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BARCELONA OFERECE CARDÁPIO DE ATRAÇÕES BEM ECLÉTICO E VARIADO ... Caderno Turismo. Páginas 8 a 10
MIGUEL FALABELLA TRAZ O SUCESSO DA BROADWAY “GOD” À CAPITAL ... Página 10
CADERNO MOSTRA COMO IDOSOS TÊM VIVIDO E MOVIMENTADO O MERCADO NO PAÍS ... Páginas 1 a 12
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1 a 7 de outubro de 2016 ANO XXVII número 1366 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE CHRIS JACKSON/AFP
Duquesa de Cambridge Kate Midleton usa a técnica de escuta ativa para falar com o príncipe George
ESCUTA ATIVA Mais que abaixar-se para dialogar com os filhos, método se relaciona à empatia e à possibilidade de dar ao outro a chance de se expressar; aplicação não se restringe à educação de crianças, mas a todo e qualquer relacionamento
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opinião
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CENÁRIO BH DIVULGAÇÃO
VITOR VIEIRA/DIVULGAÇÃO
Suacompanhia participa do projeto Leitura Rara no Memorial Minas Vale Grupo paulista integra projeto com o texto “Passe-Partout”, segunda parte da trilogia escrita e dirigida por Paulo Azevedo, com interpretação da atriz Fafá Rennó. “Passe-Partout” aborda o papel da arte e sua importância pela ótica da guia do maior museu de um país fictício, Alice. A leitura é seguida de um bate papo com o autor. Onde Memorial Minas Vale (praça da Liberdade, s/n, Savassi) Quando Quintafeira (6), às 20h. Quanto Gratuito. Retirada de senhas no local uma hora antes da sessão
Tiburi é a convidada 6 Marcia do projeto Sempre Um Papo
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A escritora e filósofa lança o livro “Uma Fuga Perfeita é sem Volta” (Record). Quinto romance da autora reflete sobre a comunicação na era da incomunicabilidade, as relações de amizade na era da falsidade e do interesse, o corpo na era da sexualidade e a fé na era da mercadoria ao contar a história de Klaus Wolf Sebastião, brasileiro que vive há décadas em Berlim. Onde Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes (Av. Afonso Penna, 1537) Quando Terça (4), às 19h30 Quanto Gratuito
CAMILA ROCHA/DIVULGAÇÃO
GUSTAVO XAVIER/DIVULGAÇÃO
Site Memória da Música é lançado com show de Tadeu Franco O cantor, compositor e violinista Tadeu Franco faz show gratuito em BH em evento que tem como intuito a divulgação do site interativo “Memória da Música Mineira”, realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. O site vai ajudar a promover músicos mineiros que desejam divulgar o sua história, shows e trabalhos Onde Hotel Ramada Encore Luxemburgo (rua Gentios, 274) Quando Segunda-feira (3) às 20h Quanto Entrada gratuita
Modernos Eternos 6 Mostra-boutique chega à BH no Solar Pentagna
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Idealizada em São Paulo pela designer de interiores Maria di Pace e pelo jornalista Sergio Zobaran, Modernos Eternos chega à BH. A mostra conta com 16 ambientes e foi criada para fomentar o mercado de exposições de decoração e design, além de registrar as tendências atuais do setor Quando Até o dia 9 de outubro, de terça à sexta, das 16h às 22h; sábado e feriado das 13h às 22h e domingo das 13h às 19h Onde Rua Sinval de Sá, 350, Cidade Jardim Quanto R$ 50 (inteira)
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PARA EVITAR O DESPERDÍCIO
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Consumo de analgésicos à base de ópio dispara
De acordo com levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU), um terço dos alimentos produzidos no mundo é desperdiçado a cada ano. No intuito de combater estatísticas tão graves, cozinhas de restaurantes da capital têm buscado opções para aproveitar ingredientes ao máximo, apostando na sustentabilidade e na economia. Leia em nosso site!
MATEUSZ ATROSZKO/STOCKEXPERT
simplesmente mascaram a dor. Não curam nada. Produzem uma euforia de 6 Eles curta duração e têm alto poder viciante. O uso contínuo compromete o sistema respiratório e pode levar à morte. Os analgésicos narcóticos, ou opioides, se tornaram o pesadelo das autoridades de saúde dos EUA, onde matam cerca de 78 pessoas por dia – entre elas o cantor Prince. E preocupam especialistas em saúde no Brasil, onde o consumo desses medicamentos cresceu 63% nos últimos quatro anos. Confira em nosso site!
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE
SEMPRE EDITORA LTDA. Av. Babita Camargos, 1645 Contagem/MG, Cep: 32210-180 Distribuição gratuita
Gastrô
LEO FONTES
FUNDADOR Vittorio Medioli PRESIDENTE Laura Medioli VICE-PRESIDENTE Marina Medioli DIRETOR EXECUTIVO Heron Guimarães GERENTE ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO Walmir Prado
Gaste tempo e sola de sapato para não perder seu dinheiro mesmo serviço pode sair bem mais caro para o consumidor se ele estiver em 6 Um uma região nobre de BH. Eletricistas, bombeiros e pedreiros, que não têm preços tabelados, negociam custos de acordo com “grife do bairro”. Um pacote de academia de ginástica que custa R$ 70 por mês em Venda Nova vale R$ 584 no Lourdes. Informática e paciência ajudam a economizar. Confira!
GERENTE COMERCIAL Alessandra Soares GERENTE INDUSTRIAL Guilherme Reis GERENTE DE CIRCULAÇÃO Isabel Santos GERENTE DE TECNOLOGIA Fábio A. Santos EDITORA EXECUTIVA Lúcia Castro
Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores, não refletindo, necessariamente, a opinião do jornal.
SECRETÁRIA DE REDAÇÃO Michele Borges da Costa ADJUNTO DA SECRETARIA DE REDAÇÃO Murilo Rocha CHEFE DE REPORTAGEM Renata Nunes EDITORA Marília Mendonça SUBEDITOR Milton Luiz REDATORAS Jessica Almeida e Lorena K. Martins
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reportagem
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ATIVA>Método de comunicação ajuda a desenvolver a empatia não só com crianças
Mais que ouvir, escutar Assim que a família real britânicaaterrissou no Canadá, no último dia 24, o pequeno George, 3, foi fotografado levando uma bronca daquelas ainda na pista de pouso. Na foto, que estampou tabloides no mundo todo, a duquesa de Cambridge, Kate Middleton, aparece segurando a mão do filho enquanto sua expressão facial com sobrancelhas cerradas dá a entender que ele não havia se comportado direito. Não se sabe se a reprimenda tem a ver com o fato de George ter ignorado a tentativa de cumprimento oferecida pelo primeiro-ministro canadense Justin Trudeau ou não, mas chamou a atenção mais uma vez a postura de Kate em se agachar ao se dirigir à criança. A situação envolvendo as caras e bocas de George e sua família já rendeu vários memes,masapostura deKate gerou burburinho também por outro motivo. A escolha dos pais de se colocar na mesma altura dos filhos para falar com eles e, sobretudo, escutá-los, tem a ver com uma prática chamada “escuta ativa” (ou active listening, em inglês). Tal gesto, de acordo com Valéria Ribeiro, coach familiar e fundadora do canal Filhosofiano YouTube, permite que adultos e crianças se olhem nos olhos durante a conversa, possibilitando que os pequenos se sintam acolhidos, igualmente importantes para o diálogo e um não pareça mais ameaçador que o outro por precisar ser visto de baixo para cima. “Issofortalece ovínculo, permite que os pais conheçam as demandasde seusfilhos, desenvolve o respeito mútuo entre as partes e desenvolve pessoas mais seguras no futuro”, comenta Valéria, lembrando que também fazem parte da escuta ativa a atenção aos sinais do corpo, ao tom de voz e aos silêncios. No entanto, mais que método ou técnica, conforme Melânia Costa, comunicóloga e educadora, a escuta ativa se relaciona a uma postura menos autocentrada e mais responsável e interessada diante do mundo, Bárbara França
MOISÉS SILVA
não se resumindo à educação de crianças, mas abordando a lida com o outro de uma forma geral. A partir de semana que vem,aliás,umcursodesenvolvido pelas psicólogas Bruna Perillo, Camila Marques e Pollyanna Abreu, da Escola de Empatia, vai justamente exploraro potencial ea necessidade da escuta com quem está interessado em ser um ouvinte melhor, independentemente da idade (leia mais na página 4). ATENTO AOS SINAIS Comunicadora por profissão, Suelen Maistro, 34, criadora do portal “Mãe Pop”, sobre experiências da maternidade, sempre soube a importância de se “comunicar bem”. A necessidade de praticar a escuta, no entanto, veio mais à tona quando da chegada do filho Felipe, 3, e todo o mistério que envolve cuidar de uma criança, com direito a birras e tudo mais. Abaixar-se para falar com ele parecia natural e a publicitária adotou a prática intuitivamente, sem saber que podia estar praticando a escuta ativa, mas com a certeza de não querer reproduzir autoritarismos que vivenciou na infância. “Meu pai tinha uma frase de ‘não é não’, sem abrir para o diálogo quando eu questionava. Hoje eu sei que isso eu também não vou repetir. Meu filho tem abertura comigo para colocar seu ponto de vista sobre as situações e eu consideroisso,achojusto”,comenta Suelen. Atitude que não significa, segundo Telma Fulgêncio, psicóloga infantil, a perda de autoridade dos pais. “Escutar uma criança, que é o que já fazemos no consultório de psicoterapia, é procurar entender as razões de ela ter fei-
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Com respeito e diálogo, é possível ir estabelecendo limites às crianças
to uma bagunça, por exemplo sem julgá-la antes ou despejar nelas de antemão a responsabilidade pela irritação dos pais. É dar espaço para ela expressar o que sente e pensa sem determinar de antemão que ela faz algo só pra agredir os pais. Assim, com respeito e diálogo, é possível ir estabelecendo limites”, aponta a especialista. “Parece simples, mas as pessoas acham mais fácil ficar cada uma em seu quarto, diante da TV, do que gastarem tempo umas com as outras”. PARAR UM POUCO Melânia Costa faz a mesma crítica. “Está todo mundo correndo,com pressa,e impera a falta de paciência com o outro.Independentedo diálogo, seja com o pai, o namorado, o chefe, as pessoas já têm respostas prontas, independente do que o outro diz e a presença das tecnologias na nossacomunicação facilitaesse tipo de atitude. Além do mais,vivemos umaera depessoas infelizes, em que há muita sede para falar, mas quase ninguém quer ouvir”, destaca a educadora, alertando estar aí muito do cerne de discursos de ódio, intolerânciae violência.“Aescuta ativa,por outro lado, fala de uma escuta sem julgamento, sem preconceito. É a partir doque o outro
te diz que você vai pensar em elaborar o próximo passo”. Uma elaboração, diz a psicóloga Leticia Dawahri, 36, adepta da “maternidade ativa”, que deve ser pensada comaparticipação dosinterlocutores. Afinal, foi assim que a mãe da Nicole, 10, e da Yasmim, 8, entendeu que conseguiria articular a sua pressa de mulher adulta coma calma da sua filha Yasmim. “Me estressava quando tínhamos que sairde casa,poisIasmin demorava para arrumar suas coisas. Um dia disse a ela, de forma dura, que eu não gostava de esperar. Ela me respondeu que também não gostava que não a esperassem. Parei, pensei, e perguntei então como podíamos resolver nosso problema. ‘Não sei, mas a gente pode tentar juntas’, ela disse’”.
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Vivemos uma era de pessoas infelizes, há sede para falar, mas ninguém quer ouvir
COLOQUE EM PRÁTICA A ESCUTA ATIVA Abaixe-se para falar com as crianças Estar na mesma altura que uma criança faz com que o adulto pareça menos ameaçador. Além do mais, de acordo com Telma Fulgêncio, psicóloga infantil, é possível, assim, fazer com que ela realmente preste atenção no que você está dizendo. “Crianças são muito dispersas, quando ela está te enxergando, está percebendo as palavras, que passam a fazer mais sentido para ela”. Assim também é possível ajudá-las a entender suas emoções. Não sou dono da verdade Para Leticia Dawahri, psicóloga, o ato de abaixar-se, inclusive, permite à criança desenvolver mais confiança em seus pais. “É muito simbólico esse ato, afinal, a criança, meio que inconscientemente, pode interagir com seus pais, pois ela também importa no diálogo. É como se você dissesse ‘eu não sei de tudo, também posso aprender com você’. Mensagem que, de acordo com Valéria Ribeiro, coach familiar e fundadora do canal Filhosofia no YouTube, ajuda a formar pessoas mais seguras de si,
autônomas e preparadas para tomar decisões. Quando fazer Se a família decide aplicar a técnica, deve adotar a mesma postura sempre, seja dando uma lição de moral ou tentando explicar por que o céu é azul. Vale se abaixar tanto para brincar e para abraçar quanto para chamar atenção da criança ou colocála de castigo. Desligue os eletrônicos Independentemente da conversa, de acordo com Valéria, é importante sair do Facebook ou do WhatsApp e olhar no olho a pessoa que está demandando a sua escuta. “É necessário desligar os eletrônicos e realmente prestar atenção no que o outro está te dizendo. Só assim é possível notar outros sinais que a outra pessoa está te enviando, para além das palavras. Afinal, a escuta ativa também tem a ver com compreender os silêncios”. Empatia Escuta ativa é empatia. Se colocar no lugar da outra pessoa ajuda a compreender melhor a situação em que os dois estão envolvidos.
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SEM CONFLITOS> Especialistas e interessados discutem benefícios da escuta ativa no cotidiano
Em todos os âmbitos da vida LINCON ZARBIETTI/DIVULGAÇÃO
Bárbara Shirlei QueFrança rubina, 39, trabalha com gente. Administradora de empresas e atuante como gestora de projetos, ela sempre se viu no lugar de quem precisa mediar a boa relação entre funcionários e compreender suas demandas. Saber escutar, nessas situações, é fundamental. E o método da escuta ativa que procurou colocar em prática desde os primeiros momentos da maternidade, segundo Shirlei, que também é professora, fez toda a diferença no seu ambiente de trabalho. “Onde tem muitas pessoas reunidas, costuma também haver muita fofoca. A pessoa pode chegar para uma, falar alguma coisa que é recebida de forma diferente, e isso acaba gerando ambientes ruins de se trabalhar. Acredito que isso acontece porque as pessoas mais querem dizer do que estão preparadas para ouvir bem as outras”, sugere a administradora, afirmando que esse desequilíbrio na comunicação acontece independentemente do âmbito social e da faixa etária. A mudança, então, partiu dela. Nos mais simples e despretensiosos diálogos do cotidiano, Shirlei procura se policiar para excluir alguns vícios que acabam por prejudicar a escuta. “Sair de frente do computador para olhar de frente a pessoa que vem até você com alguma demanda é algo que, por mais simples que pareça, a gente acaba deixando passar. Mas quando a pessoa se sente nitidamente envolvida com a atenção que requer da minha pessoa, isso tem um efeito positivo em todo o processo. Ela se sente mais à vontade para trazer questões até mim, se sente mais motivada para seguir e isso é muito importante para quem assume uma posição de coordenação”, comenta Shirlei, para quem escutar ativamente é “se calar para receber o que vem do outro”.
SEM VIOLÊNCIA Essa forma de conceber as relações também é colocada, em alguma medida, de acordo com Cristina Caro, psicóloga, dentro da chamada comunicação não-violenta (leia mais no quadro ao lado). Baseada em princípios como a empatia interpessoal, a ideia dessa comunicação é basicamente de-
senvolver uma relação menos conflituosa entre o indivíduo e o mundo em que ele vive. Para alcançar esse objetivo, a Comunicação Não-Violenta, de acordo com Cristina, parte, simplificadamente, de quatro passos. O primeiro tem a ver com o fato, com dizer algo ao outro com clareza, sem julgamentos. O segundo é sobre a necessidade de se conseguir distinguir sentimento de pensamento. “‘Muito do que acreditamos que estamos sentindo é, na verdade, o que achamos que o outro acredita que estamos sentindo’ e isso pode gerar conflitos”, explica Cristina. O terceiro e o quarto passos, por sua vez, se relacionam à capacidade de identificar qual a causa dos sentimentos (raiva, angústia, irritação, por exemplo) e saber como fazer o pedido que transforme a situação. DIA A DIA Muito utilizada por profissionais para a escuta de pessoas em zonas de conflito, como é o caso da experiência da especialista Sandra Caselato na Palestina e no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, a comunicação não-violenta também pode e deve ser adotada no dia a dia. “O conflito é algo que faz parte da vida, não
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Hoje em dia, ninguém quer compreender a opinião do outro, seja sobre futebol ou política Izabela Miranda
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À medida em que conseguimos ser mais compassivos com a gente e com o outro, a comunicação funciona mais Cristina Caro, psicóloga
Entre nós Shirlei e o pequeno Bernardo, 4: ela adota métodos que usa com o filho em sua vida profissional
vai deixar de existir. Vou para a esquerda ou para a direita?... O conflito ajuda a equalizar o que a gente precisa melhorar para estar bem nessa relação... E a comunicação não-violenta lida com conflitos intrapessoais, entre duas pessoas ou grupos, ou até mesmo conflitos internacionais”, afirmou Sandra em entrevista recente ao jornal “O Globo”. Cristina Caro concorda. “Até com a funcionária que trabalha na minha casa a relação mudou. Percebia, por exemplo, que ela tinha medo de me contar que algo tinha se quebrado. Talvez por medo. E ambas ficavam na defensiva. Mas as mudanças são processuais. Nossos diálogos hoje são bem mais claros”. Izabela Miranda, 33, por sua vez, tem cada vez mais se interessado pela comunicação não-violenta e por práticas de escuta para entender melhor as críticas que são dirigidas a ela. “Várias vezes já me chamaram de grossa. Acho que pelo meu jeito de falar, mais cheio de opinião, as pessoas costumam dizer que parece que estou brigando com elas. Meu noivo, por exemplo, sempre me dá umas alfinetadas nesse sentido”, afirma a contadora, que reconhece a necessidade de ser uma interlocutora menos agressiva. “Preciso aprender a escutar o outro, mas não só eu. Hoje em dia, ninguém quer compreender a opinião do outro, é o que vemos em todo esse embate político”.
PARA PRATICAR
CURSO PARA APRENDER A ESCUTAR
Não se adiante “Ficar pensando na resposta quando você está conversando ou ficar entrando com a resposta no meio da fala do outro mostra que você está se munindo e se protegendo, tornando a comunicação menos uma troca e mais uma disputa. Isso já faz com que você sinta que o outro está te acusando de algo e queira impor sua verdade sobre ele”, orienta a coach familiar Valéria Ribeiro, lembrando que “sua verdade pode não ser a do outro”. Sem julgamentos “Ao escutar alguém, é preciso se livrar dos ‘prés’ que rondam nossas relações: ‘pré-julgamento, pressuposto e preconceito’. Isso também é estar na defensiva”, aponta Melânia Costa, comunicóloga e educadora.
COMO SURGIU Escuta ativa A primeira alusão ao conceito de “escuta ativa” foi feita em 1957 pelos psicólogos norte-americanos Carl Rogers e Richard E. Farson. Mais à frente, o também psicólogo Thomas Gordon escreveu o manual para aplicálo: “Parent Effectiveness Training” (Técnicas Eficazes para os Pais, em português). Comunicação Não-Violenta O conceito foi elaborado pelo psicólogo clínico note-americano Marshall Rosenberg. Ele se inspirou em Gandhi e no princípio da ahimsa (não violência).
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Escuta tecnicista Ainda durante a graduação em psicologia, Camila Marques percebeu que a escuta, tão essencial para a prática da sua profissão, era pouco trabalhada ao longo do curso. “A escuta era apresentada de forma técnica demais, mas, já formada, eu sentia que era preciso ir além”. Foi quando ela começou a buscar leituras sobre a empatia e a vivência relacionadas ao ato de escutar. “Nesse caminho, eu cheguei até a comunicação não-violenta e pensei: ‘é com isso que quero trabalhar’”, conta ela, que junta com as psicólogas Bruna Perillo e Pollyanna Abreu, fundou em BH, a Escola de Empatia. Curso Juntas, elas vão oferecer, a partir da próxima quinta (6), o curso de “Escutatória”, com o objetivo de desenvolver
a habilidade de escuta para quem pretende aprimorar o autoconhecimento e os relacionamentos interpessoais. Escutatória O nome foi inspirado no escritor Rubem Alves que, fazendo trocadilho com a palavra “oratória”, declarou a necessidade de criar um curso só para escutar. “Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular”, disse ele, certa vez. O “Escutatória” vai abordar princípios da escuta ativa, da comunicação não-violenta, da comunicação autêntica, dentre outras. Mais informações sobre o programa, vagas e preço no link: escoladeempatia.com/escutatoria.
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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz
Perigo do tombo (CRM-MG 25.398)
telmo.diniz@jornalpampulha.com.br
Sexo e saúde odos sabem que sexo é bom e promove uma enorme sensação de bem-estar. O orgasmo, ponto máximo do prazer sexual, proporciona uma série de reações ao organismo que se traduzem em melhora da nossa saúde. Uma vida sexual ativa pode levar desde ao alívio do estresse, passando pela melhora do sistema imunológico, até a prevenção de doenças cardíacas. E quem afirma isso não sou eu. Vários estudos apontam para os benefícios de uma atividade sexual regular. Por exemplo, você anda tenso (a)? Se sim, faça mais sexo. De acordo com um artigo publicado no “The Journal of Sexual Medicine”, durante a relação sexual, o fluxo sanguíneo e a frequência cardíaca aumentam de forma exponencial, chegando ao pico com o orgasmo, que é quando a pessoa tem uma grande contração, imediatamente seguida de um intenso relaxamento, capaz de aliviar as tensões musculares. Outro exemplo é se você tem enxaqueca ou cólicas menstruais. Estudo publicado no “The Journal of Sex Research” comprova que, durante o orgasmo, nosso cérebro libera endorfinas e oxitocinas em quantidades até cinco vezes maiores do que em situações normais. Estas mesmas substâncias são responsáveis pelo controle da dor. Em outras palavras, a atividade sexual regular rePessoas que duz a frequência das enxaquecas e melhora faziam sexo a dor das cólicas menspelo menos truais. De igual forma, altos níveis de estresquatro vezes se são combatidos por semana com muito sexo. Estudo escocês, publicado aparentavam na revista “Biological ser mais jovens Psychology”, relevou que o orgasmo dimido que eram nui a produção de cortisol, hormônio responsável pelo estresse, consequentemente melhorando a nossa tolerância aos problemas do dia a dia. Tem insônia? Então, transe mais! De acordo com os estudiosos, além do relaxamento dos músculos e da liberação de endorfinas, o orgasmo também ativa neurotransmissores que fazem o cérebro e o organismo funcionarem melhor, interferindo diretamente na qualidade do nosso sono, de uma forma positiva, é claro. De igual forma, se está com imunidade baixa e tem infecções de repetição, o sexo pode ser um grande aliado. Um estudo feito pela “Wilkes University”, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexualmente ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA, responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados. E, por fim, quem faz sexo com regularidade vive mais. É isso mesmo! Uma universidade na Escócia entrevistou mais de 3.500 pessoas na Europa e EUA, a fim de encontrar uma relação entre sexo e a longevidade. A entrevista incluía perguntas sobre frequência e qualidade da atividade sexual dos participantes. Ao final do estudo, os pesquisadores notaram que as pessoas que faziam sexo pelo menos quatro vezes por semana aparentavam ser mais jovens do que realmente eram. Parte da explicação está no fato de que a atividade sexual aumenta a liberação do hormônio estrogênio, que sabidamente é um protetor cardiovascular e que também melhora o viço da pele, o que nos dá uma aparência mais jovial. Então, fica a dica, faça mais sexo, pois é um remédio que não possui contraindicação. Faça uma boa semana.
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Mobilidade reduzida, trombosee embolia pulmonarsão consequências Começou a chover, e a dona de casa Maria das Graças Medeiros, 68, não teve dúvidas: saiu correndo de dentro de casa para acudir as roupas no varal. No meio do caminho, ela escorregou no gramado molhado, levou um tombo e bateu a cabeça em uma mureta. Sete pontos foram o resultado da “estripulia”. Por sorte, as consequências não passaram de um susto, mas as quedas são um perigo real para os idosos. Segundo um levantamento de 2009 feito pelo Ministério da Saúde, cerca de um terço das pessoas com mais de 65 anos sofre, pelo menos, uma queda em um período de um ano. Em Minas Gerais, 8.677 idosos Raquel Sodré
já foram internados por queda neste ano, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES). Em 2015, foram 14.307 internações. O problema disso é que as quedas nos idosos, quase sempre, são acidentes muito graves. Com o crescente envelhecimento da população, a preocupação aumenta. “As quedas podem ter consequências imediatas e no longo prazo. Imediatamente, pode haver fraturas – porque idosos são mais propensos à perda óssea e à osteoporose –, traumatismos cranianos, hematomas intracranianos e sangramentos no cérebro”, diz a geriatra Maria Aparecida Camargos Bicalho, professora de clínica médica da Faculdade de Medicina da UFMG. Já as consequências de longo prazo, segundo ela, podem ser ainda mais graves. Devido às fraturas, o idoso pode começar a sofrer de fortes dores, ficar com mobilidade reduzida e até acamado. “Quando a pessoa cai e tem uma fratura, ela pode ficar imobilizada. Isso aumenta os riscos de uma trombose e de uma embolia pulmonar, de pneumonia, de infecção urinária, porque prende mais o
xixi, aí tem que passar sonda. Tudo isso aumenta os riscos para a saúde”, diz, alertando até para casos de óbito. CAUSAS São diversos os fatores que podem levar uma pessoa da terceira idade a ter um acidente. Desde um escorregão na grama molhada, como foi o caso de dona Maria das Graças, até problemas derivados do próprio envelhecer. “Na terceira idade, muitas pessoas perdem massa magra e ficam mais fracas. Também são muito comuns as tonteiras, muitas vezes causadas até por medicamentos para pressão ou para dormir. Os problemas de visão são outro fator que aumentam muito as chances de uma queda”, explica a professora Maria Aparecida. Para prevenir os acidentes, de acordo com ela, é fundamental levar o idoso ao médico para conferir a dosagem e o tipo dos medicamentos, além de fazer um check-up da visão. Outra medida fundamental é adaptar o ambiente da casa para retirar possíveis ameaças ao idoso (veja infográfico). “É importantíssimo prevenir as quedas, pois, depois que a pessoa já caiu, a
Maria das Graças Medeiros, 68, correu para tirar as roupas do varal na chuva, escorregou no gramado molhado, levou um tombo e bateu a cabeça
família terá que lidar com diversas dificuldades. E procurar o médico se o idoso caiu ou está caindo também, para tratar as possíveis lesões e evitar novos acidentes”, orienta a professora. * Leia mais sobre a terceira idade em Caderno Especial sobre o tema nesta edição EDITORIA DE ARTE / OTEMPO
CASA AMIGÁVEL A maioria das quedas de pessoas da terceira idade acontece dentro de casa. Saiba como adaptar o ambiente para que ele não seja uma ameaça ao idoso. SALA/QUARTOS Retire tapetes Afaste móveis que fiquem no meio da passagem, como mesas de centro, pufes e poltronas A altura ideal da cama do idoso é entre 55 cm e 65 cm, para que ele consiga se levantar sem dificuldade Caso necessário, compre uma poltrona para o idoso com altura adequada e braços, para ele poder se apoiar na hora de se levantar Evite cadeiras e móveis com rodinhas O sofá não deve ser muito baixo e com assento fundo, pois o idoso pode ter dificuldade para se levantar ILUMINAÇÃO Cuide da iluminação do ambiente da casa. Ambientes mal-iluminados podem prejudicar a visão À noite, deixe luzes de segurança acesas entre o quarto e o banheiro FONTES: MARIA APARECIDA CAMARGOS BICALHO/UFMG E MIN ISTÉRIO DA SAÚDE
BANHEIRO Instale barras de apoio no box do banheiro e ao lado do vaso sanitário Troque o piso do banheiro por um antiaderente, ou aplique material antiaderente ESCADAS Sinalize as escadas com fitas, pois muitos idosos perdem a noção de profundidade Instale corrimãos nas escadas para o idoso poder se segurar. O corrimão não pode terminar antes do último degrau da escada Onde for possível, prefira rampas a escadas PISOS Não deixe pisos molhados
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SAÚDE E BEM-ESTAR Cartilha e e-book orientam médicos e público geral
na velhice DENILTON DIAS
GINÁSTICA Ginástica A atividade física é fundamental para evitar a perda muscular e prevenir as quedas, afirmam especialistas.
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Na terceira idade, muitas pessoas perdem massa magra e ficam mais fracas. Também são comuns as tonteiras
A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou na última quinta-feira (29), em Belo Horizonte, uma cartilha para orientar médicos sobre as vacinas que devem ser aplicadas aos pacientes com HIV. O objetivo é enfrentar a baixa cobertura vacinal entre esse público. O lançamento ocorreu durante a 18ª Jornada Nacional de Imunizações, que reúne médicos e outros especialistas na capital mineira até este sábado (1º). A cartilha de 59 páginas será distribuída aos médicos associados da SBIm e também em estabelecimentos hospitalares que possuem profissionais lidando com pacientes com HIV PÚBLICO GERAL Outra novidade lançada durante a 18ª Jornada Nacional de Imunizações é o e-book “Imunização: Tudo o que Você Sempre Quis Sa-
ber”. O livro virtual tem acesso gratuito através do site da SBIm e é destinado ao público em geral. Ele traz detalhes sobre as doenças infecciosas, as vacinas, os eventos adversos, as contraindicações, etc. “É um material numa linguagem mais acessível, baseado tanto na literatura e nas bulas, como também na nossa vivência de médicos. Tiramos dúvidas de perguntas frequentes e falamos sobre mitos que não são poucos”, explica Isabella Ballalai, presidente da SBIm. Também ocorre no evento o pré-lançamento do aplicativo Minhas Vacinas. A ferramenta para smartphones estará disponível para download no próximo mês e funcionará como um calendário online de vacinação. O usuário incluirá informações como gênero e idade e o aplicativo indicará as vacinas recomendadas.
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DOLCEVITA RECADO DE PRIMAVERA Brasil é quase um país tropical o ano inteiro. Mas, convenhamos, a primavera é uma estação bonita e floral até no nome. A cidade fica mais jardim e os ipês constrangedoramente roxos. A chuva ameaça chegar e isso alimenta muitas e imortais esperanças. O Brasil e nossas vidas andam bem precisados de primavera. Primavera em tudo. Principalmente na política e na economia.
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RECADO DE VIDA ntão, que esta primavera floresça, cresça e apareça. Cheiro de terra molhada e nova, de país novo. Cores de primavera, principalmente as verdes e amarelas. Que seja tempo de fertilizar e plantar; anúncio de muito sol e muita vida. E que as próximas eleições sejam mais frutíferas que daninhas. E ainda tem o horário de verão que muita gente odeia, mas é ótimo para nos lembrar que Deus ajuda a quem cedo trabalha.
E
25 ANOS DE HISTÓRIA s principais nomes da oftalmologia brasileira se reuniram dia 24, no Hotel Mercure, para os 25 anos do Núcleo de Oftalmologia Especializada. Em palestras, seguidas de coquetel, Sebastião Cronemberger, fundador do Núcleo, conduziu o evento com o diretor técnico Frederico Pereira, que também homenageou personalidades que fazem parte da histó-
O
Paulo Navarro com Walter Navarro e Lídia Duarte pnc@pnc.com.br FOTOS EDY FERNANDES
ria da instituição. Palmas!
INFINITOS E SEM FIM o Solar Pentagna Guimarães, onde viveu Lúcio Pentagna Guimarães, Cidade Jardim, a família brilhou no concorrido coquetel de inauguração da mostra Modernos e Eternos. Nostalgia e histórias da família em fotos, pinturas, esculturas, no espaço elaborado pelo arquiteto e designer de interiores Cioli Stancioli. Homenagem esta que ganhou aplausos do setor de arquitetura e decoração. Entre brindes com o drinque spritz, os idealizadores Maria di Pace, Sergio Zobaran e a curadora do evento, Josette Davis, esbanjaram sintonia. Em sua 1ª edição, a mostra vai até 9 de outubro. Dezesseis ambientes casando mobiliário e objetos vintage. Um sucesso!
