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Pampulha - 24 de fevereiro a 2 de março de 2018

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BLUMENAU SE PREPARA PARA O MELHOR FESTIVAL DE CERVEJA DO PAÍS ... Páginas 4 a 6

MEDIDAS EM PROL DO CONSUMO CONSCIENTE ... Páginas 26 e 27

NANDO REIS VOLTA À CIDADE PARA ENCERRAR A TURNÊ “JARDIM-POMAR” ... Página 16

NOVO BMW 540I M SPORT COMBINA ALTA PERFORMANCE COM DIREÇÃO AUTÔNOMA ... Páginas 18 e 19

CAROL SIQUEIRA/DIVULGAÇÃO

24 de fevereiro a 2 de março de 2018 ANO XXVII número 1439 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838

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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE HÉLVIO/EDITORIA DE ARTE

ABUSO INFANTIL NA ORDEM DO DIA Especialistas debatem como educar as crianças para a prevenção do abuso sexual e muni-las de ferramentas para que estejam preparadas para identificar e relatar, caso um adulto as moleste de alguma forma


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opinião

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 24 de fevereiro a 2 de março de 2018

A SEMANA

VITTORIO MEDIOLI

“Os militares precisam ter garantia para agir sem o risco de surgir uma nova Comissão da Verdade”

Editorial

Obstáculos à independência nsinou o sábio: “Um fator imprescindível para se alcançarem grandes realizações, e até milagres, é o desapego absoluto, aquele que preserva a lucidez e permite o fluir do potencial divino no indivíduo”. Sintetiza-se no mantra: “Seja feita a Vossa, e não a minha vontade”, já que o discernimento divino é muito superior ao saber do indivíduo. O aspirante ao sucesso deve estar incessantemente em guarda contra a mínima falsidade de pensamento, incorreção de dedução e erro na conclusão. Sua mente não deve acolher nem hospedar nenhuma lama mental, deve ao contrário ser clara, transparente e cristalina, em sintonia com a verdade. Por isso, é aconselhável a abstinência de substâncias tóxicas, impuras e de vícios. Se cultivar o amor ao próximo, melhor ainda. Embora possa passar por um breve hiato de aparente sucesso, o mentiroso terá como fim a desgraça. A natureza é justa, invencível, e o homem não escapa do que é maior de quanto ele seja. Mesmo com o livre-arbítrio, qualquer um é súdito de uma força onipresente e reguladora. Disse o Mestre: “O reino de Deus está em vós”. Isso casa com a teoria budista de que o destino da individualidade reencarnante, do “peregrino das estrelas”, é conquistar a elevação divina depois do Nirvana, e mais além rumo às galáxias (quem se interessar pelo assunto leia “O Sistema Solar”, de Arthur Powell). Não precisa de uma sibila cumana para entender que falsidades e mentiras deliberadas arrasam o âmago da mente, intoxicam a máquina pensante, confundem a central de elaboração de decisões, como um vírus no computador. Provocam inconstâncias, como areia e brita nas engrenagens de um mecanismo. Os erros nas decisões do mentiroso aparecem sem

se anunciar. O “pecador” é contumaz em destruir seus resultados. O sábio não mente e procura não disseminar maldades, crueldades, humilhações e sofrimentos.

E

Neste momento de conturbação generalizada em nosso país, nota-se que a mentira toma conta das elites, de quem manda no Estado e nos negócios. Exerce a justiça com compaixão. A mentira já pode ser detectada por um computador, e os serviços de inteligência se valem disso na análise dos líderes políticos, diagnosticando e prevendo seus êxitos. Quanto mais falsidade, mais evidente o rumo que toma-

Nos protocolos desse malogro nacional desponta “impedir o surgimento de personalidades independentes”, como sempre rezaram os poderosos para se perpetuarem. rão. Enfim, o “pecador” planta em sua vida o fracasso e encurta sua chegada. Grandes personalidades da história se perderam, e perderam suas conquistas quando deixa-

ram de ser adeptos da verdade e coerentes com ela. Quando enveredaram para o alcance de interesses apenas pessoais. Esqueceram e passaram a trair a missão de servir a seu povo, tornando-se insensíveis à dor que impunham às pessoas. Piores foram aqueles que aderiram à crueldade para subjugar. Neste momento de conturbação generalizada em nosso país, nota-se que a mentira toma conta das elites, de quem manda no Estado e nos negócios. Mais mentiras e mais fracassos. Perderam-se as condições de se acreditar nas palavras de quase todos os líderes nacionais. Um cego conduzindo outro levará todos ao precipício. A ele chegamos. Sente-se a falta daqueles que, desde os primeiros momentos de vida, poderiam ter sido educados para se tornar soberanos de si mesmos, possuindo assim a compreensão da política e de seus meandros. Ganância, inveja e ódio, sem consciência de solidariedade, sem amor para com a própria espécie ou preocupação com a juventude, pena dos idosos. Isso é o que se assiste. Vem a calhar o ditado: “Entregue o poder a um homem, e você saberá o que ele é e o que vale”. Podemos assim deduzir que o valor dos que governaram é proporcional ao fracasso que sofremos no Brasil, seus milhões de desempregados, seus trilhões de dívidas, suas décadas perdidas, a educação relegada a um segundo plano, a saúde tomada de assalto pelos corruptos. Nos protocolos desse malogro nacional desponta “impedir o surgimento de personalidades independentes”, como sempre rezaram os poderosos para se perpetuarem. Por isso, o Congresso, controlado pelos responsáveis pelo fracasso nacional, usufrutuários da ignorância, decidiu vetar candidaturas independentes. O poder tem que passar por eles. Eles são o poder perverso que assola a nação? Até quando?

vittorio.medioli@otempo.com.br

General Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, na última segunda-feira (19), após o presidente Michel Temer informar aos integrantes da Reunião do Conselho sobre a intervenção federal na área de segurança do Rio de Janeiro. A Comissão da Verdade investigou casos de tortura e mortes durante o período da ditadura militar.

MARVEL STUDIOS/DIVULGAÇÃO

“Nem em um milhão de anos estávamos esperando que tanta gente fosse assistir ao filme” Ryan Coogler, diretor do filme “Pantera Negra”, em carta aos fãs. Primeiro grande produção de super-herói com um elenco predominantemente negro, longa da Marvel arrecadou US$ 242,2 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA e colocou seu nome na história do cinema norte-americano

“Todo dia, durante um mês, fui estuprada” Fernanda Falcão, transexual pernambucana, em entrevista ao jornal “O Globo”. Ela, que passou três anos e três meses presa, narrou a rotina de travestis e mulheres transexuais em presídios masculinos. Esta semana, esta realidade começou a mudar após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso abrir um precedente ao autorizar a transferência de duas travestis para um presídio feminino.

“Lá em São Paulo também tem enchente. Vão até lançar um programa novo: o Balsa Família!” Marcelo Crivella, prefeito do Rio de Janeiro, uma semana após as críticas que sofreu por estar fora da capital durante as chuvas que a acometeram na semana do Carnaval

Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO

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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE

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FUNDADOR Vittorio Medioli

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reportagem

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ALERTA >Especialistas debatem a melhor forma de educar as crianças para a prevenção do abuso Somente nas últimassemanas: o médico da seleção de ginástica dos Estados Unidos foi condenado por ter abusado sexualmente de 265 atletas ao longo de décadas; 33 jogadores eex-jogadores defutebol se mobilizaram, por meio de uma campanha do Sindicato de Atletas de São Paulo, para fazer um alerta sobre assédio e abuso sexualdecrianças eadolescentes em categorias de base; a Polícia Civil de São Paulo, numa operação de combate à pedofilia, prendeu 33 pessoas acusadas do crime, principalmente pelo armazenamento e distribuição de fotografias ou vídeos de crianças ou adolescentes em cenas de sexo explícito; e, ainda que na ficção, o personagem Vinícius (Flavio Tolezani) foi julgado e condenado por ter molestado a enteada Laura (Bella Piero), na novela “O Outro Lado do Paraíso”, do horário das 21h na TV Globo. Possivelmente, em nenhum outro momento da históriao abuso sexualna infância esteve em pauta como agora. Quando a discussão, igualmente importante e difícil, sobre uma questão latente como essa emerge, as dúvidas são inúmeras. E umadasmaisurgentes é: como educar as crianças para a prevenção do abuso? Como muni-las de ferramentas para que estejam preparadas para identificar e relatar,casoumadulto asmoleste de alguma forma? A nadadora Joanna Maranhão, 30, que foi abusada por um treinador aos 9 anos, acredita que, em primeiro lugar, é muito importante que os espaços de conversa estejam sendo formados. “Ao falar sobre os casos de assédio e abuso em Hollywood, a atriz Meryl Streep disse ‘abrimos uma porta pra nunca mais fechar’, eu acho que é exatamente isso. É lógico que ainda estamos buscando a melhor forma de fazer isso, mas para mim a direção é a da verbalização e do enfrentamento. Ainda vamos encontrar muita coisa que vai fazeras pessoasficarem chocadas, mas estamos trilhando o caminho”, diz. “Ainda Jessica Almeida

Uma conversa necessária DENILTON DIAS

que seja muito duro falar – e é – hoje eu entendo que a minha fala não é mais para a minha própria cura somente, é pra evitar que aconteça com outras pessoas”. Mesmo sabendo que aquela pessoa em quem confiava havia feito algo errado, a atleta só entendeu a questão como abuso sexual anos mais tarde, na terapia. E foi justamente a falta de conversa que criou esse bloqueio. “Sexualidade na minha casa sempre foi um tabu muito grande e isso dificultava a abordagem do assunto, por uma questão cultural mesmo, meus pais receberam essa educação e passaram pra gente”, comenta. “Hoje compreendo, estudando friamente, dentro do que me é possível ser fria diante dessa situação, que o pedófilo observa isso na hora de escolhera vítima. Não vai na criança empoderada, dona do próprio corpo”. FERRAMENTAS É justamente nesse âmbito que a arteterapeuta e educadora Catarina Maruaia, criadora do projeto Se Toque – Arte e Sexualidade, trabalha. “Na infância, é importante que se trabalhe a questão da mediação e a percepção da criança em relação ao próprio corpo, buscando entender seu desenvolvimento psicossexual para compreender, por exemplo, que a investigação do corpo não é um erotismo, uma precocidade, que é normal”, explica. A educação sexual, ela ar-

Conhecimento Catarina Maruaia é criadora do projeto Se Toque – Arte e Sexualiade, para crianças

gumenta, está diretamente ligada à questão da prevenção do abuso. “O ideal é que essa conversa exista desde sempre. É fundamental ajudar a criança a identificar e conseguir se expressar no que chamamos de prevenção primária. É importante falar das partes íntimas e ensinar que o que é íntimo é de cada um, demanda cuidado e só toca quem ela deixar”, ressalta. É preciso, Catarina acrescenta, que a criança aprenda os nomes dos órgãos sexuais e que saiba que não deve se envergonhar deles. E também que tenha compreensão do que é íntimo, do que é público e o que é privado, que existem as regras familiares e as sociais. “Ela deve saber que corpo de menina é diferente de menino e que em alguns contextos a nudez é tolerável e em outros, não”, afirma. “São pequenas ações que ajudam a criança a conseguir se expressar diante de um adulto”. Um ponto fundamental é estabelecer de forma clara as pessoas a quem ela pode recorrer caso algo aconteça, uma vez que segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2014, 24,1% dos agressores sexuais de crianças são os próprios pais ou padrastos e 32,2% são amigos ou conhecidos da vítima. “Às vezes não estamos seguros com quem a gente confia, então é importante trazer mais de uma pessoa em quem ela confie para se abrir e em ambientes diferentes: em casa, na escola, no posto de saúde etc.”, salienta Catarina. Não ouvir quando a criança denuncia um ato abusivo pode ser mais traumático do que o ato em si, como explica o psicólogo e psicanalista Fabiano Siqueira, que trabalhou por 6 anos com casos de abuso sexual em crianças e adolescentes. “Se ela buscou alguém para falar, parte-se do princípio queéalguém em quemconfia e se a pessoa desmente, não afiança a palavra dela, é muito traumático”, explica. “Os pais precisam acolhero relatocomo verdadeiro. Pode ser que não seja, mas é preciso que eles acolham para averiguar”.

CONFIRA ABAIXO TRECHO DO DEPOIMENTO DE ATLETAS DA SELEÇÃO DE GINÁSTICA DOS EUA QUE FORAM ABUSADAS SEXUALMENTE

“

Se em todo esse tempo apenas um adulto ouvisse, e tivesse a coragem e o caráter de agir, essa tragédia seria evitada Aly Raisman, hoje com 23 anos, foi abusada aos 13

“

Como eu deveria saber, aos 13 anos, o que era medicamente aceitável e quais eram os limites? Kara Johnson, começou a ser abusada aos 13 anos

“

A escola que eu amava e confiava teve a audácia de me dizer que eu não entendia a diferença entre abuso sexual e procedimentos Amanda Thomashow, pioneira das denúncias


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reportagem

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O YOUTUBE DISPONIBILIZA VÁRIOS VÍDEOS EDUCATIVOS PARA QUE OS PAIS ASSISTAM JUNTAMENTE COM OS FILHOS. VEJA ALGUNS REPRODUÇÃO/YOUTUBE

“PREVENÇÃO AO ABUSO SEXUAL INFANTIL” O vídeo, de cinco minutos, repassa, de maneira didática, mas contundente, algumas lições importantes, como a de saber dizer “não” a convites que soarem inusitados e bizarros – do tipo ver fotos de pessoas nuas no computador ou deixar alguém tocar suas partes íntimas.

REPRODUÇÃO/YOUTUBE

“PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA SEXUAL” O vídeo da ONG Visão Mundial traz a história de uma raposa que tenta convencer crianças a estarem a sós com ela – e as deixa com medo. Muito medo. A raposa está sempre a rondar a escola. O texto enfatiza a necessidade de saber dizer não. E de dividir com pessoas de confiança as abordagens suspeitas.

REPRODUÇÃO/YOUTUBE

“ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL COMETIDA CONTRA CRIANÇAS” Vídeo relata, de maneira clara e assertiva, situações nas quais o alerta vermelho deve se acender. E lembra que essas situações podem ocorrer até dentro de casa. Aconselha, ainda, que a criança pode ligar para o número 100. A produção é do Sistema Marista, junto a parceiros.

ALIADOS> Pais e responsáveis contam com material diverso que facilita a abordagem do assunto

Instrumentos ajudam diálogo Falar sobre sexualidade e prevenir o abuso não é – ou ao menos não deveria ser – uma tarefa complicada. Mas se os pais tropeçam nas dúvidas sobre a linguagem mais adequada ou sobre a melhor forma de abordar o assunto, esse não pode ser motivo para não encará-lo. Afinal material para ajudálos na abordagem é o que não falta. A escritora Renata Emrich, autora do livro “A Mão Boa e a Mão Boba”, vê nele uma proposta de começo de conversa. “Não é uma resolução, é um instrumento. É um assunto muito difícil e às vezes os pais não sabem como abordar, nem a hora de introduzi-lo e a literatura tem o poder de criar uma situação sem o ônus de um clima pesado e sem trazer um universo de medo para aquilo”, observa (confira nesta página sugestões de vídeos e livros Jessica Almeida

para ajudar na conversa). O envolvimento com o tema por parte de Renata se deu por conta da experiência de uma amiga, que teve a filha abusada desde bebê até os 4 anos pelo próprio pai – que já foi condenado a 45 anos de prisão em todas as instâncias, mas continua livre. Adriana* se envolveu com o tema da prevenção como uma forma deexpurgar a experiência. Entre uma série de ações com que se envolveu, ela, que é professora, traz a discussão para dentro da sala. “Ao final de toda aula em que falo de prevenção, eu digo pras crianças: ‘se algum de vocês está passando por algo assim, pode falar comigo. Não no meio de todos, me procura depois, sozinho, porque isso diz respeito só a cada um’. Não foram raras as vezes em que eu fui procurada”, conta. Mas não é sempre que as escolas têm abertura para essa discussão. Na verdade, o que acontece é o contrário. Renata conta que procurou muitas escolas para apresen-

tar “A Mão Boa e a Mão Boba” e o que mais encontrou foi resistência. “Isso me assustou. A maior abertura que eu tenho para o meu livro é entre psicólogos. Falei com vários coordenadores de colégios e a maioria respondeu que só toca nesse assunto se os pais pedirem, ainda é um tabu muito grande”, diz. A escola Pés no Chão, porém, vai contra essa corrente. A educação sexual lá começa muito cedo, a partir dos 3 anos. Existe, inclusive, uma disciplina dedicada ao tema no currículo: Direitos Humanos e Educação Afetivo-sexual. Nelma Silveira, diretora da instituição, reconhece que é um desafio para as escolas e educadores, mas frisa que o tema não deve ser tratado como tabu. “Não acho que a escola tenha simplesmente que jogar informação. É preciso respeitar a criança, ensinar o respeito pelo corpo, que é a morada da alma. Trabalhamos isso com os alunos desde a higiene pessoal, que é um ato afetivo, até a ques-

tão da sexualidade, que nem sempre está ligada a sexo”, afirma. As discussões na escola não são feitas somente com os alunos, mas também entre os professores e com os pais. Com estes últimos, a instituição ainda encontra bastante resistência. “Quando os chamamos para os encontros, a adesão ainda é baixa. Muitos deles ainda se sentem constrangidos ao tocar no assunto, ou mesmo já foram abusados, mas nós vamos comendo pelas beiradas, falando nas reuniões gerais, porque é urgente”, diz. Uma instituição que lida com milhares de crianças, o MinasTênisClube busca manter o diálogo aberto. Por isso o caso de abuso do médico da seleção de ginástica norteamericananãogerou transtorno entre os sócios nem pais de atletas, afirma Carlos Antonio da Rocha Azevedo, diretor geral de Esporte do clube. “Para nós é só mais um alerta para um posicionamento que mantemos permanentemen-

te” afirma.

SAIBA MAIS Anatomia É necessário que a criança entenda a anatomia de seu corpo e as diferenças entre os sexos, bem como as mudanças que seu corpo vai sofrer na passagem para o mundo adulto e o conceito de “partes íntimas”. Franqueza Partes íntimas podem ter apelidos, mas a criança deve saber os nomes “reais”, como “vulva” ou “pênis”. Dica A criança deve ter claro quais são as pessoas às quais pode recorrer – e é aconselhável que não sejam só da família. Risco Os pais não devem obrigar os filhos a fazer carinho em quem eles não se sentem à vontade para tal, do contrário, aprenderão que a vontade do adulto prevalece sobre a sua.

SINAIS Quando uma situação deabusosexual a umacriança ou adolescente acontece, é possível notar os sinais, como explica o psicólogo e psicanalista Fabiano Siqueira. “O comportamento muda. Se estiver numa idade escolar, pode ficar mais embotada. Ou o oposto, se for tímida, pode ficar mais sexualizada. E também afeta o rendimento. Numa casa em que não haja abertura para o diálogo, ela pode se fechar ainda mais, cobrir o corpo. E também aumentar as horas de sono, como uma forma de fuga da realidade”, enumera. Ele completa que alguém que note deve sempre denunciar. “O Conselho Tutelar é a instância local que trata do assunto. Caso a pessoanãoqueira se identificar, o Disque 100 é um número nacional que entra em contatocom o órgão da cidade”, pontua.

LIVROS PODEM SER UMA BOA FORMA DE INTRODUZIR O ASSUNTO AOS PEQUENOS. VEJA ABAIXO ALGUNS TÍTULOS ED. ALETRIA/DIVULGAÇÃO

“NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA” (Editora Aletria, 40 págs, R$ 34) De maneira lúdica, por meio da história da coelhinha Ritoca e outros seres do mundo animal, o livro tenta mostrar às crianças o que é a situação de violência sexual e o que fazer para evitá-la. A história se desenrola a partir de um toque indesejado de alguém da família da protagonista. Autora Andrea Taubman. Ilustrações Thais Linhares.

ED. RAMALHETE/DIVULGAÇÃO

“A MÃO BOA E A MÃO BOBA” (Editora Ramalhete, R$ 30) A obra aborda o tema com vocabulário poético e didático, de modo a dotar as crianças de discernimento para distinguir as duas “mãos”, posto que ambas aparentemente oferecem “agrados” – a diferença é que a mão boba sempre pede algo em troca. E também pede segredo. Autora Renata Emrich. Ilustrações Erica Ianni

ED. ESCRITA FINA/DIVULGAÇÃO

“ANTÔNIO” (Editora Escrita Fina, 56 páginas, R$ 27,80) Antônio é um menino como qualquer outro de sua idade: gosta de brincar e é um devorador de HQs. Mas eis que um dia se depara com uma “mão” – que finge fazer bondades, mas transforma a vida do garoto em um pesadelo. Uma mão forte, que não o deixa correr. Autor Hugo Monteiro Ferreira. Ilustrações Camila Carrossine.


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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz

(CRM-MG 25.398)

telmo.diniz@jornalpampulha.com.br

Vamos à feira ários fatores afetam a nossa qualidade da vida e uma delas, certamente, está na alimentação. Devemos nos conscientizar da importância dos alimentos que contêm substâncias que auxiliam na promoção da saúde, trazendo, com isso, uma melhora do estado nutricional. É na feira do dia a dia que vamos encontrar os famosos alimentos funcionais. Alvo de pesquisas, análises e recentes estudos, o conceito funcional para a alimentação foi introduzido no Japão, na década de 1980. Baseado em cardápios individualizados, seu consumo leva em consideração a saúde, estilo de vida, sexo e as necessidades de cada pessoa para definir o que faz bem ou mal ao indivíduo. Os alimentos funcionais, também conhecidos por nutracêuticos, são alimentos ou ingredientes que oferecem benefícios à saúde, além de suas funções nutricionais básicas. Eles podem, por exemplo, reduzir o risco de doenças crônicas degenerativas, como câncer, diabetes, hipertensão arterial, dentre outras. Entretanto, é preciso ter consciência de que os alimentos funcionais não servem como medicamentos. Então, para que seus benefícios sejam alcançados, é preciso consumi-los de maneira regular, incluindo principalmente vegetais, frutas e cereais integrais na alimentação. Afinal, grande parte dos componentes ativos estudados se encontra Os alimentos nesses alimentos. funcionais Nossa atual alimentação do tipo ocidenpode, por tal é rica em alimenexemplo, tos processados, ou seja, são alimentos que reduzir o risco durante sua produção de doenças foram retirados boa parte dos nutrientes. crônicas Normalmente, são degenerativas, produtos de sabor agradável, porém pocomo câncer, bres do ponto de vista diabetes, nutricional. Dois bons exemplos são os açúhipertensão cares refinado e o ararterial, dentre roz branco comum; são alimentos com aloutras. to teor de carboidratos, mas com poucos constituintes nutricionais. Os alimentos funcionais, por sua vez têm características totalmente opostas, ou seja, consumidos geralmente “in natura” e com altos teores de substâncias biologicamente ativas. Em outras palavras, uma alimentação funcional garante melhor saúde, prevenção e tratamento contra diversas patologias. Alguns alimentos funcionais que podemos citar são o alho e a cebola (ajudam a reduzir a pressão arterial e o colesterol); o extrato de tomate (preventivo de vários cânceres, em especial o de próstata); o repolho, a couve e o brócolis (possuem poderosas substâncias anticâncer); as frutas cítricas (ricos em antioxidantes, que combatem os radicai livres); a romã (bom para o coração e período da menopausa); a soja (bom para as mamas, na fase do climatério, protetor do intestino e próstata); o chá verde (possui inúmeros benefícios); os cereais em geral (contêm fibras para um intestino saudável); o suco de uva e o vinho tinto (cardioprotetor); peixes (ricos em ômega 3). Estes são apenas alguns exemplos, pois o tema é bastante vasto e abrangente. E, portanto, não há como esgotar o assunto por aqui. O importante é que tenhamos em mente que uma alimentação saudável é base de sustentáculo para uma saúde perfeita. Nosso remédio está em nossa despensa e não na prateleira das farmácias. Pense nisso! Faça uma boa semana.

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Ansiedade infantil merece atenção dos pais Especialistas dizemque quadrosvariam desdeosmais levesatéos patológicos De acordo com a Associação Americana deAnsiedadee Depressão, uma em cada oito crianças pode apresentar sintomas de ansiedade, desenvolvendo de quadros mais leves até os patológicos. E, para os especialistas, esse número tende a aumentar por causa da rotina atribulada e cheia de cobranças da vida moderna. Segundo o neurologista Cláudio Costa, especializado em neurologia infantojuvenil e professor da Faculdade Ipemed, em Belo Horizonte, é necessário saber diferenciar o que é a ansiedade em excesso. “(A ansiedade) trata-se de uma reação normal do organismo diante de qualquer ameaça à integridade do ser, que pode ser real ou imaginária. Mas se há alguma reação neurofisiológica que implica alterações físicas ou comportaThuany Motta

FRED MAGNO

mentais, deve-se ficar de olho”, explica. Ele orienta que pais ou responsáveis devem estar atentos a sinais emocionais como tristeza, medo, preocupação, alterações repentinas de humor, crises de choro e isolamento. Já os sintomas físicos podem incluir distúrbios do sono, agitação, alterações gastrointestinais e náuseas. Observação e diálogo. Ficar de olho no cotidiano das crianças é um dos segredos, de acordo com o neurologista. “A observação e o diálogo são ferramentas imprescindíveis para que se perceba, na criança ou no adolescente, possíveis sinais de sofrimento”, afirma. Na opinião, da psicopedagoga Beatriz Martins, especialista em psicologia infantil, o que os pequenos fazem e sentem relaciona-se com o que pensam. “Ensinar a criança a mudar a sua forma de pensar pode ajudá-la ter controle sobre a ansiedade”, diz. O tratamento, segundo ela, vai depender do grau de ansiedade diagnosticado. “Se for uma questão mais emocional, temos a terapia cognitiva comportamental. Em situações mais graves – muito raras –, temos uma terapia multidisciplinar com o acompanhamento de profissionais como psicólogo e psiquiatra”, esclarece a especialista.

Medo: A pequena Sophia Rosa, 3, quando percebe que está sozinha, corre pela casa à procura da mãe, Polliana Rosa

ATENÇÃO “Podemos caracterizar as crises como um sentimento de medo e apreensão, definido por um período de tensão ou desconforto diante de algum evento visto comoperigoso,mesmoqueseja real. Quando exageradas, podem provocar tensão muscular, tremores, falta de ar, desmaios e problemas intestinais”, diz a psicóloga Beatriz Martins.

EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

À FLOR DA PELE A ansiedade por ser detectada de acordo com alguns sintomas SINAIS Problemas constantes de saúde (*) Quietude ou apego excessivo aos pais Submissão exagerada Agressividade ou irritação excessiva Isolamento Desinteresse extremo Episódios de choro intenso Alteração do sono Compulsão por comida ou falta de apetite

TRATAMENTO Terapia com profissional especializado e uso de medicamentos

Relatos de muita preocupação ou medo *SISTEMA DIGESTIVO ALTERADO, DORES DE CABEÇA, CORAÇÃO ACELERADO, FALTA DE AR, SUDORESE FONTE: CLÁUDIO COSTA, NEUROLOGISTA

Choro, birra e medo a quase todo momento Sophia Rosa, 3, é tão ativa que só para na hora de dormir. Segundo Polliana Rosa, mãe da menina, ela não fica com o mesmo brinquedo por muito tempo. Se está sozinha, chora e sai pela casa à procura da primeira pessoa que aparecer. “Uma das únicas coisas que a faz parar é o celular. Quando o entrego, ela consegue ficar quietinha por um bom tempo. Se tiro (o celular), começa tudo de novo”, conta. A mãe decidiu falar com o pediatra de Sophia sobre os sintomas. “Acho ela muito nova para ter esse tipo de coisa, mas o médico me pediu para esperar alguns meses e ver se esse comportamento vai continuar, já que pode ser uma fase”, diz. Caso algum quadro grave seja diagnosticado, Polliana afirma que vai seguir a orientação do médico e buscar tratamento adequado. (TM)


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SAÚDE E BEM-ESTAR com gordura ou 6 Dietas carboidrato são iguais

Atividade física leve pode reduzir risco de morte em homens idosos LINDEN LASERNA/STOCKXPERT

Algumas horas por semana de atividade física, mesmo que seja de baixa intensidade, como um passeio ou se dedicar à jardinagem, poderiam diminuir o risco de morte em homens idosos. Isso é o que sugere um estudo publicado na revista médica britânica “British Journal of Sports Medicine”. De acordo com os pesquisadores, cada meia hora adicional de atividade física de baixa intensidade por dia está associada a uma redução de 17% do risco de falecimento. Indo um pouco mais além, meia hora adicional de atividade moderada ou intensa reduz ainda mais o risco de morte na terceira idade, chegando até a 33%. “As diretrizes britânicas e americanas sobre a atividade física não mencionam (até agora) nenhuma vantagem de uma atividade de intensidade leve”, indica Barbara Je-

fferis, epidemiologista da University College London. “Mas os resultados do estudo sugerem que todas as atividades, não importa sua intensidade, são saudáveis”, complementa Barbara. Até 2012, cerca de 30 mil brasileiros já tinham passado dos 100 anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E o crescimento dessa população segue acelerado. Segundo projeção da Organização das Nações Unidas (ONU), até 2100 o mundo terá 21 milhões de pessoas com 100 anos ou mais, e o Brasil aumentará sua população de centenários em 110 vezes, para mais de 1,5 milhão.

