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CONFIRA PACOTES PARA APROVEITAR O CARNAVAL E A SEMANA SANTA ... Caderno Turismo. Páginas 4 a 6
CONFORTO E TENDÊNCIA PARA AS GRÁVIDAS ... Páginas 26 e 27
EM SUA 7ª EDIÇÃO, PLANETA BRASIL OCUPA ESPLANADA DO MINEIRÃO ... Página 14
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20 a 26 de janeiro de 2018 ANO XXVII número 1434 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE LINCON ZARBIETTI
Cecília Barbi não consegue se desligar por completo nem quando tira uns dias de folga, e sente-se aflita quando está em férias
FÉRIAS SEM DESCANSO Ficar sem trabalhar pode gerar – acredite – angústia, tristeza, dores musculares, gripe, entre outros problemas; fatores estão ligados, segundo especialistas, a questões sociais e fisiológicas, como a chamada “síndrome do lazer”, maior propensão ao adoecimento em períodos de folga
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opinião
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 20 a 26 de janeiro de 2018
A SEMANA
VITTORIO MEDIOLI
“Espero que alguém acredite em mim em vez de só ouvir. Por que não deveria me sentir ultrajada depois de tantos anos sendo ignorada? Tudo que posso fazer é dizer a verdade. Por que eu não deveria querer acabar com ele?”
Editorial
Reverenciando Geoffrey Hodson Da leitura do sábio Geoffrey Hodson, tirei este artigo. O homem tem quatro grandes ins-
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trutores. O primeiro é representado pelos fracassos, isso mesmo: não são os sucessos, mas as derrotas, tão lamentadas, que indicam o correto caminho, são as quedas e as humilhações sofridas que fornecem as melhores lições. O segundo instrutor são os eventos, qualquer um, desde os menores e mais insignificantes, já que, atentamente observados, revelam as regras que regem a vida e o destino, até aqueles que, inexplicavelmente “fortuitos”, possuem a razão perfeita de ser. O terceiro são as oportunidades, as situações favoráveis e especiais que oferecem condições de realização, já que, em outros momentos, seriam impensáveis ou distantes como planetas. Saber, assim, aproveitar o momento em que aparentemente as portas se abrem para avançar, expandir-se e apoiar a evolução de todos. O quarto são as ações que são provocadas nos outros, ou melhor, as reações motivadas por nossa atividade. Representam um despertar na consciência da interdependência entre as decisões, escolhas e exemplos prestados. Embora ofuscado pelo raciocínio animal que domina os instintos “comuns”, qualquer cuidado com as consequências precisa ser levado a sério. O mau exemplo de um pai deseduca a prole, o de um líder, os liderados; os mais fracos são sempre os mais prejudicados.
O que atrapalha o homem é o apego aos frutos do trabalho que executa, enquanto deveria apenas cuidar do motivo para o qual se dedica e ser impassível diante do sucesso ou derrota. Ciente de que o fracasso também é um sucesso para a evolução e a verdadeira obrigação é realizar tudo que for possível. Claro que o bom homem não agirá para fracassar, mas, se isso acontecer, aceitará como efeito da justiça e oportuno a seu aprendizado. Ser incompreendido faz parte do “jogo”. Ser altruisticamente indiferente a toda opinião a respeito de si mesmo é ser livre e, ainda, imune à perda de tempo e de
O que atrapalha o homem é o apego aos frutos do trabalho que executa, enquanto deveria apenas cuidar do motivo para o qual se dedica e ser impassível diante do sucesso ou derrota. entusiasmo com a missão. As influências astrológicas, as explosões solares, os eclipses se fazem sentir, os pensamentos e ações dos outros produzem efeitos. As mudanças ocultam a visão comum, atingem o indivíduo, influenciam constantemente. Mesmo assim, o respeito aos princí-
Dylan Farrow, filha adotiva do cineasta Woody Allen, em entrevista à rede CBS, na qual reitera denúncia de abuso ao pai e questiona o fato de ele ter sido poupado de retaliações, enquanto Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas estão sendo banidas de Hollywood
pios é fundamental. Quem permanece em postura serena, não afetada, despojada de vaidades não é arranhado, será mais resistente nas quedas e sucessos de grande intensidade. Não se perde em comemorações, pois sabe que a vitória pode estar a um passo de uma derrota e que a humildade o fortalece e consolida os resultados. O aprofundamento da existência tem que se dar sem a menor tensão. Sem querer nada, possuindo tudo, navegando no infinito, enraizado no eterno. O desabrochar da alma do homem ocorre, misteriosamente, quando “tudo vem para aquele que renuncia”. “Nada peço, e o que tenho está à disposição de Ti. Não a minha, mas a Tua vontade seja feita”. A espontaneidade, o naufragar no imenso, torna-se assim a característica da vida. Como ensinou o Mestre Gautama: “Mate o egoísmo e terá tudo. Desapegue-se!” A pessoa deve estar pronta ao assentimento, mesmo ao que parece injustiça. “Bem-aventurados os mansos, pois eles herdarão a Terra”. Santa Teresa d’Ávila, ao ser atacada de forma cruel por sua família: “Que Deus possa lhes compensar pelos favores que vocês me concedem”. Hodson afirma que a vida do bem-aventurado é fazer o melhor possível para verter a Luz da verdade sobre o mundo. Conceber a vida como um prolongado treinamento para as tarefas mais difíceis e maiores do que aquelas que se enfrentam momentaneamente, de forma valorosa, filosófica e sem hesitar. Receber o sucesso com humildade e colocá-lo à disposição da humanidade. Inculque, em seus liderados, os mais elevados princípios de moralidade e o selo da perfeição em tudo que faz.
vittorio.medioli@otempo.com.br
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“O funk por si só já é mal interpretado e desvalorizado, independentemente do que a letra esteja dizendo. Há pessoas querendo criminalizar o funk em geral, então continuar reproduzindo machismo em músicas como essa só ajuda a acabar com o gênero” MC Carol, sobre sobre o funk “Só Surubinha de Leve”, retirado do ar no Youtube e no Spotify, com a justificativa de que sua letra (“Só surubinha de leve / só surubinha de leve / Com essas filha da puta / Taca a bebida, depois taca a pica / E abandona na rua”) faz apologia ao estupro
“Imaginar que um mosquito, uma coisa tão pequena fez isso é a prova de que a vida é muito frágil” Músico Pedro Morais, sobre a morte, na última quinta (18), do músico compositor e presidente da Rede Minas e da Rádio Inconfidência Flávio Henrique, 49, vítima de febre amarela
Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE
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reportagem
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INVERSÃO >Período de descanso pode gerar, em alguns, sintomas como desânimo e enxaqueca Acordar sem ter nenhuma obrigação. Poder viajar, visitar os amigos ou se jogar no sofá. As férias são um período agradável e tranquilo para a maioria das pessoas mas há, acredite, quem não goste delas ou as veja com um momento delicado para a saúde. Para essas pessoas, ficar sem trabalhar pode gerar angústia, tristeza, dores musculares, gripe, entre outros problemas (veja queixas frequentes no infográfico abaixo). A secretária Ana Cláudia Barbosa passa por isso. De maneira recorrente, enfrenta as férias doente. Já teve sinusite, faringite, enxaqueca e crise de labirintite, que a obrigou a gastar 24 horas deitada – detalhe, ela estava em viagem para a praia. No último dezembro, um dia após deixar de ir ao escritório, começou a sentir-se mal. “Fiquei 14 dias tomando antibiótico por causa de uma infecção de garganta”, lembra. “Acredito que as crises ocorrem pelo fato de que meu corpo relaxa, sabe que posso descansar. Normalmente, tenho uma rotina intensa: trabalho, levo minha filha para duas escolas, faço as atividades da casa”, enumera. Para a estudante universitária Giovanna Neves o cenário repete-se desde adolescência. “Alergias são corriqueiras, assim como inflamação na garganta durante as férias”, conta. A rotina entre estudos e estágios também não é completamente abandonada nem quando está na praia, visitando os familiares. “Eu sinto falta do trabalho, gosto da agitação”, diz, ao confessar que segue checando o e-mail de trabalho nesses dias livres. Já o motorista Luiz Gustavo Lopes queixa-se mesmo é do cansaço extremo, mas no início das férias. “Não consigo relaxar nos primeiros dois, três dias”, afirma. Responsável, hoje, por gerenciar mídias sociais de diferentes empresas e profissionais liberais, a jornalista Cecília Barbi, quando está em férias, sente-se “aflita” e “louca pra voltar”. “Como sempre trabalhei com web, que é uma coisa dinâmica, mesmo em férias eu estou sempre de olho nas redes sociais. Então, me sinto um pouco impotente se vejo algo que pode gerar um post bacana pra algum cliente e, só porque estou em férias, ‘não posso’ fazer”, comenta. Para Frederico*, a tristeza e o desânimo são os sintomas. “Perco o rumo, considero as férias tempo Aline Gonçalves
Férias para relaxar? LINCON ZARBIETTI
Perfil
Responsável por gerenciar mídias sociais, Cecília Barbi não consegue desligar-se em férias e se diz afilta por isso
perdido”, diz. “O trabalho é o local em que mais socializo, sem ele fico só”, argumenta. SÍNDROME DO LAZER Ao debruçar-se sobre um cenário com exemplos como esses, o pesquisador holandês Ad Vingerhoets, professor de psicologia clínica da Universidade de Tilburgo cunhou, no início dos anos 2000, o termo síndrome do lazer. Parece mais atual do que nunca. Referese a um grupo de indivíduos que, apenas quando tomam pausas do trabalho desenvolvem queixas de saúde, em contraste com a ausência virtual de sintomas durante os períodos de trabalho. “Com o termo síndrome do lazer, não reivindicamos descrever uma nova doença. Refere-se unicamente ao momento de início das queixas de saúde, não à própria natureza dessas doenças”, explica Vingerhoets, por e-mail. Na análise do especialista, existiria uma espécie de
competição entre as informações associadas às funções internas do corpo e os estímulos externos. Assim, os sinais internos serão conscientemente percebidos
quando estiverem com intensidade maior ou quando a entrada de fatores externos for menor. “Isso poderia explicar porque as pessoas muito ocupadas são mais consEDITORIA DE ARTE / O TEMPO
FÉRIAS SOFRIDAS Veja alguns sintomas que podem afetar quem não tem boa relação com as férias
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Dores de cabeça e enxaquecas Crises de sinusite Dores musculares Náuseas Fadiga excessiva Infecções virais* Sensação de inutilidade Ansiedade Angústia Sensação de vazio
*RESFRIADOS, GRIPES, ETC. FONTE: ESPECIALISTAS CONSULTADOS
cientes de suas sensações corporais durante o tempo de lazer,”, diz. “Esse modelo é principalmente adequado para sensações que são, relativamente, menos intensas, como fadiga ou dores vagas”, completa. Para queixas como sintomas de gripe, febre ou ataques de enxaqueca, Vingerhoets sugere outra análise. “Há evidências de que, em trabalhadores com alta carga de trabalho, a produção de adrenalina não só é aumentada durante o horário de trabalho, mas também à noite e nos períodos de descanso. O ‘motor’ continua em funcionamento enquanto, do ponto de vista fisiológico, não há necessidade. Essa energia ‘inútil’ pode se tornar um desequilíbrio, resultando, entre outras questões, em um sistema imunológico enfraquecido”, observa. Especialista em clínica médica e em nutrologia funcional, Sarina Occhipinti, do Instituto Sari, também fala sobre a questão da imunidade nos períodos de folga,
mas tendo em vista o papel de outro fator. “O estresse é uma reação do corpo à mudança, ele entende que sair do equilíbrio é ameaça. Assim, durante o estresse (comum no ambiente de trabalho), o corpo reage para se defender. O principal hormônio responsável por isso é o cortisol, que o coloca em estado de alerta, aumentando a força muscular e ‘melhorando’ temporariamente o sistema imunológico. Porém, quando passa essa fase, o pico de cortisol cai e a imunidade pode abaixar”, explica. Dessa forma, no estado de alerta, o cortisol deixaria alguns sintomas “anestesiados”, garantindo resistência a dor e mantendo as doenças latentes. FATORES SOCIAIS Professora da UFMG, Christianne Luce Gomes é pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e tem experiência com a temática do lazer há 25 anos (integra o corpo docente do Mestrado em Lazer da UFMG, único do Brasil). Para ela, não só questões biológicas interferem nesse panorama. “Esse mal-estar que acontece nas férias, feriados e finais de semana pode estar relacionado a diferentes fatores. Um deles é decorrente da tradição judaico-cristã, em que a ética do trabalho é um valor fundamental e definidor da identidade das pessoas. Se uma pessoa não faz algo considerado produtivo, sente culpa e angústia, como se estivesse ‘perdendo tempo’. O outro fator é a compulsão pelo trabalho, que, lamentavelmente, é cada vez mais comum e aceita em nossa sociedade”, critica. Para ela, as pessoas mais vulneráveis à síndrome do lazer são, portanto, os viciados em trabalho (workaholics), incluindo os que precisam bater metas e os responsáveis por estabelecer sua própria rotina. “Certamente, muitos que pertencem às classes populares sacrificam seus períodos de folga para poder sobreviver. Mas uma boa parcela da população padece é da compulsão pelo trabalho”, argumenta. Psicólogo da Clínica do Bem, Edgar Paulino também defende que a dificuldade em tirar férias pode ser relacionada a essa compulsão. “Não por acaso o termo workaholic é derivado do alcoolismo. Para pessoas com essa compulsão, a diversão não tem sentido e o trabalho é o centro da vida. Essas pessoas, no geral, são competitivas e têm dificuldade de se relacionar, de ter amigos íntimos”, afirma. * Nome fictício
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CICLO >Lazer é tão valoroso quanto trabalho, mas sociedade tem dificuldade em reconhecê-lo
Descansar é preciso! PARAMOUNT PICTURES/DIVULGAÇÃO
Aline Quem sofre Gonçalves nas férias, com dores físicas ou angústias pode encontrar diferentes formas de reverter o quadro e precisa, antes mesmo deo problema se agravar, buscar meios de tratamento. “O primeiro passo é reconhecer que tem alguma dificuldade para tirar férias, no caso da pessoa workaholic”, explica o psicólogo da Clínica do Bem, Edgar Paulino, ao sugerir que, nesses quadros, a pessoa deve buscar ajuda médica e psiquiátrica. “Também é preciso conversar com a família e ter disciplina para sair, se divertir, criar coisas fora do ambiente de trabalho”, ensina. Especialistas também explicam que é essencial praticar atividades físicas regularmente e se valer de técnicas de meditação e relaxamento, para garantir que os hormônios ligados ao estresse, como o cortisol, mantenham-se regulados. A especialista em clínica médica e em nutrologia funcional, Sarina Occhipinti, do Instituto Sari, focado em performance física, mental e sexual dá outras dicas. “Não temos costume de pedir aos nossos pacientes para diminuírem a carga de trabalho e nem alterarem suas vidas, porque é mais fácil nos modificar do que modificar o ambiente”, diz, ao sugerir o uso da neuroplasticidade, definida como a capacidade do cérebro de ser moldado de acordo com objetivos. “Iniciamos nossas pesquisas com estresse há mais de 20 anos e sabemos que é preciso modificar a forma como o cérebro percebe o ambiente. Se o indivíduo não vê aquela situação como ameaça, seus níveis de cortisol permanecerão está-
YOUTUBE/REPRODUÇÃO
No esquete “Férias”, do canal “Porta dos Fundos”, Gregório Duvivier é um homem que volta ao escritório um dia após entrar de férias e já retoma o trabalho
No filme “As Férias da Minha Vida”, Queen Latifah interpreta uma mulher que só valoriza o período de descanso ao descobrir-se com uma doença terminal
veis. Para isso, usamos técnicas de treinamento cerebral, ligamos o cérebro em computador que lê as reações (positivas ou negativas) mediante estímulos específicos. Assim, ele é treinado a reagir positivamente aos estímulos estressores”, explica. REEDUCAÇÃO Professora da UFMG, Christianne Luce Gomes é pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e tem experiência com a temática do lazer há 25 anos – ela integra o corpo docente do Mestrado em Lazer da UFMG, único do país. Para a especialista, é preciso, ainda, uma reeducação social, de maneira a valorizar os momentos de ócio. Ela lembra que o lazer é uma necessidade humana fundamental que está prevista na Declaração Universal dos Direitos Humanos, na
nossa Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente, no Estatuto do Idoso, além de em vários outros documentos de referência. “Seu valor é indiscutível, embora nem todos reconheçam. Por isso, nossos sistemas formais de ensino precisam educar as pessoas para o lazer também, não só para o trabalho”, argumenta. “É preciso estimular as sensibilidades das pessoas para que diversifiquem seus interesses em termos de lazer, para que aprendam a desfrutá-lo e a satisfazer adequadamente essa necessidade tão importante para uma vida com equilíbrio e qualidade”, acrescenta. Para quem ainda não se convenceu de que o descanso é importante também há um motivo ligado ao trabalho: o lazer ajuda, sim, na produtividade. “Quem sabe relaxar e usufruir com qualidade seu lazer tem mais ideias cria-
tivas, como mostra o exemplo de algumas empresas que incentivam seus funcionários a incorporar essa vivência dentro e fora do ambiente de trabalho. Esses benefícios são revertidos não apenas para o trabalho, mas para a própria pessoa, que alcança uma existência mais agradável e mais rica do ponto de vista pessoal, afetivo, social, familiar e cultural”, destaca Christianne. “Nos primeiros estudos da psicologia na área das organizações, as pessoas se submetiam a cargas de trabalho imensas. Quando havia período de descanso para se dedicar a outras atividades, o trabalho se tornava mais produtivo, a pessoa ficava bem, produzia mais e melhor. Ou seja, é um mito a ideia de que quanto mais se trabalha, mais se produz: o descanso é extremamente importante”, observa o psicólogo da Clínica do Bem, Edgar Paulino.
EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
EM BUSCA DO LAZER Confira sugestões para ver as férias com leveza Observe e reconheça que tem uma dificuldade em curtir o momento, que é dependente do trabalho Converse com amigos sobre a questão, buscando suporte Procure ajuda de especialistas, como médico, psicólogo e psiquiatra Relacione-se com mais pessoas, para além do ambiente do trabalho
Eduque-se para valorizar o lazer, assim como o trabalho
Entrevista Ad Vingerhoets professor de psicologia clínica da Universidade de Tilburgo, na Holanda, que cunhou, nos anos 2000, o termo síndrome do lazer
chamadas telefônicas fora do horário comercial. namentos com parceiros, por exemplo.
O que justifica pessoas doentes quando tiram férias? E quais são as consequências? Creio
O que mudou desde que o senhor começou a desenvolver essa pesquisa (no início dos anos 2000), tendo em vista a popularização de novas tecnologias, que tendem a nos manter mais conectados? Infelizmente, não fizemos
que elas possam sofrer de um desequilíbrio entre trabalho e lazer/ausência de trabalho. Eu não ficaria surpreso se isso pudesse ter impacto sobre o bem-estar dos funcionários, tanto diretamente quanto por meio de possíveis efeitos negativos sobre a qualidade dos relacio-
um acompanhamento, mas espero que algum dia um investigador deseje abordar o tópico. A linha entre o trabalho e o privado realmente parece desaparecer, embora também tenha ouvido falar de empresas que impedem seus funcionários de responder e-mails ou
O senhor recebeu algumas críticas de que a pesquisa tenha se baseado, principalmente, na memória das pessoas. O que você tem a dizer sobre isso? Está certo. Um
estudo não é um só estudo, ele precisa ser replicado, como qualquer outro, de preferência com um design mais forte, medidas objetivas, e com atenção adequada a algumas outras explicações possíveis. Serei o último a dizer que esse é um estudo perfeito, que produziu uma resposta definitiva. É assim que a ciência funciona – todo estudo precisa ser replicado por outros pesquisadores.
Diversifique seus interesses em termos de lazer, não se prenda a uma atividade apenas Busque hobbies Invista em técnicas de meditação e de relaxamento Pratique atividades físicas regulares
Busque uma alimentação balanceada, evitando itens estimulantes e álcool em excesso
FONTE: ESPECIALISTAS CONSULTADOS
reportagem
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MARCELO COELHO/DIVULGAÇÃO
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UARLEN VALERIO - 25.7.2017
adota medida preventiva 6 Inhotim contra a febre amarela
abrem chamado 6 Vereadoras para iniciativas culturais
Localizado em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Instituto Inhotim dá início a uma nova política para prevenção da ocorrência de casos de febre amarela no museu. A partir desta terça-feira (23), todos os visitantes devem apresentar o cartão de vacinação ao entrar no Instituto, a fim de comprovar que se imunizaram contra a doença há, no mínimo, dez dias. O Inhotim também adota outras ações de conscientização sobre os perigos da doença e a necessidade da vacinação.
“Cê Fraga?”, projeto idealizado pelas vereadoras Áurea Carolina e Cida Falabella (PSOL), abre chamado para perscrutar iniciativas sociais e culturais de BH. O objetivo é, num segundo momento, fazer a doação de R$ 90 mil a 18 delas. Qualquer cidadão pode se inscrever, até o dia 4 de fevereiro, pelo link gabinetona.org/ cefraga ou presencialmente, na Gabinetona (av. dos Andradas, 3.100), entre os dias 22 e 24 deste mês.
LEO FONTES - 10.1.2017
MUSEU DOS BRINQUEDOS/DIVULGAÇÃO
dos Brinquedos 6 Museu promove colônia de férias
da Liberdade recebe 6 Praça sessão pública de hipnose
Na reta final das férias, os pequenos ainda podem se divertir com gincanas, contação de histórias e oficinas de construção de brinquedos. Todas essas atividades integram a programação da colônia de férias do Museu, para crianças acima de três anos Onde Museu dos Brinquedos (av. Afonso Pena, 2.564, Funcionários, 3261-3992) Quando De 22 a 26, das 13h às 17h30 Quanto R$ 280 (pacote semanal); R$ 65 (por dia).
Uma intervenção diferente promete tomar conta da praça neste sábado (20). Um grupo formado por hipnólogos, em BH para a Convenção Brasileira de Hipnose, estará a postos para aplicar técnicas de relaxamento. Os interessados são convidados para participar de forma voluntária e conhecere mais os benefícios da hipnoterapia Onde Praça da Liberdade (Funcionários) Quando Neste sábado (20), das 13h às 17h Quanto Entrada Gratuita.
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reportagem
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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz
(CRM-MG 25.398)
telmo.diniz@jornalpampulha.com.br
Coma devagar arece um luxo nos dias de hoje poder comer mais devagar. É uma correria só! O sujeito sai para o almoço e logo tem de voltar ao trabalho. Comer rápido demais ou mais devagar tem a ver, necessariamente, com nossa saúde. Na coluna desta semana, vamos ver que comer rápido pode fazer engordar e trazer doenças associadas. Comer lentamente, sem distrações, pode parecer um luxo para muita gente. Entretanto, é fundamental para a saúde. Quem afirma isso é um estudo que foi apresentado na conferência anual da Associação de Cardiologia dos Estados Unidos. A pesquisa foi conduzida pela Universidade de Hiroshima, no Japão, que acompanhou, por cinco anos, 642 homens e 441 mulheres saudáveis. Eles tinham 51 anos quando o estudo começou, lá no ano de 2008. Os participantes foram divididos em três grupos, de acordo com a velocidade que ingeriam os alimentos. A conclusão foi de que cerca de 12% daqueles que comiam mais rápido desenvolveram a chamada síndrome metabólica, caracterizada por: aumento da glicose no sangue, obesidade abdominal, hipertensão arterial e aumento dos triglicerídeos. Somente 2% dos que se alimentavam mais devagar desenvolveram essa síndrome. Em outras palavras, comer rápido leva a pessoa a ter dez vezes mais chances de engordar e a ter distúrbios metabólicos. Parece que devorar Comer rápido os alimentos não dá ao engorda a cérebro tempo suficiente para registrar pessoa porque o que estamos satisfeihormônio que tos. Pesquisas demonstram que quem come sinaliza a muito em um tempo sensação de curto espaço de tempo tem chance de sofrer saciedade para com refluxo, gastrite e o cérebro só obesidade. Comer rápido engorda a pessoa começa a ser porque o hormônio liberado cerca que sinaliza a sensação de saciedade para de vinte minutos o cérebro só começa a depois do início ser liberado cerca de 20 minutos depois do da refeição. início da refeição. Ou seja, a boca é muito mais rápida do que o cérebro. Na contramão do “comedor rápido”, estão os comedores “mais tranquilos”. Uma pesquisa realizada pela Universidade da Carolina do Norte constatou que obesos que praticaram técnicas de mindfulness (estado de atenção plena) perderam 2 kg em duas semanas, enquanto quem continuou a comer rápido emagreceu somente 300 g. Incrível, não?! Informações como essas por si só podem dar um empurrão para as pessoas mudarem seus hábitos alimentares e o tempo em cada refeição. Portanto, ficam aqui algumas dicas. Inicie a refeição levando pequenas quantidades de alimento à boca; nunca se distraia com outras atividades enquanto estiver se alimentando e faça um pequeno intervalo na metade da sua refeição. Isto dará tempo para o hormônio da saciedade ser liberado e fazer com que a quantidade ingerida seja menor e, consequentemente, tornará a perda de peso mais fácil. De igual forma sempre que tiver um prato de comida na sua frente, tente desligar a televisão, deixar o celular de lado e passar longe da mesa de trabalho. Pequenas atitudes como essas, do dia a dia, poderão trazer benefícios como emagrecimento e uma vida mais saudável, com menos estresse. Sócrates, filósofo grego, já dizia: “Não vivemos para comer, mas comemos para viver”. Pense nisso! Faça uma boa semana.
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JaneiroBranco: éhoradetiraros projetosdopapel MARIELA GUIMARÃES
Nopaís,maisde 80milvoluntários daáreadasaúde trabalhamhoje nainiciativa Quem nunca fez várias promessas quando o mês de janeiro chegou? Mas conseguir cumpri-las é outra história. De acordo com um estudo feito pela Universidade de Scranton, nos EUA, apenas 8% das pessoas conseguem completar as resoluções de Ano-Novo. Além disso, os pesquisadores afirmam que, até o fim de janeiro, cerca de um terço das novas metas – que muitas vezes incluem mudanças no estilo de vida e mais cuidados com a saúde – já terá sido descartada. A fim de ajudar as pessoas a mudar esse quadro, o psicólogo mineiro Leonardo Abrahão criou a campanha Janeiro Branco, na cidade de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2013. “O objetivo é expandir a necessidade de ver que a saúde mental e emocional está diretamente ligada ao bem-estar, ao tra-
Solidariedade em alta: em BH, a campanha está na sua 5º edição e conta, atualmente, com 43 psicólogos voluntários
Thuany Motta
balho e à convivência social”, explica. Para isso, a iniciativa convida as pessoas a refletir sobre as próprias vidas. “Elas são levadas a considerar metas e planejamento no início de cada ano”, diz Abrahão. De acordo com o psicólogo, o mês foi escolhido por ser um período de renovação. Já o branco foi adotado por ser a união de todas as cores, remetendo à ideia de que o indivíduo, para ter saúde mental, precisa estar em harmonia com todas as áreas de sua vida. O trabalho acontece por meio de profissionais voluntários – como psicólogos, assistentes sociais, médicos e enfermeiros –, que abordam as pessoas nos locais mais diversos: ruas, escolas, empresas e até mesmo corredores de hospitais. As ações in-
cluem palestras, formações e debates. Em Belo Horizonte, a campanha está na quinta edição e conta, atualmente, com 43 psicólogos voluntários. Segundo a psicóloga Cleide Oliveira, voluntária desde 2016, a campanha causou mudanças profundas. “Como psicóloga, posso ajudar pessoas de diferentes realidades de uma forma que elas talvez não tenham acesso normalmente. Como humana, cresço todos os dias diante dessas realidades”, afirma. Os resultados são tão positivos que o Janeiro Branco está presente em todos os Estados do país, além do Japão, de Portugal e dos Estados Unidos. A quantidade de voluntários também surpreende: há cerca de 80 mil atuando diretamente.
PSICOLOGIA O projeto também quer colocar a saúde mental em foco, evitando o adoecimento emocional. A Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que o Brasil ocupa a pole position da depressão da América Latina. Já nas Américas, está atrás apenas dos EUA (5,9% de depressivos). Por aqui, a depressão atinge 5,8% da população (11.548.577), enquanto os distúrbios relacionados à ansiedade, 9,3% (18.657.943). Segundo a psicóloga Cleide Oliveira, a visibilidade da questão motiva a pessoa a procurar tratamento. “Queremos que tenham uma qualidade de vida e emocional melhor”, diz.
EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
AGORA VAI 1 2 3 4 5 6 7
Comece seu 2018 com o pé direito
Dicas para termos um ano positivo Fazer uma lista com objetivos a serem alcançados Programar as ações Eleger prioridades dentro do planejamento Tomar consciência das dificuldade no processo de planejamento Aprender a comemorar cada conquista, mesmo que seja pequena Adquirir o hábito de alimentação saudável com menos ingestão de açúcar e gorduras Praticar esportes
Caso seja necessário, busque por um tratamento psicológico. No caso de dificuldade em cumprir as metas, um psicólogo pode auxiliar FONTE: JANEIRO BRANCO
Erros mais comuns que devem ser evitados Fazer atividades sem propósito, sem planejamentos Não dizer “não” para convites que fogem de sua proposta de vida Começar várias atividades ao mesmo tempo e perder o foco principal
reportagem
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SAÚDE E BEM-ESTAR MARIELA GUIMARÃES
O pântano: na estação Central, o casal Thiago Lopes, 28, e Adriana Pereira, 34, saboreia pastéis de queijo e refrigerante como almoço do dia, por falta de alternativa
MOISÉS SILVA
José Henrique Mundim circula por uma região na qual alimentos saudáveis estão mais presentes
Entre ‘desertos’ e ‘pântanos’, a obesidade avança MARIELA GUIMARÃES
‘Ecossistemas’ sãodeterminados peloacessoaos alimentosepela suaqualidade Em um “deserto alimentar”, a areia dá lugar ao asfalto e a escassez não é de água, mas de comida saudável. Por outro lado, a oferta generosa de alimentos sem valor nutricional é comparada à água lamacenta de um pântano. Esses conceitos nutricionais, vale dizer, foram definidos pelo Ministério de Agricultura dos Estados Unidos. Mas podem ser facilmente detectáveis na capital mineira. Próximo à estação Central, no centro de Belo Horizonte, o casal Adriana Pereira, 34, e Thiago Lopes, 28, almoça pastéis e bebe refrigerante. Ali, num raio de 200 m, 14 estabelecimentos vendem comida industrializada e de baixo valor nutricional. “É assim quase todo dia: salgado frito, refrigerante, biscoito. Sei que não é sauThuany Motta
dável. Queria comer melhor, mas não tenho dinheiro, e os lugares, aqui, não vendem nada natural”, diz Adriana, inserida no dito “pântano alimentar”. A nordeste dali, no bairro Lajedo, periferia da capital mineira, está a dona de casa Elisária Graça, 56, junto às sobrinhas Marina e Letícia, ambas de 11 anos. O local está na categoria de “deserto alimentar” por não oferecer opção de comida saudável. “Moro aqui há 25 anos e, se quero comprar uma maçã, banana, batata ou cenoura, preciso descer a ladeira (mais de 1 quilômetro). Só dá uma vez por semana. O jeito é comprar arroz, feijão, carne”, afirma. Uma realidade oposta aos dois cenários pode ser vista no bairro Vila da Serra, em Nova Lima, na região metropolitana. Em apenas uma avenida, três estabelecimentos comercializam alimentos in natura. Num deles, frutas, verduras e legumes orgânicos estão expostos no balcão, enquanto o diretor de indústria José Henrique Mundim, 31, escolhe o que vai levar. “Como alimentos in natura todos os dias. Gosto de ir ao mercado e ao hortifrúti duas ou mais vezes por semana, por causa da variedade de opções”.
MAUS HÁBITOS TRAZEM SÉRIAS CONSEQUÊNCIAS Elisária Graça, 56, e as sobrinhas Marina e Letícia, 11, vivem numa realidade de “deserto alimentar”
DEFINIÇÃO Para ser considerado um deserto, é necessário que determinado local agrupe 500 pessoas que precisem se deslocar mais de 1,5 quilômetro para ter acesso a estabelecimentos de comida saudável e nutritiva, como hortifrútis e supermercados. Já o pântano refere-se a uma área de 4 quilômetros quadrados onde 90% dos comércios oferecem comida barata e calórica, como fast-food, lojas de conveniência e mercados conhecidos por vender produtos de menor qualidade. Além da questão gastronômica, esses “ecossistemas urbanos” são reflexos
da saúde pública e da desigualdade social. Áreas mais pobres e mais ricas têm acessos diferentes a alimentos in natura ou minimamente processados, o que impacta diretamente a qualidade do que se come. De acordo com a nutricionista Larissa Loure, professora da UFMG, é preciso analisar a logística de distribuição alimentar para esses lugares. “Zonas mais carentes têm uma realidade de deserto: pouca opção de comércio de comida nutritiva. Áreas mais centrais tendem a ser pântanos porque concentram estabelecimentos com alta oferta de alimentos calóricos e industrializados. Já os bairros de classe
média alta possuem comércios que consideramos ideais, com a oferta de alimentos mais naturais”, explica. E quais são os impactos provocados na saúde? Segundo Larissa, uma prevalência de sobrepeso e obesidade da população que habita desertos e pântanos alimentares. Durante o doutorado, ela entrevistou 3.404 moradores desses locais e identificou uma prevalência de excesso de peso em 44% dos participantes. “O público era composto por 50,1% de homens e 49,9% de mulheres, sendo que 31,6% delas apresentavam sobrepeso e 12,4% eram obesas”, pontua.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) determina que pessoas com peso saudável têm um Índice de Massa Corporal (IMC), que mede a relação entre peso e altura, entre 18,5 kg/m² e 25 kg/m². O sobrepeso se dá quando se avança esse marco, chegando à obesidade acima de 30 kg/m². A nutricionista Mariana Rocha, do Hospital Vera Cruz, adverte: “Seja pelo consumo excessivo de produtos industrializados ou pela falta de alimentos naturais, as pessoas podem desenvolver um quadro de falta de micronutrientes, como vitaminas e minerais, fundamentais para o bom funcionamento do organismo”. Ela alerta que, com o tempo, esses hábitos podem provocar o surgimento de doenças graves como hipertensão, diabetes e problemas no coração. “Se uma situação dessas acontece, encontramos uma dificuldade maior de reverter o quadro”.
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sociedade
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Paulo Navarro com Walter Navarro pnnavarro@gmail.com RICARDO LEONI/AGÊNCIA O GLOBO
RELENDO E REVIVENDO também recapitulando frases perolares do livro de Joaquim Ferreira dos Santos, “Enquanto Houver Champagne, Há Esperança”, biografia do jornalista e colunista social Zózimo Barroso do Amaral (1941-1997). Lamentando, com nostalgia, o Rio de Janeiro dos anos dourados, já nos idos dos anos 1980: “Quem pensa em dinheiro, não ganha dinheiro. Hoje quase não há família, só pessoas jurídicas”.
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lançaperfume BH, o glamour morava 6 Em nos salões do Automóvel Clube e no Iate Clube, espaços orquestrados pelo colunista Eduardo Couri. Couri (19356 Eduardo 1996), que, como seu con-
RELENDO E RINDO Novo rico me incomoda muito, mas novíssimo rico incomoda muito mais”. “O Nordeste bota turista pelo ladrão. O Rio bota ladrão para turista”. “O problema de Brasília é o tráfico de influência. O do Rio é a influência do tráfico”. “Depois de uma certa idade, o homem da cintura para cima é poesia, da cintura para baixo, prosa”.
temporâneo Zózimo, era colunista social e morreu na mesma Miami, um ano antes.
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RINDO AMARELO m 1981, cansado, numa entrevista à “Playboy”, Zózimo desabafou sobre as noites cariocas: “As pessoas são sempre as mesmas, a comida é a mesma, os garçons. Tudo pasteurizado. A vida social está em baixa. Os salões mudaram, as noites são fracas e pobres, bregas! Uma mesmice, tudo vulgar. Em endereços residenciais tradicionais, as pessoas recebem menos, por medo de ostentar”.
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AMARELO AMARELADO snobismo “é chegar em casa à noite, olhar em cima da mesa três ou quatro convites para eventos sociais de expressão. Depois, vestir uma roupa qualquer, uma
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templos de Couri, ex6 Nos poentes da “alta” exibiam
Colunista social Zózimo Barrozo do Amaral (1941-1997): “Acabou o champanhe, acabou a esperança”
capa velha e ir ao cineminha da esquina. Agora, o cúmulo da infelicidade é chegar em casa, não ver nenhum convite sobre a mesa, vestir uma roupa qualquer, uma capa velha e ir ao cineminha da esquina”.
AMARELADO E MOFADO vesso a sedutores convites, o jornalista fez uma opção “cool”. Por sinal, desde 2015, concordamos com Zózimo, lá e aqui. Com preços altos da noite e do entretenimento, a prática de curtir amigos em casa ganha preferência e vantagens. Curtir os amigos verdadeiros, sem pompa, mas com muita alegria, é um luxo.
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MOFADO E PROFÉTICO
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os mesmos anos 1980, Rita Lee joga a pá de cal com a emblemática musi-
ca “Alô, Alô, Marciano”, “down no ‘High society’”. “A crise tá virando zona. Cada um por si, todo mundo na lona. E lá se foi a mordomia, tem muito rei pedindo alforria”. Zózimo também desmascara folclores, como o de colunistas sociais viverem de eventos “boca livre”, viagens, presentes, restaurantes.
PROFÉTICO E CRUEL este capítulo, levando vida de rei, sem coroa, Zózimo não cita a realidade de seus colegas: a grana curta, com a qual a maioria dos jornalistas ainda sobrevive e morre. Ele preferia incomodarse com figuras típicas em qualquer sociedade; os assessores de imprensa, assediando 24h; os LpM (Loucos por Mídia) e os chatos que, segundo ele, circulavam às dúzias: “além de não nos fazer companhia, roubamnos a solidão”.
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CRUEL E SENSATO E também o chato gangorra, desmancha rodinha, que, ao sentar-se, faz todo o resto da mesa levantar”. Já enfadado da roda-viva social no início dos anos 70, Zózimo sentia-se um peixe fora d’água: “A sensação era a de que tinha ido a todas as festas, saboreado todos os jantares e precisava de um antiácido contra azia e má digestão”.
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SENSATO E DESILUDIDO inalizando, será? Por enquanto... Mais Zózimo: “Nossas locomotivas que puxavam o Trem de Prata carioca converteram-se em beatas de igreja”. E não é que a profecia subiu as montanhas? Sobraram o mesmo sentimento e a mesma reflexão para Belo Horizonte e sua decadência sem a glória romana.
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seus “dotes” artísticos no palco. Eram os emergentes, com origens interioranas, rurais. o “desastre” dos du6 Daí blês de empresários, verdadeiros bobos da corte; o famigerado “Showçaite”. Provinciano também era seu “Glamour-Girl”, versão urbana dos bailes de debutantes do interior. “bajular” o colunista 6 Para e o júri, os pais das “lolitas” e os emergentes abriam suas casas para festejos. O atalho eram as “promoters”. no Rio e São Paulo, 6 Como por aqui, com raras exceções, as festas abundantes acabaram. o colega Amaury 6 Segundo Jr, a culpa é da situação econômica: “Acabou-se o que era doce. A alta sociedade levou um choque de curto circuito e perdeu o rumo. Festejar é ofensa. É ostentação nessa economia bagunçada”. da história ou resu6 Moral mo da ópera bufa: por trás das aparências, do glamour, existe ralação, comprometimento com o leitor.
CENÁRIO BH Férias no Museu de Ciências Naturais O Museu de Ciências Naturais PUC Minas tem uma programação especial até o dia 27 de janeiro (terça a sábado). Além da visita às exposições do museu, serão oferecidas atividades educativas e recreativas como pintura e confecção de réplicas, trilha na matinha, escavação paleontológica e arqueológica, oficinas variadas, entre outras. Onde Museu de Ciências Naturais (av. Dom José Gaspar, 290, Coração Eucarístico) Quando até 27, de terça a sábado, a partir das 9h Quanto R$ 10, de 4 a 12anos e gratuito até 3 anos. Informações: 3319-4152 e 3319-4520
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SILMOREIRA/DIVULGAÇÃO
Férias no Divertidas no Memorial 2018 O Memorial Minas Gerais Vale está com inscrições abertas para atividades das Férias Divertidas do Memorial 2018, que vão até o dia 31 (quarta). Oficinas e espetáculos infantis gratuitos estão entre as atividades lúdicas e de formação para todas as idades – inclusive bebês. Entre as opções estão o espetáculo “Sinfonia Para um Homem Só”, com Geovanne Sassá (foto). Onde Memorial Minas Gerais Vale (praça da Liberdade, 640, Funcionários, 3343-7317) Quando até 31/1 Quanto Gratuito, mediante inscrição. Informações: memorialvale.com.br
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HORIZONTES DA CIDADE Arte e afetos no hipercentro
FOTOS LINCON ZARBIETTI
O endereço é rodeado por lojas e salas comerciais movimentadas, bem como hoteis. Vendedores ambulantes anunciam seus produtos, e moradores de rua dividem o espaço com carros, ônibus, motos, buzinas e pedestres. A esquina da rua São Paulo com avenida Santos Dumont, no entanto, abriga um espaço de respiro e gentileza. Trata-se do Almeida Centro de Inspiração, prédio de 12 andares e 96 salas, 24 delas hoje ocupadas por artistas, educadores e coletivos. O prédio estava desocupado há 13 anos, mas a família Almeida nunca deixou de fazer a manutenção do espaço. A ocupação começou com a “Ernesto”, publicação que reúne histórias de pessoas inspiradoras, arte e poesia. De revista, a Ernesto se transformou em plataforma de humanização que visa desenvolver projetos multidisciplinares para ajudar as pessoas a encontrar uma melhor versão de si, como definem seus criadores. “A história começa há três anos. Estávamos incomodados com a padronização que nossas vidas alcançaram naquele momento. Ficou claro que o automatismo não nos entregava uma realização valiosa e juntamos nossas expertises para criar um gesto de gentileza, a revista ‘Ernesto’”, comenta Daniel Simão, um dos criadores da publicação, junto a Thiago Caixeta e Tiago Pereira. O trio buscava um espaço para a produção da revista. A condição é que fosse no centro. “O que aconteceu é que nos deparamos com histórias que nos tiraram da paralisia. Furamos a bolha das percepções que nos são incutidas, dos nossos privilégios. Por isso, queríamos ir para o centro, pois, na nossa trajetória, não fomos confrontados com a realidade que a ‘Ernesto’ trouxe. O centro era o espaço para nos deslocarmos do senso comum”, conta Daniel. Na busca, eles encontraram o edifício, construído por Henrique de Almeida na década de 60. Ele e seu irmão, Joel Augusto de Almeida, tinham um atacado de tecidos na Santos DuJoyce Athiê
Projetorressignificaedifíciocomercial dosanos60eabrepossibilidadesde ocupaçãoculturaleeducativa mont. No entanto, Joel faleceu repentinamente, deixando oito filhos. O irmão, que tinha sete, se viu impelido a buscar alternativas. “Ele comprou o terreno em 1961 e iniciou a construção. Vendeu o atacado e finalizou o prédio em 1969, batizando-o com o nome do irmão. À época, era um espaço nobre. Mas, a degradação do centro, assim como os poucos inquilinos, levou-o a fechar o prédio em 2004. Aos 94 anos, faleceu sem resolver essa questão”, relata Daniel. E eis que os criadores da “Ernesto” resolveram pedir a chave do edifício para a família. O plano era ficar lá por seis meses, para produzir uma edição sobre o centro, “Como Reativar Aquilo Que Não Deveria Ter Sido Esquecido”. “Ao longo da feitura da publicação, fizemos algumas homenagens à família dentro do prédio, reativamos a história e, com eles, redescobrimos o lugar. O prédio passou a ser visto muito além do âmbito co-
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mercial”, rememora Daniel. Após o lançamento da revista, em 2016, os sócios, já envolvidos com o espaço, mas ainda sem uma ideia sobre o que poderia ser feito, voltaram a pedir a chave para a família e a licença para prototipar o espaço. “Fizemos algumas atividades culturais e artísticas. Queríamos ver como as pessoas recebiam o lugar. Mas vimos que não poderíamos mantêlo daquela forma. Construímos um projeto executivo, avaliamos o espaço para ver o que ele precisava para voltar à vida. Entendemos os problemas do prédio e quisemos ocupá-lo com cultura e educação, embora não sejamos da área. Pedimos a autorização da família para trazer pessoas para o edifício. Não alugamos o prédio. Esse projeto é mágico, porque subverte as lógicas de relacionamento. Não queremos transformar as relações em formas de comércio. São trocas de gentilezas e responsabilidades”, define.
Nos deparamos com histórias diferentes das nossas, que nos tiraram da paralisia. Furamos a bolha das percepções que nos são incutidas” Daniel Simão
O edifício de ocupação artística convive hoje com a realidade do centro de Belo Horizonte
CAMPANHA Para seguir com o projeto do edifício Almeida Centro de Inspirações, será preciso modernizar o elevador do edifício e as instalações elétricas e hidráulica. Para tanto, está aberta uma campanha de financiamento coletivo. “Para nós, só faz sentido continuar se o projeto for abraçado pela cidade”, comenta Daniel Simões. “A expectativa é reformar os outros pavimentos, trocar o elevador e abrir novo edital para ocupação. O que pretendemos é, a partir de janeiro de 2019, iniciar um período de carência de cinco anos, prazo que será conversado com a família para fazer toda a ativação do prédio, construindo uma estrutura que será capaz de se prover, tornando-o um edifício cultural e educacional”, conta. Para participar, acesse www.evoecultural. com/almeida.
O escultor argentino Fernando Poletti se diz “atravessado” pelo que acontece no entorno do seu ateliê
Atravessamentos e trocas afetivas Com as chaves cedidas, a Ernesto promoveu algumas reformas estruturais nos três primeiros andares e formatou, com a ajuda do Jaca – Centro de Arte e Tecnologia – um edital de ocupação. “Convidamos pessoas para nos ajudar a olhar para o prédio sob uma nova perspectiva. Em junho de 2015, abrimos o edifício com 16 salas ocupadas por artistas e coletivos de arte. Depois, abrimos mais um andar, uma sala de dança, laboratório de fotografia analógica, estúdio de gravação de música. Já temos 24 utilizadas e mais 72 para ocupar”, pontua Daniel. Ele ressalva: “Não alugamos as salas. Compartilhamos os custos do edifício. O intuito não é reformar o espaço e torná-lo verticalizado, com vocação central para o lucro. Tudo é construído de maneira afetiva com a família, em primeiro lugar, entre nós e com a cidade”. O escultor argentino Fer-
nando Poletti, há três anos em Belo Horizonte, estava justamente buscando um ateliê quando soube do chamamento do Almeida. “É um prédio que acolhe propostas. Aqui, há muitas possibilidades a serem realizadas”, observa. Sobre estar no centro, diz ficar atravessado pelo entorno. “A relação mais próxima é com o comércio, mas é inevitável não se atravessar por essa realidade, muito triste em alguns pontos. Ficar aqui no ateliê me disparou uma questão: o que vou comunicar para o entorno com minha arte?”. “É uma experiência singular pelas relações que traçamos aqui dentro e com a cidade, de forma muito pulsante por estarmos no centro”, comenta Jade Marra, artista visual. “Cada um colabora com o próprio trabalho. Sempre estamos pensando atividades para realizar aqui”, completa.
A artista visual Jade Marra está há seis meses no Almeida e aponta a peculiaridade das relações
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COMPORTAMENTO Resgate do passado familiar aponta saída para problemas FOTOS MARIELA GUIMARÃES
AterapiaConstelaçãoFamiliartentaencontrar,pormeio daencenação,asoluçãoparadoresesofrimentosdavida “Quem não reflete, repete”, diz o provérbio chinês. Cansados de comportamentos que atravancam a própria vida, não são poucos os que vêm procurando a ‘constelação familiar sistêmica’, terapia que busca detectar a origem de problemas revivendo os arquivos guardados na memória de gerações. A crença da técnica é a de que herdamos muito mais que características físicas. Atualmente, são cerca de 4.000 consteladores no Brasil – gente que atua em diversas áreas para além da psicologia, como na resolução de conflitos judiciais, problemas empresariais e até na cura de doenças. A prática gerou o verbo “constelar”, a arte de enxergar-se em um sistema, entendendo seu papel e o dos outros em situações problemáticas. Na sessão, o interessado leva uma questão para ser analisada em uma espécie de encenação, na qual desconhecidos incorporam não só a pessoa, como seus familiares. E sentimentos. A reportagem assistiu a três constelações, participou de quatro como representante e “constelou” ao final. Na primeira, a constelada foi Carol*, 37, que, ao falar de seu problema, de pronto começou a chorar. Ela não aguentava mais se sentir “mãe da própria mãe”. “Carregar esse peso e mandar em todo mundo”. Joana Suarez
Posicionados de frente a ela, os que representavam os familiares (mãe, pai, avós) narravam as sensações (raiva, cansaço, arrepios, leveza) ao se aproximarem uns dos outros, sem saber quem representavam. “Eles não incorporam ninguém, mas têm uma energia, um calor de forças, que a física quântica explica. Os representantes precisam estar bem centrados para que a gente faça a leitura corporal. Sem teatro ou mágica, chegamos a um diagnóstico preciso do problema. E costuma ser uma terapia brevíssima (de 20 minutos a uma hora)”, explica o advogado Hércules Randazzo, que faz constelações há 18 anos. Ele ressalta que tudo tem que fazer sentido para o cliente – por isso, não pode ser forçado. EFEITO Dava para ver no rosto de Carol o alívio e a gratidão pelos que participaram de
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É difícil explicar racionalmente, porque a coisa é sentida no corpo e na alma”. Daniela Queiroga Léo, 46 Empresária que já constelou
sua constelação. Ela entendeu que estava repetindo um comportamento que não era dela e, enxugando as lágrimas, estava pronta para seguir seu caminho. Detalhe: existe a orientação para não comentar sobre a constelação nos dias seguintes, para que os efeitos possam aparecer. Para quem assiste, pode parecer que os voluntários fingem um sentimento, mas, ao participar, se você estiver concentrado, é provável que sinta uma energia diferente. Quando fui chamada para representar, sem saber o papel ou a questão constelada, senti tontura quando outra pessoa se aproximou. Veio a vontade de me afastar, quis falar coisas que nunca imaginei – assim como a fotógrafa da equipe, que também experimentou sensações singulares. Na minha vez de “constelar”, posso dizer que a reação dos que escolhi para representar a minha questão se encaixou perfeitamente. São muitos, os motivos que levam alguém a constelar: dificuldade de relacionamento, financeira, profissional, saúde... A empresária Daniela Queiroga Léo, 46, tomava morfina para as dores na coluna até descobrir que eram emocionais: ela estava carregando um peso familiar. “É como se você pedisse licença aos antepassados para não seguir o mesmo destino. O momento da cura é muito bacana, você fala: ‘Vou seguir a minha historia, não preciso dar continuidade a isso nem transmitir a meus descendentes’”. * Nome fictício
Resgate: a pessoa que está constelando assume seu papel e tem oportunidade de ser “perdoada” pelo familiar ali representado
Método não está ligado a religião ou misticismo Consteladores enfatizam que o método não está ligado a nenhuma religião, credo ou misticismo. Já entre os que já constelaram, uns falam na presença divina, outros em espiritismo, em energia dos antepassados ou em liberação de maldições, dependendo da crença de cada um. “Eu trabalho com ciência, é tudo real, fenomenológico, é a união da psicologia sistêmica com o psicodrama”, explicou a psicóloga Simone Guimarães. Depois de sete anos constelando histórias, ela entende que “só pode ser algo de Deus, porque é bonito demais”. “Tem gente que, no dia seguinte à constelação,
liga para dizer que está começando a se resolver”. Uma mostra de que a prática envolve amor é a doação de pessoas que se concentram na constelação para resolver problemas dos outros. A teoria da constelação familiar sistêmica, criada pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger, é baseada em três leis denominadas “Ordens do amor”. A primeira: todos têm o igual direto de pertencer; ninguém pode ser excluído de uma família, nem mesmo os bebês abortados. Depois, entende-se que é preciso haver um equilíbrio entre dar e receber em todas as relações. Por fim, existe uma
hierarquia entre os familiares, segundo a qual os mais antigos vêm primeiro. Quando essas regras não são observadas, acredita-se que a vida começa a desandar. “Se não reconhecemos a grandeza dos nossos ancestrais, estragamos nossas vidas, somos pequenos diante dos nossos pais. E se alguém não for lembrado, um familiar vai repetir a história dele por amor”, explicou Simone, com quem a equipe de reportagem participou das constelações em Belo Horizonte. Na sessão seguinte, ela ia constelar uma família do Mato Grosso que precisava discutir herança.
PSICOTERAPEUTA ALEMÃO CRIOU TÉCNICA
Constelado fica observando sentado enquanto outros representam sua vida
A constelação familiar sistêmica foi criada nos anos 80 pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger. Formado também em teologia e filosofia, ele incorporou várias técnicas, inclusive da psicanálise. Após trabalhar na África do Sul como missionário católico, ele entendeu que os antepassados podem influenciar nossa vida, principalmente quando não aceitamos ou negamos parte de nossa história. Hellinger viu que muitas dificuldades e doenças estavam ligadas a membros do grupo familiar. Na técnica, o sistema familiar é usado para formar uma estrutura que transmite e recebe informação.
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COMPORTAMENTO Constelação familiar já é usada na Justiça em Minas RENATA CALDEIRA/ TJMG / DIVULGAÇÃO
VaradeFamília emContagem adotatécnica eTJestudao método,já queprocessos têmfator emocional M u i t a s ações judiciais, principalmente na Vara de Família, têm como pano de fundo um contexto emocional. Quando as situações são levadas às constelações, é muito maior a possibilidade de acordo e de não haver outra judicialização naquela família, segundo os próprios juízes. É uma forma de humanizar as partes do processo inserido na máquina judicial. Um exemplo é um casal que se separa e há uma disputa pela guarda dos filhos. Com a terapia familiar sistêmica, os pais, pela primeira vez, veem os filhos sofrendo. Compreendem, então, o lado do outro e se comovem ao ampliar a percepção do problema, chegando a uma resolução mais profunda para além da justiça (já que a sentença nem sempre encerra um conflito). No primeiro semestre de 2017, as constelações começaram a ser aplicadas experimentalmente nas Varas de Família e Sucessões de Contagem. “A tendência é as partes conciliarem. O que vem para a Justiça são mais que questões jurídicas, são pessoais, afetivas, psicológicas. Quando você consegue resolver o que está como pano de fundo do processo judicial, a resolução é mais duradoura”, defende o juiz Clayton Rosa de Resende, titular da 5ª Vara de Família de Belo Horizonte. Envolvido com a constelação há quase dois anos, ele planeja implantá-la na capital mineira também. No Brasil, as constelações vêm sendo aplicadas em pelo menos 15 tribunais de Justiça estaduais, tendo começado na Bahia, em 2012, com o Joana Suarez
juiz Sami Storch. Foi em uma audiência com o magistrado em Itabuna que Larissa Santos Ferreira, 37, conheceu a constelação. A metodologia a ajudou a encarar harmoniosamente o processo de divórcio, guarda e pensão do filho com o exmarido, processos em que havia muita mágoa. Depois, Larissa passou a constelar individualmente para questões pessoais. “Posso dizer que a constelação me dá raízes, me desafia e me projeta. Não é milagrosa nem é autoajuda. É algo bom de viver”, testemunha. RESSALVA O juiz auxiliar Maurício Pinto Ferreira, da 3ª vicepresidência do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), responsável por projetos inovadores no Estado, ressalta que ainda não há estudos para melhor entender essa técnica. E lembra que ainda não foi feito um “acompanhamento posterior” de quem passou por constelações no Judiciário. Por isso, emenda, o TJMG não teria, por ora, uma posição em relação ao modelo. “Os próprios conselhos regionais ainda não se posicionaram. A gente mexe com o ser humano, é impossível dizer, ainda, se a pessoa sai da constelação pacificada. Estamos estudando, visitando lugares que aplicam a técnica, mas não proibimos nem orientamos os juízes ainda”. Há quem diga, porém, que a constelação sistêmica será a terapia do futuro, por estarmos vivendo tempos em que, quanto mais rápido resolvermos conflitos pessoais ou judiciais, melhor. Muitos promotores, juízes e advogados estão fazendo cursos de constelação. Se for trabalhada em escritórios de advocacia, é possível evitar que os casos cheguem ao Judiciário. “O efeito para
A Constelação começou a ser aplicada em Minas no ano passado, em casos das Varas de Família de Contagem, na RMBH
a Justiça seria imediato”, pontuou Resende. Recentemente, o advogado Frederico Ciongoli deu uma palestra sobre “Constelação Familiar aplicada na Justiça” na Escola Superior de Advocacia da Ordem dos Advogados do Brasil (OABMG). “A ideia é plantar uma semente de mudança de cultura do Judiciário, mudar a mente do advogado competitivo, adversário, e implantar a cultura de pacificação ou de entendimento das partes sem ir para o litígio direto”, ponderou ele, que foi constelado pelo próprio criador do método, o já citado Bert Hellinger. Ciongoli já fez mais de 7.000 constelações nos últimos dez anos e presta consultoria do método na área jurídica desde 2012. Ele aponta que em torno de 80% dos casos são resolvidos. “As partes vão a um consultório para constelar, e o que ocorre é uma reconciliação da alma”, conclui.
