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Pampulha, sábado - 25/03/2017

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turismo

estilo

REPAGINADA, PÁSCOA DE GRAMADO TERÁ MAIS DE 40 ATRAÇÕES NA EDIÇÃO 2017 ... Caderno Turismo. Páginas 6 a 9

NOVAS FORMAS DE CONSUMIR A MODA COM SUSTENTABILIDADE ... Páginas 21 e 22

almanaque

LETÍCIA SABATELLA TRAZ CARAVANA À CAPITAL ... Página 14

super motor

TOYOTA COROLLA 2018 CHEGA COM VISUAL RETOCADO E MAIS EQUIPAMENTOS ... Caderno Super Motor. Páginas 18 e 19

ÉRIKA NEVES/DIVULGAÇÃO

25 a 31 de março de 2017 ANO XXVII número 1391 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838

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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE DENILTON DIAS

MUITO ALÉM DO PALADAR Pequenas casas estrangeiras em BH propiciam experiências singulares em matéria de sabor e vivências

Chinês da gema: restaurante sem nome no centro de BH apresenta o mais original da culinária da China


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opinião

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VITTORIO MEDIOLI

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Editorial

Precisa-se pensar em seguir adiante extenuante ope- partido. Evidentemente, por se tratar Discutem a anistia do caixa 2, mas ração Lava Jato, da forma mais eficiente que os parti- na realidade o caixa 1 pode ser mais quanto mais se dos possuem para se alimentar. ligado aos desvios de dinheiro públiaprofunda, A burocracia gera inicialmente ca- co que o próprio caixa 2. Um superfamais substância bides de empregos, depois explora- turamento de obra pública pode reapodrecida en- ção de pedágios, em seguida nego- tornar ao partido sob a forma de ficontra. Como ciatas de qualquer tamanho e des- nanciamento oficial, como de fato aquela que enche as linguiças e mor- vios. É o instrumento preferencial são os bilhões em financiamentos patadelas que chegam às prateleiras de dominação dos canalhas, alguns gos oficialmente pelas empreiteiras dos supermercados. trasvestidos de benfeitores da huma- da Lava Jato. Está atravessando uma camada nidade. No primeiro ato, na pedra Um caixa 2 pode ser mais “legal”, densamente povoada de crimes, in- fundamental, tem sempre alguém apesar de contabilmente ilegal, que o terligados, sequenciais, sistêmicos. que declama as virtudes, na prática próprio financiamento oficial. Aliás, A onipreseno enxoval que traz é em ordem de gravidade a doação é ça da exploracheio de dificuldades pa- uma lavagem de desvios. A roubalheira ção de poder, ra vender facilidades. O caixa 2 pode ter origem no usada nas altas Mesmo que incontessuor e ser pago por meio de pressão que dominou a tavelmente o atraso acor- e chantagem, esferas da Reenquanto o caixa 1 é “coisa pública” rente o desenvolvimen- arranjo para estourar os cofres do pública, mergulhou a econoto, tem todos os partido erário. está ligada mia na pior cride acordo. Como? ObviaA ditadura se encerrou com uma umbilicalmente mente ninguém cospe no anistia ampla e irrestrita de crimes se econômica enfrentada peprato que o alimenta. violentos, já os últimos 32 anos de à burocracia lo país nos últiA burocracia tem o “democracia”, que chegou ao estado permitida por mos anos. Aracinte de contornar e até de cleptocracia, pretendem encerrarrastou para baiinverter o sentido da se com anistia dos crimes de assalto à leis péssimas xo a economia Constituição, fazendo do coisa pública. nacional e a cidadão uma figura iniA anistia realmente é uma forma e nefastas qualidade de vicialmente culpada, tiran- de passar adiante, mas devem ser reada de todos, esdo-lhe a condição de ino- lizadas limitadamente a devolução pecialmente na base da pirâmide so- cente. A presunção da inode todo o pacial. Ser desempregado e “pobre” é cência, um fundamento jurítrimônio, O caixa 2 pode oficial e oculuma condição cada vez mais desespe- dico indispensável à demoradora e frequente. cracia, foi varrida. As pesto, e a prestater origem no A roubalheira que dominou a “coi- soas precisam passar nos ção de trabasuor e ser pago lho social, sa pública” está ligada umbilicalmen- guichês, como em estações te à burocracia permitida por leis pés- da via-crúcis, por uma infiniseguidas de por meio de simas e nefastas. Que ampliam a inse- dade de órgãos anacrônicos um exílio pressão e gurança e abrem brechas para qual- e cartoriais. Não raro há neproporcioquer interpretação. No emaranhado cessidade de contratar desnal à gravichantagem, de leis, decretos, dispositivos, regula- pachantes e consultores que dade e não enquanto o mentações para privilegiar os deten- possuem o monopólio da menos que tores do poder, a economia ficou en- aprovação, pagando 20 veez anos. caixa 1 é arranjo dQuem gessada e distorcida. Exagerada e zes mais do que seria bem fosse perversa, sempre engendrada para pago. Toneladas de estudos para estourar os flagrado em complicar e enriquecer indevidamen- sem sentido e certidões que na cofres do erário falsidade te alguém. O Brasil mergulhou num vencem em curto prazo. devolução inferno de complicações, de aviltaQuase todos os partidos do subtraímentos, de sofrimentos. são associações ad delinquerem. do passaria para penas de detenção Embora condenada internacional- Não são responsabilizados, não cor- superior a dez anos. mente como a mais perversa do pla- rem o risco de falência fraudulenta, O país tem que pensar em recupeneta, a burocracia brasileira não está apesar de serem evidentes forma- rar o que perdeu e seguir adiante, lina base programática de qualquer ções de quadrilhas. vrando-se desses esqueletos.

A

vittorio.medioli@otempo.com.br

Amorpróprio fora de controle é sinal de doença PAULO BELOTE/DIVULGAÇÃO

egocêntrico mundo dos que se 6 Noadmiram excessivamente e estão

centrados apenas no próprio umbigo, é difícil conseguir delimitar onde termina a personalidade autoconfiante e onde começa o narcisismo patológico. Conforme alguns estudos, os homens, os atletas e as celebridades são mais propensos a desenvolverem características narcisistas, mas a atual era da superexposição – facilitada pela tecnologia – tem deixado todos mais vulneráveis a essa condição. Leia mais no nosso site!

Comportamento RELAÇÃO AFETIVA É CHAVE PARA O PRAZER SEXUAL Apenas praticar sexo, mesmo que regularmente, não garante a verdadeira realização sexual. Carícias, gestos, toques e olhares trocados entre os parceiros são os responsáveis pela sensação de felicidade e satisfação em sentido geral, revela um estudo feito pela Universidade de Toronto. Confira em nosso site!

Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO

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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE

SEMPRE EDITORA LTDA. Av. Babita Camargos, 1645 Contagem/MG, Cep: 32210-180 Distribuição gratuita

FUNDADOR Vittorio Medioli PRESIDENTE Laura Medioli VICE-PRESIDENTE Marina Medioli DIRETOR EXECUTIVO Heron Guimarães

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Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores, não refletindo, necessariamente, a opinião do jornal.

SECRETÁRIA DE REDAÇÃO Michele Borges da Costa ADJUNTO DA SECRETARIA DE REDAÇÃO Murilo Rocha CHEFE DE REPORTAGEM Renata Nunes EDITORA Marília Mendonça REDATORAS Jessica Almeida, Lorena K. Martins e Patrícia Cassese

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reportagem

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GASTRÔ> Pequenos redutos estrangeiros em BH propiciam experiência que vai além do paladar Experimentar os sabores de outros lugares, adentrar outras culturas e, talvez, até mesmo sentir-se um estrangeiro na cidade em que vive. Estas são algumas das prováveis explicações para o sucesso de restaurantes étnicos que se espraiam por Belo Horizonte. Importante frisar: restaurantes inteiramente étnicos, cujos donos são de outra nacionalidade e imprimem sua particular cultura não apenas sobre os pratos preparados, mas por todo ambiente. O resultado são experiências singulares em matéria de sabor ou mesmo de vivências. De histórias de refugiados a ambientes politicamente ativos, passando por espaços quase improvisados, Belo Horizonte caminha para criar seu roteiro não só de pratos típicos, mas também de experiências inusitadas advindas de várias nacionalidades. Sim, é possível, na nossa capital, ser atendido em mandarim ou comer um autêntico shawarma feito por um sírio. É no terceiro andar de uma galeria localizada na esquina da avenida Oiapoque com a rua Curitiba, no hipercentro de BH, que um restaurante – sem nome – tem atraído a curiosidade de gourmands. Para chegar lá, é preciso atravessar uma porta estreita – que passa despercebida frente ao movimento dos shoppings Xavantes e Oiapoque – e vencer três lances de uma escada igualmente delgada para descobrir um pequeno reduto chinês. Lá, no “chinês do Oiapoque” – como tem sido chamado pelos frequentadores brasileiros – tudo está ligado à tradição daquele país. Na cozinha, é o pai da família, Chen Yong Ping, quem comanda a casa. Sua Alex Bessas

Cozinha de raiz DENILTON DIAS

esposa trabalha no pré-preparo dos pratos, enquanto o filho mais velho cuida de assistir o ambiente, mantendo o lugar limpo. Da família, que, antes do Brasil, viveu em Barcelona, a única que fala português é a tímida Yaqian Chen, de apenas 11 anos. Em um espaço de apenas 20 m², entre 12 cadeiras dispostas, a reportagem encontrou quatro brasileiros que tentavam se fazer entender em um lugar que não tem sequer cardápio – e no qual só se fala mandarim. Tudo isso, para ter uma “experiência hardcore da culinária tradi-

cional destes orientais”. A definição do experimento é do coordenador do curso de gastronomia do Centro Universitário UNA, Felipe Tavares. Quem o acompanha é o colega de universidade, o professor Adriano Vilhena, 36. Também no local estão o empresário Aderbal Antunes, 51, e o advogado Lucas Marri, 28. O grupo, com exceção dos colegas, não se conhecia, e criou ali mesmo um canal para trocar experiências sobre restaurantes “curiosos” da capital mineira. Deles, Antunes é quem

Chinês do Oiapoque

Adriano e Felipe comem bifum acompanhado de chás chineses; no detalhe, espécie de sopa de gyoza frequenta o restaurante há mais tempo – cerca de um ano. Ele chega a estranhar o número de brasileiros que transita pelo local naquele dia: ao todo, oito sentaram-se nas cadeiras. Até bem pouco tempo atrás, o lugar era quase exclusivamente frequentado por chineses. “A gente sen-

te que eles estão abrindo a porta da casa deles”, comenta Tavares, acerca da recepção. Marri não hesita em afirmar que aquele lugar “é o mais perto da China que já chegou”. Tão próximo, aliás, que alguma confusão pode acontecer: Antunes, por exemplo, pediu um bolinho

de carne recheado por massa à base de arroz, o gyoza. Mas o que recebeu foi uma sopa do bolinho. “Essa confusão faz parte da experiência”, diz, rindo e experimentando o prato, que, ao final, foi aprovado. Para Vilhena, o “fato de eles não falarem português e ali acontecer um jogo de mímica, interpretação, contribui para a veracidade da experiência”. Mas, acrescenta, isso só se torna possível porque “a gente está muito aberto a experiências”. Sobre o restaurante, algumas considerações pontuais de Marri: “A localização não é das melhores e o restaurante é meio improvisado, parece que foi criado para atender quase que exclusivamente os chineses que trabalham nos shoppings próximos”. Apesar de tudo, o advogado frisa ter gostado muito – e pretende voltar. “Me surpreendeu pela qualidade e ambiente. Ao chegar, me senti como um turista, um estrangeiro”, comenta. Foramos jornalistas gastronômicos Daniel Neto, 34, e Eduardo Girão, 35, que “descobriram” o lugar e o divulgaram em suas redes sociais. Eles classificam o restaurante como um de seus melhores achados recentes. “Foi uma experiência até mesmo folclórica”, afirma Girão. Vale frisar que os preços são bem convidativos. Um lagman ou um bifum saem a R$ 12. Chás importados, a R$ 8. FRED MAGNO

Aposta na identidade Na região da Savassi, o Sítio Sírio, mesmo modesto, chama a atenção de quem passa. A começar pela música árabe que se ouve no lugar. Narguilés e estatuetas conferem ainda mais identidade à lanchonete, que exibe, na vitrine, especiarias como falafel (bolinho de grão-de-bico frito), quibes, esfirras e, ao fundo, um forno giratório com a shawarma (carne de frango assada na vertical com temperos especiais – e secretos). Com sotaque carregado, apesar de já estarem familiarizados com os nossos “uai” e “sô”, os amigos Juny Eshak, 23, natural de Damasco, e Elyan Sokkav, 28, de Hama, tra-

balham em ritmo alucinante desde que abriram o estabelecimento, há 20 dias. Eles vieram para o Brasil como refugiados da guerra. Agora, já classificados como imigrantes, podem permanecer no país por mais quatro anos e esbanjam simpatia no atendimento. “Se não gostar, não precisa pagar”, prometem. Mas, em menos de 15 minutos, durante a passagem da reportagem por lá, sete pessoas que transitavam pela rua Paraíba tiveram o mesmo comportamento: pararam, experimentaram algum prato, repetiram... e ainda levaram mais para casa. Foi o caso da brasileira Luciene Lawinsky. A judia ti-

Sítio Sírio

Elyan corta o shawarma, no detalhe, sanduíche de falafel, um dos mais requisitados

nha hábito de preparar falafel em casa, até a abertura do Sítio Sírio e do Arábica – também comandada por migrantes sírios. Na verdade, Luciene desconhecia a existência da lanchonete, de onde saiu com sacolas cheias. E sim, com a intenção de voltar mais vezes. Outra passante, a aposentada Teresa Cecília, 61,

chegou um pouco desconfiada. Não conhecia nenhum dos pratos expostos na vitrine, mas, incentivada por outros clientes, decidiu experimentar. “Sabe, descobri que, na outra encarnação, fui árabe”, comentou, rindo, enquanto pedia um quibe. Por fim, antes de ir, levou mais para os netos. Desde que abriram o Sí-

tio Sírio, os rapazes se esforçam para atender a todos os clientes, nem que para isso tenham que trabalhar todos os dias da semana. De segunda a quinta-feira, chegam ali às 9h30. Até as 11h, se esmeram em fabricar os lanches. Por volta de 11h30, abrem as portas, atendendo até às 23h. Sextas e sábados, estendem a

jornada noite adentro, fechando apenas às 2h da madrugada. E ainda encontram disposição para mais um expediente, entre 17h e 0h no domingo. A fidelidade à tradição é outra característica do estabelecimento, que tem os sanduíches de shawarma, que leva frango, e de falafel como carros-chefes.


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PALADAR>Vivência gastronômica pode remeter gourmand a memórias até então desconhecidas

‘Cápsula’ do tempo-espaço FRED MAGNO

Alex O escritor Bessas francês Michel Proust já havia identificado no paladar e no olfato a capacidade de despertar memórias, até então, desconhecidas. Esse resgate do passado veio acompanhado de bolinhos madeleines e uma xícara de chá. Foi dessa constatação que surgiu a icônica obra “Em Busca do Tempo Perdido” (19131927). O tradutor juramentado e poeta enogastronômico Ricardo Paolinelli adicionou elementos físicos ao entendimento proustiano. “Esses restaurantes não são locais comerciais puramente, eles são cápsulas de lugares que não estão aqui, mas do que está distante. Então, entrar numa cápsula de imersão total gastronômica é maravilhoso”, sentencia. Para Paolinelli, a fidelidade dos pratos se deve ao fato de alguns deles estarem há pouco no Brasil. Portanto, não foram aculturados. “Eles chegaram com a tradição gastronômica puríssima dentro daquilo que conhecem na cozinha. Apresentaram aquilo que estava no repertório deles. E isso é ótimo para a cidade”, elogia. O tradutor acredita que estes restaurantes não apenas servem pratos étnicos. Seriam inteiramente étnicos, inclusive no lidar com o dinheiro. “Normalmente, essas culturas multitudinárias, Índia, China, populações bilionárias numericamente... A relação deles com o alimento é muito diferente da relação ocidental. Os chineses e indianos, por exemplo, acreditam mais na constância do consumo do que no lucro imediato”, analisa. A característica, aliás, pode explicar porque estas novas casas trabalham, em sua maioria, com preços populares.

START Enquanto Paolinelli é um entusiasta da possibilidade de que BH venha a consolidar um roteiro de culinária transnacional, Eduardo Girão tem o contraponto. “Belo Horizonte não tem a mesma vocação de São Paulo ou do Rio de Janeiro em receber tantos turistas ou negócios. O que aconteceu aqui foi um pouco um acidente de percurso”, indi-

Culinária andina e política social

Indiano

O chef Sunil Bhandarisd e o seu naam; acompanha lassi de manga ca o jornalista. Ele lembra que, no caso dos indianos, há quatro restaurantes dessa etnia. “Acontece que todos eles passaram pelo Maharaj (Funcionários). Foram os chefs de lá que abriram o Namastê (Prado), o Bhagwan (Sagrada Família) e agora, mais recentemente, o Indian Gourmet”, examina. “No caso dos sírios, eles

vieram por uma questão de uma realidade política e social. Já os chineses surgiram por conta de uma realidade local (comerciantes do país se instalaram no centro da cidade a ponto de o mandarim ser a segunda língua mais falada na região)”, indica. Portanto, argumenta, ainda é algo pontual que talvez, no futuro, possa servir como um start de uma tendência. FRED MAGNO

Especiarias e forno típico no indiano Os temperos e especiarias são importados da Índia. O forno típico do país, o tandoor, essencial para o preparo de pratos, também foi confeccionado sob medida. Feito de barro, em uma cavidade no chão, o equipamento chega à marca de 200 ºC. Tudo devido à preocupação de entregar os pratos o mais próximo possível do modo como são feitos na Índia. Comandado pelos chefs Sunil Bhandari, 32, e Virendra Lingh, 31, de Dehradun, o restaurante Indian Gourmet aposta em um cardápio com a comida mais tradicional daquele país. A massa do pão é presa di-

retamente na parede do forno, assando-a rapidamente. E o cliente nem precisa esperar muito: em menos de dois minutos, o naam (espécie de pão indiano) fica pronto. A entrada é servida com molhos de damasco e de manga. Para agradar o paladar brasileiro, os chefs fazem apenas uma concessão: usam a pimenta com moderação. Nestes primeiros meses de funcionamento – o restaurante foi aberto em dezembro do ano passado – , Sunil observa que a maior parte dos clientes já conhece a culinária indiana. Muitos deles, de viagens para o exterior, afirma.

EXEMPLOS DE RESTAURANTES DE RAIZ Étnicos São muitos os restaurantes que imprimem sua nacionalidade e permitem uma experiência interessante em BH. A cozinha japonesa, italiana, francesa e indiana, por exemplo, já estão introjetadas no dia a dia da cidade há tempos. Abaixo algumas casas abertas mais recentemente na capital percorridas pela reportagem.

A peruana Dyone traz a culinária andina a BH

Chinês Chinês do Oiapoque – Rua Curitiba, 130, Centro, 3º andar.

Indiano - Indian Gourmet – Rua Alvarenga Peixoto, 595, Lourdes. (31) 2555-9005. Peruano - Pukara – Rua Leopoldina, 577, Santo Antônio. Sírio - Sítio Sírio – Rua Paraíba, 1378, loja 120, Savassi. (31) 99400-0849 - Arábica Lanchonete – Avenida Brasil, 777, Santa Efigênia. (31) 97591-5919

Sem medo de levantar bandeira política no seu modo de preparar comida, o Pukara é uma pequena revolução culinária no Santo Antônio. Uma das utopias do restaurante é levar o Brasil para mais perto dos seus hermanos.Masnãoésó.AchefDionyGallegosexplicaquequestões sociais, ambientais, das mulheres, o vegetarianismo e até a nutrição se misturam à bandeira latina da casa. Natural de Arequipa, no Peru, a chef e artista plástica veio para o Brasil há 20 anos, para uma pós-graduação em História da Arte, pela Universidade de São Paulo. “Em seguida, vim para Minas, buscar as montanhas”. Na época, lembra de sentir que o país estava distante de seus pares iberoamericanos. Foi o que a motivou a trabalharpela fundação, em 1999, da Casa Latina, “um grupo de solidariedade e integração”. “A gastronomia sempre foi parte importante da integração das culturas”, diz. Mas só há três anos nascia o Pukara(“fortaleza”,em quechua, um dos idiomas faladosno Peru). Hoje, o restaurante busca resgatar receitas dos povos andinos, comoo pesque dequinoa, chupes (variedade de sopas e temperos andinos) e aji de calabaza (prato à base de aji, uma pimenta peruana). Lá, não há um cardápio fixo entre quarta e sexta. Já na terça, o cliente sempre encontra comida vegetariana. No sábado, é a vez do disputado ceviche. “Quem vem já sabe que um ceviche preparado por mãos peruanas sai diferente”, garante. Outro diferencial são vegetaissemagrotóxicos,comprados de feiras orgânicas e pequenos produtores. O peixe é sempre o mais fresco possível.Eadietafoielaborada por uma nutricionista peruana, Laura López. Engajada, Diony busca mão-deobrajuntoàCasadeReferência da Mulher Tina Martins. Hoje, ela festeja a mudançade mentalidade brasileira, principalmente nos últimos dez anos. “Crianças e jovens começaram a se interessar mais”, vibra. Prova é que, ao meio-dia, é impossível entrar no restaurante. “Aspessoas vinham curiosas e foram ficando, ficando... Agora, a casa fica cheia”.


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FESTIVAL NÔMADE> Evento chega à 11ª edição quebrando fronteiras culturais para celebrar a diversidade

Multiculturalismo no parque LAURENT REBELLE/DIVULGAÇÃO

Alex “Transportar Bessas os sentidos para uma Torre de Babel” é o que motiva o produtor cultural marroquino Paco Pigalle a realizar mais uma edição do “Nômade – Festival da Diversidade Cultural”. O evento, realizado no atual formato desde 2011, acontece neste final de semana, no Parque Municipal. Já uma espécie de assinatura do festival, o multiculturalismo se faz presente em todas as vertentes artísticas – do som emanado do palco até as possibilidades gastronômicas. Toda essa efervescência, aliás, dialoga com a vida do produtor marroquino, radicado no Brasil desde 1991. Filho de imigrantes, Paco Pigalle recorda conviver com diferentes culturas desde a mais tenra idade. “Em Paris, vivia em um prédio de 11 andares, no qual havia mais de 30 nacionalidades. Se eu descia um andar, sentia o cheiro de ceviche peruano. Até a próxima escada, o aroma era de assado senegalês. O som ora era de rock inglês ora de cuatro venezuelano...”. A experiência, claro, deixou um aprendizado. “Foi naquele momento que observei que todas as culturas podiam dividir, com gran-

DIVULGAÇÃO

de facilidade, música e paladar”. Da constatação vem a novidade desta edição do evento: além de atrações musicais nacionais e internacionais, dança, artesanato, feira de produtos sustentáveis, oficinas e programação infantil, o evento abre espaço para a gastronomia. Mais uma vez, a diversidade volta a pautar a iniciativa. “Teremos culinária de origem mineira, japonesa, italiana, mexicana, australiana, inglesa...”, enumera. FRANCOFONIA Em comemoração à Semana Internacional da Francofonia – conjunto políticocultural dos falantes de francês –, em curso na cidade, é da França que vem uma das principais atrações do primeiro dia do Nômade: Hadadi Kaddour, ou HK, se apresenta depois do anfitrião, Paco Pigalle. Propondo uma mistura de ritmos marroquinos, com influência cigana e pitadas do hip hop americano, o músico reinterpreta clássicos como “Je Ne Regrette Rien”, da lendária Edith Piaf. Já a banda mineira Alianza entra em cena às 21h. O grupo mistura o som de folias, catiras, rebecas e violas caipiras para alcançar o ritmo da música folclórica e popular andina. Em seguida, para fechar a noite, outro francês, o DJ Tritek.

Diversidade

HK e Rusty Zinn são algumas das atrações do evento

“VIVA TRUMP!” No domingo (26), a ideia, adianta Pigalle, é “arrebentar todos os muros possíveis e imagináveis”. O produtor, claro, brinca com a expressão “Viva Trump!” para saudar a vinda, a BH, de uma atração mexicana e de uma norteamericana. De Bogotá vem a banda Celso Piña y Su Ronda, que ocupa o palco às 16h30, propondo uma mescla eclética: “sons tropicais em ebulição com gêneros populares –

como ska, reggae, rap e hiphop”. Na sequência, é a vez do blues do norte-americano Rusty Zinn, que encerra o “Nômade 2017”. No domingo, o festival oferecerá, ainda, atrações circenses, batalha de coreografias – o Disputa Nervosa do Passinho do Centro Cultural Lá da Favelinha – e apresentação de dança lindy hop do grupo BeHoppers. Já o hip hop será representado pelos mineiros Dokttor Bhu e Shabê.

E mais: será realizada uma oficina de horta em garrafas pet. Além do projeto, o evento substitui os copos descartáveis pelos chamados “eco copos”, com a intenção de “reforçar a pegada ambiental do Nômade”, como salienta Pigalle. Não bastasse, uma feira de artesanato, com espaço para produtores locais exporem seus produtos, será incorporada aos dois dias de evento. “O Nômade é uma oportu-

nidade de viajar por outros idiomas culturais”, frisa o produtor, que aproveita para confidenciar. “Ver o encontro mágico entre o público mineiro e o palco sempre provoca, em mim, uma lágrima rebelde, uma voz que toca estranho”, assegura.

> Festival Nômade Parque Municipal. Neste sábado (25), às 18h30. Domingo (26), às 13h. Entrada franca. Retirar ingresso em www.sympla.com.br.

CENÁRIO BH Abertas as inscrições para o Tiradentes em Cena Em sua quinta edição, a Mostra de Teatro Tiradentes em Cena convida artistas e público a discutir a importância da diversidade no festival que, neste ano, acontece entre os dias 17 e 29 de maio. Com o tema “Tolerare”, a mostra recebe inscrições de espetáculos para as cinco categorias de cenas até o dia 31 de março, através do site do evento Onde www.tiradentesemcena.com.br/inscricao Quando Até sexta (31) Quanto Inscrições gratuitas.

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DIVULGAÇÃO

Festival Som Popular recebe canções O novo festival da canção do Brasil, o “Som Popular”, promete resgatar a magia dos festivais e coroar novos talentos. O evento acontece em abril com show de Erasmo Carlos e distribui para os vencedores até R$ 13 mil. O Som Popular recebe inscrições de canções para concorrerem aos prêmios até o dia 30 de março Onde Inscrições através do site: somplural.wordpress.com Quando Até quinta (30) Quanto Gratuitas

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ANDRÉ FOSSATI – 4.3.2010


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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz

No combate (CRM-MG 25.398)

telmo.diniz@jornalpampulha.com.br

Confusão mental do idoso pisódios de confusão mental em idosos sãomuitocorriqueiros efrequentes. Pretendo esclarecer um pouco sobre o tema e o que o que os familiares podem fazer nesses momentos aflitivos. Também conhecidopor delirium, oestado de confusão mental é uma perturbação grave do estado cognitivo do paciente, caracterizadopor distúrbios da consciência, reduzida capacidade de concentração, alterações da memória e da percepção do ambiente, podendo cursar com agressividade ou não. O início do delirium é geralmente súbito, evoluindo dentro de horas a alguns dias. Neste ínterim, ocorre uma perda na capacidade de concentração, fazendo com que o idoso não consiga prestar atenção por muito tempo em nada. Isto é evidente quando se tenta conversar com ele, pois o mesmo distrai-se facilmente, não conseguindo manter uma conversação de forma lógica. Alterações da memória recente também são comuns. Seguindo-se a isso, o idoso pode não reconhecer o seu médico e até familiares. Quadros paranóides são muito comuns, onde a pessoa acha que está sendo perseguida ou que o cuidador quer lhe fazer mal e até matá-la. Pode haver alucinações. O curso de delirium é flutuante, tornando-se mais intenso no final da tarde e início da noite. Não é incomum um paciente com delirium parecer relativamente lúcido pela manhã, ficando mais confuso conforme o dia passa. A troca do dia pela noite também é típico. O paciente fica acordado e agitado durante toda noite e passa boa parte do dia dormindo. As causas da confusão mental em idosos são as mais variadas, podendo ser desde doenças neurológicas como Parkinson e Alzheimer, passando pelo AVC, infecções (em especial a infecção urinária), dores em geral, uso de sondas etc. Nos idosos, ocorre uma soma de vários fatores como causa dos episódios de confusão mental. Devido à complexidade de causas, a busca por ajuda especializada pode ser útil, como os cuidados em residenciais para idosos – falo com propriedade, pois trato de idosos em residenciais já há 20 anos. Sealgum idoso conhecido seu estiver apresentando os sintomas de delirium, procure ajuda. Devemos ficar atentos a todos os sintomas que o idoso pode apresentar inclusive aqueles mais quietos, como isolamento social e pouca interação com as pessoas ao seu redor. Se a pessoa já tem demência, é necessário ficar atento também às mudanças repentinas do quadro clínico, do comportamento e no seu envolvimento com o ambiente, pois esses fatores podem indicar que ela está tendo delírios. E quando isto ocorre à ajuda médica se torna imperiosa. Um idoso confuso apresenta um risco para ele mesmo e, portanto, buscar auxilio é uma forma de prevenção. Faça uma boa semana.

