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Pampulha, sábado - 17/06/2017

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turismo

almanaque

MISTICISMO E RICA NATUREZA CONVIDAM OS VISITANTES A SÃO TOMÉS DAS LETRAS ... Caderno Turismo. Páginas 4 a 7

MARCOS CARUSO APRESENTA SEU PRIMEIRO SOLO EM BELO HORIZONTE ... Página 10

super motor

estilo

PRODUÇÕES PARA QUEM FOR CURTIR AS FESTAS JUNINAS ... Páginas 22 e 23

CONFIRA TODAS AS NOVIDADES DO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE BUENOS AIRES ... Caderno Super Motor. Páginas 15 a 19

MAURICIO FIDALGO/DIVULGAÇÃO

17 a 23 de junho de 2017 ANO XXVII número 1403 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838

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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE LEO FONTES

MEU PET ROLIÇO Assim como entre humanos, sobrepeso e obesidade também são problemas entre animais de estimação e acarretam consequências para a saúde dos bichinhos; controle alimentar e atividade física são principal solução

A cadela Sofia, da bacharel em direito e ativista Val Consolação, tem 32 kg e precisa chegar aos 25 kg


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opinião

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 17 a 23 de junho de 2017

VITTORIO MEDIOLI

ONLINE www.jornalpampulha.com.br

Editorial

Excluir o glúten desequilibra alimentação

Inteligência artificial mundo evoluiu nas últimas décadas numa velocidade cibernética, invadido de soluções incríveis, intuitivas, diretas. Num toque o mundo aparece na tela, e isso, se é natural para quem chega agora, não o é para quem viveu sem televisão e com luz de lâmpadas trêmulas. Tenho uma foto de meu pai aos 9 anos, em 1917, empoleirado no encosto de um automóvel Packard, o primeiro a chegar dos Estados Unidos à cidadezinha onde morava. Bigodes de um tio virados para cima, mulheres de saias longas, paletós com cem botões e chapeuzinhos com rendas velando o rosto. Parece que se passaram alguns milênios, e não cem anos. O homem vem se livrando das tarefas fatigosas. Uma linha de robôs opera 24 horas durante 365 dias do ano, com meia dúzia de técnicos se alternando à frente de painéis infalíveis. Os robôs, programados de uma inteligência artificial, não recebem salários, não vão para casa, não se alimentam e, quando não prestam, acabam numa fundição. Eliminaram assim, na China, uma fábrica com 2.000 empregos. Isso apareceu na palestra organizada pela Associação Comercial de Minas Gerais, que tratou o tema inteligência artificial. Sabemos que a inteligência não humana se instalou no controle remoto da tevê, no portão de casa, no elevador, nas formas de produzir pães e bebidas, de dirigir um carro, uma moto, um brinquedo qualquer. Tudo está sob a condução de uma inteligência criada no computador. Na próxima década não haverá motorista para dirigir. Ônibus e caminhões elétricos sairão e voltarão para a garagem depois de atender as missões programadas. Balões sem tripulação levarão carga para qualquer território movidos por células solares. No telão do auditório passaram

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imagens lúcidas e assustadoras, como assustador é o ranking das maiores empresas do planeta em 2001, com corporações do setor petrolífero e automotivo nas primeiras colocações; já em 2016, as mais valiosas e poderosas do planeta têm a inteligência artificial: Apple, Google, Microsoft, Facebook, Intel. Em comum, poucos funcionários, uma estrondosa receita e lucros nunca imaginados. Hoje, duas toneladas de smartphones, que pesam cem gramas e custam US$ 1.000 cada, redundam no valor de um navio de 330 mil toneladas de minério, vendido por US$ 60 a tonelada. O valor de US$ 20 milhões de smartphones cabe com folga na barriga de um avião de passageiros, enquanto a montanha de minério precisa do maior navio cargueiro em circulação pelos mares do planeta. A queda de valor da matéria se ampliará em relação à inteligência. Até porque os capitais drenados pela inteligência são fantasticamente superiores. Nos US$ 20 milhões de iPhones da Apple, deduzidas todas as despesas, deixam mais de US$ 15 milhões ao produtor. Do outro lado, o navio de minério renderá um proveito de cerca de US$ 4 milhões. Na ordem de geração de lucros, 1 milhão de toneladas brasileiras empatam com duas toneladas de inteligência digital. Durante a palestra, em meu iPhone, calculei instantaneamente a sombria perspectiva num horizonte que não chega mais a ser belo como antigamente. Embora não só de startups viverá o homem do futuro, restará para elas o controle do planeta. De um lado se enxerga um Ícaro da tecnologia voando nas alturas e, do outro, um Sísifo da matéria em seu esforço malcompensado. Se para o primeiro será necessário conter a cota das ambições, para o segundo restará sua ingrata tarefa. Nunca como agora a distância vem se abrindo entre países, estimulando um fluxo migratório que

nem os muros no deserto conseguirão frear. O Brasil, neste momento, pode se livrar de muita escória que freia sua evolução, uma parte está abandonando o país que vampirizou. O caso de Joesley Batista faz lembrar dom Pedro I, que, pressionado por Napoleão, carregou seus navios zarpando às pressas para o Brasil, deixando para trás um Portugal em frangalhos. Êxodo, isso mesmo que o presidente da Codemig, Marco Antônio Castello Branco, em outra palestra em Tiradentes, lembrou apropriadamente. O Brasil, que não produz a inteligência artificial, vem perdendo a inteligência humana, pois 2,3 milhões de formados em nossas universidades evadiram, e apenas 400 mil aqui chegaram de fora, dispostos a enfrentar um país com seus 60 mil homicídios, contas e serviços públicos arrasados, burocracia demoníaca etc. Com recorde de corrupção e irresponsabilidade para extirpar, o Brasil investiu aceleradamente os lucros das últimas matérias-primas em Copas, Olimpíadas, transposições, pré-sal, que pouco, ou nada, deixarão de sustentável. Mas construiu fábricas, ferrovias, metrôs, hidrelétricas e portos em países que nunca honrarão os empréstimos do BNDES. Assim não dá. O processo de desvalorização da “matéria” já era profetizado nos Vedas orientais, como no Apocalipse de são João, e vislumbrado na Grande Síntese de Pietro Ubaldi. Está se realizando, acelerado pela explosão da inteligência artificial. Essa mesma inteligência mudará os costumes e o próprio homem. Ela o ajudará (apenas para uma parte) a dominar a “Energia Pura” (do filme homônimo)? Sobrarão Ló e sua família, enquanto sua mulher se transformará em sal por ter-se atrasado saindo de Sodoma. Certamente, a história está se precipitando, e o mal, apenas aparente, poderá ser o bem de nosso futuro.

vittorio.medioli@otempo.com.br

TOFS/PIXABAY

que a versão dos alimentos 6 Acreditar livre de glúten (proteína derivada de trigo, centeio e cevada) é sempre mais saudável e excluir esse nutriente por completo do cardápio, sem observar os rótulos e sem que haja uma condição patológica (celíacos), pode acabar provocando o efeito inverso ao esperado na balança. A consequência, no fim das contas, é um desequilíbrio alimentar. A falta dessa proteína, por exemplo, pode elevar risco de obesidade infantil e afetar crescimento. Confira em nosso site!

comportamento ‘É IMPOSSÍVEL SER UM POLÍTICO DE SUCESSO SEM SER MENTIROSO’ Autor do livro “Por que Mentimos: Os Fundamentos Biológicos e Psicológicos da Mentira”, o filósofo David Livingstone Smith sustenta que somos programados para enganar desde os primórdios e que o mentiroso é também mais inteligente. Confira uma entrevista exclusiva com o especialista em nosso site!

Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO

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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE

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reportagem

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SAÚDE ANIMAL> Como humanos, pets também têm sobrepeso e obesidade, o que traz problemas

Amigo gordinho LEO FONTES

Todo dia de Jessica manhã, às veAlmeida z e s a n t e s mesmo do sol nascer, o gatinho Kiko começa a jogar coisas no chão. A ideia é fazer barulho e acordar sua tutora, a estudante Cláudia Farias, 33, para que ela coloque ração em sua tigela. Mesmo quando ela levanta e ignora as investidas, ele não desiste, e continua a seguindo pela casa e miando. Cláudia, no entanto, resiste e aguarda até a hora certa, porque Kiko está acima do peso e faz dieta. Ele tem 8 kg e, embora seja um gato de porte grande, a veterinária alertou que suas gordurinhas estão além do desejado. Mesmo pessoalmente não considerando seu bichinho gordo, a estudante achou melhor seguir as orientações da profissional, afinal, assim como em humanos, o sobrepeso e a obesidade podem acarretar uma série de problemas de saúde para os animais. Dessa forma, não só Kiko como os outros oito gatos da casa comem em horários e quantidades predeterminadas. Não há dados específicos sobre o Brasil, mas um estudo de 2012 da Associação para a Prevenção da Obesidade entre Animais de Estimação (Apop, na sigla em inglês) aponta que 53% dos gatos dos Estados Unidos estão acima do peso; entre os cães, o índice é ainda maior: 55%. Desses animais, mais de 20% são clinicamente obesos. As consequências desse qua-

Saúde dro, para eles, são parecidas com as nossas: também correm um risco maior de sofrer de problemas cardíacos e articulares, colesterol alto, diabetes e câncer, por exemplo. E o problema, na opinião do veterinário José Lasmar, é negligenciado não só pelos tutores dos pets, mas pelos próprios profissionais de saúde animal. “Isso não pode passar batido, porque implica diretamente na diminuição da qualidade e da expectativa de vida dos bichos”, adverte (confira no quadro ao lado problemas decorrentes da obesidade e do sobrepeso nos animais de estimação). Em determinados casos, as causas da obesidade e do sobrepeso dos bichinhos podem ser hormonais, mas o

principal fator desencadeador desse quadro é comportamental: e quem está errando não é o animal. “As pessoas acham bonitinho, é igual criança roliça, mas a gordura é só a ponta do iceberg”, adverte o zootecnista Renato Zanetti. “Mas isso diminui a longevidade deles, faz com que sintam mais calor, torna a vida mais complicada”. Ao contrário do que se pode supor, os animais não precisam, como muitos nutricionistas indicam para humanos, comer em intervalos curtos, ou várias vezes ao dia. “Eles precisam receber uma quantidade nutricional relativa a seu gasto energético, não precisa ser dividida em horas, pode ser uma alimentação por dia, só. Somente em caso

A gatinha Lúcia já perdeu 2 kg e precisa perder mais um para o peso ideal

CONSEQUÊNCIAS Muito além de uma questão estética, sobrepeso e obesidade acarretam em problemas de saúde para o animal. Veja abaixo alguns: Cães Doenças cardiorrespiratórias, articulares, ósseas, aumento do risco em caso de anestesia Gatos Todas os problemas dos cães acrescidos de doenças de trato urinário e cálculo renal * Fonte Renato Zanetti, zootecnista

de filhotes é bom parcelar, porque, em geral, eles não têm espaço no estômago pra quantidade diária que precisam”, explica o zootecnista, acrescentando que alguns cães até comem uma vez por dia só, por vontade própria. AFETO Zanetti observa que existe uma noção inversa das necessidades dos pets. “A primeira não é alimentação, é atividade física. A segunda é carinho e só em terceiro lugar está a alimentação. Por falta de tempo, os tutores costumam dar comida demais, algum carinho e nenhuma atividade física”. De uma participação recente num congresso internacional, o veterinário José

Lasmar chegou a uma conclusão correlata: tutores estabelecem uma relação de afeto com o ato de alimentar seus bichos. “A FDA (Food and Drug Administration, agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos) autorizou as pesquisas com um inibidor de apetite para animais, que começou a ser testado. No início, o medicamento funcionou, mas após um tempo, os pets pararam de perder peso”, conta. “Ao conversar com os voluntários, os realizadores da pesquisa entenderam o que estava acontecendo: os tutores suspenderam o inibidor, porque começaram a sentir seus bichinhos distantes, já que eles não vinham mais abanando o rabo pedir comida”. É mais ou menos o que acontece com a labradora Sofia, que está aproximadamente 7 kg acima do peso. Sua tutora é a bacharel em direito e ativista Val Consolação, 45, mas a “guarda é compartilhada” com seu pai e é na casa dele que a cachorra mora. “Eu comprei ração diet pra ela, mas quando cheguei lá meu pai tinha cozinhado angu e misturado para dar à Sofia, dizendo que ela não havia gostado”, diz. “Ele dá todo tipo de comida pra ela e pra outra cachorrinha que mora lá, de misto quente a dobradinha, e, quando as leva pra passear, é no carro. Eu que tenho assumido a responsabilidade das caminhadas dela, mas com a comida realmente não tem tido jeito”.


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SAÚDE ANIMAL> Tarefa de perder peso é árdua para o bichinho, mas tutor deve ter determinação

Dieta e atividades físicas já! LEO FONTES

Jessica Assim como Almeida perder peso costuma ser uma tarefa árdua para humanos, ela também o é para os animais. Por isso, é preciso muita determinação e dedicação dos tutores nessa tarefa. O professor Daniel Diniz, 39, e sua esposa já conseguiram fazer a gata Lúcia perder 2, dos 3 kg de que ela precisava se livrar para chegar ao peso ideal. “Nós e até a veterinária chegamos a achar que ela estava prenha, mas era gordura mesmo. Desde que constatamos que não era uma gestação, começamos o regime, porque ela já teve muitos problemas de saúde e não queremos que desenvolva outros”, conta. “Inclusive o hábito de dar remédio na comida, pelo fato de ela ser muito brava, contribuiu para o ganho de peso. Por isso, também seria impossível aplicar insulina se ela ficasse diabética”. A clínica em que Lúcia é tratada também tem um gato obeso, e foi da experiência com ele que descobriram a fórmula do emagrecimento: cortar carboidratos, optando pelas rações de sachê, em vez das secas. “Damos nos horários e quantidades certas, colocamos aguinha. Às vezes, ela enjoa, então, tem que pôr água quente, trocar de sachê”, comenta Daniel. Associado a isso, todo dia de manhã o professor brinca com a gatinha por ao menos meia hora, a fazendo se movimentar. Ela havia chegado num ponto que mal conseguia se lamber e, vez por outra, aparecia mancando, por cair de mau jeito das superfícies. Chegaram a tentar passear com ela numa coleira, mas não funcionou. Com a perda de peso, porém, ela voltou a se mover bem e é inclusive mais ativa que sua irmã mais nova, Catarina, que, no entanto, não tem problemas com o peso.

PESO NA CONSCIÊNCIA Mas ainda é difícil não ceder aos apelos de Lúcia por comida. “A função dela durante o dia é correr atrás, mostrar pra gente onde fica o pacote de comida. Me sinto culpado e, como também sou gordo, fico imaginando que, se não for suficiente, ela não tem como abrir o armário e pegar por conta própria. E eu sei o quão péssimo é sentir fome. Mas é que a

gente acaba jogando uma projeção de um problema que é nosso sobre o bicho”, afirma. No caso dos cães, é preciso intensificar os passeios. Aliás, passeios não: caminhadas. “Independentemente do porte, os cães precisam caminhar, no mínimo, 20 minutos diariamente. Eles precisam voltar pra casa arfando”, observa o veterinário José Lasmar. “E, dependendo das condições do animal, por exemplo, se for velhinho, adaptar às condições, como evitar, em horários quentes demais, levá-lo pro asfalto etc. Mas é importante frisar que sem atividade física, não existe saúde, longevidade e emagrecimento”. Dependendo da condição estrutural do corpo do animal, principalmente do cão, ele pode ser mais ou menos propenso ao acúmulo de gordura, por isso, só o veterinário pode determinar a quantidade e o tipo de ração que ele deve consumir, mas a regra do passeio vale para todos, sem exceção. O pet shop em que José Lasmar atende, o Bom Garoto, organiza periodicamente caminhadas coletivas. “Fazemos a Golden Morning para golden retriever, a Caminhada da Lua Cheia, que inclusive aconteceu recentemente. Costumo dizer que cão é sinal de passeio, se a pessoa não está habituada, precisa começar quando adota um cachorro”, afirma Lasmar. O zootecnista Renato Zanetti endossa o comentário e completa: “O peso do cachorro reflete as atitudes do dono. Na Dog Solution (centro de convivência para cães em que trabalha), outro dia havia um cachorrinho que estava gordo e nós fomos falar com o tutor e ele achou ruim. Ele também estava acima do peso. Agora, que fez cirurgia bariátrica e mudou seus hábitos, também está preocupado em mudar os do cachorro”, conclui.

“

Costumo dizer que cachorro é sinônimo de passeio, quem não tem o hábito, precisa adquirir para adotar José Lasmar, veterinário

Exercício

A cadela Sofia faz caminhadas para tentar perder os 7 kg a mais

SINAIS QUE AJUDAM A IDENTIFICAR EM QUE FAIXA DE PESO O PET ESTÁ Como raça e porte fazem variar os tamanhos tanto de cães quanto de gatos, quem sabe diagnosticar com precisão o sobrepeso (quando tem de 10% a 20% a mais que o peso ideal) e a obesidade (mais de 20% a mais que o peso ideal). Entretanto, alguns sinais ajudam o tutor a identificálos (e também se estiver abaixo do ideal) MUITO ABAIXO DO PESO Costelas Facilmente palpáveis, sem cobertura de camada de gordura. Base da cauda Ossos proeminentes sem a cobertura de camada de gordura.

Vista lateral Silhueta abdominal muito pronunciada. Vista de cima Formato de ampulheta acentuadamente pronunciada. ABAIXO DO PESO Costelas Facilmente palpáveis, sob uma fina camada de gordura. Base da cauda Ossos proeminentes sob uma discreta camada de gordura. Vista lateral Contorno abdominal. Vista de cima Formato de ampulheta pronunciada. PESO IDEAL

Costelas Facilmente palpáveis sob uma discreta camada de gordura. Base da cauda Contorno suave, com discreta camada de gordura. Vista lateral Contorno abdominal visível. Vista de cima Cintura proporcional. ACIMA DO PESO Costelas Difícil palpá-las sob camada moderada de gordura. Base da cauda Um pouco grossa, mas com ossos palpáveis sob uma camada moderada de gordura.

Vista lateral Sem contorno abdominal. Vista de cima Superfície dorsal mais longa na cintura. OBESO Costelas Difícil palpá-las sob camada espessa de gordura. Base da cauda Grossa e de difícil palpação sob camada espessa de gordura. Vista lateral Sem cintura, com gordura pendente do abdome. Vista de cima Superfície dorsal acentuadamente mais larga.

PET SHOP BOM GAROTO/DIVULGAÇÃO

Tutores e seus dogs no evento Vamos Passear, promovido pelo pet shop Bom Garoto


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reportagem

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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL

Abuscapelo MOISES MOISÉS SILVA

Dr. Telmo Diniz

(CRM-MG 25.398)

telmo.diniz@jornalpampulha.com.br

Agrotóxicos empre temos em mente que frutas e vegetais estão ligados à saúde. Seria perfeito se não fosse a presença de agrotóxicos em abundância utilizados para seu cultivo. O ideal seria que todos pudessem comer alimentos orgânicos e sem pesticidas, porém, isso certamente é uma utopia. Na coluna desta semana, vamos ver o que pode ser feito para reduzir a quantidade destes agrotóxicos nos alimentos. Os conhecidos agrotóxicos são substâncias químicas usadas aos montes na agricultura brasileira, a tal ponto que, desde 2008, o Brasil ocupa o posto de campeão mundial no uso destes produtos para manter as pragas longe das lavouras, segundo dados do IBGE. Se de um lado o agronegócio progride com a garantia de colheitas sem prejuízos, por outro nos tornamos consumidores de substâncias desconhecidas, muitas delas consideradas, inclusive, cancerígenas. Em um levantamento da Fundação Oswaldo Cruz, o brasileiro consome, em média, impressionantes 7 l de agrotóxicos ao ano. É muita coisa! Além de danos ambientais, a equipe do Instituto Nacional do Câncer alerta sobre os riscos de doenças como as neoplasias. Dentre os efeitos à exposição crônica aos agrotóxicos, podemos citar a infertilidade, a impotência, abortos espontâneos, malformações fetais, neurotoxicidade, desregulação hormonal e câncer. Para temos uma ideia da seriedade do tema, 50% dos agrotóxicos usados no Brasil estão proibidos na Europa, EUA, Canadá e Austrália. Na contramão dos países desenvolvidos, o Brasil segue o caminho para Enquanto as ter leis mais flexíveis sobre o uso de agrotópolíticas xicos, inclusive os que já são proibidos, grapúblicas neste ças às pressões da bansetor não se cada ruralista, defensora do agronegócio. entendem, nós Enquanto as polítimortais cas públicas neste setor não se entendem, devemos tomar nós mortais devemos algumas tomar algumas precauções quanto ao teprecauções ma em pauta. Então, quanto ao tema como podemos reduzir a quantidade ingeem pauta. rida destes pesticidas? Soluções baratas e fáceis de aplicar estão em nossas mãos. Segundo o Center For Science And Environment, de pesquisas nesta área, localizado em Nova Deli, na Índia, o primeiro passo para remover resíduos de agrotóxicos em frutas e verduras é lavá-las com água corrente. A simples lavagem com água remove 80% dos resíduos de agrotóxicos presentes nas cascas. Este mesmo centro sugere lavar duas ou três vezes as uvas, maçãs, ameixas, pêssegos, peras e tomates. As verduras devem ser lavados folha a folha. Alimentos que podem ser fervidos têm a vantagem de eliminar completamente os resíduos de agrotóxicos. O bicarbonato de sódio e o vinagre também são úteis para eliminar resíduos de sujeiras das frutas e verduras. A medida é de uma colher de sopa de bicarbonato para um litro de água. No caso do vinagre, para cada parte de vinagre, use duas de água (por exemplo, 1 xícara de vinagre e 2 xícaras de água). Em ambos os casos, deixe os vegetais e frutas mergulhados na solução por 20 a 30 minutos. Faça uma boa semana.

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Cirurgiãoplástico TeófiloTaranto faladoseuofício derestaurara saúdepelolado psicológico O aumento da expectativa de vida evidencia a eterna busca do ser humano pela juventude, impulsionada pela cobrança de uma sociedade que venera o corpo. Diante disso, o profissional da cirurgia plástica exerce um papel fundamental para “restaurar a saúde pelo lado psicológico”, diz o médico Teófilo Taranto. Mineiro de Contagem e com uma experiência de mais de 40 anos dentro de blocos cirúrgicos, ele realiza, em média, 60 cirurgias por mês, cerca de três por dia. Atuando em clínica particular e no hospital Mater Dei, Tarnto se tornou referência no país em aumento de mama, lipoaspiração e intervenções na face. Litza Mattos

Quando não lidera, o Brasil só perde para os EUA em quantidade de cirurgias plásticas realizadas. O que levou o país a se tornar essa superpotência na área? Sem dúvi-

da foi o culto ao corpo e à autoimagem. Somos um país tropical, em que os corpos ficam muito à mostra, as pessoas se sentem absolutamente deslocadas se não estiverem dentro da média. Isso é o que enche os consultórios. Mas a qualidade dos profissionais também ajuda? Realmente a cirurgia plástica brasileira é muito boa, um celeiro de excelentes profissionais, e nós devemos isso muito ao professor (Ivo) Pitanguy, que estimulou toda uma geração de cirurgiões plásticos com sua genialidade. Depois dele, o brasileiro ficou mais aberto, e a cirurgia plástica foi popularizada. Antigamente era coisa só para pessoas classe AAA e artistas. Com isso o país se tornou também destino de estrangeiros em busca dessas operações... Sem dúvida. A cirurgia plástica brasileira é muito boa,

Referência

Teófilo Taranto realiza, em média, 60 cirurgias plásticas por mês; cerca de três por dia

dico e que entenda a cirurgia plástica como aquela que restaura a saúde pelo lado psicológico. O que isso significa? Você

e, se você comparar o custo dela com o de uma cirurgia nos Estados Unidos ou na Europa, aqui ela é bem mais barata, praticamente metade do preço. Então, a pessoa faz o turismo, opera e tem resultados iguais ou melhores do que aqueles que teria em outros países. Por outro lado, o senhor concorda que o aumento da demanda exige do bom cirurgião que ele não faça tudo o que o paciente pede? Sem dúvida nenhuma.

Nesse aspecto, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) desempenha um papel extraordinário na formação do cirurgião plástico, de forma que ele passa primeiro por um período de dois anos de residência em cirurgia geral e depois fica três anos nos serviços credenciados, controlados e auditados pela sociedade. Antes de mais nada, o profissional tem que ser um mé-

não pode entender a saúde só como o bem-estar físico, tem que ter o bem-estar psicológico, que, por sua vez, exige uma autoimagem positiva. Outra coisa muito importante é quando a falta do bem-estar psicológico decorre realmente de um problema estético, com indicação de cirurgia. Já o contrário não é verdadeiro. O Transtorno Dismórfico Corporal (TDC) é quando a pessoa tem primariamente um problema psicológico e somatiza aquilo em um problema estético, que, na verdade, não existe. É importantíssimo o cirurgião conseguir identificar isso na primeira consulta. Nesses casos, o paciente precisa ser encaminhado para um psicólogo, psiquiatra etc. O senhor acredita que essa superexposição de corpos e selfies têm criado uma geração de viciados em plásticas? Apesar do

cerco que a SBCP exerce, observamos que existe muito abuso, sim, e isso leva muitas pessoas que veem resultados maravilhosos na rede social a querer um corpo igual, sem medir as consequências. Mas o médico não pode aplicar a mesma técnica em todas as pessoas. O aumento da expectativa de vida mudou o papel do cirurgião frente a essa eterna busca pela juventude e bem-estar?

Existe até um poema da Cecília Meireles que eu gosto muito e que se chama “Retrato”, que indaga em qual espelho ela perdeu a sua imagem. No consultório isso acontece todos os dias. A paciente diz que se olha no espelho e se surpreende. Muitas vezes a depressão e a falta do bem-estar psicológico advêm dessa estranheza. Isso é que leva a cirurgia plástica a ser medicina. No caso dos homens isso também acontece? Es-

sa questão da autoimagem é algo muito forte no ser humano e independe


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rejuvenescimentofacial do sexo ou idade. Eu não faço transplante de cabelo, mesmo assim, na minha clínica, 10% dos pacientes são do sexo masculino, o que é um número grande, pois, antigamente, era no máximo 1%. O que observo é uma grande procura de executivos que querem se inserir no mercado de trabalho. Sabemos que, em igualdade de condições, o jovem, magro e belo leva vantagem. Então, os homens buscam muito o rejuvenescimento facial. E em relação ao tipo de cirurgias ao longo dos anos? A grande mudança

no Brasil foi o tamanho da mama. Antigamente, a cada dez cirurgias que fazíamos, nove eram para reduzir as mamas e só uma para aumentar. Hoje, a cada dez que você faz, sete são para aumentar, e só três para reduzir. O brasileiro

e a brasileira passaram a admirar e a querer seios mais volumosos. O rejuvenescimento facial, o aumento de mama e a lipoaspiração são as cirurgias que eu mais faço. Quais foram os últimos avanços em relação aos procedimentos? Na área

da cirurgia de face tivemos recentemente uma grande revolução, que é o frontal endoscópico. Antigamente, para atuar na testa, você fazia uma incisão enorme (de orelha a orelha). Hoje essa incisão é reservada só para pacientes mais velhos que têm excesso de pele. Mas, se você tem um paciente na faixa dos 40 anos, é feito o procedimento endoscópico. São cinco pequenas incisões. O lifting frontal endoscópico foi uma grande evolução, pois a recuperação é muito mais rápida.

“

A cirurgia plástica é aquela que restaura a saúde pelo lado psicológico

“

As pessoas se sentem deslocadas se não estiverem dentro da média

“

Cirurgia plástica é igual a assinatura, cada um tem a sua

Eparaondeestácaminhando essa área da medicina?