Meia hora de práticas leves diminui em 17% risco de falecimento

O ESTUDO As pesquisas tiveram início em 1978 com cerca de 8.000 homens de idades entre 40 e 59 anos de 24 cidades britânicas. Entre 2010 e 2012, os 3.137 sobreviventes passaram por um exame médico e responderam a perguntas sobre estilo de vida e

qualidade de sono. O estudo se concentrou em 1.181 homens que usaram um aparelho de acompanhamento do volume e intensidade do exercício físico durante sete dias. Esses homens, em média com 78 anos, foram submetidos a análises periódicas

Cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, compararam os efeitos das duas dietas (carboidrato ou gordura) e, segundo eles, quando se fala em perda de peso, as duas opções têm efeitos similares: levam à redução de quilos corporais de forma equivalente. Eles também tentaram responder se os níveis de insulina ou algum padrão genético específico poderia prever o sucesso de uma pessoa com uma dieta, e a resposta foi negativa, apesar dos resultados ainda precisarem de mais considerações. Os detalhes foram publicados na revista médica “Journal of the American Medical Association” (“Jama”). funcionam 6 Antidrepressivos no tratamento da depressão

durante cinco anos. Nesse período, 194 deles faleceram. Os autores da pesquisa lembram que não está claro se as observações desse estudo podem ser aplicadas às mulheres idosas, embora a priori não haja motivos para que os resultados difiram.

Um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, comprovou que os medicamentos antidepressivos são eficientes no combate à depressão. A pesquisa considerou 522 testes clínicos em tratamento de curto prazo de depressão em adultos. Mais de 116.477 pacientes tiveram seus casos analisados. Ainda segundo os pesquisadores, a qualidade dos antidepressivos varia muito. Enquanto algumas drogas se mostraram um terço mais eficazes que placebos, outras são duas vezes mais bem-sucedidas. Os medicamentos à base de agomelatina, amitriptilina, escitalopram, mirtazapina e paroxetina se mostraram mais eficientes no combate à doença.


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sociedade

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DOLCEVITA DOIS PESOS

F

alando ao programa “DNA” da Band Minas com a titular da coluna, Tereza Guimarães, presidente do Hospital da Baleia, revelou que as maiores doações às campanhas filantrópicas não vêm de bairros ricos, e sim de outros, menos os da zona Sul, mas, como sempre, com muito mais generosidade.

DUAS MEDIDAS

É

como diz a máxima: “Te dei R$10, ele te deu R$20. Você pensou que ele fosse melhor por ter te dado mais dinheiro, mas ele tinha R$5.000 e eu só tinha R$10”. Tereza Guimarães arriscou um palpite: “provavelmente, porque membros destas comunidades já tiveram acolhimento”.

DUAS VIDAS

C

ontinua Tereza Guimarães sobre a generosidade dos menos favorecidos. “Essas comunidades já precisaram de nós, sobretudo em relação ao câncer, que é o nosso maior foco de tratamento. Daí, com outro olhar, são mais solidários e ajudam sem pestanejar. E que Deus lhes pague!”

BAMBU MARÍTIMO

O

restaurante Coco Bambu iniciou as obras da primeira unidade em Belo Horizonte. No fim deste semestre, conheceremos a famosa e melhor rede especializada em frutos do mar no Brasil. Aqui, o restaurante

Paulo Navarro com Walter Navarro pnavarro@pnc.com.br FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

ficará no Anchieta Garden Shopping, no bairro Anchieta. Detalhe muito importante: 200 novos empregos diretos à vista! Investimento de R$ 12 milhões! Almoço, “happy hour” e jantar todos os dias.

lançaperfume que gras6 Asaviolência o Rio de Janeiro afe-

tou até o mau gosto na moda. Com medo de batedores de carteira, celulares etc, habitantes e turistas ressuscitaram a horrenda moda da brega pochete na cintura.

BAMBU DE OURO

A

inda sobre o Coco Bambu, carnes, aves, saladas, pescados e opções veganas estão em mais de 220 opções de pratos, entradas e sobremesas. Ambiente sofisticado, adega constrangedoramente ótima para 2.000 garrafas e um “happy hour” único na cidade. Tomara que dê certo, BH ainda não sabe o que é isso. Ah, ainda tem 700 lugares, em mais de 2.000 metros quadrados. Será a 28ª unidade: são 27 no Brasil e uma em Miami.

27, no Ilustríssimo, 6 Dia a 14ª edição do Bem Casados, “rei” dos casamentos em BH, para 30 fornecedores e 400 convidados. já era, o mês 6 Maio dos casamentos agora é

setembro, segundo o site iCasei. Em segundo lugar ficou outubro, depois novembro. da primavera, 6 “Culpa” suas cores, flores e calor

ameno; clima agradável e perfeito para cerimônias em lugares abertos.

500 ANOS EM 10

C

omemorando os dez anos da rota BH/Lisboa, a TAP embarcou, no último dia 18, convidados da mídia mineira para uma extensa programação até o dia 21. Esta coluna e o programa Paulo Navarro fizeram parte da comitiva. Desde a inauguração, a TAP voa de forma ininterrupta a partir de BH.

500 ANOS EM HORAS

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e BH rumo à Europa, representando uma das principais rotas da TAP no país. É a companhia aérea com mais voos a partir do Brasil para a Europa. São mais de 70 voos semanais de dez cidades brasileiras operadas pela TAP de Norte a Sul. Além de BH, a TAP tem outras partidas.

de Paula, orga6 Fábio nizador do Bem Casa-

Ana Cristina Marquito, única representante de Minas a desfilar na Marquês de Sapucaí, pela escola de samba Beija Flor, campeã do Carnaval carioca de 2018

dos BH, reforça o convite aos casais que ainda não concluíram a contratação dos fornecedores para os casamentos. O Ilustríssimo 6 Ah! será decorado como

A estonteante Cleo Pires

um casamento real.

500 ANOS EM TUDO

V

oos a partir de Belém, Fortaleza, Natal, Salvador, Recife, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Conhecemos ainda o pioneiro programa TAP Portugal Stopover em Lisboa, lançado em julho de 2016. O projeto foi ampliado, permitindo ao passageiro beneficiar-se de uma parada de até cinco

dias, na ida ou na volta, nas lindas Lisboa ou Porto, quando embarcarem para outros destinos, além Portugal, na Europa, ou para a África. E tem muito mais novidades.

500 ANOS NO MUNDO

O

cliente pode usar o Stopover quando viajar para Faro, Madeira e Açores. A TAP

associou-se a mais de 150 parceiros que garantem aos clientes Stopover preços exclusivos em hotéis, oferta de uma garrafa de vinho em restaurantes e experiências 0800, como passeios de tuk-tuk, visita a museus, observação aos golfinhos e degustações. A TAP também construiu um aplicativo para o passageiro Stopover, que recebe um cartão repleto de vantagens exclusivas.

restaurante Haus 6 OMünchen, templo da gastronomia alemã e da cultura de cervejas especiais em Belo Horizonte, planeja uma programação diferente para 2018 – ano de seu cinquentenário. o calendário 6 Abrindo festivo, a casa preparou

diversas ações temáticas com o número 50. Neste fevereiro, é oferecido menu que inclui entrada, prato principal e sobremesa no valor de R$ 50.

#FICAADICA EUGÊNIO GURGEL /DIVULGAÇÃO

Mostra Só Rock’n Roll por Eugênio Gurgel E quando ídolos do rock mundial desembarcam em sua terra natal e você tem a oportunidade de registrá-los? Foi o que fez o fotógrafo Eugênio Gurgel. Ídolos do estilo musical como Ben Harper, Ozzy Osborne e Robert Plant estiveram em Belo Horizonte e arrastaram multidões para ouvir seus sucessos. As poses, expressões e performances foram registradas e estão na mostra fotográfica. Onde DiamondMall, Piso L3 (av. Olegário Maciel, 1600, Lourdes). Quando Até dia 28, das 10h às 22h Quanto Entrada gratuita.

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DOUGLAS MAGNO – 3.2.2018

Clube do Bulldog se reúne no Boulevard Shopping Bochechas caídas, orelhas pontudas, dobrinhas e vontade de apertar: o Clube do Bulldog vai promover um encontro de cães da raça, tutores e especialistas em comportamento canino no evento “Sobre Bulls”. Durante a tarde, os cachorrinhos terão várias atividades para se divertir e brincar, além de ações voltadas para os donos dos cães, como palestras e sorteios de brindes. Onde BeGreen Boulevard, Piso 2 (av. dos Andradas, 3.000). Quando Neste domingo (25), às 16h. Quanto Entrada gratuita.

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março de 2018

PEDRO SILVEIRA - 27.11.2009

Aliado Uso de protetor solar é importante na prevenção contra a doença

ALERTA >Dados do Inca revelam que a cada ano surgem aproximadamente 180 mil novos casos

Câncer de pele é o tipo mais comum entre os brasileiros M & LAHAN/DIVULGAÇÃO

O câncer de Leonardo pele é o que Cunha tem maior incidência no Brasil. Para se ter uma ideia, esse tipo da doença responde por 33% de todos os diagnósticos da patologia. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a cada ano cerca de 180 mil novos casos são registrados. A enfermidade é provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Existem três tipos principais de câncer de pele. Os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares. Nesse dois casos, a doença surge mais frequentemente em regiões mais expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas. A taxa de letalidade de ambos é baixa. Por outro lado, considerado o tipo mais raro, o carcinoma melanona é o mais perigoso. “Esse tipo tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade, tendo como principal característica a tendência de disseminar a doença pelo corpo, afetando outros órgãos, além da pele”, destaca o oncologista Amândio Fernandes, diretor da Oncomed-BH. Conforme ele explica, a radiação ultravioleta é a principal responsável pelo

desenvolvimento da anomalia e a maioria dos casos está associada à exposição excessiva ao sol ou ao uso de câmaras de bronzeamento. CUIDADOS Os danos na pele causados pela luz do sol ocorrem de maneira mais intensa durante o período das 10h às 15h (11 às 16h no verão). “Quando for inevitável evitar a exposição nesses horários, é aconselhável a proteção com roupas, chapéus e filtro solar com Fator de Proteção Solar (FPS) 15 ou mais, preferencialmente de amplo espectro, com cobertura para raios ultravioletas A e B (UVA e UVB)”, revela o oncologista. Entretanto, os filtros solares protegem apenas dos raios solares, ou seja, eles não têm o objetivo de prolongar o tempo de exposição solar e devem ser reaplicados com intervalos periódicos. “É importante lembrar que a exposição a fontes artificiais de raios ultravioleta, como cabines de bronzeamento, também devem ser evitadas, uma vez que oferecem os mesmos riscos que a luz solar natural para o desenvolvimento do câncer de pele”, destaca o diretor da Oncomed-BH. PREVENÇÃO O especialista ressalta ainda que, felizmente, a grande maioria dos casos de

câncer de pele com diagnóstico precoce e tratamento imediato pode ser curada. “O índice de cura pode alcançar 98% dos casos iniciais. No entanto, 25% dos casos não detectados precocemente são fatais”, frisa. O tratamento mais comum para o câncer de pele é a cirurgia ou a destruição das lesões por radioterapia. A escolha terapêutica dependerá do tipo de câncer e do estágio do diagnóstico. Quanto antes a lesão for retirada, maior também é a chance de evitar a disseminação de células cancerosas para outros órgãos (metástases), muito rara nos casos de carcinoma basocelular, mas muito frequente nos casos de melanoma não tratados. CURIOSIDADE Embora o câncer de pele seja mais comum em adultos, cerca de 75% da radiação solar (raios ultravioleta) recebida durante a vida ocorre nos primeiros 20 anos. Estudos científicos mostram que a exposição excessiva ao sol durante a infância e a adolescência aumenta o risco de desenvolvimento da doença. As consequências dessa exposição frequente e prolongada só se manifestam com o passar do tempo, com o surgimento de manchas na pele e do câncer, na maioria das vezes, após os 40 anos.

O oncologista Amândio Fernandes destaca os cuidados contra o câncer de pele


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reportagem

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CONSUMIDOR Projeto facilita a rescisão de contrato de compra de imóvel ROGÉRIO TEIXEIRA/DIVULGAÇÃO

Propostaestabeleceque construtorasópoderáreter 10%domontantejápago Comprar um imóvel é, quase sempre, a realização de um sonho. Porém, em muitos casos, a iniciativa pode se tornar um pesadelo, principalmente quando o comprador de imóvel na planta desiste do negócio antes da entrega das chaves e tenta recuperar o valor já pago. Quase sempre, a polêmica vai parar nos órgãos de defesa do consumidor ou nos tribunais, já que não existe lei específica tratando do chamado “distrato”. Para tentar pôr fim à polêmica e regulamentar o assunto, a Câmara analisa o Projeto de Lei 1.220/15, do deputado Celso Russomanno (PRB-SP), que estabelece que a construtora tem direito de ficar com 10% do valor pago pelo bem a título de taxa de corretagem e terá 30 dias para devolver, com juros e correção, o restante do valor pago pelo comprador. A empresa, no entanto, perderá esse direito se a rescisão for motivaEurico Martins

da por fato que poderia ter sido evitado por ela. Já no caso de inadimplência, a construtora terá o direito de descontar os valores devidos do montante a ser devolvido após o distrato. O texto dá ainda ao consumidor o direito de desistir do negócio a qualquer tempo, inclusive se já estiver morando no imóvel. Nesse caso, a incorporadora poderá reter eventuais prejuízos existentes durante o usufruto do bem. A jurisprudência atual determina que a empresa é proibida de reter todos os pagamentos já feitos pelo comprador ou devolver valores irrisórios. OUTRO LADO A aprovação do projeto é apoiada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG). “O projeto é bom. É preciso haver uma pacificação, já que a rescisão do contrato é prejudicial para todos os lados, construtoras e compradores. Não existe nada pior do que o distrato”, diz o vice-presidente da entidade, Geraldo Jardim Linhares Júnior.

Braga Júnior defende a aprovação do projeto de lei, apesar de achar que o percentual de 10% favorece as construtoras

No entanto, o dirigente faz uma ressalva quanto ao montante que poderá ser retido pela empresa. “A grande discussão hoje diz respeito ao percentual de 10%. Além dos custos de corretagem, de no máximo 6%, as construtoras têm uma série de outras despesas, de marketing, administrativas etc. A princípio, o percentual de 10% é pouco, mas isso está sendo discutido e, com certeza, vamos chegar a um consenso”, acredita Linhares Júnior.

“Nosso grande objetivo é evitar a judicialização, que tem abarrotado os tribunais do país. Nesse sentido, o projeto é benéfico e importante, uma vez que pacifica o assunto”, ressalta o dirigente da entidade. Procurados pela reportagem, diversos órgãos e entidades de defesa do consumidor não disponibilizaram, até o fechamento desta edição, fontes para falar sobre o assunto, ou preferiram não comentar, uma vez que se trata de projeto em tramitação.

“

Tentei trocar por outro de menor valor, mas a construtora não aceitou. Então, parti para a rescisão e me foi proposto, inicialmente, a devolução, em 28 parcelas, de cerca de 70% do que havia sido pago” Danilo Braga Júnior, empresário

LEO FONTES – 6.5.2015

STJ MANDA CONSTRUTORA DEVOLVER 90% Recentemente, um ministro do STJ manteve decisões de outras instâncias que garantiram a devolução ao comprador de 90% do valor pago por um apartamento em razão do distrato. Em abril de 2014, quatro meses após a data prometida para entrega e sem qualquer previsão para o término da obra, o comprador decidiu rescindir o contrato. O total pago somava R$ 64.196,99. E, segundo o contrato, a rescisão por desistência do comprador representaria perda de 40% do valor pago. O comprador entrou na Justiça alegando a abusividade do percentual e requereu a retenção de 10%.

Compradores levam anos para fechar um acordo mais favorável

A proposta garante os direitos do comprador de imóveis na planta

Caso a nova lei já estivesse em vigor, o empresário Danilo Braga Júnior, 44, teria evitado muitos aborrecimentos depois de comprar um imóvel em 2014. Ele conta que, após pagar 20 parcelas, percebeu que, devido aos reajustes na prestação, ao fim dos pagamentos o imóvel valeria menos do que ele teria pago. “Tentei trocar por outro de menor valor, mas a construtora não aceitou. Então, parti para a rescisão e me foi proposto inicialmente a devolução, em 28 parcelas, de cerca de 70% do que havia sido pago, após a venda da unidade”, afirma Braga Júnior. Esgotadas as tentativas de negociação, o empresário recorreu ao Procon Assem-

bleia. “Na audiência de conciliação, no início deste mês, me foi prometido que eu receberia 82% do valor pago, em 20 parcelas”, diz ele. Apesar de questionar os 10% de retenção previstos no projeto, o empresário apoia a aprovação da proposta. “O percentual é bastante favorável às construtoras. Mesmo assim, é uma boa iniciativa”, afirma. Problema parecido enfrentou a confeccionista Maria Helena Palhares de Carvalho, 56, que comprou uma sala, também em 2014, por cerca de R$ 300 mil. Segundo ela, as prestações foram pagas até o fim de 2016, quando a crise econômica se agravou, e as parcelas deixaram

de ser pagas. “Entrei com pedido de distrato, mas a construtora ficou me enrolando, até janeiro deste ano, quando fui ao Procon. No fim, perdi R$ 34 mil dos quase R$ 110 mil pagos”, diz ela, que vai receber de volta quase R$ 74 mil, em quatro parcelas. “Comcerteza, se o projeto for aprovado, será uma ferramenta a mais na defesa do consumidor. Caso eu não tivesse fechado o acordo, teria que entrar na Justiça e esperar, pelo menos, cincoanos para receber o dinheiro de volta, com um desconto de 10%, segundo me informaram”, conforma-se Maria Helena.


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11 INFORME PUBLICITÁRIO

Muito além do aumento da tarifa Reajuste é necessário para manter o serviço, mas não melhora o transporte Em meio ao reajuste anual das passagens de ônibus urbano em todo o país, o debate sobre a qualidade do serviço volta à tona. O conflito “aumento da tarifa versus a melhoria do transporte” segue sem solução, até porque a resposta à legítima reivindicação da sociedade passa por questões que estão além do valor das passagens. O setor de transporte público por ônibus alerta para a importância do cumprimento dos acordos firmados com o poder público, o que inclui os reajustes necessários para o equilíbrio financeiro dos contratos e a manutenção do serviço, mas reconhece o esgotamento do atual modelo sustentado pela tarifa. Nele, o passageiro arca com a totalidade dos custos do serviço, incluindo gratuidades e outros benefícios tarifários concedidos sem a previsão de fontes de recursos. Nenhum país que oferece transporte de qualidade, como é o caso do Canadá e da França, tem modelo igual ao brasileiro. Transporte de qualidade é caro e depende de um tipo de financiamento que não onere

quem mais precisa dele. A questão do reajuste tarifário de coletivos urbanos é a ponta do iceberg. Há uma situação muito mais grave, que permeia a degradação do serviço, e precisa ser discutida. Aumentar tarifas é necessário no atual contexto para corrigir os custos da operação, mas não melhora a qualidade do serviço. O valor decorrente das passagens não é suficiente para cobrir todos os investimentos que um transporte de qualidade requer, principalmente no que se refere à infraestrutura. Há alguns anos o setor vem propondo políticas públicas que priorizem o transporte público. A proposta passa por um novo método de cálculo das tarifas, redução de incentivos ao transporte individual e adoção de iniciativas para reduzir o tempo das viagens e reconquistar a confiança do passageiro. O transporte coletivo de qualidade traz benefícios que extrapolam a redução do preço das passagens. Prevê deslocamentos feitos de forma racional, acessível, segura, eficiente e minimiza os níveis de poluição am-

biental. Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um ônibus levando 45 passageiros sentados polui 80% menos por usuário que um automóvel em sua situação normal, que transporta 1,3 passageiro por veículo em média. Para que o Brasil alcance a excelência no sistema de transporte público é preciso planejar e organizar a ocupação das cidades, com a estruturação de sistemas que funcionem de forma integrada, multimodal e tenham papel central no desenvolvimento urbano. Tudo isso pode ser concretizado a médio e longo prazo, mas necessitamos de um pacto social, o compromisso formal do poder público e do setor privado em adotar as medidas de prioridade e rever o modelo de financiamento baseado fundamentalmente na tarifa. Quanto mais espaço viário dedicado aos ônibus, menor será a ineficiência de toda a mobilidade urbana. O caso de São Paulo é um exemplo disso. As faixas exclusivas implan-

OTÁVIO VIEIRA DA CUNHA FILHO é presidente-executivo da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos). Foi diretor do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Belo Horizonte

tadas em 2015 e 2016 melhoraram não só a vida de usuários dos coletivos, como também contribuíram para que o tráfego ficasse menos caótico. O desafio está posto às lideranças políticas.

O jornal Pampulha* não se responsabiliza pelo conteúdo de textos de terceiros publicados neste espaço de anúncio; cada Autor é responsável por seus trabalhos publicados. Não assumimos quaisquer responsabilidades por danos, prejuízos ou perdas provenientes do conteúdo deste informe publicitário.


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reportagem

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COMPORTAMENTO BONS SONHOS

CON FIR AA LG UM AS MU DA

Muita gente perde o sono só de pensar em dormir. Mas esse é um ato necessário ao organismo e intimamente ligado às condições emocionais e de estilo de vida. Há quem durma três horas e se sinta satisfeito. E existem aqueles que não dormem. De acordo com a Associação Brasileira do Sono, 36,5% dos brasileiros fazem parte do segundo grupo e sofrem com problemas de sono.

OS T I ÁB H E D AS Ç N

Há pequenas atitudes, no entanto, que podem fazer uma grande diferença nesse sentido, segundo o psiquiatra Dirceu Valladares, especialista em medicina do sono pelas Universidades da Califórnia em Irvine e em San Diego, nos Estados Unidos. “Muitos de nós, realmente, sofrem com insônia crônica — uma doença, que exige tratamento e, em casos extremos, até o uso de remédios. Mas ir para a cama e pregar o olho é um desafio cada vez maior e exige uma mudança de comportamento que pode não vir de caixas vendidas nas farmácias”, afirma.

UE PODEM DAR UMA MÃOZI Q S E NHA PL À SIM

4 Fazer jantares

leves. Dá pra montar lanches nutritivos ou preparar carnes magras e saladas

NO ITE DE SO NO

1

Cuidado com a quantidade de comida nas duas horas antes de ir para o quarto. A digestão atrapalha o descanso

8 Fazer uma lista do que deve ser resolvido no dia seguinte. Assim, a mente não fica ansiosa

2 Refrigerantes e outras

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5 Infusões de erva-cidreira,

bebidas gaseificadas podem a provocar desconforto no sistema digestivo. Além disso, bebidas alcóolicas são fragmentadoras do sono

Nem adianta forçar o sono, porque ele não vem. Se ele não aparecer em 20 minutos, não insistir. É melhor se levantar

camomila e capim-cidreira relaxam nos momentos antes de se deitar

7

Uma hora antes de deitar, evitar usar aparelhos eletrônicos como televisão ou celular. Eles mantêm o cérebro em atividade frequente

3 Sem café, chá preto e energético à noite: eles carregam substâncias como a cafeína, que são estimulantes

6

Reservar alguns segundos da manhã para esticar o cobertor e, antes de dormir, guardar as roupas no armário. Outra dica é investir em cores claras na decoração

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Dormir de bruços pode causar mais danos ao corpo do que realmente vale a pena. Dormir de lado ou de barriga para cima pode facilitar o processo

ALGUNS DISTÚRBIOS

Conheça os tipos mais comuns de mudanças nos padrões ou hábitos de sono que podem afetar negativamente a saúde

Jet lag

Narcolepsia

Terror noturno

Sonambulismo

Apneia

Insônia

Bruxismo

Afeta aqueles que viajam em curtos intervalos de tempo para lugares com diferentes fusos

Distúrbio crônico que causa sonolência excessiva durante o dia

Despertar súbito e parcial seguido de um grito ou choro. É mais comum em crianças

Ato de se levantar e vagar pelo ambiente enquanto está adormecido

Condição em que a respiração é interrompida e retomada durante o sono

Problemas para conseguir dormir, permanecer adormecido ou ambos

Movimento da mandíbula que provoca o ranger dos dentes durante o sono

FONTE: DIRCEU VALLADARES, PSIQUIATRA


reportagem

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HORIZONTES DA CIDADE Edifício Acaiaca pode se tornar nova atração turística da capital Umapropostaé construirtirolesa queligaprédioa parquemunicipal Há um “setentão” na capital mineira que pretende dar o pontapé inicial para revitalizar a área central de Belo Horizonte e fazer de seu projeto um marco no turismo da capital. “Quando uma pessoa vai a Paris e não conhece a torre Eiffel, por exemplo, é como se ela não tivesse ido ao país. Nós pensamos que vir a Belo Horizonte e não conhecer o Edifício Acaiaca pode ser algo semelhante”, afirma Antonio Rocha Miranda, 80, presidente do ConseFernanda Viegas

lho Consultivo e Fiscal do Edifício Acaiaca. O projeto, elaborado por um grupo de empresários que detém salas comerciais no Acaiaca, visa permitir que o prédio comercial, que faz parte da história da cidade desde 1943, volte a ser palco da cena cultural de BH, proporcionando a valorização do quarteirão formado pela avenida Afonso Pena – onde o edifício está localizado – e pelas ruas dos Tamoios, Espírito Santo e dos Tupis. Segundo Miranda, um plano diretor do empreendimento apresenta, entre outras possibilidades de intervenção, a construção de uma tirolesa – e até mesmo de um teleférico – ligando o prédio ao Parque Municipal Américo Renné Giannetti, em uma distância de pouco mais de um quarteirão. “Um plano diretor é um

planejamento que define ações a serem realizadas ao longo do tempo, sempre buscando ampliar as potencialidades do lugar”, explica o arquiteto e urbanista Carlos Alberto Maciel, que liderou a equipe responsável pelo estudo. O projeto foi apresentado em setembro de 2017 ao Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município, já que a fachada e o hall de entrada do Acaiaca são tombados pelo patrimônio municipal, e aprovado no mês passado pelo órgão. Conforme Miranda, a implantação do plano diretor ainda depende da realização de projetos detalhados, como o de viabilidade econômica. “Queremos contar com incentivos fiscais e leis de incentivo à cultura”, diz ele, que também é dono de salas no espaço comercial.

VISTA DO ACAIACA Na busca pela modernização do prédio, o último andar, o 26°, exerceria o papel principal. De lá, a cidade pode ser vista por um ângulo de 360º, o que o permitiria abrigar um mirante, por exemplo. “No momento, esse espaço está interditado. Estamos em processo de aprovação de projeto contra incêndio e pânico junto ao Corpo de Bombeiros. Mas,

depois que a questão da segurança estiver resolvida, pensamos até em abrir um café lá em cima”, revela Miranda. É nesse patamar que também se projeta estabelecer o ponto inicial da tirolesa e/ou do teleférico, uma vez que dessa posição há uma linha reta para o parque, sem a interferência nem mesmo de fios da rede elétrica. “Vamos trabalhar para que as pessoas abracem o Acaiaca, que

“

São ideias que vão nortear a atual e as futuras administrações. Queremos fazer algo para ser admirado.” Antonio Miranda, presidente do Conselho Consultivo e Fiscal do Edifício Acaiaca

é um patrimônio de Belo Horizonte, e também buscar o apoio do poder público. Assim, poderemos melhorar a área central de BH”, conclui o empresário. Segundo a direção do Edifício Acaiaca, vários especialistas avaliaram o projeto de revitalização do prédio e do entorno dele e aprovaram a proposta. Ainda de acordo com a direção, investir no turismo local pode trazer reconhecimento e renda para a região. As intervenções pensadas para o edifício oferecem experiências turísticas já em vigor em grandes edificações de outras partes do mundo, como Paris, Londres e Nova York, além de São Paulo. Na capital mineira, outro edifício, o Arcângelo Maletta, já se destaca no cenário cultural.

EDITORIA DE ARTE / O TEMPO / FOTO: UARLEN VALERIO

PROJETO

Plano diretor visa valorizar vista da cidade com a construção de uma tirolesa ou até mesmo de um teleférico saindo do alto do Acaiaca em direção ao Parque Municipal Américo Renné Giannetti

EDIFÍCIO ACAIACA

PARQUE MUNICIPAL

SUSTENTABILIDADE

Bikes A construção de um bicicletário está contemplada no projeto de revitalização do Acaiaca. Localização Parte do abrigo antiaéreo que existe no porão do prédio – construído durante a Segunda Guerra Mundial – é o local escolhido para a construção de um estacionamento para 33 bicicletas. A entrada e a saída do espaço seriam pela rua dos Tamoios.

