h.
Lima e os 6 Mariângela empresários do projeto
#Secreto, na turbinada: “Festa Junina de Mariângela Lima & #Secreto”.
CENÁRIO BH Jantar solidário em prol do Projeto Ammor O estilista Ronaldo Fraga e os músicos José Carlos Leal e Dirk Bovendorp se juntam à médica holandesa, radicada no Brasil, Irene K. Adams para realizar um jantar beneficente em prol do Projeto Ammor. Nas atrações da noite, o menu terá pratos da culinária holandesa com bebidas e mesa de doces e cafés, além do recital de piano que inclui as obras de Beethoven. Quando Quinta-feira, 8 de junho, às 19h Onde Restaurante do Minas II (av. Bandeirantes, 2.323, Mangabeiras) Quanto R$ 100
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ALEX DE JESUS 30-11-2016
Bazar Carbono promove tarde de desapegos Sabe aquela peça que não serve mais, mas por algum motivo muitas pessoas não passam pra frente? É por isso que o Guaja recebe pela primeira vez o Bazar Carbono, reunindo várias pessoas para vender seus acervos a preços fixos e acessíveis. Além do bazar, o evento terá música animada com as DJs do Les Chics, comida mexicana da cozinha do Que Passa e customização de jeans com Clara Valente Quando Domingo (28), das 10h às 16h Onde Guaja (av. Afonso Pena, 2.881, Funcionários) Quanto Entrada gratuita
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MÉRIA CRISTIANE/DIVULGAÇÃO
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SAÚDE> Equipe com nutricionistas, psicólogos, enfermeiros e farmacêuticos auxilia os pacientes
Trabalho multiprofissional se destaca contra o câncer LEO FONTES/10.01.17
O câncer é Renata uma doença Abritta a g r e s s i v a que pode trazer cicatrizes físicas e mentais para os pacientes e seus familiares. A cada dia, ela atinge mais e mais pessoas. Somente em 2016, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimou a ocorrência de 596 mil novos casos. Independentemente do tipo de tumor, o paciente deve contar com a atenção de vários profissionais, aliando cuidado técnico e humano, de forma a reduzir os danos causados pela doença. “O sucesso do tratamento contra o câncer não depende exclusivamente de intervenções médicas, cirurgia ou radioterapia, mas, sobretudo, de uma atenção integral, tendo em conta os aspectos preventivos, curativos e de reabilitação. Só uma equipe multiprofissional, com seu trabalho harmonioso, tem condições de oferecer o máximo de cuidado necessário ao restabelecimento da saúde do paciente e de seus familiares”, afirma Roberto Porto Fonseca, diretor da Oncomed-BH. Segundo ele, cabem ao oncologista a responsabilidade pelo diagnóstico e a orientação terapêutica. “Esse profissional deve apoiar e acompanhar o paciente durante e após o tratamento, com a sua continuidade por meio de avaliações clínicas periódicas. Ele lidera a equipe, sem-
pre dentro de um panorama ético”, explica Fonseca. Já o nutricionista é o responsável por identificar as necessidades nutricionais dos pacientes, suas queixas e dúvidas, de forma a avaliar a qualidade da dieta que está sendo seguida. A nutricionista Kelly Araújo explica que é proposta uma dieta que se assemelhe ao máximo ao hábito alimentar do paciente, fazendo as adequações e melhorias do padrão alimentar. “A alimentação adequada é imprescindível para o bom funcionamento do organismo, pois contém nutrientes específicos para que o corpo responda melhor ao tratamento, auxiliando na função imunológica, na cicatrização e no adequado funcionamento dos órgãos. Também fornece as calorias, proteínas e demais nutrientes necessários para a manutenção do peso”, diz. PSICÓLOGO O apoio psicológico pode ocorrer por encaminhamento do médico ou por solicitação do próprio paciente. “Cada paciente tem uma história de vida e, por isso, lida de modo particular com o tratamento. No início, costuma haver muita ansiedade por se enfrentar uma situação desconhecida. Além disso, tem que lidar com uma doença que possui um grande estigma social e a tristeza ou depressão por perceberse não mais saudável”, explica Francine Portela, psicóloga oncológica. Segundo ela, a presença
Apoio Diretor da Oncomed-BH ressalta importância do trabalho em conjunto para benefício dos pacientes
desse profissional contribui nos diversos momentos da luta contra o câncer, uma vez que ele auxilia na adaptação, no enfrentamento dos medos e ansiedades, na conciliação da rotina com o tratamento e na reavaliação dos projetos futuros e da ressignificação da vida. FARMACÊUTICO O responsável por definir os procedimentos utilizados durante a manipulação dos medicamentos quimioterápicos é o farmacêutico. Esse profissional ensina a forma correta de administra-
ção das drogas, avalia mensalmente as reações adversas dos medicamentos e a adesão ao tratamento. Além disso, é responsável por orientar os pacientes sobre o uso correto de remédios já utilizados para outras doenças, como hipertensão arterial, colesterol alto, diabetes etc. “Diante de qualquer anormalidade encontrada – como falha de adesão, reações adversas importantes e interações medicamentosas –, o médico assistente do paciente deve ser acionado para tomada de decisão. Identi-
fico que minha principal tarefa é a de estabelecer um elo entre o paciente e os demais profissionais da equipe multidisciplinar, principalmente o médico, e, dessa forma, garantir o sucesso terapêutico dos nossos pacientes com maior segurança e qualidade de vida”, destaca a farmacêutica Suellen Pegnolato. À enfermagem cabe prestar um cuidado que ampare, suporte e conforte. “Devemos preservar a autonomia do paciente, exercitando sua capacidade de se autocuidar, reforçando o valor e
a importância dele e de seus familiares de participar das decisões do tratamento. Nós avaliamos o paciente e orientamos sobre todos os cuidados necessários à prevenção e à minimização das possíveis toxicidades inevitáveis da quimioterapia. Esclarecemos também as dúvidas sobre o tratamento oncológico com o objetivo de garantir a qualidade no atendimento e a melhor resposta do paciente ao tratamento”, complementa Lilian Lage, coordenadora de enfermagem da Oncomed-BH.
LEO FONTES
LEO FONTES
LEO FONTES
ONCOMED/DIVULGAÇÃO
“Minha principal tarefa é a de estabelecer um elo entre o paciente e os demais profissionais da equipe multidisciplinar, principalmente o médico, e, dessa forma, garantir sucesso terapêutico dos nossos pacientes com maior segurança e qualidade de vida.”
“Quando falamos em enfermagem, logo nos lembramos do verbo ‘cuidar’, que em oncologia significa estar ao lado de pessoas com perda de vitalidade, perda de autonomia, dor e depressão. Devemos prestar um cuidado que ampare e conforte.”
“A alimentação adequada é imprescindível para o bom funcionamento do organismo, pois contém nutrientes específicos para que o corpo responda melhor ao tratamento, auxiliando na função imunológica, cicatrização e adequado funcionamento dos órgãos.”
“O acompanhamento psicológico auxilia o paciente no enfrentamento dos medos e ansiedades, na conciliação da rotina com o tratamento e na reavaliação da qualidade de vida, dos projetos futuros e da ressignificação da vida.”
Suellen Pegnolato Farmacêutica
Lilian Lage Enfermeira
Kelly Araújo Nutricionista
Francine Portela Psicóloga oncológica
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reportagem
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ESPAÇO GOURMET FRED MAGNO
DE BANDEJA TALLYS WINDSON/DIVULGAÇÃO
Nova opção para amantes de pizza
Empanadinhos com barbecue e azeite de ervas e bruschetas veganas de tomates e cogumelos, petiscos do La Tosqueria Bar
Petisco vegano Pedir a clássica batata-frita junto a uma cerveja gelada era, até pouco tempo atrás, uma das poucas opções para os veganos – isto é, aqueles que não consomem nada de origem animal – nos bares da capital mineira. Mas, graças à demanda crescente e à inventividade dos chefs, esses estabelecimentos têm ampliado as opções voltadas a este nicho. Um exemplo é o recém-inaugurado Camaradería, gastrobar que oferece opções 100% veganas. Ali, pelas mãos do chef Jorge Costa, ingredientes menos comuns se tornaram convidativos petiscos, como o espetinho de cogumelo Paris e mel de figo e cubinho de mandioca regado com molho de ragu “à bolonhesa”. “A minha intenção é desmistificar o dilema daquilo que leva carne ou outro ingrediente animal que seja gostoso. Tudo pode ser bom se focarmos em insumos de alta qualidade e abraçarmos todo mundo, indeLorena K. Martins
Isca de filé de soja acebolado ao molho de vinho acompanhado de fritas, do Camaradería
pendentemente de causa, idealismo ou preferência alimentar”, explica o chef, que, aliás, é carnívoro. “Não vejo nada segregado. Comida vegana é gastronomia como qualquer outra”, defende. Na lista de petiscos é possível encontrar opções quase fiéis às encontradas em outros bares, como o filé com fritas, o pastel de angu e a linguiça de soja com mandioca. Jorge explica que a “carne”, no caso, é feita com uma mistura de proteína texturizada com farinha de glúten e muitos temperos, responsáveis por alcançar texturas e sabores bem próximos aos dos petiscos originais. “São sugestões feitas principalmente para quem está na transição de ser vegetariano ou vegano, mas ainda está saudosista da antiga alimentação. O leque de ingredientes é infinito. Dá para fazer releituras de quase 100% dos tira-gostos tradicionais dos botecos”, afirma. Mesmo em bares que não possuem um cardápio totalmente direcionado a este público, está mais comum encontrar ao menos uma ou duas opções. No bar Astoria, o direito de es-
colha é livre. E não é por acaso: os donos são vegetarianos. “Sempre tivemos dificuldade em encontrar um cardápio que oferecesse pratos sem carne, e acabávamos reféns da batata-frita”, relata Anderson Madeira, um dos sócios, que criou o bolinho de grãode-bico, um dos mais pedidos, ao lado da batata-rosti de mix de cogumelos ou tomatinho e palmito. “Minha amiga, que é carnívora, vem aqui para comê-lo”, conta. Um menu diversificado foi um dos motivos que levou Gustavo Lavalle, do bar La Tosqueria, a criar o hambúrguer e o cachorro-quente veganos. Tarefa cumprida, faltava suprir a carência dos que querem ficar só no aperitivo. Por isso, além de itens como a mandioca e dos onion rings, empanados de soja e bruschettas com ingredientes selecionados. Mas, apesar de o crescimento deste nicho ser algo irreversível, Gustavo ainda vive um dilema. “Existem aqueles que preferem comidas mais naturais e não gostam de adaptações que são associadas à carne. Ainda é um pouco complicado de acertar o que o público quer realmente comer”, reconhece.
CCÉLIO FOTOGRAFIA/DIVULGAÇÃO
RECEITA
Food Trucks no Mineirão
JOÃO GODINHO
A Esplanada do Mineirão recebe o Gula Festival de Food Trucks neste sábado (27), das 9h às 20h. Com mais de 50 opções de food trucks, o evento expande as opções doces e salgadas para todos os paladares. Rótulos de cervejas artesanais também estarão no evento, que ainda conta com espaço dedicado aos pets e música. O ingresso precisa ser retirado no site nenety.com.br
Falafel Receita do Astoria Ingredientes: 2 copos de grão-de-bico seco 4 dentes de alho picados 1/2 cebola média picada 1 colher (sopa) de cominho 2 colheres de páprica picante 1 copo de salsinha fresca picada 1 copo de coentro fresco picado 2 colheres (chá) de sal 1/2 colher (chá) de pimenta-do- reino 2 colheres (sopa) de suco de limão ½ xícara de azeite de oliva 4 colheres (sopa) de farinha de trigo
Modo de preparo: Cozinhe o grão de bico por cerca de 20 minutos na panela de pressão, ou até que os grãos estejam suficientemente macios para quebrá-los com os dedos. Escorra a água. Bata o grão-de-bico com sal no processador e depois acrescente os demais ingredientes. Para o bolinho não desmanchar, acrescente a farinha de trigo. Monte os bolinhos e frite em óleo quente.
Festa celebra as delícias italianas Para estreitar e celebrar os laços entre Minas Gerais e a Itália, no domingo (4 de junho), a partir das 11h, a Avenida Getúlio Vargas, na Savassi, recebe as cores e sabores da 11ª Festa Tradicional Italiana de Belo Horizonte. Mais de 60 mil pessoas da comunidade italiana em Minas Gerais e da capital mineira reúnem-se para comemorar o dia da República Italiana e a integração entre as duas culturas. A parte gastronômica do evento fica a cargo dos mais tradicionais e prestigiados restaurantes italianos da cidade. EDY FERNANDES
Barescaprichamnos tira-gostosquenão contêmingredientes deorigemanimal
Inspirada nos bigodes italianos, a Mustache Pizza Hand Pizza abriu recentemente a primeira loja na capital – antes, só existia no interior do estado. Localizada na região centro-sul, a casa oferece pizzas (é claro), assadas no forno à lenha, o que faz com que a massa fique bem mais leve e crocante. Além das 20 opções das redondas artesanais, a Mustache serve, nos dias de semana, massas gratinadas – há também opção integral – e pratos executivos. A proposta da casa é oferecer uma experiência prática ao cliente: sem garçons, o pedido é feito no balcão, e lá mesmo o cliente pode retirar sua fatia ou a pizza inteira.
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almanaque TRIBUTO>Artistas se unem para passar em revista a obra de Belchior, morto em 30 de abril Sáb. 3.jun.
PEDRO GONTIJO – 20.7.2016
HENRIQUE FALCI/DIVULGAÇÃO
PEDRO DAVI/DIVULGAÇÃO
GLÁUCIA RODRIGUES/DIVULGAÇÃO
No palco Renegado, Maguá, Marina e Chico Amaral reverenciam o mestre ao lado de Pedro Morais e do bloco Volta Belchior
O ídolo ainda é o mesmo No dia 30 de abril, os integrantes do bloco Volta Belchior usaram sua página no Facebook para fazer circular uma homenagem que, ao mesmo tempo, colocava um ponto final em um sonho: presenciar a volta do cantor e compositor à cena para recebê-lo “de braços e corações abertos”. “Hoje descobrimos que ele não volta mais, mas temos a certeza que, para nós, ele jamais vai partir”, dizia o texto, referindo-se, claro, à surpresa com a notícia da morte inesperada do autor de músicas emblemáticas, como “Apenas um Rapaz Latino-Americano”, “Como Nossos Pais” ou “Divina Comédia Humana”, para citar algumas pérolas. Aindadeluto, oblocotratou de fazer homenagens ao artista (no Granfinos e no Mercado Distrital do Cruzeiro) – mas Sylvio Rosa, vocalista do bloco, conta que veio o desejo de um tributo em um outro registro – no teatro, e com os arranjos similares aos originais. “Ficaria um pouco estraPatrícia Cassese
nho fazer essa celebração em clima de carnaval”, diz Rosa. Ele e demais integrantes resolveram, então, colocar em repasse as músicas da lavra do artista no palco, mas de maneira mais fiel à forma como Belchior cantava. “No bloco, é mais descompromissado”. E o resultado, o público vai conferir no próximo sábado (3), quando o teatro Bradesco recebe o “Tributo a Belchior”, evento que, além do bloco, agrega nomes celebrados da cena mineira, como
“
Ele era muito questionador – não à toa, seu sumiço, talvez por estar cansado do sistema Pedro Morais Cantor e compositor
Marina Machado, Chico Amaral, Renegado, Gustavo Maguá e Pedro Morais. MAIS ATUAL QUE NUNCA Todos os envolvidos, claro, são fãs de carteirinha do rapaz latino-americano – embora alguns assumam que só foram mergulhar no universo do poeta cearense mais recentemente, até mesmo pela idade. Caso de Pedro Morais. “Quando morava (na infância e adolescência) no Vale do Jequitinhonha, travei contato com algumas músicas dele, umas cinco, seis mais famosas. Músicas que me marcaram de cara, e não só pelas letra, mas pelo timbre com que ele cantava, e pelos trejeitos vocais. Mas confesso que me aproximei da obra dele mais recentemente – e para nossa sorte, hoje tem a internet”, diz, referindo-se ao fato de a rede disponibilizar vídeos, entrevistas e afins. Neste processo, Pedro se impressionou com a filosofia intrínseca às letras e com a atualidade das mesmas. “Ele era muito questionador – não à toa, seu sumiço, talvez por estar cansado do sistema”. O próprio Sylvio Rosa, do
Volta Belchior, diz que vem descobrindo novas nuanças com as audições contínuas da obra de Belchior. “E estou apaixonado: pela visão dele, pelo fato de as letras serem tão profundas... Um exemplo: tem músicas de cunho político que abordam questões que estamos vivendo hoje, neste exato momento”, reforça ele, que não se furta a citar a composição que acabou entrando no rol das suas favoritas: “Perfil de um Cidadão Comum”.
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É claro que vamos priorizar o lado A. Mas também vamos mostrar alguma coisa do lado B de Belchior” Sylvio Rosa Vocalista do Volta Belchior
“Essa letra é maravilhosa! Na minha opinião, a música dialoga com ‘Vida de Gado’, do Zé Ramalho, e ‘Comportamento Geral’, do Gonzaguinha”, opina. Sylvio lembra que a obra de Belchior é acessível a todos, mas entende que é interessante também ter um olhar aprofundado – e um interesse em filosofia e psicologia – para perceber as metáforas e citações dispersas pelas músicas do artista. Caso de “Alucinação”, cuja letra cita, por exemplo, “Laranja Mecânica” (1971), o icônico filme de Stanley Kubrick. “Essa letra não é para qualquer um. Para sacar, é preciso um certo conhecimento, por exemplo, da filosofia positivista”, diz. CLÁSSICOS Letras profundas, melodias marcantes. Gustavo Maguá conta que começou a ouvir – e a gostar de – Belchior na adolescência. “Alguns amigos escutavam, então, passei a ouvir os clássicos, como ‘Apenas um Rapaz LatinoAmericano’. No geral, a obra dele é bem emocionante, seja no que se refere às composições, seja na interpretação”. Por vias tortas, Maguá se
identifica também com “Medo de Avião”: “Porque também compartilho deste sentimento”, diverte-se. E aplaude o fato de o bloco belo-horizontino continuar na ativa mesmo após a morte do homenageado. Em tempo: Maguá e Renegado vão dividir os vocais em “Comentários a Respeito de John”, que, vale lembrar, foi feita em homenagem a John Lennon, morto em 1980. Já a cantora Marina Machado lembra que a primeira música que constatou o poderio de Belchior foi por meio da voz de Elis Regina: “Como Nossos Pais” (a cantora também colocou sua voz a serviço de “Velha Roupa Colorida” e “Mucuripe”, essa, uma parceria com Fagner). Marina recorda que foi cooptada na hora. Mais recentemente, passou a se enfronhar ainda mais na obra do artista, e se confessa encantada. “As letras dele são muito fortes, impactantes”.
Tributo a >Belchior Teatro Bradesco (rua da Bahia, 2.244, Lourdes). Sáb (3). 21h. R$ 30 (inteira).
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almanaque
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 27 de maio a 2 de junho de 2017
MÚSICA Instrumental de Bastos em BH Alex Do alto de Bessas seus 70 anos, Cristóvão Bastos é nome da maior importância na música brasileira. Como ele mesmo diz, apesar de possuir apenas dois discos solos, tem uma vasta e respeitada discografia como compositor, arranjador e pianista. Acima de tudo músico, como costuma frisar, Bastos viu suas canções alçarem grandes voos nas vozes de artistas como Chico Buarque, Paulinho da Viola, Nana Caymmi, Elza Soares e Nelson Gonçalves – para ficar com alguns exemplos. E em meio à concepção de seu terceiro disco solo, que, definitivamente não se renderá às exigências do mercado fonográfico (“Ainda não sei bem o que quero com ele, mas eu penso a música como arte”) e do anúncio de um trabalho ainda este ano com a cantora carioca Áurea Martins (“Vamos começar a gravar no segundo semestre... Vai ser um disco de dois setentões”), Bastos retorna a Minas Gerais, terra de seus pais, para uma apresentação aberta em Belo Horizonte, neste sábado (27), na praça Floriano Peixoto, no bairro Santa Efigênia. No palco, sucessos de
sua extensa obra instrumental e participação especial do acordeonista Célio Balona. A abertura ficará por conta de Gustavo Figueiredo Trio. A história de Bastos com a música é antiga. Aos 13 anos, já havia se formado em teoria musical e acordeon. “Foi na academia que descobri a música fora dela”, comenta. Em seguida, “comecei a fazer bailes e depois fui fazer boate”, lembra. Estabelecendo como marco o primeiro álbum com sua participação – “Maria Fumaça”, da banda Black Rio, de 1977 –, cravam-se quatro décadas de carreira. Deste tempo, Bastos destaca alguns momentos, para ele, especiais. Primeiro, menciona a parceria com Chico Buarque, com quem compôs “Todo Sentimento”, em 1987. Em seguida, cita “Resposta ao Tempo”, que marca sua primeira parceria com Aldir Blanc, registrada no CD “Novos Traços”, de 1998. Mas foi com Nana Caymmi que a canção ganhou “versão quase definitiva”, como classifica. Outro parceiro lembrado com toda pompa é Paulinho da Viola. “Em qualquer estilo, ele é um excelente compositor, mas o é especialmente se falando de choro”, elogia. A trajetória do autor por temas de novelas também é
Sáb. 27.mai
ALONSO MARTINEZ/DIVULGAÇÃO
Aos 70, Cristóvão Bastos estuda com afinco, se mantém critico ao mercado fonográfico e planeja terceiro álbum solo
lembrada. “Raio de Luz”, que compôs com Abel Silva, em 1991, ficou na memória por estar na vinheta de abertura da novela “Corpo e Alma” (1992), da Rede Globo. “Foi um momento muito bom para mim”, rememora. POLIVALENTE Dos títulos que acumula, Bastos prefere ser reconhecido como compositor. “É o meu lado mais forte”, assegura. Para ele, aliás, o trabalho como arranjador é tam-
bém de composição. Mas há algo de especial. Para exercer a função é preciso ouvido apurado e visão holística. “É algo que me caracteriza desde o início. Sempre escutei todos ao meu redor e se não havia o que ouvir, imaginava”, explica. Essa atenção especial é o que, para ele, diferencia seu trabalho como arranjador do ofício de compositor. Mas, diz, “a verdade é que sou muito ligado em música, antes de tudo”. Vale di-
zer, alguns gêneros o emocionam mais, como é o caso do carioquíssimo choro e do afro-americano jazz. SANGUE MINEIRO Apesar de uma formação difusa, a tradição mineira sempre influenciou o músico. “É uma relação muito forte, meus pais são mineiros. No Rio, fui criado no subúrbio, quase que em uma roça, o que permitiu que a tradição mineira vingasse em minha vida e
em minha música”, explica Bastos. Por isso, para ele, vir a Belo Horizonte é como uma visita em casa de família. Tanto que, ao final da conversa, antes de se despedir, o músico inquiriu: “Onde posso comer um bom tutu com torresmo na cidade?”.
Bastos >– 70Cristóvão anos
Praça Floriano Peixoto. Neste sábado (27), às 19h30. Entrada franca.
‘Sou a boa notícia do Brasil’ Sex. 2.jun
JERONIMO GOMES/DIVULGAÇÃO
No fado, Amália Rodrigues é a musa de Edson Cordeiro
A potência vocal do contratenor Edson Cordeiro fez história no Brasil e ganhou o mundo. Desde a segunda metade da década de 1990, o músico e ator se dedica à carreira de projeção internacional. Neste vai-vem pelo mundo, o paulista se permite apaixonar pelos ritmos dos lugares por onde passa. Assim o amor pelo fado foi, aos poucos, redescoberto. “Portugal é um dos meus países preferidos da Europa, isso também me aproximou do estilo”, destaca o músico que, na próxima sexta-feira (2), vem a Belo Horizonte para show que apresenta seu novo álbum, “Fado”. Hoje, Cordeiro reside na Alemanha, mas tem no aeroporto parte de seu cotidiano. “É difícil, mas a gente se acostuma, porque vale a pena”, assegura. Para turnê pelo Brasil, por exemplo, é a segunda vez que ele vem este ano. Em um mês no país, fará cerca de 15 shows, passando por pelo menos seis Estados.
Se transitar é o verbo que se aplica ao seu dia a dia, mergulhar é a ação que escolhe para dizer de seu percurso entre gêneros musicais. “Eu não passo por um estilo, eu mergulho nele e me aposso do que eu faço”, analisa. Assim, já mergulhou nos brasileiríssimos choro e sertanejo e na tradição italiana da ópera. Agora, é a vez do fado. “Minha primeira memória dessa música é de quando era criança e assistia a ‘Caravela da Saudade’ na TV (Tupi)”. Foi através do programa dedicado à colônia portuguesa – no ar entre os anos de 1960 e 1970 –, que Cordeiro travou contato com a fadista Amália Rodrigues. “Aquilo se impregnou em minha alma”, reforça. “Como Portugal está em meu roteiro, esse amor foi crescendo”, explica. Além de levar, ao estilo, a voz de contratenor, sua assinatura, o músico invoca sua trajetória no teatro nas apresentações. “Não sou, mas es-
tou fadista. Então, deixo transbordar todas minhas referências”, diz. MÚSICA X CRISE Se o cenário no Brasil é de crise, Cordeiro se cobra a responsabilidade de dar outra representação do país ao mundo. Filho de um mecânico e de uma bordadeira, ele acredita que as pessoas “desenvolveram uma certa resistência a esses momentos”, mas é algo que, mesmo morando fora, o perturba. Por isso, “quero ser a boa notícia do Brasil, a diplomacia voluntária!”, diz. Para os brasileiros, “faço da minha profissão o consolo”. Ao resto do mundo, “quero ser visto como o que há de bom nesse país: seu povo! Eu sou essa pessoa, tão comum por aqui, que veio trabalhando, batalhando para chegar onde chegou”, orgulha-se. Casado com o alemão Oliver Biber, não foge do debate sobre homofobia no Brasil.
