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TRÊS ESTADOS DO NORDESTE EM ROTEIRO ÚNICO, COM EMOÇÃO ... Caderno Turismo. Páginas 4 a 7
CURTA O VERÃO EM PAZ COM OS CABELOS E A PELE ... Páginas 26 e 27
CCBB RECEBE MOSTRA QUE PRIVILEGIA INTERAÇÃO ... Página 14 FILE/DIVULGAÇÃO
13 a 19 de janeiro de 2018 ANO XXVII número 1433 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE MARIELA GUIMARÃES
ENTRA ANO, SAI ANO... Preocupados com resoluções de Ano-Novo “batidas”, como perder peso, viajar mais ou voltar a estudar, nos esquecemos de questões mais importantes: dados e especialistas indicam que hábitos triviais – e imprescindíveis – como usar camisinha e cinto de segurança, regular o uso de jogos e celular e aprender a perdoar ainda não foram internalizados pelos brasileiros
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opinião
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 13 a 19 de janeiro de 2018
VITTORIO MEDIOLI
A SEMANA “Ela está pagando o preço por ser minha filha”
Editorial
Roberto Jefferson, delator do mensalão, em entrevista à Rádio Gaúcha sobre a suspensão da nomeação de sua filha, a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), como ministra do Trabalho
De novo apenas o ano Pensando friamente na “política”, se enxerga que ela deveria aspirar ao bem comum, ser uma procura incessante pela convivência harmônica numa sociedade, baseada no respeito recíproco, na paz, na igualdade de oportunidades e na distribuição das benesses produzidas de forma a erradicar o sofrimento. O quadro pintado pelos acontecimentos atuais é outro. Um festival de egoísmo e de dissimulações, que tem como objetivo tirar vantagens pessoais, que ignora as consequências e os horrores provocados a esmo. Como feras vorazes, encardidas de baixezas, os principais ocupantes da cena são movidos pela sede de poder e riquezas e, ainda, impassíveis à penosa situação da população. Vida de nababos, em círculos tanto fechados quanto alienados. “Bom pra mim, o resto se dane”, sem compaixão para com seus semelhantes. Os mecanismos da economia nacional se ressentem como se ressentiria um motor a gasolina alimentado com uma mistura de água, lama e apenas um pouco de derivado de petróleo com razoável octanagem. Regular o motor numa viagem é um exercício improvável, assim como subir o aclive da montanha. As alternativas de escolha concedidas ao eleitor, pelas regras aprovadas pelo atual Congresso Nacional, são mínimas e ditadas pelo interesse da manutenção do status quo, varrendo outras possibilidades mais “democráticas”. Com a manutenção das regras anteriores, ainda agravadas pela introdução de um financiamento público que concede privilégio aos ocupantes do Congresso Nacional, o resultado será obviamente o continuísmo. Ficaremos patinando por mais quatro anos entre mensalões e quadrilhões. O próximo Congresso, com raras exceções, garante o atraso, a estagnação do potencial nacional, eternamente em briga com os vícios da desoladora carência de consciência co-
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letiva. Fica evidente que um qualquer surto de progresso depende apenas de causas externas estupidamente favoráveis. E poderemos contar apenas com isso. A expectativa é ver o Brasil sangrando, como antes, perdendo a oportunidade de capitalizar
O sistema político brasileiro perdeu musculatura, é uma ameba e, psicologicamente, um débil sem rumo. seus esforços. O sistema político brasileiro perdeu musculatura, é uma ameba e, psicologicamente, um débil sem rumo. Para deixar o pântano mais propício a cobras e jacarés, o Congresso Nacional reeditou as regras eleitorais que levaram ao poder as figuras atoladas na Lava Jato. Concedeu, ain-
O risco é continuar o espetáculo entre direita e esquerda, que se locupletam igualmente no poder. da, R$ 2,5 milhões a cada parlamentar para financiar sua campanha à reeleição e mais R$ 10 milhões de emendas parlamentares, gerou-se assim um desnível abismal entre duas categorias. Para o calouro nada, para o parlamentar tudo. Teremos um re-
KEVIN WINTER/AFP
sultado de cartas marcadas. Entende-se que, salvo milagre, não haverá uma renovação consistente para oxigenar o Congresso e o sistema político. A próxima legislatura promete congelar as esperanças de ajustar o Brasil. Também não se enxerga um avatar na cena, alguém para induzir uma tomada de consciência, estimular um pacto nacional ou a chegada de um círculo virtuoso. O risco é continuar o espetáculo entre direita e esquerda, que se locupletam igualmente no poder. Estamos à frente da inevitabilidade do continuísmo. E lembrando Jean-Jacques Rousseau, teórico do iluminismo, “o poder deveria ser exercido pela vontade geral, pelo alcance do melhor para cada um. Por isso, subordina-se a liberdade individual ao Estado sob a condição de que todos façam o mesmo, quer dizer, respeitem as regras”. Embora a vontade particular tenda para interesses particulares, segundo o filósofo francês, a vontade geral tensiona a coletividade a escolher a fórmula mais desejável. Disso a necessidade do império da democracia. Considera que os indivíduos se subordinam aos ditados do Estado, pagam os impostos, respeitam as leis em troca do bem maior e difuso. Só que no Brasil assiste-se à traição permanente por parte dos eleitos, interessados essencialmente na riqueza desregrada e no poder, atribuindo-se despudoradamente o desfrute do bem comum. Enquanto isso, a vontade geral é traída. A democracia no Brasil ainda é uma miragem num ambiente desertificado pelo egoísmo e pela ignorância, que se associaram para erguer ao poder uma categoria maléfica, de “expertos”, que se apoderaram do esforço coletivo e contributivo e ainda usurparam as riquezas públicas em prejuízo da coletividade. Perdidos? Não, é questão de escolhas possíveis e de tempo. Entre a violência e a paciência, o sábio adota a última e sabe devotar a fidelidade aos princípios corretos confiando que, além de eternos, são os únicos que vencem as grandes guerras.
vittorio.medioli@otempo.com.br
“Então, eu quero hoje à noite expressar gratidão a todas as mulheres que sofreram anos de abuso e agressão porque elas, como minha mãe, tiveram filhos para alimentar e contas a pagar e sonhos para perseguir” Oprah Winfrey, durante a cerimônia de entrega do Globo de Ouro, no último domingo (7), quando foi homenageada pelo prêmio Cecil B. DeMille, entregue a figuras notáveis da indústria audiovisual norte-americana
“Ela lançou um foguete esta noite. Quero que concorra a presidente” Atriz Meryl Streep sobre Oprah no Globo de Ouro, em entrevista ao jornal “The Washington Post”
“Só em duas situações eu posso não estar neste ano no debate presidencial: se me tirarem na covardia (...) ou se me matarem” Presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) sobre sua candidatura, após reportagens da “Folha de S.Paulo” revelarem seu patrimônio e dos filhos parlamentares, além do recebimento de auxíliomoradia mesmo tendo apartamento próprio em Brasília
Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE
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reportagem
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ATÉ QUANDO?> Resoluções de Ano-Novo vão de encontro a hábitos que insistimos em manter Incrementar a prática de atividades físicas, reservar mais tempo para si, eliminar os maus hábitos (como o cigarro), controlar finanças e cuidar da alimentação – de quebra, perder os quilos extras. Essas são algumas das resoluções mais recorrentes nas tradicionais listas que precedem a virada de ano. Especificidades à parte, tais compromissos apontam, de maneira explícita ou não, para uma preocupação no que diz respeito à qualidade de vida. Paradoxalmente, porém, muitos dos que dedicam tempo a idealizar mudanças insistem em manter hábitos que já deveriam ter sido eliminados há tempos – inclusive por irem frontalmente de encontro à ideia subliminar à estruturação das listas de resoluções: a adoção de hábitos salutares. Caso das reprováveis atitudes de ter uma relação sexual sem o uso da camisinha ou de manusear o celular ao volante, seja para checar as redes sociais, enviar SMS ou WhatsApp, ou atender a uma ligação. A essas temeridades, adicione-se andar de carro sem cinto de segurança – sim, há quem ainda não tenha se rendido à obrigatoriedade do acessório. Patrícia Cassese
UMA “NOVA DOENÇA” Trocar a vida real pela virtual e mergulhar no universo dos videogames como se não houvesse amanhã é outro fenômeno dos tempos modernos. E o universo de jovens viciados cresceu a tal ponto que a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou no último dia 5, em Genebra, que o “transtorno do jogo” (ou “gaming disorder”) será incluído na 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID), que será publicada em junho. Mas como identificar um viciado em jogos eletrônicos? Pesquisadora do Centro Regional de Referência em Drogas da UFMG, a psiquiatra Júlia Machado Khoury lista alguns sinais que merecem atenção. Um dos primeiros seria “quando o indivíduo passa a abandonar outras atividades, principalmente aquelas cuja prática precisa ser desenvolvida ao ar livre, em prol de mais tempo dedicado aos videogames”. Outro ponto a ser averiguado, diz ela, é quando a dedicação aos jogos tem como consequência a queda no desempenho escolar ou profissional. Júlia Khoury também adverte que o viciado em jogos ele-
Antes tarde do que nunca DANIEL DE CERQUEIRA – 26.1.07
Há um limite A OMS incluiu o transtorno do jogo na Classificação Internacional de Doenças (CID)
trônicos pode apresentar alterações em sua personalidade – como se tornar mais agressivo ou irritado, mais impulsivo ou mesmo incapaz de lidar com frustrações naturais da vida. A médica enfatiza, porém, que não é preciso demonizar os jogos – que podem, por exemplo, estimular a memória, a coordenação motora ou a concentração. O sinal vermelho deve se acender quando o jogador ultrapassa um limite razoável do tempo dedicado ao jogo – na avaliação de Júlia, algo em torno de duas horas por dia.
A psiquiatra também lembra que, por se tratar de uma “nova doença”, não existem estatísticas oficiais (que apontem, por exemplo, um perfil mais definido do viciado em games). Mas ela entende que o transtorno é mais recorren-
te em pessoas do sexo masculino e na faixa etária situada entre 16 e 35 anos. Não há indicativos de uma classe econômica que registre uma maior incidência. Já no caso de países, Júlia cita os orientais (pelo próprio desenvolvi-
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É bacana se divertir, mas é muito legal também fazer outras atividades, dar atenção aos estudos” Marco Túlio, do Canal AuthenticGames
BENEDITA COMUNICAÇÃO/DIVULGAÇÃO
Marco Túlio diz ter aprendido a administrar o tempo
mento tecnológico inerente a eles, caso da Coreia do Sul) e, ainda, Estados Unidos. Em 2010, a citada Coreia foi cenário de um caso que chocou o mundo. Em março daquele ano, a polícia de Suweon, ao sul de Seul, prendeu um casal – um homem de 41 anos e uma mulher de 25 – que deixou a filha (um bebê de três meses) morrer de inanição por ter se viciado em um jogo, o Prius. Matéria veiculada há poucos dias pelo jornal “O Estado de S.Paulo” lembra que o governo daquele país chegou a criar uma lei para proibir menores de 18 anos
ARQUIVO PESSOAL
Júlia Khoury frisa que não é preciso demonizar os jogos
de jogarem games entre meia-noite e 6h da manhã. Já no Japão, os jogadores recebem uma advertência caso passem mais do que determinada quantidade de tempo jogando, enquanto que na China, a gigante Tencent, dona de jogos mobile como “Clash Royale” e controladora da Riot Games, responsável por “League of Legends”, estabelece um limite diário de horas em que uma criança pode jogar. DEPENDÊNCIA No Brasil, como salientado, ainda não há um levantamento quanto ao mau uso dos games, mas Júlia lembra que a dependência em tecnologia (que inclui o uso de smartphones, por exemplo) já foi aferida por alguns estudos e atingiria, hoje, de 8 a 10% da população. Aos 21 anos, o belo-horizontino Marco Túlio Matos Vieira nunca chegou perto da zona limítrofe entre apreço e vício. No entanto, ele conta que a paixão pelos games – que inclusive o catapultou à condição de fenômeno da internet – já fez com que, no passado, um alerta se acendesse. “Houve uma época em que eu de fato estava obtendo notas ruins na escola, porque estava jogando em excesso”, reconhece o moço. “Então, meus pais tiraram meu computador por um ano! O bom foi que aprendi a administrar melhor o tempo e a fazer as coisas com mais sabedoria. O ruim, claro, foi ficar sem jogar (risos)”, avalia. Hoje, Marco reconhece a pertinência da máxima popular de que tudo em excesso faz mal. “Ficar o dia inteiro jogando, assistindo a vídeos, seja o que for... É importante sim, separar um tempo para primeiramente fazer as obrigações”. No caso dos mais jovens, acrescenta ele, “chegar da escola, fazer os deveres de casa, estudar”. E só depois reservar um tempo para se divertir. “A questão que mais aplico hoje na minha vida é saber administrar o meu tempo”, revela. Hoje, Marco mantém, no YouTube, o canal AuthenticGames, que já superou os 12,3 milhões de inscritos. Desde sua criação, em 2011, os vídeos já receberam mais de 5 bilhões de acessos. A média mensal chega a 150 milhões de visualizações. Não bastasse, é, hoje, o maior vendedor de livros do segmento infantojuvenil do Brasil (500 mil exemplares dos três títulos), além de ter linha de roupa etc. Em tempo: ele apresenta o show “Festa dos Youtubers” na capital mineira no dia 25 de março, no palco do KM de Vantagens Hall.