INDIVIDUALMENTE Cada constelador desenvolve uma técnica pessoal ao fazer o trabalho. Alguns fazem a constelação completamente oculta, que é o caso da Simone Guimarães. “Faço assim para preservar a cliente e para que os representantes não fiquem sugestionados, já sabendo a questão”, explica ela. “Para quem não quer fazer a constelação com grupos de voluntários, é possível constelar individualmente no consultório, onde são utilizados bonecos e desenhos para representar os familiares. Quem já fez, garante que também há muita energia envolvida. Outro detalhe é que é possível uma mãe constelar para o filho”.
4.000
R$ 200
é o número aproximado de consteladores no país, conforme a Associação Brasileira de Constelações Sistêmicas
é o preço cobrado por grande parte dos profissionais que fazem constelação, mas tem de R$ 100, R$ 300, R$ 600 até R$ 1.500
SAIBA MAIS
Instituto tem 45 turmas em formação O Instituto Imensa Vida já formou 400 consteladores em cinco anos de funcionamento em seis Estados, incluindo Minas Gerais, onde 170 fizeram o curso. Atualmente há 45 turmas em andamento com 700 alunos no Brasil. O primeiro grupo focado no sistema judiciário terminará os módulos ainda este ano. Promotores, juízes, advogados, médicos e psicólogos procuram a formação, que tem duração de 18 meses. A mensalidade custa algo em torno de R$ 400. Muitos vão para conhecer a dinâmica e para autoconhecimento, mas quem quer atuar profissionalmente começa entendendoquenãoéfácilconstelar: é necessário ter sensibilidade para a “leitura do campo”, conseguir perceber os sinais
que os representantes apresentam, montar a constelação de acordo com o problema e o histórico familiar da pessoa e ajudar o constelado a se localizar no sistema. O curso estuda biografia, família, psicologia e meditação, entre outros tópicos. A engenheira Daniela Stuart, 43, quer aplicar a constelação em comunidades de Belo Horizonte para quem não tem condições de pagar. “Vim fazer o curso para me conhecer e encontrei uma condição de amor absoluto”, disse. Ela pede para ressaltar que a palavra “constelação” lembra algo esotérico e gera dúvidas, mitos, mas a tradução correta do método seria “posicionamento sistêmico”.
Crescimento A procura pela constelação e o uso da técnica em diferentes áreas cresceram muito em 2017. “Foi até assustador, no bom sentido”, aponta Frederico Ciongoli, que faz um alerta às pessoas para procurarem profissionais indicados por conhecidos: “Muitos são despreparados, os bons, que têm vocação para constelar, são poucos”. Vulneráveis A técnica já vem sendo aplicada em presídios, para entender a origem do crime. A psicóloga Simone Guimarães é especialista em dependentes químicos, e constelou, por muitos anos, crianças vulneráveis em conflitos com os pais e com a lei. “Os resultados eram surpreendentes”, diz.
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ESPAÇO GOURMET UARLEN VALERIO/26.07.2015
DE BANDEJA I
O campeão da Doce que Seja Doce: bolo da Matilda, feito chocolate 60% com ganache 70% e caramelo belga
JOÃO DICKER/DIVULGAÇÃO
Novos sabores para refrescar A sorveteria Easyice preparou duas novidades para compor seu cardápio de sabores durante o mês de janeiro. Inspirada nas altas temperaturas do verão, a marca apresenta o refrescante sorbet de pêssego (foto), fruta da estação. O sorbet é uma fórmula feita apenas com a fruta e água, resultando uma textura mais granulada e sem gorduras. A outra novidade é o lançamento do sabor pão de queijo com café, que venceu como a melhor opção no concurso “Beagá de um Jeito só Nosso”, criado em homenagem ao aniversário de 120 anos da cidade, celebrado no mês passado.
Não há limites
Ideal para as férias escolares O restaurante Paladino, localizado na região da Pampulha, tem programação voltada para as crianças aproveitarem as férias e curtir os tradicionais sabores de Minas. Cercado por natureza e com espaço kids, o restaurante preparou eventos, como jogos e brincadeiras, nos horários de almoço, de quinta a domingo. Detalhes da programação no www. restaurantepaladino.com.br.
BRENO MAYER/DIVULGAÇÃO
Confeiteiros incrementama receitadoclássico bolodechocolate Quem foi criança nos anos 1990 provavelmente desejou experimentar uma fatia do emblemático bolo do filme “Matilda” (1996), devorado inteiro pelo personagem Bruce, a mando da diretora da escola. Da telona para a vida real, desde 2013 a confeiteira Luana Drumond proporciona a experiência de defrontar-se com uma versão da inspiradora receita na vida real. Antes hospedado no extinto restaurante Belo Comidaria, o Bolo da Matilda – agora oficialmente da Doce que Seja Doce – tornou-se um dos cakes mais famosos da capital mineira, junto a gostosuras como a torta de chocolate com cobertura trufada da Fany Bombons, tradição há 40 anos. Sim, o bolo de chocolate é uma unanimidade. Mas enganase quem ainda pensa que não é possível incrementar ainda mais a iguaria. Cada vez mais, chefs confeiteiros, como Luana, se propõem a criar versões inovadoras da receita, prezando sempre por ingredientes de quaLorena K. Martins
Batata frita para comemorar Para celebrar o Dia Nacional da Austrália, o Outback Steakhouse irá presentear os clientes com uma porção da Aussie Cheese Fries – batata frita coberta com mix de queijos e bacon –, na compra de um prato principal ou entrada. A promoção é válida de 22 a 25 deste mês. Para participar, é preciso acessar o site www.aussieweek.com.br e gerar um cupom. Em tempo: a casa incluiu, no cardápio definitivo, dois sucessos de 2017. Estão de volta o brownie com creme de avelã e o hambúrguer de picanha.
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lidade em todas as etapas da confecção. No caso do Matilda, a receita, que leva o nobre chocolate da Callebaut – uma empresa belga – tanto na massa quanto no recheio, resulta em uma estética “rústica”, porém super atrativa ao olhar. “É um bolo muito simples, com intensidades diferentes de chocolate. Acho que menos é mais, o produto precisa ser mais gostoso do que bonito, sempre”, acredita. “Ele é um bolo fiel e mostra exatamente o que você vai comer”, frisa ela, referindo-se às tentadoras camadas alternadas de chocolate e de caramelo belga. Assim como Luana, a opção por ingredientes de qualidade faz toda a diferença. E, neste caso, quem manda, claro, é o chocolate. Para o chef confeiteiro Lucas Corazza, jurado do programa “Que Seja Doce” (GNT), é um fator é fundamental. Muitas de suas receitas, vale dizer, usam cacau nacional, produzido por fazendas de ponta. A execução do bolo de chocolate não guarda muitos segredos. “O brasileiro criou o hábito de comer bolos bem ‘molhadinhos’ – e até ensopados. Mas prefiro uma boa massa, firme e úmida, feita com cacau, para ficar bem escura. O recheio é uma boa ganache com creme de leite fresco, cremosa e brilhante. Tudo adquire uma mesma textura. E é na mordida que você sente a diferença entre a mas-
O bolo da T Special Cakes é feito com camadas de brownie, recheio de brigadeiro de doce de leite e ganache de chocolate belga
sa e o recheio”, entrega ele, que opta por uma massa com pouca farinha, para obter um bolo denso e aromático, em uma das várias receitas que cria por ano. NOVO PALADAR Conta a história que a parceria entre bolo e chocolate existe desde o século XVII, na Inglaterra. De lá para cá, ganhou variações e também “menos açúcar”, priorizando o sabor mais próximo ao amargo. A chef pâtissière Mariana Correa, da La Parisserie, incrementa a massa com farinha de avelãs e chocolate belga 50%, enquanto o confeiteiro Thiago Caixeta, da T Special
Cakes, trocou uma massa tradicional por uma base de brownie e recheio de brigadeiro de doce de leite. “O amargo com o doce proporciona uma sensação diferente. Também uso sempre uma pitada de sal para realçar o sabor do chocolate e abrir as papilas gustativas”, ensina Thiago. Para Lucas Corazza, o chocolate amargo está ganhando mais espaço no mercado da confeitaria. “O que ainda me assusta são os bolos que concentram muito açúcar, o que sobrecarrega o paladar e impede a apreciação do sabor por completo, inclusive do ingrediente principal, que é o cacau”.
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DE BANDEJA II RECEITA CLOVIS MELLO/DIVULGAÇÃO VICTOR SCHWANER/DIVULGAÇÃO
Gâteau gianduia Experimente, neste sábado
Bolo de chocolate callebaut 50% com farinha de avelãs, ganache giandua e avelãs caramelizadas
Receita da chef pâtissière Mariana Correa, da La Parisserie Ingredientes - Massa: 60g de farinha de trigo 1 colher de café de fermento 50g de farinha de avelãs 100g de açúcar refinado 80g de manteiga sem sal 3 ovos 150g de chocolate 50%
- Ganache: 200g de chocolate gianduia 75g de creme de leite fresco 25g de leite integral - Decoração: 30g de chocolate ao leite 50g de avelãs 25g de açúcar refinado Modo de preparo - Massa: Derreta o chocolate com 5 colheres de sopa de água, e reserve. Derreta
a manteiga e deixe esfriar. Bata os ovos com açúcar até ficar bem fofo. Junte a farinha, o fermento, a manteiga derretida, a farinha de avelãs e o chocolate derretido nessa ordem. Misture bem com uma espátula e asse em forno pré-aquecido a 180ºC, em forma untada, por 45 minutos a uma hora. Espere 5 minutos antes de desenformar. Deixe esfriar completamente antes de decorar. - Ganache:
Aqueça o leite e o creme de leite. Despeje sobre os chocolates e a pasta de avelãs. Misture até ficar homogêneo. Leve à geladeira até começar a firmar. Coloque em um saco de confeitar com bico liso e decore. - Decoração: Faça um praliné com as avelãs e o açúcar. Deixe esfriar e quebre em pedaços grandes. Decore o bolo. Derreta o chocolate ao leite e faça riscos finos sobre o bolo.
A primeira edição da festa After Experimente ocorre neste sábado (20), no espaço Krug Biergarten. A tradicional feira de cervejas artesanais estreia neste ano no mesmo local, a praça Quatro Elementos, no Jardim Canadá, em Nova Lima (MG), a partir das 11h. Já o after será no Krug Biergarten, a 200 m da praça, a partir das 18h. A festa conta com discotecagem dos DJs Antônio Montana, Major & Pretin (Polifonia), além de show da banda de rock Velotrol. Os ingressos podem ser adquiridos por R$ 20 pelo site www.sympla.com.br e, na porta do evento, com valor sob consulta.
Reabertura com novo menu
LUCAS CORAZZA/DIVULGAÇÃO
Após permanecer fechado pelos últimos três anos, o restaurante Escola do Senac (r. dos Tupinambás, 1.038, centro) acaba de ser reaberto, para almoço, sob o comando do chef Luciano Avellar. O local funciona como prática dos alunos de gastronomia do curso e oferece bufê com self-service e opções variadas de pratos. Funciona terça, quinta e sexta, das 12h às 14h30.
BEM BRASILEIRO Priorizando os chocolates nacionais, Lucas Corazza criou o bolo fudge – sobremesa tradicional nos EUA –, com chocolate da Unique, de cacau de origem brasileira.
Novo cardápio vegano
A receita utiliza pouca farinha, mas muitos ovos e manteiga, para deixar a massa bem cremosa.
Clássico X inovadores lo de chocolate – e, nesse caso, por lembrar a infância, o acento da doçura é quase obrigatório. “Os tradicionais ‘bolos da vovó’ sempre terão presença garantida à mesa das famílias, principalmente pelo fato de acionarem a nossa memória afetiva. Afinal, crescemos comendo esses bolos”, analisa a chef. Na Fany Bombons, a torta de chocolate, carro-chefe da casa há anos, combina recheio de brigadeiro à cobertura trufada. Uma delícia. (LKM)
A cobertura generosa de chocolate trufado em volta da torta da Fany Bombons
CAMARADERÍA GASTROBAR/DIVULGAÇÃO
Mesmo apostando em técnicas da culinária francesa, a chef pâtissière Mariana Correa não questiona, em momento algum, o poder da clássica receita do bolo de chocolate com recheio e/ou cobertura de brigadeiro. Mas é fato: a inovação obtida pela exploração de novos sabores – como a prevalência do amargo na receita e as porcentagens de cacau no chocolate – segue sim, em alta. Por outro lado, poucas receitas são tão nostálgicas como o clássico bo-
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Para refrescar a estação, o Camaradería, primeiro gastrobar 100% vegano de Belo Horizonte, reformulou seu cardápio. Os destaques do novo menu são a salada Ice Bowl, que leva gelato frutado de tangerina com manjericão (R$ 23,90) e sanduíches, como o Dia de Sol, natural feito com pão artesanal australiano e salpicão de cogumelos (R$ 22; foto). E para quem gosta de bebidas, entre as novas opções estão os smoothies frutados com abacate e vodca (opcional), por exemplo.
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O duo Anavitória está de volta ao evento
Despedida: O Rappa deve sair de cena
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Poderio: Iza é uma das revelações do momento
PLANETA BRASIL>Festival tem nova edição no sábado (27), com atrações nacionais e internacionais Mais de 30 atrações (nacionais e internacionais), distribuídas em cinco palcos. Transitando por gêneros como o reggae, o hip hop, o pop, a música eletrônica e ritmos latinos dos mais variados, para citar alguns, o festival Planeta Brasil ocupa a Esplanada do Mineirão no próximo sábado (27) prometendo 12 horas de música, a partir do meio-dia. Atrações made in Minas – como Zimun, Graveola e o Lixo Polifônico e Orquestra Atípica de Lhamas – se mesclam a grupos e atrações de outros estados – O Rappa, Mano Brown, Gabriel, O Pensador, Anavitória – e a chamarizes internacionais – caso dos franceses do Phoenix e dos norte-americanos do Soja. Patrícia Cassese
CHEGADAS E PARTIDAS Alguns vêm em clima de despedida: caso d’O Rappa, que recentemente anunciou que vai dar um tempo em suas atividades. “Encerraremos a turnê do álbum acústico em fevereiro”, diz o tecladista Marcelo Lobato. “Faremos shows especiais até o dia 14 de abril, quando ocorre a última apresentação no Rio de Janeiro. Se voltarmos a tocar juntos, será com um olhar mais maduro e respeitoso em relação ao nosso trabalho. Para realmente valer a pena”, promete ele, lembrando que os integrantes já vêm desenvolvendo projetos paralelos há algum tempo. “Eu, por exemplo, tenho a mi-
Caldeirão sonoro nha banda, Afrika Gumbe, e o estúdio Jimo, onde venho produzindo bastante coisa. Xandão pretende passar um tempo fora do país. O Lauro investe em produções em seu estúdio, e Falcão deve lançar um disco solo pela Warner”, revela Lobato. Sobre a trajetória d’ O Rappa, o músico avalia que o repertório do grupo não ficou datado. “Falamos de coisas que acreditamos e que têm a ver com a vida das pessoas, de forma geral. Acho que, antes de mais nada, o som tem que satisfazer o nosso apetite, e aí sim, se tiver consistência...E é um privilégio ter essa liga com tanta gente”, admite. As meninas do Anavitória, por seu turno, brindam o fato de estarem mais uma vez no line-up – ano passado, elas também estiveram no evento. “Já começamos o
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Os franceses do Phoenix, uma das atrações internacionais
ano trabalhando e estamos superanimadas”, diz Ana Clara, com a anuência de Vitória Falcão, que emenda. “O público mineiro consome muita cultura, é muito massa”. A moça, aliás, voltou ao visual cacheado, após uma experiência relâmpago com dreads. “Foi para o Ano-Novo, gostei muito, mas já estou com o cabelo de sempre”, diverte-se. Ainda sobre o show em Minas Gerais, Ana afirma que, apesar de a participação da dupla estar inserida em um festival, o tempo reservado a elas (cerca de uma hora) é similar ao do show regular. “Assim, uma coisa ou outra vai sair (do repertório), mas dá para mostrar muita coisa”, brinda, para finalizar com um elogio ao Estado. “A gente se sente em casa, aí. É como se as pessoas daí tivessem abraçado a gente”.
PRODUÇÃO Igor Campolina, sócio-diretor da SleepWalkers Entretenimento, conta que a expectativa é que o evento atraia algo em torno de 25 mil pessoas. Quanto ao line-up, ele explica que a diretriz sempre é a do fomento, “trazendo bandas e DJs que estão crescendo agora”. Ao mesmo tempo, ele reitera o compromisso de inserir alguns medalhões. Mesmo assim, tentando fugir do óbvio. “Este ano, por exemplo, Criolo e Mano Brown se juntaram para o lançamento de um show que, na sequência, vai entrar em turnê. Ou seja, é uma produção inédita”, observa. No cômputo geral, ele enfatiza o desejo de contemplar a diversidade que pauta a produção musical brasileira, “do rock à música eletrônica, passando por bandas autorais mineiras – uma das pro-
PB/DIVULGAÇÃO
Criolo se une a Mano Brown para um show inédito
postas nossas é fomentar as bandas regionais. No caso da música eletrônica, a cena nunca esteve tão forte, e, no evento, temos o Vintage Culture encabeçando esse movimento e outros DJs. No geral, a ideia é essa: não é reunir um monte de banda que todo mundo conhece, e sim possibilitar, ao público, a experiência de conhecer novos trabalhos”. Um dos expoentes da música mineira autoral que foram convocados pelo festival é o grupo Zimun, que, no final do ano passado, lançou seu segundo disco, “Sobre o Bom Senso e o Senso Comum”. “Posso dizer que 70 a 80% do show vão ser das músicas do novo disco”, conta Edgard Zedig, um dos integrantes, lembrando que a apresentação terá estimados 90 minutos. “São músicas como ‘Na Memória’, ‘Trilha Sonora’ e ‘Máquina do Ontem’. Além de ‘Simples Verdade’ e outras, de trabalhos anteriores”, especifica ele, lembrando que participar do evento também é uma oportunidade para o grupo assistir “a muita gente massa no mesmo palco”. Em tempo: o Planeta Brasil também traz food market, lounges e espaçode arte. Paracompra de ingressos, estão disponíveis três setores: pista, pista Premium e camarote Land Spirit Open Bar Premium.
> 7º Planeta Brasil
Esplanada do Mineirão (portão Sul). Sábado (27), a partir das 12h. Ingressos a partir de R$ 130. sympla.com/planetabrasil
HIROKI NISHIOKA/DIVULGAÇÃO
Soja: ‘soldados’ em prol da causa reggae pela via sonora
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MÚSICA Sua excelência, o bandoneón Rufo Herrera é uma referência quando o assunto é o bandonéon. Aos 84 anos, o argentino (nascido em Córdoba, mas radicado desde 1963 no Brasil) já soma mais de sete décadas dedicadas ao instrumento que, criado por um alemão, encontrou terreno fértil para reverberar na região sul do país e nos vizinhos banhados pelo rio da Prata, por conta do fluxo migratório gerado a partir da Europa, no final do século XIX e início do passado. Do alto de seu virtuosismo, o afável artista compõe a programação musical do Verão Arte Contemporânea (VAC) com um concerto que, na verdade, oferece ao público o resultado sonoro da junção de três bandonéons. “Variacões Ad Libitum”, a mais recente obra de Herrera, também convida ao palco os instrumentistas Otto Hanriot e Francisco Cesar. A apresentação será no Memorial Minas Gerais Vale, na próxima quinta (25), com entrada franca, mediante distribuição préPatrícia Cassese
via de botons. A obra é composta de uma maneira semialeatória: os motivos musicais podem ser combinados entre os três instrumentistas de uma maneira quase infinita – daí o título, posto que o termo em latim “ad libitum” significa algo como “a bel prazer”. “Cada apresentação pode ser diferente, são módulos que podem ser combinados de forma distinta”, destaca. A apresentação terá como convidada especial a soprano Isabella Santos e conta com o suporte de projeções de Lucas Morais. Além da composição citada, o roteiro agrega obras de nomes como Astor Piazzolla. BOM MOMENTO Rufo Herrera conta que a obra “Variações Ad Libitum” foi considerada oficialmente concluída em setembro último. “Na verdade, comecei a trabalhar sobre ela no início do ano passado, mas, como tive um problema na vista, foi necessário dar um tempo para me dedicar ao tratamento. Atrasou um pouco”. Entusiasmado, o músico argentino fala sobre o bom
Qui. 25.jan.
GUILHERME MACHALA/DIVULGAÇÃO
Trio
Rufo Herrera, ao lado der Otto Hanriot (esq.) e Francisco César (dir.) momento que o instrumento vem vivenciando na Europa – não sem antes retomar a própria trajetória do bandonéon, cujo nome, aliás, deriva do alemão Heinrich Band (1821-1860), um de seus aperfeiçoadores. “Sua primeira função era acompanhar corais nas igrejas”, esclarece. Mais tarde, lembra Rufo, os ventos da industrialização na Alemanha fizeram com que o custo fosse barateado, tornando o instrumento mais acessível. Entre o final do século XIX e início do século passado, a
imigração alemã para Argentina fez com o bandonéon angariasse sucesso por lá, tornando-se, num segundo momento, o instrumento referência do tango. No curso do século XX, no entanto, o próprio tango passou por um momento de declínio, retomando fôlego com as inovações implementadas por Astor Piazzolla (1921-1992). “Piazzolla e Alejandro Barletta (1925-2008) contribuíram para o instrumento evoluir para outra linguagem, a de concerto, o que
fez com que várias portas se abrissem”, narra Herrera, acrescentando que, atualmente, são vários, os conservatórios europeus que estão oferecendo cursos de bandoneón, em países como França, Japão ou Holanda. “Então, essa obra (“Variações Ad Libitum”) vem motivada pelo próprio ressurgimento do bandoneón”. Rufo Herrera também ressalta a importância de se ter obras escritas para o bandonéon. “Entre os compositores da minha geração, por exemplo, o único que teve
Berimbaus melódicos A fórmula do sexteto de berimbausé um estudodo músico norte-americano Gregory Beyer sobre o arco musical e suas possibilidades de experimentação timbrísticas e harmônicas. Suas pesquisas culminaram em um trabalhoexperimental intitulado “MeiaMeia” e ganharam registro em um disco – que está na lista de concorrentes do Grammy para os indicados na categoria Best World Music em 2018. Em 2015, Beyer veio ao Brasil para lecionar uma disciplina na Escola de Música da UFMG, desenvolver seus estudoscomoberimbauharmônico e aprender as tradições da capoeira. Agora, dando continuidade às lições do mestre, seis músicos mineiros que trabalharam com Beyer apresentam o espetáculo de MeiaMeia, na programação do VAC, no próximo domingo (28). O grupo formado pelos mineiroslevaonomedoprojeto iniciado por Beyer nos Estados Unidos (Arcomusical), o Arcomusical Brasil é
composto por Natália Mitre, Daniela Oliveira, José Henrique Soares, Rafael Matos,Mateus Oliveira e Breno Bragança. Os músicos foram alunos de Beyer na UFMG e também orbitam os espaços da música popular de Minas Gerais, tendo outros trabalhos que vão além da música de câmara. “Queremos inserir mais elementos da música brasileira nesses estudos. A pesquisa do Greg não olhava para os gêneros brasileiros. Essa é uma marca que queremos trazer paraofuturodogrupo”,ressalta a musicista Natália Mitre. Para compor o concerto, os instrumentos são modificados, além da afinação e dos elementos elétricos, o grupo explora a posição da cabaça, colocadaquasenomeio do berimbau para alterar as relações de proporção e métrica. O aspecto rítmico não poderia ser deixado de lado, e contrariando os dogmas da música de câmara, os músicos se permitem ser levados pela dança e pelos estímulos do som do arco. “Cada berimbau tem a responsabilidade indivi-
Dom. 28.jan.
ALEX MARIANO/DIVULGAÇÃO
editora foi Piazzolla. Assim, obras de vários autores feitas para o bandonéon não foram editadas. Há, claro, obras editadas que não foram escritas para bandonéon, mas transcritas. Por isso, com esse ressurgimento, considero que é preciso produzir material”, advoga. Ele também cita o advento da internet como um facilitador para a divulgação dessas obras. “É diferente: antes, a composição ia para a gaveta mesmo, e muitas vezes a família (do autor) não se interessava (em editar). O fato é que hoje existe a internet, então, não preciso me preocupar com editora. Eu gravo e já posso disponibilizála, e é justamente isso que vai acontecer com ‘Variações’. Esse concerto, aliás, já está gravado em vídeo, só falta editar. E, assim que isso concluir essa etapa, vai para o meu site”, anuncia.
> Rufo Herrera
Programação do Verão Arte Contemporânea Memorial Minas Gerais Vale (praça da Libertade, 640, funcionários). Dia 25 (quinta), às 19h. Entrada franca. *Retirar boton uma hora antes do evento, limitado a um boton por pessoa.
sábado (20) ALCIONE Sucessos da carreira da cantora. Bailão Venda Nova (Av. Elias Antônio Issa, 115, Letícia). Às 22h. A partir de R$ 40 (pista)
O repertório da apresentação no CCBB traz além das peças de MeiaMeia, composições dos integrantes José e Mateus e uma versão letrada por Rafael Calaça da peça de Beyer “Duo de Berimbaus”
PENHA NO TAMBOR Show de Claudia Manzo e Belisário Tonsich. Tambor Mineiro (rua Ituiutaba, 339, Prado, 3295-4149). às 20h. R$ 20 (inteira)
PLUTÃO JÁ FOI PLANETA Banda indie potiguar apresenta repertório de seus dois discos. A Autêntica (r. Alagoas, 1.172, Savassi). Às 22h. A partir de R$ 20 (antecipado, pelo sympla.com.br)
STRIKE Turnê de despedida. Music Halll (av. do Contorno, 3239, Santa Efigênia). Às 22h. A partir de R$ 70 (primeiro lote, inteira)
domingo (21) dual e como tododa melodia, algo muito comum na percussão e na música de câmara. Prezamos muito pela dança, pela troca de olhares e pelo formato de roda de capoeira para termos mais liberdade de passar o som e nos divertir”, pontua a percussionista. Hipnotizado pelo toque do instrumento em uma loja de percussão em Nova York, Beyerencontrouumjovem tocando o arco e, ao conversar com ele chegou ao nome do mestre Naná Vasconcelos e o álbum “Saudades” (1980). Encantado pelo som que saía
da cabaça, Beyer dedicou-se a destrinchar a obra de Naná e teve aulas com o mestre brasileiro Cabello, nos EUA. O desafio de tocar do seu próprio modo resultou na composição de peças únicas com instrumentos elétricos de afinações distintas, apresentandoumasinfonia detimbres de berimbaus melódicos, em um formato que lembra a música de câmara e canções pop.Em 2016,o grupo formado pelos estudantes da UFMG apresentou seu repertório desenvolvido por Beyer e seus alunos, na Fisrt Bow Music
Conference, uma conferência de berimbaus, na cidade de Durban, na África do Sul. “O festival reuniu músicos populares e pesquisadores. A maioria foram apresentações que usavam o toque tradicional do arco musical, mas também haviamvárias outras linhas de experimentação”, lembra. (João H. Motta/Sob Supervisão de Jessica Almeida)
>
MeiaMeia
Concerto de berimbaus do Arcomusical Brasil. CCBB (pça. da Liberdade, 450, Funcionários). Dia 28 (domingo), às 19h. R$ 20 (inteira)
DESERTO ELÉTRICO Edição celebra dois anos do festival com Hammerhead Blues (SP), Aura (RJ) e Ammonia Kush (MG). REC Music Bar (av. Getúlio Vargas, 809, Savassi). Às 16h. R$ 15
SOUL NO DIA DE DOMINGO Homenagem a Tim Maia com A Coisa, Toninho Black e Branca de Neve. Matriz (r. Guajajaras, 1.353, centro). Às 16h. R$ 10
terça (23) COLABHORASOM #6 Uma amostra da música que está sendo feita na grande BH com Manu Dias, Octávio Cardozzo, Sol Bueno e Cassiano Luiz. A Autêntica (r. Alagoas, 1.172, Savassi). Às 20h. Entrada gratuita
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MÚSICA Rap que põe o dedo na ferida Com mais de 20anos deestrada, a banda Julgamento viu a cena do rap de Belo Horizonte nascer discreta e tímida, e, resiliente, ir aos poucos se consolidando. “Somos de uma época em que muitos artistas faziam seus próprios eventos, por não haver espaços... De um tempo em que muita gente não entendia o que era o rap”, lembra o rapper Roger Deff, um dos membros do grupo. Hoje, o cenário é indiscutivelmente outro. Aliás, é difícil falar da capital mineira sem ressaltar a relevância do hip hop na construção de sua identidade. E é nesse novo contexto que a banda lança o álbum “Boa Noite”. O show que apresenta oficialmente o terceiro projeto fonográfico do Julgamento acontece dentro da programação do Verão Arte Contemporânea (VAC), na próxima sexta (26). Recheado de participações, “Boa Noite” é um traAlex Bessas
balho contundente, no qual o grupo mineiro escancara sua leitura sua sobre o período entre o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff até os idos do ano passado. “O ‘Boa Noite’ já nasceu em um contexto de golpe, no ano de 2016, que foi uma época muito difícil para todos.