Para ele, o país avançou em alguns aspectos, mas “ainda faltam passos importantes”. Entre eles, cita a criminalização da homofobia. E se com seu canto quer também confortar, o sentimento, diga-se, parece mesmo contagiar o público. “Depois do show sempre recebo todos e o que acontece alimenta minha alma”, diz. A vinda para Belo Horizonte, aliás, é carregada de expectativa para além da apresentação – que inclui fados, mas também sucessos de sua carreira. “Estou ansioso porque vou conhecer dois sobrinhos-netos que nasceram aí. Eles são gêmeos! Estou muito feliz, vai ser um dia de grandes encontros”, afirma, emocionado. (Alex Bessas)
Edson Cordeiro – >Fados
Teatro Bradesco (rua da Bahia, 2244, Lourdes). Dia 2 (sexta-feira), às 21h. R$ 100 (inteira).
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MÚSICA Novidades na cena musical made in Minas Um se debruça sobre canções inéditas, enquanto outro aposta suas fichas no calibre de clássicos de gêneros dos mais distintos. Músicas que já fazem parte do imaginário popular. Independentemente do front, são notícias para serem coPatrícia Cassese
memoradas: os grupos Caffeine Trio e o Toca de Tatu aproveitam a semana para lançar – em shows – seus produtos. No caso do Caffeine Trio, o DVD, homônimo. No do Toca de Tatu, o segundo disco de carreira, “Afinidade”, que sucede o elogiado “Meu Amigo Radamés”. Jovens, mas de talento já há muito celebrado, os inte-
ALEXANDRE REZENDE/DIVULGAÇÃO
grantes do Toca de Tatu defendem a causa do choro, a fim de tirar estigmas. “Durante um tempo, o gênero foi associado a uma música ‘antiga’ – mas segue extremamente atual. E resolvemos focalizar a cidade onde estamos”, conta Lucas Telles. Confira, a seguir, um pouco mais do que esses dois projetos têm a dizer. TOCA DE TATU J.P. LIMA/DIVULGAÇÃO
CAFFEINE TRIO Nada mais natural para um grupo que, além da música, prima pelo visual, que apostar em um DVD como primeiro “produto” físico. Passeando por ritmos diversos em dez faixas, o Caffeine Trio faz o lançamento do novo trabalho em show neste sábado (27), na Autêntica. Formado por Carolina Rennó, Sylvia Klein e Renata Vanucci, o Caffeine surgiu em 2012. “Por ser esse DVD o primeiro registro, optamos por deixar o nome do trio”, explica Renata que, na foto ao lado, feita durante a gravação, aparece grávida (de gêmeos!). “O repertório são os ‘nossos’ clássicos, como ‘Smells Like Teen Spirit’, do Nirvana, que foi totalmente repaginada, mistura as nossas vozes”, acrescenta a cantora, que não esconde sua preferência pela leitura de “Meu Sangue Ferve Por Você”. “Ficou bem bacana, com um caráter bem dançante. A intenção é que seja usada em pistas mesmo”. Entre as outras faixas, figuram “Tico Tico”, “Mas Que Nada”, “Aurora” e “Taí”, além de uma faixa em alemão, “Bei Mir Bist Du Schön” – aliás, como Sylvia Klein mora em Berlim, o Caffeine já subiu aos palcos por
lá. “Fora isso, a gente ainda não fez show fora de Minas. Temos muita vontade de ir a São Paulo, por exemplo, talvez agora, tendo o DVD como cartão de apresentação, a gente possa viabilizar”, diz ela, revelando, ainda, uma curiosidade. Renata conta, divertida, que as três têm temperamentos bem distintos, e por vezes, ideias
CRISTIANO RAMOS/DIVULGAÇÃO
Dois Lados lança 6 Projeto EP “Falando de Amor e...”
Jéssica Senhorini e Letícia Damaris formam o duo que foi lançado em 2005. A ideia é fazer uma mescla de música popular brasileira e pop rock. O EP, batizado de “Falando de Amor e...”, traz canções autorais que versam, principalmente, sobre o amor. Onde Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046). Quando Sábado (3 de junho), às 20h. Quanto R$ 20 (inteira).
conflitantes. “Mas criamos um amálgama para nos suportarmos (risos). Uma espécie de mágica”, brinca, para acrescentar, na sequência. “Na verdade, a gente se ama”. Onde Autêntica (rua Alagoas, 1.172, Savassi). Quando Neste sábado (27), às 22h. Quanto R$ 20 (inteira).
LU GONTIJO/DIVULGAÇÃO
Lobo lança seu 6 Christiana novo disco, “Navegador”
O CD reúne inéditas autorais, rearranjos de canções do disco de estreia e releituras, como canções das bandas Pato Fu e Jota Quest. No show, ela irá declamar sonetos de Oswaldo Soares da Cunha. E terá a participação da cantora Laura Catarina para interpretar “Pra Ela Passar”, de Vander Lee. Onde Teatro Bradesco (rua da Bahia, 2.244). Quando Terça (6 de junho), às 20h30. Quanto R$ 20 (inteira).
Lançado em 2013, o disco “Meu Amigo Radamés”, dedicado a Radamés Gnatalli, acabou tendo uma repercussão para além do que o próprio grupo instrumental Toca de Tatu esperava. Passado todo esse intervalo, Abel Borges (percussão), Lucas Telles (violão 7 cordas), Lucas Ladeia (cavaquinho) e Luísa Mitre (piano) apostam suas fichas em “Afinidade”, que será lançado no domingo (28), no Museu de Arte da Pampulha (MAP). Desta vez, o Toca aposta no poderio da música instrumental mineira contemporânea. “Na verdade, nem todos os compositores que gravamos nasceram aqui, mas todos estão vinculados à cidade”, esclarece Lucas Telles, que, aliás, é o autor de 3 das 12 faixas do CD. Caso de “Mozareth”, que, como o nome indica, homenageia Mozart e Ernesto Nazareth. “O curioso é que fiz às vés-
peras de entrarmos no estúdio. Na verdade, fui esperando o disco tomar forma, para ver o que faltava”, conta Lucas. Entre os compositores que cederam sua lavra ao grupo, estão Geraldinho Alvarenga (“Toca de Tatu”, cujo nome homenageia os meninos), Thiago Delegado (“Sarau Pro Sr. Mozart”, lembrando que o Mozart do título se refere ao mineiro Mozart Secundino de Oliveira), Juarez Moreira (“Trópicos), Tabajara Bello (“Para a Obra, Juscelino!”), Sérgio Santos (“Moreno”), Célio Balona (“Mistura Fina”), Rafael Martini (“Radicalmo”) e Leo Eymard (“Baião de Nó”). Onde MAP (av. Otacílio Negrão de Lima, 16,585). Quando Neste domingo (28), às 11h. Quanto Gratuito (retirada de senhas no dia, a partir das 10h)
BRENO DA MATTA/DIVULGAÇAO
Devise lança disco 6 Grupo “Petricor”, na Autêntica
O álbum foi composto e gravado nos últimos dois anos em quatro estúdios diferentes do eixo BH/SP. “Petricor” é formado por oito músicas autorais que traduzem a miscigenação das influências trazidas pelos integrantes da banda, além de referências ao britpop, ao rock dos anos 90 e às bandas de rock alternativo mais recentes. Onde Autêntica. Quando Sábado (3 de junho), às 22h. Quanto R$ 25.
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MÚSICA Viva, Frank Sinatra! João H. Certamente, Motta Sir Alex Ferguson entende muito de bola e sabe reconhecer um talento quando está diante de um. “Se ele jogasse futebol do jeito que canta, eu o contrataria amanhã”. Este é o veredito do ex-técnico de futebol, que dirigiu a equipe do Manchester United por 27 anos, após um show do britânico Louis Hoover, em Londres. O cantor de jazz incorpora como poucos o timbre de Frank Sinatra. E volta ao Brasil neste ano com a turnê do espetáculo “Salute To Sinatra”, algo como “Viva, Sinatra!”, em português. Em Belo Horizonte, aporta no Palácio da Artes, na próxima terça-feira (30), acompanhado pela The Hollywood Orchestra. Assim como Sinatra, Louis nega a alcunha de “crooner” – estilo de cantor de jazz que acompanha orquestras ou big bands. Segundo ele, “Sinatra, Tony
Ter. 30.mai
Bennet e eu mesmo somos apenas ‘cantores’ que têm o estilo baseado nas canções de jazz, mas não sempre.” O britânico é considerado um dos melhores tributos ao cantor norte-americano, mas não gosta de ser reconhecido como cover. “Eu sou um artista do jazz internacional, com estilo próprio que, às vezes, realizo o show ‘Sa-
ROGERIO AVELINO/DIVULGAÇÃO
Considerado o maior intérprete de Sinatra, Louis Hoover promete uma noite de clássicos como “New York, New York”, “Night and Day” e “My Way”
lute to Sinatra’ quando me é solicitado”. Ele lançou dois álbuns com canções originais e covers: “Louis Hoover”, de 1997, e “And This Is Me”, de 1998. Além disso, Hoover está preparando um novo espetáculo: “Salute to Legends”, onde vai relembrar os sucessos de Tony Bennett, Andy Williams, Bobby Darin, Matt
Monro e, claro, Sinatra. RETORNO No centenário de Sinatra, em 2015, Louis passou pelo Brasil com o mesmo espetáculo. “Na última vez, fizemos 14 shows e fomos ovacionados 14 vezes, então não foi nada mal”, comenta o artista. O repertório de “Salute To Sinatra” é composto por grandes
clássicos: “New York, New York”, “Night and Day”, “Strangers In The Night” e “I’ ve Got You Under My Skin”, por exemplo. Sobre as canções fundamentais da apresentação, Hoover explica: “O set-list se escolhe sozinho, praticamente. O restante eu coloco, pois sei que as pessoas vão gostar”. Neste compilado, a canção “My Way” é
apontada por Hoover como a mais importante na obra de Sinatra. “Eu vejo que, ao redor do mundo, cada pessoa vê essa canção de uma maneira diferente, e atribui muito sentido a ela em diferentes momentos de suas vidas”, analisa. SINATRA, AO VIVO Louis nunca conheceu Sinatra pessoalmente, mas, aos 17 anos, teve a oportunidade de assistir ao ídolo em um concerto no Royal Albert Hall, na década de 1970. Ali, teve uma premonição: “Eu soube que faria aquilo também. Trinta e cinco anos depois, adivinhe? Fiz uma apresentação com uma orquestra de 70 músicos e alguns deles tocaram com Sinatra naquela noite no Royal Albert Hall... Loucura, não?”,diz, relembrando-se da noite em 2005, quando foi aplaudido de pé por nove vezes durante a apresentação. * Sob supervisão de Marília Mendonça
> Salute to Sinatra
Com Louis Hoover Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Terça-feira (30), às 20h30. A partir de R$ 180 (inteira, plateia superior)
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MÚSICA Do YouTube para os palcos Sex. 2.jun.
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Pela internet, Mariana Nolasco já sente a expectativa de fãs por sua vinda a BH
AVA ROCHA Show com Juliana Perdigão. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.224, Lourdes). Às 21h. R$ 30 (inteira)
DIOGO NOGUEIRA Show “Alma Brasileira”, com clássicos do samba. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Às 21h. A partir de R$ 90 (inteira)
FABIANA COZZA Show “Ay, Amor - Canto Teatral para Bola de Nieve”. Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro). Às 21h. R$ 30 (inteira)
MUSIC OF DAY Festival apresenta Dynasty of Metal e Battle Time. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 20h. R$ 20(inteira)
ORQUESTRA DE CÂMARA SESC Concerto com obras de Mozart à Luiz Gonzaga. Memorial Minas Gerais Vale (pça. da Liberdade, 640, Funcionários). Às 16h. Entrada gratuita
domingo (28) DIGO RIBEIRO Show “Ventura”. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 20h. R$ 20(inteira)
LUIZA LARA Show “Essa Voz” Memorial Minas Gerais Vale (pça. da Liberdade, 640, Funcionários). Às 12h30. Entrada gratuita
RENAISSANCE Turnê Songs For All Times Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Dia 28 (domingo), às 19h. Ingressos esgotados.
VIVA JORGE BEN JOR Skank e Céu reverenciam a obra de Jorge Ben Jor, ao lado do músico.
Praça da Estação (av. dos Andradas, centro). Às 16h30. Gratuito
terça (30) ED SHEERAN Cantor americano passa por BH em sua turnê pelo Brasil. Esplanada do Mineirão (av. Presidente Carlos Luz, São Luiz). Às 21h. A partir R$ 260 (pista, inteira)
SOL BUENO Lançamento do álbum “Poeira Dançante”. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 20h. R$ 30 (inteira)
quarta (31) ORQUESTRA DE CÂMARA SESIMINAS Sob a regência do maestro Marco Antônio Maia Drumond a orquestra convida o grupo Tenores In Concert. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60,
tem hoje, Mariana tem histórias para contar. “Tem quem crie um canal pensando em ficar famoso, sei lá... Eu criei sem imaginar o que ia acontecer, fazia na webcam, meio de brincadeira”, lembra, destacando que, à época, tinha apenas 13 anos. A coisa começou a ficar séria quando sua interpretação de “Ai Meu Deus como é Bom ser Vida Loka”, de setembro de 2012, caiu no gosto do público. “As pessoas começaram a me seguir, mas era algo que não considerava como trabalho”, comenta. “Só bem depois fui pensar em me profissionalizar”. Hoje com mais de 2,6 milhões de seguidores no YouTube, seu vídeo de maior sucesso é “Baile de Favela (Resposta)”. “Era uma música que estava muito em alta e tinha muita coisa nela que me incomodava. Eu quis mostrar que o ritmo pode até ser envolvente, divertido e dançante, mas a letra também importa. E aquela era agressiva, desvalorizava
nós, mulheres”, expõe. A considerar a quantidade de visualizações (12,7 milhões), Mariana alcançou seu objetivo. “As pessoas entenderam minha intenção”, orgulha-se a cantora que, sim, se identifica com o feminismo. Para ela, tudo aconteceu na hora certa. Há dois meses, lançou sua primeira música autoral, que leva o nome do show, “Poemas que Colori”. Resultado de parceria com o namorado, Pedro Pascual, o vídeo já acumula mais de 4 milhões de views. Mas Mariana ainda se surpreende ao pensar que, aos 19 anos, já começa a circular pelo Brasil. Somase a isso, a produção de seu primeiro álbum, ainda em 2017. “Está puxado, mas estou muito grata”, diz.
Poemas que >Colori
Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, Centro). Dia 2 (sexta-feira), às 21h. De R$ 100 a R$ 120 (inteira).
DIVULGAÇÃO
Santa Efigênia). Às 20h. A entrada é gratuita. Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro, até 30 minutos antes do início do concerto.
Ouro Preto leva 6 Orquestra concerto para a Praça
quinta (1º)
Para abrir a nova temporada da Turnê Estadual 2017, a Orquestra Ouro Preto aporta na Praça da Liberdade. Na manhã deste domingo (28), o público que visitar a praça poderá conferir dois dos programas mais conhecidos da Orquestra: “Latinidade” e “Beatles”. Para esta apresentação, a orquestra, sob regência do maestro Rodrigo Toffolo, conta, ainda, com a participação do músico Rufo Herrera, que interpreta tangos célebres, e do grupo Desvio Onde Praça da Liberdade (s/n°, Funcionários) Quando Neste domingo (28), às 11h Quanto Gratuito
OUTROS PALCOS Festival apresenta João Paulo Avelar Quinteto. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 20h. R$ 20
sexta (2) PROJETO ELAS Edição apresenta a cantora Danielle Bonfim. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 20h30. R$ 28 (inteira)
ALMIR SATER Violeiro visita seus clássicos e os discos mais recentes. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Às 21h. R$ 120 (inteira)
MARCO VAN/DIVULGAÇÃO
O britânico Ed Sheeran se apresenta na Esplanada do Mineirão na próxima terça
ROBYN BECK/AFP
sábado (27)
O neologismo youtuber só foi incluído no dicionário de Oxford em dezembro de 2016. Sete anos antes, no entanto, Mariana Nolasco já ensaiava seus primeiros passos rumo ao ofício. Foi incorporando o indie em releituras de hits, sempre apresentados em voz e violão, que a moça viu o interesse do público crescer e o número de seguidores aumentar progressivamente. Daí para iniciar sua carreira musical fora das telinhas e ganhar os palcos foi um pulo. E é para apresentar seu show inédito “Poemas que Colori” ao seu público belo-horizontino que a cantora paulista vem à capital na próxima sexta-feira (2). Selecionar o set list da apresentação, por sinal, foi fácil. “Tentei pegar as que têm mais visualizações no canal e também as que mais gosto”, explica. Bem, mas para chegar ao repertório que Alex Bessas
Dotson 6 Michael na Rota do Blues
Diretamente de Chicago, o guitarrista Michael Dotson chega para a nova edição do Festival Rota do Blues. É a primeira apresentação do consagrado bluesman norte-americano em Belo Horizonte. Dotson foi integrante do conjunto Magic Slim & The Teardrops, que encantou o mundo do blues e conquistou um WC Handy em 2003. O show tem a participação de Bruno Marques Onde Underground Black Pub (av. Itaú, 540, Dom Cabral) Quando Neste sábado (27), às 22h Quanto R$ 25 (antecipado pelo sympla.com) R$ 30 (no local)
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ARTES CÊNICAS No palco, história para sonhar Lara O clássico conAlves to de fadas (*) francês “A Bela e a Fera” já foitransformado em animação, em filme, em musical da Broadway e, agora, ganha sua versão em uma produção teatral mineira. No caminho deste novo espetáculo, o diretor Diego Benicá, que, inspirado pela história da moça que se arrisca no castelo de uma fera para salvar o pai, estreia a montagem musical e seus novos contornos neste fim de semana (27 e 28), no palco do teatro Francisco Nunes. Contar a história do mesmo modo como fora originalmente escrita em 1740 pela francesa Gabrielle-Suzanne Barbot não era o principal objetivo do diretor da Copas Produções. Mais que isso, Diego queria reiterar no palco os ensinamentos contidos no conto e, principalmente, passar para as crianças as lições de coragem e amor ao próximo contidas em “A Be-
la e a Fera”. “As histórias das princesas sempre atingem as crianças de uma forma muito direta. E essa é uma história particularmente bonita, é antiga, mas também atual, e fala sobre a importância de tratar o outro não pela aparência, e sim pelo que ele é por dentro. Nós queríamos levar essa discussão”, comenta Diego. Segundoo diretor, o espetáculo não traz apenas estas lições para as crianças – os principais espectadores –, como também cativa os pais e os adultos que a assistem. “Nós fizemos uma montagem para que toda a família goste, para o adulto também se encantar e para quem quiser ir sozinho”, afirma. SUPERPRODUÇÃO Mais que recriar a magia da história de uma das princesas mais corajosas do universo dos contos de fadas, Diego Benicá se debruçou sobre as grandes produ-
Sáb. e dom. 27 e 28.mai.
DANIEL AUGUSTO/DIVULGAÇÃO
Estreia O musical “A Bela e a Fera” reconta a história da princesa em uma grande produção
ções já realizadas, para, enfim, levar ao público mineiro um musical inédito. “Nós assistimos a muitas coisas sobre ‘A Bela e a Fera’, lemos várias versões, fo-
mos descobrindo várias coisas sobre a narrativa e fizemos uma mistura disso”, conta o diretor, que também assina figurinos e cenários do espetáculo. Aliás, a produção trata de ajudar a levar a magia da história para o público. A encenação conta com dez atores em cena, mais de 40 figurinos e até cenários virtuais, que transportam as crianças e suas famílias da plateia para o castelo e para a floresta, enchendo o palco de neve. “A gente montou o espetáculo em 30 dias, foi um período intenso de trabalho
com 24 horas por dia de dedicação para a produção, desde os figurinos, até as coreografias e a preparação vocal”, comenta Diego. TRAJETÓRIA Dona de importantes prêmios no cenário teatral, a Copa Produções recebeu dez indicações ao prêmio Usiminas Sinparc e angariou o título de melhor espetáculo infantil de 2013 com “Pluft! O Fantasminha”. Para este ano, o caminho da produtora está recheado de compromissos: no próximo mês, o musical “O Rei
Leão” volta em cartaz, enquanto “A Bela e a Fera” faz temporada no palco do Teatro Izabela Hendrix para, depois, seguir viagem pelas escolas da cidade. * Sob a supervisão de Marília Mendonça
> A Bela e a Fera
Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro). Neste sábado (27) e domingo (28), às 16h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (preço único nos postos Sinparc). Teatro Izabela Hendrix (r. da Bahia, 2020, Lourdes). De 3/6 a 11/6, sempre aos sábados e domingos, às 16h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (preço único nos postos Sinparc).
LEO FONTES – 5.1.17
Os organizadores do La Movida comemoram o sucesso da temporada
Movida se despede com festa de sua primeira temporada 6 LaDepois de cinco meses ocupando o casarão da rua Santa Rita Durão, o La
Movida encerra a primeira temporada de suas apresentações. Durante estes meses, o balanço foi positivo: foram mais de 40 micropeças e, aproximadamente, 5.100 ingressos vendidos. Para comemorar o sucesso, o fim de semana promete ser agitado: no sábado (27), uma festa com participação do músico e produtor Barulhista celebra o encerramento; no restante do fim de semana (27 e 28), as salas de teatro recebem uma retrospectiva com algumas das micropeças que por ali passaram (confira a programação completa no roteiro na página 21). Onde La Movida Microteatro Bar (r. Santa Rita Durão, 153, Funcionários) Quando Festa de despedida (neste sábado, 27, às 22h30); micropeças (sábado, 27, das 20h às 22h05; domingo, 28, das 19h às 21h05) Quanto Entrada gratuita para a festa; R$ 8 (ingresso individual para cada micropeça).
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ARTES CÊNICAS AirreverênciadoMamonasvive Alex Desde a esBessas treia, ano passado, “O Musical Mamonas”,homenagem ao Mamonas Assassinas, já atraiu cerca de 70 mil espectadores. O número nãoépropriamenteespantoso, dadoo fenômenodo grupo de Guarulhos, encerrado tragicamente com o acidente aéreo que matou os cinco integrantes, em 1996. Às vésperas de voltar à capital mineira (no próximo final de semana), o ator Ruy Brissac, 27, confidencia: “Esperamos encontrar o teatro lotado outra vez”. Encarregado de dar vida a Dinho (com quem guarda muita semelhança física), ele lembra que tinha apenas seis anos quando o acidente que vitimou o Mamonas aconteceu. “Foi meu primeiro contato com a morte. Vi pela TV, sem acreditar. Achava que era uma brincadeira deles”, ressalta. Para Brissac, viver um
ídolo nacional foi um desafio. “Um trabalho árduo”, lembra, destacando que, ainda assim, a empreitada foi sempre divertida. Aliás, para além do horizonte profissional, a biografia do músico reverberou na própria perspectiva de vida do ator. “Dinho foi um cara que correu atrás de seus sonhos... Isso também me contaminou”, analisa. Além da oportunidade de reviver a irreverência de um grupo singular, o espetáculo traz, em seu roteiro, todas as músicas do primeiro e único CD da banda, de 1995. Na direção, o aclamado José Possi Neto parece ter conseguido corresponder às expectativas do público. A prova? Pelo voto popular, o musical venceu o prêmio do gênero do Guia da Folha, do jornal “Folha de S. Paulo”. Mas a crítica especializada também endossou a iniciativa. E, em particular, se rendeu a Brissac, que faturou os prêmios Bibi Ferreira (ator revelação) e Arte Qualidade Brasil (ator de musical).
Bem, mas não são as láureas que enchem os olhos do artista, e sim o carinho dos fãs – em especial, da família de Dinho. “Eles sempre vêm me abraçar, me chamam de primo postiço... São pessoas maravilhosas!”, comenta. PARALELO Além do musical, Brissac tem se dedicado à sua carreira musical. “Estou trabalhando com o show ‘Ruy Brissac – Em Construção’ e preparando o lançamento do meu primeiro álbum”. Embora se incumba de homenagear figuras do rock nacional, como Cazuza, Pitty e Raul Seixas, Brissac quer enveredar pela música autoral. “No show, canto dez que são de minha autoria”. E, claro, Mamonas também está no repertório. “É algo que não vai sumir de mim”.
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O Musical Mamonas
Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro). Dias3 (sábado), às 21h,e 4(domingo, às 19h. Entre R$ 50 e R$ 100 (inteira).
Sáb. e dom. 3 e 4.jun
Preferida “A música que mais gosto é ‘Robocop Gay’, que fala de preconceito, mas de forma alegre”, avalia Ruy
RODRIGO ROSA/DIVULGAÇÃO
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ARTES CÊNICAS Um clássico em nova versão Embora o belo-horizontino vá apreciar o encontro agora, a união já foi devidamente abalizada pelos calorosos aplausos no início do mês, na apresentação em Ipatinga – que, vale dizer, lotou. Neste domingo (28), é a vez de o Cine Theatro Brasil Vallourec receber “Pedro e o Lobo”, com o grupo Giramundo e a Orquestra Jovem de Inhotim. “É uma parceria inédita para a gente a de tocar com um teatro de bonecos, uma obra (de Sergei Prokofiev) que está no repertório das grandes orquestras no mundo”, diz o maestro César Timóteo, que assumiu a tarefa de reger os jovens (de 12 a 18 anos) componentes da orquestra em 2014. Aliás, vale dizer que, atualmente, 90 jovens são contemplados pelo projeto – sendo que a orquestra propriamente dita reúne 21 deles, que se incumbem de instrumentos de corda (violinos, violas, violoncelos e contrabaixos). O projeto foca, preferencialmente, alunos da rede Patrícia Cassese
teatro adulto A VIDA NÃO TÁ NEM AÍ PRO TEU PLANEJAMENTO
Com Nando Vianna O humorista apresenta seu novo espetáculo de stand-up comedy. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211). Neste sáb. (27), às 21h30. R$ 60 (inteira); R$ 30 (ingresso promocional levando 1kg de alimento não-perecível).
CAMPO SANTO
Dir. Guilherme Colina Com Cleide Matias, Brunno Andrade, Cleiton Natanael Um vila onde as personagens vivem questões sociais que norteiam a vida de todos do povoado e precisam esconder seus próprios fantasmas. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Neste sáb. (27), às 20h; dom. (28), às 19h. R$ 20 (inteira).
