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Pampulha, sábado - 29/10/2016

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turismo

estilo

CASAMENTO EM OUTROS DESTINOS VIRA MODA ENTRE CASAIS COMUNS ... Caderno Turismo. Páginas 3 a 6

SPFW TRAZ MODA DIRETO AO CONSUMIDOR ... Páginas 30 e 31

almanaque

super motor

MARIA BETHÂNIA É ESTRELA DE HOMENAGEM A GUIMARÃES ROSA ...Página 12

NOVO MERCEDES E 250 SE DESTACA PELO LUXO E TECNOLOGIA SEMIAUTÔNOMA ... Caderno Super Motor. Páginas 18 e 19

TOMAS RANGEL /DIVULGAÇÃO

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29 de outubro a 4 de novembro de 2016 ANO XXVII número 1370 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838

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MARCELO SOUBHIA/DIVULGAÇÃO

O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE

A modelo trans belo-horizontina Ariel Sampaio em desfile de Ronaldo Fraga no SPFW

NOVO UNIVERSO TRANS Cinema, música, teatro, moda, TV: Na contramão da violência e do preconceito, os trangêneros ganham os holofotes


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opinião

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BELO HORIZONTE 29 de outubro

VITTORIO MEDIOLI

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Editorial

Elas costuram o futuro longe de país em guerra

Nova era à vista

JOÃO GODINHO

nular o voto, segundo No debate da RedeTV! aqui, em BH, um o meu amigo, é tercei- deplorável encontro de “vale-tudo”, o candirizar a inteligência, dato do PSDB negou seu padrinho, não res“tem sempre algo de pondeu às perguntas que afirmariam o apoio menos dramático a dele. Parecia como são Pedro na Quinta-Feipreferir entre um e ou- raSanta ao ser interrogado pelossoldados rotro”, e nesse sentido a manosantes que o galo cantassena madrugaescolha se faz um dever. da. A expressão dele era aquela imortalizada É nítido, neste momento histórico, que no quadro “A Negação de Pedro”. onde existe uma possibilidade eleitoral a faNessa obra exibe-se o apóstolo com trepivor da “novidade” e da capacidade de ges- dação em sua expressão insegura. Seus tão, em contraposição à política que levou o olhos buscam – sem encontrar – a firmeza Brasil à “falência”, o eleitor tende a embar- para se desvencilhar do que o levaria à descar na primeira. Foram poucas as candidatu- graça. Provavelmente, no caso de João Leiras em 2016 com esse apelo, mas tiveram te, não seria uma perda, mas nitidamente esum elevado índice de sucesso. tava temeroso e preparado para sair de uma Caso mais meridiano é o de João Doria, ligação que até ontem era sua maior bandeiem São Paulo. Pegou o pouco de bom da tra- ra. Alexandre Kalil deu um “coice” no presidição e se fartou de muita mudança e capaci- dente de seu partido, PHS, “nunca o vi”, e dade de gestão. ainda afirmou que se filiou a um partido porNunca foi tão difícil para políticos requen- que de outra forma não poderia ser legaltar as velhas propostas e discursos; os comí- mente candidato. cios foram ultrapassados em importância pePara atento observador, essas manilo Facebook, mais barafestações consolidam os to, de maior e mais confantasmas que aparecem O desemprego tundente alcance. no horizonte verde-amaree a falta de Quem deixou de falo. Nos últimos dias, a ficha zer carreatas economicaiu, e ninguém quer ser atenção a zou gasolina sem perapadrinhado por quem educação, der um voto, os candiquer que seja. datos mais atentos se Repete-se o fenômeno saúde e esquivaram dessas e se que se seguiu à operação Maderam bem. Quem ni Pulite, na Itália, e poderá segurança usou a roupagem a riocorrer aqui, no Brasil, em dedevastaram o gor da política enfrencorrência da Lava Jato. Os tou desconforto. partidos foram varridos lá, conceito de O eleitor de 2016 é na Itália o sistema, quem está nas porque o mais revoltado das úlque funcionava num clima satimas décadas. Parece turado de corrupção, foi conproximidades estar sofrendo na pele denado como um todo. do “poder” a catástrofe que assola A mudança é politicameno país e enxerga a rate progressiva e sequencial. zão disso na corrupção em suas multíplices Previsível, apesar de incerto ser o prazo de formas adotadas pelos políticos. execução do destino. O desemprego e a falta de atenção a eduA eleição de 2018 ocorrerá à luz da legiscação, saúde e segurança devastaram o con- lação atual, a não ser que movimentos de ceito de quem está nas proximidades do “po- ruas, empurrados por redes sociais, antecider”. E com razão! O povo sofre. Sofre muito pem a ruptura do velho modelo, mas até lá e culpa quem está no poder. muitos desaparecerão de cena. Os partidos historicamente antagônicos A transição da velha para a nova política nunca foram tão nivelados em mediocrida- está para acontecer e se precipitar com a pride. Mais ou menos culpados, mais ou menos são de Eduardo Cunha, um meteorito que coniventes, os navegantes do poder estão ar- extinguirá o sistema jurássico. dendo na mesma frigideira e, autopsiados, João Doria, em São Paulo, antecipa a solirevelam as mesmas causas internas de falên- dificação do magma que escorre da erupção cia generalizada. em curso. Outra era está nascendo.

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vittorio.medioli@otempo.com.br

Kambilo, 27, e Benediction Kipuni, 21, ainda trazem no sem6 Princess blante a dor de quem viveu a guerra e a preocupação com os familia-

res que ficaram no Congo. Mas se abrem em sorrisos e esperança ao mostrar as peças da marca de roupas Benkip Fashion Designer, que lançaram neste ano em BH, onde vivem como imigrantes. Leia mais no nosso site! ARQUIVO PESSOAL

Esotérico UM SIM À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS Quando o que está em jogo é salvar uma vida não há divergências entre as tradições religiosas. Este é considerado um ato de amor para judeus, espíritas, católicos, muçulmanos e testemunhas de Jeová, que concordam com a prática da doação de órgãos. Leia mais no nosso site!

Franceses desfrutam ‘la vie en rose’ em ‘Belorrizonte’ que aterrissaram em bando, no início 6 Desde de setembro, em Belo Horizonte– ou “Belorrizonte”, como soa o sotaque europeu –, 120 estrangeiros que vieram fazer intercâmbio em uma escola de negócios curtem “la vie en rose”, um clichê francês, título da canção de Édith Piaf, citada pela estudante Valeria Podkidysh, 22, para traduzir a vida “cor de rosa” e “maravilhosa” que eles desfrutam na capital mineira, a cerca de 9.000 km de casa. Leia mais sobre as vivências dos estrangeiros em BH nosso site!

Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO

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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE

SEMPRE EDITORA LTDA. Av. Babita Camargos, 1645 Contagem/MG, Cep: 32210-180 Distribuição gratuita

FUNDADOR Vittorio Medioli PRESIDENTE Laura Medioli VICE-PRESIDENTE Marina Medioli DIRETOR EXECUTIVO Heron Guimarães GERENTE ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO Walmir Prado

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Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores, não refletindo, necessariamente, a opinião do jornal.

SECRETÁRIA DE REDAÇÃO Michele Borges da Costa ADJUNTO DA SECRETARIA DE REDAÇÃO Murilo Rocha CHEFE DE REPORTAGEM Renata Nunes EDITORA Marília Mendonça REDATORAS Jessica Almeida e Lorena K. Martins

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TRANSGENERIDADE>Tema tem sido cada vez mais absorvido e discutido pelo “mainstream” Faz apenas cinco meses que o técnico de laboratório de cinema Lucca Najar, 25 anos, abandonou a identidade que lhe havia sido atribuída e começou a viver da maneira como se entende. Homem trans – ou seja, nasceu com características biológicas femininas, mas se identifica com o gênero masculino –, ele desde a infância já percebia que algo não se encaixava, mas demorou um tempo para compreender de fato o que se passava. “Eu não me entendia,não sabia que existiam pessoas trans. Sabia da sigla LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), mas o T é a letra mais esquecida”, diz. Fosse um pouco mais jovem, talvez Lucca tivesse levado menos tempo em seu processo de compreensão. Afinal, ainda que não seja um assunto exatamente novo, ele vem cada vez mais sendo absorvido e discutido pelo chamado “mainstream” (cultura predominante), seja no cinema, na música, no teatro, na moda, nas produções televisivas, nas artes em geral ou nos meios de comunicação. São muitos os novos exemplosdisso, mesmo considerando apenas os últimos dias: o desfile do estilista mineiro Ronaldo Fraga na São Paulo Fashion Week, na última quarta-feira (26), queapresentou a coleção somente com modelos transexuais; a estreia da série “Liberdade de Gênero” no canal pago GNT, dirigida pelo cineasta João Jardim, que traz histórias de vida de pessoas que não se identificam com o gênero designado a elas ao nascerem; e até aqui, em Belo Horizonte, o Sesc Palladium escolheu como eixo curatorial de novembro a discussão sobre identidades de gênero. O que mudou, para o advogado da comissão da diversidade sexual da OABMG Thiago Coacci, foi a abordagem. “Na sociedade existem ciclos e houve um boomdesseassuntona década de 1980, com pessoas trans aparecendo em capas derevistas,porvezes atépornográficas, como Rogéria, Thelma Lipp e Roberta CloJessica Almeida

Mundo trans sob o holofote AGÊNCIA FOTOSITE

Modelos trans apresentam criações do mineiro Ronaldo Fraga, que defende “lançar poesia sobre terrenos áridos”

se, entre outras que fizeram sucesso. E na seção de crimes dos jornais também sempre se falou delas, o que acontece agora é uma visibilidade diferente. O viés mudou para a conquista de direitos. Estamosfalandode travestisfazendo Enem e transexuais abrindo as Olimpíadas”, afirma. A mudança é importante para que o olhar sobre essas pessoas se transforme, como explica a modelo belo-horiREINALDO MARQUES/DIBULGAÇÃO

Novela Novo trabalho da autora Glória Perez vai ser sobre a história de um homem trans em processo de autodescoberta

zontina Ariel Moura, 19, uma das 28 trans do desfile de Ronaldo Fraga. “É necessário que isso aconteça para que a sociedade olhe pra gente. Porque quando comecei minha transição não se falava muito disso, mas já existia. A transexualidade existe desde que o mundo é mundo, mas as pessoas não olham para nós. Só queelasprecisam ver queexistimos, somos seres humanos”, diz.

Conhecer essas histórias, enxergá-las, é uma maneira de criar empatia com esse segmento da população, geralmente tão marginalizado. Foi o que aconteceu com o diretor João Jardim ao se envolver com a série “Liberdade de Gênero”.“Foi reveladorentender o processo que as pessoas trans vivem ao se perceberem diferentes, quase sempre começa ainda na infância. Ouvir histórias duras e positivas con-

ELLE/DIVULGAÇÃO

Moda Valentina Sampaio, 19, natural de Fortaleza, é a primeira modelo transgênero a integrar a equipe da marca de beleza e cosméticos L’Oréal Paris Brasil. Ela estrelou a campanha do Dia Internacional da Mulher e aparece estampando a capa da revista Elle que chega às bancas em novembro.

tadas por pais e mães que passaram por estas experiências é emocionante”, conta. Mais do que despertar a atenção da sociedade para a existência dos transgêneros, a visibilidade é importante para que eles mesmos possam ter referência da diversidade de representações possível. “Essa é uma das coisas mais importantes para o ser humano em geral. Ver alguém que você admira e po-

der se identificar, saber que pode ser como ele”, afirma o estudante e homem trans Gael Benítez, 21. “Pensando na sociedade brasileira, em que a maior parte das pessoas trans acaba tendo uma vidabemdifícil, essa referência é central”. O Brasil é o país que mais mata transgêneros no mundo, seguido do México, cuja taxadehomicídios contraesse segmento é quatro vezes menor que a nossa, de acordo com dados da organização não governamental Transgender Europe (TGEU). Entre janeiro de 2008 e março de 2014, foram registradas 604 mortes em território nacional. CATALISADORES Foi sobre essa realidade que o estilista Ronaldo Fraga quis jogar luz com seu desfile.“Épapel damoda encampar as discussões da hora, reinventar histórias. A discussão do momento é sobre a questão de gênero. Quero usar a mídia espontânea que a moda consegue para trazer uma visão poética dessa ‘re-existência’. A artetem opoder delançar poesia sobre terrenos áridos”, disse, em entrevista à “Folha de S.Paulo”. Da mesma maneira, quandoum dosmaiores centros culturais da cidade, como é o Sesc Palladium, encampa essa discussão, as transformações são potencializadas. “A gente percebe que, nas áreas artísticas em que trabalhamos, a questão do gênero está pulsando. É algo da sociedade como um todo, mas nas artes isso talvez tenha uma força maior, até por ser um espaço em que as manifestações são mais livres, menos limitadas. Não podemos fechar os olhos paraisso”, explicaanalista de serviços sociais em artes visuais do Sesc Rafael Alves. Com uma programação intensa ao longo do mês (confira em www.sescmg. com.br/sescpalladium), o centro cultural pretende não só dar espaço para a discussão, mas fazê-lo de modopedagógico. “Nospreocupamos em fazer uma agenda que dialogue não só com iniciados, mas com quem ainda não teve contato com a discussão”, acrescenta. JULIANO AMBROSINI/DIVULGAÇÃO

Teatro O espetáculo “BR-Trans”, do Coletivo Artístico As Travestidas, é uma das atrações do mês de novembro no Sesc Palladium


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REAÇÃO >Por mais que haja avanço, preconceito é grande; maior conscientização é fundamental

Destaque não garante respeito MARIELA GUIMARÃES

Se o avanço Jessica no debate soAlmeida bre identidade de gênero é inegável, tão palpável quanto são as tentativas de deslegitimar as conquistas. Na última semana, o diretor Claudio Botelho fez comentários contra transexuais em uma rede social que causaram espanto. Ele, que ensaia justamente um musical que tem esta temática, “The Rocky Horror Picture Show”, criticou a escalação da atriz trans Laverne Cox para o papel de Dr. Frank- N-Furter em um canal de TV norteamericano. Nas palavras de Botelho: “Gente, esse tipo de coisa está se propagando porque os pais não batem mais nos filhos. Falta surra!”. Após repercussão negativa, apagou os comentários e disse que era brincadeira. Comportamentos como o dele ainda são muito frequentes, como observa o estudante trans Gael Benítez, 21. “Temos contato todos os dias, não é novidade nenhuma esse tipo de opinião. A maioria da população ainda tem uma visão muito retrógradaem relação àidentidade de gênero, e eu aprendi com a militância que quanto mais a gente luta, conquistamos direitos, visibilidade,mais vai haver gente tentando impedir essa transformação”, comenta. Mais do que infelizes, esses tipos de comentários são um indicador de ainda há muito que se caminhar, como observa a doutoranda em psicologia social pela UFMG Rafaela Vasconcelos. “Falas como essas, quando vêm a público, dão visibilidadeàs concepções quecirculam em nossa sociedade e orientam relações interpessoais, políticas públicas, gestões institucionais. Elas visibilizam a transfobia, a discriminação e as violências que as mortes de travestis e transexuais denunciam todos os dias. Não podemos confundir maior visibilidade de

Visibilidade Aluno do centro universitário Una, Lucca fez parte de campanha publicitária

MARIELA GUIMARÃES

transexuais com necessariamente relações e lugares sociais mais equivalentes, ou menos preconceito. Há muito o que se trabalhar e desconstruir ainda”. Frente a essas atitudes, é precisoreagir. “Umaalternativa possível, de enfrentamento, é ‘devolver o ridículo’ ao agressor”, sugere Rafaela. “É não nos silenciarmos frente ao absurdo que essas concepções disseminam, mostrando seu caráter discriminatório, incitador de violências, conivente com a desigualdade e a opressão. É mostrar que esse discurso, disfarçado de opinião, tem consequências reais nas vidas de todos nós”. NOVOS AGENTES Uma vez que conseguem se entender e se afirmar diante da sociedade, as pessoas trans se tornam elas próprias veículos de transformação. Gael, por exemplo, integra o projeto de extensão Una-se

RENATO ROCHA MIRANDA/GLOBO/DIVULGAÇÃO

Cinema No filme “Berenice Procura”, Cláudia Abreu investiga assassinato em Copacabana em filme que aborda o mundo trans

Contra a LGBTfobia, do centro universitário Una. “A faculdade e o projeto tiveram um papel essencial no meu descobrimento e início da transição, a parte mais difícil. Como integrante do Una-se, ajudo a promover a educação sobre as questões de diversidade sexual e de gênero, tanto dentro como fora do ambiente acadêmico”, explica. Também estudante da Una, Lucca Najar, 25, foi um dos garotos-propaganda de uma campanha publicitária da instituição na televisão e no rádio. “Fui convidado e aceitei porque é bacana que homens trans, pessoas trans em geral, ocupem esses espaços”, diz.

Gael integra projeto contra LGBTfobia na universidade INSTAGRAM/REPRODUÇÃO

Série A norte-americana “Modern Family” conta com um ator mirim trans no papel de Tom; Jackson Millarker tem 8 anos

YOUTUBE Depois de começar sua transição, Lucca também decidiu contar sua história na internet, que foi justamente uma das suas principais fontes de informação, e criou

um canal no Youtube, em que posta vídeos periodicamente. “Eu sentia muita falta de um canal que discutisse a questão sem tratar somente do corpo. Todos os canais que conheço falam de barba, mastectomia, mas ser homem não é só corpo”, explica. “Então eu falo de como é a gente se entender, contar pra família, pensar num nome. E falo muito do lado psicológico e sentimental nesse processo, que é muito importante”. Assim como ele, a modelo Ariel Moura também criou um canal. Além da realidade de uma pessoa trans, ela também mostra os bastidores de sua carreira profissional. “Comecei como uma brincadeira, mas as pessoas começaram a me incentivar a falar. Por enquanto ele está um pouco desatualizado, mas logo pretendo voltar”, conta. DIVULGAÇÃO

Música Candy Mel é cantora na Banda Uó, uma das apresentadoras do programa “Estação Plural” na TV Brasil e trans


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CENÁRIO BH ALDEIA JABOTICABA/DIVULGAÇÃO

Lugar de criança também é no museu No mês das crianças, o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal realiza uma edição comemorativa do projeto “Uma Tarde no Museu”, que tem caráter lúdico e educativo. Às 14h, será oferecida uma oficina que explora brincadeiras e músicas típicas de diferentes culturas. Já às 15h, uma atividade que envolve a elaboração de colagens. Às 17h, a Trupe Maria Farinha apresenta musical. Onde MM Gerdau (Praça da Liberdade, s/nº, Funcionários, 3516-7200) Quando Neste sáb. (29), às 14h Quanto Gratuito.

DIVULGAÇÃO

Elis Regina ganha homenagem A cantora Andrea Amendoeira volta a homenagear uma das maiores vozes do Brasil no show “Samba da Pimenta” – o título faz alusão ao apelido que a gaúcha ganhou por seu temperamento forte. Aqui, o apresentador Tutti Maravilha (que foi amigo e compadre de Elis Regina), atua como mestre de cerimônias e narra histórias da “Pimentinha”. Onde Museu de Arte da Pampulha (Av. Otacílio Negrão de Lima, 16585, Pampulha, (31) 3277-6325) Quando Neste dom. (30), às 11h Quanto Gratuito.

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LUISA MORAES/DIVULGAÇÃO

Guaja Casa recebe cursos de diversas áreas Nestes últimos meses do ano, o espaço café-coworking (que propõe um novo conceito de ambiente de trabalho para a capital mineira) oferecerá uma série de cursos especiais. Entre eles, introdução à aquarela, materialização de projetos culturais e até uma oficina de criação lírica com o escritor Fabrício Carpinejar. Onde GUAJA Casa (av. Afonso Pena, 2881, Funcionários, 3235-9/91) Quando De 2/11 a 10/12; confira a programação completa em: http://guaja.cc/ Quanto Preço sob consulta.

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PAULO LAENDER/DIVULGAÇAO

Exposição de Paulo Laender chega ao Minas O arquiteto e artista plástico mineiro (de Teófilo Otoni), formado na escola Guignard, inaugura a exposição “Paulo Laender – Uma Trajetória”, que ocupará a Galeria do Minas Tênis Clube com cerca de 70 obras – entre elas, gravuras, telas e esculturas produzidas de 1980 até hoje, em materiais diversos, como madeira e ferro. Onde Galeria de Arte do Minas Tênis Clube (r. da Bahia, 2.244, centro) Quando De ter. a sáb., das 10h às 20h; dom. e feriados, das 11h às 19h (de 1/11 a 8/1) Quanto Entrada gratuita

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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz

Medodepalhaço (CRM-MG 25.398)

telmo.diniz@jornalpampulha.com.br

Arrogante s leitores que acompanham minhas colunas sabem que tenho especial apreço por temas sobre o comportamento humano, como a arrogância, por exemplo. Um bem conhecido nos dias atuais é o candidato à presidência nos EUA, Donald Trump. Dia destes, tive o desprazer de me deparar com uma pessoa extremamente arrogante e gostaria de compartilhar com o leitor noções sobre este tipo de indivíduo e como podemos (e devemos) tratá-lo. Uma característica muito prevalecente no arrogante é a falta de humildade – ou seja, a pessoa se acha sempre superior aos outros. São indivíduos extremamente orgulhosos e altamente soberbos, bem como prepotentes – portanto, não ouvem ninguém, pois se julgam donos absolutos da verdade. O arrogante é muito individualista, sempre egocêntrico e frequentemente mal educado. É só lembrar, mais uma vez, o teor de algumas das recentes entrevistas concedidas pelo candidato norte-americano. Podemos, na maior parte das vezes, identificar o arrogante pelo olhar e pelo tom de voz. É prepotente e se utiliza do poder para se sobressair ou para fazer valer a sua vontade. Mas este tipo sempre esconde, por trás da soberba, uma baixa auto-estima. E o medo explica a forma rude como o arrogante trata as pessoas. Ou seja, está sempre atacando porque esta é a sua forma de defesa. Ataca por ter medo, simples assim! Não é à toa que a arrogância vem acompanhada da prepotência, pois o inseguro precisa muito se proteger. Aliás, o arrogante passa a maior parte O arrogante do tempo pensando é muito em como proteger sua imagem – uma imaindividualista, gem que é falsa, claro. sempre Para os que desejam saber como lidar egocêntrico e com pessoas arroganfrequentemente tes, alguns pontos são importantes, inclusimal educado. ve um treinamento – se necessário. Primeiramente, converse olho no olho e não se sinta intimidado. Permaneça firme em suas convicções. Demonstre sua insatisfação. Você não tem que se sentir pressionado por alguém que claramente não é sensato. Portanto, não fuja. Resista e não se deixe atacar quando tiver que se confrontar com pessoas assim. Diga realmente o que sente. Seja honesto. Esta pessoa pode, inicialmente, nem ouvir os seus conselhos, pois essa atitude é típica do arrogante. Entretanto, o futuro certamente irá determinar qual é o lado sensato. Engolir pessoas arrogantes pode não ser uma tarefa fácil. Entretanto, basta tratá-lo como não superior, ou seja, tratá-lo como uma pessoa comum (o que realmente é), como “pessoas normais”, e isso será suficiente para evitá-lo. O arrogante está sempre buscando atrair a atenção para si, ou seja, sempre querendo um palco. A vida destas pessoas é um verdadeiro circo ambulante. Sei que é difícil, mas tente ignorar os arrogantes, pois podem ser pessoas extremamente irritantes, que humilham os outros (em especial os mais fracos), tratando-os como incompetentes. Portanto, o meu conselho é se manter afastado de tipos como estes. Se não for possível, não deixe de manifestar suas posições com a firmeza necessária! A crítica literária, filósofa e escritora francesa do período iluminista Madame Staël retratou bem a pessoa arrogante. Disse ela: “Os arrogantes são como os balões, basta uma picadela de dor ou de sátira para dar cabo deles”. Faça uma boa semana.

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MARIELA GUIMARAES

Transtornoé tratadocom exposiçãoaitens queremetemao personagem A aparição de palhaços ameaçadores nas últimas semanas tem colocado em pânico muita gente mundo afora. Mas, para quem sofre de coulrofobia (fobia de palhaços), esse pavor pode acontecer em uma simples festa de aniversário. “A fobia é um medo exagerado, considerado irracional ou desproporcional. O medo é uma reação normal, a fobia é um transtorno”, explica o médico Arthur Kummer, professor de psiquiatria infantil da UFMG. O limite entre um e outro está nos impactos sobre a vida da pessoa. “A fobia traz prejuízo ou sofrimento para o paciente, ou para quem está a sua volta”, descreve Kummer. Sofrimento e prejuízo são exatamente o que o medo de palhaços significa na vida da autônoma Lázaro dos Anjos, 23. “Meus amigos, quando veem um palhaço já ficam em pânico. Meu namorado, toda vez que vê, fica meio assustado, porque ele sabe o que eu posso fazer”, conta ela, dizendo que há duas possibilidades de reação frente ao medo: um desmaio, ou tentar correr e fugir a todo custo. “Uns dois anos atrás, fui a um McDonald’s, e dei de cara com uma foto do palhaço que é Raquel Sodré

Lázaro dos Anjos, 23, já passou por situações incômodas até mesmo vendo imagem

mascote. Na mesma hora, eu fiz xixi nas calças e desmaiei”, lembra. De outra vez, quando era adolescente, a escola em que estudava contratou um palhaço. “Na hora que ele entrou na minha sala, eu cogitei pular pela janela para fugir. Três pessoas me seguraram. Eu derrubei a pessoa que estava de palhaço, passei por cima dela, corri até o fim do corredor e desmaiei”, conta. Tradicionalmente, o tratamento para fobias é feito com o método de dessensibi-

lização. “Quando a pessoa se condiciona a algo, há um quociente de generalização”, introduz o psiquiatra Arthur Kummer. Ou seja, quem tem fobia de palhaços, sentirá algum grau de incômodo com elementos que remetam a ele, como o típico nariz vermelho, perucas, sapato grande etc. Assim, o paciente é exposto a esses itens, por exemplo, seguindo “esse gradiente de generalização, só que ao contrário (do elemento que incomoda menos, para o que incomoda mais)”, diz o psiquiatra. Origem. De acordo com ele, as fobias são medos adquiridos. A maioria se dá por aprendizagem, pelo chamado condicionamento clássico, em que um objeto é associado a um estímulo negativo. A pessoa também não precisa se lembrar da origem do trauma. Para o professor de cir-

co Rafael Mourão, 29, que atua como palhaço, esse medo é construído quando as pessoas que se vestem de palhaço não dominam a técnica da apresentação. “Muita gente acha que, para ser palhaço, basta colocar um nariz, uma roupa colorida, pintar o rosto e ir, ficar gritando e fazendo movimentos bruscos. As pessoas fazem isso com a melhor das intenções, mas isso acaba assustando as crianças”, avalia. Ele ressalta que nem todo palhaço é como os de circo. “Lá, a maquiagem tem que ser carregada, os movimentos são grandes, e ele tem que falar alto, porque o público precisa ver e ouvir de muito longe. Quando você vai a uma festa, ou um hospital, precisa ter sensibilidade de perceber onde você está e quem é o seu público”, ensina. ARQUIVO PESSOAL

Rafael Mourão, o Sufoco, explica a origem assustadora dos palhaços


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YURI CORTEZ/AFP

tem tratamento Circo dos horrores explica tipo Assim como no teatro, o circo também tem diferentes estilos e linguagens. Um espetáculo do Cirque du Soleil, por exemplo, é muito diferente de uma apresentação dos tradicionais circos mambembes. Isso se reflete também em seus palhaços. “Existe um estilo chamado circo dos horrores, que exibe as anomalias – como a mulher barbada. Nessa linguagem, o palhaço leva mais traços de horror”, comenta o professor de circo Rafael Mourão, que interpreta o palhaço Sufoco. Ele aponta, ainda, que as

lendas urbanas também contribuem para o medo associado à imagem do palhaço. “Principalmente nas cidades do interior, há as histórias do palhaço que captura criancinhas”, lembra. Para ele, contudo, a essência dessa figura está ligada à ingenuidade. Além disso, é impossível separar o personagem do palhaço de quem o representa. “Ele, nada mais é do que a própria pessoa. Ela se coloca ali, mostrando suas dificuldades, colocando para fora seu lado mais primitivo, ingênuo, bobo, de criança”, diz Mourão.

No circo dos horrores, os palhaços ganham mais traços medonhos

EDITORIA DE ARTE / OTEMPO

FOBIAS ESTRANHAS Globofobia

(medo de balões de ar) Algumas pessoas têm um medo extremo quando eles estouram. Para outras, estar no mesmo ambiente que um balão já é insuportável.

Tripofobia

(medo de buracos) Mas não é qualquer buraco! Para despertar o medo, precisa ser um objeto com vários furinhos, como uma colméia, por exemplo. Esse medo ainda não é considerado uma fobia formalmente, mas há vários relatos de pacientes que sofrem com ela. FONTES: THE TELEGRAPH, THE LITTLE ALBERT EXPERIMENT/ABOUT HEALTH

Ombrofobia

(medo da chuva) Quem diria que o Cascão, da Turma da Mônica, tem uma fobia! Mas o medo irracional de chuva existe. Ela pode ser causada até pelo fato de os pais não deixarem as crianças saírem na chuva.

Somnifobia

(medo de adormecer) A razão dessa fobia pode ser uma associação entre o sono e a morte. Ou ainda o resultado da falta de controle quando se está dormindo.

Triscadeicafobia

HÉLVIO

(medo do número 13) Enquanto alguns têm o 13 como número da sorte, para outros ele gera pânico. Quem sofre dela não usa roupas com o número nem vai a apartamentos no 13º andar, por exemplo.