E

MOISES SILVA

Commassagens eaparelhos, técnicanormaliza equilíbrio físicodo organismo Sem cortes, agulhas ou anestesia. Os tratamentos estéticos considerados não invasivos continuam conquistando adeptos, e os novos queridinhos do momento para eliminar gordura localizada são a criolipólise em contraste – também conhecida como “terapia do gelo com fogo” – e o “body day”. Os especialistas afirmam que a perda de gordura pode variar entre 30% e 45% já na primeira sessão. Bastante conhecida no mundo estético, a criolipólise tem uma versão para as gorduras densas (mais difíceis de eliminar): além de resfriar a gordura localizada, o método aquece antes e depois o mesmo local, fazendo com que a inflamação provocada leve à morte as células gordurosas. Esse recurso é indicado para pessoas com a famosa “barriguinha”, flancos (laterais do corpo), braços, culote, entre outros,segundo Renata Guide, fisioterapeuta e coordenadora de pesquisa e desenvolvimento da Ibramed-SP. Cada aplicação, que tem duração de cerca de uma hora, pode variar entre R$ 300 e R$ 800. Os primeiros resultados podem ser observados num prazo de 20 a 60 dias. De acordo com Andreia Thuany Motta

‘Crio’: Famosa nas clínicas de estética, a criolipólise ganha versão que aquece o corpo antes e depois do processo de resfriamento

Furst, proprietária da clínica de estética Bem Viver, em Belo Horizonte, essa versão, além de aumentar a eliminação, minimiza os efeitos causados. “É bastante comum que na criolipólise tradicional a cliente apresente alguns hematomas nos locais tratados, que podem levar até uma semana para desaparecer. A vantagem dessa nova terapia é que ela diminui bastante o impacto porque o aquecimento depois do resfriamento faz com que o sangue volte a circular normalmente com mais rapidez”, garante. ORTOMOLECULAR Outra novidade estética, o “body day”, que promete ser febre entre as mulheres, che-

gou a Belo Horizonte em fevereiro deste ano. Com massagens e aparelhos específicos, a técnica normaliza o equilíbrio físico do organismo por meio do uso de substâncias clínicas e elementos naturais. Esse método usa produtos contendo proteínas, aminoácidos e vitaminas, que agem de dentro para fora, oferecendo um resultado rápido e tratando o organismo como um todo, explica Andreia. Ainda segundo ela, as diferenças podem ser observadas já na primeira sessão, sendo necessárias oito no total para a finalização do tratamento. Cada uma custa a partir de R$ 200, mas os preços podem variar conforme a parte do corpo a ser tratada.

Para a fisiculturista Vanessa Meireles, o “body day” foi a única maneira capaz de eliminar o restante de gordura localizada para garantir um bom desempenho no campeonato de fisiculturismo de que ela participará no dia 1º de abril. “Para competir, preciso estar com o corpo sem qualquer tipo de dobra na pele que não seja da prática física. Foi então que eu soube do ‘body day’. Em oito sessões, que duraram um mês, eu consegui diminuir de 26% para 5% o percentual de gordura que jamais consegui eliminar mesmo fazendo uma dieta rígida e musculação intensa. Simplesmente amei o resultado”, revela.


reportagem

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às gordurinhas Tratamento não é para todos; é preciso atenção às indicações Apesar de atrativos, os tratamentos não são indicados para todas as pessoas. O dermatologista Gabriel Gontijo, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), explica que a criolipólise deve ser evitada ao máximo por mulheres grávidas, pessoas que têm urticária por causo do frio (manifestação alérgica) ou que apresentem hérnia no local a ser tratado. O especialista também comenta que o limite de três sessões ao ano deve ser respeitado, com um intervalo de, no mínimo, 60 dias entre elas. Além disso, ele recomen-

da uma avaliação médica prévia, a fim de se constatar a verdadeira necessidade de cada cliente, bem como uma possível restrição a tratamentos estéticos. Gontijo alerta ainda que os procedimentos não significam “emagrecimento”. “Precisamos lembrar que tanto a criolipólise como o ‘body day’ são técnicas para a perda de medidas, e não de emagrecimento. São indicados para pessoas que estão dentro de seu peso e que não conseguem perder aquela gordura localizada com atividades físicas ou dieta. Além disso, é

fundamental que se busque por clínicas que tenham médicos especialistas atendendo e usem aparelhos certificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”, orienta. “Caso haja alguma dúvida, as pessoas devem procurar um dermatologista ou endocrinologista, que vão saber dar as orientações. A ideia, nesses casos, é alcançar a satisfação com a própria aparência, e não viver um pesadelo. Se todos os conselhos forem seguidos, o resultado será positivo em todos os sentidos”, finaliza.

EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

MODELANDO O CORPO Saiba mais sobre a criolipólise e o body day e outro dois tratamentos EFEITO*

COMO É

APLICAÇÕES

Criolipólise em contraste

Pode reduzir até 45% da gordura localizada

Aquece (a temperatura varia de acordo com o aparelho) e, depois, resfria o local de aplicação a temperaturas que variam entre -5° e -10°

Três sessões Entre R$ 300 por ano, com e R$ 800 cada intervalo sessão mínimo de 60 dias entre elas

Body day

Reduz até 30% da gordura localizada

Massagem e uso de aparelhos com substâncias clínicas e elementos naturais

Não há restrições para sua aplicação

A partir de R$ 200 cada sessão

Powershape

Reduz até 20% da gordura localizada

Aumenta a temperatura das células, drenando a gordura que está em seu interior

Entre 8 e 10 sessões

A partir de R$ 300 cada sessão

Ultracavitação

Reduz até 10% da gordura localizada

Aplicação de ondas ultrassônicas que fragmentam a gordura localizada

Entre 8 e 10 sessões

A partir de R$ 600 cada sessão

FONTE: CLÍNICAS DE ESTÉTICA

PREÇO

*JÁ NA PRIMEIRA SESSÃO

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sociedade

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DOLCEVITA VIDA BREVE

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ecebemos texto bacana lembrando que a vida passa rápido. Que o tempo é curto e não para de passar. Que a gente mal nasce, começa a morrer. Texto aconselhando que não devemos brigar, reclamar tanto e em vão. Que não deixemos de beijar nossos amores. Que muita ordem, a ordem exagerada, é a qualidade dos medíocres. Um pouco de bagunça é bom.

VIDA LOUCA

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ue não devemos viver para acumular herança. Conquistar honestamente é muito melhor. Vamos deixar nossos melhores amigos do homem, os cachorros, mais perto. Não economizemos sol, sapatos, taças e talheres novos. A gente nunca sabe quando será a última vez que fazemos algo.

VIDA LEVE

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ão economizemos, pra depois, aquele perfume, aquele tênis. Não percamos os velórios e muito menos os aniversários. E não reze só quando tiver dor de dente. Ligue e perdoe já! Não espere o Natal ou a segundafeira. Não espere ter dinheiro, o impossível e o perfeito que não existe. Estamos aqui para aprender, dar, ajudar, dividir, viver. Aproveitemos esse ensaio de vida e façamos o agora, agora! Ame mais, perdoe mais, abrace mais, viva mais. Pro resto, tem o delivery de Deus.

JOÃO MARCELO FC

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ia 18, João Marcelo comemorou seus primeiros oito anos, “corujado” pelos pais, Duda Recoder e Sérgio Leonardo, no Condomínio Olympus, Belvedere. Produção da Anale Festas, com o tema futebol. Camisas dos principais times de futebol da Europa e do Atlético Mineiro, personalizadas com o brasão do aniversariante, foram distribuídas aos convidados. Projeções variadas em Mapping 3D; ringue de boxe e muito mais. Noite assinada pelo bufê Rullus e Eddie Fine Burgers/Speciali.

Paulo Navarro com Walter Navarro pnnavarro@gmail.com FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

Mônica Rolla e Rachel Alves abrilhantam a festa da Band

lançaperfume

NOVAS ENTRADAS

T

ambém dia 18, o diretor-geral do Grupo Bandeirantes de Comunicação em Minas, José Saad Dualibi, abriu casa nova e o ano de 2017, investindo. Para o lançamento da nova programação da emissora – incluindo o programa “DNA”, com este colunista, e o novo formato de “Brasil Urgente”, de Heverton Guimarães – Saad literalmente derrubou a antiga casa e construiu outra, sempre no Retiro da Pedras.

NOVAS BANDEIRAS

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oi uma tarde que anoiteceu entre amigos, profissionais da área, artistas e empresários. Uma tarde bem harmonizada entre São Paulo e Minas. Alto astral, xô crise! Parecia dezembro de um ano dourado. O espírito bandeirante paulista de Zé Saad deu o tom e a informalidade elegante.

NOVOS HORIZONTES

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é Saad se reinventa, inventa programas e programação

para sacudir o marasmo, promovendo um sinônimo ao vivo de bom gosto. Um paulistano cujo binóculo atravessa as montanhas, semeia ideias, norteia negócios e marca território. Tudo com o auxílio luxuoso de amigos e parceiros.

N

a trilha sonora, a banda paulistana, Samy’s e o DJ Leandro Ralo. Decoração de Denise Magalhães. Lucio Rossi com Moët Hennes-

comemo6 Ora Belvedere a transferência dos sy (Chandon e Belvedere), o super buffet de Patrícia Souto Mayor e a exposição dos retratos das estrelas da Band, por Luiz Sternick.

NOVAS FORÇAS

também pa6 Palmas ra o desassoreamento

de canais internos, a drenagem de bolsões das águas pluviais, a vegetação rara, árvores e o verde. para o reforço 6 Palmas na segurança, instala-

E

ção de câmeras e as bases móveis do 22º Batalhão da corporação.

ntre finos acepipes e tesouros líquidos, num telão, a nova programação nacional e local da Band. Cenário de James Bond, projeto genial e arrojado da arquiteta Lena Wagner. Na plateia, o simpatia e gente fina, Masterchef francês, Erick Jacquin, mulheres maravilhosas, empresários gerais, a presidente da Sempre Editora (jornal O TEMPO), Laura Medioli, e até políticos, como o ex-prefeito Marcio Lacerda e o senador Antonio Anastasia.

NOVAS MOLDURAS

serviços de manutenção da praça para a Sudecap. O local ficou civilizado.

do Bem” 6 “Trousseau é responsabilidade social da Trousseau, marca de qualidade e acabamentos primorosos. campanha reverte 6 Aparte de suas vendas

em cestas básicas para serem doadas a entidades beneficentes. edição tem o 6 Alivro19ªcomemorativo de

No mesmo evento, a estonteante Driely Bennettone

25 anos da marca, com 100% de suas vendas destinadas ao “Trousseau do Bem”. Até 4 de abril.

DE BANDEJA Novas versões da tradicional costela O Outback decidiu repaginar o cardápio oferecendo três novas formas de saborear a tradicional costela do churrasco australiano, acompanhada do molho barbecue. A casa elaborou dois aperitivos, as quesadillas e as tortillas, recheados com a costela desfiada. Além dessas entradas, o novo prato principal criado é um hambúrguer servido com a maionese da casa, recheado com costelinha desfiada coberta por queijos gratinados e pétalas da tradicional cebola empanada. Mas, atenção: O Festival de Rib’s termina dia 30 de abril.

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OUTBACK/DIVULGAÇÃO

Temporada Gourmet no Shopping Contagem De 31 de março a 9 de abril, o Shopping Contagem realizará a primeira edição da Temporada Gourmet, um festival com atrações gratuitas como workshops, harmonizações, degustações, festival cervejeiro e oficinas até para crianças. Os renomados chefs Ivo Faria (Vecchio Sogno) e Carlos Bruno (O Conde) são alguns dos convidados que irão ministrar as atividades. Os restaurantes do shopping, participantes do evento, também oferecerão uma criação exclusiva para o festival. Confira a programação em shoppingcontagem.com.br

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TEMPORARA GOURMET/DIVULGAÇÃO


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LEUCEMIA> Especialista aponta melhora na perspectiva de cura dos pacientes ao longo dos anos

Estimativa mostra que 10 mil descobriram doença em 2017 Durante vários anos, a medicina tem buscado novas formas de tratamento que levem à efetiva cura da leucemia e a uma melhor qualidade de vida dos pacientes. A preocupação é grande principalmente por se tratar de uma doença agressiva e que atinge cada vez mais pessoas. Só no ano passado, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimou 10.070 novos casos da enfermidade no Brasil, sendo 5.540 em homens e 4.530 em mulheres. A leucemia é um tipo de câncer caracterizado pela produção descontrolada de células anormais na medula óssea, o que compromete a produção das células sanguíneas normais. Até hoje, sua causa é desconhecida. “Alguns fatores de risco têm sido associados à doença, como radiação ionizante, exposição a produtos químicos (benzeno e seus derivados), quimioterápicos, vírus oncogênicos e doenças genéticas, como a síndrome de Down, por exemplo”, afirma a médica especialista em hematologia e hemoterapia Fernanda Maia Lodi, da OncomedBH. A especialista explica que existem vários tipos e subtipos da doença. As leucemias podem ser agudas (mieloide aguda, mais comum em adultos, e linfoide aguda, mais frequente em crianças) ou crônicas (linfoide crônica e mieloide crônica, que acometem os adultos na maioria das Renata Abritta

vezes). “As leucemias agudas se apresentam de forma agressiva, necessitando de um tratamento imediato. Atualmente, as taxas de cura da leucemia linfoide em crianças são de 70% a 80%. Já no tipo mieloide os resultados são menos satisfatórios”, explica. SINTOMAS Os sinais mais comuns da doença são fraqueza, cansaço, febre, infecções graves e sangramentos. “Pode ocorrer também o aumento dos gânglios, do fígado e do baço. Muitas vezes o paciente aparenta estar muito doente num período curto de

tempo, o que chama a atenção dos médicos”, destaca Fernanda. Após o diagnóstico – que deve ser feito por hemograma, análise da medula óssea, exames genéticos e de biologia molecular –, o tratamento é discutido com os pacientes. Este levará em conta a faixa etária e a presença ou não de doenças prévias etc. “O tratamento da leucemia tem o objetivo de destruir as células leucêmicas para que a medula óssea volte, então, a produzir células normais”, afirma. A hematologista explica, ainda, que o progresso para obter a cura dos pacientes é

resultado da poliquimioterapia moderna, do controle das complicações infecciosas e da prevenção do reaparecimento da doença. “O tratamento da leucemia aguda inclui várias fases com o objetivo de atingir a cura e evitar que ela volte”, diz. EFEITOS COLATERAIS Todo esse processo gera efeitos colaterais, entre eles a queda de cabelo. O paciente também pode apresentar náuseas, vômitos, diarreia, anemia, diminuição da imunidade, febre, ansiedade, medo e infertilidade. Mas alguns medicamen-

tos podem ajudar a reduzir tais efeitos. “Os pacientes devem ser orientados a usar remédio para vômitos, evitar contato com pessoas doentes, manter boa higiene oral e corporal, alimentação balanceada e suporte psicológico. Essas medidas são fundamentais para proporcionar conforto e diminuir a ansiedade dos pacientes”, frisa a médica. TRANSPLANTE A especialista destaca também que a descoberta de novas drogas vem melhorando a perspectiva de cura dos pacientes ao longo dos últimos anos. Em leucemias

de alto risco, o transplante de medula óssea pode ser oferecido como parte do tratamento inicial ou como controle de recaída da doença (saiba no box abaixo como ser um doador). “Já nos pacientes com leucemia mieloide crônica, a melhor terapia era o transplante. Hoje, o tratamento está muito avançado com o uso dos inibidores da tirosina-quinase, uma grande revolução da ciência, que tornou-se o tratamento padrão para este tipo de leucemia, proporcionando uma vida normal com poucos efeitos colaterais”, finaliza. PEDRO VILELA/01.09.2007

Cadastro

Possíveis doadores têm amostra de sangue coletada para testes, que vão determinar as características genéticas necessárias para compatibilidade

ALISSON GONTIJO/26.03.2011

Doação pode salvar vida

Chance de encontrar um doador de medula óssea cresceu

Nos últimos anos, a chance de encontrar um doador de medula óssea compatível aumentou, e já é possível afirmar que a maioria dos candidatos ao transplante de medula irá encontrar um doador, seja ele um desconhecido ou alguém da família. Os transplantes haploidênticos, cujos doadores são parentes de primeiro grau, já estão sendo feitos em vários centros estrangeiros e brasileiros.

Porém, para elevar ainda mais a taxa de doações, quanto mais pessoas se cadastrarem como doadores, melhor. Para isso, é preciso ter boa saúde e idade entre 18 e 55 anos. Deve-se preencher um formulário e ceder uma amostra de sangue, que vai determinar as características genéticas necessárias para a compatibilidade. Os resultados dos testes ficarão armazenados em um

sistema e serão cruzados com os dados dos pacientes candidatos ao transplante. Quando for verificada a compatibilidade, o doador será chamado para exames complementares. O procedimento da doação é realizado em um centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral. Depois da primeira semana já é possível retornar às atividades habituais.

Em Belo Horizonte, os interessados em se inscrever no cadastro de doadores devem procurar o Hemocentro, da Fundação Hemominas, localizado na alameda Ezequiel Dias, 321, bairro Santa Efigênia, na região Centro-Sul. O horário de atendimento é das 7h às 17h, de segunda a sexta-feira. Para saber mais informações, ligue para (31) 3768-4500. (RA)


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almanaque SEMENTE DA TERRA> Bituca volta aos palcos com canções que reverberam grito pela causa indígena NATHALIA PACHECO/DIVULGAÇÃO

Sáb. 25.mar.

Canto solidário

Comprometido “Cada um tem que ajudar como pode”, diz Bituca

estive na zona de conflito, mas em Campo Grande, onde é possível encontrar com lideranças e discutir ideias. A situação no território Guarani Kaiowá é de guerra. Então, cada um tem que ajudar como pode. Nós decidimos que vamos ajudar uma escola de música indígena em Caarapó, ali mesmo, no MS. Vamos vender camisetas juntamente ao Projeto Vivart (na verdade, as camisetas da coleção #vivartcourage já estão à venda no site vivart.com.br), e repassar parte da renda a eles. Mas quem quiser doar instrumentos, livros de música e investir na escola, basta mandar uma mensagem para qualquer uma das minhas redes so-

“

Outubro, mês no qual Milton aniversaria, também marca os 50 anos de lançamento de “Travessia”, no Festival Internacional da Canção

Sex. 31.mar

ciais”, diz Milton, que diz ter dois pilares para se sustentar em tempos nos quais a esperança não se espraia como antes. “Otimismo e amizades”. REPERTÓRIO “Semente da Terra”, o show, tem direção musical de Wilson Lopes. Foi ele, aliás, junto ao irmão Beto Lopes, também músico, que apresentaram Milton à voz da mineira Bárbara Barcellos. Deu liga. Tanto, que a cantora foi convidada a dar o ar da graça no show. Produtor musical de Milton, o campo-grandense Danilo Nuha deu o start para o repertório. “O set list começou a ser levantado pelo ‘Japa’ (apelido de Nuha), mas depois acabamos discutindo todos juntos, Wilson, Augusto e eu. Mas, claro, sempre fica alguma de fora. Quando se tem grandes parceiros, como eu tive, é difícil montar repertório. Afinal, 40 discos são uma vida”. Entre as pérolas, estão “O Cio da Terra” (Milton e Chico Buarque), “San Vicente” e “Coração Civil” (Milton e Fernando Brant), “Fé Cega, Faca Amolada” e “Nada Será Como Antes” (ambas de Milton e Ronaldo Bastos).

Milton >Nascimento

Grande Teatro do Palácio das Artes (avenida Afonso Pena, 1537. Neste sábado (25), às 21h. Ingressos esgotados.

Lô e o ‘disco do tênis’

DIVULGAÇÃO

Uma palavra basta a Milton Nascimento ao ser perguntado se a música segue sendo uma forma de resistência. “Sempre”, diz, peremptório, o cantor e compositor, que volta a Belo Horizonte com um propósito pra lá de especial: estrear a turnê “Semente da Terra”, que traz todas as credenciais para se tornar um marco na carreira deste ícone da MPB – a má notícia é que os ingressos já estão esgotados. O título da empreitada embute um significado especial: trata-se da tradução para o português do nome Ava Nheyeyru Iyi Yvy Renhoi, com o qual Bituca foi batizado em 2010 pelos índios Guarani, em cerimônia capitaneada por 37 nhanderus (lideranças rezadoras) e realizada em Campo Grande. Aliás, a capital do Mato Grosso do Sul tem um lugar especial no coração deste “mineiro”: foi lá que nasceu o filho de Bituca, Augusto Kesrouani. Na verdade, atualmente, Augusto reside em Juiz de Fora, onde estuda – o que fez Milton, aos 74 anos, trocar o Rio de Janeiro, onde morava desde os anos 80, pela cidade. “Como estava decidido a passar um tempo sem fazer shows, me mudei para lá – e estou gostando muito”, frisa. Bem, a pausa nos shows foi interrompida, para sorte dos fãs que garantiram o ingresso para a apresentação deste sábado (25), no Palácio das Artes. “Quando resolvemos fazer essa turnê, logo pensei em BH”, diz ele. “Ano passado, fiz uma participação especial aí, num show promovido pelos professores da UFMG, a convite do (músico) Wilson Lopes. Foi muito bonito, a banda era demais. E fiquei com vontade de fazer um show”, admite ele, que agora entrega ao público um espetáculo que se norteia pelo posicionamento, principalmente no que diz respeito à questão indígena. E com isso, a conversa se desloca mais uma vez para a região Centro-Oeste, onde Milton inclusive passou o Natal passado. E para a palavra “resistência”. Milton Nascimento não esconde o quanto a situação dos índios, em particular os que estão na região fronteiriça ao Paraguai, o tem deixado abalado. “Na verdade, não Patrícia Cassese

Em 1972, o disco “Clube da Esquina Volume 1” projetava o talento de Lô Borges. E rendia, ao mineiro, um convite, da gravadora Odeon, a mesma que lançou o Clube: um álbum solo. Problema é que ele não tinha nenhuma música pronta. “E virou a maior correria. Compunha de manhã, meu irmão (Márcio Borges) letrava à tarde e finalizávamos arranjos e gravação pela noite”, lembra ele, atestando a organicidade das composições. Pois bem, o “disco do tênis” virou um marco – mas nunca havia gerado um show, uma vez que, após a gravação, Lô caiu no mundo. “Tinha 20 anos, não queria fazer da música uma obriga-

ção. Queria viver a vida de um jovem normal, cair na estrada, descobrir o mundo. Fui para a Bahia, virei hippie, queria só ficar fumando”, relembra, com bom humor. Mas Lô também ressalta a complexidade sonora do trabalho, que não tornaria fácil a reprodução fiel em um show. O ‘disco do tênis’ – apelidado devido à foto na capa, com o tênis do cantor – ou “Lô Borges – 1972” é pleno de experimentalismos, psicodelia setentista... e muita intuição. Passados 45 anos, a boa notícia é que o álbum será reconstituído – pelo produtor Pablo Castro, especialista em reproduzir arranjos e afins, bem como na obra dos Beatles – em show. “A apresentação será fidedigna à obra”, afiança Lô. O repertório ainda abarca composições icônicas, como “Girassol Da Cor De Seu Cabelo” e “Trem Azul”. * João H. Motta, sob supervisão de Patrícia Cassese

> Lô Borges

Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046). Sexta (31), às 21h. A partir de R$ 30


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MÚSICA Mart’nália aposta na mistura Seguindo a Jessica lógica da Almeida própria Mart’nália, que costuma usar o nome do produtor para identificar “a cara” dos seus discos – e, sendo assim, já teve obra “caetaneada” (2002), “bethaniada” (2006), “djavaneada” (2012) e “martinhodavileada” (2014) –, seu último trabalho, “+Misturado” (2017), que ela lança aqui em Belo Horizonte na próxima sexta (31), foi “mart’naliado”. Isso porque, no lugar de um único produtor, o projeto teve cinco músicos responsáveis pelos arranjos e direção das 14 faixas, oito das quais, inéditas. Mas, no fim das contas, quem decidiu o que entrava ou não foi a filha de Martinho da Vila e da cantora Anália Mendonça. O álbum é uma espécie de continuidade do show “Mart’nália Misturado”, que ela começou a fazer no ano passado, quando se cansou da turnê do CD/ DVD “Em Samba! Ao Vivo”, em que se dedicou exclusivamente ao seu gênero de berço. “Eu queria fazer algo mais pop e também queria voltar pro estúdio, aí fiz o show ‘Misturado’. Fui acrescentando coi-

sa, foi ficando diferente e aí achei que ficou mais misturado ainda”, conta. Mas é claro que ela não viraria as costas para o samba, e é justamente uma composição de seu pai, “Ninguém Conhece Ninguém”, de 1968, a responsável por abrir o disco. “Não há alguém tão ruim / Que não tenha uma boa qualidade”, dizem os versos. “A letra fala dessa coisa de você poder mudar de opinião, gosto, vontade, dessa liberdade. E tem muito a ver com a proposta do CD. Além disso, não é tão conhecida, como as que eu costumo escolher para gravar”, justifica. Além dessa regravação, entraram também “Tempo de Estio” (Caetano Veloso), “Linha do Equador” (Djavan), “Ouvi Dizer” (Teresa Cristina e Mosquito), “Estrela” (Gilberto Gil), “Si Tu Pars” (do congolês Lokua Kanza) e um pot-pourri de “Ela disse-me assim” e “Loucura”, de Lupicínio Rodrigues, que encerra o álbum. “Estava com a sensação de que faltava uma canção, assim, para todo mundo cantar junto, uma seresta, aí coloquei esse samba-canção”, diz a cantora sobre a escolha. “Meu público tem muitos senhorzinhos e senhorinhas, quis presenteálos – e a mim mesma – com essa gravação”. Entre as inéditas, tem

MARTA AZEVEDO/DIVULGAÇÃO

Sex. 31.mar.

Depois de um período mergulhada no samba, Mart’nália lança trabalho calcado na diversidade de contribuições

Mart’nália em várias parcerias – ela não gosta de compor e dá preferência a colaborações –, como “Tomara” (com Mombaça), “Libertar” (de Arthur Maia e Ronaldo Barcellos, para a qual ela e Zélia Duncan fizeram letra) e “Vem cá, vem cá” (com Zé Katimba e André da Mata). Há também o samba-baião “Se Você Disser Adeus”,

composto especialmente para ela pelo poeta baiano José Carlos Capinam e o pernambucano Geraldo Azevedo, que também participou da gravação. AO VIVO O show percorre todo esse repertório e vai além. “Coloquei outras músicas, mais antigas, que foram tri-

lha de novela, as mais conhecidas. Para ficar mais misturado ainda”, ressalta. Lançado logo no início do ano, Mart’nália acredita que é no palco que o álbum mostra a que veio. “É muito bom poder voltar aí com um disco fresquinho. Estamos experimentando a sonoridade, tentando trazer a energia para o palco, e é

muito legal quando o público responde a isso, dança, fica soltinho. É sempre um termômetro muito legal pra mim”, comenta.

> Mart’nália

Lançamento do disco “+Misturado” Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Dia 31 (sexta), às 21h. R$ 120 (inteira, plateia 1), R$ 100 (inteira, plateia 2), R$ 80 (inteira, plateia superior)

Roberta Campos em tom íntimo Sex. 31.mar.