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PAISAGEM APOCALÍPTICA s cabos eleitorais nos sinais de trânsito vivem disputando corpo a corpo com os órfãos da crise. São ambulantes, vendedores de bala e pano de chão, acessórios de celular, crianças malabaristas. Já nas placas e cartazes, o “vende-se e o alugase” ganham disparado em poluição visual.
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de restauran6 Atesrede Madero, do chef e Na mostra Modernos e Eternos, no Solar Pentagna Guimarães, os anfitriões Maria di Pace, Sérgio Zobaran e Josette Davis
ram dia 23, com passeio no catamarã Libertas Sunset Búzios ao pôr do sol, nova moda na Região dos Lagos. A “boat party” reuniu padrinhos e convidados vestidos de branco, ao som do DJ Carlo Dee. A bela Natalia era a única a vestir cor diferenciada, rosa choque. No sábado, casamento e recepção encantaram os 600 comensais no Iate Clube de Búzios.
Rimando com a elegância, o Buffet Rullus e a decoração de Patricia Vacks.
ADMIRÁVEL MUNDO NOVO partir de 2017, empreendimento em Minas pode ser o maior da América Latina. O World Trade Center (WTC) investe R$ 1,5 bilhão num complexo imobi-
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liário em Vespasiano. Será o mais novo centro de negócios do WTC, asfaltando mais um trecho da estrada para a internacionalização de Belo Horizonte. O projeto de 600 mil metros quadrados de área construída será três vezes maior que o complexo de São Paulo, de 1995. Espalhados em 110 países, são 330 empreendimentos imobiliários do grupo.
Drumond, CEO 6 Érica da Vert Hotéis, esteve em Natal formalizando a parceria com eSuites Vila do Mar, uma franquia da Vert Hotéis em Natal que faz parte do Wyndham Club Brasil – novo programa de férias que integra a líder mundial Wyndham Vacation Ownership. Torres, funda6 Edimar dor da Barbearia Torres, será o anfitrião oficial da Expobarber Brasil. O evento acontece dias 16 e 17 de outubro, no Actuall Convention Hotel, e papas do setor. Informações e programação: www.expobarber. hospedagemdesites.ws/oevento.
FELIZES PARA SEMPRE ia 24, o casamento de Natalia e Alexandre, filha de Adriana e Eloi Lacerda de Oliveira Neto, filho de Silvana e José Alberto Magalhães Machado. As comemorações, em Búzios, começa-
empresário paranaense Junior Durski, abre suas portas oficialmente no BH Shopping dia 11 de outubro. Como de costume a rede faz evento beneficente de préinauguração no dia anterior, às 19h30, para imprensa e convidados. O evento terá 100% da renda revertida para a Associação Querubins.
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Manoel Bernardes 6 Apromoveu na última
Na mesma noite, a arquiteta e designer de interiores, Ana Paula Massote Rohlfs, que está na mostra Modernos e Eternos
terça-feira (27), coquetel e lançamento da coleção Urbe. O evento foi na mostra Modernos e Eternos, Cidade Jardim.
#FICAADICA Brewpub no Jardim Canadá será inaugurado A cervejaria escola Taberna do Vale reabre as portas do seu brewpub. O local conta com uma estrutura em madeira, com pouca luz e ambiente aconchegante. Além das já renomadas cervejas, uma das principais atrações do espaço é o cardápio com ares de “comida ogra” elaborado pelo chef Leandro Robert. Destaques para a bochecha de porco com purê de cenoura e demi glacê de cerveja, e o joelho de porco defumado Quando Neste sábado (1º), a partir do meio-dia Onde Av. Canadá, 968, Jardim Canadá, Nova Lima
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TABERNA DO VALE/DIVULGAÇÃO
AML celebra 60 anos de ‘Grande Sertão: Veredas’ Em 1956, Guimarães Rosa publicava a primeira edição do livro que se tornaria seu grande clássico, “Grande Sertão: Veredas”. Sessenta anos depois, a obra – que continua forte e inovadora – é celebrada na Academia Mineira de Letras com conferência da professora doutora Márcia Marques de Moraes, especialista no autor. O evento faz parte do Circuito das Letras, promovido pelo Circuito Liberdade. Onde Academia Mineira de Letras (rua da Bahia, 1466 Lourdes) Quando Quinta (6), às 17h Quanto Gratuito
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DIVULGAÇÃO
reportagem
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ESPAÇO GOURMET LEO FONTES
No Sanville Grill, prímulas e nastúrcios para dar cor ao cordeiro servido com risoto do chef Cláudio Santiago
DE BANDEJA INSTITUTO CHÁ/DIVULGAÇÃO
Toque floral Decoram e alimentam Floresepétalas comestíveissão usadasparadar coràsreceitas
MAIS USADAS Dentro da gama de flores, a capuchinha reina absoluta. Bastante usada no preparo de saladas, seu sabor é mais azedo, até lembra o do agrião, e usado bastante pelo chef Israel Júnior do Cantim Noir. Na primavera, a temática das flores dá o tom do cardápio do restaurante, como a Flor da Primavera: prato servido com massa italiana em formado de rosa, recheada de carne de sol, pimenta biquinho e requeijão com molho de abóbora, acompanhada de capuchinha. “Usamos as flores durante a primavera para compor os nossos pratos da estação, dando mais cor e sabor”, disse. O sucesso do uso do ingrediente é explicado. “Todo mundo conhece a expressão ‘comer com os olhos’. E ela faz todo sentido quando falamos das flores comestíveis. Suas cores e formatos alegram o prato e chamam a atenção de quem as recebe”, defende. Além da capuchinha, outras variedades de flores co-
ARQUIVO PESSOAL
Massa em forma de flor com capuchinha do Cantim Noir
RECEITA PAULO CUNHA/OUTRA VISÃO/DIVULGAÇÃO
Quais as técnicas para se preparar um chá? Como usar os cinco sentidos para bem saborear? Qual é a história por trás da bebida? A especialista em chás Dani Lieuthier, do Instituto Chá, vai responder a todas essas perguntas no curso Viagem ao Mundo dos Chás, que será realizado na capital mineira no próximo sábado (8), das 9h às 18h30. O curso, que vai acontecer no Guaja Casa (av. Afonso Pena, 2.881), tem duração de oito horas e custa R$ 490. Na ocasião também haverá degustação com chás de diversos países, como China, Japão, Índia, Sri Lanka, Nepal e Tailândia. Inscrições no e-mail contato@institutocha.com
Homenagem à Pampulha Até o dia 6 de novembro será realizada a sétima edição do Circuito Gastronômico da Pampulha. Este ano, 18 restaurantes da região criarão pratos em homenagem ao Conjunto Arquitetônico da Pampulha – Patrimônio Cultural da Humanidade, título concedido pela Unesco. Um deles é o Mineirão, feito com frango empanado com farinha de pão e quiabo frito na manteiga.
Madero arma evento do bem Creme de milho Receita do restaurante Sargas Ingredientes 6 espigas de milho 200 g de leite condensado 1 litro de leite integral 100 g de amoras 100 g de framboesas 100 g de morangos 50 g de açúcar Pétalas de mini rosas Modo de preparo Corte os grãos de milho e bata no liquidificador com um pouco do leite. Continue nesse processo até saturar o milho. Coe em peneira fina e junte o leite condensado e o leite integral. Leve ao fogo médio mexendo sempre até obter um mingau. Para o coulis, junte todas as frutas em uma panela e cubra com água. Adicione açúcar e cozinhe até dissolver e formar uma geleia. Na hora da montagem, coloque o creme de milho em taças de Martini, polvilhe canela em pó a gosto. Por cima, disponha do coulis e complete com pétalas de mini rosa.
Conhecido por comercializar o melhor cheeseburger do mundo, a rede de restaurantes Madero vai abrir uma franquia na capital mineira no próximo dia 11 no BH Shopping. Como é de costume, a rede fará um evento beneficente de pré-inauguração no dia anterior (10 ), às 19h30. O convite individual, no valor de R$ 100, dará direito a um menu especial que inclui bebidas, entradas, prato principal e sobremesa. O evento terá 100% da renda revertida para a Associação Querubins. Venda de ingressos no (31) 3878-2000.
MADERO/DIVULGAÇÃO
Quando voLorena K. cê pensa em Martins flor na comida, provavelmente sua mente se volta aos brócolis, à couve-flor e à alcachofra. Mas, na primavera, essa percepção pode se expandir com o uso de exemplares vindos diretamente dos jardins para os pratos. A função das flores comestíveis – como capuchinho, rosas ou calêndulas – em sua maioria, é enfeitar os pratos e conferir aos mesmos a atmosfera da estação. Nesta época do ano, o chef Cláudio Santiago, do Sanville Grill, costuma a decorar os pratos com prímulas e nastúrcios, todos orgânicos, principalmente para dar cor a receitas, como o cordeiro grelhado com risoto de funghi e molho de vinho. Apesar do visual surpreendente, as cores ainda provocam um certo estranhamento aos clientes, que acreditam que elas estejam ali somente para a função de adorno. “Geralmente, elas decoram o prato, mas se estão ali é porque são também para comer. Mas alguns clientes já me chamaram à mesa para saber se poderiam comer mesmo a flor ou se não iriam passar
mal”, conta Santiago.
meçam a chamar a atenção nas receitas. “O amor-perfeito tem um sabor mais adocicado. Também gosto de usar o borago, o jambu e a flor de mel”, descreve Israel. Além das saladas – seu uso mais comum – e acompanhamentos de carnes e massas, as flores podem ser empregadas na produção de doces. A chef Talita Valiza, da Alento, já transformou lavanda e hibisco em sorvetes artesanais, por exemplo. Já no restaurante Sargas, as pétalas de mini rosas são ingredientes que acentuam o doce do coulis de frutas vermelhas com creme de milho verde. Apesar da harmonia dos tons, o gerente Luís Veríssimo Lopes deixa claro que o uso de determinada espécie de flor no prato é algo imprevisível. “O fornecimento é sazonal. É comum pensar em um prato com um determinado tipo de flor e, de repente, vem outro”, explica. O fornecedor desse e de mais de 80 pontos é o Jardim das Ervas, maior cultivadora de flores comestíveis da Grande BH, que entrega semanalmente flores orgânicas, prontas para servirem de ingrediente ou decoração. “A flor é muito delicada, então é ideal que já venha higienizada. Se for molhá-la, ela perde o seu brilho. Quando mais evitar a manipulação, mais durabilidade ela tem”, explica.
Especialmente para “tea lovers”
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almanaque TODO PODEROSO>Miguel Falabella traz a Belo Horizonte premiado texto da Broadway PAPRICA PRODUÇÕES/DIVULGAÇÃO
Qui. a sex. 7 a 9.out.
Minas Neto de vô mineiro, Falabella esteve em BH para o aniversário de 90 anos da mãe da socialite Bethy Lagardère
Deus é brasileiro Pouco mais de 2.000 anos depois do último contato oficial com a Terra, Deus volta à cena para pedir uma espécie de recall da sua própria criatura. Mesmo sabendo que o Todo Poderoso colocou sua energia em seis dispendiosos dias para a construção de tão complexo planeta, a humanidade não tem mostrado dar muito valor ao custoso trabalho e cada vez mais dá indícios de que algo deu errado. Para tentar salvar o projeto, a solução é dar uma modernizada e em “God”, que estreia em Belo Horizonte na próxima sexta (7), as forças divinas contam com ninguém menos que Steve Jobs, o fundador da empresa de tecnologia Apple. “Como a humanidade tem decepcionado, Deus acha que é hora de apresentar um novo universo e a expertise de Steve Jobs vai ajudar a dar uma interface mais moderna a ele. A peça é engraçadíssima, mas com um humor muito inteligente”, convida Miguel Falabella, que incorpoBárbara França
ra a entidade na montagem. No palco, os arcanjos Gabriel, vivido por Magnon Bandarz, e Miguel, por Elder Gattely, auxiliam Deus no papo com os pecadores, que levam bronca e recebem uma prévia das transformações que vão ser levadas a cabo no novo universo em processo de criação. Uma delas é a atualização dos Dez Mandamentos. “Tudo está sendo repaginado. Dos mandamentos que conhecemos, permanecem apenas dois. Deus continua brigando para que as pessoas não usem seu nome em vão, afinal ele considera uma falta de educação ser convocado para todo tipo de situação, como se se quisesse ensiná-lo a fazer seu trabalho. ‘Abençoa fulano, abençoa não sei quem’, não dá”, diverte-se Falabella com o texto original de David Javerbaunm, vencedor do Emmy Award Winner nos Estados Unidos. “Tem umas tiradas muito boas. Como a de que até parece que Deus é operador de call center de tanta chamada que ele recebe num dia só”. Em “God”, a resposta para alguns dos mistérios que
assombram a vida na Terra. “E um mistério que ele insiste em abordar é a fixação das pessoas pelos iPhones, que ocupam lugar de deuses hoje. ‘Poxa, nos tempos de Abraão, as pessoas tinham falsos ídolos, mas eram coisas da natureza, o trovão, por exemplo’, ele diz, criticando a relação nada saudável com os eletrônicos de agora”, conta Falabella, aproveitando para reforçar, ele também, a crítica divina. “Meu Deus, aquelas luzinhas na plateia! Até hoje as pessoas insistem em ficar grudadas nos celulares durante as peças. Como isso incomoda os atores e os outros espectadores!”.
mais universal, não se trata de enfatizar uma religião específica. O Deus da peça, inclusive, adora a Índia e as práticas espirituais no Oriente”, conta Falabella, que se diz crente em “forças maiores”. “Acredito que somos regidos por algo superior. Temos nosso livre arbítrio, mas acredito que fé é fundamental na vida das pessoas. Sem ela, seria muito difícil essa passagem aqui na Terra”. Para o ator, o que também ajuda a enfrentar o cotidiano é o riso. Através do humor é possível propor, com leveza, reflexões importan-
FÉ Fora isso, conforme Falabella, o fato de se tratar de uma montagem que brinca com a figura de Deus não deve incomodar os fiéis que estarão na plateia. Autodeclarado uma pessoa ligada bem à espiritualidade, ele faz a ressalva de que a peça nada tem a ver com religião. “Assistindo à versão da Broadway, em nenhum momento eu me senti ofendido com as piadas. Até porque, o assunto é
Atriz “Arlete Salles. É uma atriz que é o Brasil. Ela é uma comediante e eu amo os comediantes”.
tes sobre a sociedade e seu contexto, defende ele que é um dos principais nomes da comédia na televisão, no cinema e no teatro brasileiros. “Com a comédia, você leva as discussões para casa rindo e fica pensando nela”. SERIADO Por falar em riso, Falabella está à frente de um seriado que deve estrear na Rede Globo no início do ano que vem. Já em fase de gravação, “Brasil a Bordo” traz uma companhia aérea à beira da falência e toda a confusão envolvendo funcionários
BATE-BOLA COM MIGUEL FALABELLA
Ator “José Wilker. Um grande ator, sempre tivemos uma relação muito grande de amizade”. Filme “‘A Doce Vida’ (1960), de Federico Fellini. É um filme genial, que ficou para todo o sempre”. Papel que ainda queria fa-
zer “De agora em diante, não quero mais trabalhar como ator. Quero só escrever”. Livro “‘Em Busca do Tempo Perdido’ (1927), do Proust, um dos maiores escritores de todos os tempos. Também amo Machado de Assis. É um gênio”. Disco “Sabe, eu não sei citar um. Gosto muito de musicais, então escuto muito esse tipo de música. Mas também adoro Rihanna”.
e clientes. Fazem parte do elenco Ney Latorraca e Arlete Salles. “Eu passo metade da minha vida no avião, então é um universo que eu estou por dentro e queria abordá-lo, mas a partir de uma perspectiva brasileira, que é uma perspectiva do delírio. Acho que esse país só pode ser entendido a partir daí”, se diverte o ator, para quem os episódios já gravados têm se mostrado igualmente delirantes. Ainda em processo de gestação, Falabella planeja escrever um roteiro para cinema baseado em reality shows de celebridades, como o norte-americano The Kardashians, sobre o cotidiano de socialite Kim Kardashian e sua família. Os Balabanians deve contar com Ingrid Guimarães, Paulo Gustavo e Aracy Balanbanian. “Mas isso é papo mais para frente. Deus é o foco agora”.
> God
Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro, 3889-2003). Dias 7 (sexta) e 8 (sábado), às 21h; e 9 (domingo), às 18h. R$ 120 (plateia 1, inteira), R$ 100 (plateia 2A de AA até HH) e R$ 70 (plateia 2B de II até LL)
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ARTES CÊNICAS Tristeza do jeca
Sex. e sáb. 7 e 8.out.
Oque a música sertaneja de raiz tem a ver com um clássico da literatura inglesa? Foi essa a pergunta feita por Luciano Andrey, idealizador do espetáculo “Nuvem de Lágrimas”, que desembarca no Sesc Palladium no próximo fim de semana (dias 7 e 8), à roteirista Anna Toledo, quando essa propôs cantar hits da dupla Chitãozinho & Xororó através das histórias de amor de “Orgulho e Preconceito”, livro da escritora inglesa Jane Austen. Se a ideia de cantar o amor sertanejo tendo o clássico da literatura como inspiração não foi instantânea, é certo que a vontade de homenagear a figura do caipira já era antiga em Andrey. Criado em Bofete, cidade do interior paulista, o também diretor do musical cresceu ouvindo a mãe tocar modas de viola e sentiu que era preciso contar a história desse ritmo tão tradicional no país. Para produzir “Nuvem de Lágrimas”, foi preciso escolher canções que embalassem o romance entre os protagonistas da peça, Darci e Bete Borba. Darci vai para a cidade grande e se forma advogado. No entanto, ele precisa voltar para o campo e é neste momento que o amor pela música o une a Bete Borba, chefe da cooperativa de alimentos da família. Os jovens se apaixonam e descobrem que precisam supeLara Alves (*)
rar juntos as diferenças sociais. “Quando fizemos um levantamento, percebemos que Chitãozinho & Xororó era um panorama da música sertaneja no país, desde os tempos da viola caipira até hoje”, justificando a escolha pelo repertório da dupla. Com a definição do repertório, que traz canções como “Tristeza do Jeca” e “Evidências” – “hit número 1 dos karaokês brasileiros”, segundo Andrey –, Anna Toledo pôde buscar referências no romance inglês para, enfim, criar uma narrativa essencialmente tupiniquim, também aproveitando todo o talento musical do elenco convocado. Para Andrey, este é um dos diferenciais do “Nuvem de Lágrimas”. “São atores que também são musicistas e por isso cantam e tocam ao vivo. Os instrumentos usados são super de raiz, elementos da nossa cultura”, pondera Andrey. Sob direção musical de Carlos Bauzys, que fez também os arranjos e a preparação vocal em parceria com Daniel Rocha, o espetáculo traz nove músicos executando ao vivo os hits. PROTAGONISTA Quemdá vida a Darci é Gabriel Sater. O sobrenome de Gabriel não soa estranho aos ouvidos dos fãs da viola caipira. Isto porque ele, nascido na capital do Mato Grosso do Sul, Campo Grande, é filho do violeiro Almir Sater. O menino cresceu entre os palcos assistindo os shows do pai por todo o Brasil e ago-
ra, com os papeis invertidos, Almir faz-se presente na vida artística do filho, que viaja da música ao teatro passando pela telinha. Como em 2014, quando encarnou o personagem Viramundo na novela global “Meu Pedacinho de Chão”, de Benedito Ruy Barbosa. “Com meu pai aprendi a criar músicas lindas. Nós queremos tocar as pessoas com mensagens profundas”, conta Gabriel, que já ganhou prêmios de “melhor letra” no XI Festival Universitário da Canção, e sempre teve o apoio do pai. Contudo, quando soube que ele protagonizaria “Nuvem de Lágrimas”, Almir ficou um pouco receoso com a estreia do filho no teatro. “Mas quando meu pai assistiu a peça, tudo aquilo que ele pensava acabou caindo por terra. Ele se emocionou muito e contou que ficou orgulhoso de mim”, diz Gabriel, que em 2016 completa quase um ano com a peça. ÁLBUM Quando não está ensaiando o espetáculo, eleito o melhor do ano de 2015 pelos leitores da “Folha de S. Paulo”, Gabriel aproveita o tempo livre para divulgar seu último álbum, “Indomável”, e para gravar o clipe da canção “Boca do Mato” com o pai. A entrada nas artes cênicas mudou sua visão sobre seus shows. “Depois do ‘Nuvem’, não consigo mais fazer um show sentado. Quero andar pelo palco, quero um cenário e uma produção dife-
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JULIANA CERDEIRA/DIVULGAÇÃO
“Orgulho e Preconceito” inspira musical com canções de Chitãozinho & Xororó
rentes”, afirma Gabriel que, para 2017, não para de fazer planos, entre eles, um novo concerto com o cantor e compositor Luiz Carlos Sá. Há também um convite para dividir o palco com a finalista do The Voice Brasil”, Lucy Alves, a Luzia da novela “Velho Chico”, que viveu Bete Borba na primeira montagem da peça. * Sob supervisão de Milton Luiz
Nuvem de >Lágrimas, O Musical
Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, Centro, 3214-5350). Sex. (7) e sáb. (8), às 21h. R$ 110 (plateia 1, inteira); R$ 90 (plateia 2, inteira); R$ 50 (plateia 3, inteira).
BATE-BOLA COM GABRIEL SATER Livro “‘O Físico (A Epopeia de um Médico Medieval)’, de Noah Gordon. É um livro que minha família inteira sempre leu. Me traz uma lembrança muito boa da minha infância”. Disco “‘Friday Night in San Francisco”, de Al Di Meola, John McLaughlin e Paco de Lucía (1981). Foi um disco crucial na minha escolha pela carreira musical. Ainda escuto hoje em dia e ele continua me fascinando”. Cantor “Milton Nascimento. Ele canta de uma forma que
me emociona a cada palavra, a cada nota e é uma das maiores influências da minha carreira. Como dizia Elis Regina (1945-1982), “se Deus tivesse uma voz, seria a voz de Milton Nascimento”. Sou fascinado por ele e pelo Clube da Esquina”. Cantora “Marisa Monte. Ela tem uma voz que me encanta. Nunca contei isso, mas sonhei muitas vezes que estou cantando com Marisa no mesmo palco. Minha megasena seria gravar com ela e com o Milton Nascimento”.
Bit e ‘beat’ para criar ritmo Dom. 2.out.
HERVE DEROO/DIVULGAÇÃO
Cie. Maguy Marin faz única apresentação neste domingo (2)
O bit é a unidade mais simples do sistema binário, base do funcionamento dos computadores, designado pelos números 0 e 1. Já o “beat” (batida, em inglês), é o tempo de medição ou pulso de um som. Ambos os conceitos se entrelaçam e funcionam como matériaprima do espetáculo de dança “BiT”, que a companhia francesa Maguy Marin apresenta em Belo Horizonte neste domingo (2), como parte do projeto FranceDanse e do Pauta em Movimento, do Sesc. A proposta é trabalhar sobre a questão do ritmo. “O ritmo é um dos elementos mais importante do meu trabalho, tomado de diferentes pontos de vista: musical, político, filosófico... Ele sempre se abre
sobre questões centrais, como: por que há guerras entre os seres humanos? Por que há sempre mais e mais pobreza para mais e mais pessoas e mais e mais dinheiro para cada vez menos pessoas?”, questiona a coreógrafa Maguy Marin, que dá seu nome à companhia. Ao criar a coreografia, Marin se inspirou em danças folclóricas para falar de como as pessoas articulam seu ritmo ao dos outros, e pensar nos significados desses arranjos. “Em BiT, o mais importante era sublinhar o que é criado pelo fato de dançarmos juntos e de mãos dadas. Em nossa época contemporânea, especialmente no Ocidente, todos dançam lado a lado, mas, em geral, não há contato en-
tre as pessoas”, observa a coreógrafa. A trilha sonora eletrônica de Charlie Aubry remete, simultaneamente, ao bit e ao beat. “Nós trabalhamos muito de perto. Charlie Aubry foi entrando e saindo do estúdio e compondo livremente por seus próprios meios, e nós fomos dessa forma, independentes um do outro, até o último momento”, conta Marin. DANÇA CONTEMPORÂNEA Sobre a criação para as artes cênicas contemporâneas, a coreógrafa diz que ser original é uma questão de se munir do que já foi feito. “Nós somos construídos pelas ações de muitas pessoas antes de nós. A história
é uma das bases da minha pesquisa. Eu tento trazer o passado e o presente como se fosse um palimpsesto (manuscrito em pergaminho que, após ser raspado e polido, era novamente aproveitado para a escrita de outros textos) no qual nós estamos hoje caminhando, vivendo”, diz. No Brasil pela quinta vez, a companhia mantém diálogo constante com a coreógrafa paulista Lia Rodrigues. “Ela trabalhou com a Cie. Maguy Marin quando era muito jovem e eu aprecio especialmente o seu trabalho”, afirma. (Jessica Almeida)
> BiT
Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Neste domingo (2), às 19h. R$ 10 (inteira)
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ARTES CÊNICAS Beleza que vem da fragilidade Antes mesJessica mo de comeAlmeida çar a temporada do espetáculo “The Realistic Joneses” nos Estados Unidos, marcando a estreia do dramaturgo Will Eno,51, naBroadway, a versão brasileira da obra já vinha se delineando. Dirigida por Guilherme Weber, 40, “Os Realistas” foi produzida por Débora Bloch – que também está no elenco ao lado de Mariana Lima e Fernando Eiras, além do diretor – e faz curta temporada em Belo Horizonte no próximo fim de semana (dias 8 e 9). Weber é o ator que mais encenou trabalhos de Eno em todo o mundo e essa é sua sexta experiência com textos do autor. A relação dos dois começou quando a Sutil Companhia de Teatro, extinto grupo fundado pelo curitibano com o amigo Felipe Hirsch, desistiu de um projeto para montar “Temporada de Gripe”, no início dos anos 2000. “Ele veio nos ver e nos tornamos amigos, daí começou a parceria. A Débora o conheceu por meio da companhia. Nós somos amigos e tínhamos outro projeto, que não deu certo. Então, eu sugeri ‘Os Realistas’, que eu já havia lido desde a primeira versão. Depois disso ela foi a Nova York ver, o conheceu e ficou empolgadíssima com o texto”, conta. Em cena, a história de dois casais vizinhos que
compartilham o mesmosobrenome – Silva –, moram em casas idênticas e, aos poucos, descobrem que têm muito mais em comum. No lugar do herói, tem-se no centro o homem comum, arquétipo do homem médio, reconhecível. “É o texto dele de comunicação mais direta com o público, que faz com que melhor se receba todos os temas de sua obra”, afirma Weber. “É uma tentativa de exercício de gênero. Ele trabalha pela primeira vez com o realismo, e a falência da linguagem, que é o que sempre coloca, aqui se torna a falência da progressão do própriogênero, na ausência da catarse, da epifania final”. Ao falar de nossas fragilidades e fraquezas, o autor cria identificação com o espectador. “Ele também fala do quão vitorioso é o ser humano na sobrevivência do cotidiano. Estar vivo a cada dia é um milagre”, diz o diretor. “Por meio dos personagens, ele nos fala sobre como compartilhar medos nos torna mais fortes e cria a verdadeira intimidade. O belo em nós é a fragilidade”. Tido como um Samuel Beckett contemporâneo, Eno mistura referências de forma a,mesmo num espetáculo realista, trazer elementos do teatro do absurdo. “Suas grandes referências são Beckett e Edward Albee, de quem foi aluno. Doprimeiro, traz personagens que se comunicam através da ausência, de jogos quase clownescos de linguagens. Do segundo, herda os
Sáb. e dom. 8 e 9.out.
Da ausência de porquês a peça faz surgir mistérios e situações marcadas por risos e emoções inesperadas
diálogos afiadíssimos. Essa soma de influências, passadas pelo filtro do Tchekhov, no confronto com as forças da natureza, resulta nesse encontro improvável do realismo com o absurdo”, explica. “DARK” Em relação à montagem norte-americana, a brasileira ganhou um tom um pouco mais “dark”. O cenário de Daniela Thomas e Camila Schmidt traz um painel que espelha a imagem de uma floresta, enquanto toras de madeira pendem do teto. “Meu olhar como estudioso busca reforçar um pouco essas influências que percebo. Nossa montagem é mais beckettia-
na, e isso às vezes incomoda o próprio Will, que acha que eu tenho a tendência de intelectualizar sua obra. Mas para mim é uma questão de opinar mais sobre ela, torná-la mais vasta pro espectador”, justifica. A princípio escalado somente para o elenco, Weber acabou assumindo a direção. Por conta de compromissos do ator Emílio de Mello, que acabou ficando com o papel que seria dele, retorna à posição inicial, mas acumulando as duas funções. Além da peça, Weber estreou recentemente como diretor de cinema, no filme “Deserto”, função pela qual acabou de ser premiado no Los
Teatro sob o viés da paixão A paixão foi o fio condutor escolhido por Jota Dangelo para se debruçar sobre a obra de William Shakespeare (1564-1616). Em “Hamlet”, “Othelo”, “Romeu e Julieta”, “Julio César”, “Macbeth” e o “Mercador de Veneza”, enxergou a paixão pelo poder, pelo dinheiro, pelo ser amado, pelo amigo e pelo próprio teatro e amarrou para construir o espetáculo “A Paixão Segundo Shakespeare”. Escrito há 20 anos, a peça estreia na quinta (6), em montagem do Teatro de Pesquisa, companhia do Teatro da Cidade. Responsável pela direção, Pedro Paulo Cava justifica que a escolha do texto foi uma dupla homenagem. “São 400 anos da morte de Shakespeare e o
Jota Dangelo completando 85 anos. Foi uma forma de celebrar os dois”, diz. “E Shakespeare, afinal, escrevia com muita paixão. Era um especialista em desnudar a alma humana que, afinal, não mudou muito daqueles tempos pra cá”. RECURSO Num contexto atemporal, os personagens são apresentados como uma companhia de atores que se reveza para, por sua vez, interpretar outros personagens. Estes falam de amor, morte, dor, vingança, ódio, amizade e política. A narrativa é “amarrada” pela presença de uma parca – seres da mitologia, espécie de bruxas, que previam o futuro. “Ela vai costurando o espetáculo com comentários, reflexões e muito bom hu-
LEO AVERSA/DIVULGAÇÃO
mor”, afirma o diretor. Além disso, projeções contextualizam as várias ações transcorridas na peça. “É um recurso que gosto de usar desde os anos 1970, que na verdade começou em 1919, na Alemanha. Era muito usado inclusive por (Bertolt) Brecht, nos anos 1930 e 1940”, explica. “Nesse caso, serve para exibir reproduções de gravuras que funcionam como uma espécie de intervalo de cena e, aí sim, comunicam à época em que as peças foram escritas, como um desenho de Hamlet com a caveira na mão ou um do Othelo”. Cava ressalta que o texto fala do homem e seus desejos e paixões como centro do universo e que isso nunca deixa de ser atual. “Shakespeare ironizava muito os políticos, as instituições, as guerras pe-
lo poder. Eram outras armas, mas as motivações não são muito diferentes. Com isso se discute corrupção, falta de ética, o que cada um faz para chegar ao poder. No fim das contas, é uma reflexão bastante atual”, diz. A estreia acontece pouco mais de um mês depois de o grupo realizar ensaios abertos. “É uma coisa que a gente faz há muitos anos, o público vem, gosta e comenta. É muito bom pros atores terem referência de como está chegando a emoção, de como o espetáculo está sendo percebido”, afirma Pedro Paulo Cava. (Jessica Almeida)
A Paixão Segundo >Shakespeare
Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1.341, centro, 3273-1050). De 6 de outubro a 18 de dezembro. De quinta a sábado, às 20h30; domingo, às 19h. R$ 50 (inteira).
Angeles Brazilian Film Festival e no Festival de Brasília. “O cinema é minha paixão primeira, o teatro veio para me salvar da grande decepção de perceber que eu não conseguiria trabalhar com isso. Consegui levar essas duas áres estéticas juntas. O cinema deu muito ao meu teatro e o teatro está dando agora ao meu cinema”, analisa. O filme, que tem Lima Duarte no elenco, estreia em circuito comercial no primeiro semestre de 2017.
> Os Realistas
Dir. Guilherme Weber Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Dias 8 e 9. Sábado, às 18h e às 21h; domingo, às 19h. R$ 60 (inteira)
estreia 6.out.