CERTOS RAPAZES - O NOSSO AMOR A GENTE INVENTA
pública, que recebem aulas teóricas e práticas, além de poderem levar emprestados os instrumentos. Para esse “Pedro e o Lobo”, foram convidados alunos dos cursos de graduação da UFMG e UEMG para contemplar o naipe de sopros. No cômputo geral, ao lado dos bonecos do Giramundo, estarão 38 pessoas – inclusos neste montante, também, professores e monitores do projeto. “O que é importante, posto que são o ponto de referência para esses jovens”, diz César, acrescentando que o nível dos componentes poderia ser classificado de “semiprofissional”. “Inclusive, vários deles já demonstram o desejo de fazer faculdade de música”, pontua. César Timóteo frisa que a junção com o Giramundo trouxe um amadurecimento notável para os jovens. “Eles ficam super interessados em ver os bonecos ‘atuando’. Nos ensaios, a gente até permite que olhem um pouco mais”, brinca, acrescentando que a apresentação também inclui iluminação, figurino e a figura do narrador. “Deu tão certo o processo que queremos repetir a par-
Dir. André Curti e Artur Luanda Ribeiro Com Cia Dos a Deux O espetáculo narra três histórias, que abordam temas ásperos como o racismo, a homofobia, o menosprezo por pessoas consideradas invisíveis. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Sex. a seg., às 20h. R$ 20 (inteira). Até 12/6.
GUARA-PA-RIR
Dir. Maurício Canguçi e Ílvio Amaral Com Kayete e Guilherme Oliveira O casal Agnaldo e Cleusa sai de férias em busca de descanso e diversão nas areias de Guarapari. Teatro da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21, Lourdes, 3269-1166). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). De 2/6 a 11/6.
HAPPY HOUR
Dir. Éder Rodrigues e Sérgio Nicácio Com Mayombe Grupo de Teatro O encontro ocasional de dois homens para um Happy Hour acaba desencadeando um duelo entre eles. Espaço 171 (r. Capitão Bragança, 35, Santa Tereza). Neste sáb. (27), às 20h; dom. (28), às 19h. R$ 20 (inteira).
Dir. Maurício Canguçu Com Gerson Marques e Guilherme Neves O espetáculo retrata o encontro amoroso causal entre dois homens. Teatro de bolso do Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Qui. a sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 40 (inteira). Até 11/6.
IMPROVÁVEL
ESPÉCIE
LISBELA E O PRISIONEIRO
Dir. Fernanda Branco Polse Com Igor Leal O espetáculo propõe a expansão de uma cena que borre as fronteiras entre teatro e performance, a partir de uma perspectiva queer e pós-pornô. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Qui. a sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 12 (inteira). De 1°/6 a 4/6.
GRITOS
Com Cia Barbixas de Humor Um Mestre de Cerimônias faz uma pequena introdução e os atores brincam segundo as regras dos jogos de improvisação. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Neste sáb. (27), às 19h e às 21h; dom. (28), às 18h e às 20h. R$ 70 (inteira). Dir. Ricardo Batista Com Fernanda Botelho, Fabiano Persi, Luciano Luppi Sertão nordestino, 1940. A sonhadora Lisbela, filha do Tenente Guedes, está de casamento marcado, mas apaixona-se por Leléu, um incorrigível conquistador, artista de circo, preso pelo mal das paixões. Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277-6437). Sex. e sáb., às 20h; dom., às 19h. R$ 15 (postos Sinparc).
RODRIGO ZEFERINO/DIVULGAÇÃO
Dom. 28.mai
Encenada desde 1993, peça será apresentada desta vez com a Orquestra Jovem de Inhotim
ceria, inclusive em uma turnê. Um aspecto curioso, neste caso específico, é que Prokofiev propõe a representação dos personagens com os instrumentos da orquestra. Assim, o oboé, por exemplo, é utilizado para caracterizar o pato, com um som anasalado. Isso é muito bacana, pois o público infantojuvenil, além de assistir a um
espetáculo bonito, ainda vai aprender um pouco sobre os instrumentos”. Da parte do Giramundo, os elogios são recíprocos. “Quando o maestro nos convidou para ver uma apresentação da orquestra, a gente esperava que fosse bom, mas não tanto como constatamos na prática. A verdade é que a orquestra é maravilhosa, e os
músicos têm uma participação interessante, interagem com os bonecos”, sustenta Beatriz Apocalypse, filha de Álvaro Apocalypse, fundador do Giramundo, e atual diretora artística do grupo.
LUBA FEST
Com Alice Vieira, Camila Trindade, Felipe Vaz Releitura da obra feminista “O Papel de Parede Amarelo”, de Charlotte Perkins. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste sáb. (27), às 20h; dom. (28), às 19h. R$ 10 (inteira); R$ 4 (comerciário).
COMO A GENTE GOSTA
Dir. Lucas Feuerschütte Com Lucas Feuerschütte Idealizado pelo youtuber “Luba”, o espetáculo reúne no palco brincadeiras, desafios e muita confusão para que os fãs sintam-se dentro de um vídeo do jovem. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211). Neste sáb. (27), às 19h. R$ 120 (plateia 1, inteira); R$ 100 (plateia 2, inteira).
teatro infantil
NOS PORÕES DA LOUCURA
Dir. Luiz Paixão Com Alberto Tinim, Anaís Della Croci, Antônio Rodrigues A história do Hospital Psiquiátrico de Barbacena, onde cerca de 60 mil pessoas morreram desde a sua fundação. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Sex. e sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 12 (postos Sinparc). Até 11/6.
OS INOCENTES
Dir. Marco Amaral Com Luciano Vivacqua, Thiago Welter, Athos Reis A população pede por justiça, a montagem convoca oito membros da sociedade para fazer parte deste drama. Estes oitos inocentes são colocados em uma cela para arrancar de um revolucionário capturado durante uma invasão, os nomes de quem os financia. Galpão de Ideias (r. Uberlândia, 413, Carlos Prates). Neste sáb. (27), às 20h. R$ 40 (inteira).
UM INTERLÚDIO: A MORTE E A DONZELA
Dir. Wilson Oliveira Com Christiane Antuña, Gustavo Werneck, Nivaldo Pedrosa Um jogo psicológico entre uma mulher que jura ter reencontrado seu carrasco, seu marido e o acusado. Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Neste sáb. (27), às 20h; dom. (28), às 19h. R$ 20 (inteira).
VARIAÇÕES SOBRE UM TEMA AMARELO Dir. Lucas Vasconcelos
A BELA E A FERA
(Leia mais na página 18)
ELIZABETH TUDO PODE
Dir. Luciana Martuchelli Com Cia Yinspiração Poéticas Contemporâneas Fatos reais misturados à ficção se aventuram na vida e nos feitos da Rainha Elizabeth I, na histórica Biblioteca de Alexandria e seu algoz Júlio César. Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3613, Horto, 3481-5580). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 16h. R$ 20 (inteira).
PEDRO E O LOBO
(Leia mais na página 21)
PINÓQUIO
Dir. Luciano Luppi Com Alex Prieto, Didi Moreira, Edu Souza, Um bonequinho de madeira recebe o dom da vida através da magia de uma fada. Para realizar o sonho de se transformar num menino de verdade, ele precisa provar que é valente, sincero e generoso. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Sáb. e dom., às 16h. R$ 34 (inteira); R$ 16 (postos Sinparc). Até 11/6.
UM BAÚ DE FUNDO FUNDO
Com Grupo Giramundo A peça é um conjunto de estórias, lendas e cantigas populares. Museu Giramundo (r. Varginha, 235, Floresta). Sáb. e dom., às 16h. R$ 15. Até 4/6.
teatro de rua
> Pedro e o Lobo
Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315). Neste domingo (28), às 16h. R$ 10 (inteira)
Dir. Eduardo Moreira Com Grupo Maria Cutia Rosalinda se disfarça de homem e foge da corte para a floresta onde encontra com seu enamorado Orlando, fazendo-o imaginar que ela (travestida de homem) fosse de verdade sua amada e lhe dá lições de como se curar da febre do amor. Praça do Trenzinho do Parque Municipal Américo Renné Giannetti (av. Afonso Pena, 1377, centro). Neste dom. (28), às 11h.
INTERMITENTES OU VAI E VEM
Dir. Rogerio Lopes Com Teatro Universitário da UFMG Como um balão que de repente estoura, eles surgem. Caminham e descobrem o que há ao seu redor. Av. Augusto de Lima com r. Rio de Janeiro (próximo ao Sesc Palladium). Neste sáb. (27), às 15h30.
NA RODA
Dir. coletiva Com Grupo Maria Cutia de Teatro As histórias de um menino sem nome, de Martin e Mariana e sua grande banda. Praça do Trenzinho do Parque Municipal Américo Renné Giannetti (av. Afonso Pena, 1377, centro). Neste sáb. (27), às 16h.
TRINCAMATRACA: UMA MASCARADA DE RUA
Dir. Rogerio Lopes Com Teatro Universitário da UFMG Uma divertida corte de cinco mascarados com espalhafatosos costumes saem pela cidade, numa espécie de procissão burlesca. Mercado das Flores (av. Afonso Pena, 1055, centro). Neste dom. (28), às 11h.
musical BEM SERTANEJO - O MUSICAL
Dir. Gustavo Gasparini Com Michel Teló O espetáculo conta a história da música
LABORATÓRIO COM O ESPANCA! Os alunos do Laboratório Inhotim realizam um experimento teatral nas ruas do centro de Brumadinho na próxima terça (30) à tarde. O trabalho é fruto de uma série de oficinas ministradas pelo grupo Espanca! com os jovens da cidade. Os exercícios foram baseados nos processos de criação da peça “Real” (2016) e da estreante “PassAarão”, novo espetáculo da companhia que estreia em julho. “Nós construímos um roteiro, uma direção para nos guiar na performance, mas ela continua sendo experimento livre”, conta o ministrante da oficina Alexandre De Sena. O fio condutor da performance é a vida urbana e a presença da arte como elementos do cotidiano das cidades. “Na residência, o Espanca! ensinou os jovens (de 12 a 15 anos) a transformar a experiência cotidiana da cidade em cena no contexto das artes cênicas”. A estreia de “PassAarão” está prevista para a segunda semana de julho. Dirigida por Aline Vila Real, a peça disserta sobre os símbolos da rua Aarão Reis, que corta o centro de BH.
sertaneja desde a sua origem caipira e traz no repertório grandes sucessos deste universo musical. Minascentro (av. Augusto de Lima, 785, centro). Neste sáb. (27), às 22h; dom. (28), às 16h e às 20h. A partir de R$ 80 (inteira, setor 4).
circo ATIARE’S CIRCUS
A trupe circense traz malabaristas, equilibristas, show de palhaços e muito mais para debaixo da sua lona. Espaço Cênico Yoshifumi Yagi do Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277-6437). Qua. a sex., às 20h; sáb., às 16h e às 20h; dom., às 16h, às 18h e às 20h. R$ 20 (inteira). Até 4/6.
La Movida Microteatro Peças de curta duração. Quatro sessões de cada peça aos sábados e domingos a partir das 21h. Neste sábado (27) Eu (com Andréia Quaresma) Souvenir (com Janaína Morse) Sala de Esquecer (com Raquel Pedras e Cristiano Araújo) Domingo (28) Eu (com Andréia Quaresma) Entre por essa porta agora (com Odilon Esteves) Sala de Esquecer (com Raquel Pedras e Cristiano Araújo) La Movida Microteatro Bar (r. Santa Rita Durão, 153, Funcionários, 98448-2598). Sex. e sáb., das 18h às 1h; dom., das 17h às 23h. R$ 8 (por peça).
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LITERATURA Travessia pautada pelo imprevisível Há cerca de dez anos, o mineiro Sergio Abranches começou a se enfronhar em um novo projeto: “Um livro sobre a tragédia e sobre como interpretar a mudança temática de acordo com os princípios do enredo trágico”. Na verdade, ele já tinha até um nome em mente para a obra, “O Complexo de Prometeu”. Mas, ao examinar os processos sociais, políticos e econômicos para construir esse enredo, o sociólogo e cientista político se deu conta de que havia muito mais do que um simples enfrentamento entre o ser humano e as forças naturais. “Estamos em uma grande travessia que vai mudar radicalmente as nossas vidas em todas as dimensões. Na verdade, já está mudando”, analisa ele. Segundo Abranches, o processo envolve, na verdade, três grandes revoluções (“ou transições”), que interagem e convergem “para produzir uma profunda transformação da sociedade humaPatrícia Cassese
na”. E esmiúça: “Uma socioeconômica e política, uma científica e tecnológica e a mudança climática e a extinção de biodiversidade”. Foi a partir dessa intuição, pois, que nasceu “A Era do Imprevisto” (Cia. das Letras), livro que Abranches lança na capital mineira nesta terça-feira (30), dentro do projeto Sempre um Papo. “A Era do Imprevisto” traz, em seu cerne, muitas dúvidas. Mas muitas esperanças também. “A humanidade pode dar um grande salto civilizatório (neste processo de transformação). Mas é uma sociedade de risco, há muitos perigos nessa travessia”, alerta. Para ele, o futuro que se desenhará vai depender das escolhas que faremos. “De fato, o imprevisto será a regra, não a exceção. Porque estamos diante da emergência do radicalmente novo, da desconstrução dos modelos estabelecidos, sem que já tenhamos construído os novos modelos”, pondera Abranches. Destrinchando ainda um pouco mais, ele se refere a um mundo no qual as coisas vão deixando de funcionar, ao mesmo tempo em
que as novas engrenagens ainda não estão operando. “Isso, claro, gera muita incerteza, medo, aflição, desconfiança”, constata, para então deflagrar os possíveis motivos. “É um mundo globalmente instável e mutante. Nós somos verdadeiramente os seres da transição, os agentes da transição, e estamos confusos, perplexos com esse turbilhão. Mas as inovações estão surgindo, vozes novas vão se tornando audíveis, a conversa nas rede sociais vai revelando caminhos e encontros e vamos nos capacitando para essas escolhas que redefinirão nossas vidas – e que definirão os novos mundos em que viveremos”. Um alento, no panorama? A tremenda capacidade de adaptação à mudança do ser humano. “A quantidade enorme de talentos de que podemos lançar mão. O Brasil, por exemplo, desperdiça, perde um número gigante de talentos, por não lhes dar a oportunidade de se realizarem. Abrindo as portas a esses talentos espalhados por toda parte, ampliaremos as respostas boas aos desafios que enfrentamos”, assegura ele, que, no livro, dialoga com vários pensadores. No caso, “aqueles pensadores e escritores que usaram a imaginação e a lógica e não ficaram presos às conjunturas concretas. Aqueles que buscaram entender o sentimento da transição, o misto de medo, espanto e descoberta dos humanos que viveram grandes transições”, explica.
> Sérgio Abranches
Lança o livro “A Era do Imprevisto” no projeto Sempre um Papo Auditório da Cemig (av. Barbacena, 1.200). Dia 30 (terça-feira), às 19h30. Entrada franca.
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Ter. 30.mai.
Abranches: “O imprevisto será a regra, não a exceção”
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“Marimbondo” 6 Revista apresenta edição especial
prorroga 6 Rosaguaja convocatória de artistas
A próxima edição da “Marimbondo” não poderia ser mais especial. Desta vez, a revista percorre o tradicional bairro da Lagoinha. Para celebrar o lançamento, o evento conta com a presença da Velha Guarda do Samba de BH Onde Bar do Falcão (r. Bonfim, 520, Bonfim) Quando Neste sábado (27), às 15h Quanto Entrada gratuita (os exemplares da revista também serão distribuídos gratuitamente)
A nova proposta do Guaja é: a criação de uma loja física que aproxime o design do cotidiano das pessoas. Para isso, a loja criada, “rosaguaja”, recebe até a próxima sexta-feira (2) inscrições de designers que desejam integrar suas peças ao acervo a ser comercializado. Onde As inscrições devem ser realizadas através do site: www.rosa.guaja. cc/dmais/ Quando Até sexta-feira (2/6) Quanto Inscrições gratuitas
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Mineira 6 Academia homenageia Primo Levi
Dimas Lopes 6 Jornalista lança seu 5º livro
Para relembrar os 30 anos sem o escritor e químico Primo Levi, completados em 2017, a Academia Mineira de Letras realiza a palestra “30 anos Sem Primo Levi”. A convite do programa Universidade Livre, a psicóloga Lucíola Macêdo (foto) discutirá a obra do escritor Onde Academia Mineira de Letras (r. da Bahia, 1466, Lourdes) Quando Quarta-feira (31), às 17h Quanto Entrada gratuita
Neste novo trabalho, o autor reúne uma coletânea de histórias sobre políticos mineiros, com ilustrações do chargista Duke. Onde Galeria de Arte da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho) Quando Segunda-feira (29), das 18h30 às 21h30 Quanto Entrada gratuita (o livro será vendido a R$ 40)
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ARTES VISUAIS Um Portinari mais acessível LEO FONTES - 17.5.17
Patrícia Embora a paCassese lavra “inclusão” esteja sendo cada vez mais proferida nos projetos desenvolvidos pelos equipamentos culturais/museológicas do país, é fato: nem sempre todas as ações contemplam o universo formado pelos deficientes visuais. Motivo pelo qual “louvável” e “bastante relevante” foram algumas das expressões aplicadas pelo grupo convidado pela Casa Fiat de Cultura para travar contato, em primeira mão, com os três protótipos multissensoriais alusivos ao painel “Civilização Mineira”, de Candido Portinari, que já estão disponíveis para os visitantes. “Vale destacar a iniciativa da instituição – uma referência na cidade, que tem trazido exposições importantes da arte italiana, e que ocupa um lugar central no CircuitoCultural Praçada Liberdade. Justamente por ser um espaço de referência, é possível que, a partir deagora,outros equipamentos sigam a mesma trilha”, pondera o historiador, mestre e doutor em educação Flávio de Oliveira, 52, um dos convidados do evento
de apresentação da iniciativa, realizado no último dia 17. Flávio fala de cátedra: já há alguns anos, ele, que perdeu praticamente toda a visão por conta de um glaucoma, dá consultoria a projetos que têm a inclusão como bandeira – embora faça questão de frisar que não tem uma verdade pronta. “Apenas trago possibilidades de caminhos”, argumenta. PARA TODOS As peças multissensoriais foram propostas pelo Núcleo de Acessibilidade da Casa Fiat de Cultura e produzidas pela própria equipe de educadores, em parceria com o Fab Lab da Universidade Corporativa do Grupo Fiat Chrysler Automobiles, utilizando MDF nas impressoras 3D. Vale dizer que, apesar de terem sido apresentadas inicialmente ao grupo de deficientes visuais citado, os protótipos poderão ser manuseados por qualquer visitante interessado. Na verdade, a primeira peça ressalta a composição de cores da tela de Portinari – portanto, no caso dos deficientes visuais, poderá ser aplicada aos que ainda têm alguma porcentagem da visão preservada. No caso, as cores
Manuseio: a experiência tátil visa ajudar o deficiente visual a compreender a concepção das obras pelo artista
predominantes no painel (azul, laranja e suas variações e combinações) foram saturadas, de modo a fazer compreender como esse jogo de cores dialoga. As outras duas peças são mais apropriadas aos que perderam 100% a visão, ou quase. Caso de Carlito de Sá, 31, e Felipe Forte, 28, que elogiaram a iniciativa. “Fiquei encantado”, disse Carlito, estu-
dante de Letras. Já Felipe lembrou o quanto é difícil, para o deficiente visual de nascença, como é seu caso, pensar a formação da imagem. No caso das peças da Casa Fiat, a segunda reproduz as linhas essenciais do desenho da obra, dividindo-o em 12 placas, de modo a permitir que o público entenda como o painel foi composto por meio da montagem e desmonta-
gem das peças. A terceira destaca a estrutura de composição da paisagem, formada por sete planos. A ideia é ajudar o visitante a perceber as noções de perspectiva que compõem a cena. Clarita Gonzaga, coordenadora do Programa Educativo da Casa Fiat, lembra que a ideia é que as peças sejam as primeiras de uma série – e, portanto, avisa que críti-
cas serão bem-vindas. “Podemos corrigir caminhos, pois ninguém é dono da verdade. A ideia é possibilitar queo deficiente visual vivencia a experiência de forma autônoma”, sustenta.
Casa Fiat de >Cultura Praça da Liberdade, 10. Exposições: de terça a sexta, das 10h às 21h, sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
CENÁRIO BH BRUNO MAGALHÃES/DIVULGAÇÃO
CRIS NOLI/DIVULGAÇÃO
Cataldo ministra 6 Elza oficinas de cinema
dos Brinquedos leva 6 Museu brincadeira para a rua
A convite do projeto Filme-Escola, a diretora de cinema Elza Cataldo coordena cinco oficinas de capacitação para cinema. Entre os temas abordados, estão: Finalização de Roteiro e Preparação de Elenco, Direção de Arte, Figurino, Trilha Sonora e Produção Executiva Onde Casa da Economia Criativa do Sebrae Minas (r. Santa Rita Durão, 1275, Savassi) Quando De terça (30) a sexta (2) Quanto R$ 250 (inscrições pelo telefone 3285-2622).
Para celebrar o Dia Mundial do Brincar, o Museu dos Brinquedos preparou uma programação especial. Neste fim de semana, a rua Cláudio Manoel se torna espaço de brincadeiras e recebe desde oficinas de bambolê até apresentações musicais Onde Quarteirão fechado da r. Cláudio Manoel (Funcionários) Quando Neste sábado (27), das 15h às 17h30 Quanto Entrada gratuita
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de cerâmica promovem 6 Ateliers oficinas gratuitas na capital
de Artes e Ofícios 6 Museu conta a história da cadeira
Em comemoração ao Dia do Ceramista, celebrado nesta semana, 33 ateliers de cerâmica espalhados por Minas Gerais prepararam uma programação especial para estes sábado (27) e domingo (28). Só em BH, são 19 os ateliers que mantêm uma programação especial para o fim de semana, que conta com oficinas de pintura e de cerâmica, atividades para crianças e visitação a exposições. Mais informações, confira no link: bit.do/diadoceramista2017.
Neste mês, o Museu de Artes e Ofícios recebe a exposição “Cadeiras Contam Histórias – da Marcenaria Portuguesa à Produção Industrial Brasileira”. A mostra narra a trajetória do móvel através dos tempos, desde a chegada com a vinda dos portugueses ao Brasil até a produção modernista do objeto Onde Museu de Artes e Ofícios (Praça Rui Barbosa, 600, centro) Quando 3ª, das 9h às 21h; 4ª a dom., das 9h às 17h. Até 31/7. Quanto Entrada gratuita
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CINEMA Algo fundamental para entender “Real: O Plano por Trás da História” é que não é um filme sobre o Brasil. Mesmo que retrate a criação da moeda, o longa não é uma crônica histórica ou social, mas um estudo sobre um personagem arrogante, que se acredita um gênio – e, independentemente de se concordar com ele ou não, alguém com quem não é fácil passar uma hora e meia. As referências na construção dessa persona e na forma como se relaciona com os demais são claramente “Steve Jobs” e, em especial, “A Rede Social”. E se o diretor Rodrigo Bittencourt não tem o talento de um Danny Boyle ou de um David Fincher, “Real” também não chega a ser tão ruim quanto seu tenebroso trailer fez parecer. O protagonista é o economista Gustavo Franco (Emilio Orciollo Neto), um dos idealizadores do Plano Real e presidente do Banco Central no governo FHC. O filme começa com sua convocação – por Fernando Henrique Cardoso (Norival Rizzo), então ministro da Fazenda – para a equipe de Itamar Franco (Bemvindo Sequeira), e retrata a criação do Real, a relação contenciosa de Gustavo com seus colegas e sua passagem pelo BC – trajetória emoldurada por uma entrevista concedida a uma jornalista vivida por Cassia Kis Magro, pouco antes de seu depoimento na CPI do Banestado, em que foi investigado. “O Gustavo me interessava como o economista mais novoali.Queriaumfilmeparaosjovens, uma ópera rock, e,quando oCacá Dieguese o Fernando Meirelles (produtores) me chamaram, foi por causa dessa pegada”, explica o diretor. A escolha também vem do livro em que “Real” se baseia: “3.000 Dias no Bunker”, de Guilherme Fiuza, que traz Gustavo como umhomemquesósepreocupa com o próprio ego. Significa que, no longa, não interessa o real como uma realidade (com o per-
Ode ao anti-herói do neoliberalismo
Daniel Oliveira
FOTOS DOWNTOWN/DIVULGAÇÃO
Direita Gustavo (Emílio Orciolo Neto) baseou o Real em plano econômico do ministro do III Reich Hjalmar Schacht, que controlou a inflação na Alemanha nazista
dão do trocadilho) na vida das pessoas – e sim como prova da genialidade do protagonista. O filme nunca mostra os efeitos da moeda na vida de pessoas comuns. Quando alguém diz “o país quebrou”, a produção está interessada nisso como uma derrota de Gustavo. Porque, nela, o real é dele, e não do povo – o protagonista não se preocupa com pessoas, provavelmente nem gosta delas. ECONOMÊS Bittencourt retrata essa história como um duelo de egos engravatados. Nos poucos momentos em que o “povo”aparece, é como uma massa de manobra indistinta. Não por acaso, a fotografia (Fabio Burtin) explora a arquitetura de Brasília nas suas locações mais turísticas, já que o universo do filme é frio e desumano como a cidade. Outro reflexo é o uso do “economês” sem explicá-lo ou humanizá-lo – mas como uma ferramenta de poder usada por seus interlocutores.