A maior expectativa é pela célula-tronco. Hoje todas as próteses devem ser trocadas de tempos em tempos, pois têm um prazo de validade. Mas, pela evolução que estamos vendo, eu tenho a impressão de que quem for trocar uma prótese daqui a 20 anos, certamente, será beneficiado com uma prótese definitiva com células-tronco. Essa é uma técnica que não está completamente em uso, mas já está dominada. Os estudos ainda são embrionários. O que já se tem em relação a isso? Na cirurgia plástica se

usa a célula-tronco mesenquimal (encontrada na medula óssea de indivíduos adultos) para os enxertos de gordura. É como um galho de uma árvore: quando você passa as mãos e puxa, vêm muitas folhas e alguns frutinhos. Esses frutinhos são as células-tronco. Então, quando você vai fa-

zer uma lipoinfusão, ou seja, colocar gordura numa área, por exemplo na região dos glúteos, você injeta uma grande quantidade de“folhas” e algumas“frutinhas”. Essas “frutinhas” são o que fazem o enxerto pegar ou não. É um procedimento usado também em reconstrução de mama. E a robotização e a impressão 3D, que vemos emalgumasáreasdamedicina? A cirurgia plástica também já incorporou algumas dessas técnicas? Ainda não. O pro-

blema da cirurgia plástica é que depende muito do sentimento do médico no momento. Eu costumo dizer que é igual a assinatura, cada um tem a sua. Ou seja, depende do seu “feeling” em relação ao que está sendo feito. Acho que vai ser muito difícil programar um robô para fazer esse tipo de cirurgia.


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DOLCEVITA PESO PESADO ia 10, o escritor gaúcho Fabrício Carpinejar esteve em BH com o espetáculo “O Amor Não É para os Fracos”, no Teatro Bradesco. Com suas reflexões sobre o amor, esta droga pesada, Carpinejar acabou confirmando a máxima do publicitário Washington Olivetto quando afirmou que, mais importante do que as flores, é o bilhete que vai com o buquê!

D

PESO DE SUMÔ seguir, os melhores momentos da entrevista que fizemos com Carpinejar em O TEMPO, no mesmo dia 10: O que querem as mulheres? Fácil, quando se sabe e se quer: “Não querem que os homem falem por elas, mas com elas, olhos nos olhos sem baixar a cabeça”.

A

PESO PENA erguntamos a Carpinejar, que está muito longe da beleza de um George Clooney ou Rodrigo Santoro, o que um cara feio, pobre e burro pode esperar de Cupido? E ele: “Cupido é cafona. Só pode esperar música ruim. Se o Cupido lhe flecha, tome vacina contra tétano. O amor é nossa escolha. Não é sorte ou azar. O dedo podre obedece ao corpo inteiro”.

P

PESO DA LUZ e “o amor não é para os Fracos”, é para quem? “Não há manual, mas uma postura franca e desinibida capaz de rir dos defeitos e das fraquezas. Um dos preceitos de um bom relacionamento é se desapegar dos

S

Paulo Navarro com Walter Navarro pnnavarro@gmail.com ‘TIÃO MOURÃO/DIVULGAÇÃO

ex. Sem essa de amizade com ex. Ex é Exu sem luz”.

PESO DA CRUZ ual é o critério de seleção dos homens? Qualquer mulher serve? “Depende da carência ou da bebedeira. O homem escolhe a mulher a partir do seu estado de espírito”. E Carpinejar entrou no clima da brincadeira, de como Michel Temer conquistou a bela recatada do lar Marcela: “Ele recebeu um Fora Temer no primeiro encontro. Aí deu um golpe com o apoio da base governista das amigas dela”.

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lançaperfume Fazendo e acontecendo no Conexão Empresarial em Tiradentes, Ana Claudia Wanderley e Henrique Salvador Silva

em 6 Ainda Tiradentes, o advogado Décio Freire leu carta ao presidente Michel Temer, com o aval dos participantes: “Por intermédio do deputado federal Fábio Ramalho, os abaixo assinados participantes do encontro empresarial ‘Conexão Empresarial de 2017’, com os maiores empresários de Minas, invocam o Estado Democrático de Direito”.

PESO IDEAL

no 6 (Invocando sentido de) “que o

ara terminar, aprendam como abordar uma mulher não sendo um Michel Temer ou o Brad Pitt: “Você deve chegar fingindo que ela não é importante. A urgência assusta, a solenidade atrapalha, o elogio enfraquece. A sedução é um terreno dos fortes e confiantes”.

pelas “vitrines”, a Ilustre Decor, com acervo de mais de 150 lustres, a Fest Mobille Decorações, o Atelier dos Sonhos e a Floriana, dentre outros dos mais importantes fornecedores de Minas.

O CENÁRIO DO SONHO

erca de 400 participantes deram e tomaram um banho de descontração e lucidez em

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escolha da decoração de um casamento é o momento de encantar. Flores, tapetes, lustres, adornos. Para tornar essa múltipla escolha mais fácil, a mostra Casar BH reúne renomados fornecedores da área na edição mineira, entre os dias 23 e 25, no buffet Catharina.

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CONEXÃO PROVIDENCIAL

C

mais um evento Conexão Empresarial, há uma semana, em Tiradentes. Bons exemplos para sair das crises que assolam o Brasil. Fundamental o encontro promovido pelos jornalistas, pai e filho, Paulo Cesar e Gustavo de Oliveira.

CONEXÃO PLURAL

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Estranhos” de sempre compartilhando como nunca e como

íntimos, as mesas saborosas assinadas por Massimo Bataglin, Club do Chef e Luiz Ney, Villa Paolucci, o sinônimo de “dá-lhe pururuca”! Show da cantora Gabriela Pepino, pista de dança do lounge, madrugada adentro ao som do DJ Ash; massagens e ioga no spa; oficinas de vôlei e de tênis, visitas guiadas a museus, pontos turísticos e trekking nas montanhas da Serra de São José. STUDIO CERRI/DIVULGAÇÃO

poder emana do povo” e, assim, encaminhamos nosso apoio às Reformas Trabalhistas que visam flexibilizar a Consolidação das Leis do Trabalho que, em vigência desde 1943, carece de urgente modernização para que, juntos, possamos superar a grave crise econômica que assola nosso país”. à equipe 6 Edaparabéns V&B Comunicação, coordenada por Maria do Socorro Costa Almeida, com a produção de Marisa Coelho, da PóloBH. Super! da 6 “Resquícios Memória” é a exposição individual de Daniel Mansur, até 30 de junho, na galeria pop up, do escritório de Arte Marcela Bartolomeo, Mangabeiras.

SONHO REALIZÁVEL

mostra retrata a 6 Acidade de Epecuén, na

a decoração completa aos detalhes que fazem a diferença, tudo poderá ser conferido. Tendências como centros de mesas altos, com frutas, decorações aéreas. Ainda

2 de julho, no 6 Até prédio da Fiemg, em Ou-

Argentina, uma espécie de Mariana inundada, não por lama, mas pelas águas.

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Enfeitando a noite e a coluna, a atriz Bruna Marquezine e a apresentadora Titi Müller

tro Preto, a mostra “Bracher 60 Anos de Pintura”.

CENÁRIO BH Na Pracinha capta recursos para livro Foram cinco anos percorrendo os espaços da capital mineira para mapear opções de passeios em família. As publicitárias Flávia Pellegrini e Miriam Barreto idealizaram o movimento Na Pracinha e, agora, reuniram mais de cem passeios para fazer com as crianças no livro “Beagá Pra Brincar”. No momento, o projeto está em fase de financiamento coletivo para produção do livro. Os interessados em participar, podem doar diversas quantias, até a próxima segunda (19), por meio do link: catarse.me/beagaprabrincar

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DUORAMA FOTOGRAFIA/DIVULGAÇÃO

Verbogentileza promove uma nova ação em BH Pílulas de gentileza. É este o ideal da ação pop-up que o Projeto Verbogentileza realiza na próximasexta (23). A ação convida o público a fazer pequenas pausas em seu cotidiano e refletir sobre a vida, enquanto acontecem intervenções musicais e artísticas na Praça Tiradentes. Além disso, a ação também celebra o lançamento do próximo Festival da Gentileza, que acontece entre os dias 21 e 23 de julho Onde Praça Tiradentes (entre av. Afonso Pena e av. Brasil) Quando Sexta (23), das 9h às 19h Quanto Gratuito

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LEONARDO MELO/DIVULGAÇÃO


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EVENTO> Circuito pela Paz - Corrida na Comunidade acontecerá no domingo (25), em Contagem

Inscrições quase finalizadas SAMAN PAHLEVAN/DIVULGAÇÃO

TRANSFORMAÇÃO Por meio da corrida, muitas pessoas têm tido a oportunidade de ter mais bem-estar e saúde no dia a dia. Sidney Abreu, 39, que já se prepara para o Circuito pela Paz e faz parte da Associação Atlética de Contagem, conta que foi o esporte que contribuiu para

que ele perdesse 20 kg e ainda se livrasse do alcoolismo. “Correr é muito importante para a saúde física e mental”, diz. ATENÇÃO As inscrições são gratuitas para quem mora nos bairros Nova Contagem, Vila Renascer e Retiro. É necessário apresentar comprovante de endereço na Regional Vargem das Flores (rua VL 7, 47, bairro Nova Contagem). Para os demais, a taxa de inscrição é de R$ 30. Ela pode ser realizada por meio do site www. circuitopelapaz.com.br. A prova dos adultos, de 5 km, terá início às 8h30. Já a das crianças, que é de 1km, começa às 9h30. Todos os que cruzarem a linha de chegada recebem uma medalha de participa-

ção. Os primeiro, segundo e terceiros lugares ganham R$ 600, R$ 300 e R$ 150, respectivamente. Já as crianças vencedoras levam para casa um vale-com-

pras no valor de R$ 100. O evento vai contar ainda com outros serviços que promovem a saúde, o bemestar e a diversão. Serão realizados medição de

25 de junho de 2017 Faça sua inscrição:

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Iniciativa do jornal Super Notícia tem contribuído para o bem-estar de milhares de pessoas

(RETIRO E VILA RENASCER)

Tel: 3284-6006 | www.circuitopelapaz.com.br

pressão e de glicose e corte de cabelo. Para os pequenos, terá brinquedos infláveis e distribuição de algodão-doce, pipoca e balões.

apoio:

foi a primeira a fazer a inscrição no evento, que é uma iniciativa do jornal Super Notícia com o apoio da Prefeitura de Contagem. “Eu pratico corrida todos os dias, mas, agora, intensifiquei o treino e o ritmo. Vou até contar com uma torcida no local”, diz Maria Célia. Quando perguntada sobre o que espera da ocasião, ela responde, de maneira bemhumorada: “continuar sendo a primeira”.

realização:

O segundo Circuito pela Paz – Corrida na Comunidade deste ano já está prestes a acontecer e, como não poderia deixar de ser, as expectativas para o evento estão muito altas. Já está tudo preparado para a competição, que será realizada nas ruas dos bairros Nova Contagem, Vila Renascer e Retiro, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Sendo assim, os interessados em participar devem se apressar: as inscrições se encerram nesta quarta-feira (21). As provas serão realizadas no domingo (25). E, se a intenção é correr à frente de todo mundo, Maria Célia Gomes, 39, já começou bem: ela Juliana Siqueira


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almanaque SUCESSO>Marcos Caruso traz a BH “O Escândalo Philippe Dussaert”, um sucesso do teatro francês Sáb. e dom. 24 e 25. jun.

PAULA KASSETZ/DIVULGAÇÃO

‘Solo coletivo’ O sucesso retumbante de “O Escândalo Philippe Dussaert” rendeu a Marcos Caruso, além de vários prêmios, um feito curioso: ele contabiliza ter apertado a mão de aproximadamente 40 mil espectadores. Detalhe: até agora. Pode soar estranho, mas é isso mesmo. Antes de subir ao palco no primeiro solo de uma carreira que já perpassa quatro décadas, ele faz questão de receber o público no saguão, cumprimentando um a um. “Aliás, até peço para o pessoal chegar mais cedo, para a gente conversar. E não é o personagem que está lá, recebendo, é o ator mesmo”, estabelece um simpático Caruso. “Na verdade, ando brincando que estou fazendo um solo coletivo, pois, em uma hora 20 minutos de espetáculo, jamais fico sozinho”. Encerrado este momento específico, da recepção, Caruso sobe ao palco e assume seu personagem, que ministra uma conferência a respeito do artista francês citado no título e Patrícia Cassese

de sua curiosa trajetória, de copista de obras renomadas (de nomes como Da Vinci, Manet, Cézanne, Vermeer) ao protagonismo de um escândalo envolvendo o governo francês. A história é ficcional, mas o subtexto encontra eco na realidade do mundo contemporâneo, motivo pelo qual o dramaturgo Jacques Mougenot, autor de “O Escândalo”, está há mais de dez anos em cena com a peça na capital francesa. Não bastasse, o texto já foi montado também na Alemanha e na Rússia. Agora, como tudo isso chegou às mãos de Marcos Caruso é um capítulo à parte. Tudo começou quando três galeristas cariocas, em uma viagem a Paris, assistiram ao espetáculo e, arrebatadas, foram ao camarim conversar com Mougenot. “Elas disseram que esse texto precisava chegar ao Brasil, mas nem entendiam muito dos trâmites de comprar direitos, essas coisas. Então, o Mougenot aconselhou-as a procurar sua agente”. Feito o negócio, o trio voltou ao Brasil com um problema em mãos: como colocar no palco o que até então estava no papel.

O ator convida:

“Podem chegar cedo ao teatro, pois vai ter conversa, abraço, beijo...”, diz ele

E foi aí que o destino resolveu dar o ar da graça. “Elas foram almoçar num restaurante no qual eu, coincidentemente, estava. Quando me viram, imediatamente pensaram em mim como ator”. Na verdade, o nome de Caruso já integrava a lista de possíveis atores para o monólogo. “Por esse motivo, brinco que anjos não costumam almoçar em restaurantes, mas, nesse caso, foram a um”, diverte-se, acrescentando que acabou ganhando “um texto bárbaro, brilhante, engraçado, por meio do qual é possível discutir vários problemas contemporâneos”. Fernando Philbert assina a direção.

rém, dividir com a reportagem momentos curiosos já resultantes desta troca. “Porque perderia um pouco a surpresa. Mas jogo umas questões para a plateia e vêm as respostas mais loucas, surpreendentes, inclusive de crianças. É muito gostosa essa interação”. Mesmo evitando detalhes para não estragar a surpresa do público, o personagem de Caruso, na citada conferência, fala sobre um artista que começou a angariar visibilidade na mídia como copista, ou seja, aquele profissional das tintas e pincéis que busca reproduzir fielmente telas de grandes

REPERCUSSÃO Ou seja, embora verse sobre o universo da arte contemporânea, a peça não se destina apenas ao público enfronhado neste meio. “A peça parte de um escândalo sem precedentes na França para falar dos pequenos escândalos cotidianos da nossa vida”, elucida. E embora tenha dito que o público é convidado a interagir, Caruso faz questão de frisar que essa participação é voluntária. “Não forço ninguém”, diz, evitando, po-

“

A peça se debruça sobre temas contemporâneos, mas permeada pelo elemento humor Marcos Caruso, ator

nomes da pintura. Mas Dussaert decidiu inovar ao tirar, da reprodução, a figura humana ou os animais. Com a repercussão e a consequente valorização de sua arte, ele lança uma ideia singular. Uma obra de arte única, ousada, a uma quantia vultosa. E o governo francês decide bancá-la, gerando, então, o escândalo. DIFERENÇAS Dussaert nasceu da mente do já citado Jacques Mougenot, também seu intérprete na empreitada a que, por opção, Caruso não quis assistir. “Na verdade, cheguei a ir a Paris, conversar com o autor, e até comecei a ensaiar lá. Mas não quis ver a peça, pois estávamos propondo uma outra concepção. Depois, bem mais tarde, assisti ao DVD e, na verdade, vi que não tinha nada a ver com a montagem brasileira, no sentido de estético. Aqui, a encenação contempla mais a conversa, o olho no olho, uma interatividade que a francesa não tem. Na França, é tudo mais simples, ele num banquinho, com a tela de projeção. Aqui, fizemos um espetáculo grande, com música etc”. Essa análise, aliás, é en-

dossada pelo próprio Mougenot, que esteve no Rio de Janeiro para a estreia, a convite do consulado francês. “Foi muito bacana, porque ele veio para ficar três dias e acabou nos assistindo em todos. Desde o início, ficou empolgadíssimo por um texto seu na América Latina. E, ao assistir, disse que conseguimos traduzir não só o texto, mas a concepção”. O espetáculo estreou ano passado no Rio, e acabou arrebatando uma pá de prêmios em quase 700 apresentações. Agora, a ideia é rodar o Brasil, fazendo uma capital por mês (posto que Caruso grava “A Escolinha do Professor Raimundo” e a novela “Pega Pega”). Em 2018, Caruso o ator fará turnê pelos Estados Unidos (Boston, Nova York, Miami e Orlando), direcionada à comunidade brasileira, e, em fevereiro e março, em Portugal. Em abril, por sua vez, estreia em São Paulo.

O Escândalo >Philippe Dussaert Teatro Sesiminas (rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia). Sábado (24), às 21h, e domingo (25), às 18h. R$ 80 (inteira)


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ARTES CÊNICAS Mais poesia e menos verbo Alex Com referênBessas cias na poesia do britânico Edward Lear, considerado avô dos surrealistas, e impregnado pelo universo nonsense e inventivo de Lewis Carroll, autor do célebre “Alice No País das Maravilhas”, o Parlapatões se envereda pelo lirismo no espetáculo “Os Mequetrefe”. Mas, claro, o grupo paulista não abre mão da comicidade, marca registrada dos palhaços. Transitando, pois, entre humor e poesia, a peça já soma três meses de estrada, tendo circulado por seis estados. Em Belo Horizonte, desembarca neste domingo (18) para, em seguida, continuar costurando o Brasil, de norte a sul, na programação do projeto Palco Giratório, que fica em cartaz na cidade até 2 de julho (confira no quadro abaixo, as peças em cartaz nesta semana). A relação com a capital mineira, aliás, é antiga. “Na década de 1990, o Galpão era quase uma casa para a

gente. Depois veio o FIT (Festival Internacional de Teatro Palco & Rua)”, lembra Hugo Possolo, 54, que assina o roteiro de “Os Mequetrefe”. ORDINÁRIO EXTRAORDINÁRIO Com 25 anos de história, a companhia aposta na inventividade e no “extraordinário do ordinário” na montagem. “No começo do processo, fiz uma crônica do cotidiano de um homem comum, mas pela perspectiva de um palhaço”, explica Possolo. Este pequeno perfil é transportado até mesmo para o nome dos quatro palhaços em cena: todos se chamam Dias. Pelo olhar do palhaço, o dia é atravessado por situações impossíveis e burlescas. Membro dos Parlapatões desde a fundação do grupo, em 1992, Possolo acredita que “o tom de brincadeira desencadeou um processo de criação muito rico”. O resultado são situações completamente nonsense levadas com graça para o palco.

Dom. 18.jun.

LUIZ DORONETO/DIVULGAÇÃO

“Os Mequetrefe”, da Cia. Parlapatões, mistura humor e poesia

HISTÓRIA COLETIVA Dos atores que vêm a BH para a apresentação, Hugo Possolo é quem está há mais tempo na companhia. “Estou desde o início, tem alguns que chegaram há 11 anos”, comenta. É essa longa trajetória que, para ele, justifica a disposição em se enveredar por novas linguagens. “Na verdade, criar um es-

petáculo novo nunca é fácil. Mas, pela nossa história, por estarmos há tanto tempo juntos, temos uma certa fluência”, analisa Possolo. “Eu sempre comparo com jogar bola. Jogando juntos, a gente se complementa”, diz. No grupo, renovação é palavra de ordem. “Se o artista começa a se repetir, adotar uma fórmula, perde o seu pul-

so”. Conscientes disso, eles se inquietam em relação à criação, pontua Possolo. “Isso possibilita novas descobertas”, indica. “Não nos permitimos ficar acomodados”, acrescenta, citando o próprio caso de “Os Mequetrefe”. “A gente já trabalhou os palhaços em tantos sentidos, mas nesse, de desconstrução e de

ser menos verborrágico... Foi um desafio que nos propomos”. HUMOR E LIRISMO Assinando o roteiro, Possolodestacaqueousoreduzido da palavra e a opção pelo lirismo desaguaram em um resultado final o qual, de início, sequer imaginariam. “É curioso! A gente não previu essa mistura de poesia, humor,ocotidianoeoextraordinário no roteiro”, afirma. Na verdade, Possolo explica que a peça foi montada por partes. “Cada trecho tem um lugar onde uma dessas características está”, detalha. E ao se depararem com o resultado, a trupe se sentiu orgulhosa. “A grande característica do palhaço é o humor, mas quando há mais camadas, fica algo ainda maior”, pontua Hugo, que divide a cena com Raul Barretto, Fabek Capreri e Alexandre Bamba.

> Os Mequetrefe

Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, Centro). Neste domingo (18), às 16h. Entrada franca. Retirada dos bilhetes uma hora antes do espetáculo.

PALCO GIRATÓRIO TRAZ PERFORMANCES, PEÇAS E APRESENTAÇÕES DE DANÇA DE ARTISTAS DE TODO BRASIL PARA BELO HORIZONTE ALEXANDRA MARTINS/DIVULGAÇÃO

LILIAN BARBON/DIVULGAÇÃO

ANGELA CORADINI/DIVULGAÇÃO

BRUNNO MARTIN/DIVULGAÇÃO

LAURO BORGES/DIVULGAÇÃO

Palafita O grupo Fuzuê, do Ceará, propõe formas de estar no outro a partir do equilíbrio entre dois corpos Onde Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1046) Quando Neste sábado (17), às 21h Quanto Gratuito, retirada de bilhete 1h antes

Women's Na peça catarinense, faxineira de um necrotério encontra seus fantasmas particulares Onde Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1046) Quando Nestes sábado (17), às 19h, e domingo (18), às 20h Quanto Gratuito, retirada de bilhete 1h antes

Maiêutica A matogrossense Raquel Mützenberg realiza uma intervenção urbana partindo da ideia do renascer, usando o corpo como recurso material e plástico Onde Praça da Liberdade Quando Quarta (21), às 16h Quanto Gratuito

Cinzas ao Solo A apresentação pensa o entendimento de dança do bailarino e a busca de sentidos sensoriais Onde Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1046) Quando Sexta (23), às 21h Quanto Gratuito, retirada de bilhete 1h antes

DNA de DAN A dança-instalação parte da lenda da serpente ancestral africana, origem de todas formas Onde Museu da Pampulha (av. Otacílio Negrão Lima, 16585) Quando Sexta (23), às 16h Quanto Gratuito, retirada de bilhete 1h antes


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ARTES CÊNICAS Emcena,ahistóriadenóstodos Lara Ao longo dos Alves s é c u l o s o (*) amor inspirou poetas, escritores e dramaturgos das mais distintas origens – mesmo que, nos escritos, o sentimento não esteja atrelado necessariamente a um final feliz. E foi tendo como norte as relações que tiveram um ponto final que Lícia Manzo (teledramaturga, autora de novelas como “A Vida da Gente”) colocou em repasse as desventuras de um casal na peça teatral “A História de Nós 2”. O sucesso tem sido tal que já são oito anos de estrada Brasil afora, contabilizando mais de 800 mil espectadores – com direito, agora, a uma terceira passagem pela capital mineira. Agora, sob a direção de Ernesto Piccolo, os atores Alexandra Richter e Bruno Garcia desembarcam no Cine Theatro Brasil, para duas apresentações, no próximo fim de semana (dias 23 e 24). O segredo do feedback positivo? “O público se

identifica muito com o que vê no palco”, sintetiza Alexandra Richter. Figurinha carimbada em novelas e filmes, a atriz atualmente está no ar com a reprise de “Cheias de Charme”. No teatro, desde 2009, vive intensamente a personagem Lena, de “A História de Nós 2”. “Uma mulher multifacetada, romântica, trabalhadora. Tem filho, tem a casa e precisa dar conta de tudo isso num dia só. Eu sou exatamente assim”, conta. É, inclusive, a partir destas facetas de Lena que a peça se desenrola. No palco, Alexandra contracena com Bruno Garcia – conhecido por filmes como “Lisbela e o Prisioneiro” e “De Pernas para o Ar”, bem como por suas aparições na telinha, em séries e novelas. Edu, personagem de Bruno, é marido de Lena, e o cenário em que a peça tem início flagra justamente o ponto final na relação dos dois. Ele volta ao apartamento onde moraram, agora para buscar seus últimos pertences. Ali, acabam vivendo um flashback de todos os mo-

mentos vividos, sejam os felizes ou os que desencadearam as brigas que culminaram com o término do casamento. “O início de toda relação é bem romântico, tudo é fofo. Depois, o casal se casa, a mulher fica chata e o homem, bobo. E é aí que o público se encontra muito. São homens e mulheres completamente focados no trabalho, sem tempo e sem energia para o casamento”, explica Alexandra. É esta inevitabilidade que, segundo Alexandra, faz com que casais estejam sempre “se cutucando” durante a peça. E, em consequência, a atualidade garante a longevidade da peça, que, aliás, vai virar filme. Para os fãs, a notícia não poderia ser melhor: o longa começa ser rodado já neste segundo semestre, com elenco encabeçado pelos mesmos atores da peça. * Sob a supervisão de Patrícia Cassese

A História >de Nós 2 Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Sexta (23) e sábado (24), às 21h. R$ 50 (inteira)

Sex. e sáb. 23 e 24.jun.

DALTON VALERIO/DIVULGAÇÃO

Sucesso

Alexandra Richter está há 8 anos em cartaz com a peça, que já foi assistida por mais de 800 mil pessoas

Maratona circense na cidade Qui. a dom. 21 a 25.jun.

ANDRÉ BAUMECKERN/DIVULGAÇÃO

Os irmãos Sartori em cena: a arte do arco & flecha se funde ao circo e ao teatro visual

ESPETÁCULO, NÚMEROS E FESTA COMPÕE A PROGRAMAÇÃO Dois Luis e Pedro Sartori se inspiram em contos clássicos para dizer da relação entre irmãos por meio de técnicas oriundas do circo, do teatro e do arco e flecha Onde Galpão Cine Horto (rua Pitangui, 3613, Horto) Quando Quarta (21) e quinta (22), às 21h Quanto R$ 20 (inteira)

Mostra de Números Circenses Durante dois dias, serão apresentados números circenses de até 20 minutos do Brasil, Uruguai, Argentina, Peru e Itália Onde Galpão Cine Horto (rua Pitangui, 3613, Horto) Quando Sábado (24), às 20h, e domingo (25), às 19h Quanto R$ 20 (inteira)

Cabaré Circense na Zona Last O bar – que tem realizado diversos eventos no Horto – se traveste em um ambiente circense para receber a festa do Festival Mundial de Circo Onde Bar Zona Last (rua Pouso Alegre, 2952, Horto) Quando Sábado (24), às 19h Quanto Gratuito

Desde sua estreia, em 2001, o Festival Mundial de Circo já abrigou apresentações de companhias de, pelo menos, 32 países. Sempre respaldadaspelos aplausosdorespeitávelpúblico. “Acho que o segredo é a diversificação, inclusive em relação ao formato. A cada ano, a gente muda alguma coisa”, analisa Fernanda Vidigal, idealizadora e coordenadora do evento,que, nesta sua 17ª edição – a partir da próxima quinta (21) – ocupa o Galpão Cine Horto. “Às vezes, damos mais enfoque à formação, em outras, à circulação... Dessa vez, apostamos em números circenses, por estarmos atentos à especificidade deste momento”, pondera ela, sobre a possibilidade de alguns gruposencontrarem dificuldades econômicas em trazer um espetáculo inteiro. “Mas podem ter bons números circenses para apresentar!”. Quando as inscrições para o festival foram abertas, cerca de 200 artistas e grupos de todo o mundo manifestaram interesse. Tal afluxo exigiu que a organização pensasse em uma curadoria categórica – afinal,apenas seis seriam selecionados. “Então, priorizamos artistas jovens, que preci-

sam dessa visibilidade”, argumenta Fernanda. Acoordenadoraconta, ainda, que a nova edição também aposta em apresentações musicais. “Convidamos Marina Machado, Julia Branco, Marcelo Veronez e Sylvia Klein”, enumera ela, citando artistas que, em seus trabalhos,vãodo lírico à MPB,refletindo a intenção do evento de valorizar a diversidade. DOIS Uma apresentação que une os elementos do circo ao teatro visual. E ao arco & flecha. Os irmãos Luis e Pedro Sartori saíram dos picadeiros de BH para ganhar o mundo. Agora, voltam à cidade dentrodoFestivalMundial do Circo com o inédito “Dois”, cuja premissa é transportar, para o palco, especificidades de uma relação entre irmãos. Fernanda Vidigal conta que viu“esses meninos crescerem”. “Começaram na Spasso Escola de Circo. Depois foram para a Europa, em busca de mais especialização. Hoje, são artistas de alta performance, Luis, na Finlândia, e Pedro, na Bélgica”, lembra ela, que, aliás não poupa elogios ao espetáculo. “Inventivo” e “emo-

cionante” são alguns dos adjetivos que ela recorre para descrever o número da dupla. Além da programação no Galpão Cine Horto, o festival retoma o “Cabaré”, festa temática que não acontecia desde 2014. “Escolhemos o bar Zona Last por ter tudo a ver com o espírito do evento – e, afinal, é só atravessar a rua”, diz Fernanda. Para ela, a festa “quebra” a impressão inicial de que o circo estaria mais voltado ao público infantil. “O Cabaré se torna essa alternativa para os jovens”. Além disso, é a oportunidade de levar intervenções circenses para a rua, o que não estava previsto na programação deste ano. Apesar de acontecer emumformato menor,ofestivalaindaabreespaço deresidência artística para os belo-horizontinos. E a expectativapara2018éfazerumfestival com um recorte maior, e voltar a circular pelo interior do Estado. (Alex Bessas)

17º Festival >Mundial de Circo Galpão Cine Horto (Rua Pitangui, 3613, Horto). Quinta (21) a domingo (25).