Empresários querem acesso a local à noite Abrigando uma diversidade de lojas, desde escritórios, imobiliárias e salões de beleza até uma igreja evangélica, o Edifício Acaiaca, atualmente, funciona em horário comercial e apenas dentro de seus limites. O projeto de revitalização do espaço prevê a iluminação do prédio e o acesso do público a áreas comuns do local também à

noite, assim como a possibilidade de que atividades externas “conversem” com o interior do prédio. “A sacada do Acaiaca fica em frente à Igreja São José, com sua extensa escadaria. Imagina fazermos lá um restaurante? As pessoas jantando e apreciando, por exemplo, uma apresentação musical nas escadas da igreja. Tem

muita coisa que podemos fazer”, vislumbra o presidente do Conselho Consultivo e Fiscal do edifício, Antonio Miranda, acrescentando que o edifício poderia se transformar em palco para eventos, movimentando a economia local. Segundo ele, ainda se projeta a construção de coworkings, um modelo de trabalho em que se

compartilham espaço e recursos. Conforme consta no plano diretor do edifício, todas as ações têm como objetivo preservar o prédio e “prepará-lo para seu uso pleno, garantindo sua presença digna para as gerações futuras”, analisa o arquiteto e urbanista Carlos Alberto Maciel. VOCAÇÃO Favorecido pela localização na cidade, o Acaiaca já abrigou um cinema e a faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Mais recentemente, o 25º andar do prédio, também chamado de “rooftop Acaiaca”, recebeu algumas exposições.


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reportagem

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ESPAÇO GOURMET DE BANDEJA I @MELOHUNTERDRONE/DIVULGAÇÃO

Topo do Mundo ainda mais alto O restaurante Topo do Mundo está em um novo endereço. Agora, o estabelecimento funcionará na Torre Alta Vila, em Nova Lima, um dos pontos mais altos da região, com uma vista de 360º de Belo Horizonte. O menu é elaborado pelo chef, e agora sócio do empreendimento, André Rotondo, tem opções que valorizam os ingredientes mineiros, como o risoto mineiro, feito com carne do sol, queijo minas, couve, pimenta biquinho e bacon. O restaurante tem previsão de inauguração no dia 7 de março. UÁRLEN VALÉRIO/DIVULGAÇÃO

Vinho do Porcão é a novidade O Grupo Meet lançou, na última semana, o Porcão Red Meat Premium Wine, o “vinho do Porcão”, desenvolvido para harmonizar com uma ampla gama de assados, desde carnes exóticas, de caça e até os tradicionais cortes do churrasco brasileiro. O presidente do Grupo Meet, Fernando Júnior, deixou para Lidio Carraro, da Vinícola Boutique, a missão de desenvolver o produto, feito a partir das castas Cabernet Sauvignon, Merlot e Teroldego.

Embutido, mas commuita classe CECILIA GANZAROLLI/DIVULGAÇÃO

Salsichasartesanais têmo‘selogourmet’ evãodepetiscosa pratoscompletos Salsicha ou linguiça? No exterior, não há diferenciação entre os dois produtos. Mas, no Brasil, cada um tem sua particularidade. Em Minas Gerais, a salsicha ganhou o status de gourmet e os vários tipos, feitos artesanalmente com soja e carnes de porco, boi, vitela, javali e até avestruz, conquistou de vez o paladar dos belo-horizontinos. Pubs e restaurantes incluiram em seu cardápio pratos com a iguaria. A diferença dela para a linguiça é o processo final em que é feita. A primeira, após a mistura de carnes, precisa ser cozida para que todos os sabores e temperos fiquem devidamente condensados para consumo imediato. A segunda, como não passa por tal processo, precisa ser levada ao fogo antes de ser servida. Diferentemente da industrializada, a salsicha gourmet é feita apenas com uma mistura de carnes nobres. Se aquelas compradas em grandes fábricas chegam a conter sobras de porco, carcaças de frango, colágeno e até sangue, em alguns casos, as artesanais primam pela qualidade dos ingredientes. Uma das salsichas mais comercializadas por Leandro Dornas, proprietário do Dr. Linguiça, é a feita 100% de carne de porco. Para a elaboração do produto, ele utiliza a paleta Paula Coura

Minissalsichas produzidas artesanalmente pelo Dr. Linguiça são servidas no Nimbos Bar, na Savassi

do animal. “É um produto de grande aceitação aqui em Belo Horizonte, principalmente porque o mineiro valoriza muito essa cultura da carne suína. A do tipo frankfürter é outra que tem muita saída”, diz, sobre o ROCK E DOG DOGUERIA/DIVULGAÇÃO

O sanduíche Burguesia é um dos clássicos da Rock e Dog Dogueria e é feito com salsicha tipo húngara, cream cheese, muzzarela grelhada e pepperoni

tipo feito por meio de um processo especial de defumação. RECEITA A SETE CHAVES Com um menu que inclui opções artesanais para harmonizar com os vários tipos de drinks servidos na casa, o Nimbos Bar, na Savassi, apostou no petisco com minissalsichas e molho especial para os clientes. “O público está confiando muito nos produtos artesanais. É um diferencial que agrega ao cardápio e acreditei que no nosso não podia faltar uma boa linguiça, uma boa salsicha artesanal. O nosso carrochefe são os hambúrgueres, mas ficamos impressionados com o números de pedidos pelos petiscos com salsicha”, comenta Luiz Moreira, chef e sócio do Nimbos. Também apostando em um sabor único, que deixe de boca aberta qualquer aficionado

por cachorro-quente, o Rock & Dog Dogueira, no bairro Cruzeiro, aposta em lanches para quem tem pouca e muita fome, com salsichas fabricadas pelos próprios donos, Fernanda Crespo e Edu Rosa. “Na época em que resolvemos apostar nos cachorrosquentes não encontramos nenhuma salsicha artesanal para comprar. Então, resolvemos criar os nossos próprios sabores. Foi uma ideia que trouxemos do Rio e de São Paulo e que deu muito certo aqui em BH”, conta Fernanda. As preferidas dos frequentadores são a tradicional da casa – com receita sua guardada a sete chaves – , a de carne de pernil e lombo, além da de soja com pimenta, para os clientes vegetarianos. “Tudo isso vem incorporado com os molhos que criamos. É uma combinação única”, finaliza Fernanda.


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DE BANDEJA II

RECEITA

Sanduíche de salsicha frankfürter artesanal

VINÍCIUS LACERDA/DIVULGAÇÃO

Receita do Nimbos Bar CECILIA GANZAROLLI/DIVULGAÇÃO

Novidades no Café com Letras

Ingredientes - Pão de cachorro quente - Salsicha frankfürter artesanal - Requeijão de corte - Ketchup de curry - Picles de cebola roxa Modo de preparo

- Picles de cebola roxa Colocar em um recipiente quatro cebolas roxas cortada em tiras, meia colher de sopa de semente de mostarda, meia colher de sopa de semente de coentro. Ferver 1,5 xícara de água com 1,5 xícara de vinagre de álcool, 2 colheres de

Carnes exóticas na composição

sopa de açúcar, 2 colheres de chá de sal. Assim que ferver, retire do fogo e coloque em um recipiente. O picles estará pronto dentro de 24 horas. - Ketchup de curry Uma xícara de ketchup, 50ml

de limão, uma colher de sopa de curry. Bater todos os ingredientes em um bowl. Grelhar a salsicha, adicionar ao pão de hot dog selado na manteiga, adicionar fatias de requeijão de corte, ketchup de curry e picles de cebola roxa a gosto.

RECEITA

Salsichões embebedados

O cardápio do Café com Letras Liberdade está recheado de novidades. Nesta semana, as sugestões são assinadas pelo chefe Lucas Del Peloso e pelo sub-chefe Vinicio Nogueira. O novo menu inclui gnnochi de sêmola frito com ajo blanco (R$ 17), bobó de camarão com arroz cremoso de coco queimado e chips de banana (R$ 54) e brie assado e recheado com geleia de frutas vermelhas (R$ 35, foto). Para a sobremesa, vale a pena se deliciar com o éclair recheado com sorvete de creme e calda de Nutella (R$17,50). As sugestões serão servidas até este domingo (25), das 10h às 21h.

Feira Aproxima invade BH A edição de verão da Feirinha Aproxima irá trazer para Belo Horizonte os sabores dos quintais de Igarapé, a 48 km da capital mineira. O projeto Igarapé Bem Temperado é o convidado de honra do evento, que será realizado no dia 3 de março, das 10h às 17h, na Casa Fiat de Cultura. Também serão comercializados produtos e pratos da gastronomia regional.

Receita do Café Viena

A proposta de aperitivos ou refeições com salsichas artesanais tem chamado a atenção até de turistas. “Já me perguntaram várias vezes se há uma grande colônia alemã em BH, porque há salsicha artesanal em vários lugares”, comenta sorridente Wellerson Paulinelli, proprietário do Café Viena, uma casa alemã na capital. Fabricante e importador de vários tipos de salsicha, dentre elas as feitas com carnes de leitão vindas de São Paulo e que contêm menos gordura – na casa ainda podem ser encontradas dez tipos, inclusive com carnes de javali e avestruz – , ele explica que um produto de qualidade, para ganhar o paladar mineiro, precisa ser mais suave. Ele também conta que a salsicha não deve ser cozida, mas se for levada ao fogo, deve ser colocada em água fria e, assim que a água levantar fervura, o produto deve ser extraído. “Dessa forma, se preservam todos os sabores da igauria. Quando elas têm o gosto mais suave, fica mais fácil har-

monizá-las com cervejas pretas, de trigo ou tipo pilsen”, explica Paulinelli, que tem mais de 1.200 rótulos diferentes de cerveja no Café Viena. Fabricando salsichas e linguiças artesanais há mais de 35 anos, Haroldo Eustáquio Silva, proprietário do Frios Delícia, explica que o boom dos artesanais deixou o consumidor mais exigente, principalmente o mineiro. Dentre os embutidos – são mais de 16 sabores –, os mais procurados são os do tipo tradicional e frankfürter. A salsicha é envolvida em uma tripa fina de carneiro, com carne de porco ou vitela. Já as linguiças, por conterem pedaços de carne, englobam ainda os sabores das carnes de avestruz e cordeiro. Tudo feito em um processo minucioso. “São formulações alemãs, italianas e sabores que criamos. Estamos em uma fase em que o público questiona muito a qualidade dos industrializados e é aí que tentamos oferecer um produto diferenciado ao mercado, uma linha toda artesanal”, complementa.

ROGER HENRIQUE/DIVULGAÇÃO

Ingredientes - 4 salsichas de qualidade artesanais (de sua preferência de sabor como frankfürter ou alemão) - 4 batatas - 500 mL chope escuro ou cerveja preta - Mostarda, cheiro verde, manteiga e pimenta a gosto Modo de preparo

Cozinhe as salsichas na cerveja ou no chope até que obtenha o ponto de fervura. Depois, retire-as do fogo e reserve. Enquanto isso, cozinhe as batatas. Depois disso, pique-as em pequenos pedaços, misture a mostarda, cheiro verde e condimentos a gosto. Sirva as salsichas acompanhadas do molho em que foram cozidas.

Haus München cinquentão O Haus München, especializado em gastronomia alemã e na cultura de cervejas especiais em Belo Horizonte, planeja uma programação diferente para 2018 – ano de seu cinquentenário. Durante este mês, será oferecido aos clientes um menu que inclui entrada, prato principal e sobremesa no valor de R$ 50. As opções para serem degustadas contemplam pratos como Kassler (bisteca suína defumada) com molho de mostarda e salada de batata e linguiça bavaria, com repolho roxo e farofa crocante (foto). HAUS MÜNCHEN/DIVULGAÇÃO


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almanaque DESPEDIDA> Nando Reis encerra turnê na capital mineira e fala dos novos projetos que acalenta

Entre ases e jardins te e a experiência foi a melhor possível. Fiquei muito feliz com o retorno do público”. TURNÊ Mas o fecho de “Jardim-Pomar” não significa férias. Nem mesmo um bre-

ve descanso. Logo na sequência, Nando Reis afivela as malas para, junto a Gilberto Gil e Gal Costa, levar o projeto “Trinca de Ases” à Europa. O show, que reúne esses três talentos, começou a ser gestado no início do ano passado e estreou em agosto, já tendo, como u m d o s chamarizes, a então inédita “Tocarte”, primeira parceria entre Reis e Gil. Aliás, sobre o paulistano, o

baiano declarou: “Sempre fui muito encantado com o violão rock-folk de Nando em suas canções tão brasileiras”. Reis não deixa por menos. “Os shows com o Trinca têm sido uma experiência maravilhosa. Dividir o palco com eles é, claro, uma honra. Gal e Gil são responsáveis pela minha formação não só como artista, mas como indivíduo. E descobri que me identifico demais com a maneira como Gil compõe. Foi um prazer dividir esses momentos de criação com ele, temos um método muito parecido e isso facilitou o processo de composição das músicas inéditas que fizemos para o projeto”. Gal, claro, não fica de fora dos elogios. “Me surpreendi com a facilidade com a qual ela canta minhas músicas. Na verdade, é um sonho vê-la interpretando uma canção minha. Claro que ela é uma intérprete incrível, mas estou mais apaixonado ainda por sua voz e sua maneira de estar no palco”, acentua. O compositor conta que, na viagem, o trio vai passar por Lisboa, Porto, Amsterdã, Zurique, Hamburgo e Paris. E se no ano passado chegou-se a cogitar que o Trinca passaria pela capital mineira, a frustração do público com a ausência pode ser suprimida em breve. “A ideia é levar o show a todos os cantos do Brasil”,

assegura. Não que Nando Reis também não acalente projetos para sua carreira solo. “Na verdade, temos alguns shows do ‘Voz e Violão’, projeto que vinha fazendo antes de lançar o ‘Jardim-Pomar’ para apresentar. E vou começar a pensar em coisas novas também”. REDES SOCIAIS Em meio a tudo isso, Reis encontra fôlego para alimentar seu canal no YouTube. “Esse contato com o público me agrada muito. Sempre leio tudo o que postam. Claro, tenho uma equipe que me ajuda – quando estou na estrada, principalmente, mas acho importante estar em contato com o fã, com o público. O resultado tem sido ótimo e quero, sempre que possível, seguir trocando ideia com eles através do canal ou das redes sociais”. Na última segunda-feira, por exemplo, ele divulgou um vídeo da execução de “Segundo Sol”, extraído da apresentação que fez junto à Orquestra Petrobras, em outubro passado, dentro da série “Convidados: Petrobras Sinfônica”, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. No mesmo dia 19, aliás, também postou um vídeo agradecendo aos fãs que endossaram sua campanha pela venda de CDs físicos. “Não tem nada que me deixe mais feliz e gratificado do que as pessoas que procuram, se interessam e compram aquilo que é a forma onde eu produzo meu trabalho, o CD. Então, muito obrigado a vocês”, declarou. No canal, Nando aproveita para contar as histórias por trás do processo de feitura de cada música – caso de “Back in Vania”, dedicada à sua companheira de vida, a psicóloga e escritora Vânia Reis, com quem ele, que recentemente completou 55 anos de vida, teve quatro de seus cinco filhos.

> Nando Reis

KM de Vantagens Hall (av. Nossa Senhora do Carmo, 230). Dia 3 (sábado), às 22h. Arquibancada: a partir de R$ 140 (inteira, lote 3). Mesa para 4 pessoas: R$ 720. Pista: R$ 48. Venda: bilheteria e ticketsforfun.com DARYAN DORNELLES/DIVULGAÇÃO

CAROL SIQUEIRA/DIVULGÇAÕA

Um imenso relicário. O fragmento da letra de uma das mais conhecidas composições do “ruivão” Nando Reis cai como luva ao momento atual do artista, que está colocando o ponto final em mais uma vitoriosa turnê pelo país: “Jardim-Pomar”. “Tive a oportunidade de conhecer muita gente, de acumular histórias boas de estrada, de me afinar ainda mais com os músicos... E tudo isso vai ficar guardado”, diz ele, retomando, em sua fala, a ideia de um manancial de relíquias colhidas estrada afora. E para encerrar com chave de ouro esse capítulo, a escolha recaiu sobre a capital mineira – lembrando que o show passou por aqui no ano passado, na Land Spirit. Agora, Nando Reis sobe ao palco do KM de Vantagens Hall para, ao microfone, convidar o público a fazer coro em músicas como “Os Cegos do Castelo”, “All Star”, “Por Onde Andei” e “O Segundo Sol”, além de canções do novo álbum, como “Só Posso Dizer (São Paulo)”. “Levar esse show tão especial ao meu público foi – e tem sido – uma honra. A turnê foi maravilhosa. Me levou a cidades nas quais não ia há muito tempo. Além disso, durante esse tempo, ganhamos um Grammy Latino, o que foi uma honra”, frisa, referindo-se ao braço latino do tradicional prêmio de música, realizado em novembro passado, quando, concorrendo com The Baggios, Blitz, Curumin e Metá Metá, arrebanhou o prêmio de Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa. Oitavo álbum da carreira solo de Nando Reis, o trabalho, independente, teve seu título pinçado de um trecho de “Concórdia”, uma das faixas. Na verdade, por obra do destino, o cantor e compositor vinha, há algum tempo, deparando-se com a imagem de um jardim-pomar em repetidas páginas do livro “A Idade do Serrote” (1968), do mineiro Murilo Mendes (1901– 1975) Se já não fossem sinais suficientes, ainda se lembrou que “Pomar” foi o nome da música que cantou na primeira vez em que subiu a um palco, em 1979, em um festival (que ganhou), então com a sua primeira banda, Os Camarões. Não havia, pois, como fugir ao chamado. Mas Nando Reis resolveu ir além em sua devoção ao conceito. Tanto que, nos shows, passou a distribuir sementes de várias árvores nativas de cada bioma do país. O objetivo? “Despertar a consciência ambiental e alertar para a importância de se preservar e plantar. Partiu da minha preocupação com o meio ambienPatrícia Cassese

Juntos e misturados: Gal, Gil e Reis tocam o projeto Trinca de Ases


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MÚSICA União para alimentar a alma Almoçar escutando música é um hábito de muitos brasileiros. Agora, ouvir boa música no horário de almoço é um aperitivo diferente, trazido pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais em conjunto com o Coral Lírico. Em toda a abertura de temporada, as duas partes se unem em uma apresentação única, com intenção de azeitar os ouvidos de quem passa pela região central da capital mineira. A apresentação, que acontece no Grande Teatro do Palácio das Artes, com duração aproximada de uma hora, tem início marcado para o meio-dia. A entrada, vale lembrar, é gratuita. O projeto quer mostrar, em sua primeira apresentação de 2018, o que o público pode esperar da orquestra, do coral e dos solistas ao longo do ano. À frente da Sinfônica nos últimos três anos, o regente Silvio Viegas preparou um grande espetáculo. A peça escolhida foi a cantata “Alexander Nevsky”, de Sergei Prokofiev (1891-1953). A homenaPaula Coura

gem ao compositor e pianista russo bem poderia até ser uma alusão à Copa do Mundo deste ano, que acontece justamente na Rússia. Mas, para o regente, a homenagem vai além do torneio de futebol. “De uma maneira geral, o brasileiro é apaixonado pela cultura russa. Tchaikovsky é um dos exemplos na música clássica, sem contar os balés e os grandes intérpretes. Desde que assumi o posto de regente da orques-

tra sinfônica, sempre busquei trazer uma grande peça para abertura da temporada. Nos últimos anos, tocamos Verdi e Beethoven”, rememora. A peça é uma das grandes obras-primas russas. A cantata foi baseada em trilha sonora feita pelo próprio Prokofiev para um filme épico. A obra cinematográfica retrata a história do príncipe russo Alexander Nevsky, que comanda seu exército para conter a inva-

são dos cavaleiros teutônicos, que eram de uma ordem alemã, no ano de 1242, ao território russo. Filmado no ano de 1938, época em que o ditador Adolf Hitler reorganizava seu exército visando invadir a Europa, o filme surge como uma espécie de propaganda anti-alemã. VOZ ESPECIAL Além do Coral Lírico, a apresentação contará com a presença da mezzosoprano

Ter. 27. fev.

Aline Lobão. Cria da casa, como bem frisa o regente Viegas, a solista foi premiada no concurso “Jovens Solistas”, da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, nas edições 2012 e 2013; no “Segunda Musical”, em 2006 e 2014, e vencedora do Prêmio “Ópera – Il Barbieri di Siviglia no Concurso Maria Callas”. “A Aline tem um enorme potencial e pode cantar tranquilamente em qualquer lugar, qualquer ambiente. Ela PAULO LACERDA/FCS

União da orquestra com o coral marca abertura da temporada de 2018

já participou de várias óperas comigo no Palácio das Artes e tem muito talento. É uma menina de ouro, que tem um futuro brilhante pela frente”, frisa. Para a apresentação de abertura, o regente ainda dá algumas dicas das surpresas reservadas para o público. Na abertura, por exemplo, será apresentado o Hino Nacional Brasileiro, com a participação de todos os músicos da orquestra e de cantores do coral. Um momento que, promete, será único. “É sempre muito emocionante tocar o Hino Nacional Brasileiro, e o público sempre tem essa identificação. Imagine o toque de cada instrumento, com sua particularidade e com as vozes de fundo. Nesse momento difícil que estamos passando, a gente precisa manter a nossa pátria, e não fugir à luta, como bem entoam os versos da composição, ainda bem atuais”, complementa o regente Viegas.

Sinfônica e Lírico >ao Meio-Dia Grande Teatro do Palácio das Artes (avenida Afonso Pena, 1537, centro). Nesta terça-feira (27), a partir das 12h. Entrada gratuita.

Pererê abre ‘Festival Imune’ Volta e meia, o cantor e compositor Sérgio Pererê se propõe a convidar expoentes da nova geração para dividir o palco. No show que apresentará no próximo dia 1º, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie, do Sesc Palladium, dentro do projeto “Salve o Compositor!”, o músico mineiro repassa composições de todos os seus discos tendo, como participação especial, a cantora Ana Hilário. “É uma voz que, acredito, em breve as pessoas vão ouvir muito”, referenda ele, que conheceu a intérprete em um evento do grupo Berimbrown – e se encantou de imediato pelo talento. A edição de “Salve o Compositor!” marca o início do “Festival Imune: Instante da Música Negra”. No show, além do violão, Pererê vai evocar sua ancestralidade também por meio de instrumentos percussivos pertencentes a culturas de países diversos, adicionando, a essa mescla, doses de experimentalismos.

Assim, vai explorar os sons do charango, djembe, tama, caxixis, varetas e panelas. “Neste momento, estou apaixonado pelas varetas, palitos e panelas”, confessa. Pererê conta que, na verdade, sua música surge a partir da percussão. Já quanto às experimentações, revela que passa os dias buscando sonoridades novas, “formas diferentes de mostrar o que já tocava antes”. JOVEM TALENTO Com apenas 21 anos, a belo-horizontina Ana Hilário começou a se envolver com a música por diletantismo, ouvindo, por influência da irmã, divas como Beyoncé. Em 2014, entrou no projeto “Valores de Minas”. “Já na aula experimental de canto, descobri a percussão – e fiquei louca, logo fui para essa área”, lembra. “Foi quando a diretora do Valores, Gal do Vale, ao perceber que eu tinha um pouco do saber do canto, me incentivou a soltar a voz na percussão”. Fã desde sempre de Pere-

Qui. 1º mar.

MARCELA ARRAIS/DIVULGAÇÃO

PABLO CALDEIRA/DIVULGAÇÃO

Ana Hilário: talento que se espraia por voz e percussão

Sérgio Pererê: Tocando vários projetos simultaneamente

rê, Ana pinçou, do universo do compositor, “Woman”, para interpretar em uma performance. O convite para participar do show veio quando, ao comentar com ele sobre uma decisão que havia tomado recentemente, Ana aventou a hipótese de que talvez tivesse fechado uma porta. Mas Pererê retrucou que, muito provavelmente, não. E veio o convite. No show, além de “Woman”, ela vai cantar a belíssima “Deixa o Erê Viver” (um

mos partir para a masterização. É um álbum que vem com uma linguagem muito diferente, por dialogar com a música eletrônica. Nele, conto com as participações de Richard Neves (que toca com o Pato Fu) e do (produtor) Barulhista”. E mais. Também pretende lançar o livro (em literatura de cordel) “A Morte de Antônio Preto”, em torno do espetáculo homônimo. E, não bastasse, retoma “Bença Mãe”, homenagem à geni-

libelo contra o genocídio da juventude negra, que ganhou um tocante clipe com o coletivo Nós Temos um Sonho) e “Mais Samba e Menos Lágrimas”. OUTROS PROJETOS Além do show, Pererê fala sobre seus outros projetos para o ano que, avisa, “já começou como um furacão”. “Tenho algumas viagens internacionais e, aqui, vou lançar um disco – já está em fase final de mixagem e va-

tora, a benzedeira Dona Fininha, falecida em 2016. “Ele traz músicas que ela ensinou para a gente e outras que gostava”, relata, lembrando que a iniciativa também envolve primos e irmãos. (Patrícia Cassese)

Salve o >Compositor!

Com Sérgio Pererê. Abertura do Festival Imune. Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046). Dia 1º (quinta), às 20h. R$ 20 (inteira).


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TRAZZI/DIVULGAÇÃO

MÚSICA Todos os acordes da viola brasileira BÁRBARA ALVES / DIVULGAÇÃO

Daniel Um dos insOliveira t r u m e n t o s mais tradicionais, versáteis e onipresentes nas diferentes facetas regionais da música brasileira, a viola é o destaque do fim de semana em Belo Horizonte. Nestes sábado (24), às 20h, e domingo (25), às 19h, a dupla Chico de Assis e João Santana apresenta o sabor da viola nordestina com o espetáculo de Repente “Cantoria de Norte a Sul”, no espaço Idea Casa de Cultura. E também neste domingo, às 11h, é a vez da viola mineira ganhar os holofotes, com o show de Chico Lobo e Jéssica Soares que inaugura o projeto Viola de Feira, no Centro Cultural Padre Eustáquio. “Para mim, ela é o instrumento que mais reflete a alma do Brasil. Nenhum outro carrega tanta tradição”, declara Chico Lobo. O músico, que faz aniversário na segunda-feira, vai usar o show de domingo para celebrar seus 55 anos, dos quais 48 foram marcados pela viola. “Tinha 7 anos quando a Folia de Reis me despertou para ela. Com 12, ganhei minha primeira viola, e sempre foi meu instrumento”, revela o mineiro de São João Del Rei. Para marcar essa história, o repertório vai incluir canções que vão desde o primeiro álbum de Lobo,

Sáb. e dom. 24 e 25.fev

Repentistas Chico de Assis e João Santana são parceiros há mais de 16 anos RICARDO GOMES/DIVULGAÇÃO

Chico Lobo vai comemorar no show os 55 anos que ele completa na segunda Jéssica Soares é uma das representantes femininas no mundo da viola

“No Braço dessa Viola”, de 1996, sucessos como a moda “Maria”, gravada por Maria Bethânia, e faixas inéditas de “Estradar”, novo disco que ele gravou com o cantador Zé Alexandre e que será lançado ainda neste semestre. Além disso, o violeiro tocará “Vazante” ao lado de Jéssica Soares, que fará o show de abertura e voltará no final para encerrar com ele ao som de “Calix Bento”. “Acompanho a Jéssica desde o início, e ela traz esse frescor da juventude e o papel importante da mulher na viola, de Anita Barroso a Ely Camargo”, reverencia o músico. Segundo Lobo, a viola de

Minas é marcada pela “figura do violeiro que se conecta com a natureza, é reflexivo, festeiro e traduz sua religiosidade por meio das cordas”. Ele ressalta, porém, tratar-se de um instrumento de possibilidades infinitas. E prova disso é o uso bem diverso que Chico de Assis e João Santana fazem dela em seu espetáculo. REPENTE Em “Cantoria de Norte a Sul”, que já passou por São Paulo, Ceará e Santa Catarina, a dupla explora os mais de 30 estilos do Repente – como a Sextilha, o Quadrão Perguntado e o Martelo Agalopado – a par-

tir do improviso. Na apresentação, é o público quem sugere o estilo desejado, e um tema que eles devem abordar em seus versos, e os dois têm que criar o resultado ali, no calor do momento. “O prato principal do nosso cardápio é o improviso. A ideia é passar por alguns dos estilos e também declamar alguns poemas matutos”, explica Santana. Mas mesmo que os versos e o improviso sejam o centro das atenções, ele afirma que é a viola que proporciona esse verso. O repentista brasiliense conta que a viola nordestina tem uma afinação diferente e

exclusiva do gênero, conhecida como “regra inteira”. Segundo ele, há algumas similaridades com a afinação do violão, e a sonoridade lembra muito o baião. “No repente, a viola inspira o cantador e estabelece o ritmo contínuo da narrativa”, descreve. Um dos pontos altos da apresentação, para Santana, é o desafio de Repentes. “É o momento em que temos que usar muita criatividade para tornar o desafio criativo, gostoso, e não uma briga de fato”, revela. Quanto aos temas e o estilo do humor, ele afirma que a dupla busca entender a plateia de cada lugar. “É isso que nos

permite rodar o país inteiro, tanto em eventos do pessoal do rock quanto em apresentações empresariais. O espetáculo é bem aceito em todas as camadas sociais porque é uma arte regional, mas que tem um caráter universal”, argumenta.