O resultado é que, num momento em que os cineastas talvez sejam os maiores defensores da esquerda no país, “Real” é um filme de direita: uma celebração dos valores e dos ideais neoliberais sintetizados pelo plano. O que fica claro não só na citação elogiosa a Sergio Moro, mas no retrato da esquerda. Sempre que o PT surge, por meio do parlamentar ficcional Gonçalves (Juliano Cazarré), é para ser exposto como hipócrita, fisiológico e sem visão – a “Geni” que se tornou nos últimos anos. Não significa que o filme seja “coxinha” ou “fascista” – o diretor afirma ser de esquerda e diz ter feito uma obra “equilibrada”. Mas sim que o filme assume o discurso de seu protagonista, único personagem realmente desenvolvido. Os demais não têm vida fora do trabalho e não são pessoas, mas totens. Mesmo FHC é tratado como um político astuto, mas com certa distância, numa reverência que Rizzo não torna
Força-tarefa: Na equipe estão Pedro Malan (Tato Gabus Mendes), Winston Fritsch (Fernando Eiras) e Pérsio Árida (Guilherme Weber)
interessante. Itamar é uma caricatura tapada, e as mulheres não têm muito o que fazer. Paolla Oliveira tem o ingrato papel da esposa às margens. E Mariana Lima tem uma boa cena no final, mas sua Denise serve só como ressonância das ideias de Gustavo. Com isso – à parte a mímese perfeita de Arthur Kohl como um José Serra fisiológico e eleitoreiro –, é inevitável que o destaque de “Real” seja a performance de Orciollo, explorando ao máximo um protagonista egocêntrico e detestável, sem jamais tentar torná-lo simpático. Bittencourt, que montou
“Real” sozinho após o editor Lucas Gonzaga se desentender com os produtores, faz um trabalho decente – com exceção da trilha, que ele mesmo assina, e cujas faixas têm títulos do naipe de “Nirvana Style”, “Poder, Fêmea and Style” e “Tarantino’s Way of Style”. Difícil prever, porém, se é suficiente para convencer o público a pagar para passar mais tempo com a misantropia neoliberal e acima do bem e do mal de Brasília, na atual conjuntura. “O filme não defende o Gustavo, mas o mostra como um anti-herói, que erra como todos nós”, tenta o diretor.
MAIS ESTREIA O cinema nacional oferece ainda a última performance de Nelson Xavier nas telas, no neo-faroeste “Comeback”. Quem prefere algo mais “pipoca” pode conferir o retorno de Johnny Depp como Jack Sparrow em “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, ou a história do boxeador real que inspirou o “Rocky”, de Stallone, em “Punhos de Sangue”. Já os cinéfilos podem matar as saudades da musa Adéle Exarchopoulos em “Faces de uma Mulher”, e da China, pelos olhos de Zhang Hanyi, em “A Vida após a Vida”.
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CINEMA DISNEY/DIVULGAÇÃO
Atenção! A programação abaixo refere-se a este fim de semana dias27 (sábado) e 28 (domingo)
pré-estreias AS AVENTURAS DE OZZY (*) (Ozzy, Espanha, 2017, 1h30, livre) Dir. Alberto Rodríguez, Nacho la Casa. Ozzy é um cão deixado em um spa para cachorros quando seus donos viajam. Mas, na verdade, esse lugar perfeito é uma fachada construída por um vilão que deseja sequestrar cachorros. BH Shopping 6: 14h50 Boulevard 4: 16h10 Cidade 1: 16h30 Contagem 7: 17h Del Rey 7: 14h50, 16h40 Itaú Power 1: 15h, 16h50 Minas 6: 16h20 Paragem 4: 15h, 16h50 Shopping Estação 2: 13h, 15h45 Via 5: 15h, 16h50 (*) Sessões dubladas
O GRANDE DIA (Le Grand Jour, França, 2012, 1h29, Livre) Dir. Pascal Plisson. Separados pela distância dos países onde vivem e com suas jornadas dificultadas pelas vidas que levam, quatro jovens são unidas pelo desejo de vencer e superar obstáculos, em busca de uma vida melhor. Belas 2: 18h50(somente sábado)
estreias
COMEBACK (Brasil, 2017, 1h29, 16 anos) Dir. Erico Rassi. Com Nelson Xavier, Gê Martu, Marcos de Andrade. Pistoleiro aposentado, Amador leva uma vida solitária até ser procurado pelo neto de um antigo amigo, que deseja trabalhar com ele devido à sua fama. Belas 3: 16h10, 19h40
FACES DE UMA MULHER (Orpheline, França, 2016, 1h51, livre) Dir. Arnaud des Pallières. Com Adèle Haenel, Adèle Exarchopoulos, Gemma Arterton, Solène Rigot. Sandra é uma jovem se mudando para Paris. Karine é uma adolescente em fuga. Kiki é uma criança que vive uma tragédia. Renée é uma mulher que pensava estar livre do seu passado. As quatro representam diferentes lados da mesma pessoa. Belas 1: 11h(*)(somente sábado), 16h30, 21h30 (*) Clube do professor. Necessário a comprovação do mesmo
PUNHOS DE SANGUE (Chuck, EUA, 2017, 1h38, 16 anos) Dir. Philippe Falardeau. Com Liev Schreiber, Naomi Watts. A história real de Chuck Wepner, vendedor de bebidas na cidade de Nova Jersey e boxeador pesopesado que inspirou a saga “Rocky” ao ir até o 15º round lutando contra o então maior pugilista do mundo, Muhammad Ali. Ponteio 2: 15h30, 19h30 Ponteio 3: 16h10
REAL – O PLANO POR TRÁS DA HISTÓRIA (Brasil, 2017, 1h35, 12 anos) Dir. Rodrigo Bittencourt. Com Emílio Orciollo Neto, Bemvindo Sequeira, Norival Rizzo. 1993. Quando o então presidente Itamar Franco nomeia Fernando Henrique Cardoso como ministro da Fazenda, o arrogante e inflexível Gustavo Franco é convidado a integrar uma força-tarefa, cujo objetivo é criar um novo plano eco-
Em “Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar”, o lendário Jack Sparrow está completamente falido nômico. BH Shopping 9: 14h20, 16h40, 19h20, 21h50 Boulevard 5: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Cidade 6: 12h(somente domingo), 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Diamond 3: 14h, 16h30, 18h50, 21h30 Pátio Savassi 2: 13h10, 15h30, 17h50, 20h40 Ponteio 2: 13h30, 17h30, 21h20 Shopping Estação 5: 14h45, 17h15, 19h30, 21h45
PIRATAS DO CARIBE – A VINGANÇA DE SALAZAR (Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales, EUA, 2017, 2h09, 12 anos) Dir. Joachim Rønning, Espen Sandberg. Com Johnny Depp, Brenton Thwaites, Javier Bardem. O capitão Salazar lidera um exército de fantasmas assassinos e está disposto a matar todos os piratas existentes. Para escapar, Jack Sparrow precisa encontrar o Tridente de Poseidon, que dá ao seu dono o poder de controlar o mar. Betim 1: 13h20 e 18h25 (*) Big Shopping 2: 15h45, 18h10, 20h40 (*) Boulevard 3: 13h20, 15h50, 18h20, 20h50 Cidade 7: 13h, 15h35, 18h10, 20h45 (*) Contagem 4: 13h30(*), 16h10, 18h45(*, 21h15 Del Rey 3: 13h, 15h30, 18h10, 20h40, 23h(somente sábado) Del Rey 4: 21h (*) Diamond 1: 12h20, 15h10, 18h10, 21h10 Itaú Power 3: 13h20, 15h50, 18h20, 20h50 (*) Minas 4: 13h20, 16h, 18h35, 21h10 (*) Monte Carmo 4: 13h20, 15h50, 18h20, 20h50 (*) Pampulha 6: 14h(*), 16h30, 19h(*), 21h30 Paragem 1: 13h20, 15h50, 18h20, 20h50 Partage Shopping Betim 3: 19h10, 22h (*) Pátio Savassi 3: 19h Shopping Norte 5: 18h10, 20h40 (*) Via Shopping 3: 13h20, 15h50, 18h20 e 20h45 (*) Sessões 3D: Betim 1: 15h50 e 21h (*) BH Shopping 2: 12h20, 15h10, 18h10, 21h10 BH Shopping 3: 13h10, 16h, 19h10, 22h20 (*) BH Shopping 8: 11h50, 14h40, 17h30, 20h30 Big Shopping 1: 15h30, 18h, 20h30 (*) Boulevard IMAX: 13h30, 16h10, 18h45, 21h20 Cidade 5: 13h20(*), 15h50, 18h20(*), 20h50 Contagem 1: 13h20(*), 15h50, 18h20(*), 20h50 Del Rey 1: 13h20(*), 15h50, 18h20(*), 20h50, 23h10(somente sábado) Diamond 6: 14h20, 17h10, 20h10 Itaú Power 6: 13h20(*), 15h50, 18h20(*), 20h50 Minas 1: 13h30(*), 16h10, 18h45(*), 21h15 Monte Carmo 5: 13h(*), 15h35, 18h10(*), 20h40 Pampulha 1: 13h50, 16h20, 18h50, 21h20 (*) Paragem 5: 13h30(*), 16h10, 18h45(*), 21h10 Partage Shopping Betim 1: 15h10, 18h10, 21h10 (*) Partage Shopping Betim 6: 13h50(*), 17h10(*), 20h10 Pátio Savassi 3: 22h Pátio Savassi 5: 12h10, 15h10, 18h10, 21h10, 23h55(somente sábado) Pátio Savassi 6: 11h20, 14h20, 17h20, 20h20, 23h10(somente sábado) Ponteio Premier: 13h30, 16h10, 18h45, 21h15 Shopping Estação 3: 13h15, 16h15, 19h15, 22h15 (*)
Shopping Estação 4: 12h(*)(somente sábado), 15h(*), 18h(*), 21h Shopping Norte 1: 15h30, 18h, 20h30 (*) Via Shopping 4: 13h30(*), 16h10(*), 18h45(*), 21h10
mente sábado) Diamond 4: 13h40 Itaú Power 4: 13h50 (*) Minas 5: 14h (*) Pátio Savassi 7: 17h05, 19h30 (*) Sessões dubladas
(*) Sessões dubladas
A VIDA APÓS A VIDA (Zhi Fan Ye Mao, China, 2017, 1h20, 10 anos) Dir. Zhang Hanyi. Com Zhang Li, Zhang Mingjun. Poucos moradores ainda vivem na pequena província chinesa de Shanxi. O espírito de Xiuying retorna à aldeia através do corpo do filho, Leilei, para mover a árvore que plantou no jardim da família do marido quando se casou. Belas 3: 14h20, 18h
em cartaz ALIEN: COVENANT (Alien: Covenant, EUA, Reino Unido, 2017, 2h02, 14 anos) Dir. Ridley Scott. Com Michael Fassbender, Billy Crudup, Katherine Waterston. 2104. Viajando pela galáxia, os tripulantes da nave colonizadora Covenant encontram um planeta inexplorado. Encantados, eles ignoram os terríveis segredos do local, com David como habitante solitário. Betim 3: 18h30 (*) BH Shopping 10: 15h20, 21h Big Shopping 4: 15h30 (*) Boulevard 4: 18h10 Cidade 8: 13h30, 18h40 (*) Contagem 8: 16h10, 21h10 (*) Del Rey 5: 13h10 (*) Diamond 2: 16h15 Itaú Power 2: 13h40 (*) Minas 3: 13h30 (*) Monte Carmo 2: 14h (*) Pampulha 3: 18h50 (*) Partage Shopping Betim 7: 18h3, 21h30 (*) Pátio Savassi 3: 13h, 16h Shopping Norte 5: 15h45 (*) Via Shopping 2: 13h10 (*) (*) Sessões dubladas
ALÉM DAS PALAVRAS (A Quiet Passion, Reino Unido/Bélgica, 2016, 2h05, 12 anos) Dir. Terence Davies. Com Cynthia Nixon, Jennifer Ehle, Jodhi May. História da grande poeta norte-americana Emily Dickinson, desde os primeiro dias como uma jovem estudante até seus últimos anos como uma artista reclusa e praticamente irreconhecida. Belas 3: 21h30
ANTES QUE EU VÁ (Before I Fall, EUA, 2017, 1h40, 12 anos) Dir. Ry Russo-Young. Com Zoey Deutch, Elena Kampouris, Halston Sage. Samantha Kingston é uma jovem com uma vida perfeita, que chega a um final abrupto no dia 12 de fevereiro. Porém, segundos antes de morrer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana. BH Shopping 10: 12h30, 18h30 Boulevard 4: 14h10 Cidade 3: 16h10, 20h40 (*) Contagem 5: 16h10, 20h40(*) Del Rey 6: 15h50, 20h30, 22h30(so-
A CABANA (The Shack, EUA, 2017, 2h13, 12 anos) Dir. Stuart Hazeldine. Com Sam Worthington, Octavia Spencer, Tim McGraw. Um homem atormentado após perder a filha mais nova recebe um chamado misterioso e retorna à cabana onde o corpo dela foi encontrado para receber uma lição de vida. BH Shopping 5: 15h, 18h20, 21h20 Big Shopping 4: 18h (*) Cidade 2: 15h50 (*) Contagem 8: 13h30, 18h35 (*) Del Rey 5: 18h20 (*) Itaú Power 2: 18h30 (*) Minas 3: 16h, 18h35, 21h10 (*) Via Shopping 1: 13h30 (*) Diamond 4: 16h, 19h, 22h05 Partage Shopping Betim 5: 14h50, 17h50, 20h50 (*) Pátio Savassi 8: 16h10, 19h10 e 22h10 Shopping Estação 1: 16h (*) (*) Sessões dubladas
O CIDADÃO ILUSTRE (El Ciudadano Ilustre, Argentina, 2017, 1h57, 12 anos) Dir. Mariano Cohn, Gastón Duprat. Com Oscar Martinez, Andrea Frigerio, Dady Brieva. Daniel Mantovani, escritor argentino e vencedor do Prêmio Nobel radicado há 40 anos na Europa, volta ao povoado onde nasceu e que inspirou a maioria de seus livros para receber o título de cidadão ilustre. Belas 2: 14h, 18h50(somente domingo), 21h20 Ponteio 4: 16h20, 21h15
CORRA! (Get Out, EUA, 2017, 1h44, 14 anos) Dir. Jordan Peele. Com Daniel Kaluuya, Allison Williams, Catherine Keener. Chris é um fotógrafo negro prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana, Rose. Com o tempo, ele percebe que a família esconde algo muito mais perturbador. BH Shopping 6: 18h, 20h50 Big Shopping 3: 14h25, 16h25, 20h50 (*) Boulevard 1: 17h, 19h10, 21h20 Cidade 3: 11h50(somente domingo), 14h, 18h20 Contagem 5: 14h(*), 18h20 Del Rey 4: 14h20(*), 16h40, 18h50 Diamond 2: 19h15, 21h40 Itaú Power 4: 18h40 (*) Minas 5: 21h15 (*) Monte Carmo 2: 16h30(*), 18h50 Pampulha 3: 14h40, 16h45 e 21h10 (*) Paragem 2: 16h10, 18h20 Partage Shopping Betim 3: 14h20, 16h50 (*) Pátio Savassi 1: 16h30, 18h50, 21h20 Shopping Estação 1: 21h15 (*) Shopping Norte 3: 14h25, 16h25 e 20h50 (*) Via Shopping 1: 16h10 (*) (*) Sessões dubladas
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 27 de maio a 2 de
almanaque
junho de 2017
27
CINEMA em cartaz (continuação) GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 2
(Guardians of the Galaxy Vol. 2, EUA, 2017, 2h13, 12 anos) Dir. James Gunn. Com Chris Pratt, Dave Bautista, Zoe Saldana. Os Guardiões viajam ao longo do cosmos e lutam para manter sua nova família unida. Enquanto isso tentam desvendar os mistérios da verdadeira paternidade de Peter Quill. Betim 2: 18h10 (*) Boulevard 3: 20h40 Cidade 8: 16h e 21h05 (*) Contagem 6: 15h, 17h40, 20h30 (*) Del Rey 6: 13h20, 18h (*) Itaú Power 2: 15h50, 21h05 (*) Minas 6: 13h40, 18h10 (*) Monte Carmo 3: 16h (*) Pampulha 5: 13h55, 18h55 (*) Paragem 2: 20h40 (*) Partage Shopping Betim 4: 17h30, 20h30 (*) Pátio Savassi 7: 13h50 Shopping Estação 6: 13h30, 19h45 (*) Shopping Norte 2: 15h20 (*) Via Shopping 2: 18h20 (*) Sessão 3D: BH Shopping 4: 18h40, 22h Big Shopping 5: 15h20 (*) (*) Sessões dubladas
UM HOMEM DE FAMÍLIA
(A Family Man, EUA, 2017, 1h48, 12 anos) Dir. Mark Williams. Com Gerard Butler, Gretchen Mol, Max Jenkins. Dane Jensen, implacável headhunter corporativo, está disputando a chance de substituir o chefe da empresa, prestes a se aposentar, mas uma tragédia familiar faz com que ele coloque na balança suas prioridades. Belas 1: 14h, 19h Diamond 2: 13h20 Ponteio 4: 13h45, 18h40
O PODEROSO CHEFINHO (*)
(The Boss Baby, EUA, 2017, 1h37, livre) Dir. Tom McGrath. Um bebê falante que usa terno une forças com seu irmão mais velho invejoso para impedir que um inescrupuloso CEO acabe com o amor no mundo, além de salvar os pais. BH Shopping 5: 12h40 Betim 2: 14h, 16h Diamond 5: 12h Monte Carmo 1: 16h50 Pampulha 4: 14h, 15h55 Partage Shopping Betim 4: 13h, 15h20 Pátio Savassi 8: 11h40 (*) Sessões dubladas
A PROMESSA
(The Promise, EUA/Espanha, 2017, 2h14, 14 anos) Dir. Terry George. Com Christian Bale, Charlotte Le Bon, Oscar Isaac. Após se casar, o armênio Michael viaja à Turquia para estudar medicina durante os meses finais do Império Otomano, e vive um triângulo amoroso em meio ao genocídio turco contra a minoria armênia. Belas 2: 16h20
REI ARTHUR – A LENDA DA ESPADA
(King Arthur: Legend of the Sword, EUA/Austrália/Reino Unido, 2017, 2h05, 14 anos) Dir. Guy Ritchie. Com Charlie Hunnam, Astrid Bergès-Frisbey, Jude Law. Arthur é um jovem das ruas que controla os becos de Londonium e desconhece sua predestinação até o momento em que entra em contato pela primeira vez com a Excalibur. Cineart Betim 3: 13h30, 16h, 21h (*) BH Shopping 6: 12h, 13h20, 16h10 (*) Big Shopping 3: 18h25 (*) Big Shopping 4: 20h35 (*) Boulevard 2: 13h40 e 21h10 Cidade 4: 13h30, 18h30 (*) Contagem 2: 13h30(*), 16h, 18h30(*), 21h Del Rey 7: 22h20(somente sábado) (*) Itaú Power 5: 13h25, 18h25 (*) Minas 2: 13h30, 18h30 (*) Monte Carmo 3: 13h30(*), 18h30(*), 21h10 Pampulha 2: 14h05, 16h30, 18h55, 21h20 (*) Paragem 3: 13h30(*), 16h, 18h30(*), 21h Pátio Savassi 1: 13h40 Shopping Norte 3: 18h25 (*)
VITRINE/DIVULGAÇÃO
Via Shopping 2: 18h20, 20h50 (*) Sessões 3D: BH Shopping 1: 12h50, 15h40, 18h50, 21h40 Big Shopping 5: 17h55, 20h20 (*) Boulevard 2: 16h10, 18h40 Cidade 4: 16h, 21h (*) Del Rey 2: 13h30, 18h30, 16h, 21h10 Diamond 5: 14h40, 17h50, 20h50 Itaú Power 5: 15h55, 20h55 (*) Minas 2: 16h e 21h (*) Partage Shopping Betim 2: 12h45, 15h30, 18h50, 21h50 (*) Pátio Savassi 4: 12h50, 15h50, 18h40, 21h30 Ponteio 3: 13h40, 18h40, 21h10 Shopping Estação 2: 18h20, 21h30 (*) Shopping Norte 2: 17h55, 20h20 (*) (*) Sessões dubladas
Domingo (28) 17h “Martírio” (BRA, 2016, 2h40, 14 anos) Dir. Vincent Carelli 19h30 Curtas “Roça da Sogra”; “Mandioca, Sustento da Vida”; “Não Gosta de Fazer Mas Gosta de Comer”. Sessão comentada. (*) Cine Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.
O RASTRO
(O Rastro, Brasil/EUA, 2017, 1h50, 14 anos) Dir. J. C. Feyer. Com Rafael Cardoso, Leandra Leal, Natália Guedes. João Rocha, jovem médico em ascensão, supervisiona a transferência de pacientes quando um hospital público é fechado. Quando uma criança desaparece, ele é levado a uma jornada obscura e perigosa. BH Shopping 4: 14h, 16h20 Boulevard 1: 13h20, 15h10 Cidade 1: 14h30, 18h40, 20h30 Contagem 7: 15h, 19h, 21h Del Rey 7: 18h30 e 20h20 Itaú Power 1: 18h40, 20h30 Minas 6: 20h50 Monte Carmo 1: 14h50, 18h40, 20h30 Pampulha 4: 17h50, 19h40, 21h30 Paragem 4: 18h40, 20h30 Partage Shopping Betim 7: 14h, 16h20 Pátio Savassi 8: 14h Shopping Estação 1: 13h45, 19h (*) Via Shopping 5: 18h40, 20h30 (*) Sessões dubladas
ROCK DOG – NO FARO DO SUCESSO
(Rock Dog, China/EUA, 2016, 1h20, livre) Dir. Ash Brannon. Quando um rádio cai do céu diretamente nas mãos de um atônito cão da raça mastim tibetano, ele sai de casa em busca da realização de seu maior sonho: tornar-se músico. Paragem 2: 14h (sessão dublada)
OS SMURFS E A VILA PERDIDA
(Smurfs: The Lost Village, EUA, 2017, 1h30, livre) Dir. Kelly Asbury. Após se sentir sem função no vilarejo dos Smurf, Smurfette parte em busca de novas descobertas, e conhece uma Floresta Encantada, com diversas criaturas mágicas. BH Shopping 7: 13h, 15h30, 17h40, 19h50 (sessões dubladas)
VELOZES E FURIOSOS 8 (*)
(The Fate of the Furious, EUA/Reino Unido/França/Canadá/Samoa, 2017, 14 anos, 2h16) Dir. F. Gary Gray. Com Vin Diesel, Dwayne Johnson, Jason Statham. Dom e Letty estão em lua de mel e levam uma vida pacata, mas uma mulher misteriosa faz com que Dom retorne ao mundo do crime. Betim 2: 20h50 BH Shopping 7: 22h10 Cidade 2: 13h10, 18h30, 21h10 Contagem 3: 13h15, 15h50, 18h25, 21h10 Del Rey 5: 15h30, 20h50 Itaú Power 4: 16h, 20h40 Minas 5: 16h, 18h40 Monte Carmo 2: 21h Pampulha 5: 16h25, 21h25 Shopping Estação 6: 16h30, 22h30 Via Shopping 2: 15h40 Via Shopping 1: 21h (*) Sessões dubladas
mostras CINECLUBE FRANCÓFONO (*)
Exibição de filmes produzidos em países dé língua francesa Neste sábado (27) 14h “O Casamento a Três” (Le Mariage à Trois, FRA, 2010, 1h40) Dir. Jacques Doillon. Sessão Comentada
CURTA CIRCUITO (*)
Exibição de clássicos do cinema popular nacional Segunda-feira (29) 20h “Corpo Devasso” (BRA, 1980, 1h24) Dir. Alfredo Sternheim. Bate-papo após a sessão com David Cardoso
Ayvu – Vozes da Terra”. 19h30 Curtas: “Nora Malcriada”; “Vetidaresé – Benzimento de Proteção”; “Comemoração dos Netos de Makunaimî”; “Wehsé Darahsé Wihipuri – Calendário do Trabalho da Roça”. Sessão comentada.
FESTIVAL DE CINEMA EUROPEU (*)
13ª edição do Festival de Cinema Europeu, com o tema “Mulheres em Cena”. Neste sábado (27) 19h “Pavee Lackeen - A Cigana” (Irlanda, 2005, 1h28, 16 anos) Dir. Perry Ogden.
Vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Brasília, “Martírio” será exibido neste domingo (28), na Mostra Filme Livre, no Sescd Palladium PASSOU BATIDO (*) Neste sábado (27) 16h30 “O Ornitólogo” (POR-FRA-BRA, 2016, 1h57) Dir. João Pedro Rodrigues 18h45 “As Mil e Uma Noites – Volume 2, O Desolado” (PORFRA-ALE-SUI, 2016, 2h11) Dir. Miguel Gomes 21h15 “Cavalo Dinheiro” (POR, 2014, 1h43) Dir. Pedro Costa Domingo (28) 16h “John From” (FRA-POR, 2016, 1h35) Dir. João Nicolau 18h “As Mil e Uma Noites – Volume 3, Encantado” (PORFRA-ALE-SUI, 2016, 2h5) Dir. Miguel Gomes 20h15 “A cidade onde envelheço” (BRA, 2016, 1h40) Dir. Marília Rocha Segunda-feira (29) 16h “Eu, Daniel Blake” (I, Daniel Blake, FRA-ING, 2016, 1h40) Dir. Ken Loach 18h “Era o Hotel Cambridge” (BRA, 2016, 1h39) Dir. Eliane Caffé
17h “Francofonia - Louvre Sob Ocupação” (FRA-ALE-HOL, 2015, 1h24) Dir. Aleksandr Sokurov 19h “Elon não acredita na morte” (BRA, 2016, 1h15) Sessão comentada Dir. Ricardo Alves Júnior 21h15 “A Assassina” (China-FRA-Hong Kong-Taiwan, 2015, 2h) Dir. Hsiao-Hsien Hou
CORPO POLÍTICO (*)
Filmes que marcaram a trajetória de representação e luta LGBTQ integram a mostra Quinta-feira (1º) 17h “Infâmia” (The Children's Hour, EUA, 1961, 1h47) Dir. William Wyler. Sessão comentada 19h30 “Línguas Desatadas” (Tongues Untied, EUA, 1989, 54 min) Dir. Marlon Riggs 20h30 Debate Corpo Político “Ingrid” (BRA, 2016, 6 min) Dir. Maick Hannder
Terça-feira (30) 16h “Os Belos Dias de Aranjuez” (Les beaux jours d'Aranjuez, ALE-FRA-PORT, 2016, 1h37) Dir. Wim Wenders 18h “Joaquim” (BRA, 2016, 1h40) Dir. Marcelo Gomes 20h “Toni Erdmann” (ALE-AUS, 2016, 2h42) Dir. Maren Ade
Sexta-feira (2) 15h30 “Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar” (To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar, EUA, 1995, 1h49) Dir.Beeban Kidron 17h30 “Rocky Horror Picture Show” (The Rocky Horror Picture Show, EUAING, 1975, 1h40) Dir. Jim Sharman 19h30 Sessão Cinema e Psicanálise “Transamérica” (Transamerica, EUA, 2005, 1h43) Dir. Duncan Tucker. Sessão comentada pelo mestre em Psicologia e doutorando em Psicologia na UFMG Henri Kaufmanner.