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SEXO SEGURO >Os benefícios do uso da camisinha são sabidos, mesmo assim, negligência impera
Prevenir, o melhor remédio PIXABAY
Patricia Febre alta, Cassese vômito com bile. Mas foi só após a laparoscopia para drenagem de líquido infeccioso que veio o diagnóstico: peritonite pélvica provocada pela clamídia, doença sexualmente transmissível, causada por uma bactéria. A cirurgia a que Angela* se submeteu poderia ter sido evitada se ela tivesse se precavido nas relações sexuais usando camisinha. A clamídia é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns no planeta, afetando cerca de 4,2% das mulheres e 2,7% dos homens. Fãs do seriado “Sex and The City” devem se lembrar do episódio em que, com o diagnóstico de clamídia, Miranda (Cynthia Nixon) tem que ligar a todos os ex-parceiros (no caso, mais de uma dezena) para avisá-los da possibilidade não só de terem a bactéria em seu organismo quanto de serem potenciais transmissores – a doença é considerada “silenciosa”, mas pode causar infertilidade e até a morte. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, a cada ano, 92 milhões de casos de infecção por clamídia surjam no mundo; no Brasil, são cerca de 2 milhões de novos casos por ano. Não se trata, porém, da única DST cujo crescimento assusta profissionais da saúde – a ela se juntam gonorreia, sífilis, papiloma vírus humano (HPV), hepatite B e, claro, o HIV, entre outras. Embora o Ministério da Saúde revele que mais de 95% da população tenha consciência de que a camisinha é o modo mais eficiente de não contrair o vírus da Aids, bem como outras DSTs, um levantamento feito entre 2012 e 2015 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), apontou que um terço dos jovens ouvidos não usava preservativo. Um índice assustador, mas que, acredite, pode aumentar. “Há uma relação clara com a diminuição do uso da camisinha”, confirma Maria Inês de Miranda Lima, membro do Conselho Consultivo da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) e presidente da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG). Ela lembra que, quando os casos de pessoas in-
fectadas pelo HIV começaram a pipocar, nos anos 80, a doença passou a ser associada à morte, em função do desconhecimento e, em consequência, dos poucos tratamentos possíveis à época. “Num segundo momento, quando os pacientes passaram a ter acesso, inclusive pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a medicamentos de controle do vírus, o medo (de contágio) foi diminuindo e, com isso, o uso da camisinha também”, diz. TRUVADA Uma boa novidade, anunciada nos estertores de 2017, tem, paradoxalmente, potencial para agravar ainda mais o descaso com a prevenção. O Truvada, medicamento que impede a propagação do vírus HIV na corrente sanguínea, já indicado como terapia antiretroviral nos EUA e em países da Europa, passou a ser disponibilizado pelo SUS (ainda que, num primeiro momento, a um grupo limitado). À Agência Brasil, Juan Carlos Raxach, coordenador da área de Promoção da Saúde e Prevenção da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids, frisou que, embora tenha demonstrado 99% de eficácia nos testes para impedir a replicação do vírus HIV, o Truvada não substitui o preservativo. “Fala-se muito que a profilaxia pré-exposição vem para acabar com o uso da camisinha, mas não, veio para ampliar as possibilidades de se prevenir da infecção do HIV. Então, não vai substituir a camisinha”. Mas o que falta para conscientizar o jovem quanto à necessidade do preservativo? Segundo Maria Inês, cujo tema de doutorado foi justamente a Aids, campanhas mais assertivas de conscientização, “maximizando riscos e prejuízos” (do não uso da camisinha). O ator curitibano Ga-
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Há uma falsa noção de que, se tratar, ele vai ficar bem” Tânia Vergara,
Integrante do Comitê de HIV/Aids da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), referindo-se à disseminação da ideia de que, atualmente, a Aids é uma doença que tem tratamento eficaz e, portanto, não é necessário temê-la
Relações estáveis A camisinha ainda é o melhor meio para se proteger das DSTs
briel Comicholi, 21, pondera ser muito difícil achar a causa desse fenômeno (da resistência ao uso da camisinha) “numa sociedade em que pais e filhos não falam sobre sexualidade em casa, em que escolas acham que educar jovens sexualmente é incentivar o sexo, em religiões que oprimem e veem o sexo como algo impuro”. Ele, que é HIV positivo e está à frente do canal HDiário, no YouTubue, prossegue: “Escutar ‘use camisinha!’ duas vezes ao ano não é suficiente”. Maria Inês adiciona que o esclarecimento é mais do que necessário num momento em que uma conjunção de fatores (anticoncepcionais, vacina contra HPV e novidades como o Truvada) podem levar à perda do medo (das DSTs). Quanto ao Truvada, ela diz: “É claro que é uma boa notícia, mas podemos fazer um comparativo à pílula do dia seguinte, que, sim, evitou muitas gravidezes indesejadas. Mas é óbvio que nenhum ginecologista, em sã consciência, vai recomendá-la como primeira opção (contraceptiva). Mesma coisa em relação a esse medicamento”. A médica lembra, ainda, que outro obstáculo, tanto para os jovens quanto para os mais maduros, são as falsas relações estáveis, nas quais um dos parceiros, ao depositar confiança no outro, abre mão da camisinha. “E há casos em que a mulher ainda se sente insegura (de cobrar o uso), com medo de soar ofensiva”. *Nome fictício
SAIBA MAIS
HBO/DIVULGAÇÃO
Em “Sex and The City”, Miranda lista os ex para avisá-los da doença
REPRODUÇÃO/YOUTUBE
Hepatite B De acordo com o Ministério da Saúde, milhões de brasileiros são portadores do tipo B e não sabem.
Comicholi usa seu canal no YouTube para falar sobre temas como a prevenção FILMS DISTRIBUTION/DIVULGAÇÃO
O filme francês “120 Batimentos por Minuto” aborda a questão da prevenção NETFLIX/DIVULGAÇÃO
Na série “Lovesick”, Dylan (Johnny Flynn) tem que avisar às parceiras que está com clamídia
Sífilis Em 2016, o Ministério da Saúde identificou uma epidemia de sífilis no Brasil. No ano passado, a situação foi controlada, mesmo assim, ainda merece atenção: os casos de sífilis adquirida (em adultos) tiveram aumento de 27,9% de 2015 para 2016 no Brasil, revelou o boletim epidemiológico de 2017, divulgado em outubro passado.
HIV No Brasil, a epidemia de HIV/Aids é considerada estabilizada, mas vem avançando entre os mais jovens. Na última década, o índice de contágio mais que dobrou entre jovens de 15 a 19 anos, passando de 2,8 casos por 100 mil habitantes para 5,8 casos. Também aumentou na faixa etária entre 20 a 24 anos, chegando a 21,8 casos a cada 100 mil habitantes. Atualmente, cerca de 827 mil pessoas vivem com o HIV no país, e aproximadamente 112 mil brasileiros têm o vírus, mas não o sabem. As informações são da BBC. HPV Mais da metade da população brasileira pode ter HPV. É o que indicou pesquisa feita pelo Ministério da Saúde junto ao Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, e divulgada em novembro passado. A análise desses dados será feita este ano. Comportamento sexual de risco foi observado em 83,4% dos entrevistados.
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AO VOLANTE >Hábitos temerários ainda vigoram
LEO FONTES – 17.7.9
Se não agora, quando? Os dados referem-se a ocorrências no feriado do Ano-Novo nas rodovias federais do país. De 29 de dezembro de 2017 a 1º de janeiro último, 1.646 motoristas foram flagrados sem cinto de segurança. E 308 motoristas com crianças sem cadeirinha (dispositivo de segurança). Na última terça (9), um acidente na rodovia dos Imigrantes deixou um saldo de duas mulheres mortas e quatro crianças feridas: os seis estavam no banco traseiro de um dos veículos, sem cadeirinha e também sem o cinto de segurança. Os motoristas dos carros estavam com as carteiras de habilitação cassadas por excesso de multas desde 2016. O caso reverbera uma displicência incoerente com os dados alusivos ao trânsito. De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, o cinto de segurança reduz o risco de morte em 45% para o motorista e em até 75% para os passageiros que sentam no banco traseiro. Mesmo assim, apenas 50,2% da população tem o Patrícia Cassese
hábito de colocar o cinto no banco traseiro. No dianteiro, há mais consciência: 79,4% das pessoas com 18 anos ou mais dizem sempre usar o item de segurança, segundo levantamento feito em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) junto ao Ministério da Saúde. Foi um átimo de segundos, conta a industriária aposentada Ilza Araújo, 60. No dia 5 de agosto do ano passado, ela estava com familiares em um carro guiado pela irmã, que parou em um supermercado em meio a um curto trajeto na região
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Para gravar um vídeo, é preciso destravar o celular, abrir o aplicativo, iniciar a gravação e parála, ou seja, no mínimo dez segundos” Alessandro Rubio
de Igarapé. “Nesse meio tempo, minha mãe se deslocou para o meio do banco (traseiro) e tirou o cinto”, narra Ilza, que fez o mesmo. Quando a irmã voltou e ligou a chave, o carro, por uma falha mecânica, acelerou e acabou batendo em um ônibus em movimento. “A pancada na perna foi muito forte, estou fazendo fisioterapia até hoje. E minha mãe, que tem 81 anos, quebrou metade do rosto – ficou internada 15 dias no hospital, teve que colocar placas de titânio. Já minha irmã, que já tinha colocado o cinto, não teve nada”. CELULAR Outro comportamento temerário é o uso de celular ao volante. “Numa visão geral, há pouca consciência dos motoristas sobre o risco que há em dirigir e usar smartphone. Para se ter uma ideia, se trafega quase 28 metros em um segundo a 100 km/h. Vale questionar se a mensagem ou a informação que estamos consultando é mais importante do que o risco que temos de não olhar à frente”, alerta Alessandro Rubio, coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil).
Rancor?Não,obrigado
ARQUIVO PESSOAL
Não existem dados científicos, mas pesquisas como a desenvolvida na Universidade de Pisa, por Pietro Pietrini, apontam que sim, o ato de perdoar traz, em seu rastro, benefícios físicos e psicológicos. “Carrego comigo um pensamento de que ninguém sai de casa com a intenção de errar. Mas por vezes erramos – e acabamos por magoar. E muitas vezes nossos erros se transformam em rancor para quem foi magoado. Em outras, nos sentimos prejudicados e com o orgulho ferido – e de novo o rancor aparece”, avalia Izabella Ceccato, mestre reiki e fundadora do movimento O Poder da Colaboração. Esse ressentimento profundo, prossegue ela, diretamente associado mágoa e à raiva, traz uma energia negativa densa, que pode afetar a saúde.
Izabella: “O ressentimento acarreta uma energia negativa”
Mas sim, ela reconhece que perdoar não é tarefa simples. “Vale fazermos um auto-exame. Se concluirmos que agimos corretamente, que tenhamos paz e harmonia. Acima da necessidade de sermos compreendidos, precisamos buscar a
tranquilidade da nossa consciência no cumprimento das obrigações. Ter em mente que o que os outros pensam, falam e fazem é criação e ação que lhes pertence e se conseguirmos não nos magoar com isso, teremos dado um grande passo”.
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Atenção redobrada Uso do cinto no banco traseiro reduz em até 75% o risco de mortes em acidentes
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SAÚDE E BEM-ESTAR
Recuperação
VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz
(CRM-MG 25.398)
telmo.diniz@jornalpampulha.com.br
Cólon irritável
A
lgumas pessoas experimentam sensações frequentes de desconforto abdominal, cólicas, diarreia intercalada com constipação e aumento dos movimentos intestinais. Estes sintomas podem ser característicos da Síndrome do Intestino ou cólon Irritável (SII), que podem afetar cerca de 15% da po-
pulação em geral. As paredes dos intestinos são revestidas com músculos que se contraem e relaxam conforme o alimento ingerido vai passando do estômago em direção ao intestino. Na síndrome do intestino irritável, as contrações podem ser mais fortes e podem durar mais tempo do que o normal, fazendo com que surjam alguns sintomas característicos da doença, como gases, cólicas e diarreia. Poder ser, ainda, que aconteça justamente o oposto, com contrações intestinais mais fracas que o normal, o que retarda a passagem de alimentos e provoca a prisão de ventre. Não se sabe exatamente o que leva uma pessoa a desenvolver a síndrome do intestino irritável, mas uma combinação de fatores pode estar envolvida. Os alimentos podem ser um deles. Os sintomas costumam aparecer após uma pessoa comer determinados alimentos, como chocolate, especiarias, gorduras, frutas, feijão, repolho, couve-flor, brócolis, leite, bebidas gaseificadas, álcool, entre outros. O estresse pode ser outro fator implicado na gêNão se sabe nese e piora dos sintoexatamente o mas. A maioria das pessoas com síndrome que leva uma do intestino irritável pessoa a nota que, durante momentos de estresse, os desenvolver a sintomas da doença síndrome do costumam se agravar. O mesmo se pode diintestino zer em relação ao peirritável, mas ríodo menstrual nas mulheres, em que os uma combinação sintomas são intensifide fatores pode cados na TPM. De igual forma, uma infecestar envolvida. ção intestinal (gastroenterite) ou um crescimento anormal das bactérias intestinais podem desencadear a SII. O diagnóstico é baseado nos sintomas, na ausência de sinais relevantes no exame físico e, principalmente, na visualização direta do intestino por meio da colonoscopia para descartar outros problemas que se parecem com a síndrome. O cólon irritável é um diagnóstico de exclusão e, portanto, necessita ser firmado e acompanhado por um médico. O tratamento se baseia em um conjunto de medidas. O simples fato de a pessoa saber de que se trata de uma doença benigna e que não acarreta maiores problemas, já é um fator tranquilizador. Uma dieta rica em fibras costuma ser útil em pacientes com queixa de constipação, e o melhor trânsito intestinal pode ajudar o paciente cuja queixa é flatulência excessiva. Certos alimentos são mal tolerados pelos pacientes com SII. A confecção de um diário alimentar correlacionando sintomas com os alimentos ingeridos previamente pode ser capaz de detectar alimentos desencadeantes e assim evitar seu consumo no futuro. A grande maioria dos pacientes melhora com a compreensão de sua doença e com alterações alimentares. Casos em que algum sintoma é especialmente incômodo, medicamentos sintomáticos dirigidos diretamente para tratar a diarreia, a constipação ou dor abdominal podem ser usados. Em alguns casos, o uso de medicação antidepressiva pode ser benéfico. Faça uma boa semana.