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sociedade

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DOLCEVITA

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Paulo Navarro com Walter Navarro e Lídia Duarte pnc@pnc.com.br FOTOS EDY FERNANDES

OLHE BEM AS MONTANHAS

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ntes de votar neste domingo (30), olhe bem para o horizonte e veja se ainda é belo, se pode voltar a ser lindo. Escolha o candidato mais alto, não em estatura, mas em caráter, visão, ética, responsabilidade, competência e criatividade. Vote com a razão, mas não descarte a emoção. Siga a intuição nos dias que correm, o seu instinto de sobrevivência, nesta selva escura e desvairada.

OLHE BEM O BELO

S

iga aquele candidato que promete menos ou que mente menos, quem sabe assim ele fará mais? Pense que a cidade merece ter um belo horizonte, um belo futuro. Vote em quem você acredita que vai resgatar a Cidade Jardim. Mas pense antes da urna, depois não adianta chorar e reclamar.

OLHE BEM O HORIZONTE

A

hora é agora, hora da urna, quando quem manda e decide é você. Antes de votar, veja se a sua rua está limpa, se tem calçadas e não armadilhas, asfalto e não buracos, se tem árvore ou só cimento. Pense em quem não tem saúde, educação, transporte, segurança, esgoto. Pense nos outros e quem vai ganhar somos todos nós. Pense em gentileza urbana.

200 ANOS EM 20

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omo um dos patrocinadores do “Gastronomia na Praça”, na

Praça do Papa, no último fim de semana, o jornal O TEMPO comemorou seus primeiros 20 anos em um super lounge. Os parceiros foram recebidos pela direção do jornal degustando pratos elaborados por chefs nacionais e internacionais. Ótimas tertúlias ao espumante embalaram as duas tardes e noites. Longo tempo a O TEMPO.

QUINZE PRIMAVERAS

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arcantes e emocionantes os 15 anos de Helena, filha da procuradora do Estado Mariane Bueno e do advogado Décio Freire, dia 22, no espaço Casa Tua, Jardim Canadá. Trezentos privilegiados comensais encantaram-se com a superprodução da DC Eventos. Em perfeita harmonia com a linda aniversariante e seus convidados, a festa contou com infinitos ilustres e poderosos do mundo social, jurídico e político.

PRIMAVERAS ETERNAS

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lançaperfume Na comemoração dos 20 anos de O TEMPO no Gastronomia na Praça, Heron Guimarães, Daniela Medioli, Christiano Rocco, Ivo Brandão e Marco Cordoni

Vivien de 6 Ateliê Casttro: 17 anos de ch, dia 24, na sede da Pampulha. Na pauta, segurança e o lançamento de uma campanha sobre os principais cuidados que clientes e empresas devem ter.

LÍDER EM TERRA

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alou o Comandante Assumpção: “O objetivo da campanha é despertar a atenção de clientes e empresas para quesitos que

onfessou um orgulhoso Décio Freire: “Uma festa pode ser linda, mas não exalar felicidade. Esta vem da energia dos convidados que tornaram nosso momento mais especial. O sorriso permanente da Helena na festa disse tudo”. Que o sorriso de Helena seja o prenúncio de longa felicidade ao lado dos que lhe são caros.

nem todos levam em conta ao fretar uma aeronave”. A campanha, com o apoio do Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo, também alerta para os perigos do táxi aéreo pirata em aeronaves particulares.

VERÃO SUCULENTO

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omo diz a piada, “a pior parte do horário de verão é aguentar as

pessoas reclamando durante cinco meses”. Relaxa e goza, minha gente. Pensem em países onde amanhece ao meio-dia e a noite começa às 16h. Acordar uma hora mais cedo, para aproveitar mais a luz do dia, não mata ninguém. E não é proibido dormir uma hora mais cedo. No mais, que delícia, sair do trabalho com convidativas luz e temperatura! No país tropical, este horário podia durar o ano inteiro.

o te6 Jámaencantando, de decoração do Natal Shopping Cidade, “Cidade Luz”. Natal inspirado na “luz das ideias de Paris”.

clientes podem 6 Osinteragir com os princi-

pais ícones da cidade, como os cafés, o Carrousel, o rio Sena, Torre Eiffel. Muitas luzes e bela vitrine temática completam o clima parisiense. sempre atraiu 6 “Paris artistas de todo mundo em torno do belo e da arte”, diz Carolina Vaz, gerente de marketing do Shopping Cidade. Outra novidade francesa é a inauguração da marca de cosméticos Sephora.

LÍDER NO AR

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fundador da Líder Aviação, José Afonso Assumpção, o presidente da empresa, Eduardo Vaz, a superintendente Júnia Hermont e diretores receberam jornalistas para um brun-

projetos, tapetes e revestimentos. Agora, a designer Vivien de Casttro inicia parceria com a Decorum Home, de Liliana Nacif, móveis sob medida, em novo show room, no Serena Mall, Nova lima.

mix ganha outras 6 Omarcas de peso, como

A orgulhosa debutante Helena entre seus pais, Décio Freire e Mariane Bueno, no último sábado, na Casa Tua

Rommanel Conceito, Track& Field, Azul Viagens, La Cremeria Veneziana, .M, The Body Shop e a loja de sapatos femininos Constance.

CENÁRIO BH DOIZUM COMUNICAÇÕES/DIVULGAÇÃO

Mostra baliza um ano da cAsA – Obras Sobre Papel Os belo-horizontinos Alê Fonseca e Marcelo Kraiser a assinam a mostra “Sombras que Ficam”, que apresenta mais de 30 trabalhos, individuais ou feitos a quatro mãos. São fotografias realizadas com técnicas do século XIX: as imagens são feitas uma a uma e reveladas de modo artesanal, o que possibilita interferências do tempo e gera imperfeições. Onde cAsA (avenida Brasil, 75 – 2534-0899). Quando Até 7 de janeiro de 2017, de segunda a sexta, das 10h às 19h. Sábado, das 10h às 14h. Quanto Entrada franca.

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CARLOS HAUCK/DIVULGAÇÃO

Roda de conversa discute “O Papel da Arte de Rua” Ao lado de grafites e pichações, lambes (cartazes) e stickers (adesivos) são tipos de arte de rua que têm a especificidade de serem feitos de papel. Características próprias dessas obras serão apresentadas e debatidas com o público na roda de conversa “O Papel da Arte de Rua”, que contará com a participação da atriz e arte educadora Anair Patrícia e do jornalista e escritor Luiz Navarro (foto). Onde Sesc Desportivo (rua Teófilo Otoni, 433, Carlos Prates). Quando Sábado (5), às 15h. Quanto Entrada franca.

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ESPAÇO GOURMET Maria-gondó, cactos,serralha: famosasPancs inovamreceitas Depois que se aposentou, Elizabeth das Dores, 60, descobriu três novos ingredientes para suas receitas. Com um mix de folhas refogadas retiradas todos os dias ao fundo do quintal, a dona de casa aproveita tudo, até aqueles matinhos que a gente vê no meio do jardim e não dá importância. “Eu achava que era veneno ou praga. Nunca poderia imaginar que era possível cozinhar ou colocar nas refeições. Depois que descobri sua utilidade, acabou! Uso como recheio de empada, salada e até misturo no meio da carne moída. Meus netos nem percebem”, brinca a aposentada, que descobriu o potencial das folhas depois de participar do Festival Igarapé Bem Temperado. As folhas a que Elizabeth se refere são o cansanção, a beldroega e a bertalha. Parte das Pancs – Plantas Alimentícias Não Convencionais, que têm sido redescobertas por chefs e curiosos de todo o país – foi até prova no último Masterchef Brasil, exibido pela Rede Bandeirantes. Estima-se que só em Minas Gerais possam ser encontrados 3.000 tipos de plantas comestíveis. Em todo o país, segundo o pesquisador Valdely Kinupp, existem, aproximadamente, 10 mil espécies. “Muitas pessoas podem achar que o Amazonas é a região mais rica em flora, mas Minas Gerais é o Estado mais rico em diversidade. Serralha, ora-pro-nóbis, taioba, tudo isso é panc. O termo é muito amplo, tudo que não é convencional em uma determinada região e pode ser consumido entra na categoria. Podem ser sementes, raízes, folhas e até frutos”, explica o biólogo. Letícia Fontes*

GOURMET Hoje, as Pancs têm sido estrelas nos menus de alguns dos principais restaurantes do Estado. Para o chef Ivo Faria, do Vecchio Sogno, essas folhas e plantas fazem parte de uma redescoberta de ingredientes na gastronomia atual que ficaram esquecidos nas roças mineiras, como o ora-pronóbis e a maria-gondó, que, tempos atrás, ninguém nunca tinha ouvido falar. “Umbigo de bananeira, serralha e vários outros tipos de folhas são ótimas opções para guarnições, molho de massa e recheios. Dá personali-

Tudo ao ar livre DENILTON DIAS

RECEITA Lasanha de peixinhoda-horta à bolonhesa Codorna recheada com molho de canjiquinha e mariagondó do Vecchio Sogno

JAIME SOLARES, CHEF E PROPRIETÁRIO DO GASTROBAR

Porção para quatro pessoas Ingredientes: 2 ovos 2 colheres de sopa de creme de leite fresco 30 a 40 folhas de peixinho da horta 1 concha de molho bolonhesa para cada camada 12 fatias de presunto fatiado 12 fatias de muçarela fatiada Pitada noz-moscada Pitada sal Pimenta do reino Modo de preparo: Bata os ovos com o creme de leite fresco numa vasilha e tempere com sal, pimenta e noz-moscada. Em seguida, monte a lasanha como uma lasanha comum, usando o peixinhoda-horta passado na mistura de ovo como se fosse a massa, ou seja, alternando camadas de molho, presunto, muçarela e peixinho. Finalize com muçarela e leve ao forno até gratinar. Retire do forno e deixe descansar uns 20 minutos antes de servir.

MARIELA GUIMARÃES

dade para o prato”, explica. O chef faz até codorna recheada sobre molho de canjiquinha com maria-gondó “O sabor lembra o jambu. Pode misturar com polenta, risoto e até fazer um arroz tipicamente brasileiro. Queijos aceitam muito bem a combinação”, sugere. O prato faz tanto sucesso que Faria costuma congelar algumas plantas e levar para a Europa. “As pessoas gostam muito e admiram a forma como esses vegetais podem dar outra textura ao prato. Sempre que posso, fermento, congelo e faço receitas em minhas viagens”, conta. O chefe Fred Trindade, do restaurante Trindade, tem um ingrediente bem inusitado entre as Pancs. Tratase do picles de bálsamo, um tipo de cacto ácido e medici-

nal para o estômago. “Ele é um pouco azedo, então usamos em pratos com frutos do mar. A principal receita em que o usamos é no arroz com polvo, mas ele pode ser colocado no meio da carne de porco para quebrar a acidez”, explica. Todas as receitas do cardápio, segundo o chef, fazem parte de uma busca por ingredientes mais puros: “Acredito que minha missão enquanto cozinheiro, é transmitir emoção e sensibilidade, contando um pouco da história de cada alimento”. Outro especialista nos verdes é o chef Jaime Solares, proprietário da Borracharia Gastrobar. Semanalmente, ele realiza um trabalho voluntário com detentos, em Nova Lima. Além de ensinar noções de culinária, Solares traz de lá todas as

hortaliças que usa. “A dica que eu dou é: cultive, compre e experimente. É muito gostoso cozinhar o que vem da terra. É acessível para todo mundo. Dá para usar até peixinho-da-horta em pratos de comidas japonesas. Parece um lambari e dá uma ‘crocância’”, afirma. Para quem aprecia a sabedoria da cultura popular, essas receitas têm um gostinho especial, pois resgatam justamente parte da memória da gastronomia. Essa é a convicção do chefe Leandro Pimenta, do Café com Letras. “Há muito tempo a gastronomia ficou refém da internacionalização. O legal era usar o que vinha de fora. Agora temos que trazer à mesa produtos que são parte da nossa história e por algum motivo ficaram esquecidos”, afirma. * Especial para o Pampulha


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CONHEÇA MAIS PANCS

DE BANDEJA NÉLIO RODRIGUES/DIVULGAÇÃO

Comida por uma boa causa Com intuito de chamar atenção para a causa do Outubro Rosa, o restaurante Olga Nur criou um prato e um coquetel que ficarão no cardápio durante todo o mês – portanto, ainda dá tempo de aproveitar. Parte da renda adquirida com a venda do vermelho sobre creme de beterraba e manjerona, criado pelo chef Rodrigo Viana, será revertida para o Projeto Pérolas de Minas, que apoia mulheres no tratamento do câncer de mama. Já a Santa Amália criou a linha Massa Speciale Outubro Rosa (foto acima): 1% da arrecadação da venda do produto será revertido para o Instituto Mário Penna. E mais: o restaurante Topo do Mundo oferece às mulheres um Grand Gâteau de chocolate e frutas da estação, após o almoço ou jantar. DIVULGAÇÃO

ORA-PRO-NÓBIS Do latim, seu nome significa “rogai por nós”. Popularmente usadas para aliviar processos inflamatórios e na recuperação da pele queimada, é rica em vitaminas A, B e C, fibras, ferro e fósforo, além de auxiliar no bom funcionamento intestinal.

BERTALHA Durante muito tempo tida como erva daninha, a bertalha é rica em vitamina A, além de oferecer nutrientes: como vitamina C, cálcio e ferro. Trepadeira com folhas e caules verdes, carnosos e suculentos, tem aparência similar à do espinafre.

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SERRALHA A serralha é fonte de vitaminas A, D e E. Desenvolve-se em quase todo o mundo e pode servir de insumo para a preparação de saladas e de receitas cozidas. Seu sabor é amargo, e seu nome deriva do formato de suas folhas, recortadas como uma serra.

Para comer bem em Diamantina Mostrando mais as delícias gastronômicas de Minas Gerais, o Diamantina Gourmet realiza uma nova edição de seu festival entre os dias 5 e 19 de novembro. São 11 restaurantes da cidade histórica que vão oferecer pratos feitos com ingredientes locais e/ou regionais, como o Sabor do Quintal (costelinha suína flambada na cachaça ao molho agridoce de rapadura; purê de mandioca ao alecrim, com lascas de queijo Minas gratinado sobre cama de verduras da estação). O evento ainda vai contar com programações culturais na cidade, debates e workshops disponíveis no facebook.com/diamantinagourmet


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almanaque 60 ANOS> Eventos comemoram o aniversário de lançamento do livro “Grande Sertão: Veredas”

Toda imensidão de Rosa ARLINDO DAIBERT/REPRODUÇÃO

EXPANDIDO O “Rosa Expandido” surgiu, segundo Ray Ribeiro, diretora de programação artística da Fundação Clóvis Sal-

gado, a partir da vinda para BH da exposição “Imagens do Grande Sertão”, do artista juiz-forense Arlindo Daibert (1952-1993) e curadoria de José Alberto Pinho Neves. Com 20 xilogravuras e 51 desenhos que fazem uma releitura imagética do romance de Guimarães Rosa, a mostra acabou sendo o mote para que se buscasse mais e mais referências a “Grande Sertão: Veredas”. “A ideia do ‘Rosa Expandido’ é mostrar a dimensão do Guimarães Rosa em todo o campo da arte, porque ele é imenso”, destaca Ray, lembrando que a vontade de trazer Bethânia tem a ver com sua relação com Minas. “O projeto de leituras surgiu na UFMG. Quando a convidamos para ler Rosa, ela foi super receptiva, topou na hora”. Do interior da Bahia, integraaprogramaçãoo compositor Elomar com a apresentação “Um Aboio para Rosa” e as potencialidades da “língua sertaneza”. CLÁSSICO Para abordar a presença de Rosa no teatro, o grupo Ponto de Partida, de Barbacena, prepara uma conversa sobre a ambiciosa peça “Grande Sertão: Veredas”, primeira montagem integral da obra já realizada no mundo. “Era algo que queríamos muito fazer, afinal, quando se fala em heróis épicos, sempre se pensa em personagens europeus como Otelo, Ricardo III. Para mim, Riobaldo está no patamar de qualquer um desses. Temos um clássico criado no Brasil e há pouco reconheci-

A mostra “Imagens do Grande Sertão” fica em cartaz até dia 15 de janeiro

mento”, observa Regina Bertola, fundadora e diretora do grupo. Única obra brasileira a integrar a lista dos Cem Melhores Livros de todos os tempos, feita pelo Clube do Livro da Noruega, “Grande Sertão”, no entanto, segundo o artista José Alberto Neves, perdura por tratar de temas que são universais. “Não é uma obra sobrevivente no tempo, é uma obra contemporânea em qualquer tempo”, elogia. A cineasta e pesquisadora Glaura Cardoso, concorda. Para ela, que vai comentar o filme “Grande Sertão”, de Ge-

raldoSantos Pereira e Renato Santos Pereira (1965), dentro da programação fílmica do “Rosa Expandido”,“Guimarães Rosa faz isso com a gente, seus personagens e passagens retornam. O trabalho delicado com as palavras se fixa em nossa mente como imagens”.

ALEX DE JESUS –

O sertão “é Bárbara quando meFrança nos se espera”, é “sempre” e também “é o sozinho”. O sertão é “sem lugar” e é “dentro da gente”. Sessenta anos após seu lançamento, o imenso sertão de “Grande Sertão: Veredas” segue a desafiar quem resolve encarar suas mais de 600 páginas. O universo narrado pelo mineiro João Guimarães Rosa (1908-1967), no entanto, não fica restrito aos limites do livro. Para celebrar a vastidão dessa que é considerada uma das mais importantesobras da literatura em língua portuguesa, dois eventosacontecem em Belo Horizonte na próxima semana enfatizando justamente essa presença do sertão de Rosa em diferentes formatos e linguagens. Trazendo a dimensão do escritor em seu próprio título, o “Rosa Expandido”, de quinta a domingo (3 a 6 de novembro), apresenta cinema, palestras, artes plásticas e teatro no Palácio das Artes, contando inclusive com Maria Bethânia e a leitura de textos roseanos. Na sexta (4), o “Artistas Mineiros In Concert – O Sertão – Homenagem a Guimarães Rosa” leva a música inspirada no sertão ao palco do Cine Theatro Brasil (leia mais no quadro abaixo).

> Rosa Expandido

Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). De qui. (3) a dom. (11). Gratuito. Informações sobre programação e retirada de ingressos em fcs.mg. gov.br/programacao/rosa-expandido/ KIKA ANTUNES/DIVULGAÇÃO

Música inspirada nos ritmos e cores do sertão “Guimarães Rosa gostava muito de moda de viola”, afirmaCristina Amorim,produtora e idealizadorado “Artistas Mineiros In Concert”, que acontece na próxima sexta (4), a partir das 20h30, com ingressos a R$ 50 (inteira). E foi imaginando contar com o escritor mineiro na plateia que ela e o diretor musical Tatá Sympa pensaram o repertório desta

edição dedicada a homenagear o autor. Artistas como Chico Lobo, Wilson Dias, Titane, Sanduka e Ana Cristina apresentam canções de alguma forma relacionadas à temática do sertão. “Trazemos um sertão que não está necessariamente nomeado, mas queé faladopelos animais, pelas flores, pelo mato. É essa sensibilidade que queríamos trazer”, destaca Tatá.

O compositor baiano Elomar apresenta as as experimentações e as variações da linguagem ‘dialetal sertânica’

Maria Bethânia traz trechos de obras de Guimarães Rosa para sua leitura, mas faz segredo quanto ao conteúdo selecionado


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EVENTO Fim de semana de imersão MECAINHOTIM/DIVULGAÇÃO

O paraense Jaloo apresenta show amadurecido de seu primeiro disco, “#1” MECAINHOTIM/DIVULGAÇÃO

Mahmundi também traz seu disco de estreia, com remixes e momento intimista

HENRIQUE ALQUALO/DIVULGAÇÃO

Jessica De um lado, o Almeida Inhotim vem expandindo seu já extenso escopo de relação com as artes, se abrindo cada vez mais, entre outras atividades, para apresentações musicais. De outro, o já consolidado MECA Festival quer transcender a música e se tornar uma plataforma cultural. O encontro entre as duas propostas parecia inevitável e vai ser experimentado no próximo fim de semana (dias 5 e 6) no MECA Inhotim, com uma programação que traz, além de artistas promissores da música brasileira junto de Caetano Veloso, uma vasta agenda com workshops, palestras, painéis, mostra de filmes, experiências gastronômicas, feiras e performances. Idealizador do MECA, Rodrigo Santanna diz ter ficado impressionado quando conheceu o Inhotim. “É um dos lugares mais incríveis que eu já visitei no mundo. Tão legal, tão próximo, e ainda tão desconhecido por muita gente. Tomei como desafio pessoal levar o maior número de pessoas para lá, e o MECA Inhotim foi a melhor maneira que eu encontrei de fazer isso acontecer”, afirma. Depois de um “teste” com o MECA Special – uma edição menor do festival com apenas dois shows, realizada em janeiro do ano passado – a parceria se firma, de fato, agora. “Chegou a vez do nosso projeto mais especial. O MECA Inhotim é um evento multicultural, e o museu é o nosso cenário dos sonhos”, completa. No quadro musical, além de Caetano e da banda Dônica, de

O veterano Caetano Veloso também é uma das atrações musicais confirmadas do MECA Inhotim

seu caçula Tom Veloso, Liniker e os Caramelows, Jaloo e Mahmundi. Esta última volta a Minas Gerais pela primeira vez desde o lançamento de seu autointitulado primeiro disco, em maio. “Sempre tive muita vontade de conhecer o Inhotim e quando soube que ia tocar lá senti a mesma emoção de quando fui pra Portugal pela primeira vez, a sensação de que a música me leva aos lugares onde desejo”, conta a carioca. O repertório da apresentação vai trazer as canções do disco tocadas com sua banda, uma homenagem a Caetano Veloso com alguns remixes de sua obra e um momento mais intimista entre

ela e a plateia. Com passagem recente por BH na abertura do festival Coquetel Molotov no último dia 13, o paraense Jaloo retorna para uma apresentação mais extensa. “O show do Molotov foi íntimo, uma apresentação pra 300 pessoas, repertório menor. Dessa vez, vai ser mais longo, com troca de figurino, um show mais completo e pensado para causar sensações”, diz. A base será seu disco de estreia “#1”, que acabou de completar um ano de lançamento. “Aos poucos, estou cuidando pra que as músicas fiquem mais intensas, definidas pro ao vivo, com coisas totalmente retrabalhadas. É

GABRIEL QUINTAO/DIVULGAÇÃO

Vencedores na categoria revelação do prêmio Multishow, Liniker e os Caramelows também estão na programação

DESTAQUES Shows Caetano Veloso, Liniker, Mahmundi, Jaloo, Dônica Palestras Bernardo Paz, Vincent Moon, Podcast Mamilos Workshops Perestroika, Box1824, Plantas selvagens, Agrofloresta Gastronomia House of Food, Caminho do Chá, Café da Bica

MECA Inhotim (r. B, 20, centro, Brumadinho). Dia 5 (sábado), das 7h a 1h. R$ 350 (inteira). Dia 6 (domingo), das 8h às 19h. R$ 250 (inteira). Passaporte R$ 490 (inteira)

o mesmo disco que ganha um traço mais independente, que caminha para novos rumos, um som um pouco mais pesado”, afirma o artista, que já lançou quatro clipes para o álbum e deve lançar outro no início do ano que vem, antes de focar num novo trabalho. POLÊMICA A divulgação do evento MECA Inhotim nas redes sociais causou alvoroço, uma enxurrada de memes (piadas da internet) e até uma paródia do evento, o MERRECA Praça da Estação, motivados pelo valor cobrado pelos ingressos – cerca de R$ 500, o passaporte – sendo que o MECA justamente sempre foi conhecido por seus preços acessíveis. “Além do show, o público terá contato com obras de arte de nomes de grande expressão. Fora isso, é um evento multicultural, com mais de 40 workshops, mais de 15 palestrantes e mais de 30 horas de programação. A gente continua com a compromisso de ser acessível e entregar experiências de nível internacional para o nosso público. É uma matemática simples. E é isso que a gente está explicando para quem não entendeu ainda”, justifica Rodrigo Santanna.


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MÚSICA Rita Medeiros canta Gershwin Bárbara Rita MedeiFrança ros subiu aos palcos meio de supetão. A então estudante de engenharia civil da UFMG não sabia que queria cantar até começar a acompanhar uma colega de curso, já profissional na arte, entre os círculos de artistas. Mas foi na Escola de Música, ouvindo por acaso aquele som inconfundível de vozes em processo de aquecimento, que ela tomou a decisão definitiva de trilhar igual caminho. “Bati na porta do professor José Carlos Leal e disse, na hora, que também queria cantar”, conta Rita. Desde esse dia, já se vão mais de 20 anos, e uma carreira que seria eminentemente composta por números e cálculos passou a ser comentada a partir de sua técnica vocal – que começou como mezzo e hoje ostenta o patamar de soprano – e pela ver-

satilidade das apresentações que realiza. Um de seus trabalhos mais conhecidos nesse sentido, o Lyrical Jazz, entra em cartaz mais uma vez em Belo Horizonte no próximo fim de semana (dias 5 e 6). Acompanhada pelo pianista Marcelo Magalhães Pinto, Rita Medeiros revisita obras do norteamericano George Gershwin (1898 – 1937), conhecido tanto pela criação de concertos clássicos quanto de peças para a Broadway. “Para mim, não existe compositor mais lyrical jazz que ele. Sempre que vamos apresentar o Lyrical Jazz, buscamos compositores e fazemos adaptações, tanto para o lado jazzístico, quanto para o erudito. Mas com Gershwin, isso não é preciso, ele já vem pronto!”, comenta a cantora, que aponta “The Man Is Gone Now” e “Summertime” como alguns dos destaques do repertório. Duas árias de autoria do compositor também

PAULO LACERDA/DIVULGAÇÃO

Sáb. e dom. 5 e 6.nov

ção”, aponta. Parceiros de longa data, Marcelo e Rita já apresentaram outros repertórios, inclusive no exterior.

O projeto Lyrical Jazz foi formado em 1997 entre amigos da Escola de Música da UFMG

completam o set list de aproximadamente dez músicas, ambientadas no clima intimista da sala Juvenal Dias. Segundo a artista, merecem atenção especial ainda

os arranjos elaborados por Marcelo Magalhães para o piano. “Aqui, diferentemente de como os instrumentos costumam ser apresentados em concertos, o piano não está

acompanhando a voz. Ele ocupa um espaço importantíssimo. São uma beleza à parte, e algumas canções ficaram muito maiores por conta deles. É preciso prestar aten-

CHICO Mesmo tendo Gershwin eColePorter entre seus compositores preferidos, Rita não se considera ainda uma vozdo jazz. “Souuma cantora lírica, a vida é que foi me levando para o lado do jazz. Mas os improvisos ainda me pegam”, diz, sincera. Também interessada em MPB, planeja apresentar um repertório inteiramente dedicado a Chico Buarque. “Ele nãoescreveupara o erudito, mas suas composições se casam perfeitamente com o estilo”.

Lyrical Jazz >apresenta Gershwin

Com Rita Medeiros e Marcelo Magalhães Pinto. Sala Juvenal Dias - Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1527, (31) 3236-7400). Dias 5 e 6 (sábado, às 20h, domingo, às 19h). R$ 30 (inteira).


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MÚSICA A ironia do Camisa de Vênus Mal Marcelo Nova atende ao telefone e já vai logo soltando: “Não me coloque em um canto de página não, porque hoje estou inspirado”, diz, referindo-seà matéria sobre a apresentação que fará na capital mineira no próximo sábado (5), dentro do 53HC Music Fest – evento que também traz o grupo Sepultura e outras 14 bandas à capital mineira. A sonora gargalhada que se segue à “recomendação” parece ser um indicativode que o músicoestá mesmo com a inspiração em alta. Inclusive para aguçar a curiosidade do ouvinte com comentáriossugestivos:“Belo Horizonte? Tenho lembranças agradabilíssimas. Mas prefiro permanecer em silêncio. ‘No comment’”. E mais gargalhadas. Esse humor associado a um sarcasmo característico foi justamente um dos fatores que fizeram com que Nova e o Camisa de Vênus chegassem aos 35 anos de carreira.Afinal, muito dosucesBárbara França

so da banda de rock baiana se deve às letras pontuadas de ironia,presenteshojeem qualquer coletânea de hits dos anos 1980. Com um repertório que abarca “Bete Morreu”, “Eu Não Matei Joana D’Arc”, “Silvia” e representantes das outrasfases da banda, o Camisa de Vênus volta a BH após um hiato de quase 20 anos. “Dançando na Lua”, o disco de inéditas mais recente do Camisa, vai ser igualmente contemplado. Lançado em julho deste ano, o compacto representa, segundo Nova, a energia que ainda emana da parceriaentreo vocalista eRobério Santana, baixista e também integrante da formação original. “Quando resolvemos voltar, percebi que, para ter a motivação para seguir por um período mais longo, precisava de um elemento artístico que meincomodamuito senão estiver presente: o desafio. Não queria ficar fazendo o baile da saudade”, salienta. INSPIRAÇÃO Se a vontade de compor se renova, a origem da inspiração para escrever as le-

Sáb. 5.nov

tras, assegura Nova, segue a mesma. Nada do “lugar-comum do amor rejeitado ou do amor conquistado”, como critica o vocalista sobre um tema recorrente no universo sertanejo, por exemplo. Suas músicas, salienta, estão de acordo com o tempo em que vive. “Não moro em Estocolmo, Amsterdã ou em algum país onde sinta o desejo de celebrar a felicidade. Vamos parar com isso! Meus textos são reflexo dos meus desejos e angústias”. E, para Nova, isso, hoje, significa perpassar a temática política. “É muito bonitinho ficar botando a culpa em (Eduardo) Cunha, Lula, Renan (Calheiros), mas isso não nos exime da responsabilidade. Até porque, existe um processo chamado eleição”.