BATE-BOLA COM GUILHERME WEBER Livro “O Evangelho Segundo Jesus Cristo’, do Saramago”. Filme “‘Gritos e Sussurros’ (1972), do Bergman”. Disco “‘You Are The Quarry’, do Morrisey”. Cantora “Cida Moreira”. Cantor “Morrisey”. Personagem seu que mais gosta “O filho mais velho em ‘A Morte do Caixeiro Viajante’”. Texto que ainda quer interpretar O próximo, que será ‘De Verdade’, do Tom Soppards”.
GUTO MUNIZ/DIVULGAÇÃO
Espetáculo, que teve ensaio aberto no início de setembro, fica em cartaz até meados de dezembro
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ARTES CÊNICAS teatro adulto 19:45!
Dir. Rita Clemente Com Rita Clemente Uma família; um casamento; um acidente; um aceno ou uma dúvida... Às vezes, dos fatos mais simples aos mais surpreendentes, nos perguntamos: afinal, foi por acaso? Espaço Aberto Pierrot Lunar (r. Ipiranga, 137, Floresta, 2514-0440). Neste sáb. (1º), às 19h. R$ 10 (inteira).
A HORA DO BRASIL: UMA CHANCHADA NACIONAL
coletivas. Teatro Espanca! (r. Aarão Reis, 542, centro, 3657-7348). Sáb. e dom., às 20h. R$ 20 (inteira). Até 16/10.
FRANCISCO DE ASSIS – DO RIO AO RISO
Dir. Carlos Nunes Com Carlos Nunes e André Maurício O espetáculo mostra sob um novo aspecto a fraterna existência de Francisco de Assis, homem e santo, sobre a terra. Toma-se dele a humanidade com que enfrentou o desafio de mais amar que ser amado. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, parque municipal, centro, 3277-6325). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 30 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc). Até 9/10.
Dir. Ederson Miranda e Felipe de Moraes Com Ederson Miranda Uma comédia sobre a história do Brasil contada com muito humor através de seis personagens típicos do cotidiano do povo brasileiro. Inspirado nas tradições da comédia popular, o espetáculo mostra de forma inédita a formação do brasileiro. Teatro da Biblioteca Pública (praça da Liberdade, 21, Lourdes, 32691166). Neste sáb. (1º), às 21h; e dom. (2), às 19h. R$ 12.
GOD
BOCA CHEIA D’ÁGUA
Dir. Raquel Castro Com Idylla Silmarovi e Raquel Castro Dizem que arte e política estão interligadas. Dizem também que em todas as revoluções houve participação massiva de artistas. Dizem que a arte tem uma articulação íntima com a vida. Dizem também que ela reflete sobre o seu tempo. Instituto Helena Greco (r. Hermilo Alves, 290, Santa Tereza). Ter. (4) a sáb. (8), às 20h; e dom. (9), às 20h. R$ 10.
Dir. Marcelo Carrusca e Bruna Longo Com Cláudia Assunção, Janaína Amorim, Lívia Gaudêncio e Rai Teichimam Prisioneiras do campo de concentração de Ravensbrück mostram seus dias cercados de horror, mas também de solidariedade dentro do confinamento. Baseada em histórias reais, a narrativa convida o espectador a refletir sobre a violência contra a mulher nos dias atuais. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes, 3516-1360). Qui. (6) a sáb. (8), às 21h; e dom. (9), às 19h. R$ 24 (inteira).
BRINCANDO EM CIMA DAQUILO
Dir. Ítalo Laureano Texto de Dario Fo e Franca Rame Comédia dividida em quadros onde a tônica é a força da mulher e seus conflitos entre a vida profissional, a vida de esposa e mãe. Três mulheres distintas em diferentes situações, questionam o lugar da mulher na contemporaneidade. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586. Santa Efigênia, 3277-6319). Nesta sex. (30) e sáb. (1°), às 21h; e dom. (2), às 19h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).
COISAS BOAS ACONTECEM DE REPENTE
Dir. Cynthia Paulino Com Cynthia Paulino Uma mulher pronta para perdoar e ser perdoada, sem arrependimentos e sem rede de segurança, diz tudo o que lhe vem à cabeça: o poder do feminino, a passagem do tempo, a saudade do filho, as citações de seus poetas preferidos, suas músicas, falhas e manifestos. Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Neste sáb. (1º), às 21h; e dom. (2), às 19h. R$ 20 (inteira).
COMO FAZER UMA MULHER FELIZ COM APENAS CINCO REAIS
Dir. Ricardo Batista Com Ricardo Batista Será mesmo que “mulher é um bicho complicado” e que “homem é tudo igual, não vale nada”? Para colocar estas máximas à prova, resolvemos mostrar os mais diversos tipos de homens, em situações cômicas e inusitadas, com os mais variados tipos femininos, num divertido leilão. Teatro Imaculada (r. Aimorés, 1.600, Lourdes, 3014-5382). Sex. (7) e sáb. (8), às 21h; e dom. (9), às 20h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).
FAUNA
Dir. Italo Laureano Com Assis Benevenuto e Marcos Coletta “Ei, você me conhece? Posso me aproximar? Eu sou só um animal vivo”. Nesta peça-conversa, dois atores convidam o público a explorar a dimensão política dos afetos. Corpos e discursos se misturam e se confundem para desconstruírem identidades pessoais e
Dir. Miguel Falabella Com Miguel Falabella, Elder Gatelly e Magno Bandarz (Leia mais na pág. 10). Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211). Sex. (7) e sáb. (8), às 21h; e dom. (9), às 18h. R$ 120 (plateia 1, inteira); R$ 100 (plateia 2A de AA até HH, inteira); R$ 70 (plateia 2B de II até LL, inteira).
GUERRILHA – EXPERIMENTOS PARA TEMPOS SOMBRIOS
HÁ 2000 ANOS…
Dir. Fundação Caminho, Verdade e Vida Peça baseada na obra de Francisco Cândido Xavier. “E como naquele tempo, a mesma fé me conduz. Tenho dois amores em minha vida: você, meu anjo e Jesus”. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Neste sáb. (1º), às 19h. Entrada gratuita.
HERMES E RENATO
Dir. Risadaria Com Marco Antônio Alves, Adriano Pereira, Felipe Torres e Franco Fanti O grupo de humor que despontou na década de 90 na MTV estreia nos palcos com elenco original, trazendo novas esquetes com muito experimentalismo, improviso, musical e stand up. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, Centro, 3201-5211). Neste sáb. (1), às 21h. R$ 80 (plateia 1, inteira); R$ 70 (plateia 2A de AA até HH, inteira); R$ 60 (plateia 2B de II até LL, inteira).
IMPROVISAÇÕES INSEGURAS
Dir. Fernando Silva Companhia Os Inseguros Todas as cenas são construídas a partir das sugestões da plateia através de jogos de improvisação. O que causa insegurança é que os improvisadores não sabem como vai começar a história, mas é certo que o público vai se divertir com as criativas e engraçadas histórias criadas. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211). Sex. (7), às 21h. R$ 20 (inteira).
LÍRIOS DE AFEIÇÃO
Dir. Fundação Caminho, Verdade e Vida A peça teatral traz encenações que retratam marcantes passagens do cristianismo. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Neste dom. (2), às 19h. Entrada gratuita.
MATINÊ
Dir. Rita Clemente Com André Senna, Alexandre Toledo, Bruno Colares A peça apresenta o estranho encontro entre um casal por meio de um jogo em que o teatro e o cinema trocam seus papéis. O processo se fundamenta na criação de relatos nos quais tempo e espaço se fundem. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 21087827). Neste sáb. (1º), às 20h30; e dom. (2), às 19h. R$ 20 (inteira)
MEMÓRIAS DE ANA Dir. Dinalva Andrade
A história de Minas Gerais é abordada através dos contos de Aninha, uma senhora que expõe sua história de vida entre a infância no interior e sua chegada a Belo Horizonte. Espaço Cultural Luchini (r. Osório de Morais, 274, Ouro Preto, 999830600). Neste sáb. (1), às 20h; dom. (2), às 19h30. R$ 15.
Teatro de cordel onde o circo Mandarino percorreu o nordeste brasileiro, contando a história do milagre da escrava deixando o circo em lágrimas. Espaço Cultural Luchini (r. Osório de Morais, 274, Ouro Preto, 999830600). Neste sáb. (1º) e dom. (2), às 10h30. R$ 10.
MEU AMIGO CHARLIE BROWN
Dir. Livia Gaudêncio Cia. O Trem Dois amigos, Nina e Theo, se transformam em super-heróis para vencer seus próprios medos e conquistar seu campo de força. Nina é deficiente visual e conta com a ajuda de seu cão-guia e de seu amigo Theo para cumprir esta missão. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes, 3516-1360). Neste dom. (2), às 16h. R$ 10 (inteira).
Dir. Alonso Barros Com Tiago Abravanel, Leandro Luna e Mariana Elisabetsky O roteiro é baseado em uma das mais famosas histórias em quadrinhos, que encanta públicos de todas as idades desde 1950. A peça remonta um dia normal no universo de Charlie Brown, misturando humor a uma delicada melancolia e promete cativar os espectadores com uma sensibilidade extraordinária. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Neste sáb. (1º), às 19h; e dom. (2), às 18h. R$ 80 (plateias 1 e 2, inteira), R$ 50 (plateia superior, inteira).
OS HOMENS QUEREM CASAR E AS MULHERES QUEREM SEXO 2
Dir. José Santa Cruz Com Carlos Simões e Danielle Nino Após dez anos em cartaz, a peça ganha uma segunda parte, narrando a história de Jonas e sua busca pela mulher perfeita para casar. Nesse processo, ele encontra-se com Deus e faz um acordo curioso para passar a entender melhor a visão feminina sobre o universo masculino. Teatro Shopping Estação (av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova, 31189902). Neste sáb. (1º), às 21h. R$ 60 (inteira).
UM INTERLÚDIO: A MORTE E A DONZELA
Dir. Wilson Oliveira Com Christiane Antuña, Gustavo Werneck e Nivaldo Pedrosa Em uma casa de praia distante, um casal recebe a visita inesperada de um homem. Esse é o estopim de um intenso jogo psicológico entre uma mulher que jura ter reencontrado o grande carrasco de sua vida e decide julgá-lo e fazer justiça, o marido que considera a sua atitude precipitada e o acusado que alega inocência. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Sex. e sáb., às 20h30; e dom., às 19h. R$ 30 (inteira); R$ 12 (postos Sinparc). Até 30/10.
teatro infantil A RAINHA DA NEVE – UMA AVENTURA CONGELANTE
Dir. Adriano Soares A montagem traz para os palcos a história das irmãs Anna e Elsa que depois de viverem afastadas, se aventuram pelas montanhas de gelo para encontrar uma a outra e evitar o congelamento do reino. Teatro Alterosa (av. Assis Chateaubriand, 499, Floresta, 3237-6611). Neste sáb. (1) e dom. (2), às 14h, 16h e 18h. R$ 60 (inteira).
CARNAVAL DOS ANIMAIS
Dir. Álvaro Apocalypse Com o Grupo Giramundo Marionetes de fio para contar a decisão do Rei Leão de dar uma festa na floresta, quando convida todos os animais, mas proíbe a entrada dos animais de boca grande. O Jacaré e seu amigo Sapo, revoltados, usam vários artifícios para participar do alegre evento, causando alvoroço e confusão. Museu Giramundo (r. Varginha, 245, Floresta, 3446-0686). Sáb., às 11h. R$ 20 (inteira). Até 29/10.
CINDERELA 40 PRODUÇÕES
O clássico “Cinderela” eternizado pela magia e pela beleza da história é revisitado pela 40 Produções. A história conta a vida da bela menina que após a morte de seu pai passa a viver com a madrasta cruel e precisa se libertar para encontrar o amor verdadeiro. Espaço Cultural Luchini (r. Osório de Morais, 274, Ouro Preto, 999830600). Neste sáb. (1º) e dom. (2), às 16h. R$ 15.
O PALHAÇO E A SANTA Dir. Fernando Limoeiro Com alunos do T.U. da UFMG
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Christiane Antuña e Nivaldo Pedrosa em “Um Interlúdio: a Morte e a Donzela”, que agora cumpre temporada no teatro Marília
O QUE MORA NO ESCURO
R$ 32 (inteira).
PINÓQUIO
Dir. Luciano Luppi A obra conta a história de um bonequinho de madeira que recebe o dom da vida através da magia de uma fada. Para realizar o sonho de se transformar num menino de verdade, ele precisa provar que é valente, sincero e generoso. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Neste sáb. (1º) e dom. (2), às 16h. R$ 30 (inteira).
UMA AVENTURA CONGELANTE – BRINCANDO NA NEVE
Dir. Roberto Freitas Com Taina Acorite, Guilherme Melo, Luciano de Lima. “A princesa Elza tem o poder de congelar tudo a sua frente. Depois de machucar sua irmã Ana as duas são separadas e só se encontram novamente no dia em que Elza vai ser coroada rainha. Mas acontece um imprevisto e o povo descobre que Elza fez nevar com sua magia”. Teatro da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21, Lourdes, 3269-1166). Neste sáb. (1º) e dom. (2), às 16h30.
musical NUVEM DE LÁGRIMAS – O MUSICAL
Dir. Luciano Andrey e Tania Nardini Com Gabriel Sater e Luciana Pandolfo (Leia mais na pág. 11) Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Sex. (7) e sáb. (8), às 21h. R$ 110 (plateia 1, inteira); R$ 90 (plateia 2, inteira); R$ 50 (plateia 3, inteira).
dança BIT
Com a Cie. Maguy Marin Ao som de uma música techno exaltante, o espetáculo é pleno de crueldade, no tocante à análise da sociedade contemporânea. BiT nos arrasta aos abismos de nossa humanidade e interroga nossas responsabilidades individuais em meio à
tormenta do desfiar dos dias. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste dom. (2), às 19h. R$ 10 (inteira); R$ 4 (comerciário).
CINZAS
Com a Cia. Ballet Soleá Espetáculo dirigido por Reginaldo Jimenez, “Cinzas” é inspirado na história de Fênix, uma ave que se consumia pela ação do fogo a cada 500 anos para logo renascer das cinzas. Soleá Tablao Flamenco (r. Sergipe, 1199, Savassi, 3282-2444). Neste sáb. (1), às 22h. R$ 25 (individual); R$ 80 (mesa).
WESW3E FLUXOS
Dir. Fernando de Castro Sala B O espetáculo conta com cenas coreográficas que recriam eventos e situações que compõem o ambiente urbano e seus efeitos sobre a sociedade contemporânea. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/n°, parque municipal, centro, 3277-6325). Ter. (4), às 20h30. R$ 20 (inteira).
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MÚSICA No canto dela Sandy Leah, 33, encerrou a turnê “Sim” em maio de 2014 para se dedicar à chegada do primogênito Theo, 2. Em novembro do ano passado, a filha de Xororó decidiu interromper a licençamaternidade para gravar o DVD “Meu Canto”, no teatro Municipal de Niterói (RJ). Em junho deste ano, a gravadora Universal lançou em CD 17 dos 20 números registrados no DVD. Para divulgar “Meu Canto”, CD e DVD, e “matar a saudade dos palcos”, Sandy agendou shows em cinco cidades. No próximo dia 8, é a vez de BH, quando ela sobe ao palco do Minascentro para apresentação única, com ingressos já esgotados. Chama atenção a dubiedade do nome que batiza CD, DVD e show. Sandy justifica: “Trata-se do meu cantar e também do meu canto, o meu lugar no mundo.Meu show é intimista. Olho muiLorena K. Martins
to para dentro. É bom dividir isso com as pessoas”. Antes mesmo de “Meu Canto” ser lançado, as canções já eram sucesso na internet. Entre elas, a parceria com o cantor e compositor Tiago Iorc em “Me Espera”. No Youtube, o clipe, lançado em maio, ultrapassou 10 milhões de visualizações. “É maravilhoso saber que as pessoas estão ouvindo meu trabalho por meio de outras plataformas, e têm acesso de várias maneiras, independentemente de comprar ou não o disco”, diz a cantora, que já soma 27 anos de trajetória musical. Além de Iorc, o CD/DVD conta com “Olhos Meus”, canção em que divide os vocais com o cantor e compositor baiano Gilberto Gil. Todas as 20 faixas são escritas por ela ou em parceria. “É um trabalho autoral, todas as canções falam de sentimentos e sensações, algo bem verdadeiro e quesãomeus. Cuideidecomeço ao fim da produção, do visual, do DVD... É muito mais gostoso fazer desta maneira.
Quando você faz algo verdadeiro e se apropria de tudo, a satisfação é muito maior. Me arrisquei e fiz com vontade”, disse, se mostrando plena e com total controle de seu ofício. As únicas não autorais são as releituras de “All Star” (Nando Reis) e “Cantiga Por Luciana” (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós). Esta é uma homenagem póstuma ao seu avô Zé do Rancho (1927-2015), que sempre quis que ela cantasse essa música. Vale lembrar que em 2009 Sandy havia registrado “Cantiga por Luciana” no DVD do avô (“Entre Parentes e Amigos – Histórias de uma Viola”). POTENTE Para os “órfãos” de Sandy & Junior,que sesepararam artisticamenteem2007,acantora resgatou em “Meu Canto” os hits “Nada é por Acaso” e “Desperdiçou”, que levou – e ainda leva – a plateia à mesma reação entusiasmada da fase áurea da dupla.
UNIVERSAL MUSIC/DIVULGAÇÃO
Sáb. 8.out.
Sandy mostra na cidade show “Meu Canto”, com ingressos já esgotados
“Eu sempre inclui uma ou duas canções porque eu sei que as pessoas vão pedir. Mas é uma escolha minha, eu gosto de agradar aos fãs e relembrar o passado e os tempos de Sandy & Junior, que construiu quem eu sou hoje, como artista”, confessa. “Gosto de recordaresses momentos com o público, mas acaba que eles sempre vão emendando mais canções(risos)”, dizSandy,garantindo que a gravidez e poste-
riormente a maternidade só trouxeram vantagem para seu canto. “Percebi que, por causa dos hormônios, minha voz ficou mais potente”, afirma a cantora, que tatuou no braço direito o nome do filho em linguagem braile.
> Sandy Leah
No show “Meu Canto” Minascentro (av. Augusto Lima, 785, Lourdes). Dia 8 (sábado), às 21h. Ingressos esgotados
BATE-BOLA Um cantor: John Mayer Um disco: “Fires”, de Nerina Pallot Música: “Angel”, de Sarah Mclachlan Filme: “As Pontes de Madison” (1995) Escritor (a) “Clarice Lispector com o conto ‘Amor’”
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MÚSICA Voz e guitarra “Dilúvio”, disco que é a base do show que o cantor e compositor Dani Black, 28, traz a Belo Horizonte neste sábado (1º), não é novo. Está disponível desde o ano passado e inclusive foi lançado por aqui há pouco mais de um ano. Quem foi à apresentação daquela vez, no entanto, o verá agora numa nova roupagem. “Vai ser especial porque é uma versão mais intimista, só eu e uma guitarra, numa leitura muito próxima de como as músicas foram feitas”, diz o músico. “Vou poder tocar de um jeito mais livre e eventualmente atender pedidos da plateia, mas a base é o ‘Dilúvio’, que depois desse tempo, está bem maduro”. Além da maturidade, o disco acumulou, ao longo desse período, o prestígio de importantes premiações. Foi indicado como melhor álbum pop ao Prêmio da Música Brasileira e está concorrendo ao Grammy Latino nas categorias melhor álbum de MPB e melhor canção em língua portuguesa, com a Jessica Almeida
sábado (1º) 2 GIRLS Iris Pereira e Julia Loreto cantam sucessos da música brasileira e também canções inéditas. No repertório, “Superfantástico”, do Balão Mágico, “Atirei o Pau no Gato”, “Banho de Lua”, “Biquíni de Bolinha”, “I’ll Be There”, do Jackson Five, entre outras. BH Hall (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, São Pedro). Às 18h. R$ 140 (inteira)
BENVENUTI A NAPOLI Espetáculo traz para o público brasileiro belíssimas músicas napolitanas do período de 1828 à 1956. Direção do músico Sergio di Napoli. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas 315, centro). Às 21h. R$ 20 (inteira)
IVO MEIRELLES Delegas Samba Clube convida Ivo Meirelles, Me Beija que Eu Sou Pagodeiro e bateria da Cidade Jardim. Quadra da Escola de Samba do Cidade Jardeim (r. do Mercado, 150, conjunto Santa Maria, Cidade Jardim). Às 18h. R$ 40
JAZZ IN BOSSA – BOSSA IN JAZZ
música “Maior”, um dueto com Milton Nascimento. “É uma felicidade, fui indicado a prêmios muito importantes no Brasil e no mundo. É um reconhecimento muito simbólico, tanto da parte artística como da técnica, que vai dar uma repercussão boa e um pedigree pro trabalho, o encorpar”, afirma. “Foram meses em estúdio, quase um ano fazendo, foi um disco muito caprichado, então é uma ótima recompensa. E, não bastasse uma indicação ao Grammy, foram duas, eu e o Conrado Goys, produtor do álbum, estamos nas nuvens”. Além da indicação ao Grammy, a canção “Maior” também vai ser trilha sonora do casal protagonista da nova novela das 21h na Globo, que estreia na próxima segunda (3), “A Lei do Amor”. “É uma maneira de chegar a mais pessoas, e da música passar sua mensagem pra pessoas diferentes, que podem gostar dessa e depois encontrar as outras do disco. É uma grande oportunidade”, analisa o jovem. Com a primeira tiragem esgotada, “Dilúvio” foi relançado em julho, com a faixabônus “Encontros Carnais” e modificações visuais na versão física.
domingo (2) AQUI JAZZ O quinteto Take Five traz para praça JK jazz e samba de qualidade, clássicos nacionais e internacionais. Praça JK (av. Bandeirantes, 210, Sion). Às 11h. Gratuito.
EDUARDO HAZAN No projeto Noturnos Musicais. Fundação de Educação Artística (r. Gonçalves Dias, 320, Funcionários). Às 19h. R$ 20
segunda (3) SEGUNDA MUSICAL Recital da Universidade Federal de São João Del-Rei. Teatro da Assembleia (Rua Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho). Às 20h. R$ 1
terça (4) CRISTOPHER CROSS
Roberto Menescal e Maria Luiza fazem lançamento do álbum que contém clássicos nacionais e internacionais do Jazz e da Bossa Nova. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes). Às 21h. R$ 120.
Cantor, compositor, guitarrista, vencedor de Grammys e Oscar de melhor canção original, Cross traz grande espetáculo reunindo sucessos de carreira. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Às 21h. A partir de R$ 160 (plateia superior)
SUPLA E EVIL MATCHERS
LÍRICO SACRO
Supla, completando 30 anos de carreira, cantará sucessos desde o início de sua carreira até a atualidade, além de canções do Brothers of Brazil. A Autêntica (r. Alagoas, Savassi, 1.172). Às 21h. R$ 30
Nas comemorações do título de Patrimônio Cultural da Humanidade concedido ao Conjunto Moderno da Pampulha pela Unesco, o Coral Lírico de Minas Gerais se apresenta na Igrejinha da Pampulha. Igreja de São Francisco de Assis (av.
PRESTÍGIO Um dos artistas mais prestigiados da nova geração, já foi gravado por grandes nomes da MPB, como Ney Matogrosso, Elba Ramalho e Chico Buarque. A parceria com Bituca se transformou numa amizade, o que indica que os dois podem realizar novos projetos no futuro. Em 2011, foi indicado por Djavan como pessoa da nova geração em quem ele estaria prestado atenção. “Tem um menino que está compondo compulsivamente. É o Dani Black, filho da Tetê Espíndola. Acho que se continuar nesse ritmo ouviremos falar muito sobre ele”, disse, à época do lançamento do disco “Ária”. O reconhecimento de pessoas tão importantes, ele garante, não assusta. “Não tem absolutamente nenhum lado disso que não seja maravilhoso. São pessoas que ouço desde pequeno, são parte da minha história e acredito que gostam porque se reconhecem, ao mesmo tempo que se surpreendem. E cada vez que acontece eu me sinto mais encorajado a continuar”, diz. Ele ainda continua “compondo compulsivamente”, como disse Djavan, e por isso já tem material para um
Otacílio Negrão de Lima, 3000, Pampulha). Às 20h. Gratuito.
quarta (5) MARCOS VAL & BANDA O músico se apresenta no show “Há Tempos”, com releituras de clássicos do pop rock e do rock nacional e internacional.
Sáb. 1º.out.
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PAULO BUENO/DIVULGAÇÃO
Dani Black retorna a BH com seu disco “Dilúvio” amadurecido, para show intimista
novo disco, mas por ora ainda não pensa nisso. “Antes, vou levar o ‘Dilúvio’ o mais longe que puder, até porque ele tem me dado muita felicidade e sinto que ainda tem um caminho a percorrer. Ainda não sei exatamente o que vai vir depois, mas descobriremos juntos”, comenta.
> Dani Black
Palácio das Artes (Sala Juvenal Dias – av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Neste sábado (1º), às 21h. R$ 40 (inteira)
Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas 315, centro). Às 21h. R$ 30 (inteira)
BATE-BOLA Um livro “‘2001: Uma Odisseia no Espaço’, de Arthur C. Clarke”.
ção de Nova York por quem estou apaixonado”.
Um filme “‘Cinema Paradiso’ (1988), de Giuseppe Tornatore. É maravilhoso e a trilha sonora uma obra-prima”.
Um cantor “Ney Matogrosso”.
Um disco “‘Bang! Zoom’ (1995), de Bobby McFerrin”.
Parceria que ainda quer fazer “Gilberto Gil. É o cara. Não só como músico, mas como filósofo. Nem precisa ser parceria, pode ser só um papo”.
Uma cantora “Becca Stevens, é uma cantora da nova gera-
Música sua que mais gosta “Não tem, são como filhos”.
Às 22h. R$ 15 (antecipado)
sexta (7)
MIBH – SAMBAS DE CAYMMI Com Diza Franco, Mauro Zockratto e Senta a Pua Gafieira. Interpretações de canções de Dorival Caymmi. No repertório, "Acontece que Sou Baiano","Vatapá" e "Maricotinha". Teatro Alterosa (av. Assis Chateaubriand, 499, Floresta). Às 21h. R$ 5 (inteira)
SAMMLIZ E DOLLY PIERCING Lançamento do álbum “Mamba”, novo trabalho da cantora paraense Sammliz que une Stoner, eletrônica, darkwave, post-punk, pop, stonercumbia, old school sexy brega. A Autêntica (r. Alagoas, 1172, Savassi).
SINFÔNICA POP O multifacetado Zé Miguel Wisnik se une à Orquestra Sinfônica de Minas Gerais em nova edição da série Sinfônica Pop para um resgate de sucessos marcantes de sua carreira. No repertório, “Cacilda”, “Assum Branco”, “Mais Simples” e “Se Meu Mundo Cair”. Grande Teatro do Palácio das Artes (av. (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Às 20h30. R$ 50 (inteira)
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MÚSICA Rumo à primeira 835 década de história FILARMÔNICA EM NÚMEROS
EDITORIA DE ARTE / O TEMPO / FOTOS DIVULGAÇÃO
962 horas
de concertos
obras de 242
compositores foram interpretadas pela orquestra
“O Guarani” Carlos Gomes é a obra mais tocada
50
vezes Top 3 dos compositores mais tocados
55 Mozart
32 Beethoven
28 Tchaikovsky
O sérvio Luka Milacovic tinha apenas 23 anos em 2007, quando participou de uma audição em Belgrado que mudaria os rumos de sua carreira. O processo seletivo buscava músicos para a formação inicial da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, a qual o violinista passou a integrar desde a estreia no Grande Teatro do Palácio das Artes, em fevereiro de 2008. Passados quase dez anos, Milacovic e muitos de seus colegas já se adaptaram à língua portuguesa, criaram laços afetivos entre os mineiros e fincaram raízes em Belo Horizonte. O mesmo se aplica à Filarmônica: prestes a completar uma década de história, a orquestra se solidificou como um dos mais importantes patrimônios culturais das Alterosas, abraçado de forma entusiasmada por um público cada vez mais volumoso. Sob a batuta do regente titular e diretor artístico Fabio Mechetti, a Filarmônica já apresentou, principalmente ao público mineiro, 835 peças sinfônicas em 641 concertos com renomados solistas de diversas partes do mundo – muitos deles realizados em sua casa própria, a Sala Minas Gerais, inaugurada há dois anos. Coroando a caminhada, a orquestra acaba de lançar o programa da temporada de 2017, que pretende manter o mesmo padrão de excelência. Mechetti relembra os primeiros e desafiadores anos de Filarmônica. “Começamos a trabalhar em 2007, um ano antes da estreia. Na época, a intenção do governo de Minas era mudar a gestão da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, transformando-a em Organização da Sociedade Civil de Interesse Público ( Oscip). Por vários motivos, a adesão dos músicos da Sinfônica não foi a esperada e, com isso, o governo ficou na dúvida se abandonava a ideia ou partia pra outra. Então, decidiu-se formar outra orquestra”, conta o maestro. “A partir daí, começamos os preparativos para a temporada de 2018. Nesse primeiro momento, apenas sete músicos da Sinfônica aceitaram o desafio. Eventualmente, quando os outros viram que o projeto vingaria, esse número aumentou para 30. Mas ainda precisávamos de mais instrumentistas, e então começou uma correria”, diz. Além da Sérvia, foram feitas audições em países como Polônia e Estad o s Unidos, e em cidaLucas Buzatti
des brasileiras de São Paulo e Paraná. “Fomos agregando o número de músicos necessário para começar uma orquestra de excelência, que justificasse o investimento do governo. Por isso, tivemos cuidado de fazer uma audição severa para identificar não apenas músicos disponíveis, mas de qualidade. Conseguimos um total de 70 músicos para começar o trabalho e, ao longo dos anos subsequentes, fomos pouco a pouco completando esse corpo orquestral, que hoje tem 90 instrumentistas”, afirma Mechetti. SALA MINAS GERAIS Os anos se passaram e a Filarmônica foi tornando-se cada vez mais consolidada. “É um processo contínuo. O pessoal foi ficando mais consistente, o que ajuda no resultado artístico. Quando um grupo toca junto por um tempo maior, ele melhora e alcança mais maturidade”, afirma o regente. Luka Milacovic concorda: “Com o tempo, a orquestra foi ficando cada vez mais sólida. Ganhou estrutura e se edificou, a agenda cresceu e o número de concertos foi aumentando cada vez mais, principalmente depois que chegamos à Sala Minas Gerais”, defende o músico. De fato, a saída do Palácio das Artes para um local próprio catapultou a qualidade da Filarmônica. “Ensaiávamos cada hora numa sala diferente, com uma acústica diferente. E hoje é tudo no mesmo lugar, uma sala construída pensando na acústica para concertos, onde se consegue uma graduação de cores e tons que outras salas não oferecem”, afirma Milacovic. Assinante das temporadas “Vivace”, “Alegro” e “Fora de Série”, o economista Manoel Luiz Campos de Pinho, 61, decidiu aderir ao plano exatamente por causa da mudança de local. “Quando a sala foi aberta, pensei: ‘Agora não tem como não ser assinante’. É uma sala criada com o objetivo de abrigar a orquestra, com toda a logística e estrutura para isso. Tem conforto e comodidade para o público, e a acústica é espetacular”, afirma. REPERTÓRIOS E LEMBRANÇAS Para Mechetti, no que toca os programas, o êxito da Filarmônica é a diversidade. “Nunca medimos esforços para executar grandes repertórios da música sinfônica universal, e a qualidade dos nossos músicos possibilita is-
Form as m usic a is 6% danças
71 cidades
receberam a Filarmônica
7%
suítes
so. Nesses anos, já tocamos todas as sinfonias de Beethoven, de Brahms, de Schumann, praticamente todas de Mahler e diversas peças brasileiras, desde músicas de câmara a concertos sinfônicos e estreias mundiais”, relembra, elencando momentos marcantes. “Foram especiais a estreia, com a nona sinfonia de Beethoven; a abertura da Sala Minas Gerais, com a segunda de Mahler; o último concerto no Palácio, com a terceira de Mahler. Sem contar os concertos da turnê internacional na Argentina e no Uruguai. Foi um orgulho para nós conseguir levar o nome de Minas para o exterior, com apenas quatro anos de história na época”, completa. Já Milacovic se recorda do primeiro concerto de 2009, quando a Filarmônica tocou a quinta sinfonia de Mahler. “Na época, foi um grande desafio para mim. Mas encarei e fui atrás. E estou muito feliz que essa peça está na temporada do ano que vem. Vou ter a oportunidade de encará-la novamente. Na verdade, será outro Luka que a encontrará, bem mais experiente”, ressalta. “Outra experiência marcante foi o começo da nossa turnê internacional, quando tocamos o prelúdio de ‘Bachiana nº 4’, de VillaLobos, no Teatro Colón, em Buenos Aires. Para mim, é das peças mais queridas do repertório clássico”, diz. TEMPORADA 2017 Mechetti ressalta que alguns solistas são “quase obrigatórios”, como Nelson Freire, Antônio Meneses e Arnaldo Cohen. “Já outros vêm pela primeira vez, como no caso do violinista israelense Pinchas Zukerman, um dos melhores da atualidade”, pontua. Sobre o repertório, algumas obras começam a ser revisitadas pela orquestra, como a “Sinfonia Novo Mundo”, de Dvorák, e a quarta sinfonia de Tchaikovsky. “Uma novidade é que vamos dedicar a série ‘Fora de Série’ à música barroca e não só a um compositor específico, como nos últimos anos. É um período da história da música que a Filarmônica ainda não se aventurou muito”, adianta, lembrando que o repertório sinfônico é vasto. “Bach, por exemplo, escreveu 2.000 obras. Então, não tocamos nem 1% disso. O repertório sinfônico é muito vasto. O desafio é querer ser criativo demais com poucos recursos”, finaliza o maestro.