Especialistas afirmamque exercíciofísico ajudapacientes comadoença Thuany PesquisadoMotta res da Universidade Edith Cowan, na Austrália, descobriram que uma atitude simples como caminhar ou pedalar, pode reduzir o risco de morte por câncer. O estudo, feito recentemente, analisou informações médicas de 4. 734 pessoas, coletadas de 2004 a 2011, e avaliou o impacto no longo prazo, além da frequência ideal de exercícios. Os voluntários foram divididos entre aqueles que receberam o diagnóstico há pouco mais de oito anos (1.589) e os que não passaram pelo problema até então (3.145). Cruzando os dados, os estudiosos perceberam que aqueles que se exercitavam por 150 minutos ou mais por semana tinham entre 45% e 59% menos chances de morrer de câncer. Para não restar dúvidas dos benefícios, o médico Guilherme Fleury Perini, hematologista do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, garante que a prática de exercícios é segura e possível durante o tratamento da doença. É o caso do advogado Vicente Abreu, 32. Ele foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo raro de câncer que costuma atingir pessoas entre os 20 e 30 anos. “Descobri a doença em 2008. Passei dias sentindo dores no tórax, até que decidi ir ao hospital. Depois do diagnóstico, o susto foi muito grande, porque eu não tenho histórico de câncer na família”, diz. Abreu conta que, um mês depois, iniciou o tratamento com quimioterapia. O primeiro ciclo durou seis meses. “Depois que a doença sumiu, voltei à rotina”, diz o jovem. Mas isso não durou muito. No ano seguinte, o linfoma de Hodgkin reapareceu. Dessa vez, na medula óssea. “Começou tudo de novo, mas acabei fazendo um transplante de medula, que ajudou muito, mas
a doença não retrocedeu”, explica. ESPERANÇA A mudança na vida do jovem só foi acontecer em 2012, com uma rotina baseada em exercícios físicos. No início, eram atividades aeróbicas feitas na esteira e na bicicleta, mas os benefícios apareceram logo. Abreu afirma que, ainda no primeiro mês, passou a se sentir mais bem-disposto, com maior resistência física. “Com o tempo, meu corpo passou a responder melhor ao tratamen-
to”, diz. A melhor notícia chegou em 2014, quando o câncer não foi detectado. “Desde
NÚMEROS Brasil O linfoma de Hodkgin teve, em 2016/2017, uma estimativa de 2.470 novos casos, sendo 1.460 em homens e 1.010 em mulheres, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).
então, nunca mais o linfoma reapareceu. Hoje, pratico esportes de maior resistência, como natação, por exemplo. Sem dúvida, a prática de exercícios foi fundamental”, aponta. Perini diz que não há impacto negativo no tratamento, mas alerta que cuidados devem ser tomados. “Quem trata o linfoma pode ter um risco maior de doença cardiovascular. Antes de iniciar uma atividade física, é importante conversar com o médico e fazer os exames solicitados”, orienta. EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
NO CORPO
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O que acontece durante uma caminhada
O exercício acelera a frequência cardíaca apara abastecer os músculos de sangue. Com o tempo, esse estímulo fortalece o coração
3 2
Caminhadas regulares fazem os vasos relaxarem e o sangue circular mais fácil. Então, a pressão fica sob controle
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4
1 O corpo queima o oxigênio. Após
30
minutos
suando a camisa, os estoques de gordura passam a ser quebrados para fornecer energia, o que ajuda a emagrecer
FONTE: GUILHERME FLEURY PERINI, HEMATOLOGISTA
4 Uma maior quantidade de sangue é enviada aos músculos das pernas. Eles ficam bem nutridos e torneados
reportagem
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 13 a 19 de janeiro de 2018
do câncer ARQUIVO PESSOAL
Exercitar-se ainda faz bem para o coração
O advogado Vicente Abreu, 32, não teve mais recaídas do linfoma de Hodgkin
Um estudo feito pela Universidade de São Paulo (USP), ajuda a elucidar parte dos mecanismos pelos quais o exercício aeróbico protege o coração doente. A pesquisa foi publicada na revista “Autophagy”. Os cientistas descobriram que o treinamento aeróbico facilita a remoção de mitocôndrias disfuncionais nas células cardíacas. Isso aumenta as organelas responsáveis por produzir energia para as células e reduz a produção de moléculas tóxicas, como os radicais livres de oxigênio, que, em excesso, danificam as estruturas celulares.
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Novo exame ajuda a detectar estresse Os desequilíbrios corporais provocados pelo estresse podem ser inúmeros, desde uma dor de cabeça e desconforto gástrico até cansaço, constipação e insônia. No entanto, muitas vezes esses sintomas acabam não sendo associados ao esgotamento por quem os sente, e o tratamento se restringe apenas aos sintomas. Porém, um equipamento de origem russa, chamado Nerve Express System, novidade no Brasil, mostra que é possível detectar precocemente essessinais de disfunçãono organismo causados pelo estresse, antes mesmo de os exames de sangue denunciarem alteração. O software, segundo o médico psiquiatra e nutrólogo Frederico Porto, mede principalmente o desequilíbrio do Sistema Nervoso Autônomo (SNA), que se divide entre simpático e parassimpático. O ramo simpático é concebido para dar resposta de luta ou fuga durante conflitos e crises. O parassimpático é o “freio”, responsável por todo o controle interno do corpo, agindo na recuperação. Essa diferença no funcionamento do SNA é fundamental para entender como o estresse pode causar disfunções, que, por sua vez, podem resultar em doenças, explica Porto. “No corpo, o que comanda tudo o que a gente não tem que pensar é o sistema nervoso autônomo. A funcionalidade
do cérebro humano é dividida em somática – que é o que a gente comanda, por exemplo, mexer os músculos – e autônomo, que é o que funciona sozinho: respiração, digestão, batimento cardíaco. Todas as vezes que a gente tiver consciência de qualquer uma dessas coisas, é porque existe algum problema”, diz. No exame, o aparelho mede a variabilidade da frequência cardíaca, ou seja, a distância entre uma batida e outra do coração. “Esse tempo tem que variar, se não variar é porque existe rigidez no coração, e é isso que determina o desequilíbrio”, diz. O software funciona acoplado a um monitor de frequência cardíaca, e o teste completo dura de 15 a 20 minutos. “O resultado sai em cinco minutos”, acrescenta. O exame começa com a pessoa em repouso. Depois, ela fica de pé. Quando muda de posição, automaticamente submete o corpo e seu sistema circulatório a um esforço. “Nesse movimento, o coração tem que mudar a batida para se adaptar. Esse mecanismo determina o quão estressado ou não o paciente está e a capacidade de regularizar seu sistema nervoso autônomo”, diz. O resultado mostra o desequilíbrio no funcionamento deficiente ou acelerado de um ou dos dois ramos do SNA. (Litza Mattos)
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sociedade
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DOLCEVITA
Paulo Navarro com Walter Navarro pnnavarro@gmail.com EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
RETRATOS EM P&B
N
este 2018, no Rio de Janeiro, renasci na cidade em que nasci. Melhor, ressuscitei pela segunda vez. A primeira, em Copacabana, foi levando meu filho João Paulo ao completar um ano, pisando na areia. Viajei no tempo, numa familiar e linda paisagem.
RETRATOS DA VIDA
L
indas recordações de infância, com os pés nas areias do presente. Eu não era o filho do João Navarro, mas o pai de João Paulo Navarro. Vida que segue, fio de novelo que desembaraça. Um pai inebriado pela brisa do passado e do futuro. Lá, renasci outra vez, pedalando para a vida, numa paisagem muito mais urbana e selvagem, diferente das décadas de minha infância catando tatuí e até mesmo daquela na iniciação de meu filho.
RETRATOS DO FUTURO
P
edalando, troquei o velho rabugento de 2017 – o que fez malabarismo para a bicicleta não cair – por um homem mais leve, renovado, num bicicleta de verdade. Papai Noel brindou comigo e com meu filho em bicicletas coloridas. E assim, mesmo longe dele, não parei de “bicicletar”. Esquecendo 2017 e movido por atitudes, segui a orla assoviando o mantra da saúde, prazer e esperança.
RETRATOS SELETIVOS
A
orla do Rio é passarela do mundo, lição de anatomia e de comportamento. E em meio a turistas brasileiros e gringos, o Leblon é um oásis para escolhidos. Longe da “farofa” e de incontáveis ambu-
Pedalando ao pé da letra neste início do ano na orla carioca, o titular da coluna aposta em novos horizontes e deixa para trás o exaustivo exercício do ano que passou de manter em pé uma imaginária bicicleta. E convida: vamos nessa que é bom à beça!
lançaperfume
foram as argentinas que 6 Não fizeram e aconteceram nas areias
lantes berrando, quem pode paga bem mais caro, nos novos e sofisticados lounge-quiosques. No Riba, Azur e Café de la Musique, uma caipivodka custa R$ 35. Parece Trancoso, na Bahia ou Jurerê Internacional, em Santa Catarina.
RETRATOS INTERNACIONAIS
O
Riba, no calçadão do Leblon! Dizem que é de um “sócio” do ex-governador, atual detento, Sérgio Cabral e que também está preso. Dizem! Vejam as opções de reserva do Riba (não confundir com Riga!): a primeira, com exclusividade (reserva de todos os lounges), sai convertida em consumação mínima de R$ 7.500. Pagamento antecipado em forma de depósito.
RETRATOS ADICIONAIS
R
eservas em dois turnos: diurno (de 11h às 17h) e noturno (de 18h às 00h). A caução é a bagatela de R$ 15 mil. Capacidade máxima, 50 pessoas. A lista de presença de-
ve ser disponibilizada pelo cliente 48h antes do evento. Nas regras, outros detalhes, como pagamentos adicionais etc.
RETRATOS DOURADOS
A
opção dois: lounge (unidade) com valor (consumação mínima) de mil reais. Lounges virados para orla, para seis pessoas, R$ 1.800. Lounges virados para a praia, com seis pessoas sentadas e quatro em pé, tem o valor 100% convertido em consumação. E o “benefício para aniversariantes com reserva”? Quanta generosidade! Um drinque ou uma sobremesa. Ou direito a levar uma garrafa (da bebida de sua preferência) sem a cobrança da rolha.
RETRATOS DO RÉVEILLON
B
om humor na frustração com a mega sena da Virada: “um dos mil sonhos era acertar os seis números, mas deste sonho dependiam os outros 999. Então, sai a Disney, entra o Parque Guanabara e na sequência, troca-se o Sea World
pelo Aquário do Zoológico; os Alpes pela Serra da Piedade; Miami por Oiapoque; as Ilhas Gregas, por Lagoa Santa; o Caribe por Guarapari e o Vaticano pela igreja São José”.
RETRATOS ÍMPARES
C
om os pés na terra, melhor, na areia, o réveillon deste colunista e família, na avenida Atlântica, no Rio, teve ceia assinada pelo chef Julio Haagensen. Entre vinhos, a boa companhia de Márcia Vasconcelos e Rônei Rezende.
RETRATOS E TEXTOS
E
ainda no Rio, dia 2 de fevereiro, dia de festa no mar, eu quero ser o primeiro a saudar Iemanjá. Dia 25 de fevereiro, dia de festa na terra e no ar, queremos ser os primeiros a saudar Omar. Omar “Catito” Peres que, em sua não menos Fênix, a Hippopotamus, Ipanema, Rio, lança e ressuscita, com 999,99 convidados ilustres, um ícone do jornalismo, o Jornal do Brasil.
de Copa e Ipanema neste início de ano, mas as pencas de jovens chilenas, lindas! argentinos estavam mesmo 6 Osna praia vendendo suas empanadas,
não as “da lata”, mas as “dos Hermanos”.
dos haitianos, os argenti6 Além nos disputavam as areias com os
ambulantes brasileiros, muito por causa do peso, o real vale seis vezes mais. muito a pena, mesmo 6 Esobvalia o sol de 40º. A inflação deles
vende uma latinha de cerveja a R$ 17. Também disputam os centímetros quadrados das praias cariocas as performáticas tribos gays de todo o planeta. mil e gerais, confirmando 6 Carícias a fama do Rio de Janeiro ser 100%
“gay-friendly”, aberto, amigável a gays, ou “amigayveis”. que impressiona nos escandalo6 Osamente gays, na praia, é o exibicio-
nismo, gritos, sussurros e performance exibicionista de dançarinos.
são epidemia; bizarrice e 6 Tatuagens maugosto cobremquase ocorpotodo. os “tarlinhas” (corpo de 6 Entre Tarzan e cabeça de galinha), as “ja-
ninhas” (corpo de Jane e cabeça de galinha) são um colírio.