PATRICIA RIBEIRO/DIVULGAÇÃO

Mineira radicada em São Paulo apresenta seu disco mais recente, “Todo Caminho é Sorte”

Emborao último disco dacantora e compositora Roberta Campos, “Todo Caminho é Sorte” (2015), tenha sido lançado por um selo – DeckDisc, o mesmo dos anteriores “Diário de Um Dia” (2012) e “Varrendoa Lua”(2010)–,com todo o coletivo de envolvidos que isso implica, suas primeiras diretrizes foram definidas por ela mesma, sozinha. Anteriormente, isso só havia acontecido em sua obra de estreia, o independente “Para Aquelas Perguntas Tortas” (2008). A vontade de prolongar a sensação de autonomia acabou se refletindo nas apresentações do disco, que ela traz a Belo Horizonte na próxima sexta (31). “Sou só eu, um violão,umagaitaeemalgunsmomentos vou pra guitarra. Gostei tanto que não parei e estou pensando em fazer um registro”, conta a mineira radicada

emSãoPaulo,revelandoqueo projeto já está em negociação com a gravadora e que a ideia é gravar este ano para lançar no próximo. Seria, inclusive, o primeiro DVD de sua carreira. Além do repertório do disco, o show percorre as produções anteriores de Roberta, além de releituras de artistas que admira, como Marisa Monte e Los Hermanos. Estes últimos, por sinal, são foco de um dos projetos mais recentes com que ela se envolveu: uma série de concertos do disco “Ventura” (2003), feita pela Orquestra Petrobras Sinfônica, com participação dela e de Rodrigo Costa (ex-Forfun). “Fiquei superemocionada por cantar o álbum que eu mais gosto do Los Hermanos acompanhada deumaorquestra. Foi emocionante, uma experiência que acrescentou à vida e não só à

música”,diz. “Umadas apresentações, inclusive, foi gravada e deve ser lançada em disco. Quando isso acontecer, acredito que vamos repetir a dose”, adianta. FOLHETIM Presença recorrente nas trilhas de novelas da Globo desde 2011, Roberta emplacou recentemente sua primeira abertura em “Sol Nascente”, queterminou naúltima semana. “A abertura era um sonho maior que quase tinha acontecido duas vezes. Fiquei super feliz porque é muita visibilidade, são meses entrando na casa das pessoas quase todo dia, é muitoespecial”, diz. (Jessica Almeida)

> Roberta Campos

Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes, 3516-1360). Dia 31 (sexta), às 21h. R$ 30 (inteira).


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MÚSICA Do digital para o mundo real LECO DE SOUZA/DIVULGAÇÃO

Jessica Mais do que Almeida uma ruptura no modo de consumir e divulgara música produzida no mundo atualmente, o surgimento das mídias sociais, sites especializados e, mais recentemente, das plataformas de streaming, implicou em mudanças também no processo criativo dos artistas – bom, pelo menos de alguns deles. Há toda uma turma jovem que se vale dessas ferramentas não só para se aproximar de seu público – geralmente jovens também –, mas para se colocar a serviço da própria música – e não do mercado. É nesse eixo curatorial que opera o festival Sai da Rede, que vai ser realizado em Belo Horizonte pela primeira vez a partir da próxima quarta (29), no CCBB. Criado em 2011, o projeto já teve três edições, em praças como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Seu foco é materializar, no palco, a música que se desenrola no meio digital. “Nós nunca fomos orientados por números, não são os artistas mais estourados na internet”, explica Amanda Menezes, produtora executiva e curadora do festival. “Buscamos quem trabalha bem com a ferramenta, mas também um panorama artisticamente interessante. Nossa preocupação é ser abrangente, tendo artistas de várias regiões do país, e diversos nos gêneros e estilos musicais, além de apresentarmos diferentes forma-

ções. Ou seja, uma coisa bem plural”, assinala. PANO DE FUNDO Na seleção para o show na capital mineira, entraram os goianos psicodélicos do Carne Doce; As Bahias e a Cozinha Mineira, grupo de verve performática com duas transexuais entre seus integrantes; o folk ultrapopular de Rubel; Tássia Reis e Flora Matos que flertam com o rap e o hiphop, cada uma a seu modo; e o baiano Russo Passapusso, vocalista do experimental BaianaSystem, em seu projeto solo. “Uma coincidência da seleção de artistas de BH é que foi formatado um quadro com discussões sobre empoderamento feminino, liberdade de gênero e luta pela igualdade social muito forte em seus trabalhos”, aponta a curadora. Conhecido por misturar arrocha, hip-hop, samba do recôncavo baiano, reggae e sound system jamaicano à frente do BaianaSystem, Russo Passapusso – nome artístico de Roosevelt Ribeiro de Carvalho –, 34, traz “Paraíso da Miragem” (2014), álbum que opera em outra frequência. Trabalho mais introspectivo, com canções autobiográficas e influências de samba e soul, é resultado do encontro de músicos paulistanos, como Curumin, Lucas Martins e Saulo Duarte, que o acompanham na apresentação. A possibilidade de vir se apresentar em Belo Horizonte por meio do festival Sai da Rede representa duas oportunidades para Russo. A primeira é de interlocução com a

SESC/DIVULGAÇÃO

e Velha Guarda 6 Monarco da Portela ao ar livre

O projeto Minas ao Luar convida o lendário sambista Monarco e a Velha Guarda da Portela para celebrar o centenário do samba. Além deles, apresentam-se o Coral Peur Singers, banda Canta Brasil, Brasilino e a Velha Guarda do Samba de BH. O show segue a tradição de ocupar espaços abertos da cidade. Onde Praça Duque de Caxias, Santa Tereza. Quando Neste sábado (25), às 20h30 Quanto Entrada Gratuita

O baiano Russo Passapusso apresenta seu trabalho solo

Qua. a dom. 29.mar. a 2.abr própria cidade. “Quero respirar a música daí, que eu sinto que completa a daqui (da Bahia) em termos de entendimento de Brasil. Tenho muita vontade de respirar, sair nas ruas, comprar vinis, entender as raízes da música que é feita aí”, diz. A segunda é poder estar sob uma estrutura que o permitirá ter contato com outros artistas que operam de maneira parecida com a dele, e que podem resultar em trocas interessantes para todos os envolvidos. “A começar pelo fato de que não são preocu-

pações nossas questões como local, divulgação, qualidade do som, estaremos mais livres para conhecermos uns aos outros, os diferentes sotaques e instrumentos. Vai ser bom encontrar essas pessoas aí”, afirma.

>RedeFestival Sai da

CCBB BH (praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). R$ 20 (inteira). 29 (quarta), às 20h30: Carne Doce 30 (quinta), às 20h30: As Bahias e a Cozinha Mineira 31 (sexta), às 20h30: Rubel 1º (sábado), às 20h30: Flora Matos 2 (domingo), às 20h: Tássia Reis / Russo Passapusso

GUTO STANCATTI/DIVULGAÇÃO

Gees Alive homenageia a banda 6 Bee australiana no Cine Theatro Brasil

Munidos da missão de resgatar a música dos irmãos Gibb pelo Brasil, os cantores do Bee Gees Alive já rodaram por todo o país apresentando as canções da banda original. Neste retorno à capital mineira, o grupo interpreta grandes sucessos do Bee Gees, entre eles “Stayin Alive” e “How Deep Is Your Love” Onde Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211) Quando Sexta (31), às 21h Quanto R$ 90 (inteira)

Ana Vilela chega com seu ‘Trem Bala’ “A internet é uma ferramenta essencial para essa música que está surgindo agora”. É com esta frase que Ana Vilela, compositora e cantora do hit “Trem Bala”, tenta explicar o sucesso da canção, que ‘viralizou’ na internet, e que leva ao palco do Cine Theatro Brasil semana que vem. O show voz e violão promete reunir, além do repertório autoral de Ana, covers de músicas de seus artistas preferidos – entre eles, Caetano Veloso e Maria Gadú. Há quatro meses, a paranaense de apenas 19 anos não imaginava que seguiria por todo país com a turnê homônima à canção. Ela conta que enviou a três pessoas a música “Trem Bala”. “As pessoas foram mandando umas para as outras e, de repente, me perguntavam se a música era minha. As pessoas queriam saber quem eu era”, conta. O sucesso da canção também foi meio para a realização de sonhos da moça: Ana cantou com seu ídolo, Luan Santana, e viu sua música sendo gravada por grandes nomes, como Luiza Possi e Gisele Bündchen – a mo-

delo também homenageou a compositora no Facebook: “Obrigada, Ana Vilela, por ter criado uma música tão verdadeira. A letra é tão inspiradora que até me arrisquei a cantar”, reconheceu Gisele. A cantora também vai emplacar o hit, em abril, na trilha da novela global “Malhação”, e inicia, nos próximos meses, a gravação de seu primeiro álbum. ALÉM DA REDE Outro que também ultrapassa as barreiras do mundo online e aporta na capital mineira é o jovem Phill Veras. Dono de três discos, o maranhense apresenta suas principais canções na próxima sexta (31), no Teatro Sesiminas. * Lara Alves, sob supervisão de Marília Mendonça

>TremAnaBalaVilela Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Domingo (2), às 19h. R$ 110 (plateia 1, inteira); R$ 80 (plateia 2, inteira).

> Phill Veras

Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Sexta (31), às 21h30. R$ 60 (plateia 1, inteira); R$ 40 (plateia 2, inteira)

CAMILA DE AVILA ALVES/DIVULGAÇÃO

Alves divide o palco com 6 Tânia Antonio Bahense no Teatro Bradesco

Em uma noite de homenagens, a atriz e cantora Tânia Alves ganha a cena com o show “Alma Latina” ao lado de Antônio Bahense. Celebrando a brasilidade, Tânia resgata as vozes do rádio e a efusividade das marchinhas de Carnaval. Já Bahense interpreta grandes sucessos da Jovem Guarda e lança seu novo álbum, “O Tempo Não Vai Apagar” Onde Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360) Quando Quinta (30), às 20h Quanto R$ 80 (inteira)


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MÚSICA Caravana performática Letícia Sabatella está completando 25 anos de carreira com a consciência de que nem todas as escolhas que fez no percurso foram acertadas. “Me arrisquei, errei, tropecei, tonteei, brilhei, me recuperei diversas vezes”, diz ela, que, no entanto, salienta a convicção de ter sempre cumprido com ética e compromisso “o mais sagrado do ofício”. “E tive apoios fundamentais aos quais sempre quero agradecer e retribuir de alguma forma”, diz a atriz, que volta à cidade na qual nasceu (embora tenha sido criada em Curitiba) a bordo do espetáculo performático “Caravana Tonteria”. Idealizada por Letícia junto ao marido, o ator e músico Fernando Alves Pinto, a iniciativa tem direção de Arrigo Barnabé. No palco, além do casal, os músicos Paulo Braga (piano) e Zéli Silva (contrabaixo). O repertório soma oito composições de Letícia a canções de baluartes como Chico Buarque, Cole Porter, Kurt Weill, Duke Ellington e Carlos Gardel. O set list, na verdade, partiu das músicas de Letícia, e da formação do grupo. “A partir daí, a gente foi definindo as músicas de grandes nomes do jazz, e da nossa cultura brasileira. Mas a gente, Caravana, acho que soa bem jazz, Patrícia Cassese

mesmo com outras incursões”, pondera ela. E quais foram os critérios de escolha? “Aí é que está. As músicas escolhidas passam por um ‘algo’ que eu tenho a dizer através delas. Acho que todas mesmo. ‘Geni e o Zepelim’, do Chico, ‘You’d be so nice’, do Cole Porter, ‘Nana’s Liede’, de Brecht...Tudo cabe em um formato de cabaré também”. Quem acompanha a carreira de Letícia sabe que a faceta cantora não é propriamente uma novidade. Mesmo assim, ela diz que há os que nunca a ouviram soltando a voz, e chegam surpresos. “Esperam uma atriz que canta ok, e assistem a uma cantora mesmo – coisa que nem eu acreditava (risos). Agora, tem muitos que já conhecem do YouTube, e vêm para conferir ao vivo. Os vídeos são bem vistos, ‘Geni’ é viral. Então, algumas músicas são aguardadas (no show)”. Das músicas próprias, todas têm uma história, caso de “Paroupupti”. “Uma parceria com Apract, da tribo Krahô, meu mestre-hotxuá. Um jazz com letra mehim”. Já a melodia do tango “Tonteria” surgiu quando ela gravava a novela “Caminho das Índias”, mas a letra só despontou quando voltou ao Brasil, após uma experiência ímpar em Buenos Aires. ELOGIOS Definindo-se como “absolutamente errante, pes-

Sáb. e dom. 1º e 2. abril

ERIKA NEVES/DIVULGAÇÃO

Show com Marília Mendonça, Maiara e Maraísa e Wanessa Camargo. Esplanada do Mineirão (av. Antônio Abrahão Caran, 1001, São José). Às 16h. A partir de R$ 70 (pista, 2° lote) Lançamento do álbum “Gatos e Ratos”. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, centro). Às 21h. R$ 60 (inteira)

ROGER HODGSON Ex-Supertramp apresenta a turnê “Breakfast in America”. BH Hall (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, São Pedro). Às 22h. R$ 350 (pista/arq., lote 4)

UMA QUASE BALADA METALEIRA Shows das bandas Iconili e Esdras Quadros Quinteto. A Autêntica (r. Alagoas, 1.172, Savassi). Às 22h. R$ 30 (antecipado)

domingo (26) CARMINHO LEO AVERSA/DIVULGAÇÃO

Da esquerda para a direita, Paulo Braga, Letícia, Fernando, Arrigo Barnabé e Zéli Silva

quisadora, curiosa, experimentadora”, Letícia entende ter feito, de sua carreira, um caminho de entrega, sustento e transformação. Também crê ter trilhado uma “estrada franca e consciente”. “Conheci muitos recantos do Brasil, realidades. Muito da nossa história na vida real, não somente a dos livros e jornais”. Feliz com os companheiros de jornada, ela frisa ser um privilégio conviver com este time. “Crescimento”, sintetiza. Sobre o marido,

diz ser “irrestrito, palhaço, cheio de talentos, super ator que toca serrote, trompete, cajón, violão”. Mas os elogios são estendidos a todos. “O Zéli veio pela mão do Nando e grudou: nosso contrabaixista canhoto, que poderia se contentar em ser o lindo do baixo, mas toca pra caramba! Tem o Paulo, supremo no piano, também inquestionável! Super, como Wagner Pinto, o máximo! E tem a luz de cena, primorosa. Bianca de Fellipes, a maternagem deliciosa da pro-

dução estendida pelo sorriso e caráter que acompanha à altura em beleza de Rosí Fer, também da produção. Mais o técnico de som super engajado, dos mais sensíveis, o Lagarto. E aí tem Arrigo Barnabé, nos trazendo preciosismos pra almejarmos sua altura”, encerra, toda feliz.

Caravana >Tonteria

Teatro Sesiminas (rua Padre Marinho, 60). Sábado (1º), às 20h, e domingo (2), às 18h. R$ 50 (inteira)

VINICIUS XAVIER/DIVULGAÇÃO

Carminho se apresenta neste domingo, às 20h Show com repertório do álbum “Carminho Canta Tom Jobim”. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Às 20h. A partir de R$ 120 (inteira, balcão)

MÚSICA NA CAPELA: CORAL SESIMINAS Concerto com clássicos da música erudita e canções populares. Capela de Santana da Casa Fiat de Cultura (Praça da Liberdade, 10, Funcionários, 3289-8900). Às 11h. Entrada gratuita

EDUARDO HAZAN O pianista apresenta obras de Vila Lobos, Mozart, Schubert e outros. Sala Sérgio Magnani (r. Gonçalves Dias, 320, Funcionários). Às 11h. R$ 20 (inteira)

LARISSA MANOELA Cantora mirim faz show em BH. BH Hall (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, São Pedro). Às 17h. A partir de R$ 120 (arq.)

Aleluia aporta na 6 Mateus próxima semana em BH

Figura importante da música afro brasileira, cantor e compositor chega a BH, na próxima semana para dois eventos – o projeto “Retratos de Artista”, na Funarte, quando conversa com o público, e um show em formato acústico, no Cine Theatro Brasil. Show acústico Quarta-feira (29), às 20h, no Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro), R$ 40 Retratos de Um Artista Na quinta (30), às 19h30, na Funarte (r. Januária, 68, centro), entrada gratuita.

O cantor e compositor retorna à capital mineira para mais uma apresentação. No repertório, o artista paraibano traz as canções que marcaram os seus mais de 40 anos de carreira, além de releituras da obra de Raul Seixas e composições do último álbum, “Sinais do Tempo”. Onde BH Hall (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, São Pedro) Quando Sábado (1º de abril), às 22h Quanto A partir de R$ 120 (arq., inteira, 3º lote)

FESTA DAS PATROAS

ODAIR JOSÉ

DARIO ZALIS/DIVULGAÇÃO

Ramalho de volta 6 Zéa Belo Horizonte

sábado (25)

quarta (29) ORQUESTRA DE CÂMARA SESIMINAS E KIM TRIO A Orquestra dá início à temporada 2017 com obras de Beethoven ao lado do trio sul-coreano Kim Trio. Teatro Sesiminas (Rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia). Às 20h. R$ 30 (inteira)

quinta (30) ALMA E RAIZ

STEPHANIE PIESTEL/DIVULGAÇÃO

do Duran Duran apresentam 6 Ingleses novo álbum na cidade

Pela primeira vez em 37 anos de carreira, os músicos do Duran Duran desembarcam em BH para um show único para o público mineiro. Em uma performance intimista que integra o “Lolla Sideshow”, o grupo traz, no setlist, canções de seu novo disco, “Paper Gods”, além de clássicos como “Ordinary World” e “Come Undone”. Onde BH Hall (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, São Pedro) Quando Quarta (29), às 21h30 Quanto R$ 330 (pista/arq., 3° lote, inteira).

O grupo rememora obra de Baden Powell e Vinicius de Moraes no show “Os Afro Sambas - Tempos de Amor”. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 20h. R$ 20 (inteira)

sexta (31) OXENTE UAI Repertório dos álbuns “Eles Passarão, Eu Passarim” e “Feito Passarim”. Cine Theatro Brasil (av. Amazonas, 315, centro). Às 20h. R$ 40 (inteira)

INTERPRETAFEST Festival com as bandas Grupo Porco, BAGA, Expurgo e outros. . A Autêntica (r. Alagoas, 1172, Savassi). Às 22h. R$ 25 (antecipado)


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ARTES CÊNICAS Lições de tolerância em ‘Mogli’ Nome por trás da montagem de “Mogli, o Musical”, que chega a BH no próximo final de semana, o carioca Matheus Brito confessa que sempre foi apaixonado pelo personagem, criado por Rudyard Kipling há mais de cem anos. “Meu sonho era ser igual a ele”, admite, rindo, para em seguida assumir um tom mais sério. “É um menino lutando para ser respeitado em uma sociedade que não o aceita. Em outras esferas, temos muitos adultos que não têm a coragem dele para lutar por respeito, e que sofrem diariamente com isso. Quero que a história sirva de exemplo a essas pessoas, assim como serviu para mim”, pontua. Para Matheus, mesmo tendo sido escrito em 1894, “Mogli” venceu a barreira do tempo e segue atual. “Um texto que fala de Patrícia Cassese

amor, fraternidade e disciplina, de forma lúdica e muito gostosa, merece ser elevado ao status de clássico!”, defende ele, lembrando que a montagem estreou ano passado, mesmo ano em que uma versão live-action para o cinema estreou com a chancela da Disney, também responsável pela animação de 1967. “Por motivos óbvios, o filme foi uma grande fonte de inspiração, porém, era muito importante para mim também mostrar a fonte que inspirou a própria Disney”, diz ele, voltando a frisar a mensagem que, argumenta, o ser humano precisa ouvir nos dias atuais. Aliás, Matheus acha que a sabedoria implícita no texto tem potencial de se fazer ecoar de uma forma ainda mais acentuada no público infantojuvenil, que é o visado pelo espetáculo. “E, quem sabe, daqui a alguns anos teremos um mundo diferente. Bem, assim esperamos”, vaticina.

ELENCO Para interpretar Mogli, o escolhido foi o ator Caio Nery. “Tive medo de dirigir uma criança – tanto que minha ideia inicial era usar um ator mais velho. Mas, ao conhecer o Caio, tive certeza de que daria certo. Ele tem o tom de voz exato, a mesma idade (12, ano passado, hoje, 13), canta, dança e é excelente ator”. A encenação traz outros nove atores, que se revezam em papéis. “É muito divertido vê-los em papéis totalmente diferentes. Ver as transformações de corpo, voz e intenção. Exemplo: o que faz Akelá, pai lobo do Mogli, que é visto como um herói, em outra cena é a cobra Kaa, quase uma vilã”. Outro trunfo é o fato de a montagem trazer 12 músicas originais.

>

Mogli, o Musical

Teatro Bradesco (rua da Bahia, 2.244). Sábado (1) e domingo (2), às 16h. A partir de R$ 70 (inteira, primeiro lote)

MARCELA DIAS/DIVULGAÇÃO

Sáb. e dom. 1º e 2. abr.

Espetáculo

Musical traz 12 canções originais, além de 5 cenários e 25 figurinos

Lembranças das células no palco A poética do movimento permeia passos, traça coreografias pelo ar e acompanha, há mais de 30 anos, a trajetória de Heloísa Domingues. Longe do comodismo de uma carreira consolidada, a bailarina segue desafiando os limites do corpo e a rigidez das memórias em seu primeiro solo, “Membrança”, na próxima sexta (31). Em um neologismo criado pela própria bailarina nove anos antes do espetáculo, “Membrança” remeteria à membrana que reveste as células do corpo – e às lembranças guardadas por ela. Heloísa conta que “é entre nós que a membrana vive e registra as imagens do que passou por ali”. E explica: “Fiquei com o desejo de dançar esse solo entre camadas, esse recheio permeável e seletivo onde o fluxo acontece”. Neste trabalho de redescoberta de lapsos do passado guardados em segredo por pequenas partes do corpo, a bailarina permitiu se entregar ao espetáculo. “Fui me colocando à serviço de imagens e sensações para cada memória e qualidades de movimento que foram surgindo a partir dos sistemas do corpo (ner-

Sex. a dom. 31.mar. a 9.abr.

ADRIANA MOURA/DIVULGAÇÃO

“Membrança” inaugura o gênero “dança extemporânea”

voso, ósseo...) que eu acessava”, relembra. Provocada pela diretora do espetáculo, a multiartista Dudude, Heloísa passeia pela improvisação para compor o espetáculo. Para a bailarina, “a criação acontece o tempo todo, a cada ensaio”. “E assim será a cada espetáculo. Dudude me ensinou a dançar sensações, imagens, estados, sem coreografias”, afirma. Estas sensações viajam pelo corpo de Heloísa Domin-

gues e brincam em um palco recheado por folhas de seda, no qual a bailarina dança seus movimentos “extemporâneos”. Ela pormenoriza o nome do gênero: “É aquilo que permanece, que está dentro e fora do tempo”. (Lara Alves, sob a supervisão de Patrícia Cassese)

> “Membrança”

Espaço Ambiente (r. Grão Pará, 185, Santa Efigênia). Sexta, sábado e domingo, 20h. De 31/3 a 9/4. Entrada franca.


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ARTES CÊNICAS Colocando o dedo na ferida Não é puxar brasa para a própria sardinha, mas a atriz Heloísa Jorge é enfática ao falar de “Race”, espetáculo que chega a Belo Horizonte neste final de semana, e no qual encabeça o elenco, junto a Gustavo Falcão. “É um dos melhores textos de teatro que já li”, assegura, referindo-se à obra de David Mamet. A montagem é a segunda parte da trilogia do autor empreendida pela carioca Cia Epigenia, cujo marco inicial, “Oleanna”, passou pela capital na semana passada. “O texto toca em feridas ainda não cicatrizadas por aqui também. Apesar de ser uma obra norte-americana, ‘Race’ usa um caso como pretexto para abordar assuntos como a misoginia, as relações e a disputa pelo poder”, prossegue ela. O caso ao qual a atriz faz referência é o epicentro da ação: um homem branco acusado de estuprar uma jovem negra. “(O texto) Questiona a justiça, revela a complexidade da questão racial, desnuda de Patricia Cassese

teatro adulto 2 X 2 = 5 O HOMEM DO SUBSOLO Dir. Roberto Bacci. Com Cacá Carvalho Um mergulho no universo de um homem que deixa o convívio social para enfrentar sua consciência. Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3613, 3481-5580). Sáb. (25), 18h30 e 21h; dom. (26), 19h. R$ 20 (inteira).

ABNEGAÇÃO II - O COMEÇO DO FIM Dir. Clayton Mariano e Alexandre Dal Farra. Com Alexandra Tavares, André Capuano, Clayton Mariano Segunda parte da trilogia “Abnegação”. A peça aborda as relações de poder no interior de um partido político. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Neste sáb. (25), às 21h. R$ 20 (inteira).

ABNEGAÇÃO III - RESTOS Dir. Clayton Mariano e Alexandre Dal Farra. Com Alexandra Tavares, André Capuano, Clayton Mariano 3ª parte da trilogia “Abnegação”. Funarte MG (r. Januária, 68, 3213-3084). Dom. (26), 19h. R$ 20 (inteira).

ANJOS Dir. Hérlen Romão (com ela) A história de uma mulher em situação de violência doméstica e de sua filha. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste sáb. (25), às 20h; dom. (26), às 19h. R$ 10 (inteira); R$ 4 (comerciário).

CARAVANA TONTERIA (Leia mais na página 14)

COMO A GENTE GOSTA Dir. Eduardo Moreira Com Mariana Arruda, Hugo Araújo, Leonardo Rocha Inspirado na obra “As You Like It” de Shakespeare, o espetáculo conta as histórias de oito personagens que se entrelaçam numa quadrilha amorosa. Parque Municipal Américo Renné

maneira certeira todos os estereótipos atribuídos às mulheres, e às negras (em particular)”, completa Heloísa, que atualmente está na novela “A Lei do Amor” como Laura, uma ex-namorada do mocinho Pedro (Reynaldo Gianecchini). PIRÂMIDE SOCIAL A cada apresentação, elenco – além dos dois citados, Leandro Vieira e Clóvis Gonçalves– e direção – Gustavo Paso – sempre promovem um bate-papo com a plateia ao final. “E é impressionante como as pessoas ficam incomodadas com todas as declarações que saem da boca dos personagens. Para mim, a genialidade do texto está nesse lugar, o de tirar o público da zona de conforto ou o de deslegitimizar crenças pré-estabelecidas”, opina Heloísa. Para ela, a cada debate fica perceptível o quanto ainda é difícil admitir que, no Brasil, machismo e racismo ainda vigoram. “E que, no fundo, todos nós tiramos proveito em alguma instância da nossa existência. É difícil admitir que a Justiça beneficia quem conta a melhor his-

Gianetti (av. Afonso Pena, 1377, centro). Neste sáb. (25), às 16h. Entrada gratuita.

Sáb. e dom. 25 e 26.mar.

tória e que, em se tratando de Brasil, ela só vai servir a alguns. É difícil admitir que temos uma pirâmide social que hierarquicamente posiciona o homem branco no topo, o homem negro depois dele, em seguida a mulher branca e, na base, a mulher negra”. Para ela, o fato de Mamet ser um homem branco

RACE (Leia mais nesta página)

RUA DAS CAMÉLIAS CORRE, QUE O DOIDO TÁ SOLTO! Dir. Maurício Canguçu. Com Luís Yuner O espetáculo satiriza as caricaturas vividas pelas pessoas na sociedade. Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277- 6437). Sáb. (25), 20h; dom (26), 19h. R$ 24 (inteira).

DES ESPERA Dir. Wal Mayans. Com Bruno Godinho Uma história onde se vivencia a perda, o encontro, o amor, o desencontro, a espera, a desespera de cada dia, as despedidas e um recomeço. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Neste sáb. (25), às 20h; dom. (26), às 19h. R$ 20 (inteira).

Dir. Gabriela Luque. Com Companhia Vórtica A montagem fala da rua dos Guaicurus, de prostituição e de realidades ignoradas. Hotel Imperial Palace (r. Guaicurus, 436). Sáb. (25) e dom. (26), 20h. R$ 30 (inteira).