Quarta-feira (31) 15h “O Tesouro” (Comoara, FRA-ROM, 2016, 1h29) Dir. Corneliu Porumboiu
(*) Cine Humberto Mauro (av. Humberto Mauro, 1.537, centro). Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.
MOSTRA DO FILME LIVRE (*) Neste sábado (27) 14h Mostrinha Livre 2 Curtas: “Fuga do Orfanato”; “Quando Pisei em Marte”; “Eric Acorde”; “O Caçador de Árvores Gigantes”; “Xavier”. 15h Curta Minas Curtas: “Carta para Francisca”; “Na Missão, com Kadu”; “Minas Hotel”. 16h30 Territórios 4 Longa: “Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos”. Curta: “Muros”. 18h15 Mundo Livre 4 Longa: “La Ultima Tierra”. Curta: “Mains Propres”. 20h Panorama Livre 4 Curtas: “As Ondas”; “Sólon”; “Cenesthesia”; “Confidente”; “Frequências”.
Domingo (28) 14h Mostrinha Livre 1 Curtas: “Astrogildo e a Astronave”; “Lá do Alto”; “Órion”. 17h Territórios 1 Longa: “Martírio”. 18h Mundo Livre 5 Longa: “Os Leones”. Curta: “Dois Pássaros”. 20h Panorama Livre 5 Curtas: “Satan Satie ou Memórias de um Amnésico”; “Hotel Cidade Alta”; “Campana”. (*)CCBB (Circuito Cultural Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.
TERRITÓRIO AMERÍNDIO (*)
Mostra traz visibilidade para coletivos e realizadores do cinema indígena. Confira a programação de curtas metragem no site sescmg.com.br/sesc_palladium Neste sábado (27) 18h Curtas:“Retomada Teykue”; “Além do Olhar”; “Lágrima do Diamante”; “Yvy
Quarta-feira (31) 17h “O Menino da Ponte” (Chipre, 2016, 1h30) Dir. Petros Charalambous 19h30 “Hannah Arendt” (Alemanha, 2013, 1h54) Dir. Margarethe von Trotta Quinta-feira (1º) 17h De Sua Janela à Minha (Espanha, 2011, 1h38) Dir. Paula Ortiz 19h30 “Pânico” (Eslovênia, 2013) Dir. Brabara Zelmjic Sexta-feira (2) 17h “Tigres na Cidade” (Eslováquia, 2012, 1h25) Dir. Juraj Krasnohorsky 19h30 “O Caminho do Himalaia” (Croácia, 2012) Dir. Anton Ostojic (*) MIS Cine Santa Tereza (rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza). Entrada gratuita
MOSTRA CINEMA E AMÉRICA LATINA (*) 19h Sessão de Encerramento: Curtas Zapatistas Filmes realizados por diversos diretores e coletivos, desde o ano 2000. Debate após a sessão. (*) Casa Invisível (av. Bias Fortes 1.034, centro). Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.
CINECLUBE TJ (*)
Sessões de cinema com recurso de audiodescrição para deficientes Terça-feira (30) 19h “O Palhaço” (Brasil, 2011, 1h30) Dir. Selton Mello (*) Auditório da Corregedoria-Geral de Justiça (Rua Goiás, 253, Centro, Belo Horizonte). Entrada gratuita
DEBATE SOBRE CORPOS POLÍTICOS OCUPAM AS TELAS DO HUMBERTO MAURO FOX/DIVULGAÇÃO
Queer Ao longo do mês de junho, o Cine Humberto Mauro recebe a mostra de filmes Corpos Políticos, com obras produzidas entre os anos 70 e 2010 que destacam uma geração de cineastas independentes que buscam inserir discussões complexas acerca do universo LGBTQ. As questões de identidade, sexualidade e afetividade tratadas nos filmes evidenciam corpos em busca de afirmação e exercendo a resistência política. Na programação, filmes como “Rocky Horror Picture Show” (1975, na foto ao lado), “Los Leones” (2016) e “Lesbiana” (2012). Em 14 de junho, será realizada a Batalha de Lip Sync, uma competição de dublagem, após exibição simultânea, no cine e no Jardim Interno, dos filmes “Pink Flamingos” e “Wigstock”. Onde Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1.537) Quando 1º a 29 de junho (confira programação desta semana no roteiro acima) Quanto Gratuito
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O QUE VEM POR AÍ junho DIA 2 ALMIR SATER
Palácio das Artes. Às 21h. R$ 140 (plateia 1 e 2, inteira), R$ 120 (plateia superior, inteira). DIA 3 MARIA BETHÂNIA
KM de Vantagens Hall BH. Às 21h. R$ 1.200 (mesa setor 1 com quatro cadeiras), R$ 1.000 (mesa setor 2 com quatro cadeiras), R$ 280 (arquibancada, inteira, 4° lote). DIA 9 BOSSA NOVA IN CONCERT LEILA PINHEIRO, MPB4, MARCOS VALLE, ROBERTO MENESCAL E WANDA SÁ
Palácio das Artes. Às 21h. R$ 200 (plateia 1, inteira), R$ 180 (plateia 2, inteira), R$ 160 (plateia superior, inteira) DIA 10 ARRAIAL INCRÍVEL LANÇAMENTO DO DISCO “ESPIRAL DE ILUSÕES”, DE CRIOLO
Parque Municipal. Às 19h. R$ 40 (promocional); R$ 100 (inteira, 1° lote). DIA 10 TIAGO IORC - TROCO LIKES
RAMA DE OLIVEIRA/DIVULGAÇÃO
E SIGO DE VOLTA
Palácio das Artes. Às 21h. R$ 160 (plateia 1, inteira), R$ 140 (plateia 2, inteira), R$ 120 (plateia superior, inteira). DIA 10 IRA!
Estacionamento do Shopping Del Rey. Às 21h30. R$ 600 (mesa para quatro pessoas), R$ 90 (inteira, 1° lote). DIA 10 MANU GAVASSI
Cine Theatro Brasil. Às 18h. R$ 250 (plateia 1A); R$ 100 (plateia 1B, inteira); R$ 80 (plateia 2, inteira). DIA 11 FESTIVAL BB SEGURIDADE DE BLUES E JAZZ COM ZECA BALEIRO
Cine Theatro Brasil. Às 21h. R$ 50 (inteira).
teira, 1° lote).
DIA 24
NELSON FREITAS E VOCÊ
BIQUINI CAVADÃO
BH Hall. Às 24h. R$ 80 (arquibancada/pista, inteira, 1° lote). ROUPA NOVA
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 520 (mesa setor 1 com quatro cadeiras), R$ 440 (mesa setor 2 com quatro cadeiras), R$ 80 (arquibancada, inteira, 1° lote)
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 1.000 (mesa com quatro lugares), R$ 140 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote).
agosto DIA 12
ALICE CAYMMI
CIDADE NEGRA
Teatro Bradesco. Às 21h. R$ 40 (inteira).
julho
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 70 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote). DIA 25
DIA 23
Inhotim. R$ 340 (passaporte para os três dias, inteira).
MECAINHOTIM - COM JORGE BEN JOR E KAROL CONKA
DIA 22 THE MAINE
Teatro Bradesco. Às 20h. R$ 240 (setor 1, inteira), R$ 200 (setor 2, inteira).
DIAS 23 E 24 A HISTÓRIA DE NÓS 2 COM ALEXANDRA RICHTER E BRUNO GARCIA
ANA CAROLINA - TURNÊ “GRANDES SUCESSOS”
DIA 30
DIAS 7, 8 E 9
Palácio das Artes. Às 21h. R$ 200 (plateia 1, inteira), R$ 160 (plateia 2, inteira), R$ 120 (plateia superior, inteira)
Cine Theatro Brasil. Sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 70 (inteira). DIA 29
DIA 30
Praça JK. Às 11h. Entrada gratuita. FÁBIO DE MELO O SAGRADO DOS DIAS
DIAS 29 E 30
DIA 22 NANDO REIS
Land Spirit. Às 21h. R$ 180 (in-
HANSON - MIDDLE OF EVERYWHERE 25TH ANNIVERSARY WORLD TOUR
Zeca Baleiro faz apresentação gratuita no dia 11 de junho
setembro
R$ 280 (pista, inteira, 1° te).
DIA 10
DIA 23
DEVENDRA BANHART
PÉRICLES
Music Hall. Às 21h. R$ 180 (inteira, 1° lote), R$ 80 (pré-venda Queremos!)
KM de Vantagens Hall BH. Às 21h30. A partir de R$ 220 (pista/ arquibancada, inteira, 1° lote)
DIAS 15 E 16
DIA 26
Palácio das Artes. Preços e horários ainda não informados.
O GRANDE ENCONTRO
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 110 (inteira, 2° lote), R$ 720 (mesa setor 1 com 4 lugares), R$ 600 (mesa setor 2 com quatro lugares)
TRINCA DE ASES GAL COSTA, GILBERTO GIL E NANDO REIS
DIA 18 AEROSMITH
Esplanada do Mineirão. R$ 580 (pista premium, inteira, 1° lote),
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 640 (mesa, setor 1), R$ 560 (mesa, setor 2), R$ R$ 90 (arquibancada, inteira).
outubro DIA 17 PAUL MCCARTNEY
Mineirão. Às 21h. R$ 850 (pista premium Elo, inteira), R$ 400 (pista normal, inteira), R$ 580 (cad. inferior, inteira), R$ 350 (cad. superior, inteira).
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PEDRO NICOLI/DIVULGAÇÃO
CASAMENTOS> Listamosaseguirdicas
preciosíssimasetendênciasdosetor
Suba ao altar com o pé direito Quando o assunto é casamento, o céu é o limite. E as novidades relativas ao tema, que nunca se esgotam – afinal, sempre há algo novo para se compartilhar –, estão na ordem do dia, já que maio segue firme como o mês mais cobiçado para as cerimônias. Os números são sedutores e apontam que, neste setor, não há crise. De acordo com dados do Instituto Data Popular e da Abrafesta, os gastos com festas e cerimônias de casaLorena K. Martins
mento apresentam um crescimento anual médio de 10,4%. Entre 2013 e 2016, o aumento foi de 25% em todo o Brasil. “Mesmo com a crise, as pessoas não deixam de se casar. Podem até apostar em eventos um pouco menores, mas o segmento segue em alta”, acredita Fábio de Paula, organizador da mostra “Bem Casados”. Com serviços cada vez mais sedutores, listamos, a seguir, novidades fresquinhas desse mercado que podem te ajudar a tornar o grande dia ainda mais especial. PEDRO NICOLI/DIVULGAÇÃO
Madrinha ou noiva? Fica a seu critério! Da esquerda para direita: vestidos Cosh, Cajo, Fleche D’or e Jes Plus Culture com cinto Ellizabeth Marques. Todas usam joias Ajour Atelier e buquês da Verde Musgo
BRENO MAYER/DIVULGAÇÃO
PEÇA ESSENCIAL
Vestido Cosh e joias Ajour Atelier Capa substituindo o véu, da marca Ellizabeth Marques
FICHA TÉCNICA Direção e edição de moda: Deia Lansky Fotografia: Pedro Nicoli
Beleza: Tami Pacheco (Camarim Mineiro) Modelos: Camila Jeunon (Live), Ciça Macedo (Ford),
Lara Lisboa (Doze) e Maryel Uchida (Live) Agradecimentos: CP Gardens e Verde Musgo
Decidir como será o vestido de noiva é um dos momentos mais empolgantes para quem vai subir ao altar. De acordo com as pesquisas do site de tendências Pinterest, o tradicional vestido na cor branca pode dar lugar ao dusty rose, ou “rosa velho” – tom preferido para as noivas que vêm buscando alternativas para fugir do tradicionalismo fashion (veja sugestões acima). Mas, para quem não concorda muito com as tentativas de Oscar de la Renta e Vera Wang criar noivas moderníssimas e bem coloridas, por exemplo, e prefere o tradicional branco, Adriana Coutinho, realizadora do evento Casar em Minas Gerais, reforça que os modelos para este ano são confeccionados bem no estilo boho, com mangas longas, ombros de fora, bordados, aplicações em 3D e flores cortadas a laser e aplicadas uma a uma sobre as rendas. “Capas também são tendências para as noivas que não são fãs de usar o véu. Noivas modernas, que optam por cerimônias mais intimistas, podem usar macacões e calças de alfaiataria, pensados especialmente para a ocasião”, sugere.
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INSTAGRAM/REPRODUÇÃO
Bem-casado da Lenir Maia Gourmet
A MELHOR PARTE O bolo é, sem dúvida, um dos protagonistas da festa e responsável por deixar a mesa de doces ainda mais atrativa. Os naked cakes, isto é, os bolos sem coberturas, com as camadas e recheios à mostra, agora, continuam triufando e dando um toque rústico à decoração. Mas, ao lado deles, também estão os com acabamento espatulado – batizados de seminaked –, que utilizam uma fina camada de cobertura, deixando a massa aparecer em alguns pontos do bolo. Outra novidade é o modelo pintado à mão, ao lado dos com acabamentos metálicos ou aquarelados. Já o bem-casado, presença quase que obrigatória para selar um casório, ganhou um sabor especial: de churros, uma combinação de doce de leite com canela. No ateliê Lenir Braga, especializado no doce, os que fazem mais sucesso em maio são os embrulhados com tercinhos.
Seminaked cake da Bem Bolado Cozinha Artesanal
ARQUIVO PESSOAL SIDNEY CAMPELO/DIVULGAÇÃO
DÉCOR Eleita pela Pantone como a cor de 2017, o verde batizado de “greenery” está presente em decorações, principalmente para cerimônias mais rústicas e durante o dia. “Aproveite o benefício dos eventos ao ar livre e durante o dia para investir em folhagens com diferentes formatos e tamanhos, remetendo à natureza”, recomenda Adriana Coutinho, da Casar. Outra novidade é a decoração com enfeites suspensos – como lustres, fitas, flores e galhos – e inspirada no “boho chic”. “É um conceito que mescla vários estilos. Pode-se ter cadeiras diferentes, coloridas, móveis vintage ou feitos de madeira de demolição”, enumera Fábio de Paula, organizador da mostra “Bem Casados”. FELIPE MATOSO/DIVULGAÇÃO
INSTAGRAM/REPRODUÇÃO
Buquê de flores rústicas da Floriana
PRA JOGAR
Decoração com enfeites suspensos, assinado pela Verde Musgo
Sabe aquele clássico buquê bem redondinho, com flores de um só tipo bem amarradas? Esqueça! Para este ano, a dica é misturar várias flores de cores diferentes e espécies exóticas com bastantes folhagens diferenciadas. Vale também investir nas suculentas, que dão um ar mais rústico, principalmente para cerimônias diurnas. “É a vez dos buquês desconstruídos e com mais simplicidade, com cara de flores que foram colhidas no quintal”, explica Adriana Coutinho.
Decoração inspirada na cor greenery
INSTAGRAM/REPRODUÇÃO
BEM BONITA
Ser madrinha de casamento é uma baita responsabilidade. Compor o altar com a noiva requer cuidados e, na hora de escolher o vestido, surgem muitas dúvidas, além do receio de cometer gafes. A tendência do uso do mesmo tom de roupa é ainda a principal escolha da noiva. “No último evento que realizamos, a noiva cedeu um tecido estampado para todas as madrinhas, e elas mandaram fazer o look no modelo que preferiam”, conta Paloma Horta, sócia da Rockstage Produções. Para Marcela Malloy, diretora criativa da grife mineira Arte Sacra, os modelos mais procurados são o minimalismo ou o extravagante. Isso no caso de as madrinhas estarem livres para escolher o modelo e a cor que desejarem. “De um lado, peças com uma alfaiataria mais limpa, seja ela mais fluida ou mais estruturada e, do outro, bordados que ainda têm um papel muito forte no luxo da temporada”, disse. Vestido Arte Sacra
Para Ramiro Cerqueira, do Office Hair, os penteados ideais para o casório são os tradicionais: coques, cabelos soltos e tranças, por exemplo. “A maquiagem deve estar clean, porém bem marcada para não ficar apagada. Se apostar no poder do olhar e do ‘bocão’, não terá erro”, alerta. O passo-a-passo para o sucesso, de acordo com ele, é uma pele bem natural, olhos bem marcados com sombra, cílios postiços e rímel.
Buquê com suculentas, tendência para o ano
AGENDA Casar BH 2017 Onde Buffet Catharina (Av. Raja Gabaglia, 3.080, Estoril) LEONARDO CAMBUÍ /DIVULGAÇÃO
AMIGA DA NOIVA
WÉBER PÁDUA/DIVULGAÇÃO
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Quando 23 de junho (sexta-feira), das 14h às 21h (encerramento da bilheteria às 20h); 24 de junho (sábado), das 14h às 21h (encerramento da bilheteria às 20h); e 25 de junho (domingo), das 14h às 20h (encerramento da bilheteria às 19h) Quanto R$ 40 por dia (meia-entrada apenas para idosos) Feira Estação Noivas e Debutantes 2017 Onde Shopping Estação (av. Cristiano Machado, 11.833) Quando 2 e 3 de junho (sexta-feira e sábado), das 14h às 22h; 4 de junho (domingo), das 14h às 20h
Make para as noivas feito por Ramiro Cerqueira: Pele bem natural e boca marcada
Quanto R$ 10. Até dia 1º de junho, quem comprar um ingresso ganha outro
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junho de 2017
VITRINE
Miau!
5 Estrela C o p o com canudo dedicado ao gato mais famoso e amado do mundo, o Garfield Quanto R$ 59,90 Onde www.ludi. com.br
Para quem ama os felinos Osgatosentraram,definitivamente, paraouniversodamoda,belezae tambémdadecoração.Confira!
dar sorte Gatinho preto em for5 Para mato de bolsa é o acessório que faltava para uma produção divertida na hora de sair Quanto R$ 230 Onde www.myft.com.br
Como se não bastasse servir de estampa para roupas e acessórios, os bichanos agora estão presentes também em cosméticos e ítens decorativos como quadros, almofadas e porta-objetos, responsáveis por conferir um tom divertido e lúdico para dentro de casa. E têm inspirado também a gastronomia! Já na moda, não é novidade os felinos serem protagonistas de criações de alguns estilistas como Marc Jacobs e Stella McCartney, focando em referências literais – como fotos de diferentes gatinhos – e outras mais sutis, com apenas o formato do animal. Seja qual for o seu grau de admiração por eles, os produtos a seguir vão fazer você cair de amores. Da redação
gatinhos Sabe aquelas 6 Contando camisolas que você daria tudo para sair com ela na rua? Esse modelo é para usar também fora da cama Quanto R$ 249 Onde www.lualua.com.br
Esse capacho tem uma estampa 6 Bem-vindo superdivertida. Você vai curtir muito, especialmente se gosta de gatos Quanto R$ 129,99 Onde Oppa Design (31) 3223-0244
Uma homenagem 6 Gatobowie ao astro David Bowie para deixar as paredes da sua casa ainda mais cool Quanto R$ 49,90 Onde www.ziovara.com.br Brinco em formato de gati5 Brilhante nhos é um charme, além de ser super luxuoso Quanto R$ 213 Onde Claudia Arbex (31) 2526-0903 comer Que tal pedir um delicioso 6 Para sorvete acompanhado de um gatinho de chocolate? Quanto A partir de R$ 11 Onde LeGattò Gelato (Rua Curitiba, 2.060, Lourdes)
6 Minimalista Pratinho modelado na cerâmica pode ser usado na decoração, para colocar bijus, e também na cozinha Quanto R$ 25 Onde Hey Cute Store (31) 8877-4167
dado Cansou de ser chama6 Recado do de louco só porque ama gatos? Essa ecobag é pra você! Quanto R$ 29,90 Onde www.canseidesergato.com.br
Bastidores bordados à mão são 6 Mimo uma fofura para dar mais delicadeza ao canto especial da sala Quanto R$ 130 (os dois) Onde No Canto de Cá (31) 99764 -0064
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crônica
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vida leve Casa própria
V
em me contar eufórica sobre s u a maior conquista; adquirira casa própria livrando- se, finalmente, do aluguel. Secretária executiva, três anos de casada. "Quem casa quer casa", não é assim que diz o ditado? Acompanho de perto sua satisfação. Tem dúvidas sobre a cor da parede, o piso a ser usado. Quer um ambiente light, como seu estado de espírito, vasculhando palmo a palmo cada espaço, cada fresta de sua maior conquista - cheia de planos, idéias e vontades. Da janela, não tão grandes são os horizontes, a vista
a se perder num aglomerado deedifícios.Embaixo, arua estreita, onde por vezes passam carros apressados. Quando tiver um filho, pensa, sua infância certamente não será como a dela; brincadeiras no meio da rua onde a meninada se esbaldava, gritos misturados a sorrisos, jogos inocentes, bolas nas vidraças, poucos carros, vizinhos que se davam bom-dia, se conheciam... Hoje, apenas um mundaréu de janelas, onde, vez ou outra, um rosto desconhecido a observa. Mais um, entre tantos. Deixando de lado as divagações, vem me mostrar no computador as fotos que tirou na digital. Vejo que as decisões foram tomadas. No lugar da madeira, cerâmica; no teto, um gesso rebaixando o ambiente, tornando-o mais acolhedor. E me mostra a pe-
quena sala, onde planeja uma mesa de oito lugares - antigo sonho. A mesa é enorme para o ambiente pequeno. E ela insiste, a família é numerosa, pretende nos fins de semana reunir a sua volta, mãe, pai, irmãos... E me indaga com aquele sorriso curioso, cheio de expectativas. Comparo a reforma da casa com o nascimento de um livro; escrito aos poucos, curtido a cada capítulo, preenchido de acordo com as circunstâncias. É assim que deve ser. Mas a mesa tem urgência. Atenta aos seus desejos, nada mais questiono. E que também este seu sonho se concretize. É assim que deve ser. Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO
Laura Medioli laura@otempo.com.br
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GIRO PELO MERCADO: CASA COR MINAS LANÇA OFICIALMENTE A EDIÇÃO 2017 A PARCEIROS E CONVIDADOS RODRIGO TOZZI/DIVULGAÇÃO
O RETORNO DAS
SAMAMBAIAS
Muito usada na década de 80, espécie volta a ser tendência na decoração
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PAISAGISMO> Samambaia compõe os ambientes e exige cuidados simples, como luz solar indireta RODRIGO TOZZI/DIVULGAÇÃO
Ornamental Samambaia se adapta perfeitamente em ambientes internos
Espécie tem forte apelo emocional As samambaias foram muito utilizadas como elemento decorativo durante a década de 80. Por isso, é grande a probabilidade de nos lembrarmos dessa planta enfeitando a casa de nossos avós e até mesmo de nossos pais. Com o passar do tempo, entretanto, elas deixaram de ter destaque. Porém, nos últimos anos, a espécie voltou a ser tendência e já aparece, inclusive, em projetos de mostras de decoração de profissionais renomados. Além da beleza, ela carrega forte apelo emocional por ativar nossas memórias de infância. “Sempre morei em casa e minha família sempre teve samambaias. São plantas que compõem o ambiente interno. Nas casas da minha avó, da minha tia e da minha mãe tinham diversos exemplares. Elas comentavam com frequência sobre a beleza de cada uma. Até parecia uma competição da planta mais bonita”, lembra a administraRenata Abritta
dora Clara Moreira. Ela conta que, hoje, uma dessas plantas ornamenta a sala de jantar do apartamento onde mora com a filha e o esposo. “A samambaia foi escolhida por ele. Era uma planta com a qual meu marido simpatizava quando a via na casa da minha mãe. Quando ela mudou de cidade, ele a pediu de presente. Eu também tenho grande apego a ela”, relata. Clara afirma que a espécie merece atenção. “Ela precisa estar constantemente úmida, gosta de claridade, mas não de sol. Prefere sombra e lugares frescos, sem vento direto”. Segundo a designer de interiores Melina Mundim, para a samambaia estar sempre bonita é indicado molhá-la quatro vezes por semana, sem colocar água demais. Retirar as folhas secas e mortas ajuda a deixála com aspecto saudável. A base na qual o vegetal será plantado deve permitir sua respiração. OPÇÕES As samambaias podem ser usadas de diversas ma-
neiras na decoração. “Seja em cima de estantes, seja sobre mesas, penduradas no teto de salas ou varandas, em jardins verticais dentro e fora de casa ou até mesmo perto de sofás ocupando o lugar de alguma mesa lateral”, enumera a profissional. Para estantes mais altas, ela recomenda a samambaia de metro, cujas folhas ficam caídas, criando um belo efeito. “Como é uma planta versátil e de fácil manutenção, seu uso vai bem desde a sala e o escritório, até a cozinha e o lavabo. A planta ajuda a deixar o ambiente mais leve e menos estressante”, frisa. As espécies mais utilizadas na decoração são rendaportuguesa, americana, de metro e a paulistinha. “Como elas se adaptam melhor a ambientes internos, frescos e com pouca incidência de luz solar, são as queridinhas para os jardins verticais. E, além do mais, o custo é baixo, o que viabiliza uma decoração com plantas, que é alegria garantida para o ambiente do lar”, finaliza Melina.