(pizz a)
9%
aberturas
14%
sinfonias
20%
concertos
44% outras
7.051 horas
de ensaios coletivos
Maiores públicos Boa Esperança
7.100
Uberlândia
7.000
Gov. Valadares
5.100
Divinópolis
5.000
Ouro Preto
5.000
Patrocínio
5.000
Ituiutaba
4.500
Montes Claros
4.470
Diamantina
3.100
Teófilo Otoni
3.000
Metade das
819.325 pessoas
que viram concertos da filarmônica o fizeram de forma gratuita
Grandes nomes convidados Antonio Meneses Arnaldo Cohen Augustin Hadelich Barry Douglas Joshua Bell
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LITERATURA Grande celebração da literatura Ao contrário do que possam imaginar os pessimistas de plantão, não estamos lendo menos. De acordo com a 4ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Ibope sob encomenda do Instituto Pró-Livro, o número de leitores no Brasil subiu de 50% para 56% entre 2011 e 2015. Pode não ser muito, mas é um avanço. E literatura é algo que sempre tem de ser celebrado. E é isso que o Circuito das Letras, que acontece de quarta (5) a domingo (9), em vários espaços de Belo Horizonte, pretende ser: uma grande celebração da literatura. A programação do CirJoão Henrique Motta (*)
cuito das Letras conta com 130 convidados em mais de 80 eventos, entre mesas-redondas, oficinas, contação de histórias, shows, feiras e saraus. Toda a programação é gratuita e acontece nos prédios do Circuito Liberdade. Foram chamados artistas, poetas, jornalistas, escritores, roteiristas e editores. Para conversar sobre a literatura em outras manifestações artísticas, o rapper paulistano Criolo, conhecido por suas letras que fazem referência a filósofos, cineastas, escritores e acadêmicos, foi chamado para abrir o Circuito. O escritor, roteirista e humorista Gregório Duvivier também dividirá uma mesa com o irreverente cartunista Arnaldo Branco e com o premiado escritor Jacques Fux, para fa-
lar sobre os novos tipos de leitores das novas mídias e sobre humor na literatura. HOMENAGENS Durante o Circuito, serão feitas homenagens à memória literária de Minas Gerais. O ano de 2016 marca o centenário de nascimento de Murilo Rubião e o cinquentenário do jornal criado por ele, o “Suplemento Literário”, importantíssimo veículo de comunicação cultural da capital. Alguns editores e jornalistas como Humberto Werneck, que trabalharam com o cronista na publicação, irão relembrar as contribuições de Rubião para o jornalismo, para o cinema e para a academia. Histórias e registros que aconteceram na redação do “Suplemento Literário” também serão revi-
vidos. Para o jornalista e gestor cultural João Paulo Cunha,o “Suplemento Literário” e Rubião “foram importantíssimos para a formação de uma geração de jornalistas culturais, pois permitiram um espaço de debate, crítica e incentivo à criatividade”, diz. A poesia dos compositores e músicos do Clube da Esquina também será homenageada no evento. “O uso da voz, as harmonias, a musicalidade, as composições, a paisagem-sonora de Minas Gerais que eles criaram é intrinsecamente ligada à literatura” afirma Lucas Guimaraens, curador do evento. Para essa conversa foram chamados os letristas Márcio Borges e Murilo Antunes, além do cantor e compositor Flávio Henrique.
DESPERTAR As oficinas trabalharão o aspecto da criação, seja em quadrinhos, desenho, escrita e montagem de personagens. O escritor Ronald Claver, o músico Chicó do Céu, o autor Luís Felipe Garrocho e a ilustradora Carol Cunha serão alguns dos orientadores. A contação de histórias acontece pelas manhãs e tardes para o público infantil. “É um momento de encontrar autores, personagens, leitores e criadores. O evento quer despertar o leitor e o criador dentro de cada um”, diz Guimaraens. Ele afirma que “é preciso fazer um Estado de leitores, pois já somos uma Minas Gerais de criadores”, conta, citando Carlos Drummond de Andrade, Murilo Rubião, Guimarães Rosa, Fer-
nando Brant, entre outros célebres escritores mineiros. Ele lembra que “a literatura é fonte de conhecimento e instrumento importante para a formação de um saber crítico”. O Circuito das Letras é uma iniciativa do Governo do Estado de Minas Gerais e seus parceiros. Paralelamente, a cidade também recebe a Primavera Literária, um encontro de editoras, que também discute o futuro do livro no país. * Sob supervisão de Milton Luiz
Circuito das >Letras Espaços culturais do Circuito Liberdade De 5 (quarta) a 9 (domingo) Mais informações no circuitoculturalliberdade.com.br/plus/
FOTOS DIVULGAÇÃO
Criolo faz mesa redonda com o poeta Ricardo Aleixo
Gregório Duvivier fala sobre criação literária contemporânea
Humberto Werneck discute os cem anos de Murilo Rubião
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O QUE VEM POR AÍ outubro DIA 12 (ABERTURA) “COMCIÊNCIA”, DE PATRICIA PICCININI NO DIA 13, ÀS 19H30, HAVERÁ UMA PALESTRA COM A ARTISTA AUSTRALIANA E O CURADOR MARCELLO DANTAS. SENHAS DEVEM SER RETIRADA 1 HORA ANTES
Centro Cultural Banco do Brasil. De 9h às 20h. Gratuito. Até 9 de janeiro de 2017 OSCAR FILHO (“CQC”) E CONVIDADOS
Teatro Alterosa. Às 18h. R$ 80 (inteira) DIA 14 STANLEY JORDAN TRIO COM MAMÃO E DUDU LIMA
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 21h. R$ 120 (1º lote) DIA 16 “ENFIM NÓS”, COM FERNANDA VASCONCELLOS E CÁSSIO REIS
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 19h. R$ 70 (plateia 1, inteira) e R$ 60 (plateia 2, inteira) OS KIDS MAIS AMADOS DO
BRASIL – SHOW EXCLUSIVO THE VOICE KIDS COM PEPÊ SANTOS, IGOR SILVEIRA, TAVINHO LEONI, MADU ALVARENGA, ABGAIL BARCELOS, LESLIE E LUARIE E MATHEUS QUIRINO
Cine Theatro Brasil Vallourec teatro de Câmara. Às 16h e 18h. R$ 80 (inteira) DIAS 15 E 16 “TOPO DA MONTANHA”, COM LÁZARO RAMOS E TAÍS ARAÚJO
Palácio das Artes. Dia 15 (sábado), às 20h; e 16 (domingo), às 19h. R$ 80 (plateias 1 e 2, inteira, 1º lote) e R$ 50 (plateia superior, inteira)
DIA 21 “LAZARILLO DE TORMES”, DIREÇÃO DE JOÃO DAS NEVES
Sesc Palladium. Às 21h. R$ 15 (inteira) DIA 21 “DEDO PODRE”, COM MC NEMZINHO E LETÍCIA BIRKHEUER
COM PARALAMAS DO SUCESSO, MARCELO D2, A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE E OUTRAS ATRAÇÕES
Lagoa dos Ingleses (BR–040 MG, s/nº). Dia 22 (sábado), das 12h às 22h; e 23 (domingo), das 10h às 20h. R$ 40 (inteira)
180 (plateia 1, inteira), R$ 160 (plateia 2, inteira) e R$ 130 (plateia superior, inteira)
dezembro
DE 28 A 30 “DOIDAS E SANTAS”, COM CISSA GUIMARÃES
Cine Theatro Brasil Vallourec. Dias 28 (sexta) e 29 (sábado), às 21h; e 30 (domingo), às 19h. R$ 70 (inteira, até 28/10)
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 21h. R$ 30 (promoção 1, com apresentação de flyer, anúncio jornal, voucher FB ou SMS sem limites e date), R$ 35 (promoção 1, com apresentação de flyer, anúncio jornal, voucher FB ou SMS sem limites e date) e R$ 70 (inteira, 1º lote)
DIA 25
Exibição de "O Mágico de Oz", com execução ao vivo das músicas do álbum "Dark Side of the Moon" (1973), do Pink Floyd. Às 20h. R$ 20 (inteira)
DIA 4
DE 21 DE OUTUBRO A 28 DE NOVEMBRO
DIA 26
DIAS 11 E 12
“PIXEL”, COM A COMPAGNIE KÄFIG
“VIOLETAS NA JANELA”, COM ANA ROSA
ABERTURA DA SALA DE CINEMA NO TEATRO DE CÂMARA DO CINE THEATRO BRASIL VALLOUREC
(camarote open bar, 1º lote)
novembro “ARTISTAS MINEIROS IN CONCERT”
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 20h30. R$ 50 (inteira)
DIAS 10 E 11 HUMBERTO GESSINGER, EM “LOUCO PRA FICAR LEGAL”
Palácio das Artes. Às 20h. R$ 120 (inteira) DIA 31 LANÇAMENTO DO LIVRO “CRISTIANO ARAÚJO – ONZE MIL HORAS”
R$ 79,90 (1º lote)
BRUNO TRINDADE/DIVULGAÇÃO
“TORRENEGRA”, COM A CENABERTA – COMPANHIA DE PESQUISAS E PRODUÇÕES ARTÍSTICAS (PALMAS/MT)
Teatro Bradesco. Dia 15 (sábado), às 21h; e 16 (domingo), às 20h. R$ 30 (inteira)
“GATA EM TELHADO DE ZINCO QUENTE”, COM BÁRBARA PAZ E ELENCO
Centro Cultural Banco do Brasil. Às 20h. R$ 20 (inteira)
DE 20 DE OUTUBRO A 14 DE NOVEMBRO
DIA 22
25 – MOSTRA COMEMORATIVA RITA CLEMENTE: “AMANDA”, “MATINÊ”, “19:45” E “RICOCHETE” (ESTREIA)
BH Hall. Às 22h30. Em breve mais informações
Centro Cultural Banco do Brasil (sala multiuso). Às 19h. R$ 20 (inteira)
SKANK, NA TURNÊ “VELOCIA”
DIAS 22 E 23 FESTIVAL DE PRIMAVERA – LAGOA DOS INGLESES
Palácio das Artes. Às 20h. R$ 140 (plateia 1, inteira), R$ 110 (plateia 2, inteira) e R$ 110 (plateia superior, 32 ingressos a serem sinalizados no mapa) e R$ 50 (plateia superior, 312 ingressos a serem sinalizados no mapa)
Teatro Bradesco. Às 21h. R$ 50 (inteira) DIA 17 DANIEL JOBIM CANTA TOM
Teatro Bradesco. Às 21h. R$ 180 (inteira) DIA 25
DIAS 28 E 29 NANDO REIS (FOTO), NO SHOW “VOZ E VIOLÃO, NO RECREIO, VOLUME 1”
Palácio das Artes. Às 21h. R$
ANGRA & CONVIDADOS E ALMAH
Music Hall. Às 21h. R$ 120 (pista, inteira, 1º lote), R$ 180 (pista VIP, inteira, 1º lote) e R$ 150
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CINEMA Suspense, drama e tragédia VITRINE FILMES/DIVULGAÇÃO
Em uma das (várias) ótimas cenas de “Aquarius”, cerca de seis ou sete mulheres em seus 60 anos conversam animadamente num bar. O caráter excepcional do momento não é só porque quase não se veem personagens femininas dessa faixa etária no cinema. Mas sim porque cada uma delas tem uma voz, uma personalidade e uma função ali. E foram todas escritas por um homem de 40 anos. Pode não parecer, mas é muito difícil e raro que um homem tenha a disposição, a sensibilidade e o talento para mergulhar e representar o universo da mulher. E “O Silêncio do Céu”, um dos melhores filmes brasileiros do ano e uma das estreias da semana (confira roteiro na página), é um exemplo disso. É um longa dirigido por um homem, a partir de um livro escrito por outro, sobre a reação de um homem ao estupro de sua esposa. E o motivo pelo qual, ainda assim, ele funciona tão bem é que o diretor Marco Dutra confirma, desde a primeira cena, seu domínio inquestionável da linguagem cinematográfica. Ao sermos Daniel Oliveira
Atenção! A programação abaixo se refere a este fim de semana, dias 1º (sábado) e 2 (domingo)
estreias O BEBÊ DE BRIDGET JONES (Bridget Jones's Baby, Reino Unido/Irlanda/França/EUA, 2016, 2h03, 12 anos) Dir. Sharon Maguire Com Renée Zellweger, Patrick Demp-
confrontados com o estupro da estilista Diana (Carolina Dieckmann),vemos a cena pelo olhar dela, em câmera subjetiva, mas o áudio, em momentos, é cortado – além de não ter voz, ela entra em choque e nem ouve o que está acontecendo. Só depois, quando revisitamos a cena pelo olhar do marido Mario (Leonardo Sbaraglia), com quem ela vive em Montevidéu, é que ouviremos os gritos e o horror do ataque. Porque é pela dor dele, e pelo trauma dele, que vamos viver aquela experiência pelas próximas 2h. E isso fica bem claro na ótima fotografia do uruguaio Pedro Luque (em cartaz também com “O Homem nas Trevas”), cuja câmera permanece quase imóvel no início, representando a paralisia causada pelo medo clínico de Mario.E, gradualmente, vai se movendo mais, à medida que o roteirista cria uma persona vingadora, meio Charles Bronson – “Desejo de Matar”, para tentar superar seu trauma. Porque o medo, essencialmente, é uma recusa em encarar a realidade. Então, é como se Mario se disassociasse. E é exatamente o fato de que ele torna o estupro da esposa sobre ele – sua paralisia, sua vergonha – que lentamente tor-
na o protagonista repugnante e, ao mesmo tempo, universal, representativo dessa centralidade que o macho acredita ocupar em toda história. Porum momento, ele parece quase gostar de saber de uma fragilidade de sua esposa, de não ser mais o medroso e ela a corajosa que sabe de todas as suas fobias. Dutra sabe disso. Sbaraglia também. E o longa deles é uma autópsia e uma denúncia disso. O que incomoda é que isso significa que “O Silêncio do Céu” não dá muito espaço para Diana sentir sua dor. E mesmo isso é coerente. Sabendo das fobias e dos medos do marido, é como se ela fizesse o que quase toda mulher faz e tente proteger o parceiro e a fragilidade de um relacionamento que está tentando renascer após uma separação. O rosto de Dieckmann comunica todas essas emoções conflitantes, que a personagem está tentando suprimir, de forma desoladora. E mesmo sem muito espaço, o longa dá a Diana um momento central para sentir o que aconteceu, numa cena em que ela lê uma fábula infantil com sua colega de trabalho – e a atriz brasileira mostra que a cara chorosa de Camila raspando a cabeça em “Laços de Família” é mais que uma piada.
sey e Colin Firth Em crise no trabalho, tentando manter uma boa relação com o ex e engatando um novo romance, Bridget descobre que está grávida. O pior: não sabe quem é o pai da criança. BH Shopping 6: 12h30, 15h15, 19h10, 22h Boulevard 3: 13h40, 18h35, 21h10 Cidade 6: 13h30 (*), 16h (*), 18h40 (*), 21h10 Contagem 6: 13h30 (*), 16h, 18h40 (*), 21h10 Del Rey 3: 13h30, 16h, 18h30, 21h, 23h10 (exceto domingo, 2) Itaú Power 3: 13h30, 16h e 18h25, 20h45 (*) Minas 4: 13h30, 16h, 18h25, 20h50 (*) Paragem 1: 14h, 16h20, 18h40, 21h Diamond 2: 13h30, 16h20, 19h10, 22h Estação BH 1: 14h (*), 16h45 (*), 19h45, 22h30 (*) Ponteio Premier: 13h40, 16h05, 18h30, 21h Pampulha 1: 14h20, 16h40, 19h, 21h20 (*) Partage Shopping Betim 3: 15h15 (*), 18h15 (*), 21h15 Pátio Savassi 7: 14h45, 17h45, 20h45
Dir. Jared Hess Com Zach Galifianakis, Kristen Wiig e Owen Wilson Mesmo sem ter experiência e contando com a ajuda dos colegas atrapalhados, guarda noturno organiza um dos mais ousados assaltos a banco da história norte-americana. Baseado em uma história real. BH Shopping 5: 19h, 21h30 BH Shopping 7: 13h30 15h50, 18h10, 20h30 Big 4: 18h40, 20h40 (*) Boulevard 1: 13h, 17h05, 21h10 Cidade 7: 12h (somente domingo, 2), 15h, 17h, 19h, 21h (*) Contagem 4: 15h (*), 17h, 19h (*), 21h (*) Del Rey 5: 18h40 (*), 20h40, 22h50 (exceto domingo, 2) Del Rey 7: 17h10 (*) Estação BH 6: 14h15 (*), 16h30 (*), 18h45, 21h (*) Itaú Power 2: 17h10, 19h10, 21h10 (*) Minas 3: 18h40, 20h40 (*) Minas 6: 17h10 (*) Monte Carmo 2: 16h30, 18h30, 20h30 (*) Norte 3: 18h45, 20h45 (*) Pampulha 2: 17h30, 19h30, 21h30 (*) Partage Shopping Betim 6: 15h, 17h30, 19h45, 22h (*) Pátio Savassi 8: 12h15, 14h30, 17h30, 20h15 Via Shopping 2: 16h50, 18h50, 20h50 (*)
(*) Sessões dubladas
A COMUNIDADE (Kollektivet, Dinamarca/Holanda/Suécia, 2016, 1h52, 14 anos) Dir. Thomas Vinterberg Com Ulrich Thomsen, Lars Ranthe e Trine Dyrholm Na década de 1970, Erik, Anna e a filha deles, Freja, montam uma comuna em um bairro de Copenhague. Um caso de amor, no entanto, vai abalar a pequena comunidade. Belas 2: 16h30, 19h, 21h30
GÊNIOS DO CRIME (Masterminds, EUA, 2016, 1h34, 12 anos)
Carolina Dieckmann em cena de “O Silêncio do Céu”, que estreia esta semana
É essa qualidade do elenco, associada ao talento de Dutra de extrair um suspense dearrancar as unhasdas mínimas situações, o que torna o longa tão fascinante e envolvente. Há um plano em que o cineasta constrói uma monta-
gem paralela no mesmo enquadramento, usando a profundidade de campo para colocar Mario, Diana e Néstor (Chino Darín) em foco, e o espectador igualmente envolvido e impactado pelo que cada um deles vai fazer. É com esse
domínio que ele conta essa história, que começa no azul do céu e vai até o vermelho do inferno, do sangue e do vestido da protagonista no final. Uma jornada nada fácil, mas recompensadora para quem encará-la.
vida miserável que levam. Belas 3: 18h Cidade 1: 15h20, 17h10, 19h, 20h50 Contagem 3: 18h20 Paragem 2: 20h40 Pátio Savassi 1: 15h45, 20h30
Del Rey 1: 22h40 (exceto domingo, 2) (*) Del Rey 2: 18h30 (*), 21h Diamond 6: 12h10 (*), 15h (*), 18h10, 21h30 Estação BH 2: 22h15 Estação BH 3: 15h15, 18h15, 21h15 (*) Itaú Power 6: 18h30 (*), 21h Minas 2: 18h30 (*), 21h Monte Carmo 5: 18h10 (*), 20h40 Norte 2: 16h20, 20h40 (*) Pampulha 6: 14h, 16h25, 18h50, 21h15 (*) Partage Shopping Betim 1: 14h30 (*), 17h45 (*), 20h45 Paragem 5: 18h10 (*), 20h40 Pátio Savassi 5: 12h (*), 15h, 18h, 21h Via Shopping 4: 18h10 (*), 20h40
Sessões 3D: BH Shopping 3: 12h50, 16h10, 18h30, 21h10 Big 1: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Cidade 5: 16h10, 20h30 Del Rey 1: 16h10, 20h30 Estação BH 4: 14h30, 17h, 19h30 Minas 1: 15h, 19h10 Norte 1: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Partage Shopping Betim 2: 14h15, 16h45, 19h30
O LAR DAS CRIANÇAS PECULIARES (Miss Peregrine's Home For Peculiar Children, EUA/Bélgica/Reino Unido, 2016, 2H07, 12 anos) Dir. Tim Burton Com Eva Green, Asa Butterfield e Samuel L. Jackson Investigando as ruínas de um orfanato, Jake encontra um fantástico abrigo para crianças com poderes sobrenaturais e decide proteger o grupo de órfãos dos terríveis hollows. BH Shopping 10: 14h10, 19h30 (*) Betim 1: 18h (*) Betim 2: 14h, 16h25 (*) Boulevard 4: 14h, 16h30 (*) Cidade 2: 14h, 16h30 (*) Contagem 7: 14h, 16h30 (*) Del Rey 5: 13h40, 16h10 (*) Itaú Power 5: 13h40, 16h15 (*) Minas 3: 13h40, 16h10 (*) Paragem 2: 13h50, 16h20 Via Shopping 1: 14h10, 16h40 (*) Big 4: 14h, 16h20 (*) Norte 3: 14h20 (*) Diamond 4: 15h50, 20h50 Monte Carmo 4: 14h (*) Pátio Savassi 4: 13h (*) (a), 13h05 (*), 19h
(*) Sessões dubladas
UM HOMEM SÓ (Brasil, 2016, 1h34, 14 anos) Dir. Cláudia Jouvin Com Vladimir Brichta, Mariana Ximenes e Otávio Müller Um homem, infeliz no casamento e no trabalho, procura uma clínica que promete copiar as pessoas para livrá-las da
Sessões 3D: Betim 1: 20h30 (*) BH Shopping 2: 12h (*), 15h (*), 18h, 20h50 BH Shopping 4: 16h30, 22h10 (*) Big 5: 16h20, 20h40 (*) Boulevard 2: 18h30 (*), 21h Cidade 4: 18h30 (*), 21h Contagem 1: 18h30 (*), 21h
(*) Sessões dubladas
MEU AMIGO, O DRAGÃO (*) (Pete’s Dragon, EUA, 2016, 1h43, 10 anos) Dir. David Lowery Com Oakes Fegley, Bryce Dallas Howard e Robert Redford Cansado de ser abusado pelos pais adotivos, Pete foge de casa e passa a viver numa floresta ao lado do amigo Elliot, um dragão gigante. Big 2: 14h10 Boulevard 1: 15h, 19h05 Boulevard 3: 16h10 Cidade 5: 11h50 (somente domingo, 2), 14h, 18h20 Contagem 5: 14h, 16h10, 18h20, 20h30 Del Rey 1: 14h, 18h20 Itaú Power 4: 14h, 16h10 Minas 1: 13h, 17h05 Minas 4: 16h40, 18h45, 20h50 Via Shopping 3: 14h, 16h10, 18h20, 20h30 Pampulha 3: 14h55, 17h, 19h05, 21h10 Pátio Savassi 1: 13h20, 18h10 Pátio Savassi 3: 19h15 (sessão legendada)
(*) Sessões dubladas
O SILÊNCIO DO CÉU (Era El Cielo, Brasil/Chile, 2016, 1h42, 16 anos) Dir. Marco Dutra Com Leonardo Sbaraglia, Carolina Dieckmann e Chino Darín Diana foi vítima de um estupro dentro de sua própria casa, mas prefere esconder o caso. Mario, seu marido, também tem seus segredos – mistérios que vão aos poucos minando a relação do casal. Cine 104: 16h Ponteio 3: 17h15, 21h20
em cartaz AQUARIUS (Brasil, 2016, 2h25, 16 anos) Dir. Kleber Mendonça Filho Com Sonia Braga, Irandhir Santos, Maeve Jinkings e Humberto Carrão Clara, jornalista aposentada de 65 anos, luta contra uma empreiteira interessada em comprar seu apartamento na praia de Boa Viagem para construir um arranha-céus no lugar. Belas 1: 14h, 18h40, 21h20 Cine 104: 18h Pátio Savassi 3: 21h45
(*) Programação fornecida pelas salas de cinema e sujeita a alterações por parte dos exibidores
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pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 1 a 7 de outubro de 2016
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CINEMA em cartaz (continuação) BRUXA DE BLAIR
(Blair Witch, EUA, 2016, 1h29, 12 anos) Dir. Adam Wingard Com Brandon Scott, Callie Hernandez e Valorie Curry Um grupo de estudantes de Milwaukee, durante uma viagem para acampar em uma floresta, decide penetrar ainda mais no coração das árvores do que o previsto e acaba descobrindo seres perigosos. BH Shopping 10: 17h10, 22h30 Betim 2: 20h40 (*) Big 2: 16h05 (*) Boulevard 4: 19h Cidade 2: 19h (*) Contagem 7: 19h (*), 20h50 Del Rey 7: 19h10 (*), 21h Itaú Power 5: 18h40, 20h40 (*) Minas 6: 19h, 20h50 (*) Monte Carmo 1: 18h50 (*) Norte 1: 12h50 (*) Pampulha 5: 21h25 (*) Paragem 2: 18h50 Partage Shopping Betim 2: 22h10 (*) Pátio Savassi 4: 16h, 22h Via Shopping 1: 19h10, 21h (*) (*) Sessões dubladas
CEGONHAS – A HISTÓRIA QUE NÃO TE CONTARAM (*)
Contagem 3: 14h20, 16h20 Del Rey 7: 13h30, 15h20 Itaú Power 2: 13h30, 15h20 Minas 6: 13h30, 15h20 Monte Carmo 2: 14h30 Pampulha 2: 15h30 Paragem 4: 13h50 Partage Shopping Betim 5: 13h15 Via Shopping 2: 14h50 Sessão 3D: BH Shopping 5: 14h30, 16h50
ESQUADRÃO SUICIDA (*)
(*) Sessões dubladas
(Suicide Squad, França, 2016, 2h10, 14 anos) Dir. David Ayer Com Cara Delevingne, Jared Leto, Margot Robbie e Will Smith Um time de supervilões recebe o arsenal mais poderoso do governo para uma missão contra uma entidade enigmática. Cidade 2: 20h50 Contagem 3: 20h30 Minas 1: 21h15 (*) Sessões dubladas
HESTÓRIAS DA PSICANÁLISE (Brasil, 2016, 1h36, livre) Dir. Francisco Capoulade Uma análise das temáticas abordadas por Sigmund Freud, pai da psicanálise, em suas obras e também das diversas leituras realizadas por acadêmicos de todo o mundo e principalmente do Brasil. Belas 1: 11h (somente sábado, 1º) (*), 16h40 Belas 3: 19h50
(Storks, EUA, 2016, 1h29, livre) Dir. Nicholas Stoller, Doug Sweetland Júnior, um dos principais entregadores da companhia de cegonhas, está prestes a ser promovido quando acidentalmente ativa a máquina que faz bebês, produzindo um não autorizado bebê. Agora, ele tem que entregá-lo antes que seu chefe descubra. Betim 1: 14h10 Boulevard 2: 13h, 14h50 Cidade 4: 13h, 14h50 Contagem 1: 13h, 14h50 Del Rey 2: 13h, 14h50 Itaú Power 6: 13h10, 14h50 Minas 2: 13h, 14h50 Paragem 5: 14h30 Via Shopping 4: 14h20 Big 3: 14h35, 16h35 Norte 3: 16h45 Diamond 4: 13h40, 18h40 Diamond 5: 14h40, 17h15, 19h25 Monte Carmo 5: 14h30 Pampulha 5: 15h25, 17h25, 19h25 Partage Shopping Betim 4: 14h45, 17h Partage Shopping Betim 5: 15h45 Pátio Savassi 6: 12h40
(*) Clube do professor. Necessário a comprovação do mesmo
Sessões 3D: Betim 1: 16h BH Shopping 8: 13h10, 15h30, 17h50, 20h Big 5: 14h20, 18h40 Boulevard 2: 16h40 Cidade 4: 16h40 Contagem 1: 16h40 Del Rey 2: 16h40 Estação BH 2: 13h15, 15h30, 17h45, 20h Itaú Power 6: 16h40 Minas 2: 16h40 Monte Carmo 5: 16h20 Norte 2: 14h20, 18h40 Paragem 5: 16h20 Pátio Savassi 3: 11h30 (somente domingo, 2), 14h15, 16h45 Via Shopping 4: 16h20
(Mon Roi, França, 2016, 2h08, 14 anos) Dir. Maïwenn Com Vincent Cassel, Emmanuelle Bercot e Louis Garrel Após um grave ferimento no joelho, Tony se muda para realizar um longo tratamento e se recompor do relacionamento infeliz com o marido violento. Ponteio 2: 13h30
(*) Sessões dubladas
CAFÉ SOCIETY
LEMBRANÇAS DE UM AMOR ETERNO
(La Corrispondenza, Itália, 2016, 1h56, 12 anos) Dir. Giuseppe Tornatore Com Olga Kurylenko, Jeremy Irons e Shauna Macdonald Após Edward se negar a encontrar com Amy, ela descobrirá um segredo terrível sobre seu amado. Diamond 5: 21h40 Ponteio 4: 16h30, 21h15
MATE-ME POR FAVOR
(Brasil, 2015, 1h41, 12 anos) Dir. Anita Rocha da Silveira Com Valentina Herszage, Dora Freind e Julia Roliz Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Uma onda de assassinatos invade o bairro. Após um encontro com a morte, Bia, uma garota de 15 anos, fará de tudo para ter a certeza de que está viva. Cine 104: 20h30
MEU REI
O HOMEM NAS TREVAS
(Don’t Breathe, EUA, 2016, 1h28, 14 anos) Dir. Fede Alvarez Com Stephen Lang, Dylan Minnette e Jane Levy Três adolescentes escapam de roubos perfeitamente planejados. Mas quando eles estão prestes a realizar seu último crime – assaltar a casa de um senhor cego –, o jogo muda. BH Shopping 8: 22h20
(EUA, 2016, 1h36, 14 anos) Dir. Woody Allen Com Jesse Eisenberg, Kristen Stewart e Steve Carell Bobby, aspirante a escritor, se muda para Los Angeles para trabalhar no cinema com a ajuda de seu tio Phil e acaba se envolvendo com a secretária dele, Vonnie, que o força a manter o relacionamento em segredo. Belas 3: 14h, 16h Ponteio 4: 14h30, 19h
O HOMEM QUE VIU O INFINITO
CHARLOTE SP
PETS – A VIDA SECRETA DOS BICHOS (*)
(Brasil, 2016, 1h58, 12 anos) Dir. Frank Mora Com Fernanda Coutinho, Fernão Lacerda e Guilherme Leal Charlote é uma modelo internacional que, após anos vivendo em Londres, decide voltar a São Paulo em busca de um reencontro com suas memórias. Belas 2: 14h
DESCULPE O TRANSTORNO (Brasil, 2016, 134, 12 anos)
WARNER BROS./DIVULGAÇÃO
Dir. Tomás Portella Com Gregório Duvivier, Clarice Falcão e Dani Calabresa Um homem tem dupla personalidade. Uma hora, é o certinho e tímido paulistano Eduardo; em outra, se transforma em Duca, carioca fanfarrão e folgado. Em um relacionamento estável com a noiva, seu alter ego se apaixona por outra mulher. Pátio Savassi 2: 14h, 16h15
(The Man Who Knew Infinity, Reino Unido, 2016, 1h49, 12 anos) Dir. Matt Brown Com Dev Patel, Jeremy Irons e Toby Jones Em 1913, Ramanujan, um gênio da matemática autodidata da Índia viaja para os Estado Unidos a fim de se aproximar do seu mentor, professor GH Hardy. Ponteio 3: 13h, 15h10, 19h15
(The Secret Life of Pets, EUA, 2016, 1h30, livre) Dir. Yarrow Cheney e Chris Renaud Quando sua dona traz para casa um novo cão chamado Duke, o cachorro Max não gosta. Mas eles vão ter que deixar as divergências de lado quando um incidente coloca os dois na carrocinha. Betim 2: 18h50 Boulevard 5: 13h20, 15h10 Cidade 1: 13h30
SETE HOMENS E UM DESTINO
(The Magnificent Seven, EUA, 2016, 2h13, 14 anos) Dir. Antoine Fuqua Com Denzel Washington, Chris Pratt e Ethan Hawke Os habitantes de um pequeno vilarejo sofrem com os constantes ataques de um bando de pistoleiros. Emma Cullen, então, pede auxílio ao pistoleiro Sam Chisolm, que reúne um grupo especialistas para contra-atacar os bandidos. BH Shopping 1: 12h50 (d), 16h, 18h50, 21h50 Big 2: 18h, 20h40 (*) Boulevard Imax: 13h20, 16h, 18h35, 21h10 Cidade 8: 13h (*), 15h35 (*), 18h10 (*), 20h45 Contagem 2: 13h (*), 15h35, 18h10 (*), 20h45 Del Rey 6: 13h, 15h35, 18h10, 20h50, 23h15 (exceto domingo, 2) Diamond 1: 12h40 (d), 15h35, 18h50, 21h50 Estação BH 4: 22h (*) Itaú Power 4: 18h15 (*), 20h50 Monte Carmo 1: 13h40 (*), 16h15 (*), 20h40 Norte 5: 16h05, 20h40 (*) Pampulha 4: 20h55 (*) Paragem 4: 15h50, 18h25, 21h Partage Shopping Betim 5: 18h(*) e 21h Pátio Savassi 6: 12h30, 15h30, 18h30, 21h30 Ponteio 2: 16h, 18h35, 21h10 (*) Sessões dubladas
UM NAMORADO PARA MINHA MULHER
(Brasil, 2016, 1h40, 12 anos) Dir. Julia Rezende Com Ingrid Guimarães, Caco Ciocler e Domingos Montagner Chico está cansado do seu relacionamento e das reclamações da esposa, Nena. Sem coragem de pedir o divórcio, ele segue o conselho dos amigos e contrata um amante para ela. BH Shopping 4: 14h, 19h45 Diamond 3: 12h Partage Shopping Betim 4: 19h15, 21h45
mostras NEVILLE D’ALMEIDA – CRONISTA DA BELEZA E DO CAOS
De 30 de setembro à 15 de outubro, a mostra presta homenagem ao polêmico cineasta brasileiro, referência do cinema marginal por abordar temas tabus e críticas sociais. Neste sábado (1º) 16h “Música Para Sempre” 18h “Rio Babilônia” 20h “A Dama do Lotação” Domingo (2) 16h “Os Sete Gatinhos” 18h “O Bandido da Luz Vermelha” 20h “Mangue Bangue” Segunda (3) 17h “Encontro Amazônico” 19h “Matou a Família e Foi ao Cinema” (sessão comentada pelo jornalista e crítico Marcelo Miranda) 21h15 “Navalha na Carne” Terça (4) 16h “Hoje é Dia de Rock!” 17h “Areias Escaldantes”, de Francisco De Paula 19h “Maksuara – Crepúsculo dos Deuses” 20h30 “A Frente Fria que a Chuva Traz” Quarta (5) 17h “Música Para Sempre” 19h “Mangue Bangue” 21h “Jardim de Guerra” Quinta (6) 17h “Fome de Amor”, de Nelson Pereira dos Santos 19h30 A Dama do Lotação
“Cegonhas – A História que Não Te Contaram” é uma das estreias
21h “Os Sete Gatinhos” Sexta (7) 16h “Rio Babilônia” (sessão comentada pelo professor Ataídes Braga) 19h30 “Navalha na Carne” (sessão seguida de debate com a presença de Neville d’Almeida e do curador Mario Abbade)
(*) Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7499). Entrada gratuita. Os ingressos devem ser retirados 30 minutos antes de cada sessão.
