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NOVA LIMA: DESTINO MESCLA ESPORTES DE AVENTURA E CERVEJA ARTESANAL ... Caderno Turismo. Páginas 3 a 7
BANHOS ESPECIAIS PARA O FIM DE ANO ... Páginas 29 e 30
almanaque
ALEXANDRE NERO TRAZ MUSICAL SOBRE SUCESSO A BELO HORIZONTE ... Página 11
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FIAT UNO WAY EVOLUI EM CONSUMO E DESEMPENHO COM MOTOR 1.3 FIREFLY ... Caderno Super Motor. Páginas 18 e 19
PRISCILA PRADE/DIVULGAÇÃO
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pampulha 26 de novembro a 2 de dezembro de 2016 ANO XXVII número 1374 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838
O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE ROQUE SOARES JUNIOR/DIVULGAÇÃO
CULTURA DA INFÂNCIA Especialistas apontam que universo infantil pode trazer soluções para a vida adulta; em BH, série de projetos e eventos se voltam para discussão sobre brincadeiras e cantigas
Crianças reunidas em encontro de brincar promovido pela Carretel Consultoria
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opinião
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VITTORIO MEDIOLI
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Editorial
Presente criativo salva o Natal
Os próximos 20 anos de O TEMPO
MARIELA GUIMARÃES
ão imaginava na ma- medidas necessárias, a modernização e o drugada chuvosa de aprimoramento de nossas edições. 21 de novembro de O parque gráfico recebeu mais quatro 1996, a impulsionar rotativas modernas, sendo a última o que a partida da pequena há de melhor pela eficiência e qualidade, rotativa Solna para e pela “utilidade” que passou a represenimprimir a primeira tar, levando informações confiáveis e needição de O TEMPO, que estaria vivo para cessárias para poder enxergar melhor o escrever este artigo. horizonte. Já diagnosticado com hepatite C e cirroEm 1996, não coloquei a minha frente se hepática, o prognóstico de vida era me- limitações ou incertezas, esqueci tudo e nos de dez anos. Ainda havia pessoas que imaginei que seria possível seguindo em davam risadas desta “atrevida” iniciativa, frente com firmeza. entrar num mercado apertado em que dois Procurei fazer bem feito, melhor que colossos editoriais eram escorados em gru- qualquer outro, pois, quando se dá o mepos econômicos que esbanjavam força. Uns lhor, os caminhos se abrem. Implantamos apostavam que nem sairia o primeiro exem- uma filosofia de “qualidade”. Sem ela não plar e se disporiam a engoli-lo inteiro caso se disputa mercado. Fiz um pacto com a verchegasse às bancas, outros apreciavam essa dade e a multiplicidade de opiniões, assumidecisão como a de um louco, ainda havia mos as regras do bom jornalismo. quem se deliciasse a classificar-me como O jornal não seria “meu”, não daria ênfa“Dom Quixote”. Lamento se a meus interesses. tê-los decepcionado. Sempre soube que os desO TEMPO é O TEMPO é hoje o segunvios poderiam apequedo mais vendido em Minas qualquer esforço, dehoje o segundo nar Gerais, atrás apenas de seu terminei que ficasse aberfilho, o Super Notícia. to para poderem circular mais vendido O jornal chegou às banpor ele as expressões disem Minas cas, cresceu, mexeu com a cordantes, inclusive a mieditoria mineira, deu partinha. A coluna que escreGerais, atrás da ainda ao Super, o mais vo se transformou em esapenas de vendido nas bancas do Brapaço procurado e apresil desde 2010. ciado, e depois de 19 seu filho, o O “Quixote” não sabia de publicação conto Super Notícia anos nada de editoria, entrava com milhares de seguidonum setor que era blindares em todo o país. do pela tradição, e em Minas as tentatiEstas linhas de hoje me foram solicitavas de ganhar espaço nas bancas, ensina- das para uma tentativa de antecipar os próva a história, foram ao longo de um sécu- ximos 20 anos. O que será de O TEMPO em lo frustradas impiedosamente, mesmo 2036? com figuras irretocáveis e poderosas no Não tenho bola de cristal. O mundo esleme. tá numa aceleração incrível. Tenho fé em A situação desesperada em que me en- que as virtudes que levaram às alturas O contrava e as contínuas e imerecidas ofen- TEMPO o manterão como uma importante sas que recebia na imprensa local moveram fonte de informação, confiável e útil à sodentro de mim energias que eu mesmo des- ciedade. conhecia. Dediquei-me a essa obra, mais e Exatamente como fonte de notícias, concom maior determinação que qualquer ou- fiáveis e úteis, ainda com a disposição toda tra da minha vida, até chegar a uma altura para enfrentar a evolução e as mudanças em que manter a rota e a progressão passou que estão por vir, vejo o futuro de forma proa ser fato de administração ordinária. Pas- missora. Então, o que fizemos e continuasei as rédeas a minha esposa e minha filha, mos a fazer sempre ter á um imenso valor. já há alguns anos, discutindo com elas as Venham os desafios. Estamos prontos.
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da crise, quatro em cada dez consumidores brasileiros preten6 NodemNatal gastar menos com presentes do que no ano passado, segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Economia na hora das compras não significa, porém, um presente sem graça. Confira dicas em nosso site!
ANTONIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL
Psicologia FALSAS MEMÓRIAS Mais do que a simples retenção de informações, fatos e situações vividas, para a maioria das pessoas, a memória funciona como um gravador ou máquina fotográfica, registrando parte da sua identidade. Elas são naturais, todo mundo tem, mas também podem ser criadas, atrapalhando julgamentos. Confira em nosso site!
Medicamento cura 90% de hepatite C LEO FONTES
Em janeiro deste ano, os primeiros pacientes brasileiros com hepatite C começaram a ser tratados com novas drogas desenvolvidas, que representam um novo paradigma no combate à doença. Quase um ano depois, os resultados começam a ser exibidos, com um nível de eficácia que surpreende até os médicos especialistas no assunto. Leia mais sobre os novos medicamentos no nosso site!
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vittorio.medioli@otempo.com.br Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE
SEMPRE EDITORA LTDA. Av. Babita Camargos, 1645 Contagem/MG, Cep: 32210-180 Distribuição gratuita
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reportagem
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RIQUEZA> Universo da infância pode trazer soluções para a vida adulta e BH é referência no tema SAMUEL MACEDO/INFANCIAS/DIVULGAÇÃO
Jessica Como muiAlmeida tos de nós, na infância, Roque Antônio Soares Júnior, 47, conhecido como Roquinho, percebia no brincar uma experiência muito viva, por meio da qual podia estreitar sua relação com a natureza, consolidar amizades, enfim, experimentar o mundo. Nascido em Padre Paraíso, no Vale do Jequitinhonha, ele acabou mais tarde encontrando nessa percepção um meio de vida. “Já adulto, essa noção de que brincar era algo significativo se consolida com uma consciência de que também é universal e, mais que isso, atemporal. Crianças de todos os tempos e todos os cantos do mundo são compelidas, impulsionadas a brincar”, diz Roquinho, que veio a se tornar pesquisador de um campo do conhecimento chamado cultura da infância, ou seja, o conjunto de brincadeiras, gestos, palavras, rituais e os diversos elementos que identificam as crianças, por meio dos quais elas se expressam, conhecem o mundo, estabelecem relações, lidam com seus medos e alegrias – e com os quais os adultos têm muito a aprender. Em Belo Horizonte, ele encontrou terreno fértil para desenvolvimento de seu trabalho, uma vez que a cidade é uma das referências quando se trata desse assunto. “A baiana Lydia Hortélio é a pesquisadora dessa área mais importante do mundo e ela diz que BH é uma ‘cidade menina’, a capital mundial na cultura da infância, onde se pensa o papel do modo como as crianças funcionam na construção do mundo”, afirma Roquinho. De acordo com ele, a cidade construiu essa reputação graças a um conjunto de vários fatores, como a presença de profissionais brincantes em nossos centros culturais, a realização de diversos festivais focados nas crianças e a existência de vertentes infantis de grupos de uma série de projetos
zer mobiliário para a cidade”, afirma. No contexto da cultura da infância, as cantigas e brincadeiras de roda são um saber especial. A professora de música Maristela Loureiro é uma das autoras da coleção “Brinco e Canto” da editora Melhoramentos (leia mais na página 4) ressalta não só a riqueza cultural dessas manifestações, como sua função primordial para o desenvolvimento dos pequenos. “Nessas brincadeiras, elas aprendem os primeiros preceitos da vida, desenvolvem os músculos, a flexibilidade, a fluidez de um pensamento musical, afinal a voz também é um instrumento e nós já nascemos com ele”, explica. De acordo com ela, os benefícios estão no âmbito emocional, no social, no motor, no cognitivo, além do cultural. “Quando formam uma roda, elas treinam o convívio social e precisam aprender a lidar com os conflitos que surgem na execução da brincadeira; descobrem a timidez ou uma atração por estar em destaque, sem falar em coordenação motora, noção de temporalidade, consciência corporal, criatividade, tomada de decisão e desenvolvimento do pensamento abstrato”, enumera. “Enquanto educadora, eu e Ana Tatit, coautora da coleção, acreditamos e defendemos muito que isso seja estimulado nas crianças”.
Registro do projeto Infâncias: José Talisson, o Jacaré, é do Crato e brinca no reisado do mestre Aldenir, um dos mais tradicionais do Cariri cearense
Saberes da infância como é o caso, por exemplo, do Netinhas de Sinhá, desdobramento do Meninas de Sinhá. Um dos membros da Carretel Consultoria, Roquinho promove, entre outras atividades, encontros para brincar. “São experiências na natureza e com ela. Tanto a natureza humana quanto a que nos cerca. Colocamos pais e filhos em contato com a natureza e daí nasce uma infinidade de brinquedos e brincadeiras”, explica. “O engraçado é que pode parecer, a princípio, algo que só funciona no ambiente rural, mas não, temos tido experiên-
SAMUEL MACEDO/INFANCIAS/DIVULGAÇÃO
Caminhão de madeira e papelão, de crianças de Campo Buriti
cias muito ricas em Belo Horizonte, em praças e parques. A criança urbana também tem uma pulsão muito forte pelos elementos naturais”. BRASIL PROFUNDO Outra iniciativa que tem na capital mineira uma de suas bases é o projeto Infâncias, que pesquisa, registra e faz uma reflexão sobre a vida das crianças em diversas regiões do Brasil. “Viajamos mais de 70 mil km adentrando florestas, rios, visitamos sertão do Cariri cearense e uma série de outras localidades para retratar a diversidade da cultura
da infância e também suas universalidades”, conta Marlene Peret, uma das organizadoras. “O brincar é uma delas. É por ele que a criança mostra seus desejos, suas dúvidas, seus sentimentos, sua cultura. Mais do que atividade lúdica, o brincar exerce importante papel no desenvolvimento infantil da criança. Quando a criança brinca, ela entra em contato com desafios e problemas. A partir daí, a criança busca soluções, mostrando sua autonomia para resolver os problemas”. Marlene pondera que muitas vezes esse universo ROQUE SOARES JUNIOR/DIVULGAÇÃO
Bichinho feito com fruto em encontro para brincar
tão rico da infância é invisível aos adultos, e o Infâncias busca promover essa sensibilização. “Essa etapa da vida sempre foi olhada como um momento de imaturidade, com um olhar vertical, mas desde os anos 1960 a antropologia da infância tem nos tocado que é importante olhar para a criança no sentido horizontal. Escutá-las pode resultar em alternativas interessantes para a vida. Na Índia, inclusive há crianças participando de decisões para a arquitetura dos municípios. Em São Paulo, o projeto CriaCidade traz as crianças para ajudarem a fa-
SEMINÁRIO Discussão O seminário Brincar: Linguagem Universal da Infância propõe uma discussão sobre o brincar, a criança e os modos formais e alternativos de construção de conhecimento. Três convidados abordarão um tema específico, entre eles Roquinho, que vai falar sobre brinquedos e brincadeiras tradicionais da infância brasileira.
Casa Cultural Atrás do Pano (r. Dr. Lund, 632, José de Almeida, Nova Lima) Neste sábado (26), das 8h30 às 12h30. Gratuito.
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Jogos tradicionais como a bolinha de gude são preservados
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NOVA GERAÇÃO> Produções belo-horizontinas se voltam para as brincadeiras e cantigas populares
Conhecer para preservar RAQUEL CARNEIRO/DIVULGAÇÃO
Dentro da Jessica perspectiva Almeida do fortalecimento das brincadeiras de roda e cantigas populares, dois eventos que acontecem em Belo Horizonte nos próximos dias trazem exatamente essa proposta. O filme “Dentro da Caixinha”, do cineasta belo-horizontino Guilherme Reis, que será lançado em DVD neste domingo (27), tem foco nesse universo. O média-metragem conta a história de três crianças que, durante uma queda de energia provocada por uma tempestade, se veem envolvidas por cantigas, danças e brincadeiras de roda trazidas direto do baú de recordações da vovó. “É estranho como temos que apresentar para os brasileiros a nossa própria cultura. Mesmo quando as crianças ouvem músicas como ‘Ciranda Cirandinha’ por meio da Galinha Pintadinha, por exemplo, elas vêm numa roupagem pop”, afirma o diretor. “Um dos nossos maiores compositores, Heitor VillaLobos (1887-1959) passou a vida recolhendo partituras de cantigas, é uma literatura muito rica. O grande barato é mostrar isso para os meninos, algo nosso que é tão bonito”. O filme traz cantigas clássicas, como “Sapo Cururu”, “Velha a Fiar” e a citada “Ciranda Cirandinha”. Reis observa, porém, que a ideia não é criar um discurso taxativo contra as novas tecnologias e a transformação – tanto é que uma das duas canções originais é o “Funk de Roda”. “No final, os meninos fazem a ciranda deles em ritmo de funk, para a gente mostrar também que as coisas mudam, o mundo evolui, e que não precisamos ter preconceito contra as novas músicas”, diz. APROXIMAÇÃO Para o elenco mirim de “Dentro da Caixinha”, a gravação possibilitou o reencontro com uma realidade que já não é mais tão presente em sua rotina como foi na de gerações anteriores. “Ainda brinco um pouco de roda na escola, mas quando chego em casa, fico mais no computador”, diz Leônidas Braga, 11, que interpreta o personagem Arthur. “É importante que a gente tenha mais contato com essas músicas e brincadeiras para aprender a cuidar da nossa cultura, que vem de muito tempo. E também ajuda a não sermos sedentários”,
Roda Cena do filme “Dentro da Caixinha”, do cineasta mineiro Guilherme Reis
completa. Manoela Domingos, 9, que interpreta Laura, diz que começou a brincar de roda por causa do filme. “Canto num coral e faço aula de música, mas de roda, não tenho muito o hábito, brinco mais de boneca e no telefone”, diz. “Eu achei uma brincadeira muito divertida e pretendo trazer para o meu dia a dia e dos meus amigos”. No início de dezembro (dias 9 e 10), o curso infantil do Corpo Escola de Dança apresenta o espetáculo “Quintal”, que traz as brincadeiras populares chamando a atenção para sua importância no desenvolvimento social, físico, afetivo e cognitivo das crianças. “Optamos por trazer essa temática porque elas têm se perdido, sobretudo nos grandes centros urbanos. Não que eu seja contra brincar com aparelhos tecnológicos, mas é importante que as crianças brinquem no espaço público”, afirma o diretor do espetáculo, Fernando de Castro. “A ideia é mostrar esse movimento que se dá no espaço público, nas ruas e praças, onde as crianças podem preservar a tradição e também construir seus próprios brinquedos”. No aspecto musical, “Quintal”, que tem a participação do grupo Meninos de Minas, de Itabira, traz canções tradicionais, que já estão em domínio público, bem como outras de compositores como Vinicius de Moraes e do projeto Palavra Cantada. Uma outra parte foi composta especialmente para o espetáculo, como explica o di-
PARA SE APROFUNDAR NA TRADIÇÃO “Dentro da Caixinha” Depois de ser exibido no circuito, o filme do cineasta Guilherme Reis será lançado em DVD, com sessão gratuita no Cineart Shopping Cidade. Além do musical infantil, também serão exibidos dois extras: o premiado curta “Jardim das Cores”, do mesmo diretor, e o making of de “Dentro da Caixinha”, com entrevistas e imagens feitas nos bastidores das gravações. Guilherme e o elenco estarão presentes.
“Quintal” O novo espetáculo do curso infantil do Corpo Escola de Dança tem como proposta o resgate das brincadeiras populares, chamando atenção para a importância das brincadeiras no desenvolvimento social, físico, afetivo e cognitivo das crianças. Tem direção artística de Fernando de Castro, direção musical de André Taques e participação do grupo Meninos de Minas, de Itabira.
Cineart Shopping Cidade (r. dos dos Tupis, 337, centro). Neste domingo (27), às 11h. Gratuito. DVD R$ 14,99.
Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Dias 9 e 10. Sexta, às 18h e sábado, às 20h. R$ 30 (inteira).
retor musical André Taques. “Para todas elas, fizemos arranjos especiais para tambor, que é a linguagem do grupo Meninos de Minas. Nosso objetivo é garantir a preservação e divulgação dessa cultura, que é de todos nós”, diz. O grupo Meninos de Minas, que desenvolve atividadesligadasà música,como oficinas de musicalização e construção de instrumentos utilizando material reciclado, trabalha com crianças de 7 a 17 anos e ritmos de raiz afromineira.“Acreditoque omais importante é garantir o acesso dos meninos a essas manifestações, coisa que muita gente que é de fora dá um valor enorme e, às vezes, nós mesmos não conhecemos. Quan-
do temos a oportunidade de fazer o jovem ouvir, entender, estudar, a coisa se recicla e perdura”, afirma Cleber Camargo Rodrigues, coordenador do grupo. Ele conta que numa das turmas do Meninos de Minas havia um garoto que se escondeu quando o projeto foi divulgado em sua escola. “Nós entramos na sala e ele ficou com vergonha, porque ninguém conhecia as músicas que tocávamos e cantávamos. Hoje, ele já entendeu e é muito orgulhoso, mas a lição que fica é essa: a gente só ama o que conhece, por isso precisamos garantir que cada vez mais pessoas conheçam essa cultura”, afirma.
CONHEÇA A COLEÇÃO BRINCO E CANTO EDITORA MELHORAMENTOS/DIVULGAÇÃO
6 Brincadeiras Cantadas de Ca e de Lá Com uma seleção de 30 canções, o livro vem acompanhado de um CD, com músicas interpretadas por Virginia Rosa, e DVD. A obra também apresenta brincadeiras de roda brasileiras, além de outras do resto do mundo.
6 Desafios Musicais O volume traz 35 brincadeiras consagradas pela tradição popular que estimulam a atividade grupal de crianças. Com músicas cantadas por Ná Ozzetti, o CD acompanha as brincadeiras interpretadas por Estêvão Marques no DVD.
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Para os Pequenos Seleção de 43 brincadeiras, entre elas canções de ninar, brincadeira de roda e de mímica. Todas enraizadas na cultura brasileira. O CD que acompanha o livro traz músicas infantis e o DVD mostra brincadeiras com o Grupo Pererê.
Festas e Danças Brasileiras Algumas danças regionais e festas populares do Brasil são apresentadas em 46 canções que revelam a diversidade de costumes e a variedade de idiomas musicais no país. No DVD, Deise Ales ensina algumas delas.
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CENÁRIO BH EMBRATUR/DIVULGAÇÃO
Praça do Papa recebe evento de yoga O domingo será de relaxamento na Praça do Papa com a chegada do I Yoga e Mindfulness da Gratidão. O evento organizado pela Casa Coaching e a Cristal Terapias Naturais proporcionará uma manhã recheada por aulas de mantras e meditação. Os interessados devem levar tapete de yoga e vestir roupas confortáveis. Além das aulas, o evento também contará com o recolhimento de presentes que serão doados para crianças com câncer. Onde Praça do Papa (av. Agulhas Negras, s/n°, Mangabeiras)Quando Neste domingo (27), às 9h Quanto Gratuito
A programação do Festival de Arte Negra deste sábado (26) leva o Afrofuturik para a noite do viaduto. O evento é um movimento artístico-cultural que preza pelo empoderamento da juventude negra e por sua representatividade na atualidade e na sociedade moderna. Nesta terceira edição do FAN, o Afrofuturik será um evento de música – com a presença de DJ’s e do pocket show “Negras MC’s” –, além de contar com um desfile de marcas. Onde Viaduto de Santa Tereza Quando Neste sábado (26), às 18h Quanto Gratuito
REPRODUÇÃO FACEBOOK
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do FAN chega ao 6 Evento Viaduto Santa Tereza
Bicicletas tomam as ruas de BH em festival O primeiro festival sobre a cultura da bicicleta, o BH BiciFest, acontece na capital belo-horizontina na próxima semana e promete promover o uso do meio de transporte na cidade. Para os apaixonados pela “magrela”, o evento está repleto de atividades como debates, exposições, oficinas e festas em diversos espaços de BH. Onde Benfeitoria (r. Sapucaí, 153, Floresta) e UNA Campus Liberdade (r. da Bahia, 1764, Lourdes) Quando Quinta (1º), sexta (2) e sábado (3) – confira a programação em https://goo.gl/ovL0 Ln) Quanto Entrada gratuita
DAVI D'BARTOLO/DIVULGAÇÃO
TrE Ma ocupa fábrica 6 Exabandonada em BH No decorrer da próxima semana, entre segunda (28) e sábado (3), uma fábrica fechada na avenida Andradas se tornará palco de uma residência artística que inclui performances, pinturas, dança e outras propostas ligadas às artes. O encerramento da programação, no dia 3, contará com um festival musical que traz apresentações de bandas de música experimental, metal e punk. Onde av. Andradas, 1145, centro Quando De segunda (28) a sábado (3), das 14h às 20h (Residência Artística); sábado, das 15h às 0h (Festival musical) Quanto R$ 15.
KARO BOTURA/DIVULGAÇÃO
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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz
Whole30: dieta (CRM-MG 25.398)
telmo.diniz@jornalpampulha.com.br
Ser empático ocê consegue se colocar no lugar do outro? Consegue sentir o mundo do outro como se fosse o seu? A palavra que se usa para designar tal capacidade é empatia, que quer dizer “entrar no sentimento” – ou, melhor dizendo, “se colocar no lugar do outro”. A empatia é uma das ferramentas mais úteis para nossa para a reforma íntima. Mas como praticá-la? A arte de se colocar no lugar do outro é, essencialmente, ser uma pessoa empática. É um passo além de ser simpático ou carismático. É ser espontâneo em sabedoria e na arte de surpreender. É uma pessoa que transfere sua experiência sem pedir nada em troca. Os empáticos dão vida à vida. São sempre lembrados como pessoas insubstituíveis. Fazem total diferença no nosso dia a dia. Os empáticos são capazes de superar o pessimismo e o mau humor, além de superar a necessidade diária – e estúpida – de estar acima dos outros sempre. São pessoas sempre afetuosas. São verdadeiros pacificadores. Na presença deles, imperam serenidade e calmaria. Temos de aprender com eles! São lentos para condenar e rápidos em compreender. São pessoas maduras e sabem que a “verdade” está sempre longe do ideal. Minha verdade pode não Ser empático é ser a sua, e vice-versa. saber entender Ser empático é saber entender a falha a falha do outro, do outro, deixar as mádeixar as goas de lado e compreender que somos tomágoas de lado dos imperfeitos. Seu e compreender objetivo não é ganhar discussões, e sim conque somos quistar pessoas. São todos tão surpreendentes que não têm medo de imperfeitos pedir desculpas. Ao contrário, pessoas que não possuem empatia colocam o status social acima de tudo, escondendo suas emoções e seus medos nas sombras de uma vida falsa e vazia. Mas como poderíamos melhorar nossa capacidade de sermos mais empáticos e, assim, jogar luz à nossa vida e aos que nos rodeiam? Primeiramente, não espere nada de ninguém. Ouça mais e fale menos. Aja com respeito e bondade com as pessoas, e caso seja ofendido ou não retribuído de alguma forma, entenda que o problema não está em você. É perda de tempo ficar remoendo situações desagradáveis. Não perca suas energias acusando as pessoas, exaltando um erro alheio ou se gabando dos seus acertos perante os outros. A vida é mais do que isso. Se você se irrita facilmente com pequenas coisas no dia a dia, saiba que reformas internas são necessárias em busca de atitudes mais empáticas. O escritor Augusto Cury dissertou muito bem sobre o tema: “Nunca exija o que os outros não podem dar. No momento em que uma pessoa erra, falha, se equivoca, não consegue abrir o leque da inteligência para dar respostas lúcidas. Exigir lucidez nos focos de tensão é uma afronta aos direitos humanos”. Seja humilde e não viva baseado em fatores externos. Seja você mesmo e compreenda que todos nós estamos vivendo em busca de aprendizado interior, e só assim poderemos lidar com o próximo. Um velho ditado árabe diz que “na panela grande tem de caber a panela pequena”. Se não entender algo, busque compreender. Faça uma boa semana. Pratique o entendimento e a compreensão.
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Adeptosdevem ingerir‘comida boa’esomente quando sentiremfome Passe 30 dias consecutivos seguindo uma dieta bastante restritiva, que é febre nos Estados Unidos, e você irá limpar seu organismo – além de perder de 3 kg a 7 kg durante o mês. Essa é a proposta da Whole30, um método de emagrecimento desenvolvido há sete anos pela nutricionista esportiva Melissa Hartwig e pelo médico funcional Dallas Hartwig. Mas a fama mesmo da dieta começou no ano passado, após o lançamento do livro “Whole30: 30 Dias para Mudar”, que ficou por mais de 50 semanas na lista de best-sellers do “The New York Times”. A dieta restringe todo tipo de açúcar (até adoçantes naturais), álcool (inclusive vinho usado na hora de preparar receitas), grãos (quinoa, por exemplo), alguns legumes, leite e derivados (veja quadro ao lado) . Não existe exceção – até mesmo um chiclete sem açúcar ou respingo de leite desnatado no café podem te mandar de volta para o dia 1 da dieta. Segundo seus criadores, o objetivo do método é mudar o relacionamento das pessoas com os alimentos e desintoxicar o organismo. Eles garantem que não é preciso contar calorias com a Whole30, e fica proibido subir na balança – só depois dos 30 dias. Com isso, os autores consideram que quem aderir à dieta deverá comer “comida boa” e só quando houver fome. Eles incluíram porções no site whole30.com. Em outras palavras, se você não está com fome o suficiente para comer um brócolis no vapor, por exemplo, você não está com fome. O programa também não recomenda lanchinhos, orientando os participantes a fazer cada refeição um pouco maior, adicionando um pouco de proteína e gordura.
Entretanto, para quem está fazendo atividade física intensa durante a dieta, os autores recomendam adicionar um lanche (como um ovo cozido e um punhado de nozes de macadâmia) de 15 a 75 minutos antes de um treino e um bônus pós-treino refeição – como um pequeno peito de frango grelhado e metade de uma batata-doce assada) de 15 a 30 minutos após o exercício. “A dieta basicamente exclui todo e qualquer alimento industrializado ou mesmo processado, mesmo que ‘natural’, e pede que sejam ingeridos somente alimentos cujos ingredientes estão em esta-
do natural. Em tese, ela não delimita quantidades. Mas sugere tamanhos de porções”, explica o endocrinologista Flávio Cadegiani, em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”. Para ele, a Whole30 persiste no mesmo erro de outras dietas, já que é muito restritiva. “Isso demanda extrema organização pessoal e inúmeras renúncias sociais”, diz. “É preciso acabar com essa briga eterna de amor e ódio com alimentos prazerosos, para termos uma relação verdadeiramente harmoniosa com a alimentação, cujo equilíbrio é, acima de tudo, individual”, opina.
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O programa também não recomenda lanchinhos, orientando os participantes a fazer cada refeição um pouco maior, adicionando um pouco de proteína e gordura.
EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
COMO DEVE SER O MÊS Durante 30 dias consecutivos – se “furar”, terá que recomeçar – a pessoa adepta à Whole30 terá que cortar do cardápio os alimentos industrializados e os naturais que apresentem potencial alergênico
Proibidos Grãos (até os integrais): inflamam o organismo, segundo os criadores. Isso inclui trigo, centeio, cevada, aveia, milho, arroz, quinua, sorgo, amaranto
Leguminosas: com filato (antinutriente) na composição, podem dificultar a absorção de alguns minerais (ferro, por exemplo). A lista inclui feijão, ervilha, grão-de-bico, lentilha e amendoim
Açúcar: não tem valor nutricional e ativa a sensação de prazer e recompensa, provocando alterações metabólicas. É vetado o açúcar puro, mascavo e demerara, assim como mel, agave e adoçantes (nem os naturais, como estévia) Leite e derivados: contêm proteínas alergênicas e podem provocar o aumento da insulina, elevando o risco de diabetes e obesidade. Proibidos: leite de vaca, de cabra ou de ovelha (creme de leite, por exemplo), queijo, kefir e iogurte Álcool: tem efeito tóxico e é muito calórico. As bebidas devem ser evitadas até na hora de preparar receitas
Liberados Proteínas: peixes e frutos do mar, carne vermelha (boi, carneiro, cordeiro), carne branca (frango, coelho, pato e porco), ovo (galinha, pata, codorna), carnes processadas artesanais (bacon, salsicha e frios não industrializados) Gorduras: abacate, coco (polpa, leite e óleo) azeitona, castanha de caju. Em moderação: amêndoa, pistache, castanha-do-pará, nozes, linhaça, abóbora e girassol
Vegetais: abóbora, acelga, abobrinha, agrião, aspargo, alface, alho-poró, brócolis, beterraba, cebola, cenoura, couve, couve-flor, erva-doce, couve-de-bruxelas, espinafre, inhame, pepino, pimentão, repolho, rúcula, tomate. Em moderação: alcachofra, batata-doce, berinjela, brotos, quiabo, cogumelos, ervilha-torta, salsão, vagem, rabanete
Frutas: melão, mirtilo, morango, kiwi, cereja, amora, ameixa, abacaxi. Em moderação: uva, tangerina, pera, pêssego, melancia, laranja, limão, maçã, mamão, manga, figo, frutas secas
EXERCÍCIOS
Para quem está fazendo atividade física intensa durante a dieta, os autores recomendam adicionar um lanche (como um ovo cozido e um punhado de nozes de macadâmia) de 15 a 75 minutos antes de um treino
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de 1mês DIVULGAÇÃO
Peixes e frutos do mar são liberados durante toda a dieta
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Preocupação excessiva com a saúde faz mal Você conhece alguém que sempre anda com uma caixinha de remédios variados “só por precaução”? Ou alguém obcecado com visitas ao médico? Talvez essa pessoa esteja precisando de ajuda, segundo um estudo norueguês que identificou que ser “um poço de preocupações” – ou hipocondríaco – pode realmente aumentar o risco de doenças cardíaca. Eles analisaram os níveis de preocupação com a saúde de 7.000 pessoas, que foram acompanhadas por pelo menos dez anos. O estudo, publicado pelo “BMJ Open”, sugere que, embora a ansiedade em geral já seja reconhecida como um dos fatores de risco, o estresse em relação à saúde também pode ser um problema. Segundo os cardiologistas, se você acha que está sofrendo com “excesso de preocupação com a saúde” deve procurar um médico. A ansiedade com a saúde se caracteriza pela “preocu-
pação contínua” em ter ou pegar uma doença grave, o que leva a pessoa a procurar ajuda médica imediata, sem ter qualquer sintoma da doença. As pessoas avaliadas no estudo, todas nascidas entre 1953 e 1957, estavam participando do ensaio clínico “Norwegian Hordaland Health Study” (Husk). De 1997 a 1999, elas responderam a questionários sobre saúde, estilo de vida e educação, além de terem sido submetidas a exames de sangue regulares. Também tiveram peso, altura e pressão arterial monitorados. Os pesquisadores adotaram uma escala chamada de “Whiteley Index” para avaliar os níveis de ansiedade. Foram usados ainda dados nacionais para acompanhar o tratamento hospitalar e os óbitos no grupo até 2009. Dos 7.000 avaliados, 234 (3,3%) tiveram um ataque cardíaco ou crise de angina aguda. Mesmo após levar em con-
ta os fatores de risco conhecidos, o percentual dos que sucumbiram à doença cardíaca (pouco mais de 6%) foi mais de duas vezes maior entre os 710 que sofreriam de ansiedade com a saúde. E, quanto maior a ansiedade, maior o risco de desenvolver doença cardíaca. RISCO No artigo, os pesquisadores, liderados pelo médico Line Iden Berge, afirmam: “A pesquisa indica ainda que o comportamento padrão das pessoas preocupadas demais com a saúde, que monitoram os sintomas e fazem checkups frequentes, não reduz o risco (de doença coronárias)”. “Os resultados ilustram o dilema vivido pelos médicos entre tranquilizar o paciente e, ao mesmo tempo, saber que a ansiedade, com o tempo, pode estar associada ao aumento do risco de doenças coronarianas”, afirmam. As informações são da rede BBC.