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ARTES CÊNICAS teatro adulto

MARCO AURÉLIO PRATES/DIVULGAÇÃO

Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. De 23/6 a 9/7.

A COMÉDIA MÁGICA

#CONFUSÃO

Com Kradyn Júnior Um show que mistura mágica, stand up e hipnose, onde Kradyn Júnior recebe convidados. Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277-6437). Sex. (23) e sáb. (24), às 20h; dom. (25), às 19h. R$ 20 (inteira, por espetáculo); 40 (inteira, passaporte para os três dias).

Dir. Freddy Mozart. Com Adriano Alves, Otávio Sanches, Rich Leão Uma jovem é salva por um rapaz que perdeu a memória. Agora ela precisa ajudálo, mas também escondê-lo do noivo. Teatro de bolso do Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Neste sáb. (17), às 21h; dom. (18), às 19h30. R$ 40 (inteira).

Dir. Júlio Maciel . Com Grupo Galpão Um dia, o Demônio aposta com Deus que se tirasse do homem algumas qualidades, ele cairia em perdição. Deus, aceitando o desafio, resolve trazer ao mundo a alma de Tilll. Praça do Papa (av. Agulhas Negras, s/n°, Mangabeiras). Dom. (18), às 18h. Entrada gratuita.

festival mundial do circo

SÍSIFOS A HISTÓRIA DE NÓS DOIS (Leia mais na página 10)

A PREGUIÇA DE DEUS E O DIABO Dir. Valber Palmeira Com Caroline Diamante, Clarice Carvalho, Gabriel Castro Baseado no texto “A Farsa da Boa Preguiça”, de Ariano Suassuna, espetáculo é elogio ao ócio do poeta Joaquim Simão e crítica ao Brasil burguês e cosmopolita. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, SantaEfigênia, 3277- 4697). Sex. (23), sáb. (24) e dom. (25),às 20h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).

BUMM Dir. Inês Peixoto. Com Dora Sá, Gisele Milagres, Laura Bastos Uma explosão, quatro mulheres confinadas em um lugar. Espetáculo confronta a mistura de pequenas certezas com mundo que insiste em levantar muros. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Qui. a seg., às 19h. R$ 20 (inteira). Até 26/6.

CHURRASCO NA LAJE Dir. Marco Amaral Com Juliana Almeida, Christiane Almeida, Raphael Calazans Reginaldo convida familiares e amigos que o ajudaram a “bater a laje” para o churrasco de inauguração.

Dir. Cláudia Henrique. Com Antônio Rodrigues e Gustavo Bartolozzi Dois personagens refletem sobre sua relação com o poder e a felicidade, enquanto trabalham carregando pedras diárias. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Qui. (22), sex. (23) e sáb. (24), às 20h; dom. (25), às 19h. R$ 10 (inteira).

SOBRE RATOS E HOMENS Dir. Kiko Marques Com Ricardo Monastero, Ando Camargo, Natallia Rodrigues George e Lennie estão unidos pelo sonho de trabalhar, juntar dinheiro e comprar um pedaço de terra. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Sex. a seg., às 20h. R$ 20 (inteira). Até 17/7.

SOUZARCÁTISCO Dir. Emanuel Ferreira. Com Thiago Souza Membro da Cia. de Humor Improrindo, Thiago Souza traz para o palco um stand-up comedy com piadas do cotidiano, notícias e paródias. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211). Dom. (18), às 20h. R$ 20 (inteira).

TIO VÂNIA (*) Dir. Yara de Novaes. Com Grupo Galpão O espetáculo tem como tema central a

TILL, A SAGA DE UM HERÓI TORTO

DOIS

Cia. Mário Nascimento de dança apresenta “Garrafa Enforcada” no teatro Francisco Nunes perda inevitável das ilusões e a consequente necessidade do homem de se reinventar e de enfrentar o futuro. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Qui. (22), sex. (23) e sáb. (24), às 20h; dom. (25), às 19h. R$ 30 (inteira). (*) Apresentações com tradução simultânea em libras.

teatro infantil A BELA ADORMECIDA Dir. Fernando Bustamante História de uma princesa enfeitiçada por uma bruxa para cair num sono profundo, até que um príncipe encantado a desperte. Anfiteatro do Pátio Savassi - piso L3 (av. do Contorno, 6.061, São Pedro). Neste sáb. (17), às 16h. R$ 22 (inteira).

A MAGIA DA SUSTENTABILIDADE Com Mágico Kradyn Júnior O espetáculo interativo e lúdico conta com mensagens educativas sobre a questão da sustentabilidade. Anfiteatro do Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Sáb. e dom., às 16h. R$ 40 (inteira). Até 25/6.

(av. do Contorno, 6.061, São Pedro). Dom. (18), às 16h. R$ 22 (inteira).

teatro de rua DE TEMPO SOMOS - UM SARAU DO GRUPO GALPÃO

Dir. Rodolfo Vaz. Com Cia Canguru O espetáculo de bonecos e sombras conta a história de uma garotinha que busca explicações para várias palavras. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Dom. (18), às 16h. R$ 10 (inteira).

Dir. Lydia Del Picchia e Simone Ordones Com Grupo Galpão Um encontro da música com o teatro, que se tornou a principal marca da companhia em mais de 30 anos. O sarau musical recorda músicas do repertório de espetáculos do grupo. Praça do Papa (av. Agulhas Negras, s/n°, Mangabeiras). Neste sáb. (17), às 20h. Entrada gratuita.

RAINHA DA NEVE

PASSAARÃO

Dir. Fernando Bustamante A história gira em torno da luta entre o bem e omal para quebrar o feitiço doinverno eterno. Anfiteatro do Pátio Savassi - piso L3

Dir. Aline Vila Real. Com Grupo Espanca! Espetáculo propõe um olhar sobre o centro da cidade, seus moradores e passantes. R. Sapucaí, 429, Floresta. Seg. (19) e ter. (20), às 16h.

MANIA DE EXPLICAÇÃO

Com Luís e Pedro Sartori Inspirados por contos clássicos, os performers combinam circo, teatro visual e arco e flecha, com interpretações sutis e poéticas da relação entre irmãos. Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3613, Horto, 3481-5580). Qua. (21) e qui. (22), às 21h. R$ 20 (inteira).

dança GARRAFA ENFORCADA Dir. Mário Nascimento e Rosa Antuña Com Cia Mário Nascimento Inspiradono livro“Históriados nossosgestos”,oespetáculo mescla dançacontemporânea e os trejeitos do povo brasileiro. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Neste sáb. (17) e dom. (18), às 20h. R$ 10 (inteira).

NUVENS DE BARRO Dir. Fernando Martins e Joaquim Elias Cia de Dança Palácio das Artes O espetáculo propõe um mergulho no universo lírico de Manoel de Barros. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Ter. (20), às 12h. Entrada gratuita.


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MÚSICA Enfim, o esperado songbook Patrícia A espera vaCassese leu a pena. Acalentado há tempos, o songbook do músico mineiro Toninho Horta – “108 Partituras” – finalmente saiu do forno e ganha lançamento com direito a show na capital mineira, na próxima sexta (23), no Teatro Bradesco. “Começamos com esse projeto em 2012, mas, no curso, você vai pesquisando, vê que isso e aquilo não poderiam ficar de fora... E tem a cobrança dos amigos (risos): ‘Pô, não vai ter os acordes mágicos?’ Aí você inclui, o projeto vai crescendo, crescendo....”. De toda forma, o importante é que o objetivo foi alcançado. “Com certeza! A edição, bilíngue, ficou muito bonita. São 360 páginas – 28 delas, coloridas, com fotos, depoimentos... Está bem caprichado. É uma produção independente. Tenho feito assim com meus discos há 20 anos, e o livro não fugiu à regra”, conta ele. A distribuição, no entanto, já está sendo alinhavada. “Por enquanto, já fechamos com a Leitura, em todo o Brasil, mas vai ter também venda na lojinha no site e, além disso, alguns importadores já es-

Sex 23.jun.

JAQUES DIOGO/O TEMPO – 12.9.2015

Em dois tempos: Ao lado, Toninho Horta em seu lugar favorito, o palco; acima, a capa do esperado songbook

tão nos contatando. O livro também estará disponível em lojas especializadas Brasil afora – aquelas, pequenas, que ainda resistem _ e, em breve, em outras redes, como FNAC e Saraiva”, lista, todo empolgado. A obra, cumpre dizer, é destinada a estudantes de música, professores, pesquisadores, músicos profissionais e amadores que apreciam a música instrumental. As páginas contêm, ainda, discografia, depoimentos e histórico de vida.

SHOW Na esteira do lançamento, Toninho fará uma turnê pelo Brasil, abarcando cidades como Natal, Belém, Salvador... “Em Brasília, a gente vai fazer um show no Clube do Choro. Já em São Paulo, na Livraria Cultura da (avenida) Faria Lima, um pocket show, e, depois, no Bourbon Street. Vão ser uns três ou quatro meses viajando, vamos divulgar bastante, o songbook”. Horta lembra que a turnê permite que ele viaje em

formatos variados, como trio ou quarteto, complementando o naipe de instrumentistas com talentos de cada cidade visitada. “Desenvolvendo, assim, um trabalho de interação, de intercâmbio, o que é, aliás, um dos objetivos do Instituto João Horta”, diz ele, referindo-se à fundação que leva o nome de seu avô, que foi maestro, e que ele toca. “Quero muito divulgar as escolas de música que estão por aí, em cidades como Santarém, João Pessoa ou

São José do Rio Preto fazendo um excelente trabalho”. E prossegue: “Posso chegar com uma ou duas pessoas e falar: ‘ó, cheguei aqui com o meu trabalho’”. PRODUÇÃO De todo modo, o show na capital mineira, por balizar o lançamento, terá todo um tom especial. “Vamos, inclusive, tentar transmitir na internet, mesmo para o Japão, apesar da diferença de fuso. Vou estar com nove pessoas no palco, parceiros da Or-

questra Fantasma, um super convidado, que é o Robertinho Silva, e cantores, como o Deuler Andrade e a Carla Villar, que vão fazer solos e backing vocal. E mais o Tata Spalla, que, além de cantar, vai tocar violão”. Não só. O argentino Lisandro Massa assume os teclados, Bruno Vellozo, que já foi aluno de Horta, o baixo; Pedro Aristides, o trombone, e Jorge Continentino, o sax. O repertório do show será uma compilação das músicas mais representativas da carreira do compositor, que serão executadas em ordem cronológica (da década de 60 até os anos 2.000), incluindo seus maiores sucessos, como “Manuel, O Audaz” e “Beijo Partido” – que ficou imortalizada na voz de Milton Nascimento. “A primeira parte é acústica, a segunda, eletroacústica, e, depois, algumas inéditas. São de 23 a 25 músicas, vai ser bem legal, o espetáculo. E vamos vender o livro lá, na hora, a um preço especial. No site, ele vai custar R$ 150, no dia, R$ 100”, diz um mais do que entusiasmado artista.

> Toninho Horta

Teatro Bradesco (rua da Bahia, 2.244, Lourdes). Dia 23 (sexta), às 21h. R$ 40 (inteira)

UmahomenagemaVilla-Lobos Abertura 21.jun.

CÍCERO RODRIGUES/DIVULGAÇÃO

Carla (à frente) está no quarteto junto a Andréia Carizzi, Marco Catto e Hugo Pilger

Para os fãs de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) – e da boa música em geral –, trata-se de um programa imperdível. Em quatro apresentações – dias 21 e 28 deste mês e 5 e 12 de julho –, o Quarteto Radamés Gnattali apresenta em Belo Horizonte o projeto “Villa-Lobos em 4 Concertos”, que, não bastasse, tem entrada gratuita, e é precedido por palestras obre diferentes aspectos da vida e da obra do compositor. Na verdade, o projeto que traz o grupo à capital mineira é uma espécie de desdobramento de uma experiência pioneira: o quarteto foi o primeiro no mundo a gravar, em DVD e BluRay (em 2009), os 17 quartetos de cordas do brasileiro. Como mostrá-los em sequência em um único concerto resultaria em uma apresentação de longa duração, o Centro Cultural Banco do Brasil convidou-os para a divisão em quatro oportunidades,

oferecidas ao público em um circuito que abarca as unidades da instituição país afora. Integrante do quarteto, a violinista venezuelana Carla Rincón conta que a repercussão tem sido “impressionante”. “As pessoas ficam enlouquecidas só em ler o nome de Villa-Lobos no projeto”. O que, na verdade, ela entende perfeitamente. “Eu mesma impactei muito quando gravei pela primeira vez uma obra de Villa-Lobos”, rememora Carla, que inclusive se mudou para o Brasil para aprofundar seus estudos sobre o compositor. A gravação do quarteto, hoje, é constantemente veiculada em canais de TV na Europa e mesmo no Japão. Vencedor dos prêmios Rumos Itaú 2007 e XIII Prêmio Carlos Gomes como melhor conjunto de câmara do Brasil em 2009, indicado para o Grammy Latino 2012, Prêmio da Música Brasileira

2013 e Prêmio de Cultura do Governo do Rio de Janeiro 2012-2013, o Radamés Gnattali já se apresentou em BH, mas Carla diz que a última vinda já faz algum tempo. “Creio que uns cinco anos”, aventa ela, feliz por estar de volta a uma capital que, lembra, adquiriu um novo impulso com o advento da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. “Aliás, essa é uma coisa que os políticos têm que se lembrar sempre, pois iniciativas assim impactam em todo um circuito cultural na cidade”, diz. Ao mesmo tempo, Carla frisa que a interpretação do quarteto traz muito um viés popular. (Patrícia Cassese)

Villa-Lobos em 4 >Concertos CCBB (Pça da Liberdade). Quartas (21 e 28/6e 5 e 12/7). Palestras: às19h30. Concerto: às 20h30. Gratuito (retirada de ingresso uma hora antes, na bilheteria).


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MÚSICA Vivendo e aprendendo a jogar Patrícia A bordo do Cassese novo disco de carreira, “As Voltas Que o Mundo Dá”, o grupo Biquini Cavadão volta a Belo Horizonte para única apresentação no sábado (24), no KM de Vantagens Hall. “O show chega numa nova estrutura, diferente daquele que a gente estava fazendo celebrando os 30 anos. Naturalmente, vai dar ênfase ao novo disco, mas, ao mesmo tempo, vamos, claro, manter a nossa história, com músicas como ‘Tédio’ e ‘Timidez’, da década de 80; ‘Vento Ventania’, ‘Zé Ninguém’ e ‘Impossível’, da década de 90; ‘Dani’ e ‘Quanto Tempo Demora um Mês’, de 2000, e as mais recentes, como ‘No Mesmo Lugar’ e ‘Roda Gigante’”, conta o vocalista Bruno Gouveia. Ele lembra que o show prevê um set acústico, “que é uma coisa que a gente não tinha testado ainda”. “E está fazendo realmente... bastante barulho (risos). Pode parecer meio estranho, mas é de fato a hora que todo mundo canta. Fica bem legal, um momento especial do show”. Sobre a nova lavra, ele destaca, por exemplo, “Um Rio Sempre Beija

o Mar”. “É a música que lança o disco. A letra surgiu, na verdade, quando estávamos voando sobre a Amazônia. O Coelho (guitarrista) viu aqueles afluentes fazendo muitas curvas, dentro da selva, e pensou: ‘Puxa, que desenhos incríveis, e, ao final de tudo, o rio acaba chegando ao mar’. Então, na verdade, é uma metáfora, que a gente tenta colocar ali. Que por mais que você tenha, na vida, quedas, correntezas, afluentes, o teu rio sempre vai chegar a seu destino. Você apenas está trilhando coisas ao longo da sua vida para chegar a seu destino”. Bruno lembra que, não bastasse ter um significado particular para os integrantes, a música vem tendo resposta “muito boa” do público. “Recentemente, recebemos uma notícia muito legal, a de que, dentro do segmento pop rock, está entre as cinco mais tocadas, o que nos deu bastante alegria”. Mas ele também ressalta “Sonhos pelo Ar”, que abre o disco e o show. “Fala muito sobre essa ideia de que nós não temos controle sobre a nossa vida. Vamos viver as nossas experiências, por isso, as voltas que o mundo dá, né? Tipo, o mundo vai dar voltas e reviravoltas na nossa vida, mas temos que saber li-

Sáb. 24.jun.

VINÍCIUS MOCHIZUKI/DIVULGAÇÃO

Mineiro (de Ituitaba), Bruno Gouveia volta com seus parceiros do Biquini Cavadão a BH, a bordo de novo repertório

dar com isso. Como diz a letra, ‘seja tudo como nós não planejamos’. É tentar não ter um controle total sobre a vida, e aprender a lidar com as voltas que o mundo dá nela. É muito forte e, por isso, abre o disco”. INDEPENDENTE Produzido por Liminha, o álbum é mais um a integrar os títulos da fase independente do Biquini Cava-

dão. “Há dez anos, a gente deixou de ser um mero espectador das decisões e estratégias das gravadoras para sermos ‘a’ gravadora, e batalharmos diretamente o lançamento dos discos. Um ponto importante e interessante, porque foi um aprendizado, com acertos e também com erros, que foram essenciais para a gente estar hoje aqui, falando com vocês, e tendo

um cuidado, um planejamento melhor. Foi necessário. Até então, éramos tutelados, a gravadora cuidava da carreira de cada artista, elegia prioridades. Com a queda no mercado fonográfico, a gente passou ao mercado independente em parceria com as gravadoras”, explica. “Aprendemos muito na prática, pois não existe faculdade para isso. Mas é

preciso aprender com a experiência. Agora, uma nova geração está surgindo, e talvez saiba fazer melhor do que nós, que começamos, mas foi preciso abrir esse terreno com facão. A gente ainda está se adaptando”, finaliza Bruna.

> Biquini Cavadão

KM Hall (av. Nossa Sra. do Carmo, 230). Sáb (24). 22h. R$ 80 (inteira).

Soprando velas com bolacha Uma década atrás, eles adentraram a cena com cinco integrantes, aplicando um som progressivo. No curso dessa trajetória, o Iconili foi agregando gente e, hoje, são 11 músicos a compor uma das orquestras psicodélicas mais adoradas do Brasil. A formação “ideal”, segundo André Orandi, tecladista da banda belo-horizontina desde o início. Ou seja, guitarra, baixo, teclado, bateria, percussão, sax e um naipe de metais a serviço da música instrumental. Para balizar os dez anos, o grupo lança, em versão vinil, o EP “Tupi Novo Mundo” (2013), com as cinco canções originais remasterizadas mais “Gentil”, do álbum “Piacó” (2015). E faz show em BH, repassando toda a carreira, do álbum homônimo, de 2010, até hoje. Outra atração são as projeções alucinantes do argentino Petit George, que retomam uma técnica dos anos 60: brin-

Qui. 22.jun.

MIRELA PERSICHINI/DIVULGAÇÃO

Banda instrumental mineira completa dez anos de estrada e promete show histórico

car com líquidos coloridos sobre a tela de um retroprojetor. Aliás, André diz que a obra de Petit inspira musicalmente a banda. “É o nosso guia psicodélico”, ri. SONORIDADE Na capa da reedição de “Tupi”, o caleidoscópio de periquitos verdes e vermelhos foi alterado, e a lâmina traz,

agora, apenas um pássaro em destaque. “O disco traz a mensagem do que é o Iconili. Foi o nosso primeiro contato com o afrobeat, tem mais groove. Já o ‘Piacó’ (2015) é mais experimental”, conta André. O álbum de 2013 traz a sonoridade do calor dos trópicos: um jazz experimental – à la Miles Davis e Hermeto Pascoal –, guitarras psicodélicas

e a percussão de matriz africana. “O título é bem abstrato, assim como o nome Iconili. Acho que foi uma viagem, queríamos algo que remetesse ao Brasil, ao mato. A gente costuma fazer umas imersões rurais, queríamos que tivesse bem a cara do Brasil”. A BANDA E A CIDADE O Iconili se diz grato à ca-

pital mineira. “É difícil fazer um som complexo e as pessoas aprovarem, e, aqui, o público gostou mesmo”, afirma o músico. Detalhe: o grupo foi ganhando espaço ao mesmo tempo em que a cidade retomava a cultura de ocupação artística das ruas. “Aqui, as pessoas têm essa vontade de ocupar os espaços públicos, e também acreditamos nisso”, analisa. Mas, é fato, outros públicos também endossam o som da banda. “Recentemente, estivemos no México e muitas pessoas, de outros países, vieram falar que conheciam e gostavam do nosso som. Para nós, é uma surpresa chegar aos dez anos, com um público engajado, que acompanha o nosso trabalho”, diz André, lembrando que vários integrantes já passaram pelo Iconili. “Todos deixaram um legado”, garante. “No início, eram muitos instrumentos e poucos músicos, então, a gente se revezava. O baixista tocava trompete, eu ficava no

teclado e no sax”. Hoje, a formação abarca tantos estilos e instrumentos quanto são as influências sonoras. A banda já rodou o Brasil e vários países, dividindo palco com grupos como a Bixiga 70 e até com os desenhos do carioca André Dahmer. “Ele ficou muito empolgado, nós também. Ficamos em contato para novos trabalhos”, diz Orandi. Outro carioca sintonizado com o grupo é o baterista Wilson Rosa. “Rearranjamos músicas dele e estamos gravando algumas. O próximo trabalho deve sair ano que vem, e vai ser possível perceber uma pegada do samba junto ao nosso som característico”, promete o moço. * João H. M otta, sob a supervisão de Patrícia Cassese

> Iconili

Comemoração de 10 anos e lançamento do vinil “Tupi Novo Mundo”. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.224, Lourdes). Dia 22 (quinta), às 21h. Entrada gratuita com retirada de ingresso duas horas antes do show.


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MÚSICA Violas em diálogo histórico Casas cheias. Boa repercussão na mídia. A recentíssima passagem de Chico Lobo por plagas lusitanas rendeu, mais uma vez, bons dividendos. Ao lado do português Pedro Mestre, o mineiro passou por cidades como Évora, Castro Verde, Serpa e Charneca de Caparica, celebrando os dez anos do encontro musical desses dois expoentes da viola. “Nesta uma década, a gente já formou um público, pessoas que gostam e que valorizam o encontro de violas. No caso dele, da viola campaniça. Hoje, Mestre é um grande artista em Portugal, tendo conquistado, ano passado, o prêmio Carlos Paredes”, conta, orgulhoso, Chico Lobo. E se o violeiro mineiro foi dar o ar da graça no Alentejo, agora é a vez de Mestre retribuir, vindo a BH para mais uma apresentação da dupla: mais precisamente, na quarta (21), no Sesc Palladium. “O Pedro tem, hoje, 33 anos, e já é reconhecido. Mas quando a gente iniciou a parceria, em 2007, ele estava começando, e ver sua evolução nesses dez anos, bem como a evoPatrícia Cassese

lução do cante alentejano, hoje elevado ao título de patrimônio cultural da Unesco, é muito emocionante”. NOVIDADES O show que será mostrado na capital mineira guarda algumas singularidades: se em Portugal eram só os dois no palco, aqui, a dupla será acompanhada pelo baixo acústico de Marcos Aur e pela percussão de Carlinhos Ferreira, “que montou um set muito interessante, com instrumentos ibéricos”. “Também vamos mostrar ‘Jardim dos Sentidos’, parceria que entrou no disco dele agora, mas que ainda não havíamos cantado no encontro de violas. E uma junção das músicas ‘Frutos da Terra’ e ‘Lírio Roxo’”. Chico Lobo lembra que, inicialmente, o encontro tinha dois momentos, nos quais os artistas se alternavam individualmente. “Hoje, praticamente, somos nós dois todo o tempo. E também devo fazer, no show, uma provocação ao Pedro, com a inclusão de dois temas brasileiros. Estou pensando em ‘Cálix Bento’, pela sua importância, e um outro, que ainda não defini. Então, na verdade, esse encontro é um amadurecimento da nossa caminhada”.

Qua. 21.jun.

Mestre e Lobo

Culturas que se reconhecem por meio das cordas da viola

Caminhada essa permeada por momentos emblemáticos, como em 2010, quando conseguiram juntar os respectivos mestres numa apresentação em Castro Verde. “No caso, eu, com Nelson Jacó, e ele, com Manuel Bento. Ambos, coincidentemente, faleceram ano passado. Mas foi impressionante, os dois, senhores, se identificaram imediatamente, e se reconheceram nas mãos calejadas pela lida com a terra e com a

ATHOS SOUZA/DIVULGAÇÃO

sábado (17) FESTIVAL DE OUTONO Neste dia apresentam-se Teatro Brujo, Lívia Itaborahy, Kokopelli. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes). Às 19h. R$ 30 (inteira)

FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS A orquestra apresenta um repertório barroco pela série "Fora de Série" Sala Minas Gerais (r. Tenente Brito Melo, 1090, Barro Preto). Às 18h. A partir de R$ 40 (balcão, palco e coro, inteira)

MANOBRA Lançamento do álbum “Ruas e Rios”. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 20h. R$ 15 (inteira)

ORQUESTRA OURO PRETO E FERNANDO BRANT Espetáculo “Quem Perguntou Por Mim”. Palácio das Artes (av. Afonso Pena , 1.537, centro). Sábado (17), às 21h e

domingo (18), às 20h. R$ 90 (inteira)

SIMONE LEITÃO Pianista apresenta recital com obras de Bach, Ravel e Gianastera. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes). Às 20h30. R$ 20 (inteira)

vaguarda da viola”. Mas tem mais momentos que ficaram tatuados na memória. Como quando os dois foram fazer um show em Catanduva (SP). “Na plateia, estava o dentista que tinha tratado do Pedro quando ele era criança, em Portugal”, conta.