>a SulCantoria de Norte

Com Chico de Assis e João Santana Idea Casa de Cultura (rua Bernardo Guimarães, 1.200, Funcionários). Nestes sábado (24), às 20h, e domingo (25), às 19h. Entrada gratuita

> Viola de Feira

Com Chico Lobo e Jéssica Soares Centro Cultural Padre Eustáquio (rua Jacutinga, 831, Padre Eustáquio). Neste domingo (24), às 11h. Entrada gratuita

ARTUR SOUSA/DIVULGAÇÃO

sábado (24) RESSACA DO BAILE NA QUADRA Juventude Bronzeada, Então, brilha!, Asa de Baiana, Escola de samba Cidade Jardim, DJ Vinny Brown, DJ Kriok. Na Quadra GRES. Cidade Jardim (rua do Mercado, Cidade Jardim, 40, 98701- 7000). Às 18h. R$ 25.

terça (27) #COLABHORASOM Uma mostra da música que está sendo feita na grande BH com Igor Barroso, Julie Amaral, Marcos Catarina e Bárbara Barcellos. A Autêntica (r. Alagoas, 1.172, Savassi). Às 19h. Entrada gratuita

sexta (2) LAMPARINA E A PRIMAVERA Ritmos tradicionais brasileiros encontram o rock psicodélico. Growers Espaço de Cultura (r. Vitório Marçola, 43, Anchieta). Às 20h. R$ 5 (até as 22h e R$ 10 após o horário)

Kossovo na 6 Banda Casa do Jornalista Com influências do rock psicodélico ao punk, a banda mineira realiza show na Casa do Jornalista e prepara novidades. No repertório, canções do primeiro EP “Kossovo”, de 2017, além de novas composições e releituras. Onde Casa do Jornalista (av. Álvares Cabral 400, centro) Quando 1º de março (quinta-feira), às 22h. Quanto R$ 15 (na porta)


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CENÁRIO BH FÁTIMA PENA/DIVULGAÇÃO

ROBERTA MURIEL/DIVULGAÇÃO

Mineiro recebe a exposição 6 Museu “Aquarelas Belo Horizonte”

Muriel lança “Proesia” 6 Pedro no Sempre Um Papo

A artista plástica Fátima Pena exibe uma série de aquarelas que tratam de uma cidade lúdica. Algumas dessas peças sofreram intervenção em bico de pena. Outras foram digitalizadas e impressas em grandes formatos, ampliando sua atmosfera e revelando o traço leve e sutil da artista. São cerca de 160 aquarelas da mineira em exposição. Onde Museu Mineiro (av. João Pinheiro, 342, Funcionários) Quando Abertura 2/3. Ter., quar. e sex. das 10 às 19h. Qui. das 12 às 21h. Sáb. e dom. das 12 às 19h. Até 1/5. Quanto Gratuito

Mineiro, escritor e palestrante, Pedro Muriel advoga sobre as causas de acessibilidade pelo Brasil. Agora, ele participa do debate de seu novo livro “Proesia” na próxima edição do Sempre Um Papo. A obra, uma prosa poética, aborda a solidão, os encontros, os sonhos e as pequenas gentilezas cotidianas. Onde Auditório da Cemig (rua Alvarenga Peixoto, 1.200, Santo Agostinho) Quando Dia 27, às 19h30 Quanto Entrada Gratuita

DUORAMA FOTOGRAFIA/DIVULGAÇÃO

PABLO BERNARDO/DIVULGAÇÃO

“Entre Nós” recebe a 6 Projeto psicóloga Clarissa Yakiara

Hip Hop: Danças 6 Palco Urbanas chega na reta final

Com a temática “O poder da comunicação na relação com os filhos”, a psicóloga abre a temporada de encontros de pais que compartilham conteúdos e experiências sobre a criação os filhos de forma consciente. A primeira edição mostra aos pais a comunicação como ferramenta de ligação com os filhos. Onde Cool How (av. Getulio Vargas, 1.420, sala 840, Savassi). Quando Dia 28, às 18h30 Quanto R$ 60 (individual) R$ 100 (casal)

O festival que condensou a cultura hip hop na capital mineira apresenta sua programação final para este fim de semana. Serão shows, batalhas de dança, workshops e palestras sobre a cultura de rua. Confira a programação completa na página facebook.com/ palcohiphop. Onde Poeint Barreiro (praça Modestino Sales Barbosa, 11, Barreiro) Quando Nestes sábado (24) e domingo (25), às 9h Quanto Entrada gratuita

LA VITA NOIVAS /DIVULGAÇÃO

Edição do Bem Casados 6 14ª para os noivinhos em BH Casais que não concluíram a contratação dos fornecedores para seu casamentos têm uma oportunidade de conhecer mais de 30 fornecedores e profissionais de empresas de destaque no mercado. Onde Ilustríssimo (r. Maranhão, 56, Santa Efigênia) Quando Dia 27 (terça), às 19h. Para participar do evento, que simula um casamento, os convidados (casais interessados) precisam adquirir os convites, gratuitos, com os fornecedores presentes na mostra. É necessário acessar o site bemcasadosbh.com.br para saber quais são os participantes.


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ARTES CÊNICAS Experiências urgentes no palco Em uma caverna – que tanto pode evocar a clássica alegoria desenvolvida por Platão quanto as minas que, no passado, abasteciam a colônia de ouro, extraído a partir da exploração da mão de obra escrava –, dois personagens transitam à procura de algo valioso. Sem nomes, eles por vezes lançam mão de narizes de palhaço e da mímica para discorrer sobre temas caros aos tempos atuais, como questões de gênero ou racismo. Após a estreia no Teatro Marília e sessões na Casa do Beco, o espetáculo teatral “Xabisa” segue sua jornada com sessão neste sábado (24), no Zap 18. Já em março, ocupa o Teatro Espanca (no domingo, 4) e, na sequência, a Casa de Candongas (sábado e domingo, dias 10 e 11). As sessões são gratuitas. No palco, Alexandre de Sena e a mentora da iniciativa, a atriz Michelle Sá. O embrião da iniciativa localiza-se em 2014, quando a proposta do espetáculo foi chancelada pelo Fundo Municipal de Cultura. No entanto, por questões burocráticas envolvendo a liberação dos recursos, apenas em 2016 o espetáculo começou de fato a ser delineaPatrícia Cassese

teatro adulto XABISA (Leia mais nesta página)

campanha de popularização do teatro e da dança teatro adulto 10 MANEIRAS INCRÍVEIS DE DESTRUIR O SEU CASAMENTO Dir. Sérgio Abritta. Com Marcelo Prosdocimi, Edgar Quintanilha e Luiza Santos O espetáculo enfoca, por meio de dez quadros, formas inusitadas e diferentes de se acabar com um casamento. Tudo mostrado em cenas e entremeadas por entrecenas nas quais os atores discorrem sobre as qualidades e, principalmente, problemas que advêm do casamento. Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1.600, Lourdes, 3014-5382). Neste sáb. (24), às 20h; dom. (25), às 18h; e sex. (2), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc)

A ARTE DO HUMOR DE SAULO LARANJEIRA Dir. Saulo Laranjeira. Com Saulo Laranjeira Uma comédia com todos os personagens de Saulo Laranjeira, um dos maiores humoristas da televisão brasileira. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes, 3516-1360). Neste sáb. (24), às 21h; dom. (25), às 20h. R$

do. “Quando ela (Michelle) me convida (para a empreitada), no ano passado, a gente passa a repensar o que estava sendo feito. Até aí, seria um espetáculo de palhaços. O nome do projeto, aliás, era ‘Dois Palhaços em Busca de um Sonho’. Mas começamos a refletir sobre o que resultaria de nós dois, pessoas pretas, fazendo um espetáculo de palhaços – sendo que não éramos – não somos – palhaços”, pontua Alexandre. Não que o universo fosse de todo estranho – afinal, em seus respectivos processos de for-

mação, os dois frequentaram disciplinas alusivas a essa arte. “A gente pegou um momento em que o estudo do palhaço estava em alta”, diz Michelle. Mas para se enfronharem ainda mais, eles convidaram Esio Magalhães, do grupo Barracão Teatro (SP). Com sua expertise na palhaçaria, nasceu, pois, o espetáculo, creditado aos três. Michelle ressalta que o espetáculo é conduzido por uma trilha sonora que evoca os berimbaus da capoeira (“a gente trabalhou muito

com a capoeira de Angola”, diz a atriz). A empreitada também se vale de palavras da língua Xhosa e da dança Gumboot. A língua Xhosa é de origem bantu nguni, um dos idiomas da África do Sul, e, hoje, é falada por, aproximadamente, 19 milhões de pessoas, somando os que falam enquanto língua materna e segundo idioma. Aliás, o título da montagem poderia ser traduzido para o português por “valorize”. “Os dois personagens estão procurando algo de valor e acabam descobrindo ARISTEO SERRA NEGRA/DIVULGAÇÃO

Michelle e Alexandre em cena de “Xabisa”, que cumpre itinerância na capital mineira

que, na verdade, o que é mais precioso é justamente esse encontro. Então, a gente utiliza um pouco desse mote para falar sobre uma forma de se aquilombar, que é uma ação que a gente vem percebendo muito nos negros e negras contemporâneos”, reflete Alexandre de Sena. “Voltando um pouco na nossa história, a gente foi trazido (para o Brasil) em uma migração forçada, e (fomos) separados de nossos pares, dos nossos companheiros de língua e de país. E isso tem reflexos até hoje. Então, o espetáculo também fala sobre isso, de se reconhecer negro, reconhecer o companheiro negro”. HOMENAGENS E não só. Michelle e Alexandre lembram que a montagem também inclui outra camada, a homenagem a palhaços e cômicos negros. “Um exemplo é o Mussum, que foi um grande cômico, mas, infelizmente é mais lembrado pela faceta do ‘negro bêbado’. E, na mesma trupe (“Os Trapalhões”), o Tião Macalé, de quem gente só recorda – ou conhece – o (bordão) ‘nojento’. É lembrado como o negro pobre e desdentado – e na verdade, na adolescência, era um negro lindo, maravilhoso, forte”, exemplifica Alexandre. A essa lista, Michelle acrescenta ícones internacio-

nais, como a norte-americana Josephine Baker, e nomes como os mineiros Grande Otelo, Benjamin de Oliveira e o carioca Jorge Lafond. Ou, claro, Dona Maria Elisa, a primeira palhaça negra do Brasil. “Na verdade, o primeiro palhaço negro, pois, na época dela, não se pensava em fazer uma palhaça. Então, era uma mulher negra que criou um palhaço negro, o Xamego”, ressalta Alexandre. “A gente vai abordando essas pessoas até chegar aos nossos contemporâneos, os palhaços negros da cidade”. O elemento humor, vale frisar, não deve ser associado ao riso. Ao menos não ao riso solto. “Imagino que as pessoas vão achar uma certa graça, mas não vão morrer de rir. A gente pensou no elemento humor para trazer beleza e crítica, não a comicidade grotesca. Aliás, essa foi uma discussão, como trabalhar o riso, que, em nossa sociedade, por vezes está muito relacionado a rir da mulher gorda, por exemplo. E a gente, claro, quis fugir disso”, esclarece Michelle.

> Xabisa

- Zap 18 (rua João Donada, 18, Serrano). Neste sábado (24), às 20h - Espanca (Rua Aarão Reis, 542). Dia 4 (domingo), às 16h - Casa de Candongas (av. Cachoeirinha, 2.221, Santa Cruz). Dias 10 (sábado) e 11 (domingo), às 19h. - Entrada gratuita

RAQUEL GUERRA/DIVULGAÇÃO

15 (postos Sinparc)

ACREDITE, UM ESPÍRITO BAIXOU EM MIM Dir. Sandra Pêra. Com Ilvio Amaral, Maurício Canguçu, Carolina Cândido A comédia conta a história de um homossexual assumido que inconformado com a própria morte foge do céu para viver novas experiências e acaba criando confusão após incorporar num machista radical. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Qui. (1º) e sex. (2), às 21h. R$ 19

A EMPREGADA QUASE PERFEITA Dir. Juliano Maia. Com Carlinhos Brasil, Bruno Alexander, Rafael Landim Um casal resolve contratar uma empregada através de uma agência. A situação esquenta quando a empregada recorda que o patrão é um antigo namorado. Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000). Neste sáb. (24), às 21h; e dom. (25), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc)

ALTOS E BAIXOS Dir. Ílvio Amaral e Maurício Canguçu. Com Bruno Albertini e Marino Canguçu A partir da diferença de altura entre os atores Bruno Albertini (2,05m) e Marino Canguçu (1,50m) surgiu a peça que conta com irreverência as vantagens e desvantagens de ser alto demais ou baixo demais. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia). Neste sábado (24), às 19h. R$ 17 (postos do Sinparc)

A MINHA MÃE É UMA COMÉDIA Dir. Maurício Canguçu. Com Beto Sorolli Catarina é uma mulher de meia idade, que se percebe sem um rumo na vida até que recebe ajuda de sua avó, uma mulher que vive a vida intensamente.

Sala Juvenal Dias, Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Neste sáb. (24), às 20h; e dom. (25), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc)

sáb. (24), às 21h; dom. (25), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc)

ATÉ QUE O FACE OU O ZAP ZAP NOS SEPARE Dir. Emília Marcílio. Com Bruno Félix e Dannyelle Gama Um casal tem a vida virada de cabeça para baixo depois de deixar cair no facebook e no WhatsApp acontecimentos comprometedores e bizarros do passado. Teatro Santo Agostinho (r. dos Aimorés, 2679, Lourdes, 3291-5340). Neste sáb. (24), às 20h30; dom. (25), às 19h; e sex. (2), às 20h30. R$ 17 (postos Sinparc)

ANTES DO FIM Dir. Rita Clemente. Com Fafá Rennó, Marcio Monteiro, Odilon Esteves Diante de seus limites, um quarteto de cordas e um motoboy veem seus valores se desfazerem, quando, por acaso, suas vidas se entrelaçam. CCBB (praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Neste sáb. (24), dom. (25), qui. (1°) e sex. (2), às 19h. R$ 10 (postos Sinparc)

AS BARBEIRAS

A VOVÓ EM: VAMOS FALAR DE SEXO!

Dir. Freddy Mozart. Com Kayete, Renato Millani, Rafael Neves Afundadas em dívidas, duas amigas decidem abandonar o comando de um luxuoso salão de beleza e passam a administrar uma barbearia. Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8.902, Santo Agostinho, 3337-6055). Neste sáb. (24) e sex. (2), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc)

Dir. Amauri Reis. Com Renato Millani De maneira divertida a vovó de setenta anos, viúva do vovô, vai contando sua maravilhosa experiência sexual e tirando dúvidas da plateia sobre sexo. Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000). Neste sáb. (24), às 21h; dom (25), às 19h; qui (1°), às 20h; sex. (2), às 20h. R$ 17 (postos Sinparc)

AS MALAS QUE EU CARREGO Dir. Roberto de Freitas Um monólogo no qual o ator se desdobra em seis personagens totalmente insanos, que fazem uma sátira bem humorada da sociedade. Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8.902, Santo Agostinho, 3337-6055). Neste sáb. (24) e sex. (2), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc)

AS MENINAS DE MADAME MIMI Dir. Carluty Ferreira e Janaína Starling Com Wilma Henriques, Carluty Ferreira, Janaína Starling História de uma ex vedete de teatro de

BOCA DE OURO

Comédia “Essa Herança É Minha” volta ao cartaz em BH

revista que está em decadência e resolve, juntamente com sua camareira, buscar outras formas de arrecadar dinheiro para manter suas necessidades. Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. do Contorno, 1.537, centro, 3237-7250). Qui. (1°) e sex. (2), às 20h30. R$ 15

ATÉ QUE A SOGRA

NOS SEPARE Dir. Diney Vieira. Com Josh Oliveira, Cauan Miller, Camila Camanzi Casados desde o primeiro ano da faculdade, o biólogo Beto e a atriz Bia enfrentam a primeira grande crise no casamento e precisam superar a visita da mãe dele. Teatro da Maçonaria (av. Brasil, 478, Santa Efigênia, 3213-4959). Neste

Dir. Igor Ayres e Lúcio Paiva. Com Alexandre Toledo, Alex Zanon, Ana Luiza Brandão Boca de Ouro é um bicheiro famoso, conhecido como o “Drácula de Madureira” ou “Assassino de mulheres”, que não mede esforços para conseguir o que deseja e com sua influência e poder compra o que o dinheiro alcança, menos paz de espírito. Sala João Ceschiatti Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Neste sáb. (24), às 20h30; dom. (25), às 19h. R$ 11 (postos Sinparc)


pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 24 de fevereiro a 2 de marรงo de 2018

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almanaque

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 24 de fevereiro a 2 de março de 2018

ARTES CÊNICAS CAMILLE CLAUDEL Dir. Luciano Luppi. Com Ivana Andrés A atriz desenha e canta à capela para encarnar a escultora francesa Camille Claudel e reviver sua conturbada relação com Rodin. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1.341, centro, 3273-1050). Ter. (27) e qua. (28), às 20h30. R$ 15 (postos Sinparc)

CARMINA BURANA (Leia mais nesta página)

CASSINO DA KAYETE Dir. Guilherme Oliveira. Com Paloma Santos, Thiago Comédia e Glauber Cunha. O programa de rádio homônimo à peça ganha os palcos e Kayete comanda a comédia com grande elenco e convidados especiais. Teatro Estação Cultural BH (Shopping Estação BH: av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova. piso L3). Qua. (28), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc)

CERTOS RAPAZES – O NOSSO AMOR A GENTE INVENTA Dir. Maurício Canguçu. Com Rafael Braga e Hugo Caramello Dois rapazes se conhecem numa rede social e ali nasce uma grande história de amor. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Neste sáb. (24), qui. (1º) e sex. (2), às 21h; dom. (25), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc)

CHURRASCO NA LAJE Dir. Marco Amaral. Com Juliana Almeida, Christiane Almeida, Raphael Calazans Reginaldo convidou todos os familiares e amigos que o ajudaram a “bater a laje” para um churrasco de inauguração, mesmo com a oposição da esposa. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Neste sáb. (24), às 20h30; dom (25), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc)

COMO SOBREVIVER EM FESTAS E RECEPÇÕES COM BUFFET ESCASSO Dir. Carlos Nunes. Com Carlos Nunes, Douglas Gonzales e Marcos Kass. Narrando fatos típicos em ambientes de festas, o ator ensina alguns truques para que a plateia não passe por situações desagradáveis em recepções com pouca comida. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes, 3516-1360). Neste sáb. (24) e sex. (2), às 21h; dom. (25), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc)

GUTO MUNIZ/DIVULGAÇÃO

th ficam sabendo do fato e enfrentam frio, neve e muita confusão para garantir a fortuna deixada pela baronesa Sissi. Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Ter. (27) e qua. (28), às 21h. R$ 17 (postos do Sinparc)

ESSA MULHER Dir. Munish. Com Iolene Di Stéfano Espetáculo solo, onde a mulher na maturidade em uma tomada de consciência questiona sua própria existência e sua construção, do que é ser mulher e sua visão social do feminino. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Qui. (1º) e sex. (2), às 21h. R$ 15

GUARA-PA-RIR Dir. Maurício Canguçu e Ílvio Amaral Com Kayete e Guilherme Oliveira O casal Agnaldo e Cleusa sai de férias em busca de descanso e diversão nas areias de Guarapari. Teatro Izabela Hendrix (r. da Bahia, 2.020, Lourdes, 3292-4405). Neste sáb. (24) e ex. (2), às 21h; dom (25), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc)

GUIA PRÁTICO DE COMO EDUCAR SUA MÃE Dir. Ílvio Amaral e Maurício Canguçu. Com Freddy Mozart e Jefersom Medeiros A comédia relata fatos divertidos e bem humorados da relação mãe e filho dentro do mundo digital, tendo a internet e as redes sociais como pano de fundo. Teatro Estação Cultural BH (Shopping Estação BH: av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova. piso L3). Neste sáb. (24), às 21h; dom. (25), ás 19h. R$ 17 (postos Sinparc)

HAPPY HOUR Dir. Sérgio Nicácio e Éder Rodrigues. Com Didi Villela Fabrício Trindade O encontro ocasional de dois homens para um Happy Hour acaba desencadeando um duelo vicioso cercado de discursos de autoafirmação, estereótipos e conceitos pré-moldados. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Qui. (1º) e sex. (2), às 21h. R$ 15

Galpão fecha a Campanha Companhia apresenta a alegoria “Os Gigantes da Montanha” (foto), sobre o ofício de fazer arte, na próxima sexta (2) e sábado (3), e traz o sarau “De Tempo Somos” no domingo (4); ambos os trabalhos no Palácio das Artes Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Nestes sáb. (24), às 20h, e dom (25), às 19h. R$ 15 (postoos do Sinparc)

INTIMIDADE INDECENTE Dir. Pedro Paulo Cava. Com Andreia Garavello e Geraldo Peninha Um casal longevo às voltas com o passado precisa se adaptar às redes sociais. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1.341, centro, 3273-1050). Neste sáb. (24) e sex. (2), às 20h30; dom. (25), às 19h. R$ 19 (postos Sinparc)

IVAN IGNORÂNCIA Dir. Marcos Coletta e Assis Benevenuto. Com Rejane Faria e Ítalo Laureano Em meio a trinta cadeiras, dois atores constroem situações cômicas e dramáticas que propõem diferentes pontos de vista sobre vícios sociais como o julgamento, a intolerância, o preconceito, a violência e a cultura do medo

Dir. Claudio Dias. Com Marco Amaral e Gustavo Marquezinni A luta de Ivan Karamazov com a sua própria consciência. Um confronto das suas convicções e suas inquietações num redemoinho de sentimentos que passa pelo questionamento da existência de Deus. CCBB (Praça da Liberdade, 450, Fun-

cionários, 3431-9400). Qui. (1°) e sex. (2), às 20h. R$ 10 (postos Sinparc)

MANDA QUEM PODE, OBEDECE QUEM É MARIDO Dir. Ricardo Batista Com Paulo Moraes e Bianca Tocafundo Jorge e Vanessa foram flechados pelo cupido. Mas com o passar do tempo Jorge tem aprendido e vai ensinar aos homens que no casamento, “Manda quem pode, obedece quem é marido!”. - Espaço Cultural ItaúPower (Av. General David Sarnoff, 5.160, Cidade Industrial, Contagem, 3329-3005). Neste sáb. (24) às 21h, dom. (25), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc) - Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Qua. (28), às 21h. R$ 17 - Teatro Raul Belém Machado (r. Leonil Prata, s/n, Alípio de Melo). Sex. (2), às 20h. R$ 17

MEMÓRIAS DE ANA

Dir. Orlando Orube. Com Bruno Berg, Thiago Carmona, Bruno Costoli e João Basílio Os atores criam uma programação televisiva trazendo humor para quadros tradicionais da telinha, como jornais, documentários e talk shows a partir de improvisações. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Neste sáb. (24), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc)

Dir. Eid Ribeiro. Com Grupo Armatrux Num universo em ruínas onde a possibilidade do amor se quebrou, o espetáculo parte dos relatos sobre o acidente de Chernobyl e faz uma ode à cultura soviética. CCBB (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Nestes sáb. (24), dom. (25) e seg. (26), às 20h. R$ 10 (postos Sinparc)

Dir. Sérgio Abritta. Com Dudu Graffite, Rafael Mazzi, Eraldo Fontiny Depois de morrer, Alex planeja transformar seu melhor amigo em um ótimo pretendente para sua mulher, que também está sendo disputada por seu maior inimigo. Teatro Monte Calvário (av. do Contorno, 9.384, Prado, 3045-5210). Neste sáb. (24) e sex. (2), às 21h; dom. (25), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc)

Dir. Roberto Freitas. Com Amanda Papatella, Bruno Righi, Kainan Ferraz Jair planeja uma viagem com o objetivo de trair sua esposa, porém não imagina que ela também está louca para que ele saia de casa. Biblioteca Pública (pça. da Liberdade, 21, Funcionários). Neste sáb. (24), às 21h; dom. (25), às 19h e sex. (2), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc)

OS SEGREDOS DE SUSANNA

DOIS NA PISTA

Dir. Fred Mayrink. Com Ilvio Amaral, Mauricio Canguçu, Mônica Horta História da morte de uma famosa baronesa da Inglaterra. Mary e Elizabe-

Dir. Ilvio Amaral. Com Andreia Quaresma e Diego D’Leon Após a separação, filho volta pra casa e descobre que sua mãe pode ser pior que grupos de whatsapp. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Neste sáb. (24), qui. (1°) e sex. (2), às 21h; dom. (25), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc)

O MARIDO DA MINHA MULHER

DOIS CASAIS EM MAUS LENÇÓIS

ESSA HERANÇA É MINHA

MINHA MÃE É PIOR QUE GRUPO DE WHATSAPP

NIGHTVODKA CAVALIERI/DIVULGAÇÃO

DESCULPA, NÃO ESTAMOS NA TV

Dir. Igor Ayres. Com Alexandre Toledo e Luciano Magno O amor de dois homens solitários que tentam encontrar seu rumo numa selva de sentimentos, incompreensões, desamor e música. O mais velho assume o papel de condutor, e outro, que tem metade de sua idade, sente dificuldades em se deixar conduzir. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Seg. (26), ter; (27) e qua. (28), às 20h30. R$ 11 (postos Sinparc)

Dir. Lenise Moraes e Oscar Capucho. Com Dinalva Andrade e Andressa Miranda As memórias de Aninha são contadas através de diversas línguas e linguagens, desde o Português e a Libras até a mímica, o Teatro de Sombras e a música. O espetáculo convida para uma experiência com o teatro do acessível. Teatro de Bolso do Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste sáb. (24), às 17h e às 20h; dom. (25), às 19h; sex. (2), às 20h. R$ 11 (postos Sinparc)

cênica da UFMG revive a clássica 6 Cantata “Carmina Burana” no Sesc Palladium Sob a direção de Ernani Maletta e com elenco formado por integrantes dos corais do núcleo de música Coral UFMG, funcionários e estudantes da universidade, a cantata cênica estreou em dezembro de 2016 e volta agora, na 44ª edição da Campanha de Popularização. “Carmina Burana” conta com 24 poesias latinas medievais, nas quais não existem o bem sem o mal, o sacro sem o profano e nem fé sem maldições: uma oscilação, na qual se encontra a grandeza da humanidade. Onde Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Quando Sexta (2) e sábado. (3), às 21h; e domingo (4), às 19h. Quanto R$ 11 (postos do Sinparc)

no colo não pagam

OS HOMENS QUEREM CASAR E AS MULHERES QUEREM SEXO Dir. Marcelo Ricco. Com Marcelo Ricco O espetáculo conta a história de Jonas, um rapaz que tenta de todas as maneiras encontrar uma mulher pra se casar. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6.061, São Pedro, 4003-4172). Neste sáb. (24) e sex. (2), às 20h30; dom. (25), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc)

PEIXES Dir. Ana Regis. Claudia, 47 anos, professora. Conviveu com a violência doméstica e assédio moral ao longo da vida. Um dia, Cláudia quebra a ordem das coisas e rompe o ciclo de violência do qual faz parte. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Nestes sáb. (24) e dom. (25), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc)

QUEM RIR POR ÚLTIMO É RETARDADO Dir. José Márcio Corrêa. Com José Márcio Corrêa, Alberto Carvalho, José Geraldo Leite Um espetáculo de humor que apresenta vários quadros cômicos, inspirados no cotidiano e que abordam programas de TV, músicas e sátiras. Teatro do NET (r. dos Timbiras, 1.605, Lourdes, 3222-1010). Neste sáb. (24), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc)

RUA DAS CAMÉLIAS Dir. Gabriela Luque. Com Companhia Vórtica Um espetáculo, uma ocupação, um processo investigativo, que fala da rua dos Guaicurus, de prostituição e de realidades ignoradas. Hotel São Gonçalo (av. do Contorno, 60, centro). Nestes sáb. (24), dom. (25) e na sex. (2), às 20h. R$ 13 (postos Sinparc)

Dir. Henrique Passini, André Brant. Com Ernane Dias, Fabíola Protzner, Pedro Vianna Susanna esconde do marido que é fumante. O empregado Sante é quem ajuda Susanna a manter seu vício escondido. Entretanto, Gil sente um cheiro de cigarro em sua casa. Sala Juvenal Dias, Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Qui. (1°) e sex. (2), às 20h30

SAPATO BICOLOR

OS GIGANTES DA MONTANHA

SEGUNDA CHAMADA

Dir. Gabriel Villela. Com Antonio Edson, Arildo de Barros, Beto Franco Grupo Galpão apresenta a fábula “Os Gigantes da Montanha”, que narra a chegada de uma companhia teatral decadente a uma vila mágica. Grande Teatro do Palácio das Artes (av. Afomso Pena, 1.537, 3236-7400). Sex. (2) e sáb. (3), às 21h. R$ 13 (postos Sinparc). Crianças de até 24 meses

Dir. Polyana Horta. Com Fabiano Persi e participação especial: Cláudio Márcio Um engraxate em meio a reflexões sobre a sua vida, seu passado e sua ligação incondicional com a Soul Music encontra na dança, seu alento e seu norte. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Neste sáb. (24), às 21h, e dom. (25), às 20h. R$ 15 (postos do Sinparc) Dir. Chico Pelúcio Com Conexão Galpão Após perder o contato, três amigos são convocados para serem mesários das eleições. Durante o reencontro, precisam solucionar casos mal resolvidos. Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3.613, Horto, 3481-5580). Neste sáb. (24) e dom (25) às 20h. R$ 11 (postos Sinparc)


pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 24 de fevereiro a 2 de

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março de 2018

ARTES CÊNICAS Beatles só para baixinhos Um violão nas mãos para cantar e recontar a história de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. Foi assim, despretensiosamente e dentro da escola, durante o intervalo, que o “Beatles Para Crianças” (BPC) fez sua primeira apresentação. A combinação deu tão certo que o show ganhou os palcos e há mais de três anos vem colocando pais e filhos, lado a lado, ouvindo grandes sucessos de Paul McCartney e companhia. E por que Beatles? Não é difícil entender que os idealizadores do projeto são fãs da banda. Mas, além do gosto pessoal, a intenção da proposta é fazer com que várias gerações possam curtir juntas canções que fizeram parte da juventude dos avós, em muitos casos. E seja qual for a faixa etária – o show não tem limite de idade –, não há motivos para ficar parado. “Sempre curti Beatles e

Dom. 25.fev.