DIVULGAÇÃO

53HC Music >Festival

Music Hall (av. do Contorno, 3239, Santa Efigênia, 3209-8686). De 4 a 6 (sexta e sábado, às 21h, domingo, às 18h). A partir de R$ 50 (inteira, primeiro lote). Confira a programação completa do festival em facebook.com/53HCMusic

Retorno O Camisa de Vênus voltou à cena em 2015, com Marcelo Nova e Robério

PAULO ABREU/DIVULGAÇÃO

6 NEGR.A O Coletivo de Negras Autoras – formado por Aline Vila Real, Elisa de Sena,

Eneida Baraúna, Júlia Dias, Manu Ranilha e Nath Rodrigues – apresenta-se no projeto “Elas”, que reúne compositoras e artistas mineiras no Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil. O espetáculo “NEGR.A” apresenta uma obra rica em intertextualidades artísticas, caminhando pela dramaturgia, pela música, pela dança e pela poesia. Além das fortes raízes na cultura afro mineira, como a influência das rodas de congado, a performance traz as composições autorais das artistas e uma reflexão sobre suas vivências na cidade. Onde Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro) Quando Quinta (3), às 20h30 Quanto R$ 28 (inteira)

DE LA SOUL / DIVULGAÇÃO

La Soul 6 De Formado na década de 80 em Nova York, o grupo de hip hop desembarca em Belo

Horizonte para show do lançamento de seu nono álbum, “And the Anonymous Nobody”. Os amigos Kelvin Mercer, David Jude Jolicoeur e Vincent Mason rechearam o novo trabalho com o groove pulsante e rimas reflexivas, além de contarem com colaborações marcantes de Snoop Dogg, David Byrne e Damon Albarn, com quem compartilham um Grammy pela produção do hit “Feel Good Inc.”, do Gorillaz. Onde Music Hall (av. do Contorno, 3239, Santa Efigênia). Quando Quinta (3), às 22h. Quanto R$ 180 (inteira)

TAMAS BODOLAY/DIVULGAÇÃO

Concreto 6 Festival O Festival Concreto acontece pela primeira vez em Belo Horizonte, reunindo gran-

des nomes da música local independente. No baixio do Viaduto Santa Tereza, palco de diversas manifestações culturais da cidade, apresentam-se as bandas Graveola e o Lixo Polifônico (foto), Djambê, Coletivo Dinamite, Todos Os Caetanos do Mundo e Zaika dos Santos. Além da boa música, o público pode conferir intervenções artísticas com Priscila Amoni e Comum, além de vídeo mapping do artista cearense Valantino, de Fortaleza. Onde Baixio do Viaduto Santa Tereza (r. Aarão Reis, s/nº, centro). Quando Neste sábado (29), das 16h às 22h Quanto Gratuito


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MÚSICA Uma noite de celebração Transitando do reverenciado repertório do compositor pernambucano Alceu Valença – detalhe: com a presença do próprio – à universalidade dos Beatles, a Orquestra Ouro Preto promete brindar seu público com um rico e particular espectro. “Será uma noite de sensações. Vai ser histórico”, entusiasma-se Rodrigo Toffolo, referindo-se à apresentação do próximo sábado (5), no BH Hall, que vai reunir o repertório dos dois bem-sucedidos trabalhos do grupo, criado em 2000 e por ele regido. A série “Valencianas”, que conta com Alceu Valença como solista (vocais), rendeu à Ouro Preto o prêmio de melhor álbum de MPB de 2014 no 26º Prêmio da Música Brasileira. Dos louros colhidos com a série “The Beatles”, o destaque recai para a participação na International Beatle Week 2012, em Liverpool, terra natal dos Fab Four. Foi a primeira vez que uma orquestra foi convidada para o tradicional festival inglês. “Nessa área da experimentação, são dois espetáculos aclamados, sucessos de crítica e de público. Então, pensamos: por que não levar toda essa grandiosidade a uma só noite?”, indaga Toffolo. Em 16 anos de atividades ininterruptas, a Orquestra Ouro Preto já lançou seis CDs (dois internacionais) e cinco DVDs. E além dos arquivos físicos, Alex Bessas (*)

Sáb. 5.nov

NATY TORRES/DIVULGAÇÃO

sábado (29) ALCIONE A cantora traz show com boleros e sambas-canção que marcaram os seus 45 anos de carreira. BH Hall (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi). Às 22h. A partir de R$ 80.

AMARANTO E KIKO MITRE Tributo aos Beatles. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho). Às 20h. R$ 30

ANAVITÓRIA

A Orquestra apresentará as séries “Valencianas” e “The Beatles” na mesma noite

Dupla de Tocantins faz show de lançamento do álbum “Anavitória”. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes). Às 17h. R$ 60

BURNING LONDON FEST Show de ícones do hardcore nacional com Dead Fish e Mukeka di Rato. Granfinos (av. Brasil, 326, Santa Efigênia). Às 22h. R$ 50 (segundo lote promocional)

ESPIGÃO Lançamento do álbum “Outono” Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro). Às 20h. R$ 30

JAZZINHO - JAZZ PARA CRIANÇAS Nesta edição, a obra de Hermeto Pascoal será apresentada para o público infantil. MM Gerdau (Pça. da Liberdade, s/n, Funcionários). Às 11h. Entrada Gratuita

NANDO REIS Clássicos acústicos do cantor com o show “No Recreio - Volume 1”. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro). Às 21h. A partir de R$ 130

TEACH ME TIGER

o grupo está presente nas mídias digitais. Só no YouTube somam-se mais de 20 milhões de visualizações. “Conseguimos vencer barreiras e, agora, sabemos que somos ouvidos. Quando se fala em ‘música orquestral’, há um peso, fica parecendo muito ‘engomadinho’. Mas a gente conseguiu superar

FORÇA DO PÚBLICO Números Desde o início de sua história, no ano 2000, a Orquestra Ouro Preto realizou 700 concertos em mais de 120 cidades. Nesse trajeto, visitaram 13 Estados brasileiros, além de cinco países. No total, o grupo estima ter atingido diretamente mais de 1 milhão de pessoas em apresentações ao vivo.

esse estereótipo, e trocamos peso por leveza”, orgulha-se o maestro. DIÁLOGO No caminho para desconstruir a aura de inacessibilidade que ainda cerca a música orquestral, o grupo optou pelo diálogo. Nas apresentações, Toffolo costuma discorrer sobre os instrumentos, apresentar os músicos, falar das composições. Mas não se trata de um monólogo. O maestro também quer ouvir – e, para isso, deixa claro que ninguém deve se furtar a se manifestar. Mesmo que a emoção brote... no meio de uma sinfonia! Tal abertura pode soar estranha, mas a verdade é que a história registra que compositores consagrados

também desejavam presenciar as emoções que despertavam. Wolfgang Amadeus Mozart, por exemplo, escreveu, em cartas a seu pai, sobre como repetia efeitos para arrancar aplausos fervorosos. “A música mexe com a química do corpo, mas as salas de concerto, com o passar do tempo, se tornaram locais repressores dessas manifestações espontâneas. Existem orquestras que não gostam nem que os músicos ‘dancem’ demais enquanto tocam. E para onde vai essa energia?”, questiona. Para Toffolo, o que a Orquestra Ouro Preto fez foi “ter a lucidez de encarar a música como arte”. “E a arte deve ser libertadora”, ressalta. E é no calor do público

que está a explicação para a escolha do BH Hall, palco de atrações que arrastam legiões de fãs, para receber “Uma Noite com a Orquestra Ouro Preto”. “Olhando os números (das apresentações da orquestra), a gente fica surpreso. Temos um público grande e ‘quente’, que veste a camisa mesmo, que é capaz de lotar a casa. Se a apresentação fosse em um lugar menor, muitas pessoas ficariam de fora”, justifica Toffolo. * Especial para o Pampulha

Uma noite com a >Orquestra Ouro Preto

BH Hall (Av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi). Sábado (5), às 21h30. Pista: R$ 90. Mesa: de R$ 440 a R$ 520.

O projeto Modular apresenta a banda Teach Me Tiger que conecta a cultura mineira com tecnologia em contextos globais Museu de Arte da Pampulha (av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585, Pampulha). Às 18h. Entrada Gratuita

domingo (30) CASA VOZ GRUPO VOCAL Show “Música de Corpo e Voz” no projeto “Domingos no MHAB” Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim). Às 11h30. Entrada Gratuita

PEROTÁ CHINGÓ As uruguaias Julia Ortiz e Dolores Aguirre trazem a viagem musical do projeto “Perotá Chingó” Parque das Mangabeiras (av. José do Patrocínio Pontes, 580, Magabeiras). Às 19h. R$ 60 (inteira)

FLUTUAR ORQUESTRA DE FLAUTAS E MAURÍCIO FREIRE A série “Noturno Musicais” promove o encontro entre a Orquestra Flutuar e o flautista Maurício Freire. Fundação de Educação Artística (r. Gonçalves Dias, 320, Funcionário). Às 19h. R$ 20

terça (1º)

O

QUE VEM POR AÍ

E ANTÔNIO BAHENSE

DANIEL JOBIM CANTA TOM

DIA 25

DIA 10

DIAS 11 E 12

Teatro Bradesco. Às 21h. R$ 180 (inteira).

ANGRA & CONVIDADOS E ALMAH

DIOGO NOGUEIRA

“SHIRLEY VALENTINE”, COM SUSANA VIEIRA

DIAS 18 E 19

Sesc Palladium. Às 21h. Entrada gratuita mediante troca de ingressos. Confira as regras de troca em www.sescmg.com.br.

te, inteira) e R$ 140 (front stage, inteira). DIA 17

Music Hall. Às 21h. R$ 120 (pista, inteira, 1º lote), R$ 180 (pista VIP, inteira, 1º lote) e R$ 150 (camarote open bar, 1º lote). DIAS 26 E 27

DIA 10 ZÉLIA DUNCAN EM “TOTATIANDO”

Teatro Bradesco. Às 21h. R$ 80 (fileiras de A a S, inteira), R$ 60 (fileiras de T a V, inteira), R$ 50 (vale-cultura).

MARCUS VIANA – “TRILHAS SONORAS EM CONCERTO”

DIA 6 FLAUSINO & SIDERAL CANTAM CAZUZA

DIA 19

“HISTERIA”, COM DIREÇÃO DE JÔ SOARES

DIA 12

Sesc Palladium. Às 19h. R$ 60 (plateias I e II, inteira) e R$ 30 (plateia III, inteira).

CIRCUITO PULABH DE PRÉ-CARNAVAL

“FESTIVAL SARARÁ”, COM NEY MATOGROSSO, GABRIEL O PENSADOR, LINIKER, MC CAROL, CRIOLO E OUTROS

Palácio das Artes. Sáb. às 20h30; dom. às 18h30. R$ 100 (plateias I e II, inteira) e R$ 50 (plateia superior, inteira).

Granfinos. 22h. R$ 25 (2º lote) e R$ 40 (ingresso duplo)

DIA 8

DIA 14

‘MESA BRASIL MUSICAL’ APRESENTA: ZIZI POSSI EM “GONZAGUINHA AMOROSO – DIGA LÁ,

CAPITAL INICIAL

Shopping Del Rey. Às 20h. R$ 40 (pista, inteira), R$ 60 (área VIP, inteira), R$ 120 (camaro-

Teatro Bradesco. Às 21h30. R$ 100 (inteira).

Parque Municipal. Às 19h. R$ 60 (inteira, 2º lote), R$ 70 (inteira, 3º lote), R$ 70 (inteira, 4º lote) e R$ 90 (inteira, 5º lote). DIA 24 OSWALDO MONTENEGRO ACÚSTICO

Palácio das Artes. Às 12h. R$ 80 (inteira).

BH Hall. Às 22h. R$ 60 (inteira, 1º lote), R$ 80 (inteira, 2º lote), R$ 100 (inteira, 3º lote), R$ 520 (mesa setor I), R$ 440 (mesa setor II).

Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 21h. R$ 100 (plateia I, inteira), R$ 80 (plateia 2A de AA até HH, inteira) e R$ 70 (plateia 2B de II até LL, inteira).

NOVEMBRO

GINKGO BILOBA

Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 21h. R$ 130 (plateia I, inteira) e R$ 120 (plateia II, inteira).

CORAÇÃO”

DIAS 10 E 11 DEZEMBRO DIA 2 MOACYR FRANCO

HUMBERTO GESSINGER, EM “LOUCO PRA FICAR LEGAL”

Palácio das Artes. Às 20h. R$ 120 (inteira).

Apresentam-se na casa Gustavito e a Bicicleta, Chicó do Céu, LG Lopes & o Cangaço Lírico e DJ Naroca. A Autêntica (r. Alagoas, 1172, Savassi). Às 22h. R$ 20 (antecipado)

quinta (3) BRUNO E MARRONE Dupla sertaneja faz show com sucessos da carreira Wood’s (alameda da Serra, 154, Vale do Sereno). Às 22h. A partir de R$ 60 (feminino) R$ 90 (masculino)

sexta (4) CONGO CONGO Rock psicodélico e autoral da nova cena musical de BH. Firefriend (SP) e Netfest são convidados da casa A Autêntica (r. Alagoas, 1172, Savassi). Às 22h. R$ 20 (antecipado)

MARCUS VIANA “Show Tambor”, com a Associação Cultural Tambor Mineiro Associação Cultural Tambor Mineiro (r. Ituiutaba, 339, Prado). Às 21h. R$ 10 (inteira)


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LITERATURA Harry Potter volta com tudo RAMON CORREA/POTTER CLUB BH/DIVULGAÇÃO

Lara Há quase Alves 20 anos, (*) chegava às livrarias o primeiro livro de “Harry Potter”, que deu início à série assinada pela britânica JK Rowling. Agora, a saga ganha mais um capítulo com o lançamento da versão em português de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada – Partes 1 e 2” (Ed. Rocco, versão brochura – R$ 39,50 – e capa dura – R$ 51,60), o chamado “oitavo Harry Potter”, que se debruça sobre o que aconteceu com o bruxinho de 19 anos após sua batalha com Voldemort. Na capital mineira, o Potter Club BH pretende dar boas-vindas à obra em um evento promovido pela Fnac BH Shopping. Mas, até o fechamento desta edição, a data estava em aberto. Inicialmente previsto para este

domingo (30), véspera do Dia das Bruxas, o evento pode ter a data postergada devido a um imbróglio entre a livraria e o Sindicato dos Empregados no Comércio de Belo Horizonte. Em função do segundo turno das eleições, a abertura da Fnac BH Shopping no domingo (30) ainda estava em suspenso. Caso a loja não abra, o evento será transferido para a segunda (31). Independentemente da data, a festa dos fãs na capital mineira pretende agitar. “Vai ter bate-papo, distribuição de brindes e contagem regressiva para abertura das caixas com os livros”, conta Gilmar Parreira, presidente do Potter Club BH. SAGA Os sete livros e oito filmes da série, você se lembra, lotaram salas de cinema, formaram filas gigantescas em livrarias e geraram uma verdadeira indústria – foram mais de 450 milhões de livros impres-

A versão em inglês segue no topo da lista dos livros mais vendidos no mundo; no detalhe, capa da edição brasileira

viam sido vendidos. Nos palcos, “Harry Potter and the Cursed Child” tem atraído multidões. Durante as primeiras 24 horas de venda, os 175 mil ingressos disponibilizados se esgotaram. A temporada foi estendida até março de 2017, mas quem quiser adquirir os 250 mil bilhetes deve ir a sites de revenda – já que também estão esgotados. E, detalhe, precisará desembolsar até R$ 8.000. Em tempo: em novembro, salas de cinema de todo o mundo vão receber “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, baseado no livro homônimo, assinado por Rowling com o pseudônimo de Newst Scamander. * Sob a supervisão de Marília

sos em 69 idiomas, bem como, no caso dos filmes, 12 indicações ao Oscar. Em fevereiro, veio o anúncio do novo livro – na verdade, a edição do roteiro da peça de mesmo nome. Sim, desta vez, os alunos de Ho-

gwarts ganharam primeiro os palcos – no caso, os do Palace Theatre (Londres). O texto de Rowling, Jack Thorne e John Tiffany para o teatro foi publicado no dia 31 de julho, e, até agosto, mais de 10 milhões de exemplares já ha-

Mendonça

Harry Potter e a >CriançaAmaldiçoada

Lançamento na Fnac BH Shopping. Confira data e horário na página oficial do evento no Facebook: goo.gl/0vwPZw. Entrada franca.


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A dádiva de estar nos palcos T e m p o s atrás, Wilma Henriques estava em sua casa, assistindo à TV, quando teve uma espécie de visão: a de uma senhora numa cadeira de rodas, ao lado de uma cuidadora. “Uma idosa muito bonita, arrumada”, rememora. Daí veio o insight para dar calço à sua nova investida nos palcos. De pronto, a atriz convocou o amigo Rogério Falabella, que escreveu “As Meninas de Madame Mimi”, espetáculo que ocupa o palco do Teatro Francisco Nunes neste final de semana (29 e 30). O mais instigante é que, tempos depois da, digamos, visão, Wilma Henriques sofreu uma queda, fraturando o fêmur e, no processo de recuperação, acabou recorrendo a uma cadeira de rodas. Na vida real, o utensílio já foi deixado de lado – ela tem usado um andador em casa. Mas, no palco, a personagem surge tal e qual a visão da atriz, que dá vida à ex-vedete Maribel Miranda. Falida Patrícia Cassese *

Sáb. e dom. 29 e 30 out.

– e numa cadeira de rodas –, ela engendra, junto a uma cúmplice, um golpe para sanar as finanças. Para tal, coloca um anúncio no jornal, atraindo dois interessados. Só que, na verdade, ambos estão fugindo de um agiota e também têm um golpe em vista. Sim, uma comédia, sob a direção de Carluty Ferreira – que,aliás, também está em cena (o elenco se completa com Lilian Lemos e Rogério Alves) – e Janaína Starling. Mas o riso entra em cena com a intenção também de fazer pensar, ainda que de maneira bem leve. No caso, sobre a situação de abandono na qual muitos idosos se encontram hoje. Wilma lembra que, durante o restabelecimento da fratura, passou um período numa casa de repouso. Mas em vez do clima de confraternização que pensou encontrar, a atriz se deparou com companheiros acometidos pela Doença de Alzheimer, o que não lhe deixou indiferente. Do alto da sabedoria adquirida em seus 85 anos de vida, Wilma sabe ser uma privilegiada, tanto pelo fato de estar

DIVULGAÇÃO

“Um Solteiro Fora de Forma” estreia neste sábado (29)

com a memória preservada quanto por ter conciliado a carreira de atriz com a que lhe propiciou a, digamos assim, aposentadoria formal. “Mas tem muito idoso passando fome, com pensão miserável”, salienta. “Eu não padeço disso, mas é aquela coisa, a gente sempre vê as notícias de que a população do Brasil está envelhecendo e não se faz nada para melhorar a situação”. Não bastasse, ela lembra do preconceito. “Muitas vezes, o idoso é inferiorizado, ninguém o escuta. Tenho um recado forte que faço questão de passar”, diz, sem ranços. Simpática ao extremo, Wilma não esconde o clima de expectativa que ronda a estreia. “Estou bastante nervosa. Não no sentido de dar chilique, mas de tensão mesmo”, diz. “A gente quer que o público vá, pois estou muito feliz em, mais uma vez, doar minha capacidade física e mental ao teatro”. Carluty, por sua vez, entende que a peça tem tudo para conquistar um público de espectro amplo. “Trata-se de um espetáculo popular, uma comédia inteligente, farsesca, coloquial. E como tem a presença da Wilma, uma referência para o mineiro que tem o hábito de ir ao teatro, acredito que irá atender a toda gente”. Vale lembrar que Carluty dirigiu Wilma em “A Dama Desnuda”, grande sucesso dos palcos mineiros. CELEBRAÇÃO DE 15 ANOS Na verdade, “As Meninas de Madame Mimi” insere-se no bojo das comemorações dos 15 anos da Cia

RICARDO S. G. FOTOGRAFIA/DIVULGAÇÃO

ARTES CÊNICAS sáb. e dom. 29 e 30.out

Dama do teatro Aos 85 anos, Wilma Henriques volta aos palcos em comédia no Francisco Nunes

Produz Ação Cênica. Os festejos incluem ainda o infantojuvenil “Alices”, inspirado no clássico de Lewis Carroll, que terá sessões neste sábado (29) e domingo (30), também no teatro Francisco Nunes. Em cena, a mesma equipe técnica e 21 crianças da Oficina Arte Cidadã, realizada pela Ação Cênica em sua sede, em Confins, com

crianças e adolescentes entre 8 e 15 anos. “Só fazendo a Alice, são oito meninas. Todo o trabalho visa fazer essas crianças entenderem o palco como um lugar de trabalho, e estou encantado com a seriedade com a qual estão encarando o desafio, dando opiniões, ao mesmo tempo em que estão sonhando”, diz.

* Especial para o Pampulha

“As Meninas de >Madame Mimi”

Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/n, Parque Municipal, 3277-6325). Neste sábado (29), às 21h, e domingo (30), às 20h. 10 anos. R$20 (inteira). Antecipado nos postos da Belotur: R$10.

> “Alices”

Teatro Francisco Nunes. Neste sábado (29)e domingo(30), às 16h. R$20 (inteira). Antecipado nos postos da Belotur: R$10.

De volta à ‘solteirice’ O tédio que avança sobre alguns relacionamentos com o passar dos anos pode acabar levando à acomodação. Mas nem todos os lados aceitam de bom grado a monotonia. E é assim que se inicia a saga de Ariel Mário em “Um Solteiro Fora de Forma”, espetáculo que estreia neste sábado (29), no teatro Sesiminas. Em cena, Christiano Junqueira dá vida ao personagem, dividindo o palco com Matheus Vargas, sob a direção de Carlos Nunes. Ariel não é um tipo muito raro de se ver por aí: só se veste com blusas de super heróis, usa pochete e não abre mão de games e séries de TV. Tampouco se preocupa com os desejos de sua companheira, que, cansada da falta de atenção do marido, pede a separação. Para voltar ao jogo da conquista, Ariel con-

trata os serviços da Garanhão SA, que oferece a consultoria de Jimmy, personal stylist inspirado no personagem Hitch, interpretado por Will Smith no filme “Hitch – O Conselheiro Amoroso”. Acontece que Jimmy é mais atrapalhado – e emocionalmente frágil – que o “galã”. Os dois logo desenvolvem um forte vínculo, mas a amizade não é suficiente para tirar Ariel da fossa: ele ainda é visivelmente apaixonado pela ex e o treinamento do conselheiro não consegue fazer com que siga em frente. E eis que uma confusão entre mestre e aprendiz resulta em uma surpresa que acomete não só o abalado Ariel como a plateia, revirando o espetáculo de ponta cabeça. A peça já foi apresentada em outros palcos do Estado e, segundo Junqueira, “todo

mundo se emociona”. “Muitas pessoas choram e saem tocadas”, afiança. O ator acrescenta que, em 16 anos de palco, essa é a peça mais engraçada e sensível que já encenou. Conhecido e premiado por outras montagens que abordam a vida de casado, ele defende um novo olhar sobre relacionamentos, no qual o humor que humilha e inferioriza mulheres não tem mais espaço. “Não é o feminismo que está na moda, é o machismo que está fora de moda. Para falar de um cara apaixonado pela esposa, não precisamos humilhar ninguém”. Autor do texto, Cristiano Araújo diz que se inspirou no cotidiano frágil dos relacionamentos que ficam à mercê do desleixo e do descaso, revelando a falta de atenção e a indiferença com

o outro. Segundo ele, não é difícil a plateia se identificar com o protagonista e seus anseios. “A proposta é rir da gente mesmo, uma vez que o público consegue ver, em Ariel, um pouco de si. Levei em conta que o amor é um tema universal. Todos nós buscamos a cara-metade. Todo mundo quer um relacionamento bem sucedido, e, mesmo passando por desilusões, todos nós ansiamos para, em seguida, encontrar um novo amor”, afirma. (João Henrique Motta/sob supervisão de Marília Mendonça)

Um Solteiro Fora >de Forma

Com Christiano Junqueira e Matheus Vargas. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia). Neste sábado (29), ás 21h e domingo (30), às 19h. R$ 30 (inteira)


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ARTES CÊNICAS Resistência a tempos sombrios Desde que apareceu em cena, nos idos de 2013, o grupo teatral Toda Deseo se dispôs a provar que o entrelaçamento da arte com a política pode reverberar na sociedade sem necessariamente soar hermético ou panfletário. E é novamente imbuído do desejo de provocar reflexões que o coletivo estreia no próximo dia 4, no teatro de Bolso do Sesc Palladium, seu quarto trabalho, “SER – Experimento Para Tempos Sombrios”, que segue em cartaz até o dia 13. Sim, depois do “Campeonato Interdrag de Gaymada”, que se insere como intervenção urbana, e do espetáculo de rua “Nossa Senhora (do Horto)”, o Toda Deseo volta ao chamado “palco italiano”, tal qual sua estreia em 2013, com o espetáculofesta “No Soy un Maricón”. Aqui, o coletivo se lança numa “experiência poéticoperformática sobre o corpo e suas possibilidades”. E fazendo jus ao que já se firma como uma marca registrada da Toda Deseo nestes três anos de existência, a companhia – que investe na pesquisa artística voltada para questões de gênero e sexualidade – volta a firmar parcerias. No palco, Rafael Lucas Bacelar, sob a batuta do talentoso Alexandre de Sena (Espanca!), se empenha em dar vida à linha conceitual

estreia 4.nov

Patricia Cassese (*)

FOTOS NAUM/DIVULGAÇÃO

Rafael Lucas Bacelar mesclará, no palco, técnicas do butô (arte dramática japonesa) e da vogue (dança moderna)

elaborada por David Maurity (com colaboração dramatúrgica e pesquisa de Márcio Abreu), que propõe “a construção de comunidades de palavras que perpassam a linguagem”. “Já havia o desejo de (o coletivo) produzir solos, a ideia é sempre pesquisar novas formas de criação artística. Neste processo, o meu foco foi a violência, e, refletindo sobre quem seriam os parceiros, convidamos esses nomes, que desenvolvem trabalhos afins ao da Toda Deseo”, conta Rafael. BRUMAS Embora se norteie propositadamente pela subjetividade, a empreitada tem no título um bom indicativo de suas intenções, lembra Rafael. O termo “tempos sombrios” pode ser aplicado, de bate pron-

to, a uma triste estatística relacionada ao universo focado pela companhia em suas pesquisas. “O país lidera mundialmente o número de assassinatos de travestis e transexuais”, lembra Rafael, ancorado em estatísticas como as divulgadas pela ONG Transgender Europe, que apoia os direitos da população transgênero. Mas o ator ressalta que as brumas dos dias atuais também alcançam outros segmentos da sociedade, como as mulheres ou as pessoas que vivem em periferias, aglomerados ou ocupações, apenas para citar dois exemplos em um rol extenso. E, num espectro mais amplo, a todo um movimento que, no Brasil, pode se refletir em mudanças nem sempre vistas como positivas. Não é gratuitamente que

o branco tem primazia em cena (como é possível ver nas fotos que ilustram essa matéria). “No caso, por oferecer a possibilidade de escritura sobre”, diz Rafael, que, no palco, mescla técnicas do butô (arte dramática japonesa) e da vogue (dança moderna norte-americana). “A gente aliou essas coisas, o tempo

do butô com a resistência que a vogue – que, na verdade, é uma batalha, um jogo corporal – exige”, explica ele. TRAJETÓRIA Embora bastante jovem – tem 29 anos –, Rafael já contabiliza 18 anos nos palcos: foi aos 11 que ingressou no curso de teatro do

Centro Cultural de Contagem. “Desde então, não parei”, relembra. Um divisor de águas foi ter Marcelo Veronez como mestre. “Ele abriu horizontes para a gente (do curso), e, como era professor do TU (Teatro Universitário, UFMG), nos sugeriu cursá-lo”. Desafio aceito, o trabalho de conclusão de curso foi o embrião da Toda Deseo. Aliás, o coletivo tem outras novidades para este final de ano, incluindo nova temporada de “Nossa Senhora (do Horto)” e mais uma edição da Gaymada – iniciativa que, vale lembrar, visa suscitar reflexões sobre intolerância e invisibilidade. * Especial para o Pampulha

“SER – >Experimento Para Tempos Sombrios”

Teatro de Bolso do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046 – 3214-5350). 4 a 13/11. Sextas e sábados, às 20h. Domingos, 19h. 14 anos. R$10 (inteira).


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ARTES CÊNICAS teatro adulto GLÁUCIA RODRIGUES/DIVULGAÇÃO

19:45! Dir. Rita Clemente Com Rita Clemente Uma família; um casamento; um acidente; um aceno ou uma dúvida… Um dia na vida de 11 personagens que estão ligadas – mas é bem provável que nem se deem conta disso. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Nesta qui. (3) a seg. (7), às 19h45. R$ 20 (inteira).

A ESTRANGEIRA Dir. Ricardo Alves Jr. Com Silvana Stien O espetáculo reúne as experiências dos realizadores. Por um lado o teatro físico que constrói uma personagem fantasmagórica e, por outro, questões sobre a presença do ator em cena e a temporalidade das ações. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Nesta seg. (31), às 19h e 20h30. R$ 10 (inteira).