O Projeto Manobra lança, neste sábado (17), o álbum “Ruas e Rios”, que propõe um rap orgânico e tem direção musical de Sérgio Pererê

HURTMOLD Banda apresenta-se na edição do Festival Tremor de 20 anos da Obra. A Obra (r. Rio Grande do Norte, 1.168, Funcionários). Às 23h59. R$ 25 (antecipado pelo sympla.com)

LÍRICO SACRO

segunda (19) SEGUNDA MUSICAL Recital com Octávio Deluchi (violão), Gustavo Machado (trompete) e Thiago André (piano). Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho). Às 20h. R$ 1

quinta (22) ALICE E MOÇOS ELEGANTES E SIDARTA RIANI Músicos da cena independente apresentam novos projetos. Benfeitoria (r. Sapucaí, 30, Floresta). Às 18h30. R$ 10

Coral Lírico de Minas Gerais sob a regência da maestrina Lara Tanaka. Igreja São Sebastião (r. Paracatu, 166, Barro Preto). Às 19h30. Entrada gratuita.

sexta (23) FOLSOMS E DEAD PIXELS Bandas apresenta-se na edição do Festival Tremor de 20 anos da Obra. A Obra (r. Rio Grande do Norte, 1.168, Funcionários). Às 23h59. R$ 20 (antecipado pelo sympla.com)

PADRE FÁBIO DE MELO Show “O Sagrado dos Dias”. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537). Às 21h. Ingressos esgotados

viola. Foi muito emocionante, e o público ficou encantado com a pureza e a raiz dos dois. A ideia era Manuel Bento vir ao Brasil, mas acabou não dando tempo”, lamenta. Outro marco foi quando começou a acontecer, em Portugal, o Encontro de Vio-

las de Arame, com a participação de Lobo. “A gente já conseguiu trazer, ao Brasil, duas edições”. Chico conta que, atualmente, os encontros envolvem várias discussões. “Gera um orgulho grande na gente, pois são muitos profissionais discutindo a sal-

AO ALENTEJO A dobradinha Chico Lobo e Pedro Mestre já foi registrada em formato audiovisual, que recebeu dois títulos. Aqui, no Brasil, “De Minas ao Alentejo”, e, do outro lado do Atlântico, o contrário. “O trabalho inclui um documentário, que mostra a viola caipira aqui, no sertão de Minas, e lá, nas planícies do Alentejo”.

10 Anos do >Encontro de Violas – Chico Lobo e Pedro Mestre Grande Teatro do Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420). Dia 21 (quarta), às 20h30. R$ 20 (inteira)


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LITERATURA Afonso Borges se rende à prosa Alex Na primeira Bessas vez que fez, da palavra, um ofício, Afonso Borges contabilizava apenas 15 anos. À época morando em Muriaé, Zona da Mata, o belo-horizontino se debruçava sobre a máquina de escrever para colaborar com um pequeno jornal local. Com o tempo, o nome do jornalista e produtor cultural acabou se atrelando ao fomento da literatura – a princípio, em Minas, depois, no Brasil. Há 31anos,elecomanda obemsucedido projeto “Sempre umPapo”e, não bastasse, está à frente da curadoria do vultoso Festival Literário de Araxá (Fliaraxá). Agora, Borges estabelece outra relação com as palavras com o lançamento do livro “Olhos de Carvão” (Record). Na verdade, a fronteirade leitorjáhaviasido ultrapassada outras vezes: Borges já assinou três livros de poesia, além de um infantil, também escrito em linguagem poética. Mas este é seu primeiro mergulho na prosa. Com 26 contos em 112 páginas, sua estreia no gênero tem causado boa impressão. “Estou bem impressio-

Seg. 19.jun.

FABIO SETIMIO/AB COMUNICAÇÃO DIVULGAÇÃO

Grupo Zé da Guiomar, Celso Adolfo, Lula Ribeiro e Chico Amaral se apresentam na noite de autógrafos

nado com a receptividade do livro! E noto que as pessoas também estão bem impressionadas com os contos”, comenta o autor. Agora, são aqueles pelo qualele batalhoupeladivulgação que se descobrem no lugar de entusiastas do prosadorBorges.“Um gênerotãodifícil, tão ingrato. Mas não para Afonso Borges, que os abra-

çou com paixão e conseguiu criaralgonovo: umestilo”,elogiou a escritora e historiadora Mary del Priore. “Era apenas natural que Afonso escrevesse e que, na escrita, fosse breve como suas frases, mas com a densidadede suavivência literária”, analisou, por sua vez, o escritor Sérgio Abranches. Estes,diga-se, são apenas alguns exemplos de elogios colhidos.

FABULAR O REAL Afonso Borges lembra que muitos dos contos saíram de sua experiência como repórter policial. O choque com uma realidade crua já havia despertado nele a necessidade de fabular o mundo à sua volta. “Às vezes, o real precisa deuma camada de ficção”, decreta. Além das acontecimentos que reportou, ele lança

mão de experiências pessoais. “Vou me valendo de tudo, viagens, lugares...”. Ao transformar estes fatos cotidianos – ou mesmo fantásticos – em literatura, Borges dosou no verniz ficcional. “Tem só uma camadinha de ficção”, assegura. Com a maioria dos textos ocupando apenas uma lauda e meia, o autor prioriza uma

narrativa rápida. Além de curtos, cada conto tem duas histórias, que se intercalam entre parágrafos. Seu objetivo é claro. “Quis transmitir o máximo de ação com o mínimo de texto”, declara. E, vale dizer, as histórias vieram de forma quase espontânea. Estas narrativas entrelaçadas dizem da forma como se consome informação nos dias de hoje. “Enquanto lemos um texto aqui, deixamos várias abas abertas, outra janela com outra informação ao lado... Então, o texto tem um pouco disso, desse novo jeito de ler”, define. Outras características são marcantes em “Olhos de Carvão”. O lirismo, para ele, está encarnado em si. “Sou muito influenciado pela poesia. Antes de tudo, sou um poeta”. Com frases muito pontuadas e sintéticas, há também algo da estética do texto jornalístico, que, claro, também é um ofício pelo qual se identifica.

do >livroLançamento “Olhos de Carvão” Mercado Distrital do Cruzeiro (rua Opala, s/n, Cruzeiro). Segunda (19), às 19h. Entrada franca. R$ 29,90 (livro)

ARRAIAL DE BELO HORIZONTE DIVULGAÇÃO

Pula fogueira, iá iá! Um dos cinco destinos turísticos mais procurados no período junino no país, juntamente com Bragança (PA), Campina Grande (PB), Corumbá (MS) e São Luís (MA), segundo o Ministério do Turismo, Belo Horizonte quer realizar em 2017 o maior arraial da sua história. Com esse objetivo, a

prefeitura da capital organizou, por meio da Belotur, o Arraial de Belo Horizonte, que promete se tornar um dos maiores eventos da cidade. Com um calendário que vai até o dia 9 de julho, a programação terá mais de 200 festas e uma programação para toda a família. Entre as novidades deste ano, está o aplicativo Ar-

raial de Belo Horizonte 2017 Official, disponível gratuitamente nas plataformas iOS e Android. Nele, o usuário poderá acessar toda a programação da festa junina e eventos que acontecem perto de onde ele está. Confira abaixo, destaques de algumas festas juninas na capital. (Mariana Alencar)

Neste sábado (17)

Prata, Alípio de Melo). Das 15h às 21h. Gratuito

O Mercado (av. Olegário Maciel, 742. Às 22h. R$ 20.

ARRAIAL DA FRATERNIDADE FESTA JUNINA DAS CHICAS Las Chicas Vegan (av. Augusto de Lima, 233, centro). Às 11h. Entrada gratuita.

JUNINA GOURMET SAVASSI Praça José Mendes Júnior (Funcionários).Às 12h Entrada franca com doação de 1kg de alimento não-perecível e retirada de ingressos no site www.nenety.com.br

ARRAIAL NO PALCO Espaço Yoshifumi Yagi (rua Leonil

Praça Coronel José Persilva, Santa Tereza. Das 16h às 22h. Gratuito

ARRAIAL DO

KANELLA

Rua Pernambuco, 1150, Funcionários Das 14h às 23h. Gratuito

ARRAIÁ DO LABAREDA (PAGO) Avenida Portugal, 4020, Jardim Atlântico. A partir das 19h

BAILE DA TERESA - ARRAIAL TROPICAL

Domingo (18) JUNINA GOURMET SAVASSI Praça José Mendes Júnior (Funcionários), às 12h. Entrada franca com doação de 1kg de alimento não-perecível e retirada de ingressos no site www.nenety.com.br

ARRAIAL

NO PALCO

Espaço Yoshifumi Yagi (rua Leonil Prata, Alípio de Melo). Das 15h às 21h. Gratuito

ARRAIAL BACANA DEMAIS

A Junina Gourmet Savassi, que acontece neste final de semana (17 e 18), está entre as festas juninas que acontecem na capital

Rua Magi Salomon, 330, Salgado Filho Das 14h às 0h. Gratuito

4º ARRAIÁ DA JUNINA FORRÓ DE MINAS Avenida Costa do Marfim, 356, Estrela Dalva. A partir das 14h. Gratuito

Sexta (23)

GAYZADA JUNINA A Fábrica (av. dos Andradas, 1145, centro). Às 23h. A partir de R$ 5 (ingresso individual, 1° lote).

ARRAIAL BACANA DEMAIS Rua Helium, 617, Nova Floresta. Às 14h. Gratuito

Sábado (24) SÔ JOÃO DO ROCK

ARRAIÁ SEM FRESCURAS COM GRETCHEN E GAROTAS SOLTEIRAS

Mercado Distrital do Cruzeiro (r. Opala, s/n°, Cruzeiro). Às 19h30 R$ 70 (ingresso promocional masculino), R$ 60 (ingresso promocional feminino).

O Mercado (av. Olegário Maciel, 742, 3° andar, centro). Às 22h. A partir de R$ 25 (antecipado).

ARRAIÁ DO MERCADO O Mercado (av. Olegário Maciel, 742, 3°

andar, centro). Às 22h . A partir de R$ 15 (ingresso promocional individual).

Sábado (1°) ARRAIASP 2017 - COM FERNANDO E SOROCABA Clube dos Oficiais da PMMG (r. Diabase, 200, Prado). Às 18h. R$ 65 (pista/ arena), R$ 150 (camarote open bar).

ARRAIÁ DA APCEF/MG COM JOTA QUEST Clube do Pessoal da Caixa (praça Padre Dino Barbieri, 5, Pampulha). Às 19h. A partir de R$ 80 (sócio, 1° lote), R$ 110 (não-sócio, 1° lote).


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CINEMA

Mostras trazem diversidade a BH A história de Minas Gerais com o cinema remonta os primórdios da sétima arte no país. De lá para cá, diga-se, o interesse segue vigoroso. E, claro, se renova. Pensando nessa atualização dos chamados ícones cinematográficos, o Cine Theatro Brasil abre espaço para pensar os novos clássicos mundiais na mostra JoAlex Bessas

vens Clássicos do Cinema, que começa na próxima quinta-feira (22). E se questões relativas à diversidade e sua representatividade estão cada vez mais sendo debatidas em todo o mundo, os mineiros têm algumas mostras que permitem adentrar tais debates pelo viés cinematográfico. Em Ouro Preto a representação histórica, questões ameríndias e preservação dão tom na 12ª edição do CineOP, que tem

VITRINE/DIVULGAÇÃO

início na próxima quarta-feira (21). A perspectiva da diversidade também aparece na mostra “Corpos Políticos”, que segue em cartaz no Cine Humberto Mauro até dia 29 e que aborda o universo LGBTQ. Já transitoriedade e diversidade de paisagens, ritmos e histórias é vista na mostra “Em Movimento – Lugares e Momentos”, em cartaz até 30 de junho, no Sesc Palladium, com produções de 11 países. CINEOP CULT CLASSIC/DIVULGAÇÃO

CORPO POLÍTICO Até o final de junho, a mostra Corpo Político ocupa o Cine Humberto Mauro com 33 filmes que divagam sobre o universo LGBTQ. “O público está respondendo muito bem à proposta”, diz Bruno Hilário, que assina a curadoria com Mariah Soares e Vitor Miranda. Com filmes produzidos entre 1970 e 2010, esta condensação da produção queer apresentada na mostra não é propriamente um movimento com linguagem estética única. Contemplando grande diversidade de gêneros cinematográficos, as obras se caracterizam por serem “desvios de desvios”, classifica Bruno. “Além de apresentar o protagonismo, são produções que inserem esses personagens em situação de confronto diante do conceito heteronormativo”. Para ele, aliás, “o cinema ajudou a construir essa noção de que só há um modo de ser, estar, agir e estes filmes vão na contramão disso”, avalia. Nos filmes selecionados, “há uma tentativa de ocupação deste espaço simbólico”. Mas, é bom lembrar, “a história do cinema traz pouca diversidade e se apega a estereótipos e

finais trágicos para personagens que fugissem do padrão heteronormativo”, critica Bruno. Portanto, “reunir esses filmes traz um amadurecimento muito forte”. Entre as exibições, Bruno destaca “Johan” (foto), filme francês de 1976. “Philippe Valois é um cineasta que pesquisa formas narrativas do amor e do sexo fora do

horizonte heteronormativo”, analisa o curador. Apesar de ter sido projetado no Festival de Cannes, o filme sofreu censura na época em que foi lançado. Onde Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 537, Centro) Quando Até 29/6. Quanto Gratuito. Programação fcs. mg.gov.br

A 12ª Mostra de Cinema de Ouro Preto questiona: “Quem conta a história do cinema brasileiro?”. A pergunta é a proposta principal do evento, explica Raquel Hallak, coordenadora geral do CineOP, que tem início na próxima quartafeira (21), na cidade histórica. Através de três eixos temáticos – preservação, história e educação –, o CineOP revisita o cinema. “Vamos trazer obras dos primeiros diretores negros; a questão indígena também estará muito forte na mostra, principalmente no eixo educação”, explica Raquel. Ela lembra que foi o filme “Martírio” (foto, 2017), de Vincent Carelli, que desencadeou tal preocupação – e, claro, está na programação. Ao tratar a questão indígena como emergência, o CineOP também homenageia a iniciativa “Vídeo nas Aldeias”, que produz filmes em aldeias indí-

ALPHA FILMES/DIVULGAÇÃO

genas há 30 anos. Permeado por questões dos impasses de filmar o outro e a legitimidade dessa produção, o CineOP presta preito à montadora paulista Cristina Amaral, “uma mulher negra que desenvolve um papel fundamental, mas que muitas vezes fica só nos bastidores”. Durante os seis dias, 76 obras serão projetadas. A maioria, digase, são curta-metragens, que somam 53 produções. “É algo raro. Se há perda grande de longas, de curtas então...”, comenta Raquel. O CineOP ainda homenageia o pesquisador Antônio Leão, “que tem prestado importante serviço à pesquisa e acervo do cinema brasileiro”. Onde Em diversos espaços de Ouro Preto Quando De 21 a 26/6. Quanto Gratuito. Programação cineop.com.br PYRAMIDE/DIVULGAÇÃO

JOVENS CLÁSSICOS Sim, o conceito do que é um clássico guarda subjetividades. Mas há aspectos objetivos que podem indicar se uma produção é ou, se no futuro, se tornará um. “Alguns filmes já nascem clássicos, outros se provam assim pelo tempo, por sua permanência. Fato é que são produções que estabelecem paradigmas”, aponta Rafael Ciccarini, curador da mostra Jovens Clássicos do Cinema, que entra em cartaz na próxima quinta (22) no Cine Theatro Brasil. Na seleção, Ciccarini inclui títulos consolidados e também apostas pessoais. “Um filme que já é um clássico é o ‘Silêncio dos Inocentes’ (1991), que se sagrou como um thriller inteligente que atualiza esse fascínio pela figura do psicopata, algo que já existe desde os anos de 1930”, menciona. Pelo lado de uma certa futurologia, o curador cita “Fogo Contra Fogo” (1995), uma obra que “retrata a solidão inevitável do homem contemporâneo”. Para Ciccarini, vale também a provocação. Deste ponto de vista, vale citar a escolha por “Jackie Brown” (1997) no lugar de seu antecessor, “Pulp Fiction” (1994), ambos de Quentin Tarantino. “‘Pulp Fiction’ já é um clássico. Quando escolho ‘Jackie Brown’, estou dizendo que ele também tem potencial para ser um”, explica. Outro filme presente na mos-

EM MOVIMENTO – LUGARES E MOMENTOS

tra é ‘Trainspotting’ (foto, 1996). “Nele, você tem o recorte de um filme jovem, contemporâneo, que entende uma velocidade de ritmo que já estava posta, por exemplo, pela MTV. Mas usa essa linguagem para falar de uma distopia”, comenta. Onde Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315) Quando Terça (21), show de abertura com Broken Cups e Broken Cups e Foxtrot. Filmes de 22 a 30/6. Quanto R$ 10 (inteira), R$ 50 (passaporte inclui 11 ingressos – um para cada filme) Programação cinetheatrobrasil.com.br

O Sesc Palladium explora a transitoriedade e diversidade de paisagens, ritmos e histórias. Até 30 de junho, serão exibidos 12 filmes de 11 países, contemplando produções de quatro continentes. “São obras que têm uma constante: o movimento”, explica Fábio Belotte, analista técnico social do Sesc. Entre os clássicos, ele cita “Serpico”, de 1973. “No filme, o personagem do Al Pacino é apresentado em quatro momentos diferentes... Então, a transformação está sempre presente”. Belotte, aliás, destaca que, nos filmes selecionados, as mudanças não são apenas de época ou lugar, mas também políticas e históricas. Destaque da

mostra, “Nostalgia da Luz” (foto, 2010), de Patricio Guzmán, terá exibição comentada pelas professoras e pesquisadoras Sandra Nunes e Cristiane Lage, na sexta-feira (30). Filmado no deserto do Atacama, no Chile, a obra explora paralelos no mais alto e árido deserto do mundo. Enquanto um grupo de mulheres procura o corpo de parentes desaparecidos durante a ditadura Pinochet, arqueólogos estudam relíquias de tempos remotos e, ainda, astrônomos olham para o céu à procura de vida alienígena. Onde Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046) Quando Até 30/6 Quanto Gratuito. Programação sescmg.com.br


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CINEMA Atenção! A programação abaixo refere-se a este fim de semana, dias 17 (sábado) e 18 (domingo)

pré-estreias O CÍRCULO (The Circle, EUA, 2017, 1h50, 12 anos) Dir. James Ponsoldt. Com Emma Watson, John Boyega, Tom Hanks. The Circle é uma das empresas mais poderosas do planeta atuando no ramo da internet. Ao ser contratada, Mae fica empolgada, mas logo percebe que seu papel lá dentro é muito diferente do que imaginava. BH Shopping 4: 21h35 Cidade 5: 18h40 (*) Del Rey 1: 18h10(somente sábado), 18h40(somente domingo) Partage Shopping Betim 7: 21h20 (*) Sessões dubladas

MEUS 15 ANOS (Brasil, 2017, 1h34, 10 anos) Dir. Caroline Fioratti. Com Larissa Manoela, Daniel Botelho, Rafael Infante. Aos 14 anos, Bia descobre que vai ganhar uma grande festa de 15 anos. Mas tem um problema: a garota sonhadora e apaixonada por música não tem muitos amigos para convidar ao evento. Betim 3: 16h20, 18h30 BH Shopping 10: 14h, 19h BH Shopping 4: 15h30 Big Shopping 3: 14h10, 16h Boulevard 4: 13h, 19h20 Cidade 3: 15h, 18h50 Contagem 8: 15h25, 19h20 Del Rey 5: 14h20, 18h50 Itaú Power 2: 14h, 18h30 Minas 2: 14h, 18h20 Monte Carmo 4: 14h, 18h20 Pampulha 2: 14h20, 16h20 Paragem 3: 13h20, 17h15 Partage Shopping Betim 4: 12h20, 14h50, 17h40, 19h50 Pátio Savassi 2: 16h40, 19h50 Pátio Savassi 4: 14h Shopping Estação 5: 14h30, 17h15 Shopping Norte 3: 14h10, 16h Via Shopping 4: 16h10 Via Shopping 5: 13h10

MULHER DO PAI (Mulher do Pai, Brasil/ Uruguai, 2015, 1h34, 14 anos) Dir. Cristiane Oliveira. Com Maria Galant, Marat Descartes, Veronica Perrotta. A adolescente Nalu precisa cuidar do pai cego após a morte da avó que os criou como irmãos. Quando Ruben percebe o amadurecimento da filha, surge uma desconcertante intimidade entre eles. Belas 1: 11h (somente sábado) (*) Clube do professor. Necessário a comprovação do mesmo

PARAMOUNT/DIVULGAÇÃO

estreias BAYWATCH (Baywath, EUA, 2017, 1h57, 14 anos) Dir. Seth Gordon. Com Dwayne Johnson, Alexandra Daddario, Zac Efron. Enquanto treina o novo e exibido recruta Matt Brody, o salva-vidas Mitch Buchannon descobre uma conspiração criminosa que pode ameaçar o futuro da baía onde trabalha. BH Shopping 7: 13h15(*), 16h40, 19h40 e 22h30 Boulevard 5: 14h10, 19h e 21h15 Cidade 8: 11h50(c), 14h10, 16h30, 18h50 e 21h10 (*) Contagem 3: 13h30(*), 15h50, 18h10(*) e 20h30 Del Rey 7: 13h30(*), 15h50, 18h10(*), 20h30 e 22h50(*)(f) Itaú Power 4: 15h50, 18h20 e 20h40 (*) Minas 5: 15h50, 18h20 e 20h40 (*) Monte Carmo 1: 14h(*), 15h50(*), 18h20(*) e 20h40 Pampulha 2: 14h30(*), 16h45, 19h(*) e 21h20(*) Partage Shopping Betim 5: 14h10, 16h50, 19h20 e 21h50 (*) Pátio Savassi 7: 13h, 15h50, 18h40 e 21h20 Shopping Estação 1: 16h e 21h15 (*) Via Shopping 1: 14h, 16h20, 18h40 e 21h (*) (*) Sessões dubladas

COLOSSAL (Colossal, Espanha/Canadá, 2016, 1h50, 12 anos) Dir. Nacho Vigalondo. Com Anne Hathaway, Dan Stevens, Jason Sudeikis. Gloria deixa Nova York após perder o emprego e o noivo. Ao acompanhar as notícias sobre o ataque de um lagarto gigante a Seul, ela descobre que está misteriosamente conectada ao evento. BH Shopping 10: 16h30 e 21h40

KIKI – OS SEGREDOS DO DESEJO (Kiki, el Amor se Hace, Espanha, 2015, 1h42, 16 anos) Dir. Paco León. Com Paco León, Ana Katz, Candela Peña. Cinco histórias de amor e sexo em Madri, na Espanha, envolvendo frustrações e fantasias de casais da cidade. Belas 3: 14h e 19h40 Ponteio 4: 14h30 e 21h10

SEPULTURA ENDURANCE (Brasil, 2016, 1h40, 14 anos) Dir. Otavio Juliano. Documentário sobre a trajetória da banda Sepultura, com imagens de arquivos de shows, bastidores e momentos pessoais. Belas 3: 16h e 21h40 (sessões dubladas)

UM TIO QUASE PERFEITO (Brasil, 2017, 1h36, livre) Dir. Pedro Antonio. Com Marcus Majella, Ana Lúcia Torre, Letícia Isnard. Tony e sua mãe Cecília são malandros trambiqueiros. Despejados, os dois procuram Angela, outra filha de Cecília que rece-

O remake de “Baywatch” estrelado por Dwayne Johnson e Zac Efron foi um fracasso de bilheteria nos Estados Unidos beu uma promoção no emprego e deixa seus três filhos sob os cuidados do tio Tony. BH Shopping 6: 12h10, 14h50, 17h30, 20h Big Shopping 4: 14h30, 16h30, 18h30, 20h40 Boulevard 1: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Cidade 1: 12h(somente domingo), 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Contagem 7: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Del Rey 4: 14h10, 16h10, 18h20, 20h20, 22h20(somente sábado) Itaú Power 1: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Minas 6: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Monte Carmo 2: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Pampulha 4: 15h10, 17h10, 19h10, 21h10 Paragem 3: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Partage Shopping Betim 3: 13h50, 16h20, 18h50, 21h10 Pátio Savassi 1: 13h20, 15h40, 18h10, 20h50, 23h10(somente sábado) Shopping Estação 6: 13h, 15h15, 17h30, 19h45, 22h Via Shopping 5: 15h10, 17h, 19h, 21h

BH Shopping 9: 12h50(*), 15h15, 18h, 20h30 Cidade 3: 13h, 16h50, 20h45 (*) Paragem 3: 15h15(*), 19h05(*), 21h Partage Shopping Betim 7: 11h50, 14h, 16h40, 19h (*) Pátio Savassi 6: 18h30(somente sábado) Pátio Savassi 8: 13h50, 16h10, 19h, 23h30(somente sábado) Shopping Estação 1: 13h45, 19h (*) (*) Sessões dubladas

em cartaz ALÉM DAS PALAVRAS (A Quiet Passion, Reino Unido/Bélgica, 2016, 2h05, 12 anos) Dir. Terence Davies. Com Cynthia Nixon, Jennifer Ehle, Jodhi May. História da grande poeta norte-americana Emily Dickinson, desde os primeiros dias como uma jovem estudante até seus últimos anos como uma artista reclusa e praticamente desconhecida. Cine 104: 20h10(somente sábado)

TUDO E TODAS AS COISAS

AMOR.COM

(Everything, Everything, EUA, 2017, 1h37, 12 anos) Dir. Stella Meghie. Com Amandla Stenberg, Anika Noni Rose, Nick Robinson. Uma adolescente vive cheia de restrições e cuidados devido a problemas de alergia a tudo que se possa imaginar. Mas ela se apaixona pelo garoto que se mudou para a casa do lado.

(Brasil, 2017, 1h32, 12 anos) Dir. Anita Barbosa. Com Ísis Valverde, Alexandra Richter, Gil Coelho. Katrina é uma blogueira de moda que se apaixona por Fernando, um vlogueiro de um canal de videogames em ascensão. O romance vira “febre” na internet, e eles vão precisar equilibrar o mundo real e o virtual. Contagem 8: 17h25, 21h15

ANIMAL POLÍTICO (Brasil, 2017, 1h16, 14 anos) Dir. Tião. Uma vaca sempre levou uma vida tranquila: tem pais que a amam, boas condições financeiras, muitos amigos. Mesmo assim, tem uma sensação de vazio. Ela decide, então, partir em busca de autoconhecimento. Cine 104: 16h40(somente sábado)

AS AVENTURAS DE OZZY (*) (Ozzy, Espanha, 2017, 1h30, livre) Dir. Alberto Rodríguez, Nacho la Casa. Ozzy é um cão deixado em um spa para cachorros quando seus donos viajam. Mas, na verdade, esse lugar perfeito é uma fachada construída por um vilão que deseja sequestrar cachorros. BH Shopping 1: 13h20 Boulevard 3: 13h50 Cidade 4: 16h10 Contagem 2: 14h e 15h50 Del Rey 2: 16h10 Itaú Power 4: 14h Minas 5: 14h Partage Shopping Betim 6: 13h Pátio Savassi 4: 11h50 e 16h20 Shopping Estação 5: 12h15 (*) Sessões dubladas

O CIDADÃO ILUSTRE (El Ciudadano Ilustre, Argentina, 2017, 1h57, 12 anos) Dir. Mariano Cohn, Gastón Duprat. Com Oscar Martinez, Andrea Frigerio, Dady Brieva. Daniel Mantovani, escritor argentino e vencedor do Prêmio Nobel radicado há 40 anos na Europa, volta ao povoado onde nasceu e que inspirou a maioria de seus livros para receber o título de cidadão ilustre.