RODRIGO TOZZI/DIVULGAÇÃO
Ambiente criado por Melina Mundim para a mostra de decoração Modernos Eternos 2016
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junho de 2017 GUSTAVO XAVIER/DIVULGAÇÃO
Neste projeto futurista criado pelo arquiteto Júnior Piacesi, o jardim vertical próximo da área de banho da suíte é ornamentado por samambaias
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Nas casas da minha avó, da minha tia e da minha mãe tinham diversos exemplares. Elas comentavam com frequência sobre a beleza de cada uma. Até parecia uma competição da planta mais bonita
GUSTAVO XAVIER/DIVULGAÇÃO
Comércio de xaxim é proibido Durante muito tempo, o xaxim foi considerado o substrato ideal para o plantio das samambaias ornamentais, por oferecer todas as condições que a planta necessita para crescer e viver saudável. Em função da sua extração desenfreada durante décadas e por seu desenvolvimento ser extremamente lento (cresce cerca de um metro a cada cem anos) a espécie está ameaçada de extinção. Por isso, em 2001 o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) determinou a proibição do corte e da explora-
Na varanda dos quartos, projetada por Renata Sales e Angélica Dutra para a mostra Morar Mais por Menos 2016, o jardim vertical harmoniza com o bambu, conferindo brasilidade e conforto
ção do xaxim. Desta forma, quem deseja ter uma samambaia deve procurar por outras formas de substrato para a espécie. Entre as opções disponíveis atualmente estão o nó de pinheiro e a fibra do coco verde reciclada. O xaxim é uma samambaia gigante típica da Mata Atlântica que pode alcançar até dez metros de altura, semelhante a uma palmeira. Conhecida cientificamente como dicksonia sellowiana, a espécie é muito antiga, sendo contemporânea dos dinossauros. (RA) VIC MEIRELLES/DIVULGAÇÃO
O jardim vertical projetado pelo paisagista Droysen Tomich possui espécies variadas
RODRIGO TOZZI/DIVULGAÇÃO
Com a proibição do xaxim, o nó de pinheiro e a fibra do coco verde reciclada são opções
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GIRO PELO MERCADO W imoveis@otempo.com.br
BÁRBARA DUTRA/DIVULGAÇÃO
CASACOR MINAS
N
o último dia 17, foi realizado o lançamento oficial da CasaCor Minas Gerais 2017. O evento, exclusivo para convidados, ocorreu no casarão de 4 mil metros quadrados localizado na rua Sapucaí, no bairro Floresta, em Belo Horizonte, onde a mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo será realizada de 12 de agosto a 17 de setembro. Durante a reunião operacional que marca o início do evento, os diretores da mostra, Juliana Grillo e Eduardo Faleiro, receberam profissionais e parceiros para apresentação das diretrizes e planos para 2017.
Reunião operacional foi realizada em casarão da rua Sapucaí que abrigará a CasaCor Minas 2017
ESTREIA
O
Guaja, primeiro café-coworking do Brasil, faz sua estreia na CasaCor investindo na construção do Guaja Sapucaí. Este será um espaço híbrido que abrigará a programação cultural da casa e também será um local de trabalho e de experiências compartilhadas. A curadoria da programação desse espaço, que envolve uma série de eventos voltados para as áreas de criatividade e design, também ficará por conta do Guaja.
CONFIRMADO
E
ntre as participações já confirmadas da CasaCor Minas 2017 estão Maurício Bonfim e o escritório CLS Arquitetura, que assinaram ambientes na mostra em 2016 e foram um dos primeiros a assegurar a participação neste ano. Já a premiada arquiteta e designer de interiores Ana Paula Rohlfs retorna à mostra após 6 anos.
BÁRBARA DUTRA/DIVULGAÇÃO
PATROCINADOR LOCAL
Dayse Resende, Eduardo Faleiro, Marina Medioli, Juliana Grillo, Alessandra Soares e Tadeu Campos
N
a ocasião, O TEMPO foi anunciado patrocinador local da 23ª edição da CasaCor Minas. Com essa parceria, todos os detalhes do evento serão divulgados por meio de seus vários canais de comunicação, como os jornais O TEMPO e Pampulha, o Portal O TEMPO e suas redes sociais, e do mais novo lançamento do grupo: a rádio Super Notícia FM.
RÔMULO FIALDINI/DIVULGAÇÃO
COZINHAS ITATIAIA/DIVULGAÇÃO
DESTAQUE
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Cozinhas Itatiaia, uma das maiores indústrias de móveis do país, acaba de ser condecorada com o prêmio Fornecedores Destaques da Construção Civil, na categoria Materiais e Insumos – Cozinhas e Cooktops. A premiação, que está na 15ª edição, é promovida pelo Instituto Mineiro de Engenharia Civil (Imec). A cerimônia de entrega foi realizada no Minas Tênis II, em Belo Horizonte, no último dia 19. O prêmio é uma homenagem a engenheiros civis e dirigentes de construtoras, além das empresas fornecedoras de produtos, bens e serviços para a construção civil. A partir de uma pesquisa com cerca de 8 mil filiados ao Imec em Minas Gerais, foi avaliada a qualidade dos produtos e serviços prestados, incluindo demandas, acolhimento, experiência e especialização.
Regina Galvão é jornalista especializada em lifestyle, design e decoração
PALESTRA
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a última terça-feira (23) a jornalista Regina Galvão esteve no Cineart Ponteio Lar Shopping para ministrar palestra com o tema A arte dos mestres populares brasileiros e como usá-la na decoração. A realização do evento foi uma parceria entre o shopping e a Associação Brasileira de Designers de Interiores (ABD-MG). Rico em arte genuína, o Brasil conta com um grande número de talentos em diferentes técnicas, como madeira, cerâmica, fibras, couro etc. Com o objetivo de apresentar a história e o trabalho de alguns desses artistas em diversos Estados do país, Regina Galvão mostrou ainda em sua palestra como esses artefatos podem valorizar e encher de encanto os projetos de interiores.
Para premiação, foi analisada a qualidade dos produtos e dos serviços
ALUGUEL
SUSTENTABILIDADE
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empreendimento comercial Parque Avenida, administrado pela Promenade Consultoria Imobiliária em Belo Horizonte, recebeu, neste mês, uma certificação internacional que atesta a sustentabilidade após a conclusão da obra. Ele é o primeiro do Brasil a receber o selo AQUA-HQE, da Fundação Vanzolini, na fase de operação, momento em que os usuários começam a utilizar as instalações prediais e percebem os ganhos que a sustentabilidade proporciona em conforto, saúde e economia de recursos, como água e energia, e também na gestão financeira.
preço nominal médio do metro quadrado para aluguel em Belo Horizonte foi de R$ 16 em abril de 2017, que corresponde a uma desvalorização nominal de 4% em comparação com o mesmo período de 2016 (R$ 16,67). Em relação a março deste ano o preço se manteve estável. O levantamento foi realizado pelo DMI-VivaReal (Dados do Mercado Imobiliário). Em comparação com março de 2017 os bairros que apresentaram maior desvalorização em abril foram Santo Agostinho, Santa Amélia, Sagrada Família, Serra, Estoril, Lourdes, Manacás, Funcionários, Castelo e Buritis.
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GLADYSTON RODRIGUES/SINDUSCON-MG
SEGURANÇA DO TRABALHO
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Eduardo Moreira, José Luiz da Fonseca e Geraldo Linhares
Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) realizou, neste mês, a entrega do 18º Prêmio de Segurança do Trabalho. A Direcional Engenharia foi a vencedora na categoria Empresa Prevencionista e a MRV Engenharia foi premiada como Empresa Destaque na Área de Vivência. “Esta premiação faz crescer os desafios que a gente tem pela frente e nos dá mais força e mais energia para continuar”, afirma Ricardo Valadares Gontijo, diretor-presidente da Direcional. Já o gestor executivo de Segurança, Saúde e Meio Ambiente (SSMA) da MRV, José Luiz Esteves da Fonseca, destacou que a segurança como valor primordial da construtora. “Sermos premiados por isso demonstra que nossas ações vêm contribuindo para um ambiente de trabalho saudável e seguro para os nossos colaboradores”, disse. No evento, receberam o Certificado de Empresa Prevencionista as construtoras Conartes Engenharia, Caparaó, Dominus Engenharia, EPO Engenharia e Planejamento de Obras e a MRV Engenharia.
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pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 27 de maio a 2
de junho de 2017
shopping WE BASIC >Linha de calçados com sede no Cidade Jardim foca em acabamento, conforto e design
Nova marca só para os homens FOTOS WE BASIC/DIVULGAÇÃO
O crescimenFelipe to do mercaCastanheira do de produtos voltados para os homens motivou os empresários Hans Saraiva e Miguel Andreola a criarem uma marca de calçados exclusiva para esse público: a We Basic, uma linha com foco no acabamento, conforto e design. As vendas começaram pela internet, mas a demanda os incentivou a investir em uma loja física. O espaço foi inaugurado na última terça-feira (24), na avenida Prudente de Morais, no bairro Cidade Jardim, zona Sul de Belo Horizonte. Saraiva conta que estão disponíveis 70 modelos da grife. “Temos diversos estilos, desde os tipo iate, que estão com muita procura, até sapatos sociais diferenciados e botas. Trabalhamos com a maior parte dos calçados feitos 100% em couro, tanto na parte externa quanto na interna”, diz. “Agora, nosso foco é divulgar a marca. Já tínhamos um resultado muito bom pela internet e realizamos uma experiência, colocando os produtos em algumas lojas, para fazer uma sondagem do mercado. A aceitação foi muito boa”, completa. A estrutura do estabelecimento foi montada com os mesmos ideais da marca e tem o projeto assinado pelo escritório de arquitetura De Bernardi. O espaço foi criado pensando em oferecer conforto e bemestar. “A We Basic busca trazer uma fusão de inovação com estilo, criando modelos originais, com releituras de calçados clássicos, ou a partir da mistura de elementos de estilos dife-
Visão Loja foi desenhada para passar valores da marca e acolher público masculino
rentes”, contam os sócios. Apesar do foco na própria marca, calçados da New Balance e Vert Shoes também vão estar à venda na loja do Cidade Jardim, mas ocupando apenas 10% da unidade. O engenheiro civil Vitor Alencar, 26, conheceu a marca ao fazer compras em uma loja. “É um produto muito bom. Já tenho três pa-
SERVIÇO We Basic Calçados Masculinos Endereço: Avenida Prudente de Morais, 513, Loja 8, Cidade Jardim, Belo Horizonte www.instagram.com/webasicbrasil ww.facebook.com/webasicbrasil
res. A qualidade do material me fez virar cliente, principalmente pelo custo-benefício”, diz Alencar, que aprova a ideia de existir uma loja exclusiva para atendimento ao público masculino. “Geralmente, os homens têm apenas uma seção dentro de alguma loja. Por isso, ter um espaço só para nós faz toda diferença”, defende. PESQUISA A criação da marca surgiu depois que levantamentos feitos no Brasil apontaram que o mercado masculino prefere marcas, espaços e experiências de consumo que os privilegiem. Uma pesquisa feita pela Minds&Hearts, com 414 homens entre 16 e 59 anos, mostrou que 80% dos homens querem marcas exclusivas para eles.
Bota Alexandria R$ 369
Sapato Livorno R$ 299
Sapato Bari R$ 298
Bota Bangkok R$ 317
Iate Tressê R$ 319
Mosssim Colmar R$ 279
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pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 27 de maio a 2 de junho de 2017
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BERTRAND/AFP
WOrgulho. Sugestões de preços para paradas LGBTs pelo mundo. Páginas 4 e 5 WBagagem. Companhias definiram: malas custam a partir de R$ 30. Página 11 pampulha
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BELO HORIZONTE Sábado 27/5/2017
Parabéns, Mickey
Disneyland Paris completa 25 anos com renovações e shows especiais. Páginas 6 a 8
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paulo campos paulocampos@otempo.com.br
sala vip (I) W
check in/ W check out
Clube do Amigo tem primeira edição em BH
FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
A CVC realizou o primeiro encontro do Clube do Amigo em BH. Agora será a vez de Varginha, Divinópolis, Ipatinga, Montes Claros, Contagem, Conselheiro Lafaiete e Lavras. O programa de relacionamento tem o objetivo de promover encontrosperiódicos para integração e troca de experiênciasentre operadora, parceiros de hotelaria, receptivos e agentes de viagens.
Hotelaria (I) A Rede Tauá de Hotéis e Resorts marcou para 2 de julho a inauguração de seu primeiro hotel de categoria econômica, o Alegro Hotel By Tauá, em Atibaia (SP).
Hotelaria (II)
Da CVC, Wellington Lemos, Bruno Matos, Thiago Benfica, gerente de atendimento às agências, Rogério Mendes (SP) e Emanuel Coelho
Gabriella Perdigão, Gualter Santana (rede Golden Dophin), Fernando Sequeira (Carmel e Rifóles) e Camila Azevedo (Tivoli)
A mineira Vert Hotéis anunciou a abertura de seu 17º hotel, em Osasco (SP), previsto para ser inaugurado em julho. O hotel terá a bandeira Ramada Encore.
Balanço positivo A Azul anunciou lucro operacional de R$ 205,2 milhões, recorde no primeiro trimestre para a Azul e aumento de 7% no número de passageiros transportados.
Mais um recorde Aguinaldo Martins (Hotel Jeri), Carlos Endrigo (MME Aleanderson Mendes e Marcelo Mesquita (IBE Hotéis), Rodney Gosling (Tour Code) e Samuel Kist Turismo), Luciana Hroger e Hugo Júnior (Escotur)
Denise Oliveira (Hotéis Ponta Verde), Giselle Souto (Vila Galé) e Rosana Souza (Porto Seguro Praia)
Orlando anunciou recorde de 68 milhões de visitantes em 2016. Em contrapartida, agradeceu aos turistas com milhares de cartões de agradecimento para a campanha #OrlandosBIGThankYou.
Turismo de eventos
Marilda Correa (Adilson Turismo), Vivian Ferreira (Movida), Renata Alves e Natália Freitas (Master Turismo), Michele Cardoso (Mazel Tour) e José Carlos (Sueds) Karla Ricaldoni e Jacqueline Brito (JB Unique Travel)
Rita de Cássia (Girotur), Valéria Cançado (Mundi Travel), Julian Machado (Ibiza) e Débora Morato (Girotur)
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sala vip (II)
São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Foz do Iguaçu e Florianópolis são as cidades que mais recebem eventos internacionais em 2016, segundo a Associação Internacional de Congressos e Convenções (ICCA).
Rio CVB
As novidades da Meliá em um roadshow FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
A rede Meliá Hotels International promoveu roadshow, no Graciliano, em Belo Horizonte, para mostrar as novidades de seus hotéis no Brasil e no exterior e estreitar as relações com os agentes de viagens e os operadores. Quem veio especialmente para o evento foi Gisele Torrano, diretora de leiseure e travel da Meliá International.
Corrigindo a nota publicada na semana passada: Michael Nagy não se despediu do Rio Convention & Visitors. Ele continua como diretor comercial. A Sonia Chami vai assumir a presidência da entidade, e Alfredo Lopes, a presidência do Conselho Curador, no dia 1° de julho. RIO CVB/DIVULGAÇÃO
NELSON KON/DIVULGAÇÃO
Da Meliá Hotels, Diane Alves, Michelle Machado, Thays Fernandes, Perla Perdomo e Gisele Torrano
Christian Sá, Talita Maran, Adriana Machion e Leopoldo Monteiro, todos ds equipe da Meliá Michael, Sonia e Alfredo
E a crise política?
Gran Meliá Nacional Rio, inaugurado no ano passado, no edifício com linhas de Niemeyer
Janaina Trindade (Ideal Viagens), Amanda Pizane, Guilherme e Marina Luz e Marina Felicia (Twig Network)
Amanda Ribeiro (agência Master Turismo) com Renata Ferreira e Ronei Adriano (da operadora CVC)
A crise política está afetando mais uma vez o setor de turismo. A economia, que ensaiava recuperação e tranquilizava operadores e agência, agora gera novas incertezas. Basta ver o dólar turismo, que teve alta de 5% nos últimos dias e chegou a ser vendido a R$ 3,53 nas casas de câmbio.
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O Tempo - Pampulha - Super NotĂcia - Belo Horizonte
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Origem (I)
Violência policial em Nova York A primeira Gay Pride Parade – ou Parada do Orgulho Gay, na tradução do inglês, e hoje Parada LGBT – aconteceu em Nova York, em 28 de junho de 1969. Motivo: uma batida policial no bar Stonewall, frequentado pela comunidade LGBT, resultou na prisão e no espancamento de várias pessoas. STAN HONDA/AFP
turismo
Parada
Bom humor e cor a favor de uma causa vital Desfiles de movimentos LGBTs, queacontecemapartirdejunho,vão colorirasprincipaiscidadesdomundona lutapordireitos,respeitoesegurança Tânia Ramos taniaramos@otempo.com.br
Origem (II)
Primeira parada em Manhattan Em reação à truculência dos policiais no bar, 2.000 manifestantes saíram às ruas do bairro Greenwich Village, em Manhattan, dando início a um movimento pelos direitos civis dos cidadãos LGBTs, que conseguiu vários avanços nas últimas quatro décadas. Hoje, o 28 de junho é o dia oficial do orgulho LGBT. JACK GUEZ/AFP
Tel Aviv
Festa só acaba na famosa praia Segunda maior cidade de Israel, Tel Aviv realiza a Parada Gay desde 1993. No dia 9 de junho, o evento terá início às 10h, na feira no Me’ir Park, com música, shows e discursos. O desfile, com o tema “Bissexualidade” – para celebrar a aceitação da comunidade bissexual –, partirá do jardim, seguindo pelas ruas de Tel Aviv para a cidade Charles Clore, onde a festa da famosa praia será realizada, a partir das 15h, até o pôr do sol.
Inspirada no arco-íris, a bandeira-símbolo do movimento LGBT vai, a partir do próximo mês, tremular em atrativos turísticos e desfilar nas paradas que acontecerão nas maiores cidades do mundo. Cheias de cor, brilho e muita ousadia, essas passeatas reúnem milhares de ativistas e simpatizantes que lutam contra a discriminação a que o grupo ainda está sujeito, assim como pela conquista de direitos, apesar dos muitos avanços nas últimas décadas. Logo, não se deixe enga-
nar por fantasias extravagantes, perucas exageradas, saltos altíssimos e caras e bocas da maioria dos participantes. Embora a comunidade LGBT – formada por lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros – tenha optado pelo bom humor e por um movimento pacífico em defesa de sua causa, a luta é séria, aguerrida e, em muitos países, tem resultado em grandes conquistas. Hoje, 22 países já legalizaram o casamento entre pessoas do mesmo sexo e outros tantos já permitem aos casais homoafetivos adota-
rem legalmente uma criança. Porém, a luta continua, principalmente em busca de mais respeito e de maior segurança, dois direitos sagrados que indignos homofóbicos e fanáticos religiosos ainda teimam em lhes negar. Para participar ou, simplesmente, assistir a uma grandiosa parada LGBT, não é preciso ir muito longe: desde 1997, São Paulo realizada um dos mais animados desfiles do mundo, lotando a avenida Paulista. Contudo, se você tem curiosidade de ir às paradas LGBT de outras cidades do mundo, apresentamos as estimativas de preços de pacotes – baseados em pesquisas do KAYAK (www.kayak. com.br), site global líder em viagens online – para nove delas, com hospedagens em hotéis três estrelas.
Desfile toma conta da rua Yonge, em Toronto, no Canadá
Previsão para a América do Norte* São Francisco (EUA) Parada: 24 e 25/6 Média de preços: A partir de R$ 3.974, de 23 a 26/6 Nova York (EUA) Parada: 16 a 25/6 Média de preços: R$ 6.737, para pacotes de 16 a 25 Los Angeles (EUA) Parada: 9 a 11/6 Média de preços: R$ 4.085,
para pacotes de 8 a 12/6 Chicago (EUA) Parada: 25/6 Média de preços: R$ 3.796, para pacotes de 24 a 27/6 Toronto (Canadá) Parada: 25/6 Média de preços: R$ 4.686 por pessoa, para pacotes de 22 a 26/6 * Fonte: www.kayak.com.br BRITTA PEDERSEN/AFP
Os EUA viram um arco-íris Com início no Market e Beale, às 10h30 da manhã, e fim no Market e na 8th Street, no centro de São Francisco, a parada da capital LGBT norte-americana é considerada uma das maiores do mundo. A cada edição, ela reúne mais de 1,7 milhão de participantes. Se Nova York é o berço moderno do movimento dos direitos LGBTs, São Francisco é a pioneira, tendo na figura de Harvey Milk, tão bem retratada no filme “Milk: A Voz da Igualdade”, o grande expoente da luta a favor da comunidade LGBT. Na Big Apple, o desfile atravessa a Fifth Avenue, passa por Stonewall Inn (local da revolta de 1969), e termina em Greenwich Village. O evento, também conhecido como The March, sempre é animado por mais de 50 carros alegóricos. Em Chicago, onde o desfile se concentra no bairro de Lakeview, reúnem-se 750 mil participantes.
Em frente ao Reichstag, prédio do parlamento alemão (Bundestag), em Berlim, desde o último dia 17 pode-se ver uma corrente de balões nas cores do arco-íris JOSH EDELSON/AFP
No Brasil São Paulo Parada: 18/6 Média de preços: A partir de R$ 611 por pessoa, para pacotes de 15 a 19/6 Belo Horizonte
Canadá
Parada: 16/7
A Parada do Orgulho Gay de Toronto é a maior manifestação LGBT do país.
* Rio de Janeiro: Não terá desfile, segundo “O Globo”.
Na edição de 2016, até o edifício da Câmara Municipal de São Francisco ganhou iluminação com as cores do arco-íris
GEOFF ROBINS/AFP
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MARK RALSTON/AFP
A parada LGBT de Madri rivaliza com a de São Francisco: 2 milhões de participantes
Os participantes da LGBT Pride Parade de 2016 de Los Angeles mostram seu apoio às vítimas do tiroteio ocorrido na boate gay de Orlando, na Flórida PAULO PINTO/FOTOS PÚBLICAS
Considerada a maior do mundo, a parada LGBT de São Paulo reúne 3 milhões de participantes; na edição 2016, capricharam nas fantasias e na maquiagem
Custos estimados para a Europa* Londres (Inglaterra)
Média de preços: R$ 6.973, para pacotes de 27/6 a 9/7
Parada: 8/7 Média de preços: R$ 7.425, para pacotes de 23/6 a 9/7
Zurique (Suíça)
Berlim (Alemanha)
Parada: 10/6 Média de preços: R$ 5.522, para pacotes de 1° a 7/6
Parada: 22/6 Média de preços: R$ 4.939, para pacotes de 20 a 25/6
Incluem: todos com aéreo e hospedagem em hotéis de categoria três estrelas
Barcelona (Espanha)
* Preços foram pesquisados pelo KAYAK (www.kayak.com. br), que também apurou médias para hotéis quatro estrelas
Parada: 10/7
Desfiles na Europa são disputados A parada LGBT de Madri está para a Europa assim como São Francisco está para a América do Norte. A capital espanhola atraiu, nas últimas edições, em média, 2 milhões de participantes do mundo todo, em cinco dias de celebração. O desfile, com performances de DJs, começa às 18h e termina às 23h, na Puerta de Alcalá, monumento na praça da Independência. Até 1975, o país não reconhecia o homossexual como cidadão. Em Berlim, onde a parada é conhecida como Christopher Street Day, são mais de 500 mil participantes em uma semana de festa, com trios elétricos, pessoas fantasiadas e muitas cores pelas ruas, além de arte de vanguarda, filmes, concertos e peças sobre o tema em protesto. Na capital inglesa, aproximadamente 1 milhão de pessoas se reúne no centro de Londres em prol dos direitos dos homossexuais. Já em Paris, na França, a parada, denominada Marche des Fiertes LGBT, ganhou ainda mais força em 2013, com a legalização do casamento gay.
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Restaurantes
Boas opções nos parques Entre uma brincadeira e outra, vale visitar três restaurantes: o Agrabah Café, com bufê de comida árabe e temática do personagem Aladdin; o Bistrot Chez Rémy, de culinária francesa, inspirado no filme “Ratatouille” – escolha um dia com tempo e reserve: o menu de três etapas (€ 59) é imperdível –; e o Walt’s, norte-americano com exposição de fotos, documentos e desenhos que recontam a história de Walt Disney. MARINA GONÇALVES/AGÊNCIA O GLOBO
Hotéis
De três a cinco estrelas Para curtir as novidades, o ideal é passar de dois a três dias na Disney. Para isso, é possível hospedarse em um dos seis hotéis do complexo, de três a cinco estrelas. O Newport Bay Club, recém-reformado e que acaba de receber sua quarta estrela, é um dos maiores da Europa, com mil quartos. Mas o preferido dos brasileiros é o três estrelas Sequoia Lodge. O único com cinco estrelas, a menos de cinco minutos dos parques, é o Disneyland Hotel. DISNEYLAND PARIS/DIVULGAÇÃO
turismo
Disneyland Paris
Magia francesa com mais atrações e programações Parque temático completa25 anos deatividades com renovaçõese showsespeciais; comemorações vão aconteceraté ofim deste ano
temáticos. Os hóspedes ainda têm a chance de entrar duas horas antes da abertura regular dos portões, das 8h às 10h, para aproveitar atrações quase sem fila.