CENÁRIO BH MISTURA BEAGÁ/DIVULGAÇÃO
Feira Mistura Beagá reúne gastronomia, moda e arte O Museu Abílio Barreto recebe a edição de férias da feira Mistura Beagá. O espaço será ocupado por expositores locais trazendo stands dedicados a alta gastronomia e ao artesanato, bem como exposições de marcas, como a Maisis Store (foto). O evento conta ainda com show de Neto Meirelles, discotecagem e performances de palhaços. A feira tem área para crianças e pets são bem-vindos. Onde Museu Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim) Quando Neste domingo (14), às 10h Quanto Gratuito
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LUIZA BONGIR/DIVULGAÇÃO
Maior edição da Feira Fresca neste sábado Quarenta produtores de alimentos locais reúnem-se no Galpão Paraíso para a maior edição da feira de produtos orgânicos e naturais. O evento também vai contar com um menu especial de café da manhã, almoço e petiscos, com opções no cardápio para carnívoros, vegetarianos e veganos. A programação do dia também traz uma oficina de hortas a partir das 11h e discotecagem. Onde Galpão Paraíso (r. Cachoeira Dourada, 44, Paraíso) Quando Neste sábado (13), a partir das 9h Quanto Gratuito
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reportagem
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BICHOS E CAPRICHOS SAIBA MAIS Pets também podem sofrer de depressão
EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
Como identificar quadros depressivos em seu pet CAUSAS
Ausência prolongada do tutor Perda de um ente querido
Perda de um animal da convivência Mudança de rotina
Éprecisoevitarsituaçõesderiscoeatentaracomoelestêmsecomportado
SINTOMAS
UARLEN VALÉRIO
Quem tem animal de estimação sabe. Depois de um dia inteiro fora, a volta para casa é quase sempre momento de entusiasmo para os pets. Ao reverem seus tutores, os bichinhos ficam tão satisfeitos que o sentimento virou expressão: “feliz pra cachorro”. No entanto, é bom ficar atento, afinal, a tristeza também pode atingir cães e gatos. Uma mudança de rotina, a ausência prolongada ou a perda de um ente querido são algumas das razões que podem desencadear um trauma, terminando em quadros de depressão. Sim, os animais domésticos também sofrem desse mal. “Não há estudo que associe predisposição a alguma raça específica, certo é que esses animais podem desenvolver depressão”, explica a veterinária Luiza Albuquerque Romualdo. “Eles podem sofrer um grande estresse por uma mudança drástica de hábito, por exemplo, se seu tutor precisar ficar muito tempo fora, ou se for preciso mudar de casa”, cita a especialista. No caso da ausência prolongada, é bom oferecer alternativas para os animais. “Para os gatos, que têm apego pelo território, o ideal é que algum conhecido vá a casa do tutor para alimentar e fazer companhia para os felinos”. Já os cachorros “poAlex Bessas
Apatia
dem ser levados para a casa de alguma pessoa com a qual eles tenham vínculos durante esse período”, indica a veterinária. SINAIS DE ALERTA Embora sejam casos mais pontuais, mudanças de rotina em geral devem ser pensadas com cuidado para não causar estranhamento nos animais. “O ideal é criar estímulos, por exemplo, dar petiscos antes de sair, para que esses momentos de despedida não sejam associados apenas com algo negativo”, orienta Luiza. Atentar-se aos sinais que estes animais apresentam é essencial para identificação de possíveis quadros depressivos. “O animal pode começar a se mutilar, se lamber demais até se ferir ou se morder. Pode ficar apático e passar a evitar o contato com seu tutor, reagindo até de forma violenta”, enumera Luiza. Nessa situação, é preciso realizar consulta veterinária. Em alguns casos, a mudança de manejo é suficiente para que o animal supere esse quadro. Em outros, mais severos, é preciso que o profissional administre medicamentos. Negligenciar o sofrimento dos bichinhos pode trazer consequências severas. Nos felinos, há risco de desenvolvimento de lipidose hepática: doença que aparece quando esses animais deixam de comer – uma das consequências da depressão – e que pode levar à morte. Se o tratamento for corretamente seguido, em alguns meses o pet pode se recuperar.
Falta de apetite
Automutilação: o animal pode se morder ou se lamber causando feridas em si
Intolerância ao contato com o tutor O QUE FAZER Faça uma consulta veterinária: só assim é possível ter o diagnóstico preciso
“
Para chegar a um diagnóstico seguro de depressão no cão ou no gato, é preciso um cuidadoso exame clínico, verificando a possibilidade de a mudança de comportamento estar associada a outra patologia.” Luiza Albuquerque Veterinária
Perda dolorosa: Thais conta que sua cachorra Lambita entrou em depressão depois da morte de outra cadela da família
Em alguns casos, a mudança de manejo é suficiente para recuperação Em outros, é necessário ministrar fármacos psicotrópicos
Atos simples podem ajudar na recuperação do animal A estudante Thais Afonso, 20, conviveu por 15 anos com Ratinha e há 11 anos cuida de Lambita, suas cachorrinhas de estimação. A cadela mais velha morreu há quatro meses. Sozinha, a mais nova sentiu a dor da perda. “Com a morte da Ratinha, ela começou a desenvolver um quadro depressivo”, lembra a estudante. No total, foram “três
semanas sem comer nada”. Apática, a cachorrinha parecia não ter lugar em casa. “Já estávamos marcando uma consulta para ela, quando uma amiga, de uma ONG de proteção aos animais, sugeriu que a gente adotasse outro cachorrinho”, conta a tutora. A sugestão foi logo aceita e, em semanas, Lambita voltou a
ter o comportamento habitual. A veterinária Luiza Albuquerque Romualdo acredita que essa é uma escolha acertada. “Em muitos casos, animais que perdem seus companheiros aceitam bem a presença de um novo integrante, isso é uma boa alternativa. É muito recomendado”, sugere.
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reportagem
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COMPORTAMENTO Automutilação digital, novo perigo para adolescentes PETER LAMBERT / REPRODUÇÃO
Estudoamericanoapontaqueumem cada16jovensestádifamando-senas redessociais,ochamado“autocyberbullying” Primeiro v e i o o bullying: “Fulana é horrorosa”. Depois, com as redes sociais, o cyberbullying, em que as ofensas passaram a ser feitas online, alcançando grandes proporções. Existe também a automutilação: pessoas com sintomas depressivos que se cortam. Agora surge um novo fenômeno, não menos assustador: jovens estão se agredindo de maneira anônima e online. Um estudo norte-americano mostrou que um em cada 16 adolescentes já fez esse tipo de post, denominado “autocyberbullying” ou “automutilação digital”. Isso acontece quando alguém cria um perfil online falso para postar, compartilhar ou enviar mensagens e ameaças de ódio contra si próprio. E já há casos do tipo denunciados no Brasil. “Nos faça o favor de se matar”; “Você deve pular de um telhado e se matar”; “Você é patético e não merece estar vivo”. Esses comentários foram publicados em um popular Joana Suarez
aplicativo de redes sociais anônimas dos Estados Unidos (EUA), e um professor de justiça criminal da Universidade de WisconsinEau Claire, Justin W. Patchin, foi contatado por um policial que estava investigando essas ameaças. Até que eles descobriram que o remetente das mensagens prejudiciais era o próprio destinatário.
“
Os pais não devem ignorar a possibilidade de que a mensagem prejudicial recebida online por seu filho tenha sido enviada pelo filho”. Justin W. Patchin pesquisador de ciberbullying
Patchin e Sameer Hinduja, professor da Escola de Criminologia e Justiça Criminal da Universidade Florida Atlantic, dirigem o Cyberbullying Research Center. Eles entrevistaram 5.539 jovens de 12 a 17 anos para entender o alcance do que chamam também de “autodano digital”. Os pesquisadores se impressionaram com o fato de 6,2 % dos adolescentes terem respondido que já publicaram online, anonimamente, algo ofensivo sobre si mesmos. De acordo com a pesquisa, meninas fazem isso com menor frequência que os rapazes, mas os motivos que as levam à autoagressão seriam mais preocupantes, segundo Patchin. Enquanto os meninos dizem querer apenas chamar a atenção, nas palavras delas há sinais de depressão, diz o especialista americano. Os adolescentes homossexuais, os que já haviam sido vítimas de cyberbullying, e os que relatam fazer uso de drogas, ter sintomas depressivos ou ter se envolvido anteriormente com comportamentos de automutilação offline são significativamente mais propensos ao
No estudo, metade das respostas sobre “por que os jovens se envolvem em auto-danos digitais” estava relacionada a reação dos outros: “queria que as pessoas sentissem pena dele” ou “queria ter certeza que alguém realmente se importa com ele”
autodano digital (veja mais no infográfico abaixo). Esses comportamentos ganharam mais atenção em 2013, quando a garota inglesa Hannah Smith, 14, enviou mensagens negativas anônimas em uma plataforma de mídia social semanas antes de seu suicídio. No ano passado, a norte-americana Natalie Natividad, 15, também suicidou-se depois de sofrer bullying na escola e online. As ofensas anônimas contra ela em um aplicativo a chamavam de “feia” e diziam que ela “deveria se matar”. As investigações mostraram que as duas jovens eram as próprias autoras da maioria das mensagens de
ódio. COMEÇO “Havia um foco maior nas formas tradicionais de autolesão entre adolescentes (que se cortavam, se queimavam), não só por causa do dano físico e da turbulência interna, mas também pela ligação do autodano com o suicídio. No entanto, a versão digital da automutilação não estava tendo a mesma investigação”, escreveu Patchin em seu artigo sobre o estudo, publicado na página do Cyberbullying Research Center e enviado por ele à reportagem. O professor ressalta, porém, que esse levantamento é só o começo da percepção
sobre esse universo. No Brasil, o psicólogo e diretor de educação da SaferNet (associação civil com foco na defesa dos direitos humanos na internet), Rodrigo Nejm, afirma que há relatos pontuais de educadores de algumas escolas que se encaixam nesse fenômeno. “Tomamos conhecimento de alguns casos em que o próprio sujeito inicia o ataque contra ele online para entender como os outros o veem, para acessar sua popularidade, testar se alguém vai defendê-lo, ou casos relacionados com grupos que já praticam a automutilação (offline)”, alerta. EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
CONTRA ELES MESMOS
Mais propensos
Um em cada 16 estudantes já postou agressões contra si na rede
Nos faça o favor de se matar Você deve pular de um telhado e se matar Você é patético e não merece estar vivo Se você não se matar esta noite, eu vou fazer isso por você
Uma pesquisa feita nos Estados Unidos com 5.539 alunos do ensino fundamental e médio (entre 12 e 17 anos) apontou que cerca de 6,2% já publicaram online algo muito ruim sobre si mesmos de maneira anônima. É o chamado “autociberbullying”, quando jovens postam ameaças, agressões, expressões danosas (o bullying online) para eles mesmos
Admitiram fazer isso
Outras razões Os motivos Meninos descreveram seu comportamento como uma piada ou uma maneira de chamar a atenção Meninas disseram que o fizeram porque estavam deprimidas ou sofreram algo psicológico
Entre estes que disseram praticar o autodano digital O FIZERAM APENAS UMA VEZ
Em questões abertas, os estudantes citaram como motivação para as agressões online: auto-ódio procurando atenção sintomas depressivos ideação suicida para ser engraçado para ver se alguém reagiria
O FIZERAM ALGUMAS VEZES O FIZERAM MUITAS VEZES
O principal comentário foi:
FONTE: CYERBULLYING RESEARCH CENTER, JUSTIN W.PATCHIN E SAMEER HINDUJA
ME NI NA S
ME NI NO S
51,3%
35,5% 13,2%
“Estavam procurando uma resposta”
A idade e a raça dos entrevistados não fizeram diferença quanto ao comportamento depreciativo na rede Já os adolescentes homossexuais foram três vezes mais propensos a praticar o autociberbullying do que os heterossexuais
40%
16,5%
dos alunos, aproximadamente, sofreram bullying na escola
dos alunos foram agredidos pela internet
As vítimas de bullying eram seis vezes mais propensas a ter essa atitude contra si mesmas, e as vítimas de ciberbullying, quase 12 vezes mais do que as que não eram vítimas Desvio de comportamento: 13x mais Uso de drogas: 6x mais Sintomas depressivos: 5x mais Automutilação offline: 3x mais
reportagem
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COMPORTAMENTO Mensagens podem ser um pedido de socorro As motivações dos adolescentes para praticar o autocyberbullyingsão ao mesmo tempo curiosas e preocupantes, segundo o levantamento do Cyberbullying Research Center. Uns responderam que queriam ser engraçados ou que, por se sentirem tristes, precisavam da atenção dos outros. Alguns estavam em busca de uma reação dos amigos para saber se eles “eram realmente amigos”. Outros relataram problemas com baixa autoestima ou auto-ódio, “porque já se sentiam mal e queriam piorar”. O pesquisador Justin W. Patchin concluiu seu artigo com uma mensagemchave: pais, educadores, agentes da lei e autoridades que investigam o cyberbullying devem estar abertos à possibilidade da ocorrência de autodano digital e entender que há sempre um problema a ser resolvido. As vítimas de mensagens prejudiciais, independentemente do remetente, precisam de ajuda, pois as autoagressões podem indicar um pedido de socorro de um jovem em sofrimento psicológico. “Os adolescentes que são vítimas de bullying – seja por um estranho, um companheiro ou por si mesmos – muitas vezes preciJoana Suarez
Especialistasalertamparaa necessidadedequepaiseescolas entendamqueoadolescente, nessescasos,passaporsofrimento enãodeveserjulgado sam de apoio, amor e, acima de tudo, atenção saudável”, é a conclusão do estudo, acrescentando que pessoas que trabalham com a juventude devem considerar a gravidade desse fenômeno e proporcionar aos jovens em dificuldades o auxílio de que eles precisam muito antes de decidir se machucar. Mas, na hora de avaliar um caso concreto de autociberbullying, é fundamental tomar cuidado para não culpabilizar a vítima, que, no caso, é também a autora. “Essa não é uma escolha racional, é retrato de um sofrimento, um sinal claro de que essa pessoa está com um sofrimento muito importante, que ela
tem vergonha e medo de revelar e deve receber apoio logo. Antes de julgar e condenar, escute e discuta”, alertou o psicólogo da SaferNet Brasil Rodrigo Nejm. O tabu em torno das ideias suicidas e da depressão pode piorar tudo. “Por que você faz isso?”, “Eu te dou amor”, “Você temtudo”sãodiscursosaparentemente para proteger, no entanto, segundo Nejm, podem ser ainda mais opressivos para quem está vulnerável. Para o psicólogo, até essa suposta carência do adolescente que faz algo para “chamar atenção” é um grande pedido de ajuda. O mundo digital tomou tamanha proporção na vida da criança e do adolescente hoje
QUANDO HÁ CRIME Para que ocorrências de bullying sejam investigadas pela polícia é necessário que a vítima ou alguém denuncie. As ofensas em grupo ou individuais no meio digital podem ter caráter criminoso ser caracterizadas como injúria, difamação e calúnia. “Nos Estados Unidos, as pessoas entram mais na esfera civil do que criminal”, afirmou o delegado Felipe Nogueira da 1ª Delegacia de Crimes Cibernéticos de Belo Horizonte. O mais difícil é a identificação dos autores que geralmente usam perfis falsos.