ZOOM NA INFÂNCIA (*)
Para o mês em que se comemora o Dia das Crianças, o Sesc Palladium preparou uma programação especial, voltada para os pequenos, pais e educadores. Neste sábado (1º) 11h “Uma Viagem Extraordinária” (Brasil, 2013, 1h45, livre) Dir. Jean-Pierre Jeunet 17h “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho” (Brasil, 2014, 1h36, 14 anos) Dir. Daniel Ribeiro 19h “O Começo da Vida” (Brasil, 2016, 1h37, livre) Dir. Estela Renner Domingo (2) 11h “Quando Sinto que Já Sei” (Brasil, 2014, 1h18, livre) Dir. Antonio Sagrado, Raul Perez e Anderson Lima 17h “Território do Brincar – 2015” (Brasil, 2015, 1h30, livre) Dir. Renata Meirelles, David Reeks. 19h “Pais e Filhos” (Japão, 2013, 2h01, 12 anos) Dir. Hirokazu Koreeda
OLHO – VÍDEO ART CINEMA
Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracin, Olho é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. Os filmes selecionados para esta edição da mostra – que também será realizada em São Paulo e Rio de Janeiro e traz como tema “Território não mapeado” – dialogam com dois gêneros aparentemente distantes: o documentário etnográfico e a ficção científica.
Com exibição de filmes nacionais, sempre às 20h, a mostra busca valorizar a produção brasileira em Belo Horizonte. Local: Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro). Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito à lotação do espaço. Terça (4) “Fome” (São Paulo, Brasil) Dir. Cristiano Burlan Nas veredas da metrópole paulistana, um velho homem abandona o passado e vaga na invisibilidade. Carrega consigo apenas um carrinho, alguns trapos e a velhice. Depois que se viu a morte é possível morrer de amor por alguém? O filme será seguido de um bate-papo com o diretor Cristiano Burlan.
(*) Cine Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Entrada gratuita. Os ingressos devem ser retirados 30 minutos antes da sessão.
6º CINECIPÓ
Festival de cinema socioambiental Reúne produções com temáticas socioambientais e etnográficas que refletem acerca de questões ligadas à diversidade, gênero, meio ambiente, etnicas, políticas, entre outras. Local: Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro). Entrada gratuita com retirada de ingresso 30 minutos antes da sessão. Sujeito à lotação do espaço Dia 5 (quarta) 16h Programa 1: Curtas (79min) “Os Krenak e a Morte do Watu (Rio Doce)”, dir. Narrativas do Vale; “Nódoas”, dir. Ângelo Lima; “Boneca Frágil (Dad’s Fragile Doll)”, dir. Ali Zare: “A Origem”, dir. Ademir Damasco 18h Longa: “Terra Cabocla”, dir. Marcia Paraiso e Ralf Tambke 19h15 Programa 2: Curtas (63min) “O Outro Lado da Samarco”, dir. Narrativas do Vale; “O Primeiro Dia Depois do Fim do Mundo (Imagens de Bento Rodrigues)”, dir. Narrativas do Vale; “A Porta da Prisão (Prison Door)”, dir. Kevin McCann; “Turista Imaginário”, dir. Ludmila Curi e Mario Campagmnani; “#Ocupação”, dir. Gustavo Serrate e Rodrigo Huagha; “Oxum”, dir. Lenis Leroy; “Vida como Rizoma”, dir. Lisi Kieling
Dia 8 (sábado) 20h Programa 3: “Viagem ao Centro da Terra” (48min) 21h Programa 4: “Terra Brasilis” (50min)
Dia 6 (quinta) 16h Programa 3: Curtas (92min) “Acabou a Copa”, dir. Patrick Zeiger e Tomás Camargo; “Deda”, dir. Rati Tsiteladze; “Corp”, dir. Pablo Polledri; “Coroas”, dir. Isaac Donato e Marília Cunha; “Dentro da Luz (Into the Light)”, dir. Myriam Fontaine; “Kamshibai”, dir. Tatiana Azevedo; “Sou Sem Terra, Sou Pobre, Sou Negão, Sou Revolução!”, dir. Brigada de Audiovisual Eduardo Coutinho – MST; “E o Galo Cantou”, dir. Daniel Calil Cancado; 18h Longa 2: “Largou as Botas e Mergulhou no Céu”, dir. Bruno Graziano, Cauê Gruber, Paulo Junior e Raoni Gruber 19h15 Programa 4: Curtas (82min) “Operários da Montanha”, dir. Ostaco Melo; “Zona Habitável”, dir. Ana Luísa Lima; “Soberania”, dir. Gabriel de Moura; “Reis do Agronegócio – Chico César”, dir. André D'Elia; “Na Missão com Kadu”, dir. Aiano Bemfica, Kadu Freitas e Pedro Maia de Brito
CINEMA EM TRANSE (*)
Dia 7 (sexta)
Local: Cine104 (pça. Ruy Barbosa, 104, centro). Entrada gratuita, com retirada de ingressos meia hora antes das sessões. Classificação: 14 anos Dia 6 (quinta) 20h Sessão de abertura: “Slow Action”, de Bemn Rivers (45min) (sessão comentada pela curadora Alessandra Bergamaschi) Dia 7 (sexta) 20h Programa 1: “A Solidão do Criador” (48min) 21h Programa 2: “Impérios Vulneráveis” (55min)
16h Programa 5: Curtas (79min) “Os Animais que Resistem em Bento Rodrigues”, dir. Narrativas do Vale; “Cachorra Presa em Fazenda – Camargos”, dir. Narrativas do Vale; “Matéria Prima”, dir. Cristián Mellado Ibeas; “Molinos de La Veiga”, dir. Miguel Valle e Rosalía González; “Fotossíntese (Fotosíntesis)”, dir. Juan David; “Mundo de Carne (Fleischwelt)”, dir. Ara Jo; “Chegamos Antes”, dir. Cainan Tavares; “Putta”, dir. Lilian de Alcântara 18h Longa 3: “Rikbaktsa”, dir. Daniel Paranayba e Thomas Freitas 19h15 Programa 6: Curtas (64min) “Eduardo Marinho no Tributo ao Rio Doce”, dir. Narrativas do Vale; “Cordilheira de Amora II”, dir. Jamile Fortunato; “Jogo Truncado”, dir. Caroline Neumann e Guilherme Agostini Cruz; “Gerais”, dir. Tiago Carvalho e Arthur Frazão; “A Cama, o Carma e Querer”, dir. Daniel Fagundes; “Arrudas”, dir. Sávio Leite Dia 8 (sábado) 14h30 Infantil 1 (58min) “Das Crianças Ikpeng para o Mundo”, dir. Kumaré Ikpeng, Karané Ikpeng; “Corrida de Toras”, dir. Renata Meirelles, David Reeks e Fernanda Heinz; “Taí... Ó! Uma Aventura na Lagoa”, dir. Mauricio Venturi; “Meu Foguete”, dir. Marcelo Bala e Andrea Pesek 16h Programa 7: Curtas (91min) “Eduardo Marinho no Tributo ao Rio Doce”, dir. Narrativas do Vale; “O Pico Gritava”, dir. Sergio Romero Castaño; “Ilha”, dir. Daniel de La Calle; “Tarja Preta”, dir. Márcio Faria; “Iami – A Origem da Noite”, dir. Thiago Macedo 18h Programa 8: Curtas (82min) “Silêncio Não se Escuta”, dir. Rochane Torres; “O Dia da Virgem (El Dia de La Virgen)”, dir. Louise Heem; “Plantae”, dir. Rafael Altamira; “Jonatas”, dir. Getúlio Ribeiro; “A Boneca e o Silêncio”, dir. Carol Rodrigues 19h15 Longa 4: “A Escola Toma Partido”, dir. Carlos Pronzato, doc., 70min (SP, 2016) Dia 9 (domingo) 14h30 Infantil 2 (59min) “Konãgxeba: o Dilúvio Maxakali”, dir. Charles Bicalho e Isael Maxakali; “O Bicho do Buraco”, dir. Alunos do Projeto Animação; “A Mulher dos Três Desejos”, dir. Alunos do Projeto Animação; “As Aventuras do Chauá”, dir. Alunos do Projeto Animação; “Se Não...”, dir. Moacy Freitas; “A Rua É Pública”, dir. Anderson; “Zaga de Bonecas”, dir. Anderson Lima 16h Programa 9: Curtas (78min) “Pixação Mariana”, dir. Narrativas do Vale; “O Outro Lado da Samarco”, dir. Narrativas do Vale; “Paradis”, dir. Jaume Quiles; “A Mulher Original”, dir. Cristiane Delfina; “Entremundo”, de Thiago B. Mendonça e Renata Jardim; “Annoni – 30 Anos de Marcos”, dir. Thiago Köche 18h Programa 10: Curtas (77min) “Angústia”, dir. Frederico Machado; “O Outro Lado da Samarco”, dir. Narrativas do Vale; “Os Animais que Resistem em Bento Rodrigues”, dir. Narrativas do Vale; “Piska”, dir. Nelson Bruwers; “Desarquivando o Brasil”, dir. Sávio Leite; “Indio Gladiador”, dir. Melquior; “Autopsia”, dir. Mariana Barreiros; “Xingu Cariri Caruaru Carioca”, dir. Beth Formaggini
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pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 1 a 7 de outubro de 2016
CINEMA Espelho para a alma de Elza PAOLO GIRON/DIVULGAÇAO
Lucas “Parece que Buzatti eu nasci agora. Tudo meu é ‘now’”, sintetiza Elza Soares. De fato, o tempo presente é o que rege a caminhada da carioca. Se em 2000 Elza foi considerada a cantora do milênio pela BBC de Londres,15 anos depois ela manteve o posto, com louvor, ao lançar “A Mulher do Fim do Mundo”, um dos discos brasileiros mais aclamados pela crítica no ano passado. Em 2016, a Voz do Brasil volta aos holofotes numa empreitada audiovisual: o filme “My Name Is Now”, dirigido por Elizabete Martins Campos. Realizado pela IT Filmes, produtora cinematográfica de Betim, o longa é o único mineiro entre os dez finalistas do Prêmio Netflix, cuja votação online pode ser feita até a próxima segundafeira (dia 3). Elizabete Martins Campos conta que o argumento
do filme surgiu quando ela buscava um conceito para seu primeiro longa-metragem. “Sempre gostei de retratar o Brasil, de falar de temáticas impregnadas no imaginário coletivo, de culturas e referências históricas. Quando comecei a pensar em qual seria meu primeiro longa, fiquei encantada ao me deparar com Elza durante uma entrevista para o programa ‘Agenda’, da Rede Minas”, relembra. Diante de Elza, a diretora percebeu um guarda-chuva temático que ia muito além da música. “Vi nela assuntos que me interessavam como argumento para o projeto. Elza é um ícone da cultura brasileira. Mulher negra, de periferia, dona de uma das vozes mais potentes do samba, que inclusive completa 100 anos em 2016”, defende. “Quando ela se casou com Mané Garrincha, consumou o casamento entre o samba e o futebol. Queria mostrar esse perfil, que fala tanto da socieda-
retora ressalta que a performance fica por conta das imagens em que a cantora aparece conversando com um espelho. “A primeira cena mostra Elza chegando em casa e conversando com o espelho, num papo que pode ser com ela mesma, com o público, com qualquer um. A partir dali, ela vai contando os altos e baixos de sua saga”, afirma. Costurado por músicas e cenas de Elza ao vivo, o longa traça a caminhada da carioca de forma não linear. “Ali estão várias Elzas falando para outras tantas Elzas”, finaliza.
VOTAÇÃO “My Name Is Now” descortina a história de Elza, eleita a cantora do milênio pela BBC
de brasileira. Além de tudo, é uma personagem que traz consigo a música. As letras das canções contam toda a
sua história”, diz. ELZA POR ELZA Segundo Elizabete Mar-
tins Campos, “My Name Is Now” traça a história de Elza Soares por meio de uma narrativa pessoal e poética. A di-
Dez produções nacionais concorrem ao Prêmio Netflix, sendo “My Name Is Now” a única mineira. Para votar, acesse até segunda-feira (dia 3 de outubro), o link www.premionetflixbr.com
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GAROTO E GAROTA SUPER> Favoritos podem ser escolhidos pelo público somente até terça-feira (4)
De olho na votação popular FOTOS SÉRGIO DE REZENDE/DIVULGAÇÃO
Garotas selecionadas pelo júri especial agora tentam garantir uma vaga na finalíssima
Já começou a votação popular para a escolha dos cinco meninos e das cinco meninas que estarão na grande final do concurso Garoto e Garota Super 2016. A escolha do seu candidato preferido (veja fotos acima) poderá ser feita por meio da internet ou da edição impressa do jornal Super Notícia até a próxima terça-feira (4). Os cinco casais irão se Márcia Xavier
juntar aos outros cinco (veja fotos abaixo) que foram escolhidos no último dia 24 por um júri especial e que já estão na grande final do concurso, a ser realizada em outubro, em Belo Horizonte. Para ajudar a eleger o seu candidato preferido, basta recortar o anúncio publicado no Super Notícia, marcar o número dele ou dela, e depositar nas urnas ou enviar por correio para os seguintes endereços: Super Notícia (avenida Babita Ca-
margos, 1.645, Cidade Industrial, Contagem); jornal O Tempo Betim (rua do Rosário, 182, bairro Angola, Betim); Espaço Cultural do jornal O TEMPO (rua Pernambuco, 712, Funcionários, Belo Horizonte); Loja Compre Certo (rua da Bahia, 495, Centro, Belo Horizonte). Você também pode votar pelo site www.garotoegarotasuper.com.br. Cada cédula do jornal vale dois pontos. Já na internet, cada voto vale 0,1 ponto.
As cinco participantes acima já estão classificadas para a grande final do concurso
Meninos que despertaram a atenção dos jurados também buscam votos para ir à final
Os cinco meninos e as cinco meninas com maior número de pontos somados, entre cupons do jornal e votos na internet, estarão classificados para a etapa final. Os primeiros colocados no concurso ganharão uma moto Honda PCX 2016/2016 da Minas Motos, um contrato de R$ 12 mil com a Sempre Editora, um voucher de R$ 7.000 em roupas da marca Alex Moreira Alta Costura, uma viagem com acompanhante para o
Iberostar/Bahia, um ano de academia na Cia Atlhetica, um voucher de um ano de serviços no Eliza Martins Instituto de Beleza, um voucher de R$ 1.000 da Lojas Rede e um book fotográfico. Os segundos e terceiros lugares também ganham prêmios. SELEÇÃO Os momentos finais da seletiva presencial foram de muita ansiedade, mas também de alegria, de alívio e até mesmo de surpresa para
os cinco meninos e para as cinco meninas que foram escolhidos para irem diretamente para a final do Garoto e Garota Super 2016. Alguns deles chegaram a relatar que não esperavam esse resultado, por causa do grande número de bons concorrentes que marcaram presença na edição deste ano. Eles já se preparam para a finalíssima, que terá, ainda, um grande show. (Com Juliana Siqueira)
Estes rapazes também já conseguiram a vaga deles na última etapa da competição
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negócios
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Paulo Bressane bressane@otempo.com.br ALBERTO WU/DIVULGAÇÃO
Bodes de Boff ão é perseguição a Leonardo Boff, pois também poderia comentar as missivas de outros colunistas de esquerda, geralmente limitados por sua cegueira ideológica, mas cito Boff por ser um dos expoentes da esquerda retrógrada. Aqui mesmo, na pluralidade editorial de O TEMPO, leio um petista dizendo que marginalizamos Lula porque ele “permitiu que os filhos de trabalhadores se tornassem doutores, porque
N
entre a gente
acabou com a fome no país e inaugurou a era dos direitos para os inquilinos da senzala”. É a mesma retórica vazia e mentirosa de sempre, que mesmo sendo facilmente desmascarada pela realidade dos números, continua sendo amplamente usada em prol de um plano de poder frustrado. Mas voltando ao título da coluna, em sua última coluna Boff disse que o PT, Dilma e Lula são os bodes expiatórios da vez, e por isso estão sofrendo bullying político e social.
BOFF AINDA NÃO PERCEBEU que os bodes expiatórios apontados por ele só existem na cabeça dos esquerdistas, devido a sua desavergonhada capacidade de tergiversar e vergonhosa incapacidade de aceitar os fatos. Ao citar uma obra do filósofo René Girard, cujos bodes expiatórios seriam vítimas inocentes, Boff não percebe que a grande vítima desta gigantesca tramoia política de bandeiras vermelhas é a sociedade verde e amarela. Diz ele que nos esquecemos de todos os acertos petistas, em especial a transformação do país, que tirou 40 milhões de pessoas da pobreza. Talvez Boff não saiba, mas esta foi a maior carona que o PT pegou no espantoso crescimento mundial, acontecido justamente durante os governos Lula. Na realidade, a desigualdade começou a cair antes da era Lula, que por sua vez obteve sucesso porque deu continuidade aos feitos de FHC. Não sou eu quem diz, são os números.
marca Plusbelle – 6 Agigante da área de cos-
Encontro Na Manoel Bernardes, Denise Frazão, Paulo Bernardes e Mariangela Ximenes
“
São dois os caminhos para diminuir a pobreza, a educação e o fortalecimento da economia privada
VALE LEMBRAR que o percentual de pessoas que ascenderam socialmente no Brasil foi muito parecido com o dos demais países emergentes do mundo, mas, como de praxe, o marketing petista puxou a sardinha só para si. Boff disse ainda que ao colocar toda a culpa sobre o PT, os grupos dominantes ocultam sua própria perversidade. Certo, mas quais são os tais “grupos dominantes”? Se ele se refere a uma parcela dos demais partidos políticos, eu concordo, se forem os empresários que aderiram ao jogo de poder para obter benefícios mútuos, também concordo, mas, por favor, Boff, não coloque neste balaio a sociedade produtiva, que trabalha incansavelmente para sustentar uma cambada de parasitas. Alô manifestantes de esquerda, já que a boquinha acabou, saibam que só existem dois caminhos para diminuir a pobreza, a educação e o fortalecimento da economia privada.
méticos na Argentina – é uma das principais apostas do grupo peruano de bens de consumo Alicorp no Brasil para este ano. A Plusbelle está chegando ao Brasil com shampoos e condicionadores em embalagens de um litro. A partir da nova empreitada, a empresa peruana pretende replicar no Brasil o mesmo sucesso conquistado com a marca na Argentina. país, os pro6 Naquele dutos Plusbelle respondem por de 26,5% do market share do mercado. Aqui, os investimentos para o lançamento da marca estão superando a ordemdeR$20 milhõesemestratégias voltadas para Pesquisas, Marketing e Logística. Esses produtos são direcionados principalmente para as classes B e C. A Alicorp também é proprietária da indústria brasileira de alimentos Santa Amália.
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estilo PALAVRA DE ESPECIALISTA> Convocamos um time de dermatologistas para listar seus itens-chave
A nécessaire delas DENILTON DIAS
Lorena K. Além de uma genética privilegiada, há Martins quem garanta que o segredo para a pele perfeita são tratamentos estéticos aliados a cremes milagrosos. E o brasileiro tem apostado nisso. Tanto que o país é hoje o terceiro mercado global em beleza, atrás da China e dos Estados Unidos. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o brasileiro destina 2% do seu orçamento à compra de produtos de higiene e beleza e movimentou US$ 43,5 bilhões em 2014. Com tecnologia de ponta, cosméticos crescem em qualidade e variedade no mercado. Partindo do pressuposto de que eles devem ser recomendados por um dermatologista e que a pele desse especialista é um verdadeiro cartão de visitas ao cliente, fomos investigar os cuidados diários e os produtos usados por quatro delas: Marcela Matos, Patrícia Lycarião, Moema Veloso Pimenta e Mariana Álvares. Papel e caneta à mão?
MARIANA ÁLVARES A dermatologista Mariana Álvares, 30, da clínica de estética 10 a menos, tem pele sensível e montou aquela necéssaire básica que todo mundo precisa. Veja! 1. Gel de limpeza Neutrogena ultra gentle. “Ideal para limpar a pele sensível, uso pela manhã e à noite”. 2. Urby Serum,da Mantecorp Skincare. “É um antioxidante ideal para os primeiros sinais da pele jovem”. 3. Minesol Actif FPS 30. “O protetor com cor é interessante, pois além de proteger a pele dos danos solares, também funciona como uma maquiagem”.
PATRÍCIA LYCARIÃO
4. Pó compacto da Shiseido. “Ele tem FPS 50, ideal para reaplicar em três em três horas e manter a fotoproteção durante o dia todo”.
Dona de uma pele reluzente, a doutora Patrícia, 34, da clínica Inovatto, tem melasma, tendência a manchas escuras na pele. Por isso, faz uma rotina toda baseada na prevenção dessas manchas.
2. Serum 10, da Skinceuticals. “Com 10% de vitamina C pura e Ácido Ferúlico, é um potente antioxidante que age contra radicais livres, radiações UV e infravermelha, além de proteger contra os danos causados pela poluição. Ainda estimula a síntese de colágeno, melhorando as linhas mais fininhas”. 3. Photoderm Max FPS 90 Tinto Claro. “Tem alto fator de proteção UVA e UVB. Por ser cor de base, ainda atua como um filtro físico, protegendo minha pele da luz visível”. 4. Densifiant olhos, da Profuse. “Uso à noite na área dos olhos. Essa região apresenta uma pele muito fina e delicada, que necessita de cuidados específicos. Além de ser um dos primeiros lugares da face a apresentar sinais de envelhecimento. 5. Ureadin Fusion Serum Lift Antirrugas. “Uso esse produto no restante do rosto, no pescoço e no colo. Além de promover hidratação da pele, também estimula a produção de colágeno e ácido hialurônico e tem um cheirinho supergostoso”.
6. Solução Micelar Sensibio H2O, da Bioderma. “Ideal para limpar a pele e manter os poros livres de obstrução. Uso no final do dia para retirar a maquiagem”. LEO FONTES
1. Sébium Gel Moussant, da Bioderma. “O cuidado com a pele do rosto começa pela limpeza. Minha pele é mista. Com esse produto consigo controlar a oleosidade da zona T, sem provocar ressecamento das outras áreas”.
5.Epidrat protetor labial. “Os lábios também necessitam de proteção solar e hidratação. O meu preferido tem FPS 30”
7. Creme facial Roc Pro Define. “É um creme anti-idade que mantém a firmeza da pele. Utilizo antes de dormir”.
estilo
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 1 a 7 de outubro de 2016 FERNANDA CARVALHO
NÉCESSAIRE Já que estamos na Primavera, nada melhor do que se jogar no perfume das flores e adotar o aroma também para os produtos de cuidados do corpo e rosto. Na seleção a seguir, você confere o melhor da estação. FOTOS DIVULGAÇÃO
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mosidade de notas quentes de baunilha e âmbar Quanto R$ 36,99 Onde ww.eudora.com.br
MARCELA MATTOS A doutora Marcela Mattos, da clínica Bardot, também é tricologista (especialista em pelos ou cabelos) e, por isso, sabe muito sobre saúde dos fios. 1. Avène Cleanance, da Avene. “Além de possuir um cheirinho ótimo, limpa a pele sem ressecá-la. Ajuda a reduzir a oleosidade e a eliminar as impurezas”. 2.A vitamina C a 16% da Roc + Clindoxyl Control 5% “A vitamina C possui efeitos clareadores, antienvelhecimento e antioxidantes (não fico sem ela!). Esse produto da Roc deixa a pele com uma textura aveludada, bem sequinha. Como ainda tenho algumas espinhas, mantenho o clindoxyl gel há anos como uma maneira de evitar o surgimento delas, e ainda ajuda a desinflamar a pele”. 3. Vichy Idéalia Olhos. “O produto melhora os primeiros sinais de envelhecimento da pálpebra e auxilia no tratamento das rugas e das olheiras. Bem tolerado, inclusive, pelas pacientes de pálpebras mais sensíveis como eu. Uso de manhã e de noite”.
flores em você Com emba6 Sinto lagem temática, o Sexy Florever é uma combinação de pétalas de jasmim, rosa, peônia e pluméria Quanto R$ 69,90 (30 ml) Onde Agatha Ruiz de La Prada 0800 704 3440
4. Latisse. “Ajuda no crescimento de cílios e da sobrancelha. Uso todas as noites antes de dormir e não abandono por nada! Todo mundo sempre me pergunta se uso cílios postiços”. 5. Effaclar Anti-Idade, da La Roche-Posay. “É quase um sérum, que melhora a textura da pele, auxilia na redução dos poros e dá mais luminosidade. Utilizo pela manhã antes do filtro solar. Além do efeito antiacne, também possui ácidos que atuam na prevenção do envelhecimento”. 6. Protetor Solar Roc Minesol, da Roc. “Cobertura impecável da pele, cobre as manchas e imperfeições e tem uma textura muito sequinha (é um mouse). Para melhorar, ainda possui vitamina C em sua fórmula”.
LINCON ZARBIETTI
MOEMA VELOSO PIMENTA
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A doutora Moema Veloso Pimenta, do Instituto de Beleza Eliza Martins, também se rendeu à solução micelar, ideal para limpar a pele mais sensível. Além disso, valida a importância da vitamina C na pele. 1. Active C 10, da La Roche. “É o melhor pontapé inicial e essencial para o rejuvenescimento. Ainda ajuda no combate aos radicais livres e auxilia no clareamento de manchas”. 2. Azelan, da Bayer. “Amo porque une em um só produto ativos voltados para as principais demandas de todas as pacientes – a ação contra acne, manchas e antienvelhecimento. 3. Sabonete Cleanance, da Avene. “Como já usamos ácidos para o rejuvenescimento, acne e manchas, precisamos de um produto que limpe a pele sem agredi-la”.
do banho Aguapé, a flor 6 Hora que flutua nos lagos e rios do Pan-
tanal, foi transformada em sabonete de extrato vegetal com aroma floral aquático Quanto R$ 22 Onde br.loccitaneaubresil.com
4. Protetor Sheer Physical Defense UV 50, da SkinCeuticals. “Indico sempre o protetor solar físico pelo fato de não ter produtos químicos em sua fórmula, afinal, quanto menos expusermos nosso corpo a produtos químicos, melhor. 5. Atoderm Creme, da Bioderma. “Mantém a pele hidratada, evitando ressecamento, dermatites e estrias”.
almanaque
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crônica
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vida leve
Laura Medioli laura@otempo.com.br
Aos olhos de uma menina ACIR GALVÃO
A
ntes de eu nasc e r , única filha entre três h o mens, meus pais se mudaram para a Pampulha, em um terreno enorme de 70 mil metros quadrados. Naquela época as dificuldades eram tremendas. O ônibus mais próximo passava às margens da lagoa. Linha telefônica simplesmente não existia. Farmácias, padarias e mercearias eram sonhos distantes. Apesar de tudo, souberam superar com maestria os obstáculos do local que escolheram para criar seus filhos. E duvido que existisse lugar melhor para o desenvolvimento de uma criança. Digo com certeza porque foi nesse local, na época desprovido de confortos maiores, mas repleto de liberdade e beleza, que eu nasci e me criei. Meus pais foram tachados de loucos e irresponsáveis: – Como tinham coragem de criar quatro crianças naquele fim de mundo? E quando adoeciam? Nem médico chegava. Como explicar um endereço quase que no
meio do mato? E as cobras? Os escorpiões? Talvez tudo isso esteja distante da compreensão de minhas filhas, nascidas na era dos computadores, das curtas distâncias entre um local e outro, dos telefones celulares, dos prédios invadindo o que outrora fora a nossa bucólica Pampulha e tantas, tantas coisas mais. Talvez não compreendam a importância do primeiro telefone instalado na região por seus avós, único meio de comunicação com a cidade urbanizada. Gente humilde, caseiros de fazendas vizinhas vinham, às vezes tarde da noite, em busca de socorro, em busca daquele único telefone, cuja linha fora puxada a 6 km de distância. Também da primeira linha de ônibus, conseguida por meus pais. As pessoas lhes eram gratas, principalmente a minha mãe, que sempre os recebia com sorrisos, cafezinhos e biscoitos. Pobres moradores da Vila Recreio, pequena comunidade esquecida naquele canto perdido da região da Pampulha. E assim, com o empenho e a perseverança de meu pai, jovem advogado e dinâmico empreendedor, o local foi aos poucos se ajeitando, perdendo os ares de “fim de
mundo”, como dizia a família, horrorizada. Naquela época, tínhamos como vizinho o Lar dos Meninos Dom Orione, ou pelo menos a semente da instituição que é hoje. O padre Dino, por quem tínhamos enorme apreço e admiração, já era o carro propulsor da entidade, incansável em sua luta pela causa dos menores. Minha mãe fazia trocas incríveis com os simpáticos vizinhos. Mangas por abacates, taiobas por couves e outros produtos “rurais” que cultivávamos em nossas hortas. Às vezes, surgiam probleminhas, como o cabrito esfomeado que cismava de invadir a horta vizinha. O bicho era um caso sério, e medidas mais drásticas tiveram de ser tomadas a partir do dia em que voltou a nossa casa com a boca amarrada num pedaço de corda. Única maneira encontrada pelos seminaristas para dar um basta a suas investidas gastronômicas. Certa vez, nossa floresta de eucaliptos pegou fogo, pondo em risco a marcenaria de meu pai. Bombeiro ali, ainda mais no domingo, era quase impossível. E foi nessa hora que apareceu a mão amiga do padre Dino.