Sex. 26.jan.
Ninguém entendia exatamente o que estava acontecendo e quem bateu palma não demorou para se arrepender e entender que aquilo significou uma ruptura muito séria para o país”, analisa o rapper. A primeira faixa do álbum, aliás, traz recortes de programas jornalísticos de en-
Julgamento lança seu terceiro trabalho, o CD “Boa Noite” na programação do VAC
tão. “A mídia assumiu um lado e foi um agente político ativo nesse processo”, critica. Mas não só sobre um cenário político nebuloso canta o Julgamento. “É um trabalho que tem um caráter de contestação muito forte, que traz a nossa narrativa, mas, ao mesmo tempo, tem algo de oti-
mista, pois falamos do que vivemos nesse tempo todo e lembramos que temos que caminhar juntos para criar um novo espaço, criar novos horizontes, em um sentido coletivo, sempre”, arremata Deff. A pulsão coletivista é tamanha e de tal forma identidade do grupo, que já se apre-
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senta no número de convidados. Da banda, “Boa Noite” conserva basicamente a mesma formação do último trabalho do Julgamento, o disco “Muito Além” (2011), que coincidentemente também foi lançado dentro da programação da edição do VAC de 2012. Lá estão Roger Deff, Ricardo HD, e VOZ Khumalo (MCs), Helder Araújo (guitarra), Luiz Prestes (baixo), Giffoni e Tobias (toca-discos). Acontece que, além deles, mais 11 vozes integram o CD: BNegão, Tamara Franklin, Kainná Tawá, Ohana, Monge MC, Michelle Oliveira, Marcelo Veronez, Dokttor Bhu, Shabê, Gurila Mangani, Igor Carpe Diem e X Câmbio Negro. Necessário registrar que, com exceção de X, todos estarão presentes no show de lançamento da próxima sexta.
> Julgamento
Show de lançamento do CD “Boa Noite” Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, 1.377, centro, Parque Municipal). Dia 26 (sexta), às 20h. Entrada gratuita. Ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência.
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ARTES CÊNICAS Mergulho na relação humana Uma piscina olímpica, um insólito buraco no meio de uma velha casa e um mergulho. São esses elementos e essa ação que guiam, poeticamente, o espetáculo de lançamento do Novo Coletivo de Teatro, capitaneado pelos atores AndréSenna eBruno Figueroa. Juntas,essas figurascênicas representam tanto a possibilidade quanto o receio de encarar a vida e traz “uma investigação nas profundezasdasrelações humanas”, como explica Rita Clemente, que assina a concepção, dramaturgia e direção de “Mergulho”, montagem que tem estreia na próxima quarta (24), no CCBB. “Com o coletivo, o objetivo é trabalhar com artistas convidados, com aqueles com quem temos afinidade”,explica Senna,lembrando que além de Rita, a peça conta com a participação da atriz Flávia Pyramo. Alex Bessas
HISTÓRIA Na peça, a narrativa parte de uma alegoria para, a partir de uma mistura de passado, presente e futuro, criarumasensaçãodeidentificação com o público.
Acontece que um buraco aparece, inesperadamente, no meio da casa onde vive Márcia, personagem de Flávia, no dia de seu aniversário. Énessadata, pois,queelarecebe a visita do irmão, Luiz, vivido por Senna. Ele tenta convencê-la a vender a casa, que pertenceu a seus pais. Para além do momento presentedotexto,existea relação anterior dos dois irmãos, que não é encenada na obra: na infância, sua família instalou uma piscina olímpica na casa, a fim de dar aos filhos a pretensão de serem campeões de natação. Mas um acidente causa uma cisão entre eles. Luiz segue sua vida, indo morar fora depois da morte da mãe,enquanto Márciapermanece no lugar. “Estas são imagens invertidas: uma piscina cheia e um buraco por onde passa um vazamento.Háumaligação direta entre os dois elementos. A partir dela, tive maiores possibilidades de tratar questões dos dois personagens, para que pudessem ser mais amplas que apenas a relação conflituosa entre dois irmãos”, pontua a diretora. Entre os dois, há ainda a figura insólita de um bombeiro, o vizinho Hélio, interpretado por Figueroa, que pode reve-
lar o que provocou o buraco no interior da casa. “Por fim, esse buraco, que parece trágico, ligado ao obscuro, ao abismo, vai se revelar a possibilidade de aprofundamento, de mergulhar na vida”, acrescenta Rita. Sennaexplicaqueospersonagens têm características bem suas. “O espetáculo gira em torno da relação entre os irmãos, que têm escolhas diferentes, mas guardam passado comum e sentimentos comuns, que se cruzam nessa história”, diz ele. “Existeumcontrapontoentreeles,enquanto elesai decasa etrabalha, ganhando a vida como se espera numa capital, mas passa a vida tomando remédios, ela permanece o dia em casa, fazendo artesanato e é tida como louca”, detalha. Partindo dessa perspectiva, há uma “crítica à medicalização e ao medo de encarar a vida como ela é, cheia de imperfeições em sua completude”, examina Rita. Afinal, comojádecretouGuimarães Rosa, lembra a diretora, “o que a vida quer da gente é coragem”.
estreia 24.jan.
TIAGO NUNES/DIVULGAÇÃO
> Mergulho
CCBB (praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Dias 24 (quarta) a 27 (sábado), às 19h. R$ 20 (inteira).
Com alegorias sobre relação entre irmãos, peça marca a estreia do Novo Coletivo
A arte de desconstruir dogmas Dom. e seg. 21 e 22.jan.
FERNANDA ABDO/DIVULGAÇÃO
Em cena: Laia Cia. de Danças Urbanas volta a cartaz dentro da programação do VAC
O conceito de desconstrução norteia “Nada Mais É”, segundo espetáculo da Laia Cia. de Danças Urbanas. Na verdade, o título já espraia o direcionamento dramatúrgico, que coloca em discussão alguns dos pilares do establishment, como o machismo, as crenças religiosas – no que se refere a dogmas que tentam cercear a liberdade – e o racismo. Depois da estreia oficial, na Funarte MG, em setembro do ano passado, a montagem volta a ser apresentada na capital mineira, agora dentro da programação do Verão Arte Contemporânea (VAC), neste domingo (21) e na segunda (22). Diretor da companhia, Victor Alves conta que o espetáculo começou a ser esboçado em meados de 2016, quando a Laia já vinha de uma estreia bem repercutida, com “Sapiência”. Tendo a definição de desconstrução como a espinha dorsal do trabalho, a tessitu-
ra da montagem foi iniciada com rodas de conversa nas quais os próprios integrantes voluntariamente se submeteram a um processo de autodesconstrução. “O que, naturalmente, fez emergir atritos. Somos pessoas – e sim, o machismo, por exemplo, estava presente na companhia, não vou falar que não. Daí, fomos tentar conhecer mais a fundo as questões levantadas pelo feminismo. Da mesma maneira, tocar no tema religião não foi fácil – um dos componentes é cristão, por exemplo. Portanto, foi um assunto delicado. O processo teve, sim, seus momentos de dificuldade”, admite Victor. Ele frisa que a Laia Cia. é um grupo de danças urbanas e, coerentemente, o próprio universo da street dance, em particular, o hip hop, entrou no rol de questionamentos. Sobre as novas apresentações, Victor diz: “Vale dizer que, para a gente, é quase uma quebra de paradigmas
levar esse espetáculo a outros espaços (que não as ruas)”. ORIGEM Laia surgiu de um grupo de estudos formado em 2013, com alunos de Victor, então no curso de danças urbanas do Centro de Cultura Nansen Araujo – Teatro Sesiminas. O nome remonta à ideia de coletividade. “A partir da expressão ‘da sua laia’, que, embora em algumas situações seja empregada de forma pejorativa, para a gente traz outro sentido”, argumenta. Depois da participação no VAC, “Nada Mais É” deve circular pelo projeto Canela Fina, que prevê a circulação de projetos ligados à cultura hip-hop nas periferias da capital mineira.
> Nada Mais É
Programação do Verão Arte Contemporânea 2018 CCBB (praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Nestes domingo (21) e segunda (22), às 19h. R$ 20 (inteira).
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ARTES CÊNICAS Janelaparagrandesepequenos Princesas aprisionadas em castelos, fadasmadrinhas, bruxas horripilantes? A adolescente nerd humilhada pela garota popular do colégio? Não, nada disso. A edição do Janela de Dramaturgia que volta a cartaz no próximo fim de semana (dias 27 e 28), dentro da programação do Verão Arte Contemporânea (VAC), propôs uma reviravolta nas narrativas para crianças e adolescentes: autores da capital mineira escreveram textos dramatúrgicos para esse público com um novo viés. Elementos fantásticos foram deixados de lado e questões consideradas polêmicas para a juventude, como o divórcio e a morte, ganharam destaque. No decorrer dos dois dias, sete textos que levam a assinatura de importantes figuras do teaLara Alves (*)
tro mineiro, entre eles Cris Moreira e Raysner de Paula, serão lidos para o público com intervalos a cada hora de leitura. “Nesta última edição do Janela, nós entendemos que o universo da criança e do adolescente é tão vasto e complexo quanto o do adulto. Reduzi-lo é muito empobrecedor. Os temas que apareceram em textos são tabus mas, na verdade, fazem parte da vida deles, são discussões que envolvem, por exemplo, as questões de gênero na juventude”, explica um dos fundadores do projeto, Vinícius Souza. Desde 2013, o Janela de Dramaturgia tem presença cativa nas edições do VAC. Para Vinícius, a oportunidade de reapresentar os textos do ano anterior permite que os autores testem as alterações feitas nas peças ao longo do tempo, além de oferecer ao público outra chance de conferir as produções. “Voltar com essas lei-
Sáb. e dom. 27 e 28.jan.
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vante e que tivesse uma temática pouco abordada nesse universo. Como eu estava passando por um processo de separação no ano passado e tenho um filho que já tem oito anos, pensei em como falar para ele sobre este assunto”, explica Cris. Aliás, o texto da autora se propõe a quebrar os padrões de amor romântico dos contos de fada. “O texto aborda de uma forma leve a separação, dizendo para as crianças que alguns relacionamentos terminam, mas a amizade pode continuar. O amor se modifica e continua de outra forma”, pontua a escritora.
Janela
Depois de realizar a leitura de textos no VAC, o projeto prepara a edição 2018
turas é uma oportunidade para quem não pôde assistir e para quem quer assistir de novo. E é mais um momento que os autores têm de testar aquilo que eles modificaram no texto, ter uma nova experiência, desta vez no palco”, pondera
Vinícius. FELIZES PARA SEMPRE? Como conversar com as crianças sobre o divórcio sem provocar sofrimento? Mergulhada neste dilema, a dramaturga Cris Moreira
– do Coletivo Os Conectores – inicia essa reflexão a partir da história de uma menina que, para entender o divórcio dos pais, dialoga com uma tartaruga. “Quando eu recebi o convite do Vinícius, quis escrever um texto que fosse rele-
* Sob supervisão de Jessica Almeida
Janela de >Dramaturgia no VAC Leitura dos textos produzidos para a edição de 2017 do projeto. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Dias 27 (sábado), às 14h; e 28 (domingo), às 15h. Entrada gratuita.
#FICAADICA NAUM PRODUÇÕES/DIVULGAÇÃO
dupla de 6 Apresentação teatro no Galpão Cine Horto Entre os dias 25 e 28 de janeiro, o Coletivo Impossível, sob direção de Rogério Lopes, apresenta os espetáculos “A Cerimônia” e “Os Negros” (foto), em sequência. O primeiro conta as peripécias de Jerônimo e Vicente em suas fantasias de se tornarem grandes atores; já “Os Negros” transforma o palco em um tribunal onde uma corte composta por brancos julgue os crime supostamente atribuídos a negros Onde Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3613, Horto, 3481-5580) Quando De 25 a 28, às 19h Quanto R$ 20 (inteira).
HUGO HONORATO/DIVULGAÇÃO
de Teatro de 6 Festival Bonecos embala as férias Com produção e direção do Grupo Girino, o Festival acontece no Boulevard Shopping e traz, além de apresentações, oficinas para o público infantil. No sábado, o grupo apresenta “O Pequeno Príncipe de Papel”, uma peça inspirada nas aventuras do Pequeno Príncipe. Para encerrar, no domingo, as crianças podem participar da oficina gratuita “Teatro de Papel”. Onde Piso 3 do Boulevard Shopping (av. dos Andradas, 3000, Santa Efigênia) Quando Nestes sáb. (20) e dom. (21), a partir das 16h30 Quanto Entrada gratuita
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ARTES CÊNICAS teatro adulto
TIAGO PEREIRA/DIVULGAÇÃO
GISBERTA Dir. Renato Carrera Com Luis Lobianco A obra mistura política, história e poesia para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, em Portugal, após ser torturada por um grupo de 14 menores de idade. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Sex. a seg., às 20h. R$ 20 (inteira). Até 5/2.
COMO SE LIVRAR DAS DÍVIDAS EM 12 HILÁRIAS PRESTAÇÕES Dir. Carlos Nunes Com Thiago Comédia Um espetáculo sobre limites do cheque especial, juros do cartão de crédito e cheques pré-datados para conseguir fiadores e quitar contas. Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Neste sáb. (20), às 21h; dom. (21), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).
teatro infantil E SE O MUNDO FOSSE UMA GRANDE BRINCADEIRA DE CRIANÇA? Dir. Érica Lima Com Real Fantasia Oito adultos se encontram numa reunião do Grupo Antiestresse. Eles não sabem, mas são muito engraçados e precisam perceber isso. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Ter. (23), às 15h. Entrada gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível.
OSQUILIBUM Dir. Rodrigo Robleño Com Cauê Salles e Juliana Palhares Dois amigos decidiram brincar de trem e, entre malas, malinhas e maletas, vão seguindo os trilhos da imaginação. Teatro de bolso do Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste sáb. (20), às 16h; dom. (21), às 11h. R$ 12 (inteira).
OS SALTIMBANCOS Dir. Diego Benicá Com Anderson da Mata, Daniela Cassimiro, Efigênia Marya Quatro animais formam um conjunto musical depois de se encontrarem numa estrada fugindo de seus patrões por maus tratos. Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Sex. a dom., às 16h. R$ 40 (inteira). Até 28/1.
campanha de popularização do teatro e da dança teatro adulto 10 MANEIRAS INCRÍVEIS DE DESTRUIR O SEU CASAMENTO Dir. Sérgio Abritta Com Marcelo Prosdocimi, Edgar Quintanilha e Luiza Santos Quatro atores interpretam 31 personagens e mostram 10 maneiras de acabar com uma relação amorosa. - Teatro Monte Calvário (av. do Contorno, 9384, Prado, 3045-5210). Neste sáb. (20)., às 20h; dom. (21), às 18h. R$ 15 (postos Sinparc). - Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1600, Lourdes, 3014-5382). Sex. (26) e sáb. (27), às 20h; dom. (28), às 18h. R$ 15 (postos Sinparc).
60 PRA RIR – DOIS É DEMAIS Dir. Christiano Junqueira e Leandro Nassif Com Christiano Junqueira e Leandro Nassif Improvisação com diversas formas de humor reúne esquetes elaboradas por dois humoristas.
Com Ricardo Batista, Emília Marcílio e Carla Duque Em um leilão, tipos de homem ideal são apresentados. - Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Ter., qua. e qui., às 20h30. R$ 17 (postos Sinparc). Até 1°/2.
COMO SOBREVIVER EM FESTAS E RECEPÇÕES COM BUFFET ESCASSO
Amauri Reis celebra seus 35 anos de carreira com o espetáculo “Boa Noite, Cinderela” Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia). Neste sáb. (20), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).
ABSURDO! Dir. Thiago Comédia Com Thiago Comédia e Thiago Neuhaus O ator interpreta oito personagens que contam suas histórias, inspiradas no nosso dia-a-dia. Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Sex. (26) e sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).
A COMÉDIA DAS REDES SOCIAIS Dir. Marco Amaral Com Glauber Cunha, Nilo Faustino e Nikolas Ramos Aborda as diversas situações do cotidiano em torno das redes sociais por meio de esquetes. Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1600, Lourdes, 3014-5382). Qui. (25), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc).
A EMPREGADA QUASE PERFEITA Dir. Juliano Maia Com Carlinhos Brasil, Bruno Alexander, Rafael Landim Um casal resolve contratar uma empregada através de uma agência. A situação esquenta quando a empregada recorda que o patrão é um antigo namorado. - Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000) . Neste sáb. (20), às 21h; dom. (21), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). - Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Seg. (22) e ter. (23), às 20h. R$ 17 (postos Sinparc).
anos conta sua maravilhosa experiência sexual. Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000). Sex. e sáb., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). De 26/1 a 3/2.
ACREDITE, UM ESPÍRITO BAIXOU EM MIM Dir. Sandra Pêra Com Ilvio Amaral, Maurício Canguçu, Carolina Cândido Um homossexual assumido, inconformado com a própria morte, foge do céu para viver novas experiências e acaba incorporando num machista radical. - Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Qui. a sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1. - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Seg., às 20h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 29/1.
ALTOS E BAIXOS Dir. Ílvio Amaral e Maurício Canguçu Com Bruno Albertini e Marino Canguçú Dois amigos se encontram para falar das vantagens e desvantagens de ser alto demais ou baixo demais. Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Sex. e sáb., às 19h; dom., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
Até 28/1.
ATÉ QUE A SOGRA NOS SEPARE Dir. Diney Vieira Com Josh Oliveira, Cauan Miller, Camila Camanzi Casados desde o primeiro ano da faculdade, o biólogo Beto e a atriz Bia enfrentam a primeira grande crise no casamento e precisam superar a visita da mãe dele. Teatro da Maçonaria (av. Brasil, 478, Santa Efigênia, 3213-4959). Qui. a sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.
ATÉ QUE O FACE OU ZAP ZAP NOS SEPARE! NOS UNA OU NOS MATE! Dir. Emília Marcílio Com Bruno Félix e Dannyelle Gama Um casal tem a vida virada de cabeça para baixo depois de deixar cair na internet acontecimentos do passado. - Teatro Izabela Hendrix (r. da Bahia, 2020, Lourdes, 3292-4405). Sex. e sáb., às 19h; dom., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2. - Espaço Alternativo Itaú Power Shopping (av. General David Sarnoff, 5160, Cidade Industrial, Contagem, 3329-3005). Ter. (23) e qua. (24), às 20h30. R$ 17 (postos Sinparc).
BOA NOITE CINDERELA AMOR DE SALTO ALTO Dir. Daniel Lima Com Barbara Nunes e Edmilson Magnum Na angústia de esperar seu pretendente, uma mulher grita pela janela do apartamento e acaba atraindo o vizinho. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Neste sáb. (20), às 21h; dom. (21), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc).
Dir. Inês Peixoto Com Amauri Reis Bancário cinquentão e bailarino clássico amador, homem acorda três dias após conhecer um rapazote na boate em casa, sozinho e sem coragem de acionar um socorro. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Qui. a sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
A MORTE BATE À SUA PORTA Dir. Wesley Marchiori Com Nilo Faustino, Bruno Righi, Glória Petinelli Em uma noite, um homem recebe uma visita inusitada da morte e tenta negociar com ela sua permanência na Terra. Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8902, Santo Agostinho). Sex. (26) e sáb. (27), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc).
A VOVÓ EM: VAMOS FALAR DE SEXO! Dir. Amauri Reis Com Renato Millani De maneira divertida a vovó de setenta
AS BARBEIRAS Dir. Freddy Mozart Com Penélope Fonanta, Renato Millani, Rafael Neves Afundadas em dívidas, três amigas abandonam o comando do salão de beleza e passam a administrar uma barbearia. - Espaço Alternativo Itaú Power Shopping (av. General David Sarnoff, 5160, Cidade Industrial, Contagem, 3329-3005). Qui. (25), às 20h30. R$ 17 (postos Sinparc). - Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).
CERTOS RAPAZES - O NOSSO AMOR A GENTE INVENTA
Dir. Carlos Nunes Com Carlos Nunes, Douglas Gonzales e Marcos Khass O ator ensina alguns truques para que a plateia não passe por situações desagradáveis em recepções com pouca comida. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Qui. a sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
DDD: DELEITE, DEPOIS, DELETE Dir. Jair Raso Com Matilde Biadi, Heloisa Duarte e Juçara Costa Uma história sobre três irmãs na terceira idade que vivem às voltas com a nova era da internet. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Qui. a sáb., às 20h; dom., às 19h. Até 28/1.
DE BÊBADO E DE LOUCO TODO MUNDO TEM UM POUCO! Dir. José Márcio Corrêa Com José Márcio Corrêa, Alberto Carvalho, José Geraldo Leite O espetáculo retrata com graça situações do cotidiano. Teatro do NET (r. dos Timbiras, 1605, Lourdes, 3222-1010). Sáb., às 18h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 27/1.
DOIS CASAIS EM MAUS LENÇÓIS Dir. Roberto Freitas Com Amanda Papatella, Bruno Righi, Kainan Ferraz Jair planeja uma viagem com o objetivo de trair sua esposa, porém não imagina que ela também está louca para que ele saia de casa. Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8902, Santo Agostinho, 3337-6055). Sex. e sáb., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 27/1.
FRAU AMÁLIA FREUD Dir. Pádua Teixeira Com Beth Grandi À beira da morte, Amália repassa sua vida e a relação com seu filho, Sigmund Freud. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Sex., sáb. e dom., às 20h30. R$ 13 (postos Sinparc). Até 28/1.
GENTE, A LILI SUMIU!
Dir. Maurício Canguçu Com Rafael de Oliveira e Hugo Caramello Dois rapazes se conhecem e ali nasce uma grande história de amor. Teatro da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21, Lourdes, 3269-1166). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
Dir. Christiano Junqueira Com Eraldo Fontiny Dona do bordão "a minha mãe deixa", Lili desaparece misteriosamente. Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Nesta qui. (25), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).
COMO FAZER UMA MULHER FELIZ COM APENAS CINCO REAIS
GOSTÔSA – UMA EXPERIÊNCIA NO ERÓTICO FEMININO
Dir. Ricardo Batista
Dir. Marcelo do Vale
Com Maria Cecília Mansur Inspirado no conto “Monólogo”, de Simone de Beauvoir, o espetáculo reflete a história da mulher que perde seus papéis e decide se reencontrar. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Qui., sex. e sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 28/1.
GUARA-PA-RIR Dir. Maurício Canguçi e Ílvio Amaral Com Kayete e Guilherme Oliveira O casal Agnaldo e Cleusa sai de férias em busca de descanso e diversão nas areias de Guarapari. - Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Nesta qua. (24), às 20h. R$ 17 (postos Sinparc). - Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Qui., sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1. - Espaço Alternativo Itaú Power Shopping (av. General David Sarnoff, 5160, Cidade Industrial, Contagem, 3329-3005). Seg., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 29/1. - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Ter., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 30/1.
GUIA PRÁTICO DE COMO EDUCAR SUA MÃE Dir. Ílvio Amaral e Maurício Canguçu Com Freddy Mozart e Gui Amâncio A relação mãe e filho dentro do mundo digital. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
INTIMIDADE INDECENTE Dir. Pedro Paulo Cava Com Andreia Garavello e Geraldo Peninha Um casal longevo precisa se adaptar às redes sociais. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1341, centro, 3273-1050). Sex. e sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 19 (postos Sinparc). Até 4/2.
JARDINS Dir. Rogério Araújo Com Camilo Lélis e Kelly Crifer Um dia comum marcado pelo desaparecimento de um casal de classe média. A investigação deflagra situações limites. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Qui., sex. e sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 28/1.
LISBELA E O PRISIONEIRO Dir. Ricardo Batista Com Fernanda Botelho, Fabiano Persi, Luciano Luppi Lisbela, filha do Tenente Guedes, está de casamento marcado, mas apaixona-se por Leléu, um artista de circo. Teatro Raul Belém Machado (r. Leonil Prata, s/n°, Alípio de Melo). Sex. e sáb., às 20h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
MANDA QUEM PODE, OBEDECE QUEM É MARIDO Dir. Ricardo Batista Com Paulo Moraes e Bianca Tocafundo Com o passar do tempo Jorge tem aprendido que ¨manda quem pode, obedece quem é marido¨. - Teatro Izabela Hendrix (r. da Bahia, 2020, Lourdes, 3292-4405). Qui., sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1. - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Qua., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 31/1.
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ARTES CÊNICAS ANDRE FOSSATI/DIVULGAÇÃO
MEU TIO É TIA
O maior vilão de todos os tempos está vindo à terra para recuperar as joias do infinito, o Homem de Ferro reúne os Vingadores para defender o planeta. Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8902, Santo Agostinho, 3337-6055). Sex., sáb. e dom., às 16h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
Dir. Marco Amaral Com Emerson Rezende, Ernane Campos, Cristian Amaral Alessandro é surpreendido com a notícia de que seu sobrinho, um peão aspirante a locutor de festas de rodeio, vai se hospedar em sua casa. Teatro Santo Agostinho (r. dos Aimorés, 2679, Lourdes, 3291-5340). Qui. a sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.
PEDRO E O LOBO Dir. Álvaro Apocalypse Com Grupo Giramundo A história do menino Pedro que, ao contrariar os conselhos do avô, se vê às voltas com um feroz lobo da floresta. Instituto Museu Giramundo (r. Varginha, 215, Colégio Batista, 3446-0686). Sáb. e dom., às 16h. R$ 19 (postos Sinparc). Até 28/1.
MINHA MÃE É PIOR QUE GRUPO DE WHATSAPP Dir. Ilvio Amaral Com Andreia Quaresma e Diego D'Leon Após a separação, filho volta pra casa e descobre que sua mãe pode ser pior que grupos de Whatsapp. Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Qui. a sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 4/2.
PINÓQUIO Dir. Luciano Luppi Com Alex Prieto, Didi Moreira, Douglas Gonzáles Um bonequinho de madeira recebe o dom da vida através da magia de uma fada. Para realizar o sonho de se transformar num menino de verdade, ele precisa provar que é valente. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Qui., às 18h; sáb., às 16h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 27/1.
NOS PORÕES DA LOUCURA Dir. Luiz Paixão Com Alberto Tinim, Anaís Della Croci, Antônio Rodrigues Baseado no livro homônimo de Hiram Firmino, conta a trajetória do Hospital Psiquiátrico de Barbacena, onde cerca de 60 mil pessoas morreram desde a sua fundação, em 1903. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Sex. (26), às 20h30. R$ 13 (postos Sinparc).
O MARIDO DA MINHA MULHER Dir. Sérgio Abritta Com Dudu Graffite, Rafael Mazzi, Eraldo Fontiny Após a morte do marido, a viúva é disputada por dois pretendentes, mas o falecido retorna à Terra para impedir que ela se case novamente. - Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Neste sáb. (20), às 20h; dom. (21), às 19h30. R$ 17 (postos Sinparc). - Teatro Monte Calvário (av. do Contorno, 9384, Prado, 3045-5210). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 129h. R$ 17 (postos Sinparc). De 26/1 a 4/2.
OS HOMENS QUEREM CASAR E AS MULHERES QUEREM SEXO Dir. Carlos Simões Com Marcelo Ricco O espetáculo conta a história de Jonas, um rapaz que tenta de todas as maneiras encontrar uma mulher pra se casar. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho). Qua. a sáb, às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.
OS INOCENTES Dir. Marco Amaral Com Luciano Vivacqua, Thiago Welter, Athos Reis Oitos inocentes são colocados em uma cela para arrancar de um revolucionário capturado durante uma invasão, os nomes de quem o financia. Galpão de Ideias (r. Uberlândia, 413, Carlos Prates). Sex., sáb. e dom., às 20h. R$ 13 (postos Sinparc). Até 4/2.
OUTRAS PESSOAS
dança “Nos Porões da Loucura” faz apresentação única no dia 26, pela Campanha de Popularização do Teatro e da Dança Teatro do NET (r. dos Timbiras, 1605, Lourdes, 3222-1010). Sáb., às 20h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 3/2.
RECEITAS PARA NÃO MORRER DE AMOR Dir. Ângela Mourão Com Fábio Schmidt, Gabriela Dominguez e Raysner de Paula O que faria você morrer de amor? E o que faria você não padecer desta moléstia? É a partir deste questionamento que o espetáculo se desenrola. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Qui., sex. e sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).
ROSA CHOQUE Dir. Cida Falabella Com Cris Moreira e Guilherme Théo Uma abordagem sobre a violência contra a mulher em diversas partes do mundo, violência sexual, social e moral, a partir de outros olhares. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Ter. (23) a dom. (28), às 20h. R$ 30 (inteira).
TODOMUNDO Dir. Jordan Baêsso Com Alex Bernardes, Alessandra Stella, Ernane Campos Ao receber a visita da Morte, Todomundo, que é cada um de nós, assusta-se e sai buscando uma forma de escapar. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Seg., ter. e qua., às 20h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 31/1.
TOTONHO 100 CONSERTO
Dir. Luciano Luppi Com Luciano Luppi Monólogo sobre as grandes inquietações do ser a partir de trechos expressivos das obras de Pessoa e Shakespeare. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1341, centro). Ter. e qua., às 20h30. R$ 15 (postos Sinparc). Até 31/1.