ANDREA MACHADO/DIVULGAÇÃO

Paula Coura

acredito nessa pegada, nessa magia que essas canções trazem ao longo dos anos. É um conceito musical bem legal que procuramos trazer

Idealizadores Professores Fábio Freire e Gabriel Manet começaram em sala de aula

para o show de uma maneira completamente diferente”, explica Fábio Freire, um dos idealizadores do projeto ao lado do também educador Gabriel Manetti. Juntos, os educadores e amigos completaram a banda para apresentações pelo país. O espetáculo reúne os sucessos do quarteto de Liverpool com arranjos originais, entre eles, alguns feitos especialmente para as famosas canções “I Want To Hold Your hand”, “All My Loving” e “Yellow Submarine”. Para chamar a atenção dos pequenos, e deixar os marmanjos ligados “na tomada”, luzes, projeções, balões e até mesmo uma aula com os mais de 70 instrumentos musicais e objetos sonoros estão inclusos na

apresentação. Além disso, várias histórias são contadas em meio a uma canção e outra. “Somos professores e sempre trabalhamos com música e teatro para crianças aleatoriamente. Mas quando fomos escolhidos para conhecer Paul McCartney, quando ele veio ao Brasil, por causa de uma apresentação nossa divulgada pelas redes sociais, o projeto aumentou e resolvemos trazê-lo para os palcos”, conta Freire. Ele ainda explica que as crianças não precisam de uma música feita especialmente para elas. Porém, a maneira como as canções são apresentadas fazem toda a diferença no desenvolvimento dos pequenos. “Precisamos apresentar música de qualidade para as crianças para que elas possam, no futuro, escolher o que gostam ou não de ouvir. E o show tenta trazer isso: dar a oportunidade delas estarem em uma grande balada, entre pais e filhos, um verdadeiro entretenimento em família”, pondera. JUNIA FLOR/DIVULGAÇÃO

TODOMUNDO

VS. CORINGA

Dir. Jordan Baêsso. Com Alex Bernardes, Alessandra Stella, Ernane Campos Ao receber a visita da Morte, Todomundo, que é cada um de nós, assusta-se e sai buscando uma forma de escapar. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Neste sáb. (24), às 21h; e dom. (25), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc)

Dir. Bruno Righi. Com Bruno Righi, Guilherme Melo, Amanda Papatella O Coringa resolve atacar a cidade com mais um de seus planos. Mas Super Man, Batman, Mulher Maravilha e o Flash irão lutar para combater o vilão que planeja acabar com tudo. Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8902, Santo Agostinho, 3337-6055). Neste sáb. (24) e dom. (25), às 17h20. R$ 17 (postos Sinparc)

UM SOLTEIRO FORA DE FORMA Dir. Carlos Nunes. Com Christiano Junqueira e Matheus Vargas Após 10 anos de casamento, Ariel é colocado para fora de casa pela esposa cansada de ver o marido desleixado. Mesmo amando sua mulher, ele resolve contratar Jimmy, um personal stylist para ajudá-lo a se inserir novamente no mundo das paqueras e conquistas. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes, 3516-1360). Sexta (2), às 21h. R$ 17 (postos do Sinparc)

teatro infantil 3 PORQUINHOS - VINTE ANOS Dir. Roberto Freitas. Com Elias Lima, Kainan Ferraz, Rafael Neves Pra fugir do terrível Lobo Mau, os três porquinhos constroem cada um sua casinha de palha, madeira e tijolos. Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1.600, Lourdes, 3014-5382). Nestes sáb. (24) e dom. (25), às 16h30. R$ 17 (postos Sinparc)

A BELA E A FERA Dir. Diego Benicá (Copas Produções) Com Bernard Bravo, Bernardo Rocha, Fernanda Hallais Para salvar seu pai, uma jovem aceita viver no castelo de um príncipe que foi transformado em fera. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Neste dom. (25), às 11h. R$ 17 (postos Sinparc)

A LIGA DA JUSTIÇA

AS AVENTURAS DO DOUTOR BOTICA Dir. Beatriz Apocalypse. Com Raimundo Bento, Ana Fagundez, Antônio Rodrigues Dr. Botica e seu amigo Fido vivem cercados por amigos especiais e tudo segue harmoniosamente até que um dia a dupla acorda diante de um grande mistério. Instituto Museu Giramundo (r. Varginha, 215, Colégio Batista, 3446-0686). Nestes sáb. (24) e dom. (25), às 16h. R$ 19 (postos Sinparc)

3226-9459). Nestes sáb. (24) e dom. (25), às 16h. R$ 17 (postos Sinparc)

DEU A LOUCA NA CHAPÉUZINHO Dir. Diney Vieira. Com Gabrielly Bertolino, Cleide Matias, Marcos Areas Chapeuzinho vermelho, Pica pau, o Gato de Botas e a Emília, se unem para proteger a floresta de um lenhador que insiste em derrubar as árvores. Teatro Estação Cultural BH (Shopping Estação BH: av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova. piso L3). Neste sáb. (24) e dom. (25), às 16h. R$ 15 (postos do Sinparc)

O REI LEÃO Dir. Diego Benicá Com Bernard Bravo, Bernardo Rocha, Bianca Tocafundo Baseado no clássico infantil, a história conta as aventuras do jovem Simba para recuperar o trono que lhe foi tomado por seu malvado tio Scar. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Nestes sáb. (24) e dom. (25), às 16h. R$ 17 (postos Sinparc)

CARREGANDO A LUA Dir. Silvino Fernandes Com Ronize Barbosa, Foka Senna e Edward Cabral Três palhaços músicos contam a história de uma trupe mambembe. Teatro Santo Agostinho (r. dos Aimorés, 2679, Lourdes, 3291-5340). Nestes sáb. (17) e dom. (18), às 16h. R$ 11 (postos Sinparc)

CHAPEUZINHO VERMELHO Dir. Freddy Mozart. Com Freddy Mozart, Altemir Silva, Fernanda Abreu A história da menina Chapeuzinho Vermelho e o lobo em momentos divertidos. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta,

OS SALTIMBANCOS Dir. Raimundo Farinelli (Cyntilante Produções). Com Marcus Vinicius, Paulo Victor, Daniela Cassimiro Jumento, cachorro, galinha e gata fogem para a cidade para tentarem a carreira musical. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes, 3516-1360). Nestes sáb. (24) e dom. (25), às 16h. R$ 15 (postos Sinparc)

OS VINGADORES Dir. Bruno Righi. Com Amanda Papatella, Bruno Righi, Gustavo Andrade Após receber um alerta vermelho de que o Thanos o maior vilão de todos os tempos esta vindo a terra para recuperar as

Cine Theatro Brasil Vallourec (avenida Amazonas, 315, centro). Neste domingo (25), às 17h. R$ 100 (inteira). Promoção solidária: levando 1 kg de alimento não perecível no dia do show, paga-se R$ 60.

Inspirado no livro “História dos Nossos Gestos”, o espetáculo mescla dança contemporânea e os trejeitos do povo brasileiro. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Neste sáb. (24) e dom. (25), às 20h. R$ 11 (postos Sinparc) Dir. Carlos Moreira. Com Carlos Moreira, Corina Breyner, Izabela Campos, Brian Fernandes Narrado por duas boneca, Brasil das Gerais é um espetáculo alegre e ritmado que busca ser fiel às tradições culturais, aos rituais religiosos, às festas populares do calendário brasileiro. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia). Quarta (28), às 20h30. R$ 15

Dir. Breno Gagliard. Com Daniela Cassimiro, Stephanie Rezende, Marinah Oliveira Ladybug e Cat Noir e precisam salvar a cidade de Paris do vilão Hawk Moth. Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 98892-6780). Neste sáb. (24) e dom. (25), às 16h. R$ 15 (postos do Sinparc)

Dir. Fernanda Vianna. Com Denise Lopes Leal, Evandro Heringer, Jéssica Tamietti A doce Berenice sai pelo mundo em busca de seu sabiá Soriano. Sempre acompanhada de Rosa, sua boneca de pano, a menina inicia uma jornada de aventuras e descobertas. CCBB (pça. da Liberdade, 450, Funcionários). Neste sáb. (24) e dom. (25), às 11h. R$ 10

Beatles Para >Crianças

BRASIL GERAIS

LADYBUG - UMA AVENTURA EM PARIS

BERENICE E SORIANO

COMPLETO Essa será a terceira vez que o BPC vem para Belo Horizonte. Mas para os idealizadores do projeto, será a primeira apresentação com banda completa. O espetáculo, com cerca de uma hora de duração, não acaba quando as luzes se apagam. Ao fim, as crianças recebem o certificado de “meu primeiro show de rock”, uma espécie de diploma, e têm a oportunidade de conhecer de perto os músicos. “É um momento único em que acabo perguntando para os pais dos pequenos: e aí, como foi o show, teve sua força? Temos que lembrar que não podemos destruir o ouvido das crianças! Mas, de uma maneira em geral, 95% das pessoas que veem o espetáculo adoram”, diz Freire.

NUVENS DE BARRO

“Um Solteiro Fora de Forma” traz referências do filme “Hitch: Conselheiro Amoroso”

joias do infinito, o Homem de ferro reúne os Vingadores para defender o planeta. Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8.902, Santo Agostinho, 3337-6055). Neste sáb. (24) e dom. (25), às 16h. R$ 17

conviver de forma harmônica com o outro. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Nestes sáb. (24) e dom. (25), às 16h30. R$ 13 (postos Sinparc)

PINÓQUIO Dir. Luciano Luppi. Com Alex Prieto, Didi Moreira, Douglas Gonzáles Um bonequinho de madeira recebe o dom da vida através da magia de uma fada. Para realizar o sonho de se transformar num menino de verdade, ele precisa provar que é valente, sincero e generoso. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Nestes sáb. (17) e dom. (18), às 16h. R$ 15 (postos Sinparc)

QUEM ROUBOU O BRANCO DO MUNDO? Dir. Paulo Lobo Com Grupo Aldeia Comunicação e Arte O espetáculo é uma forma lúdica de mostras para as crianças a alegria de

dança BATUCA TANGO Com Cia El Abrazo Tango Um passeio pelas as origens mais remotas do tango. Muito se fala de suas características urbanas, no início do século XIX. Porém, o surgimento do tango nos faz voltar muitos anos na história. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes). Ter. (27), qua. (28) e qui. (1°), às 21h. R$ 19

GARRAFA ENFORCADA Dir. Mário Nascimento e Rosa Antuña. Com Cia Mário Nascimento

Dir. Cristiano Reis. Com Andrea Faria, Ariane de Freitas, Christiano Castro, Cláudia Lobo, Fernando Cordeiro O espetáculo se inspira no universo poético de Manoel de Barros para recria-lo nos corpos em movimento. Grande Teatro do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Neste sáb. (24), às 20h, e dom. (25), às 19h. R$ 11 (postos do Sinparc)

POR UM FIO Dir. Jomar Mesquita. Com Andrea Pinheiro, Fabiana Dias, Guilherme Serpa, Jomar Mesquita A companhia transpõe o fascínio pelos bordados, escritos, amontoados de Arthur Bispo do Rosário, para o emaranhado de braços e corpos que bordam coreografias. Grande Teatro do Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Neste sáb. (24), às 21h; dom. (25), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc)

PREFÁCIOS Com Anderson Aleixo e Gabrielle Salomão Dia 1°: Prefácios 1(Capela Gerais) e dia 2: Prefácios 2 (Caminho e Caos). Dança contemporânea,aspectos relevantes das culturas tradicionais populares Mineiras. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Qui. (1º) e sex. (2), às 21h. R$ 15


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almanaque

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 24 de fevereiro a 2 de março de 2018

CINEMA Maratona intergaláctica AMERICAN INTERNATIONAL PICTURES/DIVULGAÇÃO

Lorena K. M o n s t r o s , alienígenas Martins e outros seres de formas sinistras tentam acabar com a humanidade há bastante tempo, cinematograficamente falando. Mais acentuadamente a partir dos anos 1950. Neste período, viagens interestelares, máquinas de teletransporte, naves espaciais, vida em outros planetas e até realidades alternativas passaram a dominar as telonas. Sim, o gênero ficção científica – ou sci-fi – sempre atraiu hordas ao cinema. Para alegria geral do contingente de fãs deste nicho na capital mineira, o Sesc Palladium sedia, a partir do próximo dia 27, a mostra “Clássicos do Scifi: Uma Jornada de Quatro Décadas pelo Fantástico Mundo dos Filmes B de Ficção Científica”. A programação traz seis obras de quatro décadas diferentes (1950,

1960, 1970 e 1980), de diretores consagrados – entre eles alguns mestres do cinema, como Mario Bava, John Carpenter e Joseph Losey. Não bastasse, as exibições terão entrada gratuita com retirada de ingressos 30 minutos antes do início previsto da sessão. Para Marco Fialho, analista em audiovisual do departamento nacional do Sesc e curador da mostra, os títulos selecionados trazem provocações não só ao período em que foram lançados, mas à vida atual. “Os filmes escolhidos representam os anos dourados desse estilo de cinema. E fizemos um recorte colocando um título de cada década, como se fosse um almanaque”, explica. “O gênero surgiu em um mundo polarizado, no pós-guerra, com a divisão entre capitalismo e socialismo, muitas vezes representado pelo duelo com monstros ou alienígenas e essa polarização entre o bem e o mal”, explica.

REFLEXÕES Marco ainda vai discutir com o público aspectos gerais sobre a mostra e os títulos que serão exibidos. O bate-papo acontece após a sessão do dia 6 de março, às 19h30, com duração de uma hora. A questão do embate entre o homem e a ciência, situação clássica do gênero, também pode ser vista em alguns filmes da mostra, como “Eles Vivem”, “O Planeta dos Vampiros” e “Fuga no Século 23”. Para Marco, esses roteiros são importantes para se analisar como os filmes mais antigos ainda influenciam várias gerações futuras. “Eles refletem questões importantes da atualidade, principalmente em relação à divisão política e à intolerância, ambas muito fortes”, acredita.

Mostra Clássicos >do Sci-fi

Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046). Do dia 27 de fevereiro a 7 de março. Entrada gratuita com retirada de ingressos 30 minutos antes do início de cada sessão

Clássico “O Planeta dos Vampiros” é um dos títulos exibidos pela mostra

PROGRAMAÇÃO A Ameaça que Veio do Espaço Dias 27 às 17h30 e 02 às 19h30 Eles Vivem Dias 27 às 19h30, 03 às 17h e 07 às 19h30

Atenção! A programação abaixo refere-se a este fim de semana, dias 24 (sábado) e 25 (domingo)

estreias PEQUENA GRANDE VIDA (Downsizing, EUA, 2018, 2h16, 14 anos) Dir. Alexander Payne. No futuro o encolhimento humano é possível. Paul decide convencer sua esposa Audrey a adotar o curioso novo estilo econômico de vida. BH Shopping 5: 13h, 16h, 19h, 21h50 Boulevard 5: 13h10 (*), 18h30 (*) Cidade 3: 13h (*), 15h40, 18h20 (*), 21h Contagem 5: 13h10 (*), 15h50, 18h30 (*), 21h15 Del Rey 7: 12h50 (*), 15h30, 18h10 (*), 20h50 Diamond 6: 11h50, 14h45, 17h50, 20h50 Pátio Savassi 1: 14h30, 17h30, 20h45 (*) Sessões dubladas

em cartaz CINQUENTA TONS DE LIBERDADE (Fifty Shades Freed, EUA, 2018, 1h46, 16 anos) Dir. James Foley. Com Dakota Johnson, Jamie Dornan. Superados os problemas, Anastasia e Christian têm um promissor futuro. Porém, a vida, reserva surpresas. Betim 3: 14h05 (*), 18h20 (*) Betim 3: 16h10 (*), 18h30 (*), 20h40 (*) BH Shopping 4: 13h20 (*), 15h50 (*), 18h20 (*), 21h (*) BH Shopping 7: 12h20, 14h40, 17h20, 20h BH Shopping 9: 22h Big Shopping 5: 14h50 (*), 16h50 (*), 18h50 (*), 20h50 (*) Boulevard 4: 14h50, 17h, 19h10, 21h20 Cidade 2: 14h10 (*), 16h30 (*), 18h50 (*), 21h10 (*) Cidade 6: 14h (*), 16h20 (*) Cidade 6: 20h45

O Planeta Proibido Dias 28 às 17h30 e 03 às 19h

Os Malditos Dias 01 às 17h30 e dia 04 às 19h

O Planeta dos Vampiros Dias 28 às 19h30, dia 02 às 17h30 e 06 às 17h30

Fuga no Século 23 Dias 01 às 19h30, 04 às 17h e 7 às 17h30

Contagem 2: 14h10 (*), 16h30, 18h50 (*), 21h05 Contagem 4: 14h (*), 16h10 (*), 18h20 (*), 20h30 (*) Del Rey 4: 16h40, 20h50 Del Rey 4: 16h40, 20h50, 3h Del Rey 6: 14h (*), 16h10, 18h30 (*), 20h40 Itaú Power 2: 16h40 (*), 21h15 Itaú Power 6: 14h15 (*), 16h30 (*), 18h45 (*), 21h (*) Minas 2: 14h30 (*), 16h45 (*), 19h (*), 21h20 Minas 3: 14h (*), 16h10 (*), 18h20 (*), 20h30 (*) Monte Carmo 3: 14h (*), 16h20 (*), 18h40 (*), 20h50 (*) Monte Carmo 6: 14h20 (*), 16h30, 18h50 (*), 21h10 Pampulha 2: 14h55 (*), 17h (*), 19h05 (*), 21h10 (*) Pampulha 3: 18h35 (*), 20h40 (*) Paragem 2: 14h, 16h20, 18h40 (*), 20h50 Partage Shopping Betim 2: 17h10 e 19h40 Partage Shopping Betim 4: 12h50 (*), 15h30 (*), 18h (*), 20h30 (*) Partage Shopping Betim 5: 14h10, 16h10, 19h10, 21h45 Pátio Savassi 2: 15h45 Pátio Savassi 4: 13h, 22h Pátio Savassi 8: 12h20, 14h50, 17h45, 20h30 Ponteio 2: 16h30 Shopping Norte 2: 14h50 (*), 16h50 (*), 18h50 (*), 20h50 (*) Shopping Norte 3: 16h25 (*), 21h (*) Via Shopping 1: 18h50 (*), 21h Via Shopping 2 : 14h (*), 16h10 (*), 18h20 (*), 20h30 (*)

Via Shopping 5: 15h, 16h40, 18h20, 20h20

(*) Sessões dubladas

FALA SÉRIO, MÃE! (Brasil, 2017, 1h19, 10 anos) Dir. Pedro Vasconcelos. Com Larissa Manoela, Ingrid Guimarães. Adolescente sofre com o jeito conservador da mãe. Betim 2: 15h, 16h45, 18h40, 20h20 BH Shopping 1: 13h05, 15h10 Cidade 1: 15h, 16h45, 18h30, 20h20 Contagem 7: 15h, 16h40, 18h30, 20h20 Itaú Power 1: 15h, 16h50, 18h30, 20h20 Monte Carmo 1: 15h, 16h40, 18h20, 20h20 Paragem 4: 14h, 15h40, 17h20, 19h, 20h40 Partage Shopping Betim 3: 14h, 16h10

JUMANJI: BEM-VINDO À SELVA (Jumanji: Welcome to the Jungle, EUA, 2017, 1h59, 12 anos) Dir. Jake Kasdan. Com Dwayne Johnson, Jack Black. Quatro adolescentes jogam um videogame que se passa numa floresta. Mas eles vão parar na ação dentro da selva. Big Shopping 3: 16h05 (*) Contagem 8: 16h10 (*) Itaú Power 2: 14h20 (*), 18h50 (*) Minas 6: 14h20 (*), 18h50 (*), 21h10 (*) Monte Carmo 2: 16h10 (*) Pampulha 4: 16h45 (*), 21h15 (*) (*) Sessões dubladas

MAZE RUNNER – A CURA MORTAL (Maze Runner: The Death Cure, EUA, 2018, 2h21, 12 anos) Dir. Wes Ball. Com Dylan OBrien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster. Thomas sai em missão para buscar a cura de uma doença mortal. BH Shopping 6: 18h40 (*), 21h40 (*) Big Shopping 3: 20h20 (*) Cidade 8: 12h50 (*) Contagem 8: 21h05 (*) Itaú Power 4: 16h (*), 20h50 (*) Minas 5: 16h10 (*), 21h (*) Norte 3: 18h25 (*) Monte Carmo 2: 20h40 (*) Sessão 3D: Partage Shopping Betim 2: 22h10 (*) (*) Sessões dubladas

MEU AMIGO VAMPIRO (The Little Vampire, Alemanha, Holanda, Dinamarca, Reino Unido, 2018, 1h20, Livre). Dir. Richard Claus, Karsten Kiilerich. Com Jim Carter, Rasmus Hardiker. Entediado, vampiro decide ir para o mundo dos humanos e se torna amigo de um adolescente apaixonado por lendas vampirescas. BH Shopping 6: 13h (*) Via Shopping 1: 14h50 (*) Monte Carmo 2: 14h20 (*) Pampulha 5: 14h50 (*), 16h40 (*) Pátio Savassi 2: 13h20 (*) (*) Sessões dubladas


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CINEMA PADDINGTON 2 (*) (Paddington 2, Reino Unido / França, 2018, 1h43, livre) Dir. Paul King. Paddington sai em busca do presente perfeito para a sua tia, Lucy, no aniversário de cem anos. E encontra um livro único. BH Shopping 9: 13h40 Minas 6: 16h40 Pampulha 3: 14h25, 16h30 Pátio Savassi 1: 12h10 Sessões 3D: Partage Shopping Betim 2: 12h10, 14h40 (*) Sessões dubladas

PANTERA NEGRA (Black Panther, EUA, 2018, 2h14, 12 anos) Dir. Ryan Coogler. Com Chadwick Boseman, Lupita Nyongo, Michael B. Jordan. T'Challa retorna para casa, a nação africana de Wakanda, para tomar seu lugar como Rei. Ele deve provar seu valor como 'Pantera Negra' quando antigo inimigo reaparece. Big Shopping 2: 15h30 (*), 18h10 (*), 20h40 (*) Boulevard 3: 13h, 15h40, 18h20, 21h Cidade 2: 11h40 (*) Cidade 5: 18h10 (*), 20h50 (*) Cidade 7: 13h (*), 15h40 (*), 18h20 (*), 21h (*) Contagem 3: 18h30 e 21h20 (*) Contagem 6: 13h (*), 15h40 (*), 18h20 (*), 21h (*) Del Rey 3: 13h10, 15h50, 18h30, 21h10 Del Rey 6: 22h40 Diamond 4: 12h30 (*), 15h30, 18h30, 21h30 Itaú Power 3: 13h (*), 15h40 (*),

18h20 (*), 21h (*) Minas 4: 13h10 (*), 15h50 (*), 18h30 (*), 21h10 (*) Monte Carmo 4: 13h10 (*), 15h50 (*), 18h30 (*), 21h10 (*) Pampulha 5: 18h30 e 21h Pampulha 6: 14h (*), 16h30 (*), 19h (*), 21h30 (*) Paragem 1: 13h10, 15h50, 18h30 e 21h10 Paragem 5: 13h15 (*), 16h, 18h35 (*), 21h15 Partage Shopping Betim 3: 18h20 (*), 21h20 Shopping Norte 1: 15h20 (*), 18h (*), 20h30 (*) Shopping Norte 5: 15h40 (*), 18h10 (*), 20h40 (*) Via Shopping 3: 13h10 (*), 16h10 (*), 18h20 (*), 20h30 (*) Sessões 3D: Betim 1: 13h (*), 15h40 (*), 18h20 (*), 21h (*) BH Shopping 1: 17h10 e 20h10 BH Shopping 2: 12h30 (*), 15h30 (*), 18h30, 21h30 BH Shopping 3: 11h50 (*), 14h50, 17h50 (*), 20h50 BH Shopping 8: 16h10 (*), 19h10 (*) Big Shopping 1: 15h20 (*), 18h (*), 20h30 (*) Boulevard IMAX: 13h10, 15h50, 18h30, 21h10 Cidade 4: 13h10 (*), 15h50, 18h30 (*), 21h10 Contagem 1: 13h15 (*), 15h55, 18h35 (*), 21h15 Del Rey 1: 12h50 (*), 15h30, 18h10 (*), 20h50 Del Rey 2: 17h40 (*), 20h30 (*) Diamond 5: 14h30 (*), 17h30, 20h30 Itaú Power 5: 13h10(*), 15h50, 18h30

(*) e 21h10 Minas 1: 13h15 (*), 16h, 18h35 (*), 21h15 (*) Monte Carmo 5: 13h15 (*), 16h, 18h35 (*), 21h15 Pampulha 1: 13h50 (*), 16h20 (*), 18h50 (*), 21h20 (*) Partage Shopping Betim 1: 13h(*), 16h (*), 19h (*) 22h Partage Shopping Betim 6: 12h (*), 14h50 (*), 17h50 (*), 20h50 (*) Pátio Savassi 4: 16h (*), 19h (*) Pátio Savassi 5: 12h , 15h, 18h, 21h Ponteio premier: 13h20, 16h, 18h35 e 21h10 Via Shopping 4: 13h15 (*), 16h, 18h35 (*), 21h15 (*) Sessões dubladas

PEIXONAUTA – O FILME (Brasil, 2018, 1h17, livre) Dir. Kiko Mistrorigo, Célia Catunda, Rodrigo Eba. Quando o Dr. Jardim não retorna da cidade, Peixonauta, Marina e Zico partem para resgatá-lo. BH Shopping 8: 14h

mostras FICÇÃO CIENTÍFICA ANOS 1950 (*) Neste sábado (24) 14h “O Monstro da Lagoa Negra” (EUA, 1954, 1h19, 14 anos) Dir. Jack Arnold 16h “Mandrágora” (ALE, 1952, 1h32, 12 anos) Dir. Arthur Maria Rabenalt. 18h “A Hora Final” (EUA, 1959, 2h14, 14 anos) Dir. Stanley Kramer. 20h30 “Vampiros de Almas” (EUA,

1956, 1h20, 12 anos) Dir. Don Siegel Domingo (25) 16h “A Caminho das Estrelas” (URSS, 1958, 50min, 10 anos) Dir. Pavel Klushantsev. 17h “Guerra dos Mundos” (EUA, 1953, 1h25, livre) Dir. Byron Haskin. 18h30 “Godzilla” (JAP, 1954, 1h36, 12 anos) Dir. Ishirô Honda 20h15 “O Monstro do Mar” (EUA, 1953, 1h20, 12 anos) Dir. Eugène Lourié Segunda-feira (26) 15h “O Monstro Do Mar Revolto” (EUA, 1955, 1h19) Dir.Robert Gordon 17h “A Revanche do Monstro” (EUA, 1955, 1h22) Dir. Jack Arnold 19h “Tarântula!” (EUA, 1955, 1h20) 21h “O Mundo em Perigo” (EUA, 1954, 1h34) Dir. Gordon Douglas Terça-feira (27) 17h “O Fantástico Mundo” (Rep. Tcheca, 1958, 1h23). Dir. Julio Verne 19h “Simão, o Caolho” (BRA, 1952, 1h41) Dir. Alberto Cavalcanti 21h “A Vinte Milhões de Léguas da Terra” (EUA, 1957, 1h22) Dir. Nathan Juran Quarta-feira (28) 17h “O Homem do Sputnik” (BRA, 1959, 1h38). Dir. Carlos Manga 19h “Viagem ao Centro da Terra” (EUA, 1959, 2h09). Dir. Henry Levin 21h30 “O Céu Está Chamando” (URSS, 1959, 1h17)

Dir. Mikhail Karzhukov, Aleksandr Kozyr

Dir. John Carpenter

Quinta-feira (1°) 15h “A Bolha” (EUA, 1958, 1h26) Dir. Irvin S. Yeaworth Jr., Russell S. Doughten Jr 17h “Tropas Estelares” (EUA, 1997, 2h09) Dir. Paul Verhoeven . Sessão comentada

Quarta-feira (28) 17h30 “O Planeta Proibido” (EUA, 1956, 1h39). Dir. Fred M. Wilcox 19h30 “O Planeta dos Vampiros” ( EUA, 1965, 1h28) Dir. Mario Bava

19h45 “Viagem ao Planeta Proibido” (EUA, 1959, 1h23) Dir. Ib Melchior 21h15 “Plano 9 do Espaço Sideral” (EUA, 1959, 1h19) Dir. Edward D. Wood Jr. (*) Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes (av. Afonso Pena. 1.537, centro, 3236-7400). Entrada gratuita

MOSTRA PERSISTERE (*) Neste sábado (24) 17h “Aquarius” (BRA, 2016, 2h26, 16 anos) Dir. Kleber Mendonça Filho. 19h30 “A Ovelha Negra” (Islândia, 2015, 1h33, 12 anos). Dir. Grímur Hákonarson. Domingo (25) 17h Eu, Daniel Blake (RU, 2016, 1h45, 12 anos). Dir. Ken Loach. 19h30 Na Ventania (Estônia, 2014, 1h27, 12 anos). Dir. Martti Helde.