Montado num caminhão, chegou acompanhado de uns cem meninos, que, munidos de enxadas e folhas, começaram a apagar o fogo. Se não fossem o padre Dino e seus meninos, Deus sabe o que seria de meu pai com sua marcenaria, que tão logo se transformaria na primeira fábrica Campolar de Casas Pré-Fabricadas. Geralmente em agosto a “floresta” ardia em chamas. Adorava essas queimadas, principalmente quando os bombeiros chegavam derramando água no fogaréu. Também vibrava ao escutar os gritos de “cobra, cobra!”, que a todo momento saíam desnorteadas do matagal. Que emoção era tudo aquilo aos
olhos de uma menina! Além da floresta, existia em nossa casa uma pedreira. No momento das explosões, uma sirene tocava como alarme. Era a hora de “guardar os meninos”. Ao lado da pedreira havia montanhas de pó de pedra, e não demorou muito para descobrirmos uma utilidade para elas. Naquela época, bacias e baldes eram feitos de alumínio. Para não queimar o traseiro, colocávamos toalhas dentro das bacias e descíamos as montanhas a 200 km/h. Minha mãe enlouquecia; primeiro, com o perigo da brincadeira, depois, com a destruição de bacias – quase uma por semana. Das fendas da pedreira,
às vezes brotava água de cor e cheiro duvidosos – tomava-a achando o máximo! E, para completar seus encantos, descobrimos ali uma raposa, que fez de um buraco na rocha sua morada. Munidos de lanternas, saíamos em busca da “fera”. A emoção misturada ao medo traziame sensações intensas que jamais esquecerei. Como não esquecerei, jamais, tudo aquilo que vivi e presenciei com meus olhos de menina.
Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO
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habitar
VALORIZAÇÃO: VARANDA EM APARTAMENTO GANHA STATUS DE AMBIENTE MULTIUSO E DE CONVIVÊNCIA LEO FONTES
CASAS INTELIGENTES
O FUTURO NA
PALMA DA MÃO Seminário de Atualização Tecnológica (SAT), realizado na capital mineira , apresentou inovações para residências e edifícios
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Nesta sala de estar, a televisão está completamente integrada ao ambiente
O sistema de biometria é uma das grandes apostas para a segurança predial
FUTURO> Várias novidades foram discutidas no Seminário de Atualização Tecnológica (SAT)
Inovações tecnológicas que geram mais conforto FOTOS LEO FONTES
Ao longo das últimas décadas, a tecnologia se desenvolveu em diversos segmentos, melhorando os produtos e sua qualidade. A engenharia de sistemas prediais não ficou para trás e também evoluiu, reduzindo impactos ambientais e gastos com energia, valorizando o imóvel e aumentando a segurança das edificações. Dessa forma, itens futurísticos que víamos somente nos filmes de ficção científica já podem fazer parte do nosso presente. As novidades são diversificadas e podem ser percebidas nos sistemas integrados de controle de iluminação, segurança, acesso e climatização por voz, reconhecimento facial, sensores de presença, biometria, entre outros, muitos deles com acionamento remoto, via internet, por computador, smartphone ou tablet. “As novas tecnologias trazem melhoria do conforto e da segurança dos usuários das edificações, sejam moradores ou trabalhadores. Elas tornam os imóveis mais agradáveis e proporcionam também redução do consumo de recursos naturais (água e energia), aumento da vida útil dos diversos materiais, bem como redução dos cusRenata Abritta
Poltrona automatizada no ambiente com home theater com sistema para gelar bebida
tos de construção, operação e manutenção das edificações”, destaca o engenheiro elétrico e civil Carlos Alexandre de Freitas. Segundo o especialista, muitas tecnologias ganharam mais espaço e já são utilizadas com mais frequência, como as placas fotovoltaicas para geração interna de energia elétrica, os dispositivos de proteção elétrica para aumento da segurança das pessoas, o reconhecimento biométrico para controlar acesso de pessoas nos prédios etc. Outras inovações estão caminhando para ter uma aplicação mais intensa no setor da construção, segundo o presidente da Associação Brasileira de Engenharia de Sistemas Prediais (AbrasipMG), Rodrigo Cunha Trindade. “Podemos citar o uso da metodologia Building Information Modeling (BIM) para projetos e a impressão 3D aplicada na construção”, diz. Trindade afirma que existem muitas soluções disponíveis no mercado para serem adotadas. “As soluções tecnológicas precisam ser atraentes sob o ponto de vista financeiro e operacional”, frisa. Além disso, ele destaca que a tecnologia ajuda a produzir mais gastando menos. “Isso é fundamental em tempos de crise. Quem não se atualiza
corre grande risco de ficar de fora do mercado”, comenta. ATUALIZAÇÃO Algumas dessas inovações foram discutidas no XIII Seminário de Atualização Tecnológica (SAT), promovido pela Abrasip-MG, na última quarta-feira (28). O evento reuniu a comunidade técnica da construção civil e projetistas de instalações prediais para debates de temas relevantes para o setor. “As apresentações foram selecionadas conforme o tema e têm sido muito bem avaliadas pelos participantes. Dentre os objetivos do SAT podemos citar a disseminação de informações técnicas e tendências, aproximação de soluções e produtos com os projetistas e construtoras e uma oportunidade especial para network”, frisa Trindade. Para os profissionais, é uma oportunidade de atualização. “O SAT é uma importante ferramenta para proporcionar à engenharia e à arquitetura mineira o conhecimento das técnicas mais avançadas, nos colocando atualizados em relação ao que de mais moderno é praticado nos países desenvolvidos, sem deixar de adequar essas aplicações ao contexto social e econômico brasileiro”, pontua Freitas.
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O Alexa é um assistente pessoal virtual que recebe comandos de voz do usuário e ‘prepara’ a residência de acordo com a necessidade
Através de uma matriz de LED, a adega indica o vinho mais apropriado para o usuário
A Internet das Coisas
Interface para tablet permite o comando geral e a visualização do consumo de energia
“
As câmeras conectadas podem identificar pessoas e tomar ações após essa identificação. Caso não seja uma pessoa autorizada, o sistema pode acionar alarmes, bloquear os acessos e disparar mensagens de alerta
O Cubee parece um objeto de decoração, mas na verdade é um controle de toda a casa. Manipulando-o é possível definir como a residência deve se comportar. Por exemplo, deixando uma de suas faces para cima, pode-se preparar a casa para receber visitas, comandando iluminação, cortinas, ar-condicionado e som ambiente.
A Internet das Coisas é uma nova revolução na área de tecnologia da informação que consiste em conectar aparelhos eletrônicos como eletrodomésticos, sensores, máquinas industriais e meios de transporte à internet. Segundo Gabriel Peixoto, engenheiro de automação, essa nova tecnologia possibilita levar “inteligência” aos aparelhos eletrônicos e mais funcionalidade para os usuários. “Existem diversas aplicações da internet das coisas para habitações ou edifícios. Podemos citar inicialmente o controle de acesso de pessoas. As câmeras ‘conectadas’ podem, por exemplo, consultar serviços disponíveis na internet para identificar pessoas e tomar ações após essa identificação. Caso não seja
uma pessoa autorizada, o sistema pode, por exemplo, acionar alarmes, bloquear os acessos e disparar mensagens de alerta”, afirma. Dentro das residências, o profissional aponta uma grande gama de funcionalidades potencializadas pela Internet das Coisas. “Uma vez que interruptores, cortinas, luzes e ar-condicionado estão conectados à internet, quando o usuário pressionar o interruptor para acender uma luz, o sistema pode decidir, por exemplo, que é mais interessante abrir a cortina pois existe luz natural suficiente para esse fim, economizando energia”, explica. O Cubee (foto abaixo) é um exemplo de produto que manifesta a intenção do usuário. “Uma vez identificada a
intenção do usuário, o sistema tem liberdade para decidir a atuação, trazendo mais conforto e sustentabilidade”, comenta Peixoto. Além disso, a Internet das Coisas permite identificar anomalias no ambiente a partir de mudanças em nossas rotinas. “Os objetos conectados sempre mandam informação para a internet e um serviço de ‘machine learning’ (aprendizado de máquina) pode identificar alguma inconsistência e tomar decisões. Por exemplo, pode-se chegar à conclusão que a casa está vazia, mas a luz está acesa e o alarme desligado. O sistema pode então tomar a decisão de apagar as luzes e ligar o alarme”, finaliza o especialista. (RA)
“
O sistema pode chegar à conclusão que a casa está vazia, mas a luz está acesa e o alarme desligado. Então, ele pode tomar a decisão de apagar as luzes e ligar o alarme da residência
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EM ALTA> A utilização do espaço como extensão da sala de estar segue valorizada no mercado
Varandas para o lazer CONARTES ENGENHARIA/DIVULGAÇÃO
Os novos Da projetos de Redação apartamentos estão valorizando cada vez mais as varandas e dando destaque aos espaços como uma extensão da sala de estar. O lugar, que antigamente era visto apenas como um local para descanso e contemplação da paisagem, agora passa a ser totalmente integrado ao dia a dia dos moradores, ganhando o status de ambiente multiuso e de convivência. Por conta disso, as varandas estão influenciando, e muito, a decisão na hora da compra. Segundo o diretor presidente da Conartes Engenharia, José Francisco Cançado, cerca de 90% dos clientes dão importância às varandas na hora de comprar um imóvel. “Eles usam os espaços não apenas para terem um local aberto para apreciarem uma bela vista, mas também para fazerem espaços gourmets, espaços de leitura, colocarem banheiras com hidromassagem, redes, entre outras coisas. Tudo para deixar o espaço mais aconchegante e funcional”, comenta. Em um dos empreendimentos da construtora, localizado no bairro Serra, por exemplo, a varanda possui dois ângulos de vista panorâmica, o que permite um aumento de espaço com uma visão privilegiada nos dois lados. “A varanda acompanha o estilo do apartamento, podendo ser uma extensão da sala, integrando os ambientes, ou mesmo um espaço reservado”,
destaca Cançado. DECORAÇÃO Para ornamentar o espaço, algumas dicas podem ajudar a manter a funcionalidade e o encanto para os moradores. “É importante fazer o projeto pensando na circulação e movimentação no espaço, deixando-a facilitada para garantir a harmonia entre os ambientes”, comenta o diretor. Caso os móveis fiquem expostos ao sol e a chuva, é fundamental a escolha por materiais resistentes as interferências naturais. “As fibras sintéticas e que recebem tratamento para ambiente externo são as mais indicadas, assim como tecidos impermeáveis”, alerta. Segundo a arquiteta Carmen Calixto, para dar um toque de leveza e frescor, é importante investir em revestimentos naturais, transparentes, e muitas plantas. “É interessante apostar em revestimentos como madeira, pedras rústicas e vime, para que o ambiente fique mais leve fresco. O paisagismo também deve ser pensado, pois as plantas proporcionam ambientes extremamente agradáveis”, afirma. CONDOMÍNIO Outro ponto importante e que deve ser olhado antes mesmo do início do projeto são as normas do condomínio, para saber o que pode ou não pode ser alterado. “Como a varanda faz parte da fachada do prédio, algumas características devem ser mantidas por todos os moradores, para não descaracterizar o empreendimento”, esclarece Cançado.
Muito usada de forma integrada à sala de estar, a varanda influencia na hora de decidir sobre a compra do imóvel CONARTES ENGENHARIA/DIVULGAÇÃO
Caso os móveis fiquem expostos ao sol e à chuva, deve-se optar por materiais resistentes CONARTES ENGENHARIA/DIVULGAÇÃO
O projeto de decoração deve levar em conta a circulação e movimentação no espaço
“
A varanda acompanha o estilo do apartamento, podendo ser uma extensão da sala, integrando os ambientes, ou mesmo um espaço reservado HENRIQUE QUEIROGA/ DIVULGAÇÃO
Neste projeto de Fabiana Visacro, há forte presença de plantas e materiais naturais
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shopping PRATICIDADE> Para ter um móvel apresentável na sala de estar, pode-se usar capas ou reformá-lo
Sofá sempre belo GUSTAVO XAVIER/DIVULGAÇÃO
Renata A sala de esAbritta tar é um dos principais ambientes da casa. É nesse local que recebemos as visitas e que relaxamos junto à família. Além disso, no caso de apartamentos mais compactos, ele é um dos preferidos das crianças para brincar. Por tudo isso, o seu principal móvel, o sofá, deve ser pensado de forma a proporcionar conforto à família e aos visitantes. A principal peça do ambiente deve estar sempre bem apresentável, o que nem sempre é fácil, principalmente quando se tem filhos pequenos e animais de estimação em casa. Para preservar o sofá, as capas próprias para o móvel são boas opções. “Além de trazer um aspecto despojado ao ambiente, elas permitem, também, aumentar a vida útil do sofá, com higiene e baixo custo”, afirma Walter Motta, fundador da Cia das Capas. Segundo ele, podem ser fabricadas capas para qualquer tipo de sofá, independente do modelo. Até cadeiras, poltronas e pufs po-
dem ser protegidas. “Trabalhamos com sarja pré-encolhida, 100% algodão, linho para móveis de área interna e lonas impermeáveis para móveis que ficam no tempo”, destaca o empresário. Além de aumentar a vida útil do sofá, a capa pode ser colocada na máquina de lavar e tem duração média de 10 anos. “Orientamos evitar lavar em lavanderias que secam as capas em altas temperaturas, pois o algodão pode encolher”, frisa Motta. Pela praticidade, ela é bastante recomendada para quem tem cães e gatos que têm o hábito de subir nos sofás. REFORMA Após muitos anos de uso, mesmo com cuidado, o móvel pode envelhecer, perder o charme ou ficar ‘demodé’. Em vez de comprar um sofá novo, pode-se optar pela reformar. “Para ser restaurado, o móvel velho deverá ter um valor afetivo ou uma qualidade que valha a pena. Móveis reformados cabem em um grande leque de decoração. Eles aparecem em ambientes com mais estilo, que retratam uma solução irreverente ou então uma lembrança da
família”, afirma a arquiteta Paola Azze. Ela destaca que a recuperação de estofados é muito requisitada, mas que é preciso ficar atento. “Antes de investir em um tecido e na mão de obra, temos de conferir a estrutura interna do sofá e a qualidade da espuma”, alerta. É o que confirma Flávio Renato de Souza, proprietário da Arte Final Estofados, empresa que reforma móveis. “Quando o estofado possui uma estrutura boa, a reforma, com certeza, compensa. Será feito uma reforma geral no estofado, verificando as madeiras, as percintas elásticas, a espuma e, por último, o cliente poderá escolher a cor e o tipo de revestimento (tecido, sintético ou couro)”, explica Souza. Segundo ele, o orçamento é feito na própria casa do cliente. “É agendado um horário em que o representante da empresa, devidamente uniformizado, comparecerá no dia e no horário marcado. Ele levará os mostruários e fará a avaliação do estofado”, comenta. O tempo de reforma tem duranção de 20 a 30 dias corridos.
Destaque O sofá é o móvel principal da sala. Projeto de Flávia Gamallo
FOTOS PAOLA AZZE/DIVULGAÇÃO
Este sofá, que tem valor sentimental, foi todo restaurado neste projeto de Paola Azze
Antes e depois de sofá reformado em projeto de decoração da arquiteta Paola Azze
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Projeto Especial LEO FONTES
PAMPULHA - 1° DE OUTUBRO DE 2016
Fôlego de sobra para curtir a melhor idade Especial sobre o Dia Mundial do Idoso, celebrado neste sábado (1º), mostra que a cada dia pessoas acima de 60 anos estão vivendo mais e melhor. No Brasil, segundo o IBGE, 6,5 milhões de idosos estão em exercício profissional. Por outro lado, muitos, como a aposentada Selma Bicalho (foto), 80, movimentam o mercado de turismo. Mas, para chegar a essa fase da vida com boa saúde física e mental, é preciso fazer ‘escolhas certas’ ainda na juventude, alertam especialistas.
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Dia Mundial do Idoso
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VISÃO>Transformar hábitos e ideias pode ser uma realidade em qualquer idade EXPEDIENTE Gerente Comercial Alessandra Soares Coordenador de Projetos Especiais Tadeu Campos Editora de Projetos Especiais Dayse Resende Textos Juliana Siqueira Márcia Xavier Diagramação Mateus Santana Revisão de Textos Naísa Gécida Pauliane Coelho Este caderno é parte integrante do jornal Pampulha e não pode ser vendido separadamente
Sempre é tempo de profundas mudanças “Nos últimos 100 anos, ganhamos uma novavida.Envelhecer é a grandeconquistadahumanidade”. É com esse olhar que Edgar Moraes, responsável e professor do curso Cuidadores de Idosos da Fundação Unimed, encara a realidade da terceira idade. Conforme ele ressalta, antigamente, as pessoas viviam até os seus 30 ou 40 anos. Agora, essa média praticamente dobrou para diversos brasileiros – passamos a viver em torno de 75, 2 anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Como nós já alcançamos esse número, agora um dos desafios é fazer com que osanosnaterrasejammarcados pela boa saúde física e mental. Juliana Siqueira
Quandofalamosdoscuidados para a terceira idade, conforme destaca Moraes, estes devem começar ainda na juventude. Ele ressalta que o que acontece nessa fase é resultado das escolhas boas e ruinsqueforamrealizadasdesde o início da história de cada indivíduo. “É necessário cuidarbemdaalimentação,praticar exercícios físicos e evitar hábitos e itens nocivos, como, porexemplo,ocigarro.Aquestão genética também é importante. Sabendodos problemas da família, a pessoa pode ser mais ou menos agressiva com determinadas questões comportamentais”, salienta ele. Obviamente, o corpo humano vai se desgastando de forma natural com o tempo, mas isso não significa que ele setorneinevitavelmentedoente, mas, sim, que perde alguns atributos que já não são mais
tão essenciais como na época em que se é mais jovem. Moraes exemplifica isso falando da capacidade muscular, que é reduzida na velhice. “Em determinadas idades, é necessário ser mais ativo para sobreviver.Nosidosos,jánãose precisa de tanto músculo. Isso, porém, não vai impedi-lo de fazer o que é importante nessa fase”, diz ele. Isso porque, de acordo com o profissional, o envelhecimento deve estar atrelado aoamadurecimentoeaumentendimento maior a respeito do sentidoda vida – que muda muito de acordo com cada fase. Para uma pessoa de 15 anos, esse sentido pode ser um, como a beleza, por exemplo. Para uma de 30, isso já muda, e assim sucessivamente. “Muitas vezes, as pessoas passam a exigir algo que não é compatível com a idade delas.
Deixar algumas coisas nem sempre é ruim, mas, sim, uma libertação, uma forma de alcançar mais bem-estar”, diz. NUNCA É TARDE Embora cuidar da saúde física e mental seja importante desde a juventude, é fundamental que os idosos não pensem que, na idade deles, já não há mais o que fazer. “Pararde fumaraos 79anosémelhor do que jamais deixar esse hábito. Os ganhos vão ser menores do que os das pessoas que pararam de fumar aos 30 anos, por exemplo, mas mesmo assim ainda existem”, destaca Moraes. E isso vale também para a saúde mental. Conforme ressalta Anna Cristina Pegoraro, psicóloga e coordenadora do Programa PUC Mais Idade, da PontifíciaUniversidadeCatólica de Minas Gerais (PUC Mi-
nas), para manter uma velhiceplena, énecessário também achar que nunca é tarde para aprender e para se transformar. “Tive contato com uma idosa de 91 anos que verbalizou a vontade de mudar algunsaspectosdavidadela”,relata. E as mudanças e os hábitos paravivernessaidade,invariavelmente, passam pelos laços sociais.“Énecessárioqueoidoso esteja inserido em grupos de convivência, no ambiente familiar, e que foque atividades prazerosas. É preciso haver um incentivo ao protagonismodessaspessoas.Éfundamental trabalhar o empoderamento da terceira idade, pois, assim, ela vai se sentir mais segura, vai saber melhor como se colocar e até a dizer ‘não’ quando necessário. Isso vai ajudá-la a ter uma vida melhor”, salienta.
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FOTOS DANIEL MANSUR/DIVULGAÇÃO
Focar atividades prazerosas faz com que os idosos se sintam mais seguros de si
MITOS SOBRE A MELHOR IDADE
Bem-estar Em qualquer idade, é sempre importante cuidar da saúde física e mental
A velhice é época de perdas. De acordo com Edgar Moraes, responsável e professor do curso Cuidadores de Idosos da Fundação Unimed, a terceira idade pode ser encarada como um presente. Anna Cristina Pegoraro, psicóloga e coordenadora do Programa PUC Mais Idade, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), salienta que, nessa fase, além da maturidade, há, geralmente, ganhos, como um tempo maior para fazer o que se quer
e até uma sensação de maior conforto com os próprios pensamentos e com aquilo em que se acredita. A terceira idade traz doenças. Na verdade, muitos problemas que surgem nesse período são resultado de más escolhas passadas. O normal é envelhecer mal. Cuidando da saúde e cultivando bons hábitos, a probabilidade maior é de envelhecer bem.
Chegar à terceira idade é estar sempre em segundo plano. O protagonismo dos idosos é cada vez mais cultivado, garantindo a eles lugar de destaque em diferentes ocasiões. Ser idoso é estar condenado à solidão. É realidade que muitos já passaram por grandes e dolorosas perdas de familiares e amigos, mas é possível fazer boas amizades em qualquer época.
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VIAGEM> Com foco na terceira idade, empresas oferecem até pacotes personalizados
Idosos movimentam o mercado de turismo Definir um destino, arrumar as malas e passear. Quando se trata de viagem, não tem idade. Pelo menos é o que acredita Selma Ligia Bicalho Leite, 80. “Já fiz cruzeiro marítimo, já fui para o Pantanal, para o Nordeste brasileiro, para várias praias do país, para o Caribe, para o Uruguai, para a Grécia, para muitos lugares. Ano que vem vou para a Argentina. Não será minha primeira vez no país, mas estou animada”, comenta a aposentada. Viúva, Selma conta que sempre gostou de viajar. “Quando o meu marido era vivo, viajávamos muito. Após a morte dele, fiquei sem saber o que fazer, mas resolvi não parar de visitar o Brasil e outros Márcia Xavier
países. Hoje tenho um namorado. É ótimo viajar em boa companhia”, afirma Selma, ao ressaltar que a melhor viagem, seja em destino nacional ou internacional, é aquela que a pessoa consegue aproveitar o máximo. “No meu caso, se tiver no roteiro um lugar para dançar, fico ainda mais satisfeita”, brinca. PERFIL Segundo Junia Petrucelli, gerente de vendas da Viagens Petrucelli, que trabalha com pacotes turísticos para a terceira idade, foise o tempo em que as pessoas acima de 60 anos não tinham pique para fazer passeios dentro e fora do país. Hoje em dia, elas movimentam o mercado de turismo e têm ânimo para muitos roteiros. “O idoso da atualidade é
muito ativo. Muitos têm mais energia do que muita gente mais nova. Já acompanhei viagens em que passeamos muito durante o dia, cheguei ao hotel pensando que iríamos descansar, mas a turma ainda estava animada para dançar”, relembra. Ainda segundo ela, a maioria busca viagens mais curtas e em grupo. “Alguns ficam mais incomodados quando a viagem dura mais do que 15 dias. Além disso, a maioria gosta muito do estilo excursão. Acredito que prefiram assim pela possibilidade de integração e pela segurança”, menciona. Fabiana Donato, gerente de grupos da Donato Viagens, concorda. “Em todos os destinos da Donato Viagens há um acompanhante, que não é um guia, mas sim uma pessoa para integrar o grupo, para verificar se está
tudo dentro dos conformes. Em muitas viagens, as pessoas não se conhecem, mas, com o passar dos dias, a sensação é a de que já convivem umas com as outras há muito tempo”, conta ela. PROGRAMAÇÃO De acordo com Fabiana, devido à flexibilidade de datas, o público da terceira idade prefere viagens em baixa temporada, mas não importa a época escolhida, ela afirma que vários detalhes são pensados durante a montagem do roteiro para que o passeio seja realmente agradável. “Por mais ativos que os idosos sejam nos dias de hoje, gostamos de preparar bem uma viagem voltada para eles. Da escolha dos hotéis que, de preferência, devem ter elevador, até o tempo de permanência em ôni-
bus, que não deve ser muito extenso, consideramos tudo”, diz. Fabiana ressalta, ainda, que os detalhes também devem ser analisados pelos que querem fazer uma viagem. “Quando optarem por viajar, o conselho é procurar uma agência com credibilidade, avaliar o local pretendido, pesquisando sobre ele e os serviços oferecidos”, orienta. Por falar em pesquisar, com a alta demanda turística por parte dos idosos, seja para destinos nacionais ou internacionais, outro conselho é justamente analisar as propostas existentes no mercado. Há desde empresas que oferecem facilidades de pagamento àquelas que são melhores em suporte e assistência. Escolha a que mais se encaixa em seu perfil e boa viagem!
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GUIA DE VIAGEM Segurança: Procure uma agência com credibilidade, que tenha experiência em viagens com a terceira idade. Mala: Leve na bagagem roupas e calçados confortáveis. Precaução: Faça cópia dos documentos e, até mesmo, dos cartões de débito ou crédito. Isso pode auxiliar em caso de perda ou roubo. Orientação: Pesquise sobre o local para onde pretende viajar, levando em conta as opções turísticas e o clima local. Saúde: É importante lembrar de levar remédios em quantidade suficiente para toda a viagem e, por segurança, também as receitas dos medicamentos.
Pelo mundo Aos 80 anos, Selma Bicalho adora viajar e conhecer muitos destinos
Proteção: Seguros de viagem geram mais segurança, principalmente para a terceira idade. Avalie a possibilidade de contratar um. Cuidado: Se a viagem for longa, procure se movimentar, caminhar pelos corredores do ônibus ou do avião e se alongar. Isso ajuda a evitar problemas, como trombose. Reconhecimento: Respeite os seus limites.
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LAR DOCE LAR> Visando fugir da ideia de asilo, casas para repouso oferecem muitos diferenciais FOTOS LEO FONTES/DIVULGAÇÃO
Nova proposta Casas para idosos visam a acolhimento, convívio social e qualidade de vida
Casasmelhoram cuidadoscomidosos Visando quebrar paradigmas e fugir de conceitos como os de isolamento, abandono e tristeza, bastante atrelados aos asilos, as casas de repouso para idosos têm se destacadonomercadoebuscado cada vez mais alternativas parareceberopúblicodaterceira idade da melhor forma possível. “A proposta atual é muito diferente da do passado. O objetivo de hoje é acolher, proporcionar convívio social, qualidade de vida”, afirmaFilipeCossodeSouza,diretor da Longevidade, Residencial para Idosos. “Gosto de dizer que não somos uma instituição, somos a casa de cada um que
mora aqui”, comenta Mariana Oliveira, administradora da casa de idosos Amare. Segundo os profissionais, com o aumento das fiscalizações, a qualidade dos serviços também tem ampliado, bem como a variedade. A maioria das casas, além de fisioterapia, geriatria e acompanhamento médico, oferece serviços como arteterapia, musicoterapia, artes manuais, aulas de teatro, passeios externos, grupo de oração, entre outras opções. “É impressionante percebero quantoasatividadescontribuem para o desenvolvimento dos idosos. Os resultados são surpreendentes. Temos o caso de um idoso que não conseguia se comunicar direito,atéque começouaparticipar das aulas de música, a
“
Cautela para escolher
Márcia Xavier
A decisão de vir para cá foi minha. Foi uma forma de economizar, com base no número de cuidadores que eu tinha. Aprendi a gostar de viver aqui. É um lugar alegre, bonito, onde fiz muitos amigos.” David Tavares 89 anos
Escolher uma boa casa de repouso reflete diretamente na vida que o idoso passará a ter. Por isso, conforme aconselha Cristina Sousa Alves, gerente da Prolongar, é bom que um familiarvisiteo imóvel,depreferência sem agendar horário, para ver como a rotina realmente é no dia a dia. Tambéméimportanteverificar se a residência é registrada, se foi fiscalizada pela Promotoria do Idoso e pela Vigi-
cantar e a progredir”, menciona Cláudia Nunes, sócia-proprietáriadaFazendinhadaVovó e do Vovô. Com a modernização das ideias, grande parte das casas de repouso, além de moradia, oferecetambémopçãodehospedagem por tempo determinadode acordo com a necessidade do idoso e da família e a possibilidade de pessoas da terceiraidadefazerematividades na casa em apenas alguns diasdasemana.Algumasinstituições particulares são mais em conta, outras são vinculadas a alguma entidade beneficente.“Oscustosvariamde região para região e com base nos serviços oferecidos”, pontua Cristina Alves, gerente da Prolongar. “Se colocar no papel, fica mais barato do que bancar
lância Sanitária. Perguntar sobreoshoráriosdevisita,observar se a casa tem escadas, se as portas são largas, se tem estrutura para receber um idoso também é aconselhável. Cristina também ressalta queadecisão deinternação de um parente pode não ser fácil, mas é preciso lembrar que ele terá todo suporte que precisa. “É preciso consenso do idoso e da família para que tudo ocorra da melhor maneira”, frisa.
uma equipe de cuidadores em casa.Eficaaindamaisvantajoso para o idoso, que não fica entre quatro paredes e ganha possibilidade de convívio, de lazer, da realização de inúmeras atividades”, complementa o diretor da Longevidade, Residencial para Idosos. Embora as vantagens sejam muitas, Janaína Pinheiro, diretora-administrativa da casa de repouso Pampulha Village, diz que é essencial o apoio familiar.“Somosa segundafamília dos idosos que frequentamacasa.Temoscuidado,carinho, mas é preciso que eles também recebam o amor dos filhos, dos netos, dos parentes com quem têm costume de conviver. Essa responsabilidade familiar é necessária, é fundamental para que se sintam mais felizes e completos”, diz.
“Mostreaoidosoquea mudança de residência vai trazer vários benefícios, principalmenteporquelá elenãoestará nuncasozinho,quesuasnecessidades básicas de atenção à sua saúde serão resolvidas imediatamente por causa dos profissionais capacitados para atendê-lo, e que poderá receber visitas com frequência”, completa Jose Ivany dos Santos, geriatra do Comitê de Especialidades da Unimed-BH.