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reportagem
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ESPAÇO GOURMET DENILTON DIAS
Camila Gomes, 33, aprendeu com sua avó como preparar uma boa massa. Vendo dona Odete Carvalho, 84, fazer o talharim na maquininha, a corretora de seguros comprou o equipamento. “A massa fresca e artesanal adere bem ao molho e valoriza ainda mais a receita”, conta Camila. “Já fiz lasanha, talharim, massa recheada. Consigo todos esses cortes com a máquina”. Assim como a corretora de seguros, são muitos os que fazem massa em casa sem ter que recorrer às vendidas em supermercado. Ouvimos alguns chefs de renome na cidade, e eles contaram os segredos de uma boa receita para ajudá-lo a também produzir seu macarrão. A receita é simples e não leva muitos ingredientes. Basicamente ovo e farinha, mas é preciso ficar de olho na qualidade dos itens. “A farinha tem que ser de boa qualidade. Não precisa ser importada, precisa ter qualidade superior. Uma farinha premium é a ideal”, explica Maurizio Gallo, proprietário da cantina que leva seu nome. O chef Matusálem Gonzaga, do Nonna Trattoria, conta que gosta de fazer um ‘blend’ (uma mistura de farinhas). “Uso a proporção de 80% de farinha grano 00 para 20% de sêmola grano duro, pois a massa ganha mais textura”, relata. Já o chef Américo, da cantina Piacenza, sugere: “Na minha família, desde que me lembro, minha avó usava farinha comum, vendida em supermercado, e as massas ficavam boas. A farinha importada, às vezes, é difícil de achar. Para quem está começando, não é preciso se preocupar se a farinha é importada ou não”. Outro item importante são os ovos, e, segundo Gallo, não tem segredo: “Tem que ser ovo de verdade. Quando eu falo ovo de verdade, é ovo de gema amarela mesmo”. Massimo Battagline, da Osteria Mattiazzi, afirma que o segredo está na gema: “É preciso usar um ovo caipira de gema bem amarela para dar cor, senão fica muito pálida. E use azeite para não grudar”. E emenda: “Se quiser, use um pouco de açafrão para dar cor à massa. Para Matusalém, ovo deve ser padrão, nem muito grande nem muito pequeno, para massa não desandar. E, se quiser, poFranco Malheiro
Camila Gomes e dona Odete juntas fazendo talharim com auxílio da máquina de abrir e cortar massa
Mãos na massa! Diferentemente do que muitos podem pensar, fazer a própria massa, além de ser prazeroso, não é uma tarefa difícil. A seguir, dicas de especialistas no assunto
ros, sal e manjericão, e, se precisar, uma pitada de açúcar para tirar a acidez. É fácil, gostoso e saboroso”, diz Matusalém. Esse molho é o preferido de Gallo também.” Molho com tomates pelados italianos, não tem erro. Se o tomate for bom, nem precisa do açúcar”.
SERVIÇO de usar a criatividade para dar cor. “Uso beterraba se quero massa roxa, cenoura se quero laranja, tinta de polvo para massa preta, vale a criatividade”, conta Battagline. Haja braço. “Com a batedeira, pouco braço; e sem a batedeira, muito braço”, brinca Battagline ao dizer o que precisa para o ponto certo da massa. Maurizio Gallo sugere que as pessoas comprem uma máquina e tenham em casa, pois torna o preparo mais simples e não é um investimento tão caro (entre R$ 120 e
R$ 300). “A máquina é um item bom de ter, ela já vem com o rolo e com os cortadores para cada tipo de massa”, explica Gallo. Piacenza diz que paciência é primordial. “As primeiras tentativas podem não sair boas. O segredo é ir tentando e, muitas vezes, fazer ao lado de quem já sabe para ir pegando o jeito. Culinária é carinho, é jeito”.. Fresca ou seca É unânime para os chefs que a massa fresca é mais saborosa. Mas é possível congelar ou secar, em varais próprios
para isso. “Pode congelar se quiser, mas a massa perde um pouco o sabor, eu diria uns 20%”, afirma Gallo. “O bom da massa congelada é que dá para manter por mais tempo, é uma opção”, afirma Matusalém. MOLHO Para massas mais espessas, molhos mais gordurosos e pesados combinam mais, e massas mais delicadas combinam com molhos leves. “Óbvio que se pode usar o molho que quiser para a massa que qui-
ser. Mas quando a massa é muito fina, como um cabelinho de anjo, por exemplo, ao se usar um molho muito gorduroso e pesado, o sabor dela some. O mesmo se usar uma massa espessa como pappadelle com um molho mais suave, o sabor do molho não ressalta”, explica Massimo Battagline. E, claro, há o “curinga”. O molho de tomate e manjericão, na Itália conhecido como pomodoro basílico. “Vai bem com quase todos os tipo de massa. São necessários tomates bons e bem madu-
Cantina Piacenza rua Aimorés, 2.422, Lourdes, (31) 2515-6092) Chef Américo Piacenza Nonna Pizzeria e Trattoria avenida do Contorno, 8.835, Gutierrez, (31) 3292-6333 Chef Matusálem Gonzaga Restaurante Maurizio Gallo rua dos Aimorés, 2.305, Lourdes, 2514-3020 Che Maurizio Gallo Osteria Mattiazzi rua Soledade, 28, Santa Efigênia, (31) 3483-3465 Chef Massimo Battagline
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RECEITA Torteloni de legumes, receita do chef Matusalém Gonzaga
Em uma superfície lisa, faça um monte de farinha como se fosse um vulcão e quebre os ovos no meio. Proporção de um ovo para cada 100g
Para a massa 2 ovos inteiros 200 g de farinha de trigo 50 mL de azeite Preparo: Misture até que a massa se torne homogênea; abra a massa com um rolo até obter uma espessura fina; corte a massa em quadrados; coloque o recheio no centro e feche. Cozinhe em água fervente por cinco minutos. Reserve. Para o recheio 50 g de abobrinha picadinha 50 g de batata picadinha 50 g de cenoura picadinha 50 g de brócolis picadinho Refogar com uma pitada de sal, alho
A farinha pode ser misturada – grano 00 com farinha grano duro. Misture com os ovos para começar a formar a massa.
Você pode usar uma batedeira potente; caso prefira utilize os braços e as mãos. Sove até que se forme uma massa homogênea.
Caso use a massa fresca, cozinhe por três minutos e consuma imediatamente. Uma boa pedida é acompanhá-la com molho de tomates sem pele.
Use o rolo para abrir a massa até que ela atinja a espessura desejada. Existem os tradicionais rolos e as máquinas com catraca.
Corte em pedaços e polvilhe com farinha para que a massa não resseque.
FOTOS DIVULGAÇÃO
VITRINE Forma para Raviolli, em alumínio, com 20 cavidades Quanto R$ 23, 90. Onde www.americanas.com.br
Jogo de panelas Multi Cooker Alegra Tramontina. Quanto R$ 486 Onde www.tbox.com.br
Máquina para massas La Cusine com cortes para dois tipos de massas Fettuccine e Talharini. Quanto R$ 119,90. Onde www.americanas.com.br
e pimenta do reino a gosto e uma colher de azeite. Para o molho Coloque umas aparas de carne bovina para dourar com alho, cebola, ervas frescas e alho- poró; depois de douradas, adicione um cálice de vinho tinto seco deixe na panela por cinco minutos; em seguida acrescente uma colher de farinha de trigo, mexa bem, junte um pouco de água e deixe ferver por 20 minutos; depois, coe e coloque sobre a massa aquecida; ponha sobre o molho algumas gotas de creme de leite fresco e sirva em seguida. Obs: se necessário, para melhorar a consistência, jogue um pouco de queijo ralado.
Varal para secar massas Kitchenaid Quanto R$ 449. Onde www. tbox.com.br
Com a massa plana, escolha o corte. As máquinas ja trazem algumas opções, mas você pode usar tesoura.
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sociedade
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DOLCEVITA
Paulo Navarro com Walter Navarro pnnavarro@gmail.com FOTOS EDY FERNANDES
BEM ARMADO inalmente, a vida imitou a boa arte, na prisão de dois ex-governadores do Rio, Anthony Garotinho e Sérgio Cabral. Este ineditismo lembra antiga e ótima novela da Globo (a primeira em cores), “O Bem Amado”, de 1973. O autor da novela era Dias Gomes e, no papel principal, o grande e saudoso Paulo Gracindo, como Odorico Paraguaçu, o prefeito da fictícia cidade baiana de Sucupira.
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BEM PENSADO
manos? Em educação, segurança, cultura e ética? E melhor, quem sabe, com o fim da impunidade, a corrupção pelo menos diminua, pelo medo?
BOBOS AO VOLANTE s locadoras riem à toa e não à toa. Virou moda exibicionistas falsos ricos, nos fins de semana, alugarem carrões importados. São Ferraris, Lamborghinis ou BMWs conversíveis, alugadas para desfiles em Lourdes e na avenida Oscar Niemeyer, antiga Seis Pistas.
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No lançamento do livro de crônicas “Só de Bicho”, na Casa Amarela de O TEMPO, Ana Laender, Vittorio Medioli, Alexandre Kalil e o titular da coluna
dorico era a síntese, a sátira ao típico político brasileiro. Corrupto, devasso e sem escrúpulos. Cometia até crimes para inaugurar sua principal obra – não um hospital, uma escola, um presídio, mas o cemitério. O problema é que ninguém morria, nem o suicida Libório nem com os serviços de um matador, Zeca Diabo (Lima Duarte). Por ironia, o cemitério só foi inaugurado com o assassinato do próprio Odorico.
DELÍCIAS COM CAUSA
CONDOMÍNIO INTELIGENTE
ia 28, o chef Leo Paixão reunirá grandes nomes da gastronomia nacional para mais um jantar beneficente, “Chefs Contra o Câncer”, em prol da Casa de Acolhida Padre Eustáquio, a CAPE. Além de ótima música e do menu, o público poderá conferir uma exposição inédita do grande Alfredo Volpi (1896-1988). Tudo no Museu Inimá de Paula, a partir das 20h.
mercado de condomínios tem PIB (Produto Interno Bruto) em crescimento exponencial. Bilhões de reais em serviços diversos. Em BH, moram no Vila da Serra, no Belvedere e na rodovia MG 30. Dia 19, o Jornal Vila da Serra & Condomínios e Kamonga Desenvolvimento Empresarial reali-
BEM FEITO
O MAGO CATITO
érgio Cabral está preso na prisão que inaugurou, bem diferente dos restaurantes e hotéis de luxo que frequentava em Paris. Garotinho, esperneando e chorando, ficou internado, não na rede D’or, mas no hospital do mesmo presídio. Aí voltamos àquela ideia. Quem sabe agora, experimentando o próprio veneno, os políticos não investem em presídios e hospitais mais hu-
deliciosa casa noturna carioca Hippopotamus finalmente vai reabrir no verão, no 17 de janeiro, sob o comando de Omar “Catito Peres” e do sócio, Ricardo Amaral. Catito, que já tem nas mãos as mais famosas casas do Rio – como o La Fiorentina e o Bar Lagoa, além da rede de Boulangerie Gurin –, também está feliz com a compra do Restaurante Piantella, em Brasília, que volta administrado por seu irmão, Roberto Peres.
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zaram o Fórum Condomínio Inteligente. O diretor do jornal, Homero Dolabella, deu as boas-vindas. Júlio Grillo, do Conselho do Movimento SOS Nova Lima, defendeu um Plano Diretor para a região.
CONDOMÍNIO IMPECÁVEL
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advogado especializado em mercado imobiliário, Kênio
Pereira, falou sobre a nova legislação e a inadimplência. José Soares Carolino, diretor da Sigma, discorreu sobre a eficiência energética. O evento teve outros temas, como ações para garantir a participação de condôminos em assembleias e formas de reduzir os custos na gestão dos residenciais. Em abril de 2017 acontecerá o segundo fórum, dessa vez focado no tema segurança.
lançaperfume do Sindus6 Oconpresidente MG, Andre de Sousa Lima Campos, reúne empresários, dirigentes de classe, do setor produtivo e representantes do poder público para os 80 anos da entidade. Dia 29, no The One Business. Ferraz recebe 6 Rodrigo para o lançamento do livro “Expedição Fartura Gastronomia – volume 4”. Dia 1/12, às 20h, no Trindade. Quando e 6 Mistério. onde será a 11ª Minas Gerais Fashion Week? Em um dos dois dias, um ponto turístico de Minas será o cenário. Ou seria de BH?
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Henrique Pen6 Paulo tagna Guimarães recebeu, dia 24, para coquetel que inaugurou a sede do Banco Bonsucesso no One Business Center. E na ocasião, iniciaram-se as comemorações dos 25 anos da instituição. de Mar6 Mariana(filha cio Alaor de Araújo e Sil-
Na inauguração do Udon no Caesar Business, os felizes sócios Felipe Santiago, Mariângela Lima, Pedro Martins e Ralph Marcellini
vana) e Paulo Henrique (de Paulo Saad Rage Zacharias e Vanêssa Rage) recebem bênçãos matrimoniais hoje, na paróquia Nossa Sra. Rainha.
DE BANDEJA DIVULGAÇÃO
Congresso Mineiro de Gastronomia A capital mineira recebe o 2º Congresso Mineiro de Gastronomia com “cozinhas show”, degustações, stands com demonstração de serviços e produtos, palestras, workshops, oficinas, encontro de blogueiros, mesas redondas e a presença de chefs (como Lia Quinderé, na foto), além de acadêmicos. Quando De segunda (28) a quarta (30), horários variados. Onde Hotel Mercure Lourdes (av. do Contorno, 7.315). Quanto Preços variados. Confira programação completa e preços em www. congressodegastronomia.com.br
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EHUP/DIVULGAÇÃO
4º Beer Chef Brasil tem noite de premiação O Beer Chef Brasil 2016 terá sua festa de encerramento com a presença de bares, food trucks e cervejarias, além de apresentação dos blocos U’Bloco (foto) e Bibianos Band. Com o tema “Sabores de Minas e Cervejas Especiais”, a quarta edição do evento foi realizada em outubro. Agora, haverá a premiação. Quando Sábado (26), das 12 às 21h. Onde Espaço Conceito Villa Albertini (rua Cristal, 137, Santa Teresa). Quanto R$ 12 (antecipados, o site Sympla) e R$ 15 (na portaria). Informações 2552-7770.
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almanaque “O GRANDE SUCESSO” >Em cena, na coxia de um teatro, atores discorrem sobre sucesso e fracasso PRISCILA PRADE/DIVULGAÇÃO
Sáb. e dom. 3 e 4.dez.
No palco, como na vida Um musical sim, mas sem q ue a filiação ao gênero implique na adesão aos moldes tradicionais. “Quisemos mostrar que é possível fazer algo que não seja quadrado e careta. Um musical original, bastante diferente do modelo americano que todos conhecem”, diz o ator Alexandre Nero, referindo-se a “O Grande Sucesso”, montagem que o traz de volta a BH no próximo final de semana. Em cena, um grupo de artistas secundários espera, na coxia, a vez de entrar em cena, enquanto discorre, entre pitadas de filosofia, sobre sucesso e fracasso. “A peça é muito bem-humorada. Tem o meu humor irônico, melancólico, sarcástico... bastante curitibano”, diz o ator, nascido na capital do Paraná, de onde, aliás, também saíram quase todos os atores do elenco, bem como Diego Fortes, autor do texto encomendado por Nero. Mais do que proposital, Patrícia Cassese (*)
esse denominador comum foi uma necessidade. “A de beber da fonte de onde vêm as minhas referências. Esse teatro que eu fazia com essas pessoas, em Curitiba, não encontrei aqui (no eixo Rio-São Paulo). E como foi um projeto proposto por mim, precisava que entendessem minha linguagem, meus devaneios, para que, sem ponto de partida, chegássemos onde eu queria. Ninguém melhor do que quem me conhece e que eu conheça”, acrescenta, lembrando que a ligação entre pontos e funções do espetáculo que passaram por ele
“
Sempre me senti um sucesso porque sempre vivi dignamente do meu trabalho”
(direção, texto, composições, arranjos, figurino, corpo) corroboram para chegar ao ponto desejado. Aliás, ele brinca que “O Grande Sucesso” já era um êxito antes de chegar aos palcos. “Sucesso, para mim, é fazer o que se quer fazer, com quem a gente quer”, pontua, fazendo nova remissão ao tema que permeia o espetáculo. “Na verdade, sempre tive em mente fazer um espetáculo que falasse sobre sucesso e fracasso, mas que não subestimasse o olhar poético e a imaginação do público”, conta, apontando as particularidades destes conceitos. “O que é sucesso para outras pessoas não é necessariamente para mim”, afiança. Ao mesmo tempo, entende o fracasso como uma etapa por vezes necessária. “Sem muitos fracassos não se chega ao sucesso”. Nero também ressalta que não há fórmula para o êxito. “Todo mundo erra muito mais do que acerta os alvos. No nosso trabalho, lançamos flechas o tempo todo: se acertamos ou não, é uma
Ao vivo Alexandre Nero encabeça elenco de musical cuja trilha original é cantada e tocada ao vivo
avaliação muito particular. Fracassar, para mim, faz parte do dia a dia, e temos que lidar com isso com muita naturalidade”. Vale lembrar que Alexandre Nero julgou ser interessante – “e talvez necessário” – concretizar o projeto do musical neste momento, “em que está na posição que as pessoas chamam de sucesso”. Rememora que, ao chegar à TV, recebeu muitos parabéns. “Entendi que era a versão de que tinha, enfim, alcançado ‘sucesso’, dinheiro, fama. ‘Chegado lá’, como costumam dizem”. O espetáculo brinca com essas
“
A maturação, reflexão e tempo que essa montagem pedia, somente o artesanal poderia nos dar
noções. “Quero dizer que esse lugar não é intocável ou de verdades absolutas”, reitera ele, que semana passada foi a Nova York, na cerimônia do Emmy, na qual concorreu à categoria de melhor ator por “A Regra do Jogo” (o vencedor foi Dustin Hoffman) SARRO DE SI MESMO Ao chamar a atenção para o fato de que as coisas, na vida, não são estanques, Nero se diz cônscio de que seu personagem mostra “um lugar” onde ele inclusive já esteve. “E onde poderei estar novamente. Esse vai-e-vem faz parte da profissão”. Na verdade, da vida. “E de qualquer profissão. Às vezes você está ‘na moda’, na crista da onda. E às vezes não”. E como ele enfrenta essa instabilidade inerente à existência humana? “Tiro sarro de mim mesmo. Procuro mostrar que esse lugar não é intocável ou de verdades absolutas. A ‘promoção’ ao ‘primeiro escalão’ não é um lugar do qual não se possa sair”, filosofa. Mesmo porque, arremata, estar num dito “segundo
escalão” não é, definitivamente, algo depreciativo. “Todo mundo já foi do ‘segundo escalão’. E precisamos de todos para fazer um trabalho bem feito”. Nero aproveita para situar que trabalhar em grupo, para ele, é essencial. “Fiz questão que o processo criativo da peça fosse coletivo. Tema definido, fomos construindo, juntos, o espetáculo, em cima de improvisações das nossas relações”. Ressaltando a interferência de Carmem Jorge (preparadora corporal e coreógrafa) na estética e concepção do espetáculo, que integra o projeto Vivo Encena, ele também brinca que a peça é um “desfile de linguagens”. “A gente conseguiu criar um espetáculo que tem o cinismo, a prosopopeia, a melancolia e a poesia curitibana”. * Especial para o Pampulha
“O Grande >Sucesso” Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315). Sábado (3), às 20h, e domingo (4), às 19h. A partir de R$ 50 (plateia 2, inteira). Informações: 3201-5211 ou 3243-1964.
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almanaque
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ARTES CÊNICAS Um lugar para os solos em BH torial (Cauê Salles e Sara Rojo, além de Vieira) foi cuidadoso em selecionar peças de diversas linguagens, “fugindo do pensamento único e tentando desenvolver um pensamento cidadão, autônomo e questionador”, explica Robson Vieira. Com mais de 80 inscritos (de todo o Brasil e de quatro países), cinco trabalhos foram convidados e quatro, selecionados. Sete são de mineiros e os demais, do Rio de Janeiro e de Salvador. A primazia mineira se justifica pelo número de “trabalhos solos com poder questionador feitos aqui”. “BH tem se feito presente na construção de um pensamento político”, analisa Vieira. Diretora de “Gavião de Duas Cabeças”, espetáculo convidado, Juliana Pautilla frisa a importância do evento. E atenta que as performances individuais aparecem em circunstâncias que precisam ser exploradas. “Tem um lado econômico: uma companhia, por questão de recursos, não consegue montar sua peça coletiva, optando pelo solo”, diz. Mas não só. “O performer carrega as características, a identidade e as marcas dele, mas é capaz de causar identificação no outro. Tem esse lado de como o pessoal se torna universal”,
Abertura 3.dez
FERNANDA PROCÓPIO/DIVULGAÇÃO THIAGO CRISTALDI/DIVULGAÇÃO
Portas fechaAlex das. Foi asBessas sim que o se(*) gundo solo de Robson Vieira, fundador da A Patela Cia de Teatro & Dança, foi recebido pelos festivais. Frente à dificuldade em ver o projeto circular, ele percebeu que outros colegas sofriam a mesma carência de espaços para espetáculos cênicos individuais. Da constatação à ação, Vieira estreou o “BH in Solos”, em 2013. De 3 a 11 de dezembro, o festival chega à quarta edição. E com política no roteiro. Na verdade, a própria realização do festival é entendida como uma ação de caráter político em seu sentido mais amplo. “Enquanto tiver essa carência, é sinal de que somos necessários”, afirma Vieira, que também aposta na descentralização. O evento acontece em quatro lugares: o Teatro 171 (Horto), Zap 18 (Santa Terezinha), Centro Cultural Jardim Guanabara e Teatro de Bolso Sesiminas (Santa Efigênia). Já no edital, os organizadores atentavam para “o momento conturbado que o Brasil vive”. Embora não fosse prerrogativa para a inscrição, o diálogo com a temática se deu de forma natural. O trio cura-
“Gavião de Duas Cabeças”
ANA LAVIGNE/DIVULGAÇÃO
Espetáculo “Totais”
“Espetáculo Se Vivêssemos Num Lugar Normal”
O BH in Solos tem início com a apresentação da peça “Off – Eles Não Olham pra Nós”, dia 3, em frente ao Teatro 171
sinaliza Vieira. Juliana ratifica a fala do organizador. “O solo que dirijo é da Andreia Duarte. Estou apenas intermediando, mas é uma fala dela. Foi ela quem viveu com os Kamaiurá, no Alto Xingu, por cinco anos. A peça traz a voz da bancada ruralista, principalmente o discurso da Kátia Abreu, e textos de indígenas, principal-
mente na tribuna. A dramaturgia fala desses lugares, sempre passando pela voz da atriz”, exemplifica. Do Rio, Roberto Rodrigues traz, pela primeira vez em solo mineiro, “Se Vivêssemos num Lugar Normal”, baseada na obra homônima do premiado mexicano Juan Pablo Villalobos. Das 149 páginas originais, a
adaptação chegou a 18. “Mas a espinha dorsal está lá”, garante Rodrigues. Entre as temáticas que atravessam a obra estáasensaçãodepertencimento, quando Orestes, o jovem protagonista, tenta entender seu lugar na sociedade. A trama perpassa também a luta de classes, as disputas familiares e a especulação imobiliária. * Especial para o Pampulha
4ª edição da BH >in Solos – Mostra de Espetáculos Cênicos Individuais Em diversos espaços de BH: Teatro 171 (rua Capitão Bragança, 35, Horto/100 lugares), Zap 18 (rua João Donada, 18, Santa Terezinha/80 lugares), Teatro de Bolso Sesiminas (rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia/103 lugares) e Centro Cultural Jardim Guanabara (rua João Álvares Cabral, 277,Jardim Guanabara/70 lugares). De 3 a 11/12. R$10 (inteira). Programação completa no site: bhinsolos.com.br.
A sublime travessia dos ‘brasis’ estreia 2.dez
ADRIANA MOURA/DIVULGAÇÃO
Dudude propõe levar à cena uma travessia por estas terras brasileiras
Dudude não sabe precisar o momento de concepção de “Sublime Travessia – Onde o Rio Faz a Curva”. Talvez a ideia de incorporar vários “brasis” tenha vindo da observação de quem venha de fora. “É um país bonito, mas não vejo as pessoas sentindo orgulho dele”, ouviu, de um estrangeiro. Mas pode ter vindo também de suas andanças pelo país, seu trânsito por biomas e costumes tão diversos. O que a premiada coreógrafa e bailarina sabe é que, após longa gestação, o espetáculo virá ao mundo na sexta (2), no CCBB BH. “Ainda estou sentindo as contrações”, ri. Na verdade, “Sublime Travessia” talvez tenha começado a aparecer muito antes de 2011, quando Dudude apresentava “A Projetista”. Mas certamente as viagens que a circulação do so-
lo proporcionaram foram essenciais para o embrião do projeto. “Recebi muitos convites de vários lugares do Brasil. Com isso, fui colhendo dados e vivenciando esse país”, explica. O novo solo da artista bebe também do “Hino Nacional”, mas a coreógrafa frisa não ter se deixado levar por um “nacionalismo barato”. “É nu e cru. Eu senti a terra que piso. Me reconheço aqui e trabalho nesse campo de afirmação. Não tem essa coisa de ufanismo”, esclarece. Seja como for, ao transpor estas vivências e percepções para o espetáculo, a mineira evitou se ater a rótulos. “Me ocupo dos movimentos. Não me preocupo se é dança, teatro ou artes plásticas. Está tudo misturado”, analisa. Para ela, a montagem acontece em um momento conturba-
do, no qual é importante pensar que é possível atravessar a vida de forma “mais sublime”. “Qual um rio, que precisa ser livre”. A trilha sonora (de Natalia Malo) aposta em uma composição “remendada”, refletindo os tais “brasis”. Mas se “Travessia Sublime” quer tratar da brasilidade, Dudude não diz qual seria o elemento unificador para um povo tão diverso. Garante apenas que ele estará lá, na alma do espetáculo. “Sabe quando você diz que alguma coisa aconteceu, que é potente, mas não sabe nomear? É o que persigo”. (Alex Bessas/ Especial para o Pampulha)
Sublime >Travessia CCBB BH ((Praça da Liberdade, 450). Dias 2,3,4 e 5; e 9, 10, 11 e 12/12, às 19h. R$ 20 (inteira)
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ARTES CÊNICAS Literatura dos corpos em cena Mais que moLara Alves (*) vimentos, expressões e passos de dança, o trabalho da Cia Fusion de Danças Urbanas abarca uma imensidão de discursos que os bailarinos, através de seus corpos, levam ao palco. É pela continuidade de um projeto de dança com cunho profundamente social e político que a companhia estreia o espetáculo “Pai Contra Mãe”, na próxima sexta (2), no CCBB BH. Gestado por quase um ano – entre estudos e experimentações técnicas –, o espetáculo foi beber na fonte machadiana: o conto homônimo do Bruxo do Cosme Velho inspirou os diretores Leandro Belilo e Isadora Rodrigues a produzir as cenas dançadas pelos sete bailarinos. “Não quisemos contar a história, mas buscar as reflexões que ela ainda traz hoje, os resquí-
cios da escravidão, o racismo”, conta Leandro. Ou seja, a montagem transcende os questionamentos de Machado de Assis a partir do eixo central: um pai que tenta salvar seu filho por meio da captura de uma escrava que fugia para também salvar seu rebento. As cenas delineadas por passos de hip hop, samba, vogue e krump fazem ecoar discursos que nascem do engajamento político do grupo. A Fusion – que fez casa na Cafuá, sua nova sede, no Carlos Prates – é oriunda de espaços periféricos da cidade e se preocupa em gerar debates sobre a violência contra o negro e contra a mulher, o espaço da favela como “novo quilombo” ou o machismo. Segundo Leandro, instalase na conscientização uma das principais funções da dança contemporânea, “é uma questão de politizar o grupo em uma luta contra a invisibilidade por meio da ar-
te e da identidade da dança de rua”, afirma.
estreia 2.dez.
LUCAS GREGÓRIO/DIVULGAÇÃO
BÊNÇÃO Uma das canções que embalam a coreografia, marcada pela força nos gestos, é “Maria da Vila Matilde”, presente no CD “A Mulher do Fim do Mundo”, de Elza Soares. Mais que inspirar os movimentos das três dançarinas no palco, o uso da canção que brada contra a violência doméstica foi abençoada pela cantora, quando um vídeo da cena chegou a Elza via web – vídeo este que alcançou quase 300 mil visualizações. “Se a Elza, que é a dona da música, gostou de vê-la neste projeto, cabe a nós usála bem”, pontua o diretor. * Sob a supervisão de Marília Mendonça
> Pai Contra Mãe
CCBB BH (Praça da Liberdade, 450, 3431-9400) Estreia sexta (2), às 20h30. Até 12/2, sempre de quarta a segunda, às 20h30. R$ 20 (inteira).