CLÁSSICOS DO SCI-FI (*) Leia mais na página 24 Terça-feira (27) 17h30 “A Ameaça que Veio do Espaço” (EUA, 1953, 1h21, 14 anos) Dir. Jack Arnold 19h30 “Eles Vivem” (EUA, 1988, 1h34)

Quinta-feira (1°) 17h30 “Os Malditos” (EUA, 1963, 1h35). Dir. Joseph Losey 19h30 “Fuga no Século 23” (EUA, 1976, 1h59). Dir. Michael Anderson Sexta-feira (2) 17h30 “O Planeta dos Vampiros” ( EUA, 1965, 1h28). Dir. Mario Bava 19h30 “A Ameaça que Veio do Espaço” (EUA, 1953, 1h21, 14 anos) Dir. Jack Arnold (*) Cine Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Entrada gratuita

MOSTRA CINE BIOGRAFIAS BRASILEIRAS (*) Neste sábado (24) 19h Santiago (Brasil, 2007, Documentário, 1h19) Dir. João Moreira Salles Domingo (25) 17h “Helena Meirelles - a Dama da Viola” (Brasil, 2006, 1h12) Dir. Francisco de Paula 19h “Três Irmãos de Sangue” (Brasil, 2006, 1h42) Dir. Angela Patrícia Reiniger (*) Mis Cine Santa Teresa (rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza, 3277-4699). Entrada gratuita.

INDICADOS AO OSCAR EM CARTAZ DIAMOND FILMS/DIVULGAÇÃO

A GRANDE JOGADA (Molly's Game, Eua, China, 2017, 2h20, 14 anos) Dir. Aaron Sorkin. Com Idris Elba, Jessica Chastain, Kevin Costner. Após perder a chance de participar dos Jogos Olímpicos devido a um grave acidente, a esquiadora Molly Bloom vai para Los Angeles e acaba organizando jogos de pôquer clandestinos e milionários para celebridades e empresários. Indicado na categoria de roteiro adaptado. Belas 2: 13h50, 21h30 BH Shopping 10: 14h30, 17h30, 20h30 Boulevard 1: 18h10, 20h50 Cidade 8: 15h30, 18h, 20h30 Del Rey 5: 13h, 15h40, 18h20, 21h Del Rey 5: 14h10, 16h50, 16h50, 19h30, 22h10 Paragem 3: 13h30, 18h20, 21h Ponteio 4: 16h20, 21h05 Pátio Savassi 2: 18h30, 21h30

Boulevard 1: 13h40 e 16h Contagem 8: 14h Del Rey 4: 18h50 Itaú Power 4: 13h50 e 18h45 Minas 5: 14h, 18h45 Monte Carmo 2: 18h30 Paragem 3: 16h10 Shopping Norte 3: 14h20 Via Shopping 1: 16h40

Jessica Chastain estrela o longa “A Grande Jogada”, que estreia nos cinemas de BH nesta semana

(*) Sessões dubladas

TRAMA FANTASMA (Phantom Thread, EUA, 2019, 2h11, 14 anos) Dir. Paul Thomas Anderson. Década de 1950. Reynolds Woodcock é um renomado estilista que, ao lado da irmã Cyril, veste a realeza e a elite britânica. Mas tudo muda quando ele conhece a forte e inteligente Alma, que vira sua musa e amante. Indicado a seis categorias, incluindo melhor filme. Diamond 1: 15h45, 18h45, 21h45 Ponteio 2: 14h, 18h40, 21h10

EU, TONYA (I, Tonya, EUA, 2018, 2h, 14 anos) Dir. Craig Gillespie. A patinadora no gelo Tonya Harding se destaca no esporte enquanto aguenta maus-tratos e humilhações da mãe e do marido agressivos. Entre altos e baixos, a atleta acaba envolvida num violento incidente. Baseado em fatos reais. Indicado a três categorias. Belas 1: 16h40 e 19h10

EXTRAORDINÁRIO (Wonder, EUA, 2017, 1h54, livre) Dir. Stephen Chbosky. Com Jacob Tremblay, Julia Roberts, Owen Wilson. Um menino com uma deformação facial enfrenta os desafios de iniciar seus ensinos em uma escola regular. Indicado nas categorias de melhor maquiagem e cabelo. BH Shopping 8: 22h

A FORMA DA ÁGUA (The Shape of Water, EUA, 2018, 2h03, 16 anos) Dir. Guillermo del Toro. Com Sally Hawkins, Michael Shannon, Richard Jenkins. Durante a década de 60, em meio aos grandes conflitos políticos e as grandes transformações sociais ocorridas nos Estados Unidos, Elisa, zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, conhece e se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa no local. Indicado a 13 categorias, incluindo melhor filme, direção, atriz e roteiro original. BH Shopping 9: 16h30 (*), 19h20 (*) Big 4: 18h45 (*), 21h (*) Boulevard 2: 16h30, 21h15 Cidade 6: 18h25 Contagem 8: 18h40

TRÊS ANÚNCIOS PARA UM CRIME

Diamond 2: 21h20 Pampulha 4: 14h20 (*), 18h55 (*) Partage Shopping Betim 7: 18h10, 21h Partage Shopping Betim 7: 15h20 (*), 21h (*) Pátio Savassi 7: 14h, 16h40, 19h30, 22h10 Ponteio 3: 14h10 (*) Sessões dubladas

LADY BIRD – A HORA DE VOAR (Lady Bird, EUA, 2018, 1h33, ) Dir. Greta Gerwig. Christine McPherson, ou “Lady Bird”, está no último ano do ensino médio e o que mais deseja é fazer faculdade longe de Sacramento, ideia firmemente rejeitada por sua mãe, com quem vive uma relação contenciosa enquanto tenta descobrir quem realmente é. Indicado a cinco categorias, incluindo melhor filme. Boulevard 2: 14h30 e 19h10 Diamond 2: 13h50, 16h20 e 19h

quando Oliver, orientando de seu pai acadêmico, vem passar o verão com eles em sua casa no interior da Itália. Indicado nas categorias de melhor filme, ator, roteiro adaptado e canção original. Belas 3: 19h

MUDBOUND – LÁGRIMAS SOBRE O MISSISSIPI (Mudbound, EUA, 2017, 2h14, 16 anos) Dir. Dee Rees. Com Carey Mulligan, Garrett Hedlund, Jason Mitchell. Depois da Segunda Guerra Mundial, duas famílias entrelaçam suas histórias vivendo no delta do Rio Mississippi e enfrentarão a hierarquia social bárbara numa paisagem implacável. Indicado a quatro categorias, incluindo melhor roteiro adaptado. Belas 3: 14h, 21h30 Cidade 5: 15h40 Del Rey 4: 13h50

SEM AMOR ME CHAME PELO SEU NOME (Call Me By Your Name, França/ Itália/ EUA/ Brasil, 2018, 2h13, 14 anos) Dir. Luca Guadagnino. Com Armie Hammer, Michael Stuhlbarg, Timothée Chalamet. Em 1983, Elio, jovem de 17 anos, descobre a intensidade do primeiro amor

(Nelyubov, Rússia, França, Bélgica, Alemanha, 2018, 2h08, ) Dir. Andrey Zvyagintsev. Boris e Zhenya estão se divorciando. Com tantas preocupações eles acabam não dando atenção ao filho Alyosha, que desaparece misteriosamente. Indicado na categoria de melhor

filme estrangeiro. Belas 3: 16h30

THE POST – A GUERRA SECRETA (The Post, EUA, 2018, 1h55, 12 anos) Dir. Steven Spielberg. Com Meryl Streep, Sarah Paulson, Tom Hanks. A história do Pentagon Papers, documento publicado pelo The Washington Post que continha diversas informações militares sigilosas sobre as ações dos EUA no Vietnã. Indicado nas categorias de melhor filme e atriz. Diamond 1: 13h Pátio Savassi 2: 15h45 Ponteio 4: 14h, 19h

O TOURO FERDINANDO (*) (Ferdinand, EUA, 2018, 1h49, livre) Dir. Carlos Saldanha. Ferdinand é um touro calmo, que não gosta de brigar com outros animais. Porém, ele é escolhido como o maior e mais rápido animal para participar das touradas de Madri. Indicado na categoria de melhor animação. Betim 3: 14h BH Shopping 10: 12h Big Shopping 4: 14h20, 16h30

(Three Billboards Outside Ebbing, Missouri, EUA, 2018, 1h56, 14 anos) Dir. Martin McDonagh. Inconformada com a ineficácia da polícia em encontrar o culpado pelo brutal assassinato de sua filha, Mildred Hayes decide chamar atenção para o caso alugando três outdoors em uma estrada raramente usada. Indicado a sete categorias, incluindo melhor filme. Belas 1: 14h, 16h30, 19h, 21h30 Pátio Savassi 3: 13h40, 16h20, 19h10 e 21h50 Ponteio 3: 16h35, 18h50, 21h

VIVA – A VIDA É UMA FESTA (*) (Coco, EUA, 2018, 1h45, livre) Dir. Lee Unkrich, Adrian Molina. Menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas precisa lidar com sua família, que desaprova seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos. Indicado na categoria de melhor animação e canção original. BH Shopping 6 : 16h20 (*) Cidade 5: 13h30 Cidade 6: 12h Contagem 3: 13h50 e 16h20 Del Rey 2: 13h40 e 15h40 Diamond 4: 12h00 (*) Sessões dubladas


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BELO HORIZONTE 24 de fevereiro a 2 de março de 2018

estilo VIDA NOVA> Listamos algumas medidas que buscam alinhar o bem-estar com a sustentabilidade CHIARA GADALETA/DIVULGAÇÃO

Mudança de hábito Marcas, iniciativas e projetos estão colocando a sustentabilidade em um novo patamar, para além de mera tendência da moda – já há algum tempo, passou a ser um estilo de vida. Basta perceber que expressões como “upcycling”, “cadeia produtiva” e “slow beauty” estão mais presentes no dia a dia das pessoas e, por isso, não dá para discordar que existe um movimento real, palpável, que coloca em foco práticas mais sustentáveis – além de estimular a adoção de hábitos em prol do consumo mais consciente. Uma das primeiras a trabalhar boa parte dessas ideias foi Chiara Gadaleta, consultora de moda sustentável e fundadora do Movimento EcoEra (coletivo de integração dos mercados de moda, beleza e design a questões sociais e ambientais). Para a moça, que também é apresentadora do programa “Menos é Demais”, da Discovery Home & Health, pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença no meio ambiente e na sociedade. No fim do ano passado, a própria Chiara colocou no ar o portal EcoEra, que tem como um dos objetivos listar as chamadas “práticas de impacto positivo”, como o reaproveitamento. “Muitas vezes acabamos descartando uma peça de roupa ou algum móvel de forma prematura. Acionando pequenos ateliês de reforma ou oficinas de marcenaria, os objetos podem ganhar uma nova cara e, assim, prolongamos a sua vida útil”, sugere. Chiara ajudou a listar outros hábitos que, ao fim, podem fazer diferença, ao colaborar para um mundo melhor e estabelecer uma relação mais justa com o planeta – aliás, por que não começar a colocá-los em prática agora? Lorena K. Martins

INSTAGRAM ESCOLA DE MODA DENISE AGUIAR/REPRODUÇÃO

A especialista em moda sustentável Chiara Gadaleta é o nome por trás do movimento EcoEra, que, no fim do ano passado, se transformou em um portal dedicado a explorar o tema da sustentabilidade em diversas formas (www.ecoera.com.br)

VALORIZE A PRODUÇÃO LOCAL

FAÇA VOCÊ MESMO Que tal aprender algumas práticas e realizá-las no dia a dia? Cursos de costura, de jardinagem ou de marcenaria podem te ajudar a reaproveitar objetos – e ainda contribuem para um despertar de consciência com engajamento social e ambiental. “Muito mais gostoso que comprar é criar exatamente o que gostamos. Quando colocamos a mão na massa, entramos em contato com o processo de fabricação dos bens que consumimos”, acredita Chiara Gadaleta, consultora de moda sustentável e fundadora do Movimento EcoEra. Também apostando na tendência do “faça você mesmo”, a Escola de Moda Denise Aguiar, em BH, incluiu, recentemente, em sua grade de aulas, o curso de corte e costura (foto acima), a fim de fazer com que os alunos criem o que querem consumir. Já Alana Rox, chef e apresentadora do programa “Diário de uma Vegana”, no GNT, ensina receitas fáceis, como a produção de cosméticos próprios. Um deles é o desodorante vegano, feito a partir de óleo de coco, que é um poderoso antibacteriano. A receita deve ser preparada com quatro colheres de sopa de óleo de coco, três de bicarbonato de sódio e gotinhas de óleos essenciais de alecrim ou lavanda, por exemplo. É muito simples: basta misturar tudo e despejar em um vidrinho – o melhor é que o produto pode durar até um mês.

QUERMESSE DA MARY/DIVULGAÇÃO

“Quando adquirimos artigos produzidos na região, valorizamos e incentivamos a economia do lugar, minimizando a questão do desemprego e atuando na redução da emissão de poluentes, por conta dos transportes”, diz Chiara Gadaleta. Por isso, a dica é visitar feiras, ateliês e centros culturais que dão destaque a marcas criativas autorais, objetivando um consumo mais consciente. “Ao comprar de quem faz você leva para a casa um produto com história, porque quem fez está ali. É importante valorizar os produtos e quem está perto da gente. Além disso, esses produtores vieram para mostrar que conseguem ser felizes ganhando menos e fazendo algo que lhes dá prazer”, acredita Mary Arantes, nome por trás da Quermesse da Mary (foto abaixo), que sempre realiza feiras com artigos locais – próxima está marcada para o mês de maio. Para se familiarizar com itens comercializados pelo próprio produtor, vale visitar também a Benfeitoria (rua Sapucaí, 153, Floresta), a loja Mooca (rua Antônio de Albuquerque, 458, Savassi), que congrega várias marcas locais, e a loja colaborativa Butic Club (rua da Bahia, 1.148, centro).


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VIRGILIO ANDRADE/DIVULGAÇÃO

INVISTA NO “UPCYCLING”

Cada vez mais as pessoas têm priorizado o uso de cosméticos de empresas ligadas a questões sociais e ambientais e, principalmente, que procuram deixar clara, em sua fórmula, a opção de não incluir insumos de origem animal, bem como de usar ingredientes naturais e não apoiar testes com cobaias. Fundadora da Simple Organic (foto ao lado), marca brasileira de cosméticos orgânicos, veganos, naturais e cruelty-free, Patrícia Lima deixa transparente todo o processo da cadeia produtiva de seus produtos, para que o consumidor saiba que tem uma atitude correta em relação à preservação do meio ambiente. “Acreditamos no consumo consciente, e essa é uma das ferramentas para mudar o mundo e as futuras gerações. A nossa matéria-prima tem selo da Ecocert, a maior certificadora de orgânicos do mundo, e é plantada de forma que respeita a natureza e o solo”, explica Patrícia. “A transição para o consumo consciente não precisa ser radical. As pessoas não precisam parar do dia pra noite. Se em algum momento a pessoa opta por usar um batom orgânico, vai começar a repensar no consumo de todas as outras coisas que usa, como o rímel, o BB cream... Cada pequeno passo de cada pessoa gera um impacto enorme”, acredita. Chiara Gadaleta também incentiva o uso desses cosméticos e a diminuição do impacto no meio ambiente. “Valorize também os produtos locais, que fomentam a biodiversidade, e ingredientes brasileiros”, disse. Optar por produtos sólidos (ou seja, que incluem ingredientes concentrados em sua composição), que dispensam o uso de embalagens e, automaticamente, produzem menos lixo, é outro exemplo desse movimento que tem crescido no mercado de beleza. Marcas como Lush, Frez e Nu Cosméticos são alguns exemplos que aboliram de vez os frascos plásticos de seus cosméticos.

SIMPLE ORGANIC/DIVULGAÇÃO

NÉCESSAIRE ENGAJADA

O processo que se utiliza de resíduos têxteis e descartes para dar vida a novas peças tem nome: “upcycling”. O conceito foi criado nos anos 90, mas a palavra, de fato, foi mais usada na moda nos últimos tempos. O benefício consiste em transformar roupas antigas em novos produtos, uma prática que está ficando comum em empresas como a Farm, que criou uma coleção em parceria com a Re-Roupa, reaproveitando as estampas novas e antigas da marca. As mineiras Virgilio Couture, SR Estilo (foto abaixo) e Molett também investiram no conceito sem deixar o design de lado – todas enxergam esse processo como uma oportunidade de ver a moda de forma menos descartável. “É cafona jogar uma boa estampa no lixo só porque ela já foi usada. Meus tecidos são reaproveitados e ganham nova vida com outras ideias”, explica Virgilio Andrade, da Virgilio Couture, na qual sobras de tecidos nobres, como a seda, viraram uma minicoleção de t-shirts (foto à esquerda). LE GRAS FOTOGRAFIA/DIVULGAÇÃO

Xampu sólido da Lush

GARIMPO CERTO INSTAGRAM @BRECHODAPOPPI/REPRODUÇÃO

LEO LARA/UNIVERSO PRODUÇÃO/DIVULGAÇÃO

MENOS É MAIS

PANTYS/DIVULGAÇÃO

Abastecer o armário em brechós e bazares que vendem produtos de segunda mão é uma forma de diminuir o consumo de itens novos e adquirir peças a preços mais acessíveis – e, automaticamente, artigos únicos. “Você também evita que um objeto seja jogado fora e, assim, poupa o trabalho de decomposição da natureza, que pode demorar centenas de anos. Comprar algo que já existe evita também que um novo produto seja fabricado e economiza água e energia para isso”, acredita Moysés Abras, diretor executivo do De Mão em Mão Clube de Brechós, que fomenta o empreendedorismo sustentável. Outra dica é pegar aquelas peças que você não usa muito e trocá-las entre amigas ou em brechós espalhados pela cidade. Vale se guiar pelos endereços de Instagram: @dmemclube, @brechodapoppi, @camaleoabrecho e @alma.vintage.shop

Você sabia que, durante a vida, as mulheres têm em média 450 ciclos menstruais, descartando 150 kg de absorventes? Uma das soluções para diminuir drasticamente o lixo gerado é optar por coletores menstruais e calcinhas absorventes reutilizáveis – esta última se tornou mais conhecida no Brasil em novembro de 2016, quando a chef Bela Gil contou que as usava no lugar de absorventes comuns. Aqui, no Brasil, a Pantys (foto abaixo), marca especializada no produto, criou a versão que dura aproximadamente dois anos e que possui tecido antimicrobiano com bloqueador de odores e alta capacidade de absorção. E não é só isso: vale também tentar diminuir o uso de sacolas plásticas – 1,5 bilhão delas são consumidas no mundo por dia – e optar pelas ecobags. Em janeiro deste ano, a 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes produziu bolsas feitas de lonas recicladas (foto acima) da edição anterior do evento. Neste ano foram 342 m² de lona, vindos de banners, placas e cartazes, que vão se transformar em 700 sacolas.

Antigos vestidos foram transformados em bolsas de festa, uma parceria entre a SR Estilo e o curso de design de moda da Universidade Estácio de Sá


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VITRINE

Fogo de palha Tudo artesanal Nocampo,napraiaenoasfalto, osobjetosfeitosapartirde tramasnaturaissãoos queridinhosdaestação Em mais um resgate do trabalho artesanal, produtos confeccionados a partir de tramas naturais, como palha, ráfia e madeira ressurgem nesta temporada. Na decoração, móveis e objetos são responsáveis por dar um toque rústico e aconchegante ao ambiente. E, por conta do seu acabamento em cores naturais, conseguem combinar em qualquer cômodo. Quer um exemplo? Até o cesto, ideal para guardar a roupa suja, pode – e deve – ganhar ares renovados e ser deixado mais à vista, como um objeto de decoração. E não é preciso estar no campo para poder adicionar um toque rústico à cozinha. Utensílios como portaguardanapos e sousplat deixam a mesa mais bonita e com ares de fazenda. Na moda, tanto a bolsa quanto o chapéu de palha saem do seu lugar comum – que é a praia – e invadem confortavelmente o asfalto. Uma dica é combiná-los com looks urbanos e despojados, como mostrou as grifes Missoni e Jacquemus, em seus recentes desfiles. Os calçados também não ficam de fora. Saltos e plataformas de madeira, palha e até cortiça são elementos quase unânimes nos mais recentes lançamentos. Para quem opta por conforto, tênis, rasteirinhas e mules também entram na onda e provam que o clima praiano pode ser vivido onde for preciso. Inspirações para adotar a palha em tudo? Veja a seguir. Lorena K. Martins

A cadeira em fibra é a pe6 Descanso dida para decorar sua área externa e

receber seus convidados para um delicioso dia de sol à beira da piscina Quanto R$ 151,04 Onde www.mobly.com.br

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vida leve

Laura Medioli laura@otempo.com.br

Que Deus nos acuda! HÉLVIO

ejo no Instagram as fotos de u m a conhecida, moça rica de São Paulo, na faixa dos 30. A menina é linda, tem um corpo escultural, suas fotos são produzidas, tudo milimetricamente estudado. Um olhar sem profundidade, quase de boneca de louça. Sabendo que ela não é modelo nem trabalha com blogs, me pergunto que geração é esta, acrescentando aí as adolescentes que, numa overdose narcisista, se mostram em poses, sensuais ou não, com as lentes sempre voltadas para elas mesmas. Sorrisos ensaiados, tomando drinks coloridos, focadas exclusivamente no “eu”. Sob a lente de quem já passou dos 50, me atrai a beleza da simplicidade: flores com suas cores e delicadezas; sorrisos espontâneos de amigos; animais

V

com olhares que transmitem sentimentos, imagens que nos fazem rir ou ficar com nó na garganta. Mas o que encontramos no ambiente virtual, e fora dele, é um mundo egocêntrico onde não há muita preocupação com o conteúdo. Um mundo cheio de futilidades, ostentações e até promiscuidades. Cantos e danças esquisitas, quase pornográficas, fazem o sucesso do momento. E a garotada imita, como se fosse um desfile em que os seios e os quadris são os únicos protagonistas. Sou da época em que, além de outros ritmos, também se dançava junto, rostos próximos, falas mansas que nos faziam apaixonar e pisar desajeitadas no pé do companheiro. Isso quando não comprávamos o disco para ouvir depois, até o vinil furar. Mas deixa pra lá, outros tempos. Hoje, chega-se ao ponto de encontrar em escolas públicas um livro aprovado pelo MEC que, graças às reclamações dos pais, foi retirado de circulação. O persona-

ruins que descarregam nos jovens; confrontos sem discernimento, sem bom senso; o negócio é se impor, não pela inteligência, mas pela falta dela. Como diz o ditado: “Tambores vazios são os que mais fazem barulho”. E, para finalizar minha miscelânea de indignações, este é um ano eleitoral. Me preparo para uma sessão de baixarias que já começou e promete ir às profundezas do inferno. Inverdades fabricadas por gente mal-intencionada, compartilhadas pelos menos informados. Coxinhas versus mortadelas, bolsonetes no meio da confusão – uma babel de mentiras, demagogias e idolatrias que tentam confundir o cidadão incauto. Se Deus é brasileiro, então, meu Deus, olhai por nós, porque o negócio aqui está feio e ainda pode piorar. gem, um rei de histórias encantadas, se apaixona pela filha e a pede em casamento. A mãe, segundo o soberano, passaria a ser a criada

de ambos. Gente, me poupe! O negócio anda tão desvirtuado que um que se julga esperto diz: “Nós quere-

mos é ser felizes, nos arranjar, não importa o preço a ser pago”. Com essa alucinação que vem se alastrando, multiplicam-se os exemplos

Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO

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pampulha DANIEL ZIMMERMANN/DIVULGAÇÃO

WMarrocos. Crescimento de brasileiros no país foi de 35% em 2017. Págs. 7 a 9 WServiço. Malas “inteligentes” (ou futuristas) já estão a caminho. Pág. 10

W .

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BELO HORIZONTE Sábado 24/2/2018

Na rota cervejeira de

Blumenau FestivalNacionalda Cerveja movimentacidade catarinense efortalece segmento no país Páginas 4 a 6


W2 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

paulo campos paulocampos@otempo.com.br

Acompanhe as dicas de Paulo Campos no programete Super Viagem, de segunda a sexta-feira, às 10h33, no Manhã Super

sala vip (I) W

Abreu promove road show em Belo Horizonte

FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

A Abreu Viagens está promovendo road show pelo Brasil até 28 de março. No último dia 21, foi a vez dos agentes de viagens mineiros de conhecerem as novidades da operadora portuguesa, entre elas os lançamentos da temporada 2018/2019, o quarto ano da campanha de vendas Viagens Preciosas e a entrega de prêmios aos maiores vendedores dos produtos Abreu em 2017 – as agências Arizona, São José Viagens e

Master Turismo. Segundo o gerente da Abreu em Minas, AndréBernardes, entreas novidades da operadora estão os bloqueios para o Canadá e os Estados Unidos, 12 saídas para os Marrocos e os programas Europa para Todos e Europa Select. No DNA da Abreu, estão guias falando português e roteiros planejados para o público brasileiro. Recentemente, a Abreu abriu escritório em Buenos Aires, na Argentina.

Montovani e André Bernardes, anfitriões do road show Abreu

Evento na 68 Pizzeria contou com ampla presença dos agentes

Diogo Boross (Van Holland), Lilian Pires (Greentours) César Neves (Speed System), Wallace Fernandes (Alvo) e Weder Ferreira (SR)

Ramon Ferraz (Ramon Turismo), Gabriela Leite (Master), Rodrigo Albuquerque e Raquel Batista (Abreu) e Karla Santos (Master)

Rose Fernandes (Master), Felipe Dias (Master), Jordânia Ramires (Master), Itália Diniz (Master) e Camila Andrade (Multitour)

Stephanie Tiso (TH Travel), Cristina Camareiro (Condotti), Alexandre e Juliana Coimbra (Master), Graciema Freitas (Primus)

Da equipe da Abreu, a guia Liliane Pereira, Marcos Bizzotto, Breno Baeta, Leandro Oliveira, Alfredo Rabelo e Bruno Baeta

Daura Alvarenga, Luís Guadalupe (Master), Ana Paula (Central do Estudante), Regina Rodrigues (Nexttur) e Luciana Central Travel)

Cássio Takano e Fabiano Dias (representando a Copa Airlines)

Magno e Elaine Miranda (Arizona), Alberto Messeder (Bancorbrás)

Gisele, Camila e Juliana Estrella (Polo), Alíne Castro (Abreu)

Entre os campeões de vendas dos produtos da Abreu em 2017 estão as agências Arizona, representada por Eliane Miranda...

...São José Viagens, representada pela proprietária Silvana Saliba, que recebeu troféu da mãos de Bruno Baeta, da Abreu...

...e Master Turismo, representada pelo diretor comercial, Felipe Dias; equipe da Master esteve presente em peso no evento


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O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia - Belo Horizonte

24 de fevereiro de 2018


W4 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

Indústria

Europeias de olho no Brasil A Feira Brasileira da Cerveja, que também ocorre no Parque Vila Germânica, é voltada para maquinários, serviços e insumos cervejeiros. “Pela primeira vez, contamos com uma área específica para empresas internacionais que estão enxergando no Brasil um mercado atrativo”, informa Guilherme Guenther, diretor administrativo do parque.

turismo Blumenau

As melhores cervejas do Brasil Concurso vai revelar os rótulos premiados; público podedegustar 800 cervejasdiferentesna Vila Germânica

PMB/DIVULGAÇÃO

Renata Abritta renata..abritta@otempo.com.br

O lúpulo é o ingrediente que dá aroma e amargor à cerveja

Defeitos

‘Off-flavor’ elimina rótulos Os “off-flavors” são os defeitos das cervejas. Eles podem ser percebidos durante a análise sensorial. “Os mais comuns são o diacetil (lembra manteiga rançosa), o dimetilsulfureto (ou DMS, que remete à água de milho verde) e a oxidação (parecida com papelão molhado), muito comum nas cervejas transportadas em viagens”, explica o juiz Marco Falcone. PMB/DIVULGAÇÃO

Os defeitos surgem nas cervejas em diferentes situações, como produção, envase e transporte

Inscrições

Número não é qualidade A beer sommelier e juíza Fabiana Arreguy alerta que o grande número de rótulos inscritos no concurso não significa qualidade. “A gente tem acesso a muitas cervejas bem ruins, o que mostra que nosso mercado ainda está bem imaturo”, afirma.