Apoio das casas é bom, mas atenção da família é essencial LEO FONTES
Casas, normalmente, contam com fisioterapia e geriatria
Programação das casas é repleta de atividades para idosos
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POLO> Com mais de duas décadas de história, Pampulha Village é referência em atendimento DANIEL MANSUR/DIVULGAÇÃO
Pampulha se destaca em opções Em Belo Horizonte, a Regional Pampulha se destaca não só pela beleza de seu conjunto arquitetônico, mas também por abrigar grande número de casas para idosos, como é o caso da Pampulha Village, que existe há mais de 20 anos, no bairro Bandeirantes. Nascida de um sonho e da vontade de fazer diferente, a casa abriga, atualmente, 30 idosos, desde lúcidos a totalmente dependentes. Em entrevista ao Pampulha, Guilherme Tavares e sua esposa, Janaina Pinheiro, proprietários da residência, comentam sobre o trabalho desenvolvido por eles e sua equipe. Márcia Xavier
A casa de idosos Pampulha Village tem 20 anos de existência. Por que de-
cidiram se dedicar a esse tipo de trabalho? Desde
que éramos estudantes, já nos interessávamos por esse trabalho. Esse tempo de vivência nos permitiu perceber que gostamos muito do que fazemos, algo fundamental para um trabalho bem-feito. Para os senhores, o que significa trabalhar com idosos? Significa muito,
mas podemos sintetizar dizendo que é uma realização pessoal e profissional. Aprendemos algo novo todos os dias, como os verdadeiros valores da vida. Temos uma responsabilidade enorme de ensinar para as pessoas que uma instituição como a nossa tem papel importante para a sociedade. A população está envelhecendo, e, em um futuro muito próximo, cuidar de idosos será um desafio ainda
maior. As casas de repouso, às vezes, são vistas de maneira muito negativa, mas o cuidado profissional, em local adequado, e com a presença da família, já que o acesso dos familiares à nossa instituição é permitido 24 horas, é muito mais saudável do que um cuidado caseiro, em que as pessoas em volta do idoso não estão preparadas ou não possuem tempo e conhecimento para proporcionar a ele condições ideais no dia a dia. A casa tem uma estrutura hoteleira de alta qualidade. Comentem sobre ela.
Temos uma casa construída com a finalidade de atender ao idoso, totalmente adaptada, com acessibilidade plena: elevador, rampas, corrimões, piso antiderrapante, portas alargadas, placas de sinalização, enfim, tudo que a legislação exige e algo a
mais. Utilizamos produtos de alta qualidade na nossa rouparia, assim como na cozinha, onde todos os alimentos são preparados com produtos frescos e naturais. Além disso, temos um belo jardim, que propicia liberdade e bem-estar ao morador. Comovocêsveemo preconceito sobre instituições para idosos? Na nossa cultu-
ra, alguns veem a hospedagem do idoso na instituição como abandono, o que não é verdade. Em curto prazo, já se observam benefícios tanto para o morador, que apresenta uma melhora na saúde física e mental, com auxílio dos profissionais, quanto para a família, que tem condições de retomar sua vida social e reduzir responsabilidades. Ou seja, a família continua com o vínculo afetivo, e a Pampulha Village, com os cuidados.
Casa oferece atendimento humanizado e transparente FERNANDO PIANCASTELLI/DIVULGAÇÃO
Local é criteriosamente preparado para atender a idosos
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MERCADO >Número de idosos trabalhando cresce a cada ano, trazendo oportunidades e desafios LEO FONTES
Dedicação
Aos 73 anos, Maria do Carmo é professora e não pretende deixar as aulas
O expediente ainda não chegou ao fim Uma sala de aula alegre, onde a professora não se limita a somente transmitir a matéria, mas tem energia de sobra para se sentar no chão, brincar com as crianças e tornar o ambiente ainda mais agradável e terno. Essa é a realidade que vivem os alunos de Maria do Carmo Péret, 73, professora no Colégio Sagrado Coração de Jesus. Ela, que leciona desde os 18 anos, não quis parar de trabalhar após a aposentadoria – e tem planos de ainda continuar exercendo a profissão por muito tempo. “Trabalhar é felicidade, é a mola propulsora do dia a dia. Tudo que fica parado enferruja. Até a minha linguagem vem se modificando com o tempo, tornando-se mais jovial. A gente vai se adaptando à vida”, destaca ela. Maria do Carmo soma-se aos praticamente 6,5 milhões de idosos brasileiros que estão em exercício profissional, conforme os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes ao segundo trimestre deste ano. Esse número cresce diariamente: no primeiro semestre de 2012, havia cerca de 1 milhão de idosos a menos trabalhando, de acordo com a mesma instituição. Mas por que essa realidade vem se transformando dessa maneira? Conforme destaca Ana Amélia Camarano, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), esse é um processo automático, já que a população do país está enJuliana Siqueira
velhecendo e com mais saúde – segundo o IBGE, até 2030, o número de pessoas com mais de 60 anos deve ultrapassar o de crianças e adolescentes com idade até 14 anos. Além disso, conforme a profissional frisa, há, também, os fatores econômicos envolvidos, já que muitas dessas pessoas contribuem para o sustento de suas famílias. “A legislação do Brasil permite que os aposentados voltem ao mercado de trabalho, sem restrições, e isso faz com que eles optem por trabalhar por mais tempo”, salienta. Porém, há muitos casos em que os ganhos pretendidos não são econômicos, mas, sim, sociais. Maria do Carmo, por exemplo, cita suas experiências cotidianas como um dos grandes motivadores para que ela não fique em casa. “Certa vez, quando fiquei doente, as crianças ficaram tristes por mim. Depois, quando voltei, falaram que
RAIO X 2012: No segundo trimestre de 2012, 5.553 milhões de idosos trabalhavam no Brasil. 2013: No segundo trimestre de 2013, esse número passou para 5.929 milhões. 2014: Já no mesmo período de 2014, o número de idosos trabalhando era de 6.026 milhões. 2015: Em 2015, já eram 6.474 milhões. 2016: De abril a junho deste ano, havia 6.441 milhões de idosos ativos no mercado.
me amavam. Você quer coisa melhor? Isso preenche o coração de qualquer um. Sem trabalhar, eu não teria isso”, relata. PREPARO No entanto, o mercado de trabalho para esse público ainda pode melhorar, conforme pontua Ana Amélia. Ela cita, por exemplo, que ainda há muito preconceito em relação à atuação das pessoas da terceira idade. “Isso precisa ser modificado. É necessário, também, investir em capacitação continuada, para que os idosos possam acompanhar as transformações tecnológicas. Outro fator que os ajudará no mercado de trabalho é um maior investimento na saúde e na mobilidade urbana”, frisa. E, se o preconceito em relação ao assunto ainda existe, a educação de crianças e adolescentes tem sido trabalhada para que ele desapareça. No Colégio Sagrado Coração de Jesus, por exemplo, há o projeto DignIdade, que contribui para que essa realidade seja transformada. “O projeto DignIdade tem o objetivo de orientar nossos alunos sobre a necessidade do respeito na convivência familiar e comunitária, a estudar a vida da terceira idade e valorizar o idoso, divulgando seus direitos e conscientizando os jovens. Assim, eles poderão atuar na construção de um novo modelo de velhice”, explica a coordenadora missionária do Colégio Sagrado Coração de Jesus, Simone Fortunato.
Vagas focadas neles Pensando nos idosos que querem ou que precisam permanecer no mercado de trabalho,há organizações quemantêm oportunidades destinadas especialmente a esse público. É o caso, por exemplo, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), com o seu Programa de Terceira Idade, criado há 18 anos, para pessoas a partir dos 55 anos. “Ao oferecermos oportunidades para colabora-
dores com mais de 55 anos de idade, tornamos o ambiente de trabalho mais diversificado e reconhecemos o potencial deprofissionaismaisexperientes”, destaca Elaine Carlini, coordenadora de diversidade do Extra, que também explica como é o dia a dia de trabalho dessas pessoas. “Os colaboradores da terceira idade exercemo mesmo trabalhodos demais profissionais, mas temos
o cuidado de respeitar a condiçãofísicaeaslimitações individuais de cada um deles”. José Geraldo Trevenzoli, chefe de seção de FLV (frutas, legumes e verduras), é umadaspessoasqueseencaixam no perfil do programa. Para ele, trabalhar é essencial. “Preenche muito o tempodagente.Eumesintomuito honrado de chegar até aqui”, garante.
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INFORME PUBLICITÁRIO> Cuidados com a boca podem refletir em boa saúde, dizem especialistas
Saúde bucal na terceira idade ARQUIVO PESSOAL
Dizem que Márcia u m a b o c a Xavier saudável geralmente reflete um corpo saudável. Para os professores e coordenadores de cursos de pós-graduação em Implantodontia Carlos Araújo e Roberto Carlos Araújo, que atuam com reabilitação bucal em pacientes geriátricos, tal questão deve ser levada em consideração, principalmente quando se trata da saúde dos idosos. “Muitos deles apresentam ausência parcial ou total de dentes, e esta condição interfere na mastigação, na fonação e na estética”, afirmam. O professor Carlos explica que uma das funções dos dentes é cortar e triturar os alimentos. Por isso, a limitação na mastigação pela perda de dentes pode comprometer o processo de digestão, o que resultaria em problemas de saúde geral. “O paciente que não
consegue mastigar bem os alimentos consequentemente compromete todo o processo de digestão, sobrecarregando o estômago. Com o tempo, isso pode causar azia, refluxo, gastrite e outros problemas gastrointestinais”, complementa o professor Roberto Carlos. Ainda de acordo com o especialista, devido à dificuldade de mastigação, muitos idosos acabam evitando certos alimentos que são essenciais para a saúde, como carnes, verduras cruas e frutas, o que causa deficiência de vitaminas e nutrientes. “Quando a saúde bucal está comprometida, resulta em desajustes que irão influenciar todos os setores da vida”, comenta. SOLUÇÃO Segundo os especialistas, a instalação de implantes pode contribuir para melhorar a saúde, a convivência social, aumentar a autoestima e a autoconfiança. “Os implantes são parafusos de titânio, são como as ‘raízes dos den-
tes, e servem de suporte para prótese de um dente perdido ou até mesmo para próteses de boca inteira”, explica o professor Roberto Carlos. Já o professor Carlos ressalta que, por meio desse procedimento, é possível devolver a mastigação antes comprometida ao paciente idoso em apenas três dias, principalmente aos que já usam dentadura. “Atualmente, técnicas cirúrgicas avançadas permitem isso. Através de cirurgias minimamente invasivas, colocamos implantes. A prótese fixa sobre eles devolve a estética, a mastigação e o conforto, descartando a utilização de produtos fixadores”, explica. SERVIÇO Os professores Carlos Araújo e Roberto Carlos Araújo atendem em Belo Horizonte, na avenida Afonso Pena, 262/706, no centro, e na avenida Cônsul Antônio Cadar, 126/87, no bairro São Bento. Para mais informações, ligue (31) 3271-9790.
Qualidade Os professores Carlos e Roberto Araújo dizem que implantes melhoram saúde e autoestima
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INCENTIVO> Capital possui programação repleta de atividades que geram benefícios aos idosos Aterceiraidade é também chamada de melhor idade. Mas, segundo profissionais que trabalham com esse público, para que seja uma etapa da vida realmente boa, é precisosaber aproveitá-la.Em Belo Horizonte, das aulas de pintura aos grupos de dança e de ginástica, há diversas programações para os que já passaramdos60anosedesejam tornar essa fase mais prazerosa. “O objetivo das atividades voltadas para a terceira idadeé,principalmente,proporcionarumenvelhecimentoativo, maissaudável”,afirmaEliana dasGraçasMascarenhas, gerente de assistência do Serviço Social do Comércio de Minas Gerais (Sesc-MG). De acordo com ela, em 21unidadesdo Sesc háotrabalho Sesc Mais Grupos Idosos,quepromoveumasérie de ações voltadas para a terceira idade. “Temos curso de teatro, de dança e de coral, curso de memória ativa–que resgatafatoshistóricos e dados que remetem à vida dos idosos –, temos oficinas interativas, trabalhos manuais, treinamentos, entre outros. São programaMárcia Xavier
Envelhecimento ativo SHOPPING CIDADE/DIVULGAÇÃO
ções monitoradas e realizadas sempre porprofissionais capacitados”, ressalta Eliana. Ela explica que a participação nas atividades permite queos idosostenham maisautonomia, melhor compreensão de cidadania, de seu papel social. Por meio delas tambémépossível estimularamemória,desenvolver o reconhecimento corporal e um maior equilíbrio, conhecer pessoas etc. “É muito bom ver pessoas que não se entregam com o passardotempo, queestãoativas. Aqui muitos amores e amizades já se formaram”, comenta a gerente do Sesc-MG. Tal oportunidade de interação também ocorre no Shopping Cidade, onde desde 2009, é desenvolvido o projeto Melhor Cidade, que oferece atividades gratuitas, como aulas diárias de ginástica, inglês, artesanato, matinê de cinema, jantar mensal, manhã de jogos e coral. Todos os participantes recebem camisetas, crachás e ainda contam com a presença de uma enfermeira, que acompanha de perto to-
das as atividades. Segundo a analista de marketing do mall, Nicole Fiorini,que desde o iníciocuida do projeto, a ação colabora com a saúde dos seus integrantese,principalmente,para a possibilidade de criação de novas amizades. “Faz bem para o corpo e para a alma”, frisa ela. Já a gerente de marketing do shopping, Carolina Vaz, conta que, na primeira vez em quefoirealizada, a açãoconvidou,pormala-direta, moradores das ruas Goitacazes, Rio de Janeiro, Tupis e São Paulo, que se encontram no perímetro do mall. “O número de inscrições superou as nossas expectativas, e o projeto realmente tomou corpo e importância”, comenta. Atualmente, o projeto tem quase 200 idosos inscritos e não possui mais vagas abertas.Mas,dasatividadesgratuitas até as pagas, Belo Horizonte e região contam com muitas opções para a terceira idade. Você já descobriu qual é a melhor para você?
Com atividades gratuitas, projeto Melhor Cidade é realizado, desde 2009, no Shopping Cidade, em BH
TARCISIO DE PAULA/DIVULGAÇÃO
Projeto Sesc Mais Grupos Idosos desenvolve diversos serviços e oficinas, em21 unidades do SescMG
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ENSINO> Cursos para idosos, além de proporcionarem novos conhecimentos, geram ganhos sociais FOTOS LEO FONTES
Não é incoJuliana mum enconSiqueira trar crianças e jovens que tenham pressa em se despedir das salas de aula. Para muitos, esse período é contabilizado ano a ano com ansiedade e já considerado com um prazo pré-determinado para terminar. No entanto, várias são as pessoas que chegam à terceira idade e encontram nos estudos não somente uma fonte inesgotável de conhecimento, mas também de alegria e de união e regressam para esse universo com muita euforia. Para elas, não há qualquer segunda-feira que as impeça de marcar presença nos estabelecimentos de ensino. Por isso, muitas instituições têm contado com cursos especiais voltados para os idosos. Diferentemente da graduação, eles podem ser feitos durante muito tempo e não conferem um título específico – há casos, por exemplo, de quem já completa seu 22º ano em sala de aula, conforme destaca Geisa Lima, coordenadora do Núcleo de Estudos Escola da Terceira Idade (Neeti) da Universidade Fumec. Isso é possível graças aos te-
De volta às salas de aula mas diversificados que são oferecidos e à grande gama de cursos. “Há oficinas de memória, dança, aulas sobre saúde, questões comportamentais, atividades lúdicas, físicas, entre outros”, destaca Geisa. Além dos diferentes tipos de conhecimento que esses cursos agregam ao repertório dos estudantes, há outros benefícios que podem contribuir bastante para que o dia a dia deles seja mais tranquilo e até mesmo mais feliz. “Um dos objetivos é não deixar que o idoso fique ocioso. Focamos também a criação dos relacionamentos interpessoais. A ideia é adicionar mais graça à vida, fazer com que essas pessoas não fiquem entregues”, ressalta Marco Antônio Lobo, psicólogo e coordenador do Programa da Maturidade do Centro Universitário Estácio de Belo Horizonte.
EXPERIÊNCIAS Um dos pontos de destaque desses cursos é que eles são capazes de promover experiências totalmente novas, revelando que nunca é tarde demais para aprender e para viver algo que até então não havia se apresentado oportuno. Ana Maria Otoni, 70, por exemplo, conta que ela, que há cinco anos marca presença novamente nas salas de aula, teve contato com diversas abordagens interessantes e até então não vivenciadas, como o teatro. “Fizemos uma peça que ficou bárbara e iremos apresentá-la novamente. A gente envelhece, mas a mente tem que se manter plena e plana. Tudo isso que fazemos é para conservar a jovialidade interna que temos. Isso reflete no bem-estar físico e mental. Estamos realmente envolvidos com a vida, com os dias cheios e atarefados. Es-
sas coisas ajudam muito a aceitar o envelhecimento de uma forma mais amena e mais lúcida”, salienta ela. E esses aprendizados valem em diferentes esferas. Israel Acherman, 64, relata que ele não sabia fazer nada na cozinha, até se matricular em um curso de culinária no centro universitário. “O dia em que eu não vou à aula, fico doente. Não tem mais jeito de parar”, frisa. Ele, que era militar e lecionava física para alunos do ensino médio, relata que muitas pessoas não entendem que esses cursos não são como a graduação, que é finita, e riem porque ele não se “forma” nunca. “Você não leva essas aulas somente como estudo, mas também como um lugar para conviver com pessoas da sua idade. Não pode ter preguiça. Eu já eliminei essa palavra do meu vocabulário”, finaliza.
Aos 64 anos, Israel Acherman faz uma série de cursos
Para Ana Maria, 70, aulas ajudam a conservar a jovialidade
INFORME PUBLICITÁRIO
SetraBH atento ao direito dos idosos SETRABH/DIVULGAÇÃO
Em 2050, o mundo terá dois bilhões de pessoas com 60 anos ou mais, 900 milhões das quais vivendo em cidades. Nos países em desenvolvimento, no mesmo ano, os idosos representarão um quarto da população urbana. As estimativas, feitas pela Organização das Nações Unidas (ONU), indicam a necessidade urgente de se pensar em estruturas urbanas que ofereçam facilidades para as pessoas da terceira idade, tornando as cidades mais inclusivas, e também na geração de oportunidades para a sua participação econômica e social em ambientes acessíveis e seguros. Para a ONU, será necessário, ainda, assegurar às pessoas idosas habitação a preços acessíveis e atendimento de saúde e serviços sociais necessários para apoiar o seu envelhecimento. Neste sábado (1°), quando o Dia Mundial do Idoso completa 26 anos de lutas na busca da melhoria da qualidade de vida dos idosos, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-
Operadores do transporte coletivo em treinamento para atender a idosos
BH) lembra que realizou, neste ano, o “Treinamento 2016 – Transporte Coletivo para Todos – Respeitar e Cuidar”. A iniciativa teve por objetivo a sensibilização dos participantes para a importância de se oferecer um atendimento diferenciado a idosos, obesos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e para a necessidade do exercício de suas atividades com respeito, cuidado, ética e solidariedade, de forma a assegurar a todos o direito de ir e vir com autonomia, acessibilidade e segurança. Todos os operadores
do Sistema de Transporte Coletivo Urbano por Ônibus receberam o treinamento, que foi realizado em sala onde foi simulado o espaço interno de um ônibus, com roleta, espaço para cadeirantes e assentos reservados nas primeiras fileiras. Durante as aulas foram utilizados equipamentos para simulação prática de deficiências e dificuldades das pessoas com mobilidade reduzida, como vendas para os olhos, pesos para as pernas, colchonetes para ser amarrados ao corpo, cadeiras de rodas, muletas e andadores.
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pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 1 a 7 de outubro de 2016
pampulha CESAR RANGEL/AFP
WHostel. Econômica, hospedagem moderniza e amplia público. Página 4 WJuazeiro do Norte. Visitação a ‘Padim Ciço’ vai completar 70 anos. Página 11
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BELO HORIZONTE Sábado 1/10/2016
Arte catalã Gaudí, Miró, Museu do Design e outros ícones traduzem Barcelona, cidade que não para de criar . Páginas 8 a 10
W2 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 1 de outubro de 2016
paulo campos paulocampos@otempo.com.br
Nova legislação aérea a caminho A proposta de revisão das Condições Gerais do Transporte Aéreo (CGTA), feita pela Agência Nacional de Aviação, terá um impacto significativo na vida dos viajantes. Deve ser concluída em novembro e pode, inclusive, entrar em vigor no início de 2017. A ideia é desonerar as companhias aéreas e se alinhar à legislação mundial. A Anac abriu consulta pública em abril e ouviu entidades do setor, associações de consumidores e
companhias aéreas. As propostas vêm em um momento de profunda crise – 13 meses seguidos de retração da malha aérea, queda no número de passageiros, redução de voos, devolução de aeronaves e custos mais altos. Hoje, o preço médio de um bilhete está em torno de R$ 290, contra R$ 610 em 2002. Em coletiva na Abav Expo, o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, defendeu que as
medidas podem reduzir custos e garantir passagens mais baratas. O executivo se baseia em um estudo da consultoria Bain & Company que sugere que a redução de 10% na tarifa incorporaria 14% a mais de passageiros. A transferência do bilhete para terceiros é o único ponto que parece já ter sido abandonado na proposta. A mais polêmica, no entanto, é a possibilidade de o passageiro pagar pelas bagagens que despachar, atualmente um serviço gratuito. Sanovicz garante
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personagem da semana ABAV/DIVULGAÇÃO
que hoje 65% dos passageiros viajam sem bagagem. Diante da crise econômica, a previsão de Sanovicz é que a demanda por voos no Brasil só volte a crescer em meados de 2017. Até lá, diz o presidente da Abear, as empresas aéreas vão procurar ajustes para atravessar em segurança o cenário de turbulência. Neste ano, esse cenário acena com perdas de 6,2%. Nesse aspecto, a nova legislação surgirá como salvação.
FOTOS MARCEL ANDRES/DIVULGAÇÃO
José Maurício de Miranda
fala sobre o desligamento da ABC Viagens e o trabalho ao lado da filha Marina, na MundiTravel
Resuma um pouco sua experiência à frente da Abav-Minas.
Uma das mais importantes feiras de turismo de negócios das Américas, a IBTM Latin America ocorreu na última semana na Cidade do México; evento reuniu expositores e profissionais de turismo de diversos países em busca das novidades do setor
Neste ano, um dos destaques da feira de negócios foi o seminário Wedding and Romance, direcionado ao mercado de destination wedding, que atraiu várias empresas do segmento, assim como a atenção de muitos visitantes
Comecei a atuar na entidade como diretor financeiro, durante a gestão de José Carlos Vieira. Naquele período, fizemos várias mudançasadministrativas efinanceiras necessárias, conseguindo,assim, colocar a Abav-Minas em uma situação extremamente confortável. Quatro anos depois, assumi a presidência e, depois, fui reeleito para mais um mandato, sendo que nossa gestão conseguiu deixar a entidade ainda mais tranquila. Fui mais uma vez convocado a assumir outro mandato e, novamente, estamos tendo que fazer novos ajustes administrativos e financeiros, a fim de colocar a Abav-Minas em dia outra vez. Entre uma gestão e outra, fui vice-presidente da Abav nacional. Minha dedicação ao segmento é muito grande e prazerosa.
Você não é mais sócio-proprietário da ABC Viagens. Como foi sua saída da agência? Continuo na sociedade, por enquanto; deixei a administração. Minha saída foi dentro de padrões profissionais, vi que estava na hora de mudar e mudei. Vendemos a transportadora Turismo ABC e estamos em negociação com relação à ABC Agência.
Luz Adriana Soriano, coordenadora da IBTM Latin America, ao lado de Patrícia Moreira, durante a feira mexicana
Como você resume seus anos à frente da ABC Viagens? Foram 25 anos de trabalho e considero que saímos do zero até alcançarmos uma boa participação no Rio Quente Suíte Flat I, uma criação da Turismo ABC, e abrirmos três filiais, além de ter mantido um bom desempenho da empresa.
Empresária mineira Patrícia Moreira (Patrícia Moreira Recepção de Eventos), com o jornalista Henning Kretschmer, da revista “Vivir de Viaje”, de Honduras, e Stella Sequeda, da Colômbia
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JONATHAN NACKSTRAND/AFP
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SMILES/DIVULGAÇÃO
Smiles
A Smiles anunciou a contratação de Loraine Ricino como sua nova diretora de marketing. A atuação da executiva estará voltada para as frentes de marketing institucional, canais de vendas e e-commerce. “Meu objetivo não poderia ser outro. Vou intensificar as estratégias de marketing e explorar ainda mais nossas ferramentas, para que, em pouco tempo, qualquer pessoa consiga fazer 100% da sua viagem em nosso ambiente, sem sair da Smi-
do mundo. Praticamente um museu a céu aberto, a cidade exibe uma singular arquitetura histórica, intercalada com prédios e serviços avançados. Para o turista ver tudo de perto, vale usar a moderna rede de metrô, bonde, bike e até voo de balão, para apreciar a paisagem de um ângulo diferente.
O destino é um dos principais pontos turísticos do Brasil, e ninguém consegue segurar esse crescimento. Hoje, o Rio Quente e Caldas Novas têm o segundo maior número de leitos do país, perdendo apenas para São Paulo. Sem contar que o profissionalismo na região vem crescendo na mesma proporção, haja vista o grande número de parques fora dos hotéis que foram inaugurados nos últimos anos.
Agora, na MundiTravel, como é trabalhar ao lado de sua filha Marina? Marina fez estágio comigo durante sua faculdade e sua pós-graduação. Isso fez com que aprendêssemos a separar nossa vida familiar da profissional, nunca conversamos sobre trabalho na mesa de refeições. Agora é um pouco diferente, pois tenho que me relacionar com minha sócia, cabendo a mim administrar minha experiência com a juventude dela.
A MundiTravel tem como carro-chefe os resorts de Caldas Novas. O que diferencia a agência das demais que vendem o destino goiano?
les”, afirma Loraine. Já Marcos Antônio Pinheiro Filho é o novo diretor estatutário financeiro e de relações com investidores.
Copa Airlines Estocolmo. A capital da Suécia é um dos mais ricos e elegantes destinos
Você é um dos pioneiros em divulgar em Minas as águas quentes de Goiás. Como você avalia o crescimento do destino?
A Copa Airlines lançou o novo site (www.copa.com), com uma navegação mais rápida que permite realizar compras a partir de qualquer dispositivo – tablet, smartphone ou computador –, possibilitando efetivar check-in, baixar cartão de embarque no celular, verificar a situação de voo e acessar a conta ConnectMiles.
Em nossa agência, temos uma relação mais próxima com nossas parceiras, assim como com nossos principais fornecedores, Caldas Novas e Rio Quente. Assim, fica mais fácil fazermos tudo com maior segurança, tranquilidade e com o toque feminino e gentil de Marina e dos demais funcionários.
O que você traz de know-how de sua experiência na ABC para a MundiTravel? São meus 40 anos de agência de turismo, nas áreas administrativa e comercial, além da transportadora, associada à admistração da empresa responsável pelo setor de A&B (alimentos e bebidas) do Hotel Dayrell, o que faz com que eu esteja dentro de várias áreas do setor produtivo do turismo.
Como presidente da Abav-Minas, qual a sua avaliação sobre o desempenho da recém-encerrada Abav Expo Internacional? Atingimos mais de 30 mil inscrições de profissionais de turismo procedentes de todos os continentes, realizamos o maior número de palestras e de cursos de todas as edições do evento. Ou seja, foi um grande sucesso.
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O Tempo - Pampulha - Super NotĂcia - Belo Horizonte
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turismo THE HOSTEL/DIVULGAÇÃO
Hostel
Castelinho é opção de hospedagem na Vila Madalena, na capital paulista
Uma viagem à parte na própria hospedagem Dos antigos albergues ao modelo atual,opúblico-alvo foi ampliado para receberaté profissionaisliberais; há dois anos,BH ganhou 13unidades Tânia Ramos
taniaramos@otempo.com.br
Quem ainda associa hostel ao modelo tradicional de albergues da juventude está muito enganado. Sem perder os princípios básicos de hospedagem coletiva, com menor custo e maior intercâmbio cultural – nos moldes em que foi criado há 100 anos –, os hostels evoluíram para habitações de família, casal e até individual, em conjunto com as convencionais acomodações coletivas mistas ou masculinas e femininas. Logo, o que era apenas hospedagem de jovem mochileiro, estudante ou em início de carreira, transformou-se numa boa opção também para pessoas de qualquer faixa etária e com carreiras consolidadas, mas que buscam uma maior imersão no destino, convivência com outras culturas ou mesmo companheiros de jornada, no caso de quem viaja sozinho. No rastro dessas mudanças, ainda mais com a crise econômica, os hostels no país viram a demanda interna crescer – ao contrário de anos anteriores, quando a lotação era garantida apenas por estrangeiros, agora eles passaram a receber, igualmente, turistas brasileiros. Tanto é assim que Belo Horizonte, onde tinha apenas um único albergue, ganhou, desde a Copa de 2014, cerca de 14 hostels. Destaque para os exclusivos Adrena Sport Hostel, que tem uma original decoração inspirada em esportes radicais, e BH Boutique Hostel, que aposta num “compartilhamento mais sofisticado”, segundo a dona Patrícia Coutinho.
ligamos os potenciais de Belo Horizonte à região, como voo livre na serra da Moeda e esportes náuticos na lagoa dos Ingleses, por exemplo”, explica Fonseca. O Adrena tem quartos com decoração inspirada em escalada, com camas suspensas; mountain bike, com escada feita de guidãos de bicicleta; e skate, com cama no halfpipe. Sua capacidade é para 42 pessoas, entre quartos coletivos (masculino, feminino e misto) e privativos, para uma a quatro pessoas, com cama reversível para casal. ADRENA/DIVULGAÇÃO
Saiba mais Quarto do skate, com cama no halfpipe, no Adrena
Criação. O conceito de albergue da juventude foi idealizado pelo professor alemão Richard Schirrmann. Castelo. O primeiro albergue foi aberto em 1912, em um antigo castelo na cidade de Altena, na Alemanha. O prédio foi restaurado e equipado conforme o planejamento de Schirrmann. O local está em operação até hoje. VISIT NICARAGUA/DIVULGAÇÃO
Serviços Adrena Sport Hostel. Diárias variam de R$ 37 a R$ 140. Inf.: (31) 3657-9970 ou www. adrenasporthostel.com.br BH Boutique Hostel. Diárias de R$ 50 (coletivo) a R$ 140 (suíte). Inf.: (31) 3245-5747 ou www.bhboutique.com.br
Adrenalina De propriedade do esportista Pedro Assis Fonseca Gomes Leite, o Adrena é o primeiro hostel temático de esportes de aventura e radicais no Brasil. “Nós
Associação. Os mineiros Adrena Sport Hostel e BH Boutique Hostel integram a Hostelling Internacional, entidade com mais de 4.000 albergues em 80 países.
The Hostel. Diárias a partir de R$ 39. Inf.: (11) 5082-2952 ou www.thehostelvilamariana.com.br A Nicarágua tem até hostel na árvore, na Reserva Natural Volcán Mombacho
Castelo em SP recebe turistas do mundo todo Uma construção da década de 20 em formato de castelo, com vitrais, colunas rococós e afrescos, abriga hoje o The Hostel, em pleno coração do bairro Vila Mariana, famosa região boêmia da capital paulista. Situado perto da estação Ana Rosa, de pontos turísticos e comércios, o Castelinho, como é conhecido, recebe hóspedes do mundo inteiro.
Com acomodações de decoração com detalhes modernos, mas que, segundo o proprietário João Luiz Lima Júnior, respeitam o passado do castelo, The Hostel pode acomodar até 83 hóspedes, atendendo a todos os tipos de viajantes – de grupos de família ou amigos até mochileiros, com preço acessível, mas em hospedagem de qualidade.
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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte
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Pacotes
Só dá Nordeste de outubro até o Carnaval Os destinos de praia na mais ensolarada região brasileirase mantêm em alta na preferênciapara viagens deférias ede fim de ano; capital uruguaia é a exceção Feriados
Opções de novembro ao Carnaval IGUASSU CVB/DIVULGAÇÃO
A Território Viagens está com pacotes para os próximos feriados. Para o da Proclamação da República (12 a 15/11), há opção para Porto Seguro, com hospedagem no Sunshine Praia Hotel e preço a partir de R$ 1.195, e Porto de Galinhas, no Prodigy Beach Resort Marupiara, a R$ 1.675. Para o revéillon, há opção em Foz do Iguaçu, no Hotel Carimã, entre 29/12 e 2/1/2017, por R$ 1.770. No Carnaval, o pacote para Salvador (25/2 a 1º/3), no hotel Sol Bahia, por R$ 2.905. Todas as opções são por pessoa em apartamento duplo, com café da manhã, aéreo e traslados incluídos. Informações: (31) 3264-3300.