UMA SOMBRA ENTRE NÓS Dir. Fernando Couto e Danielle Fortunato. Com Lorena Jamarino, Nino Camini e Bernardo Filaretti Solidão, culpa e desejo se entrelaçam neste triângulo amoroso vivido por dois homens e uma mulher. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, 3201-5211). Sáb. (25), 20h; dom. (26), 19h. R$ 40 (inteira).

GUSTAVO PASO/DIVULGAÇÃO

Tensão e reviravoltas em cena: Ao fim da apresentação, plateia é convidada a debater a montagem

falando de racismo tem de ser levado em consideração, claro. “Ele não defende ideias, mas vomita todas elas, e é aí que está o desconforto causado em quem assiste à peça ou lê o texto. Ele põe o dedo na ferida sem dó. Eu, como mulher negra, fiquei bastante incomodada na primeira leitura. A primei-

teatro infantil A CAIXINHA DE PAPELÃO Dir. coletiva Com A Patela Cia Menino ganha caixinha de papelão e sai descobrindo seus mistérios. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Sáb. e dom, às 16h. R$ 30 (inteira). Até 2/4.

BRANCA DE NEVE - POCKET SHOW Cintylante Produções. Com Raíssa Alves, Alex Alves, Sheyla Barroso Espetáculo reconta a história da rainha má, que manda matar sua enteada. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Dom. (26), às 16h. R$ 30 (inteira).

NA RODA

ra pergunta da peça é feita por um personagem negro: ‘Você sabe o que pode dizer para um negro sobre o assunto raça?’ E o branco responde: ‘Nada’. Para mim, ele é certeiro do início ao fim”. Em tempo: a trilogia Mamet se encerra com “Hollywood”, ainda sem data de estreia. “Os três textos tocam em

questões muito delicadas e urgentes. Acho importante refletir sobre elas nesses tempos difíceis de retrocessos absurdos e intolerâncias”, conclui a atriz.

Dir. coletiva Grupo Maria Cutia de Teatro As histórias de um menino, de Martin e Mariana e sua grande banda, de uma fazenda e seus animais. Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim). Neste dom. (26), às 11h30. Entrada gratuita.

perigo para chegar a Nova York. Teatro Raul Belém Machado (r. Jauá, 80, Alípio de Melo, 3277-6437). Sáb. (25) e dom. (26), 16h. R$ 20 (inteira).

LEVE CICATRIZ Dir. Léo Kildare Louback Com Luciana Brandãoa A partir de Macbeth, a peça busca nas mãos de uma rainha ensanguentada as sutilezas e os meandros da culpa de uma mulher que enlouquece. Benfeitoria (r. Sapucaí, 153, Floresta). Qua. (29), às 20h e às 21h30. R$ 10.

PROCESSO DE CONSCERTO DO DESEJO Dir. Matheus Nachtergaele Ator homenageia a mãe, revisitando os escritos dela junto ao violonista Luã Belik. Centro Cultural Banco do Brasil (3431-9400). Ingressos esgotados.

Teatro Sesiminas (rua Padre Marinho, 60). Neste sábado (25), às 20h, e domingo (26), às 19h. R$ 30 (inteira).

dança MEMBRANÇA

(Leia mais na página 16)

PINOCCHIO Dir. Beatriz Apocalypse, Marcos Malafaia e Ulisses Tavares. Grupo Giramundo Releitura do clássico. Museu Giramundo (r. Varginha, 235, Floresta, 3446-0686). Sáb. e dom., às 19h. R$ 15.

UM PALHAÇO EM NOVA YORK Com Luís Yuner Um palhaço fora de controle desafia o

ELA É O CARA Dir. Ary Coslov Com Vera Fischer e Edson Fieschi Psicólogo queimado no mercado quer dar a volta por cima e cogita fazer um pacto com diabo. Daí surge uma atriz famosa em seu consultório que parece ser o próprio diabo. Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, 3201-5211). Sáb. (25), às 20h; dom. (26), às 19h. R$ 80 (plateia 1, inteira); R$ 70 (plateia 2, inteira).

> Race

musical CARMINA BURANA - UMA CANTATA CÊNICA Dir. Ernani Maletta Com Núcleo de Música Coral UFMG Integração entre a cantata cênica e linguagens visuais. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste sáb. (25), às 21h; dom. (26), às 19h. R$ 15 (inteira); R$ 6 (comerciário).

TRIÂNGULO AMOROSO É TEMA DE PEÇA NO CINE THEATRO BRASIL RANGEL DE ANDRADE/DIVULGAÇÃO

Drama Abordar, em cena, as nuances de uma relação amorosa atravessada por três personagens cercados por uma sombra não foi tarefa fácil para o dramaturgo Lucas Emanuel. O autor de “Uma Sombra Entre Nós”, espetáculo que ganha os palcos do Cine Theatro Brasil neste fim de semana, traz à baila sentimentos como angústia e culpa, e questões como a diversidade sexual através do triângulo amoroso Onde Teatro de câmara do Cine Theatro Brasil Vallourec (r. dos Carijós, 258, centro, 3201-5211) Quando Neste sábado (25), às 20h, e domingo (26), às 19h Quanto R$ 40 (inteira).

La Movida Peças de curta duração. Quatro sessões de cada peça aos sábados e domingos a partir das 21h. Neste sábado (25) A Dona da Noite (Com Carloman Bonfim) Quadros de Ophelia (Com Jéssica Tamietti) Sapato Bicolor (Com Fabiano Persi) Domingo (26) Entre por essa porta agora (Com Odilon Esteves) Quadros de Ophelia (Com Jéssica Tamietti) Sapato Bicolor (Com Fabiano Persi) La Movida Microteatro Bar (r. Santa Rita Durão, 153, Funcionários, 98448- 2598). Sex. e sáb., das 18h às 1h30; dom., das 17h às 23h30. R$ 8 (por peça).


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pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 25 a 31 de março de 2017

CINEMA Clássicos e desdobramentos Desde o primeiro marco na produção de westerns – o filme “O Grande Roubo do Trem” (1903), de Edwin S. Porter –, lá se vão quase 115 anos. Não é de se estranhar, portanto, que o Cine Humberto Mauro tenha optado por dividir a mostra que contempla o gênero em duas. Depois de realizar a primeira parte em abril do ano passado,trazendo clássicos desde os primórdios até a Era de Ouro do gênero (19401960), a Mostra Western – Parte II, que começa neste sábado (25), vai agora evidenciar também os desdobramentos do estilo. “O western talvez seja o gênero mais genuinamente norte-americano do cinema. Sua temática envolve questões muito peculiares do desbravamento do oeste dos Estados Unidos, mas também abriu espaço para outras discussões, e isso se espalhou pelo mundo”, explica Philipe Ratton, gerente do Cine Humberto Mauro e um dos curadores da mostra. “Nesta etapa, a programação está um pouco mais abrangente, com filmes que revisitam ou se apropriam do estilo para encampar outros debates”. Após o apogeu, nos anos 1960, houve um hiato na produção de faroestes (pelo Jessica Almeida

Atenção! A programação abaixo se refere a este fim de semana, dias 25 (sábado) e 26 (domingo)

estreias ERA O HOTEL CAMBRIDGE (Brasil, 2017, 1h39, 12 anos) Dir. Eliane Caffé. Com Carmen Silva, Isam Ahmad Issa, José Dumont. Refugiados recém-chegados ao Brasil dividem com um grupo de sem-tetos um velho edifício abandonado no centro de São Paulo. Além da tensão diária que a ameaça de despejo causa, os novos moradores do prédio terão que lidar com seus dramas pessoais e aprender a conviver com pessoas que, apesar de diferentes, também enfrentam a vida nas ruas. Cine 104: 19h

FRAGMENTADO (Split, EUA, 2017, 1h57, 14 anos) Dir. M. Night Shyamalan. Com James McAvoy, Anya Taylor-Joy, Betty Buckley. Kevin possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.

menos em termos de obras de grande orçamento e repercussão), que ficou conhecido como “western crepuscular”. A retomada veio nos anos 1990, não por acaso, com um filme de Clint Eastwood, “Os Imperdoáveis” (1992). Paralelamente a isso, a incorporação do gênero por outras nacionalidades, como é o caso do western spaghetti, de origem italiana, também reverbera na indústria norteamericana. “Essa apropriação traz uma dinâmica diferente, até do ponto de vista da montagem e da fotografia, mas, principalmente, dos personagens. Os heróis se transformam em anti-heróis”, aponta Ratton. “Não tem mais o maniqueísmo do mocinho de chapéu branco e bandido de chapéu preto, são humanos, há dualidade, habitam uma área mais cinza. E o faroeste norte-americano foi

“

O western está para o cinema como o jazz está para a música: é genuinamente norteamericano Belas 2: 14h10, 16h40, 19h10, 21h40 BH Shopping 6: 16h20. 22h BH Shopping 9: 13h, 15h40, 18h40, 21h30 Big Shopping 4: 16h30, 18h40, 20h50 (*) Boulevard 5: 14h10, 16h30, 18h50, 21h15 Cidade 5: 16h20, 21h10 Cidade 6: 13h30, 15h50, 18h20, 20h50 (*) Contagem 5: 13h30, 15h50, 18h20, 20h50 (*) Contagem 8: 14h10, 16h30, 18h50, 21h10 Del Rey 2: 13h30, 16h, 18h30, 20h50, 23h10(somente sábado) Del Rey 4: 13h20, 18h10, 23h(somente sábado) (*) Diamond 2: 16h20, 19h10, 22h Itaú Power 4: 13h50, 16h10, 18h30, 21h (*) Minas 5: 14h20, 16h40, 19h, 21h20 (*) Monte Carmo 2: 13h50(*), 16h10, 18h30(*), 21h10 Ponteio 2: 14h10, 16h30, 18h50, 21h10 Pampulha 3: 14h20(*), 16h40, 18h55(*), 21h10(*) Paragem 4: 14h, 16h20, 18h50, 21h10 Partage Shopping Betim 5: 14h, 16h50, 19h30, 22h10 (*) Pátio Savassi 2: 12h20(somente sábado), 13h20(somente domingo), 15h20(somente sábado), 16h15(somente domingo), 18h15(somente sábado), 19h(somente domingo), 21h30(somente sábado), 21h50(somente domingo) Shopping Estação 5: 13h(*), 15h30(*), 18h30(*), 21h20 Shopping Norte 5: 16h30, 18h40, 20h50 (*) Via Shopping 2: 14h, 16h30, 18h40, 21h10 (*) (*) Sessões dubladas

obrigado a incorporar isso”. Como resultado de um complexo sistema de transformações, se desenrolou ao ponto de uma obra como “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), que está na programação da mostra, trazer a roupagem western para discutir questões completamente alheias ao gênero, como a homossexualidade.

CONFIRA ALGUNS DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO

WESTERN FEIJOADA O Brasil também teve a sua vertente do faroeste, o “western feijoada”, que também foi contemplada pela curadoria. São filmes produzidos entre os anos 1950 e 1980, que adaptam os preceitos básicos do gênero ao contexto tupiniquim. “‘O Cangaceiro’ (1953), doLimaBarreto, levao universo para o sertão, assim como em ‘Cabra Marcado Para Morrer’(1984),do EduardoCoutinho. Já ‘Matar ou Correr’ (1954), do Carlos Manga, tem uma coisado western maispesado, uma referência mais imediata, concreta. ‘Sargento Getúlio’ (1983), do Hermanno Penna (que estará aqui, na sessão), por sua vez, faz uma mistura, trazendo, para a nossa realidade, os signos fortes do estilo”, detalha o curador.

Western – >ParteMostra II

Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Deste sábado (25) até 20 de abril. Programação completa em www.palaciodasartes.com.br

POWER RANGERS (Saban’s Power Rangers, EUA, 2017, 2h04, 10 anos) Dir. Dean Israelite. Com Dacre Montgomery, Naomi Scott, RJ Cyler. Um grupo de estudantes desenvolve poderes especiais, que são usados para proteger o mundo de vilões. Betim 3: 13h40, 16h, 18h20 e 20h40 (*) BH Shopping 2: 12h50(*), 15h30, 18h30, 21h30 BH Shopping 5: 11h50, 14h40, 17h30, 20h20 (*) BH Shopping 6: 13h30, 19h10 Big Shopping 3: 15h45, 18h05, 20h20 (*) Boulevard 1: 14h, 16h20, 18h40, 21h Cidade 2: 11h20(somente domingo), 13h30, 16h, 18h30, 21h (*) Cidade 8: 13h10, 15h40, 18h10 Contagem 2: 13h40(*), 16h, 18h30(*), 21h Contagem 4: 13h20, 15h40, 18h10, 20h30 (*) Del Rey 5: 13h20(*), 15h50, 18h20(*), 20h50, 23h10(*)(somente sábado) Del Rey 7: 16h20 e 21h (*) Diamond 4: 12h40(*), 15h40(*), 18h30, 21h20 Diamond 6: 14h40, 17h35, 20h20 Itaú Power 1: 13h30, 15h50, 18h20, 20h40 (*) Minas 3: 13h40, 16h, 18h30, 21h (*) Monte Carmo 1: 13h20(*), 15h50, 18h20(*), 20h50 Pampulha 5: 14h15, 16h35, 18h50, 21h05 (*) Paragem 2: 13h40, 16h(*), 18h30, 21h Partage Shopping Betim 1: 12h50(*), 15h30(*), 18h30(*), 21h20 Partage Shopping Betim 7: 14h30, 17h30, 20h30 (*) Pátio Savassi 1: 16h30, 19h15 Pátio Savassi 5: 12h55(*), 15h45(*),

18h30, 21h20 Pátio Savassi 7: 12h, 14h45, 17h30, 20h30 Via Shopping 1: 13h30, 15h50, 18h20, 20h40 (*) Norte 3: 14h05, 18h40, 20h55 (*) Estação 1: 13h45, 16h15, 19h, 21h45 (*) (*) Sessões dubladas

T2 TRAINSPOTTING (T2 Trainspotting, Reino Unido, 2017, 1h57, 16 anos) Dir. Danny Boyle. Com Ewan McGregor, Ewen Bremner, Jonny Lee Miller. Sequência de “Trainspotting – Sem Limites’ (1996), a trama apresenta os mesmos personagens e o mesmo elenco, 20 anos depois. A história é inspirada do livro “Porno”, de Irvine Welsh. Belas 1: 14h, 16h30, 19h, 21h30 Ponteio 3: 16h40, 21h15

em cartaz A BELA E A FERA (Beauty And The Beast, EUA, 2017, 2h09, 10 anos) Dir. Bill Condon. Com Emma Watson, Dan Stevens, Luke Evans. Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela tem o pai capturado pela Fera e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade do progenitor. Betim 1: 13h30, 18h30 (*) BH Shopping 1: 20h50 Big Shopping 2: 15h, 17h30, 20h (*) Boulevard 3: 13h30, 16h(*), 18h30, 21h10(*) Cidade 7: 13h20, 16h, 18h30, 21h (*) Contagem 3: 13h, 15h35, 18h15, 20h50 (*) Del Rey 6: 13h10(*), 15h40(*),

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Ícone A mostra já abre neste sábado (25) com duas importantes obras de um dos maiores ícones do gênero: John Ford (1894-1973). Na primeira sessão, “A Paixão dos Fortes” (1946) traz Henry Fonda (1905-1982) no papel do lendário xerife Wyatt Earp. Logo em seguida, “Rio Grande” (1950) mostra um conflito entre índios Apaches e o exército após a Guerra Civil. Quando Neste sábado (25), “A Paixão dos Fortes”, às 17h; “Rio Grande”, às 19h30

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Western Feijoada Dentro da mostra Western Parte II, a sessão História Permanente do Cinema apresentará “Sargento Getúlio” (1983), em sessão comentada com o diretor Hermanno Penna. Com Lima Duarte no elenco, a obra conta a história de um sargento encarregado de levar um desafeto político de seu chefe do sul da Bahia até Sergipe e os desdobramentos dessa jornada. Quando Dia 13 (quinta), às 17h

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Clássico O western que “Onde Começa o Inferno” (1950), de Howard Hawks, traz John Wayne como xerife que ganha ajuda de um trio precário – um bêbado, um velho manco e um jovem que não sabe atirar – para impedir que sicários libertem preso em sua cadeia. Nada de psicologia, pura ação, a defesa do profissionalismo – e uma heroína sexy, que aumenta o perigo. Quando Dia 29 (quarta), às 17h

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Contemporâneo A mostra ainda traz os herdeiros do gênero, como “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), de Ang Lee, que traz uma discussão sobre sexualidade num background western, e “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007), dos irmãos Coen, que embora seja uma obra recente, traz muito claramente os signos das produções tradicionais do faroeste. Quando “O Segredo de Brokeback Mountain”, dia 4 (terça), às 21h; “Onde os Fracos Não Têm Vez”, dia 5 (quarta), às 17h

18h20(*), 21h10 Itaú Power 2: 12h50, 15h35, 18h15, 20h50 (*) Minas 4: 13h30, 16h05, 18h40, 21h15 (*) Monte Carmo 4: 13h, 15h35, 18h15, 20h55 (*) Paragem 1: 13h, 18h20(*), 15h40, 20h50(*) Pampulha 6: 14h05, 16h30, 18h55, 21h20 (*) Pátio Savassi 8: 16h45, 22h20 Ponteio Premier: 13h2, 16h, 18h30, 21h10 Shopping Norte 4: 16h20 (*) Shopping Norte 5: 14h10 (*) Via Shopping 3: 13h, 15h35, 18h20, 20h50 (*) Sessões 3D: Betim 1: 16h e 21h (*) BH Shopping 1: 12h, 15h, 17h50 (*) BH Shopping 3: 13h10(*), 16h, 18h50 e 21h50 BH Shopping 8: 14h10, 178h05, 20h Big Shopping 1: 15h20, 17h50, 20h20 (*) Boulevard IMAX: 13h, 15h40, 18h20, 20h50 Cidade 4: 13h(*), 15h35, 18h15(*), 20h50 Contagem 1: 13h20(*), 15h55, 18h30(*), 21h05 Del Rey 1: 12h45(*)(somente sábado), 13h(*)(somente domingo), 15h20(somente sábado), 15h30(somente domingo), 18h(*)(somente sábado), 18h20(*)(somente domingo), 21h(somente sábado), 23h(somente domingo) Diamond 1: 14h20, 17h20, 20h40 Diamond 5: 12h10(*), 15h20(*), 18h40, 21h40

Itaú Power 5: 13h(*), 15h40, 18h20(*), 21h Minas 1: 13h(*), 15h25, 18h15(*), 20h50 Monte Carmo 5: 13h20(*), 15h50, 18h25(*) Pampulha 1: 14h10, 19h (*) Paragem 5: 13h30(*), 18h40, 16h10(*), 21h10 Partage Shopping Betim 2: 16h10, 21h50 (*) Partage Shopping Betim 4: 12h15, 15h, 18h, 21h (*) Partage Shopping Betim 6: 14h10, 17h50, 19h50 (*) Pátio Savassi 4: 12h40, 15h35, 18h45, 21h40 Pátio Savassi 6: 11h40(*), 14h35(*), 17h45(*), 20h50 e 23h40(somente sábado) Shopping Estação 3: 12h15(*), 15h(*), 18h, 21h(*) Shopping Estação 4: 13h15, 16h, 19h15, 22h15 (*) Shopping Norte 1: 15h20, 17h50, 20h20 (*) Via Shopping 4: 13h10, 15h45, 18h30 (*) (*) Sessões dubladas

A CIDADE ONDE ENVELHEÇO (Brasil, 2017, 1h39, 12 anos) Dir. Marília Rocha. Com Elizabete Francisca Santos, Francisca Manuel, Paulo Nazareth. A portuguesa Teresa consegue um trabalho temporário de seis meses na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. Ela chega ao Brasil com a certeza que não retornará a Lisboa e quer escrever um novo capítulo em sua vida. Cine 104: 20h45


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CINEMA em cartaz (continuação) CINQUENTA TONS MAIS ESCUROS (Fifty Shades Darker, EUA, 2017, 1h58, 16 anos) Dir. James Foley. Com Jamie Dornan, Dakota Johnson, Kim Basinger. Anastasia volta aos jogos sexuais de Christian Grey. Cidade 5: 14h, 18h40 (dublado)

O FILHO DE JOSEPH (Le Fils de Joseph, França/ Bélgica, 2017, 1h55, 14 anos) Dir. Eugène Green. Com Victor Ezenfis, Fabrizio Rongione, Natacha Régnier. Vincent é um jovem que vive com a mãe. Sem nunca ter conhecido seu pai, ele sai em busca de sua identidade. As investigações o levam a um cínico e maquiavélico publisher em Paris, que o fará tomar decisões drásticas. Belas 3: 11h(somente sábado) (*), 19h30 (*) Clube do professor. Necessário a comprovação do mesmo

A GRANDE MURALHA (The Great Wall, EUA, 2017, 1h44, 12 anos) Dir. Yimou Zhang. Com Matt Damon, Jing Tian, Pedro Pascal. No século XV, soldados britânicos combatendo na China percebem que a construção da Grande Muralha não quer apenas proteger a população do inimigo mongol, mas esconde um grande segredo. Contagem 7: 13h50 (dublado)

INSUBSTITUÍVEL (Médecin De Campagne, França, 2017, 1h42, 12 anos) Dir. Thomas Lilti. Com François Cluzet, Isabelle Sadoyan, Marianne Denicourt. Com o médico local Jean-Pierre doente, Natalie chega da cidade para tentar ajudá-lo e enfrenta dois grandes dilemas: conseguir se adaptar a esta nova vida e substituir o homem que a população acredita ser insubstituível. Ponteio 4: 14h30, 16h35, 21h20

INTERNET – O FILME (Brasil, 2017, 2h12, 14 anos) Dir. Filippo Capuzzi Lapietra. Com Julio Cocielo, Felipe Castanhari, Patrícia dos Reis. Consistindo de oito esquetes, o filme traz a irreverência e a espontaneidade dos conteúdos de humor audiovisual das redes sociais e da internet para o cinema. Pampulha 4: 15h20, 17h15, 19h15

KONG: A ILHA DA CAVEIRA (Kong: Skull Island, EUA/ Vietnã, 2017, 1h58, 12 anos) Dir. Jordan Vogt-Roberts. Com Tom Hiddleston, Brie Larson, Samuel L. Jackson. Anos 70, fim da Guerra do Vietnã. Expedição irá revelar a origem de King Kong e os mistérios de seu local de nascimento, a Ilha da Caveira. Betim 2: 15h20 (*) BH Shopping 10: 14h(*), 16h40, 19h20, 22h20 Big Shopping 4: 14h20 (*) Boulevard 2: 13h40, 21h20 Cidade 1: 11h30(somente domingo), 13h50, 16h, 18h20 (*) Contagem 7: 16h, 18h20 (*) Del Rey 7: 14h, 18h40 (*) Itaú Power 6: 13h50 (*) Minas 6: 13h50, 18h50 (*) Monte Carmo 5: 21h (*) Paragem 3: 16h10 Partage Shopping Betim 2: 13h30, 19h10 (*) Pátio Savassi 1: 13h30 Pátio Savassi 8: 14h, 19h35 Via Shopping 4: 21h (*) Via Shopping 5: 15h55 (*)

UNIVERSAL PICTURES

Sessões 3D: Big Shopping 5: 18h (*) Boulevard 2: 16h20 Diamond 2: 13h30 Itaú Power 6: 18h45 (*) Pampulha 1: 16h35, 21h25 (*) Shopping Estação 2: 14h10, 16h40, 19h30, 22h (*) Shopping Norte 2: 18h (*) (*) Sessões dubladas

LEGO BATMAN – O FILME (*) (The Lego Batman Movie, EUA/Dinamarca, 2017, 1h45, livre) Dir. Chris McKay. Batman encara responsabilidades com o filho recém-adotado, e enfrenta o novo plano do Coringa. Paragem 3: 14h30 (*) Sessão dublada

LION – UMA JORNADA PARA CASA (Lion, EUA/ Austrália/ Reino unido, 2017, 1h59, 12 anos) Dir. Garth Davis. Com Dev Patel, Nicole Kidman. Aos cinco anos, Saroo se perde do irmão numa estação em Calcutá, e éi adotado por família australiana. Aos 25 anos, decide buscar a família biológica. Ponteio 3: 19h

MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR (Moonlight, EUA, 2017, 1h51, 16 anos) Dir. Barry Jenkins. Com Alex R. Hibbert, Ashton Sanders, Trevante Rhodes. Três momentos da vida de Chiron, jovem negro de uma comunidade pobre de Miami. Vencedor de melhor filme, ator coadjuvante e roteiro adaptado. Belas 3: 14h, 21h40 Ponteio 3: 14h20 Pátio Savassi 1: 22h10 Pátio Savassi 2: 0h10 (só sábado)

PEDRO OSMAR, PRA LIBERDADE QUE SE CONQUISTA

(*) Sessões dubladas

No longa de M. Night Shyamalan, personagem de James McAvoy tem 23 personalidades

TINHA QUE SER ELE? (*) (Why Him?, EUA, 2016, 1h51, 12 anos) Dir. John Hamburg. Com Zoey Deutch, Bryan Cranston, James Franco. Ned leva a família inteira para visitar a filha Stephanie durante o feriado do Natal, mas, ao encontrá-la, entra em conflito com o namorado dela, rapaz excêntrico que ficou rico por causa da internet. BH Shopping 4: 13h20 (sessão legendada) Cidade 1: 20h40 Contagem 7: 20h40 Pampulha 4: 21h15 (*) Sessões dubladas

sessão especial HIROSHIMA, MEU AMOR (Hiroshima, mon amour, Japão/ França, 1959, 1h32, 18 anos) Dir. Alain Resnais. Com Bernard Fresson, Emmanuelle Riva, Stella Dassas. Um encontro ocasional em Hiroshima faz surgir um romance entre um arquiteto japonês (“ele”) e uma atriz francesa (“ela”). Um clássico do cinema francês. Belas 3: 16h20 Cine 104: 17h

LOGAN (Logan, EUA, 2017, 2h16, 12 anos) Dir. James Mangold. Com Hugh Jackman, Dafne Keen, Patrick Stewart. Em 2029, Logan ganha a vida como chofer. Debilitado, ele é procurado por Gabriela, mexicana que precisa da ajuda do ex-X-Men com Laura Kinney, a X-23. Betim 2: 18h10, 20h50 (*) BH Shopping 4: 16h10, 19h, 22h10 BH Shopping 7: 12h20, 15h20, 18h20, 21h40 Big Shopping 5: 15h30, 20h30 (*) Boulevard 2: 18h40 Boulevard 4: 13h, 15h40, 18h20, 21h Cidade 3: 12h40, 15h20, 18h10, 20h50 (*) Cidade 8: 20h40 Contagem 6: 13h10(*), 15h50(*), 18h25(*), 21h Del Rey 3: 13h(somente domingo), 14h(somente sábado), 15h40(somente domingo), 16h40(somente sábado), 18h20(somente domingo), 19h20(somente sábado), 21h(somente domingo), 22h(somente sábado) Del Rey 4: 15h30, 20h30 (*) Diamond 3: 14h, 17h05, 20h Itaú Power 3: 12h50, 15h25, 18h10, 20h50 (*) Itaú Power 6: 16h10, 21h10 (*) Minas 2: 13h, 15h40, 18h20, 21h (*) Minas 6: 16h10(*), 21h10 Monte Carmo 3: 13h(*), 15h40(*), 18h20, 21h(*) Pampulha 2: 14h, 16h30, 19h, 21h30 (*) Paragem 3: 18h30, 21h05 Partage Shopping Betim 3: 13h45, 16h35, 20h10 (*) Pátio Savassi 3: 11h(somente domingo), 13h50, 17h, 20h 23h(somente sábado) Ponteio 4: 18h40 Shopping Estação 6: 14h, 17h, 20h (*) Shopping Norte 2: 15h30, 20h30 (*) Via Shopping 5: 13h20, 18h20, 21h (*)

‘Fragmentado’