Estreia No CCBB, a Cia Fusion propõe questionamentos através da dança
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ARTES CÊNICAS Sobre amores e prisões Encerrada a apresentação, uma criança de apenas 4 anos se levantou da plateia e foi logo resumindo a moral da história: “Quer dizer que não pode prender o amor, não é, mãe?”. O comentário, dito ali, entre as poltronas, mesmo logo após o descerrar das cortinas, acabou chegando à diretora Duda Maia na forma de agradecimento. “A mãe veio até mim dizendo que era muito bonito o que a gente estava fazendo: passar uma mensagem nobre por meio de uma discussão tão madura, sem subestimar a crianBárbara França
ça”, conta Duda. O espetáculo em questão é “A Gaiola”, que estreia em BH no próximo sábado (3 de dezembro), contando a história de amor e separação entre uma menina e um pássaro. Adaptada do livro infantojuvenil homônimo, que rendeu à autora Adriana Falcão uma indicação ao Prêmio Jabuti, a peça mescla música e poesia para abordar a descontinuidade das relações. Tudo começa quando um pássaro, vivido pelo ator Pablo Áscoli, cai, ferido, na varanda da casa de uma menina, interpretada por Carol Futuro. Ela se dedica a cuidar do frágil animal, e, entre eles, vai surgindo um sentimento de paixão – motivo pelo qual,
GUGA MELGAR/DIVULGAÇÃO
Estreia 3.dez
curado, e na hora da despedida, o pássaro pede à menina que o aprisione em uma gaiola. Um dia, no entanto, ela flagra o amado encantado com a beleza do dia lá fora, e uma crise se instala, levando-os a uma importante conclusão sobre a tentativa de se prender o amor.
Carla Futuro e Pablo Áscoli interpretam, cantam e dançam em cena de “A Gaiola”
“Tratamos de uma situação que todo mundo já viveu um dia. Não é só um espetáculo infantojuvenil, os adultos também têm a chance de refletir sobre suas experiências. E, de uma forma toda lúdica, cheia de metáforas, tocamos na questão da separação, de quando duas pessoas
querem caminhos diferentes e precisam se separar, até para a amizade poder continuar”, destaca a diretora, que já se considerava uma apreciadora do trabalho de Adriana Falcão e viu em “A Gaiola” uma boa oportunidade para dirigir Carol Futuro e Pablo Áscoli, amigos de lon-
ga data, que até então, não tinham trabalhado juntos, só os três. “Quando eles leram o livro da Adriana, ficaram apaixonados. E a trilha composta por Ricco Viana deu ainda mais beleza”, conta Duda, sobre as seis canções intercaladas ao texto e apresentadas pelos atores, também cantores. INTOLERÂNCIA A diretora, que já trouxe o espetáculo “Auê” à capital mineira em agosto deste ano (e diz amar a efervescência da vida cultural na cidade), retorna agora ciente da necessidade e da importância de se dialogar abertamente com o público infantojuvenil – mesmo a temática sendo dolorosa em alguma medida, como é o caso de “A Gaiola”. “Estamos vivendo um momento político no Brasil, e mesmo no planeta, de tanta intolerância... E o espetáculo trata disso, sobre aceitar e dar espaço ao outro para o que ele quiser ser de fato”, observa Duda.
> A Gaiola
CCBB BH (Praça da Liberdade, 450, 3431-9400). Sábado (3), 11h e 15h. De 4 a 19 (sábados e domingos, 11 e 15h; sextas e segundas, 15h). R$ 20 (inteira).
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ARTES CÊNICAS teatro adulto A PAIXÃO SEGUNDO SHAKESPEARE Dir. Pedro Paulo Cava. Com Andreia Garavello, Ana Cândida, Fabiane Aguiar. Textos do escritor inglês, como Hamlet e Romeu & Julieta, foram escolhidos para compor um painel da obra de Shakespeare. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1341, centro, 3273-1050). Sex. e sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 50 (inteira). Até 18/12.
CASSINO DA KAYETE Dir. coletiva.Com Kayete, Glauber Cunha e Paloma Santos O programa de rádio homônimo à peça ganha os palcos e Kayete comanda a comédia com convidados. Teatro Alterosa (av. Assis Chateaubriand, 499, Floresta, 3237-6611). Qui. e sex., às 21h; sáb. e dom., às 19h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc). Até 17/12.
ENTREPARTIDAS Dir. Francis Wilker. Texto Jonathan Andrade. O espetáculo leva os espectadores a um percurso pelas cidades envolvendo espaços públicos e privados para falar de amor e abandono na sociedade contemporânea. Embarque e desembarque (r. Aarão Reis, 423, 99398-5048). Neste sáb. (26) e dom. (27), às 19h. R$ 20 (inteira, sympla).
E PEÇA QUE NOS PERDOE Dir. Lira Ribas Com Luciana Brandão, Fernando Barcellos, Igor Odier Numa atmosfera que é sempre noite, uma tradicional família se esforça para comemorar o dia de anos da filha caçula em meio a fatos estranhos, desejos dormentes e acontecimentos inusitados. Ideal Café Teatro (r. Estrela do Sul,
126, Santa Tereza). Nesta qui. (1°) e sex. (2), às 20h. R$ 20 (inteira).
ESSENCIAL Dir. Eduardo Giacomini e Olga Nenevê. Com ambos. Com a ideia de movimento e de contato, os participantes ampliam suas visões sobre o tempo. Teatro Espanca! (r. Aarão Reis, 542, 3657-7348). Sáb. (26), 20h. Entrada gratuita.
FARSA DA BOA PREGUIÇA Dir. Cassiano Camisão Com Fabiano Martins, Sueli Sanseverino, Stéfany Dias Joaquim Simão, poeta de cordel, pobre e preguiçoso, só pensa em dormir. O casal mais rico da cidade possui um relacionamento aberto. Quando as vidas se intercalam, situações inusitadas acontecem. Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3613, Horto, 3481-5580). Neste dom. (27), às 19h. R$ 10 (inteira).
GATA EM TELHADO DE ZINCO Dir. Eduardo Tolentino de Araújo Com Bárbara Paz e grande elenco. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Sáb. (26), dom. (27) e seg. (28), 20h. Ingressos esgotados. Uma sessão extra foi aberta, mas o interessado deve ligar para saber se ainda há bilhetes disponíveis.
Releitura da tragédia grega Antígona, que dialoga com temas como a guerra, a xenofobia, a imigração, a intolerância cultural, o conflito de gerações e a violação de direitos humanos. Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, 3236-7400). Qua. a sáb., 20h; dom., às 19h. Entrada gratuita. Até 18/12.
LUBAFEST Dir. Lucas Feuerschütte Idealizado pelo youtuber Luba, reúne desafios e muita confusão para que os fãs sintam-se dentro de um vídeo. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211). Neste dom. (27), às 16h. R$ 120 (plateia I, inteira); R$ 100 (plateia II, inteira).
MARILYN MONROE.DOC Dir. Juarez Guimarães Dias. Com Thais Coimbra e Ítalo Mendes. Teatro-documentário repassa a trajetória de como Norma Jean Monroe, jovem, caipira e gaga, se tornou um mito do séc XX. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, 2108-7827). Sex. e sáb., 20h; dom., 19h. R$ 20 (inteira). Até
4/12.
OS HOMENS QUEREM CASAR E AS MULHERES QUEREM SEXO Dir. Carlos Nunes Com Marcelo Ricco Jonas é um rapaz que tenta de todas as maneiras encontrar uma mulher pra se casar. Durante essa busca, muitos tipos de mulheres passam pela sua vida, deixando várias histórias. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Sex. e sáb., 20h30; dom., 19h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc). Até 4/12.
RUA DAS CAMÉLIAS Dir. Gabriela Luque. Com Companhia Vórtica. A montagem fala da rua dos Guaicurus, de prostituição e de realidades ignoradas. Hotel Imperial Palace (r. Guaicurus, 436, centro). Sáb. (26) e dom. (27), às 20h. R$ 20 (inteira).
SUBLIME TRAVESSIA (Leia mais na página 12) FERNANDO BADARO/DIVULGAÇÃO
Dir. Jô Soares. Com Pedro Paulo Rangel, Cassio Scapin, Erica Montanheiro O encontro do pai da psicanálise, Freud, com o mestre do surrealismo, Dalí. As certezas de Freud são questionadas e a obra de Dalí é satirizada numa visão parodiada dele próprio. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Neste sáb. (26), às 20h30; dom. (27), às 18h30. R$ 100 (plateias I e II, inteira); R$ 50 (plateia superior, inteira). Dir. Assis Benevenuto Com Cefart e Quatroloscinco
Dir. Ricardo Peres. Com Yan Brumas Theo é convocado a fazer uma escolha e acaba mergulhando em uma solidão profunda. Baseado na obra de Rilke. Idea Espaço Cultural (r. Bernardo Guimarães, 1200, Funcionários). Nesta sex. (2), sáb. (3) e dom. (4), às 19h e às 20h30. R$ 30 (inteira).
teatro infantil A MENINA E O SABIÁ Dir. Monica Alla e Miló Martins. Com Grupo Ares. História de amizade entre uma menina e seu sabiá, que um dia foge da gaiola. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, 3214-5350). Dom. (27), às 16h. R$ 20 (inteira); R$ 8 (comerciário).
CHAPEUZINHO VERMELHO Dir. Gilberto Lainha. Grupo Argumento Menina vai visitar avó. No caminho, acha o lobo mau. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, centro, 3277-4697). Neste sáb. (26), às 16h. R$ 15 (postos Sinparc).
“Rua das Camélias”, da Companhia Vórtica, se despede neste domingo (27), desta primeira (e elogiada) temporada
musical BECAUSE Dir. Renata Garzon e Eliseu Barros Com Alicia Nascimento, André Luiz Rosa, Aline Caldeira A história de um jovem em busca de respostas para seus anseios contada através das canções dos Beatles. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211). Nesta qua. (30) e qui. (1º), às 20h30. Ingressos esgotados.
FREDDIE ROCK STAR - THE SHOW MUST GO ON! Dir. Juarez Guimarães Dias. Com Fábio Schmidt. Teatro-documentário, homenageia o líder da banda Queen. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Sex. a dom., 20h. R$ 20 (inteira). Até 30/11.
dança E A COR A GENTE IMAGINA
Grupo Giramundo. O espetáculo visa sensibilizar crianças para a estrutura elementar de uma orquestra. Museu Giramundo (r. Varginha, 245, Floresta, 3446-0686). Sáb. (26), 11h. R$ 20 (inteira).
Dir. Victor Alves Com Oscar Capucho e Victor Alves A performance fala das diferenças e relações entre o corpo cego e o corpo que enxerga em um mundo predominantemente visual. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, 3431-9400). Sáb. (26), dom. (27) e seg. (28), às 19h. R$ 20 (inteira).
PIBA E O MUNDO EM PRETO E BRANCO
JAYA DEVIDASI ARANGERTAM
Dir. Telma Fernandes. Com Marco Aurélio, Marilene Batista, Jô Cometa Espetáculo para crianças, que utiliza o teatro de sombras para contar as histórias de Piba. Devido a um problema de visão, Piba vê tudo em P&B. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Neste dom. (27), às 16h. R$ 10 (inteira)
Dir. Kamalaksi Rupini. Com Jaya Devi Espetáculo solo que mostra a técnica do Bharatanatyam. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211). Qua. (30), 19h30. R$ 15 (inteira)
PEDRO E O LOBO
HISTERIA
LITORAL
THEO
PAI CONTRA MÃE (Leia mais na página 13)
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MÚSICA Sex. e sáb. 2 e 3.dez
GERNANDO/EDUARDO/DIVULGAÇÃO
Grupo paulista acaba de lançar “MM3”
Toda a diversidade sonoradoMetáMetá O trio paulista formado por Juçara Marçal (voz), Kiko Dinucci (guitarra) e Thiago França (sax), mais conhecido sob a alcunha de origem yorubá Metá Metá, apresenta em BH, napróxima semana, seu mais novo trabalho, “MM3”. “O disco vem para coroar um processo de união do grupo, que compartilha as músicas e a energia no palco desde2008”, conta osaxofonista belo-horizontino Thiago França. Gravado no curto (mas suficiente) intervalo de três dias, o disco levou o grupo a se juntar, em São Paulo,a MarceloCabral(baixo) e Sergio Machado (bateria) com “a ideia de deixar a banda afiada e resolver tudo rápido, ao vivo, com dois ou três takes”. Uma questão de desapeJoão Motta (*)
Qui. 1.dez
go. “Não temos a pretensão de fazer um disco perfeito, de estar com tudo certo”, contou Kiko Dinucci em entrevista à revista “Rolling Stone”. O álbum busca recriar a atmosfera dos shows do trio. A improvisação é marcante, assim como a experimentação e a convergência de sons diversos, o que torna difícil a tarefa de identificar algum gênero específico na música da banda. “Três ao mesmo tempo” em português, o Metá Metá revela a amplitude de sua sonoridade desde o nome. Esse espírito, o grupo acredita compartilhar com a música do norte da África, de países como Marrocos, Níger e Mali, ou mesmo na Etiópia, que também prezam pela virtuose nos palcos, e de onde colheram referências para o “MM3”. Criar uma paisagem sonora que remete ao “deserto, a uma rispidez, a algo mis-
terioso...” é, pois, mais importante do que buscar um estilo. “Não ter gênero é celebrar a liberdade que a nossa música pode criar, tudo o que nós podemos sentir ao tocar”, explica Thiago. A diversidade remete a um tropicalismo bem atual, misturando música popular brasileira a ritmos do candomblé e a todo o caos do experimentalismo do postpunk. É nesse caldeirão que o trio quer conquistar seus ouvintes. “Gostamos de ver um público variado nos shows. O pessoal quer ouvir a nossa música e queremos deixá-la acessível a todos que estabeleçam uma relação com esse som”. (sob a supervisão de Marília Mendonça)
CD rende tributo ao eterno Waldir Silva A vida do jornalista Raphael Vidigal se cruzou com a do cavaquinista Waldir Silva por acaso. Trabalhando no programa de rádio de Acir Antão, Vidigal encarou o desafio de letrar a melodia “Duas Lágrimas”, do músico. Os elogios obtidos ao final da tarefa incentivaram-no a seguir em frente, e veio a letra de “Veludo”. Animados, os dois logo pensaram em registrar a parceria. Mas eis que, em setembro de 2013, Waldir faleceu. Mesmo abatido, Raphael decidiu seguir em frente. O resultado será compartilhado com os fãs da boa música a partir do dia 1º, quando o CD
Qui. 1º nov.
“Waldir Silva em Letra & Música” será lançado no Pedacinhos do Céu, com direito a roda de choro com os convidados do álbum. E são vários os amigos que disseram sim ao convite para perpetuar ainda mais a obra de Waldir. Gravado em 2015 no Estúdio Bemol, o disco conta, nos vocais, com Acir Antão, Lígia Jacques, Carla Villar, Pereira da Viola, Violeta Lara, Natália Sandim, Luana Aires, Mauro Zockratto, Ladston Nascimento, Giselle Couto, Lucinha Bosco e Ana Cristina. A ideia, diz Raphael, é ampliar o alcance das composições autorais de Waldir. “EmALEXANDER PRADO/DIVULGAÇÃO
Silva em >LetraWaldir & Música
> Metá Metá
Lançamento do álbum ‘MM3’. A Autêntica (r. Alagoas, 1172, Savassi). Sexta (2) e sábado (3), às 22h. R$ 30
bora tenha feito muito sucesso, o auge de popularidade da sua carreira aconteceu como intérprete, em discos com sucessos de tangos e boleros. No entanto, ele tinhauma profícua obra autoral, basicamente só conhecida pelas pessoas mais próximas ao universo do choro”, conta o jornalista, confiante que a música autoral de Waldir agora irá se estender ainda mais sobre ouvidos e corações. “E as pessoas se darão conta da sua extrema versatilidade, pois, embora todas as canções se baseiem fortemente na estrutura do choro, passeiam pelo mambo, baião, valsa, samba. E tem até a parceria com Zé Ramalho, ‘Paraibeiro’, aqui gravada por Luana Aires”. Os arranjos são de Lucas Telles, do grupo Toca de Tatu, presente em todas as faixas, ao lado de Bruno Vellozo (baixo acústico). O CD conta, ainda, com músicos que acompanharam Waldir ou o admiravam– Zé Carlos, Hélio Pereira, o saudoso Mozart Secundino, Zito do Pandeiro Célio Balona, Jairo de Lara, Dado Prates e Tiago Ramos. (Patricia Cassese/Especial para o Pampulha)
Vidigal (centro, blusa amarelo) e os envolvidos no projeto, que teve direção musical de Geraldo Vianna
Lançamento CD póstumo. Pedacinhos do Céu (Rua Belmiro Braga, 774, Caiçara). Quinta (1º), às 19h. R$10 (couvert). CD: R$ 20.
ALEXANDRE D. R. DA FONSECA/DIVULGAÇÃO
Cantora oliveirense é a décima artista a se apresentar no ‘Projeto Elas’ neste ano
Titane encerra ‘Elas’ O final de 2016 tem sido agitado para Titane. Paralelamente aos shows que faz por todo o país, a cantora tem trabalhado em dois novos álbuns – “Paixão e Fé”, previsto para janeiro de 2017, em que faz duo com Túlio Mourão; e “Na Estrada das Areias de Ouro”, dedicado à obra do cantor e compositor baiano Elomar, ainda sem data de lançamento. Em meio a tantos compromissos, ela abre um espaço na sua programação para o Projeto Elas, no Cine Theatro Brasil Vallourec, na próxima quinta-feira (1º). A cantora tem a missão de encerrar a série de apresentações femininas organizada pelos produtores Luiz
Tropia e Tadeu Martins. “É um show que entra muito especialmente na minha agenda”, observa Titane. Para ela, o projeto – que já tem dois anos e meio e foi criado para dar espaço para as artistas que se apresentavam em bares e boates –, é muito importante no sentido de dar visibilidade para as mulheres da música. “Fico muito feliz de estar integrada a essa cena de Belo Horizonte”, pontua. Na apresentação, além de músicas dos seus últimos trabalhos, como o DVD “Sá Rainha” (2016), a oliveirense apresentará parcerias inéditas com dois compositores: Luiz Gabriel Lopes e Bia Nogueira. “Em
BH, existe uma grande troca entre o compositores. Um dos que admiro é o Luiz Gabriel. Eu já namoro as músicas dele há muito tempo”, elogia Titane. “A outra autora é a Bia, por quem tenho muita admiração. Ela é atriz e cantora e me dei conta de que a gente conhece pouco essa faceta que é ser compositora”, enaltece. No palco, Titane estará acompanhada de Weber Lopes. O violonista tem feito parcerias com a cantora há mais de uma década. “É um nome importantíssimo da música brasileira. Quem for assistir, vai ter o presente o brilhantismo dele”, garante. Entre as boas memórias
que tem da capital mineira está a recente apresentação na Funarte, onde participou da ocupação proposta por artistas em maio deste ano contra o fim do Ministério da Cultura. Hoje, Titane demonstra simpatia pelo movimento dos secundaristas. “Acredito que as ocupações são – e vão continuar a ser por um bom tempo – um espaço privilegiado de discussão política”, afirma. * (Alex Bessas/Especial para o Pampulha)
> Titane
Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, Centro, 3201-5211). Quinta (1º), às 20h30. R$ 28 (inteira)
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MÚSICA MAURICIO TRILHA/DIVULGAÇÃO CAIO ESTEVES/FOLHA IMAGEM
A casa da Orquestra Filarmônica recebe os músicos da Orquestra Ouro Preto e seus ilustres convidados para o Concerto “Oito Estações – Vivaldi & Piazzolla”. A renda dos ingressos será revertida para a construção de nova unidade do Colégio Logosófico. Onde Sala Minas Gerais (r. Tenente Brito Melo, 1090, Barro Preto) Quando Sábado (3), às 16h30 Quanto A partir de R$ 20 (inteira)
em tributo 6 Geminis aos Bee Gees em BH Pela primeira vez na capital mineira, os argentinos do “Geminis” apresentam show com mega produção em tributo a um dos trios mais famosos do mundo. O espetáculo “Tribute to Bee Gees” apresenta as músicas de todas as fases do grupo, relembrando clássicos dos anos 70, 80 e 90 Onde Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro) Quando Domingo (27), às 20h30 Quanto R$ 100 (inteira)
SARAH TORRES/DIVULGAÇÃO
Moacyr Franco no Palácio das Artes Mineiro de Ituiutaba, o cantor, compositor e apresentador de TV Moacyr Franco interpreta os clássicos de sua carreira em Belo Horizonte na próxima semana ao lado do músico e publicitário Antônio Banhense, que revive as canções da Jovem Guarda que marcaram época Onde Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro) Quando Sexta-feira (2), às 12h Quanto R$ 80 (inteira)
Ouro 6 Orquestra Preto na Sala MG
NATY TÔRRES/DIVULGAÇÃO
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sábado (26)
de R$ 40 (plateia I, inteira)
SALOMÃO TERRA E AMORINA IRA! FOLK Show voz e violão do grupo de rock dos anos 80. Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1046, centro). Às 21h. A partir de R$ 80 (Plateia III, inteira)
FESTIVAL ESTADUAL SESI MÚSICA Concurso de músicos e canções Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia). Às 19h. Entrada Gratuita
Música autoral, experimentação em estilos variados, MPB, Rock e Trip Hop. Memorial Minas Gerais Vale (pça. da Liberdade, s/n, Savassi)
TICO SANTA CRUZ CANTA CAZUZA Show em homenagem ao ícone Cazuza. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Savassi). Às 22h. R$ 80 (inteira)
domingo (27)
OFICINA G3 A banda apresenta “DNA O Show” Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 18h e às 21h. A partir
DOMINGO NO MUSEU Ana Cohen e Marcello Gonçalves se encontraram para homenagear o músico
de Natal na 6 Cantata praça da Assembleia Dezenove corais apresentam clássicos da música erudita, canções populares de Natal e peças de diversas tradições e ambientes culturais na 10ª edição da Cantata da Assembleia de Minas Gerais. Neste ano, as 300 vozes serão acompanhadas pela Orquestra de Câmara Opus. São convidados o cravista Antonio Carlos de Magalhães e a soprano Nabila Dandara Onde Hall das Bandeiras (Praça da Assembleia, Santo Agostinho) Quando Quinta-feira (1º) Quanto Entrada gratuita
Museu de Arte da Pampulha (av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585, Pampulha). Às 11h. R$ 20 (inteira)
GEORGE ARRUNATEGHI Show com o pianista João Paulo Suzano, musicais da Broadway e de Hollywood, além de sucessos internacionais de grande aclamação. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 19h. R$ 50 (inteira)
MANHÃS MUSICAIS Com o Quarteto Boulanger, formado por musicistas nacionais e internacionais. Para essa apresentação, a obra escolhida foi Prismas, do compositor mineiro Harry Crowl. Sala Sergio Magnani (r. Gonçalves Dias, 320, Funcionários). Às 11h. R$ 20 (inteira)
segunda (28) SEGUNDA MUSICAL Recital da Universidade Federal de Ouro Preto Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho). Às 20h. R$1
R$ 30 (inteira).
quarta (30) ORQUESTRA OPUS. A Orquestra OPUS apresenta um concerto com Trilhas de Cinema, CCBB BH (pça. Liberdade, 450, Funcionários). Às 20h. R$ 10
teça (29) quinta (1) ESQUINAS DE LIVERPOOL Valéria Inês apresenta o show “Esquinas de Liverpool” interpretando canções do Clube da Esquina e dos Beatles Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes). Às 20h30.
MÚSICA NA VARANDA Will Motta e banda Palácio Médio Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 18h. Gratuito
PEDRA BRANCA A banda paulista atua há 15 anos desenvolvendo uma sonoridade com base em pesquisas de música étnica mundial. Apresenta músicas do álbum DNA (2014) e dos discos anteriores. Cine 104 (pça. Ruy Barbosa, 104, centro). Às 21h. R$ 30
sexta (2) CARONA BRASIL Grupo vocal formado pelas cantoras mineiras Cássia Mattiello, Rosana Tunes, Carol Viana, Margareth Lucena e Sofia Cupertino apresenta-se no projeto “Música Itinerante” Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 20h. R$ 30 (inteira)
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ARTES VISUAIS Novidades na agenda de BH LEANDRO ARAGÃO/DIVULGAÇÃO
Patrícia ‘O cardápio Cassese de exposições (*) traz três boas novidades: na Galeria Manoel Macedo, Lotus Lobo abre individual neste sábado (26), enquanto a Fundação Clóvis Salgado apresenta, na Grande Galeria, “Estado de Sítio”, de Eder Santos, e, na Genesco Murta e Arlinda Corrêa Lima, “Marcier 100–EmericMarcier”, alusiva ao centenário de nascimento do artista romeno. “Estado de Sítio” reúne seis obras do videoartista Eder Santos, 56 – quatro delas, inéditas. Um dos chamarizes é a obra que dá título à empreitada. “‘Estado de Sítio foi projetada para a Bienal de Havana, mas acabou sendo rejeitada”, relembra ele, acrescentando que a questãodo nu masculino pode ter sido o motivo da recusa. A obra flagra o banho de um homem a partir de ima-
gensprojetadas emum monólito de vidro. Pleno de simbologia, o trabalho dialoga com os tempos atuais, uma vez que, lembra Santos,abordatambémo estado de direito, “que vem sendo derrubado”. Não bastasse, questiona o quanto a tecnologia, que se apresenta como libertadora, acaba, na verdade, aprisionando. O flerte com questões prementes tem sequência com a própria marca da exposição: a pixação, presente em tapumes na entrada. “Elapropõe uma proximidade entre os movimentos que percebemos na rua e os de dentro da galeria”. O próprio visitante poderá deixar sua marca. Ao fim da mostra, os tapumes serão vendidos, e o arrecadado, doado a artistas “que vêm sofrendoperseguição por conta do pixo”, diz Santos. Jorrando imagens criadas por Eder em parceria com Leandro Aragão, a instalação “Cascade”traz uma provocati-
va cascata de TVs. A obra remete às cachoeiras, tão presentes em Minas. Em “Santos Homens – Todos os Santos”, Eder Santos traz redomas de vidro onde imagens são projetadas. “Essa obra também traz uma questão política”, diz ele, lembrandoque,para certasreligiões, as imagens de santos são refutadas com veemência. A obra também aborda o sincretismo religioso ao mesclar referências, citando São Jorge,SantaBárbaraouSãoSebastião – nesse caso, uma homenagem aos homossexuais, pelas perseguições que sofrem. Eder também destaca a videoinstalação (não inédita) “Distorções Contidas”, que cita “O Grande Vidro”, de Marcel Duchamp, e que, à noite, ficará voltadaàavenidaAfonsoPena. * Especial para o Pampulha
> Estado de Sítio
Grande Galeria Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537). Até 22/1. Entrada franca.
“Cascade”, de Eder Santos, uma das obras expostas na Grande Galeria
Cem anos de Marcier
LUCAS GALENO/DIVULGAÇÃO
FCS/DIVULGAÇÃO
O marco exato dos cem anos de nascimento de Emeric Marcier (1916 – 1990) se deu no último dia 21, uma segunda-feira. Curador da exposição “Marcier 100 – Emeric Marcier”, em cartaz na Fundação Clóvis Salgado, Edson Brandão espera que a iniciativa seja, na verdade, o início de um ciclo de homenagens ao romeno, de origem judaica, que chegou ao Brasil na década de 1940, fugindo do horror da Segunda Guerra. “Até o dia 21 de novembro de 2017, esperamos ter várias homenagens”. Dividida em duas salas – “Coeli” (céu) e “Terrae” (terra) –, a mostra contempla 65 obras, muitas vindas de coleções particulares. Para se ter uma ideia, são duas vias sacras, em óleo sobre madeira, às quais o público dificilmente teria acesso de outra maneira. “Ou, ainda, uma Pietà monumental, vinda de Barbacena”, diz Brandão, referindo-se ao óleo sobre tela de grandes dimensões. “Ela tem uma abordagem diferente da tradicional, mais crua – diria que até mesmo agressiva”. Edson lembra que Marcier falava de coisas terrenas (“do sofrimento do homem”) a partir da abordagem sacra. “Seu trabalho é muito instigante, impactante. Um capítulo à parte na
Artista é referência na arte da litografia
Lotus abre individual Auto-retrato de Marcier, obra de 1941, presente na mostra
história da pintura brasileira. Um artista que amou Minas Gerais. Ao chegar ao Brasil, tinha uma imagem de um país indolente, aquela dos trópicos, coqueiros... E quando chegou a Minas (em 1942, para uma série especial sobre cidades coloniais, encomendada pela revista “O Cruzeiro”), teve um forte impacto, ao se deparar com tal dramaticidade”. Nesta época, o pintor, que chegou a se estabelecer
em Barbacena, se volta ao figurativo, com o aspecto religioso tendo a primazia, ainda que os traços do artista não deixassem de lado assuntos em voga – caso do óleo sobre tela São Sebastião, de 1963, que, lembra Brandão, faz uma clara alusão à prática da tortura.
> Marcier 100
Galerias Genesco Murta e Arlinda Corrêa Lima – Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537). Até 15/1. Entrada franca. 3236-7400
Após um hiato de dez anos, Lotus Lobo volta a mostrar seu trabalho em uma individual, “Constellação”, que será aberta neste sábado (26), na Galeria Manoel Macedo. “Nela, mostro o resultado do prosseguimento às minhas pesquisas sobre litografia industrial, mas expandindo-as mais, com dados mais significantes do projeto”, explica a artista. Além de trabalhos das décadas de 1960/70, Lotus apresenta inéditas, como uma bobina que, instalada
em uma mesa, poderá ser manuseada pelo público, “como se fosse um papiro egípcio”, compara. São nada menos que 15 metros de impressões provenientes de matrizes de zinco com imagens do registro de cores de rótulos da Estamparia Juiz de Fora – Lotus, como se sabe, confere, com suas interferências artísticas, o status de arte a imagens de rótulos. E tendo atrelado seu fazer artísticoà litografia,em uma trajetória que já perpassa quatro décadas,elacomemora a “rea-
ção saudável de curiosidade” que suas peças despertam nos visitantes, deparados, por exemplo, com as informações impressas sobre a trajetória de um produto até o consumidor final. Em tempo: o nome da mostra veio de um dos rótulos de manteiga de sua coleção.
– >LotusConstellação Lobo Manoel Macedo Arte (rua Lima Duarte, 158, Carlos Prates, 3411-1012). Abertura neste sábado (26), das 11h às 16h. Visitação até 7 de janeiro de 2017. Entrada franca.
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ARTES VISUAIS exposições 3° SINAL: BELO HORIZONTE EM CENA Contempla textos, figurinos, cenários, fotos e depoimentos que homenageiam as muitas histórias do teatro em Belo Horizonte. Museu Histórico Abílio Barreto Foyer térreo (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573). 3ª, 6ª, sáb. e dom., das 10h às 17h. 4ª e 5ª, das 10h às 21h. Até dezembro.
CARTOGRAFIAS SONORAS A mostra reúne obras de Frederico Pessoa, Henrique Iwao, Marco Scarassatti, Pedro Aspahan e Pedro Durães que estão inseridas no campo da arte sonora, formado por música, performance, cinema e artes visuais. Espaço do Conhecimento UFMG (Praça da Liberdade, 700, Funcionários, 3409-8350). 3ª a 6ª e dom., das 10h às 17h; sáb., das 10h às 21h. Até 17/2.