A MORTE BATE À SUA PORTA Dir. Wesley Marchiori Com Nilo Faustino, Bruno Righi, Glória Petinelli Em uma noite tranquila, um homem recebe a visita inusitada da morte e tenta negociar com ela sua permanência na Terra, criando uma grande confusão. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Nesta sex. (4) e sáb. (5), às 21h; dom. (6), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc).

A MULHER QUE ANDAVA EM CÍRCULOS Dir. Sara Rojo Com Marina Viana Uma mulher, meio esquecida, passa por sessões de lembrança para recuperar pedaços do círculo em que andava. Andou tanto que perdeu a noção se ia ou se voltava. Teatro 171 (r. Capitão Bragança, 35, Santa Tereza). Neste sáb. (29) e dom. (30), às 20h. R$ 20 (inteira).

A PAIXÃO SEGUNDO SHAKESPEARE Dir. Pedro Paulo Cava Com Andreia Garavello, Ana Cândida, Fabiane Aguiar Textos do escritor inglês foram escolhidos para compor um painel da obra de Shakespeare, num espetáculo que dá ênfase à paixão. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1341, centro, 3273-1050). Qui., sex. e sáb., às 20h30. R$ 50 (inteira). Até 18/12.

APENAS UM SANGUESSUGA Dir. Ricardo Batista Com Ricardo Batista e Fernanda Botelho Brasílio, um sujeito excêntrico, vive isolado. A jovem jornalista Linda decide entrevistá-lo, mas o encontro se prova desafiador. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1.341, centro, 3273-1050). Sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 20h. Até 17/12

AS MENINAS DE MADAME MIMI (Leia mais na página 20.)

ATÉ QUE A MORTE OS SEPARE Dir. Rich Leão e Débora Santos Com Andressa Medeiros, Gabriel Mendes e Rich Leão Após cinco anos de sua separação, Euclides e Dulcineia se encontram e são forçados a discutir toda sua relação. Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1600, Lourdes, 3014-5382). Neste sáb. (29), às 21h; dom. (30), às 19h30. R$ 15 (postos Sinparc).

BRIMAS Dir. Luiz Antônio Rocha Com Beth Zalcman e Simone Kalil Duas senhoras imigrantes, Ester e Marion, revivem com muito humor suas histórias, falam sobre a saudade da família e as memórias do passado. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Nesta qui. (3), às 21h. R$ 20 (postos Sinparc).

CAJU E TOTONHO EM: VÃO FALAR DE COISA BOA? Dir. coletiva

Festival celebra Carlos Nunes Em comemoração aos 35 anos de carreira do ator Carlos Nunes, o palco do Teatro Bradesco recebe uma mostra com os espetáculos de maior sucesso do mineiro que já arrastou mais de 900 mil pessoas para assisti-lo. O Festival evocará a memória do público com as peças “Como sobreviver a festas e recepções com buffet escasso”, “Comi uma galinha e comi o pato”, “Pérolas do Tejo” e “Francisco de Assis - do rio ao riso”. Onde Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360) Quando De qui. (3) a sáb. (5), às 21h; dom. (6), às 20h. Quanto R$ 40 (passaporte para quatro peças); R$ 30 (inteira, uma peça).

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Com Rodrigo Signoretti e Alfredo Vianna Neste stand-up, os atores interpretam personagens e situações comuns para criar humor a partir do cotidiano. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Nesta sex. (4), às 21h. R$ 20 (postos Sinparc).

CASSINO DA KAYETE Dir. coletiva Com Kayete, Glauber Cunha e Paloma Santos O programa de rádio homônimo à peça ganha os palcos e Kayete comanda a comédia, com grande elenco e convidados especiais. Teatro Alterosa (av. Assis Chateaubriand, 499, Floresta, 3237-6611). Nesta qui. (3) e sex. (4), às 21h; sáb. (5) e dom. (6), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc).

COMI UMA GALINHA E TÔ PAGANDO O PATO Dir. Carlos Nunes Com Carlos Nunes O presidiário Zé da Silva conta a história de como foi parar na prisão após roubar a galinha de estimação da filha de um deputado. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Nesta sex. (4), às 21h. R$ 30 (inteira).

COMO SOBREVIVER EM FESTAS E RECEPÇÕES COM BUFFET ESCASSO Dir. Carlos Nunes Com Carlos Nunes, Douglas Gonzales e Marcos Kass. O ator ensina alguns truques para que a plateia não passe por situações desagradáveis em recepções com pouca comida. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Nesta qui. (3), às 21h. R$ 30 (inteira).

CONFISSÕES DAS MULHERES DE QUARENTA Dir. Ilvio Amaral e Maurício Canguçu Com Heloísa Prado, Rosana Meneghini, Nilmara Gomes e Ana Luiza Brandão Quatro atrizes se reúnem para escrever uma peça e acabam rediscutindo suas próprias vidas, suas preocupações, desejos, angústias e medos. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Nesta sex. (4), às 21h. R$ 15 (postos Sinparc).

DESCULPA, NÃO ESTAMOS NA TV Dir. O Besoytaorube Com Cia Desculpa Qualquer Coisa Os atores criam uma programação televisiva trazendo humor para quadros tradicionais da telinha, como jornais, documentários e talk shows a partir de improvisações. Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277-6437). Nesta sex. (4), às 21h. R$ 20 (postos Sinparc).

QUEM PERGUNTA QUER RESPOSTA Dir. Antônio Hildebrando Com Grupo Oriundo de Teatro Rebeca, uma menina curiosa, embarca em uma aventura em busca de respostas sobre “o quê é a vida?”. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Neste dom. (30), às 16h. R$ 10 (inteira).

musical A ZEROPEIA: O MUSICAL Dir. Tânia Cançado Com Cia Cariúnas Diversos animais quiseram mudar o jeito de ser da Centopeia, que por pouco não vira uma Zeropeia, ao amarrar todas as suas patinhas para ficar igual aos outros bichos. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste dom. (30), às 17h. R$ 30 (inteira); R$ 12 (comerciário).

dança BAILE FLAMENCO Cia Ballet Flamenco Soleá No programa serão apresentados bailes originais da cultura flamenca e criação da companhia, entre eles “Palo Seco”, “Sevillanas”, “Alegrias”, ‘Bulerias”, “La Pared” e “Garrotin”. Soleá Tablao Flamenco (r. Sergipe, 1199, Savassi, 3282-2444). Neste sáb. (29), às 21h. R$ 15.

DOIDAS E SANTAS Dir. Ernesto Piccolo Com Cissa Guimarães, Giuseppe Oristanio e Josie Antello A peça acompanha a trajetória de Beatriz, uma psicanalista em crise no seu casamento com o marido machista, que não tolera a ideia da separação. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211). Neste sáb. (29), às 21h; dom. (30), às 19h. R$ 70 (inteira, até sex.); R$ 80 (inteira, até dom.).

MANDA QUEM PODE, OBEDECE QUEM TEM MARIDO Dir. Ricardo Batista Com Paulo Moraes e Bianca Tocafundo Jorge e Vanessa foram flechados pelo cupido. Mas, com o passar do tempo, Jorge tem aprendido – e vai ensinar aos homens – que, no casamento, ¨Manda quem pode, obedece quem é marido! Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Neste sáb. (29), às 21h; dom. (30), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc).

MATINÊ Dir. Rita Clemente Com André Senna, Alexandre Toledo, Bruno Colares A peça apresenta relatos sobre o estranho encontro entre um casal que, após uma sessão de cinema e um jantar, se surpreende com o tragicômico desfecho. Sala Multiuso do Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Neste sáb. (29), dom. (30) e seg. (31), às 19h. R$ 20 (inteira).

NOSSA SENHORA AÇOTEIA Dir. Luis Vicente Com Luis Vicente A peça é um monólogo onde uma ‘mulher’ conta a sua história e a das suas gerações anteriores, especificamente nas suas relações com os homens com quem casaram. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Neste sáb. (29), às 19h; dom. (30), às 18h. R$ 30 (inteira).

PALHAÇOS Dir. coletiva Com Leo Horta e João Valadares Um palhaço tem sua rotina alterada quando volta a seu camarim e precisa lidar com um espectador que erra de porta e adentra o espaço do artista. Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Neste sáb. (29), às 20h30. R$ 22 (inteira).

ROSA CHOQUE Dir. Cida Falabella Com Cris Moreira e Guilherme Théo Uma abordagem sobre a violência con-

tra a mulher em diversas partes do mundo, violência sexual, social e moral, a partir de outros olhares. Teatro Espanca! (r. Aarão Reis, 542, centro, 3657-7348). Nesta qui. (3) a dom. (6), às 20h. R$ 5.

SE MEU GABINETE FALASSE Dir. Saulo Laranjeira Com Saulo Laranjeira, Tuca Graça, Ronaldo Assis O deputado da telinha, João Plenário, volta aos palcos em uma comédia onde qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Teatro Alterosa (av. Assis Chateaubriand, 499, Floresta, 3237-6611). Neste sáb. (29), às 21h; dom. (30), às 19h. R$ 20 (inteira).

SEJA UM BOM VENDEDOR Dir. Guilherme Oliveira Com Guilherme Oliveira e Paulo Moraes Uma comédia empresarial para tornar o público um campeão de vendas através de um treinamento inovador, diferente e divertido. Teatro Alterosa (av. Assis Chateaubriand, 499, Floresta, 3237-6611). Nesta ter. (11), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).

SER – EXPERIMENTO PARA TEMPOS SOMBRIOS (Leia mais na página 21)

TOC, SEDUÇÃO E MUITA CONFUSÃO Dir. Kalluh Araújo Com Paulo Rezende, Camila Felix, Jaqueline Francisco Fidélis sofre de Transtorno Obsessivo Compulsivo e precisa lidar, aos 50 anos, com o fim de seu casamento de 20 anos, os questionamentos sobre sua vida e sua relação com as mulheres. Teatro da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21, Lourdes, 3269-1166). Sex. e sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc). Até 13/11.

UM INTERLÚDIO: A MORTE E A DONZELA Dir. Wilson Oliveira Com Christiane Antuña, Gustavo Werneck, Nivaldo Pedrosa Em uma casa de praia distante, um casal recebe a visita inesperada de um homem. Esse é o estopim de um intenso jogo psicológico entre uma mulher, que jura ter reencontrado o grande carrasco de sua vida, o marido, que considera a sua atitude precipitada, e o acusado, que alega inocência. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Neste sáb. (29), às 20h30; dom. (30), às 19h. R$ 30 (inteira); R$ 12 (postos Sinparc).

UM SOLTEIRO FORA DE FORMA (Leia mais na página 20)

teatro infantil A PRINCESA GAIA Dir. Isabela Oliveira e João Valadares Com João Valadares, Julio Gomes, Piera Rodrigues A princesa Terra ganha a permissão de seu pai, o Rei Sol, para casar-se. Infeliz com a escolha dos pretendentes, a princesa foge para o nada e se apaixona pelo primeiro homem. Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Neste dom. (30), às 17h. R$ 22 (inteira).

ALICES Dir. Carluty Ferreira e Janaína Starling Com Cia Produz Ação Cênica Na adaptação do clássico “Alice no País das Maravilhas”, a personagem se desdobra em várias personagens, vivendo num universo de magia e sonho. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Neste sáb. (29) e dom. (30), às 16h. R$ 20 (inteira).

BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES Dir. Roberto Freitas Com Lorena Jamarino, Elias Lima, Barbara Lima Branca de Neve precisa fugir de sua madrasta que não aceita não ser a mais bonita do reino. Na fuga, ela encontra os Sete Anões que tentam proteger Branca das maldades de sua madrasta. Teatro da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21, Lourdes, 3269-1166). Neste sáb. (29) e dom. (30), às 16h30. R$ 32 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).

CARNAVAL DOS ANIMAIS Dir. Álvaro Apocalypse. Grupo Giramundo A montagem se vale de marionetes de fio para contar a decisão do Rei Leão de dar uma festa na floresta, quando convida todos os animais, mas proíbe a entrada dos de boca grande. O Jacaré e seu amigo Sapo, então, usam artifícios para participar do alegre evento, causando alvoroço e confusão. Museu Giramundo (r. Varginha, 245, Floresta, 3446-0686). Neste sáb. (29), às 11h. R$ 20 (inteira).

O PEQUENO Dir. Robson Vieira Com A Patela Cia. de Teatro & Dança Inspirado no clássico “O Pequeno Príncipe”, a peça brinca com a ideia de um garoto que acorda mais velho e sai em busca de seu pai – mas um pai que mora em outro mundo agora. Teatro de bolso do Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste sáb. (29), às 16h; dom. (30), às 11h e às 16h.

INSONE Dir. Carla van den Bergen e Fernando Marques Com Alexsandra Bertoli, Daniel Boone, Ivna Messina Dança-teatro sobre os estados de sono e vigília, os sonhos, pesadelos e a insônia, mostrando o homem entre sua necessidade de descanso e as exigências de um mundo cada vez mais veloz. Meia Ponta Espaço Cultural Ambiente (r. Grão Pará, 185, Santa Efigênia). Nesta qui. (3) e sex. (4), às 20h. Entrada gratuita.

LAIA LAB CENAS Com Laia Cia. de Danças Urbanas Cenas curtas de danças urbanas com duração entre 5 e 15 minutos. Teatro Raul Belém Machado (r. Leonil Prata, s/nº, Alípio de Melo, 3471-1273). Neste dom. (26), às 18h. R$ 10 (inteira).

RÉQUIEM PARA DOIS (Leia mais na página 23)

FESTIM 2016 Para encerrar a programação da quinta edição do festival, serão apresentadas 15 peças curtas nas duas apresentações da “Mostra de Teatro LambeLambe”, que acontecerá neste fim de semana, 29 e 30. Neste sábado (29), das 10h às 13h A Receita Mágica A Selva Agustino Peixe Grande Aonde vai o curso da vida? Gran Teatro Dentro Julietha - Viajantes Monstro do Armário O Cavaleiro Solitário - Viajantes O Seco Que lugar é esse? Tabuleiro de barro? Teatro Minimelista do Botão Torce o rabo esconde o pau Velhas caixas Zum zum e mel (*) Parque Municipal (av. Afonso Pena, 1.377, centro) Domingo (30), das 10h às 13h A outra margem do rio A Selva Agustino Peixe Grande Aonde vai o curso da vida? Entre(m) Gatos Gran Teatro Dentro Julietha - Viajantes Medo do Lobo O Cavaleiro Solitário - Viajantes O Divino, Maravilhoso O Seco Teatro Minimelista do Botão Torce o rabo esconde o pau Velhas Caixas - Chá com… 3X4 (*) Parque das Mangabeiras (av. José do Patrocínio Pontes, 580, Mangabeiras)


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ARTES CÊNICAS Um réquiem para quem fica Lara O termo “RéAlves * quiem” pode ser traduzido como uma composição musical idealizada para missas fúnebres ou para homenagear os mortos. Mas o espetáculo teatral “Réquiem Para Dois”, concebido por Ricardo Risuenho, direciona o foco para os que ficam. A montagem da Cia de Intérpretes Independentes, de Manaus – que aterrissa esta semana no palco do auditório da Escola de Belas Artes (EBA), da UFMG –, foi elaborada a partir do sofrimento daqueles que perdem um ente querido, bem como sob inspiração do último réquiem de Mozart, composto em 1791 (o austríaco morreu em dezembro do mesmo ano). “Sempre pensamos na morte como uma transição para outro lugar e, claro, em nossa própria morte. Mas queria falar sobre co-

mo são as coisas para quem fica”, explica Risuenho, também intérprete (divide o palco com Raphaella Costa) e diretor da companhia. É a partir destas despedidas difíceis que os dois atores-bailarinos preenchem o palco com movimentos de dança contemporânea. E, mais que contar uma história, buscam trazer à baila os sentimentos da plateia. Para Ricardo, é este envolvimento com o público, por meio de uma troca de experiências, que dá sentido ao espetáculo. “É importante que as pessoas possam atribuir elementos de suas próprias histórias ali”, relata. Além de um deleite para os ouvidos, com uma trilha escolhida a dedo e recriada pela dupla 2Cellos, o palco também chama a atenção da plateia, com o piso encoberto por barro e crisântemos. “Buscamos elementos que lembrassem o ato de enterrar alguém. Trazemos essa dualidade, com a leveza das flores

Qui. e sex. 3 e 4.nov.

e o peso da terra”, conta ele. Nesta segunda passagem da companhia por BH – a primeira foi no ano passado, com o espetáculo “A Vida Começa pela Memória” –, os intérpretes ainda participarão de um intercâmbio com alunos e professores dos cursos de Dança e Teatro da UFMG. Desta vez, o grupo realiza-

JONATAS AMARAL/DIVULGAÇÃO

rá atividades para o público referentes à “Técnica de Movimento dos Membros Superiores (MMS)”, desenvolvida por Ricardo, que também é médico. “Este estudo tem nove anos. São exercícios criados para preparar os músculos superiores dos intérpretes”, relata Risuenho, que já levou tanto essa técnica quan-

to o espetáculo para a Itália, antes de retornar ao Brasil para a atual temporada * Sob a supervisão de Marília Mendonça

>doisRéquiem para

Auditório da Escola de Belas Artes da UFMG (av. Presidente Antônio Carlos, 6627, Pampulha). Nesta qui. (3), às 19h30; sex. (4), às 12h30.

INTERCÂMBIO Palestra e workshop Além das apresentações do espetáculo, a companhia ofertará, também na EBA, a palestra “No Volver dos Braços da Criação”, na sexta (4), às 17h, e um workshop sobre a “Técnica MMS”, no sábado (5), às 9h.


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BELO HORIZONTE 29 de outubro

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CINEMA UNIVERSAL/DIVULGAÇÃO

Belas 1: 14h30, 18h40, 21h

Atenção! A programação abaixo se refere a este fim de semana, dias 29 (sábado) e 30 (domingo)

pré-estreia 13 MINUTOS (Elser, Alemanha, 2016, 1h54, 14 anos) Dir. Oliver Hirschbiegel. Com Christian Friedel, Burghart Klaußner, Katharina Schüttler. Uma biografia de Georg Elser, que tentou matar Adolf Hitler em 1939 ao colocar uma bomba atrás do púlpito que seria usado pelo Führer. Belas 2: 21h40 (somente sábado)

estreias A GAROTA NO TREM (The Girl On The Train, EUA, 2016, 1h53, 14 anos) Dir. Tate Taylor. Com Emily Blunt, Haley Bennett, Rebecca Ferguson. Alcoólatra, Rachel está desempregada e deprimida. Todas as manhãs, ela viaja de trem, fantasiando sobre um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia, ela testemunha uma cena chocante. BH Shopping 1: 12h35, 15h30, 18h25, 21h15 Boulevard 5: 14h, 16h20, 18h40, 21h Cidade 6: 14h(*), 16h20(*), 18h40(*), 21h Contagem 4: 13h50, 16h10(*), 18h30, 20h50(*) Del Rey 6: 13h30, 15h50, 18h10, 20h30, 22h50 (somente sábado) Itaú Power 4: 13h45, 16h10, 18h30, 21h (*) Minas 3: 13h50, 16h10, 18h30, 20h50 (*) Paragem 2: 13h40, 16h, 18h20, 20h40 Diamond 4: 13h40, 16h20, 19h, 21h40 Estação BH 5: 14h45(*), 17h15(*), 20h, 22h30(*) Monte Carmo 4: 13h40, 16h(*), 18h20, 20h40(*) Net Ponteio 3: 14h10, 16h30, 18h50, 21h15 Pampulha 1: 14h35, 16h50, 19h05, 21h20 (*) Partage Shopping Betim 5: 14h20(*), 17h15, 20h30(*) Pátio Savassi 3: 13h40, 16h40, 19h20, 22h (*) Sessões dubladas

AMNÉSIA (Amnesia, Suíça/ França, 2017, 1h36, 12 anos) Dir. Barbet Schroeder. Com Marthe Keller, Bruno Ganz, Max Riemelt. Martha vive sozinha de frente para o mar, em Ibiza, e sua vida começa a mudar quando surge uma amizade inesperada entre ela e Jo, um músico de 20 anos.

Mistério do livro para o cinema

FORA DO RUMO (Skiptrace, EUA/ China/ Hong kong, 2016, 1h51, 12 anos) Dir. Renny Harlin. Um detetive de Hong Kong monta uma equipe com um apostador norte-americano para batalhar contra um notório criminoso chinês. BH Shopping 6: 12h15, 14h40 (*), 17h50, 20h50 (*) Cidade 3: 12h (somente domingo), 14h10, 16h20, 18h30, 20h40 Del Rey 4: 14h (*), 16h10, 18h30 (*), 20h50, 23h (*) (somente sábado) Pampulha 3: 14h25, 16h35, 18h45, 20h55 (*) (*) Sessões dubladas

OS INIMIGOS DA DOR (Los Enemigos del Dolor, Uruguai/ Brasil, 2016, 1h20, 14 anos) Direção: Arauco Hernández Holz. Com Félix Marchand, Lucio Hernández, Pedro Dalton. Em visita a Montevidéu, ator alemão se perde na cidade e acaba encontrando um ex-viciado que o ajuda e dá a ele um lugar para ficar. Os dois conhecem um segurança e os três saem em busca da esposa do alemão, que o abandonou. Cine 104: 19h

Emily Blunt recebeu elogios da crítica

TROLLS (*) (Trolls, EUA, 2016, 1h33, livre) Dir. Mike Mitchell, Walt Dohrn. Ramo parte para uma jornada de descobertas e aventuras ao lado de Poppy, líder dos Trolls. Inicialmente inimigos, conforme os desafios são superados, eles descobrem que combinam. Betim 1: 14h20 e 18h20 Big Shopping 3: 14h25, 18h45 BH Shopping 4: 11h20, 16h50 Boulevard 2: 13h e 17h Cidade 4: 13h, 16h50 e 20h50 Contagem 2: 13h, 14h50, 16h50, 18h50, 20h50 Del Rey 2: 13h, 16h50 Estação 4: 13h, 15h15, 17h30, 19h45 Estação 6: 13h15, 15h40, 17h50, 20h15 Itaú Power 5: 13h20, 17h10 Minas 2: 143h20, 16h15 Monte Carmo 5: 14h50, 18h50 Norte 5: 14h20, 16h20 Paragem 5: 14h50, 18h50 Pampulha 5: 14h10, 15h55, 17h40, 19h25, 21h10 Via Shopping 4: 14h50, 18h50 Sessões 3D: Betim 1: 16h20, 20h20 Big Shopping 5: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 BH Shopping 4: 19h15 BH Shopping 8: 13h15, 15h50, 18h10, 20h30 Boulevard 2: 15h, 19h, 21h Cidade 4: 14h50, 18h50 Contagem 1: 14h20, 16h20, 18h20, 20h20 Del Rey 2: 14h50, 18h50, 20h50 Diamond 6: 12h20, 14h40, 17h10, 19h30, 21h50 Estação BH 3: 12h, 14h15, 16h30, 18h45 Itaú Power 5: 15h15, 19h, 20h50 Minas 1: 13h, 14h50, 16h50, 18h50, 20h40 Monte Carmo 5: 16h50, 20h50 Norte 1: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Paragem 5: 16h50, 20h50 Pampulha 6: 14h45, 16h45, 18h40,

20h40 Partage Shopping Betim 1: 14h30, 16h50 Pátio Savassi 2: 14h10, 16h20 Pátio Savassi 6: 13h, 16h50, 19h, 21h30 Via Shopping 4: 16h50, 20h50 (*) Sessões dubladas

em cartaz

– A RESSURREIÇÃO

DEIXE-ME VIVER

(Mechanic: Resurrection, França/ EUA, 2016, 1h19, 12 anos) Dir. Dennis Gansel. Com Jason Statham, Jessica Alba, Tommy Lee Jones. Quando o amor de sua vida é sequestrado, Arthur Bishop é forçado pelo inimigo a completar três assassinatos e fazer o que sabe melhor: fingir que foram acidentes. Itaú Power 6: 14h, 18h30 (*) Via Shopping 3: 18h20, 20h30 (*)

(Brasil, 2016, 1h43, 16 anos) Dir. Clóvis Vieira. Com Bernardo Dugin, Fernando Peron, Sabrina Petraglia. Jovem espírita é convocado para escrever vários livros, sendo um deles o “Deixeme Viver”. Para escrevê-lo, ele embarca em uma jornada a fim de resgatar espíritos que se encontram nos umbrais. Estação 2: 14h30, 16h45

A NONA VIDA DE LOUIS DRAX (The 9th Life Of Louis Drax, EUA, 2016, 1h48, 14 anos) Dir. Alexandre Aja. Com Aiden Longworth, Jamie Dornan, Sarah Gadon. Quando completa nove anos, Louis Drax sofre uma queda violenta que quase causa a sua morte. O doutor Allan Pascal começa a suspeitar que os eventos associados a Louis são mais que uma simples coincidência. BH Shopping 4: 21h50

AQUARIUS (Brasil, 2016, 2h25, 16 anos) Dir. Kleber Mendonça Filho. Com Sônia Braga, Irandhir Santos, Maeve Jinkings. Clara, jornalista aposentada de 65 anos, luta contra uma empreiteira interessada em comprar seu apartamento na praia de Boa Viagem para construir um arranha-céu no lugar. Belas 3: 16h20, 19h Cine 104: 20h30

ASSASSINO A PREÇO FIXO 2

Sucesso no mundo todo, o best seller “A Garota no Trem”, da escritora zimbabuana Paula Hawkins, caiu nas mãos do cineasta Tate Taylor (“Histórias Cruzadas”) e o resultado na telona é uma trama cheia de reviravoltas tal qual o sucesso editorial, que segue na lista dos mais vendidos entre as obras de ficção no país. Estrelado pela atriz Emily Blunt, que tem sido considerada o ponto forte do filme, narra a história de Rachel, a garota do trem, uma alcoólatra que perdeu o marido, o emprego e passa os dias dentro do trem, viajando até Londres. Da janela, ela pode ver a casa onde morava com o ex, Tom (Justin Theroux). Traumatizada pelo abandono, Rachel assedia o ex-marido, hoje casado com a ex-amante, Anna (Rebecca Ferguson), com quem teve um filho. Atormentada, ela tenta fazer parte dessa nova vida de Tom, até que acaba envolvida em um crime. A bela babá Megan (Haley Bennett), que trabalha para o casal, desaparece em uma certa noite. Rachel acaba como uma das suspeitas do desaparecimento da moça, sem saber que fará parte de um jogo psicológico que colocará em dúvida a sua própria sanidade. Aos poucos, a relação dos personagens se desembaraça, até que o grande mistério de Megan seja resolvido e Rachel cure os seus traumas.

(*) Sessões dubladas

O BEBÊ DE BRIDGET JONES (Bridget Jones's Baby, Reino Unido/ Irlanda/ França/ EUA, 2016, 2h03, 12 anos) Dir. Sharon Maguire. Com Renée Zellweger, Patrick Dempsey, Colin Firth. Em crise no trabalho, tentando manter uma boa relação com o ex e engatando um novo romance, Bridget descobre que está grávida. O pior: não sabe quem é o pai da criança. Net Ponteio 4: 14h30

CORAÇÃO DE CACHORRO (Heart Of A Dog, França/ EUA, 2016, 1h15, 10 anos) Dir. Laurie Anderson. Como reagir à perda de uma pessoa ou um animal querido? Como uma perda pode afetar toda a nação? A diretora Laurie Anderson reflete sobre a morte a partir de temas pessoais. Cine 104: 17h30

CEGONHAS – A HISTÓRIA QUE NÃO TE CONTARAM (*) (Storks, EUA, 2016, 1h29, livre) Dir. Nicholas Stoller, Doug Sweetland. Júnior, um dos principais entregadores da companhia de cegonhas, está prestes a ser promovido quando acidentalmente ativa a máquina que faz bebês, produzindo um não autorizado bebê. Agora, ele tem que entregá-lo antes que seu chefe descubra. Big Shopping 4: 14h10 BH Shopping 7: 12h25, 15h, 17h20 Boulevard 1: 14h20 Cidade 8: 14h Contagem 5: 14h Del Rey 1: 14h10 Minas 6: 13h30 Paragem 1: 14h Partage Shopping Betim 4: 14h10, 16h30 (*) Sessões dubladas

DO PÓ DA TERRA (Brasil, 2016, 1h19, livre) Dir. Maurício Nahas. Um retrato afetivo e aprofundado sobre a relação entre os artesãos e moradores do Vale do Jequitinhonha e a matéria-prima que utilizam, o barro. Belas 2: 14h

É FADA (Brasil, 2016, 1h25, 12 anos) Dir. Cris DAmato. Com Kéfera Buchmann, Klara Castanho. Uma fada tagarela e atrapalhada recebe a missão de ajudar uma jovem garota que não acredita no mundo da magia. Betim 2: 15h, 16h50, 18h40, 20h30 Big Shopping 2: 14h50, 16h50 BH Shopping 10: 14h, 16h15 (somente domingo), 16h20(somente sábado), 18h35, 21h BH Shopping 9: 13h, 15h15, 17h35, 20h Boulevard 3: 14h30, 16h20 Cidade 2: 11h50 (somente domingo), 15h, 17h, 18h50, 20h50 Contagem 7: 13h30, 15h20, 17h10 Del Rey 7: 13h20, 15h10, 17h Diamond 3: 13h30, 15h40, 18h20, 20h50 Estação 1: 14h, 16h15, 18h15, 20h30 Itaú Power 1: 13h30, 15h20, 17h10 Minas 6: 15h20, 17h10 19h Monte Carmo 3: 14h40, 16h30 Norte 3: 14h35, 16h35 Pampulha 4: 15h15, 17h05 Paragem 4: 14h40, 16h30, 18h30 Partage Shopping Betim 7: 13h45, 15h50, 18h, 20h10 Pátio Savassi 8: 14h, 16h10, 18h20, 20h30 Via Shopping 5: 13h40, 15h30, 17h10, 19h

GÊNIOS DO CRIME (Masterminds, EUA, 2016, 1h34, 12 anos) Dir. Jared Hess. Com Zach Galifianakis, Kristen Wiig, Owen Wilson. Mesmo sem ter experiência e contando com a ajuda dos colegas atrapalhados, guarda noturno organiza um dos mais ousados assaltos a banco da história norte-americana.