Foram inscritas bebidas de mais de 470 cervejarias. Isso significa que quase 70% das indústrias brasileiras do setor enviaram amostras

Nas próximas semanas, as atenções do meio cervejeiro de todo o país estarão voltadas para uma única cidade: Blumenau. E não estamos falando de uma possível Oktoberfest fora de época. A cidade catarinense, que recebeu o título oficial de Capital Nacional da Cerveja, de acordo com o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 39/2016, vai abrigar a décima edição do Festival Brasileiro da Cerveja. De 7 a 10 de março, o evento vai preencher o Parque Vila Germânica com os aromas e sabores provindos de mais de 800 cervejas produzidas Brasil afora, que poderão ser degustadas por um público exigente e aberto a novas experiências. “Percebemos que as pessoas buscam novos estilos e novos sabores, fugindo do tradicional que encontramos nos supermercados. O festival é um dos principais incentivadores para que o público experimente esses novos sabores de cervejas. Hoje são mais de 700 cervejarias artesanais inscritas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e o festival é uma das principais formas de exposição das novas fórmulas e das novas marcas”, explica Guilherme Guenther, diretor administrativo financeiro do Parque Vila Germânica. A procura é tão grande que os estandes do festival foram todos comer-

cializados desde julho do ano passado. Vão participar 130 cervejarias, e 40 empresas estão na lista de espera.

Concurso Uma das principais atrações da programação do festival é o Concurso Brasileiro da Cerveja, que é considerado o maior da América Latina e o segundo maior do mundo em número de rótulos. Ter uma cerveja premiada pode significar a ascensão de uma microcervejaria ou de um cervejeiro cigano (que não possui equipamentos próprios e produz em fábricas de terceiros). No dia 6 de março, antes da abertura do festival, são reveladas as melhores cervejas de cada estilo, bem como as melhores do evento, com direito a cerimônia de premiação no nível de um “Oscar da Cerveja”. Este ano, o concurso registrou recorde de inscrições, com a participação de 2.859 rótulos diferentes de cervejas brasileiras, 40% a mais do que em 2017, quando foram registradas 2.034 inscrições. “Foram inscritas cervejas de mais de 470 cervejarias. Isso significa que praticamente 70% das cervejarias do Brasil enviaram amostras para o concurso”, destaca Guenther. O concurso também é um indicador de como a cultura cervejeira está se disseminan-

Agende 0Festival Brasileiro da Cerveja Data: 7 a 10/3 Local: Parque Vila Germânica, em Blumenau 0Concurso Brasileiro da Cerveja Data: 3 a 5/3 Premiação: 6/3 (evento fechado) 0Feira Brasileira da Cerveja Data: 7 a 10/3

Durante os quatro dias de evento, o público tem a oportunidade de degustar cerca de 800 rótulos de cervejarias de todo o Brasil em copos de 100, 200 ou 300 ml

do pelo país. Além dos tradicionais Estados cervejeiros do Sul e do Sudeste, Alagoas, Amazonas e Rio Grande do Norte têm representantes na competição pela primeira vez.

Minas Gerais Os mineiros também estão conquistando espaço no concurso. No ano passado, nove cervejarias, localizadas na região metropolitana de Belo Horizonte e no interior, alcançaram premiações e voltaram para casa com pelo menos 20 medalhas. De acordo com Cristiano Lamego, superintendente do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral de Minas Gerais (SindbebidasMG), o volume de produção mensal no Estado é de 1,8 milhão de litros. Já o crescimento médio do setor foi de 14%. “Em janeiro deste ano, houve a entrada das microcervejarias no Simples Nacional. Então, achamos que isso vai reduzir o custo tributário das cervejarias, os preços vão ficar mais competitivos e devem chegar mais baixos ao consumidor final. Em função disso, a nossa expectativa é que o setor cresça de 19% a 20% em 2018”, pontua Lamego.


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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte

24 de fevereiro de 2018

475

2.859

148

cervejarias inscritas

rótulos inscritos

estilos diferentes

DANIEL ZIMMERMANN/DIVULGAÇÃO

Resultado está nas mãos dos juízes As amostras dos 2.859 rótulos inscritos serão divididas em 150 estilos e serão analisadas por uma comissão formada por 84 juízes nacionais e internacionais. “Nenhum juiz sabe o que está julgando. Nós não temos acesso aos rótulos que caem em nossas mesas, então não tem como escolher a cerveja dos amigos para ganhar prêmios. A análise exige do juiz uma concentração muito grande para não cometer a in-

justiça de desclassificar uma cerveja por gosto pessoal. Isso não é o que impera, a gente julga por meio de critérios técnicos descritos nos guias”, afirma Fabiana Arreguy, beer sommelier e uma entre os três juízes mineiros que participarão do concurso. De acordo com Marco Falcone, professor e juiz, as cervejas com defeitos graves (os chamados “off- flavors”) são desclassificadas. Ele destaca a importância dessa análise

como incentivo para as cervejarias. “É uma missão de muita responsabilidade, porque, naquele momento, fazemos o papel de consultores desse fabricante. A opinião que eu dou pode ajudar a melhorar a cerveja ou ignorar erros que podem estar prejudicando a venda dela. É um trabalho voluntário e de entusiasmo que completa o trabalho no meio cervejeiro”, afirma Falcone. (R.A.) DANIEL ZIMMERMANN/DIVULGAÇÃO

Na última edição, o Festival Brasileiro da Cerveja recebeu 41 mil visitantes no Parque Vila Germânica, em Blumenau


W6 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

turismo PMB/DIVULGAÇÃO

Pureza

Como manda a tradição

A Oktoberfest em Blumenau, que vai de 3 a 21/10, é a maior festa alemã das Américas

Em Blumenau e região, é possível encontrar algumas cervejarias que ainda seguem a Lei de Pureza Alemã (Reinheitsgebot). Promulgada pelo duque Guilherme IV, da Baviera, em 1516, ela determinava que todas as cervejas deveriam ser produzidas com apenas quatro ingredientes como matéria-prima: malte de cevada, lúpulo, fermento e água. PMB/DIVULGAÇÃO

Região

O Festival Brasileiro da Cerveja atrai, todos os anos, milhares de entusiastas da bebida

História

Rota inclui

Cerveja é cultura

outras onze cidades

Fundada pelo alemão Heinrich Feldmann, a antiga Cervejaria Feldmann surgiu no fim do século XIX, em Blumenau, a partir de uma pequena produção no fundo de um quintal. Na época, eram produzidas 2.400 garrafas por semana. A última produção foi em 1954. Algumas peças da cervejaria estão em exibição no Museu da Cerveja. No local, hoje funciona o Centro Cultural da Vila Itoupava. PMB/DIVULGAÇÃO

Famosa pela Oktoberfest,Blumenauabriga oMuseu daCerveja; visitantespodem fazer opasseio pelo Vale daCerveja para conhecer as fábricascervejeiras Renata Abritta

renata.abritta@otempo.com.br

Conhecida pela imigração alemã, Blumenau (SC), na região Sul do Brasil, é ponto obrigatório para os admiradores da cultura cervejeira. Não foi por acaso que a cidade catarinense recebeu o título de Capital Nacional da Cerveja em cerimônia especial realizada no Palácio do Planalto, em Brasília, em março do ano passado. Além da arquitetura tipicamente alemã, o exemplo mais expressivo da cul-

tura cervejeira na cidade é a Oktoberfest, a maior da América do Sul, que movimenta mais de R$ 3 milhões e recebe todos os anos, no mês de outubro, uma média de 500 mil visitantes de várias partes do Brasil e do mundo. Blumenau também abriga o Museu da Cerveja, que possui coleções de peças que eram da extinta Cervejaria Feldmann, fundada em 1898. São equipamentos antigos de produção de cerveja e documentos que contam a história do “pão líquido”. A

A Das Bier é uma cervejaria familiar, construída em uma bela área verde, com várias atrações

Vila Germânica

Pavilhões da alegria Com grande estrutura para receber eventos, como a Oktoberfest e o Festival Brasileiro da Cerveja, o Parque Vila Germânica possui restaurantes típicos, cafés e souvenirs que revelam, em cada detalhe, a tradição herdada pelos colonizadores europeus.

média de visitantes é de 50 mil por ano. Para quem quiser conhecer as fábricas das cervejarias da região, a dica é fazer um passeio pelo Vale da Cerveja, uma rota de 100 km de extensão que inclui, além de Blumenau, as cidades de Apiúna, Brusque, Gaspar, Guabiruba, Ibirama, Indaial, Penha, Pomerode e Timbó. Acrescente nessa lista, Jaraguá do Sul e Joinville, e tenha uma boa viagem repleta de grandes experiências aromáticas e saborosas.

Em Brusque, cervejaria segue a Lei da Pureza Alemã

A fábrica da Bierland, em Blumenau, produz 120 mil litros/mês; as visitas estão suspensas em função de obras de ampliação


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turismo

O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

MINISTÉRIO DO TURISMO DO MARROCOS/DIVULGAÇÃO

Marrocos

O azul de dois

Paisagem em Tânger encantou pintores no início do século XX

mares em Tânger Entre o Atlântico e oMediterrâneo, cidadesegue envolvendo os turistas comsuascoreseluzesqueinspiraram Matissee váriosoutros pintores João Sorima Neto Agência O Globo

Foi olhando pela janela do quarto – hoje de número 35 – do Grand Hotel Villa de France que Henri Matisse pintou, em 1912, uma de suas mais belas obras: “Janela em Tânger”. Quando Matisse chegou à cidade, no norte do Marrocos, ele estava deprimido com a morte de seu pai e com a rejeição a suas telas por parte de um rico colecionador russo. A cidade foi uma espécie de oásis para o pintor, que recuperou o vigor e produziu outras vinte obras durante suas várias passagens pelo lugar. Matisse confessou ter sido envolvido pelas cores e luzes de Tânger, e as viagens converteram-se numa grande jornada interior, tornando-o um ser humano mais forte. O azul do Mediterrâneo e do Atlântico, o branco das construções, a brisa que sopra na baía de Tânger, o burburinho dos bares e dos estreitos caminhos da Medina (a cidade antiga), que encantaram Matisse, atraíram outros pintores à cidade. Os também franceses Delacroix e Degas, além do anglo-irlandês Francis Bacon e do britânico George

No ano passado, o número de visitantes brasileiros ao Marrocos cresceu 35% (foram 28 mil turistas), segundo o órgão oficial de turismo do país

Apperley, viram em Tânger fonte de inspiração. E a cidade continua envolvendo e atraindo turistas de todo o mundo. Como o continente europeu está a apenas 14 km de Tânger, muita gente que tem curiosidade pela cultura árabe costuma fazer um bate e volta. Para atravessar de um continente a outro a bordo dos catamarãs que saem de Tarifa, na Espanha, até o porto Tangier Ville, o preço é € 35, e a viagem dura pouco mais de meia hora. Tânger mata essa curiosidade em um dia, com incon-

táveis mesquitas e seus minaretes espalhados pela cidade, mulheres envolvidas por burcas e sabores exóticos, como o do chá de menta e os temperos como o tagine spice – mix de coentro, páprica doce, canela, pimenta calabresa, cravo e cardamomo, usado para marinar carne de carneiro. JOÃO SORIMA NETO/AGÊNCIA O GLOBO

Padronagem marca o típico estilo marroquino na entrada da medina de Tetouan

Bom crescimento do fluxo turístico Ao longo dos anos, Tânger não perdeu a aura de mistério nem o charme das construções mediterrâneas, mas a cidade se modernizou. Há hotéis luxuosos ao longo da baía shoppings em Tangier Ville (o novo centro) e, ainda neste ano, a cidade ganhará a primeira linha do Trem de Alta Velocidade (TGV, sigla em francês) da África, rumo a Casablanca, numa viagem de 295 km que deverá

aumentar a frequência de turistas nas duas pontas. A previsão é transportar até 6 milhões de passageiros por ano. Além disso, o Tanger Med, um porto de carga a cerca de 40 km a leste de Tânger, ganhou recentemente um terminal de passageiros, com capacidade para 7 milhões de pessoas ao ano, aproximando a cidade de vários pontos da Europa.

No mesmo dia, é possível conhecer pontos turísticos disputados, como as Grutas de Hércules, um complexo de cavernas de formação calcária, carregado de histórias mitológicas, e o cabo Spartel, ponto de encontro entre o Mediterrâneo e o Atlântico. E ainda visitar a Medina, a cidade antiga.

Como ir Aéreo 1. A Royal Air Maroc voa do Rio para o aeroporto Ibn Batouta, em Tânger, com conexão em Casablanca, e trecho interno operado pela RAM Express. A passagem sai por R$ 3.453 (tarifa para o

fim de fevereiro, com taxas. Aéreo 2. Os trechos internos no Marrocos são operados pela Air Nostrum. Pacote. A Abreu tem 12 saídas privativas para o Marrocos em 2018.


W8 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

Cabo

Farol e falésias no Spartel Das Grutas de Hércules ao Cabo Spartel são cerca de 5 km de distância. É nesse ponto que as águas agitadas do Atlântico se encontram com o mais tranquilo mar Mediterrâneo. No cabo Spartel há um farol que os navegantes conseguem enxergar a até 40 km de distância. Para o turista, o cabo é um local com trilhas de onde se pode observar as falésias, com 110 m de altura. MTUR DO MARROCOS/DIVULGAÇÃO

Bairro (I)

Na ‘cidade internacional’ Em Tânger, visite o bairro internacional, onde residiram pessoas de diversas nacionalidades, como italianos, americanos, ingleses, espanhóis, portugueses e franceses. É esse local que explica um pouco o ecletismo de Tânger nos costumes, que mesclam as culturas árabe e europeia, e nos idiomas. De 1923 a 1956 (ano em que foi incorporada ao Reino do Marrocos), Tânger foi governada por vários países, ganhando o estatuto de “cidade internacional”.

turismo

Passeios

Onde Hércules descansou após as tarefas Grutas descobertasem escavações arqueológicasguardam mistérios e oferecemvistas deslumbrantes; no trajeto,palácio de verãodo rei saudita João Sorima Neto Agência O Globo

Diz a mitologia grega que, depois de ter separado a Europa da África ao escavar o Estreito de Gibraltar – para concluir um dos 12 trabalhos que o rei Euristeu lhe incumbiu –, Hércules, filho de Zeus, descansou em uma gruta. Esse local fica a 15 km ao sul de Tânger e é um dos pontos turísticos mais visitados do Marrocos. Sobre as Grutas de Hércules, os olhos perdem de vista os mais de 40 km de praias na costa atlântica. No interior do complexo de cavernas, estão formações calcárias esculpidas não só pelas ondas e pelo vento, mas também pelas mãos de fenícios e romanos, dois povos que viveram na região. A maneira mais rápida de chegar às Grutas de Hércules é de carro. Um táxi de Tangier Ville até lá sai por cerca de 100 dirhams marroquinos (MAD) por passageiro, ou cerca de US$ 11. O valor é cobrado por pessoa, mas dá para barganhar – duas pessoas po-

dem conseguir por MAD$ 150. Também há ônibus, com bilhete a MAD$ 2, mas param longe. A viagem é feita pela Rota das Grutas de Hércules, onde, em determinado ponto, veem-se militares guardando um palácio de muros brancos. É a casa de verão do rei SalmandaArábiaSaudita.Dizem os locais que o rei passa longastemporadas emseupaláciode Tânger,comvistadeslumbrante para o Atlântico, para curtir a brisa marítima. As Grutas de Hércules foram descobertas em escavações arqueológicas, no sécu-

Nas Grutas de Hércules, há vestígios da presença humana (cerâmicas, ferramentas e estátuas), que datam do século V a.C.

lo XIX. (Na vizinhança, há outras grutas com a mesma formação geológica). Ela tem uma abertura (dizem que feita pelos fenícios) para o oceano Atlântico que se assemelha à forma do mapa da África. Em dias ensolarados, a vista é espetacular, e o azul do céu e do mar se confundem; no pôr do sol, outro espetáculo à parte.

Vista para o Atlântico Para descer na gruta não se paga nada, mas para saber um pouco mais da sua história é necessário pagar alguns dirhams aos guias locais. Há venda de suvenires dentro da gruta e na praça, rodeada de colunas brancas, que dá acesso a ela. Mas o melhor é reservar os dirhams e almoçar no Le Mirage, para aproveitar a vista para o Atlântico. Os pratos custam entre US$ 40 e US$ 50, e podem ser saboreados num imenso terraço ao ar livre. Para inovar, uma taça de vinho marroquino, que não fica nada a dever a vinhos tradicionais franceses e portugueses. Os guias locais contam que o próprio rei do Marrocos, Mohammed VI, também tem uma casa que fica abaixo do Le Mirage, para aproveitar a magnífica vista do Atlântico, como faz seu colega saudita. Mas, oficialmente, ninguém confirma essa informação, que acabou virando mais uma lenda da região.

Palácio Real em Tetouan, com guardas vigiando a entrada da construção


turismo

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FOTOS JOÃO SORIMA NETO/AGÊNCIA O GLOBO

Uma das vistas do Atlântico sobre a Gruta de Hércules, a 15 km do centro de Tânger

Medinas entre a montanha e o mar em Tânger e Tetouan As medinas (palavra que em árabe significa “cidade antiga”) abrigam a parte histórica de diversos municípios em países da região noroeste da África, conhecida como Magreb. São labirintos de ruas estreitas, quase sempre murados, e com uma praça central. Essa espécie de centro urbano antigo já era erguida pelos árabes desde o século IX e, atualmente, abriga palácios, minaretes e mesquitas, muitos deles alçados a Patrimônio da Humanidade. Em medinas como a de Tânger e de Tetouan, o comércio é bem variado. Há pequenas lojas de especiarias, tapetes e sapatos, além de ateliês de alfaiates que tecem panos coloridos. Para quem planeja ficar apenas em Tânger, a medina da cidade oferece todos esses ingredientes, acrescidos de uma vista imperdível do porto e da baía, além da Espanha e do estreito de Gibraltar, mais ao longe, onde vale esperar o pôr do sol, se a visita for no fim do dia.

Cinemateca e chá Menta. É ali na medina que está a cinemateca de Tânger, instalada no Cinema Rif, construído na década de 30, e que exibe filmes locais. Tomar chá de menta em um dos bares é parte do programa. Museus. Da Casbá, o ponto mais alto da medina, se tem a melhor vista. Na praça da Casbá está o Palácio do Sultão (em árabe, Dar El Makhzen). Era nesse edifício histórico que os sultões do Marrocos se hospedavam quando estavam na cidade, e as instala-

ções abrigam hoje dois museus: o de Artes Marroquinas e o de Antiguidades e Arqueologia, ao lado, no Palácio Dar Chorfa.

sua fachada art déco. Inaugurado em 1913, foi considerado o mais importante teatro do Norte da África.

Túmulo. Outra curiosidade da medina indicada pelos guias é o túmulo de Ibn Batouta, viajante e explorador que nasceu em Tânger em 1304 e partiu em peregrinação a Meca, aos 22 anos.

Panorâmico. Para finalizar, um ícone de Tânger: o Café Hafa. Construído quase um século atrás, tem muitas varandas sobre uma encosta. Saborear um chá de hortelã (7 dirhans) olhando o mar é um fim de passeio perfeito.

Teatro. Mais um ponto turístico está na Rue Anoual: é o Gran Teatro Cervantes, com

Site. Mais informações nos sites oficiais de turismo visitmorocco.com e visittanger.com.

Onde ficar Grand Hotel Villa de France. Diárias a US$ 146. bit.ly/2G2QUwG Tanger City Center Place du Maghreb Arabe. Diárias a US$ 125. bit.ly/2n0BPDh Ibis Tanger City Center. Diárias a US$ 37. Latissement Tanger Offshore Plazza. bit.ly/2F5eBTD Onde comer Le Mirage. Route des Grottes d'Hercule 2198. lemirage.com Cafe Hafa. Marshan, nas falésias próximo à baía de Tanger. bit.ly/2BkqmU2 El Tangerino. Restaurante, lounge, bar de tapas. 186 Avenue Mohamed VI Corniche de Tanger. eltangerino.com Entrada da medina (centro antigo) da cidade de Tetouan, a 60 km de Tânger

Sem dúvida, o local mais frequentado da medina é o Grand Souk (“grande mercado”, em árabe), uma espécie de praça com bares e lojas, onde se vendem tecidos, alimentos e especiarias (açafrão, em particular). Ambulantes oferecem frutas, hortaliças e bugigangas. Negociar é imperativo: os descontos podem chegar a 50%.

de entrar nesse emaranhado de vielas e levar horas para sair ou encontrar os pontos principais. Na medina de Tetouan, além das pequenas lojas, há ateliês de diferentes artesãos. É imprescindível ver de longe o Palácio Real (é isolado dos turistas) e passar pela Igreja de Nossa Senhora das Vitórias, o templo espanhol de Tetouan.

Tetouan Quem tem mais tempo pode visitar também a medina de Tetouan, cidade a 60 km de Tânger, situada entre o mar e a montanha. De ônibus, a viagem leva uma hora, e a passagem sai por 20 dirhans marroquinos (US$ 2). A medina é uma das mais bem preservadas do Marrocos. Por isso, é patrimônio da Unesco desde 1997. A primeira providência é ter um guia local (eles ficam na entrada da medina e cobram algo como 100 ou 150 dirhans, para um passeio de até duas horas). Sem eles, corre-se o risco

Dois em um Marroquina-andaluz. Tetouan tem influências da Andaluzia. A cidade abrigou judeus expulsos do sul da Espanha durante a Reconquista. Logo, quem já visitou a Andaluzia, ao passar pela bem-cuidada praça Hassan II, vai reparar: fontes, quiosques e flores nas ruas tornaram aquele pedaço do Marrocos muito parecido com a região espanhola. É como visitar duas cidades ao mesmo tempo.


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turismo YOUTUBE/DIVULGAÇÃO

Alta tecnologia

Malas ‘inteligentes’ tornam nossas viagens mais tranquilas De modelos robô, que seguemo dono, a versõesque o transportam, asnovidades trazemainda balança, rastreador,carregador, GPS e alarme Tânia Ramos

taniaramos@otempo.com.br

Não é à toa que pessoas supostamente (ou realmente) chatas são chamadas de “mala”: carregar bagagem em viagem é um transtorno só. Mas esses dias de suplício para viajar, desde que você esteja disposto a desembolsar mais de US$ 700, são coisa do passado – além de alguns acessórios (não tão caros) que facilitam nossa via-crúcis com as malas, já há no mercado modelos “inteligentes” e outros igualmente revolucionários à espera de produção ou ainda em pesquisa. Você já imaginou suas malas seguindo-o aonde quer que vá, como cachorrinhos? Ou, então, transformando-se em seu meio de transporte pelo aeroporto afora? Pois é, além desses confortos únicos, as malas do futuro podem oferecer GPS, bluetooth, robô, balança, USB, alarme, rastreador e muito mais.

Vá de mala Com previsão de chegar ao mercado no próximo dia 1° de março, a US$ 1.495 (preço sugerido), a Modobag é uma mala de mão elétrica (motor de 200 Watts), em que você pode montar e andar, nu-

ma velocidade de até 12,8 km/h. Criada pelo empresário Kevin O’Donnell, de Chicago, ela comporta até 118 kg e ainda vem com duas portas de carregamento USB e rastreamento GPRSGSM opcional. Outra mala-moto – patenteada, mas ainda não produzida em larga escala – é a do agricultor Ele Liangcai, da província de Hunan, no centro da China. Segundo o jornal chinês “Global Times”, o inventor amador levou 10 anos para aperfeiçoar sua ideia, desenvolvida a partir de uma mala e uma scooter. Com autonomia de até três horas e velocidade máxima de 20 km/h, ela também é equipada com GPS e alarme.

ra recarregar celulares, USB, bluetooth, sensor, alarme contra roubo e cadeado biométrico (por impressão digital), ela ainda tem rastreador (você fica com uma “nuvem” de proteção por 10 anos). A mala-robô Cowarobot R1, da startup homônima de Shangai, na China, também é revolucionária. Com GPS, antena, sensor e um sistema de condução autônoma chamado CO-MOVE System, ela segue o dono por até 20 km de superfície plana (e ainda sobe rampa de 15° de inclinação), a uma velocidade máxima de 7 km/h. Não foi possível encontrar o produto em sites de venda, mas o preço estimado pelo fabricante é de US$ 700.

O inconveniente dessas inovações, já que as companhias aéreas brasileiras só aceitam 10 kg de bagagem de mão, é o peso de cada unidade. Enquanto uma mala de bordo comum tem, em média 2,5 kg, as “inteligentes” menos pesadas, como a Barracuda Smart, têm 3,63 kg; a Cowarobot R1, 4,5 kg; e a SpaceCase 1, 4,9 kg. Já a moto-mala chinesa de Ele Liangcai e a Modobag pesam, respectivamente,7 kg e 9,07 kg. Ou seja, sobram poucos quilos para os pertences pessoais.

Evolução Muitos quilômetros de viagem separam os velhos baús das malas atuais, cujo principal avanço foi a criação das rodinhas; depois,

A mala-moto Modobag desenvolve uma velocidade de até 12,8 km/h

veio um up com a introdução das rodinhas de 360°, que imprimiram maior leveza no transporte, porém não resolveu o problema para quem leva um grande núme-

ro delas. Mas, pelos preços das inovações, suponho que a maioria dos viajante ainda vai carregá-las por um bom tempo. COWAROBOT/DIVULGAÇÃO

Autonomia Disponível no site amazon.com a US$ 1.252,22 (preço estimado no dia da pesquisa, porém especificando que o produto não é enviado para o Brasil), outra mala de viagem high tech é a Barracuda Smart, da startup Barracuda, de São Francisco, que possui apoios para notebook (ou outros dispositivos) e copo, rastreador via GPS, entrada USB e alça giratória. A mala SpaceCase 1, do grupo Planet Traveler, em parceria com a Kickstarter, possui balança, bateria pa-

A mala-robô Cowarobot R1, que segue o dono até em rampas de 15° de inclinação (a partir de um sensor), ainda possui GPS e carregador de eletrônicos

Rastreadores facilitam localização de bagagem Enquanto as malas revolucionárias ainda estão distante de nosso poder de compra, uma opção para quem quer mais segurança na hora de despachar a bagagem – considerando que o número de bagagens extraviadas é grande no mundo todo – é adquirir um rastreador. Eles são pequenos dispositivos que funcionam por meio de seu celular ou utilizam sinal GSM. Entre os modelos disponíveis no mercado está o

TrakDot (trakdot.com.br), que pesa 90 g. Instalado dentro da mala, ele informa, via SMS e e-mail, a localização exata da bagagem. NoLugLoc,carregadocom umdispositivoUSB(diferentementedo TrakDot, que usa pilhas AA), em vez de o usuário receber mensagens de texto, acompanha a localização da bagagem em um aplicativo. Há ainda rastreadores que funcionam por GPS, a mesma tecnologia utilizada para mapas.

Mais novidade Compra na web. A Smart Luggage, única em três tamanhos, vem com o aplicativo Heys Smart Luggage® (aprovado para check-in, pois não usa bateria de lítio), que permite bloquear ou desbloquear remotamente sua bagagem, via aparelhos Apple ou Android. Ela ainda tem alarme de proximidade, alça giratória e rodinhas de 360°. No site do fabricante (heys.com), sai a US$ 599 (de bordo) e US$ 2.099,99 (o conjunto) mais taxa de envio.


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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

sala vip (II) W

TAP comemora dez anos do voo Belo Horizonte/Lisboa EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

A tripulação da companhia aérea TAP pronta para o voo no aeroporto de Belo Horizonte EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

Mário Carvalho, diretor geral da TAP para o Brasil, esteve em Belo Horizonte, no último dia 21, para comemorar os dez anos do voo Belo Horizonte/Lisboa, que já transportou mais de 1 milhão de passageiros entre os dois destinos. A estreia aconteceu em 11 de fevereiro de 2008. Carvalho aproveitou a ocasião para anunciar o voo diário entre as duas cidades a partir de 23 de maio e comemorou a decisão da concessionária BH Airport de inaugurar uma Sala VIP no terminal internacional, espaço que, segundo ele, é muito importante para os passageiros da TAP. “Nossa expectativa era menos otimista do que foi na realidade”, afirma o executivo da TAP sobre o voo BH/Lisboa. “Experimentamos a desconfiança dos mineiros, a concorrência de preços com São Paulo, mas sabíamos que um voo na porta de casa faria muita diferença”. No mesmo mês em que o voo da TAP faz aniversário, a companhia também comemorou um ano e meio de sucesso do programa Stopover Portugal, completado em dezembro do ano passado. Ele registrou até agora a adesão de 100 mil passageiros e, destes, 60% são brasileiros. O programa permite que o passageiro se beneficie, na mesma viagem, de uma parada de até cinco dias, na ida ou na volta, em Lisboa ou Porto, quando embarcar para destinos além-Portugal.