CASA KUBTISCHECK Duas exposições marcam a abertura do novo espaço museológico: “Casa Kubitschek: Uma Invenção Modernista do Morar” e “Pampulha: Território da Modernidade”. As mostras pretendem levar o visitante a experimentar aquele movimento cultural que deixou marcas profundas no modo de ser local. Casa Kubitscheck (av. Otacílio Negrão de Lima, 4.188, Pampulha, 3277-1586). De 3ª a sáb., das 10h às 17h. Temporada indeterminada.
ESTADO DA NATUREZA A exposição de Pedro Motta traz mais de 70 imagens do fotógrafo que mescla cenários naturais a elementos inusitados em uma linha tênue que divide o trabalho do artista entre o real e o manipulável. CâmeraSete (av. Afonso Pena, 737, centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h. Até 15/1.
ESTADO DE SÍTIO As seis obras (quatro inéditas) de Eder Santos passeiam – com suporte tecnológico utilizado como pincel – pelo barroco, a religiosidade, o desejo e a culpa, pelo corpo-produto-sexualizado do homem contemporâneo, pelas tensões sociopolíticas da atualidade, sem deixar de lado o cinema e o vídeo. Grande galeria Alberto da Veiga Guignard do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). De 3ª a sáb., das 9h30 às 21h; dom., das 16h às 21h. Até 22/1.
FERNANDO BOTERO Em homenagem aos 84 anos do artista, o museus apresenta esculturas, pinturas e desenhos que trazem as conhecidas figuras monumentais e volumosas, marca registrada de Botero. Museu Inimá de Paula (r. da Bahia, 1.201, Centro, 3213-4320). 3ª, 4ª, 6ª e sáb., das 10h às 18h30; 5ª, das 12h às 20h30; dom., das 10h às 16h30h. Até este domingo (27).
HIATO
ALIANÇA FRANCESA/DIVULGAÇÃO
A exposição de Luiz Lemos traz um conjunto de pinturas que apresenta complexos jogos formais e cromáticos que tomam a letra, em um processo de investigação, como signo dos resíduos da linguagem, das palavras e dos discursos. Memorial Minas Gerais Vale (Praça da Liberdade, 640, Funcionários, 3343-7317). De 3ª a sáb., das 10h às 18h. Até 22/1.
IMAGEM E SOM: MEMÓRIA, REGISTRO E MOVIMENTO A mostra leva o público a explorar curiosidades e truques que envolvem a produção e dos registros sonoros, visuais e audiovisuais. Dentre os objetos que podem ser tocados e manipulados pelo público, estão os brinquedos ópticos que permitem avaliar as especificidades do som nas produções cinematográficas. Museu da Imagem e do Som (av. Álvares Cabral, 560, centro, 3277-6330). 2ª a 6ª, das 9h às 17h. Até dezembro.
IMAGENS DO GRANDE SERTÃO - ARLINDO DAIBERT A exposição do artista Arlindo Daibert traz uma releitura imagética de passagens marcantes da trajetória lírica e épica de “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa. Galeria Mari’Stella Tristão do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h; dom., das 16h às 21h. Até 15/1.
IMAGENS MERAMENTE ILUSTRATIVAS A artista Noemi Assumpção celebra cinco anos de carreira e mostra um recorte de 11 obras de sua produção, com curadoria do artista visual Shima. A mostra revela o olhar de uma artista que vive na pele os dramas da cultura do consumo no mundo contemporâneo. Galeria de Arte BDMG Cultural (r. da Bahia, 1600, Lourdes, 3219-8486). 2ª a dom., das 10h às 18h. Até 21/12.
Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573). 3ª, 6ª, sáb e dom., das 10h às 17h; 4ª e 5ª, das 10h às 21h. Até 17/12.
O DESMEDIDO, HUMANO A mostra é sobre o corpo humano e a genética. Essa exposição foi criada a partir de imagens de exames de componentes internos do corpo humano, no qual permite uma experiência sensorial aos visitantes. Ela está em harmonia com a mostra ComCiência, no qual também fala sobre o corpo humano. CCBB (Circuito Cultural Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). 2ª, 4ª, 5ª, 6ª, sáb. e dom., das 9h às 21h. Até 10/01.
O MUSEU E A CIDADE SEM FIM Composta de fotos, objetos, vídeos, áudios e mapas, a exposição exibe acervo do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB) e de terceiros, para expressar a diversidade social, espacial e cultural da cidade desde a década de 1940 aos dias atuais, em seis temas: trabalho, lazer/sociabilidade, festas/religião, arte, política e natureza. Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573). 3ª, 6ª, sáb e dom., das 10h às 17h; 4ª e 5ª, das 10h às 21h. Temporada indeterminada.
PAISAGEM BIOGRÁFICA Com uma linguagem fotográfica apurada, Leandro Moretti convida para este encontro em que a tradição, o afeto do olhar, comunicam-se com o ato de fotografar. Neste jogo de aproximação, Moretti celebra uma identidade cultural e o reencontro com suas memórias de infância, da umbanda e de festividades culturais onde o ritmo Afro com seus tambores e danças marcava este momento. Galeria de Arte do Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). 3ª a dom., das 9h às 18h. Até 11/12.
MARCIER 100 No ano em que se comemoram os 100 anos de nascimento de Emeric Marcier, a exposição retrata a tradição e a cultura religiosa do povo mineiro em trabalhos do pintor. Galerias Genesco Murta e Arlinda Corrêa Lima do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h; dom., das 16h às 21h. Até 15/1.
METAMORFOSE DO ABANDONO A exposição traz trabalhos inéditos, entre eles uma instalação, do artista Baba Jung que, entre suas matérias-prima, utiliza rejeitos de demolições de casas do bairro Serra e organiza as peças em blocos e formas de cor. Galeria da Aliança Francesa (r. Tomé de Souza, 1418, Savassi, 3291-5187). 2ª a 5ª, das 8h às 21h; 6ª a sáb., das 8h às 16h30. Até 14/12.
PAISAGENS TEXTUAIS A mostra conta com 23 desenhos de ngela Andrade que "seleciona e transcreve fragmentos de textos pertencentes a áreas distintas do conhecimento, a partir de livros com os quais possui afinidade", para compor seus desenhos. Galeria de Arte Copasa (r. Mar de Espanha, 525, Santo Antônio, 3250-1506). 2ª a dom., das 8h às 19h. Até 4/12.
PAULO LAENDER - UMA TRAJETÓRIA São cerca de 70 obras do artista, entre elas gravuras, telas e esculturas produzidas desde 1980 até hoje. Galeria de Arte do Centro Cultural Minas Tênis Clube (r. da Bahia, 2244, centro). 3ª a sáb., das 10h às 20h; dom. e feriados, das 11h às 19h. A partir de ter. (1º), até 8/1.
RETROSPECTIVA TARDIA O CONJUNTO MODERNO DA PAMPULHA NO ACERVO DO MHAB A mostra relaciona a história de criação do Museu com o surgimento do Conjunto Moderno da Pampulha, através de recortes de jornal, postais, fichas de ônibus, aquarelas, objetos e documentos. Museu Histórico Abílio Barreto (av.
Por meio de assemblagens, Baba Jung cria obras com materiais descartados
Reúne imagens do fotógrafo mineiro Francisco Milton Campos Horta, carinhosamente conhecido como Miltão (1951 2010), atuante no mercado editorial e publicitário entre as décadas de 1979 e 2010. Memorial Minas Gerais Vale (Circuito Cultural Praça da Liberdade, 604, Funcionários, 3308-4000). 3ª, 4ª, 6ª e sáb., ACERVO PESSOAL
“Janta”, de Noemi Assumpção, que expõe “Imagens Meramente Ilustrativas” no BDMG
das 10h às 17h30; 5ª, das 10h às 21h30; dom., das 10h às 15h30. Até 31/12.
às 19h. Até esta quarta (30).
a 6ª, das 10h às 19h; sáb., das 10h às 14h. Até 7/1.
SOMBRAS QUE FICAM SACRA Reunião das releituras livres de obras sacras de Leandro Caram. O artista que adotou o carvão e o grafite como seus materiais de trabalho, apresenta peça que transitam nos traços geométricos e humanos com linhas orgânicas e soltas. Galeria de Arte do Centro Cultural Minas Tênis Clube (r. da Bahia, 2244, centro). 2ª a 6ª, das 6h às 22h; sáb., das 6h às 20h; dom. e feriados, das 6h
Com curadoria de Susan O. Campo e texto da professora Maria do Céu Diel de Oliveira, a mostra reúne mais de 30 trabalhos de Alê Fonseca e Marcelo Kraiser, entre individuais de cada artista e obras produzidas a quatro mãos, com fotografias realizadas com técnicas do século XIX de revelação e produção artesanal. cAsA - Obras Sobre Papel (av. Brasil, 75, Santa Efigênia, 2534-0899). De 2ª
TRANSVERSAL A mostra conta com imagens dos artistas Luis Arturo Aguirre, Namsa Leuba, O Zhang, Paulo Nazareth, Ruud Van Empel e Coletivo Trëma que trouxeram a ideia do retrato e da construção de identidades. Parque Municipal Américo Renné Giannetti (av. Afonso Pena, 1377, centro). De 3ª a dom., das 6h às 18h. Até este domingo (27).
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reportagem
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LITERATURA Casos inspiradores para contar LINCON ZARBIETTI
A partir de Lucas narrativas Simões afetivas sobre o mundo animal, Laura Medioli e Fernando Fabbrini lançaram o livro “Só de Bicho: Crônicas Divertidas para Quem Ama os Animais”, em coquetel, no sábado (19), no Espaço Cultural do jornal O TEMPO, na Savassi. A publicação reúne histórias narradas com leveza pelos escritores, abordando casos reais e crônicas lúdicas sobre cães, gatos, passarinhos, cavalos, macacos, cabritos e até sapos. Em seus relatos verídicos, Laura ressalta que sua inspiração veio de vivências da infância, quando começou a ter contato com diversos bichos. “Acho que isso me ajudou
a ter esse amor pelos animais, sem preconceito se é barata, pernilongo, cachorro, gato. A gente deve respeitar muito a fauna como um todo. A proposta do livro é fazer com que as pessoas olhem com mais carinho para os que amam os animais, além de reverter a renda para ONGs que ajudam os bichos”, diz a escritora. Já para Fabbrini, colunista do Magazine, as crônicas promovem uma aproximação entre o ser humano e a natureza. “Quando as pessoas conseguem se aproximar dos animais, elas se aproximam também do seu lado bicho, primitivo. Conviver com os animais desperta muito a relação com a natureza. É um exercício de saúde”, destaca o colunista. No lançamento do livro, que contou com a presença
Fernando Fabbrini e Laura Medioli no lançamento de “Só de Bicho” do secretário de Estado de Cultura, Ângelo Oswaldo, e da cônsul italiana em Belo Horizonte, Aurora Russi, leitores aproveitaram para adquirir a obra, garantindo mais de um exemplar. “Eu acho tão divertida a maneira como eles escrevem que vou
levar mais de um, para presentear. Lendo alguns trechos em pé, na fila de autógrafos, me lembrei da minha primeira cachorra, Estrela. Essa leitura mexe com uma memória muito gostosa da gente”, disse a aposentada Maria Aguiar, 72.
LOCAIS DE VENDA Drogaria Araújo (todas as filiais da capital mineira)
Via Shopping (av. Afonso Vaz de Melo, 640, Barreiro)
Lojas Compre Certo (av. Babita Camargos, 1.645, Cidade Industrial; ou rua da Bahia, 495, centro)
Shopping Del Rey (av. Catalão, 3.001, Pampulha)
Animalle Mundo Pet (av. do Contorno, 8.931, Gutierrez)
Itaú Power Shopping (av. General David Sarnoff, 5.160, Cidade Industrial)
ONG Rock Bicho (rua ThompsonFlores,271,Gutierrez)
Monte Carmo Shopping (av. Juiz Marco Tulio Isaac, 1.119, Ingá Alto, Betim)
ONG Cão Viver (rua Primeiro de Maio, 165, Vila Boa Vista, Contagem)
Boulevard Shopping (av. dos Andradas, 3.000, Santa Efigênia)
Shopping Contagem (av. Severino Ballesteros Rodrigues, 850, Cabral)
Big Shopping (av. João Cesar de Oliveira, 1.275, Eldorado)
Betim Shopping (avenida Edméia Matos Lazzarotti, 1.655, Angola)
*Assinantes do jornal O TEMPO do interior podem pedir para receber o livro em casa, pelo telefone: (31) 3369-3838 * Os livros disponibilizados em shoppings estão à venda nas lojas Leitura
Minas Shopping (av. Cristiano Machado, 4.000, União) Shopping Cidade (rua dos Tupis, 337, centro) Shopping Estação (av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova)
SOBRE LIVROS GLOBO FILMES/DIVULGAÇÃO
DIVULGAÇÃO
Paola Carosella lança livro na capital mineira A chef preferida do público brasileiro desembarca em Belo Horizonte na próxima semana para o lançamento de seu livro “Todas as Sextas”. A obra escrita por Paola nos últimos três anos entre uma viagem e outra não traz apenas as principais receitas dos menus das sextas-feiras de seu restaurante, Arturito, mas também reúne um relato autobiográfico da cozinheira, que é jurada do programa “Masterchef”, da Band. Onde Livraria Leitura BH Shopping (rod. 356, 3049, Belvedere, lj. OP-51) Quando Nesta quarta (28), às 18h30 Quanto Entrada gratuita
Ana Clark lança livro sobre Chico Buarque Neste final de semana, a tarde do Espaço do Conhecimento será ocupada com o lançamento de “Chico Buarque: Recortes e Passagens”. O livro escrito pela professora da UFMG Ana Clark abarca o universo das obras do músico e suas reflexões. No mesmo dia, o espaço receberá palestra e sessão de autógrafos com a autora, que serão embalados por músicas de Chico na voz e violão da dupla MarteloDuo. Onde Espaço do Conhecimento UFMG (Praça da Liberdade, 700, Funcionários) Quando Neste sábado (26), às 16h Quanto Entrada gratuita
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ANNABLUME EDITORA/DIVULGAÇÃO
Livraria Quixote recebe lançamento de livro A capital mineira volta a ser tema de obra pelas mãos do mineiro Marcelo Cedro. O autor, que também é professor da PUC-Minas, lança neste fim de semana o livro “Praça Sete, Pampulha e Savassi: Centralidades urbanas e modernidade periférica na cidade de Belo Horizonte”. A obra analisa os movimentos de construção e reconstrução das referências simbólicas e materiais da capital ao longo do século XX. Onde Livraria Quixote (r. Fernandes Tourinho, 274, Savassi, 3227-3077) Quando Neste sábado (26), das 11h às 14h Quanto Entrada gratuita
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RELICÁRIO EDIÇÕES/DIVULGAÇÃO
Lançamento de livro encerra o Forumdoc.BH O tradicional festival de documentários e filmes etnográficos, Fórumdoc.BH, finaliza sua programação neste domingo (27), com o lançamento do livro “A Mis-enFilm da Fotografia no Documentário Brasileiro e um Ensaio Avulso”, da professora da UFMG Glaura Cardoso. Em comemoração aos 20 anos do festival, acontecerá também, neste mesmo dia, a sessão da Mostra Contemporânea Brasileira. Onde Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400) Quando Neste domingo (27), a partir das 17h Quanto Entrada gratuita
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O QUE VEM POR AÍ novembro DIAS 30 E 1° BECAUSE - O ESPETÁCULO
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 20h30. R$ 10 (inteira).
dezembro
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 20h. R$ 120 (inteira).
Teatro Bradesco. Às 21h. R$ 80 (fileiras de A a S, inteira), R$ 60 (fileiras de T a V, inteira), R$ 50 (vale-cultura).
DIA 8
DIAS 10 E 11
SIMPLE PLAN
HUMBERTO GESSINGER, EM “LOUCO PRA FICAR LEGAL”
BELLA TAVIANI E PAULA SANTORO
Music Hall. Às 21h. R$ 220 (inteira). DIAS 9, 10 E 11
DIA 3
MARILYN MONROE.DOC
14 BIS E BETO GUEDES SHOW DE NATAL
Cine Theatro Brasil Vallourec. Sex. e sáb, às 20h; dom., às 19h. R$ 20 (inteira).
Palácio das Artes. Às 21h. R$ 100 (inteira).
DIA 10
SUSPEITOS - UM CRIME IMPROVISADO
(mesa setor 1), R$ 800 (mesa setor 2).
Cine Theatro Brasil Vallourec. Sex. e sáb, às 20h; dom., às 19h. R$ 30 (inteira).
DIA 31
DIA 17
Palácio das Artes. Às 20h. R$ 120 (inteira).
“TOCANDO EM FRENTE” ALMIR SATER, RENATO TEIXEIRA E SÉRGIO REIS
DIAS 16, 17, 18
BH Hall. Às 22h. R$ 150 (arquibancada, inteira), R$ 1.000 MERCURY RECORDSDIVULGAÇÃO
LANÇAMENTO DO LIVRO “CRISTIANO ARAÚJO ONZE MIL HORAS”
R$ 79,90 (1º lote)
fevereiro DIA 5 CLARICE FALCÃO TURNÊ “PROBLEMA MEU”
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 20h30. R$ 130 (plateia I, inteira) e R$ 110 (plateia II, inteira).
DIA 3
DIOGO NOGUEIRA
JOELMA
Music Hall. Às 22h. R$ 160 (área vip, inteira), R$ 120 (camarote open bar, inteira) e R$ 120 (pista, inteira).
BH Hall. Às 22h. R$ 60 (inteira, 1º lote), R$ 80 (inteira, 2º lote), R$ 100 (inteira, 3º lote), R$ 520 (mesa setor I), R$ 440 (mesa setor II).
DIA 5
DIA 10
FESTIVAL CARNAVÁLIA COM NANDO REIS, GABRIEL O PENSADOR, KAROL CONKA, BLOCO PRA IAIÁ E OUTROS
NOITE FELIZ PARA TODOS COM LEILA PINHEIRO, ISA-
ZÉLIA DUNCAN EM TOTATIANDO
Parque das Mangabeiras. R$ 150 (passaporte, lote promocio-
DIAS 25 A 28
nal), R$ 180 (passaporte, 1° lote), R$ 210 (passaporte, 2° lote), R$ 30 (para o sábado, 1° lote), R$ 80 (domingo, 1° lote), R$ 30 (segunda, 1° lote), R$ 80 (terça, 1° lote).
março DIA 11 JAKE BUGG
Music Hall. Às 21h. R$ 100 (ingresso Queremos!); R$ 240 (inteira, 1º lote). DIA 25 ROGER HODGSON – BREAKFAST IN AMERICA
BH Hall. Às 22h. R$ 250 (pista/arquibancada, inteira, 1º lote), R$ 280 (pista/arquibancada, 2º lote), R$ 320 (pista/arquibancada, 3º lote), R$ 350 (pista/arquibancada, 4º lote).
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CINEMA ANDRÉ CARIOBA/DIVULGAÇÃO
A primeira lembrança marcante que Andreia Horta, 33, tem de Elis Regina (1945-1982) foi quando se mudou de Juiz de Fora, sua cidade natal, para fazer faculdade de artes cênicas em São Paulo. Levou consigo uma fita cassete com canções que marcaram sua adolescência. Entre elas, “No Dia Em Que Eu Vimme Embora”, de Caetano Veloso, que Elis Regina cantava no show “Falso Brilhante”. “É uma música que fala de uma personagem que está indo embora de casa. Apesar da mãe, da avó e do pai estarem chorando, ela segue em frente, sem olhar para trás. Indo atrás do que ela desejava fazer. Quando li a biografia da Elis, vi muitas semelhanças com minha história. Eu, uma jovem, saindo de Juiz de Fora, com uma mão na frente e outra atrás, para estudar em São Paulo”, conta. Fã da cantora, Andreia, que nasceu um ano depois da morte trágica de Elis, sempre sonhou interpretála. Aos 33 anos, a mineira não só realizou o sonho como é a protagonista da cinebiografia “Elis”, que estreia nesta semana nos cinemas (confira roteiro na página 25), e lhe rendeu o Kikito de melhor atriz no Festival de Gramado deste ano. O papel, segundo ela, não chegou de forma “abrupta”. Anos atrás, quando leu uma reportagem sobre o projeto do filme, quis fazer parte dele, mesmo não conhecendo ninguém envolvido. Revela que foi atrás do “pessoal do filme”. Por um acaso do destino, cruzou na rua com a roteirista (Patrícia Andrade), que a apresentou a Hugo Prata, o diretor da obra. Quando assinou o contrato e viu que de fato chegaria aos cinemas vivendo a dona de uma das maiores vozes brasileiras de todos os tempos, teve uma exploMilton Luiz
Mergulho Andreia Horta estudou para encarnar Elis Regina em toda sua dimensão
Elis, o filme são de sentimentos. “Maravilhosos e tenebrosos”, define aos risos. “É arriscado resumir numa frase essa sensação de interpretar uma grande artista como ela. E não é só porque já era fã e há muitos anos desejava isso”, conta. “Elis” começa com a chegada da cantora ao Rio de Janeiro (exatamente em 1º de abril de 1964, dia do golpe militar), repassa o início da carreira ao lado dos produtores Ronaldo Bôscoli (que se tornaria seu primeiro marido) e Luiz Carlos Miele; e segue com a consagração no programa “O Fino da Bossa”, na TV Record, junto com Jair Rodrigues; a ascensão artística e a consagração internacional. Também vemos a maternidade, o segundo casamento, com o pianista César Camargo Mariano, as pressões do regime militar, os conflitos na vida pessoal e a morte aos 36 anos por overdose de cocaína. Uma das lacunas do filme é deixar de fora o encon-
tro da cantora com Tom Jobim, que resultou num dos grandes discos da música brasileira (“Elis & Tom”, de 1974). OFÍCIO Andreia conta que, confirmada no papel, se debruçou sobre a obra e a história da Pimentinha. “Elis era uma grande artista, corajosa e absolutamente conectada com sua arte. O ofício dela era cantar e ela fez isso até morrer. Não se distraiu com outras coisas. Essa era a vida dela. Elis de fato amava fazer isso. Não se vendeu e sempre foi honesta consigo mesmo e com seu próprio desejo. Foi uma artista de uma posição rara. Trinta anos depois de sua morte, tudo que ela falou e cantou são incrivelmente atuais. Eu, com 33 anos, muito perto da idade que ela estava quando se foi, pude reviver as palavras dela”, conta a atriz, que no filme dubla a cantora. “Eu canto todas as
músicas, mas a voz é a dela. Duvido que alguém pudesse chegar perto da técnica vocal de Elis. Era única. Mas foi um trabalho exaustivo porque eu tinha que ‘encostar’ nela. A voz é da Elis, mas minha veia tem que saltar quando a dela salta, minha respiração tem que ser a mesma”. Andreia conta que assim que foi confirmada no papel, recebeu um material que continha 48 horas com a artista. “Nele, estavam os primeiros shows, as primeiras entrevistas, quando Elis tinha entre 22 e 23 anos”, conta a atriz, que se preparou para o papel em três etapas: primeiro, veio a preparação vocal, do canto, com Felipe Habib; depois, a corporal; e, por fim, das cenas. MILITANTE Uma coisa que chama atenção em “Elis” é que ele lança luz sobre a militância política da Pimentinha, que chegou a ser perseguida pe-
la ditadura militar e foi alvo até da incompreensão de artistas como o cartunista Henfil, que não entendia o porquê dela aparecer cantando para os militares. “Acho importante lembrar que toda a trajetória artística de Elis se deu dentro do período da ditadura. Ela chegou no Rio em 1º de abril de 1964 e morreu em 1982. Ser artista num período de tamanha censura foi algo brutal para uma artista da grandeza dela. Você tem um mundo para viver, com tanta beleza, e não pode porque tem gente dizendo que não pode. É de rasgar a pele”. Andreia lembra que, nesse período, as coisas no país ficavam cada dia mais complicadas, tenebrosas e perigosas. “As pessoas desapareciam, morriam e saiam do Brasil porque não concordavam com o que estava acontecendo. A Elis é um símbolo de uma mulher desse período que começou a falar sem medo. Durante toda a década de 70, ela falava claramente sobre censura e ditadura, coisas sobre as quais teoricamente, não se podia falar. Além de uma obra colossal, ela era uma mulher que defendia a importância
fundamental que o artista tem para a sociedade”, comenta a atriz, que está cotada para voltar a viver Elis, na série escrita por Gilberto Braga e João Ximenes Braga e que deve estrear em janeiro de 2018. Há pouco dias, Andreia esteve em Porto Alegre para divulgar o filme e aproveitou para ir até o bairro onde Elis nasceu. Entrou no apartamento de número 21 da rua Rio Pardo, na Vila Iapi, onde a cantora morou e de onde saiu para ir para o Rio. “Visitar os locais onde ela esteve foi arrebatador, porque, assim como o nosso corpo, os espaços guardam nossas energias. Conheci uma vizinha que foi amiga de infância dela e ficamos conversando. Ela mostrou onde era o quarto de Elis. Foi lindo. No filme, gravamos no edifício Mello Alves, onde fica o apartamento que ela morou até morrer”, diz Andreia, que finaliza falando de Minas. “Vou sempre a Juiz de Fora. Minas é minha terra, onde estão minhas memórias vivas. É minha casa, minha família, e onde corre meu sangue”.