Café com personagens Marina Gonçalves Agência O Globo
Logo na entrada, na estação de trem que funciona como cortina para a magia que vem a seguir, um enorme e iluminado número 25 mostra que está em festa a versão francesa dos parques criados em 1971, na Flórida, e em 1955, na Califórnia. E os 25 anos da Disneyland Paris não poderiam deixar de ser comemorados – com muito magnetismo e (claro!) novidades. Além de atrações renovadas, como o Star Tours, um simulador em 3D com mais de 72 combinações de histórias “em uma galáxia muito, muito distante” e a reabertura da famosa montanha-russa Space Mountain, renomeada Star Wars Hyperspace – as duas em homenagem à saga criada por George Lucas –, um novo desfile exibe mais de oito carros alegóricos. E um show de iluminação de 20 minutos de efeitos especiais e fogos de artifício dá vida a versões recentes de clássicos como “A Bela e a Fera”. As comemorações vão até o fim do ano. O complexo – a 40 minutos de trem do centro de Paris, em Marne-la-Vallée – tem dois parques: Disneyland Park e Walt Disney Studios, com 59 atrações para adultos e crianças, além de 63 lojas de roupas, acessórios e objetos de decora-
ção, e 55 restaurantes e lanchonetes para todos os gostos e bolsos. Nos brinquedos mais concorridos – como os que homenageiam a saga “Star Wars”; ou a clássica montanha-russa musical Aerosmith, a mais rápida do parque; ou ainda o elevador do Hollywood Tower Hotel, que despenca de 13 andares – vale a pena usar o Fast Pass, espécie de senha gratuita com horário marcado para ficar menos tempo na fila. Outra dica valiosa para quem não liga de esperar sozinho é escolher a single ride, fila especial para quem vai sozinho no brinquedo e que não vale para grupos. Para dar conta de tantas atrações, o ideal é ficar mais de um dia no parque e hospedar-se em um dos seis hotéis dentro do complexo, de três a cinco estrelas, todos
E dá para começar o dia com café da manhã caprichado ao lado de personagens como Pluto, Margarida, Tigrão e, claro, o astro da festa, Mickey. Por € 35 (€ 10 a mais que o valor do café no hotel), adultos e crianças têm direito a bufê com pães, croissants, panquecas, frios, iogurtes, frutas e delícias norte-americanas – como ovos mexidos e bacon – e bebidas quentes, enquanto personagens passam pelas mesas e posam com os hóspedes em dois horários diários: 8h15m e 9h45m. YANN PIRIOU/DIVULGAÇÃO
Princesas Desfiles. Às 18h, acontece o desfile “Estrelas da Disney em Parada”, também recémestreado, com oito carros alegóricos (o do novo dragão de “A Bela e a Fera” tem mais de 7 m de altura) e mais de cem artistas, que celebram temas como amizade, magia e aventura e remetem aos personagens principais da Disney-Pixar. Além de Mickey e sua turma, passam pela avenida Simba e Rei Leão, Capitão Gancho e Peter Pan, Bela Adormecida, Rapunzel, Branca de Neve e os Sete Anões, além de Elsa e Anna, protagonistas de “Frozen”.
Disneyland Paris comemora 25 anos com muitas novidades e shows especiais até o fim deste ano DISNEYLAND PARIS/DIVULGAÇÃO
Minnie e Mickey durante a nova parada em comemoração aos 25 anos
Dança. Já no espetáculo “Valsa das princesas iluminadas”, oito delas – Aurora, Ariel, Bela, Branca de Neve, Cinderela, Jasmine, Rapunzel e Tiana – revezam-se no palco com seus respectivos pares.
MARINA GONÇALVES/AGÊNCIA O GLOBO
Planejamento
Espetáculo. Quando a noite cai, a magia continua com o novo festival de iluminação, fogos de artifício e efeitos especiais também criados especialmente para o 25º aniversário. Para uma ocasião tão especial, o espetáculo traz, pela primeira vez, projeções e cenas de filmes como “Piratas do Caribe” e a nova versão de “A Bela e a Fera”, com Emma Watson.
Não dependa da internet Nos parques de Paris ainda não há conexão Wi-Fi. Apesar de ter um aplicativo em que constam os horários das atrações, o tamanho das filas e outras informações úteis, o complexo não oferece acesso à internet (só nos hotéis).
Castelo da Cinderela tem detalhes rosa para contrastar com dias cinzentos
Na Lilly’s Boutique, fotos e homenagens à esposa de Walt Disney
turismo
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DISNEYLAND PARIS/DIVULGAÇÃO
Simulador inspirado na saga ‘Star Wars’ M Muitas das novidades de aniversário estão no Disneyland Park, precisamente na Discoveryland – parte dela praticamente toda dedicada à saga Star Wars. No Star Tours, o Starport, espécie de aeroporto onde os passageiros embarcam rumo a uma aventura por vários planetas, foi totalmente reformado e inclui agora cenas em um dos melhores simuladores do complexo, com 72 combinações possíveis, para fã nenhum sair decepcionado. Os passageiros viajam sob o comando de um novo piloto, C-3PO, que se depara com vários heróis ou vilões da saga pelo caminho. Em minhas andanças pe-
lo Star Tours, topei com Yoda, princesa Leia e o próprio Darth Vader em pessoa (melhor: em 3D), em viagens pelos planetas de Jakku, Naboo e Tatooine. Para ainda mais emoção, vale ficar na primeira fileira da aeronave. No fim da viagem, como estamos em um aeroporto, há, claro, um “duty free”, com uma loja cheia de suvenires. E tem mais: no início deste mês, foi reaberta a montanha-russa Space Mountain, que, após quatro meses e meio de reformas, passou a se chamar Star Wars Hyperspace e aparece em uma versão totalmente inspirada no universo da saga criada por George Lucas.
ALESSANDRO CLEMENZA/DIVULGAÇÃO
Entrada da Star Tours: atração está renovada
Novíssimo Ice Cube Bar, no terraço da Galeries Lafayette
Como visitar Transfer oficial ou van: Ir até a Disneyland, a partir de Paris ou do aeroporto Charles de Gaulle, a cerca de 15 minutos de carro de Marne-la-Vallée, onde fica o complexo, é muito fácil. Uma das opções para quem está hospedado na capital francesa é o serviço de transfer oficial do parque, Disneyland Paris Express, que é prestado pela empresa Magic Ways, com uma van que faz o trajeto de ida e volta entre três estações do metrô até o parque e inclui o ingresso (de 105 a 118 euros, para os dois parques, dependendo da temporada). De trem: Outra alternativa é usar a linha A do RER, o trem urbano francês, em direção a Marne-la-Vallée. Saindo da Gare de Lyon, por exemplo, a viagem leva apenas 40 minutos. Para quem vai do aeroporto, a dica é usar a linha de trem de alta velocidade, o TGV, que sai direto para a Disney: a viagem é rápida e fica mais em conta.
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turismo FOTOS DISNEYLAND PARIS/DIVULGAÇÃO
Salvador
Sete dias em julho A Latam Viagens já está com pacotes para você passar as férias em Salvador. O programa custa a partir de 10 parcelas de R$ 147,47 por pessoa em ap. duplo. Saída no dia 16/7. Inclui, além do aéreo, sete diárias com café da manhã no Salvador Mar Hotel. Válido para as lojas BH Shopping (31- 3286-3999), Boulevard (31-2515- 3310), Diamond Mall (31-25330933) e Minas Shopping (31-3245- 5718). LUCIANA BRUM/AGÊNCIA O GLOBO
Fortaleza
Uma semana com muito sol Fortaleza é um dos destinos mais procurados pelos mineiros nas férias. De 15 a 22/7, o pacote com aéreo e sete dias no Fortpraia Hotel com café da manhã está a partir 10 x R$ 146,21 por pessoa em ap. duplo. Preço válido para as lojas BH Shopping (313286-3999), Boulevard (31-2515- 3310), Diamond Mall (31-25330933) e Minas Shopping (31-3245- 5718).
Disney francesa
De ‘Piratas do
Carro alegórico: dragão com mais de 7 m de altura, no novo desfile
Caribe’ a ‘Ratatouille’ Complexo de Paris conta com algumasdas famosas atraçõesdos parquesdos EUA,mas também ofereceentretenimentos próprios Marina Gonçalves Agência O Globo
O Disneyland Park, o maior dos dois parques do complexo, é dividido em quatro áreas. A Frontierland é uma espécie de Velho Oeste norte-americano, com temática tex-mex, restaurantes típicos e uma mina de ouro (que é, de fato, um tremfantasma), além da disputada montanha-russa Big Thunder Mountain. Na Adventureland, com decoração de inspiração africana, estão atrações como Indiana Jones e Piratas do Caribe. A Fantasyland, que combina arquiteturas alemã, italiana, britânica e francesa, fica o clássico It’s a Small World. E a Discoveryland, dedicada a visionários como Da Vinci e Júlio Verne, é abriga os brinquedos “Star Wars”. NoWaltDisneyStudiosestão duas das atrações mais concorridas: The Twilight Zone Tower of Terror e Rock ‘n’ Roller Coaster (montanharussa musical,do Aerosmith). Há ainda novidades como
o “Mickey e o Mágico” – espetáculo comemorativo inspirado no ilusionista francês Georges Méliès. Ali também a saga de George Lucas ganha espaço: desfiles como a “First Order March” e o show “Star Wars: A Galaxy Far, Far Away”, com as presenças de Darth Vader e Kylo Ren.
Diferenças francesas Quem já visitou outros parques do grupo Disney vai se surpreender com o toque francês, a começar pelo Castelo da Bela Adormecida, ali inspirado em um conto origi-
nalmente alemão, dos Irmãos Grimm, mas também com versão francesa, de Charles Perrault. Noseuinterior,aberto àvisitação, está a galeria “La Belle au Bois Dormant” – o título
O simulador “Ratatouille” é tema de atração exclusiva da Disneyland Paris
original da versão francesa –, que reconta a história por meio de vitrais, esculturas e tapeçarias. Todo de pedras, o castelo é também o único onde um dragão de 24 m de comprimento e 2.750 kg – quesemexe eemitesons–“vive” escondido no calabouço, “La Tanière du Dragon”. Outra atração très françaiseé o simulador em 3D “Ratatouille: The Adventure”, da animação da Disney-Pixar, que abriu as portas em 2014. A conexão com o país europeu pesou na escolha do parque, claro, que investiu cinco anos na concepção da atração. A praça ao redor do brinquedo também é tipicamente francesa, com uma fonte decorada com ratinhos.
Show Homenagem. Outra novidade, criada especialmente para o aniversário de 25 anos do complexo, é o espetáculo “Feliz aniversário, Disneyland Paris!”, com o castelo de “A Bela Adormecida” como pano de fundo. Várias vezes ao dia, o anfitrião Mickey Mouse se veste com seu traje de gala para comemorar a data com mais de 20 personagens. Passam pelo palco Tico e Teco, Pateta, Pluto, Alice, Buzz Lightyear, de “Toy story”, entre outros. “É a primeira vez que tenho a oportunidade de reunir tantos personagens da Disney em um mesmo espetáculo”, explica o diretor da apresentação, Emmanuel Lenormand.
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O Tempo - Pampulha - Super NotĂcia - Belo Horizonte
27 de maio de 2017
W10 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de maio de 2017
turismo
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As novidades de Visit Orlando e do Sea World Parks
FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Visit Orlando, o órgão oficial de turismo da cidade norte-americana, e Sea World promoveram workshop de capacitação no hotel Radisson Blu para apresentar as novidades de Orlando, que vão além dos parques e as estreias da próxima temporada do parque marinho, entre eles a montanha-russa Kraken, o Dolphin Nurse, o berçário de golfinhos, e o novo show noturno Eletric Ocean.
André Almeida (Visit Orlando) e Martim André Almeida (Visit Orlando) e Martin Diniz (SeaWorld Parks & Enter- Myrian Meyer (Meyer Turismo), Ana Luíza (ALR), LeanDiniz (SeaWorld Parks & Entertainment) tainment), Ramon Ferraz (Ramon Turismo) e Breno Pádua (CVC) dro Souza (Abreu) e Fernanda Lamounier (Vivaro Viagens)
Felipe Lorandes (Agaxtur), Raíssa Melo (MMT), Adriana (Oásis), Andréa Peixoto (Kepler Tur), Cláudio Carvalho (Van Holland), Emerson Lombardi (SS Viagens) e Ricardo Andrade (MMT)
Entre os presentes, os agentes Wander Lima (Flotur Turismo), Antonio Barreto e Fabíola Rabelo (Azul Viagens), o veterano Wandercy Fonseca (Alfatur) e Reginaldo Oliveira (CVC Viagens)
Alberto Magno (Agnus Viagens), Paola Salgado (Paola Salgado Viagens), Raphael Viola (Z9 Viagens), César Augusto (Beira Alta Viagens) e César Maciel (Mister Tours Turismo)
Bruna Sambuc (operadora Viagens Master), Denise e Marcelo Litchter (LP Turismo) e Roberta Lara (Latam Viagens)
Caroline Machado e Carol Ocampo (Snow Operadora), Mariana Ribeiro (Finestra Viagens) e Cristina Bertu (Bertur Viagens)
Fabíola Leite (Latam Travel), Raissa Melo (operadora MMT Gatnet) Cely e Lucas Braga (Brooklyn Viagens, Divinópolis)
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FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Da equipe da Somiti, Eduardo Santos, Mara Babetto, Ana Cláudia Prates, Viviane Cunha e Marcos César Santos
Experiência Carioca em Minas Deu overbooking na 68 Pizzeria, em Belo Horizonte, para assistir ao showcase da Windsor Hotéis, que apresentou para os agentes de viagens os 13 hotéis da rede na capital fluminense e promoveu o programa Experiência Carioca, que oferece pacotes de hospedagem em três hotéis da cidade, em locais distintos, como centro (Rio Cultural), Copacabana (Rio Clássico) e Barra da Tijuca (Rio Contemporâneo), para o turista desfrutar plenamente dos atrativos turísticos dessas regiões.
Leonardo Marinho e Ana Claudia Scarpelli (HotelConsulte, representante da rede Windsor Hotéis em Minas) e Emerson Nascimento Lolita Drummond (Furnas Centrais Elétricas), Peter Mangabeira (Pampulha Turismo) e Amanda Ribeiro (Master)
Cristina Silva (CMC Viagens e Turismo) com Savana Costa e Mônica Muniz (Primus Turismo)
turismo
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LEANDRO MORAES/FOLHA IMAGEM
Mineirão
Bagagem
Festival de food trucks
Cobranças já definidas por aéreas Companhias nacionais optam porpreçoúnico para otransporte da primeirabagagem: R$30; Avianca nãovai cobrar no primeiro momento Tânia Ramos
taniaramos@otempo.com.br
Com a queda da liminar que suspendia a entrada em vigor da cobrança pelo despacho de bagagens nos voos no país, liberado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) desde 14 de março, as aéreas nacionais já definiram seus critérios de cobrança pelo serviço. A exceção é a Avianca, que, segundo a assessoria de imprensa, ainda vai estudar melhor a questão, “a fim de criar produtos tarifários customizados que atendam as necessidades dos clientes”.
A Azul, por exemplo, que promete descontos escalonados entre 12% e 30%, dependendo do destino, vai adotar duas categorias de bilhetes: Azul e MaisAzul. No primeiro, o passageiro paga menos pela passagem e decide ou não pela compra da bagagem despachada – a R$ 30 por 23 kg (se ultrapassar a cota, será mantida a atual cobrança por quilo excedente). Para a MaisAzul, será mantida a prática tarifária atual, com direito a 23 kg de bagagem. No grupo Latam, que também estipulou o preço da bagagem em R$ 30, em vigor
Quem comprou bilhetes antes dos novos critérios não paga pelo despacho; a bagagem de mão pode pesar até 10 kg
desde o último dia 18, o passageiro poderá optar por quatro perfis de tarifas: Promo, Light, Plus e Top. Nas duas últimas, o cliente vai pagar mais caro, mas com direito a bagagem, sendo uma na Plus e até duas na Top. Nas Promo e Light, com preços mais em conta, existe uma pegadinha: além de não incluir bagagem, o cliente estará abrindo mão do direito de solicitar alterações no voo e de ter reembolso caso venha a cancelar ou perder o voo. A Gol, que vai iniciar a cobrança em 20 de junho,
também optou por perfis tarifários: Premium (disponível só para voos internacionais e com duas bagagens gratuitas de até 23 kg cada); Flexível e Programada, ambas com direito a uma bagagem; e Light, a mais econômica, sem bagagem. Mas muita atenção com o custo de suas bagagens se você é passageiro Gol. A companhia também vai cobrar R$ 30 reais pela primeira bagagem, mas desde que o serviço seja adquirido online; no check-in, ele simplesmente dobra de valor: R$ 60, enquan-
to a segunda bagagem, que já custa R$ 50, vai para R$ 100.
Sem referência Na avaliação do advogado especializado em direito do consumidor Marcos Paulo Amorim, a falta de transparência, antes da mudança da norma, sobre o percentual da bagagem embutido no preço na passagem dificulta, agora, o compromisso das aéreas de adotarem critérios objetivos e realmente abaixarem os preços dos bilhetes. Logo, ele entendeque“houve perda para o consumidor”.
Acontece hoje (27/5) o Gula Festival de Food Trucks, que reunirá na esplanada do Mineirão, das 9h às 20h, mais de 50 foods trucks e programação recheada de atrativos. Estarão à venda dezenas de opções de comidas e bebidas, como hambúrgueres, espetinhos, batatas, coxinhas, pizzas, omeletes, hot dogs, acarajés e yakisobas, além de cervejs artesanais e sobremessas. Quem for ao evento poderá curtir ainda shows musicais. Ingressos devem ser retirados no site www. gulafestival.com.br, e o público deverá levar 1 kg de alimento não perecível ou pagar R$ 5 no local. GULA FESTIVAL/DIVULGAÇÃO
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turismo MARCO COSTA/DIVULGAÇÃO
São Paulo
Fim de semana romântico O pacote romântico para o casal no Tryp Jesuíno Arruda está com diárias a partir de R$ 499 para quem quer passar o fim de semana em São Paulo. No pacote, estão inclusos decoração especial dos apartamentos Premium, jantar no restaurante Novedad com cardápio exclusivo, ½ garrafa de espumante nacional, chocolate, café da manhã, pantufas e late check-out até as 16h. Informações e reservas: (11) 3704-4400 ou reservas.jesuino@ tryphotels ]MELIÁ HOTELS/DIVULGAÇÃO
Destination wedding
Cinco cenários perfeitos para casar Opções vão das badaladas ilhas deIbiza, na Espanha,e Mykonos, na Grécia,até castelosde Portugale da Françae a romântica Toscana, naItália Tânia Ramos
taniaramos@otempo.com.br
Contrair núpcias não basta por si só. Para que a realização do sonho de flor de laranjeira seja completa, é preciso elevar a cerimônia de casamento até onde a imaginação permite, seja em glamour, exclusividade ou romantismo. Com isso, a tendência do destination wedding chegou para criar esse diferencial e, principalmente, levar a cerimônia de casamento para cenários capazes de imprimir aquele algo mais à celebração.
Fazer uma superfesta ou ter uma lua de mel dos sonhos? Para unir essas duas possibilidades no exterior, a Rockstage Produções (www. rockstageproducoes.com. br), empresa especializada nesse tipo de evento, listou cinco destinos no mundo que estão cada vez mais cobiçados pelos noivos brasileiros. “A escolha vai muito do perfil do casal, se ele almeja uma grande produção ou uma cerimônia mais íntima e personalizada”, avaliam os sócios Paloma Horta e Maurício Ramires.
Mykonos Grécia. Mykonos, filho do deus Apolo, é o nome de uma pequena ilha das Cíclades, na Grécia. Suas praias paradisíacas, boates, restaurantes, gastronomia contemporânea e eventos de música eletrônica são sinônimos de diversão durante todo o ano. As charmosas vielas, cheias de buganvílias, e os moinhos de vento deixam o local ainda mais romântico para a celebração
ROCKSTAGE PRODUÇÕES/DIVULGAÇÃO
Assim dá para você ir
Lisboa, Sintra e Algarve Portugal. Maravilhosos castelos, vinícolas deslumbrantes, pequenas vilas centenárias, hotéis convidativos, campos de golfe e praias incríveis. Portugal é realmente um país com uma série de vantagens. Na capital, Lisboa, chamam
atenção a antiga arquitetura, os azulejos e os célebres bondes históricos. Para quem busca um casamento palaciano, Sintra é referência em glamour e sofisticação. No Algarve, ao sul, um cenário para uma cerimônia chique, com vista para o mar. ROCKSTAGE PRODUÇÕES/DIVULGAÇÃO
Rock in Rio (II)
Itália. Arte, arquitetura, boa gastronomia e muito charme esbanjam os vilarejos medievais da região da Toscana. Alguns dos espaços mais requisitados são o Firenze-Four Season Hotel, um verdadeiro museu renascentista com lindo jardim privado; o Villa la Vedetta, perto da praça Michelangelo e com uma vista única da Catedral de Florença; o hotel Le Fontanelle, em um prédio imponente do século XIII; e o Fonteverde Spa, que une estilo com hospitalidade italianos e a natureza dos arredores.
Vale do Loire Sul da França. Para as noivas que sonham com um casamento de princesa, nada melhor que um castelo para ser o cenário do grande dia. Os mais de 300 châteaux espalhados pelo
vale do rio Loire, construídos entre os séculos X e XVI, são verdadeiros monumentos, que, associados à paisagem, tornam a região única para sacramentar o contos de fada. FLÁVIO BANDIERA/DIVULGAÇÃO
Saídas de BH e interior de MG Os pacotes para o Rock in Rio incluem ingresso, traslado exclusivo para a Cidade do Rock, seguroviagem, transporte rodoviário ou aéreo e a opção de incluir ou não a hospedagem. Nos roteiros de ônibus, a CVC tem lugares disponíveis para saídas de BH e interior de Minas (Araguari, Divinópolis, Ituiutaba, Patos de Minas e Patrocínio). Procure uma loja ou acesse www.cvc.com.br/promocao/pacote-rock-in-rio
FONTEVERDE SPA/DIVULGAÇÃO
Toscana
Rock in Rio (I)
Os ingressos para o Rock in Rio estão esgotados, e quem não conseguiu garantir a entrada para o festival de música ainda tem uma chance. A CVC colocou à venda seu último lote de pacotes de viagens com ingresso para os dias 15, 17, 21 e 22/9, com saídas de diversas cidades. Para atender diferentes perfis de público e orçamento, a CVC disponibiliza várias opções de pacotes, com valores a partir de R$ 798.
de uma união. Entre os principais restaurantes para a realização de casamentos estão Interni, especializado em gastronomia contemporânea e com lindo jardim; Remezzo, de frente para o mar e com um privilegiado pôr do sol; Nammos e Alemagou, os mais requisitados; BudahBar, no luxuoso Hotel Marina; e Beach Club Scorpios, ideal para quem gosta de badalação.
Ibiza Espanha. Situada no leste do país, a ilha é conhecida como a capital mundial da balada. Sol, praia, gente bonita e muita música são as combinações perfeitas para um casal
que queira reunir os amigos em uma grande festa. Durante o verão, o balneário ferve, e a cidade oferece boas opções em hotéis, restaurantes, bares e casas noturnas para a realização de um casamento.
W Serviço. Você já ouviu falar em microrretoque de pintura? Páginas 16 e 17
ALEXANDRE CARNEIRO
W Moto. BMW HP4 Race tem potência extra e peso reduzido. Páginas 22 e 23
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BELO HORIZONTE Sábado 27/5/2017
NovageraçãodaNissanFrontiertem dirigibilidademaisagradável.Páginas 18 e 19
pampulha
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Bruta, mas suave
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interCâmbio
Raimundo Couto
raimundocouto@otempo.com.br
Bom exemplo (II) Na edição do Super Motor da última semana, dedicamos este espaço para divulgar a “carreata verde”, que acontecerá em São Paulo no próximo sábado (27). Em outra oportunidade, publicaremos aqui um balanço do desfile. Hoje, vamos falar de educação no trânsito e da mobilização do Grupo Daimler em uma importante contribuição para democratizar as boas práticas por meio do ensino. O projeto Mobile Kids, sobre educação no trânsito, leva a informação para 64 escolas públicas de São Paulo e tem como públicoalvo, crianças entre 4 e 10 anos. A iniciativa está presente em 11 países, e, além das instituições oficiais, outros 50 colégios particulares receberão o material didático. O conteúdo do projeto foi desenvolvido pela Daimler, em parceria com a Universidade de Koblenz, na Alema-
nha. O Mobile Kids é um projeto global da Daimler que desenvolve, com a consultoria de profissionais especializados, materiais que destacam o trânsito mais seguro e a prevenção de acidentes. A proposta tem como objetivo estimular as crianças a compartilharem com seus pais e familiares conceitos importantes a respeito dos temas, para a formação de uma sociedade ainda mais consciente. “Com essa iniciativa, é possível disseminar ensinamentos no presente que serão fundamentais também no futuro dessas crianças”, destaca Luiz Carlos Moraes, diretor de comunicação corporativa e relações institucionais da MercedesBenz do Brasil e responsável pelo comitê de Responsabilidade Social. O projeto da Daimler veio complementar a iniciativa do colégio e, pela importância do tema, a instituição decidiu
compartilhar os materiais didáticos com outras escolas de São Paulo, possibilitando a disseminação do conhecimento para crianças das redes pública e privada de ensino. A cartilha é composta por cartões, fichas, desenhos explicativos e jogos de cartas que representam a realidade do trânsito e estimulam o raciocínio dos participantes em busca de segurança e responsabilidade com pedestres, ciclistas e motoristas em geral. “Os materiais didáticos do Mobile Kids são utilizados por todos os países que realizam o projeto. É dessa forma que conseguimos alcançar as crianças, trazendo diversão e informação”, completa. A presença internacional da Daimler torna possível a adaptação do projeto em
DAIMLER/DIVULGAÇÃO
Mercedes-Benz encabeça a iniciativa pioneira no Brasil diversas línguas com o apoio de parceiros locais. Países como Rússia, China e Turquia também levam às crianças conteúdos traduzidos e que representam a realidade do trânsito de cada região. A iniciativa da Daimler deveria ser seguida por seus pares estrangeiros que atuam no Brasil
há muitas décadas e têm suas matrizes em países desenvolvidos, onde há escolas públicas de qualidade, professores bem remunerados e alto nível na formação dos jovens alunos. Só por meio da educação é possível construir um país com mais dignidade e inclusão social.