Partage Shopping Betim 6: 22h10 (sessão dublada)

HESTÓRIAS DA PSICANÁLISE (Brasil, 2016, 1h36, livre) Dir. Francisco Capoulade. Uma análise das temáticas abordadas por Sigmund Freud em suas obras e também das diversas leituras realizadas por acadêmicos de todo o mundo e do Brasil. Belas 3: 14h20

INFERNO (Inferno, EUA, 2016, 2h02, 12 anos) Dir. Ron Howard. Com Tom Hanks, Ben Foster, Felicity Jones. Em visita à Itália, o professor Robert Langdon se envolve em nova jornada em torno de símbolos e organizações ocultas. Betim 3: 14h, 16h25, 20h40 (*) Big Shopping 4: 16h25, 18h40, 20h55 (*) BH Shopping 3: 14h20, 17h05, 19h45, 22h30 BH Shopping 5: 16h, 18h50, 21h35 Boulevard IMAX: 14h, 16h25, 18h50, 21h15 Cidade 7: 13h40, 16h10, 18h35, 21h (*) Contagem 3: 13h50(*), 16h15, 18h40(*), 21h Del Rey 3: 13h30, 16h, 18h20, 20h40, 23h10 Diamond 2: 13h50, 16h40, 19h20, 22h10 Diamond 5: 18h50 Estação BH 6: 13h30(*), 16h(*), 18h30, 21h15(*) Itaú Power 3: 13h40, 16h10, 18h40, 21h (*) Minas 4: 14h, 16h20, 18h40, 21h05 (*) Monte Carmo 2: 13h40(*), 16h, 18h25 (*), 20h50 Net Ponteio 2: 13h40, 16h, 18h30, 20h50 Norte 2: 14h10, 16h25, 18h40, 20h55 (*) Paragem 1: 16h, 18h25, 20h50 Via Shopping 1: 13h40, 16h, 18h25, 20h50 (*) Pampulha 4: 18h55, 21h15 (*) Partage Shopping Betim 1: 19h20, 22h (*) Partage Shopping Betim 3: 15h30(*), 18h20, 21h(*) Pátio Savassi 1: 12h30(d), 15h10(d), 18h10, 20h50 Pátio Savassi 7: 13h50, 16h30, 19h10, 21h50 (*) Sessões dubladas

Programação fornecida pelas salas de cinema e sujeita a alterações por parte dos exibidores


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CINEMA em cartaz (continuação) KÓBLIC (Kóblic, Argentina/ Espanha, 2016, 1h55, 14 anos) Dir. Sebastián Borensztein. Com Ricardo Darín, Inma Cuesta, Oscar Martinez. Durante a Ditadura Miliar na Argentina, ex-capitão das Forças Armadas coordena os chamados “voos da morte”, onde elementos considerados subversivos eram arremessados de aviões no mar. Belas 2: 11h(somente sábado)(*), 15h40, 19h40 (*) Clube do professor. Necessário a comprovação do mesmo

KUBO E AS CORDAS MÁGICAS (*) (Kubo And The Two Strings, EUA, 2016, 1h42, livre) Dir. Travis Knight. Kubo vive uma normal e tranquila vida em uma pequena vila no Japão com sua mãe. Até que um espírito vingativo do passado muda completamente sua vida. BH Shopping 5: 11h, 13h30 (*) Sessões dubladas

NO FIM DO TÚNEL (Al final del túnel, Espanha, 2016, 2h, 16 anos) Dir. Rodrigo Grande. Com Leonardo Sbaraglia, Clara Lago, Pablo Echarri. Cadeirante aluga um quarto de sua casa para uma stripper e sua filha. Mas ele não imagina que tudo não passa de uma estratégia da moça e de seu namorado para roubar um banco da região. Belas 3: 21h40

NOITE DE VERÃO EM BARCELONA

(Barcelona nit d’estiu, Espanha, 2016, 1h36, 14 anos) Dir. Dani de la Orden. Com Francesc Colomer, Jan Cornet, Laura Díaz. Em agosto de 2013 o cometa Rosoe atravessou o céu de Barcelona. A atmosfera mágica e inebriante daquela noite fez florescer 567 histórias de amor. Seis delas são contadas neste filme. Belas 2: 17h40 e 21h40 (somente domingo)

20TH CENTURY/ DIVULGAÇÃO

Tim Burton “O Lar das Crianças Peculiares” segue em cartaz em BH

O CONTADOR (The Accountant, EUA, 2016, 2h10, 14 anos) Direção: Gavin O’Connor. Com Ben Affleck, Anna Kendrick, J.K. Simmons. Christian Wolff é um contador autista que usa seu escritório em uma cidadezinha pequena dos EUA como fachada para trabalhar para algumas das mais perigosas organizações criminosas do mundo. Big Shopping 1: 14h, 16h20, 18h40, 21h (*) BH Shopping 2: 12h50, 16h10, 19h, 22h Boulevard 1: 16h10, 18h40, 21h10 Cidade 8: 15h50, 18h20, 20h50 (*) Contagem 6: 13h30 (*), 16h, 18h30 (*), 21 Del Rey 5: 16h30, 21h Diamond 1: 11h30, 14h30, 17h30, 20h30 Diamond 5: 21h30 Estação 3: 21h (*) Net Ponteio Premier: 13h30, 16h, 18h40, 21h10 Norte 5: 18h15, 20h40 (*) Pampulha 2: 14h15, 16h40, 21h (*) Pátio Savassi 5: 14h20, 17h05, 20h

O LAR DAS CRIANÇAS PECULIARES

Jake encontra um fantástico abrigo para crianças com poderes sobrenaturais e decide proteger o grupo de órfãos dos terríveis hollows. Big Shopping 3: 16h25, 20h35 (*) BH Shopping 4: 13h50 Boulevard 3: 18h10 e 20h40 (*) Cidade 5: 13h30 e 16h (*) Contagem 5: 16h, 18h30, 21h (*) Del Rey 1: 16h (*) Itaú Power 6: 16h, 20h30 (*) Minas 2: 18h10, 20h40 (*) Norte 3: 18h35, 20h50 (*) Monte Carmo 1: 14h, 16h30 (*) Paragem 3: 14h, 16h30 (*) Via Shopping 2: 14h, 16h30 (*)

(Miss Peregrine’s Home For Peculiar Children, EUA/ Bélgica/ Reino Unido, 2016, 2h07, 12 anos) Dir. Tim Burton. Com Eva Green, Asa Butterfield, Samuel L. Jackson. Investigando as ruínas de um orfanato,

Sessões 3D Del Rey 1: 18h30, 21h (*) Estação 2: 19h, 21h45 (*) Partage Shopping Betim 4: 18h40, 21h30 (*)

(*) Sessões dubladas

Pátio Savassi 4: 18h, 21h10 Pátio Savassi 6: 23h40 (*) Sessões dubladas

O MESTRE DOS GÊNIOS (Genius, Reino Unido/ EUA, 2016, 1h44, 12 anos) Dir. Michael Grandage. Com Colin Firth, Jude Law, Nicole Kidman. Biografia de Max Perkins, editor literário que descobriu nomes como F. Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway, focando sua relação complicada com o escritor Thomas Wolfe. Belas 1: 16h30 Net Ponteio 4: 16h50

OUIJA – ORIGEM DO MAL (Ouija: Origin of Evil, EUA, 2016, 1h30, 14 anos) Dir. Mike Flanagan. Com Annalise Basso,

Elizabeth Reaser, Lulu Wilson. Quando Doris usa o tabuleiro de Ouija da mãe golpista para se comunicar com o falecido pai, acaba liberando uma série de seres malignos que se apoderam de seu corpo e ameaçam todos ao redor. Big Shopping 2: 18h40 e 20h50 (*) Betim 3: 18h50 (*) BH Shopping 7: 19h30, 22h15 Boulevard 4: 14h20, 16h20, 21h Cidade 5: 18h30, 20h30 (*) Contagem 8: 14h, 16h10, 18h20, 20h30 (*) Del Rey 5: 14h30, 19h (*) Estação 4: 22h (*) Itaú Power 2: 14h50, 16h50, 18h50, 20h50 (*) Minas 5: 14h40, 16h40, 18h40, 20h40 (*) Monte Carmo 1: 19h, 21h (*) Pampulha 2: 19h (*)

Paragem 3: 19h, 21h (*) Partage Shopping Betim 2: 19h10, 21h50 (*) Pátio Savassi 2: 18h40, 21h Pátio Savassi 4: 13h30 Via Shopping 2: 19h, 21h (*) (*) Sessões dubladas

O SHAOLIN DO SERTÃO (Brasil, 2016, 1h40, 12 anos) Dir. Halder Gomes. Com Bruna Hamú, Edmilson Filho, Fábio Goulart. Nos anos 1980, Aluiso Li vê sua chance de ouro para realizar o sonho de se tornar um mestre das artes marciais quando um lutador de vale-tudo desafia os valentões de sua cidade, no interior do Ceará. Cidade 1: 14h15, 16h210 Diamond 5: 14h, 16h30 Pátio Savassi 4: 13h10, 15h30


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CINEMA Lumiar e o gênero no cinema Em cena, no cinema ou na TV, o papel da mulher continua predominantemente preso a clichês, exigindo estreito padrão de beleza em personagens secundários e/ou tradicionais. A representação viciada e distante do que se vê nas ruas talvez encontre explicação em quem dirige a ação: nas grandes produções nacionais, diretoras ainda formam considerável minoria. Consciente da urgência em pensar o lugar da mulher no cinema e sintonizado com o que se diz nos corredores das universidades, o Lumiar – Festival Interamericano de Cinema Universitário chega, na próxima sexta-feira (4), à sua terceira edição abarcando mostras competitivas, retrospectivas, oficinas e palestras. Alex de Bessas (*)

Gratuito e aberto ao público, o Lumiar quer ser “uma janela para os estudantes universitários, aproximando o espectador deste tipo de produção cinematográfica”, explica Mariana Mól, coordenadora e produtora do festival. Ela lembra que neste ano foram inscritos 248 curta-metragens de diferentes países da América e regiões do Brasil. Deste montante, foram selecionados, para a competitiva, 37 curtas, de sete países: Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Cuba, México e Estados Unidos. Os vencedores serão anunciados no último dia do evento. “O caminho para chegar ao tema ‘Mulheres no Cinema’ foi algo muito natural para a gente. Tem tudo a ver com o que se diz hoje não só na universidade, mas também na rua, nas cidades”, comenta Mariana, informando que, embora esse seja o eixo temático, não foi crité-

rio de seleção da mostra competitiva. “A competitiva é mais ampla, não tem um tema. Apesar disso, apareceram filmes que traziam a questão do gênero com muita força, o que mostra que nossa preocupação, enquanto temática, não está distante do que se produz em outros lugares”, analisa. A relação cinema e mulhe-

res foi o eixo sobre o qual Carla Maia, ensaísta e pesquisadora de cinema, se debruçou em sua tese de doutorado, defendida em 2015. Ela acredita que é fundamental que esse debate continue. “Os festivais têm papel importante na hora de revelar mulheres realizadoras do cinema”, aponta. Carla indica que a presença feminina passou a ser FOTOS DIVULGAÇÃO

“Estado Itinerante” é um dos curtas que abrirão festival

maior atrás das câmeras a partir da dita retomada do cinema no Brasil, processo iniciado em 1995. No entanto, “a participação da mulher ainda é muito tímida. Há muito a fazer no Brasil neste sentido”, conclui. Na percepção de boa parte dos brasileiros, os papéis femininos ainda estão presos a clichês. Divulgada neste ano, pesquisa do Instituto Geena Davis e Gallup indica que 73% da população acredita que personagens femininas são hipersexualizadas, seja na TV ou no cinema, e 69% notam que elas normalmente ocupam posições tradicionais. Se no lugar da representação a brasileira ocupa papel secundário, a situação se repete ao verificar a presença de diretoras. Segundo análises do Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual (OCA), dos 114 longas lançados no país em 2014, 99 (86,8%) foram diri-

gidos por homens, 11 (9,6%) por mulheres e quatro (3,5%) tiveram direção mista. Além da mostra competitiva e dos debates e palestras, a programação ainda traz retrospectiva dos jovens cineastas paulistas Juliana Rojas e Marco Dutra, a mostra Panorama UNA, com produções dos alunos do curso de Cinema do Centro Universitário UNA, e uma seleção de filmes realizados na Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV), de Cuba, em comemoração aos seus 30 anos.

3º Festival >Interamericano de Cinema Universitário

Cine Humberto Mauro (Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro), Campus Liberdade (Rua da Bahia, 1764, Lourdes) e no auditório do Campus Liberdade II / ICBEU (R. da Bahia, 1723 – Centro). De 4 a 10 de novembro. Gratuito. Confira programação completa no site lumiarfestival. wordpress.com/programacao.

DESTAQUES DO LUMIAR

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“Eu, Samylly Vellaske” Do paulista Rodrigo Lara, filme discorre sobre relacionamento de uma drag queen com sua família e a do namorado. Participa da competitiva na segunda (7)

em cartaz (continuação) PETS – A VIDA SECRETA DOS BICHOS (*) (The Secret Life of Pets, EUA, 2016, 1h30, livre) Dir. Yarrow Cheney, Chris Renaud. Quando sua dona traz para casa o cão Duke, o cachorro Max não gosta nada. Mas eles deixarão as divergências de lado quando vão para a carrocinha. Via Shopping 3: 14h, 16h10 (*) Sessões dubladas

ROMANCE À FRANCESA (Caprice, França, 2016, 1h40, 12 anos) Dir. Emmanuel Mouret. Com Virginie Efira, Anaïs Demoustier, Laurent Stocker. Professor conquista o coração de famosa atriz. Mas, em seguida, ele encontra uma jovem que não se importa em ser amante dele. Net Ponteio 4: 19h, 21h20

SETE HOMENS E UM DESTINO (The Magnificent Seven, EUA, 2016, 2h13, 14 anos) Dir. Antoine Fuqua. Com Denzel Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke. Sam Chisolm reúne um grupo especialistas para contra-atacar os bandidos que atacam pequeno vilarejo. Boulevard 4: 18h20

TÔ RYCA (Brasil, 2016, 1h48, 12 anos) Dir. Pedro Antonio. Com Samantha Schmütz, Katiuscia Canoro, Marcelo Adnet.

Selminha é uma frentista que precisa gastar R$ 30 milhões em 30 dias para receber uma herança de família. Cidade 1: 18h30, 20h40 Contagem 7: 19h, 21h Del Rey 7: 18h50, 21h Itaú Power 1: 19h, 21h Minas 6: 20h50 Monte Carmo 3: 18h30, 20h30 Paragem 4: 20h30 Partage Shopping Betim 2: 14h, 16h40 Via Shopping 5: 20h50

clássicos da Disney OS INCRÍVEIS (*) (The Incredibles, EUA, 2004, 1h55, livre) Dir. Brad Bird. A história conta as aventuras de uma família de ex-super-heróis redescobrindo a verdadeira origem de seus poderes: sua união. BH Shopping 3: 11h30 Diamond 2: 11h10 Partage Shopping Betim 3: 12h30 Pátio Savassi 7: 11h15

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“Ingrid” Do mineiro Maick Hannder, narra a relação de uma mulher transexual com o corpo. Vencedor do prêmio SescTV, o filme participa da mostra competitiva no sábado (5).

“La Canción del Abuelo” Do mexicano Carlos Alcazar, traz a história de um camponês que enfrenta o despejo ao lado da única neta. Será exibido na competitiva, segunda-feira (7).

Cinema. Neste sábado (29) 13h “Brooklyn”, de Pascal Tessaud. 15h “Artémis, Coeur d’Artichaut”, de Hubert Viel. 17h Curtas em Competição – Sessão 3 “Harmonies”, de Eurydice Calméjane; “Soleil”, de Sonia Joubert; “Feuilles de printemps”, de Stéphane Ly-Cuong; “Séparation”, de Sylvie Audcoeur; “Beau Rivage”, de Mathilde Fénétrier; “Cadillac”, de Pauline Roque. 19h Curtas em Competição - Sessão 4 “Cassandre”, de Joffrey Renambatz; “Maman(s)”, de Maïmouna Doucouré; “Le phénomène de Raynaud”, de Lionel Nakache; “Ennemis intérieurs”, de Sélim Azzazi; “La nuit, tous les chats sont roses”, de Guillaume Renusson. Debate após a sessão. Domingo (30) Repetição do curtas vencedores, às 18h e

18h “ET - O Extraterrestre” Dir. Steven Spielberg (EUA, 1982, 2h01) 20h15 “O Clube dos Cinco” Dir John Hughes. (EUA, 1985, 1h37) Segunda (31) 17h “De volta para o Futuro” Dir. Robert Zemeckis (EUA, 1985, 2h) 19h15 “Os Intocáveis” Dir. Briam De Palma (EUA, 1987, 2h) 21h15 “Scarface” Dir. Briam De Palma” (EUA, 1983, 2h50) Terça (1) 17h “De Volta para o Futuro 2” Dir. Robert Zemeckis (EUA, 1989, 1h48) 19h “O Exterminador do Futuro” Dir. James Cameron (EUA, 1985, 1h48) 21h “Império do Sol” Dir. Steven Spielberg (EUA, 1987, 2h34) Quarta (2) 17h “De Volta para o Futuro 3” Dir. Robert Zemeckis (EUA, 1990, 1h59) 19h “O Clube dos Cinco” Dir John Hughes. (EUA, 1985, 1h37) 21h “O Exterminador do Futuro” Dir. James Cameron (EUA, 1985, 1h48) Sexta (4) 15h “O Clube dos Cinco” Dir John Hughes. (EUA, 1985, 1h37) 17h “Os Intocáveis” Dir. Briam De Palma (EUA, 1987, 2h) 19h15 “ET - O Extraterrestre” Dir. Steven Spielberg (EUA, 1982, 2h01) 21h30 “Império do Sol” Dir. Steven Spielberg (EUA, 1987, 2h34) (*) Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 1570, centro). Entrada R$ 10 (inteira)

20h. (*) Cine Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Entrada gratuita

CLÁSSICOS ANOS 80 (*) A mostra relembra grandes clássicos de Hollywood dos anos 1980. Filmes, atuações e direções premiadas voltam à telona para temporada no Cine Theatro Brasil. Neste sábado (29) 16h “De volta para o Futuro” Dir. Robert Zemeckis (EUA, 1985, 2h) 18h15 “De Volta para o Futuro 2” Dir. Robert Zemeckis (EUA, 1989, 1h48) 20h15 “De Volta para o Futuro 3” Dir. Robert Zemeckis (EUA, 1990, 1h59) Domingo (30) 16h “História Sem Fim” Dir Wolfgang Petersen (EUA/Alemanha, 1984, 2h10) DIVULGAÇÃO

(*) Sessões dubladas

mostras

CINECLUBE FRANCÓFANO (*)

FESTIFRANCE (*) O FESTiFRANCE Brasil é uma mostra competitiva de cinema francês em Belo Horizonte que acontece em parceria com o Sesc Palladium. O evento é destinado a profissionais e amantes do

“História sem Fim” é um dos destaques de mostra

Ediçãol do cineclube ocorre no último sábado do mês apresenta obras audiovisuais de países de língua francesa. Neste sábado (29) 14h “Lola, a Flor Proibida”, de Jacques

Demy (Lola, FRA, 1961,1h30). Sessão comentada (*) Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3237-7400). A entrada deve ser retirada 30 minutos antes da sessão.

MOSTRA ÉBERSON MARTINS (*) Neste sábado (29) 17h Curtas: “Bomb Movie”; “Prelúdio”; “Não pise no Anjo Azul” e “Soap”.

CINEMA FALADO COM GERALDO VELOSO (*) 19h Tiradentes (Brasil, 1999, 1h15, 16 anos) Direção: Oswaldo Caldeira. Uma visão anticonvencional sobre a Inconfidência Mineira. MIS Cine Santa Tereza. (rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza, 3277-4699). Entrada gratuita

O CINEMA DE BH (*) A mostra reúne obras de cineastas da capital e as relações com o audiovisual na cidade. Quarta (2) 20h30 'Reconciliação' (Brasil/MG, 2016, 21 min), de Álvaro Andrade; 'Kappa Crucis'(Brasil/ MG, 2016, 22 min), de João Borges, “Estado Itinerante” (Brasil/ MG, 2016, 25 min), de Ana Carolina Soares, Cine 104 (pça. Ruy Barbosa, 104, centro). A entrada é gratuita e os ingressos devem ser retirados 30 minutos antes da sessão


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Paulo Bressane bressane@otempo.com.br CLAUDIO CUNHA/DIVULGAÇÃO

Além do teto stava conversando sobre a crise com um conhecido, dono de uma loja de materiais de construção e, em certo momento, ele disse que sentiu uma leve melhora em suas vendas, no que completei dizendo que o mercado ficaria mais confiante caso a PEC 241 seja aprovada. Foi o bastante para um desconhecido ao lado se intrometer na conversa: “Você está enganado, esta PEC é um grande atraso, ela é fascista

E

entre a gente

e já tem gente pedindo que os estudantes comecem a dedar quem são os líderes dos movimentos...” Tentei começar uma argumentação: Acho que não é bem assim meu amigo, a PEC é uma medida que visa estancar os gastos públicos... Sem querer me ouvir, o cara, já com um de tom de voz elevado, começou a dizer que não morre de amores pelo PT, mas que este governo quer acabar com nossa liberdade... que são todos fascistas..., que vamos nos arrepender...

FICOU CLARO, devido ao palavrólio exaltado e inconsistente, que o cara tem uma visão de esquerda fortemente enraizada, e que para ele – caso não começasse a concordar com seu discurso – eu também seria um tremendo fascista, um canalha antiprogressista que luta contra o bem do coletivismo revolucionário, por isso me calei e deixei que terminasse seu desabafo sozinho. Engraçado foi o comentário do meu conhecido: “Esse cara deve estar com o medicamento vencido”. Discussões à parte, o fato é que a redução dos gastos públicos é absolutamente essencial para a sobrevivência do país, e não me venham com esquerdismos distorcidos dizendo que a medida é para privilegiar as elites e o grande capital, que não querem financiar os serviços públicos.

Vilma Alimentos 6 Aesteve presente na Su-

Food Show No stand da Vilma Alimentos, a presidente Patrícia Costa e o diretor comercial Thiago Costa

“

O livre mercado precisa respirar para conseguir gerar empregos melhores

EXISTEM CONTROVÉRSIAS SOBRE O TETO, o que é democrático, e sabemos que por si só ele não será a salvação do país, porém, é um primeiro passo para evitar uma hecatombe fiscal e voltarmos a crescer. Os serviços públicos são imprescindíveis, mas o caminho do equilíbrio aponta para a redução e a eficiência dos gastos na máquina pública, e a PEC 241 pode começar a virar este jogo que nos é imputado pelo Estado predatório, obrigando-o a enfrentar as consequências irresponsáveis de seus próprios atos. O livre mercado precisa respirar para conseguir gerar empregos melhores e, por consequência, diminuir a desigualdade social, a salvação do país vira quando conseguirmos suplantar o teto, e levá-lo além de ideologias de esquerda ou direita, portanto, é hora de buscar resultados e levantar bandeiras contra os abusos daqueles que exploram a economia produtiva.

perminas Food Show – a maior feira de negócios de MG – apresentando seu mais recente lançamento: A linha de biscoitos Vilma, que alia tradição, qualidade e um preço que cabe no bolso do consumidor. O lançamento marca a entrada da empresa em um novo segmento, ampliando seu mix de produtos que já inclui massas, farinhas, refrescos em pó, misturas para bolo, temperos, molhos e especiarias, dentre outros. presença na 6 Outra Superminas foi a Pif Paf

Alimentos. No estande, foram apresentadas a linha completa de produtos da companhia, incluindo os sucos Tial. Entre os lançamentos: os anéis de cebola, os novos salgados da linha Ladelli e a linha Tá Fácil, com cortes congelados e temperados de peito, coxa, sobrecoxa, coxinha da asa de frango e o lombo suíno.


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estilo SEE NOW, BUY NOW>São Paulo Fashion Week se desapega da estação e faz moda para consumidor

É tudo pra já! Em tempos de imediatismo, nada se pode esperar.Nemmesmo da moda. Por conta disso, o São Paulo Fashion Week, que aconteceu entre os dias 23 e 28 de outubro, também esteve em transformação, e a temporada desapegou-setotalmentede estação do ano, só para começar. Não foi, portanto, uma ediçãoatreladaa temperaturas de verão ou inverno – um pouco difícil, em se tratandode Brasil. Por esse motivo, o evento adicionou o prefixo “TRANS” a seu nome, traduzindo o que seria um período de transição. A semana de moda paulista também foi a primeira do Brasil a adotar o conceito quejá vem ecoandono mundo fashion, o “see now, buy now” (“veja agora, compre agora”), que alinha a passarela de acordo com o desejo do consumidor. Ou seja, coleções sem definição por estação e venda das peças logo depois do desfile, modelo já visto nas semanas de moda internacionais. Na realidade, cada marca, então, adotou um método próprio de apresentar suacoleção, comouma espécie de adaptação à pressão do mercado antes de 2017 – ano em que, oficialmente, o novo formato vai ser instaurado, e os desfiles passam a acontecer em março e agosto. Por isso, a passarela ficou dividida: de um lado, algumas marcas já anunciaram adesão ao esquema, como a Animale, que abriu o lineup no último domingo vendendotodososlooks-conceito da marca na rua Oscar Freire, em São Paulo. A Lilly Sarti disponibilizou nas prateleiras visuais todos os looks desfilados na passarela, assim como a Lolitta, que também colocou as peças nas lojas da capital mineira no mesmo dia do desfile. Já a Ratier disponibilizou para a venda no próprio backstage parte do acervo desfilado após a apresentação. Outras grifes, como Osklen, À La Garçonne e Água de Coco, aceleraram um pouco a produção e se organizaram para que as peças cheguem às lojas em mea-

ZE TAKAHASHI / FOTOSITE

ZE TAKAHASHI / FOTOSITE

Lorena K. Martins

À La Garçonne apostou no sport chique revisitado

Representatividade no plus size na LAB

ZE TAKAHASHI / FOTOSITE

MARCELO SOUBHIA / FOTOSITE

ZE TAKAHASHI / FOTOSITE

O retorno da calça “cenoura” no desfile de Vitorino Campos

dos de novembro e dezembro – ainda neste ano! TENDÊNCIAS Mas, mesmo com o intervalo curto entre desfile e arara, houve espaço (ainda bem) paraexcelentesprocessos criativos, como o slow fashion de Fernanda Yamamoto, que deu seu recado ao apresentar uma coleção pequena – apenas 20 looks –, sem velocidadede produção empeças artesanaise aproveitamentode tecidos. A moda urbana da LAB, empreitada do artista Emicidaedeseu irmãoEvandroFióti, estreou na passarela com

boas doses de representatividade com um casting diverso – ponto para os tamanhos das peças, que vão até o G5. A medalha de ouro ficou para Ronaldo Fraga, que levou seu desfile-manifesto com todas as modelos trans na passarela. A coleção, composta em sua maioria por vestidos de shapes largos, estava lá, mas não ia fazer tanto sentido se não tivesse vestido os corpos das transexuais – a maioria estreante da passarela. Confira, a seguir, algumas das tendências exibidas nas passarelas as quais você terá chances reais de usar nas ruas.

O veludo molhado também retoma para o armário. O tecido ressurgiu no desfile da Iódice

Vestidos inspirados nos anos 20 na passarela do Ronaldo Fraga, que levou modelos trans para a passarela


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FOTOS ZE TAKAHASHI / FOTOSITE

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DESTAQUES now, buy now O modelo 6 See open boot com salto grosso alto

AREZZO/DIVULGAÇÃO

foi feito com o mesmo couro usado nas roupas da Patrícia Viera. Após o desfile, 30 unidades foram comercializadas imediatamente na Flagship Store da Arezzo no shopping Iguatemi, em São Paulo, a R$ 359 cada.

“Bad Hair Day” Insistindo na be6 leza natural, essa edição do even-

Peça boudoir à mostra com o corset por cima da camisa, aposta da Osklen

Amarrações nas roupas e chinelos nos pés são destaques na Lolitta

to priorizou os fios cada vez mais desalinhados e com frizz. Pegada de cabelo despenteado propositalmente no desfile da A. Brand. Se for aderir ao trend, pode forjar o efeito, combinado?

MARCELO SOUBHIA / FOTOSITE

Na Gloria Coelho, assimetria + bolsa crossbody = bola da vez!

Adote no armário a bota 6 It-peça de cano médio, bem anos 60. Rei-

Decote que deixa os ombros em evidência e fluidez na Lilly Sarti

Roupas que vêm com cara de conforto no desfile da Fernanda Yamamoto

Amir Slama mostra o retorno do asadelta na moda praia, bem anos 80

MARCELO SOUBHIA/ FOTOSITE

nou absoluta nesta temporada, como nos desfiles de Animale e de Reinaldo Lourenço. Combine, sem erro, com cintura alta e gola rolê.

da temporada Pele super6 Beleza hidratada, olheiras e manchas cor-

MARCELO SOUBHIA/FOTOSITE

rigidas e muito brilho! Abuse do iluminador nas têmporas e combine glitter nos olhos e gloss na boca. Dica para não errar? Faça delineador gatinho com glitter e invista no prata e no rosa – forte dos anos 80, como mostrou a Animale.