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CINEMA SONY PICTURES /DIVULGAÇÃO
Atenção! A programação abaixo se refere a este fim de semana, dias 26 (sábado) e 27 (domingo)
pré-estreia MASHA E O URSO (*) (Masha i Medved, Brasil/ Rússia, 2016, 1h12, livre) Dir. Oleg Kuzovkov. Masha é uma criança que não consegue parar quieta. O único que pode salvá-la ou em suas divertidas aventuras é Urso, que vive na floresta ao lado da casa de Masha. Big 2: 14h10, 15h50 BH Shopping 7: 12h, 14h20 Cidade 6: 12h (somente domingo), 13h30, 15h05 Contagem 1: 13h20 Del Rey 7: 13h40, 15h05 Diamond 6: 11h40 Estação BH 5: 12h10 Minas 6: 13h30, 15h Monte Carmo 2: 13h40, 15h10 Norte 3: 14h30, 16h30 Paragem 2: 13h40, 15h15 Partage Shopping Betim 5: 12h, 13h50 Pátio Savassi 8: 12h10, 14h30 Via Shopping 3: 14h40, 16h20 (*) Sessões são dubladas
estreias A CHEGADA (Arrival, EUA, 2016, 1h56, 12 anos) Dir. Denis Villeneuve. Com Amy Adams, Forest Whitaker, Jeremy Renner. Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, uma linguista especialista no assunto é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. BH Shopping 6: 12h50, 15h50, 18h50, 21h40 Boulevard 4: 13h50, 16h10, 20h50 Cidade 5: 13h30(*), 15h10, 18h10(*),
20h30(*) Contagem 3: 13h30(*), 15h50, 18h10(*), 20h30(*) Del Rey 4: 13h30, 18h30, 21h, 23h10 (somente sábado) Paragem 3: 13h50, 16h10, 18h30, 20h50 Diamond 2: 12h, 14h45, 17h20, 20h Net Ponteio 4: 16h40, 21h20 Pampulha 1: 14h10(*), 16h30(*), 18h45, 21h10(*) Partage Shopping Betim 4: 15h50 (*) Partage Shopping Betim 7: 19h15, 21h50 (*) Pátio Savassi 7: 12h50, 15h30, 18h10, 21h30 (*) Sessões dublada
ELIS (Brasil, 2016, 1h55, 14 anos) Dir. Hugo Prata. Com Andréia Horta, Caco Ciocler, Gustavo Machado. Cantora desde a infância, Elis Regina Carvalho Costa entra na vida adulta deixando o Rio Grande do Sul para espalhar seu talento pelo Brasil a partir do Rio de Janeiro. Belas 1: 14h, 16h20, 18h50,21h20 BH Shopping 10: 14h10, 16h50, 19h50, 22h30 Betim 2: 13h40, 16h, 18h15, 20h30 Boulevard 5: 13h40, 16h, 18h15, 20h30 Cidade 1: 11h30(c), 13h40, 16h, 18h15, 20h30 Contagem 8: 14h, 16h20, 18h40, 21h Del Rey 5: 13h40, 16h, 18h20, 20h40, 22h50 ( Diamond 5: 15h40, 21h10 Estação BH 6: 13h45, 16h15, 18h45, 21h15 Itaú Power 1: 13h40, 16h, 18h20, 20h40 Minas 5: 13h40, 15h55, 18h15, 20h30 Monte Carmo 4: 13h40, 15h55, 18h15, 20h30 Net Ponteio Premier: 14h10, 16h25, 18h40, 21h10 Paragem 4: 13h40, 16h, 18h15, 20h30 Pátio Savassi 2: 13h10, 15h50, 18h20, 20h50 Via Shopping 5: 13h40, 16h, 18h15, 20h30
JACK REACHER: SEM RETORNO (Jack Reacher : Never Go Back, EUA, 2016, 1h59, 14 anos) Dir. Edward Zwick. Com Tom Cruise, Cobie Smulders, Robert Knepper. Jack Reacher pretende levar a major Susan Turner para jantar. Só que ela é presa,
Minas 4: 12h20, 15h10, 18h, 20h50 (*) Paragem 1: 15h30, 18h10, 20h50 Via Shopping 1: 15h, 18h10, 21h (*) Big 2: 17h40, 20h40 (*) Norte 5: 14h40, 17h40, 20h40 (*) Diamond 4: 14h30, 17h40, 20h40 Monte Carmo 1: 14h30, 17h30, 20h30 (*) Pampulha 3: 14h, 16h30, 19h, 21h30 (*)
acusada de ter vazado informações confidenciais do exército, e ele resolve iniciar uma investigação por conta própria. BH Shopping 3: 13h40, 16h20, 19h10, 22h Boulevard 1: 14h, 16h20, 18h40, 21h Cidade 3: 14h(*), 16h20(*), 18h40(*), 21h Contagem 2: 13h40(*), 16h, 18h20(*), 20h40 Del Rey 6: 13h50, 16h10, 18h30, 20h50, 23h(f) Diamond 3: 14h10, 16h50, 19h30, 22h10 Estação BH 5: 14h(*), 16h45(*), 19h30, 22h15(*) Itaú Power 2: 13h50, 16h10, 18h30, 20h50 (*) Minas 3: 13h45, 16h, 18h20, 20h45 (*) Monte Carmo 3: 13h45(*), 16h, 18h20(*), 20h45 Net Ponteio 2: 14h, 16h15, 21h15 Pampulha 2: 14h15(*), 16h35, 18h55(*), 21h15(*) Partage Shopping Betim 3: 14h10, 16h50, 19h30, 22h10 (*) Pátio Savassi 1: 12h40, 15h15, 17h50, 20h30, 23h30 (somente sábado) (*) Sessões dubladas
ELLE (Elle, França/ Alemanha, 2016, 2h10, 14 anos) Dir. Paul Verhoeven. Com Isabelle Huppert, Anne Consigny, Laurent Lafitte. Executiva-chefe de empresa de videogames tem sua rotina quebrada ao ser atacada por um desconhecido dentro de casa. Belas 2: 14h, 16h30, 19h e 21h30
O QUARTO DOS ESQUECIDOS (The Disappointments Room, EUA, 2016, 1h40, 14 anos) Dir. D.J. Caruso. Com Kate Beckinsale, Lucas Till, Mel Raido. Dana e David decidem sair da cidade grande e compram um casarão abandonado numa área rural. Mas eles descobrem a existência de um quarto escondido, que não constava na planta, que reserva mistérios. BH Shopping 7: 17h20, 20h, 22h10 Cidade 6: 16h40, 18h40, 20h40 (*) Contagem 5: 13h50, 15h45, 20h45 (*) Del Rey 7: 18h40, 20h40(*), 22h40 (somente sábado) Itaú Power 4: 16h40, 18h40, 20h40 (*) Partage Shopping Betim 5: 13h50,
Amy Adams é destaque da ficção “A Chegada” 16h10, 18h50, 21h10 (*) Via Shopping 2: 14h20, 16h20, 18h20, 20h20 (*) (*) Sessões dubladas
RAINHA DE KATWE (Queen Of Katwe, EUA, 2016, 2h04, 10 anos) Dir. Mira Nair. Com Madina Nalwanga, David Oyelowo. Phiona Mutesi é uma jovem de Uganda que enfrenta uma série de obstáculos para realizar seu sonho: tornar-se uma das melhores jogadoras de xadrez do mundo. Net Ponteio 4: 14h15 e 18h55 Pátio Savassi 4: 22h10 Pátio Savassi 6: 16h
em cartaz
ANIMAIS FANTÁSTICOS E ONDE HABITAM (Fantastic Beasts and Where to Find Them, EUA/ Reino Unido, 2016, 2h15, 12 anos) Dir. David Yates. Com Eddie Redmayne, Dan Fogler, Katherine Waterston. O excêntrico magizoologista Newt Scamande chega à cidade de Nova York com sua maleta mágica e precisará usar suas habilidades e conhecimentos para capturar uma variedade de criaturas que escapam dela. Betim 1: 15h, 20h40 (*) Boulevard 2: 15h30, 21h10 Cidade 7: 12h, 14h50, 17h45, 20h40 (*) Contagem 5: 17h40 Contagem 6: 14h30, 17h30, 20h30 (*) Del Rey 4: 15h50 (*) Itaú Power 3: 12h40, 15h15, 18h15, 21h (*)
Sessões 3D: Big 1: 14h30, 17h30, 20h30 (*) Betim 1: 17h50 (*) BH Shopping 1: 12h30(*), 15h30(*), 18h30(*), 21h30 BH Shopping 2: 13h10, 16h10, 19h20, 22h20 BH Shopping 8: 11h50(d), 14h50, 17h50, 20h50 Boulevard 2: 12h40, 18h20 Boulevard IMAX: 12h30, 15h20, 18h10, 21h Cidade 4: 12h30(*), 15h20(*), 18h10(*), 21h Contagem 1: 15h(*), 18h(*), 20h50 Del Rey 1: 12h(*), 17h40(*), 14h50, 20h30, 23h (somente sábado) Diamond 1: 12h30, 15h30, 18h30, 21h30 Estação 3: 13h(*), 16h(*), 19h, 22h(*) Estação 4: 12h, 15h, 18h, 21h (*) Itaú Power 5: 14h30(*), 17h30, 20h30 Minas 1: 12h30(*), 15h20, 18h10(*) 21h Monte Carmo 5: 15h(*), 18h(*), 20h50 Net Ponteio 3: 15h, 18h10, 21h Norte 1: 14h30, 17h30, 20h30 (*) Pampulha 6: 13h50, 16h20, 18h50, 21h20 (*) Paragem 5: 15h20(*), 18h10(*), 21h Partage Shopping Betim 1: 14h30(*), 17h30, 20h30 Partage Shopping Betim 4: 19h, 22h (*) Partage Shopping Betim 6: 12h10, 15h, 18h30, 21h30 (*) Pátio Savassi 3: 15h40, 21h20 Pátio Savassi 4: 16h20, 19h20 Pátio Savassi 5: 14h15(*), 17h15, 20h15, 23h15 (somente sábado) Pátio Savassi 6: 18h50, 22h Via Shopping 4: 17h30(*), 20h30 (*) Sessões dublada
26
almanaque
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 26 de novembro a 2 de dezembro de 2016
CINEMA em cartaz (continuação) O AMOR DE CATARINA (Brasil, 2016, 1h30, 12 anos) Dir. Gil Baroni. Com Greice Barros, Ciliane Vendruscolo, Kéfera Buchmann. Após descobrir que está sendo traída pelo marido, Rose tenta recomeçar e acaba encontrando combustível na mais inusitada das fontes: as rocambolescas reviravoltas da novela “O Amor de Catarina”, a nova febre nacional. Cineart Minas 6: 18h25
AS CONFISSÕES (Le Confessioni, Itália/ França, 2016, 1h40, 14 anos) Dir. Roberto Andò. ComToni Servillo, Daniel Auteuil, Pierfrancesco Favino. Em um resort europeu, o FMI está prestes a adotar uma manobra secreta que afetará gravemente alguns países, mas um evento trágico e a presença de um monge mudam a situação. Belas 3: 21h30
O CONTADOR (The Accountant, EUA, 2016, 2h10, 14 anos) Direção: Gavin O’Connor. Com Ben Affleck, Anna Kendrick, J.K. Simmons. Christian Wolff é um contador autista que usa seu escritório em uma cidadezinha pequena como fachada para trabalhar para algumas das mais perigosas organizações criminosas do mundo. Big 3: 20h30 (sessão dublada)
CREEPY (Creepy, Japão, 2016, 2h10, 16 anos) Dir. Kiyoshi Kurosawa. Com Yuko Takeuchi, Hidetoshi Nishijima, Teruyuki Kagawa. O ex-detetive e agora professor de psicologia Takakura se depara com um caso estranhíssimo de desaparecimento, quando se muda com a mulher para um tranquilo bairro no subúrbio. Belas 3: 16h50 Cine 104: 16h40
DEPOIS DA TEMPESTADE (Umi yori mo Mada Fukaku, Japão, 2016, 1h50, 10 anos) Dir. Hirokazu Koreeda. Com Hiroshi Abe, Kirin Kiki, Yoko Maki. O Japão está prestes a receber o 23º tufão do ano. Yoshiko, uma mulher idosa que mora sozinha, recebe a visita de dois filhos que não costumam ir à sua casa. Juntos, eles aguardam a chegada do tufão e relembram a morte do pai e marido. Belas 3: 11h (somente sábado)(*), 19h20 (*) Clube do professor. Necessário a comprovação do mesmo
É FADA (Brasil, 2016, 1h25, 12 anos) Dir. Cris DAmato. Com Kéfera Buchmann, Klara Castanho. Uma fada tagarela e atrapalhada recebe a missão de ajudar uma jovem garota que não acredita no mundo da magia. Cineart Contagem 7: 14h20
DOUTOR ESTRANHO (Doctor Strange, EUA, 2016, 1h55, 12 anos Dir. Scott Derrickson. Com Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Tilda Swinton. Stephen Strange leva uma vida bem-sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente
SONY PICTURES/DIVULGAÇÃO
quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Big 4: 14h20, 16h30, 18h40, 20h50 (*) Betim 3: 16h10, 18h30, 20h50 (*) Boulevard 3: 16h10, 18h30, 20h45 Cidade 2: 16h10, 18h30, 20h50 (*) Contagem 4: 16h10, 18h30, 20h50 (*) Del Rey 2: 16h10, 21h, 23h10 (somente sábado) Itaú Power 6: 16h10, 20h50 (*) Minas 2: 16h10, 21h10 (*), 18h30, 20h50 (*) Monte Carmo: 18h30, 20h50 (*) Norte 3: 18h40, 20h50 (*) Pampulha 5: 14h40, 16h55, 19h10, 21h25 (*) Paragem 2: 18h45, 21h Pátio Savassi 8: 16h40, 21h45 Via Shopping 3: 18h20, 20h40 Sessões 3D: Big 5: 16h20, 18h30, 20h40 (*) BH Shopping 4: 18h40, 21h20 BH Shopping 5: 12h20(*), 15h20, 18h(*), 20h40 Del Rey 2: 18h30 Diamond 5: 18h15 Diamond 6: 19h, 21h40 Estação 2: 14h15, 17h20, 20h, 22h30 (*) Itaú Power 6: 18h30 (*) Minas 2: 13h45, 18h35 (*) Norte 2: 16h20, 18h30, 20h40 (*) Partage Shopping Betim 2: 11h50, 14h20, 17h, 20h (*) Pátio Savassi 3: 13h, 18h30 Pátio Savassi 4: 13h50
Erótica, etc”, de Evangelia Kranioti (França, 1h03)
CINECLÁSSICOS (*) Mostra de Filmes Clássicos no CineCentro, uma seleção de filmes de diversas fases e gêneros da história do cinema, Terça (29) 19h “Terra Bruta” (EUA, Livre, 1961, 109’) Dir. John Ford (*) Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, centro). Entrada Gratuita com retirada de ingressos 30 minutos antes da sessão.
AUDIOVISUAL EM DEBATE (*) Neste Sábado (26) 17h Curta: “Estado Itinerante”, de Ana Carolina Soares. Sessão comentada. Mini-Mostra Cinema Policial Argentino (*) Neste sábado (26) 19h O Sinal (Argentina, 2007, 1h35, 14 anos) Dir. Ricardo Darín, Martín Hodara.
Controverso, “Elle” é carregado por performance magistral da atriz Isabelle Huppert
(*) Sessões dubladas
Segurança Nacional que comprovaram atos de espionagem dos EUA. Net Ponteio 2: 18h35
A GAROTA NO TREM
SOB PRESSÃO
(The Girl On The Train, EUA, 2016, 1h53, 14 anos) Dir. Tate Taylor. Com Emily Blunt, Haley Bennett, Rebecca Ferguson. Alcoólatra, Rachel está desempregada e deprimida. Todas as manhãs ela viaja de trem, fantasiando sobre um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia ela testemunha uma cena chocante e mais tarde descobre que a mulher está desaparecida. BH Shopping 9: 19h, 21h50 Cineart Boulevard 4: 18h30 Pátio Savassi 8: 19h10, 14h
(Brasil, 2016, 1h30, 12 anos) Dir. Andrucha Waddington. Com Júlio Andrade, Andréa Beltrão, Ícaro Silva, Marjorie Estiano. Dr. Evandro e sua equipe, formada também pelos doutores Paulo e Carolina, enfrentam um tenso dia no hospital em que trabalham quando têm que realizar três cirurgias muito complicadas: um traficante, um policial militar e uma criança. BH Shopping 9: 16h30, 19h Cidade 8: 16h50, 18h40
TÔ RYCA
(Brasil, 2016, 1h30, 14 anos) Dir. Marcos Guttmann. Com Júlio Andrade, Pietro Mario, Vera Holtz. Obcecado por Emilio Vega, um mítico pintor desaparecido há anos, um perito em arte recebe a visita de um senhor que diz ter conhecido o artista. O encontro começa a misturar passado e presente, falso e verdadeiro. Cine 104: 15h
(Brasil, 2016, 1h48, 12 anos) Dir. Pedro Antonio. Com Samantha Schmütz, Katiuscia Canoro, Marcelo Adnet. Selminha é uma frentista que precisa gastar 30 milhões de reais em 30 dias, sem acumular nada e nem contar para ninguém, para receber uma herança de família. Cidade 8: 20h30 Contagem 7: 20h40 Minas 6: 20h35
MARIAS
TROLLS (*)
MARESIA
(Brasil, 2016, 1h15, livre) Dir. Joana Mariani. O documentário aborda as diferentes devoções e representações religiosas das Marias através das festas padroeiras por toda a América Latina. Belas 3: 15h Cidade 8: 13h
PEQUENO SEGREDO (Brasil, 2016, 1h48, 10 anos) Dir. David Schürmann. Com Júlia Lemmertz, Marcello Antony, Maria Flor. Conhecida por seus cruzamentos marítimos, a família Schurmann guardou por um longo tempo um segredo: a comovente história da adoção de Kat, falecida em 2006. BH Shopping 4: 13h30, 16h BH Shopping 9: 14h, 16h30 Cidade 8: 14h40 Contagem 7: 16h10, 18h20 Del Rey 7: 16h40, 14h10 Diamond 6: 14h, 16h30 Estação 1: 19h15, 21h45 Itaú Power 4: 14h Partage Shopping Betim 7: 14h, 16h30
PRECISAMOS FALAR DO ASSÉDIO
(Trolls, EUA, 2016, 1h33, livre) Dir. Mike Mitchell, Walt Dohrn. Ramo parte para uma jornada de descobertas e aventuras ao lado de Poppy, líder dos Trolls. Inicialmente inimigos, conforme os desafios são superados eles descobrem que combinam. Big 3: 14h30, 16h30, 18h30 Betim 3: 14h15 Boulevard 3: 14h10 Cidade 2: 14h10 Contagem 4: 14h10 Del Rey 2: 14h10 Itaú Power 6: 14h10 Minas 6: 16h30 Monte Carmo 2: 16h40 Norte 3: 14h30 Pampulha 1: 14h30, 17h Pampulha 4: 14h05, 15h50, 17h35, 19h20 e 21h05 Paragem 2: 16h50 Partage Shopping Betim 4: 13h30 Via Shopping 4: 15h20
(Brasil, 2015) | 23’ “Deixa na Régua”, de Emílio Domingos (Brasil, 2016, 1h12). Sessão comentada pelos diretores. 21h Mostra Contemporânea Internacional: “Ama-San”, de Cláudia Varejão (Portugal/Suíça, 2h13)
Domingo (27) 15h “I am Divine” (Dir. Jeffrey Schwarz, EUA, 2013, 1h26) 17h “Midnight Movies: From The Margin To The Mainstream” (Dir. Stuart Samuels, EUA, 2005, 1h26) 19h “Out of the Dark” (Dir. Michael Schroeder, EUA, 1989, 1h26) 21h “Clube dos Pervertidos” (Dir. John Waters, EUA, 2004, 18 anos, 1h29) Terça (29) 15h “Fabulous! The Story Of Queer Cinema” (Dir. Lisa Ades e Leslie Klainberg, EUA, 2006, 1h22) 21h “Polyester” (Dir. John Waters, EUA, 1981, 18 anos, 1h26)
Domingo (27) 15h Mostra Queer e a Câmera: “Sérgio e Simone”, de Virgínia de Medeiros; “Trans*lucidx”, de Tamíris Spinelli; “Queer Nation”, de Gabriel Gomez e Elspeth Kydd (EUA)”Línguas desatadas”, de Marlon Riggs (Tongues Untied, EUA) 17h Lançamento e Mostra Contemporânea Brasileira: Lançamento da publicação “A mise-en-film da fotografia no documentário brasileiro” de Glaura Cardoso Vale. “Nunca é noite no mapa”, de Ernesto de Carvalho (Brasil, 2016); “Obra Autorizada”, de Iago Cordeiro Ribeiro (Brasil, 2016); “Sem Título # 3: E para que Poetas em Tempo de Pobreza?”, de Carlos Adriano (Brasil, 2016) 19h Mostra Contemporânea Brasileira: “Ruína”, de Gabraz (Brasil, 2016); “Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos”, de Sérgio Oliveira (Brasil, 2016). Sessão comentada pelo diretor 21h Mostra Queer e a Câmera: “La visión de los vencidos”, de Carlos Motta (Bolívia); “Nefandus”, de Carlos Motta (Bolívia); “Naufragios”, de Carlos Motta (Bolívia); “Castanha”, de Davi Preto
(*) Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro). Entrada gratuita com retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão
FORUMDOC.BH (*) Festival do Filme Documentário e Etnográfico - Fórum de Antropologia e Cinema Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1537, centro): Neste sábado (26) 15h Mostra Contemporânea Brasileira: “Vozerio”, de Vladimir Seixas (Brasil, 2015, 1h38). Sessão comentada pelo diretor 17h Mostra Contemporânea Internacional: “Tukuyninchiq Tutanchiq Todos nos encontraremos”, Cefrec, Bolívia; ”La Balada del Oppenheimer Park”, de Juan Manuel Sepúlveda, México, 19h Mostra Contemporânea Brasileira: “KBELA”, de Yasmin Thayná
Cine 104 (pça. Ruy Barbosa, 104, centro): Neste sábado (26) 23h Mostra Queer e a Câmera: “Portrait of Jason”, de Shirley Clarke (EUA, 1h45) Domingo (27) 20h40 Mostra Contemporânea Internacional: “I Dance with God”, de Hooshang Mirzaee, (Irã, 39); “Exótica, DIVULGAÇÃO
Sessões 3D: Big 5: 14h10 BH Shopping 4: 13h30, 16h Diamond 5: 13h30 Norte 2: 14h10 Pátio Savassi 6: 13h20
(Brasil, 2016, 1h20, 18 anos) Dir. Paula Sacchetta. Durante a semana da mulher, uma van-estúdio parou em alguns locais de São Paulo e do Rio para coletar depoimentos de mulheres de 15 a 84 anos que foram vítima de algum tipo de assédio. Cine 104: 19h
(*) Sessões dubladas
SNOWDEN – HERÓI OU TRAIDOR
A mostra homenageia o polêmico realizador. Serão exibidos todos os títulos, curtas e longas, dos mais alternativos até os que chegaram ao grande público. De 11 a 29 de novembro
(Snowden, EUA/ Alemanha/ França, 2016, 2h15, 14 anos) Dir. Oliver Stone. Com Joseph Gordon-Levitt, Melissa Leo, Shailene Woodley. Edward Snowden, ex-funcionário da CIA, divulgou para a imprensa uma série de documentos sigilosos da Agência de
16h30 “Hairpray: Em Busca da Fama” (Adam Shankman, EUA, 2007, 1h57) 19h “A Louca Corrida do Ouro” (Dir. Paul Bartel, EUA, 1985, 1h24) 21h “Cecil Bem Demente” (Dir. John Waters, EUA, 2000, 18 anos, 1h 27)
(*) MIS Cine Santa Tereza (rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza, 3277-4699). Entrada gratuita
MEU NOME É DON SIEGEL (*) Um recorte com seis longas-metragens do versátil diretor norte-americano Don Siegel, trabalhando no cinema desde 1934. A maior parte de suas obras aborda temas sociais controversos, como o sistema carcerário e a criminalidade dos Estados Unidos, que imprimem ação e violência às histórias. Em cartaz de 28 de novembro a 2 de dezembro. Segunda (28) 15h “Rebelião No Presídio” (Riot In Cell Block 11, EUA, 1954, 16 anos, 1h20) 17h “Vampiros de Almas” (Invasion of the Body Snatchers, EUA, 1956, 12 anos, 1h20) 19h “Os Assassinos” (The Killers, EUA, 1964, 16 anos, 1h34) 21h “Meu Nome é Coogan” (Coogans Bluff, EUA, 1968, 12 anos, 1h30) Terça (29) 15h “O Estranho Que Nós Amamos” (The Beguiled, EUA, 1971, 18 anos, 1h45) 17h “Fuga de Alcatraz” (Escape From Alcatraz, EUA, 1979, 14 anos, 1h51) 19h “Rebelião No Presídio” (Riot In Cell Block 11, EUA, 1954, 16 anos, 1h20 21h “Vampiros de Almas” (Invasion of the Body Snatchers, EUA, 1956, 12 anos, 1h20) Quarta (30) 15h “Os Assassinos” (The Killers, EUA, 1964, 16 anos, 1h34) 17h “Meu Nome é Coogan” (Coogan’s Bluff, EUA, 1968, 12 anos, 1h30) 21h15 “O Estranho Que Nós Amamos” (The Beguiled, EUA, 1971, 18 anos, 1h45) Quinta (1) 15h “Fuga de Alcatraz” (Escape From Alcatraz, EUA, 1979, 14 anos, 1h51) 17h “Dinheiro Maldito” (Private Hell 36, EUA, 1954, 14 anos, 1h21) Sessão Comentada 19h15 “Vampiros de Almas” (Invasion of the Body Snatchers, EUA, 1956, 12 anos, 1h20) 21h “Rebelião No Presídio” (Riot In Cell Block 11, EUA, 1954, 16 anos, 1h20) Sexta (2) 15h “Meu Nome é Coogan” (Coogan’s Bluff, EUA, 1968, 12 anos, 1h30) 17h “Os Assassinos” (The Killers, EUA, 1964, 16 anos, 1h34) 19h “O Estranho Que Nós Amamos”(The Beguiled, EUA, 1971, 18 anos, 1h45) 21h “Fuga de Alcatraz” (Escape From Alcatraz, EUA, 1979, 14 anos, 1h51)
mostras JOHN WATERS – O PAPA DO TRASH (*)
Neste sábado (26) 15h “Divine” (Dir. John Waters, EUA, 1983, 1h15)
Domingo (27) 17h “Urso Vermelho”(Argentina, 2002, 1h35, 16 anos) Dir. Adrián Caetano 19h “A Preleção do Vidente” (Argentina, 2011, 1h40, 16 anos) Dir. Gonzalo Calzada
TRAGA O SEU FILME (*)
“Vampiros de Almas”, que integra a mostra Don Siegel
(Programação fornecida pelas salas de cinema e sujeita a alterações por parte dos exibidores)
Quarta (30) 19h30 “Além dos Sentidos”. (Brasil, 47 min) Exibição do filme do diretor mineiro Shelmer Gvar, um documentário sobre a perda auditiva.
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Paulo Bressane bressane@otempo.com.br LÍDER AVIAÇÃO/DIVULGAÇÃO
“V. Excelência” Vossa excelência” é um pronome de tratamento usado para autoridades de Estado, que denota, ou ao menos deveria denotar, um alto grau de respeitabilidade. No Brasil, o petismo enterrou o respeito e jogou a última pá de cal no túmulo da moralidade. As “Vossas Excelências” com estrela no peito aparelharam o estado de tal maneira e tentaram impor sua ideologia rançosa com tanta arrogância,
“
entre a gente
que o resultado não poderia ser outro, a completa falência do poder público. Mas sejamos honestos, não se pode jogar a culpa do desmonte estatal somente nas costas do PT, “Vossas Excelências” de maneira geral, com as devidas exceções, continuam soberbas, e devido às propositais falhas punitivas de um estado sem mecanismos de controle, continuam se aproveitando da mansa ignorância popular para melhorar ganhos e benefícios próprios.
“VOSSAS EXCELÊNCIAS” jamais se preocuparam em diminuir a desigualdade com políticas de inclusão sustentáveis. Vossas Excelências, principalmente as da ala esquerdista, nunca se debruçaram em programas para qualificar os pobres. A eles, por ignorância ou pura degradação moral, apenas as migalhas do assistencialismo populista, que não qualifica ninguém para o mercado de trabalho. “Vossas Excelências” insistem no usufruto da falta de senso dos menos esclarecidos – como fez o PT e aliados com sua militância amestrada – porque menosprezam, enfim, todos os valores da cidadania. O Brasil é um país moralmente falido, basta relembrar uma das últimas declarações de Lula: “...a profissão mais honesta é a do político. Porque todo ano, por mais ladrão que ele seja, ele tem que ir para a rua encarar o povo, e pedir voto, o concursado não...”
Líder Aviação, 6 Amaior empresa de avia-
Brunch O presidente Eduardo Vaz e o fundador da Líder Aviação, José Afonso Assumpção
ção executiva da América Latina, é um colosso. Com 70 aeronaves e 21 bases operacionais nos principais aeroportos brasileiros, a empresa atua em cinco unidades de negócio: fretamento e gerenciamento de aeronaves; vendas de aeronaves; manutenção; atendimento aeroportuário e operações de helicópteros. o apoio do Sindi6 Com catoNacional das Empre-
“
Por ignorância ou pura degradação moral, apenas as migalhas do assistencialismo populista
ATENÇÃO, “VOSSAS EXCELÊNCIAS”, sua exagerada esquizofrenia não lhes permite perceber que o povo está despertando de sua anestesia moral, e não mais aceita o ilusionismo dos falastrões, não aceita a pasmaceira da política improdutiva, e muito menos o usufruto de regalias sustentadas com cinco meses de nosso trabalhado, que paga uma das maiores cargas tributárias do mundo e com um dos piores índices de retorno em qualidade de vida, segurança, saúde e educação. Atenção, “Vossas Excelências”, o povo está aprendendo e compreendendo que o governo e toda a sua mastodôntica máquina estatal devem funcionar em razão do povo, e isto não inclui a sustentação de vossa megalomania e toda a suntuosidade exibida pelo poder público. Hoje ainda colhemos o que plantamos, mas estamos aprendendo a arrancar as ervas daninhas pela raiz, portanto, atenção.
sas de Táxi Aéreo, a Líder lançou uma campanha de conscientização sobre os perigos do táxi aéreo pirata, feito por aeronaves particulares, assim como os principais cuidados que clientes e empresas do segmento devem ter. “A operação privada não é tão fiscalizada, nem segue as mesmas regras da legislação de táxi aéreo. Por isso, alguns sequer sabem dos riscos que estão correndo ao voar em aviões não homologados, ressaltou Eduardo Vaz, presidente da empresa.
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estilo NA BANHEIRA> Rituais prometem afastar o cansaço e embelezar para fechar bem o ano DENILTON DIAS
Banhos especiais A sensação de cansaço e estafa tende a ser intensificada. A vontade de começar a operar no modo “férias” só aumenta, enquanto ainda resta trabalho e um punhado de confraternizações – da firma, da família, dos amigos... – para comparecer até que finalmente chegue a contagem regressiva para 2017. Então, para dar conta do recado nesta reta final, uma boa saída são os banhos relaxantes, superprocurados entre novembro e dezembro em spas, salões e clínicas estéticas da cidade. Com técnicas cada vez mais diversificadas, os banhos trazem em sua composição elementos com propriedades que prometem desde hidratação e esfoliação até o ganho de vitaminas e desintoxicação. “Nesta correria do dia a dia, a gente sente que as pessoas estão procurando os rituais para se cuidarem. Elas querem seu potencial tranquilizante; percebemos mesmo a chegada de muitos clientes estressados, e, quando eles saem, é outra coisa. É visível seu aspecto descarregado, relaxado”, comenta Daniela Braga, uma das sócias da Clínica Ben Vivere. Segundo ela, os banhos mais procurados neste momento são os chamados “detox”, que, além de serem refrescantes, promovem o desinchaço e a sensação de leveza para a temporada de calor. “Há uma forte procura por iniciativas mais saudáveis. Dentro desse universo detox, o banho de chá-verde tem ganhado muito espaço por ajudar na liberação Bárbara França
Banho Cleópatra do Spa Mitra
de toxinas. O de laranja também é uma boa pedida”, destaca. Pollyanna Mendes, sócia-diretora do Spa Mitra, que, dentre os detox, ainda ressalta o uso da argila como potente ativador da corrente sanguínea e também lembra o ganho de autoestima que os banhos relaxantes permitem. “Além do cansaço, em épocas de festividades, as pessoas querem estar mais bonitas, com a pele mais vistosa, mais atraente. Há banhos especialmente montados como ritual de beleza, com fase descolorante de pelos e hidratação com cenoura e mel, que facilita e intensifica o bronzeado de quem aproveitar o calor e tomar sol”, lembra. Recorrer a tais banhos que fogem da simples ducha em casa tem seu lugar, afinal, segundo Miriam Junqueira, fisioterapeuta e professora do curso de Estética e Cosmética do Uni-BH, além do relaxamento acarretado pela temperatura da água, as essências e os óleos essenciais trazem benefícios por meio do estímulo ao olfato. “Com a temperatura entre 27° e 34°, esses rituais causam a vasodilatação. Mas também os elementos atingem outras áreas. Lavanda, por exemplo, acalma; alecrim e eucalipto são estimulantes; e o chocolate age no âmbito da satisfação”, comenta Miriam. Segundo ela, no entanto, na hora de escolher onde tomar o banho é preciso checar a higienização da banheira e as referências do local. “Também é preciso tomar cuidado com reações alérgicas aos produtos usados”, alerta.
MICHAEL & CHRISTA RICHERT/FREEIMAGES/DIVULGAÇÃO
OLIVATERAPIA
CHÁ-VERDE
Leveza O banho de chá-verde está entre os refrescantes e é uma boa pedida para o calor. Com função relaxante, o ritual com o chá promove a esfoliação da pele. “O chá-verde tem a ação de eliminar toxinas. Para quem estiver passando por algum estresse no momento ou precisando eliminar nódulos, é uma boa pedida”, destaca Patrícia Siqueira, fisioterapeuta na Clínica Sempre Mais Estética. Também é servido chá-verde durante o repouso na banheira, potencializando os efeitos desintoxicantes. Duração duas horas. Valor R$ 280.
MONTSE TEIXIDÓ ABELLA/FREEIMAGES/DIVULGAÇÃO
SEMPRE MAIS ESTÉTICA/DIVULGAÇÃO
Ritual O tratamento se inicia com a preparação da pele por meio da esfoliação, seguida de banho de imersão, wrap e massagem hidratante. Neste ritual, há também a hidratação capilar com massagem craniana. Podese degustar azeitonas verdes e negras, dois tipos de azeite de oliva com torradas quentes e vinho tinto ou chá quente. “É um ritual mais aconchegante, mais inverno, mas tem seu lugar em qualquer época do ano. Ele é muito gostoso, a esfoliação com azeite deixa a pele maravilhosa”, elogia Pollyanna Mendes, sócia-diretora do Spa Mitra, lembrando que o ritual tem propriedades regenerativas. O resultado é de hidratação tanto para a pele quanto para os cabelos. É ótimo para o pós-sol. Duração Uma hora e cinquenta minutos. Valor R$ 300.
BANHO DE LARANJA
Vitamina Assim como o banho de chá-verde, o ritual com essência de laranja também é considerado uma das opções refrescantes para esse período quente que se inicia. “Rico em vitamina C, o ritual de laranja estimula o rejuvenescimento da pele”, conta Daniela Braga, sócia da Clínica Ben Vivere. O banho também consiste em esfoliação com creme de laranja, banheira e drenagem linfática. Quem está se banhando também pode receber água saborizada com laranja, intensificando os efeitos. Duração Duas horas. Valor R$ 260.
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BANHO DE LAVANDA
Glicerina Para dar uma função hidratante, a professora também indica acrescentar ao banho uma dose de glicerina. “Em uma jarra de um litro, coloque duas colheres de glicerina, uma xícara de sais de banho e umas cinco gotinhas do óleo essencial. A medida é para uma banheira dessas padrão, na qual cabem duas pessoas”, explica. Chuveiro Há técnicas de amarrar um tule com os sais e óleos à ducha, a fim de preparar um banho de spa sem banheira. A dica, no entanto, exige mais cuidado na execução. A professora sugere conversar com as casas de banho para se informar sobre material adequado e outras dicas. Atenção “Fique atento à temperatura da água. A pressão pode cair e, se você estiver sozinho em casa tomando seu banho, pode ser muito perigoso”, alerta Fernanda Melo, massoterapeuta no Spa Lótus. Ela também chama a atenção para a precaução relacionada à quantidade de elementos colocados na água do banho. “O excesso de óleos e sais pode causar reação alérgica. No spa, geralmente colocamos de 10 a 15 gotas de óleo essencial na banheira”, indica.