Até o fechamento desta edição, o Diamond Mall não havia divulgado sua programação

Ponteio 4: 16h40

FILHOS DE BACH (Bach in Brazil, Alemanha/Brasil, 2017, 1h31, livre) Dir. Ansgar Ahlers. Com Edgar Selge, Aldri Anunciação, Franziska Walser. Marten é um professor de música alemão que chega em Ouro Preto, a fim de resgatar uma partitura composta por um dos filhos de Bach, envolvendo-se em confusões e ajudado pelo mineiro Candido. Belas 3: 18h Contagem 8: 13h30

NEVE NEGRA (Nieve Negra, Argentina/Espanha, 2017, 1h30, 12 anos) Dir. Martin Hodara. Com Ricardo Darín, Laia Costa, Leonardo Sbaraglia. Sozinho há décadas na Patagônia, Salvador recebe a inesperada visita do irmão e da cunhada, que desejam vender as terras que os irmãos receberam em herança. Mas ele não está nada disposto. Belas 1: 14h50, 16h50, 19h, 21h20

PARIS PODE ESPERAR (Paris Can Wait, EUA, 2014, 1h32, 12 anos) Dir. Eleanor Coppola. Com Diane Lane, Alec Baldwin, Arnaud Viard. Casada com o produtor de cinema Michael, Anne pega uma carona de Cannes até Paris com o sócio dele. Ao longo de várias paradas, eles passam a se conhecer melhor e apreciam as paisagens francesas. Ponteio 4: 19h10 Ponteio Premier: 16h40, 21h10


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CINEMA em cartaz (continuação) MULHER-MARAVILHA (Wonder Woman, EUA, 2017, 2h21, 12 anos) Dir. Patty Jenkins. Com Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen. Quando o piloto Steve Trevor cai numa praia de sua ilha, a amazona Diana Prince descobre que uma guerra está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar, certa de que pode parar o conflito. Betim 2: 15h, 17h40, 20h30 (*) Big Shopping 2: 16h05, 20h50 (*) Boulevard 3: 15h40, 18h20, 21h Cidade 7: 13h, 15h35, 18h15, 20h50 (*) Contagem 2: 18h10, 20h50 Contagem 6: 12h50, 15h40, 18h30, 21h10 (*) Del Rey 2: 23h(somente sábado) (*) Del Rey 3: 13h(*), 15h40, 18h30, 21h10 Itaú Power 3: 13h, 15h35, 18h15, 20h50 (*) Minas 4: 12h50, 15h40, 18h30, 21h10 (*) Monte Carmo 3: 13h, 15h40, 18h20, 21h (*) Pampulha 6: 13h40, 16h15, 18h50, 21h25 (*) Paragem 2: 13h, 15h40, 18h20, 21h Partage Shopping Betim 6: 15h30(*), 18h30(*), 21h30 Pátio Savassi 4: 19h10, 22h10 Shopping Norte 5: 16h05, 20h50 (*) Via Shopping 2: 13h, 15h40, 18h20, 21h10 (*) Sessões 3D: Betim 1: 18h20 (*) BH Shopping 1: 16h, 19h10 BH Shopping 3: 11h40(*), 15h(*), 18h10(*), 21h20 BH Shopping 8: 13h40, 17h10, 20h20 Big Shopping 5: 15h, 17h45, 20h30 (*) Big Shopping 5: 15h, 17h45, 20h30 (*) Boulevard 2: 12h50, 15h40, 18h30, 21h10 Boulevard IMAX: 13h40, 18h30 Cidade 5: 13h20(*), 16h(*), 20h50 Contagem 1: 18h30 (*) Del Rey 1: 12h50(*)(somente sábado), 13h20(*)(somente domingo), 15h20(somente sábado), 16h(somente domingo), 20h30(*)(somente sábado), 20h50(*)(somente domingo), 23h10(somente sábado) Itaú Power 5: 16h10, 21h (*) Minas 1: 13h10(*), 15h50(*), 21h Pampulha 1: 18h20, 20h55 (*) Paragem 5: 18h20 Partage Shopping Betim 1: 14h30, 17h30, 20h30 (*) Pátio Savassi 5: 14h20, 17h30, 20h40 Pátio Savassi 6: 12h30(somente sábado), 13h30(somente domingo), 15h30(somente sábado), 16h50(somente domingo), 20h10(somente domingo) e 21h40(somente sábado) Ponteio 3: 16h10, 21h Ponteio Premier: 14h, 18h30 Shopping Estação 3: 13h15(*), 16h15(*), 19h15, 22h15(*) Shopping Estação 4: 12h30, 15h30, 18h30, 21h30 (*) Shopping Norte 2: 15h, 17h45, 20h30 (*) Via Shopping 4: 20h40 (*)

VARILUX/DIVULGAÇÃO

18h40(*), 21h Del Rey 6: 14h(*), 16h30, 18h40(*), 21h, 23h(somente sábado) Itaú Power 6: 14h15, 16h30, 18h45, 21h10 (*) Minas 3: 13h50, 16h10, 18h30, 20h50 (*) Paragem 1: 13h30, 15h50, 18h20, 20h40 Via Shopping 3: 13h50, 16h10, 18h30, 20h50 (*) Big Shopping 2: 14h, 18h40 (*) Shopping Norte 5: 14h, 18h40 (*) Shopping Estação 5: 23h(somente sábado) (*) Monte Carmo 4: 16h (*) Monte Carmo 5: 14h10, 16h30, 18h50 (*) Pampulha 5: 14h45, 16h55, 19h05, 21h15 (*) Partage Shopping Betim 2: 13h30, 15h30, 18h20, 20h50 (*) Pátio Savassi 5: 23h50(somente sábado) Sessões 3D: Betim 1: 21h (*) BH Shopping 2: 11h20, 14h15, 16h50, 19h25, 22h BH Shopping 5: 13h(*), 15h50, 18h25(*), 21h Big Shopping 1: 14h15, 16h20, 18h25, 20h35 (*) Boulevard IMAX: 16h20, 21h10 Cidade 4: 13h50, 18h30, 20h50 (*) Contagem 1: 13h50(*), 16h10, 21h10 Del Rey 2: 13h50(*), 18h30, 20h50(*) Itaú Power 5: 14h, 18h50 (*) Minas 2: 16h, 20h30 (*) Monte Carmo 5: 21h (*) Paragem 5: 13h40(*), 16h, 20h50 Pátio Savassi 2: 14h10 Pátio Savassi 3: 13h40, 16h30, 19h20, 21h50 Ponteio 3: 13h e 18h40 Shopping Estação 2: 13h30(*), 16h30(*), 19h20, 22h30(*) Shopping Norte 1: 14h15, 16h20, 18h25 e 20h40 (*) Via Shopping 4: 18h20 (*) (*) Sessões dubladas

PIRATAS DO CARIBE – A VINGANÇA DE SALAZAR (Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell no Tales, EUA, 2017, 2h09, 12 anos) Dir. Joachim Rønning, Espen Sandberg. Com Johnny Depp, Brenton Thwaites, Javier Bardem. O capitão Salazar lidera um exército de fantasmas assassinos e está disposto a matar todos os piratas existentes. Para escapar, Jack Sparrow precisa encontrar o Tridente de Poseidon, que dá ao seu dono o poder de controlar o mar. Betim 3: 20h40 (*) BH Shopping 1: 22h20 BH Shopping 4: 12h30(*) e 18h40 Big Shopping 3: 17h50, 20h20 (*) Boulevard 5: 16h30 Cidade 6: 13h10, 15h40, 18h10 e 20h45 (*) Contagem 5: 13h30(*), 16h10, 18h45(*) e 21h15(*) Del Rey 5: 16h20(*) e 20h50 Itaú Power 2: 16h e 20h30 (*) Minas 1: 18h30 (*) Minas 2: 16h (*) Monte Carmo 4: 20h30 (*) Pampulha 3: 18h35 e 21h (*) Pátio Savassi 2: 22h20 Shopping Estação 5: 20h15 (*) Shopping Norte 3: 17h50, 20h20 (*) Via Shopping 4: 13h40 (*) Sessão 3D: Partage Shopping Betim 4: 22h (*)

Dirigido por Jacques Demy, “Duas Garotas Românticas” é uma das principais influências do sucesso “La La Land”

Sábado (17) 17h “O Batismo” (POL, 2010, 1h26, 16 anos) Dir. Marcin Wrona. Varsóvia, Polônia. 19h “Azul Profundo” (Grécia, 2011, 1h27, 14 anos) Dir. Aris Bafaloukas. Domingo (18) 17h “À Sombra do Vulcão” (EUA/MEX, 1984, 1h52, 14 anos) Dir. John Huston. 19h “Amar, Beber e Cantar” (FRA, 2014, 1h48, 12 anos) Dir. Alain Resnais.

Terça-feira (20) 15h “Minha Vida Em Cor-De-Rosa” (Ma vie en rose, BEL-FRA-ING, 1997, 1h28) Dir. Alain Berliner 17h “Má Educação” (La Mala Educación, ESP, 2004, 1h45) Dir. Pedro Almodóvar

18º FESTCURTASBH (*)

O REENCONTRO (FRA, 2017, 1h57) Dir. Martin Provost. Belas 2: sáb., às 20h40

ROCK’N ROLL – POR TRÁS DA FAMA (FRA, 2017, 2h03) Dir. Guillaume Canet. Pátio Savassi 8: dom., às 18h45 / Ponteio 2: sáb., às 18h05

RODIN (FRA, 2017, 1h59) Dir. Jacques Doillon. Belas 2: dom., às 21h05

UMA AGENTE MUITO LOUCA (FRA, 2017, 1h45) Dir. Dany Boon. Belas 2: dom., às 16h30

UMA FAMÍLIA DE DOIS (FRA, 2017, 1h55) Dir. Hugo Gélin. Belas 2: sáb., às 18h20 / Ponteio 2: dom., às 19h50

A VIAGEM DE FANNY (FRA, 2016, 1h34) Dir. Lola Doillon. Belas 2: sáb., às 16h20 / MIS Cine Santa Teresa, sáb., às 17h / Ponteio 2: dom., às 17h55

A VIDA DE UMA MULHER (FRA, 2016, 1h59) Dir. Stéphane Brizé. Belas 2: dom., às 18h40

TAL MÃE, TAL FILHA (FRA, 2017, 1h34) Dir. Noémie Saglio. Ponteio 2: dom., às 16h

TOUR DE FRANCE (FRA, 2017, 1h35) Dir. Rachid Djaïdani. Ponteio 2: sáb., às 20h30

(The Boss Baby, EUA, 2017, 1h37, livre) Dir. Tom McGrath. Um bebê falante que usa terno une forças com seu irmão mais velho invejoso para impedir que um inescrupuloso CEO acabe com o amor no mundo, além de salvar os pais. Betim 3: 14h20 Pampulha 3: 14h35, 16h35

A MÚMIA

FESTIVAL VARILUX DE CINEMA FRANCÊS (*)

Domingo (18) 18h “Nitrate Kisses” (EUA, 1992, 1h07, 18 anos) Exibição do curta “Dyketactics” e do média “Superdyke Meets Madame X”.

AMANHÃ

CORPO POLÍTICO (*)

NA CAMA COM VICTORIA

MOSTRA EM MOVIMENTO: LUGARES E MOMENTOS (*)

Segunda (19) 16h “Meninos Não Choram” (Boys Don't Cry, EUA, 1999, 1h58) Dir. Kimberly Peirce 18h15 “Los Leones” (BRA, 2016, 1h20) Dir. André Lage 20h Curta Circuito: “Anjo Loiro” (SP, 1973, 1h43) Dir. Alfredo Sternheim. Bate-papo após a sessão com o pesquisador Carlos Ormond e o cineasta Alfredo Sternheim

(FRA, 2017, 1h23) Dir. Fiona Gordon, Dominique Abel. Belas 2: sáb., às 14h30 / Ponteio 2: sáb., às 16h20

O PODEROSO CHEFINHO (*)

(FRA, 1967, 2h06) Dir. Jacques Demy. Belas 2: dom., às 14h

Quarta-feira (21) 16h “Fargo” (EUA, 1995, 1h43) Dir. Joel Coen, Ethan Coen 18h “Transpotting” (EUA, 1996, 1h33) Dir. Danny Boyle 20h30 “Casino” (EUA, 1995, 2h58) Dir. Martin Scorsese

PERDIDOS EM PARIS

(Paterson, EUA, 2016, 1h58, 14 anos) Dir. Jim Jarmusch. Com Adam Driver, Golshifteh Farahani, Rizwan Manji. Na cidade de Paterson, Paterson, um motorista de ônibus local, vive uma rotina banal com sua esposa e seu cachorro, que ele transforma em algo sublime ao compor poesias em seu tempo livre. Cine 104: 18h(somente sábado)

DUAS GAROTAS ROMÂNTICAS

Sexta-feira (23) 15h “Café da Manhã em Plutão” (Breakfast on Pluto, IR-ING, 2005, 2h5) Dir. Neil Jordan 17h15 “A Gaiola das Loucas”, (FRA-ITA, 1978, 1h33) Edouard Molinaro 19h15 “Transsexual Menace” (ALE, 1996, 1h30) Dir. Rosa von Praunheim 21h “Madame Satã” (BRA, 2002, 1h40) Dir. Karim Ainouz

Dir. Myriam Fougère 20h “Um Tiro Para Andy Warhol” (EUAING, 1996, 1h43) Dir. Mary Harron

PATERSON

(FRA, 2015, 1h58) Dir. Cyril Dion, Mélanie Laurent. Mis Cine Santa Teresa, dom., às 19h / Ponteio 2: sáb., às 14h

de Cecilia Puglesi e Yijun Liu.

(FRA, 2016, 1h37) Dir. Justine Triet. Pátio Savassi 8: sáb., às 18h45 / Ponteio 2: dom., às 14h

(*) Sessões dubladas

(The Mummy, EUA, 2017, 1h51, 12 anos) Dir. Alex Kurtzman. Com Tom Cruise, Annabelle Wallis, Russell Crowe, Sofia Boutella. Nas profundezas do deserto, uma rainha mumificada desperta nos dias atuais. Com uma maldade acumulada ao longo dos anos, ela espalha terror, do Oriente Médio aos becos de Londres. Betim 1: 13h45 e 16h (*) Boulevard 4: 15h, 17h10, 21h20 Cidade 2: 14h20, 16h30, 18h40, 20h50 (*) Contagem 4: 14h(*), 16h20(*),

Dir. Arthur Hiller. Sessão comentada 19h45 “Nascidas em Chamas” (EUA, 1983, 1h20) Dir. Lizzie Borden 21h15 “Paris is Burning” (EUA, 1990, 1h17) Dir. Jennie Livingston

(*) Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1.537, centro)

(*) Sessões dubladas

(*) Sessões dubladas

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(*) Valores das sessões praticados nas salas de cinema

mostras SESSÃO BARBARA HAMMER (*)

Neste sábado (17) 16h “Doce Amianto” (BRA, 2013, 1h10) Dir. Guto Parente, Uirá Dos Reis 18h “Polyester” (EUA, 1981, 1h26) Dir. John Waters 20h “Rocky Horror Picture Show” (EUAING, 1975, 1h40) Dir. Jim Sharman Domingo (18) 16h30 “Lesbiana” (CAN, 2012, 1h3)

Quarta-feira (21) 15h “Meu Amigo Claudia” (BRA, 2009, 1h27) Dir. Dácio Pinheiro 17h “São Paulo Em Hi-Fi” (BRA, 2013, 1h41) Dir. Lufe Steffen 19h “Morrer Como Um Homem” (PORT/ FRA, 2009, 1h53) Dir. João Pedro Rodrigues 21h30 “Johan” Dir. Philippe Vallois (FRA, 1976, 1h21) Quinta-feira (22) 15h “Wigstock: O Filme” (EUA, 1995, 1h25) Dir. Barry Shils 17h “Fazendo Amor” (EUA, 1982, 1h53)

(*) Cine Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Entrada gratuita

Sábado (17) 19h Mostra Juventudes “Minha Curtíssima Juventude”, de Anne Agüero; “Prove que Estou Errado”, de LauraHermanides; “Não Importa Quem”, de Anne-Claure Jaulin; “Star”, de Emilie Mannering. Domingo (18) 17h Mostra Infantil “O Domesticador de Nuvens”, de Julie Rembauville e Nicolas Bianco-Levrin; “Miriam e o Cão Sem Teto”, de Andres Tenusaar; “Vento”, de Betânia Furtado; “O Conto da Raposa e do Rato”, de Camile Chaix, Hugo Jean, Juliette Jourdan, Marie Pillier, Kevin Roger; “Bili com Limão Verde na Mão”, de Rafael Conde; “Matuto”, de Célio Franceschet; “Otto”, de Job Roggeveen, Joris Oprins, Marieke Blaauw; “Separados”, de Benjamin Freiburger; “Pega!”, de Paul Bar, Marion Demaret, Nadège Forner, Pierre-Baptiste Marty, Julien Robyn, Jordan Soler; “Shift”,

(*) MIS Cine Santa Tereza (rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza, 3277-4699). Entrada gratuita

JOVENS CLÁSSICOS (*)

Quinta-feira (22) 16h “Edward Mão de Tesoura” (EUA, 1990, 1h45) Dir. Tim Burton 18h “Matrix” (EUA, 1999, 2h16) Dir. Andy Wachowski, Lana Wachowski 21h “Os Suspeitos” (EUA, 1995, 1h46) Dir. Bryan Singer Sexta-feira (23) 16h “Clube da Luta” (EUA, 1999, 2h31) Dir. David Fincher 19h “Os Suspeitos” (EUA, 1995, 1h46) Dir. Bryan Singer 21h30 “De Olhos Bem Fechados” (EUA, 1999, 2h39) Dir. Stanley Kubrick

12 ª CINEOP Sexta-feira (23) Mostra Homenagem: 19h30 “Martírio” (BRA, 2017, 2h43) Dir. Vicent Carelli Sábado (24) Mostrinha 16h “A Família Dionti”(BRA, 2015, 1h37) Dir. Alan Minas Mostra Contemporânea 20h “Pitanga”(BRA, 2016, 1h53) Dir. Camila Pitanga e Beto Brant Domingo (25) Mostra Histórica 18h “A Primeira missa ou tristes tropeços, Enganos e Urucum” (BRA, 2014, 1h30) Dir. Ana Carolina Segunda (26) Mostra Preservação 18h “Memórias do subdesenvolvimento” (CUB, 1968, 1H37) Dir. Tomás Gutiérrez Alea Mostra Contemporânea 19h “Vinte Anos’ (BRA, 2016, 1h20) Dir. Alice de Andrade Pré-estreia nacional 20h30 “No intenso agora” (BRA, 2017, 2h7) Dir. João Moreira Salles (*) Confira a programação completa e os espaços de cada sessão em cineop. com.br


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estilo PULAAFOGUEIRA> UmtimefashionistadádicasdecomoseproduzirparaasfestasjuninasemBH DENILTON DIAS

MOISES SILVA

Arraiá com

glamour Lorena K. Está aberta a temporada de Martins festas juninas, e a oferta de

“arraiás” na cidade é cada vez maior – 226 eventos já foram cadastrados pela Prefeitura. E para aproveitar as festividades e marcar presença no quesito “estilo”, nada como se valer de peças confortáveis e quentinhas – principalmente se o evento for à noite. A melhor dica é optar por uma produção que se alinhe ao tema, mas também funcione fora da quadrilha. Mais do que nunca, vale aproveitar a camisa xadrez e modernizá-la, para que

não fique estereotipada. Outra sugestão é resgatar as camisas com a padronagem clássica dos anos 90 e ares de rock – ou, ainda, assaltar o armário do namorado e personalizar as de modelagem mais ampla. “Camisas largas ficam um charme arrematadas com um nozinho. Já um jeans rasgadinho também pode ser ótimo para customizar com retalhos, achados em lojas de aviamento”, sugere a blogueira – e fã de quermesses – Camila Gomes. Como as festas andam em sintonia com as tendências invernais, listamos, aqui, alguns visuais para arraiás nada óbvios. Confira.

LEO FONTES

LINCON ZARBIETTI

OLHA A NOIVA!

PESCARIA COOL

Quadrilha que se preze precisa de uma noiva, concorda? Vestir um look totalmente branco ou off-white pode ser um ótimo aliado para se transformar em uma versão moderna da noiva. Para quem não tinha pensado ainda nisso, a jornalista e youtuber Nadia Schmidt dá a dica: “Escolhi uma blusa com babados e uma saia mídi de renda, bem românticas e que lembram clássicos vestidos de noiva, mas aplicados de uma maneira mais atual”, disse. Para complementar e dar um ar mais junino ao look, botinas pretas, véu na cabeça e maquiagem simulando sardinhas são pedidas certeiras.

Que tal usar a clássica camisa xadrez de outra forma? O mix de xadrez de tons diferentes foi a aposta certeira da assessora de imprensa Renata Alves, que usou camisa do marido. Brinque com as padronagens usando uma blusa fechada até a gola e a outra aberta. Para arrematar o visual de pescadora do arraiá, dobre a calça na canela e combine com tênis para deixar o look mais descolado.

JUNINA ROCKER Como a maioria das festas juninas acontece à noite (e no frio), o combo meia-calça + camisa xadrez de flanela é a pedida da jornalista Luisa Reiff. Para combinar, o preto é o aliado perfeito. “É um look básico e confortável para curtir a festa durante a noite toda”, aconselha Luisa, que também não dispensa botas e correntes para uma caipira com ares de roqueira.

COWGIRL Camisa xadrez, franjas, bota caubói e outras peças de inspiração country ajudam a variar as produções juninas. Com esses achados do próprio armário, a blogueira Camila Gomes só precisou adaptá-los para a ocasião. “O quimono de franjas é feito com um tecido de camurça e o tom é o verde militar, uma cor muito explorada nesta estação fria”, disse.


estilo

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FOTOS MARCIO RODRIGUES/DIVULGAÇÃO

NÉCESSAIRE Na hora de cuidar da pele da área dos olhos, o mais recomendado é o uso de produtos específicos, que irão tratar pontualmente o problema. Listamos a seguir soluções que irão deixar seu olhar ainda mais lindo. FOTOS DIVULGAÇÃO

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Elementos da fauna e da flora amazônica ilustram as linhas casual e coquetel da coleção de verão 2018 da DTA

O catálogo da coleção de verão 2018 contou com styling de Mariana Sucupira e direção de arte e design de Luciana Nacif

Inspirada na Amazônia, DTA lança o seu verão Inspirada pela atmosfera tropical que caracteriza a Amazônia, a estilista Bárbara Oliveira não poupou esforços para que a coleção de verão da DTA reverberasse um caleidoscópio de cores. Lançada ontem, a coleção – desenvolvida pela equipe de estilo da marca, composta também por Fernanda Ribeiro, Amarildo Ferreira e Cristina Soares – apostou em peças estam-

padas com elementos da fauna e da flora da região, mescladas ao sempre bem-vindo jeanswear. Assim, as peças reúnem estampas, cores e texturas da natureza a fim de valorizar os ecossistemas daquele que é considerado o “pulmão do mundo”. O resultado impacta. Os prints, por exemplo, reproduzem folhagens, frutas e flores exóticas, assim como animais, incluindo onças, araras e tucanos. O talento na criação rendeu incríveis imagens em estampas e adornos, que

perpassam do casual à linha coquetel. “A cartela de cores parte dos tons pastel, como o rosa bem clarinho, passando por verde-água, tangerina, laranja e azul”, disse Bárbara. Já o jeans, carro-chefe da DTA, ressurge em várias lavagens, com destaque para as peças em azul intenso, objetos de desejo, ou, na outra ponta, as de bleached superclarinho, arrematados com bordados incríveis em pérolas e barras bem desfiadas – um dos destaques da estação. (Lorena K. Martins)

Camisetas politizadas As camisetas com mensagens têm dado o tom nas coleções lançadas recentemente, mostrando que a moda tem, sim, algo a dizer nesta temporada. Poderosas, as t-shirts atraíram os holofotes nas passarelas internacionais de renomadas casas, como a Gucci, Dior e Prabal. Na mesma sintonia, a DTA também resolveu incorporar, na nova coleção de verão, algumas t-shirts politizadas, como uma forma de manifestar opiniões com slogans que dão seu recado, mas como um protesto cool e, acima de tudo, pacífico. “É uma forma de a moda chamar atenção e despertar para melhorias em nosso país. As frases estampadas pedem dias melhores, e (usálas) é uma forma de se posicionar”, disse a estilista Bárbara Oliveira. Batizado de millennial pink, o tom é a aposta do verão

Com concentrado 6 Roll-on de aroeira e cafeína, este creme com textura em gel atua na microcirculação dos vasos sanguíneos, prevenindo as bolsas dos olhos. Está disponível em dois tons: (claro/médio e médio/escuro) Quanto R$ 97,50 Onde www. rede.netura.net

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crônica

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vida leve

Laura Medioli laura@otempo.com.br

ACIR GALVÃO

Estrelas la, o céu... Ele, o mar... Entre ambos uma gaivota a presenciar esse encontro, quando, na linha do horizonte, os dois se mesclam num único azul. Ela, céu límpido de estrelas brilhantes, por onde vagam errantes emoções e pensamentos... E um ligeiro temor que lhe ofusca a clareza quando sabe que seus pertences, numa estranha incoerência, vão se tornando cadentes. Distante e solitária, vê ao longe o mar azul... Quem sabe ele, com sua grandeza e mistérios,

E

diminuirá dela o tormento ao ver sucumbir dia a dia o brilho de suas estrelas. Quem sabe ele, nos seus dias de calmaria, acalentará sua alma e lhe dissipará os medos. Tão extremos eram seus caminhos, seres opostos e distantes. Ela, o céu... Ele, o mar... Mas o genuíno amor para quem de longe espreita se fez presente nesse imprevisível encontro, pois maiores que a impossibilidade eram as suas vontades. Bem sabe ela que esse amor, exacerbado nos momentos mais difíceis, mesmo que tão suavemente a ferisse, é balsâmico para sua dor. Bem sabe ele que esse amor longínquo, desatinado e sofrido, que lhe atiça os

movimentos, exaspera-o pela impotência de não saber como atingi-lo. Voa gaivota a presenciar esse "encontro", quando na linha do horizonte os dois

azuis se fundem, formando apenas um... Embora saiba que horizontes não se findam e que os azuis apenas se confundem...

Mas nesse encantamento, quando as ondas se abraçam aos ventos, descobre que as estrelas cadentes, antes que se extinguissem, viraram estrelas do mar...

Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO


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habitar

WABI-SABI: DECORAÇÃO CENTRADA EM ENERGIAS POSITIVAS E BEM-ESTAR GANHA ADEPTOS JOMAR BRAGANÇA/DIVULGAÇÃO

PARA AQUECER NO INVERNO

Profissionais dão dicas para deixar lar aconchegante em dias frios


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habitar

No próxima quartafeira (21) tem início a estação mais fria do ano. As temperaturas mais baixas, típicas do inverno, pedem aconchego e uma decoração mais intimista, uma vez que, nessa época, é comum que as pessoas saiam menos à noite e passem mais tempo em casa. Por isso, é o momento ideal para tirar do guardaroupas mantas, almofadas, cobertores e edredons que ficaram guardados por muito tempo ou de renovar os produtos. Segundo Edson Vieira, arquiteto da Etna, alguns elementos são essenciais para deixar a casa mais confortável para os moradores e também para as visitas. “Pode-se usar e abusar de mantas – não só na cama, mas também nos sofás -, utilizar almofadas com cores mais sóbrias e tecidos mais quentes, tapetes felpudos e aqueles que imitam a pele de animal, na sala e nos quartos, e fazer uso das cobertas e edredons que ficaram guardados”, enumera o profissional. Segundo ele, itens que trazem a sensação de aconchego e que realmente aquecem a casa e o corpo são os mais indicados para serem inseridos na decoração. “Um exemplo é a cortina, que durante o verão ou fica sempre aberta ou nem é usada, mas no inverno é um ótimo curinga para bloquear o frio, além de colaborar para uma decoração mais sofisticada. Itens feitos de madeira, cobre e ferro também ajudam a manter a casa mais quentinha”, ensina Vieira. Renata Abritta

LUZES E CORES A iluminação também é capaz de provocar o clima mais intimista que a estação demanda. “A luz amarelada no inverno deixa o ambiente muito mais aconchegante. Sendo assim, use abajures e luminárias com esse tipo de iluminação em diferentes pontos do ambiente”, frisa o profissional. Para Vieira, o ideal é dar preferência aos tons fe-

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INVERNO> Mantas, almofadas e cortinas são recomendadas para a estação

Tecidose materiais paraaquecer diasfrios chados em paredes, pisos e grandes tecidos (cortinas, tapetes), como bordô, roxo e marrom. “Já as cores quentes mais abertas, como alaranjado, amarelo, rosa e vermelho podem ser acrescentadas em itens menores para trazer um pouco de alegria e contraste. Se tiver lareira em casa, acenda de dia e à noite”, afirma. Na hora de receber visitas, a dica do arquiteto é apostar em acessórios diferenciados ao servir o jantar, como taças de vinhos, aparelhos de fondue, réchaud para queijo e sopeiras. “E abusar das velas. Elas trazem calor e aconchego para dentro de casa”, ressalta.