Print de abacaxi como tendência absoluta da Água de Coco

Sensualidade na medida com recortes, tudo em couro, da Patrícia Viera

A parka foi nomeada como a it-peça! Aposte na estampada da A. Brand


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VITRINE

Salada de frutas Hoje é dia de feira

Apple Uma boa 6 Big maneira de aderir à tendência é começar pelos acessórios, como estes brincos de maçã Quanto R$ 70 Onde Ion Acessórios (31) 3464-9232

Frutasconferemumclima tropicalistaaoarmárioetambém repaginamohomedécor Requentando a tendência vista em 2011, as frutas tropicais voltaram de vez para estampar várias peças. Diversas marcas apostaram no print ou no formato das frutas para seus produtos. E tem para todos os gostos: misturadas com outras padronagens de estampas ou em brincos em formatos quase que reais. Ah, e vale também o aroma das frutas nos cosméticos. Se for aderir à feira, vá de abacaxi logo para não errar – ele tornou-se queridinho da estação. Dentro de casa, o toque frutífero brinca com uma estética divertida e, o melhor, pode enfeitar além da cozinha. Inspirações a seguir. Lorena K. Martins

confortável Seu pet vai 6 Fruta amar dormir nessa caminha da

Woof Classic, que tal? Quanto R$ 700 Onde AuAu Patinhas (31) 99422-5221

abacaxi O rei das fru6 Piuí tas invade até o décor da casa. Boa pedida para ares tropicais, que tal? Quanto R$ 250 Onde www.loja.lcprints.com.br

FOTOS DIVULGAÇÃO

Ouse na hora de ir à 6 Bananada praia com essa canga de estam-

pa de banana Quanto R$ 70 Onde www.55canga.com o bagaço Para as aspiran6 Até tes a Carmen Miranda, salto

com print de laranjas Quando R$ 335,90 Onde www.anzetutto.com.br Salada mista Mix de estampas com duas das maiores tendências da estação para as pequenas Quanto R$ 689 Onde Monnalisa (31) 2514-8741

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6 Pele bonita

é azedo, não! Almofa6 Não da de limão para decorar o

seu quarto Quanto R$ 79,90 Onde www.fom.com.br

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curtiria isso A divertida 6 Magali clutch de melancia da coleção “Tro-

picália”, da Isla, traz modelos handmade inspirados em frutas tropicais Quando R$ 645 Onde Isla Bolsas (31) 3291-6772

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crônica

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vida leve e r t a vez fui ao cinem a comminha filha e amigos. No recinto, eu, ela, os amigos e um bando de adolescentes para assistir à sequência de número 5 da série de suspense “Atividade Paranormal”. Meio que por acaso, fui parar ali, afinal, há alguns anos, tinha ido assistir ao primeiro da série, que prometia mundos e fundos em termos de terror e, sinceramente, uma barata em cima da pia assustava bem mais. Seja como for, aterrorizante ou não, cinema é sempre uma boa opção de entretenimento e diversão. E foi o que aconteceu naquela última sessão. Não necessariamente devido ao filme, mas ao que se sucedeu a ele. Não é que, na cena mais eletrizante, quando as luzes da casa fantasmagórica começaram a piscar e uma “morta-viva” estava a um passo de matar o namorado da vizinha de um garoto possuído, as luzes de emergência da sala de exibição começaram a piscar? Uau! Que marketing perfeito, pensei. Quem teve essa brilhante ideia de dar realismo à história? Justo no momento mais tenso do enredo? As luzes apagavam, acendiam, apagavam, acendiam, até se apagarem de vez. As luzes e o filme, diga-se de passagem. A gritaria foi geral. O

C

Laura Medioli laura@otempo.com.br

Os falsos e os verdadeiros fantasmas que, no início, pensávamos ser marketing terminou, na cabeça de muitos, como a sequência de um filme de terror. Ali, na escuridão, refazendo-se da tensão e do inesperado, a garotada começou a gritar. Assim que o susto passou, me diverti com os comentários e telefonemas hilários, do tipo: – Mãe, oh! Vou dormir na sua cama! – Ô mãe, se eu não chegar em casa, é porque eu morri no cinema. Ri muito. Se tivesse ido a uma comédia, não teria me divertido tanto. Sem sabermos o final da história, fomos convidados a nos retirar pela atendente, que, aos berros, avisava da porta: – O transformador do shopping estourou e não há prazo para que volte a funcionar... Peço que guardem seus tíquetes para que possam retornar outro dia. A chiadeira foi completa: uns porque se recusavam a sair, queriam ver o fim da história; outros porque queriam o dinheiro de volta; e outros, feito eu, porque se divertiam com a situação. Enfim, saímos. Não sei

como terminou o filme, mas que valeu a pena, valeu. Contando esse caso a uma amiga, ela me relembrou os momentos de pânico que vivenciou em longínqua fazenda na Nova Zelândia. Recémcasada, ela, junto com o marido, recebeu um convite para passarem, somente os dois, uma temporada na propriedade de um amigo de seu esposo, que havia falecido há alguns anos. Chegando lá, a casa, majestosa, destacava-se no meio do nada. O lugar era enorme e, segundo minha amiga, completamente ermo. Na hora de dormir, ela, com vícios de Brasil, trancou meticulosamente todas as portas e janelas, por mais que o esposo, neozelandês, dissesse não ser necessário, afinal, ladrões na Nova Zelândia eram que nem ETs: sabiam que eles existiam, mas ninguém nunca viu. Dormiram até serem despertos, altas horas da noite, por pesados passos no corredor. Sem entender o que era aquilo, minha amiga, já bastante tensa, ficou em silêncio. Os passos se aproxima-

vam, e o pânico começou a tomar conta de sua cabeça. De repente, cessaram bem próximos da porta. E, mais de repente ainda, a porta, que estava trancada, se abriu, batendo com força na parede. Ela, paralisada de medo, sequer teve forças para gritar. E escutou de seu marido: – Não se preocupe, é só o Peter! Quase morreu ao se dar conta de que o “Peter” era o

amigo, o tal antigo dono da casa, já falecido. Como imaginara, um sujeito alto e pesado. Sua viúva costumava dizer que ele, mesmo depois de morto, nunca deixou a fazenda. Pelo visto, tinha razão. O esposo de minha amiga, que até então não acreditava em espíritos, fantasmas ou coisas parecidas, mudou radicalmente de ideia. Mas não teve medo, dormiu após reverenciar o velho

companheiro. Enquanto ela, com os olhos arregalados, tentava compreender o ocorrido. Rezou até a manhã seguinte, quando, de malas prontas, intimou o marido a partirem de volta. E a estada, que seria de uma semana, durou uma única noite. Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO


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IDENTIDADE: RESIDÊNCIAS SÃO DECORADAS DE ACORDO COM PROFISSÃO DOS MORADORES CASAMIRADOR/DIVULGAÇÃO

Savassi moderna Um dos bairros mais tradicionais, culturais e charmosos de Belo Horizonte, a Savassi, na região Centro-Sul da capital, em breve receberá um inovador projeto arquitetônico residencial: o Casamirador. Com uma proposta moderna de lifestyle, antenada ao que há de mais novo no mercado imobiliário internacional, o edifício promete ser referência em sofisticação, estética, praticidade e sustentabilidade. De acordo com Leon Myssior, sócio da incorporadora responsável pelo empreendimento, o residencial surgiu de uma visão ampla e aberta ao novo, focada na exclusividade e no conforto. “O empreendimento nasceu de uma reflexão sobre o que a cidade precisava e merecia. Veio da vontade de fazermos uma capital com prédios inovadores. O arquiteto sempre viaja para ver prédios em outros Estados ou países e nós sempre víamos aqueles edifícios bacanas e nos perguntávamos: Renata Abritta

por que não tem isso aqui em Belo Horizonte?”, comenta. Para responder a esse questionamento, uma pesquisa foi encomendada para analisar a aceitação do mercado, e o resultado foi bastante otimista. “A pesquisa mostrou que tem público. Existe uma percepção e uma abertura a esse tipo de proposta. Há um senso comum de que os prédios atuais são pouco amistosos com o quarteirão e com o bairro, além de serem pouco estéticos”, destaca Myssior. E a prova da boa aceitação são os resultados obtidos em apenas um mês de lançamento: 50% das unidades já estão vendidas ou reservadas. “Os clientes podem conhecer o projeto em nossa galeria de arte localizada na Savassi (rua Inconfidentes, 900), mesmo local onde o prédio será erguido. O espaço é supernobre, a gente queria apresentar o empreendimento sem aquela pressão de venda, de forma leve e amigável, com arte, estabelecendo um vínculo com a Savassi. Os galeristas são arquitetos e designers de interiores treinados e antenados para falar sobre estilo de vida e sobre as exclusividades, em vez daquele papo cansativo de metros quadrados”, frisa Myssior (leia mais nas páginas 2 e 3).


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NOVO CONCEITO> Casamirador foi destaque no XIII Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa

Projeto de prédio exclusivo na Savassi recebe prêmio O Casamirador Savassi ainda está em fase de lançamento e vendas, mas seu conceito de edifício diferenciado e exclusivo, somado ao seu estilo e à sua proposta moderna, já lhe garantiu um importante reconhecimento: foi o primeiro colocado na categoria projeto residencial do XIII Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa. A premiação, realizada no Hotel Tivoli, em São Paulo, no último dia 18, é considerada a maior na área de arquitetura da Renata Abritta

América Latina. “Foi muito bom receber o prêmio, principalmente porque o públicoalvo são os arquitetos. Então, quando você é elogiado por um colega de trabalho, tem muito mais peso do que ser elogiado por um leigo, pois são especialistas que notaram o valor do seu projeto”, afirma Gisele Borges, arquiteta responsável pelo empreendimento da Myssior A+U+G Arquitetura, Urbanismo e Gerenciamento. Segundo ela, o concurso teve grande visibilidade e participação popular. “Esse prêmio tem como foco premiar várias categorias de arquitetura. Tanto o projeto

quanto a obra podem ser inscritos, e essa foi a primeira vez que teve um quórum tão alto. Foram 1.400 projetos inscritos e analisados por um júri técnico formado por arquitetos de renome nacional. Também houve votação popular com 23 mil votos online”, conta Gisele. A arquiteta destaca que projetar um empreendimento tão ousado foi uma grande oportunidade. “Poucas vezes nós conseguimos projetar algo tão inovador. A Casamirador me deu essa liberdade e incentivou que a gente projetasse ‘fora da caixa’. Então, tivemos liberdade de conceber o projeto, e ser pre-

miado por isso foi a nossa coroação”, frisa a profissional. EXCLUSIVO As obras do residencial vão começar em abril de 2017 e a previsão de entrega é outubro de 2018. Serão 38 unidades com projetos únicos e divididas em quatro tipos: casas, lofts, estúdios e cobertura duplex. O edifício contará com revestimento em chapas perfuradas de aço corten, portaria blindada, vagas para carro híbrido, bicicletário, lavanderia americana, vídeo fone instalado em todas as unidades e na portaria, além de fechaduras e elevadores com leitor bio-

métrico. Além de Gisele, outros três profissionais assinam a arquitetura de interiores do edifício: Lena Pinheiro, Cristiano Sá Motta e Isabela Vecci. Na Casamirador Galeria, quatro projetos decorados podem ser visitados pelos interessados. “Os interessados podem participar de um passeio virtual pelo prédio e pelas unidades decoradas com óculos 3D. É uma verdadeira imersão ao que será o edifício. A sensação é de andar dentro do apartamento”, ressalta a arquiteta. SOHO A escolha pela região da

Savassi para receber o empreendimento se deu pela tradição do bairro, como explica Leon Myssior, sócio da incorporadora responsável. “A Savassi está para BH como o Soho está para Nova York: um bairro tradicional, com história, completo, charmoso, denso e palco da cultura, da arte, da gastronomia e da arquitetura mineira. Além disso, a Savassi é reconhecida como um dos melhores bairros da cidade, o que se traduz em percepção de valor agregado, demanda constante, valores de venda bastante altos e margens interessantes para o negócio imobiliário”, completa.

FOTOS CASAMIRADOR SAVASSI/DIVULGAÇÃO

Os apartamentos são voltados para quem busca um novo conceito de moradia e lifestyle

O prédio será construído na rua Inconfidentes, 900, na Savassi, região Centro-Sul de BH

Serão 38 unidades exclusivas divididas em casas, lofts, estúdios e cobertura duplex


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FOTOS: CASAMIRADOR SAVASSI/DIVULGAÇÃO

O conceito por trás da Casamirador reúne arquitetura, design, sofisticação e exclusividade

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Na Galeria Casamirador, é possível conhecer quatro projetos de unidades do edifício decorados por profissionais renomados

A Savassi está para BH como o Soho está para Nova York: um bairro tradicional, com história, charmoso, denso e palco da cultura, da arte, da gastronomia e da arquitetura

A meta é quebrar os paradigmas de arquitetura, oferecendo espaços mais arejados e projetos diferenciados Unidades oferecem praticidade e localização privilegiada

O conceito do residencial está sintonizado com a percepção do urbano, moderno, descolado e sustentável

As obras do residencial vão começar em abril de 2017 e a previsão de entrega é outubro de 2018

Assinam o projeto: Gisele Borges, Lena Pinheiro, Cristiano Sá Motta e Isabela Vecci


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IDENTIDADE> Com a orientação de especialistas, é possível criar projetos com a cara do morador FOTOS: OSVALDO CASTRO/DIVULGAÇÃO

O amor pela profissão na decoração É c o mum encontramos pessoas que buscam dar à sua casa uma identidade parecida com a de sua formação profissional. A designer de interiores Cátia Maiello e a arquiteta Cláudia Aragão, sóciasproprietárias do escritório Casatelier, conhecem bem esse tipo de público e sabem como transformar o perfil desses clientes em um projeto lindo e com a cara de cada um. De acordo com as profissionais, cada projeto tem sua peculiaridade. Em dois apartamentos que elas criaram, um para um casal de jornalistas e outro para um publicitário, o lado criativo e descontraído que envolve as pessoas formadas em humanas foram determinantes para o planejamento Renata Abritta

das casas. “Para esse tipo de público, em específico, é preciso ter criatividade, aconchego, alegria, conforto, personalidade e descontração”, contam. CORES Nesses dois projetos, a utilização de cores está bastante presente e evidente. Cátia e Cláudia explicam como inserir o maximalismo em suas criações, sem exagerar na dose. “Cada cor tem um significado e para cada ambiente é importante saber dosar para não sobrecarregar. Já nos objetos de decoração, podemos misturar um pouco mais. A presença de cores em uma casa tem a vantagem de trazer alegria, descontração e personalidade. As cores sempre impressionam e provocam algum tipo de emoção”, enaltece Cláudia. Além de proporcionar

vivacidade aos ambientes, outra especialidade das profissionais é fazer projetos dentro do orçamento dos clientes, fazendo com que, mais uma vez, a criatividade norteie a criação. “Procuramos fazer sempre um projeto que seja adaptável ao bolso do cliente. Temos vários parceiros e estamos sempre antenadas com o que acontece no mundo da decoração e arquitetura. Analisamos os dois fatores e corremos atrás do que melhor se adapte ao espaço, porém com muita criatividade e respeitando o briefing do cliente. Um projeto lindo exige mais da criatividade do que da grana. Procuramos ter um olhar para o que podemos aproveitar da casa do cliente e a partir daí sugerimos uma customização ou uma repaginação numa peça, por exemplo”, indicam.

Nesta casa de jornalistas, a decoração foi criada de acordo com o orçamento disponível

Aqui, as portas foram pintadas de branco, a mesa recebeu plotagem na cor laranja e as cadeiras ganharam novo estofamento

Com adereços certos, a casa fica a cara do morador

Neste projeto feito para um publicitário, as cores, a almofadas e os adornos divertidos demonstram a personalidade do morador

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Cada cor tem um significado e para cada ambiente é importante saber dosar para não sobrecarregar. Nos objetos, podemos misturar mais

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Um projeto lindo exige mais da criatividade do que da grana. Olhamos bem o que podemos aproveitar da casa do cliente


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shopping ZEN> Métodos são alternativas para equilibrar corpo e mente em meio à correria do dia a dia

Yoga e meditação FOTOS: LEO FONTES

O yoga traz uma série de benefícios para a saúde em geral

A meditação não é um ritual nem uma religião, mas uma prática universal que pode ser praticada por qualquer pessoa

Renata Atualmente, Abritta não é inco-

mum ouvirmos pessoas reclamando de quanto o tempo está passando rápido demais ou de como o dia não tem horas suficientes para concluir todas as tarefas. Também não é difícil perceber o aumento de pessoas deprimidas e distantes de si mesmas. Com um estilo de vida cada vez mais corrido, o estresse pode surgir caso não sejam tomadas medidas de prevenção. Neste cenário, o yoga e a meditação podem ser boas alternativas para equilibrar corpo e

alma, melhorando o bem-estar. “Ambos são valiosas tradições do oriente, caminhos abertos a quem deseja pacificar a mente, harmonizar as emoções, equilibrar o corpo e vislumbrar o mistério interior, buscamos o sentido profundo do yoga, que é o reencontro consigo mesmo”, afirma Marcus Ferreira, diretor do Instituto EntreSer, fundado em 2012 por ele e por Débora Nogueira. Segundo o especialista, além de propiciar esse encontro com a paz interior, o yoga tem diversos outros benefícios nos níveis físico e emocional. “Ele nos ajuda a man-

ter o corpo saudável, a prevenir enfermidades e gera autoconhecimento em relação ao nosso próprio corpo”, diz. Ele também cita como pontos positivos a redução de tensões musculares, ansiedades, insônia e depressão; a melhoria da circulação sanguínea, linfática e energética; o fortalecimento dos músculos de todo o corpo, gerando alongamento de músculos que não usamos no dia a dia; o aumento da capacidade de concentração e de clareza mental etc. RECONEXÃO Fonseca explica que a meditação também é uma alter-

nativa para reencontrar-se. “É uma forma de entrar em contato com a realidade, de nos reconectarmos ao ritmo natural da vida como um todo, um chamado para o reencontro consigo mesmo. A meditação verdadeira não pertence a nenhuma tradição, não é um ritual ou religião, pode ser praticada por todos. Ela é uma prática universal que oferece ao ser humano a oportunidade de abertura para a totalidade e o reconhecimento das coisas como elas realmente são”, explica. Ele frisa que a proposta do Instituto EntreSer é oferecer diversos profissionais que ajudam a melhorar a saú-

Os praticantes harmonizam emoções e equilibram o corpo

de e o autoconhecimento. “Nosso diferencial é reunir professores renomados e estarmos fundamentados nas grandes tradições da humanidade, que vislumbram o ser humano em sua totalidade. Criamos com felicidade nossa nova sede, uma casa aconchegante com horta, jardins de flores e ervas, espaço amplo para encontros e práticas integrativas, além de bastante silêncio, tranquilidade e segurança”, diz. O local pode ser definido como um refúgio de paz e integração bem no meio da urbanidade, no bairro São Bento, região Centro-Sul de Belo Horizonte. Segundo Fonse-

ca, é um espaço aberto à humanidade e ao cuidado integral com o ser humano. “Propomos um convite para resgatarmos nossa saúde física, psíquica, coletiva e espiritual em consonância com o ritmo da natureza. Através da milenar sabedoria do ayurveda – a medicina tradicional indiana – do yoga, da meditação, de outras filosofias e de práticas terapêuticas orientais e ocidentais, buscamos facilitar nosso reencontro com a paz interior”, afirma ele. Para saber mais sobre os serviços oferecidos pelo Instituto, acesse www.institutoentreser.com.br.


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IBEROSTAR/DIVULGAÇÃO

WDiamantina. Festival vai oferecer pratos da época dos escravos. Página 4 W Pelas piscinas. Maragogi e Porto de Galinhas têm muito em comum. Página 5 pampulha

W .

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“Sim” no paraíso

Destination wedding, que virou moda lá fora, caiu no gosto dos noivos brasileiros Páginas 6 a 11


W2 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 29 de outubro de 2016

paulo campos paulocampos@otempo.com.br

sala vip W

personagem da semana PAULO CAMPOS

Floripa nas quatro estações do ano O Floripa Convention & Visitors Bureau e o Sebrae de Santa Catarina promoveram o workshop “Floripa nas quatro estações”, no ho-

tel Max Savassi, para mostrar aos operadores e agentes de viagens os atrativos culturais, gastronômicos, esportivos, de lazer e eventos

da capital catarinense. Segundo Marco Aurélio Floriani, presidente do Floripa Convention, a capacitação é uma oportunidade para que

o mercado de outros Estados conheça um pouco mais sobre as atividades turísticas ofertadas durante todo o ano. FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

Ronnie Correa,

diretor geral da Abreu no Brasil, fala da responsabilidade de comandar no país a mais antiga operadora do mundo e dos desafios de oferecer produtos de qualidade para manter os clientes fiéis à marca

Para você, o que significa fazer parte da equipe da Abreu, a mais antiga operadora de turismo do mundo?

Para além do orgulho, sinto uma responsabilidade muito grande. É nosso dever manter a marca Abreu sendo merecedora da confiança de nossos clientes, e isso só é possível com muito trabalho e responsabilidade.

Marlu Simis, Rogério Lanza, Thaís Krebs (Floripa Convention), Francisca Franca (Majestic), Valéria Abreu, Eduardo Vansan e Washington Silva (Flytour) e Kariny Moura

Auditório do hotel Max Savassi recebeu os agentes e operadores para uma capacitação sobre o destino Florianópolis; destino catarinense já se prepara para o próximo verão

Como uma empresa com 176 anos consegue manter um padrão de qualidade por mais de um século e meio?

Só é possível manter a qualidade colocando o cliente em primeiro lugar. Ele é a razão da nossa existência, por isso temos que atendê-lo cada vez melhor, para atendê-lo sempre. Nós vivemos da fidelidade de nossos clientes, por isso não se pode perder o compromisso com a qualidade.

Além ser a melhor operadora para o destino Europa, o que a Abreu agregou a seu portfólio de produtos nos últimos anos?Na

Rodrigo Jardim, Thaís Krebs (Floripa Convention), Arhur Costa (Trend), Francisca Franca (Majestic Palace) e Kariny Moura

Da Flytour Viagens: Rogério Lanza, Valéria Abreu, Eduardo Vansan (gerente da operadora em Minas) e Washinghton Silva

verdade a Abreu sempre operou viagens para todo o mundo, entretanto, no Brasil, houve um hiato em que optamos por oferecer só Europa no mercado brasileiro. A partir de 2007, voltamos a alargar nosso leque de destinos e hoje podemos dizer novamente que “Com Abreu o mundo é seu”! Isso porque, além da Europa, agregamos EUA (onde temos escritório em Orlando), Canadá, América do Sul, Caribe, Ásia, África e Oriente Médio. Por último, há dois anos, lançamos o caderno “Turismo Nacional”, que já é um sucesso.

Todo operador afirma que o turista brasileiro é muito diferente do de outros países. O que o brasileiro procura na hora de viajar?

O brasileiro procura conforto e localização, no que diz respeito à hotelaria, para turistas mais experientes que se aventuram sozinhos. Já para os que gostam de viagens em grupo, para além do conforto e da localização dos hotéis, conta muito o tipo de assistência, ou seja, um acompanhamento de guia falando português é fundamental, os serviços incluídos etc. Não podemos esquecer que o cliente brasileiro hoje procura também preço. Isso não quer dizer que só compra viagens baratas, mas que exige uma boa relação custo-benefício.

Tânia Gomes (Saint Germain & Atrium Turismo), Bruno Bastos (WS Viagens) e Lilian Pires (operadora Greentours)

foto da semana W

JOE KLAMAR/AFP

Áustria. Desde 1633, a realeza austríaca repousa na Cripta Imperial em Viena, totalizando 149 corpos com sangue Habsburgo. A regra imperial era macabra: os corações eram enterrados em urnas de prata; intestinos em urnas de cobre e as partes restantes embalsamadas. Cidade austríaca de Sissi e Schubert também tem um lado nitidamente escuro e não apenas no Dia das Bruxas.

Regina Freitas (Ibiza), Gabriela Soares, Fernanda Fialho (ibiza) e Francisca Franca (Majestic Palace, de Florianópolis)

check in/check out W Premiação

Consulado

Pelo 11º ano consecutivo, a Brocker Turismo fará a entrega do Troféu Infinito às operadoras de turismo que mais comercializaram o destino Serra Gaúcha no último ano. O evento acontecerá no dia 4, no Bill Bar, em Gramdo.

Foi inaugurado no último dia 24 o Consulado Honorário de Portugal em Uberlândia, interior de Minas. Ele está funcionando no edifício Fraternidade (rua Santos Dumont, 562, centro) e visa fomentar os negócios entre Brasil e Portugal.

Rastreamento

Encerramento

A American Airlines lançou um sistema online gratuito de rastreamento em tempo real das malas, do check-in à esteira no aeroporto.

A Singapore Airlines (SIA) encerrou operações no Brasil no último dia 20, mas continua as vendas de bilhetes através da Aviareps.

Compartilhamento

A leilão

Gol e Aeromexico anunciam parceria para compartilhamento de voos a partir do dia 3 de novembro.

O hotel Ariaú Tower (AM) vai a leilão novamente. O lance mínimo é de R$ 13 milhões para a pagar dívida com a Petrobras.

A plataforma Abreu Online, do Grupo Abreu, cresceu 87% em relação a 2015. O grupo tem investido mais no online para enfrentar a concorrência das OTAs?

O nosso foco não é competir com as OTAs. Nosso investimento no online tem o objetivo de dar mais opções para nossos clientes na compra de produtos menos complexos (hotel + avião). Com a força do grupo, conseguimos preços competitivos em praticamente todas as regiões do mundo, o que nos torna uma opção natural para o cliente que confia na Abreu.

A Abreu oferece um portfólio de produtos de qualidade. Como é feita a escolha de seus fornecedores?

Tentamos escolher fornecedores que tenham uma filosofia parecida com a nossa, ou seja, atenção aos detalhes, respeito ao cliente e melhora constante da qualidade dos produtos que oferecem. Como somos uma empresa com muitos anos de estrada, não temos nenhum fornecedor muito recente em nosso portfólio.

Como a Abreu fez para driblar a crise econômica deste ano?

Muito trabalho, atenção aos custose diversificação de produtos.

No ranking de destinos, quais são nacionais e internacionais preferidos do turista brasileiro?

No Brasil, Gramado, Porto de Galinhas e Salvador. No exterior, Portugal, Rússia, Canadá, China, Japão, Dubai, Índia, Tailândia, Cancún, Perú e Chile.

A Abreu é hoje uma das operadoras com condições especiais para vender os produtos Disney no Brasil. Explique como isso funciona.

A Disney conta com poucos operadores com condições especiais de tarifas para hotéis e ingressos. No nosso caso, temos o acordo desde os Estados Unidos, em função de nosso escritório em Orlando, o que nos permite ter tarifas idênticas aos operadores Select no Brasil.

A Abreu está com alguma campanha para os agentes de viagens?

Temos uma campanha que está no segundo ano e com muito sucesso, Viagens Preciosas. Trata-se de uma campanha de pontos, com prêmios em três tipos de viagens (Portugal, Canadá e Orlando), de acordo com a posição que o agente ficou no ranking. A campanha deste ano termina no próximo dia 31. Teremos mais de 30 agências premiadas.


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Delícias do Alto Jequitinhonha Confira alguns dos pratos que participarão do evento

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Relicário Gastronomia

turismo W

Diamantina Gourmet

Preços dos pratos

Receitas com os

Variam entre R$ 25,90 a R$ 55

sabores e aromas do passado

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Restaurante Casa Real

FOTOS NÉLIO RODRIGUES/DIVULGAÇÃO

Prato Fitness do Chef, do restaurante Sushi Barroco

Frango da Vó Stela: Coxa e sobrecoxa ao molho pardo com cenoura branca, mostarda refogada, angu e arroz

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WWWW Deguste Dressing

Sabor do Quintal: Costela suína flambada na cachaça ao molho agridoce de rapadura, purê de mandioca ao alecrim, lascas de queijo de minas gratinado sobre cama de verduras da estação ao alho

Hospedagem (I) Pousada do Garimpo Preço: A partir de R$ 220 (individual) e R$ 278 (casal), dependendo da escolha da unidade. Confira outros preços de apartamentos Acesse pousadadogarimpo.com.br ou ligue (38) 3532-1040

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Brigaderie Bistrô

Livraria e Café Espaço B

Ouro da Terra: Risoto de canjiquinha e queijo do serro, cupim ao molho reduzido de rapadura e balsâmico em cama de ora-pro-nóbis salteado

Carne de Sol Real: Carne de sol grelhada em musseline de mandioca-baroa com molho pesto de rúcula e manjericão

Festival reúne nove restaurantes e duas pousadas emuma jornadagastronômica atéo dia 19de novembro; chefs vão criar pratos comingredienteslocais e recheá-los comhistórias que remontam à épocados escravos e daspedras preciosas Paulo Campos Que tal apreciar o belo patrimônio histórico e arquitetônico de Diamantina saboreando um autêntico prato da época dos escravos? Até o dia 19 de novembro, turistas e moradores da cidade histórica, no Alto Jequitinhonha, poderão conferir um pouco da cultura culinária da região no Diamantina Gourmet. O festival é uma oportunidade para reaquecer o turismo na região como também para os restaurantes exibirem aqualidade de suacozinha aos turistas. Neste ano, nove restaurantes da cidade vão ter a missão de criar receitas que remontam à época dos escravos e dos minerais preciosos, associando-as à contemporaneidade da gastronomia mineira. As receitas terão que ser exclusivas, e os restaurantes deverão utilizar ingredientes locais ou regionais. Durante os preparativos, os estabelecimentos participantes receberam a consultoria dos chefs Edson Puiati (Centro Universitário Una) e Flávio Tombino (Xapuri). Além da gastronomia, estão previstas programações culturais até o

dia 19. Na abertura, nos dias 5 e 6 de novembro, na praça do Mercado Velho, vão ocorrer workshops de culinária e apresentações culturais com artistas locais.