Meio digital reproduz ações do mundo real Em sua consequência mais drástica, o bullying e o cyberbullying levam jovens a cometerem suicídio. Na era digital, essa atitude extrema vem sendo cada vez mais transmitida ao vivo em redes sociais. Thiago Nagafuchi acaba de desenvolver tese de doutorado na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) sobre o suicídio na era digital. No estudo, ele percebeu que as pessoas em sofrimento têm necessidade de comunicá-lo, mas encontram barreiras porque o suicídio ainda é um tema não dito, um tabu. “Mais de dois terços dos respondentes da
PIXABAY/DIVULGAÇÃO
pesquisa disseram que já pensaram em suicídio. Ou seja, é comum, em algum momento da vida, a pessoa já ter pensado em suicídio, mas ninguém tem coragem de falar sobre isso”. Para Nagafuchi, as pessoas tendem a fazer no meio digital o que elas já faziam fora dele. Ele alerta para a necessidade de que tanto as redes sociais, que são empresas, quanto os formuladores e pensadores de políticas públicas reflitam sobre formas específicas de fazer prevenção na internet. “É algo que demanda formas ágeis, já que muitas coisas acontecem em tempo real. É um desafio gigantesco”.
Antes da internet, ocorriam casos de autodano por meio de cartazes e recados nos murais da escola, onde os jovens denegriam a si mesmos, lembrou o psicólogo da SaferNet Brasil Rodrigo Nejm
que eles se tornaram mais fragilizados diante da avaliação do outro, opina a psiquiatra infantil da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Ana Maria Lopes. “É uma geração diferente do jovem que nasceu nas décadas de 1960 e 1970 e teve oportunidade de estabelecer um diálogo mais próximo das pessoas, receber um cartão de Natal”, diz. Ela lembra que os adolescentes de 12 a 17 anos já nasceram inseridos na rede social como forma de comunicação principal. “Eles sempre têm que mostrar nas redes so-
ciais que estão bem, mas, por meio desse autocyberbullying (com um perfil falso), eles têm a oportunidade de postar sobre seu sofrimento”, diz Ana Maria. ALERTA Na escola e na turma de amigos de Clarissa*, 12, em Belo Horizonte, ainda não houve nenhum caso descoberto de autodano digital praticado de maneira anônima, mas ela cita várias situações de cyberbullying e, inclusive, de garotas que falam mal de si mesmas publicamente online. “Já vi várias crianças falando em
Instagram, Twitter, Snap: sou uma trouxa, ninguém gosta de mim, eu sou um bosta, sou gorda, ridícula...”, contou Clarissa. Já houve uma situação de uma colega dela expor que tentou suicídio porque se achava estranha. “Outra vez, um menino criou um grupo no Facebook (Nós Odiamos Fulana) para fazer piada com uma garota que tinha desagradado a ele, e os pais foram chamados na escola para ver vídeos sobre bullying, a gente já teve que fazer trabalhos”. (*Nome fictício)
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O QUE FAZER O ideal é que os adolescentes utilizem a internet em espaços comuns da casa, para que os pais vejam o que está acontecendo, e não fiquem trancados no quarto por muito tempo Verificar se o jovem tem outro perfil em alguma rede para falar de um sofrimento que não é algo que ele expõe em seu cotidiano
Uso saudável A Sociedade Brasileira de Pediatria orienta não expor crianças de até 2 anos às mídias digitais, pois prejudica o processo de desenvolvimento e aquisição de linguagem. Com o adolescente, é importante perceber se o tempo de exposição não está sendo prejudicial, verificando se ele está indo bem na escola, se está fazendo atividades esportivas, encontrando amigos e convivendo com a família
Como identificar e prevenir o autociberbullying COMO LIDAR COM OS CASOS Ao identificar o autociberbullying, não condenar ou diminuir o fato, mas tratar com seriedade De forma indireta, esse jovem está comunicando um problema gravíssimo, que ele não consegue expressar de outro jeito
AJUDA
O SaferNet Brasil oferece um canal de ajuda para pais, educadores e adolescentes
Uma equipe de psicólogos atende no helpline para conversar, orientar e ajudar por email e chat online: helpline.org.br. (o acesso é anônimo e sigiloso)
FONTE: PESQUISA DIRETA COM ESPECIALISTAS
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ESPAÇO GOURMET DILSON FERREIRA/DIVULGAÇÃO
DE BANDEJA I
Abertos ao sabor
BRUNO SOARES/DIVULGAÇÃO
Churrasco bom e sem pressa Inspirados pelo método texano e sulista de se fazer carne grelhada, os entusiastas do churrasco André Prates, Marcelo Prates e Flávio Braga se uniram aos chefs Gael Paim e Antônio Marreta (leia-se Butchery BBQ & Drinks e Eat1877) para colocar em prática o projeto da casa inaugurada neste mês no Jardim Canadá, a Coal-Bar- B-Que Market. Nas grelhas, serão assados lentamente, por até 14 horas, cortes como os briskets, o pulled pork e sobrepaleta suína. Já neste domingo (14), o especialista Daniel Lee, juiz do Kansas City Barbeque Society, nos EUA, vai ministrar o “Workshop Low & Slow”.
Sanduíchescom umasófatiadepão, clássicosdaEuropa, conquistamBH
Para fazer a própria cerveja Se aprender a fabricar a própria loira é uma de suas metas para 2018, a dica é o curso de produção de cervejas artesanais da Dünn Cervejaria, que será realizado no dia 20 de janeiro, das 8h às 18h, no Mercado Central. O valor é de R$ 350. As aulas são coordenadas pelo mestre cervejeiro Carlos Henrique de Faria Vasconcelos. Inscrições pelo site www.dunncervejaria.com.br.
Sanduíche é daquelas unanimidades. Com uma infinidade de combinações, agrada os “ogros”, que sentem-se representados nos hambúrgueres com bacon; os veganos, graças a versões contemporâneas; a turma da dieta, vide opções com baixo sódio e carne magra, e até os adolescentes e as crianças, que, historicamente, torcem o nariz pra quase tudo. Quem ainda tem dúvidas de sua capacidade inventiva precisa conhecer, agora, os sanduíches abertos, que já têm espaço em BH. No restaurante Benvindo, a sugestão é o panine com roast beef. “Ele é bem leve e saudável. É preparado em um pão 12 grãos e servido com salada e iogurte natural”, comenta o subchef do estabelecimento, Luiz Rezende, que ainda dá dicas para quem quer fazer preparos do tipo em casa. “Tem que escolher um pão com casca grossa. E o ideal é dar uma selada em uma frigideira ou grelha, para garantir a crocância”, ensina. A chef do Guaja, Júlia Pertence, incluiu recentemente um cardápio de tartines na casa e acredita que o sanduíche aberto combina com quem busca receitas low carb. No caso de seu menu, em especial, as opções são funcionais. “Via que muita gente, no período noturno da casa, pedia nossos hambúrgueres sem o pão, por causa desta onda de diminuir glúten e priorizar proteínas”, comenAline Gonçalves
A Catalunha foi parar na pizza Molho ao sugo, muçarela, geleia de damasco, tâmaras, fue catalan (linguiça de paleta suína), jamón serrano (presunto cru), flor de cebola roxa com redução de aceto balsâmico e mel são os ingredientes para a pizza Cataluña (R$ 68, a média), novidade da Parada do Cardoso. Segundo Daniel Carvalho, um dos sócios, quando ele e a sua irmã, Luciene Carvalho, conheceram o salame espanhol (jámon ibérico), pesquisaram ingredientes para fazer uma combinação agridoce para a pizza. O resultado? Só experimentando.
ta. “O cardápio das tartines foi pensado para termos opções diferentes para a hora do café, queríamos fugir do pão de queijo. Além disso, somos um coworking, um espaço de trabalho, então priorizamos ingredientes que ajudam no desempenho mental, como o abacate, as castanhas e o grão-debico”, explica. No Guaja, é possível escolher, por exemplo, o Tamóios, que leva pão Cum Panio d’antan tradicional, guacamole, ovinhos de codorna e sal rosa do Himalaia. “No calor, as tartines estão saindo muito, porque satisfazem sem encher”, defende a chef, que ainda dá uma valiosa dica aos que pretendem reproduzir receitas do tipo. “Depois de grelhar o pão, é bom raspar um dente de alho e colocar azeite antes de tudo. Como é um preparo simples, vale priorizar os ingredientes, comprando um pão supergostoso ou um cogumelo diferente, como fazemos aqui”, argumenta. CLÁSSICOS
Apesar de os sanduíches abertos só estarem ganhando espaço em Minas recentemente, eles são antigos na cultura alimentar de países como Alemanha, Polônia e Dinamarca. No Sul do Brasil, onde houve influência europeia preponderante, também são frequentes. Na capital, um lugar que traz essa tradição é o Svarten Mugg Taverna, de influência viking. Por lá, o cardápio é cheio de sanduíches smørrebrød, clássico dinamarquês, cujo nome significa pão com manteiga. Uma das sugestões leva salmão curado e defumado, molho de camarão ao sour cream, alcaparra e limão-siciliano. “No início, as pessoas estranham muito, jogavam até no Google pra entender o hábito de um sanduíche só com uma fatia de pão. Agora, é um dos fortes da casa”, diz o sócio Conrado Salazar. Algumas combinações do cardápio são abrasileiradas, mas, ele explica, 99% da receita segue o original. “O pão, apesar de ser o de centeio, é me-
nos ácido. Também usamos menos manteiga de tomate”, diz. Para a chef Sabrina Gomide, da Experimente Cozinha Food Lab, a Polônia foi a inspiração na criação de um zapiekanka, nome do tradicional sanduíche do país, espécie de baguete cortada ao meio e assada (veja na página ao lado). “É uma receita prática, a pessoa pode fazer quando chega em casa ou para os amigos, disponibilizando vários toppings para cada um montar o seu”, comenta. A dica que ela dá é ter atenção na hora de partir a baguete, para que a divisão seja proporcional. “Caso contrário, uma parte vai torrar mais. Além disso, o forno precisa estar pré-aquecido, se não, quando o queijo derreter, o pão já vai ter passado do ponto”, diz. Para ela, a receita tem, ainda, a facilidade de poder se preparada com crianças – a chef pretende inclui-la em sua colônia de férias para ‘chefinhos’, em sua cozinha-escola. “É uma receita fácil até para quem tem medo de cozinha”, destaca.
HELENA LOPES / DIVULGAÇÃO
KELLEN PAVÃO/DIVULGAÇÃO
O Tamóios leva pão Cum Panio d’antan, guacamole, ovinhos de codorna e sal rosa do Himalaia, e é servido no Guaja
reportagem
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DE BANDEJA II
RECEITA Zapiekanka mineiro Receita da chef Sabrina Gomide, da Experimente Cozinha Food Lab INGREDIENTES SANDUÍCHE 2 baguetes partidas ao meio (na horizontal) Molho de tomate o quanto baste 10 g de manteiga 1/2 cebola 5 g de sal 5 g de pimenta-do-reino 10 g de pimenta biquinho 200 g de linguiça de porco 100 mL de cachaça 200 g de queijo Canastra meia cura
MODO DE PREPARO SANDUÍCHE Pré-aqueça o forno a 180º C por 15 minutos. Derreta a manteiga na frigideira. Corte a cebola em cubinhos e doure na frigideira. Acrescente a linguiça picada. Mexa por cinco minutos e adicione a cachaça. Mexa mais até que evapore o líquido. Acerte os temperos e reserve. Coloque as baguetes cortadas em uma forma. Passe o molho de tomate e coloquei a pimenta biquinho, picada grosseiramente. Em seguida, adicione a linguiça e o queijo, que deve cobrir a carne. Asse por 20 minutos ou até o queijo derreter. Retire do forno e finalize com o catchup. Sirva quente.