ROGER KIRBY/FREEIMAGES/DIVULGAÇÃO
Essências e óleos essenciais “Você pode comprar a essência, os óleos essenciais, as ervas especiais e os sais de sua preferência. Em lojas no Mercado Central, por exemplo, é possível achar várias. Lembrando que sal grosso também é ótimo para reduzir inchaço, enquanto a menta aumenta a circulação, e a argila, superbarata, ajuda no detox”, destaca Miriam.
RALPH MORRIS/FREEIMAGES/DIVULGAÇÃO
Quem deseja curtir um banho relaxante, no entanto, não precisa necessariamente procurar um spa ou uma clínica estética. É possível montar um mini-spa em casa, segundo Miriam Junqueira, esteticista, fisioterapeuta e professora do curso de Estética e Cosmética do Uni-BH. Confira algumas dicas!
VINHOTERAPIA
SPA LÓTUS/DIVULGAÇÃO
Sedativo Obedecendo a sequência esfoliação, banheira, massagem, o ritual com lavanda é indicado para quem precisa, de fato, descansar. Com propriedade sedativa, ele, segundo Patrícia Siqueira, fisioterapeuta na Clínica Sempre Mais Estética, chega a ter efeitos analgésicos. “O banho de chá-verde e o de lavanda podem ser preparados em casa por meio do uso de essências, mas, nesse caso, o atrativo maior do spa é a massagem relaxante, já que esses banhos costumam ser sugeridos a pessoas que estão em momento de esgotamento”, aponta. Segundo Patrícia, o banho pode ser um ótimo presente neste fim de ano para alguém que está precisando renovar as energias para 2017. Duração Duas horas. Valor R$ 280. Terapêutico Esse tratamento à base de vinho é rico em polifenóis e tem ampla ação terapêutica. É indicado para aliviar o estresse do dia a dia e também para o rejuvenescimento e a beleza da pele. “O banho de vinho começa com uma esfoliação, com a finalidade de preparar a pele para receber a massagem com creme à base de vinho. Então, a pessoa vai para a banheira. Lá, é servido um vinho ou mesmo um espumante, se quiser. E, por fim, é feita uma drenagem linfática”, comenta Daniela Braga, sócia da Clínica Ben Vivere. Duração Duas horas. Valor R$ 260.
NÉCESSAIRE Na hora de preparar seu spa em casa, é importante ter produtos de qualidade tanto para aplicar na água quanto para passar no corpo. Confira algumas sugestões.
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DICAS PARA SEU SPA EM CASA
O Óleo de ba6 Aroma nho relaxante Aromacologia L’Occitane en Provence é perfumado com óleos essenciais e promete transformar a água do banho em um véu leitoso, para um momento de relaxamento. A linha combina óleos essenciais para oferecer bem-estar Quanto R$ 126 Onde Lojas L'Occitane en Provence
SPA LÓTUS/DIVULGAÇÃO
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DUCHA VICHY
BANHO DE OZÔNIO Antidepressivo O banho, também conhecido como hidrozonoterapia, consiste na adição de ozônio na água de uma banheira por meio de jatos, liberados com intensidade variável. As massagens são feitas com bolhas de ozônio, que relaxam, reduzem a ansiedade e fortalecem os músculos. Indicado para tratamento de cansaço, insônia, estresse e depressão. “Esse banho ajuda em processos anti-inflamatórios, eliminando edemas, celulites, melhorando a circulação linfática, relaxamento muscular e sendo excelente coadjuvante em pré e pós-cirúrgicos de plásticas e lipoaspiração”, completa Fernanda Melo, massoterapeuta do Spa Lótus. Duração uma hora. Valor R$ 270.
Equilíbrio Com cinco jatos de água quente ou fria (a critério do cliente), a ducha Vichy remete à sensação revigorante e impactante de um banho de cachoeira. Os jatos massageiam a pele, que também recebe massagem manual. “Nesse banho, de técnica francesa, também é utilizada a cromoterapia, a ciência que usa a cor para estabelecer o equilíbrio e a harmonia entre corpo, mente e emoções”, destaca Fernanda Melo, massoterapeuta do Spa Lótus. Segundo ela, também existe a ducha Vichy Hamam, que associa a técnica francesa ao banho turco. Aqui, há esfoliação com luva, a fim de estimular a circulação e remover as células mortas. Por conta da pressão, as duchas só são contraindicadas a mulheres grávidas. Duração uma hora. Valor R$ 290. DENILTON DIAS
dratante Pernas e Pés da Mohda relaxa e alivia a sensação de cansaço do dia a dia, além de proporcionar hidratação intensa, pois possui, ainda, ureia e silicone, que, juntos, também agem efetivamente contra a perda natural da água Quanto R$ 8 Onde www.mohda.com.br ou (11) 2746-7942 DIVULGAÇÃO
DENILTON DIAS
Desenvolvido 6 Cansaço com Mentol, o Creme Hi-
BANHO DE LUA
Beleza “Muita gente acha que banho de lua é só para descolorir os pelos, mas é mais que isso. É um tratamento para a pele, que oferece massagem, drenagem linfática para tirar as células mortas e hidratação profunda, enriquecida com vitaminas e minerais”, conta Daniela Soares, esteticista do salão Maison Rocha. Após descoloração e esfoliação, a pessoa vai para uma cama especial com água, em que recebe uma máscara hidratante de frutas ou de chocolate. “A de pêssego dá um toque acetinado à pele. O banho de lua serve tanto para quem quer relaxar, para ficar mais bonita para um encontro ou para se presentear mesmo. Ainda mais agora, quando o corpo fica mais à mostra”. É preciso checar a alergia ao descolorante. Duração Uma hora. Valor R$ 140.
6 Rejuvenescimento formulado com óleos e BANHO DETOX Desintoxicante O banho Detox limpa a pele, retardando o processo de envelhecimento, graças à eliminação dos radicais livres, conta Pollyanna Mendes, sócia-diretora do Spa Mitra. Ele promove o aumento da circulação e a queima de calorias, além de combater a fadiga e a perda de energia. O ritual é feito com ingredientes naturais e desintoxicantes. “Nesse banho, usamos argila e alguns outros ingredientes que ativam a circulação sanguínea, potencializando a desintoxicação do organismo. O banho é combinado com uma alimentação leve no dia, para que a cliente sinta ainda mais a sensação de desinchaço”, conta a Pollyanna. Duração Uma hora e cinquenta minutos. Valor R$ 300.
manteigas vegetais, o Pro Vegetal Creme de Massagem Corporal Ômega 7, da Extratos da Terra, é hidratante e ajuda a normalizar as funções biológicas da pele, como rejuvenescimento, estímulo da produção do colágeno e nutrição Quanto R$ 51,80 Onde www.extratosdaterra.com.br
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VALORIZAÇÃO> Pensaremitensqueseadequamaoseuestiloepersonalidadeémuitoimportante
Como acertar nos acessórios para as festas de fim de ano? CLAUDIA MARISGUIA BIJOUX / DIVULGAÇÃO
As festas de Juliana fim de ano já Siqueira estão chegando e, com elas, um preparo bastante especial para a data. Como em toda ocasião importante, a preocupação com o que usar já começa a existir com um bom tempo de antecedência. São diversas as questões a serem pensadas na hora de escolher um ou mais acessórios para compor o visual, mas, de acordo com Nivia Marisguia, diretora criativa da Claudia Marisguia Bijoux, há um aspecto que é de suma importância: respeitar o próprio estilo e sentir-se bem com aquilo que se está utilizando. “Uma pessoa pode não ficar à vontade com brincos muito grandes, por exemplo, então, não precisa usar algo somente porque é uma tendência. Ela pode procurar por outros itens que se adequem melhor ao que ela deseja”, diz. A mesma coisa vale para as cores dos acessórios. Conforme Nivia destaca, os brincos monocromáticos, em tons fumê, cristal ou pérola, por exemplo, são curingas, sendo possível utilizá-los com diversas cores de roupas. No entanto, há também aquelas pessoas que gostam de ousar mais e há opções que se encaixam ao que elas querem. “Brincos mais coloridos, que contam com tons mais fortes, podem ser a escolha delas”, pontua a diretora da marca. E se boas opções não faltam na hora de se arrumar para as festas, alguns cuidados também precisam existir, pois há aquilo que não é recomendável. Um exemplo disso? Exagerar. “Se a roupa é mais estampada, pode-se utilizar um acessório mais discreto. Já se a roupa for monocromática, é possível apostar mais nos acessórios. A questão é se olhar no espelho e verificar se não há muito exagero”, orienta Nivia. Seja como for, ela ressalta que o mais importante é não ficar refém da moda, mas usá-la em favor próprio. “Esse é o grande encantamento da moda: utilizá-la de acordo com o seu estilo, com a sua personalidade”, finaliza. Veja, ao lado, opções de acessórios da Claudia Marisguia Bijoux.
Saber utilizar a moda a seu favor é uma das dicas de Nivia Marisguia, diretora criativa da Claudia Marisguia Bijoux
VITRINE Brinco hand made com cristais dourados, miçangas e tassel: R$ 169,90
Brinco em cristais fúcsia, banho ouro vintage: R$ 189,80
Colar em pérolas de vidro e aplique em bolas de cristais. Banho grafite: R$ 95,80
Bracelete em pedra cristal lapidada e strass cristal. Banho grafite: R$ 169,80 Anel em cristais fúcsia, banho ouro vintage: R$ 109,90 Brinco em cristais com pérola em formato gota. Banho grafite: R$ 169,80 Acesse www.claudiamarisguia.com.br ou ligue (31) 3281-9455
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crônica
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vida leve
Laura Medioli laura@otempo.com.br
Só podia ser mulher, uma ova! i nos jornais q u e u m a motorista, ao manobrar no estacionamento de um supermercado, atravessou o muro do recinto com parte de seu carro. O caso foi parar nas redes sociais e, pelo fato de ter acontecido com uma mulher, logo, logo virou piada, seguida da velha frase: “Só podia ser mulher”. Sei que manobras não são nosso forte. Eu, pelo menos, detesto fazer baliza. Se a vaga disponível for pequena, prefiro dar voltas a ter que ficar ali, numa série de idas e vindas, lendo o pensamento de quem assiste do lado de fora: “Aposto que é mulher...” Concordo que às vezes fazemos coisas inusitadas, como aquela motorista do Triângulo Mineiro que foi ao posto abastecer e, distraída, arrancou o carro antes da hora, levando a bomba junto, para o desespero do frentista, que, aos berros, corria atrás. Por pouco, não causou uma tragédia. Na época, ao ver a foto da bomba caída na capa do jornal O TEMPO, pensei: “Ai, Deus! Só falta ser mulher!” E era. É por essas
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e outras que temos que carregar o estigma de sermos consideradas más motoristas, barbeiras, roda dura e outros adjetivos tão pejorativos quanto. Dia desses, a conhecida frase, provavelmente, me perseguiu. Isso na hora do rush, quando, com o carro pifado, levei mais de duas horas para chegar a minha casa, na Pampulha. Não me perguntem o que aconteceu para que o carro, do nada, desligasse. De dois em dois minutos, simplesmente “apagava”, mesmo mantendo a aceleração constante, o ar-condicionado desligado ou qualquer outra coisa que pudesse interferir na potência do motor. Subida? Não subia, mesmo estando acelerado e em marcha forte. Antes que a desgraça fosse completa, resolvi parar e pegar um táxi. Mas, no meio da muvuca da avenida Afonso Pena, encontrar um lugar vago seria outra luta, para não dizer impossível. Depois disso, preventivamente, fiz em minha cabeça um mapa do caminho a ser percorrido. Optei por ir pela avenida Antônio Carlos, com mais retas e menos ônibus, parando de dois em dois minutos, com o olhar atento na temperatura. Para religar o motor, era preciso desligar os faróis. Ao vi-
rar a chave, uma acelerada mais vigorosa, antes que morresse novamente. No auge do estresse e do calor, abri o vidro, mostrando minha cara aos motoristas ao lado, que me olhavam ora divertidos, ora penalizados. – Tinha que ser... Enquanto os de trás, obrigados a parar, buzinavam insistentemente. E foi na praça Sete, no meio da Afonso Pena com Amazonas, num trânsito infernal, que o guarda mandou acelerar. – Acelerar como, meu filho? – fiquei tão nervosa que
deu efeito contrário. O carro parou de vez, e pensei seriamente em abandoná-lo ali. O homem insistia no apito, enquanto eu, sozinha no cruzamento, tentava religar o motor. Quase ponho fogo na coisa, mas fiquei aliviada ao vê-lo partir a 15 quilômetros por hora. Fui a última a chegar em casa. Dopada de adrenalina, “apaguei” em frente à TV, assim como o carro que tentei dirigir naquele dia. E nada, nem as sacudidas de meu marido me chamando, me fez voltar à órbita. Por dois dias, tentaram
descobrir a causa do problema. De uma coisa tenho certeza: o problema não estava entre o banco e o volante. Posso ser tudo, menos uma má motorista. E fico indignada com o simples fato de que ser mulher nos leva a ser vítimas de tamanho preconceito. Talvez nos faltem alguns conhecimentos técnicos, que, com o tempo e a necessidade, acabamos adquirindo. Lembro-me de meu primeiro carro, um Fiat 147 prateado, que por muito pouco não incendiei. Também! Nunca ninguém me
avisou da necessidade de, vez ou outra, verificar o nível da água. Para bem dizer a verdade, nem sequer sabia que carros precisavam de água. Para mim, bastavam gasolina e óleo. E descobri da pior maneira possível: no meio do trânsito, desaparecendo em meio à fumaça. – Deus do céu! O que é isso? – perguntei assustada ao senhor que parou para me acudir. Abrindo o capô, meu susto virou pânico. Parecia um vulcão em erupção saindo do motor incandescente. Desde esse dia, nunca mais deixei de pôr água no reservatório e, quase involuntariamente, dar uma espiada na temperatura. Lidar com o primeiro pneu furado também foi um horror! Principalmente por me encontrar em cima de um dos maiores elevados da cidade, empacando o trânsito, até surgir um motorista solícito e gentil, prontificando-se a fazer o “trabalho sujo”. Enfim, “pequenos grandes” problemas que hoje solucionaria sem pânico e sem estresse. Com algumas exceções, claro. Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO
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RECONHECIMENTO: ARQUITETA MINEIRA CONQUISTA O 1° LUGAR NAS ETAPAS NACIONAL E SUDESTE DO PRÊMIO DECA LEO FONTES
Natal 2016 Decoração diferenciada pode aumentar ainda mais a magia dessa data
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FIM DE ANO> Artigos aumentam magia natalina; enfeites de cores não tradicionais estão em alta FOTOS LEO FONTES
Clima de Natal em destaque Desde outubro, boa parte das lojas e shoppings de todo o país já apresentava suas decorações de Natal, enfatizando a proximidade com as festas de fim de ano. Mas, segundo o catolicismo, em cada ano existe um dia certo para montar a árvore natalina e o presépio, que é quando inicia o tempo do Advento para a Igreja Católica, ou seja, quatro semanas antes do Natal. Em 2016, a data é o domingo (27). Portanto, quem gosta de reunir a família e os amigos em casa nessa época pode iniciar os preparativos, apostando em uma decoração feita com carinho e capricho para valorizar ainda mais o clima natalino. “Com bom gosto e baixo investimento, você pode deixar sua casa linda e impressionar a todos. O primeiro toque é começar pela porta de entrada, pendurando algum objeto do lado de fora ou a tradicional guirlanda. Quando as visitas avistarem e até mesmo os vizinhos, todos saberão que você e sua família cultivam o espírito naRenata Abritta
talino”, afirma a designer de interiores Laura Baltazar. Segundo a profissional, a tendência para a árvore, símbolo da vida, é fugir das cores tradicionais (vermelho, prata e dourado). “Ousar um pouquinho e escolher como cor de base para a árvore laranja, azul, amarelo ou verde, dá um toque de personalidade e pode se tornar o diferencial. Fazer uma mistura de cores também fica muito bonito, mas é preciso ter bom gosto para não ficar visualmente carregado”, frisa Laura. Os artigos da natureza também estão em alta. “Este ano, as decorações estão tendo cores variadas. Os tons mais claros estão ditando a moda da linha de Natal. Também estamos apelando para as coisas mais naturais, como galhos secos, voltando para aqueles modelos das árvores de antigamente. Temos enfeites de bichos, como esquilos, que saem da mesmice de bolas e pisca-piscas. É uma árvore que não segue o padrão determinado”, afirma William Eduardo Ramalho Santana, gerente da Estrada Real Decorações. Para quem é religioso, é importante separar um espaço para montar o presépio.
Ele deve ser montado aos poucos, assim como a árvore, ao longo das quatro semanas do advento. “Colocar plantinhas e uma iluminação diferenciada dá mais vivacidade e importância”, realça Laura. Aliás, as lâmpadas natalinas fazem a diferença e podem ser utilizadas em toda a casa. “Luzes indiretas de abajures e velas ajudam a criar um ambiente mais acolhedor e têm tudo a ver com essa época festiva. Pisca-piscas coloridos ou da mesma cor ficam lindos na clássica árvore e nos demais locais decorados. Colocar luzinhas na parede em formato de cascata (posição vertical) dá um efeito bacana e diferente”, afirma a designer de interiores. CEIA A mesa da ceia também deve estar decorada à altura da data. “Ela deve ser muito bem enfeitada e as louças escolhidas com carinho. Use aquela louça que fica guardada para uma ocasião especial e abuse de pratarias, velas e guardanapos coloridos. A escolha da toalha de mesa faz a diferença. Ela pode ser estampada ou neutra, dependendo da composição feita”, completa Laura.
Natureza Árvore diferenciada, com bolas verdes, é a preferida da designer de interiores Laura Baltazar
Para as crianças, ajudar a montar a árvore e os demais enfeites natalinos que vão compor a decoração aumenta ainda mais a magia dessa data
Para os religiosos, a Sagrada Família é peça indispensável
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 26 de novembro a 2 de dezembro de
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2016
#ficaadica
WBola achatada com listras R$ 26,90
A lendária figura do bom velhinho pode aparecer na decoração; os presentes também atuam como ótimos enfeites
WEnfeite de coruja R$ 22,00
Boneco de neve na mesa de canto descontrai o ambiente
Enfeite em tom claro e ligado à natureza é tendência
WBolas diferenciadas Azul (R$ 6,76); Creme (R$ 7,50); Verde (R$ 15,30)
Louças e pratarias especiais devem compor a mesa natalina
WPick bico-de-papagaio R$ 7,61
SERVIÇO
Árvore decorada com enfeite floral em tom alaranjado
Laura Baltazar - Designer de interiores Instagram: @laurabaltazarinteriores Site: www.laurabaltazar.com.br E-mail: projetos@laurabaltazar.com.br Contato: (31) 97159-3762 Estrada Real Decorações Endereço: avenida Cristóvão Colombo, 467, Funcionários, Belo Horizonte Contato: (31) 3261-1566 Facebook: www.facebook. com/estradarealdecoracoesoficial
Pequenos detalhes dão charme ao décor da casa
WGalho natalino R$ 33,95 Na porta da residência, guirlandas são super-receptivas
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PRÊMIO DECA> Profissional venceu na categoria Comercial, que teve 1.700 projetos inscritos
Arquiteta mineira se destaca em premiação RAFAEL RENZO/DIVULGAÇÃO
A arquiteta Graziella Nicolai acaba de conquistar o primeiro lugar nas etapas Nacional e Sudeste da 21ª edição do Prêmio Deca, que teve 1.700 projetos de banheiros e cozinhas inscritos. A profissional venceu na categoria Comercial com o lavabo do salão de festas de um edifício residencial, localizado no bairro São Bento, em Belo Horizonte. A sofisticada noite de premiação, que aconteceu no Jockey Club de São Paulo, foi um momento surpreendente para a profissional que, até então, sabia apenas estar entre os finalistas. “Somente na hora eles revelaram os vencedores e fiquei superfeliz e emocionada ao descobrir que havia ganhado o primeiro lugar. Para mim, é um importante reconhecimento do trabalho que faço com muito amor e dedicação e da minha história de mais de 15 anos de profissão”, afirma a arquiteta, que já conquistou o Prêmio Deca em outras duas edições. Além do troféu, a profissional e os demais vencedores em outras categorias ganharam uma viagem para Milão, na Itália, e vão conhecer todas as tendências de casa e mobiliário, além de equipamentos para a indústria de móveis no Salão Internacional do Móvel de Milão, o maior evento do segmento no mundo, que acontecerá de 4 a 9 de abril do próximo ano. O concurso Deca é um dos mais importantes do Brasil, voltado para a arquitetura de interiores e tem como objetivo consagrar os melhores projetos que ofereçam soluções inovadoras. Este ano, o time de jurados escolhidos foi formado por nomes como Gianfranco Vannucchi, Allex Colontonio, Ângelo Derenze, Bel Lobo, Clarissa Schneider, Etel Carmona, Jader Almeida, Lívia Pedreira, Márcio Kogan, Marisa Moreira Salles, Roberto Dimbério, Taíssa Buescu e Tuca Reinés.
DANIEL MANSUR/DIVULGAÇÃO
Da Redação
Os metais têm design contemporâneo e minimalista
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Para mim, é um importante reconhecimento do trabalho que faço com muito amor e dedicação e da minha história de mais de 15 anos de profissão DANIEL MANSUR/DIVULGAÇÃO
Premiada Graziella atua há 15 anos no mercado da construção civil, realizando projetos em todo Brasil
O banheiro segue a linha sofisticada, prática e atemporal DANIEL MANSUR/DIVULGAÇÃO
PROFISSIONAL Graziella atua há 15 anos no mercado da construção civil, realizando projetos residenciais, comerciais e de empreendimentos imobiliários em todo Brasil. Com unidades localizadas em São Paulo e em Belo Horizonte, o escritório participa das principais mostras de decoração do país e propõe soluções inovadoras e criativas para cada projeto, como a personalização dos espaços, o acompanhamento em cada etapa, a interface com os projetos complementares e a montagem dos ambientes.
O projeto vencedor é de lavabos do salão de festas das áreas comuns de um edifício residencial no bairro São Bento, em Belo Horizonte
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shopping CABELO> Californiana e ombré hair são apostas para o verão com corte long bob para compor
Mechas no visual FOTOS JULIANA DINIZ/DIVULGAÇÃO
Renata Repaginar os Abritta cabelos faz bem a muitas mulheres e pode até aumentar a autoestima. Uma das formas de dar um ‘up’ no visual sem usar uma pintura radical é clarear alguns fios, deixando o look mais moderno e mais iluminado. O serviço de mechas está entre os de maior procura nos salões de beleza, e diversas técnicas estão disponíveis para o público feminino de acordo com o gosto de cada uma. Na dúvida sobre qual técnica adotar, é bom pesquisar antes de ir ao salão. As luzes, que nunca saem de moda, são mechas bem finas feitas da raiz até a ponta, em partes do cabelo ou nele todo, que dão luminosidade à aparência de forma discreta. No reflexo, uma quantidade maior de fios é clareada e o procedimento é indicado inclusive para cobrir os indesejáveis fios brancos. As técnicas queridinhas do verão são a californiana, que clareia as pontas do cabelo, e o ombré hair, degradê loiro que começa no meio da cabeça até as pontas. “A tendência deste verão é usar o ombré hair com mechas finas, não marcado. Muito loiro, claro, platinado. O verão vai estar dourado, combinando com o tom da pele mais bronzeada. Junto com a californiana, essas são as técnicas mais pedidas no meu salão. Elas já foram, já voltaram, mas nunca saíram de moda”, afirma a hair stylist Julia-
na Diniz. Segundo a especialista, cada tom de pele pede um tom de mecha para o cabelo. “Nem todo mundo fica necessariamente bem com o platinado. Temos que ver com a cliente o que é melhor para o tom de pele específico dela. Hoje não tem regras, mas algumas combinações ficam perfeitas. A pele branca fica bem com vários tons, como platinado, dourado ou amêndoa. A pele morena combina com mel, amêndoa ou caramelo, que dá uma iluminada no semblante sem deixar ficar loira. Quem tem pele negra deve optar pelos tons cobres ou amêndoa, que é mais avermelhado”, frisa a cabeleireira. CUIDADOS Adotar as mechas pode deixar o visual mais poderoso, porém exige mais dedicação para evitar que o cabelo fique amarelado ou muito ressecado. Os retoques no salão, por exemplo, devem ser feitos, no mínimo, a cada dois ou três meses. “Qualquer procedimento de mecha utiliza química e toda química é forte. Se não tiver certos cuidados, nenhum cabelo fica bonito. O platinado pede cuidado especial. Em todos os casos, é preciso manter uma hidratação profunda e fazer cauterização, cuidar do cabelo no salão e dar continuidade em casa utilizando máscaras, xampus e condicionadores de marcas profissionais”, afirma Juliana. Outra dica da hair stylist é fazer uso de um leave-in, produto sem enxágue com filtro solar, que deixa o cabe-
Madeixas Mechas deixam visual moderno e semblante iluminado
lo mais hidratado e protegido contra a ação do sol e de poluentes. “Não é só a ação química que atrapalha o cabelo. O sol, o calor, o suor e a poeira também danificam os fios”, diz. ADOLESCENTES É muito comum vermos adolescentes com mechas coloridas de azul, de rosa e até de verde nos cabelos. Segundo a cabeleireira,
muitas de suas clientes nessa faixa etária têm mechas coloridas. “É bom sempre procurar um profissional para fazer essa mudança nos fios. Quanto mais cedo colocar química no cabelo, mais trabalho ele dará, mas hoje o mercado oferece muitos produtos que não danificam os fios. É possível ter vários tons de cabelo sem danificar os fios, com cuidados e produtos in-
dicados”, comenta. Para caprichar, Juliana indica escolher os cortes de cabelo adequados que valorizam as mechas. “Sem um corte para dar o formato das mechas e leveza ao cabelo, não haverá o efeito esperado. As celebridades sempre usam a técnica com um bom corte. O long bob, por exemplo, está em alta e é o mais pedido. Também é interessan-
te fazer uma boa finalização, com uma escova ou um babyliss”, pontua a hair stylist.
SERVIÇO Ateliê Juliana Diniz Instagram: @julianadiniz_hair Endereço: rua Alagoas, 1.314, sala 07-A (Shopping 5ª Avenida), Savassi. Contato: (31) 3047-6000
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WHemisfério Norte. Temporada de esqui começa em várias estações. Págs. 8 e 9 WAll inclusive. Salinas Maceió é opção para aproveitar o Nordeste. Págs. 10 e 11 pampulha FERNANDA MANN/DIVULGAÇÃO
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Por trilhas Nova Lima, a 20 km da capital mineira, é um destino perfeito para quem curte natureza, esportes de aventura e cervejas artesanais. Páginas 4 a 7
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paulo campos paulocampos@otempo.com.br
Paraíso perdido? Não é exagero afirmar que o mundo se encontra em Jericoacoara, especialmente nesta época do ano, quando os ventos fortes atraem velejadores do Brasil – e do mundo inteiro. Jericoacoara é o típico destino que evoluiu com a “propaganda boca-a-boca” e só ganhou maior destaque no fim da década de 80, ao ser descoberto pelos turistas e pela mídia estrangeira. Mas “Jeri”, como é chamada pelos locais, está em processo de saturação. É
Wsala vip
um momento delicado para um destino que se firmou como sonho de consumo, a exemplo de Fernando de Noronha. Empreendimentos hoteleiros desfiguram a paisagem e avançam sobre a praia, já se ouve falar em drogas pesadas e o recolhimento e a reciclagem do lixo são preocupações imediatas. Desde 2015, a coleta seletiva passou a fazer parte do lugar quando empresários se uniram para tentar minimizar o impacto causado pelo lixo e criaram a ONG Eu
Amo Jeri. A especulação imobiliária também está empurrando os habitantes para Jijoca e Preá. A população começou a receber ofertas astronômicas por seus terrenos, muito mais do que valem. Fora esses problemas, o plano de Requalificação Urbana está agitando ambientalistas e comunidade, que querem impedir a implementação de parte do Plano Diretor. Já o Parque Nacional de Jericoacoara, área de preservação que circunda a vila,
MÍDIA MUTÁ/DIVULGAÇÃO
tem plano de manejo implementado a passos de tartaruga e carece de maior fiscalização por parte do ICMBio, bem como de uma normatização para o uso das trilhas. A notícia de que o aeroporto deve começar a operar em dezembro é uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo que encurta a distância, pode atrair o turismo de massa para um destino com pouca infraestrutura. O comércio também mudou. Há mais ambulantes nas ruas e bugues – que não poderiam
ATLÂNTICA HOTELS/DIVULGAÇÃO
circular nas praias –, mas não existe fiscalização das esferas municipal e estadual. A vila – que ainda tem ruas de terra, iluminação baixa e atmosfera de despojamento – corre o risco de perder aquilo que lhe é mais caro, a essência de uma vila de pescadores e o proposital isolamento. As soluções imediatas seriam um plano diretor racional, uma política de manejo do parque e a delimitação do número de visitantes, inclusive com criação de uma taxa de permanência.
check in/check out W Sustentabilidade
A Flanar Turismo, de Uberlândia (MG), ganhou o Prêmio Braztoa de Sustentabilidade na categoria Agência, com o projeto De Grão em Grão Turismo Sensorial Adaptado para deficientes visuais em Lavouras de Café. Ela propõe nova perspectiva para as agências de viagens.
O La Torre recebeu menção honrosa no prêmio Braztoa de Sustentabilidade 2016/2017, no dia 17, em São Paulo, pelo projeto de reciclagem das cascas de coco verde; a diretoraadjunta do La Torre Resort, Leila Dipp, foi receber o prêmio em nome de Luigi Rotunno.
O paulista Eduardo Giestas é o novo presidente e CEO da rede Atlantica Hotes a partir de janeiro de 2017, em substituição a Juan Carlos Duque; o fundador Paul J. Sistare é agora chairman da companhia.
Black Friday
Dois pelo preço de um Quem viajar pela American
Airlines pode visitar duas cidades pelo preço de uma. A estada pode ser em Miami, Nova York, Dallas/Fort Worth ou Los Angeles, na ida ou na volta.
Vila das Cervejas A produtora Play Cultural e a Villa Albertini levam ao tradicional bairro de Santa Tereza o Vila das Cervejas, nos dias 10 e 11/12, com sete cervejarias artesanais e cinco foodtrucks. Ingresso a R$ 10.