(Brasil, 2017, 1h16, 10 anos) Dir. Eduardo Consonni, Rodrigo T. Marques. Documentário sobre o músico, poeta e artista plástico paraibano Pedro Osmar. Apesar de o artista ser pouco conhecido, suas músicas foram gravadas por nomes como Elba Ramalho, Lenine, Zé Ramalho e Zeca Baleiro. Belas 3: 18h

mostras CINEMA FRANCÓFONO FOCUS BÉLGICA (*) Produção de países da língua francesa, com foco na França e Bélgica. Sábado (25) 17h “O quadro” (Le tableau, Bélgica/ França/ Suíça, 2011, Animação, 1h16) Dir. Jean-François Laguionie 19h “Cor da Pele: Mel” (Couleur de Peau: Miel, Bélgica/França/ Coreia do Sul / Suíça, 2012, Documentário/ Animação, 1h15) Dir. Laurent Boileau e Jung Sik-jun Quarta-feira (29) 19h30 “O Porto” (Le Havre, França/ Finlândia/ Alemanha, 2011, 1h33, 16 anos). Dir. Aki Kaurismäki Quinta-feira (30) 19h30 “O Estrangeiro Louco” (Gadjo Dilo, França/ Romênia, 1997, 1h37, 16 anos). Dir. Tony Gatlif Sexta-feira (31) 19h30 “Suzanne” (França, 2013, Drama, 1h34). Dir. Katell Quillévéré

CINE DIVERSIDADE (*) Projeto terça comentada Terça-feira (28) 19h30 “O aborto dos outros” (Brasil, 2008, 1h12, 12 anos). Dir. Carla Gallo (*) MIS Cine Santa Tereza (r. Estrela do Sul, 89). Entrada franca mediante retirada de ingresso 30 minutos antes

WESTERN - PARTE II (*) Mostra do Cine Humberto Mauro reúne clássicos do gênero “velho-oeste”, em sua segunda edição. Obras de diretores como John Ford, Anthony Mann e Raoul

Walsh compõem a programação. Neste sábado (25) 17h “A Paixão dos Fortes” (My Darling Clementine, EUA, 1946, 1h37, 12 anos). Dir. John Ford 19h30 “Rio Grande” (EUA, 1950, 12 anos, 1h45). Dir. John Ford 21h30 “O Homem do Oeste” (Man of the West, EUA, 1958, 14 anos, 1h40). Dir. Anthony Mann Domingo (26) 16h “A Grande Jornada” (The Big Trail, EUA, 1930, 12 anos, 2h05) Dir. Raoul Walsh e Louis R. Loeffler 18h15 “Sua Única Saída” (Pursued, EUA, 1947, 14 anos, 1h41) Dir. Raoul Walsh 20h15 “Tambores Distantes” (Distant Drums, EUA, 1951, 14 anos, 1h41) Dir. Raoul Walsh Sugunda (27) 14h “O Retorno de Frank James” (The Return of Frank James, EUA, 1940, 12 anos, 1h32) Dir. Fritz Lang 16h “O Testamento de Deus” (Stars in my Crown, EUA, 1950, 12 anos, 1h29) Dir. Jacques Tourneur 18h “Vera Cruz”(EUA, 1954, 12 anos, 1h34). Dir. Robert Aldrich Terça-feira (28) 17h” O Homem do Oeste, (Man of the West, EUA, 1958, 14 anos, 1h40) Dir. Anthony Mann 19h “E o Sangue Semeou a Terra” (Bend of the River, EUA, 1952, 12 anos, 1h31) Dir. Anthony Mann 21h “Um Certo Capitão Lockhart” (The Man From Laramie, EUA, 1955, 12 anos, 1h44). Dir. Anthony Mann Quarta (29) 15h “Duelo de Titãs” (Last Train from Gun Hill, EUA, 1959, 10 anos, 1h35) Dir. John Sturges 17h “Onde Começa o Inferno” (Rio Bravo, EUA, 1959, 12 anos, 1h41) Dir. Howard Hawks 21h15 “O Rio das Almas Perdidas” (River of No Return, EUA, 1954, 1h31) Dir. Otto Preminger Quinta (30) 15h “O Indomado” (Hud, EUA, 1963, 14 anos, 1h52). Dir. Martin Ritt 17h História Permanente do Cinema. Sessão comentada “O Cangaceiro” (BRA, 1953, 14 anos,

1h45). Dir. Lima Barreto. 19h15 “Pistoleiros do Entardecer” (Ride the High Country, EUA, 1962, 14 anos, 1h34). Dir. Sam Peckinpah 21h15 “Dívida de Sangue” (Cat Ballou, EUA, 1965, 14 anos, 1h37) Dir. Elliot Silverstein Sexta (31) 15h “Os Profissionais” (The Professionals, EUA, 1966, 14 anos, 1h57) Dir. Richard Brooks 17h “Por um Punhado de Dólares” (Per un pugno di dollari, ALE-ESP-ITA, 1964, 14 anos, 1h39) Dir. Sergio Leone 19h “El Dorado” (EUA, 1967, 14 anos, 2h06) Dir. Howard Hawks 21h15 “A Vingança de um Pistoleiro” (Ride in the Whirlwind, EUA, 1965, 16 anos, 1h22) Dir. Monte Hellman

CURTA CIRCUITO (*) Mostra homenageia o cineasta brasileiro, Moisés Abraão Goldszal, conhecido pelo pseudônimo de Carlo Mossy, um dos expoentes do “cinema popular” Segunda 27 20h “Profissão Voyeur” (RJ, 2016) Dir. Carlo Mossy “O sequestro” (RJ, 1981) | 125’ Dir. Victor de Mello (*) Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1537, centro). Entrada gratuita mediante returada de ingressos 30 minutos antes da sessão.

17h “Maradona by Kusturica” (Espanha, França, 2008, 1h30) Sexta-feira (31) 17h “As Noivas Estão Chegando” (Iugoslávia, 1978, 1h10) 19h “A Vida É Um Milagre” (França, Sérvia, Itália, 2004, 2h34) (*) Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro). Entrada gratuita mediante retirada de ingresso 30 minutos antes da sessão.

CINEMA AUSTRALIANO (*) Mostra reúne obras filmadas e produzidas na Austrália Neste sábado (25) 15h “Laranjas e Sol” (2010, 107 min) Dir. Jim Loach 17h “O Predestinado” (2014, 97 min) Dir. Michael Spierig, Peter Spierig Domingo (26) 15h “Austrália” (2008, 165 min) Dir. Baz Luhrmann 18h “Moulin Rouge – Amor em vermelho” (2001, 127 min) Dir. Baz Luhrmann Segunda-feira (27) 17h20 “Guerreiros do Amanhã” (2010, 103 min Dir. Stuart Beattie 19h30 “O ano em que vivemos em perigo” (1982, 115 min) Dir. Peter Weir

Mostra exibe obras clássicas e inéditas do cineasta sérvio.

Quarta-feira (28) 17h “O Casamento de Muriel” (1994 / 106 min) Dir. P. J. Hogan 19h “O Predestinado” (2014, 97 min) Dir. Michael Spierig, Peter Spierig

Neste sábado (25) 15h30 “Underground: Mentiras de Guerra” (BUL,HUN, FRA, ALE, 1996, 2h47) 20h “As Noivas Estão Chegando” (Iugoslávia, 1978, 1h10)

Quinta-feira (30) 16h30 “Laranjas ao Sol” (2010, 107 min) Dir. Jim Loach 18h30 “No Coração do Mar” (2015, 122 min) Dir. Ron Howard

Domingo (26) 16h “Maradona by Kusturica” (Espanha, França, 2008, 1h30) 18h “Arizona Dream: Um Sonho”

Sexta-feira (31) 16h “Moulin Rouge – Amor em vermelho” (2001, 127 min) Dir. Baz Luhrmann 18h30 “A Vingança está na Moda” (2015, 119 min) Dir. Jocelyn Moorhouse

EMIR KUSTURICA (*)

Quarta-feira (29) 17h “Vida Cigana” (Iugoslávia, 1988, 4h30) Quinta-feira (30)

(*) CCBB (pça. da Liberdade, 450, Funcionários).


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almanaque

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Paulo Bressane bressane@otempo.com.br

Eu e os bois coluna da semana passada, “O palco Brasil” – confiram no site do Pampulha – me rendeu um comentário infundado: “O senhor sim é um boi de presépio da direita que vive da exploração dos menos favorecidos”. A afirmação do leitor é bem típica dos esquerdistas, bois de presépio, que acreditam que ser de direita (e aqui não estou falando de extrema direita) significa ser um explorador dos po-

A

ARQUIVO PB

entre a gente

bres e oprimidos, e que os esquerdistas como ele são os donos da virtudes e os verdadeiros defensores do bemestar social. Sabe-se que todos os esquerdopatas não aceitam o contraditório e, portanto, não têm o saudável hábito de ler qualquer coisa que contradiz seus limites ideológicos, ou seja, como eu disse na citada coluna, são vítimas do marxismo gramsciano, cujas premissas almejam a conquista do poder de forma lenta e imperceptível.

ESTES MESOZOICOS MENTAIS, acreditam que se chegarem ao poder conseguirão implantar um Estado forte, que conquistará a igualdade social se intrometendo na vida de todos. Para eles, a distribuição de riquezas é a melhor solução, seja pela espoliação dos ricos, ou pelo aumento da carga tributária dos que produzem e geram a riqueza sustentável. Resumindo, não entendem, devido, talvez, à sua engessada preguiça intelectual, o valor da liberdade, a beleza da diversidade ou a pujança da meritocracia na distribuição de renda. Sei que vai ser muito difícil, mas aconselho aos que pensam como o leitor a tentarem expandir seus horizontes para além dos sites e publicações de esquerda, e fazer um esforço mental elucidativo lendo, por exemplo, alguns textos publicados no site do Instituto Mises Brasil. Aqui vai uma sugestão: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2532

Aviação rece6 AbeuLíder da Petrobras o Prê-

Prêmio de excelência

Nas asas da Líder, José Afonso Assumpção e a neta Bruna Assumpção

“

Mezozoicos mentais, acreditam que se chegarem ao poder conseguirão implantar um estado forte

CERTA VEZ, li em uma coluna de Leonardo Boff, para o aplauso da esquerda cavernosa, que “a privatização significa sempre a diminuição dos bens de interesse geral, que passa às mãos do interesse particular”. Com absoluta certeza, eu, o boi de presépio, digo que a estatização significa sempre a diminuição dos bens privados, que são de interesse geral, para as mãos dos interesses públicos, que atendem apenas os privilégios particulares deles. Será possível que não enxergam a obviedade da pujança privada? Que não enxergam o atraso econômico social ditado pelo estatismo perdulário? Só sairemos do atoleiro mediante um profundo corte dos gastos públicos e a conscientização de todos sobre a realidade estatal. Milton Friedman, um dos mais influentes economistas do século XX, disse: “Se colocarem o governo federal para administrar o deserto do Saara, em cinco anos faltará areia”.

mio do Programa de Excelência em Operações de Transporte Aéreo (Peotram) 2016, em reconhecimento ao seu desempenho no ano passado. O anúncio foi feito em evento no Rio de Janeiro, que reuniu mais de cem profissionais de aviação. No ranking, entre as empresas de que prestam esse tipo de serviço à Petrobras, a Líder ficou em primeiro lugar. Gran Viver 6 AUrbanismo lançou a

segunda etapa do Residencial Gran Park Toscana. O empreendimento se destaca por apresentar projeto arquitetônico e paisagismo diferenciados, que valorizam a integração das áreas internas e externas. O empreendimento teve seu VGV total (valor geral de vendas), estimado em R$ 65 milhões.

#FICAADICA ADRIANA MOURA/DIVULGAÇÃO

MAXIMILIAN LOTTMANN/DIVULGAÇÃO

da Língua Alemã em 6 Semana Belo Horizonte

A abertura do evento será com o recital “As Canções do Patíbulo”, que traz a poesia fantástica do alemão Christian Morgenstern em versões musicalizadas por Alexander Markus Eckert (foto) em alemão e português. Onde Asa de Papel (rua Piauí, 631, Santa Efigênia). Quando Sáb (1º/4), 11h. Quanto Entrada franca.

GISELLE SAUER/DIVULGAÇÃO

escritora lança romance de 6 Jovem aventura na FNAC

um Papo convida 6 Sempre Marcos Piangers

Karinna Pimenta (nascida em Brasília, mas radicada em BH) lança o romance “A Caçada de Goya” (Chiado Editora). Inspirada na história dos Imortais do Himalaia, a ficção se centra na menina Gaia, que vê sua vida mudar. O lançamento contará com a Banda 42. Onde Fnac BH Shopping. Quando Sáb (1º/4), às 17h. Quanto Entrada franca.

O autor é o convidado do projeto nesta semana, quando lança os dois volumes de “O Papai é Pop” (Ed. Belas Letras), de crônicas sobre a paternidade, nos quais relata vivências com as filhas (Anita, 9, e Aurora, 3). Onde Auditório da Cemig (rua Alvarenga Peixoto, 1.200). Quando Terça (28), 19h30. Quanto Entrada franca.

ALESSANDRA MALACHIAS/DIVULGAÇÃO

WALLISON QUEIROZ/DIVULGAÇÃO

“Mulheres Cabulosas 6 Projeto da História” vai virar livro

O movimento Levante Popular da Juventude lançou uma leitura fotográfica de ícones femininos, através de um livro a ser publicado via financiamento colaborativo. A ideia é dar mais visibilidade a elas. Para colaborar catarse.me/mulherescabulosasdahistoria

“33” no 6 Performance Memorial Minas Gerais Vale

Para comemorar o mês das mulheres, o artista Marco Paulo Rolla fez a curadoria de obras que enaltecem o feminino. Desta vez, Janaina Lages apresenta “33”. Onde Memorial Minas Gerais Vale (Praça da Liberdade, 640). Quando Sáb (25), 11h. Quanto Gratuito.


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estilo MODASUSTENTÁVEL> Soluçõescolaborativasseespalhampelopaís,comoaMudariaemBH

A moda mudou

tratégia utilizar-se dele como ferramenta para mudança. Ver esse cenário, antes tão inconsequente, e repensar seu formato é inspirador”, acredita Clara. MEDIDAS CONCRETAS Assim como a Mudaria, outros negócios andam transformando o ciclo de consumo da moda ao redor do mundo. Algumas delas foram apresentadas na 15ª edição do Inspiramais – Salão de Design e Inovação de Componentes, realizado em janeiro deste ano, que mostrou, por meio de um circuito de palestras, uma forma de sensibilizar e esclarecer sobre a importância de processos produtivos cada vez mais limpos e sustentáveis. “Hoje, no Brasil, já temos uma agenda nas indústrias sobre reciclagem e sustentabilidade, e isso é um avanço muito grande em consciência ambiental. O fast- fashion, por exemplo, possibilitou uma democratização total da moda, mas esquecemos que moda é uma fotografia do seu tempo. E o nosso tempo agora é a urgência com a sustentabilidade e a necessidade do consumidor de se conectar com marcas e iniciativas que representem esse novo momento”, diz Chiara Gadaleta, idealizadora do Ecoera – plataforma de disseminação das práticas sustentáveis de moda e beleza – e uma das pioneiras ao colocar o assunto em pauta. “Não adianta a empresa acabar com o impacto ambiental dela se a mão de obra é escrava, por exemplo”, defende Chiara.

Chiara Gadaleta é uma das pioneiras da divulgação de práticas sustentáveis na moda

riados. Além dos empréstimos de pessoas de BH que acreditam na funcionalidade da ideia, marcas locais também entram no coletivo. “Com a intenção de atender todos os tamanhos e estilos diferentes, estamos em busca de novas marcas para compor nosso acervo. Queremos agora dar um ar mais fashionista e apostar também em peças plus size”, planeja Clara. Além do esforço de tentar pôr um fim à famosa frase na hora de

se arrumar – “eu não tenho roupa”–, a Mudaria olha para a frente ao se colocar como uma proposta para tornar o setor de vestuário – que é o segundo mais poluente do planeta, ficando atrás só do petrolífero – mais sustentável. Clara, por exemplo, é fã de achados em brechós, compartilha dessa visão no vestir-se e também aplica em sua vida pessoal. “Sendo a moda um mercado de grande influência sobre as pessoas, entendo que é uma boa es-

Na Mudaria, Clara Garcia, Lina Formoso e Maria Clara Cheib fazem a curadoria das roupas que estão disponíveis para aluguel

ZÉ ROBERTO MUNIZ/DIVULGAÇÃO

A sustentabilidade e o comportamento consciente do consumidor em relação aos artigos de moda andam inspirando iniciativas ao redor do mundo. Na semana passada, a loja Zara lançou no Brasil a sua primeira linha sustentável com peças produzidas a partir de matérias-primas orgânicas, materiais reciclados e processos de produção respeitosos com o meio ambiente. Além de produções cada vez mais ecológicas no varejo, a ampliação do conceito de escambo de roupas tem proliferado. E dado passos adiante. Novos formatos da velha máxima “o que não serve para você pode ser útil para o outro”, por exemplo, têm surgido, e, numa iniciativa num espaço além dos bazares e brechós, agora também é possível pegar peças emprestadas em um closet coletivo. Um exemplo é a Mudaria, uma espécie de armário compartilhado no qual você pode emprestar roupas que não usa tanto e pegar outras que adoraria ter em seu guarda-roupa por um período de tempo. A proposta, criada no fim do ano passado, foi inaugurada – oficialmente – neste mês em Belo Horizonte. O projeto, que fica na Casa Imaginária, no bairro Santo Antônio, foi desenvolvido a quatro mãos pelas amigas e empreendedoras Clara Garcia, Lina Formoso, Maria Clara Cheib e Isabela Viana. Todas já acreditavam no modelo de compartilhamento dentro da moda: se uma peça for boa para todo mundo, todos usam. “Muitas vezes, as roupas são compradas apenas por impulso. A ideia é que fossem utilizadas mais vezes e por mais pessoas, gerando um impacto significativo no ambiente e na sociedade, que passa a enxergar novas formas de consumo. E isso, em grande escala, influencia também o fim da escravidão moderna, em que uma parte da população trabalha em condições absurdas para abastecer rapidamente esse mercado”, esclarece Clara Garcia, uma das sócias. O sistema, com horário marcado pelas redes sociais, funciona por meio de uma assinatura mensal, que custa R$ 60. Através dela, o cliente tem acesso a todo o acervo, mas só pode alugar uma peça por vez. Caso pegue uma peça e devolva no dia seguinte, por exemplo, já pode levar uma nova no mesmo dia. Já quem quiser deixar roupas por lá recebe uma porcentagem (20%) sobre o número de aluguéis mensais. Atualmente, o armário possui cerca de 80 peças, só femininas (por enquanto) e de tamanhos e estilos vaLorena K. Martins


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FAST

CEA/DIVULGAÇÃO

34 anos, Mary Design 6 Após fecha as portas e realiza bazar

A C&A foi a primeira empresa de varejo brasileira a se posicionar contra o trabalho escravo

muito importante a moda assumir essa bandeira de sustentabilidade. Não se pode tratar isso como uma jogada de marketing, mas sim como uma mudança de estilo de vida. O consumidor é quem deve exigir o selo de origem da empresa. A indústria está fazendo sua parte, mas o consumidor tem o poder dessa cobrança”, considera Rodrigues. Lá fora, a Victoria’s Secret divulgou, recentemente, uma política sustentável para seus tecidos e disse que vai verificar a procedência de seus fornecedores e eliminar os que estejam envolvidos com desmatamento ou com a violação de direitos humanos em seu processo de produção.

Grandes empresas, como a marca de calçados Louloux, de roupas Alcaçuz e a de bolsas Catarina Mina, têm realizado propostas para tornar a cadeia da moda mais sustentável, mesmo em produção em larga escala. A fastfashion C&A, por exemplo, foi a primeira loja de varejo brasileira a assinar pacto contra o trabalho escravo. Além disso, a empresa espera que até 2020 toda a produção seja feita com fibra proveniente de cultivos orgânicos ou sustentáveis. Atualmente a C&A utiliza o tecido sustentável Denim Biofashion, produzido em parceria com a mineira Cedro, que consome menos energia, reduz o consumo de água e pos-

sui menor carga de poluentes em sua fabricação. Na semana passada, a Zara apresentou no Brasil a sua primeira coleção sustentável batizada de Join Life. A linha é feita com uma mistura de materiais reciclados e matérias-primas mais naturais, desenvolvidas a partir de algodão orgânico, lã reciclada e Tencel – um tecido feito da celulose de madeira proveniente de florestas certificada. Para o estilista e idealizador do Inspiramais Walter Rodrigues, iniciativas como essas reafirmam que o consumidor precisa cobrar, cada vez mais, o posicionamento de mudança nas empresas. “É

ZARA/DIVULGAÇÃO

Fashion caminha para um novo foco

É com muito pesar que Mary Figueiredo Arantes, nome por trás da reconhecida grife mineira de acessórios Mary Design, comunicou na semana passada o encerramento de suas atividades. Para dar um fim à esse ciclo com chave de ouro, e finalizar o estoque, neste sábado (25), das 9h às 17h, o showroom Mary Design (rua Ivaí, 25, Serra) recebe a última edição de seu bazar. Todas as peças estarão à venda a preço especial, de atacado. LEO FONTES – 4.5.2009

Sampaio estreia o 6 Valentina inverno da marca mineira Skunk

A Skunk acaba de lançar no varejo a coleção inverno 2017, cuja campanha, fotografada em janeiro por Weber Pádua com styling de Rodrigo Polak, foi estrelada pela top transexual Valentina Sampaio. A marca apostou na beleza poética da modelo bem antes de estrelar lá fora e, agora, se prepara para fazer sua estreia no Minas Trend durante a próxima edição do evento, que acontece entre os dias 4 e 7 de abril. WEBER PÁDUA/DIVULGAÇÃO

A Zara apresentou no Brasil sua primeira coleção sustentável

Elisa Dzenk, da grife Victor 6 Ana Dzek é a nova diretora da Amem

O auditório da Fiemg recebeu, no último dia 22, um café da manhã que apresentou a nova diretoria da Associação Mineira das Empresas de Moda (Amem): Ana Elisa Dzenk (foto abaixo). Juntamente com a nova equipe, Ana Elisa apresentou novos projetos da associação, que tem como missão resgatar a competitividade, impulsionar a indústria e promover novos talentos da moda mineira. O evento contou também com palestra da publicitária Cris Guerra. ANA VICTÓRIA NASCIMENTO/DIVULGAÇÃO

Victoria’s Secret cria política sustentável para seus tecidos


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VITRINE

A Bela e a Fera Toda delica6 Clássico deza e romantismo

Conto de fadas 6 De princesa

Vestido inspirado no icônico modelo usado pela personagem principal da história, em versão mais usual Quanto R$ 1.530 Onde www.ceciliaprado.com

nos pés Quanto R$ 140 Onde lojamelissa.com.br

ClássicodaDisneyinspirapeçasque trazemamagiaparaodiaadia O remake de mais um dos clássicos da Disney, “A Bela e a Fera”, estrelado pro Emma Watson, chegou de forma arrebatadora aos cinemas do Brasil. O filme, que estreou no dia 16 de março, registrou mais de 1,9 milhão de espectadores e R$34.2 milhões em bilheteria nos quatro primeiros dias de exibição. A história e os personagens que o público já conhece alimentam a nostalgia de gerações e foram pretexto para que várias marcas criassem coleções que celebram uma das histórias mais amadas pelo público. A temática se estende a roupas, acessórios e até a objetos decorativos. Veja alguns dos lançamentos na vitrine a seguir. Lorena K. Martins

colecionador Se você não 6 Para tem um personagem preferido, po-

de usar todos eles em versão pingente Quanto A partir de R$ 130 Onde Life by Vivara (31) 3241-2026

éa 6 Alou, Bela? Os

Pegada sensual e moderna no su6 tiãFashion de veludo molhado com detalhe da clássi-

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6 Print divertido A

camiseta, peça mais democrática do armário, com estampa inspirada na nostalgia do filme Quanto R$ 39,90 Onde www.riachuelo. com.br

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crônica

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vida leve

Laura Medioli laura@otempo.com.br

Como é que é??? ACIR GALVÃO

u m a sextafeira, chegando do trabal h o , louca para tomar banho, escuto um barulho no telhado. Na verdade um barulhão, como se fossem passos: apressados, pesados e contínuos. Gambás em dia de empolgação? Não, por mais obesos que estivessem, não fariam esse barulho. Gatos? Ratos? Também não; são pequenos para tamanha zoeira. Um chipanzé? Será que algum fugiu do zoológico e veio parar aqui, correndo enlouquecido no telhado de minha casa? E fui pra fora tentar descobrir o que ocorria. A noite chegava, e o mistério do barulho só aumentando. De repente, me dei conta do sumiço da cachorra, minha pit-lata gigante que não desgruda um minuto sequer. – Não! Nenhuma chance da Vlora estar no telhado! – pensava, en-

N

quanto chamava-a pelo nome. Voltei-me para o alto e, de repente, a vi surgir ali, com seus passos longos e pesados. – Hã??? Devo ter ficado paralisada por alguns segundos. Realmente não dava para acreditar na cena. O telhado, além de alto, não tem nenhum tipo de acesso, nenhuma escada, nada! Mas ela estava lá, me olhando apavorada e ameaçando pular. – Calma, Vlora! Pelo amooor de Deus! Fique onde está! – gritava, tão apavorada feito ela, já pensando em ligar para o Corpo de Bombeiros. Até que, num lapso de raciocínio lógico, refiz em minha cabeça o que poderia ter acontecido. Não sei se foi bem assim, mas também não conseguia imaginar outra coisa. A cachorra, com mania de correr atrás de tudo o que vê pela frente, provavelmente encontrou um gato em seu caminho. Este, fugindo assustado, foi parar no imóvel ao lado, onde uma escadinha de ferro em forma de caracol, há tempos sem uso, os levaria ao sótão.

No meio da penumbra, de repente uma luz! No sótão, a saída para uma varandinha minúscula, pela qual, com um salto magnífico, seria possível alcançar o telhado de minha casa. E lá fui eu, com uma lanterna na mão, tentando refazer o caminho supostamente percorrido por ambos. A es-

cada enferrujada era outra encrenca. Com seus degraus pequenos, íngremes e perigosos, rangia a cada passo. Não pensava em mais nada, a pressa em tirar minha cachorra do telhado era maior que meu medo. Cheguei finalmente à tal varanda, e, do outro lado, ela, aflitíssima, me olhava. Sem

pensar duas vezes a chamei; “do mesmo jeito que pulou para ir, deve pular para voltar”, raciocinei. Ainda bem que ela também não parou para pensar, estava tão ansiosa para sair dali que “voou” de um lugar ao outro. Foram tantas lambidas e pulos que quase quem voou fui eu.

Na hora de descer a escada, outra luta. Puxei-a, chamei, implorei, pus a coleira, e nada! Petrificada, Vlora empacou no primeiro degrau. Só depois de um bom tempo, muita calma e psicologia canina consegui tirá-la de lá. Não sei que rumo tomou o gato, o gambá, o macaco, o ET, ou seja lá o que for que fez minha cachorra subir no telhado. Antes que a façanha se repetisse, tranquei a porta do sótão e do anexo, onde uma escadinha em forma de caracol poderia abrir as portas para inusitadas aventuras. Mais tarde, meu marido, ao chegar do trabalho, me perguntou como de costume: – E aí? Alguma novidade? E eu, como se fosse a coisa mais natural do mundo: – A Vlora subiu no telhado! Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO


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habitar

GIRO PELO MERCADO: STRIP MALLS CAUSAM REVOLUÇÃO NO TRADICIONAL COMÉRCIO DE BAIRRO DAS CIDADES PERIFÉRICAS GUSTAVO XAVIER/DIVULGAÇÃO

Referência Projeto do arquiteto e designer Cioli Stancioli para a mostra Modernos Eternos 2016

Todo o charme da decoração com quadros Paredes enfeitadas tornam ambientes mais personalizados e originais


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habitar

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ADEREÇOS> Paredes de vários ambientes ganham personalidade com fotos e telas escolhidas

Mais estilo na decoração Que tal dar um toque simples e especial à decoração de casas, escritórios e até consultórios? Os quadros são ótimos trunfos para isso. Um, dois, três... dez! A quantidade vai de acordo com o gosto do freguês. O desenho criado pelas molduras nas paredes, assim como as figuras e/ou fotografias escolhidas, representam a personalidade do usuário e criam um ambiente Renata Abritta

original e exclusivo. Ele cai bem em salas de estar, corredores, lavabos e quartos. Quanto mais vazia estiver a parede, mais bem-vindo será o quadro. “Eles só precisam ter uma relação com o ambiente. Nas salas de TV, o ideal é que fiquem do lado oposto ao do aparelho”, afirma a arquiteta Cláudia Aragão, do escritório Casatelier. Ela ressalta, ainda, que ambientes como cozinhas e banheiros não são locais muito recomendáveis para colocar os quadros, uma vez que os adornos terão contato frequente com

gordura e vapor. DICAS A designer de interiores Cátia Maiello, também da Casatelier, explica a melhor forma de utilizálos nos imóveis. “Eles devem ser proporcionais à parede na qual estão sendo colocados. Para paredes muito grandes, por exemplo, um quadro pequeno não ficará bom e vice-versa. Já uma sequência de telas do mesmo tamanho cria um efeito harmônico”, recomenda a profissional. Para o ambiente não fi-

car cansativo, a orientação de Cláudia é não misturar os estilos de decoração. Segundo ela, quadros combinando com o tapete ou sofá não são uma boa opção. Outra dica é na hora de escolher os modelos. “Quadros não precisam combinar entre si. Não tenha medo de misturar molduras, estilos e tamanhos”, destaca. POSSIBILIDADES Com criatividade, é possível criar belos cenários com fotos para seu lar, mas é preciso alguns cuidados para garantir um

efeito harmonioso. Segundo Cátia, é fundamental pensar em um tema para cada grupo de fotos, por exemplo, reunindo em um só lugar as fotos preto e branco e, em outro canto, as férias em família. Portaretratos do mesmo material, ou molduras diferentes e tons parecidos – em vários formatos e acabamentos – também são bemvindos. “De qualquer maneira, é um jeito gostoso de ter pessoas por perto e eternizar os momentos felizes”, finaliza a designer de interiores.