La Torre
Pacotes para o fim de ano A Viagens Master oferece pacote para o all inclusive La Torre na baixa temporada (saída 1/10, a partir de R$ 3.436), Réveillon (saída em 25/12, a partir de R$ 5.593) e ferias de janeiro (a partir de R$ 4.887), incluindo aéreo e traslado. A operadora está com fretamento extra para Porto Seguro nas férias, tendo dois aviões por semana do Réveillon até o fim de janeiro. Consulte seu agente de viagens e peça esse pacote da Viagens Master. LA TORRE/DIVULGAÇÃO
Montevidéo
Programa especial em novembro A Azul Viagens preparou um programa especial para a capital uruguaia, Montevidéo, de quatro dias de hospedagem em apartamento duplo no Hotel Days Inn Montevideo By Personal, com café da manhã. A saída será em 16 de novembro e a viagem inclui aéreo (voando Azul) e traslados. O preço está a partir de R$ 1.588,05, com o pagamento em até dez parcelas de R$ 158,81 (sem taxas de embarque). Consulte a central de atendimento da Azul Viagens (4003-1181), o website www.azulviagens. com.br ou seu agente de viagens.
Reveillón
Golden Tulip é opção na BA Já começou a venda de ingressos para a festa de Réveillon Axé Bahia, do hotel Golden Tulip Salvador. O programa inclui bufê completo assinado pelo restaurante Píer 505, open bar com espumante, whisky e vodca, além de refrigerantes, sucos e água. Também terá banda e DJ. Com vista para o Farol da Barra, a festa está prevista para começar a partir das 21h, e os ingressos custam R$ 330 (hospedagem não incluída). Informações: (71) 2103-2233.
Baixa temporada
Nordeste
Pacotes para Porto Seguro
Promoção nas ferias de janeiro
A Viagens Master está com várias opções para a baixa temporada em Porto Seguro, com saídas a partir do dia 1º de outubro. Todos os pacotes incluem aéreo a partir de Belo Horizonte, traslados e sete noites de hospedagem em apartamento duplo, com café da manhã, e city tour. Para o Oceano Porto Hotel, o preço é a partir de R$ 690; Praia Mar, R$ 716; Atlântida Park, R$ 830; Safira Praia, R$ 937; Sunshine Praia, R$ 1.023; e Toko Village, R$ 1.407. O pagamento pode ser com uma entrada de 25% + 9x. Consulte seu agente e peça pacote Master.
A TAM Viagens oferece pacotes para o Nordeste nas férias de janeiro. Para Fortaleza (8 a 15/1 e de 15 a 22/1), o preço sai a partir de 10x de R$ 204,54; para Natal (8 a 15/1 e de 15 a 22/1), a partir de 10x de R$ 191,28; e, para Salvador, (7 a 14/1 e de 14 a 21/1) de 10x de R$ 148. Todos os programas incluem aéreo, de sete diárias em apto duplo com café da manhã e pontos Multiplus. Promoção válida para as lojas do BH Shopping (31-3286-3999), Boulevvard (2515-3310) e Diamond (2533-0933).
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turismo FOTOS EDELMAN SIGNIFICA/DIVULGAÇÃO
Festa
Uaiktoberfest com novidades A 6º edição do Uaiktoberfest está marcada para os dias 21, 22 e 23 de outubro, no Clube do Sindicato dos Mineiros de Nova Lima, com novidades para a versão 2016: novo espaço com ampla área verde, parceria com o restaurante Nova Gourmet e Neckartal, que serão responsáveis por toda a área de gastronomia, e o Espaço Kids. Vendas de ingressos em www.sympla. com.br/uaiktoberfest-2016__90052 UARLEN VALÉRIO – 22.10.2015
Lua de mel
Destinos mais românticos e únicos São cinco opções de lugares exclusivos, quevão delocalidadesna místicaÍndia a praias cercadas por florestasintactas ecidade andina Da redação O começo da vida a dois é um momento único para cada casal, que merece ser celebrado de forma inesquecível. Com isso, a lua de mel é para muitos casais a chance de fazer aquela viagem dos sonhos e ter uma rica experiência, que ficará para sempre na memória. Porém, escolher o lugar ideal não é uma tarefa fácil, pois implica em muitos detalhes, desde as demandas do casal ao perfil do destino escolhido. Uns preferem montanha, outros, praia; outros
casais ainda buscam lugares ricos em história, e têm aqueles, ainda, que procuram destinos mais exóticos. Mas em dois aspectos todos os recém-casados são unânimes: o lugar perfeito deve ser exclusivo e, principalmente, romântico. Atentos a esses detalhes, preparamos, junto com a Booking.com, uma lista de lugares irresistivelmente românticos que você pode nunca ter ouvido falar, mas que atende todos os pré-requisitos de lua de mel.
Central, do Peru, é eleito o melhor O restaurante peruano Central conquistou o 1º lugar da edição de 2016 do Latin America’s 50 Best Restaurants. O Maido, também de Lima, no Peru, ficou em segundo lugar, enquanto o D.O.M., de São Paulo, subiu uma posição no ranking e conquistou o terceiro lugar. O Latin America’s 50 Best Restaurants pertence ao William Reed Media Group e é organizado pelo mesmo grupo.
do ambos em grandes e sedutoras estruturas arquitetônicas locais. Faça uma romântica viagem de barco pelo lago e admire os belos saris das mulheres lavando roupa no ghats (escadarias às margens do lago, utilizadas tanto para fins sagrados quanto para mundanos, como higiene pessoal ou limpeza). Depois, desfrute de um jantar em um terraço com uma belíssima vista das luzes refletidas sobre a água.
Barichara é uma pequena e bela cidade no nordeste da Colômbia, considerada uma relíquia histórica. Com uma arquitetura colonial espanhola bempreservada, a cidadezinha possui ruas de pedra cercadas por árvores e canteiros floridos, além de prédios com telhados de barro e paredes brancas. A Catedral da Imaculada Conceição, de tons amarelados, também imprime uma característica única ao município, fundado em 1705. Do mirante da cidade, avista-se o cânion do rio Suárez, onde se pratica rafting.
Minas é eleita o melhor destino
Gastronomia
Udaipur é frequentemente apontada como a cidade mais romântica da Índia, talvez até mesmo do mundo. Logo no seu coração está a superfície azul transparente do Lake Pichola, um lago artificial que dá à cidade um clima bem tranquilo. De um lado, está um de seus magníficos atrativos históricos: o Lake Palace, um hotel que praticamente “flutua” sobre as águas do lago; do outro, o Palácio da Cidade, consistin-
Barichara, Colômbia
Prêmio
Minas Gerais foi escolhido como Melhor Destino Histórico e Melhor Destino para Férias em Família. Segundo pesquisa realizada pelo Datafolha, o Estado é o destino mais lembrado po quem deseja aproveitar as férias e também conhecer mais sobre a história do Brasil. Os títulos foram recebidos pela Secretaria de Estado de Turismo (Setur-MG).
Udaipur na Índia
Akaroa na Nova Zelândia Akaroa é uma pequena cidade portuária da península de Banks, situada no coração de um vulcão, que consiste num bom exemplo de como a Nova Zelândia pode ser um país de tirar o fôlego. Cercada pelas montanhas vulcânicas, a calma cidade tem um ar gaulês, graças a seu passado de
colonização francesa – e também inglesa. Entre suas muitas atrações nadar com golfinhos é uma das mais populares. Contudo, se você apenas se sentar no cais de madeira e observar sua deslumbrante paisagem, já terá uma visão do paraíso para guardar na memória.
Palm Cove Na Austrália, uma alternativa mais calma ao famoso Port Douglas, Palm Cove é um paraíso romântico na costa australiana. Escolha um local isolado ao longo da extensa praia de areia branca e assista ao pôr do sol sobre as águas calmas, envolto pelos sons da floresta no entorno. Para os recém-casados mais aventureiros, visitar a vizinha Grande Barreira de Corais é uma experiência única.
Trebon na República Tcheca Trebon é uma pequena cidade da República Tcheca com encantadoras casas renascentistas e barrocas que, inacreditavelmente, não está no radar turístico internacional. Conhe-
cida por suas belezas naturais, marcada por florestas intactas, é nos arredores do balneário que estão o maior número de lagoas do país. Então, a cidade é perfeita para
passeios românticos. O castelo dá ao local um ar de conto de fadas, juntamente com a praça principal de calçadas alinhadas com casas de fachadas barroca e tons pastel.
turismo Homenagem a TAP e a Carlos Dias Quatro entidades mineiras do turismo – Abav-MG, Sindhorb, Fhoremg e Skal – promoveram um almoço, no Dayrell Hotel, para prestar homenagem a Carlos Dias e à equipe da companhia aérea TAP em Minas
pelo marco do milionésimo passageiro embarcado na rota Belo Horizonte-Lisboa no último dia 16. Dias, gerente da TAP em Minas, aproveitou a ocasião para agradecer aos amigos do turismo, exaltar a administração de Fernando
André e Montovani Bernardes (diretores da Abreu Viagens) com a equipe TAP Portugal, Carlos Dias Roselaine Freitas e Juliane Costa; Abreu é operadora que nasceu em Portugal
O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 1 de outubro de 2016
FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Pinto frente à TAP, lembrar do enfrentamento às crises e aplaudir a construção do Terminal 2 de Confins. Ele frisou que o desafio agora é trabalhar para que a rota volte a ter voos diários na alta estação.
Mauro Ribeiro (Skal), Antonio da Matta (Abav-MG), Antonio de Pádua (Skal), Antonio Martins (Sindhorb), Carlos Dias e Roselaine Freitas (TAP), José Maurício de Miranda Gomes (Abav-MG) e Gustavo Arrais (Setur-MG) durante entrega da placa em homenagem à equipe da TAP
Equipe TAP homenageada: Roselaine Freitas (gerente de aeroporto TAP, em Confins), Carlos Dias (gerente TAP em Minas Gerais) e as executivas de contas Leslie Gosling e Juliana Costa
Fernando Dias (diretor-presidente da Viagens Master e vice-presidente de patrimônio da Abav-MG) exibe a placa entregue a Roselaine Freitas e Carlos Dias no almoço
Time de mulheres no evento: Silvana Capanema, Athenais Vilhena (Turisplan), Marina Gomes (Mundi Travel) Regina Casale (Ytur), Dulce Dellarett (Abav-MG) e Fernanda Fonseca (Libertas)
José Maurício de Miranda Gomes (presidente da Abav-MG), Carlos Dias (TAP), Gustavo Arrais (secretário adjunto de Turismo) e Anderson Rocha (presidente do Belo Horizonte Convention)
Antonio da Matta (diretor da B&L Union Travel) e a esposa Márcia entre os dirigentes do Skal Belo Horizonte, Mauro Alves Ribeiro (Locamil) e Antonio de Pádua (presidente)
Higiene
Nem todo hotel lava os lençóis a cada hóspede Repórteres do “Inside Edition” mostraram que, dasnove hospedagenstestadas em Nova York,três nãosepreocuparam coma limpeza daroupa decama REPRODUÇÃO DE VÍDEO
Tânia Ramos taniaramos@otempo.com.br
Tem momento mais relaxante, numa viagem, do que você se jogar em sua cama de hotel ao desembarcar de um longo voo ou após um dia de passeios? É claro que não. O problema é que, segundo pesquisa do “Inside Edition”, nem todos os hotéis lavam a roupa de cama entre um hóspede e outro. Recentemente, repórteres desse programa do canal norte-americano CBS foram até Nova York e pediram um quarto no Residence Inn by Marriott para fazer o teste. Eles pulverizaram nos lençóis a mensagem “I slept here” (“Eu dormi aqui”) com tinta in-
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Repórter testa e flagra o Residence Inn by Marriott deixando lençóis usados
visível e lavável. E, ao reservarem o mesmo quarto no dia seguinte, descobriram que a tinta estava lá, pois o tecido não havia sido lavado. O teste foi feito em nove hotéis, sendo que três deles deixaram lençóis sujos. Eu, particularmente, já ti-
ve uma experiência dessa, não com lençóis, mas com toalhadebanho. Aoirpara o chuveiro no Wyndham Garden Panama City, percebi (e pedi a troca, com uma bronca) que a toalha estava com uma mancha de que já havia sido, claramente, usada.
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Restaurante (I)
Sugestão do chef no almoço Comandado pelo chef Rodrigo Moraes, o restaurante Novedad, localizado no hotel TRYP Jesuíno Arruda (rua Jesuíno Arruda, 806, Itaim), oferece no almoço, diariamente, a sugestão do chef, com duas opções de entradas, duas de pratos quentes e duas sobremesas variadas, a R$ 35 por pessoa. MELIÁ HOTELS/DIVULGAÇÃO
turismo
Barcelona
Com arte e estilo na mais cultural cidade espanhola Cardápio de atrações da capital daCatalunha combina museus, arquitetura clássica,instalações modernas egastronomia tradicional Bruno Rosa
Agência O Globo
Restaurante (II)
Opções à carte no jantar No jantar, o serviço à la carte traz um menu recheado de opções para os mais variados paladares. Outro destaque é o café da manhã com mais de 80 itens, a R$ 36 por pessoa, e room service 24 horas no hotel, além de menu para eventos. Na terça, noite italiana. Inf.: www.melia.com. HOTÉIS HILTON/DIVULGAÇÃO
Hotelaria
Hilton Garden Inn em BH Fruto da parceria entre a Hilton Hotels & Resorts e a Atlântica Hotels, opera na capital mineira, desde o início deste ano, o Hilton Garden Inn (av. Prudente de Morais, 520, na Cidade Jardim), primeira unidade da marca no Brasil. A rede Hilton proporcionam aos hóspedes uma experiência única, a um preço acessível.
Barcelona é Antoni Gaudí, Miró, Picasso e muito mais, quando o assunto é cultura e estilo. Uma das cidades mais agitadas de Espanha e Europa, a capital da Catalunha não para de investir em museus e espaços de arte. Só nos últimos dois anos, a cidade inaugurou seu Disseny Hub Barcelona, um museu e centro de design, e o Jamón Experience, que conta, de forma interativa, a história e as diferenças do presunto espanhol. Mas, se a ideia é observar vestígios das construções romanas ou obras de Joan Miró e Pablo Picasso, o visitante também tem como se deleitar. E não falta arte ao ar livre. Na agitada rua das compras e dos bares, a La Rambla, o turista se delicia com o mosaico de Miró na calçada central. Na orla, a “L’Estel Ferit” (“Estrela ferida”, em catalão), da alemã Rebecca Horn, é ponto de encontro dos jovens. Ali perto, está “Peix”, escultura do arquiteto norte-americano Frank Gehry. Barcelona entrou com força no mapa do turismo há, pelo menos, 24 anos, quando a cidade sediou as Olimpíadas de 1992, reformulando o sistema de transportes e revitalizando áreas degradadas como às praias e a Montjuïc, uma colina no sudoeste da cidade. E outros espaços merecem atenção numa cidade que soube fazer de hospitais e prédios antigos pontos de visitação. O teleférico de Montjuïc oferece linda vista panorâmica. Em sua última parada, está o Castelo de Montjuïc. Outra dica é andar pelo Arco do Triunfo, com 30 m de altura, construído no século XIX. É ponto de entrada para o Parque de la Ciuta-
della, onde moradores se exercitam e encontram amigos. É o único espaço verde do centro da metrópole.
Igrejas e basílicas Entre as igrejas, a Sagrada Família, projeto iniciado em 1882, reina sobre uma extensa lista. Áreas internas já foram inauguradas, mas, ainda em obras, o templo deverá ser concluído em 2026, coincidindo com o centenário de morte de Gaudí, seu criador. E, num circuito de 1 km no bairro Gótico, é possível
Em 2015, a Basílica de La Sagrada Família, um dos símbolos da arquitetura moderna, recebeu mais de 3,7 milhões de turistas
conhecer a Igreja de Santa Maria do Mar, a Basílica de Santa Maria del Pi e a Catedral de Barcelona (considerada por muitos a mais bonita). É preciso pagar para entrar. A dica é chegar cedo para evitar as longas filas. Pelo menos uma semana é necessária para aproveitar devidamente a cidade, que tem 66 museus e pontos turísticos oficiais, segundo a administração local. Nos mercados, como o La Boqueria e o de Santa Caterina, estão as comidas típicas do país. Reserve um dia para a praia. Chegando lá pelo meio-dia, evita-se o vento forte da manhã. Reserve ainda tempo para compras. A Espanha tem uma das menores taxas do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) da Europa – atraindo a vizinhança, que espera a época dos saldões de redes varejistas como El Corte Inglés. Marque na agenda: os meses de janeiro e fevereiro, para liquidações de inverno; e julho e agosto, para as coleções de verão.
Visitantes E não se espante com a presença de ianques na cidade. Dos quase 9 milhões de turistas que visitaram Barcelona no ano passado, cerca de 725 mil saíram dos Estados Unidos. Os norte-americanos só ficam atrás dos visitantes espanhóis mesmo. BRUNO ROSA/AGÊNCIA O GLOBO
Gaudí se inspirou em árvores para fazer os pilares do interior da Basílica de la Sagrada F BRUNO ROSA/AGÊNCIA O GLOBO
“Peix”, uma obra do arquiteto Frank Gehry na orla da capital da Catalunha
A obra “L’Estel Ferit” é referência e ponto de encontro de jovens na praia
turismo
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PEP DAUDE/LA SAGRADA FAMÍLIA/DIVULGAÇÃO
A Sagrada Família, obra de Antoni Gaudí, cercada por andaimes, com conclusão prevista para 2026
Roteiro de obras-primas da arquitetura de Antoni Gaudí A beleza de Barcelona se confunde com a arte de Antoni Gaudí (1852-1926), catalão que imprimiu sua marca na cidade por meio de obras inspiradas na natureza e em contornos geométricos. Só dele, há quatro criações na lista das atrações mais visitadas da capital da Catalunha: a Sagrada Familia, o Park Güell, a Casa Batlló e La Pedrera. A mais famosa das criações de Gaudí é a Basílica de La Sagrada Família, cuja obra começou em 1882 e segue incompleta, com previsão de conclusão só em 2026. Se hoje a Sagrada Família conta com oito torres, ao fim da construção serão 18, representando os 12 apóstolos, os quatro evangelhos, a Virgem Maria e Jesus, que será simbolizado pela torre mais alta, com 170 m, ainda a ser erguida.
Na fachada, cheia de detalhes, Gaudí buscou inspiração na história de Jesus. Ao entrar na catedral, sente-se dentro de uma floresta, com pilares lembrando troncos de árvores, e folhas e galhos fazendo conexão com o teto a 45 m de altura. O projeto mescla vitrais coloridos, que ilustram a história católica, como a aparição de Nossa Senhora de Fátima, que ganham nuances especiais de acordo com a posição do sol. Uma dica é comprar o tíquete antecipadamente, pois há limite de visitação para 2.000 pessoas ao mesmo tempo. O bilhete básico custa € 15, mas há o de € 29, para visitar as torres e ver a cidade do alto.
Outros ícones Mas os ícones de Gaudí se espalham para outros endereços, como o Park Güell,
a meia hora de distância da Sagrada Família. É lá que está a famosa salamandra (El Drac), uma escultura coberta por um mosaico de pedaços de cerâmica. Os ingressos custam a partir de € 7 (parkguellonline.cat). O parque tem sete espaços inspirados na natureza. O mais famoso é a praça da Natureza, de onde se pode contemplar a vista da cidade e, pela Carretera del Carmel, chegar à casa de Gaudí, transformada em museu (a € 24). Lá estão algumas das obras do artista e outros objetos pessoais, como armário e cama. Do outro lado da cidade está o Palau Güell (visita € 12) , o suntuoso prédio de oito andares, construído de 1886 a 1890, que tem em seu terraço uma das obras-primas do artista: as criativas chaminés. BRUNO ROSA/AGÊNCIA O GLOBO
Fachada da Casa Batlló e a lenda de São Jorge
PEP DAUDE/LA SAGRADA FAMÍLIA/DIVULGAÇÃO
As chaminés e a lenda de São Jorge La Pedrera. Outro prédio de Gaudí é a Casa Milà, conhecida como “La Pedrera”, já que, ao ser construída, no início do século XX, foi considerada de mau gosto e apelidada de “a grande pedra”. Hoje, o que mais impressiona é justamente sua fachada ondulada, assim como o formato do interior, já que não há linhas retas. Há quem diga que a inspiração foram as dunas de areia, as cavernas e até mesmo uma rocha modificada
pelas ondas do mar. Cada ambiente tem um formato específico, com mobília do início do século passado. Comece a visita (27 euros) pelo terraço, de onde admira-se as chaminés disfarçadas em esculturas de guerreiros. Casa Batlló. Outra imagem célebre do artista é a Casa Batlló (22,5 euros), cuja fachada teria sido inspirada na lenda de São Jorge, com representações da escama do dragão na parte superior.
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Família, ligando “folhas” e “galhos” ao teto
Passeios Barcelona Guide Bureau. Oferece mais de 14 opções, com roteiros gastronômicos, de compras e culturais. Preços a partir de 25 euros. barcelonaguidebureau.com. Julia Travel. Visitas guiadas a partir de 34 euros (juliatravel.com). Barcelona Bus Turistic. Um bilhete para 3 rotas: 28 euros. barcelonabusturistic.cat Ingressos. Opção mais em conta é o Barcelona Card, que inclui transporte, ingressos de museus e descontos em atrações. Versão para três dias custa 45 euros (40,50 euros no site barcelonaturisme.com).
Residência de Gaudí
Como ir Aéreo. Pela Latam, o bilhete custa a partir de US$ 838, em voos com conexão em Guarulhos na ida e na volta. Tarifas para meados de outubro, com taxas. Onde ficar Novotel Barcelona City. Em Poblenou, tem diárias a 124 euros. Avenida Diagonal 201. novotel.com Hesperia Ramblas. A 183 euros. Hospital 26. nh-hoteles.pt Generator Barcelona. Diárias a 114,30 euros. Carrer de Corsega 373, Gràcia, perto da Casa Batlló. generatorhostels.com
Dos romanos a Joan Miró e Pablo Picasso Barcelona também é considerada casa de outros grandes nomes da arte mundial. Não deixe de conferir o museu (€ 12) dedicado ao catalão Joan Miró (1893-1983). Situado no Park Montjuïc, o espaço foi concebido pelo próprio artista. Na casa, toda branca e de arquitetura moderna, encontram-se pinturas, desenhos, esculturas e até tapeçaria e obras sobre papel. No local funciona a Fundação Joan Miró, com biblioteca e algumas das obras mais clássicas do artista, como as da fase surrealista e as baseadas na Guerra Civil Espanhola.
Outro ponto alto da cidade é o museu Pablo Picasso (€ 11), no bairro Gótico, dedicado aos anos de formação do artista (1881-1973). Por isso, as gravuras (feitas a lápis) são maioria entre as 4.251 obras. Mas, claro, pode-se apreciar algumas pinturas famosas como “Homem Sentado” e “Os Pombos”, além de 57 da série “As Meninas”. Confira ainda os vestígios dos romanos, deixados a partir de 200 a.C. Para isso, visite o Museu de História de Barcelona (€ 7), na Plaza del Rei. Ele fica abaixo do atual nível do solo.
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turismo BRUNO ROSA/AGÊNCIA O GLOBO
Atrativos
Design, gastronomia e futebol entre os novos atrativos da cidade Museus,castelo e parque refletem umaBarcelonaque preserva seu passadoe valorizaas iniciativas artístico-culturaisde olhono futuro Bruno Rosa Agência O Globo
Barcelona transborda criatividade. Pegou carona em alguns de seus principais símbolos – a arquitetura, a comida e o futebol – para oferecer ao turista opções diferentes de entretenimento. Fez ainda de hospitais desativados e castelos milenares novos points de atração turística. E, para representar as diferentes regiões da Espanha, investiu numa espécie de museu a céu aberto reunindo tudo que faz dela uma das cidades mais cosmopolitas do mundo. Inaugurado no fim de 2014, o Museu de Design de Barcelona (ou Museu del Disseny), também conhecido como Disseny Hub, ocupa um prédio que mais parece uma grande obra de arte, com janelas dispostas de tal forma que lembram escadas rolantes. O novo espaço tem mais de 70 mil objetos, que vieram de quatro museus diferen-
tes. Ganham destaque itens ligados a moda, cerâmica (vasos e pratos) e decoração (móveis, luminárias, relógios) do século IV aos dias atuais. Em quatro andares, o museu mostra a evolução do design e dedica parte de sua coleção aos transportes rodoviários, de carruagens a carros mais modernos. Há ainda um acervo com mais de 22 mil documentos, como livros, fotografias e re-
vistas, ideal para quem quer pesquisar sobre temas específicos. O museu fica na praça de les Glòries no bairro Poblenou, que vem sendo revitalizado. A praça ainda recebe às sextas uma feira de antiguidades e artesanato.
Presunto e futebol Já na área gastronômica a dica é o Jamón Experience, criado há dois anos. Localizado na La Rambla, a rua mais agitada de Barcelona, o museu interativo conta a história do famoso presunto espanhol, além de mostrar o passo a passo do preparo dos seis tipos, com direito a degustação no final da visita. Em cerca de 20 BRUNO ROSA/AGÊNCIA O GLOBO
Jamón Experience promove uma viagem pela tradição gastrô espanhola
minutos, o turista atravessa as oito salas do espaço, que mesclam vídeos, músicas e uma iluminação especial. Ainda pode-se comprar os presuntos, cujo quilo pode chegar a inacreditáveis € 3.000. Para os amantes do futebol, outro símbolo da cidade, a dica é visitar o Camp Nou (custa € 23), estádio-sede do Barcelona Futebol Clube e seu museu, onde é possível fazer um roteiro recheado com a história do clube, apreciar os troféus mais emblemáticos, as bolas de ouro e objetos clássicos de seus jogadores, além de pisar no gramado. Em frente, está a Pista de Gelo do Barcelona.
Caminho de Santiago no Poble Espanyol: vilarejo que reproduz as regiões do país ANIOL RESCLOSA/MUSEU DEL DISSENY/DIVULGAÇÃO
Móveis e objetos em exposição no Museu de Design, cercado por vários restaurantes e, em breve, por um shopping
turismo
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FOTOS DENISE PEREZ/AGÊNCIA O GLOBO
Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, onde estão os restos mortais do padre Cícero
Juazeiro do Norte
A‘Padim’ bênção do movimenta romaria Roteiro religioso cearense, a cidadeatrai fiéis do país tododurante a Romariade Finados, que, em novembro, vaicompletar 70 anos Denise Perez
Agência O Globo
Conta a lenda que quem não consegue passar pela estreita rachadura entre as Pedras dos Pecados no Santo Sepulcro é porque pecou demais. Já os que passam estão livres para pecar mais, pois, ao conseguir o feito, se livram dos pecados acumulados. Pelo sim, pelo não, os romeiros fazem longas filas esperando a vez de encarar o desafio em Juazeiro do Norte durante a Romaria de Finados, que, no próximo dia 2 de novembro, completa 70 anos. A caminhada subindo a colina do Horto, iniciada antes mesmo do nascer do sol, até a estátua do Padre Cícero, e a bela trilha de 2.650 m pela caatinga entre a estátua e o Santo Sepulcro podem ser extremamente sacrificantes para muitos dos romeiros, numa paisagem árida, com casas de pau a pique pelo caminho. Alguns chegam a fazer o percurso inteiro car-
regando pedras na cabeça. Cerca de 500 mil peregrinos visitam Juazeiro do Norte durante a Romaria de Finados, que vai de 29 de outubro a 2 de novembro, quando uma missa encerra a peregrinação, às 5h30m, no Santuário dos Franciscanos. É emocionante assistir às demonstrações de fé do povo e, mais ainda, conversar com os romeiros e conhecer um pouco de suas histórias.
Cerca de 500 mil peregrinos visitam Juazeiro do Norte durante a Romaria de Finados, que vai de 29 de outubro a 2 de novembro
Estátua de padre Cícero, de 27 m de altura, é uma obra de Armando Lacerda, inaugurada em 1° de novembro de 1969
O que ver mais Cariri. Além de Juazeiro do Norte – a 540 km de Fortaleza –, viajar pela região do Cariri é uma surpresa. Araripe. Em Santana do Cariri está o Museu de Paleontologia – a Chapada do Araripe é um dos sítios fossilíferos mais importantes do país e uma das maiores jazidas de fósseis do período Cretáceo do mundo todo. O museu exibe cerca de 7.000 fósseis de plantas e animais, incluindo dinossauros e pterossauros. Potengi. No Museu A Invenção do Sertão, há protótipos de helicópteros, balões e de aviões.
Devoção O “Padim Ciço” – como é chamado, carinhosamente, o Padre Cícero Romão Batista, ordenado padre em 1870. Conquistou o povo porque desenvolveu um trabalho pastoral intenso com conselhos e visitas domiciliares, trabalhando para reduzir o alcoolismo e a prostituição. Na Capela do Socorro, em Juazeiro do Norte, estão depositados os restos mortais do Padre Cicero. Nas tardes da romaria é grande a concentração de fiéis no local.
Por trilhas em meio ao Sertão do Cariri, muitos romeiros chegam a Juazeiro após semanas de árdua caminhada
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sua melhor viagem
A Rota Romântica - De Würzburg a Füssen FOTOS MARCO GUINTER ALBERTON E IVONE ALBERTON/DIVULGAÇÃO
O casal Marco e Ivone fezo famosoroteiro alemãoe dá dicas a nossosleitores desse lugar idílico Marco Guinter Alberton Eu e minha esposa fizemos nossa viagem para a Alemanha em setembro de 2015, uma época com clima bom e bons preços. O melhor aeroporto para chegar é o de Frankfurt, devido à proximidade com a Rota Romântica e por ser um dos maiores da Europa, tem melhores preços. Alugue um carro no
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próprio aeroporto – podese fazer isso do Brasil. A Romantische Straße (Rota Romântica) tem cerca de 400 km e vai de Würzburg até Füssen, no sul da Alemanha. De Frankfurt, vá até Würzburg pela AutoBahn, rodovia com trechos sem limite de velocidade. Na Alemanha, não há pedágios, mas o combustível é caro. É também possível ir de trem ou ônibus.
1. Würzburg é incrivelmente linda e bem-cuidada. Dá pra conhecer todos os pontos turísticos a pé. Não deixe de conhecer o Würzburg Residenz, palácio da época dos príncipes-bispos construído em 1744, e o Forte de Marienberg, que oferece vista do alto da cidade e do rio Meno. Na volta, tome uma taça de vinho branco vendido na Alte Mainbrücke no pôr do sol.
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Escolha um destino, mande suas fotos e dê suas dicas de viagens para outros viajantes, enviando um breve relato nesse formato para o e-mail paulocampos@otempo.com.br ou taniaramos@otempo.com.br
2. Antes de sair da cidade, programe o GPS do carro em “rota ecológica” para evitar as autoestradas e percorrer idílicas cidadezinhas alemãs. Dependendo da época do ano (entre o verão e o outono), você poderá ver fazendas de maçã à beira da estrada. Lugarejos, como Tauberbischofsheim, Bad Mergeintheim e Creglingen, ficam no caminho. O charme da rota romântica é o próprio caminho.
3. O próximo destino deve ser Rothenburg ob der Tauber. Reserve pelo menos três dias para conhecer essa pequenina, mas incrivelmente linda cidade medieval murada, a mais linda da rota. Procure um hotel nos limites do muro, pois à noite ela fica mais bonita, com restaurantes e lojinhas românticas. Não deixe de visitar a loja Käthe Wohlfahrt, onde é Natal o ano inteiro.
4. Após Rothenburg, planeje dormir em Augsburg, para a viagem não ficar cansativa. Sugiro que procure um hotel na saída da cidade. Antes de Füssen, dê uma parada em Schongau – seu centro histórico (Altstadt) é bem-preservado, com resquícios de muros medievais. No caminho, prepare-se para se emocionar ao ver os majestosos alpes bávaros. É de tirar o fôlego.
5. Füssen é uma cidade pequena – sua principal atração turística fica na vizinha Schwangau. É o complexo com três castelos: Hohenschwangau, Bullachberg e Neuschwanstein, esse último inspirou Walt Disney no desenho “Cinderela”. Considere devolver o carro em Munique, mais próxima de Füssen, e assim conhecer outras cidades. A volta para Frankfurt pode ser agendada de trem ou de avião.