Pacotes
Promoções para destinos nacionais e internacionais Até o dia 27, a operadoraCVC ofereceuma sériedescontos em diáriasde hospedagens,passagens aérease até em cruzeirosmarítimos Em tempos de orçamento apertado, quem deseja viajar no período do natal e do ano novo, ou programar uma viagem para o início de 2017 deve ficar “de olho” promoções que a CVC, maior operadora de viagens das Américas, preparou para a Black Friday. Até domingo (27), a operadora traz uma série descontos em viagens nacionais, internacionais, diárias de hospedagens, passagens aéreas e cruzeiros marítimos. Dependendo do produto, a redução pode chegar a mais de 30%. Entre as ofertas mais atrativas, estão os pacotes com embarque para fevereiro e março, durante plena alta temporada de verão no Brasil, por
“Jeri”, como é chamada pelos locais, está em processo de saturação. É um momento delicado para um destino que se firmou como sonho de consumo, a exemplo de Fernando de Noronha
menos de R$ 1.000 por pessoa, com saída de diversas cidades do país. Para quem deseja viajar para o Nordeste, por exemplo, a CVC oferece opções de pacotes de 3 noites em Porto Seguro (BA), com hospedagem, passagem aérea de ida e volta, passeio e traslados a partir de 12x sem juros de R$ 54 por pessoa. Já um pacote de quatro noites em Porto de Galinhas (PE), com hospedagem, passagem aérea de ida e volta, passeio e traslados sai a partir de 12x sem juros de R$ 69 por pessoa. Já quem deseja viajar para a vizinha Montevidéu (MVD) encontra pacotes de três noites de hospedagem, com passagem aérea de ida e
volta por a partir de 12x sem juros de R$ 77 por pessoa. Agora, se a ideia é aproveitar o período do ano novo para viajar, a CVC está com uma promoção imperdível para os cruzeiros da armadora Pullmantur. Um pacote de cruzeiro de réveillon com duração de oito noites, em sistema all inclusive e cabine externa, com saída do porto de Santos no dia 29 de dezembro e virada do ano na praia de Copacabana, sai por 12x sem juros de R$ 380,66.
Na CVC, as viagens podem ser formatadas de acordo com as preferências de cada cliente, com parcelamento em até 12x sem juros por meio do Cartão CVC & Bradesco, ou em até 10x sem juros no boleto bancário e outros cartões de crédito. Essa e outras opções já estão no site da CVC (www.cvc. com.br/black-friday) e também em toda a rede de lojas e agências credenciadas (1.064 lojas exclusivas e 6.500 agentes multimarcas).
Maceió: Duração de cinco dias e quatro noites, a partir de R$ 948 por pessoa, em apartamento duplo. Saída em 13/03/2017. Inclui passagens aéreas de ida e volta e quatro noites de hospedagem no Hotel Aram Ouro com café da manhã. Uma criança de até 12 anos acompanhada de 2 adultos pagantes tem cortesia na hospedagem.
Salvador: Duração: quatro dias e três noites, a partir de R$ 660 por pessoa, em apartamento duplo. Saída em 13/03/2017. Inclui passagens aéreas de ida e volta, três noites de hospedagem no B Hotel, com café da manhã. Uma criança de até 12 anos acompanhada de dois adultos pagantes tem cortesia na hospedagem.
Foz do Iguaçu: Duração de quatro dias e três noites, a partir de R$ 672 por pessoa, em apartamento duplo. Saída em 15/02/2017. Inclui passagens aéreas de ida e volta e três noites de hospedagem no Hotel Cataratas. Uma criança de até 12 anos acompanhada de 2 adultos pagantes tem cortesia na hospedagem.
Buenos Aires: Duração: quatro dias e três noites, a partir de R$ 888 por pessoa, em apartamento duplo. Saída em 09/12/2017. Inclui passagens aéreas de ida e volta e três noites de hospedagem no Hotel Regis Orho, com café da manhã.
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Rio de Janeiro: Duração de dois dias e uma noite, a partir de R$ 252 por pessoa, em apartamento duplo. Saída em 18/02/2017. Inclui passagens aéreas de ida e volta e uma noite de hospedagem no Hotel Gamboa Rio com café da manhã. Uma criança de até 12 anos acompanhada de dois adultos pagantes tem cortesia na hospedagem. A charmosa cidade de Buenos Aires está entre os destinos promocionais
Montevidéu: Duração de quatro dias e três noites, a partir de R$ 888 por pessoa, em apartamento duplo. Saída em 07/04/2017 Inclui passagens aéreas de ida e volta e três noites de hospedagem no Hotel Viewport Hotel, com café da manhã. Informações e reservas: Consulte o site www.cvc.com. br ou o telefone (11) 3003 9282.
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O Tempo - Pampulha - Super NotĂcia - Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
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Diversão
Uma noite medieval Logo ali, na Seis Pistas, é possível viver uma experiência medieval. O Esopo, A Taberna do Tempo, é um restaurante com bebidas e comida excelentes, com uma proposta superoriginal. Ele funciona em um castelo e possui decoração que remete à Idade Média – com brasões, armas e quadros –, onde você é surpreendido com um show de época, que se desenrola no palco delimitado, ao fundo, por um painel com figuras sacro-mundanas, surreal. CHARLES SILVA DUARTE - 11.10.2004
Bicame
Aqueduto é cartão-postal Ícone de Nova Lima, o aqueduto Bicame foi construído em 1890. Sua estrutura de sustentação é toda em madeira de lei (peroba rosa e aroeira) e a calha, de 1,37 m de abertura, reforçada com chapas de aço retiradas, com autorização da Marinha, do navio Vital de Oliveira, bombardeado pelos alemães em Vitória (ES). Continuação suspensa da banqueta do Rego Grande, o aqueduto, de 194 m de extensão, levava a água para a lavagem do minério de onde se extraía o ouro.
turismo
Nova Lima
Diversidade para contemplar e experimentar Ecoturismo, esportes de aventura e tour cervejeiro namais verde cidade daregião metropolitanade Belo Horizonte, queainda guarda a história daextração do ouro Tânia Ramos
taniaramos@otempo.com.br
Quem visita pela primeira vez a cidade de Nova Lima – a cerca de 20 km da capital mineira – fica de queixo caído. Logo de cara, desponta o imponente aqueduto que atravessa o centro e termina na montanha ao lado. Do alto, distribuídos por pontos estratégicos (alguns invisíveis a distância), sete cruzeiros protegem a população, envoltos em lendas e mistérios. Surgida há mais de trezentos anos – primeiros registros históricos datam de 1701 – em torno da exploração do ouro, atividade que perdura até hoje, Nova Lima protagoniza outra surpresa: é o destino mais verde da região metropolitana de Belo Horizonte, tanto por sua arborização urbana quanto por suas vastas áreas preservadas. Tal vocação para o ecoturismo e o turismo de aventura, resultou, neste ano, no tombamento de 380 km de trilhas – decreto municipal atendeu projeto da ONG Arca Amaserras, que, além do Centro de Apoio ao Ciclista (CAC), teve a mobilização de esportistas do país e do mundo. O município ainda possui quatro monumentos naturais: as serras da Calçada e do Souza e os morros do Elefante e do Pires.
Memória No centro histórico de Nova Lima, de inspiração colonial e inglesa, o visitante se depara com poucos prédios antigos, mas de rara beleza. Entre essas relíquias da arquitetura colonial estão, além da capela de São Sebastião, as igrejas de Nossa Senhora do Rosário, do Senhor do Bonfim e da Matriz de Nossa Senhora do Pilar, ladeada pelo Teatro Manuel Franzen, em arte déco. Essas edificações históricas ainda dividem a cena com duas originais escadas de pedras, construídas por escravos para acesso às íngremes ruas do Zigue-zague Pequena e do Zigue-zague Grande. Mas é no bairro das Quintas, onde viveram os primeiros ingleses que gravitaram em torno da mineradora de seu país – Saint John del Rey Minning Company –, que se aprecia a maior herança arquitetônica dos súditos de Sua Majestade. Lá, segundo a secretária Municipal de Cultura e Turismo, Fabiana Giorgini, 40% das edificações foram mantidas no estilo inglês original, com residências delimitadas por cercas vivas. Nova Lima ainda abriga uma igreja anglicana, de estilo normando.
um reduto histórico-bucólico. De uns anos pra cá, o município ganhou vários residenciais de luxo, atraindo a elite belo-horizontina em busca de ar puro e sossego, além de ter se firmado como um destino de eventos, com vários espaços, a exemplo do Mix Garden, para festas, desfiles de moda, feiras e atividades diversas. Ainda no Jardim Canadá, bairro hoje sinônimo de desenvolvimento da então cidade aurífera, também pululam galerias de arte e ateliês de renomados artistas mineiros.
Etílico-gastrô O mesmo se pode dizer de restaurantes de alta gastronomia. Uma das referências locais, eles estão distribuídos desde a área da Seis
São quatro monumentos naturais e 380 km de trilhas tombadas Pistas (atrás do BH Shopping), passando pelo Jardim Canadá, até o distrito de São Sebastião das Águas Claras – mais conhecido como Macacos –, onde natureza e boa mesa estão de mãos dadas. E, claro, para harmonizar, o bairro Jardim Canadá também virou o principal polo de cerveja artesanal de Minas, Estado que já é o terceiro maior produtor desses rótulos no país. L, funcionam 12 cervejarias registradas, além de outras três não registradas, sem contar as experiências caseiras, que, aliás, são a origem da maioria desses fabricantes. ARQUIVO PMNL/DIVULGAÇÃO
Mais atrativos
Nova vocação
Heranças da exploração aurífera, temos ainda:
Com tamanha proximidade da capital, Nova Lima não se limitou a ser apenas
Rego do Amores: De onde vai a água que corre no Bicame. Ele recebeu esse nome por sua paisagem romântica, característica de campo.
ARQUIVO PMNL/DIVULGAÇÃO
Banqueta do Bananal: Situada próximo ao bairro Boa Vista, é outro curso artificial de águas, desviado da região das Águas Claras para abastecer o bairro. Os moradores deram esse nome devido à grande quantidade de bananeiras existentes na época. Hoje, o local é visitado por caminhantes e amantes da natureza. Cachoeira de Macacos, no distrito de São Sebastião das Águas Claras
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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
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Matriz de Nossa Senhora do Pilar, ao lado do Teatro Manuel Franzen RODRIGO SILVA/DIVULGAÇÃO
Original. Umas das curiosidades do centro antigo de Nova Lima é a rua do Zigue-Zague Grande
Parcerias público-privada para alavancar o turismo Nova Lima tem, sem dúvida alguma, um grande potencial turístico. Falta, talvez, uma melhor estratégia de divulgação, assim como ações e infraestrutura pontuais. Para suprir tais lacunas, a nova secretária de Cultura e Turismo, Fabiana Giorgini, já estuda firmar algumas parcerias público-privadas, tanto com empreendedores locais como com investidores de fora que vislumbrem tal vocação da cidade. “Nós precisamos, em conjunto, estabelecer algu-
mas estratégias a fim de melhor preparar Nova Lima para explorar seus recursos turísticos, hoje, subaproveitados”, admite a secretária.
Hotéis e sinalização Ela acredita que, “para o município sair da dependência da extração do ouro e vir a ter no turismo uma nova fonte de receita”, é preciso, por exemplo, dotar o centro e o bairro Jardim Canadá de hotéis e pousadas. No momento, somente a área da Seis Pistas, voltada para o turismo de negócios, e o dis-
trito de Macacos, são bemservidos de hospedagens. Uma de suas sugestões para solucionar a carência de leitos no centro é que os proprietários das casas antigas, em vez de vendê-las para dar lugar a prédios, possam transformá-las em pousadas. Depois, é claro, de revitalizá-las, mantendo a fachada original. Como as trilhas recémtombadas necessitam de sinalização para orientar os esportistas, a secretária também já busca patrocinadores para essa ação.
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Artesanato (I)
Variado e de bom gosto O espaço Artes da Terra é de visita imperdível. Lá, o visitante vai encontrar uma variedade de objetos e peças criativas, originais e com acabamento primoroso. São muitas opções decorativas e funcionais para ótimas compras. PMNL/DIVULGAÇÃO
turismo
Ecoturismo
Imersão na ‘vibe’ da natureza com total conforto Macacos e Honório Bicalho são points deesportistas; distritobucólico aindapossui pousadas confortáveis e restaurantes decomida excelente Tânia Ramos
taniaramos@otempo.com.br
Artesanato (II)
Tudo reunido em um só lugar O Artes da Terra (av. Rio Branco, 210) reúne o trabalho dos membros da Associação de Artesãos de Nova Lima, criada em 2002. São 40 profissionais, especializados em mais de 20 técnicas, como marchetaria, cerâmica, pintura em porcelana, mosaico, crochê, biscuit e patchwork, entre outras.
Comida típica
Uma pausa para a queca Em visita a Nova Lima nesta época do ano, não deixe de provar a queca. Trata-se de um delicioso bolo natalino à base de açúcar queimado, nozes, avelãs, castanhas, passas, frutas cristalizadas e conhaque (ou licor), de receita herdada dos ingleses que ali viveram no século XIX. A palavra queca é uma corruptela de “cake” (bolo, em inglês).
Para quem curte se aventurar pela natureza ou, simplesmente, apreciar o verde da janela, ouvindo o canto dos pássaros e sentindo o cheiro da mata, São Sebastião das Águas Claras – ou melhor, Macacos – é o destino ideal. Com seu ar retrô, de casinhas de pé direito baixo e cortinas de renda na janela, o distrito de Nova Lima é praticamente um longo corredor de rua de paralelepípedos, com algumas ramificações, cercado de vegetação cerrada. Esse aspecto singelo esconde, todavia, 48 confortáveis pousadas, assim como 24 restaurantes de excelente gastronomia. Infraestrutura que contribui para o distrito receber, a cada fim de semana – a maioria dos estabelecimentos só funciona de sexta-feira a domingo –, mais de 2.000 hóspedes, além do bate e volta de aventureiros, esportistas e demais visitantes. Conclusão: Macacos tem uma renda mensal bruta de cerca de R$ 1,3 milhão, informa a secretária de Cultura e Turismo, Fabiana Giorgini. Nos últimos anos, o povoado tem atraído, além do público da capital (e região) em busca da natureza e de descanso, os praticantes de esportes como hi-
king, trekking e, entre outros, mountain bike. Ponto de origem de dez das trilhas tombadas de Nova Lima, sendo algumas delas de alto nível de dificuldade, Macacos foi, inclusive, escolhido pelo campeão da Copa América de Mountain Bike deste ano, o paulista Thiago Boaretto, para viver.
Estrada Real Outra imersão bucólica em Nova Lima é o bairro Honório Bicalho, distante 5 km do centro, que integra a Rota da Estrada Real. Assim como Macacos, o destino possui outras dez das mais de 30 trilhas preservadas do município. É lá que o ciclista vai encontrar o trailer do Centro de Apoio ao Ciclista (CAC), que oferece guia, aluguel de bicicletas e oficina. Também área de mineração no passado, Bicalho
Macacos tem uma renda mensal bruta de cerca de R$ 1,3 milhão proveniente do turismo de fim de semana WELINGTON DE OLIVEIRA/DIVULGAÇÃO
tem outros atrativos histórico-turísticos, como a antiga estação ferroviária, a mina do Faria e os trilhos e pontilhões abandonados.
Birdwatching As áreas verdes de Nova Lima – englobam remanescentes de Mata Atlântica e partes de Cerrado –, que representam mais de 90% do território do município, são também ideais para a prática de “birdwatching” (observação de pássaros), dada a variedade de espécies. Basta alguns quilômetros de caminhada por trilhas e matas e pode-se ouvir o canto e apreciar a beleza de sanhaçus, bem-te-vis, sabiás, saíras, jacus, irerês, beija-flores, canários, maritacas, tizius e muitas outras aves comuns na região. ARQUIVO PMNL/DIVULGAÇÃO
Datada de 1718, a capela de São Sebastião fica em Macacos
Uma viagem pela memória do ouro Difícil resumir quase dois séculos de história da extração do ouro em Nova Lima. Então, que tal fazer uma visita ao Centro de Memória Morro Velho (www.anglogoldashanti.com.br). Fundado em junho 1994, o museu mantém cerca de 7.000 itens e 15 mil documentos expostos, além de uma biblioteca com 7.000 livros, em várias línguas, que tratam de mineração até literatura. Sua importância histórica já começa pelo prédio onde está instalado: um casarão do século XIX, em estilo colonial português e com amplos jardins, que serviu de residência para os superintendentes da Saint John d’el Rey Mining Company Limi-
ted (empresa inglesa que explorou o ouro em Nova Lima de 1834 a 1960, quando transferiu o controle acionário para um grupo brasileiro e passou a ser denominada Morro Velho) e hotel para executivos do grupo e de visitantes, como a seleção inglesa de futebol que participou da Copa do Mundo de 1950. São 12 salas temáticas que guardam preciosidades. Entre elas, mobiliário e louça da casa, armas antigas e equipamentos do Hospital dos Ingleses – com uma maca de madeira articulada, peça superavançada naquela época, e o segundo equipamento de raio X que chegou ao Brasil (o primeiro pertenceu à cidade de Formiga,
mas foi levado para os EUA). Também é possível ver a primeira piscina de raia da região e peças antigas, maquete e fotos da usina do rio do Peixe, construída pela companhia inglesa, e, claro, todos objetos e maquinário que representam a evolução do processo de extração do ouro, a exemplo do pilão californiano, usado para triturar as rochas das quais se extraíam o rico metal. Como não poderia faltar, há a sala destinada ao superintendente George Chalmers, que comandou a mina, com ousadia e pioneirismo, por 40 anos. Sua gestão se confunde com a evolução da extração do ouro. Vale conhecer tal história de sucesso.
turismo
7W O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
VERACE/DIVULGAÇÃO
ARQUIVO PMNL/DIVULGAÇÃO
Serra do Rola Moça, um dos monumentos naturais da cidade de Nova Lima
Os cinco estilos de cerveja em produção na Verace, fábrica recém-criada
Tour cervejeiro é a aposta de sucesso
TABERNA DO VALE/DIVULGAÇÃO
Brew Pub, da Taberna do Vale
Nessa onda de cervejas artesanais, Nova Lima vem se consolidando como polo produtor. De 1997 (quando recebeu a primeira fábrica) pra cá, já são 12 cervejarias atuando a todo vapor. Realizada uma vez por mês na praça dos Quatro Elementos, há dois anos, a festa Experimente é uma vitrine para as cervejarias locais, atraindo hoje cerca de 6.000 apreciadores desses rótulos. Agora, por iniciativa da Secretaria Municipal de Turismo, em parceria com fabricantes, estuda-se a criação de um tour cervejeiro no Jardim Canadá. Os atrativos para os amantes de cervejas artesanais, diga-se de passagem, estão lá: produtos de qualidades e pubs anexos à maioria das fábricas. Caçula de Nova Lima, a Verace – que iniciou a produção há cerca de 50 dias –, chegou com força total. Com uma infraestrutura de dar inveja, o fabricante já co-
locou cinco produtos no mercado, e a meta, segundo o sócio Eduardo Petri, é atingir, em breve, 30 mil litros/mês. O pub da Verace, em fase adiantada, será inaugurado no início de 2017. Criada em 2010, a cervejaria Küd, hoje com seis estilos de linha e sete sazonais, segundo Bruno Parreiras, foi a pioneira da festa Experimente (a Biergarten, realizada uma vez ao ano). Na Capa Preta, criada em 2013 e com seis produções de linhas e 15 sazonais, ainda chamam atenção os dois bier trucks (vans adaptadas com barris de chopp), para levar a marca a festas e eventos ao ar livre. Já a Taberna do Vale, inaugurada em 2009, tem 12 estilos em sua carta de produtos. O Brew Pub, anexo, também abre para almoço. A Sátira, com produção própria de cinco estilos há um ano, ainda possui um espaço de festas e eventos.
ANGLOGOLD ASHANTI/DIVULGAÇÃO
Serviço Cervejarias Capapreta Contato: (31) 99825-9346 ou contato@cervejariacapapreta.com.br Küd Contato: (31) 3589-6030 ou cervejariakud.com.br Sátira Contato: (31) 3547-5188 ou cervejariasatira.com.br Taberna do Vale Contato: (31) 3581-3047 ou tabernadovale.com.br Verace Contato: (31) 3541-6103 ou cervejariaverace.com.br Onde se hospedar Macacos Pousada Café Aquarela Pacote casal, de sexta a domingo, a R$ 450 (com hidro a R$ 600) com café; de sábado a domingo, R$ 280 e R$ 360 (com hidro) Apoio ao ciclista (CAC), em Honório Bicalho Endereço: Rua Liberato Augusto, 10 Contato: (31) 99258-4661 EDUARDO MAIA/AGÊNCIA O GLOBO
Centro de Memória Anglogold Ashanti
Os tonéis da Küd, com produção mensal de 9.000 L, têm nomes de bandas
W8 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
turismo
Neve
Temporada de esqui começa em estações premiadas No Hemisfério Norte, pistas famosas como as de AspenSnowmass, no Colorado, jáestão abertas;será possível praticaresportes deinverno até odia 16 de abril Eduardo Maia Agência O Globo
Ainda que o calendário oficial diga que o inverno no Hemisfério Norte começa apenas no dia 21 de dezembro, no calendário do esqui, a temporada 2016/2017 já está aberta. Novembro é o mês em que as principais estações de esqui dos Estados Unidos, do Canadá e da Europa iniciam suas atividades. É o caso de Mammoth Mountain, na Califórnia, que desde o dia 10 já rece-
be esquiadores e snowboarders. Jackson Hole e Aspen Snowmass já abriram suas pistas. Na Europa, os destaques estão nos Alpes da França. Pela terceira vez, Val Thorens foi eleita a melhor estação do mundo. Já Courchevel comemora seu 70º inverno.
Colorado A temporada de inverno no complexo de Aspen Snowmass também já começou, com algumas novidades em infraestrutura e serviços. Uma delas é a renovação do restaurante
Gwyn's High, na região de High Alpine, em Snowmass. Ele teve a área externa ampliada e agora conta com janelas maiores para que a vista seja mais bem aproveitada. Já a escola de esqui da estação incluiu mais um programa para iniciantes, o Terrain Based Learning. Em Vail Mountain, o antigo teleférico de acesso à área intermediária e avançada de Black Bowls será substituído por um novo, que diminuirá o tempo da viagem até o topo da montanha em aproximadamen-
te cinco minutos. Na estação de Breckenridge, as novidades serão gastronômicas, com a abertura do restaurante Big View, no topo do Peak 7, e a renovação da cozinha da Breckenridge Distillery, com uma proposta farm to table.
Wyoming O principal centro de esqui do estado, Jackson Hole, foi recentemente apontado pela revista Forbes co-
mo o melhor dos EUA. Para esta temporada, que vai até 9 de abril, a estação inaugura uma nova gôndola, batizada de Sweetwater, que ligará a base a áreas com pistas intermediárias, como Casper e o Teton Lift. A linha tem 48 cabines quadruplas, que subirão 1.276 m em sete minutos e meio. Uma nova opção de hospedagem, o Jackson Hotel, também será inaugurado em dezembro.
Preços As estações de esqui Aspen Snowmass e Vail Mountain fazem parte do grupo Vail Resorts, que administra outros nove centros de esqui também em outros Estados dos EUA (como Beaver Creek, Park City e Heavenly) e conecta todas elas a um único passe anual, o Epic Pass, que custa US$ 809 e, neste ano, passa a incluir estações no Canadá (Whistler Blackcomb) e na Europa (Les 3 Vallées, Paradiski e Tignes Val d'Isere, França; Skirama Dolomiti na Itália; 4 Vallées na Suíça; e Arlberg na Áustria). Em Utah, nos EUA, o Park City Mountain Resort se transformou na maior área esquiável dos Estados Uni-
dos ao se juntar com Canyons Resort na última temporada. E, também pela segunda temporada, se junta à Deer Valley, a outra estação da cidade, no Two Resort International Pass, que custa a partir de US$ 565 para uma semana. A República Tcheca, mais conhecida por suas cervejas, tem 23 centros de esqui que fazem parte do Czech Skipass, um passe que custa 410 Euros (335 Euros de 12 a 16 anos, e 300 Euros de 6 a 12 anos). O maior resort de inverno é Cerná Hora, em Pec, com 41km de pistas em cinco montanhas. Já as estações de Herlíkovice e Monínec estão a curtas distâncias da capital, Praga.
Em Aspen, nos EUA, há um novo programa de esqui para iniciantes
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9W O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
JEREMY SWANSON/DIVULGAÇÃO
Montanhas suíças com infraestrutura ampliada Fica no vilarejo de Engelberg, nos Alpes, a estação com a temporada de esqui mais longa da Suíça (22 de outubro a 28 de maio). Seu maior destaque é a montanha Titlis, que, neste ano, conta com um novo teleférico, que percorre 12 km e sobe 2.000 m até o topo em meia hora. A montanha também ga-
nhou uma nova pista para caminhada sobre a neve, com sapatos especiais, na área de Trübsee. Em Zermatt, outro popular destino de inverno, a antiga gôndola foi substituída por um novo teleférico, que tem o dobro de capacidade de transporte de passageiros. (E.M./Agência o Globo) WINTER BERGHOTEL TRU¨BSEE/DIVULGAÇÃO
Em Lucerna, esportes de inverno e momentos de relaxamento se intercalam VAL THORENS/DIVULGAÇÃO
Val Thorens, nos Alpes franceses, integra a maior área esquiável do planeta, Les 3 Vallées, com um total de oito estações
Na França, a tradição dos Alpes ganha novidades Na Europa, os Alpes estão sempre no meio das atenções, e as tradicionais estações francesas oferecem novas atrações. Assim como aconteceu em 2013 e 2014, Val Thorens foi eleita a melhor estação de esqui do mundo no World Ski Awards, prêmio entregue em 19 de novembro, mesmo dia em que suas pistas foram abertas. A temporada de esqui no resort mais alto da Europa, a 2.300 m de altitude, vai até 1º de maio. Entre as novidades para o ano está o siste-
ma “ski flux”, que informa, via telas e monitores instalados em pontos estratégicos, o fluxo de esquiadores nas pistas. Dois teleféricos, uma pista de alta dificuldade e dois hotéis também foram inaugurados para a temporada 2016/2017.
Complexo Val Thorens faz parte da maior área esquiável do mundo, Les 3 Vallées, que conta com oito estações no total. Uma das mais tradicionais, Courchevel, completa 70 anos em dezem-
bro, mês em que abre a temporada (dia 10, indo até 17 de abril). Este será o primeiro inverno do Barrière Les Neiges, hotel cinco estrelas associado ao The Leading Hotels of the World, com 42 suítes, três restaurantes e acesso direto às pistas. Outra novidade é o serviço de esqui adaptado, com o qual pessoas com mobilidade reduzida podem deslizar em cadeiras especiais, conduzidas por profissionais especializados. (E.M./Agência o Globo)
W10 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
turismo
O bloco de apartamentos está localizado em dois prédios de dois andares, perpendiculares à praia
Maceió
Para relaxar (I)
De massagens a ritual romântico O spa Tantien oferece massagens de dez minutos (cortesia oferecida no check-in, demonstração da massagem relaxante), drenagem linfática, escalda-pés, banhos de ervas e raízes, de sais e aromaterapia, rituais românticos, pedras vulcânicas, cocoterapia e massagens faciais. Os preços variam de R$ 40 a R$ 150.
Maceió é o quarto destino turístico mais procurado por brasileiros nos últimos dois anos
All inclusive para curtir com tranquilidade os atrativos de Alagoas Salinas de Maceió institui sistema dealimentação para atender os pedidosde hóspedes;hotel aposta emnovosegmentodemercado Paulo Campos paulohcampos1@otempo.com..br
Para relaxar (II)
Combinação de tratamentos Segundo a terapeuta transpessoal Vilma Stimer, o hóspede tem à disposição combos (ao custo de R$ 150) e o Detox Day (ao preço de R$ 487,60), oito horas de tratamentos específicos para limpar o corpo das toxinas. O pagamento do spa não está incluso nos serviços do resort.
Capital alagoana só perde em turistas no Nordeste para Fortaleza, Natal e Porto Seguro
Uma das vantagens de conhecer Maceió é desfrutar das facilidades de uma cidade grande, mas que ainda caminha como uma de interior. Aeroporto novo e moderno, bons restaurantes, excelente infraestrutura hoteleira, tudo isso aliado às belezas naturais e ao povo acolhedor. Mas Maceió também tem ilhas de tranquilidade que são um destino por si só. É o caso do Salinas de Maceió, resort que fica a 20 minutos do centro da cidade e oferece praia com privacidade e sossego, além de infraestrutura de hospeda-
gem e serviços que surpreende os hóspedes. Aberto em 2008 no regime de meia-pensão, o Salinas de Maceió começou em 2011 com pensão completa e, nos últimos meses, por solicitação dos hóspedes, migrou para o sistema all inclusive, o que significa que a partir de então alimentação e bebidas estão inclusas nas diárias. Segundo Fernando Santos, gerente operacional do resort, não se trata de uma virada repentina para o all inclusive, mas de uma mudança paulatina, com a inclusão das bebidas. Fora do sistema estão ligações telefônicas, room service, serviços de spa e paparazzi.
Espaço para as crianças enfatiza a vocação do resort para famílias com filhos
turismo
11 W O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
FOTOS SALINAS DE MACEIÕ/DIVULGAÇÃO
Terceiro resort será em Japaratinga Após se consolidarem os resorts Salinas Maragogi e Salinas Maceió em Alagoas, o Salinas Hotéis e Resorts está construindo um terceiro empreendimento em Japaratinga, no litoral norte de Alagoas. As obras estão adiantadas, e a previsão de inauguração é para os próximos 20 meses. Ao todo, foram investidos R$ 30 milhões na construção do resort. “Trata-se de um modelo que oferece opções de serviços que deixam o cliente à vontade para fa-
zer suas escolhas”, afirma Fernando Santos, gerente operacional do Salinas de Maceió. O novo resort terá 320 apartamentos, entrada independente e um corredor como os de shopping, com pizzaria, locadora de automóvel, loja de conveniência, restaurante e cafeteria. A ideia se inspira no modelo dos resorts de Miami e Orlando. “Esse tipo de oferta ainda não existe no Brasil”, afirma. “Queremos atingir os consumidores cada vez mais exigentes que procuram
um resort compatível com seu orçamento”, acrescenta, adiantando que os preços serão competitivos em relação ao mercado. Escondida na Costa dos Corais – entre as capitais Maceió (AL) e Recife (PE) –, a antiga colônia de pescadores de Japaratinga é um refúgio perfeito em meio a águas calmas, areias finas, recifes e coqueirais. Os 15 km de litoral estão divididos em cinco belíssimas praias.
O Grupo Salinas está construindo um terceiro resort em Japaratinga, que será inspirado nos resorts de Miami e Orlando
Praia do Gunga: bela e próxima de Maceió
Capital de ponta a ponta
do Santos, é de um crescimento de 3% em vendas. “Temos hóspedes fidelizados ao Salinas. Não esperamos um impacto de imediato”, comenta. Com o novo sistema, acrescenta Santos, o hóspede só sai do hotel se quiser. Fora do all inclusive, os serviços de tours locais foram terceirizados. Em parceria com o receptivo Norte Sul Turismo, são oferecidos cerca de 15 opções de passeios, além do traslados. Sem arredar o pé do resort alagoano podem ser
contratados passeios para as praias do Francês, do Gunga, Dunas de Marapé e Ipioca, foz e cânions do rio São Francisco, São Miguel dos Milagres, piscinas naturais de Maragogi e até city tour em Maceió. O passeio mais longe oferecido leva ao balneário de Porto de Galinhas, à praia de Carneiros e à capital pernambucana Recife. Os tours custam entre R$ 60 e R$ 500, sempre com o acompanhamento de guias.