Com Alfredo Vianna Neste show de humor, o ator desfila com personagens como Maceleza, Palhaço Palavrão e Don Raton. Espaço Alternativo Itaú Power Shopping (av. General David Sarnoff, 5160, Cidade Industrial, Contagem, 3329-3005). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
PERIGO, MINEIROS EM FÉRIAS
UMA SOMBRA ENTRE NÓS
Dir. Rogério Falabella Com Raul Starling, Adriani Martins, Stéphanie Rezende A comédia conta a história de um funcionário público estressado que faz economia durante todo o ano para levar a família para uma viagem de férias na praia. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.
QUEM RIR POR ÚLTIMO É RETARDADO Dir. José Márcio Corrêa Com José Márcio Corrêa, Alberto Carvalho, José Geraldo Leite Um espetáculo de humor que apresenta vários quadros cômicos inspirados no cotidiano.
- Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Qui. (25) e sex. (16), às 20h. R$ 17 (postos Sinparc).
Dir. Fernando Couto e Danielle Fortunato Com Lorena Jamarino, Nino Camini e Bernardo Filaretti Solidão, culpa e desejo se entrelaçam neste triângulo amoroso vivido por dois homens e uma mulher. Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Ter., qua. e qui., às 20h30. R$ 15 (postos Sinparc). Até 1°/2.
UM SOLTEIRO FORA DE FORMA Dir. Carlos Nunes Com Christiano Junqueira e Matheus Vargas Após 10 anos de casamento, Ariel é colocado para fora de casa e precisa se inserir novamente no mundo das paqueras. - Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1600, Lourdes, 3014-5382). Neste sáb. (20), às 21h; dom. (21), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).
teatro infantil 3 PORQUINHOS - VINTE ANOS Com Luciano de Lima, Kainan Ferraz, Rafael Neves Pra fugir do terrível Lobo Mau, os três porquinhos constroem cada um sua casinha de palha, madeira e tijolos. - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Sáb., às 18h30. R$ 17 (postos Sinparc). Até 3/2. - Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1600, Lourdes, 3014-5382). Qui. a dom., às 16h30. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
A BELA E A FERA Dir. Diego Benicá Com Bernard Bravo, Bernardo Rocha, Fernanda Hallais Para salvar seu pai, uma jovem aceita viver no castelo de um príncipe que foi transformado em fera. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia). Qui. e dom., às 11h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
A LIGA DA JUSTIÇA VS CORINGA Dir. Bruno Righi Com Bruno Righi, Guilherme Melo, Amanda Papatella A humanidade corre sérios perigos quando o Coringa resolve colocar em prática mais um de seus planos. Mas a Liga da Justiça está disposta a defender a cidade. - Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Sex. (26), às 18h. R$ 17 (postos Sinparc). - Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8902, Santo Agostinho, 3337-6055). Sáb. e dom., às 17h20. R$ 17 (postos Sinparc). Até 11/2.
A MAIOR FLOR DO MUNDO Dir. Sergio Abritta Com Ana Gusmão, Fernanda Lima, Gisele Reis Um menino sai de sua aldeia e viaja até o encontro da flor que definhava. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Sáb. e dom., às 16h30. R$ 11 (postos Sinparc). Até 28/1.
A PEQUENA SEREIA Dir. Fernando Bustamante Com Cyntilante Produções A história da sereia Ariel, que se apaixona pelo príncipe Eric e faz um acordo com uma bruxa para viver com seu amado. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Sáb. e dom., às 16h. R$ 11 (postos Sinparc). Até 28/1.
A VAQUINHA LELÉ
Dir. Cláudio Castanheira Com Jeremias Hallel, Renato Millani, Marcelo Lima Uma simpática vaquinha, louca pra voar é a estrela do espetáculo que discute afeto, amizade, alegria e amor à natureza. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Dom., às 16h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
CACHINHOS DE OURO Dir. Rômulo Duque Com Freddy Mozart, Carla Duque, Eurico Justino Cansada e com fome após ser perseguida por um lobo, Cachinhos de Ouro encontra a casa da Família Urso. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Sáb. e dom., ás 18h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 4/2.
CHAPEUZINHO VERMELHO Dir. Freddy Mozart Com Freddy Mozart, Altemir Silva, Fernanda Abreu A história da menina Chapeuzinho Vermelho e o lobo em momentos divertidos. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Sáb. e dom., às 16h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/3.
DEU A LOUCA NA CHAPEUZINHO VERMELHO Com Gabrielly Bertolino, Cleide Matias, Marcos Areas Chapeuzinho Vermelho, Pica-pau, Gato de Botas e Emília se unem para proteger a floresta de um lenhador. Teatro da Maçonaria (av. Brasil, 478, Santa Efigênia, 3213-4959). Sáb. e dom., às 16h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 28/1.
JOÃO E MARIA E A CASA DE CHOCOLATE Dir. Kênia Oliveira Com Ana Luiza Amparado, Aloísio Pires, Diva Carvalhar A história de dois irmãos que se perdem na floresta e encontram uma casinha de chocolate, onde mora uma bruxa. Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro) Sáb. e dom., às 16h30. R$ 15 (postos Sinparc). Até 28/1.
JOJÔ E PALITO EM: BELÔ MEU AMOR Dir. Joselma Luchini Com Joselma Luchini, Argileu Rodrigues, Camila Verona A história de Belo Horizonte narrada através de sua fauna e flora, de dados históricos e das várias gerações de Jojô e Palito. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Sex. (26), sáb. (27) e dom. (28), às 16h30. R$ 17 (postos Sinparc).
JOJÔ E PALITO EM: DONA BARATINHA QUER SE CASAR Dir. Joselma Luchini Com Joselma Luchini, Olavino Marçal, Jordana Luchini
D. Baratinha, muito vaidosa, rica e independente procura um companheiro para se casar. Espaço Cultural Luchini (r. Osório de Morais, 274, Ouro Preto). Dom., às 11h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
JOJÔ E PALITO EM: O MÁGICO DE OZ Dir. Joselma Luchini Com Joselma Luchini, Olavino Marçal, Jordana Luchini Na tentativa de voltar para casa depois de viajar até Oz, Dorothy precisa ajudar os amigos que encontra no caminho. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Neste sáb. (20) e dom. (21), às 16h30. R$ 17 (postos Sinparc).
LADYBUG – UMA AVENTURA EM PARIS Com Daniela Cassimiro, Stephanie Rezende, Marinah Oliveira Uma adolescente desajeitada e um garoto solitário recebem poderes mágicos e precisam salvar Paris de ataques. Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000). Sáb. e dom., às 16h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.
O MENINO MAIS RICO DO MUNDO Dir. Diego Benicá Com Marcelo Ricco Um pequeno catador de papel, que é rico de sonhos e de imaginação, conversa com a plateia sobre educação ambiental. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Neste sáb. (20) e dom. (21), às 16h. R$ 13 (postos Sinparc).
O REI LEÃO Dir. Diego Benicá Com Bernard Bravo, Bernardo Rocha, Bianca Tocafundo As aventuras do jovem Simba para recuperar o trono que lhe foi tomado por seu malvado tio Scar. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Sex., sáb. e dom., às 16h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
OS SALTIMBANCOS Dir. Raimundo Farinelli Com Marcus Vinicius, Paulo Victor, Daniela Cassimiro Jumento, cachorro, galinha e gata fogem para a cidade para tentarem a carreira musical. - Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste dom. (21), às 16h. R$ 15 (postos Sinparc). - Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Seg. (22), ter. (23), qua. (24), qui. (25) e sex. (26), às 16h. R$ 15 (postos Sinparc).
BRASIL DAS GERAIS Dir. Carlos Moreira Com Grupo Guararás Tradições culturais, rituais religiosos e festas populares do calendário brasileiro são narradas por duas bonecas da literatura tupiniquim. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Qua. (24), às 20h30. R$ 15 (postos Sinparc).
vac teatro adulto A CERIMÔNIA Dir. Rogério Lopes Com Anderson Dutra, André Salles, Amanda Gomide As peripécias de Jerônimo e Vicente em suas fantasias de se tornarem grandes atores de teatro. Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3613, Horto, 3481-5580). Qui. (25), sex. (26), sáb. (27) e dom. (28), às 19h. R$ 20 (inteira).
HOMEM VAZIO NA SELVA DAS CIDADES Dir. Gustavo Falabella Com Dominique Macbé, Lucas Costa, Micheline Monteiro Um escritor sem ideias precisa partir em direção à cidade para escrever um novo livro e cumprir o contrato com a editora. Zap 18 (r. João Donada, 18, Santa Terezinha, 3475-6131). Neste sáb. (20), às 20h30; dom. (21), às 19h. R$ 20 (inteira).
MERGULHO (Leia mais na página 17)
OS NEGROS Dir. Rogério Lopes Com Ariadina Paulino, César Divino, César Martins Um tribunal é instalado para que uma corte composta por brancos julgue os crimes supostamente atribuídos a um grupo de negros. Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3613, Horto, 3481-5580). Qui. (25), sex. (26), sáb. (27) e dom. (28), às 19h. R$ 20 (inteira).
SUAVE COISA NENHUMA Dir. Samira Ávila Com Henrique Cordoval e Lorena Tófani As inúmeras camadas da relação de uma casal de artistas, que divide palco e vida por um longo tempo. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Neste sáb. (20), às 19h. R$ 20 (inteira).
dança
OS VINGADORES Dir. Bruno Righi Com Amanda Papatella, Bruno Righi, Gustavo Andrade
NADA MAIS É (Leia mais na página 17)
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 20 a 26 de janeiro de
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2018
ARTES VISUAIS Uma questão de identidade XIKÃO XIKÃO/DIVULGAÇÃO
Atrás de um computador ou de um smartphone, o nosso comportamento veio se modificando a partir do frequente uso de novas tecnologias. A imagem, agora mediada por uma tela sensível ao toque, ganhou novos significados e nomes. “Selfie”, “Meme” e “Nude”, afinal, são práticas recentes sim, mas de tal forma incorporadas à cultura que parecem milenares. É esse novo comportamento que o artista Xikão Xikão explora e subverte na performance “Nude”, que será apresentada neste domingo (21), às 11h, no Memorial Minas Gerais Vale. O evento, aliás, encerra a sua mostra individual no mesmo espaço, a “Selfie Service”. “Essa perfomance é derivada de um trabalho fotográfico que está exposto (até domingo) no Memorial”, comenta Xikão. Os dois trabalhos, que leAlex Bessas
exposições ATENAS E SUA ACRÓPOLE A mostra discute a relação entre os monumentos, a cidade e os cidadãos atenienses. Hall da Prefeitura de Belo Horizonte (av. Afonso Pena, 1.212, centro). 2ª a 6ª, das 9h às 18h. Temporada indeterminada.
BDMG MEMÓRIA VIVA A exposição mostra a história do banco por meio de vídeos, textos e outros arquivos da instituição. Hall de entrada do BDMG Cultural (r. Bernardo Guimarães, 1.600, Lourdes, 3219-8599). Diariamente, das 10h às 18h; 5º, das 10h às 21h. Permanente.
CASA&MATÉRIA A mostra celebra a própria Casa do Bai-
vam o mesmo nome, partem da premissa de discutir “a prática, suas características e as situações que envolvem a troca ou compartilhamento de uma auto-imagem erótica ou sensual”, avisa o artista. SUBVERSÃO Com 26 anos, Xikão é um artista que conviveu com computadores e smartphones, o que, sem dúvida, reverbera na forma como elabora o uso dessas tecnologias – e faz disso trabalhos artísticos. Justamente por conhecer e compreender tais práticas, dele contemporâneas, Xikão consegue subverter tais lógicas. “O que apresento é um personagem que não tem gênero, que não tem identidade”, explica ele. Usando uma peça de roupa japonesa que cobre todo o corpo, a zentai, Xikão se põe em situações típicas do universo dos nudes (fotos íntimas compartilhadas na internet), imitando gestos e poses. É na mistura de um ges-
Identidade
Artista subverte práticas como o “nude” para pensar a formação da identidade
tuário já decodificado com a despersonalização que causa desconforto em quem observa seu trabalho. “A ideia é questionar a forma como lidamos com as imagens, intermediadas
pelas redes sociais”, pontua o artista. É dessa perspectiva que urgem questões: “como estamos construindo nossa própria imagem? Como estamos pondo nossa identidade?”, argui.
ANTENADO No Memorial Minas Gerais Vale, onde apresenta a performance, Xikão realizou sua quarta mostra individual. Antes dela, o rapaz já havia levado o universo
le, ícone mundial e Patrimônio da Humanidade, trazendo telas que evidenciam a arte da Casa e da Lagoa da Pampulha. Casa do Baile (av. Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha). 3ª a dom., das 9h às 17h; 5ª, das 9h às 21h. Temporada indeterminada.
funcionaram secretarias de Estado. CCBB (Circuito Cultural Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). 4ª a 2ª, das 9h às 21h. Permanente.
terminada.
LUIS JAHNEL – PINCÉIS DE AÇO
INHOTIM
Reúne 25 obras em diversos formatos e estilos criativos do artistas, usando a técnica “espatulado raspado”. Galeria de arte do PIC Cidade (r. Cláudio Manoel, 1.185, Funcionários). 2ª a 5ª, das 8h às 18h. Até 31.
CASA KUBITSCHEK
Instalada na ilha situada na confluência das avenidas Prudente de Morais e do Contorno, a exposição aborda o processo de criação da av. Prudente de Morais. Esquina das avenidas Prudente de Morais e av. do Contorno. Diariamente. Temporada indeterminada.
Grande acervo de arte contemporânea brasileira e internacional, com obras de nomes como Helio Oiticica, Cildo Meireles, Amilcar de Castro e Tunga. Instituto Inhotim (r. B, 20, Brumadinho). 3ª e 6ª, das 9h30 às 16h30; sáb., dom. e feriados, das 9h30 às 16h30. Entrada gratuita às quartas. R$ 40 (inteira). Estudantes identificados e maiores de 60 anos pagam meia. Crianças de até 5 anos não pagam. Permanente.
DIEGO E FRIDA: UM SORRISO NO MEIO DO CAMINHO
GEOMETRIA PESSOAL
O acervo é composto por quase 40 fotos de acervos pessoais de amigos e familiares dos artistas mexicanos Diego Rivera e Frida Kahlo. CâmeraSete - Casa de Fotografia de Minas Gerais (av. Afonso Pena, 737, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h. Até 18/2.
Artista mineiro Cláudio Rocha inaugura mostra com cinco telas onde compõe uma grafia própria para diversas experiências. Asa de Papel Café e Arte (r. Piauí, 631, Santa Efigênia). 2ª a 6ª, das 14h às 22h. Até 16/2.
DISRUPTIVA
Sob a curadoria de Cinara Barbosa, o artista plástico Christus Nóbrega cria foto-instalações, vídeo-instalações e esculturas que revisitam a história da Paraíba a partir de álbuns de família. Galeria Mari'Stella Tristão do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h; dom., das 16h às 21h. Até 4/3.
Duas exposições marcam a abertura do novo espaço museológico: “Casa Kubitschek: Uma Invenção Modernista do Morar” e “Pampulha: Território da Modernidade”. Casa Kubitscheck (av. Otacílio Negrão de Lima, 4.188, Pampulha, 3277-1586). 3ª a sáb., das 10h às 17h. Temporada indeterminada
CCBB PERMANENTE O museu abre como espaço expositivo o Salão Nobre e o Gabinete do Secretário do prédio da praça da Liberdade onde PATRICK ARLEY/DIVULGAÇÃO
DE RIBEIRÃO A AVENIDA: CONTORNOS DE UMA HISTÓRIA
Uma mostra de como os artistas atualmente estão produzindo obras no contexto disruptivo, proporcionando ao público acesso à imersão nas novas tecnologias, à interação com as novas mídias. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). 4ª a 2ª, das 10h às 22h. Entrada gratuita.
LABIRINTO
LINHAS DE FORÇA A exposição conta com imagens que registram o cotidiano dos criadores, detalhes de projetos e um pouco da intimidade das cabeças pensantes da agência. PQNA Galeria do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537,centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h; dom., das 16h às 21h.
Inspirado pela memória de materiais gastos e impregnados de significados culturalmente construídos, o artista Marcone Moreira apresenta obras em diferentes suportes, como pinturas, esculturas, vídeos, objetos, fotografias e instalações. Galeria Arlinda Corrêa Lima do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h; dom., das 16h às 21h. Até 25/2.
IMAGEM E SOM: MEMÓRIA, REGISTRO E MOVIMENTO
LORENZATO: SIMPLES SINGULAR
A mostra leva o público a explorar curiosidades e truques que envolvem a produção e dos registros sonoros, visuais e audiovisuais. Museu da Imagem e do Som (av. Álvares Cabral, 560, centro, 3277-6330). De 2ª a 6ª, das 9h às 17h. Temporada inde-
Cerca de 300 obras entre pinturas, desenhos, esculturas, aquarelas e uma completa cronologia de sua vida e obra. Galeria de Arte do Centro Cultural Minas Tênis Clube (r. da Bahia, 2.244, centro). 3ª a sáb., das 10h às 20h; dom. e feriados, das 11h às 19h. Até 18/2.
GRECO DESIGN – O QUE AS VANDAS NÃO CONTAM
A mostra “Reinado de Chico Calu” tem visita guiada com audiodescrição gratuita neste sábado (20), às 14h
MUSEU BRASILEIRO DO FUTEBOL O visitante pode conhecer a história do Mineirão por meio de um grande acervo de imagens, exposição de troféus, bolas, placas, entre outros objetos. MBF – Museu Brasileiro do Futebol – Mineirão (av. Coronel Oscar Paschoal, s/nº, portão G2, Mineirão, 3499-4312). 3ª a 6ª, das 9h às 17h; e sáb. e dom., das 9h às 13h. R$ 20 (inteira). Permanente.
MUSEU DE CIÊNCIAS NATURAIS PUC MINAS Panorama da fauna brasileira, por meio de acervo inédito que apresenta animais já extintos e espécies atuais. Museu de Ciências Naturais PUC Minas (av. Dom José Gaspar, 290, Coração Eucarístico, 3319-4152). 3ª a sáb. e feriados, das 9h às 17h; 5ª, das 9h às 21h. R$ 10 (menores de 4 anos não pagam; de 4 a 12 e maiores de 65 pagam meia). Permanente.
MUSEU DO COTIDIANO Reúne objetos que testemunham tanto a evolução tecnológica quanto o desenvolvimento sociocultural. Museu do Cotidiano (r. Bernardo Guimarães, 1.296, Funcionários. Agendamento de visitas: 99612-2431). Permanente.
NOVA LIMA E SEUS TESOUROS A exposição reúne 121 peças de artesãos e retrata a religiosidade e a diversidade cultural dos nova-limenses. Associação de Artesãos de Nova Lima Artes da Terra (av. Rio Branco, 210, centro, Nova Lima, 3542-6389). 2ª a 6ª, das 9h às 18h; sáb. das 9h às 14h. Temporada indeterminada.
O MUSEU E A CIDADE SEM FIM
digital para outros trabalhos seus, como a exposição “Cópia da Cópia. jpeg”, apresentada na galeria da Assembleia Legislativa de Minas Gerais no ano passado. Sobre as mais recentes investigações, que desdobraram na mostra e na performance, Xikão explica que seu principal interesse é “discutir a relação entre a identidade e as redes sociais”. EXPECTATIVA Agora, “a expectativa é que as pessoas compareçam, porque há algo de muito universal no que eu apresento. Todo mundo vai se identificar, pois são práticas muito contemporâneas e até comuns...”, afirma ele. “Quem for, vai levar uma indagação para casa”, arremata.
>NudePerformance Encerramento da exposição Selfie Service, de Xikão Xikão. Memorial Minas Gerais Vale (praça da Liberdade, 640, Funcionários). Neste domingo (21), às 11h. Entrada gratuita.
Composta de fotos, objetos, vídeos, áudios e mapas, a exposição exibe acervo do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB). Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573). 3ª, 6ª, sáb e dom., das 10h às 17h; 4ª e 5ª, das 10h às 21h. Temporada indeterminada
PALAVRAS VISÍVEIS: USOS DA TIPOGRAFIA EM BELO HORIZONTE A exposição explora a diversidade da utilização da tipografia na capital. Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573). 3ª, 6ª, sáb e dom., das 10h às 17h; 4ª e 5ª, das 10h às 21h. Temporada indeterminada
REINADO DE CHICO CALU – REPERTÓRIOS SAGRADOS DA IRMANDADE OS CAROLINOS A exposição traz fotografias, fardas, altares, santos de devoção, mastros, andores, cruzeiros e outros objetos em homenagem ao centenário da Irmandade. Museu Inimá de Paula (r. da Bahia, 1.201, centro, 3213-4320). 3ª, 4ª, 6ª e sáb. das 10h às 18h30; 5ª das 12h às 20h30; dom. das 10h às 16h30. Até 28. Neste sábado (20), às 14h, visita guiada gratuita com audiodescrição
SALA LORENZATO Obras do mineiro Lorenzato estão expostas em sala permanente com seu nome. Manoel Macedo Galeria de Arte (r. Lima Duarte, 158, Carlos Prates). 2ª a 6ª, das 10h às 19h; sáb., das 10h às 14h. Permanente.
SELFIE SERVICE – XIKÃO XIKÃO (Leia mais nesta página)
TOQUE – JADE MARRA Série de pinturas realizadas pela artista Jade Marra em 2015/2016, período em que residiu na Alemanha dedicando-se aos estudos das artes plásticas. Galeria Copasa (r. Mar de Espanha, 525, Santo Antonio, 3250-1506). Abertura dia 25 (5ª), às 19h. Visitação até 25/2
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PRÉ-CARNAVAL UARLEN VALERIO - 25.2.2017
HENRIQUE GUALTIERI/DIVULGAÇÃO
reúne blocos para 6 Sonoriza financiamento ‘carnafestivo’
Calixto abre a 6 Aline festança carnavalesca
Às vésperas do Carnaval, o evento musical Sonoriza chega à sua terceira edição com os mesmos propósitos das anteriores: reunir recursos para o financiamento coletivo da festa de blocos carnavalescos e garantir os cortejos. Neste domingo (21), o Sonoriza “pousa” no Music Hall BH para 12 horas de festa. O evento terá a presença de algumas das baterias dos blocos mais tradicionais da cidade. São elas: Então, Brilha!, Garotas Solteiras, Havayanas Usadas, Juventude Bronzeada, Pena de Pavão Krishna e Tchanzinho Zona Norte Onde Music Hall BH (av. do Contorno, 3.239, Santa Efigênia) Quando Neste domingo (21), às 12h Quanto R$ 30 (2° lote)
Na reta final para o Carnaval, a cantora Aline Calixto segue animada: neste sábado (20), ela comanda o Pré-Carnaval Bloco da Calixto – Só Love, Só Love. A festa começa às 14h e promete um repertório recheado de diferentes gêneros musicais que vão desde hits de Zeca Pagodinho a sucessos de Marisa Monte. O evento conta, ainda, com a presença especial de Marcelo Veronez, Matheus Brant e Isadora Ferreira (do “The Voice Kids”) Onde Contemporâneo Gastrô Show (r. Rio Grande do Norte, 138, Santa Efigênia) Quando Neste sábado (20), às 14h Quanto R$ 25 (1° lote).
BLOCO É O AMÔ/REPRODUÇÃO FACEBOOK
TERCEIRO DIA/DIVULGAÇÃO
É o Amô mistura 6 Bloco sertanejo com batuque
Afro Mineira tem edição 6 Feira especial de Carnaval
No sétimo ensaio do bloco É o Amô , a bateria apresenta clássicos do sertanejo dos anos 1980 e 1990 para os seguidores. Desta vez, a farra acontece no Necup e, é claro, não deixaria de contar com o Desafio da Galopeira, que premia o participante que “segurar” por mais tempo a palavra “galopeira”. A renda arrecada no ensaio ajudará a custear o desfile do bloco, que ocorre no começo de fevereiro (a data ainda não foi marcada). Onde Núcleo de Estudos de Cultura Popular – Necup (av. Nossa Senhora de Fátima, 3.312, Prado) Quando Neste sábado (20), das 10h às 13h Quanto R$ 10 (integrantes do bloco); R$ 15 (público geral).
Nas semanas que antecedem o Carnaval, feiras se espalham pela cidade com vistas a preparar os foliões para a festa momesca. Seguindo o embalo, a Feira Ébano, tradicional por valorizar elementos da identidade cultural afromineira em peças de vestuário e acessórios, prepara sua edição especial. Desta vez, o evento volta-se para acessórios purpurinados, mas também conta com atrações musicais e desfiles, além de reunir expositores das principais grifes do segmento. O público visitante poderá adquirir acessórios para “carnavalizar”. Onde Bar Latino (av. Tereza Cristina, 537, Prado) Quando Dia 28 (domingo), das 10h às 19h Quanto Entrada gratuita
ensaios e festas
MARIELA GUIMARÃES – 22.1.16
dico e PPK Parque Municipal Américo Renné Giannetti (av. Afonso Pena, 1377, centro). R$ 30 (2° lote).
Ensaio aberto MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal (Praça da Liberdade, s/nº, Funcionários). Entrada gratuita.
NESTE SÁBADO (20)
DOMINGO (21)
10h Carnarock Cervejarias artesanais e restaurantes da cidade se reúnem neste festival que será embalado pelas bandas Shello, LoBo Blues Band e o bloco Batuque Coletivo. Projeto BH Cult (r. Bernardo Mascarenhas, Cidade Jardim – em frente ao Museu Abílio Barreto). Entrada gratuita.
13h Bloco Sem Manicômios e Sem Prisões Ensaio aberto. Praça Duque de Caxias, s/nº, Santa Tereza.
20h Baile de Bowie 2 Pré-Carnaval com apresentação do bloco e DJ Calixto. Casa do Jornalista (av. Álvares Cabral, 400, centro). R$ 10.
Asa de Banana Ensaio aberto. A Fábrica (av. Tereza Cristina, 295, Prado). R$ 10.
16h20 Bloco Fúnebre Ensaio aberto. Praça da Bandeira (cruzamento das avenidas Afonso Pena e Bandeirantes, Mangabeiras). Entrada gratuita.
14h Ozadia de Verão Ensaio aberto do bloco Baianas Ozadas com a presença do bloco Volta Belchior e do cantor Wilson Simoninha. Vila Albertini (r. Cristal, 137, Santa Tereza). A partir de R$ 30 (inteira, 1° lote). Quando Come Se Lambuza Ensaio Aberto Quadra da Escola de Samba Cidade Jardim (r. do Mercado, 150, Conjunto Santa Maria). Valores não informados. 18h30 Movimento Benedito Shows de BaianaSystem, Chama o Sín-
SEXTA (26) 15h Bloco Afro Fala Tambor Ensaio aberto. Praça Floriano Peixoto (av. Contorno, s/nº, Santa Efigênia). Entrada gratuita.
QUINTA (25) 19h Não era amor Festa celebra os clássicos do pagode da década de 90 com a banda Pagodin Retrô e DJ Franklin. Gilboa (r. Pium-I, 772, Carmo). Valores não informados. Pré-Carnaval Granfinos Festa com os blocos Sexta, Ninguém Sabe? e Funk You. Granfinos (av. Brasil, 326, Santa Efigênia). R$ 10. 19h30 Bloco Coco da Gente
18h Bloco Garotas Solteiras Ensaio aberto. Praça da Estação (av. dos Andradas, centro – próximo ao Centro de Referência da Juventude). Entrada gratuita. 20h Bloco Pacato Cidadão Ensaio aberto com participação de Maurinho Nastácia. Distrital (r. Opala, s/nº, Cruzeiro). R$ 20 (lote promocional). 22h Baile do Síndico Show com a bateria do bloco Chama o Síndico, bloco Amigos da Onça e DJ Da MAtta. Quadra da Escola de Samba Cidade Jardim (r. do Mercado, 150, Conjunto Santa Maria). R$ 15 (promocional).
feiras SEXTA (26)
Bloco Garotas Solteiras faz ensaio aberto na praça da Estação, na próxima sexta (26)
11h CarnaDands 2018
Feira com adereços carnavalescos feitos por expositores e artesãos locais.
Dandara Colabora (r. da Bahia, 1.148, centro). De 11h a 0h. Entrada gratuita.
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O QUE VEM POR AÍ fevereiro DIA 2 ROUGE - 15 ANOS
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 90 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote), R$ 140 (pista premium, inteira, 2° lote). DIA 9 BAILE DO DENNIS
Mirante Beagá. Às 22h. R$ 180 (inteira). DIA 11 SUNFLOWER 2018
Mirante Beagá. Às 16h. Valores ainda não informados. DIA 12
Music Hall BH. Às 20h. R$ 130 (pista, inteira, 1° lote), R$ 400 (pista vip, inteira, 1° lote), R$ 400 (camarote, inteira, 1° lote).
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 100 (pista/arquibancada, 1° lote), R$ 800 (mesa 4 lugares, setor 2), R$ 1.000 (mesa 4 lugares, setor 1).