Como em todo o festival, o prato é preparado a quatro mãos, pelos chefs Vandeca e João Angelo, o que não deixa, segundo Mariana, de ser uma troca de experiências. A iguaria custará R$ 52.

Fillet à Patisserie: Casquinha de queijo do serro com iscas de filé, farofa de castanha, sorvete de queijo e calda de aceto balsâmico reduzido

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Al Árabe Café e Restaurante

Preferido de JK Os dois únicos restaurantes de pousada que participam do festival também esmeraram-se em oferecer uma síntese da culinária local. Mas ambos apenas em datas específicas. A Pousada do Garimpo, por exemplo, participa do evento apenas nos dias 1, 12 e 13 de novembro com o prato Frango Caipira Chic com Quiabo Contemporâneo. Trata-se de frango caipira recheado com cogumelos paris e requeijão de raspa, vestido com paletó de taioba e massa crocante, servido com suflé de milho-verde, quiabo e queijo do serro curado e legumes dourados no azeite extravirgem. A receita, conta Mariana Felício Pereira, proprietária da Pousada do Garimpo, é uma releitura um pouco mais sofisticada do Frango com Quiabo e Angu, o prato preferido do presidente Juscelino Kubitschek.

Café colonial Já a Pousada Relíquias do Tempo oferece Café Colonial Relíquias apenas nos dias 9 e 10 de novembro, das 19h às 21h, com venda de ingressos e reservas antecipadas. A ideia, segundo Juliana Couto Nascimento, filha da proprietária Carmen Nascimento, é se diferenciar dos demais participantes. “Como não somos um restaurante, vamos oferecer um bufê de quitutes mineiros”, comenta. Entre as delícias estão roscas, sequilhos, bolos, broas, chocolate quente, queimadinha, chás e sucos, além de alguns tipicamente mineiros como arroz-doce, mingau de fubá e o tradicional pão de queijo. O destaque, enfatiza Juliana, será o Pão de Cebola com Picadinho de Linguiça Mineira. O prato custará R$ 40.

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Acesse www.facebook.com/diamantinagourmet

Laban Immo: Laban é uma mistura de coalhada que é adicionada ao molho em que a carne é cozida. O prato de carne de carneiro é uma lembrança de casa para os libaneses e acompanha arroz sírio

Hospedagem (II) Relíquias do Tempo Preço: A partir de R$ 175 (individual) e R$ 255 (duplo) no Espaço Colonial, e a partir de R$ 230 (individual) e R$ R$ 350 (suíte) no Espaço Contemporâneo Inf.: (38) 3531-1627 ou reliquiasdotempo.com.br


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Férias

Doi s desti n os em um na Costa dos Corais Entenda as diferenças entre Porto de Galinhas (PE) eMaragogi (AL), praias que podem ser combinadasem umaúnica viagem; CVC tempacotes sob medida SALINA MARAGOGI/DIVULGAÇÃO

As galés de Maragogi são o atrativo do litoral alagoano que mais recebe visitantes a temporada de marés baixas

Da Redação Dois destinos nordestinos com muita coisa em comum, Porto de Galinhas e Maragogi exibem visual espetacular. Abençoados por águas transparentes e recifes de corais que formam piscinas naturais, são locais paradisíacos.Enquanto Porto de Galinhas, na costa pernambucana, tem mais fama e badalação, Maragogi, no litoral alagoano, oferece clima rústico e sereno. Porto de Galinhas é o nome do distrito e de sua praia principal, também chamada de “Praia da Vila”. É a mais concorrida da região, além de ser ponto de partida das jangadas que vão até as piscinas naturais. Outras praias nas redondezas são Muro Alto, Cupe, Macaraípe e Pontal de Macaraípe. Muro Alto, com resorts e ideal para crianças, está protegida por um longo recife. Cupe se destaca pelas ondas fortes, assim como Macaraípe. Pontal do Macaraípe, com acesso restrito, é um lugar tranquilo para curtir o sol. As praias de Maragogi impressionam pela beleza e pela transparência de suas águas. Os corais formam muitas piscinas naturais, também chamadas de “galés” – as principais são TaocaseBarraGrande,quetambém podem ser conhecidas em caminhadas no período de maré baixa. A praia principal, que tem o nome da cidade, é a maismovimentada, comvários bares e restaurantes ao longo da orla. A praia Peroba,jánadivisa comPernam-

buco, é outro destaque, com mar sereno. Em Xaréu, no período de maré baixa, você pode andar vários metros mar adentro e aproveitar um visual impressionante. Ponta de Mangue e Barra Grande também não podem ficar de fora de sua lista.

Quando ir Não é surpresa para ninguém que o verão oferece as melhores condições para se conhecerem os dois destinos. O sol e o calor, porém, nunca deixam o litoral nordestino por muito tempo, e isso garante temperaturas agradáveis o ano inteiro tanto em Maragogi quanto em Porto de Galinhas. Se você for a Maragogi, a recomendação é viajar na época mais seca do ano, entre os meses de outubro e janeiro, e optar por uma semana de maré baixa, que ocorre na lua cheia e na lua nova. Isso significa que você poderá curtir os melhores passeios nas galés. A dica vale também para Porto de Galinhas. Mas, se é agito o que procura, saiba que Porto fervilha de turistas entre dezembro e o período de Carnaval. A boa notícia é que, independentemente de sua escolha, é possível conhecer os dois destinos em uma mesma viagem. Você pode ir de Porto deGalinhasa Maragogi,ou vice-versa, e aproveitar as belezas naturais. A distância entre as duas cidades é de 100 km, e o trajeto [e feito em uma hora e meia pelo menos, em cada direção. Mas só vale a pena se você chegar entre uma a duas horas antes do nível mí-

nimo da maré baixa. Esse é o melhor período para visitar as piscinas naturais. Depois disso a água aumenta muito e fica mais turva.

Passeios A partir de Porto de Galinhas também é possível conhecer as capitais de Pernambuco e da Paraíba – respectivamente, Recife e João Pessoa –, além de Cabo de Santo Agostinho, a apenas 51 km de Porto de Galinhas. De Maragogi, você poderá dar uma esticadinha para Maceió, capital de Alagoas, e também Japaratinga.

Pacotes CVC PORTO DE GALINHAS Duração: 7 noites Saída: 13 de janeiro Preço: A partir de R$ 2.068 por pessoa em ap duplo Inclui: Bilhete aéreo, sete noites de hospedagem na pousada Radiante com café da manhã e traslado MARAGOGI Duração: 7 noites Saída: 14 de janeiro Preço: A partir de R$ 3.988 por pessoa em ap duplo Inclui: Passagem aérea, sete noites de hospedagem no hotel Praia Dourada Maragogi Park com meia-pensão e traslados Quem leva: CVC Informações e reservas: www.cvc.com.br/lojas


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Gramado

Começou o Natal Luz A 31ª edição do Natal Luz começou ontem e se encerra somente dia 15 de janeiro de 2017. Promovido pela Gramadotur, o evento tem sua importância econômico cultural beneficiada, entre outros motivos, pelo incremento com o turismo interno provocado pela alta do dólar. No ano passado, o Natal Luz atraiu cerca de 2 milhões de pessoas e visa repetir a marca ao longo de seus 80 dias de duração com a apresentação de vários espetáculos. Confira programação e venda de ingressos no site www.natalluzdegramado.com.br. CLEITON THIELE/DIVULGAÇAO

Paraíba

Réveillon das 1001 Noites Para o réveillon deste ano, o Mussulo Resort by Mantra Group, no litoral sul da Paraíba, está oferecendo pacote de sete noites (26/12 a 2/1) a partir de R$ 8.995, com o direito de hospedar duas crianças de até 12 anos sem custo adicional. Com a temática Réveillon 1001 Noites, a programação vai contar com ceia, show de pirotecnia, bandas, DJ e dança do ventre. O pacote all inclusive permite ao hóspede usufruir de comidas e bebidas à vontade. Acesse www.mussulobymantra. com.br ou ligue 4007-2788. MUSSULO/DIVULGAÇÃO

turismo

Destination wedding

Casar em paraísos é a tendência atual Cerimônias em castelos, praias e hotéispelo mundoafora são as novas apostasdos enlacesmatrimoniais Tânia Ramos

taniaramos@otempo.com.br

Uma belíssima praia ao pôr do sol é o cenário perfeito para o enlace matrimonial de alguns noivos; outros se deixam seduzir pela magia e pelo glamour de um castelo medieval, enquanto alguns casais só querem sair do formato tradicional, optando por uma cerimônia mais intimista em ambiente exclusivo, que pode ser hotel, pousada ou restaurante, longe de casa ou na própria cidade. Mas ainda há aqueles que, aventureiros, querem mesmo é se casar debaixo d’água. Tendência de longa data entre os famosos, a moda de casar em outra cidade ou em outro país está, cada vez mais, ganhando a adesão de casais comuns. Os motivos vão desde a busca dos noivos por uma cerimônia em um ambiente ligado à história do casal ou que atenda o seu ideal romântico até garantir uma celebração mais intimista, com poucos convidados, o que não seria possível na própria cidade dos noivos.

Trocar alianças em um destino turístico não implica, necessariamente, em busca de economia. Às vezes, o casal só quer enaltecer um gosto particular, como foi o caso de Samia Tolentino Dabien, a personal trainer mineira que, no último dia 13 de agosto, casou-se com Matheus Festa Faab, em Arraial d’Ajuda. “Eu e Matheus amamos praia, mar e natureza em geral e pensamos que, se fôssemos comemorar nosso casamento, teria que ser de uma forma que fizesse algum sentido para nós. Logo, que fosse leve, bonito e à vontade, como gostamos de ser”, disse. Enquanto a empresária Romara Conceição de Alencar Guerra, que se casará nesta segunda-feira em Cancún, levou em consideração os dois fatores: “Na verdade, queríamos nos casar em um local bonito, agradável e que nos emocionasse, assim como ter uma cerimônia mais intimista”, comentou, antes de embarcar para o México.

ARQUIVO PESSOAL

Romara e Guilherme em Cancún, onde se casam nesta segunda

VISIT BARBADOS/DIVULGAÇÃO

Agora, o sim

Gosto pessoal “Casar em outra localidadefiltraonúmerodeconvidados”,explicaodiretordemarketing da Honey Moon Casamento e Turismo, Fábio de Paula e Silva. O resultado, segundo ele, é uma economia de até 50% sobre os gastos da cerimônia. Ele exemplifica que, em 2013, intermediou a organização de um casamentonacidadedeSintra,emPortugal, que custouem torno de R$ 200 mil, com aéreo, três noites de hospedagem e traslados para todos os 80 convidados, além da cerimônia em si. “Se a festa tivesse sido em Belo Horizonte, as famílias nãoteriamdesembolsadomenos de R$ 400 mil”, assegura.

“O céu estava rosa, e o mar, azul. Foi tudo muito lindo, nunca sentimos algo tão forte, e, com certeza, o cenário perfeito ajudou para que fosse tão especial”, diz Samia

Em Barbados, casa-se em praias, campos de golfe ou antigas fazendas

Cancún. Em 2014, o casal Romara Conceição de Alencar Guerra, 25, e Guilherme Lucas da Mata Oliveira Silva, 27, de Belo Horizonte, estiveram no destino comemorando os dois primeiros anos de namoro. E, nesta segunda-feira, o Moon Palace Golf and Spa Resort Cancún recebe o enlace matrimonial deles, com 80 convidados, sendo 30 (os familiares mais próximos) bancados pelos noivos. “Nós escolhemos nos casar nesse resort pela possibilidade de ter a cerimônia religiosa tradicional numa capela e a recepção na areia”, explica Romara.


turismo

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HÉBER MAÇAL/DIVULGAÇÃO

Noiva relata do sonhar ao fazer a cerimônia acontecer

Samia e Matheus, com o belo mar de Arraial d’Ajuda como cenário

Em depoimento à reportagem dos jornais O TEMPO, Pampulha e SuperNotícia, a recémcasada Samia Tolentino Dabien resume sua saga da idealização até a cerimônia, no último dia 13 de agosto: “No início, ficamos apreensivos e pensamos até em desistir, pois sabíamos que poderia acontecer de alguém que amamos não poder ir. Mas, então, decidimos que nos casaríamos em alguma praia mesmo, afinal, era um sonho nosso. Em fevereiro, marcamos (ela e o então noivo Matheus Festa Faab) com Izabela Alves, do cerimonial, de passar um fim de semana em Arraial d’Ajuda para olhar tudo e nos encontrar com os fornecedores. Chegando lá, alugamos uma moto e, acredito, fomos em quase todas as pousadas em um dia, reunimos com os fornecedores, fizemos degustação de bufê e já fechamos quase tudo em dois dias.

As únicas coisas que contratamos em Belo Horizonte foram o vestido (Elianne Matos), as formas dos doces, os convites e alguns detalhes, como chápeus e leques para os convidados. Tudo foi do jeitinho que planejamos e imaginamos, amamos cada detalhe. A decoração estava linda, e o bufê, simplesmente perfeito. Foi um dia inesquecível, tanto para nós quanto para os 190 convidados que com-

pareceram à cerimônia. Um casamento na praia tem outra cara, as pessoas ficam mais felizes, mais à vontade, mais leves, fazendo com que cada minuto seja especial. Sem falar que passamos um fim de semana inteiro com as pessoas que mais amamos. Todos os familiares e amigos juntos em um fim de semana (feriado) na praia para curtir o nosso casamento. Isso não tem preço”. ARQUIVO PESSOAL

Preços Custo médio das cerimônias por destino, região, país ou continente: Caribe: Nos destinos caribenhos all inclusive de Cancún e Punta Cana, o custo das cerimônias pode variar de US$ 3.000 a US$ 13 mil. Las Vegas: Só os pacotes das capelas custam entre US$ 495 a US$ 825 (Graceland Chapel) ou US$ 733 a US$ 1.870 (Chapel of the Flowers). Europa: Como lá não tem tradição de decorações elaboradas como aqui, as cerimônias começam a partir de R$ 15 mil euros. Na França, só a locação do Castelo de Chantilly sai a 80 mil euros. Brasil: Os destinos mais procurados pelos mineiros são Trancoso e Arraial d’Ajuda, na Bahia, e Búzios, no Rio, gastando-se 50% menos do que na própria cidade dos noivos.


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turismo

Mônaco

Preferidos

Casamento subaquático

Destinos na mira dos noivos têm infraestrutura

Em se tratando de destination wedding, o principado de Mônaco (país do tamanho de 200 campos de futebol) traz a maior novidade: casamento subaquático, com direito a cerimônia religiosa, troca de alianças, beijo e champanhe. Se os noivos quiserem, podem até levar convidados. Promovida na praia Larvotto Beach, pelo recordista mundial de apneia Pierre Frolla, a cerimônia custa a partir de € 4.000, com quatro convidados, champanhe, recepção e vídeo. GREG LECOEUR/DIVULGAÇÃO

Com expertise em casamentos, redes hoteleiras do Caribeestão aptas a sediar da cerimônia básica à mais suntuosa;na Europa, os paláciosjá sãoum atrativo em si Tânia Ramos

taniaramos@otempo.com.br

Nessa onda de casamentos pé na areia – ou, no mínimo, com o mar como cenário –, dois “destination wedding” (“destinos de casamento”), fora do Brasil, figuram na lista de prediletos entre as noivas mineiras: Cancún, no México, e Punta Cana, na República Dominicana, ambos banhados pelo mar do Caribe. No Brasil, as escolhas são, normalmente, Trancoso ou Arraial d’Ajuda, em Porto Seguro, no

Sul da Bahia, ou Búzios e Angra dos Reis, na região dos Lagos, no Estado do Rio de Janeiro. Para aqueles que sonham com um casamento ao estilo Cinderela, a Europa é o endereço certo. Em destaque, aparece Portugal, com seus famosos castelos, como o de Sintra, que tem sido cenário para o enlace matrimonial de casais mineiros, concorda Fábio de Paula e Silva, diretor de marketing da Honey Moon, agência especializada em pacotes para casamentos fora da capital mineira.

A Itália é outro país europeu na mira dos nossos noivos, sobretudo a romântica Toscana – foi lá que, há dois anos, um casal de tradicionais famílias mineiras realizou suas bodas em um suntuoso palácio, com 26 convidados, todos bancados pelo noivo e pelo sogro dele, conta o empresário Bruno Vasconcelos. Ainda na Itália, a Costa Amalfitana, com suas belas cidades sobre as encostas do mar Mediterrâneo, é igualmente procurada para enlaces cinematográficos, além da cultural região do Vêneto.

Custo-benefício Quanto custa casar em outro país? Dependendo da logística da festa, pode sair bem mais em conta para os noivos, garantem os responsáveis pelo cerimonial. Na região do Caribe, por exemplo, onde a maioria dos países já se consagrou como destination wedding, o diferencial em termos de custo está nos resorts all inclusive. Como na hospedagem – independentemente de ser paga pelo anfitrião ou pelo convidado – já está incluída a alimentação, a cerimônia pode ter um custo bem baixo. Aliás, como a concorrência é grande, muitos resorts, como a rede Iberostar em Punta Cana, criaram um pacote free. Nele, o resort ofe-

Em Punta Cana, a rede Iberostar oferece pacote free de casamento, com decoração e serviços básicos para até dez convidados rece uma estrutura para casamentos com uma decoração básica e um menu definido pela própria rede hoteleira para até dez convidados, sem custo adicional. Agora, se o negócio for uma cerimônia de arromba, os detalhes são cobrados à parte, e o custo só aumenta. No Iberostar, há menu de gala por até US$ 58 por pessoa, enquanto um trio de músicos custa US$ 250 a hora. Porém, nada que venha a se comparar, dizem, com os preços praticados no Brasil. A vantagem de se casar na Europa, embora o alto câmbio do euro, é que lá não tem a tradição de decorações elaboradas como ocorre aqui, o que encarece bem a cerimônia, explica Bruno Vasconcelos, destacando que os próprios ambientes dos castelos já são suntuosos o bastante. Fábio de Paula só alerta para as diferenças culturais, tanto na escolha do cardápio como na postura durante a cerimônia na Europa.

Casamento em Punta Cana, com direito a um belo pôr do sol

Jantar. Com um clube de praia perfeito para cerimônias pé na areia, o Hotel Quinta do Porto ainda conta com ótimos ambientes fechados para as recepções FABRÍOCIO BRISOLA/DIVULGAÇÃO

O empresário Maurício Vasconcelos e a modelo Ramona Zanon se casaram em uma capela em São Miguel dos Milagres


turismo

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IBEROSTAR/DIVULGAÇÃO

Quem leva Agência: Honey Moon Casamento e Turismo Informações: (31) 3225-2375 e www.honeymoon.com.br Pacotes: Punta Cana (Rep. Dominicana) Preço: US$ 1.178 por pessoa em ap duplo + taxas de embarque Inclui: * Passagem aérea com saída e chegada de bhz * Traslados aeroporto/hotel/ aeroporto * Seis noites de hospedagem com all inclusive * Seguro de viagem Paris (França) Preço por pessoa: 1.070 euros + taxas de embarque Inclui: * Passagem aérea internacional * Traslados aeroporto/hotel/ HOTEL QUINTA DO PORTO/DIVULGAÇÃO

Cenário privilegiado dá um toque especial à cerimônia Para quem quer se casar com glamour e não abre mão de um pé na areia, mas sem ter que ir tão longe, Arraial d’Ajuda desponta como destino ideal. E o que é melhor: sem alarde, o balneário baiano criou uma infraestrutura capaz de montar cerimônias dignas de qualquer enlace no Caribe. Com cinco anos de know-how nesse segmento, o Hotel Quinta do Porto possui um clube de praia que é, hoje, um dos principais endereços de matrimônios em Arraial, com mais de 200 ca-

samentos no currículo, segundo a diretora comercial Alessandra Quaresma. Os casais que escolhem o hotel para suas cerimônias são, segundo ela, prioritariamente de Minas, mas noivas de outros Estados, como São Paulo, Rio de Janeiro e da própria Bahia, também têm optado por se casarem no Quinta do Porto.

Infraestrutura Com um amplo espaço de 5.000 m² à beira-mar, sendo 50 m de frente para a praia Ponta do Apaga-Fo-

go, o Quinta do Porto Hotel oferece “um casamento pé na areia em uma das praias mais bonitas do Nordeste, com preços a partir de R$ 50 mil”, destaca Alessandra, explicando que esse valor pode aumentar de acordo com o número de convidados e com as exigências dos noivos. “Aqui, realizamos de casamentos mais simples aos mais sofisticados. Por isso, temos um eficiente cerimonial, disposto a atender aos mínimos desejos das noivas”, conclui a diretora.

aeroporto * Seis noites de hospedagem em hotel categoria três estrelas superior com café da manhã * Seguro viagem Mendoza I(Argentina) Preço: US$ 998 + taxas por pessoa em DBL Inclui: * Passagem aérea com saída e chegada de bhz; * Seis noites de hospedagem no hotel selecionado com café da manhã e impostos hoteleiros; * Traslados de chegada e saída; * Jantar de boas-vindas (incluindo bebidas e vinho); * Passeio panorâmico pela cidade de Mendoza; * Calvagada com almoço em uma vinícola. Observação: Valores válidos para baixa temporada e sujeitos à alteração e à disponibilidade


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Capela

Milagres é novo point de enlace A Rota dos Milagres, no litoral norte de Alagoas, tem cenários paradisíacos, clima hospitaleiro, praias encantadoras e gastronomia saborosa. Agora, com a construção da primeira capela à beira-mar, a capela de Milagres (de arquitetura regional, com acabamento em taipa, pintura a cal e amplas janelas para admirar o mar), por iniciativa do empresário Mauricio Vasconcelos, São Miguel dos Milagres acaba de se tornar um cobiçado destination wedding. FABRICIO BRISOLA/DIVULGAÇÃO

Mauricio Vasconcelos e Romana

turismo

Cerimonial

Ajuda bem-vinda para promover a festa perfeita Na hora de se casar, é importante contrataruma empresaespecializada emprodução de casamentos,ainda maisse a cerimônia for longe de casa Tânia Ramos taniaramos@otempo.com.br

Do noivado e da definição da data até o momento do “sim”, no altar, uma tonelada de providências poderia soterrar as noivas. Daí a importância de o casal contratar uma empresa de cerimonial que possa cuidar de toda a organização do casamento e, assim, deixá-lo menos sobrecarregado. Quando o enlace matrimonial é longe de casa (outra cidade ou país), é imprescindível contar com o

know-how dessas empresas, que, na maioria das vezes, trabalham em conjunto com as unidades de apoio dos destinos, como é comum dos resorts caribenhos, a fim de atender os desejos dos noivos. Em Arraial d’Ajuda, na Bahia, o Hotel Quintas do Porto, desde que começou a atuar no nicho de casamentos, conta com a empresa Patrícia Galvão Eventos e Cerimonial, responsável, segundo a proprietária Patrícia Galvão, pela realização de casamentos dos mais rústi-

cos aos sofisticados ou boho chic (tendência hippie-chic na região). Quem optar por se casar em Trancoso pode contar, no quesito ornamentação, com os cenários cinematográficos da decoradora Katia Criscuolo, da Congregabahia, que, há 12 anos, criou o estilo brasilidade sofisticada, que tem agradado às noivas. Para as noivas belo-horizontinas, é possível, mesmo se casando do outro lado do oceano, contar com cerimoniais daqui, a exemplo do Cláudia Cavalcanti Cerimonial, comandado pela relações públicas Cláudia Cavalcanti. Com luxuosas cerimônias no currículo, a empresa tem ampla experiência em enlaces na Europa, no Sul da Bahia e nas cidades históricas mineiras.


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CONGREGABAHIA/DIVULGAÇÃO

Hospedagem

Igreja São João Batista, de Trancoso, com decoração de Katia Criscuolo

Onde: Hotel Quintas do Porto, em Arraial d’Ajuda, no Sul da Bahia Informações e reservas: (73) 3575-1022 ou reservas@quintadoporto.com.br Site: www.hotelquintadoporto.com.br Pacote de verão: Opção 1: Diárias saem a partir de R$ 550, com hospedagem em apartamento duplo e uma criança free. Opção 2: Com hospedagem em apartamento família, com duas crianças free, a diária custa a partir de R$ 605. Programação: O Hotel oferece, no Beach Club Quinta do Porto, uma megaprogramação ao longo de toda a semana, com DJ e bandas; na área Kids, também é oferecida uma ampla programação infantil.

Do reservado ‘elopement’ ao destination wedding De olho nesse novo filão, tanto empresas mineiras de cerimonial como agências de viagem especializadas em pacotes para convidados estão fazendo sondagens de destination wedding, a fim de atender essa clientela em crescimento. Uma agência que se antecipou foi a Honey Moon Casamento e Turismo. Recentemente, a diretora comercial Carolina Silva visitou,

junto com alguns cerimoniais, o exclusivo resort Ponta dos Ganchos, em Santa Catarina, que está trabalhando com o conceito “elopement wedding” (“fuga para casar”), cerimônia apenas com a presença dos noivos. A Formato Cerimonial e Produções de Eventos, de Juliana Freitas, foi mais longe, criando o “Love Connection Brazil”, uma webserie documentária quemostra destinos

pelo mundo para se casar. Agora, quando as noivas que precisarem de inspiração para seu enlace basta checar as novidades na webserie. Nos últimos dois anos, Juliana já “buscou vilas e castelos, assim como parceiros para trabalhar em países como Itália, França e Inglaterra, além do Caribe”. Responsável pelo casamento de Romara, Juliana se encontra em Cancún. CERIMONIAL LAS VEGAS/DIVULGAÇÃO

Las Vegas Capelas. Ao contrário dos casamentos por impulso, um clichê nos filmes hollywoodianos, é possível, sim, se casar de forma programada na Cidade do Pecado. Para facilitar a contratação da cerimônia para os casais daqui, já há, inclusive, uma empresa de cerimonial criada por um brasileiro. Trata-se do Cerimonial Las Vegas (www.casamentoemlasvegas.com), responsável por celebrações mais intimistas nas capelas locais. O casal Victor e Yone escolheram a Cidade do Pecado para trocar alianças


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sua melhor viagem

Dublin é tudo que eu esperava e muito mais FOTOS TAÍS CARDOSO/ARQUIVO PESSOAL

AleitoraTaísCardosoexperimentou a atmosferamisteriosae mágica, o humore a alegria irlandesa em Dublin Destino cada vez mais popular entre os brasileiros que querem fazer intercâmbio para estudar inglês e de quebra, trabalhar para ajudar nas despesas, a Irlanda, que sempre despertou muito minha curio-

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sidade durante algum tempo, acabou sendo minha escolha para viajar de férias em março deste ano. Dublin foi o destino escolhido porque minha sobrinha estava há dois meses na cidade para estudar.

1. Os pubs são um local de divertimento e lazer, com boa cerveja e muita música. A zona do Temple Bar é uma das mais antigas da capital irlandesa, premiada arquitetonicamente. É o bairro cultural de Dublin, onde tudo acontece. A visita ao famoso pub é imprescindível, mas em seus arredores há muitas opções mais animadas e jovens. Vale muito a pena entrar e se divertir tomando uma pint de Guinness (copo com 500 mL de bebida) e ouvindo boa música.

3 W 3. O Dublin Castle fica no centro de Dublin e já serviu a inúmeros propósitos desde sua construção: foi forte militar e prisão, abrigou o tesouro nacional e, por cerca de 700 anos, funcionou como um prédio de administração inglesa sobre a Irlanda. A visita é feita apenas em alguns cômodos, pois no complexo ainda funcionam gabinetes do governo de Estado. As salas usadas para as cerimônias oficiais também são vistas apenas de fora. Para visitar as áreas externas e o jardim não é preciso pagar nem é preciso guia local. O preço para entrar no castelo medieval é 3,50 euros.

2. A medieval St. Patrick’s Cathedral foi fundada ao lado do poço onde dizem que são Patrício batizava os locais convertidos ao catolicismo, por volta do ano 450. A visita custa 6 euros (adulto). Para a família (dois adultos e duas crianças com menos de 16 anos), o valor é 15 euros. O curioso é que santo mais conhecido da Irlanda não era sequer irlandês. Reza a lenda que St. Patrick foi o responsável pela introdução do cristianismo na ilha.

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4. Um dos cartões-postais de Dublin, o rio Liffey possui 23 pontes ao decorrer de seus 3,6 km de extensão, na área em que compreende a estação de trem de Heuston e o porto, nas proximidades da bela região das docas. Ao longo do rio, encontramos os principais pontos turísticos da capital irlandesa, como a fábrica da Guinness, a destilaria do badalado uísque Jameson, o Temple Bar e muitas outras atrações. Eu adorava caminhar por lá nos fins de tarde. Já a Ha’Penny Bridge foi primeira ponte a ser construída sobre o rio Liffey, voltada exclusivamente para pedestres. Ela está em funcionamento desde 1816 e deve seu nome ao meio centavo (em inglês, “half penny”), que cada morador da cidade tinha que pagar para atravessar a ponte. Essa regra valeu em 100 anos. Atualmente, estima-se que cerca de 30 mil pedestres atravessam a Ha’Penny todos os dias.