GUSTAVO XAVIER/DIVULGAÇÃO

ATENÇÃO 0 O centro do quadro deve ficar a 1,60 m do piso para melhor apreciação. 0 Sobre o sofá, a moldura deve ficar de 20 a 25 cm acima do encosto. 0 Acima da cama, o quadro deve ficar a 60 cm do piso, caso ela não tenha cabeceira. Se tiver, a 20 cm do fim da cabeceira. 0 Na parede de uma escadaria é recomendável acompanhar o alinhamento dos degraus. 0 No corredor, opte por quadros menores, pois serão vistos de perto. OSVALDO CASTRO/DIVULGAÇÃO

Sobre o sofá, a moldura deve ficar cerca de 20 cm acima do encosto para não atrapalhar o usuário

OSVALDO CASTRO/DIVULGAÇÃO

Quadros valorizam decoração de ambiente neste projeto de Flávio Bahia criado especialmente para a Mostra Modernos Eternos 2016

Os quadros devem harmonizar com ambiente; projeto do Casatelier

OSVALDO CASTRO/DIVULGAÇÃO

Arquiteta explica que os quadros que vão compor a parede não precisam combinar entre si


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GIRO PELO MERCADO W imoveis@otempo.com.br

Strip mall é opção em cidades do interior MY MALL/DIVULGAÇÃO

necessidade de expansão do varejo e dos serviços vem causando uma revolução no tradicional comércio de bairro das cidades periféricas, que têm visto crescer a implantação dos strip malls, conhecidos como “shoppings de bairro a céu aberto”. Isso é o que revela o primeiro estudo exclusivo da categoria realizado pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). De acordo com o levantamento, 66% dos empreendimentos pesquisados estão localizados em cidades do interior, sendo que 44% deles estão em municípios com população entre 100 mil e 500 mil habitantes. Esses empreendimentos fo-

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ram inspirados em um modelo norte-americano e podem ser considerados uma evolução do tradicional comércio de rua, sendo mais acessíveis, menores e mais práticos que grandes shopping centers, representando uma alternativa de compra menos burocrática e uma boa opção para investidores do mercado imobiliário. “Esse movimento é visível no Brasil e em Minas Gerais e se apresenta como uma alternativa facilitadora do dia a dia das cidades periféricas. Esses empreendimentos unem praticidade, conforto, segurança e comodidade, com preços competitivos de ocupação que consequentemente são repassados para os produtos e serviços comercializados no lo-

cal”, avalia André Sampaio, diretor da My Mall, que atua há mais de 20 anos na incorporação, construção, administração e operação de empreendimentos comerciais. Sampaio pontua que os strip malls facilitam a implantação de grandes lojas âncoras no interior. “Recentemente, inauguramos em Matozinhos, na Grande BH, a primeira unidade das Lojas Americanas da cidade. A nova loja faz parte do empreendimento My Mall Street Matozinhos. A chegada da marca na cidade ampliou a oferta de produtos para os clientes do nosso empreendimento, por ser uma referência em conveniência em todo o país. Além disso, traz mais investimento e emprego ao município”, destaca.

SALÃO DO MÓVEL

FILIAL EM BH

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Salão Internacional do Móvel de Milão, na Itália, será realizado de 3 a 9 de abril. Essa é a 56ª edição da principal feira do mobiliário mundial que exibe o que há de mais novo no mercado e as tendências do segmento. O Salone del Mobile apresenta designers e marcas italianas e de outros países. Serão seis dias de intensa programação com atrações espalhadas por vários locais de Milão. A maior parte ocorre no centro de exposições de Rho Fiera, Milano. A área expositiva é de 207 mil m², distribuída entre 2.047 expositores. Destes, 1.685 são italianos e 722 estrangeiros. A edição de 2016 atraiu 372.151 visitantes.

Pesquisa aponta que 66% dos strip malls se localizam no interior

Apsa acaba de abrir filial em Belo Horizonte, já administrando uma carteira de quatro condomínios, totalizando 1.059 unidades empresariais e residenciais. A capital mineira é estratégica para a empresa, que nos últimos anos vem empreendendo um arrojado plano de crescimento e já atuava em outros sete Estados. Para Belo Horizonte, a administradora traz o serviço de gestão condominial, oferecendo soluções sob medida para cada tipo de condomínio, sejam eles residenciais com ou sem serviços, condomínios-clube, flats, comerciais, centros empresariais ou shoppings. A empresa oferece orientação financeira, trabalhista, fiscal e jurídica. Com 85 anos de mercado, a Apsa também pode assumir a função de síndica, cuidando de todo o gerenciamento do condomínio, desde treinamento de colaboradores à contratação de serviços terceirizados.

VITOR MACIEL/DIVULGAÇÃO

Confira os índices da construção civil e do mercado imobiliário

INDEXADORES 3 INCC- DI (FGV)

0,41%

3 INPC (IBGE)

0,42%

3 IGP/M (FGV)

0,64%

3 IGP-DI (FGV)

0,43%

3 IPCA (IBGE)

0,38%

3 TR

variação diária

3 POUPANÇA

variação diária

* Dados referentes a janeiro de 2017

TRIBECA SQUARE

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Tribeca Square, uma parceria das empresas Patrimar e Engefor, acaba de ser entregue dentro do prazo planejado pelas empresas. Lançado em 2013, o empreendimento no Vila da Serra, em Nova Lima, conta com 170 unidades divididas em apartamentos tipo studio (52m²) ou de dois quartos (80m²). Todos possuem suíte, lavabo, cozinha integrada à sala e à varanda, área de serviço e vaga de garagem para um ou dois veículos. O Tribeca Square veio para atender a crescente demanda por apartamentos compactos, com padrão alto luxo e bem localizados. O empreendimento também oferece área de lazer completa e diferenciada, com academia com equipamentos life fitness, praça da fogueira, espaço gourmet, grill gourmet, sauna e SPA, piscina descoberta, piscina coberta com raia e prainha.

Empreendimento acaba de ser entregue em Nova Lima

Indicadores

CUB I Custos unitários básicos de construção 3 FEVEREIRO/2017

Variação Global: 4,10% (*) no mês

Projetos - Padrão residencial Valores em R$/m2 PADRÃO BAIXO

1.355,76 1.224,54 1.160,27 888,87

3R-1 3PP-4 3R-8 3PIS PADRÃO NORMAL

1.643,29 1.530,29 1.320,42 1.276,71

3R-1 3PP-4 3R-8 3R-16 PADRÃO ALTO

EXPO REVESTIR

PREÇO DO M²

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elo quarto ano seguido, a ABC da Construção levou cem profissionais, entre arquitetos, decoradores e designers de ambientes de Minas Gerais à principal feira do setor na América Latina, a Expo Revestir, por meio do seu programa de relacionamento com especificadores, o ABC Experience. O evento, que completa 15 anos em 2017, atraiu milhares de pessoas ao Transamérica Expo Center, em São Paulo, do dia 7 ao dia 10 de março, apresentando as principais tendências do mercado. Nesta edição, os destaques foram as cores, os efeitos industriais, as texturas tridimensionais e as nuances desgastadas. “Queremos promover experiências aos nossos parceiros e entendemos que um evento desse porte é uma excelente oportunidade de fomentar isso, além de gerar conhecimento, troca de experiências e networking”, explica Sérgio Coimbra, diretor de marketing da ABC da Construção.

preço nominal médio do m² para venda em Belo Horizonte atingiu o valor de R$ 4.607 em fevereiro de 2017. Segundo o levantamento DMI-VivaReal – Dados do Mercado Imobiliário, houve uma leve desvalorização de 0,01% em relação a janeiro de 2017 (R$ 4.608). Em comparação com o mesmo período de 2016 (R$ 4.418), os preços aumentaram 4,27%. O estudo é realizado mensalmente, contemplando uma amostra de pelo menos 30 cidades em diferentes regiões do país e considerando mais de 2 milhões de imóveis usados disponíveis para compra ou aluguel. Para mais informações, acesse www.vivareal.com.br. Veja abaixo os bairros em Belo Horizonte que apresentaram maior valorização no m² para venda em fevereiro. 1. Itatiaia (22,8%) 2. Graça (0 7,1%) 3. Esplanada (7,1%) 4. Engenho Nogueira (6,1%) 5. Braúnas (5,9%)

6. Aparecida (5,3%) 7. Etelvina Carneiro (4,5%) 8. Vila Paris (4,0%) 9. Pompeia (3,9%) 10. Concórdia (3,6%)

1.980,43 1.583,31 1.636,37

3R-1 3R-8 3R-16 Projetos - Padrões comerciais CAL* e CSL* Valores em R$/m2 PADRÃO NORMAL

3CAL- 8 3CSL - 8 3CSL - 16

1.495,23 1.289,07 1.711,89 PADRÃO ALTO

3CAL- 8 3CSL - 8 3CSL - 16

1.613,16 1.412,87 1.875,69 *(CAL - Comercial Andares Livres); (CSL - Comercial Salas e Lojas)

3 Variação Global

4,10% FONTE: SINDUSCON-MG


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shopping

ANUNCIE A SUA EMPRESA NESTA PÁGINA. FAÇA COMO O IEXPRESS BH. LIGUE PARA (31) 2138-3900 E SE INFORME.

IEXPRESS BH> Empresa oferece serviço delivery de conserto de telas de iPhone em Belo Horizonte

Solução prática para tela de celular FOTOS IEXPRESSBH/DIVULGAÇÃO

Que atire a primeira pedra quem nunca teve uma tela de celular quebrada ou não conhece alguém que já passou por esse transtorno. Esse pequeno incidente pode gerar grandes dores de cabeça principalmente quando não se sabe o melhor local e o melhor serviço para consertar o seu iPhone. O tempo que a assistência demora para devolver o aparelho também pode atrapalhar muito o dia a dia de quem utiliza o celular no trabalho. Bom mesmo seria se um técnico fosse até a sua casa para resolver toda a situação em poucos minutos. Sem loja. Sem trânsito. Sem ficar sem iPhone. O que parece um sonho distante já é realidade em Belo Horizonte, pois essa é a proposta do iExpress BH. O cliente pode agendar o seu conserto por diferentes ferramentas: site, telefone, WhatsApp ou Facebook Messenger. O técnico é enviado até o local indicado no horário marcado e faz o serviço delivery. Em um período de 20 a 30 minutos seu celular estará com uma nova tela, pronto para ser utilizado. “Nós somos uma empresa inovadora. Prestamos serviço no local escolhido pelo cliente, que pode ser a casa dele, o escritório, a academia, a faculdade, enfim, qualquer lugar que tenha uma mesinha para o técnico trabalhar. Lá mesmo ele fará a troca da tela”, explica a proprietária Patrícia Araújo. Na opinião dela, o modelo de assistência técnica que existe atualmente precisa ser mudado. “Ao redor do mundo, lojas estão desaparecendo cada vez mais e dando lugar a um modelo mais eficiente e convenienRenata Abritta

Agilidade Profissionais consertam telas de clientes em no máximo 30 minutos

te ao cliente. Atentos a isso, criamos um serviço diferenciado, que oferece o melhor custo-benefício e comodidade”, afirma. PRIVACIDADE E GARANTIA Por enquanto, o único serviço oferecido é a troca de tela de iPhone. Outros diferenciais são preservar a privacidade do cliente e garantia de seis meses. Caso haja algum defeito na tela nesse período, um técnico será enviado novamente para corrigir o problema, sem custos. “Hoje, em Belo Horizonte, quem quer consertar um

SERVIÇO Site: https://www.iexpressbh. com.br/ WhatsApp: (31) 97359-9097 Facebook: www.facebook. com/iexpressbh

celular vai a uma loja que, muitas vezes, cobra caro, fica com seu celular durante horas ou dias e, ainda, tem acesso às suas particularidades e senhas, uma vez que hoje temos tudo isso no telefone. Além disso, o serviço costuma não ter garantia de seis meses”, destaca Patrícia. A empresa começou no Rio de Janeiro há dois anos, onde se chama Rio iPhone Repair. O sucesso foi tão grande que logo expandiu seus serviços para Belo Horizonte e Brasília. Os comentários dos usuários nas redes sociais são positivos e confirmam a qualidade do serviço. “Oferecemos tudo ao cliente no formato superprático, em que você não precisa sair de casa, tem um preço justo, com os melhores materiais e o serviço rápido. Nós queremos ser bem avaliados, vemos essas avaliações como um valor. Queremos ser a melhor opção em Belo Horizonte”, finaliza a proprietária.

Equipe atende onde o cliente chamar, como casa, escritório, academia e faculdade

Tela quebrada é um problema muito comum hoje e normalmente há dúvidas sobre onde consertá-la


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WEUA. Novas regras dificultam a obtenção de visto para turistas. Página 10 CLEITON THIELE/SERRAPRESS/DIVULGAÇÃO

WTailândia. A cidade de Chiang Mai é reduto de templos no país. Páginas 4 e 5 pampulha

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BELO HORIZONTE Sábado 25/3/2017

Luzes de abril Gramado celebra a Páscoa, de 30 de março a 16 de abril, com uma extensa programação cultural e rituais cristãos. Págs. 6 a 9


W2 O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 25 de março de 2017

paulo campos paulocampos@otempo.com.br

personagem da semana O que a Abreu está exibindo aos agentes de viagens neste novo road show?

Estaremos lançando a temporada 2017-2018 na Europa, assim como roteiros para Canadá, EUA e destinos exóticos. Além disso, estamos fortalecendo junto aos clientes as vastas opções de produtos que temos na prateleira, que abrange todo o mundo. Em Minas, estaremos realizando road show em quatro cidades, e em mais 18 pelo Brasil.

Como será a campanha Viagens Preciosas Abreu deste ano para os agentes?

André Bernardes, Ronnie Correa e Montovani Bernardes no road show que a Abreu realiza em quatro cidades mineiras

André Bernardes,

gerente da Abreu em Minas, fala do road show que a operadora portuguesa está realizando em BH e quatro cidades do interior do Estado

Aumentamos mais um destino para podermos presentear nossos parceiros. Serão viagens para um destino na Europa, um nos EUA, um exótico e um na América do Sul. A campanha é válida para vendas efetuadas entre 6/3 e 30/11 deste ano e viagens com embarques até 31/12/2018. Todos os produtos vendidos contam pontos, mas também temos quinzenas promocionais, em que os pontos valem mais. Além disso, teremos, ao final da campanha, um concur-

so cultural que premiará com uma viagem à América do Sul o agente de viagens que criar a melhor frase usando as palvras Abreu e Viagens Preciosas.

tendo nossa qualidade e nosso comprometimento junto aos clientes. Colocamos mais produtos na prateleira e abrimos nosso leque de destinos.

A Abreu consolidou-se como grande vendedora dos EUA entre os brasileiros É, inclusive, uma das operadoras selecionadas pela Disney. Os EUA já passaram a Europa em termos de vendas?

No início de 2012, a Abreu abriu sua filial em Minas. Como foram esses seis anos e quatro meses no mercado mineiro?

Ainda não, mas aumentamos muito as vendas para o destino, assim como para América do Sul, Canadá e Brasil. A Europa ainda continua a ser nosso carro-chefe, somos referência no segmento, principalmente por estarmos há tantos anos prestando um trabalho com excelência e qualidade.

Como você avalia o crescimento das vendas da Abreu em 2016?

Foi um ano complicado não só em nosso segmento, mas em outros. Por isso focamos muito no atendimento aos clientes. Fizemos novos acordos e parcerias, man-

Desde a abertura, em 2012, tivemos excelente recepção por parte dos clientes. Passamos por dúvidas e medos no começo, algo normal em tudo que é novo. Mas como já trabalhávamos como representantes da Abreu, nada mais certo do que aceitar o convite de abrir uma filial em um mercado tão querido como o nosso. Trabalhamos muito e só temos a agradecer a todos os agentes que acreditaram em nós e que nos acompanham desde o início. Agradeço não só aos agentes, que são a alma de nosso negócio, mas a nossa equipe, que está junto desde o começo vestindo a camisa e dando o melhor para que a empresa possa atuar por mais 176 anos. FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

Equipe Abreu: protagonista do road show, a operadora lançou roteiros para Europa, Canadá, EUA e destinos exóticos

Alberto Guelman (Mazel Turismo), Carlos Dias (TAP), Antônio da Mata e Marcia Resende (B&L Union Travel)

Magno e Elaine Miranda (Arizona Turismo), José Carlos Viana (Acta Turismo) e Tâmara Perdigão (Belvitur)

Juliana Coimbra (Master Sion), Lívia Silva (Abreu) Cristina Camarano (Condotti Turismo) e Aline Castro (Abreu)

Os convidados Carlos Santiago, Maria Angel e Arlete Daldegan (Travessia Minas), Verusca e Gian Demingo (Alfa Turismo)

Cristiane Silva (Tia Eliane), Bárbara Coimbra (Belvitur) e Luciana Lessa (Tia Eliane) participaram do road show

Sulamita Martins e Inês Eugênio (Persona Viagens), Adriana Souza Lima (São Gabriel Turismo) José Vieira e Gustavo Passos (Paumar Turismo) também presentes ao encontro

Regina Savassi (Belvitur), Ana Paula Franco (Continentes Turismo), Márcio Ramos (Alpino Turismo), Viviane Brigolini (Continentes Turismo) e Fernanda Ricardo (Master Turismo)

Maura Jacques (Ouro Preto Turismo), Fabiano Dias (Copa Airlines), Luiz Carlos Moreira (Destaque Turismo), Itália Diniz (Master Turismo) e Marcos Pizzotto (Abreu) marcaram presença

Os convidados Fernanda Chaves (São José Viagens), Aleanderson Mendes e Aleandra Mendes (IBR Turismo) Rebecca Arroyo (Tucha Turismo) e Iranice Braga (Master Turismo)

Ana Paula Magalhães (Central do Estudante), João Batista (Primus Turismo), Daura Alvarenga (Decaux Turismo) e Edmir Moraes (Belvitur) prestigiaram o evento realizado pela Abreu

Ana Cristina Brant e Patricia Saraiva (Ibiza Turismo), Diogo Queiroga (Van Holland Turismo), Thalita Ribeiro e Poliana Barbosa (Primus Turismo): adesão de parceiros e agentes


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O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia - Belo Horizonte

25 de março de 2017


O Tempo - Pampullha - Super Notícia Belo Horizonte 25 de março de 2017

Pôsteres

Cem anos do tour na Suíça O Museu do Design de Zurique, na Suíça, abriga a mais notável coleção de pôsteres do mundo, com cerca de 400 mil unidades. Até 9 de julho deste ano, a mostra “Take a Holiday!” (ou “Tire umas férias!”) promete encantar turistas e moradores. Trata-se da seleção de pôsteres usados ao longo de um século para promover o turismo no país.

turismo

Tailândia

Um templo para apreciar em cada esquina Chiang Mai, localizada no norte desse incrível paísasiático, é uma cidadeque possui ritmo,cultura, temperaturae naturezapróprios

MUSEUDODESIGNDEZURIQUE/DIVULGAÇÃO

Flávia Monteiro Agência O Globo

Intercâmbio

Programas em 12x neste mês A Experimento Intercâmbio Cultural, do grupo CVC, oferece parcelamento estendido para os programas de intercâmbio em até 12 vezes sem juros, no boleto bancário, para as compras efetuadas até o dia 31 de março. Com essa ação, a CVC pretende democratizar o acesso aos programas de intercâmbio. Acesse: www.experimento.org.br. STOCKEXPERT

Chiang Mai é uma daquelas cidades pelas quais a gente cai de amores sem esforço. No norte da Tailândia, em nada lembra o frenesi da barulhenta Bangcoc ou o burburinho incessante das ilhas do país. Ali, o ritmo é outro, e até o clima parece conspirar a favor: tem temperatura mais amena que o resto do país – uns 18°C, nas noites de inverno. Assim, Chiang Mai é um oásis para ser explorado a pé. E sem pressa. Uma boa opção é alugar uma bicicleta, escolha saudável e barata, já que a diária sai por cerca de 50 bahts (pouco menos de R$ 5). Cansou? Nada que um pit-stop para uma massagem não resolva. Afinal, são mais de 300 templos a serem explorados: dos mais simples aos mais grandiosos. Quase um em cada esquina.

Mais altas montanhas De quebra, a região é cercada de verde – ali estão as montanhas mais altas do país, onde é possível praticar trekking, rafting e visitar cachoeiras. Há ainda os polêmicos zoológicos especializados em tigres – muitos acredi-

tam que eles sejam maltratados – e os passeios em elefantes, animais reverenciados no país. A dica é optar por santuários que investem na recuperação de elefantes resgatados e promovem interações saudáveis entre turistas e “bichanos”, com direito a divertidos banhos coletivos. Segunda maior cidade do país, com 1,6 milhão de habitantes, bem atrás dos 8 milhões de Bangcoc, Chiang Mai foi construída em 1296 como uma cidade murada. Por 472 anos, ela foi a capital do Lanna, um reino independente que abrangeu a maior parte do norte do país, além de partes de Mianmar, China e Laos. Só em 1932 tornou-se oficialmente província da Tailândia. Com uma área de 1,5 km² delimitada por resquícios da muralha, a Old City (ou Cidade Murada) concentra muitas opções de hotéis, restaurantes, lojas e templos. O mais famoso deles, o Wat Phrathat Doi Suthep, fica no topo de uma colina a 1.000 m de altitude. Reza a lenda que um elefante branco subiu a montanha e morreu lá no alto enquanto carregava um dos ossos do Buda. O rei, então, ordenou a construção do templo nesse exato lugar.

A aglomeração de turistas começa logo na base da enorme escadaria ladeada por imagens de Naga (a serpente mitológica que protegeu Buda durante uma tempestade) feita de mosaicos coloridos. Lá em cima, superados os mais de 300 degraus, contempla-se a grandiosidade das construções. A pagoda principal, cuja função é guardar os restos mortais de alguém importante – nesse caso, o osso do Buda – é de um dourado reluzente. A seu redor, Buda se faz presente em um sem-número de imagens espalhadas por altares. Chama atenção um conjuntode estátuas que representa os sete dias que levaram Buda à sabedoria plena.

FOTOS FLÁVIA MONTEIRO/AGÊNCIA O GLOBO

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Passeios Wat Phra Singh. Na Cidade Murada. Ingresso: R$ 1,76. Wat Phra Doi Suthep. No alto de uma colina de Chiang Mai. Táxi compartilhado sai de R$ 13,20 a R$ 17,60. Preço: R$ 2,64. Chiang Rai. Várias agências

oferecem tour à cidade, onde ficam os templos Branco e Azul. Valor médio de R$ 87,60. Elephant Nature Park. Tour de um dia a R$ 219,25, com transporte e alimentação. Atividades: alimentação e banho. elephantnaturepark.org

Wat Rong Khun (ou Templo Branco) é uma das atrações de Chiang Rai; ele exibe uma riqueza de harmônicos detalhes

Pub oferece cerveja mineira

Curta o mercado ao ar livre e converse com os monges

O Fürst Tap Room (rua Bernardo Guimarães, 2.612), pub inspirado na verão irlandesa, abriu as portas na terça (14). A casa oferece a cerveja artesanal Fürst, em chope e garrafas, harmonizada com petiscos como torresmo com geleia de tangerina picante e pirulito de bacon. São receitas mineiras que ganharam um toque dos chefs Zito Cavalcante e Rodrigo Baeta.

No coração da Cidade Murada, o Wat Phra Singh é outro dos templos mais visitados da região. Parte da fama se deve à imagem que o templo abriga: o Buda Leão (ou Phra Singh), o mais reverenciado de Chiang Mai. Erguido em 1345 pelo Rei Phayu para guardar as cinzas do pai, o templo foi o primeiro local a abrigar o Buda de Esmeralda, hoje no Grand Palace, em Bangcoc. Wat Phra Singh reúne ca-

Savassi

Na colina, o reluzente templo Wat Phra Singh é o mais famoso de Chiang Mai

racterísticas arquitetônicas clássicas do reino Lanna. Nele, também existe um monastério para crianças e adultos que desejam se tornar monges. Com sorte, é possível encontrar novatos dispostos a conversar com turistas nos jardins dos templos. Para quem quiser aprender um pouco mais sobre o budismo, alguns templos (como Suan Dok, Chedi Luang e Sri Suphan) promovem o monk chat, um ba-

te-papo com monges locais. Aos fins de semana, ruas são fechadas, e uma infinidade de barraquinhas toma conta da cidade histórica. São mercados que atraem multidões, das 16h à meia-noite. O de sábado se forma perto do portão sul da Old City, e o de domingo, gigantesco, ocupa toda a Ratchadamnoen Road. Ali é possível encontrar toda sorte de lembrancinhas, como estátuas de elefantes e lanternas coloridas.


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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte

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Conjunto de estátuas representa os sete dias que levaram Buda à sabedoria plena

Conheça a tribo Karen Padaung, das ‘mulheresgirafas’, cujos adornos no pescoço pesam até 10 kg Comuns na região, flores artesanais têm venda variada: de suvenir a oferenda

O Blue Temple (ou templo Azul) é uma das atrações da cidade Ching Rai

Como ir Aéreo: Air France tem voo RioChiang Mai a partir de R$ 5.795,38, com conexões em Amsterdã e Bangcoc (ida) e Paris e Bangcoc (volta). Pela Emirates, sai a R$ 5.853,44, com conexões em Dubai e Bangcoc. Preços para primeira semana de abril. Onde ficar: Tamarind Village. Diárias de casal a partir de R$ 460. tamarindvillage.com/en

Sohostel Chiang Mai. Diárias de casal a partir de R$ 140. sohostel.hotelschiangmai.net Uno Chiang Mai. Diária casal a partir de R$ 85. unochiangmai.com Onde comer: The Riverside. Serve de sanduíches a pratos típicos. theriversidechiangmai.com Ruen Tamarind. Restaurante do hotel Tamarind Village. tamarindvillage.com/en/dining.php

Um bate e volta a Chiang Rai Um programa obrigatório a partir de Chiang Mai é Chiang Rai. O percurso, de três horas, soma 200 km, facilmente esquecidos quando a arquitetura surrealista do Wat Rong Khun, ou o Templo Branco, desponta na paisagem. De ar majestoso, ele parece saído de um conto de fadas. Decorado com milhares de pedacinhos de espelhos, que refletem a luz natural, o templo é uma miscelânea de referências: o telhado remete aos santuários tradicionais da arquitetura Lanna, enquanto o jardim reúne criaturas mitológicas, e o gradil é adornado por caveiras. Mas não acaba aí. O interior (não pode ser fotografado) é decorado com ícones pop ocidentais – não se assuste ao se deparar com imagens de Batman, Michael Jackson e Darth Vader. Vá ainda ao Rong Sear Tean, também chamado de Blue Temple. Ainda pouco conhecido pelos turistas, ele destoa dos demais, principalmente pela cor azul royal de suas construções, que fazem um belo contraste com as imagens de Buda em madrepérola.