Quarto Ambiente projetado por Paola Camargo e Priscila Sathler para a Mostra Decora Lider 2016

COURO A arquiteta com especialização em design de ambientes Júnia Braz conta que procura elaborar projetos de decoração com base neutra, o que facilita fazer alterações tanto no frio quanto no calor. “Dessa forma, os adornos, as peças e as mantas podem dar o toque mais acolhedor que o inverno exige. Eu sempre coloco tons mais escuros e tecidos como couro, mas ao contrário do que muitos pensam, o couro gela no frio, então eu o utilizo com almofadas e mantas”, conta. Segundo ela, cestos feitos de couro com mantas enroladas ficam ótimos colocados ao lado do sofá e em espaços de leitura. “Usei um cesto assim em um ambiente da mostra Decora Lider ao lado de uma poltrona. Eles são superfuncionais, pois guardam revistas. As mantas ajudam na composição do espaço, podendo ser usadas pelo usuário para se aquecer”, finaliza a profissional.

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Arquiteta quebrou frieza do couro do sofá com mantas

Espaço de Júnia Braz tem madeira e iluminação intimista

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Conforto no projeto de Cristina Morethson e Ângelo Coelho

FOTOS JOMAR BRAGANÇA/DIVULGAÇÃO

Das passarelas para a decoração de ambientes O veludo é composto de 100% algodão e pode ser usado na decoração de ambientes em qualquer estação do ano, faça calor ou frio. Porém, por sua aparência macia e encorpada, ele aparenta aquecer bastante e, assim, pode ser um importante elemento para valorizar o décor de inverno da sua residência. “Este ano, em especial, o tecido voltou às passarelas com força total e, como a moda influencia na decoração de interiores, tem sido mais procurado para voltar a ocupar espaços de destaque nos lares brasileiros”, afirma Ana Luiza Cornélio, fundadora e diretora da Ana Luiza Decorações, que atua há 30 anos no mercado belo-horizontino.

A empresária explica que o veludo pode ser adotado em vários elementos, como almofadas e sofás, por exemplo. Recentemente, o material começou a ser muito usado também em cortinas, dando um toque de requinte aos ambientes. “Apesar de ser um tecido um pouco mais caro em metragens maiores, quando utilizado para a fabricação de cortinas, o ambiente se diferencia dos demais pela elegância”, destaca ela. De natureza versátil, o pano combina com diferentes materiais, como madeira e couro, imprimindo sofisticação aos cômodos, principalmente a salas e quartos. Ana Luiza considera que o tecido está ganhando ca-

da vez mais espaço. “Acho que essa tendência veio para ficar no Brasil, pois, além de lindo, o veludo é versátil e leve. Talvez o preço seja menos acessível, mas o resultado final é surpreendente”, frisa Ana Luiza. Segundo ela, quem optar pelo tecido dificilmente vai errar. “Porque quem gosta do veludo não se importa em exagerar. Dá para combinar tonalidades quentes e frias ou variações dentro da mesma paleta de cores e o efeito é sempre elegante. Talvez o único erro seja colocá-lo em locais de muito uso, que exigem manutenção constante, pois o veludo não aceita lavagem”, finaliza. (RA)

Projeto da arquiteta Cristina Menezes tem cortina longa de veludo que confere sofisticação ao ambiente

ETNA/DIVULGAÇÃO

Manta Medina Magenta 120 X 150 cm R$ 89,99

ETNA/DIVULGAÇÃO

Cobertor Queen Cozy Waves Burgundy 220 X 240 cm R$ 129,90

ETNA/DIVULGAÇÃO

Edredom Solteiro Catu Cinza 160 X 240 cm R$ 159,90

ETNA/DIVULGAÇÃO

Cobertor Casal Geométrico Etna Grafite 180 X 220 cm R$ 89,99


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habitar

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 17 a 23 de junho de 2017 RODRIGO TOZZI/DIVULGAÇÃO

Cores O branco, os tons terrosos e o verde, presentes neste ambiente, integram o wabi-sabi

WABI-SABI> Originado no Japão, estilo considera belo o que é imperfeito e valoriza a natureza

Quando a simplicidade do lar inspira o bem-estar SAMU/DIVULGAÇÃO

Diante Renata Abritta do estresse da rotina diária e das mil e uma tarefas que várias pessoas têm que realizar todos os dias, surge, muitas vezes, a necessidade de relaxar e de desacelerar. Para muita gente, é melhor ainda que isso aconteça sem precisar sair de casa. Uma decoração centrada na essência do natural, em energias positivas e no bem-estar dos moradores tem despertado atenção e ganhado mais adeptos. A tendência, conhecida como wabi-sabi, tem como máxima o conforto, seguindo o conceito “menos é mais”. Originado no Japão, o estilo considera belo o que é imperfeito e simples. “Suas características incluem a assimetria, a irregularidade, a economia e a valorização da ingenuidade de objetos decorativos autênticos ligados à natureza”, explica a designer de interiores Laura Baltazar. Segundo ela, o wabisabi é considerado por algumas pessoas o novo Feng-Shui. O estilo busca valorizar uma vida baseada no desapego e que ainda assim pode gerar conforto. “Podemos deixar

nossa imaginação fluir e mesclar distintos objetos, criando uma decoração totalmente pessoal e exclusiva, tornando o ambiente único e cheio de charme”, conta a profissional. NO ESTILO Quem pretende adotar o wabi-sabi em sua casa deve se concentrar em preparar ambientes pouco cheios, com objetos funcionais naturalmente belos e com valor sentimental. “Pode-se extrapolar nas cores e texturas e combinar diferentes estilos e cores. O estilo não é linear, não segue uma linha única e é eclético, mutável e instável”, afirma Laura. Outra sugestão é reutilizar produtos que seriam descartados. “O interessante é dar nova vida àquilo que parecia não ter mais uso, com a premissa de economia e exclusividade. SIGNIFICADO Tendência. A palavra “wabi” significa “coisas simples e frescas” e “sabi” quer dizer “coisas cuja beleza foi adquirida com a idade”. Portanto, na decoração, o estilo valoriza a beleza singular e natural, com a filosofia do “menos é mais”, eliminando tudo o que for supérfluo.

Reutilizar significa gerar menos entulho, menos material sendo jogado fora e mais consciência ambiental”, completa. Para ornamentar, também vale apostar em artesanatos feitos a partir de matérias-primas como barro, pedra, lã, palha, algodão cru, linho, madeira envelhecida etc. “Podemos encontrar esses artigos de decoração em brechós, antiquários e ferros-velhos e ter contato com pessoas que queiram se desfazer de peças. Além disso, podese também customizar um móvel ou adorno, dando a ele a sua própria personalidade”, frisa a designer. Fotos e pinturas com temas relacionados à natureza são bem-vindos, assim como objetos rústicos, móveis de madeira simples e com notáveis marcas de desgaste. Aliás, segundo Laura, tudo o que tem história e identificação pode ser adotado e misturado a elementos decorativos novos. “A paleta de cores tem predominância de branco, cinza e tons terrosos. Luz natural e velas devem ser privilegiados. Além disso, o ideal é manter o ambiente silencioso e sem ruídos, com plantas, flores e ervas”, finaliza a profissional.

Estilo é centrado na essência do natural, em energias positivas e no aconchego dos moradores

CANTOFENGSHUI/DIVULGAÇÃO

O wabi-sabi tem como características a assimetria, a irregularidade e a valorização de objetos decorativos ligados à natureza


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shopping ARTESANAL >Ateliê Don Vincenzo oferece massas e receitas com o gosto da cozinha italiana

Sabores prontos para surpreender FOTOS DON VINCENZO/DIVULGAÇÃO

Felipe A f á b r i c a Castanheira Don Vincenzo busca oferecer uma experiência surpreendente aos clientes. Quem espera encontrar no molho o tempero decisivo da culinária italiana vai descobrir que os sabores da massa abrem um novo universo de possibilidades. Na véspera de completar seu quinto ano, a fábrica artesanal, que nasceu da parceria entre Vicente Bloise e o ex-dono de restaurante Fernando Grossi, vem se consolidando na gastronomia mineira. Ambos de famílias italianas, eles decidiram explorar a saborização das massas com o desafio adicional de manter o sabor do produto artesanal com uma produção ampliada. “No começo, ‘apanhamos’ muito, até acertar o maquinário e as receitas. Foi um ano com muitas dificuldades, mas, depois que superamos essa etapa, começamos a fazer nosso nome no mercado”, lembra Bloise. O caminho adotado por eles para divulgar a marca foi a presença nas feiras gastronômicas que são realizadas em Belo Horizonte e na região metropolitana. A estratégia para atrair os clientes foi unir a venda das massas para serem preparadas em casa com a venda in loco de pratos prontos. O aroma e a apresentação das iguarias conquistam a atenção de quem passa por perto. “Daí para levar para casa uma embalagem é um passo”, diz Grossi. Para completar o atendimento, eles oferecem, pelo Facebook e na página da marca, mais de 80 receitas para serem preparadas com seus produtos. Outra

Mercado Fábrica vem se consolidando na gastronomia mineira

opção oferecida pela dupla é a de “home chef”, em que eles vão até a casa ou evento para preparar os pratos. Na internet é disponibilizado um calendário das participações nas feiras e dos pontos de venda e restaurantes onde suas massas são usadas.

SERVIÇO Massas Don Vincenzo Rua Viçosa, 427, São Pedro Belo Horizonte Tel e Whats: (31) 9 9971-2156 e (31) 9 9944-5533 Tele-entrega na Zona Sul de BH massasdonvincenzo.com.br fb.com/massasdonvincenzo

A fábrica trabalha com os cortes pappardelle, fettucinne e spaghetti e também com massas frescas de raviolli, lasanha e canellonni. A saborização é feita com produtos naturais e sem conservantes. Atualmente, são vendidos 15 sabores diferentes, desde a massa tradicional até a de limão siciliano, passando pela pimenta calabresa e pelo hortelã. Bloise diz que pretende lançar novos sabores em breve. “Estamos sempre atentos ao que o mercado está oferecendo, participando de palestras e cursos. Gostamos de experimentar outras possibilidades e esse é o nosso diferencial”, conta.

Fernando Grossi e Vicente Bloise levam suas mercadorias para as feiras gastronômicas de Belo Horizonte e região metropolitana para divulgar a marca da empresa


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shopping

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pampulha PATRICK GROSNER/ACERVO SETUR-MG/DIVULGAÇÃO

WOrlando. Universal inaugura Volcano Bay com 18 atraçóes. Páginas 8 e 9 WAviação. Confira as novas regras do transporte aéreo doméstico. Página 9

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BELO HORIZONTE Sábado 17/6/2017

Entre pedras e lendas Misticismo, natureza e a Festa de Agosto atraem turistas a São Tomé das Letras, no Sul de Minas Páginas 4a 7


W2 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

paulo campos paulocampos@otempo.com.br

sala vip (I) W

Uma nova linha de produtos para o público Classe A Os ex-funcionários da Abreu João Mateus e Luis Tonicha, resolveram unir forças e criaram a Longitude 9 – Travel Design, ,uma operadora que pretende tra-

balhar com produtos diferenciados para a Classe A. Ao lado de Fernando Dias e seu filho Daniel, do Grupo Master, eles receberam os agentes de viagens em um evento no

Graciliano para exibir e explicar os roteiros especiais pela Europa, incluindo experiências personalizadas ou em grupos restritos, que vão desde dirigir uma Ferrari em Ma-

ranello ou tomar um chá no deserto ao passar pelo Marrocos até um jantar com habitantes de Varsóvia. A Viagens Master comercializará os produtos da Longitude 9 com ex-

clusivamente em Minas. Por meio dessa nova linha, o Grupo Master vai oferecer a Série Collection (para pequenos grupos, com passeios conduzidos por guias experientes,

hospedagemem hotéis-butique e muitas experiências), a Série Private (com opção de em hotéis luxuosos) e Gold (com produtos quatro estrelas). FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

Luís Tonicha (Longitude 9), Fernando Dias (presidente do Grupo Master), João Mateus (Longitude 9) e Daniel Dias (Master)

Fernando Tomaz (Master), Sarah Zampier (Aurora Turismo), Rodrigo Gurgel (Master) e Sania Lara (Viagens Petrucelli)

Diogo Boross (Van Holland), Yana Pinheiro (Travel Specialist) e a dupla Vilma Ziderich e Leonardo (Ziderich Turismo)

Cláudia Gouthier (Ytur Turismo), André Biagioni (Master) Lilian Pires (Greentours) e Enderson Vieira (São Gabriel)

Ana Drumond (My Way Viagens), e o trio da agência Master Mangabeiras Rose Fernandes Itália Diniz e Livia Tomich

Fernando Pessoa (Destaque), João Mateus e Luís Tonicha (Longitude 9), Wilter Machado (Destaque) e Daniel Dias (Master)

Renata Lara (Detalhe), Reinaldo Camilo (Speltz), Sara Campos Natália Campos e Carlos Campos (Sarah Campos Viagens)

Miguel Cymbrom (Vip Hotels) com a veterana Daura Alvarenga e um dos sócios-diretores da Latitude Luís Tonicha

Rodrigo Mendicino (Azul Linhas Aéreas), Raquel Novaes e Alice Paixão (To Travel Turismo) e Carlos Dias (TAP Portugal)

FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

sala vip (2) W

Thiago Miranda, Érica Drumond, Helder Capanema e Luciano Carvalho

Novo hotel na região da Savassi Para conhecer e desfrutar do novo empreendimento da Vert Hotéis na região nobre da Savassi, o e-Suites Toscanini, Érica Drumond, CEO do grupo, e Thiago Miranda, gerente geral, ofereceram um jantar temático para jornalistas e empresários. O Tosca-

nini tem forte apelo corporativo e gastronômico. Entre as novidades da rede para o segundo semestre estão a inauguração de dois hotéis em Osasco e outro no bairro Tiradentes (SP). A Vert também fez parceria comercial estratégica com uma rede argentina de hotéis.

Helder Capanema, Bruno Bechelan, Érica Drumond e Bruno de Lima Naves

Edson Pinto Neto, Eder Mascarenhas e Humberto Vidigal

Rodrigo Pereira e Vinicius Santolia


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O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia - Belo Horizonte

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turismo

Turistas e locais se reúnem no Morro do Cruzeiro para assistir ao pôr do sol

São Tomé das Letras

Chegada

Impactante logo na chegada A chegada a São Tomé das Letras é impactante. Do alto da montanha, a 1.400 m de altitude, temse o horizonte aberto acompanhando o turista por todos os lados. Por esse motivo, é comum ver os turistas nas ruas de pedra com máquinas fotográficas e celulares.

Nos dias 18, 19 e 20 agosto, acontece a Festa de Agosto, a mais tradicional de São Tomé

PATRICK GROSNER/ACERVO SETUR-MG/DIVULGACAO

Distante dos homens, porém muito mais perto do céu PATRICK GROSNER/ACERVO SETUR-MG/DIVULGAÇÃO

Município do Sul deMinas desafia a curiosidadee oimaginário dos visitantes,masboa parte desua força turísticaestá nasbelezasnaturais Petrônio Gonçalves *

Pedras

Extração de quartzito Cenário de documentários, videoclipes e da minissérie “Filhos do Sol” (1991), da extinta TV Manchete, um dos desafios de São Tomé hoje é conciliar o turismo com a extração de pedras. A extração de quartzito representa 75% da economia do município.

Como chegar Situada no Sul de Minas, a cidade, com mais de 6.600 habitantes, segundo o Censo do IBGE de 2010, fica a 329 km de BH. Pegue a BR–381, sentido SP, e entre na BR–491, sentido Três Corações. De lá, pegue a MG–167 até Bento de Abade. Após 25 km, vire à direita e percorra 18 km até São Tomé.

Nascida no topo de uma montanha de pedra, São Tomé das Letras exerce seu fascínio com suas belezas naturais e históricas e lendas. A cidade, que faz parte do Circuito Turístico Vale Verde e Quedas D’água, é procurada hoje por pessoas que curtem natureza e buscam paz interior. Tudo é inusitado e sedutor em São Tomé das Letras, a começar pela história – ou lenda, como alguns preferem – de seu surgimento. Narrada pelos guias locais e por alguns moradores, ela serviu para alardear para todoo canto a tradição da cultura mística e esotérica da cidade. A história de São Tomé foi

construída sobre as pedras. A cidade nasceu no alto de uma montanha, no improvável encontro, por volta de 1780, entre um escravo fugitivo de uma fazenda e o santo católico Tomé, em uma pequena gruta, num lugar onde só haviaaspedras,océueoinfinito. A partir desse encontro, entre histórias, misticismo e o imponderável, nasceu e cresceu a pequena cidade, busca e encontro entre pessoas e seus vários “eus” escondidos ou esquecidos. Quando se vai a São Tomé, é impossível desconsiderar a aura mística que envolve todo aquele cenário de incontáveis belezas.

W *Especial para o Turismo

Vale das Borboletas: cercado de samambaias e com duas quedas pequenas


turismo

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PATRICK GROSNER/ACERVO SETUR-MG/DIVULGAÇÃO

Espetáculos para os turistas O pôr do sol é um espetáculo à parte em São Tomé das Letras. Com sua visão panorâmica de 360º nos mirantes do Parque Municipal Antônio Rosa, como a Casa da Pirâmide, a Pedra da Bruxa e o Cruzeiro. De maio a julho, o céu fica tingido por um lilás desconcertante. A cor é tão única e sutil que as lentes das câmeras não são capazes de capturar essa nuance de cor. Depois de curtir o pôr do sol, está na hora de aproveitar as luzes e o cenário de São Tomé das Letras, com

suas docerias ao redor da praça, a centenária igreja, restaurantes aconchegantes, lojinhas e casarões históricos de pedra em ruas também com calçamento de pedra. Como bem define um adesivo: “Sobre a pedra, o homem”. Nesta época do ano, o clima frio cria uma atmosfera perfeita para se tomar um vinho ou um chocolate quente. Como na rua do Amendoim, em Belo Horizonte, a ladeira do Amendoim, em São Tomé, provoca um efeito semelhante. Turistas des-

cem de costas a rua íngreme, e, por alguma razão inexplicável, a sensação é de estar subindo. Outra cena quase sobrenatural consistem em estacionar o carro em um ponto morto e ele continuar a se movimentar.

Custo-benefício São Tomé das Letras é uma viagem com bom custo-benefício – são mais de 90 pousadas, hotéis e campings para todos os bolsos numa cidade pequena. As pousadas mais simples têm suítes para casal ao preço

de R$ 120 a diária e as mais sofisticadas, a partir de R$ 220 a diária para casal. Segundo a Secretaria Municipal de Turismo, são mais de 45 restaurantes e bares. Na essência, São Tomé das Letras é maior que qualquer definição, uma cidade com vida única por dentro, que acolhe a todos da mesma maneira, formando uma comunidade impensada ou improvável em outro lugar. Cabe ao turista captar essa mensagem, descobrir e se entregar a essa essência, que vai além da paisagem e do esoterismo.

Carimbado

São Tomé ligada a Machu Picchu A gruta do Carimbado é um dos lugares mais místicos de São Tomé das Letras – segundo uma das lendas, ela ligaria o município mineiro a Machu Picchu, no Peru, distante 4.000 km. Outra lenda diz que dentro das cavernas existiria um portal ligando as duas cidades. Essa seria a explicação para o misterioso sumiço dos incas que habitavam os Andes. A gruta do Carimbado fica a 6 km de São Tomé das Letras, no caminho para São Bento Abade. JEREZ COSTA/DIVULGAÇÃO

Pôr do sol na Casa da Pirâmide

Saiba mais De ônibus. O Expresso Gardênia (expressogardenia.com. br) cobra R$ 110 o percurso até Três Corações. De lá até São Tomé das Letras, o bilhete sai a R$ 15 Guias. O serviço de guias é estruturado em São Tomé das Letras. A diária de pas-

seio por grupo custa, em média, R$ 70 Contato: Associação de Guias e Profissionais de Turismo de São Tomé das Letras (Agiprotur). Fale com o guia Nilson Ângelo (35-99738-6831) Site: visitesaothome.com.br


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turismo PATRICK GROSNER/ACERVO SETUR-MG/DIVULGAÇÃO

Cachoeira Antares

PETRÔNIO SOUZA GONÇALVES/DIVULGAÇÃO

Ecoturismo

Para se conectar com a energia da natureza No entorno de São Tomé das Letrasexistemmuitas cachoeiras, grutas,bosquese parques que favorecemos esportesde aventura Petrônio Gonçalves (*) Muito além dos pontos históricos e tombados, São Tomé das Letras permite que o turista se conecte à natureza pelas inúmeras cachoeiras em seu entorno, todas de fácil acesso, muitas delas perto das estradas, com trihas sinalizadas e a maioria, sem grau de dificuldade. O curioso é que São Tomé das Letras tem cachoeiras com características bem diferentes e que merecem ser visitadas. Nesse braço sagrado da serra da Mantiqueira, a 3 km do centro da cidade, alcançada por uma estrada de terra, está a cachoeira da Eubiose. Pela proximidade, é também a mais visitada pelos turistas, com sua queda de pouco mais de 25 m de altura e um belo poço para banho. Seguindo a mesma estrada e o mesmo rio, mais à frente, encontra-se a cachoeira do Flávio, menos conhecida, com uma queda de aproxidamente 10 m.

Imponente Percorre-se mais 3 km para se atingir a cachoei-

ra mais famosa da região, a Véu de Noiva, com sua imponente queda de 25 m de altura e um largo poço de 3,5 m de profundidade. Belíssima e profunda, a água cai por entre pedras, permitindo a prática de atividades esportivas. Sete quilômetros adiante chega-se à cachoeira Antares, com sua queda de mais de 40 m, ótima para a prática de rapel. A cachoeira fica em uma área de preservação, no caminho para Conceição do Rio Verde. Mas o melhor está por vir: a indescritível imagem da Janela do Céu, que fica na cabeceira da queda-dágua.

São Tomé das Letras tem 30 pontos turísticos e conta com um serviço de guias; não é necessário programar-se com antecedência para visitar a cidade

Como no Parque Estadual do Ibitipoca, São Tomé das Letras também tem sua estonteante cachoeira Janela do Céu JEREZ COSTA/DIVULGAÇÃO

Saiba mais Onde comer O Alquimista. Rua Capitão Pedro José Martins, 7, centro. Experimente um baião mineiro. A partir de R$ 35 por pessoa. Alcázar Rock Bar. Rua Plinio Pedro Martins, 340. Com decoração medieval. Preço a partir de R$ 65 para duas pessoas.

Borboletas Outras duas cachoeiras merecem ser visitadas: Shangri-Lá, no alto do pico do Gavião, que percorre um caminho de cerca de 1 km de quartzo rosa; e a Vale das Borboletas, com 6 m de altura, batizada assim pela quantidade de borboletas existente na mata. O número de borboletas diminui de acordo com a época do ano – janeiro é o mês de maior incidência.

W Especial para o Turismo

Onde hospedar-se Pousada Arco-ìris. Diárias a partir de R$ 220 (casal), na baixa estação. Rua João Batista Neves, 225, centro. Tel.: (35) 3237-1212 Pousada Aliens. Diárias a partir de R$ 150 (casal), na baixa estação. A 200 m do centro, na rua Joaquim José Mendes Peixoto, 245. Tel.: (35) 3237-1013 Cachoeira Véu da Noiva é uma das mais belas da região; cercada por pedras e árvores, oferece um banho refrescante


turismo

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PETRÔNIO SOUZA GONÇALVES/DIVULGAÇÃO

PATRICK GROSNER/ACERVO SETUR-MG/DIVULGAÇÃO

Morro do Cruzeiro

Belo Horizonte 17 de junho de 2017

Gruta do Sobradinho

Compensa estender o passeio a Sobradinho Distante 18 km do centro de São Tomé das Letras por estrada de terra, Sobradinho também é famoso por suas grutas e poços para banho. No caminho para o distrito, no KM 8, está a singela cachoeira da Lua, com sua pequena queda, conhecida pelo reflexo da água na fase

da Lua cheia. Sua queda resulta em um banho revigorante, e sua beleza está encoberta pela copa das árvores. Na região de Sobradinho, os destaques são quatro grutas com seus poços. A mais conhecida leva o nome do arraial – entra-se por uma lateral dessa caverna

com mais de 100 m extensão, saindo em frente à belíssima cascata de água cristalina. A imagem é cinematográfica, de uma beleza única, e o passeio, quase surreal. Outra gruta, a do Labirinto, tem sete entradas que podem confundir o visitante. O programa em Sobradi-

nho é indicado para o fim de tarde. A 100 m da cachoeira está o Bar da Lua, à beira da estrada, quase de frente para a queda-d’água. O almoço no bar custa R$ 20 por pessoa. No interior do estabelecimento está uma pequena biblioteca para troca e empréstimo de livros para

os turistas, com romances de autores brasileiros e estrangeiros, além de uma lojinha com artesanato. Para fazer a passagem em grutas como essa, faz-se necessário ser acompanhado por um guia local, como Nilson Ângelo. Segundo ele, muitos poços de água crista-

linas quase intocados estão no entorno de Sobradinho, mas a maioria dos turistas não os conhece. Entre as atrações está o Poço Encantado, o mais bonito, localizado em uma trilha de 150 m da estrada. Como o próprio nome diz, o poço encanta à primeira vista.


W8 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

Fallon (I)

Nova atração do Universal Poucos cenários são tão conhecidos mundialmente como a Times Square. A proposta de Race Through New York with Jimmy Fallon é visitá-la em uma corrida veloz com Jimmy Fallon, um dos mais carismáticos apresentadores e comediantes modernos dos EUA. A ideia do brinquedo veio dele próprio e, desde a inauguração, em abril, é sucesso absoluto no Universal Studios. OCTAVIAN CANTILLI/UOR/DIVULGAÇÃO

turismo

Orlando

Vulcão de águas refresca temporada de férias Universal Orlando Resort inaugura parqueaquático comlendas do Pacífico Sule passeio virtual porNova Yorkcomo apresentador Jimmy Fallon Carolina Mazzi Agência O Globo

Fallon (II)

História do talk-show A atração já começa com homenagem a uma instituição da cultura americana: os talk-shows, nesse caso, o “The Tonight Show”. Uma pequena galeria relembra a história do programa de TV, com exibição de fotos, roupas e artigos usados pelos apresentadores, que incluem nomes como Johnny Carson, Jay Leno e Conan O’Brien. KEN KINZIE/UOR/DIVULGAÇÃO

O verão já está chegando ao Hemisfério Norte (começa nesta quarta-feira, dia 21) e as férias de meio de ano também já estão quase começando para muitas famílias no Brasil. Timing ideal para quem quiser aproveitar para conhecer Volcano Bay, novo parque aquático do Universal Orlando Resort – depois do fechamento do Wet’n Wild em dezembro de 2016 – e principal inauguração do complexo nesta temporada. A atração se soma aos outros parques aquáticos da região, como Typhoon Lagoon (que inaugurou Miss Adventure Falls em março) e o Blizzard Beach, ambos no Walt Disney World Resort, além do Aquatica, do grupo SeaWorld, e do Legoland Water Park, em Winter Haven, a 45 minutos de Orlando. O Volcano Bay foi inspirado na cultura do Pacífico Sul, e, já na entrada, o visitante é recebido com um sonoro “kia ora” – saudação em maori usada para dizer “olá” na Nova Zelândia – pelos funcionários (ou “waturi”, que são

os habitantes da baía). O parque aquático é repleto de cadeiras ao redor da praia artificial que reproduz as águas cristalinas da Polinésia. Aos pés do vulcão que dá nome ao parque, cabanas de palha exclusivas, com espreguiçadeiras e sofás, estão espalhadas. Há restaurantes e bares com drinks diversos e, em toda a área do Volcano Bay, há estruturas que funcionam como abrigo para quem precisa retomar o fôlego entre as atrações. E haja distração! Em todo o parque, são 18 brinquedos entre toboáguas de diversas alturas, curvas e cores, além de uma impressionante montanha-russa aquática, quedas-d’água e correntezas artificiais, entre outras.