5. Um dos maiores parques cercados da Europa, o Phoenix Park foi inaugurado em 1662. É o lar de cerca de 300 cervos. Normalmente, é frenquentado por pessoas passeando com seus cachorros, famílias, praticantes de corrida e de outros esportes, como o críquete. Outro atrativo que merece ser visitado em Dublin é o Trinnity College. Fundado em 1592 pela rainha Elizabeth I, teve alunos ilustres, como Oscar Wilde e Samuel Beckett. Lugar bacana para passear, passar a tarde, tomar um solzinho (quando ele aparece) sentado na grama. Sua biblioteca abriga um dos maiores tesouros irlandeses, o “Livro de Kells”, escrito por monges celtas entre o final do século VI e o início do XIX. Na biblioteca foram gravadas cenas da série Harry Potter. O ingresso custa 9 euros.

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W Escolha um destino, mande suas fotos e dê suas dicas de viagens para outros viajantes, enviando um breve relato nesse formato para o e-mail paulocampos@otempo.com.br ou taniaramos@ otempo.com.br


WServiço. Veja algumas dicas de como reduzir o estresse no trânsito. Págs. 16 e 17

EDUARDO ROCHA/CZN

WMoto. Renovada, Triumph Tiger Sport está mais agradável de pilotar. Págs. 22 e 23 pampulha

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BELO HORIZONTE Sábado 29/10/2016

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Só falta falar... Mercedes-Benz E 250 chega ao Brasil e se destaca pela tecnologia semiautônoma que carrega. Págs. 18 e 19


W 14 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 29 de outubro de 2016

interCâmbio raimundocouto@otempo.com.br

Raimundo Couto

50º Carro do Ano II Semana passada iniciamos uma série de três colunas dedicadas à 50ª edição do prêmio do Carro do Ano, promoção da Editora Globo, por meio de sua tradicional revista “Autoesporte”. Na oportunidade publicamos que o título contempla três categorias distintas, a saber: Carro do Ano, Carro Premium do Ano e Picape do Ano. Sem falar que também é premiado o motor cujo projeto tenha passado por expressiva evolução, com uso de novos materiais e tecnologias visando melhora do desempenho, do consumo e das emissões. Porém, deixamos de mencionar um forte candidato ao título, o Honda Civic, que terá como oponentes nessa briga os já citados Chevrolet Cruze, Jeep Compass, Nissan Kicks e

Fiat Mobi. Uma referência em sua categoria desde seu lançamento no Brasil, há quase 20 anos, o Civic vem se pautando, desde então, pela evolução, seja em tecnologia, segurança ou design. Sempre com muita discrição, característica inerente ao perfil dos orientais, a cada geração do Civic lançada, os concorrentes ficam em alerta, sem falar de sua conterrânea e arquirrival Toyota, que, então, fica ainda mais antenada. E notória a disputa das marcas pela liderança dos sedãs médios. Até o Civic ganhar a nova geração, a disputa pelo primeiro lugar estava nas mãos dos japoneses da Toyota. Em poucos meses o sedã da Honda já diz a que veio e hoje é um sucesso de vendas. Portanto, predicados não faltam para que possa concorrer

com muitas chances de sair vencedor. A disputa esta aberta para todos os cinco finalistas. Na categoria que elege o Carro Premium do Ano, aqueles que o valor ultrapassa os R$ 100 mil, os concorrentes são Audi A4, BMW Série 7, Jaguar XF, Toyota Prius e Volkswagen Passat. O concorrente da Audi demorou a ter a nova geração importada para o Brasil. O concorrente da Audi, o A4, foi apresentado na Europa no ano passado e, por aqui, chegou em maio. Em sua nova geração, traz muita tecnologia embarcada, além de um visual repaginado que destaca mais esportividade. Já a Série 7 da BMW chama atenção pela tecnologia. Desde sua chave, que reúne controles para quase todas as funções, até os mas-

O primeiro Carro do Ano foi uma picape, a Willy, derivada da Rural. A Chevrolet ganhou o prêmio mais vezes nestes 50 anos, um total de 14.

sageadores para costas no banco traseiro, é pura sofisticação e luxo. O inglês XF é outro concorrente de alto nível, assim como o Passat, que mesmo pouco comentado é um alemão de construção e reputação reconhecidas. O japonês híbrido Prius em nova carroceria, também é uma boa novidade, ainda que pese a tendência, mostrando que está na eletricidade pura a escolha e os investimentos para a próxima matriz energética. Os jurados terão que atribuir notas de 0 a 10 a todos os finalistas nos seguintes quesitos: motor/transmissão: adequação do conjunto ao carro e seu nível de tecnologia; desempenho/consumo: velocidade, aceleração, retomada e consumo de combustível; comportamento dinâmico: direção, freios, estabilidade em re-

tas e curvas; inovação tecnológica: nível de soluções usadas nas várias versões do modelo; segurança: qualidade de construção, itens de segurança passiva e ativa, visibilidade, iluminação e comportamento em colisões; estilo: desenho exterior e interior, harmonia entre as várias partes do veículo; acabamento: padrão dos materiais e cuidados na montagem final; adequação ao mercado: lançamento oportuno, inovação no segmento, atendimento das expectativas dos consumidores, entre outros. Para terminar, duas curiosidades. O primeiro Carro do Ano foi uma picape, a Willy, derivada da Rural. A Chevrolet ganhou o prêmio mais vezes nestes 50 anos, um total de 14.


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O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia - Belo Horizonte 29 de outubro de 2016


W16 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 29 de outubro de 2016

Mudanças

Fiscalização para som alto Nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito permite multar motoristas que estiverem ouvindo música em volume alto, mesmo que o agente de trânsito não disponha de aparelho para medir decibéis. Considerada uma infração grave, a penalidade incluí a perda de cinco pontos na carteira e multa no valor de R$ 127,69. A norma estabelece que é passível de punição carros cujo som automotivo seja “audível pelo lado externo do veículo”. PEDRO SILVEIRA – 26.6.2007

Legislação

Multas ficam mais caras A partir do dia 1º de novembro, as multas de trânsito ficarão mais caras. As infrações leves serão R$88,38; as médias, R$130,16; as graves, R$195,23; já as gravíssimas, R$293,47. Os limites de velocidade nas rodovias federais também mudarão. Nas rodovias de pista dupla, será permitido o limite de 110 km/h para automóveis, camionetas e motocicletas e de 90 km/h, para os demais veículos. Nas rodovias de pista simples, o limite é cai para 100 km/h para o primeiro grupo.

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Serviço

Por menos estresse ao volante Rotas alternativas, música, alongamentoe até iogasão algumas dassugestões de especialistas para termais saúde no trânsito Alex Bessas

Especial para o Super Motor

Trocar marchas. Parar nos sinais. Mudar de faixa. Enfrentar congestionamentos. O medo do assalto. O receio por acidentes. Tudo isso faz parte da estressante rotina de quem dirige. E daí vem a explicação sobre o porquê de 13% a 17% dos motoristas terem algum distúrbio comportamental no trânsito, conforme indicam estudos da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet). “Falar sobre os distúrbios de comportamento no trânsito é falar sobre estresse”, assegura Dirceu Rodrigues Alves Júnior, chefe do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional e diretor de Comunicação na Abramet. Ele informa que existem vários tipos de estresses que afetam os motoristas. “O trabalho repetitivo provocado pelo andar e parar e as mudanças de marchas causam estresse físico. Já o psicológico está relacionado com a preocupação, o medo de assalto, de acidente, o perigo noturno, as ruas mal-iluminadas. O motorista sofre esse estresse a todo momento”. Por fim, há

o “estresse social, quando o sujeito sai do trabalho e quer chegar em casa, mas leva duas ou três horas para chegar, ou quando tem compromisso e não consegue cumpri-lo pontualmente”. Entre as consequências causadas por essas situações estão o aumento da pressão arterial, problemas cardíacos, além da irritabilidade e agressividade. “O estresse libera substâncias como o cortisol e a adrenalina. Isso altera o comportamento social, aumenta a agressividade, a pessoa quer reagir a esse ímpeto”, explica Alves Júnior. “Isso gera um comportamento bastante agressivo externado em manifestações como fechadas, jogar farol alto, buzinar, xingar, culminando na violência propriamente dita”, diz. Quanto à legislação do trânsito, Dirceu Rodrigues defende que exames médico e psicológicos obrigatório sejam realizados com maior frequência na tentativa de diagnosticar preventivamente esse tipo de atitude. Ele destaca que existem comportamentos diários que podem ser adotados pelos motoristas e que são capazes de reduzir os níveis de estresse no trânsito.

“Para diminuir o estresse físico a gente sempre recomenda que se façam alongamentos, melhorando a circulação do sangue”, informa Dirceu Rodrigues, acrescentando que essa ação já é suficiente para aliviar dores e melhorar o humor. Outra regra de ouro é controlar a respiração, melhorando a oxigenação cerebral e liberando substâncias analgésicas no organismo. Vale também procurar rotas alternativas para fugir do congestionamento. Neste caso o GPS é um grande aliado. Vidros fechados e ar condicionado ligado podem reduzir a sensação de vulnerabilidade. Além disso, “a música ou os programas de rádio são sempre bem-vindos”, comenta. ABRAMET/DIVULGAÇÃO

Dirceu Rodrigues se preocupa com os níveis de estresse dos motoristas brasileiros


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17 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 29 de outubro de 2016

MARIELA GUIMARÃES

Prática de ioga pode melhorar a direção

Bete Maia pratica ioga há 13 anos e enfrenta menores níveis de ansiedade e estresse no trânsito

E no caso de situações extremas, quando o motorista não suporta mais ficar estar na direção? “O melhor a fazer é estacionar em local seguro, sair do carro, se alongar, se mexer e só retomar o volante quando se sentir pronto”, aconselha Dirceu Rodrigues. Foi o que aconteceu com Bete Maia, publicitária e praticante de meditação da sahaja ioga há 13 anos. Ela ficou presa em um congestionamento quando vinha ministrar aulas da técnica em Belo Horizonte. Se dando conta que não chegaria no horário, cancelou o compromisso, encostou o carro e meditou. Desde que se iniciou na meditação, Bete Maia passou a ter uma postura diferente quando está dirigindo. “Tenho uma direção mais prudente e preventiva”, garante. A mudança veio com a prática do sahaja ioga. “Ao meditar, você passa a viver o presente, sem que sua mente fique oscilando entre passado e futuro. Assim, quando está no trânsito, consegue focar

apenas o trânsito, e a mente não se cansa tanto e não se irrita. Logo, ansiedade e estresse passam a ser menos presentes”, diz. A publicitária, que dá aulas gratuitas da técnica meditativa, alerta que para ter bons resultados é preciso que a prática seja diária. “Assim, quando você está no trabalho, no trânsito ou em situações difíceis, não vai mais ter um comportamento reativo”, garante. A efetividade do relaxamento físico e mental alcançado a partir da prática de sahaja ioga foi demonstrada em pesquisa científica do Departamento de Fisiologia do Lady Hardinge Medical College and Associated Hospitals, em Nova Déli. Entre os benefícios estão o controle da produção de adrenalina, que resulta na redução dos sintomas de ansiedade, além de ser capaz de inibir a excessiva ativação de substâncias responsáveis pelas emoções, como a raiva e o medo. (AB)


W18 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 29 de outubro de 2016

Suzuki

Novo Vitara chega ao Brasil A Suzuki já vende no Brasil o novo Vitara. A versão de entrada é a 4All, com propulsor 1.6 de 126 cv. Com câmbio manual de cinco marchas, custa R$ 83.990, e com automático de seis, R$ 89.990. Já a 4You, só automática, sai a R$ 94.990 com tração dianteira e R$ 99.990 com tração integral. A configuração 4Sport com tração dianteira custa R$ 107.990 e traz motor 1.4 turbo de 146 cv. Com sistema de tração Allgrip, ela custa R$ 112.990. SUZUKI/DIVULGAÇÃO

Em breve

Tracker renovado estreia no Salão A Chevrolet irá lançar a linha 2017 do Tracker durante o Salão do Automóvel de São Paulo, entre os dias 10 e 20 de novembro. O SUV está com novo visual e passa agora a ser equipado com o propulsor 1.4 turbo flexível de 153 cv, que também movimenta o sedã médio Cruze por aqui. Desenvolvido no México, o Tracker será idêntico ao lançado nos Estados Unidos no início deste ano. Até agora, no entanto, a marca não divulgou os preços.

‘iCar’

Apple desiste de carro autônomo A Apple desistiu de desenvolver seu carro autônomo próprio. Diversos funcionários relacionados ao projeto foram redistribuídos para outros setores da companhia. Agora, o que era para ser um carro diretamente produzido pela Apple, deve se transformar num programa de condução autônomo, vendido para que produtores de veículos utilizem-no em seus modelos.

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Lançamento

Novo Classe E aposta em ‘inteligência artificial’ Completamente renovado, sedã daMercedes-Benz vemrecheado comsuatradicional sofisticação e agregacondução semiautônoma Eduardo Rocha Auto Press

A combinação de engarrafamentos e olhos vidrados na telinha dos celulares está tornando os recursos de assistência à condução e até os sistemas de direção semiautônoma bastante atraentes. E como sempre acontece na indústria, as novidades começam pelos modelos mais sofisticados. Como acontece com o novo Classe E, da MercedesBenz. O sedã agrega diversos dispositivos, tanto para facilitar quanto para assegurar a vida do motorista. O sedã médio-grande alemão desembarca no país apenas na configuração E250 e em duas versões de acabamento: Avantgard e Exclusive, por R$ 309,9 mil e R$ 319,9 mil, respectivamente. Um terceiro pacote de equipamentos, baseado na versão Exclusive, será oferecido nas 60 unidades da Launch Edition, por R$ 325,9 mil. As diferenças entre elas se resumem a detalhes estéticos, como a grade, as rodas e detalhes no interior – mais esportivos na Avantgard e mais clássicos na Exclusive. Os pacotes dinâmicos e de segurança são idênticos em todas elas. A E250 sempre traz os novos faróis, batizados de Multibeam Led, que consistem

em uma placa eletrônica no fundo da lente com 84 LEDs que têm intensidade variável e trabalham individualmente. O sistema permite, por exemplo, criar uma sombra sobre um carro que vem em sentido contrário para evitar ofuscamento ou aumentar a luminosidade na lateral em uma curva. O pacote principal de direção semiautônoma é chamado de Driving Assistance, e reúne o Drive Pilot e o Steering Assist. O primeiro é praticamente um piloto

automático. Além de ser um controle de cruzeiro adaptativo, é capaz de ler faixas do pavimento ou acompanhar o automóvel da frente a até 210 km/h, caso não haja faixas. No caso de um desvio de trajetória, o sistema alerta o motorista com uma vibração no volante. Se não houver reação, ele devolve o carro à faixa utilizando os freios, sem intervir no volante. Em outros casos, o sistema até intervém no volante, desde que o motorista inicie o movimento de desvio – isso acontece no caso de ser detectado um pedestre. Há ainda o Active Brake Assist, ou assistente ativo de freio. Quando detecta a iminência de uma colisão ou um atropelamento, esse

sistema, primeiro alerta o motorista. Se não houver resposta, ele freia o carro até a parada total. Esse mesmo sistema atua no caso de fluxo de trânsito cruzado. Ele detecta a chegada de um carro na transversal e freia o veículo para evitar a colisão. Outro recurso de condução semiautônoma que chama atenção no Classe E é o sistema superevoluído de estacionamento automático. Ele pode parar o carro em vagas paralelas ou transversais de frente ou de ré. E para isso basta que o motorista indique a intenção de estacionar. Quando a vaga é encontrada, o piloto vira, literalmente, passageiro. Freio, acelerador e baliza fica completamente a cargo do Parktronic. EDUARDO ROCHA/CZN

Dirigibilidade do modelo alemão é exemplar

Intervenções pontuais Por enquanto, os automóveis não são tão autônomos a ponto de se evocar as famosas Leis da Robótica, criadas pelo escritor americano nascido na Rússia Isaac Asimov, ainda nos anos 50. Mas a ideia básica das leis, de proteger os humanos do poderio físico das máquinas, ganha cada vez mais sentido. Por enquanto, no Classe E, o automóvel espera pela decisão do motorista. No caso do

sistema Steering Assist, em que ele espera um movimento inicial no volante para então realizar o desvio completo. Em outros, como o do Active Break Assist, o motorista pode sofrer um derrame, e, ainda assim, o carro vai evitar a colisão com um obstáculo à frente. Os radares na frente, na traseira e nas laterais e a câmera instalada no alto do para-brisa – estéreo, para

ganhar profundidade – criam uma bolha de monitoramento em torno do Classe E. Ainda assim, o motorista se sente no comando. As intervenções são sempre elegantes e suaves – mesmo nas frenagens de emergência. Se o motorista está distraído durante um incidente, fica clara a atuação do carro. Mas se ele atuar na ocasião, pode ficar difícil perceber se o carro auxiliou com algum

Ficha técnica recurso eletrônico. Além disso tudo, o Classe E tem boas credenciais dinâmicas. O motor de 211 cv e 35,7 kgfm empurra com facilidade o sedã de pouco mais de 1,6 tonelada. É menos pesado que a nona geração, apesar de ter crescido 4,3 cm no comprimento e 6,5 cm no entreeixos. O espaço interno não só aumentou, como ganhou um ar mais tecnológico. (ER/AP)

Motor: gasolina, dianteiro, longitudinal, 1.991 cm3, quatro cilindros em linha, 16V, turbo, comando duplo de válvulas variáveis na admissão e no escape. Transmissão: automática com 9 marchas; tração dianteira. Potência: 211 cv a 5.500 rpm. Torque: 35,7 kgfm entre 1.200 rpm e 4.000 rpm.


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EDUARDO ROCHA/CZN

Sedã é oferecido em duas versões com preços de R$ 309,9 mil e R$ 319,9 mi; há uma edição limitada em 60 unidades tabelada em R$ 325,9 mil.

Dinâmica também é destaque no alemão O poder de atração do novo Classe E, no entanto, não fica restrito a sistema de conforto e segurança. Embora chegue ao Brasil com um dos trens de força menos apimentados da linha – 2.0 turbo de 211 cv de potência e 35,7 kgfm de torque. O zero a 100 km/h é feito em 6,9 s, e a máxima fica em 250 km/h, por limitador eletrônico. Nessa dinâmica, ajudam bastante o câmbio de

nove marchas, 9G-tronic, e a perda de peso dessa décima geração em relação à antecessora. Seus 1.615 kg representam 65 kg a menos. Além disso, o sedã traz de série o sistema Agility Control, capaz de alterar a altura da suspensão e a rigidez dos amortecedores. Ele se integra ao Dynamic Select, que também altera as reações do motor, do volante e do câmbio. (ER/AP) MERCEDES-BENZ/DIVULGAÇÃO

Mercedes insiste em não usar tela tátil no seu multimídia


20 W O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia 29 de outubro de 2016

Belo Horizonte


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21 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 29 de outubro de 2016

FOTOS JEEP/DIVULGAÇÃO

Linha 2017

Mercado

Fusion Hybrid é lançado

Flex é opção no Jeep Compass passa a ser oferecido comopropulsor Tigershark 2.0,que desenvolveaté 166 cv; preços do SUVvão de R$99.990 a R$ 124.990 Raimundo Couto De Guarujá

Ele mal chegou ao mercado e já traz outra novidade: a opção do motor 2.0 flex, denominado Tigershark. Falamos do novo Jeep Compass, o terceiro produto feito na planta da Fiat Chrysler, em Goiana (PE). Seu lançamento foi há cerca de um mês, e, na ocasião, apenas a versão com propulsor a diesel foi apresentada. O Brasil foi o primeiro país do mundo a receber o Compass, mas esse motor já é comercializado na Argentina e na Europa. Por lá ele é oferecido com opções 2.0 e 2.4, apenas a gasolina. Para rodar em nossas ruas com possibilidade de também receber etanol no tanque, o motor sofreu algumas alterações, a taxa de compressão foi aumentada, ganhou duplo variador de fases, além de novos componentes e materiais. Com o etanol, a potência é de 166 cv, e o torque, de 20,5 kgfm a 4.000. Com gasolina, desenvolve 159 cv e 19,9 kgfm de torque. Sua produção é no México e, por enquanto, não existe projeto de nacionalização desse propulsor. Tração dianteira e câmbio de seis

Jogo rápido

A Ford lançou o Fusion Hybrid 2017, versão híbrida do recém-renovado sedã médio-grande. Equipado com motores elétrico e a gasolina, que funcionam combinados conforme a velocidade do veículo, ele se destaca pela economia de combustível, com consumo de 16,8 km/L na cidade (dados do fabricante). Juntos, os propulsores entregam 190 cv. O modelo é oferecido na configuração Titanium com preço de R$ 159,5 mil. FORD/DIVULGAÇÃO

O Tigershark oferece 86% de sua força total já a partir dos 2.000 giros. De acordo com informações da Jeep, o propulsor tem durabilidade prevista de 240 mil km, exigência do mercado norte-americano. Hoje, a linha Compass tem quatro opções de acabamento – e uma série especial – e duas de motorização: flex e diesel

Propulsor já equipa outros veículos da Fiat Chrysler em outros mercados, como a Europa velocidades completam o pacote do powertrain.

Preços Com a introdução da opção de motor Tigershark a gama do Compass foi ampliada e ganhou três novas versões, Sport (R$ 99.990), Longitude (R$ 106.990) e Limited (R$ 124.990). Como na maioria dos lançamentos da marca, também o modelo especial Opening Edition, com fabricação de 500 unidades contabilizadas, é oferecido ao preço de R$ 109.490. Bem completo desde o modelo de entrada, o Compass traz de série direção elétrica, acionamento elétri-

co de travas e vidros, módulo multimídia com som e navegação por GPS, além de sistemas de segurança, como controle eletrônico de estabilidade (ESC), sistemas eletrônicos anticapotamento (ERM) e de oscilação de reboque (TSC), monitoramento de pressão dos pneus e câmera de estacionamento traseira, entre os mais importantes Segundo a montadora, o Jeep parte da imobilidade e atinge os 100 km/h em 10,6 s e consome 5,5 km/L na cidade e 7,2 km/L na estrada, ambos os dados com etanol no tanque. Com gasolina, ele roda 8,1 km/L em uso urbano e 10,5 km/L em

No interior, não há alterações em relação às versões com motor a diesel

Para rodar em nossas ruas com possibilidade de também receber etanol no tanque, o motor sofreu algumas alterações

uso rodoviário. O modelo dispensa o tanquinho e oferece sistema de aquecimento do etanol para partida a frio. A versão Limited, a top da gama Compass, traz o teto na cor preta. O fabricante estima que as versões flex representem 70% das vendas do modelo, com a diesel com 30%. Para manutenção, o pacote é fechado com preço estipulado para as revisões que acontecem a cada 12 mil km. A primeira sai por R$ 447,25, a segunda, por R$ 742,67, e a terceira, por R$ 823,14, já com a mão de obra inclusa.

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O jornalista viajou a convite da Jeep

Versão top de linha Limited tem acabamento diferenciado, como o teto preto

Mercado

MG é vice-líder em financiamento No terceiro trimestre do ano, Minas Gerais manteve a vice-liderança em financiamentos de veículos no país. Ao todo, foram 115.751 unidades vendidas a crédito, retração de 11,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados consideram motos e veículos leves e pesados. O levantamento é da Unidade de Financiamentos da Cetip, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG).

Nos EUA

CR-V ganha nova geração A Honda revelou a nova geração do crossover médio CR-V. O modelo ficou maior e traz mudanças no visual que o tornam mais semelhante ao novo Civic. Nos Estados Unidos, onde é o segundo carro mais vendido da marca, haverá opção de motores 1.5 turbo, de 192 cv, e 2.4 aspirado, de 186 cv. O primeiro ficará disponíveis nas configurações de top de linha. Ambos trabalham com câmbio CVT.


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Manaus

BMW inaugura fábrica de motos A BMW Motorrad iniciou a operação de sua fábrica em Manaus (AM), a primeira unidade própria 100% do grupo para manufatura de motocicletas fora da Alemanha. A nova unidade fabril teve um investimento de cerca de € 10,5 milhões. O primeiro modelo a ser produzido na nova fábrica em Manaus foi a BMW F 700 GS. Além dela, ainda neste ano serão produzidas localmente as motocicletas BMW F 800 GS, BMW F 800 GS Adventure, BMW F 800 R, BMW R 1200 GS, BMW R 1200 GS Adventure, BMW S 1000 R, BMW S 1000 RR e BMW S 1000 XR. BMW/DIVULGAÇÃO

Dieselgate

Audi tem planos congelados A Audi irá sofrer importantes mudanças nos próximos anos para diminuir gastos. O Grupo Volkswagen, do qual faz parte a montadora, enxugará as despesas para cobrir o rombo financeiro motivado pelo escândalo de fraude nos testes de emissões de poluentes e cortará os investimentos em tecnologias próprias da marca premium alemã. A ideia é diminuir 10% dos custos em um ano e aumentar a eficiência das fábricas em, no mínimo, 5%. De acordo com o presidente da Audi, Rupert Stadler, todos os futuros planos da montadora estão congelados.

super motor

Moto

Tigre está com as garras afiadas Triumph adota postura agressiva paraemplacaratecnológica Tiger Sportesuperarasrivaisjaponesase ameaçarmodelosdaBMWedaDucati Eduardo Rocha Auto Press

A Triumph quer brigar com unhas e dentes no segmento de motos Adventure. A marca inglesa promoveu uma forte evolução na Tiger Sport para que ela encarasse com boa vantagem as rivais japonesas, como Kawasaki Versys 1.000, Yamaha Super Ténéré 1.200 e a futura Honda African Twin e ainda pudesse ameaçar modelos de luxo como a alemã BMW S1000 XR e a italiana Ducati Multistrada 1.200. Para isso, a Triumph se armou com uma boa dose de tecnologia e também um preço para lá de competitivo. Custando R$ 52.990, ela é mais barata que as japonesas e com tecnologia comparável à das rivais euro-

Diversas modificações foram feitas no visual do modelo

peias. Uma das principais mudanças está na adoção do acelerador eletrônico rideby-wire. A partir daí, todos os demais sistemas de controle dinâmico puderam ser implementados ou aprimorados, como os controles de tração e de cruzeiro e os modos de pilotagem para chuva, estrada e uso esportivo. No modo Sport, as respostas ao acelerador são mais brutas e imediatas. Já no modo Rain, as reações são bem mais suaves – a potência, inclusive, é reduzida dos 126 cv normais para cerca de 100 cv. Além do ganho na eletrônica, a parte mecânica também evoluiu. O propulsor tricilíndrico de 1.050 cm³ recebeu melhoramentos na câmara de combustão, por exemplo, que foi

redesenhada para ganhar eficiência. O escape também foi reprojetado para melhorar o fluxo – o que reduziu o consumo e criou um ronco bastante charmoso. Por fim, a Tiger Sport ganhou uma embreagem com escorregamento assistido, ou slip-assist, que reduz o esforço de acionamento e suaviza os engates do câmbio de seis marchas. Para marcar as mudanças, uma série de refinamentos estéticos foi também introduzida. O símbolo e o logo da Triumph aparecem em diversas peças de acabamento, como no assento em relevo, nas tampas do motor, nas pedaleiras, na tampa de combustível. O para-brisa passa a ter ajuste manual. Espelhos e protetores de mão ganharam um visual mais moderno, e o painel de instrumentos foi redesenhado. A Triumph acredita que a nova Tiger Sport vai ajudar a suavizar um pouco mais a crise no segmento de motos de alta cilindrada.

Jogo rápido A Triumph perdeu 4,4% de vendas, enquanto o mercado se retraiu 18,6%. Essa diferença acabou provocando um aumento na participação da marca, de 8,9% para 10,5%. E essa situação deve se manter, caso a marca confirme sua previsão de comercializar 180 unidades do modelo por ano, ou 15 a cada mês. De acordo com informações próprias, a Triumph é a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc.


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FOTOS TRIUMPH/DIVULGAÇÃO

Modelo ficou mais sofisticado e agradável de pilotar

Comandos são fáceis de usar; ergonomia é destaque

Novo acelerado eletrônico permite um controle bem mais refinado

Propulsor de três cilindros e 1.050 cc entrega 126 cv a 9.475 rpm e 10,8 kgfm a 7.000 rpm

Os números não ficaram assim tão diferentes da Tiger Sport anterior. A potência subiu 1 cv, para 126 cv, e o torque saiu de 10,6 para 10,8 kgfm. O que mudou foi a forma mais progressiva como a moto acelera e ganha velocidade. Mas o que vai mais chamar atenção na nova Tiger Sport é mesmo o ronco rascante, grave e nada discreto que se projeta do novo escapamento. A motocicleta ficou nitidamente mais sofisticada. Tanto no design quanto no material utilizado. Vários detalhes e acessórios em alumínio ou em metal polido emprestam requinte e valorizam o bom acabamento geral do modelo. E os recursos são fáceis de

utilizar. Desde o computador de bordo e os modos de condução até o parabrisa de altura regulável. A boa ergonomia e a altura do assento, de 83 cm, também ajudam a tornar o modelo mais amigável. Em movimento, a Tiger Sport faz valer o nome. Ela ganha velocidade rapidamente e tem muita força para retomadas vigorosas. O curtíssimo test drive, com cerca de 15 minutos, só permitiu que fosse explorada no seu lado mais touring, em condições de estrada. Ali, o parabrisa não foi muito eficiente na hora de desviar o fluxo de ar que ataca o piloto. Em compensação, a estabilidade da moto em retas é impressionante. (ER/AP)

Painel de instrumentos é totalmente novo e é equipado com um computador de bordo


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Belo Horizonte


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