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Encenação

Crucificação de Jesus Cristo A encenação da crucificação de Jesus Cristo, que em Gramado atrai uma multidão, antes da Procissão do Enterro (ou Procissão do Senhor Morto, como também é denominada), é o clímax dos rituais cristãos na Sexta-Feira da Paixão, durante a Semana Santa.

turismo

Gramado

Páscoa lúdica sem perder o tom religioso A celebração da Semana Santa nacidade, que acontece de 30de marçoa 16 de abril,reúne extensa programaçãocultural e rituais cristãos Paulo Campos

paulohcampos1@gmail.com

Ritual

Domingo de Ramos Como parte das celebrações da Quaresma, o Domingo de Ramos é outro ritual cristão que ganha status cinematográfico nas ruas de Gramado. A data, que neste ano cai em 9 de abril, relembra a entrada de Jesus em Jerusalém, além de marcar o início da Semana Santa.

Gramado é sinônimo de Natal há 31 anos. De cinema, já são 45. Mas o que chama atenção na cidade da Serra Gaúcha o ano todo são os chocolates artesanais produzidos por marcas como Prawer, Lugano, Caracol, Florybal e Planalto, encontrados em todos os lugares. Com a lacuna deixada pela Chocofest, que durou 26 edições, nasceu, em 2009, o Páscoa em Gramado, para manter a tradição e garantir o fluxo turístico na região. Do dia 30 deste mês até 16 de abril, são esperadas cerca de 500 mil pessoas de várias localidades do Brasil. Quem visita Gramado

nesta época do ano não tem apenas chocolate, mas uma programação que mistura Parada de Páscoa na avenida Borges de Medeiros com o espetáculo religioso “Gramado Aleluia” e a Osterbaum, árvore de Páscoa de origem alemã usada como decoração. Entre uma atração e outra, o turista pode visitar atrativos clássicos, como Mini Mundo, Lago Negro, Mundo a Vapor, Hollywood Dream Cars, Dreamland Museu de Cera, Gramadozoo ou, simplesmente, apro-

A Páscoa de Gramado dobrou a programação 2017, com shows duas vezes ao dia em dois palcos diferentes: em frente à matriz e na rua Coberta

veitar o movimento frenético da rua Coberta. Para quem quiser mais novidades, tem neve em pleno outono no parque indoor Snowland, onde se pode aprender a esquiar e a praticar snowboarding, além de desafiar os amigos em uma batalha de bolas de neve. Ou fazer um tour e degustar ótimos vinhos na vinícola mais próxima da cidade, a Ravanello. Outras atrações espalhadas por Gramado são a Vila dos Coelhos, a caça aos ovos, a Páscoa Solidária, o Bazar da Páscoa e a Cantata de Páscoa, além das procissões e bênção de Ramos. A cidade conseguiu, enfim, trazer a magia de seu Natal para a Semana Santa com espetáculos concebidos com muita criatividade.

Procissão do Domingo de Ramos, que integra os ritos cristãos do “Gramado Aleluia”, encena a entrada de Jesus em Jerusalém

Quem leva Operadora: CVC Informações: www.cvc. com.br/lojas Saída: 9/4 Preço: R$ 1.998 (ou 12x de R$ 166,50) por pessoa Pacote: O programa de oito dias e sete diárias no Hotel Encantos do Sul, com café da manhã, inclui aéreo (ida e volta), traslados do aeroporto de Porto Alegre a Gramado (e retorno), além de city tour em Gramado e Canela e tour de compras. A Parada de Páscoa é o ponto alto dos festejos da Semana Santa, que, nesta edição, terá várias atividades artísticas


turismo

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FOTOS CLEITON THIELE/SERRAPRESS/DIVULGAÇÃO

Decoração da cidade é inspirada em tradição alemã

Celebração orçada em quase R$ 600 mil O investimento previsto para as festividades da Páscoa de Gramado é de cerca de R$ 600 mil, o dobro da edição 2016, informa o gerente de eventos da Gramadotur, Enzo Arns. Com isso, ele espera atrair para o município, no período, em torno de 500 mil visitantes. “Durante os eventos anteriores, registramos, historicamente, a maior ocupação média da cidade, o que é excelente para os comerciantes locais, a rede hoteleira e os restaurantes”, observa Enzo Arns. Pela primeira vez a cargo

da Gramadotur – de 2009 até o ano passado existiu a Chocofest, um evento privado de menor dimensão –, a Páscoa de Gramado será realizada em parceria com a Associação das Indústrias de Chocolate de Gramado (Achoco). Segundo Arns, a comunidade também está diretamente envolvida em todos os preparativos. “A programação artística, por exemplo, é 100% local, envolvendo ainda os alunos e os professores do Programa de Artes do município”, conclui.

Símbolos da Páscoa, os ovos de chocolate de Gramado têm decoração primorosa

Ouro Preto

ONG lança seu próprio perfume NELLO AUN/DIVULGAÇÃO

A Fundação Sorria, ONG que, há 28 anos, oferece atendimento odontológico gratuito a crianças carentes de Ouro Preto e região, lança a linha de perfumes Tesouros de Ouro Preto. São três essências exclusivas: Bruma, uma fragrância que lembra o frescor das manhãs, leve e suave para começar o dia; Insence, que remete à religiosidade e ao misticismo, provocando bemestar; e Noute, que traz os aromas das noites ouropretanas em homenagem à boemia local. A renda será revertida para os projetos sociais.


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EUA e Canadá

Acompanhante paga só 50% Para compras até esta segunda-feira (dia 27), a CVC está com promoção de 50% de desconto para o segundo passageiro na parte terrestre dos roteiros Califórnia e Las Vegas e Leste Canadense para viagens entre maio de 2017 e dezembro de 2018. Com duração de 11 dias, o roteiro pelos EUA, por exemplo, custa a partir de US$ 2.247 para o primeiro passageiro. Pacotes incluem hospedagem em ap. duplo com café, traslados e guia falante de português. Pagamento em até 12x sem juros. Inf.: www.cvc. com.br-lojas. ROBERT HOLMES/DIVULGAÇÃO

turismo FOTOS CLEITON THIELE/SERRAPRESS/DIVULGAÇÃO

Programação

Quem leva

Mais de 40

Operadora: Abreutur Informações: Consulte seu agente de viagens e peça pacote Abreutur Período: 13 a 16/4 Preço: R$ 1.731 (ou entrada R$ 390 + 9x R$ 149) por pessoa, com taxas Pacote: De três noites de hospedagem no Hotel Laghetto Vivace Premio, com café da manhã, aéreo, traslados do aeroporto de Porto Alegre a Gramado (e retorno), tíquete Bustour para um dia e tour a Nova Petrópolis e compras.

atrações na Páscoa Com mais atividades neste ano, celebração deGramado acontece em ruasenfeitadas comovos estilizados eárvores de inspiraçãoalemã Tânia Ramos

taniaramos@otempo.com.br

A Páscoa de Gramado – que está estreando esse novo nome nesta edição, com uma programação muito mais extensa – terá, ao longo de 18 dias, 40 atividades lúdicas que prometem encantar adultos e crianças. São atrações teatrais, musicais e circenses, entre outras, realizadas em dois palcos, sendo um na rua Coberta e outro, na praça da igreja Matriz São Pedro. A tradicional Parada de Páscoa, que acontece desde

a criação do evento, em 2009, também estará mais incrementada. Neste ano, o desfile terá um elenco maior e será realizado em mais dias da semana.

Decoração “Queremos encantar os turistas com uma decoração com um jeito de ‘feito à mão’, bem a cara de Gramado. Vamos contar a história dos ovos de Páscoa por meio da cenografia”, comenta o gerente de eventos da Gramadotur, Enzo Arns. Na decoração das ruas da cidade, ele destaca, ainda, a

Malabaristas tomam conta das ruas de Gramado durante a Parada de Páscoa

Osterbaum, uma árvore de Páscoa de origem alemã marcada por forte simbologia.

Religiosidade Em paralelo às atividades artístico-culturais, acontece o Gramado Aleluia, que reúne as atividades reli-

giosas de todas as igrejas cristãs da região, no período de 9 a 16 de abril. Basicamente, são os ritos do período da Quaresma até a Páscoa que acontecem pelo país afora, mas que, em Gramado, ganham um maior colorido cênico.

Operadora: Azul Viagens Informações: Consulte a central de atendimento (4003-1181), o website www.azulviagens.com.br ou seu agente de viagens Saída: 13/4 Preço: R$ 1.661,50 (ou 10x de R$ 166,15) por pessoa Pacote: O programa de cinco dias de hospedagem em ap. duplo no Hotel San Francisco, com café da manhã, inclui aéreo e traslados do aeroporto de Porto Alegre a Gramado (e retorno).

A locomotiva decorada é o carro-chefe da Parada de Páscoa, em que desfilam muitos personagens: de palhaços a fadas

Serviço da Páscoa de Gramado e Gramado Aleluia PROGRAMAÇÃO

Coberta ou na praça da Matriz

ONDE SE HOSPEDAR:

Abertura oficial: Dia 30/3, às 20h, na rua Coberta, com a Orquestra Sinfônica de Gramado

Malabares: Dias 4 e 6, às 16h; e circo: Dia 15 de abril, às 14h, na rua Coberta, entre outras atividades distintas

Hotel Casa da Montanha: Av. Borges de Medeiros, 3.166, centro. Inf.: (54) 3295-7575 Hotel Recanto da Serra: Travessa Mestre Hiram, 114, centro. Inf.: (54) 3286-2450

Parada de Páscoa: Nos dias 31 de março e 1°, 2, 7, 8, 9, 15 e 16 de abril, sempre às 16h Teatro: Com diferentes encenações, nos dias: 31/3 (de bonecos) e 1°, 2, 5, 6, 7, 8, 9, 10 (de bonecos), 11 (de bonecos), 13 e 16/4 (de bonecos)

Ritos religiosos: Destaque para Procissão de Ramos (9), Via Sacra (10 a 14), Culto da Paixão (em alemão, às 9h30, e português, às 19h30) e Celebração da Vigília Pascal (15); dia 16 começa com a Alvorada Pascal, às 6h

Música: Com corais (infantil e adulto) e recitais 31/3 e 1°, 2, 3, 4, 5, 8, 9, 10, 12, 13, 14, 15 e 16/4, na rua

Programação completa: www.facebook.com/PascoaEmGramado/

ONDE COMER: Belle du Valais: Gastronomia internacional em chalé suíço. Av. das Hortênsias, 1.432, centro. Inf.: (54) 3286-1744 Le Chalet de la Fondue: Refinado menu europeu e fondues. Av. das Hortênsias, 1.297, centro. Inf.: (54) 3286-2474


turismo

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EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

ATRATIVOS DE GRAMADO E CANELA Snowland

Museu de Cera Dreamland

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Mini Mundo

Contato: (54) 3282-5400 ou www.brockerturismo.com.br

Parque do Caracol

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Ótima opção para quem curte natureza e aventuras, tem mirante com uma visão privilegiada da cascata do Caracol e vista de 360° do parque, além de elevador panorâmico. Preço: R$ 9 (6 a 11 anos, estudantes e maiores de 60) e R$ 18 (de 12 a 60). www.parquedocaracol.com.br

Ideal para conhecer Gramado e Canela de cima, além da região dos Cânions e do Vale dos Vinhedos. Preço: A partir de R$ 419,99. www.voetri.com

Parque da Lavanda: Reúne 10 mil pés da planta, que fica florida entre outubro e dezembro. Gratuito. www.lavandas.com.br

PAULO CAMPOS

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TRI TAXI AÉREO DIVULGAÇÃO

Le Jardin

Foi o primeiro da América Latina, com 50 astros do cinema e personalidades da cultura pop. Preço: R$ 65. www.museudeceradreamland.com.br

DREAMLAND DIVULGAÇÃO

Voo de helicóptero

Foi o primeiro parque de neve indoor das Américas e oferece mais de 30 atividades para todas as idades. Preço: R$ 119 (adulto), R$ 99 (+ 60) e R$ 89 (4 a 11 anos). www.snowland.com.br

PAULO CAMPOS

BROCKER TURISMO

Ônibus double-deck passa por 36 atrativos.Preço: R$ 69 e R$ 59 (6 a 12 anos e melhor idade), válido por um dia. www.brockerturismo.com.br

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Brocker Turismo (oferece passeios e pacotes de atrativos)

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Criado há mais de 30 anos por Otto Hoppner como um presente para os netos, o espaço reúne castelos, casas, ferrovias e cartõespostais de diversos países. Preço: R$ 28 (adulto), R$ 18 (2 a 12 anos) e R$ 14 (acima de 60 anos). www.minimundo.com.br

SETUR RS DIVULGAÇÃO

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DIVULGAÇÃO

Bustour

O RECEPTIV


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Hotelaria

BH preparada para turistas Os hotéis Ramada e eSuites da capital mineira estão com promoções para os feriados de abril. O Ramada Encore Luxemburgo, por exemplo, tem pacotes com duas diárias a partir de R$299. No eSuites Sion, as diárias custam a partir de R$ 188, e, no Ramada Encore Minascasa, a partir de R$126 (Semana Santa). Todas as tarifas incluem café da manhã e internet. Inf.: (31) 4005-1006 ou www.verthoteis.com.br. VERT HOTÉIS/DIVULGAÇÃO

Março

Hotel faz três anos na capital O Quality Hotel Pampulha (av. Presidente Antônio Carlos, 7.456), administrado pela Atlantica Hotels, completou, neste mês, três anos de operações na capital mineira. O hotel, de categoria Superior, conta com 176 apartamentos, divididos em três categorias, ampla área de lazer com fitness center e sauna, além do restaurante Olegário (com capacidade para 148 pessoas), aberto ao público. Inf.: www. atlanticahotels.com.br.

turismo

EUA

Visto fica mais longe dos mineiros com novas mudanças MÁRCIA FOLETTO/AGÊNCIA O GLOBO

Solicitações da liberação de entradano país agilizadas aqui, no postodo consulado em BH, vão requerer entrevistano Rio ou em SP Tânia Ramos

taniaramos@otempo.com.br

As mudanças favoráveis para a obtenção de vistos pelos turistas brasileiros – e, principalmente, mineiros, que hoje têm um Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (Casv) –, implantadas pelo Consulado Geral dos Estados Unidos a partir de maio de 2012, caíram por terra na era Trump. Se os pedidos de visto de turistas brasileiros para os Estados Unidos já vinham sofrendo restrições – a taxa de recusa de 2015 triplicou: 16,7% das solicitações foram negadas, contra 5,3% em 2014 –, agora, com as mudanças nas leis de imigração propostas pelo presidente Donald Trump, a conquista da concessão de entrada no país ficou ainda mais difícil. Essas alterações terão efeito imediato sobre brasileiros que precisam renovar o visto de não imigrante ou tirar o docu-

mento pela primeira vez. Antes, era possível renovar o documento sem precisar de entrevista, desde que vencido há, no máximo, quatro anos. A medida Trump, contudo, revoga a isenção de entrevista para os vistos (de turismo, entre outras categorias) que passaram da validade há mais de 12 meses, ao contrário dos 48 meses anteriores.

Primeira vez Isso sem contar que, ao solicitar o visto pela primeira vez, todos os brasileiros têm de fazer a entrevista, com exceção dos menores de 14 anos e de quem já passou dos 79 – até então, estavam isentos dessa etapa os menores de 15 anos e aqueles com mais de 66 anos. Calcanhar de aquiles dos solicitantes, a entrevista no consulado, segundo especialistas, exige preparo e controle emocional. Contudo, a dificuldade do entrevistado pode começar desde o preenchimento da ficha. “É preciso ter co-

Filas voltaram a se formar no Rio e em SP, com o retorno da exigência de entrevista para casos antes desnecessários

nhecimento e certa maldade para não dar margem à negação do consulado”, explica a gerente da Visamundo, Luciana Comonian. Ela acredita que, com o aumento do número de entrevistados, “o processo fica mais burocrático, aumentam as exigências do consulado e, consequentemente, o índice de vistos negados”, afirma ela.

Sem entrevista Antes: . Renovação até 48 meses e primeiro visto até 15 anos e maior de 66 anos Agora: . Renovação até 12 meses e primeiro visto até 14 anos e maior de 79 anos

Negócios são muito bem-vindos nos EUA Agora, se tem uma categoria de visto muito bemvinda nos EUA é o de negócio. Quem tiver de US$ 500 mil a US$ 1milhão para investir em projetos préaprovados pelo governo norte-americano, ou para criar sua própria empresa, recebe autorização de residência para ele e sua família (filhos menores de 21 anos), com direito obter o greencard provisório em cerca de 18 meses. Outra forma de adquirir o visto é abrir lá uma filial da empresa brasileira, criando de três a quatro empregos no país. Sem limite de investimento, essa modalidade também garante a conquista do tão so-

nhado greencard. Os EUA ainda têm as portas abertas para pessoas talentosas, de distintas áreas profissionais ou esportivas. Denominado visto de excepcionalidade, ele é concedido a qualquer pessoa que “seja excepcional naquilo que ela faz; pode ser atleta, chef de cozinha, cientista, médico...”, explica o presidente da Elite International Realty, Léo Ickowicz. Carioca residente em Miami há 26, Léo criou a imobiliária Elite International Realty, que, hoje, ajuda os investidores brasileiros a se instalarem na cidade e atua como consultoria em investimentos no país.


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Tiradentes

Curta Paraty no feriado

sua melhor viagem

Belezas naturais únicas na Bolívia FOTOS TERRA NEGRA/DIVULGAÇÃO

A Saint Germain e a Atrium Turismo estão com pacote para Paraty (RJ), de 19 a 23/4, com preços a partir de R$ 1.295 (ou 5x R$ 259) por pessoa. Inclui três noites de hospedagem em ap. duplo standard na Pousada Villa Del Sol, com café da manhã, café da manhã extra, city tour, passeio de escuna, guia e seguro-viagem. Inf.: (31) 2129-8032. TANAKA/DIVULGAÇÃO

O professor Percy Fernandes ea equipeTerra Negraexploram as paisagensespetaculares do Salar de Uyuni,encravado no altiplano andino Durante o apogeu do verão de 2017, a equipe do coletivo de professores Terra Negra deu sequência a sua série de expedições e avançou rumo à região da cordilheira dos Andes. Um dos pontos de gravação da equipe foi o incrível Salar de Uyuni, no departamento de Potosí, no sudoeste da Bolívia.

O local fica no altiplano boliviano e forma uma das maiores planícies de sal do mundo.

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A equipe Terra Negra, na viagem ao Salar de Uyuni, foi formada pelos professores Percy Fernandes, Vitor Augusto, Juninho Lopes e o fotógrafo Cleiton Duarte, além do professor João Marcelo no apoio logístico em Belo Horizonte. Os vídeos da expedição podem ser encontrados no site www.educacaoforadacaixa. com, no instagram@terranegrabrasil e no facebook terra negra brasil

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Cruzeiros (I)

Empresa define próximas rotas Nesta semana, a Costa Cruzeiros anunciou os roteiros programados para a temporada 2017-2018 na América do Sul, assim como os internacionais, com vantagens exclusivas para os brasileiros. Ao longo do verão 2018, os meganavios Costa Favolosa e Costa Fascinosa estarão comemorando 70 anos de atuação ininterrupta da empresa na região. COSTA CRUZEIRO/DIVULGAÇÃO

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1. Durante o verão, o Salar de Uyuni recebe águas provenientes das chuvas e do degelo da cadeia andina , ficando assim com uma fina camada de água criando um dos mais belos cenários do planeta através de um impressionante espelhamento conhecido como "o espelho do céu”, o que torna quase que impossível a distinção entre céu e superfície.

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2. A equipe do Terra Negra partiu de San Pedro de Atacama, uma cidade chilena próximo à fronteira com a Bolívia. Optamos por deixar nosso veículo no Chile devido às dificuldades impostas pelas autoridades bolivianas. Contratamos uma agência de viagens que nos cobrou cerca de R$ 400 por pessoa pelo roteiro de 4 dias, com transporte, alojamento e alimentação. Tudo acertado, rumamos para o posto de controle fronteiriço, onde a burocracia dos países andinos se mostrou bem viva. Trâmite feito, adentramos o território boliviano.

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3. No primeiro dia, passamos pela reserva andina Eduardo Avaroa, onde visitamos e registramos em vídeos as belas lagunas altiplânicas, como a laguna Verde e a Laguna Colorada. Um dos pontos negativos foi constatar, por meio de observações e entrevistas com as populações locais, que as ditas lagunas estão sofrendo um processo de redução sistemática ano após ano. Tal redução está associada às mudanças climáticas globais e ao desmatamento para a produção da quinoa, alimento típico dos Andes e muito cultivado na região, o que colabora para deixar o solo exposto e para a ação dos agentes erosivos. Nesse mesmo dia, passamos pelo inacreditável deserto de salvador Dalí, com suas feições rochosas impressionantes. À noite, pernoitamos no povoado de Mallku Villamar.

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Cruzeiros (II)

Aéreo em rotas internacionais Nos roteiros internacionais, a Costa Cruzeiros oferece a possibilidade de combinar a reserva do cruzeiro marítimo com os trechos aéreos (ida e volta) em rotas por Mediterrâneo, Norte da Europa e Caribe. As informações estão disponíveis no portal CostaExtra (www.costaextra.com.br), exclusivo para agências de viagens.

4. No segundo dia da expedição, nos deslocamos rumo ao vilarejo de Chuvica, na borda oeste do Salar. Durante o trajeto, que durou um dia, passamos por incríveis campos de rochas vulcânicas, extensas áreas de cultivo de quinoa e criações de lhamas, com destaque para a vila de Alota. Outro ponto bastante curioso foi a entrada da pequena cidade de San Augustin, onde um espantalho pendurado no portal da vila deixava claro que ali a justiça era feita com as próprias mãos: trata-se de um alerta para todos os forasteiros desavisados.

5. Após pernoite em Chuvica, adentramos o espetacular Salar de Uyuni: fizemos uma travessia de cerca de sete horas rumo à cidade de mesmo nome. No Salar, pudemos produzir vídeos sensacionais, com inimagináveis vistas aéreas. Além de elaborarmos um material contando a história da formação do local, abordamos também a temática mineral, visto que a região é considerada uma das maiores reservas de lítio do mundo, e ainda há quantidades importantes

de boro, magnésio e potássio, um verdadeiro tesouro mineral! No fim da travessia, almoçamos no meio do salar, em meio a inúmeros grupos turísticos, dentro de uma estrutura construída inteiramente de sal. Na sequência, passamos pela cidade de Uyuni, que, conturbada e barulhenta, se preparava para receber a passagem do rally Dakar, que tem como uma de suas rotas a Bolívia. Pernoitamos na vila Alota e, no dia seguinte, retornamos para o Chile.


WLançamento. Nova geração da Nissan Frontier chega ao Brasil. Págs. 16 e 17 MALAGRINE/TOYOTA/DIVULGAÇÃO

WMoto. Triumph oferece a clássica Street Cup por R$ 41.990. Págs. 22 e 23

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BELO HORIZONTE Sábado 25/3/2017

Toyota Corolla chega aos 50 anos, e modelo 2018 ganha plástica, além de novos equipamentos. Páginas 18 e 19

pampulha

W Cinquentão

revigorado


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interCâmbio

Raimundo Couto

raimundocouto@otempo.com.br

O brilho da estrela JAKOB EBREY/NEWSPRESS/DIVULGAÇÃO

Meu primeiro contato com o mundo das competições aconteceu há muitos anos, mais precisamente em 1972, quando acompanhei meu pai a São Paulo para assistir a primeira prova da Fórmula 1 promovida no Brasil. Confesso que aos dez anos de idade a viagem de avião me entusiasmava mais do que a programação que nos aguardava na capital paulista. Na verdade, papai, jornalista especializado na cobertura da indústria automobilística, que àquela época começava a dar passos largos para o que se transformou nos dias hoje, foi convidado para assistir a este inédito e importante evento como profissional de imprensa. Lembro-me pouco da programação. Em sua maior parte, era inadequada a uma criança de minha idade, com exceção do grande dia, um domingo de março em que, pela primeira vez, um carro de Fórmula 1 rasgaria as retas do circuito de Interlagos. A arquibancada reservada aos convidados ainda era de madeira, e o autódromo estava lotado, um prenúncio que viria a se confirmar:

a paixão do brasileiro por automobilismo. Mais especificamente pela categoria máxima, a F-1. Tudo parecia monótono, muito sol, barulho, poeira e muita gente, até que Emerson Fittipaldi, com sua Lotus preta e dourada, assume a ponta e se mantém na liderança durante quase toda prova. Faltando poucas voltas para a bandeirada final, chegando à reta principal, a barra de direção da Lotus se quebra. Emerson entra no boxe, e o segundo colocado, o argentino Carlos Reutemann, com uma Brabham, assume a ponta e vence a corrida. Mesmo sem ganhar foi grande a emoção de torcer pela primeira vez. Nascia ali uma admiração especial pelo piloto que abriu as portas para que tantos brasileiros tivessem oportunidade de mostrar seu valor nas pistas mundo afora. Acabei seguindo a profissão de meu pai, e, como jornalista, outros encontros com Emerson aconteceram. Em uma destas oportunidades, mais precisamente em um evento nos Estados Unidos, durante o Grande Prêmio de Detroit de Fórmula Indy, Fittipaldi, que na

Fittipaldi e o bólido EF7, em Genebra época era contratado pela GM do Brasil como uma espécie de relações públicas, foi o cicerone do grupo de brasileiros. Naquele fim de semana foi possível ver a popularidade que Emmo, como é conhecido no país do Tio Sam, goza junto a seus muitos admiradores. Sempre humilde, solícito e sorridente, Emerson cativa a todos que dele se aproximam. Seja para um abraço, um autógrafo ou um simples cumprimento. E assim foi ao longo de sua vida, dentro e fora do mundo das competições. Talvez por isso

sua estrela brilhe sempre. Mesmo com os reveses da vida, ele não se abate. Não há como deixar de relembrar o episódio acontecido há menos de um ano em que confiscaram uma série de bens do piloto. Entre eles, o carro número 20 da Penske, com o qual Emerson foi campeão das 500 milhas da Indy em 1989, e até o Copersucar, único carro brasileiro da história da F-1. Em nenhum momento Fittipaldi omitiu ou deixou de se mostrar disposto a esclarecer o imbróglio financei-

ro. Mas campeão não se abate. No começo do mês, na Suíça, durante o Salão de Genebra, lá estava ele, lépido e fagueiro, apresentando ao mundo seu EF7 Vison Gran Turismo, um superesportivo concebido em parceira dos estúdios Pininfarina, responsável pelo design, e pela HWA, preparadora da Mercedes-Benz na categoria DTM. O motor é um V8, de 608 cv, naturalmente aspirado capaz de gerar 42 kgfm de torque, transmissão sequencial de seis marchas, montada exclusivamente pa-

ra o carro, suspensões independentes, que o deixam a menos de 6 cm do chão, e discos de freio de aço ventilados. O EF7 pesa apenas 1.000 kg. Serão produzidas apenas 39 unidades do exclusivo bólido, número correspondente à soma das vitórias que obteve na F-1 e na F-Indy. O número sete que acompanha as iniciais de seu nome é uma homenagem aos sete filhos do piloto, uma lenda viva de nosso esporte a motor.

Sempre humilde, solícito e sorridente, Emerson cativa a todos que dele se aproximam. Seja para um abraço, um autógrafo ou um cumprimento

Seminovos

Feirão do Mega Space faz sucesso na região metropolitana de BH Evento realizado nas manhãs de domingomovimentaomercado de veículosseminovos e usados;local amplo eboa estrutura sãoatrativos Da redação Em sua segunda edição, o Feirão Mega Space, realizado todos os domingos, das 6h às 12h, em um dos maiores centros de entretenimento do Brasil, já é um sucesso de público e vendas. A proposta dos organizadores se diferencia de alguns feirões tradicionais por oferecer uma completa infraestrutura, tanto para quem está anunciado seu automóvel, como para os interessados em realizarem

um bom negócio. Sem falar que, para os expositores de automóveis, caminhões e motos, são praticados os preços mais atrativos do mercado. Entre alguns diferenciais, o cliente pode contar com um anúncio e a respectiva foto de seu veículo no site do Mega Space, um espaço muito acessado pelo fato deste empreendimento concentra uma série de atividades. Durante a realização do Feirão, um locutor oficial também promove o

FOTOS CELSO CAMARGO/STUDIO MEGA SPACE

produto anunciado e exposto no local, além de animar o evento e incentivar o público presente.