KELLEN PAVÃO/DIVULGAÇÃO
CATCHUP DE GOIABADA Refogue no óleo a cebola com uma pitada de sal. Adicione o alho e mexa até o fundo da panela começar a dourar. Adicione o tomate pelati, baixe o fogo e deixar cozinhar. Acrescente o molho inglês, o açúcar mascavo, o vinagre de maçã, a pimenta dedo-de-moça picada e a goiabada cascão em cubinhos. Tempere com um pouco de sal. Deixe cozinhar por cerca de dez minutos ou até amolecer a goiabada. Bata com um mixer e passe na peneira, caso goste do catchup mais liso. Conserve na geladeira por até um mês. LEO FONTES
Sanduíche aberto preparado em BH é inspirado em clássica receita polonesa
CATCHUP DE GOIABADA 2 latas de tomate pelati 1 cebola roxa 2 dentes de alho 1 pimenta-dedo-de-moça 200 g de goiabada cascão 2 colheres (sopa) de molho inglês 5 g de sal 1 fio de óleo 1 colher (sopa) de açúcar mascavo 3 colher (sopa) de vinagre de maçã
Moqueca para todos os gostos Mesmo quem não está de férias pode sentir, em BH, um gostinho de praia, graças aos diversos estabelecimentos da cidade especializados em peixes e frutos do mar. Aliás, mesmo quem não come carne pode experimentar uma receita tradicional do litoral brasileiro: a moqueca. No Do Peixe Restaurante (av. Guarapari, 562, Santa Amélia), há uma versão vegana, preparada com tomate, pimentão, cebola, banana-da-terra e palmito. O prato é finalizado com leite de coco e coentro, e servido com arroz branco e farofa de dendê (R$59,90, para dois; R$ 89,90, para quatro; foto).
Para veganos – ou não
Olhar e paladar juntos UARLEN VALÉRIO/DIVULGAÇÃO
Ingredientes frescos na mesa
O chef Ozeas Gonzaga e o fotógrafo Nélio Rodrigues trocam experiências na produção dos pratos
cliente também acompanha e assiste enquanto ela é preparada”, afirmou. Para completar a experiência e justificar o nome do projeto, a imagem ganha um reforço durante o evento. Nélio Rodrigues monta um estúdio dentro do restaurante, para que os convidados que estão participando do jantar tirem os seus retratos. “Eu mando as fotos em tempo
real para os participantes e eles ficam com essa recordação do evento, além da receita personalizada, para poderem preparar o mesmo menu em casa”, explica. Ainda de acordo com ele, assim, o cliente ganha a oportunidade de conhecer melhor a dinâmica do restaurante e voltar em novas oportunidades. Por enquanto, a programação dos jantares do projeto está
sendo divulgada pelo Instagram do fotógrafo (@neliorodriguesr). Futuramente, ele pretende também reunir os encontros e experiências em um livro, “com fotos e receitas, além de um documentário e uma exposição que mostrará o lado B da cozinha, a etapa de colocar a mão na massa e a imagem do chef além da cozinha”, planeja. (Lorena K. Martins)
Assinado pelo chef Marcos Help, o novo menu do restaurante Olga Nur aposta em pratos que ressaltam o frescor de ingredientes regionais sob uma apresentação contemporânea. A valorização de produtos brasileiros compõe toda a identidade do novo cardápio, que engloba carnes, peixes e frutos do mar, sob diferentes técnicas de preparo. Destaque para o peixe branco com purê de banana assada e frutas cítricas (R$ 68; foto) e para a carne serenada fatiada com chips de batata doce (R$ 58).
VICTOR LUPIANEZ/DIVULGAÇÃO
Depois de fotografar, durante anos, muitos, mas muitos pratos de comida em diversos restaurantes da capital mineira, o fotógrafo Nélio Rodrigues decidiu participar mais ativamente da gastronomia, de uma forma que são fosse apenas quando o prato estivesse pronto. Assim, criou o Imagem com Sabor, projeto que mostra os bastidores da gastronomia: enquanto chefs renomados trabalham em suas cozinhas, o fotógrafo, que tem 38 anos de experiência, vai clicando cada detalhe do preparo – e também da montagem do prato, até que ele fique pronto. Não só. Na hora de servir, aguarda o cliente degustar e registra, ainda, a sua reação ao experimentar a receita. A primeira edição ocorreu no fim do ano passado, no Casa do Chef, do chef Ozeas Gonzaga, que teve um menu criado exclusivamente para a ocasião. “Eu recebo os participantes, ajudo a preparar a comida junto ao chef e aproximo as pessoas uma das outras”, revela o fotógrafo, que relembra sua trajetória clicando eventos sociais para a revista “Caras”. “Em vez de apenas sentar e esperar o prato pronto chegar à mesa, o
O 1º Veggie Burguer Fest do Cheers Bar (r. Tenente Vitórino, 10, Santa Tereza) tem todas as credenciais para agradar até quem não é vegano – e com um precinho camarada. A partir das 11h do domingo (14), sugestões como mini-hambúrgueres de soja com cheddar vegano, moranga com quinoa e shimeji, e bebidas, como sucos naturais, caipirinhas e cervejas, sairão por apenas R$ 5.
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almanaque CCBB >Mostra permite que visitante se integre às obras e vivencie novos tipos de experiências
Arte na era disruptiva De uns tempos para cá, visitar museus tem se tornado uma experiência nova. Não necessariamente pelas exposições e mostras que são oferecidas nesses espaços, mas pelo comportamento dos visitantes. Entre selfies, transmissões ao vivo e outras variações de registros de tais momentos, o público, sempre com celular em punho, vem se integrando ao que antes apenas assistia – fato que, em si, denuncia o óbvio: vivemos uma era disruptiva, isto é, que rompe com tradições e inaugura novos paradigmas de comportamento. Claro, há quem ainda torça o nariz e estranhe tanta interação. Mas há também quem não sinta incômodo algum diante dessa nova realidade, pelo contrário: o cenário é de entusiasmo. É o caso de Ricardo Barreto e Paula Perissinotto, organizadores do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File), que traz para o CCBB de Belo Horizonte, a partir da próxima sexta (19), a mostra “A Arte Eletrônica na Época Disruptiva”, que reúne 120 obras, entre instalações imersivas e animações. “É uma mostra que tem interatividade, mas não só: tem ‘vivenciação’, imersão e outras formas de cinetismo”, avisa Barreto, para quem as novas experimentações artísticas significam, para a nossa sociedade, o que o lançamento do primeiro filme representou à sua época. “É muito claro que houve uma disruptividade do comportamento clássico do espectador diante da obra de arte. Hoje, o público quer participar, se envolver, vivenciar”, analisa. Como exemplo, o curador indica como o público alAlex Bessas
abertura 19.jan.
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Sensorial Ser “esmagado” entre dois travesseiros gigantes é uma das experiências da mostra Disruptiva
terou, em seu contato, uma das obras expostas em “Disruptiva”. “A peça ‘Piso’, dos brasileiros Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti, foi pensada para que as pessoas ficassem de pé. Mas logo se viu que os visitantes curtiram sentir aquela onda deitados, mudando o sentido, transformando a experiência”, comenta ele, para, em seguida arrematar que “ver as reações das pessoas é contaminante!”. SUCESSO A exposição que chega à capital mineira já passou, no último ano, por Brasília. Lá, durante 60 dias, quase 140 mil visitantes estiveram no local, interagindo com as obras e instalações. “Considerando todas exposições que fizemos com o File, conseguimos levar 350 mil pessoas para os museus. Nenhum outro evento de arte e tecnologia do mundo consegue acessar tantas pessoas. Nesse
quesito, somos os maiores”, orgulha-se Barreto, lembrando que o público anual pode ser até maior que o alcance do Inhotim, maior museu a céu aberto do planeta. Para chegar a um número tão expressivo, foram anos dedicados a compreender esse novo formato artístico. “Iniciamos em 2000, quando começamos a notar que uma gama de tecnologias modificava nosso comportamento em relação às obras de arte”, lembra o curador. Inicialmente, aliás, havia quem não acreditasse que a proposta fosse ser popular. “Diziam que seria algo para intelectuais e o que a gente viu foi justamente o contrário”, assegura ele, completando que, “nestes 18 anos, o público só vem aumentando, exponencialmente”, afirma. DESTAQUES Ao Pampulha, o curador da mostra indicou alguns destaques de
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> Disruptiva
18º edição do File – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica. CCBB (praça da Liberdade, 450, Funcionários). De 19 de janeiro até 19 de março. De quarta a segunda, das 9h às 21h. Entrada gratuita. FILE/DIVULGAÇÃO
“
A era disruptiva e suas novas tradições afetaram o fazer artístico e modificam a arte contemporânea Ser envelopado a vácuo entre duas folhas plásticas e passar a integrar a mostra, sendo parte da obra, é outra vivência possível
“Disruptiva”. “Eu, particularmente, gosto muito de ‘Physical Mind’ (do holandês Teun Vonk), que consiste em dois balões infláveis. A pessoa deita e, enquanto ele é inflado, tem a sensação de estar indo para o espaço. E tem outro balão, que vai comprimindo a pessoa, criando uma sensação de relaxamento”, detalha. “Teun Vonk quis fazer a obra porque era algo que trazia muita calma para ele”, acrescenta. Dos alemães Thi Binh Minh e Christin Marczinzik, “Swing” é outra experiência inquietante da mostra, consistindo basicamente em um balanço e óculos de realidade aumentada. “Há o cinetismo do balanço físico, comportamento que coincide com o universo virtual. A sensação que você tem é que está voando!”, afirma Barreto, emendando ser algo “profundamente impactante”. Outro trabalho que ganha holofotes é “Shrink 01995”, do belga La-
wrence Malstaf, obra que permite que o visitante seja embalado a vácuo entre duas folhas plásticas e suspenso ali, no meio da sala, tornando-se parte da exposição. Em outras instalações, é possível, por exemplo, experimentar trocar virtualmente de sexo para contemplar uma praia deserta. À medida que narra as experiências que a imersão e interação com as obras lhe trouxe, Barreto pondera que só há uma forma de entender, de fato, o que ele está falando. “Quando estiver lá”. Afinal, ao falar sobre, a experiência pode parecer muito abstrata e só “tête-à-tête” é possível compreender esse “brincar com os sentidos”. Para ele, por sinal, a experiência só é completa quando coletiva. Portanto, visitar a mostra com a casa cheia é algo que se integra à proposta de “Disruptiva”. “Vá lá um dia para ver as reações das pessoas. É algo impressionante”, aconselha, com ênfase. Da trajetória do File, esta é sua 18º edição. O fato de começar o ano em Belo Horizonte, pois, é razão de orgulho por parte dos curadores. “Estamos abrindo o ano aqui e é uma honra, já que consideramos BH um cenário interessante, com um público aguçado, curioso. Nós vemos os mineiros dentro desse contexto da inovação, da disruptividade”, elogia Barreto. Ele avisa que a ideia é também “intrigar as pessoas, fazendo com que tenham novas percepções. Assim, será possível sentir tudo de uma outra maneira”, sinaliza, perceptivelmente animado.
Ricardo Barreto, organizador do File
No balanço, o visitante vivencia um misto de experiências: a vertigem física associada à visão da Terra, observada do espaço por meio dos óculos de realidade aumentada
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ARTES VISUAIS Palavras que deixam rastros DANIEL PINHO/DIVULGAÇÃO
Com um trabalho ancorado na pintura, o artista belo-horizontino Luiz Lemos, já há alguns anos, expressa um olhar para as relações entre o texto e a imagem em suas composições. Na mostra “Dissol (vendo) Palavras”, em cartaz na Galeria de Arte BDMGCultural, ele apresenta mais um desdobramento dessa pesquisa que desenvolve desde 2012. Na próxima quinta (18), o artista se une ao curador da mostra, Júlio Martins, para um bate-papo com o público sobre as pinturas apresentadas. Somado à conversa, Lemos promove ainda o lançamento do catálogo que traz à baila o cerne de suas pinturas. Construídas a partir de elementos da comunicação, como letras, balões de quadrinhos, e também da comunicação urbana, como sprays de grafites e pixos, as peças do artista, diferentemente das Carlos Andrei Siquara
exposições ATENAS E SUA ACRÓPOLE A mostra discute a relação entre os monumentos, a cidade e os cidadãos atenienses, desde a época de sua criação, até as mudanças experimentadas pela cidade através dos séculos. Hall da Prefeitura de Belo Horizonte (av. Afonso Pena, 1.212, centro). 2ª a 6ª, das 9h às 18h. Temporada indeterminada.