DIA 9 DIA 25 RED FANG
DIA 13
A Autêntica. Às 21h. R$ 200 (pista, inteira, 1° lote); R$ 140 (pista promocional mediante doação de 1Kg de alimento não perecível, 1° lote).
ZÉ RAMALHO
DIA 9
DIA 25
DIA 19
TOQUINHO & MPB4 – 50 ANOS DE MÚSICA
STEVE HACKETT – GENESIS REVISITED, SOLO GEMS & GTR
GLENN HUGHES – CLASSIC DEEP PURPLE LIVE
Palácio das Artes. Às 19h. R$ 280 (plateia 1, inteira), R$ 240 (plateia 2, inteira), R$ 200 (plateia superior).
Mirante Beagá (r. Gabriela de Melo, 0, Olhos D'água). R$ 220 (espaço Na Farra, inteira, lote promocional); R$ 540 (espaço premium com open bar, inteira, lote promocional).
DIA 10
março
Palácio das Artes. Às 21h. R$ 20 (inteira).
DIA 3
DIA 17
KM de Vantagens Hall BH. Às 18h. R$ 80 (arquibancada, inteira, 1° lote), R$ 130 (cadeira, inteira, setor 3), R$ 150 (cadeira, inteira, setor 2), R$ 200 (cadeira, inteira, setor 1).
NANDO REIS JARDIM POMAR
RAÇA NEGRA E HARMONIA DAS ANTIGAS
abril
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 100 (arquibancada, inteira, 1° lote), R$ 720 (mesa com quatro lugares).
Arena Mineirão. Às 18h. R$ 50 (arena), R$ 130 (front stage, open bar).
DIA 7
TITANE CANTA ELOMAR COM HUDSON LACERDA, KRISTOFF SILVA, ANDRÉ SIQUEIRA, TONINHO FERRAGUTTI E ALOÍSIO HORTA
DIA 24 EPICA
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 16h. R$ 100 (plateia 1, inteira), R$ 80 (plateia 2, inteira)
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 80 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote), R$ 500 (mesa com quatro lugares, setor 2), R$ 560 (mesa com quatro lugares, setor 1).
NA FARRA COM SAFADÃO
DIA 9
SHREK - O MUSICAL TYA
MARTINHO DA VILA
Palácio das Artes. Às 21h. R$ 220 (plateia 1, inteira), R$ 190 (plateia 2, inteira), R$ 190 (inteira).
SIMONE ENCONTRA IVAN LINS
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 90 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote); R$ 175 (mesa, individual)
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 21h. R$ 180 (plateia 1A, inteira), R$ 150 (Plateia 1B, inteira), R$ 140 (plateia 2A, inteira), R$ 120 (plateia 2B, inteira), R$ 100 (plateia 2C, inteira).
DIA 25 AUTHENTIC GAMES – FESTA DOS YOUTUBERS
NAÇÃO ZUMBI LANÇA “RADIOLA NZ”
Music Hall BH. Às 22h. R$ 60 (inteira, 1° lote), R$ 100 (open bar, 1° lote).
LEO AVERSA/DIVULGAÇÃO
DIA 8
Simone e Ivan Lins se apresentam juntos em BH em março
DIA 21 SKANK – TURNÊ “OS TRÊS PRIMEIROS”
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h30. R$ 90 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote). DIA 28
DIA 18
A PARTIR DO DIA 16
OZZY OSBOURNE
RETROSPECTIVA MICHEL BASQUIAT
Esplanada do Mineirão. Às 21h. R$ 300 (pista, inteira), R$ 600 (pista premium, inteira).
CCBB. Das 9h às 21h. Entrada gratuita.
JOTA QUEST
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h30. R$ 100 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote), R$ 840 (mesa setor 1 com quatro lugares), R$ 640 (mesa setor 2 com quatro lugares).
DIA 27
maio
julho
outubro
CARL PALMER
DIA 21
Palácio das Artes. Às 19h. R$ 280 (plateia 1, inteira), R$ 240 (plateia 2, inteira), R$ 200 (plateia superior, inteira).
ROGER WATERS
Mineirão. Às 20h. R$ 300 (cad. superior, inteira), R$ 340 (pista, inteira), R$ 490 (cad. inferior, inteira), R$ 720 (pista premium, inteira).
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almanaque
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CINEMA A beleza irresistível do amor SONY/DIVULGAÇÃO
Daniel Em um dos Oliveira versos mais geniais da música em 2017, Lorde cantou sobre um amor cuja perfeição é tamanha que merecia ser exposto no Louvre – “bem no fundo, mas e daí? Ainda o Louvre”. Essa ideia do amor como uma obra de arte de beleza irresistível é a mesma que dá vida a cada cena de “Me Chame pelo seu Nome”. No filme, em cartas esta semana, tudo é irresistivelmente bonito: a casa, as roupas, a comida, a natureza, o elenco, a música, a fotografia, os diálogos. E o amor é, ao mesmo tempo, uma materialização e um elemento integral dessa perfeição. O que vem a ser o aspecto mais subversivo do longa do diretor Luca Guadagnino: o fato de que dois homens se apaixonam não é uma quebra transformadora, ou uma ruptura revolucionária, mas algo natural. Não é uma descoberta que precisa “ser desenterrada das profundezas, mas que é trazida organicamente pela correnteza do rio”. O resultado de um processo – histórico e fluido, como o plano-sequência em que os protagonistas finalmente se declaram; e natural, como a fruta (o pêssego que o espectador nunca vai esque-
Armie Hammer e Timothée Chalamet dão vida à tensão sexual elétrica dos dois protagonistas de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’
cer) que atinge seu ponto ideal de amadurecimento. E ideal é o princípio ativo de cada molécula do DNA do filme. Adaptado do romance de André Aciman, ele narra um verão idílico em 1983, quando Elio (Timothée Chalamet), jovem de 17 anos, se apaixona por Oliver (Armie Hammer), orientando de seu pai acadêmico (Michael Stuhlbarg), que vem pesquisar e passar as férias com eles no interior da Itália. No início, os dois se estranham. Mas à medida que entende a tensão física e in-
telectual, Elio vive a intensidade do primeiro amor. E Guadagnino tece essa intensidade em cada elemento do filme. Da trilha musical clássica, que palpita mais alto a cada vez que o coração do protagonista se acelera ao ver Oliver às cores dos figurinos, que desenham os encontros e desencontros do casal, até uma camiseta branca do Talking Heads iniciar um diálogo sincero – culminando na despedida para uma viagem, em que tudo é azul numa harmonia, de novo, perfeita e ideal.
Atenção! A programação a seguir refere-se a este fim de semana, dias 20 (sábado) e 21 (domingo)
estreias CORRENDO ATRÁS DE UM PAI (Father Figures, EUA, 2017, 1h53, 12 anos) Dir. Lawrence Sher. Com Owen Wilson, Ed Helms, J.K. Simmons. Quando dois irmãos gêmeos descobrem que sua mãe mentiu sobre o falecimento de seu pai, os dois decidem cair na estrada para encontrá-lo. BH Shopping 9: 13h40(*), 16h20, 19h, 21h40(*) Cidade 1: 14h, 18h50, 21h10 (*) Contagem 8: 14h, 18h30, 20h50 (*) Del Rey 7: 13h40, 16h, 21h, 23h10(somente sábado) Diamond 3: 16h40, 20h20 Partage Shopping Betim 5: 12h30, 15h10, 17h50, 20h30 (*) (*) Sessões dubladas
GABY ESTRELLA – O FILME (Brasil, 2018, 1h34, livre) Dir. Claudio Boeckel. Com Maitê Padilha, Bárbara Maia, Luiza Prochet. A cantora Gaby Estrella está perdendo espaço para a concorrente Natasha. Para voltar às paradas de sucesso, a menina precisa voltar às suas origens em Vale Mirim. Lá, Gaby terá que se acostumar novamente com a vida na
Acima de tudo, porém, “Me Chame” retrata o amor como a ocupação de espaços – a ideia de alguém que invade e toma posse de um espaço que nós não estávamos necessariamente dispostos a ceder. Oliver, primeiro, toma o quarto de Elio para, em seguida, ocupar sua mente e seus pensamentos (nas canções de Sufjan Stevens), e seu corpo. E o resultado disso é que, a certa altura, esse outro ocupa cada poro de tal forma que é possível “me chamar pelo seu nome que eu te chamo pelo meu”.
INTERPRETAÇÃO O perigo é que essa transfiguração se torna tão vital – como Elio deixa claro na cena do quarto, ao tentar montar Oliver com o desespero adolescente de quem encontrou o ar de que precisa para viver – que, caso esse outro saia um dia, é como perder um órgão. E Chalamet possui cada uma dessas emoções (desejo, medo, dor, ciúme, raiva, alegria, expectativa) transbordando de forma tão transparente e eruptiva de seu rosto, que a potência do plano final do longa vai ficar com
fazenda. BH Shopping 10: 12h10, 14h30, 16h50, 19h30 Big Shopping 3: 14h35, 16h35 Cidade 6: 11h50(somente domingo), 14h20, 16h20, 18h20, 20h20 Contagem 7: 14h20, 16h20, 18h20, 20h20 Del Rey 4: 14h20, 16h20, 18h20 Monte Carmo 5: 16h40, 18h40 e 20h40 Pampulha 4: 13h30, 15h30, 17h30, 19h30 e 21h30 Partage Shopping Betim 7: 11h30, 13h50, 16h20, 18h40 e 21h Pátio Savassi 8: 12h30, 14h50, 17h30, 19h50 Shopping Norte 5: 14h30 Via Shopping 5: 13h, 15h, 19h20
PELA JANELA
OS INICIADOS (The Wound, África do Sul/ Alemanha/ França/ Holanda, 2018, 1h28, 16 anos) Dir. John Trengove. Com Nakhane Touré, Bongile Mantsai, Niza Jay Ncoyini. Xolani, um solitário operário, ausenta-se de seu trabalho para ajudar nos ritos de circuncisão Xhosa de iniciação à masculinidade. Belas 2: 14h, 21h40
ME CHAME PELO SEU NOME (Call Me By Your Name, França/ Itália/ EUA/ Brasil, 2018, 2h13, 14 anos) Dir. Luca Guadagnino. Com Armie Hammer, Michael Stuhlbarg, Timothée Chalamet. Um romance entre um garoto de dezessete anos e uma visita recém-chegada à mansão de seus pais na Riviera Italiana. Belas 1: 14h, 16h30, 19h, 21h30 Belas 2: 19h30 Ponteio 4: 13h30, 16h, 18h35, 21h15 Pátio Savassi 6: 11h20, 14h20, 17h10, 20h10, 23h10(somente sábado)
(Brasil, 2018, 1h27, 10 anos) Dir. Caroline Leone. Com Magali Biff, Cacá Amaral, Mayara Constantino. Rosália é uma operária de 65 anos que dedicou a vida a uma fábrica de reatores em São Paulo. Ela é demitida e, deprimida, é consolada pelo irmão José, que resolve levá-la a Buenos Aires. Belas 3: 20h (sessão vitrine)
SAUDADE (Brasil, 2018, 1h17, 12 anos) Dir. Paulo Caldas. Um olhar íntimo e um retrato aprofundado sobre a saudade sentida pelos brasileiros e pelos indivíduos lusófonos que vivem longe de sua terra natal. Belas 3: 11h(somente sábado)(*), 18h30 (*) Clube do professor. Necessário apresentar comprovação
SOBRENATURAL: A ÚLTIMA CHAVE (Insidious: The Last Key, EUA, 2018, 1h44, 14 anos) Dir. Adam Robitel. Com Lin Shaye, Angus Sampson, Leigh Whannell. Neste quarto filme da franquia “Sobrenatural”, a doutora Elise Rainier é chamada para resolver o caso de uma assombração no Novo México, localizada na casa em que ela passou a infância. Betim 3: 14h20, 16h30, 18h40, 20h50 (*) BH Shopping 2: 13h10(*), 15h40, 18h30(*) BH Shopping 7: 22h15(somente domingo) Big Shopping 2: 14h45, 16h45, 18h45, 20h45 (*) Boulevard 4: 14h20(*), 16h40, 18h40(*), 20h50
você por semanas – e pode operar o impossível: tirar o Oscar das mãos de Gary Oldman. E o mais incrível de “Me Chame” é como isso tudo acontece de forma natural e universal, sem grandes vilões opressores ou os obstáculos típicos de romances queer. Pelo contrário, o amor de Elio e Oliver é abençoado pela natureza, na cachoeira que é a representação do auge da abundância e da beleza e do amor; pela cruz da igreja, no planosequência da praça; e pelos pais (os grandes heróis do filme), na história narrada pela mãe, e no relógio que o pai entrega a Elio. E isso deixa claro, mais uma vez, como o longa é uma idealização. Porque 99,8% dos gays não tiveram a chance, por motivos óbvios, de viver um primeiro amor tão perfeito, tão intenso, tão livre de opressão, aos 17 anos. E isso faz de “Me Chame” um presente, embrulhado numa embalagem exuberante, a que todos nós temos direito: de sentir essa alegria, essa intensidade e aceitar cada parte e cada sentimento do nosso corpo. Um presente que Michael Stuhlbarg sintetiza num monólogo tão perfeito que, assim como seu filme, merecia ser pendurado no Louvre.
Cidade 7: 12h(somente domingo), 14h10, 16h30, 18h40, 20h50 (*) Contagem 6: 14h10, 16h30, 18h40, 20h50 (*) Del Rey 3: 14h10(*), 16h30, 18h40(*), 20h40, 22h40(*)(somente sábado) Diamond 4: 13h30, 16h, 18h40, 21h Itaú Power 3: 14h10, 16h30, 18h50, 21h (*) Minas 5: 14h10, 16h30, 18h50, 21h15 (*) Monte Carmo 6: 14h20, 16h30, 18h50, 21h (*) Pampulha 1: 15h05(*), 17h05, 19h05(*), 21h05(*) Paragem 4: 14h30(*), 16h40, 18h50(*), 21h Partage Shopping Betim 1: 11h50, 14h30, 17h, 19h20, 21h50 (*) Shopping Estação 4: 14h, 16h30, 19h, 21h40 (*) Shopping Norte 5: 16h45, 18h45, 20h45 (*) Via Shopping 3: 14h, 16h10, 18h20, 20h30 (*) (*) Sessões dubladas
em cartaz ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE (Murder on the Orient Express, EUA, 2017, 1h54, 12 anos) Dir. Kenneth Branagh. Com Kenneth Branagh, Johnny Depp, Michelle Pfeiffer. Um terrível assassinato acontece em um luxuoso trem e todos os passageiros a bordo se tornam suspeitos do detetive Hercule Poirot. Del Rey 4: 22h30 (somente domingo), 22h50(somente sábado)
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CINEMA em cartaz (continuação) COM AMOR, VAN GOGH (Loving Vincent, Reino Unido/ Polônia, 2017, 1h35, 12 anos) Dir. Dorota Kobiela, Hugh Welchman. Um jovem parte numa investigação aprofundada sobre a vida e a misteriosa morte de Vincent Van Gogh por meio das suas pinturas e dos personagens em suas telas. Belas 2: 17h40 Belas 3: 21h40
O DESTINO DE UMA NAÇÃO (Darkest Hour, Reino unido, 2018, 2h06, 12 anos) Dir. Joe Wright. Com Gary Oldman, Ben Mendelsohn, Kristin Scott Thomas. Em 1940, com o Reino Unido perdendo a guerra para os nazistas, Winston Churchill assume como primeiro-ministro e precisa convencer o partido e o país a resistir à derrota. Cidade 5: 21h10 Del Rey 7: 18h20 Diamond 1: 12h50, 15h50, 19h, 21h50 Ponteio Premier: 13h40, 16h10, 18h40, 21h10 Pátio Savassi 5: 12h40, 15h45, 19h, 21h50
O ESTRANGEIRO (*) (The Foreigner, China/ Reino Unido, 2018, 1h54, 14 anos) Dir. Martin Campbell. Com Jackie Chan, Orla Brady, Pierce Brosnan. Quan é um homem de negócios londrino que perde sua filha em um atentado terrorista. Como a polícia não consegue encontrar os culpados, ele decide fazer justiça com as próprias mãos. BH Shopping 10: 21h50 Cidade 8: 21h Contagem 5: 21h Monte Carmo 2: 16h30 Pampulha 5: 21h25 (*) Sessões dubladas
EXTRAORDINÁRIO (Wonder, EUA, 2017, 1h54, livre) Dir. Stephen Chbosky. Com Jacob Tremblay, Julia Roberts, Owen Wilson. Um menino com uma deformação facial enfrenta os desafios de iniciar seus ensinos em uma escola regular. BH Shopping 1: 12h30, 15h, 17h30, 20h20 Big Shopping 4: 20h45 (*) Boulevard 3: 14h10(*), 16h30, 18h50(*), 21h10 Cidade 8: 13h40, 16h, 18h30 (*) Contagem 5: 13h50, 16h10 e 18h40 (*) Del Rey 5: 13h50, 16h10, 18h30, 20h50, 23h10(somente sábado) Diamond 2: 12h20, 15h, 17h30, 20h Itaú Power 4: 14h, 16h20, 18h40, 21h10 (*) Minas 3: 13h50, 16h20, 18h40, 21h (*) Monte Carmo 2: 14h10, 21h10 (*) Paragem 1: 18h40 (*) Partage Shopping Betim 3: 14h10 e 19h (*) Pátio Savassi 7: 13h30, 16h10, 18h50, 21h30 Pátio Savassi 8: 22h10 Shopping Estação 5: 14h15, 16h50, 19h430, 22h (*) Shopping Norte 3: 16h25 (*) Via Shopping 5: 17h, 21h15 (*) (*) Sessões dubladas
FALA SÉRIO, MÃE! (Brasil, 2017, 1h19, 10 anos) Dir. Pedro Vasconcelos. Com Larissa Manoela, Ingrid Guimarães, Marcelo Laham. A frustrada e sobrecarregada ngela Cristina é mãe de Maria de Lourdes, adolescente teimosa que sofre com os cuidados excessivos e com o jeito conservador da mãe. Betim 2: 15h40, 17h15, 21h BH Shopping 6: 12h(somente domingo), 14h, 16h, 28h, 20h Big Shopping 3: 18h35 e 20h35 Boulevard 5: 13h50, 15h40, 17h20, 19h, 20h40 Cidade 3: 14h, 15h40, 17h20, 19h, 20h40 Contagem 3: 13h50, 15h40, 17h20, 19h, 20h40 Del Rey 6: 11h, 15h30, 17h20, 21h10 Diamond 6: 19h30 e 21h30 Itaú Power 1: 13h50, 15h35, 17h20, 19h05, 20h50 Minas 3: 14h, 15h40, 17h20, 19h, 20h50 Monte Carmo 1: 14h. 15h40, 17h20, 19h, 20h50 Pampulha 2: 14h25, 16h05, 17h45, 19h25, 21h10 Paragem 2: 14h, 15h40, 17h20, 19h,
LEO LARA/DIVULGAÇÃO
20h40 Partage Shopping Betim 3: 12h05, 16h50, 21h40 Pátio Savassi 1: 12h, 14h Shopping Estação 1: 13h, 15h15, 17h15, 19h15, 21h20 Shopping Norte 3: 18h35, 20h35 Via Shopping 2: 15h40, 17h15, 21h
Mostra de Cinema de Tiradentes 6 21ª discute o “Chamado Realista” A 21ª edição do tradicional festival de cinema traz como temática o aspecto realista da sétima arte para debater a produção e a estética do cinema contemporâneo com produtores, artistas e o público. O homenageado de 2018 é o ator carioca Babu Santana (foto) (Tim Maia, 2014). Um recorte da trajetória no cinema do ator será repassada na mostra, bem como será exibido o elogiado “Café com Canela”, vencedor de três Candangos, do festival de Brasília. Onde Diversos espaços da cidade de Tiradentes-MG Quando até 28 de janeiro Quanto Entrada gratuita. Confira a programação completa em: mostratiradentes.com.br
O JOVEM KARL MARX (Le Jeune Karl Marx, França/ Alemanha/ Bélgica, 2018, 1h59, 14 anos) Dir. Raoul Peck. Com August Diehl, Stefan Konarske, Vicky Krieps. Karl Marx, aos 26 anos, embarca para o exílio junto com sua esposa, Jenny. Em 1844, na França, ele conhece Friedrich Engels, filho de um industrialista que investigou o nascimento da classe trabalhadora britânica. Belas 3: 14h Ponteio 2: 14h
JUMANJI: BEM-VINDO À SELVA (Jumanji: Welcome to the Jungle, EUA, 2017, 1h59, 12 anos) Dir. Jake Kasdan. Com Dwayne Johnson, Jack Black, Kevin Hart. Quatro adolescentes estão jogando um videogame cuja ação se passa numa floresta, quando um evento inesperado faz com que os jogadores sejam transportados para dentro do jogo. Betim 1: 16h, 20h40 (*) Boulevard 1: 14h e 18h40 Cidade 2: 13h30, 16h, 18h25 e 20h50 (*) Contagem 4: 13h30, 16h, 18h25 e 20h50 (*) Del Rey 1: 16h e 20h50 (*) Diamond 3: 14h (*) Itaú Power 2: 13h45, 16h10, 18h35 e 21h (*) Minas 2: 16h10 e 21h (*) Monte Carmo 4: 13h30, 16h, 18h30 e 20h50 (*) Paragem 1: 13h50, 16h15 e 21h (*) 20h50 Pampulha 6: 14h30, 16h45, 19h e 21h15 (*) Partage Shopping Betim 2: 18h10, 20h50 Pátio Savassi 3: 13h45 (*) Via Shopping 1: 13h20, 15h50, 18h30 e Sessões 3D: BH Shopping 4: 12h40, 15h10, 17h50, 20h30 (*) BH Shopping 8: 13h30, 16h10, 18h50, 21h30 Big Shopping 1: 14h05, 16h20, 18h35, 20h50 (*) Boulevard 2: 16h20, 20h40 (*) Del Rey 1: 13h30, 18h20(somente sábado), 23h (somente sábado) Diamond 5: 20h45 Minas 2: 13h45, 18h35 (*) Partage Shopping Betim 6: 12h10, 14h50, 17h30, 20h10 (*) Pátio Savassi 3: 16h40, 19h20, 22h Ponteio 3: 14h30 Shopping Estação 3: 12h30, 15h, 18h, 20h45 (*) Shopping Norte 1: 14h05, 16h20, 18h35, 20h50 (*) (*) Sessões dubladas
LIGA DA JUSTIÇA (*) (Justice League, EUA, 2017, 2h01, 12 anos) Dir. Zack Snyder. Com Ben Affleck, Gal Gadot, Henry Cavill. Um grupo de superheróis se forma com a missão de proteger o mundo. Cidade 1: 16h20 Cidade 5: 21h Contagem 2: 16h30, 21h10 Itaú Power 6: 16h20, 21h Cineart Minas 6: 16h10, 21h10
(*) Sessões dubladas
LOU (Lou Andreas-Salomé, Alemanha/ Suíça, 2018, 1h53, 12 anos) Dir. Cordula Kablitz-Post. Com Katharina Lorenz, Liv Lisa Fries, Nicole Heesters. A escritora e psicanalista Lou Andreas Salomé, no fim do século XIX, vive de forma livre e contestadora. Suas ideias e atitudes seduzem nomes como Paul Rée e Friedrich Nietzsche, o psicanalista Sigmund Freud, o poeta Rainer Maria Rilke, além do jovem filólogo Ernst Pfeiffer. Belas 3: 16h20 Ponteio 2: 16h20, 18h30, 21h15
O REI DO SHOW (The Greatest Showman, EUA, 2017, 1h45, livre) Dir. Michael Gracey. Com Hugh Jackman, Michelle Williams, Zac Efron. A história de P.T. Barnum, showman norte-americano que fundou um famoso circo. Entre suas criações, estão um museu de curiosidades e um circo próprio, em que eram apresentados animais, freaks e fraudes de todo tipo. Pátio Savassi 1: 16h, 18h30, 21h, 23h30(somente sábado)
RODA GIGANTE (Wonder Wheel, EUA, 2017, 1h42, 12 anos) Dir. Woody Allen. Com Kate Winslet, James Belushi, Justin Timberlake. A atriz Ginny, casada com Humpty, acaba se apaixonando pelo salva-vidas Mickey. Mas quando sua enteada, Carolina, também cai de amores pelo rei da praia, as duas começam uma forte concorrência. Belas 2: 15h40 e 19h40 Ponteio 3: 16h50, 19h, 21h10
(Ferdinand, EUA, 2018, 1h49, livre) Dir. Carlos Saldanha. Ferdinand é um touro calmo, que não gosta de brigar com outros animais. Porém, ele é escolhido como o maior e mais rápido animal para participar das touradas de Madri. Betim 1: 13h50, 18h30 BH Shopping 7: 12h20, 14h50, 17h20, 19h50 Big Shopping 4: 14h30, 18h35 Boulevard 1: 16h20, 21h Cidade 5: 14h30, 16h40, 18h50 Contagem 1: 16h40, 18h50, 21h15 Del Rey 2: 16h20, 20h40 Itaú Power 5: 16h10, 18h30, 20h50 Minas 1: 12h50, 17h, 21h10 Monte Carmo 3: 13h40, 16h10, 18h30, 20h40 Pampulha 3: 13h35, 15h30, 17h25, 19h20, 21h20 Paragem 3: 13h50, 16h10, 18h40, 20h50 Pátio Savassi 2: 13h, 18h Shopping Estação 6: 16h15, 20h15 Shopping Norte 3: 14h20 Via Shopping 4: 16h, 18h50, 21h Sessões 3D: BH Shopping 3: 13h20, 15h50, 18h20 Boulevard 2: 13h50, 18h30 Big Shopping 5: 16h25, 20h30 Cidade 5: 12h20 Contagem 1: 14h30 Del Rey 2: 14h, 18h30 Diamond 6: 12h, 14h30, 17h05 Minas 1: 14h50, 19h10 Itaú Power 5: 13h40 Partage Shopping Betim 4: 12h, 14h40, 17h20, 20h Pátio Savassi 2: 15h30, 20h40 Shopping Estação 2: 13h30, 18h30 Shopping Norte 2: 16h25, 20h30 Via Shopping 4: 13h50 (*) Sessões dubladas
STAR WARS – OS ÚLTIMOS JEDI (Star Wars: The Last Jedi, EUA, 2017, 2h30, 12 anos) Dir. Rian Johnson. Com Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac. Após encontrar Luke Skywalker em uma ilha isolada, a jovem Rey busca entender o balanço da Força a partir dos ensinamentos do mestre Jedi, enquanto o Primeiro Império de Kylo Ren se reorganiza para enfrentar a Aliança Rebelde. Sessões 3D: BH Shopping 3: 20h50 Boulevard IMAX: 16h, 21h
O TOURO FERDINANDO (*)
VIVA – A VIDA É UMA FESTA (*) (Coco, EUA, 2018, 1h45, livre) Dir. Lee Unkrich, Adrian Molina. Menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas precisa lidar com sua família, que desaprova seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos. Betim 2: 13h30, 19h Big Shopping 4: 16h35 Cidade 4: 14h40, 19h Contagem 2: 14h20, 19h Contagem 8: 16h20 Del Rey 6: 13h30, 19h Itaú Power 6: 18h50 FOX FILM DO BRASIL/DIVULGAÇÃO
Minas 6: 14h, 19h Monte Carmo 2: 18h50 Pampulha 5: 13h25, 15h25, 17h25, 19h25 Paragem 5: 14h, 18h20 Partage Shopping Betim 2: 13h10, 15h40 Shopping Estação 6: 13h45, 18h45 Via Shopping 2: 13h30, 18h50 Sessões 3D: BH Shopping 5: 13h, 15h20, 17h40, 20h10 Big Shopping 5: 14h25, 18h30 Boulevard 6: 13h50, 18h50 Cidade 4: 12h30, 16h50 Diamond 5: 13h, 15h30, 18h10 Itaú Power 6: 14h10 Monte Carmo 5: 14h30 Paragem 5: 16h10, 20h30 Pátio Savassi 4: 12h50, 15h20, 17h50, 20h20 Shopping Estação 2: 16h, 21h Shopping Norte 2: 14h25, 18h30
Quinta-feira (25) 15h “O Monstro do Mar” (EUA, 1953, 1h20, 12 anos) Dir. Eugène Lourié 17h “Metrópolis” (ALE, 1927, 2h33, 14 anos) Dir. Fritz Lang. Sessão comentada 21h “Godzilla” (Gojira, JAP, 1954, 1h36, 12 anos) Dir. Ishirô Honda Sexta-feira (26) 15h30 “O Mundo em Perigo” (EUA, 1954, 1h34, 14 anos) Dir. Gordon Douglas 17h30 “O Monstro da Lagoa Negra” (EUA, 1954, 1h19) Dir. Jack Arnold 19h “A Revanche do Monstro” (EUA, 1955, 1h22) | Dir. Jack Arnold
(*) Sessões dubladas
mostras CINEMA, CULTURA ARTE E PODER (*) Neste sábado (20) 16h “Cícero Dias, o Compadre de Picasso” (BRA, 2016, 1h19, 16 anos) Dir. Vladimir Carvalho. 18h “Os Três Atos de Carlos Adão” (BRA, 2016, 1h10, 16 anos) Dir. Diego Navarro e Francisco Franco. 20h O Homem que matou John Wayne (BRA, 2016, 1h10, 16 anos) Dir. Diogo Oliveira. Domingo (21) 16h “A Farra do Circo” (BRA, 2014, 1h34, 16 anos) Dir. Roberto Berliner e Pedro Bronz. 18h “Los Leones” (BRA, 2016, 1h19, 16 anos) Dir. André Lage. 20h “Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava” (BRA, 2017, 1h20, 16 anos) Dir. Fernanda Pessoa
FICÇÃO CIENTÍFICA ANOS 1950 (*) Segunda-feira (22) 17h “A Conquista da Lua” (EUA, 1950, 1h31, 12 anos) Dir. Irving Pichel 19h “O Fim do Mundo”, (EUA, 1951, 1h23, 12 anos) Dir. Rudolph Maté 21h “O Dia em que a Terra Parou” (EUA, 1951, 1h32, 10 anos) Dir. Robert Wise Terça-feira (23) 16h “O Monstro Do Mar Revolto” (EUA, 1955, 1h19, 12 anos) Dir. Robert Gordon 17h30 O Ataque da Mulher de 15 Metros, de Nathan Juran (EUA, 1958, 1h05, 12 anos) 19h “O Homem do Planeta X” (EUA, 1951, 1h10, 10 anos) Dir. Edgar G. Ulmer 21h “O Horror Vem do Espaço” (EUA, 1958, 1h15, 12 anos) Dir. Arthur Crabtree
Longa de animação “O Touro Ferdinando” questiona a prática das touradas espanholas
21h “A Ameaça que Veio do Espaço” (EUA, 1953, 1h21, 14 anos) Dir. Jack Arnold
Quarta-feira (24) 17h “Mandrágora” (ALE, 1952, 1h32, 12 anos) Dir. Arthur Maria Rabenalt 19h “Guerra dos Mundos” (EUA, 1953, 1h15, Livre) Dir. Byron Haskin
21h “Tarântula!”, de Jack Arnold (Tarantula, EUA, 1955, 1h20, 10 anos) Dir. Jack Arnold (*) Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Entrada gratuita
CARNAVAL E CINEMA (*) Neste sábado (20) 19h “Cartola: Música para os Olhos” (BRA, 2007, 1h28, livre) Dir. Lírio Ferreira e Hilton Lacerda. Domingo (21) 17h Sessão de curtas: “Moreira da Silva”, de Ivan Cardoso / “O Bom Malandro”, de Mariana Castelo Branco. 19h “A Lira do Delírio” (BRA, 1978, 1h45, 16 anos) Dir. Walter Lima Jr. (*) MIS Cine Santa Tereza (rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza, 3277-4699). Entrada gratuita
PROJETO DE FÉRIAS! (*) Neste sábado (20) 10h “Zarafa” (FRA/ BEL, 2012, 1h18, livre) Dir. Rémi Bezançon, Jean-Christophe Lie 15h “A Guerra dos Botões” (FRA, 2011, 1h45, 10 anos) Dir. Yann Samuell. 17h “O Grilo Feliz e os Insetos Gigante” (BRA, 2009, 1h22, livre) Dir. Walbercy Ribas e Rafael Ribas. Domingo (21) 10h “Asterix e o Domínio dos Deuses” (FRA/ BEL, 2014, 1h26, livre) Dir. Louis Clichy. 15h “Uma Viagem ao Mundo das Fábulas” (BEL, 2009, 1h18, livre) Dir. Tomm Moore, Nora Twomey 17h “Abril e o mundo extraordinário” (FRA/ BEL, Canadá, 2015, 1h45) Dir. Franck Ekinci, Christian Desmares.