O destaque para o Salinas é a culinária: do café da manhã variado até o jantar, com foco nos frutos do mar e nos pratos regionais. Snack Times são lanches servidos no restaurante Taieiras das 23h às 5h. Lanches também são servidos no bar de praia Marujada. LANA PINHO/DIVULGAÇÃO
Hospedagem mais econômica
CARLOS ROBERTO/DIVULGAÇÃO
O all inclusive, bem-sucedido em resorts de outros Estados, já era sucesso em outro empreendimento do Grupo Salinas em Maragogi. O sistema obedece a horários de funcionamento dos dois bares e do restaurante. No Marujada, o bar da praia, o horário é das 9h às 22h. O all inclusive do Salinas também institui o autoatendimento, sem a necessidade de deslocar garçons para o serviço. A expectativa, segundo o gerente operacional do resort, Fernan-
Bufê variado e saboroso
Apartamentos
As suítes Praia são mais luxuosas s espaçosas, com dois ambientes: quarto e antessala
Tours terceirizados pelas rendondezas
Gastronomia
Dicas Como chegar: O Salinas de Maceió fica na praia de Ipioca, 20 km ao norte da orla urbana de Maceió pela AL–101 Norte, e a 30 km do aeroporto. Informações e reservas: 4020-3296 Site: www.salinas.com.br/ pt/maceio
Em Maceió, Ipioca é o ponto de partida para explorar a capital alagoana de ponta a ponta. Um passeio de jangada pelas piscinas naturais de Pajuçara é um programa quase obrigatório. Quem tem espírito de atleta, pode caminhar e ficar de bobeira pelos 5,5 km de calçadão entre as praias de Jatiúca e Pajuçara, uma das melhores maneiras de se integrar ao cotidiano da capital alagoana. Reserve um dia para caminhar no centro e conhecer as culturas popular e histórica no Museu Théo Brandão, na praça Marechal Floriano Peixoto, o Palácio do Governo, a Igreja Senhor do Bom Jesus dos Martírios e o Teatro Deodoro. Para fotografias admiráveis, a parada é o Cais do Porto pelo mirante de São Gonçalo. Já para compras, o artesanato local ganha evidência no bairro do Pontal da Barra e na feirinha da Pajuçara.
São 151 apartamentos divididos em três blocos com vista para os jardins ou para a piscina – Standard (com uma cama de casal e uma de solteiro, para casal com criança de até 12 anos) e Superiores (com duas camas de casal queen, para até quatro pessoas).
Suítes
Mais espaço e privacidade Quem quer um pouco mais de conforto e espaço deve optar pelas suítes – Master (apenas três, para casal que busca privacidade) e Família (apenas oito, com dois dormitórios e dois banheiros divididos em dois ambientes, para até cinco pessoas).
12 W O Tempo - Pampulha - Super NotĂcia 26 de novembro de 2016
Belo Horizonte
WLançamento. Jeep Renegade ganha fôlego extra na versão flex. Páginas 16 e 17
EDUARDO ROCHA/CZN
WMoto. Equilíbrio é a chave do sucesso comercial da Yamaha MT-03. Págs 22 e 23 pampulha
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BELO HORIZONTE Sábado 26/11/2016
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Coração mais forte Fiat Uno Way evolui em consumo e desempenho com o novo motor 1.3 Firefly. Páginas 18 e 19
W 14 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
interCâmbio raimundocouto@otempo.com.br
Raimundo Couto
Segurança máxima Uma triste constatação da inversão de valores e expectativas das modernas sociedades urbanas é o fato de ser comum – ainda que não seja normal – passar por uma situação como a de um assalto. Da mesma forma, é natural que quem sofra algum tipo de violência fique com medo por algum período. Não é a paranoia que está grande. É a mais pura constatação de uma realidade que deixa-nos, cidadãos, inseguros e vulneráveis a qualquer hora do dia. Há os que prefiram se preparar de outras formas que não apenas adotando um comportamento defensivo. Existem cursos de direção evasiva, que ensinam técnicas para que o motorista consiga escapar de uma situação de perigo. Contudo, neste caso, são necessários muita cautela, sangue frio e raciocínio rápido. É justamente durante a tentativa de fuga que o bandido reage, atirando no veículo
para atingir a vítima, consumar o assalto ou simplesmente matar ou ferir quem abordou. Se em um passado pouco distante era praticamente inacessível, devido ao alto custo, se imaginar dentro de um automóvel blindado, hoje esta realidade está mais próxima. Sem dúvida, uma alternativa que minimiza os riscos de ir e vir, mesmo com tantos perigos em cada esquina. Simplesmente somos o mercado com o maior número de carros blindados do mundo, na frente até de regiões como o Oriente Médio. E, como influência direta desta situação, ocorre não só o crescimento progressivo dos serviços de blindagem e das vendas de carros blindados, como também dos investimentos no setor. Já existem até empresas produzindo componentes no país – antes, todo o material era importado. Há pouco mais de uma década, tínhamos uma frota de 22 mil carros blindados. De
lá para cá, registramos crescimento de 445%, e o número chegou a 120 mil veículos com carroceria blindada, de acordo com a Abrablin (Associação Brasileira de Blindagem). Em média, o custo para proteger a vida dentro do automóvel imune a tiro é de cerca de R$ 45 mil. O nível de blindagem mais comum no país é a 3A que, segundo a associação, é eficaz contra tiros de pistolas, revólveres e submetralhadoras. Corresponde a 90% do mercado, enquanto menos de 10% optam pela blindagem I, que protege de calibres 22, 32 e 38. A primeira etapa no processo de blindagem consiste em tirar as medições do carro,a partir de um projeto digitalizado. Em seguida, o veículo passa por uma desmontagem. São retirados bancos e forro interno; volante, pedais, console central e câmbio não são removidos, pois são cobertos por plástico bolha, assim como toda a carroceria e as lanternas, para que
Somos o mercado com maior número de carros blindados do mundo, na frente até de regiões como o Oriente Médio
não haja nenhum tipo de dano ao carro. Ao serem retiradas, todas as peças são armazenadas e identificadas para não haver problema na hora de recolocar cada uma delas em seu devido lugar. A parte elétrica deve permanecer intacta para manter a garantia da montadora. Com o veículo já desmontado, é colocada a manta de aramida por toda a extensão da carroceria, desde a tampa interna do porta malas até a parte da frente dos pedais, para proteger os pés dos ocupantes. Reforço na suspensão é preciso porque o carro fica mais pesado em até 140 kg. Algumas curiosidades merecem destaque. Segundo uma pesquisa da Abrablin, 70% dos usuários de veículos blindados são empresários ou executivos, 10% são artistas, 3% são políticos, 2% são juízes, e outras categorias representam os 15% restantes. A mesma pesquisa da Abrablin mostra, ainda, que 42,5% dos usuários de veícu-
los blindados têm entre 40 e 49 anos, 27,5% têm entre 30 e 39 anos, 12,5% têm entre 25 e 29 anos, 7,5% têm entre 20 e 24 anos, 6,5% têm entre 50 e 59 anos, e apenas 3,5% têm mais de 60 anos. Cerca de 80% dos carros brasileiros blindados estão em São Paulo. O Rio de Janeiro tem 11% desse bolo, Pernambuco vem com 3%, Brasília e Minas Gerais com 1,5% e o Paraná com 1%. Os demais estados respondem, somados, pelos 3% restantes. No caso dos blindados usados, o grande perigo está nos vidros, que podem apresentar delaminação - o descolamento das camadas. É inevitável que aconteça, mas pode demorar até 10 anos, dependendo da qualidade do material. Em todos os casos, porém, convém cobrar o certificado de origem do veículo, no qual consta o ano da blindagem – o que todo carro de passeio blindado deve ter.
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O Tempo - Pampulha - Super NotĂcia - Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
W16 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
Jac
Câmbio CVT no SUV T5 A Jac começará a vender, já neste mês, o utilitário-esportivo (SUV) T5 equipado com transmissão continuamente variável (CVT). Ele está tabelado em R$ 69.990, mesmo valor da versão com câmbio manual. Além do CVT, a nova configuração agrega o cruise control como item de série, que ainda tem kit multimídia com mirror link e tela de oito polegadas, ar-condicionado digital, controles de estabilidade e tração, Isofix e sistema de monitoramento de pressão, entre outros. A motorização é a mesma, um 1.5 flex de até 127 cv de potência.
Chevrolet
Tracker tem preço definido O novo Chevrolet Tracker já tem preços definidos. O utilitário-esportivo será vendida nas versões LT, LTZ 1 e LTZ 2, os preços são R$ 79.990, R$ 89.990 e R$ 92.990, respectivamente. No Salão do Automóvel de SP, o modelo foi apresentado com novo visual e a mesma motorização que está sendo utilizada na nova geração do Cruze, um 1.4 com 153 cv e torque de 24,5 kgfm quando abastecido com etanol e 150cv e torque de 24 kgfm com gasolina no tanque. O câmbio é automático de seis marchas.
super motor
Lançamento
Mais fôlego para o Jeep Renegade Utilitário-esportivo ganha motor 1.8 revisto, commais potência e força embaixas rotações; SUVtambém passa a ser oferecidoem nova versão Felipe Boutros De Florianópolis
A Jeep lançou a linha 2017 do Renegade. O utilitário-esportivo (SUV) – que está entre os dez mais emplacados no ano, no acumulado até outubro, de acordo com a associação de revendas, a Fenabrave – ganhou novos equipamentos, uma nova versão, a Limited, e teve sua motorização flex revista. Os preços variam de R$ 72.990 a R$ 136.990. De todas as novidades, a mais importante foi o ganho em desempenho do motor 1.8 flex. Criticado pela falta de disposição, ele ganhou novo coletor de admissão variável, o que fez mudar sua oferta de torque, mais disponível em rotações mais baixas – 85% dos 19,3 kgfm já aparecem a 2.000 rpm. Também houve ganho de 7 cv. Agora a potência máxima é de 139 cv a 5.750 rpm, com etanol. A transmissão automática de seis marchas foi recalibrada para antecipar as trocas e otimizar o consumo, mas há a opção de modo Sport, que
faz com que as marchas sejam “esticadas” antes da mudança, além de alterar a resposta do acelerador. As versões com motor flex receberam, ainda, medidas para a redução de consumo, como o sistema startstop – que, por exemplo, desliga o motor em paradas de sinal e religa automaticamente quando se tira o pé do freio –, novos alternador e bomba de combustível e adoção de óleo de baixo atrito no motor e na transmissão e de pneus de baixo atrito com sistema de monitoramento de pressão. Por fim, o renovado propulsor finalmente dispensou o arcaico tanquinho auxiliar de partida a frio. O consumo, de acordo com dados divulgados pela Jeep, é de 10,9 km/L (gasolina) e 7,6 km/L (etanol) na estrada. Na cidade, os valores são de 9,5 km/L (gasolina) e 6,5 km/L (etanol).
será comercializada apenas com motor flex e câmbio automático e está tabelada em R$ 97.990. Externamente, ela se diferencia do restante da linha pela grade, pelas rodas e pelo rack de teto com pintura prateada. O pacote de equipamentos tem como destaque bancos em couro, chave presencial, tela de TFT de sete polegadas colorida e configurável no quadro de instrumentos, faróis de xenônio, sensores de faróis e de chuva, rebatimento elétrico dos retrovisores, espelho interno eletrocrômico. As outras versões também estão equipadas com mais itens de série.
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O jornalista viajou a convite da Jeep
Configurações O Jeep Renegade ganhou, na linha 2017, mais uma versão, a Limited. Ela
Única novidade no interior do utilitário-esportivo é a tecla Sport no console central
super motor
17 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
FOTOS JEEP/DIVULGAÇÃO
Câmbio automático de seis marchas foi reprogramado
Mais força dá agilidade ao utilitário-esportivo
Nova configuração Longitude tem partes, como a grade, pintadas na cor prata
Durante o lançamento, o contato com o Jeep Renegade e com o renovado motor 1.8 flex foi em condições que não permitiram avaliar, de fato, se as alterações feitas tornaram o modelo mais ágil. Mas, inicialmente, a impressão é que a combinação de mais torque em baixas rotações e nova programação do câmbio automático deixou o utilitário-esportivo (SUV) mais ágil e minimizou a maior queixa de quem havia dirigido o Renegade
flex antes dos incrementos que recebeu: a falta de fôlego em situações de trânsito. Agora, ele embala mais rápido, já que a oferta de torque é constante até o ponto máximo. A nova versão Longitude traz um visual diferenciado para a linha, principalmente pela grade prateada. Atrás, nada mudou. No mais, o SUV da Jeep continua o mesmíssimo carro, com suas qualidades e defeitos. (FB)
W18 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
Mercado
Mudança visa manter vendas Inicialmente, a Fiat não espera que o motor Firefly aumente as vendas da linha Uno: a expectativa é manter a média do primeiro semestre deste ano, de aproximadamente 3.000 emplacamentos mensais. Não perder em momentos de queda generalizada do mercado, como o atual, já é uma vantagem. Já a capacidade de produção da renovada planta de motores em Betim é de 400 mil unidades por ano, número pouco menor que toda a produção de automóveis da Fiat em Minas Gerais. Isso indica que, com o tempo, os novos propulsores chegarão a outros modelos da marca.
Consumo
Hatch se mostrou econômico Nas mãos do Super Motor, o Uno Way Dualogic 1.3 Firefly cravou médias de 12,1 km/L na cidade e de 14,2 km/L na estrada, abastecido com gasolina. Esses números são parecidos com os divulgados pelo Programa de Etiquetagem Veicular do Inmetro: 12,9 km/L e 14 km/L, respectivamente, com o derivado do petróleo. Durante a avaliação, não foi possível aferir o consumo com etanol, mas os resultados obtidos pelo órgão com esse combustível foram de 9,2 km/L no ciclo urbano 10,1 km/l no rodoviário, que concedeu nota A ao modelo.
super motor
Avaliação
Upgrade na
Linha 2017 sofreu um discreto retoque frontal, que alterou a grade e o para-choque
eficiência e no prazer de dirigir Novo motor 1.3 Firefly, que substituiuo antigo 1.4 Fire, fazo Fiat Unoapresentar melhor desempenho e aindaconsumir menos combustível
jetores, que dispensa tanquinho auxiliar de gasolina, e sistema start-stop, que desliga o veículo em paradas e o religa automaticamente quando se tira o pé do freio.
Dinâmica Alexandre Carneiro Eficiência energética é o grande desafio da indústria automotiva atualmente. As metas estabelecidas pelo governo federal em 2012 estipulam uma redução de consumo de combustível da ordem de 12,08% até 2017. Do ano que vem até 2020, está prevista uma contenção ainda maior, de 15,46%. Os veículos que atingirem esse objetivo terão uma política fiscal mais favorável; os que não conseguirem, serão sobretaxados. É por isso que vários fabricantes lançaram novas linhas de motores no Brasil nos últimos anos. A Fiat entrou na roda em setembro, quando passou a equipar o Uno com os propulsores Firefly, bem mais evoluídos que os da linha Fire. No caso do Firefly 1.3, a Fiat promete um consumo até 15% menor que o do antigo Fire 1.4, que o novo motor substitui. De quebra, ele também entrega desempenho substancialmente superior: são 109 cv de potência
com etanol e 101 cv com gasolina, além de 14,9 kgfm de torque com o combustível vegetal e 13,7 kgfm com o derivado do petróleo. São até 21 cv e 2,4 kgfm a mais que o do antecessor, o que representa expressivos ganhos de 19,3% e de 16,1%, respectivamente. Essas melhorias são explicadas pelo projeto do novo motor, que foi concebido a partir do zero. Embora ele não disponha de recursos como injeção direta de combustível ou turbocompressor, há boas soluções: as oito válvulas – duas para cada um dos quatro cilindros – têm variação do tempo de abertura, bloco e cabeçote confeccionados em alumínio e válvula EGR, que faz os gases do escapamento recircularem na câmara de combustão em situações nas quais não há demanda por potência. Há ainda corrente de acionamento – que não exige trocas periódicas como a correia dentada, utilizada pelos propulsores Fire –, partida a frio por meio de aquecimento dos bicos in-
Em movimento, o Uno 1.3 Firefly mostra evolução consistente em termos de desempenho. Como a versão Way, avaliada, pesa apenas 1.052 kg, os números de potência e torque sobram para ela. O motor responde rápido em baixas e médias rotação, o que faz com que o hatch arranque com agilidade no trânsito urbano e não perca o ímpeto nas ladeiras. Em alta, a performance perde um pouco do brilho, mas, ainda assim, situações que exigem giros mais elevados, como ultrapassagens e subidas de serra na estrada, são concluídas sem dificuldades. De quebra, o novo propulsor ainda tem funcionamento mais suave que o do antecessor. Outra novidade é a adoção da direção elétrica, em substituição ao sistema hidráulico utilizado anteriormente. Ele permitiu maior progressividade, tornando o volante mais firme em alta velocidade e leve em manobras (a suavidade aumenta ainda mais se o motorista acionar a tecla City no painel).
As demais características comportamentais do Uno não mudaram. A suspensão, que adota esquemas independente do tipo McPherson na dianteira e semi-independente por eixo de torção na traseira, tem acerto mais macio, que deixa a carroceria inclinar nas curvas, mas absorve bem as imperfeições do piso. Vale lembrar que, na versão Way, ela é 1,8 cm mais alta que nas demais configurações. Já o câmbio Dualogic, automatizado de uma embreagem e cinco velocidades, conta com função Sport e paddle-shifts no volante para uma condução mais entusiasmante. Porém, as trocas de marchas continuam a ser acompanhadas por pequenos trancos, e, no modo automático, a central eletrônica nem sempre consegue efetuá-las nos momentos desejáveis. EDUARDO ROCHA/CZN
Novo motor é produzido em Betim desde meados de 2016
super motor
19 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
EDUARDO ROCHA/CZN
Ficha técnica Motor: dianteiro, transversal, 1,332 L, quatro cilindros em linha, oito válvulas. Potência: 101 cv a 6.000 rpm com gasolina e 109 cv a 6.250 rpm com etanol. Torque: 13,7 kgfm com gasolina e 14,9 kgfm com etanol, a 3.500 rpm. Transmissão: câmbio automatizado de uma embreagem e cinco marchas, tração dianteira. Suspensão: dianteira independente do tipo McPherson, traseira semi-independentes com barra de torção. Freios: Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira, com ABS.
Interior do hatch mantém qualidades e defeitos Como o Uno já havia passado por uma reformulação interna em 2014, a Fiat não voltou a mexer no habitáculo com a chegada da linha 2017, cujo maior atrativo é mesmo o motor Firefly. Tudo bem, pois o hatch proporciona boa habitabilidade. O acabamento é vistoso no contexto da categoria, com plásticos de diferentes texturas e apliques estofados nas forrações das portas. Todavia, a montagem poderia ser mais cuidadosa: no veículo avaliado, foi possível notar desalinhamentos e imperfeições em alguns encaixes.
O espaço interno é correto para a proposta do veículo. No banco traseiro, dois ocupantes de média estatura se acomodam sem aperto, mas, como é comum ocorrer em compactos, pessoas mais altas terão problemas para acomodar os joelhos. Se três adultos se sentarem ali, o desconforto será proveniente da largura limitada do assento. Mas o maior problema é a existência de poucos porta-objetos a bordo. Já o porta-malas está na média da categoria, com 280 L de capacidade. (AC) FIAT/DIVULGAÇÃO
Direção: do tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica. Dimensões: 3,82 m de comprimento, 1,66 m de largura, 1,55 m de altura, 2,38 m de distância entre-eixos e 1.057 kg de peso.
Tela de LCD no centro do velocímetro é configurável
Versão Way traz de série só os itens essenciais O Fiat Uno Way com motor 1.3 (ele ainda está disponível com um 1.0 de três cilindros, também da família Firefly) tem preço sugerido de R$ 47.640. De série, o aventureiro traz ar-condicionado, direção elétrica, faróis de neblina, rádio com entradas USB e para MP3/WMA, travas elétricas e vidros dianteiros elétricos, além dos obrigatórios por
lei airbags frontais e freios ABS. Com o câmbio automatizado Dualogic, o valor sobre para R$ 51.990. É possível ainda equipar o veículo com dois pacotes de opcionais cobrados à parte: um deles, batizado de Kit Tech, inclui alarme antifurto, sistema de som com viva-voz Bluetooth e função Audio Streaming, volante multifuncional, retroviso-
res elétricos, rodas de liga leve de 14 polegadas, sensores de estacionamento e vidros traseiros elétricos, por R$ 4.050. O outro, chamado de Kit Comfort, agrega banco do motorista com regulagem de altura e apoiabraço central, banco traseiro bipartido, porta-celular e apoio de cabeça e cinto de três pontos para o quinto ocupante, por R$ 890. (AC) EDUARDO ROCHA/CZN
Emblema “1.3” indica presença do novo motor; design da traseira não passou por mudanças
W20 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
super motor FOTOS SCANIA/DIVULGAÇÃO
Transporte Vencedor irá ganhar um Scania Streamline Highline R 440 6x2 novinho
Torneio dos sonhos
Os 27 melhores da final brasileira ganharam um curso presencial Master Driver Scania, com 40 horas de duração. Eliardo faturou ainda um prêmio no valor de R$ 40 mil; Ruy, de R$ 20 mil; e Luis Carlos, de R$ 10 mil. Mas esse valor deve ser gasto em compras na rede conveniada da Scania. Na final América Latina, o campeão levará o Scania R 440; o vicecampeão, um prêmio de R$ 25 mil; e o terceiro ganhará R$ 15 mil. Desde sua criação na Europa, em 2003, nascido como Young European Truck Driver, o Scania Driver Competitions reuniu mais de 300 mil motoristas de quase 50 países. O Brasil realizou a competição cinco vezes, em 2005, 2008, 2010, 2012 e 2014. O pais é atualmente o recordista mundial de participantes, com cerca de 215 mil inscritos. Por aqui, já foram oferecidas cerca de 45 mil horas de treinamento, e 2.060 motoristas já ganharam cursos presenciais. (MM/AP)
Três brasileiros irão disputar versão latinoamericanado ScaniaDriver, queelege o motoristamais habilidoso Márcio Maio Auto Press
Muitas vezes a venda de um caminhão está atrelada à relação que a marca desenvolve com os motoristas. Para estreitar esses laços, nada melhor do que valorizar os profissionais da estrada. Ou, quem sabe, atrair a atenção deles com a possibilidade da concretização de um sonho. Foi isso que a Scania fez quando decidiu incrementar a disputa do Scania Driver Competitions, antes chamado de Melhor Motorista de Caminhão do Brasil. Mesmo diante das fracas vendas de caminhões no país, a fabricante sueca promoveu neste ano mudanças importantes na competição. E a principal delas é a possibilidade de o vencedor conquistar um Streamline Highline R 440 6x2 zero-quilômetro na final da América Latina. Os três representantes foram apontados em evento ocorrido em 10 de novembro, em Queluz (SP). O que se deu melhor nas provas foi Eliardo Locatelli, um gaúcho de Carazinho, que, na verdade, se tornou bicampeão – ele também levou o troféu na edição anterior, em 2014. Além de Eliardo, os outros dois lugares do pódio foram ocupados pelo catari-
Brasileiros enfrentarão argentinos, chilenos e peruanos na final nense Ruy Hermes Gobbi e pelo baiano Luis Carlos dos Santos, segundo e terceiro colocados, respectivamente. Nos dias 26 e 27 de novembro, em São Bernardo do Campo (SP), os três brasileiros enfrentarão os melhores motoristas de caminhão de Argentina, Chile e Peru, na disputa pelo caminhão novo. Para isso, Eliardo, Ruy e Luis encararam uma série de provas, que incluiu desde avaliações teóricas sobre legislação, meio ambiente e condução eficaz até atividades práticas de manobras. Cada eliminatória contou com três motoristas, apenas
Premiação inclui até cursos
um deles vencedor. Dos 27 presentes no dia da final, restaram nove. Estes, na sequência, fizeram nova rodada em trios até sobrarem apenas os três finalistas, que se enfrentaram em uma prova para derrubar quatro pinos vermelhos com a roda do caminhão, entre dois azuis e em quatro locais diferentes no menor tempo possível. Aos 35 anos, o bicampeão Eliardo Locatelli marcou presença em sua quarta final consecutiva na competição. “Levar duas de quatro tentativas é muito gratificante. As provas são difíceis, e é preciso estar bem
preparado e concentrado. Eu não ia concorrer, mas quando soube da chance de realizar meu sonho de ter um caminhão próprio, decidi tentar”, comemorou o motorista da TransCastanho, do Rio Grande do Sul. Ruy Hermes Gobbi tem 49 anos, 28 deles dedicados às estradas, e trabalha na Confiança Mudanças e Transporte. Já Luis Carlos dos Santos, de 31 anos, se dedica à profissão há seis, trabalha na TIC Transportes e participou pela segunda vez da competição. Na primeira, em 2014, nem sequer passou da etapa regional.
Em uma das provas, é preciso derrubar pinos com a roda
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W22 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
Linha Sportster
Harley-Davidson lança Roadster A linha Sportster, da Harley-Davidson, acaba de ganhar um novo integrante: a Roadster, cujo visual é inspirado nas motocicletas de corrida das décadas de 50 e 60. A decoração inclui rodas raiadas em alumínio fundido, para-lamas recortados e parachoque traseiro diminuído em 1,5 polegada. O modelo é equipado com motor de 1.200 cm³ de dois cilindros em V, arquitetura tradicional na marca. A novidade já está sendo comercializada. HARLEY-DAVIDSON/DIVULGAÇÃO
Banzai e Triumph
Domingo no Museu No domingo (27), às 11h, Belo Horizonte terá mais uma edição do projeto “Domingo no Museu”, no Museu de Arte da Pampulha (MAP). Dessa vez, a atração será a dupla Anat Cohen e Marcello Gonçalves que vai lançar o CD “Outra Coisa – A Música de Moacir Santos”. Os ingressos podem ser adquiridos no local – R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada). Mais informações: (31) 3277-7996. A Banzai Honda e a Triumph BH são patrocinadoras do evento.
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Moto
Soma de fatores dá resultado Yamaha MT-03 mostra por que se tornou sucesso de vendas:união de desempenho,visual e preço revela-se a maior qualidade do modelo Eduardo Rocha Auto Press
São poucos os casos comparáveis ao que acontece com a MT-03 no Brasil. O mercado de modelos street – ou naked – de média cilindrada seguia morno. Kawasaki Z300, Honda CB 500 F e KTM 390 Duke, motos com preços entre R$ 20 mil e R$ 24 mil, emplacavam, somadas, pouco mais de 250 unidades mensais. Mas tudo se agitou quando o modelo da Yamaha chegou, em abril. Logo no primeiro mês de vendas, foram 663 unidades. E este ritmo se mantém até hoje. Nos sete primeiros meses foram 4.351 vendas, ou 625 na média mensal. O que significa duas vezes e meia a soma das vendas das três rivais que mais se aproximam. O preço, de R$ 21.459, não justifica esta discrepância – a Z300, por exemplo, custa quase R$ 1.000 a menos. Os 42 cv também não a tornam a mais potente. A Honda CB, que tem motor 50% maior, rende 50,4 cv, e a KTM 390 Duke, com motor 20% maior, chega a 44 cv. O que poderia explicar o fenômeno seria uma convergência de fatores. A MT-03 é um produto mo-
derno que deu vazão à simpatia e à imagem de qualidade das quais a marca desfruta no mercado. Em relação à versão com roupagem mais esportiva, a Yamaha YFZ-R3, a diferença é ainda mais gritante. A MT-03 vende quatro vezes mais, apesar de a versão carenada custar apenas R$ 400 a mais. O motor das duas é rigorosamente o mesmo. Trata-se de um bicilíndrico refrigerado a líquido com 320,6 cm³. Os 42 cv de potência são extraídos a 10.750 rpm, enquanto o torque de 3,02 kgfm aparece a 9.000 giros. Mais que o suficiente para empurrar uma moto de 169 kg na versão com ABS – 1 kg a menos que a R3. O conceito da MT-03 realmente caiu no gosto do consumidor. Uma motocicleta urbana, com uma posição de pilotar mais confortável, mas também capaz de encarar uma rodovia sem atrapalhar o tráfego nem abusar da paciência do piloto. Outros componentes mecânicos, como suspensão e freios, também são compartilhados entre as duas. Na frente, os amortecedores telescópicos têm 130 mm de curso, enquanto atrás, o monochoque
tem curso de 125 mm na roda e 45 mm no amortecedor. Já os freios têm disco simples de 298 mm e pinça com pistão duplo flutuante na frente e disco simples de 220 mm e pinça com pistão simples fixo na traseira.
Aparência esportiva Os ingredientes da pequena superesportiva encontraram na MT uma roupagem mais despojada e de forte personalidade. Externamente, são poucas as peças compartilhadas com a R3, como para-lamas dianteiro, painel e lanterna traseira. No mais, as linhas são pensadas para tornar a MT-03 uma naked com cara de brava. O farol verticalizado, o motor exposto e pintado de preto, a pequena carenagem em torno do painel e o banco em duas alturas dão um aspecto bem agressivo ao modelo.
Painel com conta-giros analógico e demais instrumentos digitais: solução comum em motos
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23 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 26 de novembro de 2016
FOTOS JORGE RODRIGUES JORGE/CZN
Pilotagem concilia prazer e conforto
Naked da Yamaha tem motor de 320 cilindradas com 42 cv de potência
Jogo rápido Segundo dados divulgados pela Yamaha, a YFZ-R3 acelera de 0 a 100 km/h é em 6 segundos e atinge a velocidade máxima de 200 km/h.
dros paralelos, oito válvulas, comando duplo no cabeçote e injeção eletrônica, mas funciona unicamente com gasolina.
Motor de quatro tempos da motocicleta tem dois cilin-
A linha R3 é produzida em Manaus (AM).
A Yamaha MT-03 é extremamente equilibrada. E não só dinamicamente. A posição diante do guidão é confortável e, ao mesmo tempo, oferece um total controle sobre a motocicleta. A suspensão filtra bem as imperfeições no piso, mas também permite uma interação mais esportiva com o modelo. O som produzido pelo motor bicilíndrico, um zumbido levemente rouco, é agradável de se ouvir quando se passeia pacatamente, mas se torna instigante quando atinge giros mais altos. Nesses momentos, a naked da Yamaha mostra uma verve bastante esportiva. O mais impressionante, porém, é a sensação de confiança que a MT-03 transmite. As suspensões são extremamente eficientes e rápidas nas respostas às mudanças de direção. Os freios também são confiáveis, ainda mais com ABS, como no modelo testado. O condutor fica encaixado entre o tanque e o ressalto do assento do carona e tem total controle sobre o modelo, que nas curvas reage muito bem tanto ao contra-esterço quanto ao pêndulo. Outro aspecto que chama atenção na MT-03 – e certamente contribuiu para suas boas vendas – é o cuidado na confecção e no acabamento das peças, o que aumenta a percepção de valor do modelo. (ER/AP)
Peso da motocicleta é de 169 kg; tanque tem capacidade para 14 litros de combustível
Rabeta destacada e banco dividido em dois níveis transmitem uma ideia de esportividade
24 W O Tempo - Pampulha - Super NotĂcia 26 de novembro de 2016
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