BDMG MEMÓRIA VIVA A exposição mostra a história do banco por meio de vídeos, textos e outros arquivos da instituição, material cedido por funcionários, ex-funcionários e clientes. Hall de entrada do BDMG Cultural (r. Bernardo Guimarães, 1.600, Lourdes, 3219-8599). Diariamente, das 10h às 18h; 5º, das 10h às 21h. Permanente.
obras predecessoras, trazem o signo verbal ainda mais fragmentado. “Há a presença de uma dissolução das palavras que surge quase como se fosse uma fresta. Elas praticamente não existem ali, mas indicam que poderiam estar naquele lugar, deixando apenas a possibilidade de se ler o que existe entre os discursos”, observa Lemos. Ele relata que constrói suas pinturas em camadas. “Meu processo é de recobrimento. Faço uma camada, avalio e recubro depois. Isso pode acontecer uma dezena de vezes, o que cria uma espécie de palimpsesto, a partir dessassobreposições. Uma camada não anula a outra e deixa a ver o que está por trás”, completa ele. Tal resultado, a seu ver, aproxima-se dos processos que compõem a paisagem urbana. “Assim como na cidade alguém cola um lambe-lambe num post, e depois ele não está mais lá ou foi detonado pela chuva, meu trabalho lida com esse aspecto caótico e transitório”, conclui.
TRAJETÓRIA “Trabalho a construção de texto-imagem a partir da repetição de elementos visuais em diferentes combinações somadas a letras e símbolos gráficos”, pontua o artista. A vocação para unir signos verbais e não-verbais é de outrora e bebe da formação acadêmica do artista. Graduado em artes plásticas na Escola de Belas Artes da UFMG e mestre em Estudos de Linguagens no Cefet, o mineiro realizou mostras em grandes galerias da capital e, hoje, participa ativamente do fomento à produção artística por meio da criação e direção da Casa Camelo, espaço destinado à arte independente em Belo Horizonte.
DE RIBEIRÃO A AVENIDA: CONTORNOS DE UMA HISTÓRIA
de 60 anos pagam meia. Crianças de até 5 anos não pagam. Permanente.
Instalada na ilha situada na confluência das avenidas Prudente de Morais e do Contorno, a exposição aborda o processo de criação da av. Prudente de Morais. Esquina das avenidas Prudente de Morais e av. do Contorno. Diariamente. Temporada indeterminada.
GEOMETRIA PESSOAL
DIEGO E FRIDA: UM SORRISO NO MEIO DO CAMINHO O acervo é composto por quase 40 fotos de acervos pessoais de amigos e familiares dos artistas mexicanos Diego Rivera e Frida Kahlo, coletadas ao longo de 25 anos. CâmeraSete - Casa de Fotografia de Minas Gerais (av. Afonso Pena, 737, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h. Até 18/2.
Lançamento do catálogo e bate-papo com o artista Galeria de Arte BDMG Cultural (rua Bernardo Guimarães, 1.600, Lourdes). Dia 18 (quinta), às 19h. Entrada gratuita. Exposição Galeria de Arte BDMG Cultural. Diariamente das 10h às 18; 5ª das 10h às 21h. Entrada gratuita. Até 23/1.
Artista mineiro Cláudio Rocha inaugura mostra com cinco telas onde compõe uma grafia própria para diversas experiências sensoriais, intelectuais, fisiológicas e espirituais. Asa de Papel Café e Arte (r. Piauí, 631, Santa Efigênia). 2ª a 6ª, das 14h às 22h. Até 16/2.
LABIRINTO
(Leia mais na página ao lado)
Sob a curadoria de Cinara Barbosa, o artista plástico Christus Nóbrega cria foto-instalações, vídeo-instalações e esculturas que revisitam a história da Paraíba a partir de álbuns de família. Galeria Mari'Stella Tristão do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h; dom., das 16h às 21h. Até 4/3.
DISSOL (VENDO) PALAVRAS
LINHAS DE FORÇA
DISRUPTIVA
(Leia mais nesta página)
CASA&MATÉRIA A mostra celebra a própria Casa do Baile, ícone mundial e Patrimônio da Humanidade, trazendo telas que evidenciam a arte da Casa e da Lagoa da Pampulha. Casa do Baile (av. Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha). 3ª a dom., das 9h às 17h; 5ª, das 9h às 21h. Temporada indeterminada.
Dissol (vendo) >Palavras
GRECO DESIGN - O QUE AS VANDAS NÃO CONTAM
Inspirado pela memória de materiais gas-
Lançamento Artista lança o catálogo da mostra que está em cartaz no BDMG Cultural
tos e impregnados de significados culturalmente construídos, o artista Marcone Moreira apresenta obras em diferentes suportes, como pinturas, esculturas, vídeos, objetos, fotografias e instalações. Galeria Arlinda Corrêa Lima do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h; dom., das 16h às 21h. Até 25/2.
LORENZATO: SIMPLES SINGULAR Cerca de 300 obras entre pinturas, desenhos, esculturas, aquarelas e uma completa cronologia de sua vida e obra. Galeria de Arte do Centro Cultural Minas Tênis Clube (r. da Bahia, 2.244, centro). 3ª a sáb., das 10h às 20h; dom. e feriados, das 11h às 19h. Até 18/2.
LUIS JAHNEL – PINCÉIS DE AÇO Reúne 25 obras em diversos formatos e estilos criativos do artistas, usando a técnica exclusiva “o espatulado raspado”. Galeria de arte do PIC Cidade (r. Cláudio Manoel, 1.185, Funcionários, 3516-8282).
2ª a 5ª, das 8h às 18h. Até 31/1.
Permanente.
MUSEU BRASILEIRO DO FUTEBOL
MUSEU DO COTIDIANO
O visitante pode conhecer a história do Mineirão por meio de um grande acervo de imagens, exposição de troféus, bolas usadas durante as partidas, placas, entre outros objetos. MBF – Museu Brasileiro do Futebol – Mineirão (av. Coronel Oscar Paschoal, s/nº, portão G2, Mineirão, 3499-4312). 3ª a 6ª, das 9h às 17h; e sáb. e dom., das 9h às 13h. R$ 20 (inteira). Permanente.
MUSEU DE CIÊNCIAS NATURAIS PUC MINAS Panorama da fauna brasileira até o fim do período Pleistoceno, por meio de acervo inédito que apresenta animais já extintos e espécies atuais. Museu de Ciências Naturais PUC Minas (av. Dom José Gaspar, 290, Coração Eucarístico, 3319-4152). 3ª a sáb. e feriados, das 9h às 17h; 5ª, das 9h às 21h. R$ 10 (menores de 4 anos não pagam; de 4 a 12 e maiores de 65 pagam meia). CLÁUDIO ROCHA/REPRODUÇÃO
A exposição conta com imagens que registram o cotidiano dos criadores, detalhes de projetos e um pouco da intimidade das cabeças pensantes da agência. PQNA Galeria do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537,centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h; dom., das 16h às 21h.
IMAGEM E SOM: MEMÓRIA, REGISTRO E MOVIMENTO
CCBB PERMANENTE
INHOTIM
O museu abre como espaço expositivo o Salão Nobre e o Gabinete do Secretário do prédio da praça da Liberdade onde funcionaram secretarias de Estado e outros órgãos do governo. CCBB (Circuito Cultural Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). 4ª a 2ª, das 9h às 21h. Permanente.
Grande acervo de arte contemporânea brasileira e internacional, com obras de nomes como Helio Oiticica, Cildo Meireles, Amilcar de Castro e Tunga. Instituto Inhotim (r. B, 20, Brumadinho). 3ª e 6ª, das 9h30 às 16h30; sáb., dom. e feriados, das 9h30 às 16h30. Entrada gratuita às quartas. R$ 40 (inteira). Estudantes identificados e maiores
O MUSEU E A CIDADE SEM FIM Composta de fotos, objetos, vídeos, áudios e mapas, a exposição exibe acervo do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB). Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573). 3ª, 6ª, sáb e dom., das 10h às 17h; 4ª e 5ª, das 10h às 21h. Temporada indeterminada
PALAVRAS VISÍVEIS: USOS DA TIPOGRAFIA EM BELO HORIZONTE A exposição explora a diversidade da utilização da tipografia na capital mineira a partir do acervo do Museu. Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573). 3ª, 6ª, sáb e dom., das 10h às 17h; 4ª e 5ª, das 10h às 21h. Temporada indeterminada
SALA LORENZATO
CASA KUBITSCHEK Duas exposições marcam a abertura do novo espaço museológico. As mostras pretendem levar o visitante a experimentar aquele movimento cultural que deixou marcas profundas no modo de ser local. Casa Kubitscheck (av. Otacílio Negrão de Lima, 4.188, Pampulha, 3277-1586). 3ª a sáb., das 10h às 17h. Temporada indeterminada
Com área em torno de 600 metros quadrados, reúne objetos que testemunham tanto a evolução tecnológica quanto o desenvolvimento sociocultural. Museu do Cotidiano (r. Bernardo Guimarães, 1.296, Funcionários. Agendamento de visitas: 99612-2431). Permanente.
Obras do mineiro Amadeo Luciano Lorenzato, considerado um dos maiores nomes das artes visuais de Minas Gerais. Manoel Macedo Galeria de Arte (r. Lima Duarte, 158, Carlos Prates). 2ª a 6ª, das 10h às 19h; sáb., das 10h às 14h. Permanente.
A mostra leva o público a explorar curiosidades e truques que envolvem a produção e dos registros sonoros, visuais e audiovisuais. Museu da Imagem e do Som (av. Álvares Cabral, 560, centro, 3277-6330). De 2ª a 6ª, das 9h às 17h. Temporada indeterminada.
SELFIE SERVICE – XIKÃO XIKÃO
O artista mineiro Cláudio Rocha abre a exposição “Geometria Pessoal” no Asa de Papel
As obras do artista tomam como matéria prima as imagens presentes nas redes sociais mediadas por computador. Memorial Minas Gerais Vale (Circuito Liberdade, 640, Funcionários, 3308-4000). 3ª, 4ª, 6ª e sáb., das 10h às 17h30, com permanência até às 18h; 5ª, das 10h às 21h30, com permanência até às 22h; dom., das 10h às 15h30, com permanência até às 16h. Até 21/1.
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ARTES CÊNICAS Um tempo para a imaginação Junte seres imaginários, uma língua inventada com base na sonoridade, música, bonecos e técnicas de palhaço. Nas mãos do Grupo Matraca, o resultado é o espetáculo “Osquilibum”, que estreia na próxima quinta (18) e fica em cartaz até domingo (21), no Teatro de Bolso do Sesc Palladium. Voltada para público de 1 a 5 anos, a montagem é fruto dos estudos dos integrantes da companhia, que já haviam resultado em outro espetáculo, “O Menino Azul”, de 2013. “A partir desse processo de pesquisa da linguagem teatral para crianças, vimos que ainda não havia muitos espetáculos voltados aos pequenos, dessa primeira infância”, conta a atriz Juliana Palhares. “Por isso, depois de ‘O Menino Azul’, ficou a vontade de investir mais na área”, completa. Junto ao parceiro de palco Cauê Salles, Juliana ainda aproveitou o trabalho desenvolvido por ambos na Escola da Serra, sobre monstros e outros seres inexistentes, para leAline Gonçalves
GUTO MUNIZ/DIVULGAÇÃO
Qui. a dom. 18 a 21.jan.
Atuação Em cena, Juliana Palhares e Cauê Salles criam monstros e seres imaginários var o universo da imaginação da criança para o palco. “Somos duas pessoas que encontram malas esquecidas e começam a agir em cima disso. Delas, vão sair monstros criados com corda, panos e outros itens simples”, diz a atriz, sobre o enredo de “Osquilibum”. O nome do espetáculo também é inventado. “Só tem sonoridade”, explica, rindo. Invenção, aliás, é palavra-chave mobilizadora da peça. “A construção cênica
foi toda feita sem darmos um sentido final fechado. Pelo contrário, ela abre um espaço para a invenção da criança”, comenta. TRAJETÓRIA Juliana está há 18 anos envolvida com trabalho e pesquisa do universo infantil e também quis trazer, no espetáculo, um contraponto à realidade atual. “Fizemos um momento contrário do que ocorre. Desde ‘O Menino Azul’, buscamos tra-
balhar a montagem como um tempo de contemplação, porque as crianças de hoje são muito aceleradas, têm uma diversidade de informação grande, mas também uma dificuldade de concentração diante de tanto estímulo fornecido, e acabam não se aprofundando em nenhum. Nosso objetivo é ir mais fundo na experiência, trabalhando com uma certa desaceleração, um tempo para ver, ouvir, sentir o que está acontecendo.
Isso não quer dizer que o espetáculo seja lento, mas está em outro lugar, no do lúdico, poético etc.”, explica. Dessa maneira, no palco, Juliana e Salles se valem de várias estratégias pontuais para prender a atenção dos pequenos, como simplicidade, dinamismo e repetição. “É uma concepção de narrativa diferente, quase sem palavras. Usamos muito essa língua inventada, o gramelô, porque a palavra não é mais importante para a criança: a narrativa precisa ser construída para além disso. Também usamos aspectos visuais e cenas curtas, porque, para elas, é preciso ter dinamismo, tem que mudar o tempo todo a cena, mas pode ser dentro de elementos simples, não precisamos ter coisas extremamente sofisticadas, porque não é isso que prende a atenção de uma criança desse tamanho. Por outro, lado, também há sempre partes que repetimos”, defende. A trilha sonora também possui papel fundamental na concepção da obra, com canções de domínio público e populares, algumas assinadas pelos artistas envolvidos na produção, e também outras eruditas, que
ganharam arranjos contemporâneos e inusitados. Parte das músicas é executada ao vivo. Além disso, os atores fazem uso de onomatopeias e efeitos sonoros. As técnicas de palhaço, por sua vez, se somam à manipulação de bonecos, sobretudo, no sentido de interação com o público, e são fruto da parceria da companhia com o diretor Rodrigo Robleño. “Cauê e eu não somos palhaços, mas o Robleño tem toda uma trajetória na área. Ele trabalha conosco nas proposições de interação, próprias do universo do palhaço, que se aproximam muito do universo da criança. Isso permite que a gente brinque, jogue, use o lírico e o engraçado. Aliás, a montagem é uma grande brincadeira”, define Juliana. “Além disso, a técnica do palhaço dialoga bem com a coisa do boneco animado porque ele também não se pauta pela palavra, mas usa muito o corpo”, comenta a atriz.