De carona com Fallon Para facilitar ainda mais a diversão, a pulseira eletrônica TapuTapu (que está inclusa no valor do ingresso) é aceita em todo o parque – até para refeições e compra de suvenires – e garante acesso aos brinquedos através da fila virtual. Com ela o visitante aproveita outras atrações enquanto espera

sua vez no brinquedo. O Volcano Bay, aberto em 25 de maio, une-se aos outros dois parques do Universal Orlando Resort: Islands of Adventure e Universal Studios Florida, que inaugurou, em abril, o Race Through New York with Jimmy Fallon. Inspirado no programa do carismático apresentador, o simulador atravessa os pontos turísticos (e alguns imaginários) da Big Apple em uma corrida que passa pela baía de Nova York até a Estátua da Liberdade, entre outros, além de mostrar os bastidores do “The Tonight Show”, tradicional talk-show americano, na rede NBC desde 1954, e que já foi apresentado por nomes como Jay Leno e Johnny Carson.

No Universal CityWalk, a novidade é The Toothsome Chocolate Emporium, em que o produto é a base para receitas de doces e salgados

Pulseira controla filas TapuTapu. Para evitar que as pessoas fiquem paradas em longas filas, a solução encontrada pelo Universal foi a TapuTapu, uma pulseira eletrônica fornecida na entrada para o Volcano Bay. Por enquanto ela vale apenas no Aquático, e é fundamental para curtir todas as atrações. Agendamento virtual. O visitante deve ir até o totem na frente de cada atração e encostar a TapuTapu, que reserva o lugar na fila, avisa a hora

de ir para a atração e é necessária para entrar nela: no mesmo totem é feito o reconhecimento do visitante. Ações extras e consumo. A pulseira ainda desbloqueia atrações interativas, controla fluxos de água e atira canhões d’água em pontos específicos. Por meio dela, pode-se acionar a iluminação de imagens dentro do vulcão, alugar cabanas, toalhas, usar lockers e comprar em restaurantes, bares e lojas de suvenires. WILLIE J. ALLEN JR./UOR/DIVULGAÇÃO

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Corrida veloz vai até a Lua A corrida começa no cenário do programa e atravessa os corredores da NBC até chegar às ruas de Manhattan. Por lá, Fallon guia o trajeto passando por estações de metrô e pela Times Square. Chegase à Lua (sim, à Lua!), mergulha-se no East River para conhecer as fundações da Ponte do Brooklyn e, ao emergir, passa-se pela Estátua da Liberdade.

Drinks nos bares do parque: combinações coloridas e criativas


turismo

9W O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

OCTAVIAN CANTILLI/UOR/DIVULGAÇÃO

Vulcão: em vez de lava incandescente, a queda-d’água refrescante Ko’okiri

Culturas e lendas do Pacífico de inspiração A tribo Waturi chegou a Volcano Bay guiada por Kunuku, peixe mágico que teria como missão divina levar esse povo até sua terra original. No caminho até a baía, os Waturi passaram por várias ilhas e países do Pacífico Sul, absorvendo costumes, música e arte. A lenda foi inspiração temática na criação do parque aquático Volcano Bay. E as referências culturais do Pacífico Sul estão, de fato, em todos os lugares. A começar pela entrada, que é cheia de esculturas que remetem a costumes de tribos que habitam a Polinésia. Os brinquedos também são inspirados em idiomas da região, como a montanha-russa aquática Krakatau, mesmo nome do vulcão central, de 61 m, que fica no parque. Com capacidade para até quatro pessoas, boias em formato de canoa deslizam por subidas, curvas acentuadas e

WILLIE J. ALLEN JR/UOR/DIVULGAÇÃO

O toboágua Ika Moana é uma atração bem radical: boias sobem e descem velozmente atingindo grandes alturas

Parque tem cascata entre tobogãs e piscina de onda Com energias recarregadas, quem busca ainda mais emoção deve ir a Ko’okiri, a queda-d’água que escorre por 38 m pelas encostas do vulcão Krakatau. A atração é mesmo para os que têm bastante coragem: antes da descida em alta velocidade, participantes aguardam dentro de uma cápsula por alguns segundos até a parte de baixo ser aberta inesperadamente, iniciando a descida radical dentro de um tubo. A queda leva à “praia”, uma excelente (e bonita) forma de relaxar depois de tantas subidas e descidas em alta velocidade. A cor da água

e das areias lembra a paisagem paradisíaca do Pacífico e é um chamativo para os que preferem curtir uma tarde praiana. Mas, mesmo por lá, quem não quer só ficar na sombra e água fresca, encontra ondas boas o suficiente para “pegar um jacaré”. Na parte da areia, se espalham confortáveis cadeiras de sol, algumas com sombreiro, necessárionos meses de verão e nos horários de sol a pino. Quemquiserprivacidadetambém pode alugar cabanas, quealémdascadeiras, têmcama, sofá, armário e atendimento exclusivo dos bares. Além do “mar”, outra for-

ma de relaxar (e fazer um tour pelo parque) é descer pelo rio Kopiko Wai, que circunda praticamente todo a área do Volcano Bay. O trajeto tem pequenas descidas e várias curvas, dando a sensação de se estar em um rio de verdade. São grandes boias que fazem o percurso em velocidade média: um convite para a contemplação ao fim do dia. Oacesso às atraçõesé limitadoporaltura(mínimade87 cm em alguns brinquedos). E háumaáreaparacriançasmenores, com pequenos escorregadores, piscina, passeios com boias e brinquedos que soltam jatos d’água do chão.

quedas em alta velocidade que dão frio na barriga – sem deixar a desejar a nenhuma montanha-russa tradicional.

Boias em alta velocidade Além da Krakatau, uma dezena de tobogãs também oferece bastante emoção. É o caso, principalmente, da Ika Moana. Na atração, boias para até seis pessoas sobem e descem velozmente de grandes alturas. A estrutura vazada permite uma visão ampla do parque – o que só contribui com ainda mais emoção. Há versões semelhantes mais “conservadoras”, como as gêmeas Taniwha Tubes, que têm boias em que descem três pessoas por vez. A estrutura tem partes abertas e fechadas. Mais relaxantes, valem quase como um descanso depois de aproveitar as descidas eletrizantes da Ika Moana, que fica ao lado.

Como ir Aéreo: A American Airlines tem voo BH a Orlando, via Miami, a partir de R$ 3.911. Pela Copa Airlines, com conexão no Panamá, o bilhete custa R$ 3.184,13. Tarifas para meados de julho, com taxas. Onde ficar Cabana Bay. Diárias a US$ 180. 6.550 Adventure Way. loewshotels.com/cabana-bay-hotel. Loews Sapphire Falls. Diárias a US$ 250. 6.601 AdventureWay.bit.ly/2rIp3Lk Hard Rock Hotel. Diárias a US$ 480. 5.800 Universal Bvd. hardrockhotels.com Parques Volcano Bay. Ingressos: US$ 67 (acima de 10 anos); US$ 62 (3 a 9 anos). Islands of Adventure e Universal Studios. Por parque: US$ 119 (3 a 9 anos) e US$ 124 (acima de 10) Combo. Ingressos para os três parques em 14 dias: US$ 269 (3 a 9 anos) e US$ 279 (acima de 10). universalorlando.com


W10 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

turismo EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

AÉREO

Novas regras da Anac em vigor REEMBOLSO DE PASSAGENS RE

FIM DA FRANQUIA OBRIGATÓRIA DE BAGAGENS DESPACHO DE BAGAGENS

NO CHECK-IN

É a medida mais polêmica, mas, segundo a Anac, apenas o Brasil e a Venezuela regulavam as franquias nacionais e internacionais de bagagem dessa maneira. O novo modelo*, que libera as aéreas para cobrar sobre o despacho de bagagens, já é adotado em quase todo o mundo.

Passageiros que tenham comprado tarifas flexíveis, membros dos programas de fidelidade ou portadores de cartões de crédito vinculados às companhias aéreas devem ter franquias gratuitas especiais.

*COBRANÇA DE BAGAGEM

AUMENTO DA BAGAGEM DE MÃO Com as novas regras, os passageiros terão garantido o transporte de 10 kg gratuitamente na cabine (observado o tamanho padrão), além de um item pessoal (sacola ou mochila pequena), na Latam e na Gol; na Azul, esse volume extra terá de compor os 10 kg pemitidos.

LIMITAÇÃO DE MULTAS POR CANCELAMENTO E ALTERAÇÃO NO VALOR DA PASSAGEM

BAGAGEM EXTRAVIADA OU PERDIDA REDUÇÃO DO PRAZO PARA DEVOLUÇÃO (VOOS DOMÉSTICOS) Agora, as aéreas têm que restituir a bagagem extraviada nos voos domésticos em sete dias, ao contrário dos 30 dias previstos anteriormente. REEMBOLSOS (VOOS INTERNACIONAIS) Nos casos de extravio em voo com destino internacional, a companhia deverá reembolsar as despesas no limite de 1.131 DES (Direito Especial de Saque, que equivale a cerca de US$ 1.800, ou R$ 5.300) por passageiro, a serem pagos em até 14 dias. Acima disso, o passageiro poderá contratar um seguro adicional.

DIREITO DO PASSAGEIRO As taxas de alteração ou cancelamento não deverão, em nenhuma hipótese, superar o valor pago pelo cliente. Ou seja, o consumidor terá sempre o direito ao ressarcimento do valor das taxas de embarque. Hoje existem tarifas nas quais o valor da multa de cancelamento supera o valor do bilhete, fazendo com que os clientes percam o direito ao reembolso das taxas.

POR PO BILHETES NÃO US USADOS O re reembolso ou estorno do valor pago pela passagem aérea deverá ocorrer em até sete dias a partir da data de solicitação, e não mais em 30 dias, como ocorria até então. O reembolso por atraso, cancelamento, interrupção ou preterição deverá ser imediato.

DI DIVULGAÇÃO DO PREÇO FI FINAL DAS PASSAGENS Para dar mais transparência à prática de preços, as aéreas terão que divulgar o preço final das passagens já com todas as taxas incluídas. Medida é válida inclusive para as agências de viagens.

OBRIGAÇÃO DE CORRIGIR O NOME NO BILHETE GRATUITAMENTE GR Passagens emitidas com erro no nome ou sobrenome do passageiro deverão ser corrigidas pelas companhias aéreas, sem custo, antes da emissão do cartão de embarque. A medida resguarda o passageiro caso o erro seja descoberto até a hora do check-in. RESSALVA No entanto, em caso de bilhetes que envolvem voos em várias companhias, a empresa aérea pode cobrar eventuais custos exigidos pelas companhias parcerias.

DIREITO DE DESISTÊNCIA DI COMPRA DE PASSAGEM O passageiro poderá desistir da passagem, com 100% de reembolso do valor pago, até 24 horas depois de concretizada a compra, desde que o bilhete tenha sido adquirido com antecedência mínima de sete dias da data do voo. Em compras realizadas pela internet, o consumidor continua tendo sete dias para desistir.

TA TARIFA COM REEMBOLSO GA GARANTIDO CUSTO EMBUTIDO A nova regulamentação obriga as aéreas a oferecer ao passageiro pelo menos uma tarifa com reembolso mínimo de 95% do valor pago. Mas claro que essa tarifa vai custar mais caro.

PROIBIÇÃO DO CANCELAMENTO AUTOMÁTICO DO RETORNO ATRASO OU CANCELAMENTO DE TRECHO No caso de perda ou desistência do voo de ida, o retorno não será cancelado, desde que o passageiro comunique à companhia, por qualquer meio e com antecedência de duas horas do primeiro voo – nas regras anteriores, todos os trechos subsequentes eram cancelados e o passageiro era obrigado a comprar uma nova passagem (quase sempre mais cara que a anterior). No entanto, caso o passageiro tenha mais de um voo programado na ida, com escalas ou conexões, eles serão cancelados conjuntamente, sem a possibilidade de embarcar no meio do caminho.

ALTERAÇÃO DE VOO PELA COMPANHIA

PROIBIÇÃO DA PRÉ-SELEÇÃO DE SERVIÇOS ADICIONAIS

INDENIZAÇÃO EM CASO DE OVERBOOKING

OBRIGAÇÕES DA AÉREA Caso a companhia aérea realize alterações nos voos adquiridos pelo passageiro com tempo superior a 30 minutos em voos domésticos ou 60 minutos em voos internacionais, ela deverá oferecer remarcação para data e hora de conveniência do passageiro em voo próprio ou de terceiros, sem ônus, ou mesmo o reembolso integral do valor pago. E, caso o passageiro descubra a mudança do voo no aeroporto, a companhia deverá, por não tê-lo avisado, prestar assistência material e reacomodá-lo na primeira oportunidade em voo próprio ou de terceiros.

IMEDIATA Quando a companhia, por qualquer motivo, não dispor de lugares no voo para atender um passageiro com reserva confirmada e que chegue no horário do voo, deverá indenizá-lo imediatamente. A indenização é de cerca de R$ 1.140 em voos domésticos e de R$ 2.280 em voos internacionais, paga em espécie, transferência bancária ou voucher, além das demais compensações previstas em lei. Segundo a Anac, a medida deverá incentivar as companhias a buscar voluntários interessados na compensação of oferecida, como ocorre em outros países.

DIREITO A INFORMAÇÃO CLARA DO SERVIÇO CONTRATADO

SÓ POR INICIATIVA DO CLIENTE A nova regulamentação restringe claramente a oferta automática de seguro, compra de assento especial ou qualquer outro serviço adicional, que não poderão mais aparecer pré-selecionadas no momento da compra. O consumidor terá que voluntariamente marcar e selecionar o serviço adicional desejado, o que evita que os mais desatentos contratem serviços sem querer.

BILHETES Durante a compra da passagem, todas as regras de alteração, reembolso, franquia de bagagem e outros serviços do transporte aéreo deverão ser claramente colocadas. Além disso, essas informações passarão a ser enviadas para o cliente juntamente com o bilhete. Segundo a Anac, a nova regulamentação vai obrigar as companhias aéreas a ser muito transparentes e a informar o consumidor sobre o que está garantido em cada tarifa. Isso vai evitar problemas básicos, como ocorre hoje, sobre custos com o cancelamento ou com excesso de bagagem, por exemplo.

SAIBA MAIS EM HTTP://TRANSPORTES.GOV.BR/VIAGEMDEZ/ AZUL Bagagem despachada custa R$ 30, desde 1° de junho

LATAM Bagagem despachada custa R$ 30, desde o último dia 18

GOL Inicia a cobrança em 20 de junho. Nela, a primeira bagagem também vai custar R$ 30, mas desde que a compra seja online; no check-in, ela sai a R$ 60, enquanto a segunda bagagem, que custará R$ 50, vai para R$ 100

AVIANCA Pode iniciar cobrança de bagagens após julho, segundo o vice-presidente Tarcisio Gargioni


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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte 17 de junho de 2017

Normandia

Claustro será reaberto Em restauração, a abadia Mont Saint-Michel poderáser visitadaa partir demeados de novembro EDUARDO MAIA/AGÊNCIA O GLOBO

Abadia do Mont Saint-Michel: uma construção gótica do século XIII

Da redação A Abadia do Mont Saint-Michel, na Normandia, importante monumento nacional da França, prepara uma novidade para os visitantes, a partir do fim do ano. O claustro da abadia, parcialmente fechado ao público para obras de restauração, será reaberto totalmente em meados de novembro, com a conclusão de obras orçadas em € 2 milhões. Hoje, apenas uma parte das galerias do claustro gótico do século XIII pode ser visitada. O acesso à ilha desde o continente pode ser feito de ônibus gratuito, a partir do estacionamento, ou a pé pela ponte. Ingressos a €10. Há dias em que a maré alta isola a ilha. Às margens do Canal da Mancha, a Normandia não é tão distante de Paris. Pouco mais de 350 km separam a capital de Mont Saint-Michel, o principal

cartão-postal normando. Ligada ao continente apenas por uma nova ponte, inaugurada em 2014, a ilha de Mont Saint-Michel é uma combinação única de mosteiro e cidadela medieval, cercada por água ou areal por todos os lados, a depender da maré. Lá, o turista ainda pode visitar Eu, o pequeno vilarejo no extremo leste da costa normanda onde a família do Conde d’Eu possuía um château, por exemplo. Ou, então, ir a Caen, melhor base para explorar as praias do Desembarque, aquelas do famoso Dia D da Segunda Guerra Mundial. Para todos esses destinos há trens a partir de Paris. Mas, alugar um carro permite explorar melhor a região, coberta por ótimas estradas. É possível também acessar a região a bordo de cruzeiros fluviais que partem de Paris, serpenteando o rio Sena.

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Informações: abbaye-mont-saint-michel.fr


W12 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

turismo FOTOS ACAMPAMENTO ÁGUIA/DIVULGAÇÃO

Acampamento

Programa educativo e muita diversão ao ar livre Com foco no aprender fazendo, oÁguia é uma alternativapara criançase jovens passarem as férias dejulho adquirindo novos conceitose valores, além deainda proporcionar uma merecidafolga aospais Tânia Ramos taniaramos@otempo.com.br

Em tempos de pais muito ocupados e de adolescentes – e até crianças – cada vez mais “paralisados” diante de computadores, tablets ou mesmo TVs, uma temporada no Acampamento Águia pode representar a diferença entra essa letargia passiva infantojuvenil de hoje e uma vida social mais ativa, com contatos humanos diretos e muitas brincadeiras ao ar livre. Criado há dois anos, o Acampamento Águia – que funciona na sede campestre do Clube Juca Vieira, em Caeté, a menos de uma hora de Belo Horizonte – não se limita a ser um espaço lúdico, nos moldes das tradicionais colônias de férias. Pelo contrário, ele tem uma proposta pedagógico-cultural, voltada para o aprendizado e o amadurecimento emocional e psicológico do participante. “Aqui, eles chegam uma pessoa, e entregamos outro filho, que o pai notará a diferença”, explica o proprietário e fundador, coronel da reserva do Exér-

cito Brasileiro, alpinista e paraquedista Luiz Caçadini. Para isso, os instrutores do Águia se encarregam de, entre uma atividade de lazer e outra, repassar orientações de segurança e de sobrevivência em áreas hostis, assim como “fortalecer valores, virtudes e condutas pessoais”, enfatiza Caçadini, que adota para o acampamento o mote “As melhores férias para os líderes de amanhã”.

Por faixa etária E por que isso? Simples: os participantes – no máximo 150 acampantes, com grupos de até 40 – são desafiados a assumir responsabilidades desde a hora que levantam (às 7h), como arrumar a própria cama e limpar a casa de hospedagem, por exemplo. E, ao longo do dia, os maiores são convidados a liderar as atividades dos menores, além de todos se apoiarem. É o conceito do aprender fazendo, que, ali, envolve um aspecto lúdico. Isto é, aprende-se brincando em várias oficinas no decorrer da semana: a fazer nós e amarrações; orientar-se por bússola ou sol e estre-

las; montar acampamento; praticar rapel, escalada indoor e arvorismo; noções de primeiros socorros; prevenção de acidentes em casa; purificação de água; e improvisar abrigos. Com o objetivo de garantir o equilíbrio nas atividades de lazer ou competições, os participantes são agrupados por faixas etárias: Grupo Leão, que reúne meninos e meninas de 7 a 9 anos; Grupo Pantera, de 10 e 11 anos; Grupo Onça, de 12 e 13 anos; Grupo Tigre, de 14 e 15 anos; e Grupo Lobo, de 16 e 17 anos.

Entre os desafios esportivos para crianças e jovens, oferecidos pelo Acampamento Águia, está a prática de rapel

Serviço Temporada de julho tem pacotes de uma semana a partir de R$ 1.800, destinado a crianças e jovens entre 7 e 17 anos

O acampamento Águia está com vagas abertas para as férias de julho Informações: www.acampamentoaguia.com.br ou www. grupoaguiaenigma.com.br Preço: R$ 1.800 por pessoa por uma semana (domingo a domingo). Compras até 15/6 tem 20% de desconto e, depois dessa data, 10% à vista; a partir do segundo filho e da segunda semana também têm descontos Pagamento: Pode ser efetuado em até seis parcelas. Inclui: Ônibus turismo, hospedagem, alimentação, atividades e certificado Infraestrutura Física: >Enfermaria 24 horas >Área campestre com trilhas para caminhada >Lago para a prática de atividades náuticas >Quadras >3 piscinas >Campo de futebol Equipe (especializada): >15 instrutores >Um enfermeiro >Um nutricionista >Uma psicóloga

Com monitores, acampantes vivem a adrenalina de andar pela pista de corda

Jovens terão noções de deveres e de cidadania No Acampamento Águia, os participantes não vão encontrar, necessariamente, um ambiente de caserna, segundo Luiz Caçarini. Contudo, eles terão que se submeter a regras que, certamente, são um contraponto em seus cotidianos. Uma delas é: nada de levar celular, videogame e computador, a fim de que possam focar as atividades sem interferências externas, inclusive dos pais. “Todos os dias nós alimentamos o site com fotos e vídeos dos acampantes, para tranquilizar os pais”, explica Caçarini, adiantando

que tem um telefone do clube para os pais deixarem recado, e, depois, os monitores dão retorno. Durante a semana, há bate-papos sobre cuidados na internet e uso de drogas, além de aulas de etiqueta e boas maneiras e atividades de civismo como o hasteamento da bandeira do Brasil todas as manhãs. Além disso, os acampantes terão muitas atividades esportivas e de lazer e, à noite, oficinas de teatro e música, karaoquê, gincanas e uma festa de confraternização.


WAvaliação. JAC T5 fica mais competitivo com câmbio automático. Páginas 20 e 21

RENAULT/DIVULGAÇÃO

WMoto. Nova geração da Suzuki GSX-R 1000 dá salto evolutivo. Páginas 22 e 23 pampulha

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BELO HORIZONTE Sábado 17/6/2017

Conexão portenha

W Oitava edição do Salão Internacional do Automóvel de Buenos Aires, na Argentina, antecipa vários lançamentos para nosso mercado. Páginas 15 a 19


W 14 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

interCâmbio raimundocouto@otempo.com.br

Raimundo Couto

Um novo tempo FORD/DIVULGAÇÃO

Com o sugestivo nome de Rota 2030, para determinar, exatamente, o prazo do novo programa que passará a limpo a atual política industrial, o governo federal começou a discutir – em razão da proximidade da expiração do programa atual, Inovar-Auto, no final do ano – a implantação de uma nova proposta de longo prazo para o setor automotivo. A iniciativa partiu do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, e está sendo criado um grupo de trabalho para planejar a política industrial para além dos ciclos políticos normais de quatro em quatro anos. O secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial, Igor Calvet, disse: “O entendimento hoje desse ministério, em especial, e do governo, mais amplamente, é de que nós não conseguiremos fazer ou pensar em indústria e fazer políti-

ca industrial em ciclos muito pequenos porque as decisões empresariais em geral são tomadas em ciclos mais longos”, disse Calvet. De acordo com ele, a política atual vem sendo muito criticada por ser “excessivamente protecionista”, impedindo a entrada de veículos importados no país. Quando questionado sobre quais são os temas principais para o governo na discussão da nova política industrial para o setor automotivo, Calvet afirmou que não existe nenhuma mudança urgente. Mas garantiu que algumas coisas vão ser mantidas. E imagina que pesquisa, desenvolvimento e inovação precisam ser preservados como contrapartidas eficiência energética, assim como a segurança veicular. A pergunta de um milhão de dólares é sobre qual matriz energética a indústria automobilística brasileira adotará, se automóveis de propulsão híbrida, que di-

videm dois motores (um a combustão e outro elétrico), ou o 100% elétrico. Deve ser levado em conta que, no Brasil, eles ainda são incipientes, mas em mercados de maior volume de vendas, os modelos com motor híbrido rodam no trânsito cotidiano lado a lado dos automóveis de motor a combustão. Quem percebe a maior diferença é a atmosfera, que recebe menos poluentes. No país em que todo ano são vendidos quase 18 milhões de unidades, as três marcas líderes, GM, Toyota e Ford, oferecem modelos que funcionam com motores a gasolina e eletricidade em diversos segmentos. E a tendência é ampliar o número de modelos híbridos nos próximos anos. De olho nessa realidade que os carros híbridos representam nos Estados Unidos – algo como os “flex” ou o GNV no Brasil –, outras montadoras também correm para tirar uma “casquinha” do bolso dos mais preo-

“Se na década de 80 o Brasil se destacou ao promover o uso do álcool como combustível alternativo à gasolina, hoje, apesar desta ser uma possibilidade real, há muito para fazer no sentido de viabilizar os elétricos.”

cupados com as questões ambientais, que estão dispostos a pagar, em média, US$ 1.500 a mais por um híbrido, menos poluente. Mas qual modelo é melhor e mais eficaz? A que menos polui ou a que possibilita menor desgaste aos componentes? Como podemos ver, esta questão é polêmica e rodeada de muitas perguntas. Se na década de 80 o Brasil se destacou ao promover o uso do álcool como com-

bustível alternativo à gasolina, hoje, apesar desta ser uma possibilidade real, há muito para fazer no sentido de viabilizar os elétricos. A estimativa é que até o ano de 2020, a frota de veículos 100% elétricos atinja 40 mil unidades. Mesmo que ainda seja a adoção de uma nova política industrial uma iniciativa incipiente, já é um bom motivo para enxergamos uma luz no fim do túnel.


super motor

15 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

FOTOS IGOR VEIGA

Salão de Buenos Aires

Equinox em outubro Substitutodo Captivaé a atração daChevrolet; SUV chega aoBrasil a princípioapenasna versão top de linha,commotor 2.0turbo, de 262 cv Raimundo Couto De Buenos Aires

Considerado o lançamento mais importante do ano para a Chevrolet, o utilitário-esportivo Equinox foi a principal estrela da marca no Salão Internacional do Automóvel de Buenos Aires, que abriu suas portas ao público no último sábado (10) e vai até o próximo dia 20 de junho. A chegada do Equinox completa a reformulação na linha dos utilitário-esportivos da montadora,

que conta, também, com a Tracker, recentemente renovada, e o “grandão” Trailblazer. O Equinox chega para substituir o defasado Captiva e tem na sua alça de mira o Jeep Compass, que está surpreendendo até mesmo a FCA com os ótimos números de vendas. O carro já está em fase final de adaptação tanto para a gasolina quanto para etanol, brasileiros, como teste de suspensão, para enfrentar a dura realidade das vias brasileiras.

SUV é hoje o carro de passeio mais vendido da Chevrolet em todo o mundo O Equinox é produzido na fábrica da GM no México e chega, em um primeiro lote, na versão Premier, top de linha, que é empurrada por um motor 2.0 turbo, de 262 cv, com câmbio automático de nove marchas e tração integral. Conforme a aceitação do modelo, a fabricante trará outras versões, além da motorização 1.5 turbo, de 172 cv, oferecida nos EUA. Para mostrar que o Equinox tem potencial para enfrentar o Compass, a Chevrolet o do-

tou o Equinox com uma extensa lista de equipamentos de série, como o ar-condicionado digital de duas zonas, abertura elétrica do portamalas, teto solar panorâmico, além de carregamento de celular sem fio e central multimídia, entre outros. Em Buenos Aires, a Chevrolet não antecipou o preço do SUV no Brasil. Qualquer valor, no momento, é mera especulação. O lançamento está previsto para outubro.