Organização Um dos lugares de maior movimento durante os feirões é a Praça de Alimentação. Em uma estratégia para maior visualização dos carros, os organizadores separaram algumas vagas para que o expositor possa demonstrar seu veículo próximo à Praça. No Feirão do Mega Space, os veículos são separados por categorias. Assim o interessado por focar exatamente naquele tipo de automóvel que deseja e vai direto ao ponto, escolhendo entre as dezenas de opções dis-

Mega Space é considerado o maior centro de entretenimento diversificado do país

poníveis. A infraestrutura do evento conta ainda com despachantes no local, operadoras de financeiras e acesso a todos os cartões de crédito. Tudo isso completa os muitos diferenciais do Feirão Mega Space.

Para terminar, outra boa noticia é que para os frequentadores podem ter a oportunidade de assistirem eventos realizados naquele grande e movimentado espaço durante outros dias da semana.

Expositores se reúnem todos os domingos no espaço

Serviço Feirão Mega Space Domingo: das 6h às 12h Preços: Caminhão (R$ 30); carro (R$ 15) e motos (R$ 10). Avenida das Indústrias, 3.000 Distrito Industrial II, Santa Luzia


super motor

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FOTOS JAGUAR LAND ROVER/DIVULGAÇÃO

Luxo

Inglês

Marca espera vender mil unidades do modelo no Brasil nos próximos 12 meses

a caminho Land Rover anuncia pré-vendado novo Discoveryno Brasil; quinta geraçãodo modelo virá em quatro versões,a partir de R$ 363mil Da redação A Land Rover começou a pré-venda do novo Discovery. O modelo entrou em sua quinta geração e virá ao Brasil em quatro versões, com motor turbodiesel de 258 cv e preço inicial de R$ 363 mil. A chegada às concessionárias ocorre somente no fim de junho. A rede de concessionárias da marca também aceita pedidos para versões 3.0 V6 a gasolina de 340 cv, mas estas não têm

preços definidos e virão em pequena quantidade, já que o modelo a diesel responde por mais de 90% da demanda desse modelo no país. O V6 3.0 a gasolina conta com compressor volumétrico e gera 340 cv e 45,8 kgfm a 3.500 rpm. Já o V6 3.0 turbodiesel tem 258 cv, 82 cv a menos, mas a marcha reduzida e o torque de 61,2 kgfm a 1.750 rpm vão cair como uma luva para quem enfrentar o fora de estrada com o Discovery 5. De série, todas as versões têm suspensão a

ar, ar-condicionado com duas zonas, central multimídia e bancos dianteiros elétricos. Contudo, Discovery 5 reserva alguns detalhes apenas para a versão First Edition, limitada a 55 unidades. Entre os itens exclusivos, estão a Activity Key, uma chave em forma de pulseira à prova d’água, sete lugares (com rebatimento elétrico), rodas aro 21 e o All Terrain Progress Control, sistema capaz de fazer o carro avançar lentamente sobre qualquer terreno sem precisar que o mo-

torista module acelerador ou freio. A versão mais completa, First Edition, vem em um lote de 50 unidades com preço sugerido de R$ 469 mil e traz coluna de direção com ajuste elétrico, ar-condicionado com três zonas de temperatura, rebatimento elétrico para a segunda e terceira fileiras de bancos, sistema Terrain Response 2, que facilita o controle do carro em uso fora de estrada severo, e abertura do porta-malas com acionamento elétrico.

Importadas do Reino Unido, a entrega das primeiras unidades no Brasil tem início previsto para o fim de junho


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super motor

Em São Paulo

Aston Martin fecha única loja Depois de sete anos em operação no Brasil, a única concessionária da marca britânica no país, na cidade de São Paulo, fechou as portas. A informação foi confirmada pela assessoria da montadora, que é famosa por produzir carros de alto luxo e icônicos por serem os modelos preferidos do espião 007, dos cinemas. No ano passado, apenas duas unidades da Aston Martin foram emplacadas no Brasil. Talvez, os números desapontadores nas vendas falem por si só. ASTON MARTIN/DIVULGAÇÃO

Lançamento

Leveza e força em perfeita harmonia Nissan Frontier 2017 chega importada do México emversão única ecom preçoa partir deR$ 166,7 mil. Modelorecebeu muitas novidades Raimundo Couto De Tuiuti (SP)

Levado em conta o fato de produzir picapes há 80 anos, a japonesa Nissan poderia estar no mesmo patamar que as tradicionais Chevrolet e Ford, que lideram há anos este segmento no mercado brasileiro. Mas não é isto que acontece. Os resultados de suas vendas não traduzem esta realidade. Para tentar mudar este cenário, a Nissan investiu em seu mo-

delo Frontier para 2017 e espera, com isso, alinhar o modelo entre os líderes de mercado. Em um passado recente, a campanha publicitária enalteceu a força do motor e os “pôneis malditos” da concorrência. Uma alusão à superioridade da potência da picape, frente às rivais. Destacou o modelo, mas não o suficiente para colocá-lo em melhor posição no ranking. Desta vez não pode haver er-

ro. A Frontier recebeu muitas modificações quando comparada ao modelo anterior. E manteve uma de suas principais características: o bom custo-benefício. Importada do México, a picape será comercializada em versão única (LE) por R$ 166,7 mil. Em um rápido comparativo de preços com suas concorrentes, é nítida a vantagem. A mais cara das picapes é a Toyota Hilux SRX (R$ 189.970), seguida da Chevrolet S10 High Country (R$ 175.990), da Ranger Limited (R$ 175.190), da Amarok Highline Extreme (R$ 177.990) e da L200 Triton Sport HPE (R$ 174.990).

Conforto extra O mundo perfeito que todo fabricante de picape busca é a conciliação do confor-

to ao rodar com a disposição de se mostrar apta para o trabalho pesado. Mas, como amplamente divulgado, as picapes médias tem grande uso urbano e rodam muitas vezes com a caçamba vazia. Foi neste ponto que a Nissan investiu em um novo sistema de suspensão. A nova picape é a única no segmento com suspensão traseira multilink, diferentemente das demais que utilizam suspensão por feixe de molas, o que privilegia o trabalho pesado e acaba prejudicando o conforto. E esta é a maior vantagem da Frontier diante das concorrentes. Sem abrir mão do uso para o trabalho, a Nissan instalou um eixo rígido para complementar o conjunto e que proporciona a robustez necessária.

Além da suspensão traseira multilink, modelo ficou mais leve, favorecendo o desempenho

Nova geração passa por “dieta” e perde 176 kg A picape Frontier está em sua 12ª geração. Além das novidades na suspensão, recebeu um novo chassi. Segundo a Nissan, ele ficou quatro vezes mais resistente e 44 kg mais leve do que a versão anterior do modelo, graças à utilização de novos materiais. O resultado da “dieta” deixou a Frontier com 176 kg a menos em relação ao modelo 2016. A assinatura que caracteriza a marca aparece em itens como a grade “V Motion” e nos faróis em formato de bumerangue. São bons os ângulos de saída e entrada, 27,2º e 31,6º, respectivamente. O modelo está equipado com um motor

a diesel 2.3 L, biturbo, que desenvolve 190 cv de potência máxima e entrega 45,9 kgfm de torque máximo. Nele, a injeção direta tem 2.000 bar de pressão. O bloco é 10 kg mais leve que o da Frontier 2016. Trabalha em conjunto com a unidade de força um câmbio automático de sete velocidades, com opção de trocas manuais. Por enquanto, nas versões mais básicas, o consumidor terá que se contentar com o modelo 2016. Somente em 2018, quando a picape passar a chegar da Argentina é que estarão disponíveis as versões a diesel menos equipadas. (RC)

Características Dimensões. A nova Frontier tem 5,25 m de comprimento, 1,75 m de altura e 1,85 m de largura. Tecnologia. O painel de instrumentos com a tecnologia TFT (Thin Film Transitor) oferece fácil visualização e traz diversas funções, assim com as existentes no SUV compacto Nissan Kicks. Tração 4x4. A tração integral nas quatro rodas da picape pode ser acionada com o modelo em movimento, até 100 km/h. A opção Low (4x4 reduzida) está apta a enfrentar os terrenos mais acidentados.


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17 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 25 de março de 2017

FOTOS NISSAN/DIVULGAÇÃO

Lista de equipamentos de série é substancial Uma ampla lista de equipamentos de série ajuda no convencimento do consumidor em optar pela Frontier. A nova geração da picape sai de fábrica com: bancos revestidos em couro com cinco posições de regulagem para o motorista, quadro de instrumentos com tela colorida de cinco polegadas e arcondicionado digital de duas zonas. Entre os itens de entretenimento, central multimídia com tela de 6,2 polegadas,

controles de tração e estabilidade e controle inteligente de descida. Traz ainda partida do motor por botão, controle automático de descida, bloqueio mecânico de tração, câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro, além de retrovisores com ajustes elétricos e escamoteáveis, sistema de auxílio para partida em rampas (HSA) e de frenagem antiescorregamento da carroceria, entre outros. (RC)

Nova Nissan Frontier 2017 traz motor a diesel 2.3 L, biturbo, de 190 cv Interior traz bancos revestidos em couro e outros mimos


W18 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 25 de março de 2017

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Lançamento

Corolla evolui em visual e equipamentos Atual geração do sedãchega à linha2018 comdianteira e traseira reestilizadas;entre os itens de série, há,enfim, controlede estabilidade Alexandre Carneiro De São Paulo

O Corolla é protagonista no mercado: no ano passado, ele não apenas foi o sedã médio mais vendido, como também o quinto automóvel mais emplacado do país, à frente de modelos populares, como o Etios, da própria Toyota. No entanto, a concorrência se armou com projetos mais novos, entre as quais as novas gerações de Honda Civic e Che-

vrolet Cruze. Para manter o posto, o best-seller do segmento teve que evoluir. A linha 2018 do Corolla não trouxe uma nova geração, e sim uma atualização do projeto já existente. O fabricante aplicou uma reestilização na carroceria, que alterou para-choques, grade frontal e faróis. Na traseira, as lanternas ganharam um friso cromado e incorporaram luzes de LEDs. Além de repaginar o visual, a Toyota reforçou o con-

teúdo de série do Corolla, em especial nos itens voltados à segurança: enfim, o sedã incorporou controle eletrônico de estabilidade, item que já estava presente em todos os concorrentes. Talvez para compensar a demora, esse dispositivo passou a equipar toda a linha, assim como sete airbags (frontais, laterais, do tipo cortina e para os joelhos do motorista).

Versões A versão básica GLi Upper traz direção elétrica, revestimento interno em couro, ar-condicionado manual, computador de bordo, sistema de som com conectividade USB, para iPod e bluetooth, vidros e retrovisores elétricos e volante multifuncional.

A intermediária XEi adiciona ar-condicionado digital, retrovisor interno eletrocrômico, cruise-control, faróis de neblina, faróis com acendimento automático e luzes diurnas de LEDs, instrumentos com tela TFT colorida de 4,2 polegadas, sistema multimídia com tela de 7 polegadas sensível ao toque, com DVD player, GPS, TV digital, câmera de ré e Bluetooth, antena de teto do tipo shark e chave presencial com botão de partida. Já o top de linha Altis acrescenta limpador automático do para-brisa, banco do motorista com regulagem elétrica, retrovisores externos eletrorretráteis e ar-condicionado dual-zone.

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O jornalista viajou a convite da Toyota

Preços Corolla GLi 1.8: R$ 69.690 (tanto com câmbio manual quanto automático CVT, com vendas restritas a frotistas e a pessoas com necessidades especiais) Corolla GLi Upper 1.8 CVT: R$ 90.990 Corolla XEi 2.0 CVT: R$ 99.990 Corolla XRS 2.0 CVT: R$ 108.990 Corolla Altis 2.0 CVT: R$ 114.990

Na linha 2018, sedã adotou rodas de liga leve maiores, de 17 polegadas, a partir da versão XEi

Faróis afilados e para-choques com vincos que simulam tomadas de ar mudaram a dianteira

Na mecânica, direção e suspensão recalibradas Mecanicamente, a única novidade da linha Corolla foi um reajuste na suspensão, que ficou 5 mm mais alta, porém manteve a arquitetura do tipo McPherson na dianteira e por eixo de torção na traseira. A direção elétrica teve o módulo de controle recalibrado, para aumentar a rapidez das respostas e do retorno em manobras. Sob o capô, nada mudou. As versões XEi, XRS e Altis trazem o mesmo 2.0 16V que já as equipava anteriormente. Sem alterações na li-

nha 2018, ele continua desenvolvendo 154 cv de potência com etanol e 143 cv com gasolina, além de 20,7 kgfm de torque com o derivado da cana e de 19,4 kgfm com o refinado do petróleo. Por sua vez, a GLi Upper mantém o 1.8 16V de 144 e 139 cv, além de 18,6 kgfm e de 17,7 kgfm, com os dois combustíveis, respectivamente. O câmbio é automático do tipo CVT com simulação de sete marchas, mas, a partir do XEi, ele pode ser comandado por paddle-shifts. (AC)


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19 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 25 de março de 2017

FOTOS MALAGRINE/TOYOTA/DIVULGAÇÃO

Recall BMW

Falha em airbags de origem Takata

Painel mantém relógio digital, reposicionado mais para baixo

Versão XRS, com visual esportivo, volta à gama Outra novidade da linha 2018 do Corolla é a volta da versão XRS, que não era comercializada desde 2012. Trata-se de uma variante com visual esportivo, mas sem alterações mecânicas; o próprio fabricante admite que o apelo está no design, que foi incrementado com um jogo de spoilers na dianteira, nas laterais e na traseira. No interior, a diferenciação fica por conta da cor dos materiais de revestimento, integralmente pretos. A lista de equipamentos é idêntica à da configuração XEi, com exce-

ção dos apetrechos estéticos. Foi com o Corolla XRS que a reportagem teve um breve contato durante o lançamento da linha 2018. Sem mudanças mecânicas, ele segue priorizando a suavidade, e não a esportividade, com rodar suave. O acabamento interno também mantém o padrão já adotado anteriormente, com materiais de qualidade e boa montagem. Em pista fechada, foi possível testar o controle de estabilidade, que colocou o sedã de volta na trajetória em curvas feitas no limite. (AC)

A BMW convocou um recall para os modelos 320i, 323i, 325i, 325i Coupé, 330i, 330i Cabrio, 525i, 530i, 540i, 540i M Sport, M3, M5, X5 3.0i e X5 4.4i, fabricados entre 2000 e 2003. O airbag do passageiro – fornecido pela empresa Takata, que causou ações corretivas de várias montadoras – tem que ser substituído.

Recall Volvo

Ação corrige dois problemas Um recall anunciado pela Volvo tem a finalidade de corrigir duas falhas do modelo XC90: substituir os parafusos utilizados para fixar o airbag do tipo cortina do veículo e trocar a tampa do espelho do quebrasol do lado do passageiro. As unidades envolvidas foram fabricadas em 2016 e em 2017.


W20 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 25 de março de 2017

Sustentável

Iveco premiada na Europa A Iveco venceu o prêmio de Caminhão Sustentável do Ano, na premiação promovida pela revista italiana “Vado e Torno”. A marca foi a vencedora com o Eurocargo CNG e o Daily elétrico, na categoria furgão. O Eurocargo CNG é equipado com o motor a gás natural, Euro VI, de 210 cv. Já o Daily elétrico utiliza sistemas elétricos auxiliares de alta eficiência, bateria 100% reciclável e com vida útil maior em 20%, e um aumento da carga útil em 100 kg. A bateria pode ser recarregada em um tempo médio de duas horas apenas. IVECO/DIVULGAÇÃO

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Pesados

Pé no acelerador, apesar do momento incerto Depois de um 2015 difícil, Grupo VolvoAméricaLatina traçasuas estratégiaspara voltar a crescer mesmocom a criseque atinge osetor Luiz Humberto Pereira Auto Press

Em 2016, o mercado brasileiro de veículos pesados voltou aos patamares de 2002 – 50.292 caminhões e 13.646 ônibus emplacados. Em relação a 2015, o ano passado fechou com retração de 29,92% nas vendas de caminhões e de 32,92% nas vendas de ônibus. Neste ano, as marcas que atuam no setor traçam suas estratégias para voltar a crescer. É o caso do Grupo Volvo.

Apesar de a retração das vendas nacionais ter sido particularmente acentuada no segmento onde sempre foi mais forte – o de caminhões pesados –, a fabricante sueca encontra razões para comemorar. E já planeja estratégias para ampliar sua participação. “Perseguiremos oportunidades de crescer, e essas oportunidades existem”, avisa Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo América Latina – que tem sede em Curitiba e administra as marcas con-

troladas pela empresa escandinava em 20 países latinoamericanos. Entre os setores da empresa que tiveram expansão no Brasil está a comercialização de peças e serviços. Em alguns casos, apresentaram até recordes. O Dynafleet, sistema de conectividade e gestão de frotas da Volvo, teve um crescimento de 60% em 2016, em relação a 2015. Já os planos de manutenção de frotas também apresentaram números positivos, assim como a área de vendas de veículos por meio de consórcios – que, em 2016, atingiu a marca de R$ 1,15 bilhão, um crescimento de 5% em relação ao ano anterior. E a Volvo Financial Services financiou 60% dos caminhões da marca vendidos no

Brasil no ano passado – o percentual, historicamente, ficava em torno dos 40%. O declínio das vendas de caminhões e ônibus no Brasil gerou uma alteração no mix de exportações da fábrica da Volvo no Paraná. Em 2015, 29% da produção era exportada. No ano passado, o percentual de exportação atingiu 42% da produção. O bom momento de alguns mercados da região, como Chile e Peru, também ajudou a embalar as vendas ao exterior. Apesar da crise brasileira, o conglomerado sueco anunciou que investirá R$ 1 bilhão na América Latina até 2019 – e 90% desse total será investido no Brasil, na fábrica de Curitiba, em novos produtos e na expansão da rede de concessionárias.


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21 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 25 de março de 2017

FOTOS VOLVO/DIVULGAÇÃO

No transporte de cargas, o carrochefe da empresa é o FH, que lidera as vendas do segmento de caminhões pesados no país

Mercado de ônibus é aposta de curto prazo No setor de ônibus, o mercado brasileiro já foi o maior do mundo para a Volvo – hoje ocupa uma modesta sexta posição no ranking da empresa. Em 2016, mais de metade da produção da fábrica brasileira foi exportada, e o market share local da marca nos segmentos urbano e rodoviário subiu sutilmente, de 9,3% para 9,5%. Mas a expectativa da Volvo é que o mercado brasileiro em 2017 possa crescer entre 10% e

15%, embalado pelo início de mandato nas prefeituras municipais – período em que, normalmente, os novos prefeitos aproveitam para “mostrar serviço”. Além dos ônibus urbanos, a marca aposta no crescimento dos modelos articulados, utilizados nos sistemas BRT – Bus Rapid Transit, em que os ônibus circulam em vias segregadas e com cobrança da tarifa em estações. (LHP/AP)

Marca vê potencial nos segmentos rodoviário e urbano


W22 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 25 de março de 2017

Novos modelos

Kawazaki pode ampliar a linha A Kawazaki poderá trazer duas novas motos estilo naked para o país. Recém-lançadas na Europa, a Z650 tem um motor de dois cilindros capaz de gerar 69 cv de potência, enquanto a Z900 exibe um quatro cilindros de 124 cv. Ambas deverão ser reveladas ao público brasileiro em novembro, durante o Salão Duas Rodas, em São Paulo.

Internacional

Yamaha lança X-Max 300i A Yamaha acaba de lançar na Europa o N-Max 300, um scooter para concorrer com o Honda SH 300i. Equipado com um motor de um cilindro de refrigeração líquida, ele tem 27,6 cv de potência e traz, de série, controle de tração. O fabricante informou, porém, que não tem planos de vender o modelo no Brasil.

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Moto

Volta aos velhos tempos, com mais tecnologia Triumph quer ampliar a participação demodelos clássicos coma Street Cup,que começa a ser comercializada no mercadobrasileiro porR$ 41.990 Eduardo Rocha Auto Press

A Triumph foca seu futuro no passado. A fabricante de motocicletas inglesa aposta alto nos modelos de visual clássico, que evocam a história de sucesso da marca, inclusive nas pistas, para crescer no mercado de luxo no Brasil – na verdade, modelos acima de 500 cm³. No mercado global, 55% das vendas da marca, o que corresponde a cerca de 40 mil unidades por ano, se

concentram nos 10 modelos da gama Bonneville. No mercado brasileiro, o comportamento é bem diferente disso. O modelo que representa mais da metade das vendas é a bigtrail Tiger, enquanto apenas 25% das vendas, ou cerca de 1.000 unidades anuais, são da gama de clássicas. É bem verdade que no Brasil o número de modelos é bem menor. Há apenas a Bonneville T120 e T120 Black, a Thruxton R e a Twin Street. O quarto modelo, que aca-

ba de ser apresentado, é a Street Cup. A motocicleta segue um estilo Cafe Racer e é uma versão de visual mais esportivo da Street Twin, modelo de entrada da marca no país.

Parentesco A Street Cup chega para ocupar um posto imediatamente acima da Twin Street na tabela da Triumph. O poder de atração do novo modelo inglês, no entanto, se concentra na estética. Toda a parte mecânica e de estrutura é a mesma da Twin Street, mas vários outros elementos da Street Cup foram diretamente importados da Thruxton. Vários detalhes ainda ampliam as semelhanças entre a Thruxton e a Street Cup,

como é o caso dos espelhos instalados na ponta do guidão e dos telescópicos nus.

Mercado A expectativa da Triumph em relação à Street Cup é comedida. A marca quer que seja vendida pelo menos uma unidade a cada mês por cada uma das 16 concessionárias da marca, o que totalizaria cerca de 200 em um ano, 20% do volume de motocicletas com estilo retrô que a marca vende hoje. Mas o objetivo final é maior que esse. A ideia é que, com o reforço da linha clássica, a gama Bonneville atinja 40% das vendas e eleve o total de emplacamentos da marca das 3.823 unidades de 2016 para acima de 4.500 já em 2017.

Peso é de 200 kg, e tanque de combustível comporta 12 L

Derivado da Thruxton, modelo traz alterações Na parte ergonômica, algumas alterações são notáveis na Street Cup. O guidão, embora inteiriço e preso à mesa – e não diretamente às bengalas telescópicas como na Thruxton –, tem um desenho em formato de ômega invertido que torna a posição de pilotagem mais baixa e agressiva. Essa postura é reforçada pelo aumento do comprimento do amortecedor traseiro – sem a ampliação do curso, que ficou em 120 mm. Com isso a traseira sobe, a altura do assento cresce de 75 cm para 78 cm, e o corpo do pilo-

to fica ainda mais inclinado à frente. Já o propulsor é o bicilíndrico de exatos 900 cm³, 55 cv de potência e 8,16 kgfm de torque usado na Street Twin, gerenciado por um câmbio de cinco marchas. Os freios, com ABS de série, são da Nissin com discos únicos e pinças de dois pistões atrás e na frente. Os amortecedores dianteiros e traseiros são da Kayaba, e as rodas são em liga de alumínio. Assim como a Twin, a Street Cup tem controle de tração comutável com apenas um nível de intervenção. (ER/AP)


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23 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 25 de março de 2017

FOTOS EDUARDO ROCHA/CZN

Moto é produzida na planta da Triumph em Hinckley, na Inglaterra, e importada para o Brasil

Motor de dois cilindros em linha desenvolve 55 cv de potência a 5.900 rpm Velocímetro e conta-giros analógicos ajudam a compor o visual nostálgico do modelo

Agressividade da moto é mais visual O design da Triumph Street Cup é realmente caprichado. As linhas clássicas combinadas com materiais modernos, como alumínio fundido, o ótimo nível de acabamento e o estilo Cafe Racer valorizam muito a motocicleta. No visual, o mais marcante é a rabeta arredondada que cobre a parte traseira do assento e cria a sensação de

ser um modelo monoposto – as pedaleiras do garupa, no entanto, estão lá. Mas embora a estética agressiva prometa muito, o motor é o mesmo da “comportada” Street Twin. Os 55 cv de potência animam a Street Cup de forma bem convincente, mas não a transformam numa esportiva. Embora o motor tenha boa elasticidade –

trabalha bem numa faixa ampla de rotações –, falta giro para tanto torque. O câmbio também limita um pouco o desempenho do modelo. Na estrada, a necessidade de colocar uma sexta marcha fantasma aparece com certa constância.

Ergonomia A posição de pilotar é indicada para quem gosta de

esportivas. Não chega a forçar o peito sobre o tanque, mas o corpo do condutor fica bastante inclinado à frente e, se ele não se policiar para manter seu peso bem distribuído sobre a moto, acaba se apoiando demais no antebraço e cansando em pouco tempo de pilotagem. O guidão baixo ajuda nas mudanças rápidas de

direção, mas a proposta da nova motocicleta da Triumph seria melhor defendida se os amortecedores dianteiros fossem invertidos, como acontece no modelo de inspiração, a Thruxton. Item que também foi trazido da motocicleta maior foi o painel, com os dois relógios clássicos, com contagiros e velocímetro analógicos. (ER/AP)

Mercado A Triumph Street Cup custa R$ 41.990, contra R$ 38.990 da Twin Street na linha 2017. O preço do novo modelo fica mais alinhado com o de rivais como Ducati Scrambler e HarleyDavidson 883 Iron. Ainda para este ano, a Triumph promete os modelos Street Scrambler e Bonneville Bobber, baseados, respectivamente, na Twin Street e na Bonneville T120.


W24 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 25 de março de 2017

super motor LATIN NCAP/DIVULGAÇÃO

Mercado

Desconto para a linha Golf A rede de concessionárias Volkswagen está oferecendo descontos para unidades do Golf disponíveis para prontaentrega. No caso da versão Comfortline equipada com motor 1.6 aspirado, o bônus pode chegar a R$ 10 mil. Já na configuração acima, Highline, com propulsor 1.4 turbo, o abatimento é de até R$ 7.500. Os valores de tabela da linha vão de R$ 77.247 até R$ 132.250. VOLKSWAGEN/DIVULGAÇÃO

Segurança

Golf é bem-avaliado Hatch da Volkswagen recebe notamáxima decinco estrelasna proteçãoa adultos e criançasem crash-tests feitospelo Latin NCAP Da redação O Latin NCAP, instituto independente voltado para segurança veicular, divulgou resultados de crashtests com o Volkswagen Golf. O hatch médio se deu bem: foi o primeiro carro nacional a receber nota máxima depois que as avaliações feitas pela entidade passaram a seguir critérios

mais rígidos. O modelo recebeu 33,30 pontos (de 34 possíveis) na proteção para ocupantes adultos e 43,52 pontos (de 49 possíveis) na proteção para crianças. Assim, foi classificado com a nota máxima de cinco estrelas para ambos os tipos de ocupantes. Segundo o novo protocolo do Latin NCAP, uma unidade do Golf foi submetida

Modelo é o primeiro nacional a gabaritar o teste após a adoção de critérios mais severos a crash-tests de colisões frontal, a 64 km/h, lateral, a 50 km/h, e lateral contra poste, a 29 km/h, além de um teste em pista do controle de estabilidade. Nos crash-tests, a segurança que o veículo proporciona aos ocupantes foi classificada como “boa” ou “adequada” em quase todos os pontos avaliados. A exceção foi a região do peito do

motorista no impacto contra o poste, que sofreu algumas lesões, fazendo com que o instituto considerasse a proteção nessa região como “marginal”. O veículo utilizado nos testes foi um Golf 1.4 TSI fabricado em São José dos Pinhais (PR). A unidade era equipada com sete airbags (frontais, laterais, do tipo cortina e para os joelhos do

motorista), equipamentos que estão presentes em toda a linha. Além do Golf, a bateria de testes do Latin NCAP ainda avaliou um Seat Ateca, veículo que não é vendido no Brasil. Ele também gabaritou os testes, garantindo cinco estrelas na proteção tanto para ocupantes adultos quanto para crianças.


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Pampulha, sábado - 25/03/2017 by Tecnologia Sempre Editora - Issuu