VIDAS EM MELODIAS (*) Neste sábado (20) 19h15 “Uma noite em 67” (BRA, 2010, 1h25, livre) Dir. Renato Terra, Ricardo Calil Domingo (21) 19h15 “As Canções” (BRA, 2011, 1h32, 10 anos) Dir. Eduardo Coutinho (*) Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Entrada gratuita
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estilo GESTAÇÃO >Conforto aliado às tendências da temporada também podem vestir as barrigudinhas
Grávidas dão lição de estilo JOAO COTTA / GLOBO
Lorena K. Manter o estilo duMartins rante a gravidez pode até parecer uma tarefa árdua – mas a verdade é que a empreitada requer apenas uma adaptação. Prova cabal de que é possível exibir a barriga com elegância, a cantora Ivete Sangalo, que está grávida de gêmeas, vem mantendo seu estilo com a feliz ideia de adaptar suas peças preferidas a suas novas formas. Junto ao stylist Leandro Porto, ela vem optando por looks mais justos, cores vibrantes e muita, muita transparência, pontos que marcaram sua participação na última edição do “The Voice”, da TV Globo. No Instagram, a diva divulga looks dignos de serem copiados – e mesmo para quem não está em “estado interessante”. “Eu acho incrível quebrar pa-
radigmas da moda. É o máximo a Ivete Sangalo usar um top com cintura baixa, mas isso foi para um show, para um aparição. Na vida real tenho certeza que toda grávida deve sempre preservar o conforto. Mesmo se for um vestido justo, ele deve ser feito com um tecido um pouco mais maleável”, pondera Arlindo Grund, consultor de estilo e apresentador do programa “Esquadrão da Moda”, do SBT. Assim como a cantora baiana, outras mulheres estão dispostas a cada vez mais adaptar suas preferências na hora de se vestirem durante os nove meses. “Gravidez não significa abrir mão do estilo, nunca. E nem tão pouco se desfazer das peças que estão no armário. Acho o máximo quem consegue usar um artigo que está hoje no ponto alto da moda, mesREPRODUÇÃO/BLOG CHATA DE GALOCHA
Lu Ferreira, autora do blog Chata de Galocha, investiu na terceira peça para variar os looks, como coletes e quimonos
mo estando grávida”, acredita Arlindo. A especialista em moda e beleza Paula Martins Adjuto, formada pelo Centro Universitário UNA, acredita que o estilo precisa ser preservado. “A gravidinha deve continuar seguindo o seu estilo, sim. Se ela é sexy, tem que continuar com a referência sexy, caso contrário, a identidade se perde”, avalia. NOVAS POSSIBILIDADES Um novo olhar às peças já existentes no armário é uma atitude que também combina com os novos tempos, em que o desperdício é refutado. A novidade é que roupas largas ou outras peças que tentam esconder a barriga estão longe de ser as primeiras opções. Ao contrário. “Não abri mão do meu estilo, mas ele foi se adequando às mudanças do corpo”, enfatiza Lu Ferreira, autora do blog Chata de Galocha, que publicou ideias incríveis de como se vestir durante sua gestação, há dois anos. Ela ainda explica que, à época, comprou apenas dois tipos de peças específicas para gestantes: regatas mais compridas e uma calça jeans com elástico no cós, que vai expandindo à medida que a barriga vai crescendo. “Vestidos longos e fluidos são super confortáveis e podem ser usados inclusive depois da gravidez. Coletes, quimonos e jaquetas ajudam a variar os looks básicos”, sugere. Marina Xandó, nome por trás do blog AskMi e do Concierge Maternidade AskMi, no qual presta consultoria para grávidas, também conta que só investiu em novas peças no armário a partir do sexto mês e optou por truques de styling com as peças já existentes, com vistas a manter seu estilo despojado. “Praticamente não comprei nada! Sou contra a gestante ter que comprar mil peças e, além disso, não curto exageros! É um momento que já envolve muitos gastos, então, para que piorar a situação?”, argumenta. PÉS NO CHÃO? Quem acompanha a vida das celebridades viu Ivete Sangalo, a apresentadora Patrícia Abravanel e a atriz Eva Longoria em sal-
A todo vapor: a cantora baiana Ivete Sangalo ressalta o barrigão com looks justos, nos quais o decote se faz presente
to altíssimos, mesmo gravidíssimas. O que não significa que o conforto deva ficar em segundo plano. “Não há regras, mas acho que cada mulher deve respeitar seu corpo e seus limites”, entende Lu Ferreira, que resolveu diminuir o tamanho do salto nas fases mais adiantadas da gestação, quando os pés tendem a inchar. “Passei a preferir modelos com salto grosso ou mesmo sem. Mas
conheço muitas mulheres que continuaram usando sem problemas. O que importa é a pessoa se sentir confortável”, acredita. Paula Martins Adjuto explica que os sapatos precisam ser confortáveis também para evitar dores nas costas: “Para quem não abre mão do salto, prefira os de até cinco centímetros e opte pelos mais grossos, para ajudar o equilíbrio”.
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NÉCESSAIRE PRODUÇÕES PARA AS FESTAS JOE SCARNICI/GETTY IMAGES FOR INSTYLE/AFP
GABRIEL CARDOSO / SBT
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Aproveite o verão para o cuidado redobrado da pele. Uma dica é remover as células mortas para a renovação celular. O resultado é uma pele mais bonita e mais jovem, turbinado com as sugestões de esfoliantes a seguir.
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A atriz Eva Longoria alongou a silhueta ao investir em um longo preto com fenda e decote para o Globo de Ouro
Peças justas e cores vibrantes entram no closet de grávida de Ivete Sangalo
A apresentadora Patrícia Abravanel usou um modelo mullet com franjas que evidenciam a silhueta
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DICAS INFALÍVEIS PARA SE VESTIR BEM Vale o investimento. As partes superiores ficam encarregadas de transformar as produções. “Comprar algumas peças-chave, como coletes, é uma dica legal para variar os looks, já que as opções ficam mais reduzidas neste período”, sugere Lu Ferreira, do blog Chata de Galocha. Sem exageros. “As estampas não são proibidas, porém devem ser usadas com cautela: algumas aumentam a silhueta de uma forma geral, e não só a barriga. Por isso, as de cores neutras se encaixam melhor nessa fase”, ensina a especialista em moda e beleza Paula Martins Adjuto.
Evite. Outra dica é evitar tecidos grossos e pesados, que provocam ainda mais calor às grávidas. “O ideal é dar preferência à malha e às peças de algodão, que, além de serem mais confortáveis e frescas, vão poder acompanhar a gravidez por um bom tempo, pois se adaptam à silhueta”, recomenda Paula. Pés frescos. “Durante a gravidez, o pé da mulher fica inchado, então usar calçados mais confortáveis ou de modelagens mais amplas, como sapatilhas e sandálias, é uma possibilidade. Cuidado com as sandálias de elástico, porque elas podem comprimir os pés”, alerta Arlindo Grund.
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Peças aliadas. Além do jeans, peças como batas, blazers, cardigãs, quimonos e blusas básicas mais soltinhas são altamente reaproveitáveis após a gravidez. “Repita looks, tenha criatividade e use e abuse de acessórios, como bijuterias e
lenços. Eles têm o poder de criar e renovar várias roupas”, sugere Marina Xandó, do blog AskMi.
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Ivete Sangalo também aposta em peças que deixam a barriga à mostra
A blogueira Lu Ferreira usou vestidos levinhos com a cintura marcada
Gravidíssima, Khloe Kardashian não abandona o pretinho básico
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VITRINE
Vem, verão Praia ou clube?
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Paraqualquerquesejaodestino duranteaestaçãomaisquente doano,selecionamosprodutos imperdíveisparaaproveitaro períododasaltastemperaturas Para muitos, o verão é considerado a estação mais aguardada do ano. É nessa temporada que os destinos litorâneos ficam cada vez convidativos para dar uma desacelerada na rotina. Por outro lado, a cidade também fica mais fervida: bares não cansam de criar driques refrescantes para espantar o calor, enquanto o Carnaval já começa a invadir as ruas com a sua agenda de pré-folia mais lotada do que nunca. Ao mesmo tempo, a moda se inspira no clima tropical do país e o resultado são peças extremamente confortáveis para curtir a praia ou a piscina e, porque não, também o asfalto? Para quem acredita que a estação também representa sossego, selecionamos novidades para montar a mala de verão, seja para curtir o agito em praias badaladas e festas animadas na piscina ou até mesmo dar uma pausa na rotina e se permitir mergulhar e colocar os pés na areia, sem compromisso.
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Lorena K. Martins
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vida leve
Laura Medioli laura@otempo.com.br
Pequenos contratempos TIAGO NUNES/DIVULGA-
ndo estressada com os micos que apareceram em minha casa. Enquanto pulavam de árvore em árvore, eu achava lindo, mas agora, que resolveram entrar na cozinha para roubar frutas, ou melhor, comê-las descaradamente em cima da mesa sem darem a mínima a nossa presença, viraram um problema. Ontem tentei expulsar um deles – da goiaba e da cozinha –, e ele me encarou cheio de dentes. Traumatizada com mordida de macaco, preferi me afastar. Peguei uma vassoura e ameacei tocálo de lá, até vê-lo, calmamente, sair pela janela levando uma banana. Pelo jeito, quem levou a banana fui eu. – Você viu? – perguntei à cozinheira. – Vi. E, se eu fosse você, jogava o resto fora – respondeu-me com cara de asco. Lembro que, por causa deles, a Pretinha ficava histérica. De ma-
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nhã cedo já começava a latir pros bichos, acordando a casa e atormentando os vizinhos. Tinha mico na mangueira, no flamboyant, subindo no telhado... E ela atrás, sem dar conta do recado. Quando se cansava de um, ia atrás de outro. No fim da tarde, exausta, deitava-se no sofá da sala e só se levantava na hora da janta, quando, pulando e balançando o rabo, requisitava a sua parte da cesta. Saudades dessa nossa cachorrinha – a vira-lata mais esperta e hiperativa que já conheci. Resolvi fazer um “micódromo” no jardim, uma tábua pendurada nas árvores onde deixamos bananas, goiabas e frutas da época. Como fizemos no Jaíba, onde até um vira-lata sobe para comer, dividindo o espaço com araras, passarinhos e uma infinidade de maritacas. Assim, além de se afastarem da cozinha, os micos não passarão fome. Também as pombas, vindas sabe-se lá de onde, são um problema. Atrás da ração dos cachorros, não dão trégua. Além da sujeira que deixam no quintal, temo por doenças que porventura possam
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ter. Coloquei as vasilhinhas de ração dentro de casa, até alguém me lembrar que isso pode atrair ratos.
O que me faz lembrar a história contada por um amigo que, para se livrar dos ratos do sítio, ad-
quiriu um pacote de chumbinho, veneno proibido e dos mais mortíferos. Os ratos comeram o veneno, e os gatos da casa comeram os ratos. Final da história: morreram todos. Verdadeiro ou não, esse caso me impressionou. O pior são os cupinzeiros, que, de uma hora para outra, resolveram dar as caras no gramado. Jogo remédio num buraco, eles aparecem em outro. E já nem sei mais o que fazer com aquelas “montanhazinhas” do mal. Por causa dos cupins, perdi uma árvore inteira. E, se não ficar esperta, a casa também entra no cardápio. Fora esses pequenos contratempos, morar numa casa é um privilégio. Nada como acordar com o canto de passarinhos, sentir o cheiro de grama cortada, ter verduras frescas na horta, sentarse sob o sol da manhã, sentindo o perfume das flores lilases dos muitos manacás que plantamos no jardim. Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO
WApostas para 2018. Portugal e Canadá no topo de nossa lista. Página 2 CARLOS ROBERTO TORRES/DIVULGAÇÃO
WFebre amarela. Viajantes: BH ainda não adotou vacina fracionada. Página 7 pampulha
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BELO HORIZONTE Sábado 20/1/2018
Vem feriado!
Distantes45diasumdooutro,Carnaval eSemanaSantajámobilizamosviajantes. Confiraaspromoções. Páginas 4 a 6
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paulo campos
Acompanhe as dicas de Paulo Campos no programete Super Viagem, de segunda a sexta-feira, às 10h33, no Manhã Super
paulocampos@otempo.com.br
Internacional: as apostas para 2018 2017 foi o ano que consolidou Portugal como destino preferido entre brasileiros que viajam para a Europa. A facilidade de voos diretos, a divulgação do stopover pela companhia TAP e as promoções do Turismo de Portugal no Brasil – com reposicionamento do destino no mercado e ações de marketing em feiras – surtiram o efeito esperado. Fora isso, a pop star Madonnamudou-se para Lisboa e, no Facebook e Instagram, colaborou para a propagação do destino. É provável que Portugal continue a ser o preferido em 2018, tanto que encabeça a lista da editora de guias Lonely Planety e de sites internacionais. Países como Canadá e África do Sul surfaram na mesma onda de Portugal. Ambos deixaram de ser conhecidos apenas por intercambistas para se tornarem prioridade de viajantes interessados em cultura, natureza e qualidade de vida. Em 2017, o Canadá comemorou
150 anos e aproveitou para isentar do visto alguns países, entre eles o Brasil. Já a África do Sul se consolidou como um destino com bom custo-benefício, melhorou a oferta aérea, inclusive ganhando voo direto da Latam, e aumentou em 176% o número de visitantes brasileiros, segundo dados do South African Tourism. Possivelmente ambos os destinos devem permanecer em curva crescente de inte-
resse por parte dos brasileiros, da mesma maneira que Argentina, Chile e Uruguai. A Argentina se beneficiou de voos diretos de companhias aéreas como Azul e Gol e aproveitou a retomada do crescimento com redução da carga tributária IVA em 20%. Depois do recorde de turistas em 2016, o Chile explorou a sazonalidade para mostrar aos brasileiros que o país pode ser visitado o ano inteiro. Está no topo da lista
da Lonely Planet para 2018. O Uruguai – que vinha subindo aos poucos na preferência dos brasileiros desde 2015 – teve a seu favor o aumento da oferta de voos e o ótimo custo-benefício. A Rússia, bola da vez por causada Copa do Mundo, subiu no ranking dos viajantes, principalmente daqueles queveem noMundial a chance de conhecer um país até então fechado. Como pontos a favor, cresceu o número de
operadores e agências com pacotes formatados para o destinoe aretirada da obrigatoriedade de visto para brasileiros. Apenas contra, a barreira do idioma, o preço dos bilhetes aéreos e o custo nada baixo. Na esteira da Rússia, a Coreia do Sul surge como potencial destino turístico. Segundo lugar na lista da Lonely Planet, sediará os Jogos Olímpicos de Inverno e iniciou nova fase de conciliação com a Coreia do Norte.
TURISMO DE PORTUGAL/DIVULGAÇÃO
Vancouver
Lisboa
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STOCXPERT
personagem da semana
check-in/check-out
ARQUIVO PESSOAL EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Cristian Bernardi,
British e Iberia José Antônio Coimbra (foto abaixo) é o novo country manager da Iberia e British Airways no Brasil. “Neste ano, ambas as marcas irão introduzir novos serviços e produtos no mercado brasileiro, e a área comercial é responsável por aproveitar essas mudanças para oferecer soluções para clientes, agências de viagem e empresas”, reforça.
executivo do ramo da hotelaria, abriu, no final do ano passado, a Bernard Hotels & More, para oferecer uma solução que integre todas as pontas do serviço hoteleiro, uma consultoria especializada em turismo, hotelaria e gastronomia.
THIAGO BERNARDES/FRAME/DIVULGAÇÃO
Mauro Ribeiro, Antônio de Pádua, José Maurício Gomes e Marcos Prota em evento de confraternização de fim de ano da Abav-MG EDY FERNANDES
Você acumula mais de uma década de experiência na hoteleira. O que mudou essencialmente no segmento nesse período?
Acho que muitas coisas mudaram, mas sobretudo o jeito de se comunicar com o cliente final e a abundância de informação que o cliente tem no momento da escolha do hotel. Antigamente, a escolha era influenciada por agências, operadoras e intermediários. Hoje é pela informação que o cliente encontra online.
Você esteve à frente de hotéis de renome como Meurice, em Paris, Príncipe di Savoia, em Milão, Brown’s Hotel, em Londres, Tivoli e Gran Meliá, no Brasil. O que difere nossa hotelaria da internacional?
13 dias na Terra Santa A Orbi Terra Santa Turismo Israel já está comercializando o rioteiro para Israel em 2018. A novidade é a inclusão de Petra, na Jordânia, no programa. Você pode conferir fotos e vídeos da viagem no Instagram (turismo_israel) e no Facebook (Terra Santa Turismo Israel). Quem acompanha a viagem é o expert Leonardo Costa. Inf.: (31) 3568-5254.
Para fechar minha lista deste ano, eu incluiria o Japão, a Nova Zelândia e o Reino Unido. O Japão registrou 24 milhões de visitantes em 2016 e está hoje, segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), crescendo mais de 2,4% acima dos demais destinos turísticos do mundo. A Nova Zelândia está em contínuo crescimento do turismo desde 2015 e colocou o Brasil na lista de prioridades de expansão do turismo até 2025. Desde 2014, está com um escritório de turismo na capital paulista. Hoje, nosso país é o principal mercado da Nova Zelândia na América do Sul para combater a sazonalidade. Já o Reino Unido, depois do Brexit e da consequente queda da libra esterlina, tem aumentado a oferta turística para brasileiros. A capital inglesa já ultrapassou Paris e Nova York em volume de turistas e caminha rapidamente para alcançar o topo do ranking mundial.
Fernando Dias (presidente do Grupo Master), André Biagioni, André Rossi e Daniel Dias, a nova equipe da Viagens Master
André Rossi na Viagens Master Um dos mais respeitados, competentes e requistados profissionais do turismo mineiro, André Rossi faz parte, desde o início deste mês, da equipe da operadora Viagens Master. O executivo, que estava à frente da gerência da Visual, foi a melhor aquisição profissional do Grupo Master nos últimos anos. A Viagens Master só tem a ganhar com sua expertise e talento para os negócios;
Eu diria que a grande diferença está na clientela. Infelizmente, a porcentagem de clientela estrangeira nos hotéis brasileiros ainda é baixa. O Brasil recebe poucos turistas estrangeiros, a maioria da clientela é nacional. Esperamos todos que isso mude no futuro e que o Brasil se torne um destino mais procurado por turistas norte-americanos e europeus.
Você esteve à frente recentemente do Grand Meliá Rio, o antigo Hotel Nacional, reinaugurado em 2016. Qual é o grande desafio hoje da hotelaria carioca?
Acho que a cidade do Rio passou em 2017 pelo pior ano dos últimos 15. Foi um ano onde vários fatores negativos prejudicaram a performance dos hotéis: ressaca olímpica,
aumento da oferta de hotéis, queda na demanda, problema na economia do Estado e da cidade, aumento da criminalidade e consequente mídia negativa. Esses são os desafios que a hotelaria carioca terá de enfrentar em 2018 e 2019.
Você abriu no fim do ano passado a Bernardi Hotels & More. Que serviços a empresa prestará ao mercado?
A Bernardi Hotels & More é uma consultoria especializada em turismo, hotelaria e gastronomia. A empresa prestará serviços de posicionamento de novas marcas, marketing e vendas, assessoria de imprensa e digital, eventos e revenue management. Minha expertise é, sobretudo, em posicionamento de novas marcas e aberturas de hotéis. Hoje, a maneira de comunicar, tanto com os intermediários quanto com o cliente final, mudou muito, fazendo necessária uma maior sinergia, rapidez e fluidez nas mensagens. É com esse propósito que a Bernardi traz um pool de serviços para unir as pontas, centralizar e facilitar a comunicação e ajudar na construção e percepção das marcas.
Quem são hoje os principais clientes da Bernardi Hotels & More?
O primeiro cliente da Bernardi Hotels & More foi o recém-inagurado Fera Palace, de Salvador, sem dúvida o melhor hotel da cidade. Estou atuando na área de vendas, marketing, comunicação, pricing e posicionamento da marca. Em breve, anunciarei mais clientes para 2018.
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turismo GUGA MATOS/DIVULGAÇÃO
Sua próxima viagem
Quanto custa a folia de Momo nestes tempos Para você que não agendou seupasseio no Carnaval, a Paixão deCristo vem45dias depois; nesta e naspáginas seguintes,confira pacotespara os próximosdois feriados Tânia Ramos taniaramos@otempo.com.br
A consagração de Belo Horizonte como roteiro de Carnaval no país é, sem dúvida alguma, a maior conquista dos foliões de rua mineiros. E não só deles. Muitos carnavalescos de outros Estados estão, cada vez mais, descobrindo a batida “uai” – neste ano, as ruas da capital mineira vão receber 500 blocos, segundo a Belotur. Ainda assim, temos aqueles que, ávidos pelos desfiles de escolas de samba, preferem curtir a festa de Momo no Rio ou em São Paulo ou, então, nas nordestinas Salvador, capital do axé, e Recife, reduto de frevo e maracatu. Mas quanto custa deixar de curtir aquele bloco quase no quintal de casa para viajar para outras localidades? Independentemente do tamanho do sonho (dizem que não tem preço), uma viagem neste período, mesmo para os destinos mais badalados, pode não ficar tão cara assim se
você tiver os instrumentos adequados de pesquisa na web ou comprar os pacotes da operadora certa (é só checar os pacotes que reunimos nesta e nas duas páginas seguintes). E, claro, comprar com antecedência. Apesar de o Carnaval já estar batendo a nossas portas, ainda é possível encontrar algumas opções de destinos com razoável custo-benefício. Uma pesquisa rápida no site Quanto Custa Viajar (quantocustaviajar.com), que faz um apanhado do que há de mais em conta em vários portais e aplicativos de viagem, mostra que quatro dias no Rio pode ficar em torno de R$ 1.292,11; em São Paulo, R$ 1.405; Recife, R$ 1.538,20; e Salvador, R$ 1.353,77. Todos os totais incluem aéreo, hospedagem, alimentação e transporte (só ônibus). Nada de luxo, mas quem vai se preocupar com isso em plena folia de Momo?
Crescimento Contudo, para quem não abre mão de exclusividade, o Airbnb ainda tem s
Frevo é o ritmo predominante no Carnaval de Recife e Olinda
Ouro Preto é campeã de aluguel de unidades do Airbnb durante o Carnaval, com um crescimento Caldas Novas de 300% Pacotes para opções de hospedagem nestes destinos, com localização privilegiada em Copacabana (Rio), Pinheiros (São Paulo), Boa Viagem (Recife) e Barra (Salvador). O site, que hospedou no Brasil mais de 100 mil pessoas no Carnaval passado, verificou um crescimento na demanda de hospedagem nessas cidades com festas tradicionais, como Rio, Recife e Salvador de, respectivamente, 66%, 97% e 50%. Já São Paulo cresceu 187%, e Ouro Preto, 300%, na comparação com o ano passado.
Carnaval e Paixão A ABC Viagens está com pacotes rodoviários para Caldas Novas, em Goiás, durante os feriados de Carnaval (de 9 a 14/2, com quatro diárias) e Semana Santa (de 28/3 a 1/4, com três diárias). O primeiro custa a partir de 8x de R$ 174, e o segundo, 8x de R$ 161 por pessoa. Os programas incluem ônibus doubledecker, hospedagem em ap. duplo, com meia pensão (café e almoço), um café da manhã na viagem de ida, um almoço na volta, comissária de bordo e guia. Inf.: (31) 3519-8800
Salvador
Carnaval na batida do axé A Latam Travel oferece os últimos pacotes para Salvador no Carnaval, de 10 a 17/2, com preço a partir de R$ 2.905 (ou 10x de R$ 290,50 + taxa de embarque) por pessoa. Inclui voo direto e sete diárias em apartamento duplo no Fiesta Bahia Hotel, com café da manhã e pontos Multiplus (R$ 2 = 1 ponto). Preço válido para as lojas: BH Shopping (31) 3286-3999, Boulevard Shopping (31) 2515-3310, Diamond Mall (31) 2533-0933 e Minas Shopping (31) 3245-5718.
São Paulo
Opção de hospedagem O hotel Meliá Paulista é uma opção de hospedagem no Carnaval. Ele fica em frente à estação Consolação do metrô (de acesso a bairros como Vila Madalena e Pinheiros, referência do Carnaval de rua), entre as ruas Augusta e Consolação, com grande concentração de blocos carnavalescos. Pacote de 9 a 13/2 está com diárias a partir de R$ 319 em ap. Classic Casal, com café. Inf.: (11) 2184-1670 ou reservas.paulista@meliahotels.com.br.
Porto Seguro
Cinco dias para cair na folia A Latam Travel oferece pacote para o balneário de Porto Seguro, na Costa do Descobrimento (BA), durante o Carnaval, de 9 a 14 de fevereiro, com preço a partir de R$ 2.714,20 (ou 10x de R$ 271,42 + taxa de embarque) por pessoa. Inclui voo direto e cinco diárias em apartamento duplo no Oceano Praia Hotel, com café da manhã e pontos Multiplus (R$ 2 = 1 ponto). Preço válido para as lojas: BH Shopping (31) 3286-3999, Boulevard Shopping (31) 2515-3310, Diamond Mall (31) 2533-0933 e Minas Shopping (31) 3245-5718.