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O jornalista viajou a convite da Chevrolet

O preço do Equinox não foi antecipado pela Chevrolet, mas especula-se que deve ficar na casa dos R$ 150 mil


W16 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

super motor

Linha cresce

Salão de Buenos Aires

Ford lança novas versões do Fiesta

Renault revela

A linha Fiesta passou a contar com duas novas versões: SE Plus Powershift e SEL Ecoboost Powershift. A primeira, que custa R$ 55.990, passa a ser a mais em conta equipada com câmbio automatizado de dupla embreagem e seis marchas, acoplado ao motor 1.6 16V flex, que entrega até 128 cv de potência e 16 kgfm de torque. Por sua vez, a segunda é a mais acessível a dispor do propulsor 1.0 de três cilindros com turbocompressor e injeção direta, capaz de desenvolver 125 cv e 17,3 kgfm de torque, por R$ 66.090. EDUARDO ROCHA/CZN

o substituto do Clio Com motor 1.0 e feito no Brasil, compactoKwid começaa ser vendido emjulho e emtrês versões;preço do novo modeloparte de R$29.990 Igor Veiga De Buenos Aires

Com lançamento no Brasil previsto para o fim de julho, o Kwid, novo carro de entrada da Renault foi, sem duvida, o principal destaque do Salão de Buenos Aires. Fabricado na planta da Renault, em São José dos Pinhais (PR), o Kwid chega para substituir o aposentado Clio, mas com uma pegada diferente. O modelo será oferecido em três versões no Brasil com preço a partir

de R$ 29.990. A Renault define o carro como o “SUV dos compactos”. O Kwid tem um tanque de combustível relativamente pequeno, com 38 L. O porta-malas comporta até 290 L de bagagens e é compatível com seus principais rivais: Fiat Mobi e Volkswagen up. O carrinho também chama a atenção pelas rodas com apenas três parafusos. Ao contrário do que se imaginava, o novo compacto da Renault virá equipa-

do com uma versão menos potente do novo motor 1.0 SCe, flex, de três cilindros, recém-introduzido na linha do Sandero e do Logan, de até 82 cv de potência. Será o mesmo propulsor, mas sem sistema de duplo comando de válvulas variável na admissão e no escape, que rende 66 cv de potência (com gasolina) e até 70 cv (etanol).

Quatro airbags de série Equipado com câmbio manual de cinco marchas, desde a versão de entrada, o Kwid virá de série com quatro airbags (dois frontais e dois laterais). Fora isso, o carro é bem ‘pelado’, traz só predisposição para rádio, desembaçador do vidro traseiro e Isofix para cadeirinhas e o obrigatório freios ABS. Itens como vidros e travas elétricas, além de ar-condicionado e direção elétrica,

por exemplo, só a partir da versão Zen (intermediária), por R$ 34.990. Esses dois últimos equipamentos citados serão oferecidos como opcionais na versão de entrada. A opção top de linha do Kwid (Intense) sairá por R$ 39.990. A expectativa de que ela viesse com câmbio automatizado de cinco marchas não se concretizou. A versão traz itens como rodas de liga leve aro 14, faróis de neblina, computador de bordo e sistema de som doubledin com bluetooth, entrada USB e auxiliar. Na versão top, o compacto traz como destaque o pacote opcional Connect, que oferece central multimídia Media Nav 2.0 com GPS, câmera de ré, abertura elétrica do porta-malas, além de chave-canivete, retrovisores elétricos, entre outros.

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Detalhes Economia. Para economizar fios, o acionamento dos vidros elétricos dianteiros do Kwid são no console central, como era o dos primeiros Renault Sandero e Logan. Na versão de entrada, painel não traz conta-giros ou computador de bordo, por exemplo.

O jornalista viajou a convite da Anfavea RENAULT/DIVULGAÇÃO

Kwid promete ser econômico; consumo médio divulgado pela Renault é de 15,2 km/L com gasolina e 10,5 km/L com etanol, em ciclo urbano nos dois casos

RENAULT/DIVULGAÇÃO

Modelo usa câmbio manual de cinco marchas em todas as três versões; central multimídia é item opcional na configuração mais cara do Kwid, a Intense


super motor

17 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

IGOR VEIGA

RENAULT/DIVULGAÇÃO

Modelo é altinho com altura de 18 cm em relação ao solo

C-HR chegará em 2018

SUV Toyota C-HR híbrido desembarca no Brasil no ano que vem

C4 Cactus é lançado antes na Argentina A Citroën usou o Salão de Buenos Aires para fazer o lançamento oficial do C4 Cactus, um SUV “aventureiro” com estilo peculiar e motor 1.2 Puretech, turbo, de 110 cv e 20,9 kgfm de torque. Além dele, brilham no estande da marca a van Space Tourer e o sedã C-Elysée, com motor 1.6 renovado. Lançado na Europa em 2014, o C4 Cactus compartilha a mesma plataforma de quatro modelos bem conhecidos dos brasileiros: o Peugeot 2008 e o Citroën Aircross, além de compactos como Citroën C3 e DS 3. Seu lançamento é aguardado para o Brasil em 2018. O modelo terá fabricação nacional, mas deve sofrer algumas mudanças sutis no visual. (IV)

A Toyota levou para Buenos Aires a versão híbrida de seu novo SUV compacto, o C-HR, visto no último Salão de São Paulo, em 2016. Já à venda nos Estados Unidos e na Europa, fontes da montadora confirmaram durante o salão portenho que exatamente esta versão do novo modelo deve chegar ao Brasil, importado da Turquia, em 2018. O C-HR traz a mesma motorização híbrida do Prius, com quem divide a plataforma, com um propulsor 1.8 VVT-i, de 123 cv. A versão Hybrid está à venda hoje apenas na Europa e aposta no design arrojado e nas linhas musculosas para conquistar o consumidor. Seu preço por aqui deve ficar na faixa do Prius, de R$ 120 mil. Aqui no Brasil, a Toyota só conta hoje com uma única versão do RAV4 (vendida por R$ 159 mil) como opção de crossover em sua linha de modelos. Nos Estados Unidos, o C-HR 2018 é equipado com motor 2.0 a gasolina de 146 cv e câmbio CVT.

Expectativa Com o C-HR híbrido, a Toyota só quer marcar território no Brasil. Quem sabe num futuro próximo, o SUV compacto venha a ser montado na fábrica brasileira da marca. Seria um forte e diferenciado rival de modelos como Honda HR-V, Jeep Renegade e Nissan Kicks, por exemplo. (IV) IGOR VEIGA

IGOR VEIGA

Frontier Attack retorna como picape-conceito

Citroën C4 Cactus deve estrear no nosso mercado em 2018

Além da chegada do Nissan Kicks à Argentina, a marca japonesa exibe em seu maior evento automotivo duas versões conceituais da nova geração da picape Frontier. Destaque para a Frontier Attack, de visual invocado e que chegará ao mercado global, incluindo o Brasil, como uma nova versão da picape, mas só a partir de 2018. O outro conceito da picape é a Navara EnGuard – projetado para auxiliar em missões de salvamento e emergência. O EnGuard conta, por exemplo, com pneus lameiros, guincho

de reboque, luzes no teto e até um drone para capturar imagens de lugares inacessíveis ao resgate. Outro destaque no estande da marca japonesa é o novo Nissan Murano, SUV lançado a cerca de dois meses na Argentina. Além do March e do Versa, ambos fabricados no Brasil, o estande traz também o Note, o Sentra e a nova Frontier, que será fabricada na Argentina a partir de 2018. Com a produção local, mais versões da nova geração da picape devem chegar ao mercado brasileiro no ano que vem. (IV)

Versão conceito da Frontier Attack fez sua estreia mundial IGOR VEIGA

O conceito Navara EnGuard vem até com um drone de resgate


W18 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

Superesportivos

Novos modelos AMG no Brasil A Mercedes-Benz anunciou o lançamento do modelo AMG GT C Roadster e do recém-lançado AMG GT R Coupé no Brasil. Ambos chegam ainda em junho, mês em que a divisão AMG completa 50 anos. De acordo com a marca, os preços partem dos R$ 1.064.900 para o primeiro e R$ 1.199.900 para o segundo. Os dois são equipados com motor 4.0 V8 e câmbio automatizado de sete marchas, mas o GT R Coupé é mais potente: tem 585 cv, ante 557 cv do GT C Roadster. MERCEDES-BENZ/DIVULGAÇÃO

super motor

Salão de Buenos Aires

Novo EcoSport faz sua estreia no Mercosul Alémdovisualrepaginado,SUV chegaao Brasil emagosto equipado comnovo motor 1.5, de trêscilindros, esem opolêmico câmbio Powershift

sões mais caras, o EcoSport será movido pelo conhecido motor Duratec 2.0 16V, flex, de quatro cilindros, agora com injeção direta, o mesmo que equipa o Focus. Ele rende até 175 cv de potência.

Adeus, Powershift Igor Veiga De Buenos Aires

O veterano utilitário-esportivo da Ford recebe sua primeira mudança significativa desde 2012, quando teve sua segunda geração lançada no mercado brasileiro. Exibido antes nos Salões de Los Angeles, nos EUA, e de Xangai, na China, o novo EcoSport finalmente debuta na América do Sul, via Salão de Buenos Aires. A Ford aproveitou o autoshow portenho para revelar detalhes técni-

cos sobre o modelo que será fabricado na planta da montadora, em Camaçari, na Bahia, e começa a ser vendido em agosto. Além do visual e do interior renovado, o EcoSport 2018 marcará a estreia do inédito motor 1.5 Dragon, flex, de três cilindros, com 137 cv de potência e 16,2 kgfm de torque. Trata-se do mesmo EcoBoost 1.5 que equipa o Fiesta europeu, mas sem sistema de injeção direta de combustível. Nas ver-

Outra mudança significativa é a aposentadoria do polêmico câmbio Poweshift, que será descontinuado pela Ford, dando lugar a uma nova transmissão automática de seis marchas com conversor de torque no lugar da dupla embreagem. O EcoSport traz também a nova geração da central multimídia Sync 3, com uma tela central de oito polegadas sensível ao toque. Ao contrário do EcoSport à venda nosEUA e na Europa, por aqui, o carro mante-

rá o estepe fixado na tampa do porta-malas, bem ao gosto do público brasileiro.

Mustangão na área Assim como fez no Salão de São Paulo, no ano passado, a Ford também levou para Buenos Aires uma imponente trinca de modelos esportivos: o Mustang, o Ford GT e a F-150 Raptor. Por sinal, o Mustang vai começar a ser vendido no Brasil, ainda neste ano, conforme já confirmado pela Ford em abril. No Brasil, o esportivo chegará para competir diretamente com o Chevrolet Camaro SS, que é oferecido por aqui a partir de R$ 305 mil. E o preço do Mustang, também deve ficar nesta faixa.

W

* jornalista viajou a convite da Anfavea

Tiguan de sete lugares e Golf R brilham na Volks A nova geração do SUV Volkswagen Tiguan tem chegada prometida para 2018, mas já roda por aqui em testes praticamente desnuda. Em Buenos Aires, a marca alemã exibe a versão de produção do Tiguan Allspace, a inédita versão de sete lugares do utilitárioesportivo. O Tiguan espichado estreia no mercado argentino até o fim deste ano. Resta saber se também chega ao Brasil, no ano que vem. Estão previstas versões com motor 1.5 turbo, de 150 cv, e 2.0, também tur-

binado, com 220 cv de potência e tração integral. Está exposto também o utilitário grandalhão Atlas, este sem previsão de lançamento no Mercosul. Além dos dois SUVs, outros destaques da Volks no autoshow são a Amarok com motor V6, já à venda na Argentina e que chega ao Brasil ainda nesta ano, e, também, o Golf R, a versão mais apimentada do modelo, que vem com um motorzão turbo 2.0, de 310 cv e 40,7 kgfm de torque. O esportivo vai de 0 a 100 km/h em míseros 4,6 s. (IV) IGOR VEIGA

BELOHORIZONTEAV.SANTAROSA,209-PAMPULHA.(31)3491-5700/CONSELHEIROLAFAIETERUALOPESFRANCO O,Nº.790BAIRRO O CARIJÓS.(31)3762-1715/JUIZDEFRAPRAÇADAREPÚBLICA83-POÇO RICO.(31)3215-4547/SETELAGOASAV.RA AQUELTEIXEIRAV VIANA, 1010B.CANAAN.(31)3773-1717/MONTESCLAROSAV.JOÃOXXIIINº1188BAIRRO:EDGARPEREIRA.(38)3223-10602

PEDESTRE, USE SUAFAIX XA. PROMOÇÃO VÁLIDA ATÉ O DIA 10/07/2017 OU ENQUANTO DURAREM OS ESTOQUES.OS MODELOS DE PNEUS ENVOLVIDOS NA PROMOÇÃO SÃO : PNEU 175/70R14 EDGE TOURING 88T XL; PNEU 195/55R15 EAGLE SPORT 85H LGU.AS CONDIÇÕIES E PRAZOS DE GARANTIA ESTÃO SUJEITOS ÀS CONDIÇÕES S PREVISTAS NO CERTIFICADO DE GARANTIA DO FRABICANTE FRABICANTE.CONFIRA CONFIRA AS FORMAS DE PAGAMENTO COM NOSSA EQUIPE DE VENDAS VENDAS.NÃO NÃO ACUMULATIVA COM OUTRAS PROMOÇÕES OU CONVÊNIOS VIGENTES VIGENTES.DESCONTOS DESCONTOS APLICADOS A PARCEIROS NÃO SE APLICAM ITENS DESTA A PROMOÇÃO.OS PREÇOS AQUI CONSTANTES SÃO VÁLIDOS APENAS PARA AS LOJAS:BELO HORIZONTE AV. SANTA ROSA,200-PAMPULHA/CONSELHEIRO LAFAIETE RUA LOPES FRANCO,Nº790 BAIRRO CORIJOS,/JUIZ DE FORA PRAÇA DA REPÚBLICA 83-POÇO RICO/SETE LAGOAS AV.R RAQUEL TEIXEIRA VIANA 1010 B.CANAAN/MONTES CLAROS AV.JOÃO XXIII Nº1188 BAIRRO:EDGAR PEREIRA.NAS DEMAIS CIDADES ATENDIDAS PELO CURINGA DOS PNEUS,A EQUIPE DE VENDAS DEVE SER CONSULTADA QUANTO AOS PREÇOS,CONDIÇÕES DE PAGAMENTO E DISPONIB BILIDADE DO PRODUTO.ALGUNS PRODUTOS PODERÃO,POR MOTIVOS DIVERSOS,NÃO ESTAREM DISPONÍVEIS EM TODAS AS REGIÕES COBERTAS PELO CURINGA DOS PNEUS.

Novo VW Tiguan, de sete lugares, é prometido para o Brasil


super motor FORD/DIVULGAÇÃO

19 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

SALÓN DEL AUTOMÓVIL/DIVULGAÇÃO

Além do visual, interior e conjunto mecânico do veterano crossover da Ford também são novos

Recém-lançado no Brasil, Fiat Argo feito em Betim será exportado para nosso país vizinho

Argo hatch é a estrela da Fiat no autoshow portenho

IGOR VEIGA

Mustang chega em breve ao Brasil com preço na faixa dos R$ 300 mil

Tudo realmente não passou de boato, e a Fiat não exibe em seu estande no Salão de Buenos Aires a esperada versão sedã do hatch Argo, recém-lançado no Brasil. Fabricado em Betim, o hatch com passaporte carimbado para a Argentina, via exportação, é a principal atração da marca no evento. Fora o novíssimo modelo, a Fiat também trouxe o Tipo sedã europeu e o

500X, a versão utilitária do compacto. Lançado na Europa em 2015, a versão três volumes do Tipo desembarca em nosso país vizinho para se posicionar no mercado local logo acima do Argo como um substituto do Bravo. Por aqui, cogitou-se a chegada do modelo para entrar no lugar do falecido Linea, porém, ao que parece, foi só mais um rumor. O sedã médio deve chegar ao mercado argentino impor-

tado da Turquia, onde é fabricado desde seu lançamento, no ano passado. Outra atração só para dar água na boca dos brasileiros é o Fiat 124 Spider. Com visual inspirado no Fiat 500, o 124 Spider tem tração traseira e é empurrado pelo mesmo motor 1.4 turbo do 500 Abarth. O câmbio é manual de seis marchas. O carro usa a mesma plataforma do icônico Mazda MX-5.(IV) IGOR VEIGA

IGOR VEIGA

Amarok com motor V6 3.0 diesel, de 224 cv, desembarca aqui ainda neste ano

Novo Tipo europeu, feito na Turquia, chega à Argentina e servirá de inspiração para o Argo sedã IGOR VEIGA

IGOR VEIGA

VW Golf R no salão; versão não chega ao Brasil, mas visual do hatch será atualizado

Marca italiana também exibe no autoshow portenho o belo esportivo conversível 124 Spider


W20 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

super motor

Avaliação

JAC T5 na onda da transmissão automática Câmbio do tipo CVT torna oSUV maiscompetitivo frente aos concorrentes;conjunto mecânico, porém, fica devendo acerto melhor Alexandre Carneiro O câmbio automático caiu no gosto do consumidor brasileiro, tanto que se tornou item quase obrigatório em alguns segmentos, como o de SUVs. O JAC T5 foi um dos primeiros veículos chineses dessa categoria a dispensar o pedal de embreagem, em prol de uma transmissão do tipo CVT. Ela foi associada ao mesmo motor 1.5 16V que já equipava as versões manuais, capaz de gerar 125

cv de potência com gasolina e 127 cv com etanol, a 6.000 rpm, além de 15,5 kgfm de torque com o primeiro combustível e 15,7 kgfm com o segundo, a 4.000 rpm. Assim como ocorre nos câmbios automáticos do tipo CVT adotados por outros fabricantes, o do JAC T5 conta com simulação de seis marchas e modo Sport. Porém, mesmo quando utiliza esses recursos, o motorista percebe que o sistema não vive um casamento muito harmonioso com o propulsor 1.5:

as respostas ao acelerador têm um delay acentuado, o que faz com que o veículo apresente lentidão em arrancadas e retomadas de velocidade. Como o motor, apesar de potente para sua cilindrada, tem rendimento melhor nas altas rotações do que nas baixas, o SUV fica devendo agilidade, principalmente no trânsito urbano. Nessa situação, o consumo também não agradou: as aferições feitas pela reportagem registraram uma média de 7,8 km/L com gasolina na cidade.

Comportamento pacato De qualquer modo, mesmo se entregasse desempenho melhor, o acerto dos demais componentes mecânicos do T5 instiga uma condução tranquila. A direção com assistência elétrica é leve,

mas tem pouca progressividade, de modo que, em alta velocidade, ela fica devendo firmeza. Outra característica que merece correção é o raio de giro limitado, que obriga o motorista a fazer várias manobras em garagens e outros locais com limitação de espaço. Já a suspensão, do tipo McPherson na dianteira e por barra de torção na traseira, tem acerto macio, o que faz com que o veículo absorva bem as irregularidades do piso, mas permite que a carroceria incline em curvas. Além do mais, para um SUV, seria conveniente que o conjunto tivesse maior curso: em quebra-molas, é possível ouvir os amortecedores “dando batente”. Já os freios, com discos nas quatro rodas, se mostraram eficientes.

Discreto, emblema “CVT” na tampa traseira distingue as versões automáticas das manuais

Conteúdo de série da versão top de linha é amplo O T5 tem espaço interno amplo, inclusive no banco de trás. Ali, outra vantagem é a presença de cintos de segurança de três pontos e encostos de cabeça para todos os ocupantes e de ganchos padrão Isofix para fixar cadeirinhas infantis. O portamalas também tem bom tamanho, mas há de se destacar que a capacidade divulgada pelo fabricante, de 600 L, considera o volume total da base do compartimento até o forro do teto, quando o padrão adotado no Brasil (e por todos os concorrentes do SUV chinês) é até a tampa interna, na linha dos vidros, valor que não é informado pela JAC Motors.

O acabamento tem padrão semelhante ao de outros SUVs compactos de entrada. Todo o interior é revestido com plásticos comuns, sem emborrachamento, mas a montagem é boa; no veículo avaliado, a única falha notada foi um desnivelamento na parte central do painel. O motorista conta com um painel ergonômico e com uma posição de dirigir confortável: a única ressalva fica para a ausência da regulagem telescópica da coluna de direção: a peça pode ser ajustada apenas em altura. A visibilidade, porém, deixa a desejar, pois as colunas A são avançadas e roubam parte do campo visual

em cruzamentos, ao passo que as colunas C muito largas atrapalham na hora de dar marcha a ré. A versão top de linha, avaliada, vem de série com bancos e volante revestidos em couro, central multimídia com mirror link, tela de oito polegadas e câmara de ré, arcondicionado digital, vidros elétricos nas quatro portas, trava central e retrovisores elétricos, alarme, monitoramento de pressão dos pneus, sensores de estacionamento, faróis com regulagem elétrica de altura e acendimento automático, rodas de liga leve aro 16, luzes de neblina dianteiras e traseiras e controle de estabilidade. (AC)


super motor

21 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

FOTOS ALEXANDRE CARNEIRO

Mercado

JAC Motors já teve participação maior

O T5 automático tem preço sugerido a partir de R$ 73.490

Painel com iluminação azul é item comum nos carros da JAC

Ficha técnica Motor: Quatro cilindros em linha, 16 válvulas, 1,499 L.

Torque: 15,5 kgfm (gasolina) e 15,7 kgfm (etanol) a 4.000 rpm.

Potência: 125 cv (gasolina) e 127 cv (etanol) a 6.000 rpm.

Transmissão: Câmbio automático CVT; tração dianteira.

Forração em couro exibe costura pespontada vermelha

A JAC Motors, representada no Brasil pelo Grupo SHC, vem sofrendo quedas no mercado. Após somar 23,7 mil emplacamentos em 2011, quando chegou ao Brasil, as vendas da marca em 2016 foram de apenas 2.727 unidades. A rede autorizada também encolheu: em Minas, há apenas duas concessionárias, uma em Belo Horizonte e outra em Uberaba. Diante da crise econômica, a matriz, na China, desistiu de erguer uma fábrica em Camaçari (BA), que produziria 100 mil carros por ano. O projeto foi assumido pelo Grupo SHC, que o redimensionou para fornecer 20 mil veículos anualmente, mas isso resultou em um imbróglio junto à Receita Federal, que cobra incentivos fiscais concedidos para a construção da planta de maior capacidade. O caso é analisado pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e as obras estão paradas.


W22 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

Honda NC 750X

Linha 2018 traz redução de preço A Honda NC 750X chega à linha 2018 sem alterações mecânicas ou visuais, mas com uma novidade mercadológica: um abatimento de R$ 4.000 no preço de tabela. Agora, o modelo custa R$ 32,5 mil. No mais, há apenas duas novas combinações de cores: vermelho com prata e verde com prata. O motor de dois cilindros e 745 cm³ com refrigeração a líquido desenvolve 54,5 cv de potência a 6.250 rpm e 6,9 kgfm de torque a 4.750 rpm.

Triumph Bobber

Modelo está em pré-venda A linha Bonneville, da Triumph, está prestes a crescer: algumas concessionárias da marca já negociam, em esquema de pré-venda, a Bobber, por preços entre R$ 48 mil e R$ 50 mil. O modelo é equipado com motor bicilíndrico de 1.200 cm³, capaz de desenvolver 77 cv de potência e 10,8 kgfm de torque, mas o maior atrativo é o visual inspirado em motos customizadas dos anos 40. O lançamento deve ocorrer ainda neste mês.

super motor

Moto

Linhagem em avançado estado evolutivo Nova geração da GSX-R 1000 coloca a gamasuperesportiva da Suzukiem patamar superiorde performancee comportamento Cosimo Curatola Victor Alves Auto Press

A série GSX-R está entre as mais emblemáticas do portfólio da Suzuki. Ela surgiu em 1984, com uma moto de “apenas” 400 cm³, mas já era considerada uma grande revolução para a época, em função de seu design forte e comportamento esportivo capaz de surpreender. No ano seguinte, veio outra de 750 cc e, já em 1986, uma GSX-R 1100. A motorização topo de linha só foi substituída 15 anos depois, no novo milênio, e se mantém em produção até hoje, mas devidamente renovada. A última geração, apresentada pela primeira vez em 2015, finalmente chegou à Europa. Até poucos anos atrás, falava-se da Suzuki GSX-R

750 como uma das opções mais vantajosas para aqueles que não buscam uma moto de pista. Isso porque seu tamanho e peso são semelhantes aos de uma 600 cm³ e, ao mesmo tempo, oferece potência próxima à da GSX-R 1000. Mas isso mudou: agora, a Suzuki GSX-R 1000 tem peso e tamanho comparável à 750, mas a diferença na potência ultrapassa os 50 cv – são 202 cv contra 150 cv. A ciclística foi extensivamente revista. Chama atenção a parte central da motocicleta: a Suzuki GSX-R 1000 tem carenagens laterais do tanque mais afiladas, que aderem ao quadro e melhoram a aerodinâmica. O desenho da frente é limpo, e os acabamentos são de alto nível – destoa apenas o aplique plástico que separa o tanque e o quadro.

A Suzuki GSX-R 1000 fornece controle de tração com dez níveis de intervenção, assim como três mapeamentos diferentes para o motor. Se desejado, esses parâmetros podem ser alterados mesmo durante a condução. O motor de quatro cilindros em linha com arrefecimento líquido foi completamente redesenhado. Seus 202 cv aparecem em 13.200 rpm, e os 12,03 kgfm de torque máximo surgem em 10.800 giros. As válvulas são feitas de titânio, e há o SR-VV, sistema

de cronometragem de válvula variável, desenvolvido pela Suzuki para o MotoGP.

Só no exterior O preço do modelo, no entanto, parte de € 16.590, cerca de R$ 55 mil. A título de comparação, isso representa quase 28% a mais que os € 12.990 pedidos pela GSX-R 750, que no Brasil custa R$ 53 mil. Atualmente, a GSX-R 1000 vendida no Brasil, da geração passada, custa cerca de R$ 61 mil. Nessa lógica, o novo modelo sairia por R$ 68 mil.

Mudanças Reprojetada. De acordo com a Suzuki, a GSX-R 1000 tem cerca de 600 novos componentes. A frente é mais curta, a inclinação do cabeçote é menos pronunciada para centralizar o peso, e o braço oscilante foi alongado.

Instrumentos totalmente digitais dão toque de esportividade


super motor

23 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

Esportividade não é restrita ao visual A Suzuki GSX-R 1000 é uma moto que entrega tudo o que promete. Os 202 cv presentes no motor parecem nunca ter fim e chegam com um instigante som que remete a uma prova de MotoGP. O assento está entre os mais hospitaleiros dos modelos de superesportivas. Mas há uma ressalva: os apoios de pés são bastante elevados. Ao mesmo tempo em

Pneus com larguras diferentes na frente e atrás: foco é o comportamento dinâmico

Carenagens afiladas do tanque de combustível têm a função de melhorar a aerodinâmica

que o propulsor é digno de competições, a pilotagem é acompanhada por uma leveza notável. O controle de tração responde bem, mantendo uma sensação de segurança que impressiona. E um teste em um circuito de provas é suficiente para concluir que essa geração da GSX-R 1000 coloca o modelo como uma nova referência para sua categoria. (CC/AP)

Apesar do desempenho, superesportiva tem pilotagem leve


W24 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 17 de junho de 2017

super motor REPRODUÇÃO/INTERNET

HYUNDAI/DIVULGAÇÃO

Pela internet

Feira em São Paulo

Nova opção para anúncios de veículos

Hyundai é destaque na Reatech 2017

A empresa mineira Loocalizei, acaba de lançar o serviço Loocalizei Veículos. Por meio do site veiculos.loocalizei.com.br, consumidores de qualquer lugar do Brasil

A linha de veículos da Hyundai foi um dos destaques da 15ª edição da feira Reatech, realizada no início deste mês, em São Paulo. Na ocasião, os visitantes puderam

podem buscar modelos para compra ou anunciar veículos para venda, e de forma gratuita. Há um mapa inteligente para busca de revendas e concessionárias.

obter informações sobre o Hyundai Facilita, programa que auxilia portadores de necessidades especiais em todo o processo de aquisição de carros zero km.


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Pampulha, sábado - 17/06/2017 by Tecnologia Sempre Editora - Issuu