“A iniciativa da Daimler deveria ser seguida por seus pares estrangeiros que atuam no Brasil há muitas décadas. Só por meio da educação é possível construir um país com mais dignidade e inclusão social.”
super motor
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Embasamento
Decisões favoráveis à proteção veicular desmistificam questionamentos DOUGLAS MAGNO/03.01.2017
Segundoadvogadoespecialista emdireito societário etributário, tem sido constatadoque os grupos de assistênciamútuasãolegais A proteção veicular, já há algum tempo, tem sido alvo de questionamentos. Afinal de contas, ela é legal? O que tem sido decidido pelas instâncias superiores em relação ao assunto? Conforme destaca Renner Fonseca, sócio da Fonseca e Matos Advogados e especialista em direito societário e tributário, a legalização da atividade está sendo discutida nos âmbitos do Poder Judiciário, do Poder Legislativo e também perante a autarquia federal responsável pela fiscalização do segmento securitário. “No Judiciário, o tema ainda é controverso, mas existem diversas decisões do Tribunal Regional Federal da 1ª Região favoráveis à legalidade do funcionamento das associações de proteção veicular”, diz Fonseca. O profissional destaca como exemplo o julgamento do recurso de uma associação, em que os desembargadores concluíram que não existia vedação legal a esse tipo de prática, uma vez que a liberdade de associação tem garantia constitucional. Além disso, também foi citado na decisão o Enunciado 185, aprovado na III Jornada de Direito Civil, promovida pelo Conselho da Justiça Federal (CJF), segundo o qual “a disciplina dos seguros do Código Civil e as normas da previdência privada que impõem a contratação exclusivamente por meio de entidades legalmente autorizadas não impedem a formação de grupos restritos de ajuda mútua, caracterizados pela autogestão”. Sendo assim, se não há proibição legal, como
reforça Fonseca, a grupos que têm como finalidade repartir prejuízos na forma de mutualismo, muitas vezes o que acontece é um questionamento, por parte de órgãos de governo, a respeito das semelhanças existentes entre as atividades das seguradoras e aquelas das associações. No entanto, ele reforça que existem muitas distinções. “O que mais difere o mutualismo da proteção veicular do contrato de uma seguradora é que na proteção veicular não há intuito de lucro”, frisa o advogado. Diante desse pensamento, conforme explica o profissional, recentemente, em alguns casos, já se modificou o entendimento no julgamento dessa questão, como aconteceu, por exemplo, no Processo Administrativo 15414.2016200675, do Estado do Rio Grande do Sul, cuja conclusão foi a de “que as operações de assistência mutualista da associação não guardam nenhuma característica de operações exclusivas de uma Sociedade Seguradora, conforme preconizado no parágrafo 1º do artigo 143 do Decreto-Lei 73, de 21 de novembro de 1966”. O Processo 15414.0022892013-30, do Estado do Rio de Janeiro, também teve um parecer favorável à associação que estava sendo julgada, conforme sinaliza Renner Fonseca.
Projetos Perante esse cenário e a constatação, por parte de diferentes órgãos, de que as associações e as seguradoras têm diferenças entre si, sendo que uma não pode ser confundida com a outra, já existem, no Legislativo, dois projetos de lei em fase adiantada de análise por parte
Atualidade. Conforme frisa profissional da área, já existem projetos de lei que visam incluir regulamento da atividade no Código Civil LEO FONTES
dos parlamentares. “No Senado, tramita o Projeto de Lei PLS 356/2012, de autoria do senador Vital do Rêgo. Na Câmara dos Deputados, há o Projeto de Lei PL 4.844/2012, de autoria do deputado Diego Andrade, que já foi aprovado em várias comissões”, cita o advogado. Os dois projetos têm como finalidade a inserção no Código Civil da regulamentação da formação de grupos que são caracterizados pela autogestão e que têm como intuito a repartição entre seus membros dos prejuízos sofridos por seus veículos, sem que, com isso, haja qualquer objetivo relacionado a lucros.
O advogado Renner Fonseca explica como está o cenário nos dias de hoje
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super motor FOTOS VOLKSWAGEN/DIVULGAÇÃO
Serviço
Maquiagem profissional, rápida e segura Microrretoque da pintura ganha espaçonas oficinase surge como alternativamais ágilem relaçãoao processode consertoconvencional Igor Veiga Nem sempre um serviço de repintura automotiva é um trabalho demorado e caro. Muitas vezes, pequenos retoques, feitos com serviços rápidos dão conta de recuperar a aparência original do carro. É o caso do microrretoque de pintura, que existe para corrigir pequenas imperfeições quando o reparo dispensa a etapa da funilaria. Devido à grande di-
mensão e não havendo região delimitada para a pintura, áreas como do capô, teto, tampa traseira e regiões centrais das demais peças não devem ser submetidas à técnica do microrretoque e, sim, à repintura convencional. Contudo, cada modelo de veículo apresenta peças com geometrias diferentes. Mesmo que elas estejam em região não recomendada para microrretoque, cabe ao profissional avaliar se o processo é viá-
vel. “Necessariamente, não sai mais barato, mas certamente é um serviço mais rápido. Então, a pessoa não precisa ficar muito tempo sem o carro”, destaca Gerson Burin, do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil). De acordo com o especialista, o microrretoque é indicado somente para danos em áreas pequenas, como arranhões e lascas na pintura do carro, independentemente da profundidade do dano (Confira na infografia ao lado).
Não perca seu tempo No mercado de produtos automotivos, é fácil achar para compra, seja pela internet ou até mesmo
Técnica é recomendada para reparar danos em áreas pequenas da pintura do veículo em hipermercados, aquelas canetas baratinhas, que prometem reparar de forma instantânea qualquer tipo de arranhão ou risco na pintura. Segundo o Burin, esse tipo de produto serve só como um disfarce malfeito e temporário. “É uma coisa que as pessoas usam, mas que está longe de trazer qualidade. A tinta da caneta não é da cor do carro, obviamente, costuma ser mais escura. Então, sempre vai ficar apa-
rente a diferença de tom. Depois, porque a profundidade do risco não é preenchida. Além disso, com o tempo, depois de algumas lavagens no carro, essa tinta vai sair”, explica.
Cuidado na hora da ducha De acordo com o especialista, deixar o carro sem lavar por muito tempo causar riscos sérios à pintura, se, na hora da lavagem, não forem observados alguns cuidados.
“Isso é muito comum na ducha rápida do posto de combustível. É importante observar se, quem está com o carro, está fazendo o processo de tirar o grosso da sujeira e das impurezas sempre de cima para baixo. Além disso, o ideal é que ele trabalhe com duas esponjas. Uma para usar só do friso da porta para cima, e outra para a parte mais baixa do carro, que acumula mais impurezas”, indica Burin.
super motor EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
MICRORRETOQUE DE PINTURA RECOMENDÁVEL NAS EXTREMIDADES DAS PEÇAS RECOMENDÁVEL SEM RESTRIÇÕES
O microrretoque existe para corrigir pequenas imperfeições quando o reparo dispensa a etapa da funilaria
TÉCNICA PODE SER APLICADA NOS SEGUINTES CASOS: VERNIZ TINTA PRIMER LATARIA
VERNIZ TINTA PRIMER LATARIA
Cada modelo de veículo apresenta peças com geometrias diferentes. Mesmo que elas estejam em regiões não recomendáveis, cabe ao profissional avaliar se o processo é viável
O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de maio de 2017
Linha 2018
Toro ganha nova versão a diesel
A localização do dano é fator determinante para a aplicação da técnica. Confira qual é a viabilidade, conforme a região atingida do carro NÃO RECOMENDÁVEL FAZER O MICRORRETOQUE
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VERNIZ TINTA PRIMER LATARIA
Risco superficial Quando a profundidade do dano não excede a camada de verniz, podendo ser removido com polimento Risco intermediário A profundidade do dano não excede a camada do pigmento, mas o polimento não é suficiente para removê-lo Risco profundo A profundidade do dano atinge o primer abaixo da pintura ou a própria chapa metálica, podendo haver reparo com aplicação de fundo
A Fiat lançou ontem a nova linha 2018 da picape Fiat Toro. A principal novidade é a estreia da inédita versão Freedom 4x4 a diesel, que chega às lojas equipada com motor 2.0 e o câmbio automático de nove marchas. A versão sai por R$ 116.990. Além disso, a Toro Freedom também vem agora com o recalibrado motor 1.8 E.TorQ EVO, que estreou no Jeep Renegade. Outra novidade é a pintura bicolor (exceto para as versões 1.8). FIAT/DIVULGAÇÃO
FONTE: CESVI BRASIL
É melhor limpar aquele cocô de passarinho Além da ação prolongada do sol, outros problemas imprevistos como as fezes de pássaros podem manchar de forma definitiva a pintura de seu carro. Neste caso, a recomendação é de limpar a sujeira o mais rápido possível, com sabão neutro e água apenas. “O cocô de passarinho produz um ataque químico ao verniz da pintura. Se você tentar limpar muito tempo depois, ele já foi afetado. Aí, por mais limpo que fique, a mancha pode não sair nem com polimento”, alerta Burin. Se caírem fezes no para-brisa ou no vidro traseiro, também é recomendado fazer uma limpeza. “Elas impregnam a borracha das palhetas de sujeira e diminuem a vida útil delas”, conclui. (IV)
Kicks nacional
SUV vai partir de R$ 70,5 mil A Nissan divulgou, na última semana, os novos preços do SUV Nissan Kicks produzido no Brasil, na planta da montadora em Resende, no Rio de Janeiro. O Kicks nacional vai partir de R$ 70.500, na versão S. A nova opção top de linha (SL) com câmbio automático CVT, vai custar R$ 94.900. Até então, o Nissan Kicks, que chega importado do México, na versão SV Limited, parte de R$ 86.490.
Volkswagen
Querosene, óleo diesel e outros, nem pensar! Na hora de levar ao lava jato ou dar por conta própria aquela geral em seu possante no fim de semana, é bom também tomar cuidado com o que pretende usar para limpar as sujeiras mais difíceis de sair da carroceria. A regra é: não use de forma alguma qualquer derivado de petróleo, tal como querosene, óleo diesel e outros. Segundo o especialista da Cesvi Brasil, esse tipo de produto pode até limpar, mas agride a superfície da pintura e também das peças plásti-
cas, como molduras das caixas de rodas de veículos aventureiros, por exemplo. Outro erro comum é usar produtos de limpeza doméstica como sabão em pó e detergente que não seja neutro. “O ideal é usar sabão neutro e água e só. Se quiser aplicar uma cera, seja líquida ou pastosa, para proteger a pintura e dar brilho, sem problemas. Mas sempre cera automotiva, nada de cera caseira ou doméstica”, orienta. (IV)
Fox 2018 fica mais equipado Sem novidades em termos de design ou motorização, a linha 2018 do Fox chega com novos equipamentos. A nova versão de entrada Trendline 1.0, por exemplo, passa a vir de série com sensor de estacionamento , vidros elétricos nas quatro portas, retrovisores elétricos e sistema multimídia com touchscreen de 6,5 polegadas e função de espelhamento de celular. Os preços não foram divulgados.
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super motor
Avaliação
Picape com condução agradável Nissan Frontier evolui bastanteem dirigibilidade; propulsor 2.3a diesel, sobrealimentadopor dois turbocompressores, desenvolve190 cv depotência Alexandre Carneiro A diversidade de picapes médias disponíveis no mercado brasileiro não se reflete nos números de vendas: apenas dois modelos, Chevrolet S10 e Toyota Hilux, detêm, juntos, cerca de 50% dos emplacamentos. Em termos de participação, a Frontier tem desempenho discreto, figurando entre as menos comercializadas do segmento. Todavia, a caminhonete da Nissan mostra qualidades em sua nova geração, lançada há dois meses no Brasil. Totalmente reprojetada, a picape adotou um novo conjunto mecânico, formado por câmbio automático de sete marchas, com trocas sequenciais por meio de toques na alavanca, e motor 2.3 a diesel. Apesar de ter uma capaci-
dade cúbica pequena dentro da categoria, esse propulsor entrega números de potência e torque na média da concorrência: são 190 cv a 3.750 rpm e 45,9 kgfm entre 1.500 rpm e 2.500 rpm. Isso é possível graças a tecnologias como injeção direta de combustível e, principalmente, sobrealimentação com dois turbocompressores. Na suspensão, o diferencial da Frontier está nas molas helicoidais posicionadas no eixo rígido traseiro. É a primeira vez no Brasil que uma caminhonete média utiliza esse tipo de elemento elástico, que é próprio de carros de passeio; todas as demais picapes médias são equipadas com molas parabólicas, que, em tese, são mais resistentes ao peso, porém prejudicam a dirigibilidade. Se a solução adotada pela Nissan irá mesmo
“aguentar o tranco”, só o tempo irá confirmar. O fato é que a capacidade de carga informada pelo fabricante, de 1.050 kg, não fica atrás da das concorrentes.
Comportamento A solução incomum da suspensão traseira traz reflexos no rodar da Frontier, que é suave para uma picape de seu porte. Ondulações e falhas na pavimentação, que costumam causar muito desconforto aos ocupantes de caminhonetes, não chegam a ser um martírio. Só não espere dela o mesmo conforto de um hatch ou um sedã: apesar da evolução nesse sentido, picapes ainda têm proposta cargueira. A estabilidade segue a mesma lógica: é boa para uma caminhonete média, mas não é possível esperar que um veículo de 1.985 kg
de peso e 1,85 m de altura contorne curvas com grande desenvoltura. Já os freios, com discos ventilados na dianteira e tambores na traseira, mostram resultados corretos, mas não chegam a se destacar. Por sua vez, a direção tem assistência hidráulica, menos avançada que a elétrica presente em algumas concorrentes, mas consegue entregar razoável leveza em manobras e firmeza em alta velocidade. O desempenho é bom: a Frontier, apesar do porte e do peso elevados, é ágil na cidade e não tem dificuldade para fazer ultrapassagens ou encarar subidas de serra na estrada. Não se sente o efeito conhecido como “turbolag”, e o motor responde bem em todas as faixas de rotação. O consumo também foi satisfatório: durante a avaliação, o Super Motor obteve médias de 9,3 km/L na cidade e 12 km/L na estrada.
Decoração externa tem muitos cromados; faróis incorporam luzes diurnas de LEDs
Fora do asfalto A reportagem também submeteu a Frontier a alguns percursos off-road, com nível moderado de dificuldade. Equipada com tração 4x4, reduzida e bloqueio do diferencial traseiro, a caminhonete não teve qualquer dificuldade para enfrentar os desafios. Os ângulos de ataque e saída de 27,2º e 31,6º, respectivamente, e o vão livre do solo de 29,2 cm também se mostraram adequados às aventuras na terra.
Ficha técnica Motor: 2,298 L, quatro cilindros, 16 válvulas, com dois turbos e injeção direta. Potência: 190 cv a 3.750 rpm.
Torque: 45,9 kgfm de 1.500 rpm a 2.500 rpm. Transmissão: Câmbio automático de sete marchas; tração 4x4 com reduzida.
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O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de maio de 2017
FOTOS: ALEXANDRE CARNEIRO
Por enquanto, versão top de linha é a única disponível A versão top de linha LE é, por enquanto, a única disponível para a nova geração da Frontier, por R$ 166,7 mil. Ela vem de série com ar-condicionado digital com duas zonas de temperatura, chave presencial com partida por botão, sensor crepuscular, revestimento interno em couro, bancos dianteiros com aquecimento e do motorista com
regulagem elétrica, cruisecontrol, controlador de velocidade em descidas, assistente de partida em rampa, retrovisores externos com ajustes e rebatimento elétrico, travas e vidros elétricos, volante multifuncional, faróis de neblina, alarme, sensor de estacionamento traseiro, câmera de ré e central multimídia com tela de toque de 6,2 polegadas,
com leitor mp3, leitores de CDs e DVDs, entradas USB e para SD Card, conexão à internet e navegador GPS. Entre os itens de segurança, há controles de tração e estabilidade e freios ABS. Porém, os airbags se limitam aos frontais. Pelo preço da picape, deveriam existir, no mínimo, mais duas bolsas laterais. (AC)
Rodas de liga leve de 16 polegadas, calçadas com pneus 225/70 R16, vêm de série
Interior e caçamba na média da categoria No interior, a nova geração da Frontier mostra menos evoluções que na parte mecânica. Na dianteira, os ocupantes vão muito bem, acomodados em bancos confortáveis, mas os passageiros de trás sofrem com um mal comum em picapes: o assento muito baixo, que leva a uma postura desconfortável, com os joelhos em posição bem mais alta que os quadris. Outra falha ali é a ausência de encosto de cabeça e cinto de três pontos centrais. Por outro lado, ninguém reclamará de calor, pois há difusores de ar dedicados ao local. O motorista conta com um painel de fácil acesso aos comandos e com instrumentação completa, de leitura ob-
jetiva; as funções do computador de bordo são exibidas em uma tela TFT de cinco polegadas. Porém, o volante tem aro muito fino e não é regulável em profundidade, apenas em altura. O acabamento está na média do segmento, com plásticos sem acolchoamento, mas com bom padrão de montagem. A caçamba da Frontier tem 1.054 litros de volume, valor coerente com o segmento do veículo. O compartimento de carga tem três soluções exclusivas: ganchos para amarração de volumes deslizantes sobre trilhos, tomada 12V com vedação e protetor à base de tinta emborrachada, em vez de plástico. (AC)
Tração 4x4 e reduzida são acionadas por meio de um seletor
W20 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de maio de 2017
super motor
Vitrine
Novo Ford GT é laboratório tecnológico Montadora apresenta uma série deinovações no modelo 2017 do superesportivo; motor EcoBoost3.5 litrosV6é o maispotente damarca Igor Veiga O novo Ford GT 2017 não foi feito só para ganhar corridas, mas também para servir como um celeiro de teste de novas tecnologias e ideias para futuros veículos de toda a linha de modelos da marca norte-americana. De acordo com os executivos da Ford, o superesportivo foi desenvolvido desde 2013 com três objetivos: testar futuras tecnologias de motores e aerodinâmica, ampliar o uso de
materiais avançados e leves, como fibra de carbono, e, finalmente, vencer as 24 Horas de Le Mans, o que aconteceu no ano passado. Ao mesmo tempo em que a equipe estava desenvolvendo o novo GT desde 2013, a Ford combinou várias equipes de especialistas em desempenho da marca – Ford SVT, Team RS, Ford Racing – em um único grupo, chamado Ford Performance. “Sem este tipo de trabalho em equipe integrado e organização combinada, te-
ria sido impossível entregar o novo Ford GT em sua forma atual”, disse Dave Pericak, diretor global da Ford Performance.
Igual aos aviões A equipe otimizou todas as formas do Ford GT para torná-lo o mais aerodinâmico possível. A asa traseira do supercarro, por exemplo, inclui uma tecnologia da Ford totalmente nova,
com patente pendente, em que o aerofólio muda de forma, tal como em um avião, para aumentar o downforce do carro e aprimorar seu desempenho em até 14%. O tamanho do motor também contribui para a aerodinâmica do GT. O design compacto do EcoBoost V6 do esportivo permitiu que a equipe afinasse sua carroceria para dimensões mais eficientes.
Ficha técnica Motor. EcoBoost 3.5L V6, biturbo, traseiro. Potência/torque. 656 cv a 6.250 rpm/76 kgfm. Velocidade máxima. 344km/h
Transmissão. Automática de sete marchas com dupla embreagem. Rodas/Pneus. Aro 20 Michelin PS Cup 2; 245/35R20 (dianteiros) e 325/30 (traseiros).
Turbocompressor do carro vem com uma nova tecnologia “antilag” que aumenta a potência do motor em retomadas
21 W
super motor
O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de maio de 2017
FOTOS FORD/DIVULGAÇÃO
Sistema para não raspar na calçada
Modelo traz uma inédita tecnologia de asa traseira móvel
Cockpit do superesportivo da Ford vem com painel 100% digital
Aerodinâmica do Ford GT recebeu um ganho extra de downforce
O Ford GT traz também uma suspensão hidráulica, que muda a altura do carro com um simples giro de botão, que ajusta os modos de condução. A suspensão do superesportivo pode ser rebaixada até 50 mm – do modo normal para o modo de pista, que também aciona as asas e fecha os dutos frontais de ar para aumentar o downforce do carro. Outra característica da suspensão hidráulica é o modo de elevação frontal, que ajuda o GT a passar por quebra-molas e não estragar sua frente ao esbarrar em calçadas. O sistema pode ser acionado pelo motorista abaixo de 40 km/h, ele é desligado quando o carro ultrapassa essa velocidade. A Ford Performance também criou um sistema antilag, que mantém o acelerador atuando mesmo quando o motorista não está pisando no pedal fazendo com que o esportivo tenha retomadas mais fortes. (IV)
W22 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de maio de 2017
Kawazaki
Nova Z650 ABS chega ao país A Kawasaki lançou no Brasil a nova Z650 ABS. Apesar do nome, a moto é uma evolução da ER-6n e teve seu peso total reduzido para 187 kg. Isso foi possível graças à utilização de um quadro feito de aço de alta tensão de apenas 15 kg. O motor é um bicilíndrico de 649 cm³, com potência máxima de 68 cv a 8.000 rpm. O câmbio é manual de seis marchas. O modelo chega às lojas em junho, pelo preço sugerido de R$ 32,9 mil.
super motor
Moto
Força bruta com muita leveza BMW HP4 Race ganha potência eperde peso com adoção defibra decarbono na estrutura, para se tornar umadas superesportivasmais rápidas da atualidade Victor Alves Auto Press
KAWAZAKI/DIVULGAÇÃO
Coleta de lixo
Empresa mostra novo triciclo A Motocar, empresa especializada em veículos motorizados de três rodas, desenvolveu, em parceria com a Tufann, que atua no ramos de equipamentos de limpeza, um triciclo destinado à coleta de lixo domiciliar. A proposta do modelo é possibilitar o serviço público em locais de difícil acesso, como vilas e favelas. O triciclo foi mostrado neste mês no 34° Congresso Mineiro de Municípios, em Belo Horizonte.
A BMW resolveu mudar o status de marca de requinte e conforto quando apresentou, em 2010, a S 1000 RR. Essa superesportiva tornou-se uma vitrine tecnológica da BMW e demonstrou a capacidade da fabricante de enfrentar as já consagradas japonesas e italianas mais ferozes do mercado. Em 2013, chegou a BMW HP4 – baseada na S 1000 RR –, que ganhou mais equipamentos, mais sistemas eletrônicos e redução de peso, o que elevou seu desempenho. Agora, a marca alemã apresenta a HP4 Race, com quadro e rodas em fibra de carbono, motor de quatro cilindros de 215 cv e ainda mais controles eletrônicos. As BMWs HP4 Race serão montadas uma a uma por um grupo de engenheiros da marca. São usadas peças ainda não usuais em escala de produção, o que demanda atenção e exclusividade na montagem. Ma-
teriais como fibra de carbono compõem a estrutura da superesportiva, como o quadro e as rodas. Isso contribuiu para uma redução de peso em relação ao modelo de origem, a S 1000 RR, de 33 kg – a nova superesportiva pesa 171 kg. As rodas, que também foram feitas especialmente para a HP4 Race, pesam 30 % a menos. A título de curiosidade, o quadro da moto pesa somente 7,8 kg.
Mecânica Para garantir a fúria da superesportiva, a BMW equipou a HP4 Race com um motor de quatro cilindros em linha, de 999 cm³ de capacidade cúbica. A posição do propulsor foi escolhida de forma que ele ficasse inclinado em 55° à frente para que o centro de gravidade fosse melhorado. A moto sofreu reajustes que elevaram a potência de 199 cv para 215 cv a 13.900 rpm. O torque fica na casa dos 12,24 kgfm em 10.000 rpm, com corte na injeção em 14.500 rpm. A
redução no peso e o aumento nos números de potência fez com que a relação peso-potencia alcançasse 1,3 cv por quilo.
Segurança Os freios são a disco e superdimensionados, com dois discos de 320 mm de diâmetro na dianteira que atuam com pinças Brembo monobloco GP4 PR. O assistente de freio motor com programação em até 15 níveis de funcionamento também ajuda na segurança.
Produção Importação. Com produção limitada a 750 unidades para todo o mundo, a BMW ainda não definiu quantas virão para o Brasil. Embora não tenha uma data certa de chegada ou mesmo o preço definido, a marca deixou clara a intenção de comercializar a HP4 Race no país em breve, para aproveitar os bons resultados de vendas dos modelos de alta cilindrada no mercado local.
Escapamento em posição diagonal transmite esportividade
super motor
23 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de maio de 2017
FOTOS BMW MOTORRAD/DIVULGAÇÃO
Variante Race, desenvolvida para as pistas, é baseada na HP4, mas traz melhorias
Apesar de ser feita para os circuitos, moto traz controles eletrônicos de auxílio à pilotagem
Modelo pode ser utilizado só nas pistas de corrida A supermoto da BMW não é permitida para rodagem nas ruas, já que não dispõe de faróis, setas, farolete e espelhos. Ou seja, é destinada exclusivamente para pistas e circuitos fechados. Além da mecânica invejável, a HP4 Race esbanja na eletrônica. Ela tem controle de tração em 15 ní-
veis, controlador de empinadas nas largadas e limitador de velocidade de entrada no box. O painel digital guarda as informações sobre desempenho e sobre as voltas, e o câmbio permite trocas de marcha sem necessidade de desaceleração. Outros equipamentos acompanham a fúria do
trem de força e garantem o estratosférico desempenho da HP4 Race. O conjunto da suspensão é regulável e conta com um garfo invertido Ohlins FGR 300 Fork na dianteira e um sistema em monobraço na traseira Ohlins TTX 36 GP Shodk, em balança de alumínio. (VA/AP)
W24 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de maio de 2017
super motor FIAT/DIVULGAÇÃO
Falha no alternador
Fiat anuncia recall de 70.740 veículos Donos dos modelos Fiat Bravo, Doblò, Doblò Furgão, Fiorino, Grand Siena, Idea, Linea, Novo Palio, Palio Fire, Palio Weekend, Siena, Strada e Uno, ano/modelo 2016 e 2017, todas as versões,
podem agendar, a partir de hoje, o comparecimento a uma das concessionárias Fiat para verificação e possível troca do alternador. Dúvidas sobre o recall podem ser tiradas pelo 0800-707 1000.
TOYOTA/DIVULGAÇÃO
Ranking global
Corolla é o mais vendido no mundo O Toyota Corolla continua sendo o carro mais vendido no mundo no 1º trimestre de 2017, com 297 unidades comercializadas, conforme levantamento da consultoria focus2move. Em segun-
do lugar, pinta a picape Ford F-Series (244 mil unidades vendidas). Fecha o pódio mundial, o Volkswagen Golf, que teve 220 mil unidades vendidas no planeta, de janeiro a março.