Rio de Janeiro
Curta o desfile das campeãs 2018 MARCOS DE PAULA/AGÊNCIA ESTADO
A Azul Viagens oferece pacote para o Rio de Janeiro com saída em 11/2 e preço a partir de R$ 1.769 (ou 10x de R$ 176,90) por pessoa. Inclui aéreo, traslados e sete noites de hospedagem em ap. duplo no Ramada Encore Ribalta Hotel, com café da manhã e ingresso para o desfile das escolas de samba campeãs do Carnaval 2018. Consulte a central de atendimento da Azul Viagens (4003-1181), o site www.azulviagens.com.br ou seu agente de viagens.
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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte
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Fevereiro
Festa nordestina atrai muitos foliões mineiros São opções de pacotes para curtir a festa de Momo (e o pós-Carnaval) em destinos popularescomo Maceió, Salvador,Porto Seguro, Arraial d’Ajuda eFortaleza Porto Seguro
Tour para descanso ou diversão SETUR-BA/DIVULGAÇÃO
A Visual Turismo oferece pacote para Porto Seguro, no Sul da Bahia, durante o Carnaval, de 10 a 17/2. O preço está a partir de R$ 2.036 (ou 10x de R$ 203,60) por pessoa, sem taxa de embarque. Inclui aéreo (saindo de Belo Horizonte), traslados e sete noites de hospedagem em apartamento duplo no Hotel Marlim, com café da manhã. Consulte seu agente de viagens e peça pacote da Visual Turismo.
Fortaleza
Momo na terra de Iracema A Latam Travel tem pacote para Fortaleza no Carnaval, de 10 a 17/2, a partir de R$ 2.185 (ou 10x de R$ 218,50 + taxas) por pessoa. Inclui voo direto e sete diárias em ap. duplo no Carmel Express Hotel, com café da manhã e pontos Multiplus (R$ 2 = 1 ponto). Preço válido para as lojas: BH Shopping (31) 3286-3999, Boulevard Shopping (31) 2515-3310, Diamond Mall (31) 2533-0933 e Minas Shopping (31) 3245-5718. ALEX DE JESUS - 30.6.2014
Maceió (I)
Uma semana de agito e alegria A capital alagoana, Maceió, também é uma boa opção para quem quiser descansar ou curtir o Carnaval. Com saída em 10 de fevereiro, a CVC oferece pacote para o destino com preço a partir de R$ 1.698 por pessoa. O programa inclui aéreo, traslados e sete diárias no hotel Lagoa Mar Inn, com café da manhã e passeios. Para reservas, consulte o site www.cvc.com.br ou procure a loja mais próxima.
Maceió (II)
Arraial d’Ajuda
Folia no Caribe brasileiro
Carnaval com praia e animação
A Visual Turismo oferece pacote para a capital alagoana, Maceió, durante o Carnaval. O programa, de 9 a 16 de fevereiro, custa a partir de R$ 2.434 (ou 10x de R$ 243,40) por pessoa, sem taxa de embarque. Inclui aéreo (saindo de Belo Horizonte), traslados e sete noites de hospedagem em ap. duplo no Hotel Porto Jatiúca, com café da manhã, city tour e passeio pelo litoral sul. Consulte seu agente de viagens e peça pacote da Visual Turismo.
Para quem busca a dobradinha praia e axé, o simpático balneário de Arraial d’Ajuda, no Sul da Bahia, também é uma ótima opção para curtir o Carnaval 2018. Com saída em 10 de fevereiro, a CVC oferece pacote para o destino com preço a partir de R$ 2.398 por pessoa. O programa inclui aéreo, traslados e sete diárias na Pousada Ancoradouro com café da manhã. Para reservas, consulte o site www.cvc.com.br ou procure a loja mais próximo de você.
Salvador
Curta a festa ao som do axé Se você sonha em se esbaldar neste Carnaval na capital do axé, a Azul Viagens oferece pacote para Salvador, com saída em 11 de fevereiro e preço a partir de R$ 1.685 (ou 10x de R$ 168,50) por pessoa. Inclui aéreo, traslados de sete noites de hospedagem em apartamento duplo no hotel Sol Bahia, com café da manhã. Consulte a central de atendimento da Azul Viagens (4003-1181), o site www.azulviagens.com. br ou seu agente de viagens.
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turismo NOVA JERUSALEM/DIVULGAÇÃO
Carnaval e Semana Santa
Conheça as opções de pacotes Vários destinos internacionais tambémestão entre os programas,que contemplamas Américas e o Caribe; a compraantecipadagarante bom custo-benefício Orlando (I)
Carnaval movido a simuladores UNIVERSAL/DIVULGAÇÃO
Para aqueles que preferem um Carnaval diferente, longe da folia, mas com pura adrenalina, a CVC preparou um pacote para Orlando (EUA). Com saída em 11 de fevereiro, o programa custa a partir de R$ 3.770 por pessoa. Inclui aéreo, traslados e sete diárias no hotel Maingate Lake Side, sem café da manhã. Os ingressos para os parques dos complexos Universal Orlando, Disney e SeaWorld devem ser adquiridos à parte. Para mais informações e reservas, consulte o site www.cvc.com.br ou procure a loja mais próximo a você.
Orlando (II)
Mardi Gras 2018 terá novidades Tudo bem que a proposta seja diferente, mas quem for a Orlando de 3 de fevereiro a 7 de abril também pode ter seu Carnaval no parque Universal Studios Florida: o Mardi Gras 2018, considerado a “maior festa da Flórida”. Além de 12 carros alegóricos (são mais seis neste ano) decorados à mão, blocos festivos com dançarinos multicoloridos e artistas com pernas de pau, ainda haverá, em 13 noites selecionadas, shows com grandes artistas, como Fifth Harmony, Sean Paul e, entre outros, Macklemore, vencedor do Grammy. Inf.: universalorlando.com/mardigras.
Punta Cana
Descanso em praia caribenha Para aqueles que também buscam um Carnaval longe da folia de Momo e para completo descanso, a CVC formatou um pacote para o famoso balneário de Punta Cana, na República Dominicana. Com saída em 9 de fevereiro, o programa custa a partir de R$ 4.600 por pessoa. Inclui aéreo e seis diárias no hotel Riu Naiboa, com tudo incluído (alimentação e bebidas não-alcoólicas e alcoólicas). Para mais informações e reservas, consulte o site www.cvc.com.br ou procure a loja mais próximo a você. STOCKXPERT/DIVULGAÇÃO
Buenos Aires
Paixão de Cristo
Pacote para a Paixão de Cristo
Espetáculo em Nova Jerusalém
INPROTUR/DIVULGAÇÃO
Buenos Aires é uma boa escolha para aqueles que pretendem aproveitar a Semana Santa longe do país, curtindo a boa mesa e os famosos shows de tango da capital argentina. A CVC formatou pacote para o país vizinho com saída no dia 29 de março e preço a partir de R$ 1.340 por pessoa. O programa inclui aéreo e quatro noites de hospedagem no hotel Las Luces Uthgra, com café da manhã. Para mais informações e reservas, consulte o site www.cvc.com.br ou procure a loja mais próximo a você.
Se você sempre sonhou em assistir à “Paixão de Cristo” em Nova Jerusalém, o momento é agora. A Saint Germain Turismo & Atrium Turismo prepararam um pacote para Porto de Galinhas, com bate-volta para ver o espetáculo e preço a partir de R$ 3.195 (+ taxa) por pessoa. De 28/3 a 2/4, o pacote inclui aéreo, cinco diárias no Porto de Galinha Praia Hotel em ap. superior, com café, traslados, city tour Recife e Olinda, tour a Caruaru e Nova Jerusalém (com ingresso), passeio à praia de Carneiros, guias locais e seguro-viagem. Inf.: (31) 2129-8032 ou contato@sgturismo.com.br.
Nova York
Fortaleza
Tour durante feriado religioso
Passeio na Semana Santa
A CVC preparou um pacote para Nova York, nos Estados Unidos, durante a Semana Santa. Com saída no dia 29 de março, o programa tem preço a partir de R$ 3.800 por pessoa. Inclui aéreo e quatro noites de hospedagem no Hotel Pennsylvania, com café da manhã, com café da manhã. Para mais informações e reservas, consulte o site www.cvc.com.br ou procure a loja mais próximo a você.
A Abreutur está com pacote para a capital cearense, Fortaleza, durante o feriado da Semana Santa. De 27 de março a 3 de abril, o programa custa a partir de R$ 1.769 (+ taxa de embarque de R$ 60) por pessoa. Inclui aéreo (saindo de Belo Horizonte), traslados e sete noites de hospedagem em ap. duplo no Hotel Ponta Mar, com café da manhã. Mais informações e reservas: (31) 3263-1840.
Porto de Galinhas
Porto Seguro
Curta o feriado de Páscoa
Um pit-stop na Páscoa
THIAGO CAVALCANTI/DIVULGAÇÃO
Nada como terminar o feriado da Semana Santa aproveitando as piscinas naturais de Porto de Galinhas (PE). A Azul Viagens oferece pacote com saída em 31 de março e preço a partir de R$ 1.246 (ou 10x de R$ 124,60) por pessoa. Inclui aéreo, traslados e sete noites de hospedagem em apartamento duplo na pousada Bore Koko, com café da manhã e passeio a Recife e Olinda. Consulte a central de atendimento da Azul Viagens (4003-1181), o site www. azulviagens.com.br ou seu agente de viagens.
Para aqueles que quiserem fechar o feriado da Semana Santa curtindo as belas praias da Costa do Descobrimento, a Azul Viagens está com um pacote para Porto Seguro com ótimo custo-benefício. Com saída em 31/3, o programa custa a partir de R$ 889 (ou 10x de R$ 88,90) por pessoa. Inclui aéreo, traslados de sete noites de hospedagem em apartamento duplo no Hotel Shangrilá, com café, festa de boas-vindas e city tour + by night. Consulte a central de atendimento da Azul Viagens (4003-1181), o site www. azulviagens.com.br ou seu agente de viagens.
turismo
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TURISMO DO PANAMÁ/DIVULGAÇÃO
Febre amarela
Dose ainda não é fracionada em Belo Horizonte Para quem vai viajar para países que exigem Certificado Internacional deVacinação ou Profilaxia (CIVP) contra a doença, oprocessonão será alterado,segundo a Anvisa Tânia Ramos
taniaramos@otempo.com.br
Temos uma boa e uma não tão boa notícia para os mineiros que vão viajar nos próximos meses para países que exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). A boa é que, em Belo Horizonte, ainda não está sendo aplicada a vacina fracionada – apesar de os especialistas assegurarem igual proteção, os viajantes estão temerosos sobre sua eficácia. A outra notícia é que, com o surto de febre ama-
Para ampliar a imunização da febre amarela, de viajantes ou não, os centros de saúde de BH funcionam neste sábado para vacinação
rela no Brasil, mais países passaram a exigir o documento dos brasileiros: Panamá, Nicarágua, Venezuela, Costa Rica e Cuba. Então, se você está de malas prontas para esses e outros 135 países que integram a lista, disponível nos sites da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), tem que providenciar logo o documento, pois é certo: as alfândegas vão estar bem atentas, barrando a entrada de
KAREN MOREIRA/DIVULGAÇÃO
Requisitos para obter certificado Os viajantes dispõem de 153 unidades de saúde para receberem a vacina
Lista de países Onde o CIVP é exigido: África: África Central, África do Sul, Angola, Argélia, Benim, Botswana, Burkina Faso, Burundi, Cabo Verde, Chade, Egito, Guiné, GuinéBissau, Guiné Equatorial, ilhas Maurício, ilha Santa Helena, ilhas Seicheles, Jamahiriya, Lesoto, Libéria, Mauritânia, Moçambique, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Senegal, Serra Leoa, Somália, Sudão, Suazilândia, Tanzânia, Quênia e Zimbábue. Américas e Caribe: Anguilla, Antígua e Barbuda, Antilhas Holandesas, Aruba, Bahamas, Barbados, Belize, Bolívia, Bonaire, Curaçao, Dominica, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Mont-
serrat (ilha do Reino Unido), San Martín, Santa Lúcia, São Eustáquio, São Vicente e Granadinas, São Cristóvão e Névis e Suriname. E agora também: Panamá, Nicarágua, Venezuela, Costa Rica e Cuba Ásia: Afeganistão, Arábia Saudita, Bangladesh, Bahrein, Brunei, Butão, Camboja, Cazaquistão, Índia, Indonésia, Iraque, Irã, Jordânia, Laos, Líbano, Paquistão, Singapura, Síria, Sri Lanka, Tailândia e Timor-Leste Europa: Albânia Oceania: Austrália, ilha Christmas, ilhas Fiji, ilhas Pitcairn, Ilhas Salomão, ilhas Samoa, Kiribati, Papua Nova Guiné, Palau, Polinésia Francesa e Samoa
Para a emissão do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) uma das exigências da Anvisa é que todos os viajantes maiores de idade compareçam ao serviço, pois o documento deve ser assinado na presença da autoridade sanitária. No caso de menores de idade, os pais devem assinar pelo filho. Já os maiores de 60 anos que nunca foram vacinados ou que não tenham como comprovar o recebimento da vacina, necessitam de prescrição médica para a liberação da vacina contra febre amarela. O Serviço de Atenção à Saúde do Viajante funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, com intervalo das 12h às 13h. Quando há grande demanda, são distribuídas senhas para o atendimento, encerrado às 17h. Para o esforço de imunização dos belo-horizontinos contra a febre amarela, a unidade, junto com os centros de saúde da capital, vai funcionar hoje para vacinação, mas não emitirá o certificado.
O Panamá é um dos novos países que exigem o certificado de vacinação de febre amarela para os brasileiros
quem não o apresente. Para obter o CIVP (necessário até para conexões por mais 12 hora), o viajante tem que receber a vacina, disponível nos 152 centros de saúde da capital, com um mínimo de dez dias de antecedência, para que ela comece a fazer efei-
to. Aliás, o documento também só terá validade a partir desse mesmo prazo. O segundo passo é você se cadastrar em www.anvisa. gov.br/viajante, clicar em cadastro novo e preencher os dados, salvando uma senha no final. Não há necessidade de impressão e de agenda-
mento. Depois, munido do cartão de vacinação e de um comprovantede viagem(como passagem emitida em seu nome, conforme exigência da Anvisa), solicite o CIVP no Serviço de Atenção à Saúde do Viajante (rua Paraíba, 890, Funcionários), que é liberado na hora.
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Belo Horizonte
W Scooter. Com três rodas, Yamaha Tricity 155 é testado na Europa. Página 15
MERCEDES-BENZ/DIVULGAÇÃO
W Lançamento. Mercedes anuncia chegada do CLA 180 no Brasil. Página 11
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BELO BELO HORIZONTE Sábado 20/1/201817/1/2018 HORIZONTE Quarta-feira
Onde os fracos não têm vez Primeiro grande evento automotivo internacional do ano, Salão de Detroit é marcado pelo lançamento de picapes e SUVs. Páginas 12 e 13
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interCâmbio raimundocouto@otempo.com.br
Acompanhe as últimas novidades do mundo automotivo na coluna Super Motor, com Raimundo Couto, de segunda a sexta-feira, em duas edições, às 08h45 e às 21h45.
Raimundo Couto
As voltas que o mundo dá (I) ARQUIVO PESSOAL
Se tem algo especial na profissão de jornalista especializado na cobertura automotiva são as muitas oportunidades de vivenciarmos situações que dificilmente quem não atua na área teria como experimentar. Dedico este espaço, nesta e nas próximas semanas, para relembrar uma das mais incríveis experiências que tive o privilégio de participar. Neste caso, refiro-me a uma viagem à cidade francesa de Le Castellet, onde fica o circuito de Paul Ricard, que, aliás, está de volta ao circo da Fórmula 1 neste ano. Foi para saber como é acelerar um carro de F-1 que estive lá. Mas muitas situações periféricas envolveram essa aventura, que posso definir como espetacular. O dia mal havia clareado, e era chegada a hora do despertar, e a única certeza que vinha em minha mente era que aquela quarta-
feira, 3 de julho de 2013, ficaria marcada para sempre em minha memória. De olhos fechados, viajei no tempo e voltei ao longínquo ano de 1977, quando, ainda adolescente, acompanhei meu pai, de quem viria seguir no futuro os mesmos passos no jornalismo automotivo, a uma entrevista concedida pelo piloto José Carlos Pace, então piloto da equipe Brabham da F-1, patrocinada pela cervejaria Brahma. Por esse motivo foi na sede daquela fábrica, em Juatuba, próximo a Mateus Leme, o local do encontro com a imprensa especializada de BH. Moco, como era carinhosamente chamado pelos mais próximos, ganhou logo a simpatia dos jornalistas, que o bombardearam com as mais diversas perguntas. Até eu tomei coragem e pedi licença para perguntar para o “meu amigo” Moco qual o circuito da F-1 que ele mais gostava de pilotar. Sem titu-
bear, veio de bate-pronto a resposta: Paul Ricard, na França. Nunca poderíamos imaginar que aquela entrevista seria uma despedida definitiva, para sempre. Menos de um mês após, um acidente de avião, um Bandeirante, no começo da noite de um domingo vitimou fatalmente Moco e seu amigo, também piloto, Marivaldo Fernandes. Ainda jovem, senti aquela morte como a de uma pessoa próxima. Se o Brasil perdeu um futuro campeão, eu senti que foi embora alguém com quem eu teria ter tido a oportunidade de conviver outras vezes. Passados 36 anos, naquela cama do hotel Best Western Grand Prix, Moco me pareceu mais vivo do que nunca. Eu estava em Le Castellet, a 50 km de Marselha, e ao lado do circuito de Paul Richard. Dali a algumas horas, teria uma experiência que nunca, jamais, em tempo algum, por mais fértil fos-
Ainda jovem, senti aquela morte como a de uma pessoa próxima. Se o Brasil perdeu um futuro campeão, senti que foi embora alguém com quem eu teria ter tido a oportunidade de conviver outras vezes.
se minha imaginação, poderia pensar: iria pilotar, ou, para ser mais preciso ter a sensação de poder acelerar um carro de F-1. Justamente lá, no autódromo que meu “amigo” Moco mais gostava de correr. Uma pro-
va mais do que realista da máxima que titula este artigo: as voltas que o mundo dá. Era muita emoção para uma pessoa só! E o dia só estava começando.
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Continua na próxima semana
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11 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 20 de janeiro de 2018
FOTOS MERCEDES-BENZ/DIVULGAÇÃO
R$
Lançamento
CLA 180
137.900 Mercedes-Benz CLA 180
estreia no país Com preço mais acessível, cupê de quatro portas da Mercedes ganhanova versão commotor 1.6 de122 cvpara atrairnovos clientes Da redação A Mercedes-Benz anunciou nesta semana a chegada ao Brasil do CLA 180. Equipado com motor de 1.6 L de 122 cv de potência e transmissão automática de sete marchas e de dupla embreagem, a nova versão do cupê de quatro portas vem calçado com rodas de liga leve de 17 polegadas e traz de série itens como faróis e lanternas em LED e câmera de ré. O CLA 180 é R$ 40 mil
mais em conta que a versão logo acima do modelo, o CLA 200 ff (R$ 177,9 mil), e será oferecido no Brasil em cinco opções de cores metálicas (preto cosmos, prata polar, cinza montanha, azul cavansite e marrom oriente) e três sólidas (vermelho júpiter, preto noite e branco). Por dentro, o modelo traz revestimentos nas cores preto e cinza cristal, ambas combinando material sintético e tecido. Com relação à segurança e ao conforto, o sedã se destaca pe-
Rodas de liga leve aro 17 são exclusivas da versão la suspensão independente, tanto na dianteira quanto na traseira, que trabalha com a direção elétrica. Controle eletrônico de estabilidade e de tração também faz parte do pacote de fábrica do modelo alemão. Para auxiliar em manobras, o CLA 180 é equipado com câmera traseira com linhas auxiliares dinâmicas. Dessa forma, o condutor consegue visualizar o trajeto exato da manobra e evitar possíveis obstáculos. Adicionalmente, sete airbags
garantem a segurança passiva em caso de acidente. Além dos dois dianteiros, para o motorista e o passageiro, o CLA traz dois airbags laterais na frente, airbags tipo cortina, que protegem as quatro janelas do veículo, e um airbag para proteger os joelhos do motorista. Com a nova motorização, a família do CLA passa a contar com quatro versões no Brasil. São elas: CLA 180, CLA 200 ff, CLA 250 Sport 4MATIC e Mercedes AMG CLA 45.
Cupè alemão traz bancos revestidos em couro no estilo concha; destaque para a central multimídia com câmera de ré
W12 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 20 de janeiro de 2018
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Salão de Detroit
Auto show à moda da casa Tradicionalprimeiraexposiçãoautomotivadoano nos EUA reúne picapese utilitários-esportivos inéditos; eventotambémrevela boas novidades para oBrasil Igor Veiga Conhecido no mundo como North American International Auto Show (Naias), o Salão de Detroit
é a primeira grande exposição automotiva do ano. Apesar do caráter internacional, o evento tradicionalmente reúne mais novidades voltadas ao mercado lo-
cal e abre as portas ao público nesta quarta-feira. Entre os principais destaques da exposição automobilística realizada no Cobo Center estão as picapes, o princi-
pal tipo de veículo vendido nos Estados Unidos. Ford, Chevrolet e Chrysler, por exemplo, reservaram o auto show para mostrar as novas Ranger, Silverado e RAM 1500, respectivamente.
Retorno aguardado Chama atenção a Ford Ranger, que volta a ser vendida nos EUA depois de um hiato de sete anos. A picape reestreia com novo visual e mecânica de Mustang, motor 2.3 EcoBoost e câmbio automático de dez marchas. A Ford exibe também o novo visual do Edge, que deve chegar ao Brasil. Para além das “brutas”, o Salão de Detroit é um desfile de novos utilitários-esportivos, o atual modelo favorito dos brasileiros e que conquistou faz tempos os norte-
americanos. Entre as novidades, vale citar o novo visual do Jeep Cherokee, mais sóbrio e parecido com o irmão Compass, e também menos controverso que o da geração anterior, que vinha com uma dupla fileira de faróis. Já a Mercedes revelou em Detroit a nova geração do Classe G. As clássicas linhas do modelo foram preservadas, mas por dentro o jipão foi 100% renovado. O auto show também serviu como palco para a estreia da sétima geração do Volkswagen Jetta, feito sobre a mesma plataforma do Golf e do Audi A3 e com painel digital igual ao do Novo Polo. O motor não muda: é o mesmo 1.4 turbo, de 150 cv. O câmbio evoluiu, agora é automático de oito marchas em vez de seis. VOLKSWAGEN/DIVULGAÇÃO
Novo Volkswagen Jetta fez sua estreia mundial; nova geração deve chegar ao Brasil no fim deste ano
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13 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 20 de janeiro de 2018
FORD/DIVULGAÇÃO
Novo Veloster e BMW X2 entre as atrações
Nos EUA, Ranger terá motor 2.3 EcoBoost de 310 cv e 48,3 kgfm de torque
Entre as marcas orientais, o que mais deve atrair a atenção do público é, sem dúvida, a aguardada segunda geração do Hyundai Veloster. O invocado hatch sulcoreano com apenas três portas deixou de ser vendido no Brasil em 2014, mas segue firme e forte lá fora. Com um visual ainda mais ousado, o novo Veloster deve começar a ser vendido nos Estados Unidos ainda neste ano com opções de motorização 2.0, de 149 cv, ou 1.6 turbo, de 203 cv. A versão N, esportiva, será equipada com motor 2.0 turbo, de 278 cv. Se por um lado a Hyundai não deu qualquer sinal
da volta da venda do Veloster no Brasil, por outro, a BMW confirmou para o segundo semestre deste ano a chegada ao país do novo visual do Mini, duas e quatro portas, além da versão Cabrio (conversível), todos revelados em Detroit. Antes dele porém, deve desembarcar por aqui até julho o BMW X2, o inédito SUV compacto da marca bávara, que faz sua estreia mundial também no Salão de Detroit e chega à Europa em março. Por enquanto, a BMW confirmou três motorizações para o X2. Uma delas é o já conhecido 2.0 de 192 cv a gasolina. (IV)
E tem mais...
Velhos rivais
Kia. A principal atração no estande da marca é a versão conceitual do novo Kia Forte, para nós, Kia Cerato. O modelo foi inspirado no Stinger, que será lançado neste ano no Brasil.
Camaro. O evento reservou uma grata surpresa para os brasileiros. A marca confirmou que vai importar para o nosso país a versão mais envenenada do Camaro, o ZL1. O lançamento do esportivo seria uma resposta ao desembarque do Mustang GT Premium no Brasil. O Camaro ZL1 traz um motor V8 6.2 Supercharger com 659 cv e 89,8 kgfm de torque.
Honda. A fabricante revelou o protótipo do novo Insight. O sedã híbrido posicionado acima do Civic promete fazer média de 21 km/L. Nissan. De diferente, a montadora revelou em Detroit o Xmotion, um inédito protótipo de SUV médio.
Mustang. A Ford levou para Detroit o clásico Mustang 1968, usado no filme ‘Bullitt’, estrelado pelo ator Steve McQueen. A neta do falecido ator apresentou a versão Bullitt do atual Mustang, A série especial do carro vem com motor 5.0 de 475 cv, câmbio manual de seis marchas e painel retrô.
Toyota. A fabricante não traz grandes novidades em Detroit. A maior atração, na verdade, foi apresentada pela divisão de luxo da marca, a Lexus, com o conceito LF-1 Limitless Concept. MERCEDES-BENZ/DIVULGAÇÃO
Novo Classe G foi apresentado por Arnold Schwarzenegger (de azul) NAIAS/DIVULGAÇÃO
Fora dos planos no Brasil, RAM 1500 ganhou uma nova geração
NEWSPRESS/DIVULGAÇÃO
BMW X2 fez sua estreia mundial e chega em breve ao Brasil NEWSPRESS/DIVULGAÇÃO
Novo Kia Forte (Cerato no Brasil) foi revelado no evento nos EUA
NEWSPRESS/DIVULGAÇÃO
Pela Chevrolet, a novidade foi o novo visual da picape Silverado NAIAS/DIVULGAÇÃO
Segunda geração do Hyundai Veloster manteve as três portas
W14 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 20 de janeiro de 2018
super motor YAMAHA/DIVULGAÇÃO
Moto
Japonês estranho e divertido Lançado na Europa, inédito scooter Yamaha Tricity 155 tem três rodas esurgecomouma soluçãoseguraparaotrânsitourbano Paolo Covassi
Especial para Auto Press
Scooters de três rodas se destacam no mundo da mobilidade na cidade. A ideia de oferecer mais estabilidade e equilíbrio em velocidades baixas com a adição de uma terceira roda na frente é o grande trunfo desse tipo de veículo. Na Europa, a Yamaha Tricity 155 tem se destacado na categoria: trata-se de uma moto de três rodas que possui o tamanho de um scooter convencional para rodar na cidade e que
vem com muita tecnologia embarcada e solidez na pilotagem. Em termos de espaço, a frente da Tricity não cria problemas, pelo contrário. A adição da terceira roda não comprometeu o tamanho requerido para o deslocamento nos grandes centros urbanos, cada vez mais congestionados. O scooter é capaz de fazer curvas como qualquer outra moto de duas rodas, só que com mais estabilidade – o sistema com o garfo frontal duplo permite uma distribuição de peso muito equilibrada, o que não é o
O conforto, a ausência de vibrações e a boa proteção do escudo são as maiores virtudes do scooter diferentão
caso dos scooters “normais”, uma vez que a maior parte do peso está na roda traseira. As dimensões da moto compreendem 1,98 m de comprimento e 75 cm de largura. Outro ponto que merece destaque é a frenagem. A capacidade de aderência de duas rodas dianteiras no chão, em caso de uma frenagem de emergência, por exemplo, evita quedas e acidentes. Além disso, a distância necessária para
frear totalmente a moto, apertada completamente a manete de freio, foi bastante beneficiada pelo sistema duplo de suporte frontal. O Tricity é oferecido com freios ABS de série.
Condução sólida Nas curvas, as duas rodas dianteiras do Yamaha Tricity dão muita solidez e garantem uma experiência bem segura. A moto não vibra e a condução é confortável – é possível colocar os
pés no chão com facilidade. O passageiro também viaja com conforto e é auxiliado com alças de apoio. O Tricity 155 conta com soluções interessantes. Ele tem um bom compartimento de armazenamento iluminado com tomadas de 12 V e gancho para pendurar sacolas. O motor de 155 cc oferece boa aceleração no trânsito urbano, mas é fraco para o uso em estrada – as retomadas acima de 80 km/h são lentas.
Longe de nós Sem previsão. Por enquanto, a Yamaha não faz planos de lançar o Tricity 155 no Brasil. Na Europa, o público-alvo do modelo são motociclistas iniciantes, que precisam se sentir seguros para ganhar a confiança de sair pelas ruas. Por lá, a moto tem preço sugerido de 4.390 euros – cerca de R$ 16.945.
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20 de janeiro de 2018
16 W O Tempo - Pampulha - Super NotĂcia 20 de janeiro de 2018
Belo Horizonte