Da equipe da TAP Portugal, Adriano Araújo (comunicação e marketing), Juliana Costa (executiva de contas), Mário Carvalho (diretor para o Brasil), Rose Freitas (gerente de aeroporto) e Carlos Dias (gerente regional de vendas da TAP Minas e ES) EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

Marcos Barreto (diretor de promoção e marketing da Belotur), Adriano de Pinho (presidente da BH Airport), Rodrigo Fagundes (presidente da FCVB-MG), José Maurício de Miranda Gomes (presidente da Abav-MG) e Jair de Aguiar Neto (presidente do BHCVB) MASTER/DIVULGAÇÃO

Fernando Dias (presidente do Grupo Master) e o primeiro grupo de passageiros do voo BH-Lisboa, em 11 de fevereiro de 2011, entre eles o então vice-governador Antonio Anastasia, a empresária Ângela Gutierrez e o então prefeito de Ouro Preto, Ângelo Oswaldo


12 W O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia 24 de fevereiro de 2018

Belo Horizonte


W Moto. Confira o teste da robusta Honda CRF 1000L Africa Twin. Página 22

BMW/DIVULGAÇÃO

WLançamento. Fiat Cronos chega às lojas a partir de R$ 53.990. Página 15

Ponte para o futuro Novo BMW 540iM Sport combina alta performancee esportividadecomavançados recursos dedireção autônoma. Páginas 18 e 19

pampulha


W 14 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

interCâmbio raimundocouto@otempo.com.br

Acompanhe as últimas novidades do mundo automotivo na coluna Super Motor, com Raimundo Couto, de segunda a sexta-feira, em duas edições, às 08h45 e às 21h45.

Raimundo Couto

História é para contar (I) IGOR VEIGA

Os emblemas que caracterizam as marcas de automóveis definem sua personalidade e trazem a reboque diversos aspectos da história das fabricantes. Como escuderias, agremiações esportivas e outras associações, as primeiras marcas de carros não dispensavam um símbolo de identificação do modelo, seguindo uma tradição surgida na Idade Média, como os brasões nobiliárquicos. Nesta e na próxima semana, vamos contar a curiosa história por trás de cada um desses logos. Começando pela Audi, as quatro argolas unidas representam as marcas alemãs que formaram a Auto Union, fundada em 1947. São elas: Horch, Audi, Wanderer e DKW. No dia 1º de janeiro de 1985, a Auto Union passou a se chamar Audi AG, com sede em

Nekarsulm, na Alemanha. Já a BMW traz como emblema uma hélice de avião, nas cores azul e preto. Foi criada depois que os irmãos Karl Rath e Gustav Otto conseguiram permissão do governo alemão para produzir motores de avião, em 1917. O primeiro carro a ter o símbolo foi o modelo Dixi 3/15, de 1928. BMW é a abreviatura de Fábrica de Motores da Bavária (Bayerische Motoren Werk, em alemão). Da Alemanha para os Estados Unidos, diz a lenda que o logotipo da Chevrolet, em forma de gravata borboleta, foi baseado na ilustração do papel de parede de um hotel em Paris onde um dos fundadores da marca, William Durant, teria se hospedado em 1908. Durant guardou a amostra na carteira para usála como símbolo da marca, que fundou em parceria com o piloto Louis Chevrolet. Na

Chrysler, a antiga estrela de cinco pontas formada a partir de um pentágono com cinco triângulos representava a precisão da engenharia. No entanto, o logo atual é um escudo com asas, que já havia sido foi adotado entre as décadas de 30 e 50. Hoje, também da FCA, a Dodge tem como logotipo um búfalo, que simboliza a cidade de Dodge, no Estado do Kansas. Já a marca Jeep vem da pronúncia das letras G e P em inglês, abreviação para General Purpose, termo usado para identificar os modelos destinados a vários tipos de uso. Da América para a Itália, a Alfa Romeo tem seu símbolo composto pela bandeira com a cruz vermelha, presente no brasão da cidade de Milão, e pela serpente devorando um homem, símbolo da família real milanesa. O nome da marca italiana, fundada

Diz a lenda que o logotipo da Chevrolet, em forma de gravata borboleta, foi baseado na ilustração do papel de parede de um hotel em Paris onde um dos fundadores da marca, William Durant, teria se hospedado em 1908

WAltas Rodas A Bamaq Automóveis, da avenida Raja Gabaglia, em Belo Horizonte, recebeu, no último sábado (17), clientes, jornalistas automotivos e convidados para celebrar a chegada do novíssimo sedã Mercedes-Benz CLA 180 à concessionária. Com preço sugerido de R$ 137,9 mil, o cupê de quatro portas conta com motor 1.6 a gasolina de

122 cv e com 20,3 kgfm de torque. A transmissão é automática de sete marchas e dupla embreagem. Ele leva o sedã de 0 a 100 km/h em apenas 8,7 s e à velocidade máxima de 210 km/h. Calçado com belas rodas de liga aro 17, a nova versão traz faróis e lanternas em LED e câmera de ré. O CLA 180 já está disponível para test drive e com pronta entrega na Bamaq.

em 1910, é a combinação da sigla A.L.F.A (Anonima Lombarda Fabbrica Automobili) com o sobrenome do engenheiro Nicola Romeo, fundador da Alfa Romeo. Criativos, os franceses da Citroën contam com dois "V"

invertidos, conhecidos na França como “Deux Chevron”. Eles simbolizam a engrenagem bihelicoidal criada pelo engenheiro Andre Citroën, fundador da marca. Na próxima semana, seguimos no assunto. Até lá!

FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

Novo cupê da luxuosa marca alemã já está à venda em BH

Equipe Bamaq Automóveis durante o lançamento do modelo

Carlos e Joana Braga durante o open day da nova CLA 180

Daniele Fernandes (gerente geral da Bamaq Automóveis)

Ismail e Irene Corrêa Castro vieram conhecer o novo sedã

Fernanda e Henrique Alves, clientes da Bamaq Automóveis

Mais uma parte do time de colaboradores da revenda Mercedes

Os jornalistas Humberto Alves Pereira (pai e filho) e Raimundo Couto


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15 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

FOTOS FIAT/DIVULGAÇÃO

Lançamento

Cronos sobe ao ringue Rival do VW Virtus, novo sedã compacto da Fiat chega às lojas em cinco versões e com preços de R$ 53.990 a R$ 69.990 Raimundo Couto Do Rio de Janeiro

A Fiat lançou o Cronos, no Brasil, na última quartafeira, em evento promovido na cidade do Rio de Janeiro, e finalmente divulgou a tabela de preços do modelo, que começa em R$ 53.990 e chega a R$ 69.990, na versão Precision 1.8 automática. Os valores do sedã ficaram bem competitivos, sobretudo em relação a seu novo e maior rival, o recém-lançado Volkswagen

Virtus, que estreou em janeiro custando de R$ 59.990 a R$ 79.990. No início deste mês, Super Motor já havia antecipado praticamente todas as informações sobre o Cronos, além de trazer as primeiras impressões ao dirigi-lo. O modelo italiano chega ao mercado em cinco versões (três com motor 1.3 e duas com motor 1.8). São três opções de câmbio – manual, automatizado ou automático. No lançamento do carro, uma novidade inesperada foi a versão

Sedã traz controle de estabilidade e tração desde a versão Drive 1.3 GSR (automatizada)

de entrada do modelo, chamada apenas de Cronos 1.3, que custa R$ 2.000 a menos que a Drive 1.3 manual, mas vem com um rádio normal no lugar da central multimídia com tela de sete polegadas. O pacote básico do Cronos inclui ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos (dianteiros), trava elétrica, chave com telecomando, computador de bordo, Isofix, e volante multifuncional, entre outros.

W

O jornalista viajou a convite da FCA

Tabela de preços Cronos 1.3 MT. R$ 53.990 Cronos Drive 1.3 MT. R$ 55.990 Cronos Drive 1.3 GSR. R$ 60.990 Cronos Precision 1.8 MT. R$ 62.990 Cronos Precision 1.8 AT. R$ 69.990

Interior do modelo é praticamente idêntico ao do Fiat Argo; câmbio automático de seis marchas é exclusivo da versão top


W16 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

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Internacional

Renovado, mas sem perder a identidade Com motor turbo e recheio modernizado,novo HondaCR-V já évendido em outros países;chegada aoBrasil deve ocorrer até março Marcelo Palomino Daniele Ramiro Auto Press

O Honda CR-V já está na quinta geração: ela foi apresentada nos Estados Unidos no final de 2016 como linha 2017. É este modelo que deve ser comercializado ainda no primeiro semestre no Brasil – a expectativa é que seja lançado até março, com novidades. Ele traz alterações mais substanciais no conteúdo e na mecânica e chega para competir com os poucos

SUVs médios que oferecem sete lugares, caso do novo Volkswagen Tiguan. O design em geral foi mantido, assim como a altura elevada. A quinta geração do CR-V ganhou linhas dinâmicas que lembram o novo Honda Civic, dando um ar esportivo ao crossover. Não era para menos: o SUV foi construído na mesma plataforma do sedã, o que o tornou mais leve, com a adoção de aços mais resistentes. Agora pesa entre 1.520 kg e 1.602 kg, de acordo com a versão, ou seja, aproximada-

mente 40 kg a menos que o modelo anterior. Apesar disso, o CR-V cresceu: 5,8 cm no comprimento, 3,6 cm na largura, 3 cm na altura e 4 cm no entre-eixos. O motor também é uma novidade: o 1.5 turbo de quatro cilindros, com injeção direta, é capaz de entregar 187 cv e 24,5 kgfm de torque, disponível entre 2.000 rpm e 5.000 rpm – no Civic Touring vendido no Brasil, esse mesmo propulsor rende 173 cv e 22,4 kgfm de torque entre 1.700 e 5.500 giros, mas a expectativa é que o modelo importado use a configuração mais forte. O trem de força carrega ainda transmissão CVT, que envia o torque para o eixo dianteiro ou para as quatro rodas, em um sistema on demand.

Outra mudança deve ser um pouco mais problemática para a Honda no Brasil: a fábrica em Jalisco, no México, parou de produzir o CR-V e passou a fazer o HR-V. Assim, o novo CR-V agora será importado dos Estados Unidos. Isso significa que o Brasil deixa de aproveitar o acordo bilateral com o México e passará a pagar um imposto mais pesado. Para os norte-americanos, o CR-V Touring, de topo, custa iniciais US$ 34 mil, algo em torno de R$ 109 mil. Com a mudança, a nova geração deve vir bem mais cara, perto de R$ 170 mil, o que deve afetar sua performance no mercado brasileiro. O atual, com motor 2.0 aspirado flex de 155 cv, é vendido por R$ 148 mil.


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17 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

FOTOS HONDA/DIVULGAÇÃO

Design manteve alguns elementos da antiga geração, mas ficou mais agressivo

Evolução do SUV é fácil de se notar

História

A versão Touring do novo Honda CR-V traz equipamentos sofisticados. O interior conta com volante revestido de couro, teto solar, rodas de 18 polegadas, bancos em couro com ajustes elétricos e memória, ar-condicionado de duas zonas, chave presencial e uma série de outros itens dignos de configurações de topo. Na parte de tecnologia e de segurança, o CR-V conta com um sistema multimídia com uma tela de sete polegadas e conectividade pa-

Cinco gerações. A Honda criou o CR-V em 1995. A montadora japonesa foi uma das pioneiras no segmento ao criar uma espécie de SUV amplo e familiar, mais alto e com algumas características off-road, construído na plataforma do Civic. O modelo tornouse um dos mais vendidos da história ao longo de cinco gerações: em 2016, foi o mais comercializado no mundo em sua categoria.

ra Apple CarPlay e Android Auto, rádio com oito alto-falantes e navegador de GPS da marca Garmin. Ele adiciona também uma câmera lateral para projetar no painel a imagem do ponto cego do lado direito quando o motorista dá seta para mudar de faixa. Tem, ainda, um monitor de atenção que controla o nível de esgotamento do motorista. A preocupação com a segurança trouxe para o novo CR-V algumas vantagens. Todas as versões contam com

Nova geração passou a ser fabricada nos Estados Unidos

seis airbags, freios ABS com distribuição de frenagem eletrônica, controle de estabilidade e de tração, sistema Isofix de fixação de cadeiras para crianças, freio de estacionamento elétrico, monitoramento da pressão dos pneus e luzes diurnas em LED. Quando o assunto é habitabilidade, o CR-V continua sendo um dos modelos mais amplos, principalmente nos bancos traseiros, sendo capaz de levar até três adultos de maneira confortável. (MP/DR/AP)

Painel exibe central multimídia com tela de sete polegadas


W18 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

Em Goiás

Subcompacto chinês elétrico A chinesa Zotye está instalando uma fábrica no município de Goianésia, em Goiás, e já sabe bem quais modelos serão vendidos aqui a partir do segundo semestre. Inicialmente, serão importados dois carros que, futuramente, estarão entre os três que serão produzidos no país. São eles o E200 e o Z500 EV, ambos de propulsão 100% elétrica. O E200 é um subcompacto de dois lugares, semelhante ao Smart Fortwo. Seu conjunto elétrico rende cerca de 81cv, capaz de andar cerca de 160 km com uma carga completa e chegar aos 120 km/h. ZOTYE/DIVULGAÇÃO

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Avaliação

Um sedã para quem gosta (ou não) de dirigir Recheado de recursos de direção semiautônoma, nova geraçãodo BMW Série 5esbanja desempenho commotor V6de 340cvde potência Raimundo Couto As marcas de prestígio como Audi, BMW e Mercedes contam em sua gama com produtos para atender aos mais variados segmentos: os esportivos, as peruas (eles ainda as fabricam), os SUVs, os carros grandes, de alto luxo e sofisticação, e, claro, os sedãs médios, os preferidos pelos consumidores quando estes atingem certo grau de maturidade e estabilidade financeira e familiar.

Contudo, o grande lance é manter em evidência a condução esportiva, mesmo para o perfil de um automóvel que tem como proposta conduzir a família. Assim foi feita à risca a sétima geração do BMW Série 5, que o Super Motor teve oportunidade de avaliar. Como o atual vislumbre inclui recursos de condução autônoma, esse é exatamente o principal foco das novidades do modelo, que coloca um pé no futuro, no rumo dos carros

que não precisam de um motorista para guiá-los, mas sem perder a essência que construiu, desde sempre, a reputação da marca bávara. O que mais chama atenção no 540i M Sport é o motor de seis cilindros em linha 3.0 L, biturbo, que rende até 340 cv de potência e 45,9 kgfm de torque. O preço de R$ 402 mil segue o padrão da concorrência que oferece sofisticação, tecnologia e conforto similares, como por exemplo a conterrânea Mercedes E 250 Exclusive ou o inglês Jaguar XF S.

Motorista como passageiro Por falar em concorrência, assim como no Mercedes Classe E, na BMW 540i

também é possível por alguns instantes dirigir sem ter as mãos ao volante, desde que as condições da pista e de tráfego permitam. Ao menor sinal de que existe algum tipo de risco, o sistema começa a sinalizar, com sons e luzes no painel, que vai se desarmar. Aí, é preciso voltar a assumir a direção e ser o condutor do carro. Na prática, é possível soltar o volante e perceber o veículo corrigindo a trajetória, virando para esquerda ou para a direita e colocando o carro novamente na faixa certa de rolamento. No entanto, o bom mesmo do 540i M Sport é acelerar a cavalaria puro sangue alemã, que combina muito bem, em um feliz casamento, com o câmbio automáti-

co de oito velocidades com paddle shifts. Ao menor toque no acelerador, a resposta é imediata. Nos primeiros quilômetros, a suspensão parece ser macia demais, mas nada que não dê para se acostumar. Vale lembrar que os modos de condução Sport, Eco e Confort não atuam na suspensão.

Os sistemas de condução autônoma e semiautônoma invadiram o Série 5.

Lista de equipamentos de série dispensa comentários O 540i M Sport sai de fábrica muito bem-equipado e dispensa elogios ou comentários. A lista de itens de série inclui ar-condicionado automático digital de quatro zonas, bancos elétricos, central multimídia com GPS, conexão wireless e compatível com Apple CarPlay, controles de tração e de estabilidade e airbags frontais, laterais e de

cabeça, além de faróis adaptativos de LED, sistema de auxílio de estacionamento e câmera de ré, entre outros. Voltados para a condução autônoma estão: o controle de cruzeiro adaptativo e os sistemas de auxílio de manutenção de trajetória, de mudança de faixa e de reequilíbrio do carro após esquivo. O sedã ainda

conta com sensores de tráfego cruzado e aviso de colisão lateral. O modelo conta ainda com revestimento especial no painel, sistema de estacionamento totalmente autônomo, visão noturna com detector de pedestres e sistema que prepara o carro para o impacto quando o computador conclui que a colisão é inevitável. (RC com Auto Press)


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19 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

FOTOS BMW/DIVULGAÇÃO

Conforto em nível máximo

Em marcha, o Série 5 é totalmente neutro e, em condições normais, o controle de estabilidade vai dormir um sono eterno

Ficha técnica Motor. 3.0 biturbo, a gasolina, seis cilindros em linha Câmbio. Automático de oito marchas. Tração dianteira Potência. 340 cv entre 5.500 e 6.500 rpm Torque. 45,9 kgfm entre 1.380 rpm e 5.200 rpm De 0 a 100 km/h. 5,1 s Velocidade máxima. 250 km/h, limitada eletronicamente Tamanho. 4,94 m de comprimento, 1,87 m de largura, 1,47 m de altura e 2,98 m de entre-eixos Peso. 1.782 kg Porta-malas. 530 L

É preciso estar bem atento para diferenciar o visual do Série 5 de sétima geração do de sexta

A bordo do BMW 540i com as janelas fechadas, a qualquer velocidade, o silêncio é absoluto, e o mundo fica lá fora. Por dentro, bancos de ergonomia perfeita e espaço generoso para cabeça, pernas e joelhos dos ocupantes. A suspensão absorve completamente os desníveis do pavimento, e há materiais agradáveis ao toque e som de primeira linha, da marca Harman Kardon. O modelo conta ainda com um head-up display colorido com diversas informações, reconhecimento de voz e conexão com Apple CarPlay que dispensa o link por cabo. A interface do sistema multimídia do carro ficou mais amigável com a adoção da tecnologia touch screen. O carro entrega prazer ao dirigir, oferece o status de estar a bordo de um legítimo automóvel alemão, que tem sua reputação garantida pelo avançado e cada vez mais tecnológico modo construtivo. O painel de instrumentos digital, em TFT, oferece três layouts, de acordo com o modo de condução: com detalhes vermelhos no esportivo, brancos no comfort, e azuis no modo econômico. O modelo dispõe ainda de um assistente de mobilidade pessoal, que mapeia a rotina de usuários de iPhone para indicar os trajetos e guardar informações na nuvem. (RC com Auto Press)

Suspensão traseira multilink garante nível extra de conforto a bordo do sedã executivo


W20 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

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Furgão

Comercial leve com bastante mobilidade Citroën Jumpy aliacarroceria de medidascompactas a conforto e eficiênciapara transportar cargas nosgrandes centros urbanos Márcio Maio Auto Press

O Grupo Peugeot-Citroën (PSA) vem trabalhando, há alguns anos, em um reposicionamento para suas marcas. No caso da Citroën, a ideia é apostar um pouco mais na racionalidade e na praticidade. E isso inclui exaltar o segmento de comerciais leves. Tanto que a marca lançou, em novembro do ano passado, o furgão Jumpy no mercado nacional. O modelo, que é fabricado no Uruguai, foca o custo-benefício e a versatilida-

de, graças às múltiplas possibilidades de transformações. Ele pode atrair profissionais autônomos do ramo de comida, na linha de food trucks, ou integrar frotas de entregas, por exemplo, entre outras finalidades. As vendas na reta final de 2017 não chegaram a ser tão animadas, somando 121 unidades até 31 de dezembro. Mas, a julgar pelos números apenas do último mês do ano – 91 emplacamentos – e também pela aparente retomada, ainda que lenta, da economia nacional, o cená-

rio pode se mostrar favorável para a marca francesa e seu furgão mais recente. Principalmente na versão top de linha Pack, que alia itens interessantes para o conforto e a segurança dos passageiros e da carga transportada.

Dimensões Um dos principais trunfos do Jumpy está em suas medidas: são 5,31 m de comprimento, 2,20 m de largura e 3,27 m de distância entreeixos. A altura, de 1,93 m, é até um tanto reduzida para um furgão, mas há um motivo para isso. A ideia é facilitar a entrada do veículo em estacionamentos subterrâneos, favorecendo os motoristas na hora de guardar o modelo ou acessar locais para possíveis trabalhos. A car-

ga útil é de 1.500 kg, e o PBT total atinge 3. 219 kg, com um compartimento de carga de 6,1 m³. Essas características permitem que seja conduzido com habilitação B. A modularidade de sua plataforma permite o transporte de cargas mais compridas, com cerca de 4 m, sobre o assoalho. É possível ampliar o espaço interno levantando o banco do passageiro contra a divisória existente entre a cabine e o compartimento de carga. Uma “mesaescrivaninha” orientável fica embutida no banco central. As portas traseiras são abertas em até 180° e há uma porta lateral deslizante com 93,5 cm de largura. Na cabine, os porta-objetos somam 60 L de volume disponíveis e há três lugares.


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21 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

FOTOS ISABEL ALMEIDA/CZN

Conteúdo adequado à proposta Cargueiro: não há calotas nem pintura nos para-choques

Mecânica Propulsão. O motor do Citroën Jumpy é um 1.6 turbodiesel BlueHDi, gerenciado por câmbio manual de seis marchas. A

potência máxima é de 115 cv a 3.500 rpm, e o torque, de 30 kgfm a 1.750 rpm. Cabeçote, bloco e cárter são de alumínio.

Desenho mescla linhas contemporâneas a elementos que reforçam a ideia de robustez Painel traz instrumentação completa e até uma tela de LCD

O preço do Citroën Jumpy Pack parte de R$ 87.990, mas pode subir em R$ 1.690 com a adição da cor prata – única opção em relação ao branco sólido. A lista de itens de série é boa para um veículo planejado para o trabalho. Controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampas, limitador e regulador de velocidade, volante com regulagem de altura e profundidade, retrovisor com ajuste elétrico e banco do motorista com regulagem de altura são itens de série. Direção eletro-hidráulica, computador de bordo, indicador de troca de marcha, rádio FM/AM/ MP3, vidros e travas elétricas, tomada 12V, ar-condicionado, retrovisores elétricos, travamento seletivo do compartimento de carga, vidros com função one touch e faróis de neblina completam o pacote. (MM/AP)


W22 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 24 de fevereiro de 2018

super motor

Moto

Modelo tem visual imponente, típico do segmento das big trails

Disputa interminável Honda quer se impor no segmento debig trails coma robustae confiável CRF 1000L AfricaTwin, que está completandoum ano de mercado Eduardo Rocha Auto Press

Certos segmentos do mercado de motocicletas no Brasil têm fetiches bem enraizados. Isso significa que algumas marcas têm vantagem competitiva em determinados segmentos, independentemente de uma análise objetiva. Basta ter o nome estampado no tanque. É o caso, por exemplo, das big trails. O segmento é amplamente dominado por duas marcas europeias: Triumph nos modelos de média-alta cilindrada, com a Tiger 800, e BMW nos de alta, com a R1200 GS. Juntas, elas detêm 65% dos dois subsegmentos, que somam 12 mil motocicletas por ano. Da mesma forma, 70% das vendas das duas marcas estão concentradas nesse pedaço do mercado. Para enfrentar esse domínio, a Honda aposta atualmen-

te na CRF 1000L Africa Twin, que está completando um ano de mercado. O modelo, que é montado em Manaus, conta com bons recursos tecnológicos, é ágil e tem preço razoável: R$ 54.900 na versão mais despojada e R$ 64.400 na Travel Edition, que conta com diversos acessórios para viagens. Por essa diferença de R$ 9.500, a Travel traz bauletos nas laterais e atrás, protetor de tanque, para-brisa mais alto e cavalete central. O modelo é oferecido desde o lançamento em duas padronagens: branca com detalhes em azul e vermelho; e vermelha com detalhes em preto e branco. No lançamento, no final de 2016, o modelo chegou com preço R$ 10 mil acima do atual – o que alinhava a Africa Twin com os modelos das duas líderes do segmento. Não deu muito certo. Passou então a pedir um valor semelhante ao das demais ri-

vais japonesas, Yamaha, Suzuki e Kawasaki, que é cerca de 20% menor. As vendas até melhoraram – passaram da média de 30 para 50 por mês –, ainda assim, estão aquém do esperado. Não se pode, no entanto, culpar o modelo por esse desempenho. O caso é que, quanto mais esportivo é um veículo, mais emocional é a motivação de compra. Superar o poder de sedução e o status das marcas BMW e Triumph exige um trabalho de longo prazo.

Mecânica AAfrica Twin tem umconjunto mecânico bem moderno e extremamente confiável. O motor de 999,1 cm³ tem dois cilindros paralelos, comando único no cabeçote e arrefecimento líquido, gerenciado por câmbio manual de seis marchas. Ele produz 90,2 cv de potência e 9,3 kgfm de torque. A big trail da Honda foi a

Banco tem dois níveis de regulagem de altura, que o colocam a 85 cm ou a 87 cm do solo última de seu segmento a adotar controle de tração. Talvez para compensar a demora, esse sistema é sofisticado, com três níveis de atuação. Porém, como é do tipo efetivo, ele entra em ação o tempo todo, mesmo na configuração mais leve. O mode-

lo é dotado ainda de freio ABS comutável para a roda traseira, painel de instrumentos em LCD, com computador de bordo, e faróis em LED. O banco tem dois níveis de regulagem de altura – para 85 ou 87 cm de distância

do solo. A suspensão dianteira é invertida, e a traseira, monochoque da Showa, ambas ajustáveis. O chassi é de berço semiduplo com seis pontos de fixação do motor, as rodas são em alumínio, e o tanque armazena 18,8 L de combustível.

Boa de pilotar na cidade, na estrada e também na terra

Faróis duplos remetem à primeira geração da Africa Twin

Todos os instrumentos, inclusive o conta-giros, são digitais

O tamanho da Honda CRF 1000L Africa Twin fica entre o dos modelos big trail de média-alta, de 800 cm³, e o das maiores, de 1.200 cm³. Por isso, consegue ser imponente ao mesmo tempo em que tem agilidade e leveza. A ciclística é de um equilíbrio impressionante, e as mudanças de direção são feitas com enorme naturalidade, sem esforço. Sem os bauletos laterais, meio “trambolhudos”, ela consegue se movimentar no trânsito urbano com facilidade. O bom porte, o assento ergonômico e a aerodinâmica refinada, principal-

mente com o para-brisa mais alto, proporcionam grande conforto em viagens. Na terra, a Africa Twin está em seu ambiente. Como o torque é presente em giros relativamente baixos, consegue manter o vigor mesmo em velocidades baixas. Do mesmo modo, retomadas e ganhos de velocidade não exigem que se recorra tanto ao câmbio. De qualquer forma, a transmissão tem engates bem suaves. Ou seja: a Africa Twin se mostra à vontade na cidade, na estrada e na terra. Uma verdadeira “multipurpose”. (ER/AP)


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FOTOS CHEVROLET/DIVULGAÇÃO

Lançamento

Descanso para o pé esquerdo Chevrolet lança novas versões automáticasdo Onix e do Prisma Da redação De olho na demanda cada vez maior por carros equipados com câmbio automático no Brasil, a Chevrolet anunciou a che-

gada das versões Advantage do Onix e do Prisma 1.4, ambas equipadas com câmbio automático de seis marchas. No caso do Onix, a versão será oferecida por R$

Nova versão é R$ 4.000 mais em conta que o Onix LT 1.4 automático

Transmissão automática é de seis marchas; motor 1.4 tem 106 cv

53.990. Já o Prisma 1.4 Advantage sai por R$ 58.690. Ambos os modelos vêm com ar-condicionado, direção elétrica, Isofix para cadeirinhas, alerta de baixa pressão dos pneus e travas,

cierge online OnStar do Onix e do Prisma Advantage. No lugar disso, a versão traz um rádio com bluetooth, mas sem entrada auxiliar ou USB. A nova configuração

vidros e retrovisores elétricos. Não há opcionais. Para ganhar o câmbio automático com um preço mais acessível, a Chevrolet tirou a central multimídia MyLink e o sistema de con-

também perde as rodas de liga leve, substituídas por calotas de 15 polegadas, além de sensores de estacionamento traseiros e a capa dos retrovisores na cor do veículo.


24 W O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia 24 de fevereiro de 2018

Belo Horizonte


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