> Osquilibum
Teatro de Bolso Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). De 18 (quinta) a 21 (domingo). Quinta a sábado, às 16h; domingo, às 11h. R$12, inteira.
Aquilo que às vezes não se vê A inspiração veio de um verso da música “Amor”, de João Ricardo e João Apolinário, um dos sucessos do repertório do Secos & Molhados. E é exatamente disso – e também de outras coisas – que trata “Suave Coisa Nenhuma”, espetáculo que volta ao cartaz na próxima quarta (17), na programação do Verão Arte Contemporânea (VAC). Desdobramento da cena curta “Last Dance”, a peça traz novamente os atores Henrique Cordoval e Lorena Tófani na pele de um casal de bailarinos que termina um relacionamento doente minutos antes de entrar em cena. A proposta é falar de relacionamentos abusivos. “Começamos bem na coisa do casal, o que tem de abuso dentro da relação deles, quais são as brechas que vamos dando para o outro ir tomando conta da nossa vida, e mesmo em que medida nos alimentamos disso também –
afinal, se isso não acontecesse, o relacionamento não duraria”, observa Henrique Cordoval. Daí, a discussão se expande traçando outros caminhos. “Partimos para a amplitude da coisa, porque esse tipo de relação se estabelece também em outros âmbitos, no trabalho, na família e também nas diferentes formações amorosas como o poliamor e outras”, completa. Discussão relativamente recente, a questão do abuso nas relações ainda é difícil até de se identificar. Antes de montar a cena, os atores fizeram uma espécie de “laboratório”, frequentando bares e restaurantes para observar casais. “Muita gente briga e discute a relação nesses lugares. Então, nós começamos a observar como um imprime poder sobre o outro, ou recua demais e acaba sendo o abusado da situação”, conta. “Mesmo já tendo passado por relações abusivas nós
mesmos, vimos coisas que ainda não tínhamos percebido, só por termos aberto o olhar para observar. Muita gente inclusive não consegue isso, identificar na própria relação. Passa como uma coisa normal, cotidiana”. AMPLIAÇÃO Da cena curta para o espetáculo, o que ocorreu foi um processo de agregação. Ao núcleo formado pelos atores, o coreógrafo Pedro Romero e Raysner de Paula, que assinou o texto, juntaram-se a diretora Samira Ávila e outros colaboradores, como Cris Moreira e Marina Viana, que trabalharam na nova versão da dramaturgia, e as arquitetas Branca Peixoto e Bruna Cosfer, que criaram o cenário. “O que fizemos foi trazer mais artistas com quem tínhamos vontade de trabalhar para o projeto”, comenta o ator. A música do espetáculo,
desempenhada ao vivo por Manu Ranilla e Nath Rodrigues nas primeiras apresentações, agora fica a cargo de Yasmin Umbelino, que vai tocar violino e outro instrumento, ainda a ser definido.
Ter. a sáb. 17 a 20.jan.
BRUNA BRANDÃO/DIVULGAÇÃO
PESQUISA Iniciado na cena curta, o trabalho de pesquisa das interseções entre teatro e dança – linguagem de origem de Lorena Tófani – tem continuidade em “Suave Coisa Nenhuma”. “Nosso coreógrafo trabalhou com a Pina Bausch (1940 – 2009) e trouxe muito dessa experiência, o olhar a danças que estão presentes no nosso cotidiano e que são cíclicas. E como o corpo se comunica pelo movimento”, conclui. (Jessica Almeida)
Suave Coisa >Nenhuma
Temporada no Verão Arte Contemporânea (VAC) CCBB (praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). De 17 (quarta) a 20 (sábado), às 19h. R$ 20 (inteira)
Peça traz a questão do relacionamento abusivo ao VAC
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 13 a 19 de janeiro de 2018
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ARTES CÊNICAS SÉRGIO COELHO/DIVULGAÇÃO
teatro adulto
INTIMIDADE INDECENTE Dir. Pedro Paulo Cava Com Andreia Garavello e Geraldo Peninha Um casal às voltas com o passado precisa se adaptar às redes sociais. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1341, centro, 3273-1050). Sex. e sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 19 (postos Sinparc). Até 4/2.
GISBERTA Dir. Renato Carrera Com Luis Lobianco A obra mistura política, história e poesia para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, em Portugal, após ser torturada por um grupo de 14 menores de idade. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Sex. a seg., às 20h. R$ 20 (inteira). Até 5/2.
JARDINS Dir. Rogério Araújo Com Camilo Lélis e Kelly Crifer Um dia comum marcado pelo desaparecimento de um casal de classe média. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Qui., sex. e sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 28/1. 8
TERRA Dir. Guilherme Colina Com André Alves, Bruna Oliveira, Bruna Zambaldi Os fantasmas individuais dos personagens mergulham em dramas políticos e a terra é o elemento central da peça. RC2 Teatro Escola (r. Campos Sales, 1036, Nova Suíssa). Neste sáb. (13), às 19h30 e às 21h; dom. (14), às 19h e às 20h30. R$ 20 (inteira).
LISBELA E O PRISIONEIRO Dir. Ricardo Batista Com Fernanda Botelho, Fabiano Persi, Luciano Luppi Sertão nordestino, 1940. A sonhadora Lisbela, filha do Tenente Guedes, está de casamento marcado, mas apaixonase por Leléu, um incorrigível conquistador, artista de circo, preso pelo mal das paixões. Teatro Raul Belém Machado (r. Leonil Prata, s/n°, Alípio de Melo, 3277-6437). Sex. e sáb., às 20h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). De 19/1 a 28/1.
teatro infantil OS SALTIMBANCOS Dir. Diego Benicá Com Anderson da Mata, Daniela Cassimiro, Efigênia Marya Quatro animais formam um conjunto musical depois de se encontrarem numa estrada fugindo de seus patrões por maus tratos. Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Sex. a dom., às 16h. R$ 40 (inteira). Até 28/1.
campanha de popularização do teatro e da dança teatro adulto 10 MANEIRAS INCRÍVEIS DE DESTRUIR O SEU CASAMENTO Dir. Sérgio Abritta Com Marcelo Prosdocimi, Edgar Quintanilha e Luiza Santos Quatro atores interpretam 31 personagens e mostram 10 maneiras divertidas e inusitadas de acabar com uma relação amorosa. - Teatro Monte Calvário (av. do Contorno, 9384, Prado, 3045-5210). Sex. e sáb., às 20h; dom., às 18h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 21/1. - Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Seg. (15) e ter. (16), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).
A COMÉDIA DAS REDES SOCIAIS Dir. Marco Amaral Com Glauber Cunha, Nilo Faustino e Nikolas Ramos Aborda as diversas situações do cotidiano em torno das redes sociais. Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1600, Lourdes). Qui., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 25/1.
A EMPREGADA QUASE PERFEITA
O clássico “Lisbela e o Prisioneiro” volta aos palcos pela 44ª edição da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança Petinelli Em uma noite tranquila, um homem recebe uma visita inusitada da morte e tenta negociar com ela sua permanência. Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8902, Santo Agostinho, 3337-6055). Sex. e sáb., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 27/1.
ACREDITE, UM ESPÍRITO BAIXOU EM MIM Dir. Sandra Pêra Com Ilvio Amaral, Maurício Canguçu, Carolina Cândido Um homossexual assumido, inconformado com a própria morte, foge do céu para e acaba criando uma grande confusão. - Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Qui. a sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1. - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Seg., às 20h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 29/1.
ALTOS E BAIXOS Dir. Ílvio Amaral e Maurício Canguçu Com Bruno Albertini e Marino Canguçú Dois amigos falam das vantagens e desvantagens de ser alto ou baixo. Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro). Sex. e sáb., às 19h; dom., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
AMOR Dir. João Valadares Com Izabela Oliveira, Leo Horta, Piera Rodrigues Um teatro-manifesto sobre o maior amor do mundo, sobre o amor que sufoca, os fantasmas de cada um. Funarte MG (r. Januária, 68, centro). Neste sáb. (13), às 21h; dom. (14), às 21h. R$ 15 (postos Sinparc).
Dir. Juliano Maia Com Carlinhos Brasil, Bruno Alexander, Rafael Landim Um casal resolve contratar uma empregada através de uma agência. Mas a empregada recorda que o patrão é um antigo namorado. Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000) . Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 21/1.
AMOR DE SALTO ALTO
A MINHA MÃE É UMA COMÉDIA
AS BARBEIRAS
Dir. Maurício Canguçu Com Beto Sorolli Catarina recebe ajuda e conselhos de sua avó para viver intensamente. Teatro Raul Belém Machado (r. Leonil Prata, s/n°, Alípio de Melo, 3277-6437). Neste sáb. (13), às 20h; dom. (14), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc).
A MORTE BATE À SUA PORTA Dir. Wesley Marchiori Com Nilo Faustino, Bruno Righi, Glória
Dir. Daniel Lima Com Barbara Nunes e Edmilson Magnum Na angústia de esperar seu pretendente, uma mulher grita suas emoções pela janela e acaba atraindo o vizinho. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Qui. (18), sex. (19) e sáb. (20), às 21h; dom. (21), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc). Dir. Freddy Mozart Com Penélope Fonanta, Renato Millani, Rafael Neves Afundadas em dívidas, três amigas decidem abandonar um luxuoso salão de beleza e passam a administrar uma barbearia. - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Neste sáb. (13), às 21h; dom. (14), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). - Espaço Alternativo Itaú Power Shopping (av. General David Sarnoff, 5160, Cidade Industrial, Contagem, 3329-3005). Qui., às 20h30. R$ 17 (pos-
tos Sinparc). Até 25/1. - Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). De 19/1 a 28/1.
ATÉ QUE A SOGRA NOS SEPARE Dir. Diney Vieira Com Josh Oliveira, Cauan Miller, Camila Camanzi O biólogo Beto e a atriz Bia enfrentam a primeira grande crise no casamento e precisam superar a visita da mãe dele. Teatro da Maçonaria (av. Brasil, 478, Santa Efigênia, 3213-4959). Qui. a sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.
ATÉ QUE O FACE OU ZAP ZAP NOS SEPARE! NOS UNA OU NOS MATE!
Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Ter., qua. e qui., às 20h30. R$ 17 (postos Sinparc). Até 1°/2.
COMO SE LIVRAR DAS DÍVIDAS EM 12 HILÁRIAS PRESTAÇÕES Dir. Carlos Nunes Com Thiago Comédia Um espetáculo sobre limites do cheque especial e cheques pré-datados para conseguir fiadores e quitar contas. Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Qui. (18), sex. (19) e sáb. (20), às 21h; dom. (21), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).
FRAU AMÁLIA FREUD
COMO SOBREVIVER EM FESTAS E RECEPÇÕES COM BUFFET ESCASSO
GENTE, A LILI SUMIU!
Dir. Emília Marcílio Com Bruno Félix e Dannyelle Gama Um casal tem a vida virada de cabeça para baixo depois de deixar cair no facebook e no WhatsApp acontecimentos comprometedores e bizarros do passado. Teatro Izabela Hendrix (r. da Bahia, 2020, Lourdes, 3292-4405). Sex. e sáb., às 19h; dom., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 21/1.
Dir. Carlos Nunes Com Carlos Nunes, Douglas Gonzales e Marcos Khass Oatorensina alguns truques paraque a plateia não passe por situações desagradáveis em recepções com pouca comida. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Qui. a sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
BOA NOITE CINDERELA
DDD: DELEITE, DEPOIS, DELETE
Dir. Inês Peixoto Com Amauri Reis Bancário cinquentão e bailarino clássico amador, homem acorda três dias após conhecer um rapazote na boate em casa, sozinho, sem móveis, sem dinheiro, com medo e sem coragem de acionar um socorro, por vergonha. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Qui. a sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 17 (postos Sinparc). De 18/1 a 28/1.
CERTOS RAPAZES – O NOSSO AMOR A GENTE INVENTA Dir. Maurício Canguçu Com Rafael de Oliveira e Hugo Caramello Dois rapazes se conhecem numa rede social e ali nasce uma grande história de amor. Teatro da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21, Lourdes, 3269-1166). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
COMO FAZER UMA MULHER FELIZ COM APENAS CINCO REAIS Dir. Ricardo Batista Com Ricardo Batista, Emília Marcílio e Carla Duque Em um leilão, tipos de homem ideal são apresentados enquanto máximas sobre homens e mulheres são colocadas à prova. - Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Neste sáb. (13), às 20h; dom. (14), às 19h30. R$ 17 (postos Sinparc). - Teatro Nossa Senhora das Dores (av.
Jair planeja uma viagem para trair sua esposa, porém não imagina que ela também quer que ele saia de casa. Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8902, Santo Agostinho, 3337-6055). Sex. e sáb., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 27/1.
Dir. Jair Raso Com Matilde Biadi, Heloisa Duarte e Juçara Costa Uma história sobre três irmãs na terceira idade que vivem às voltas com a nova era da internet. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro). Qui. a sáb., ás 20h; dom., às 19h. De 18/1 a 28/1.
DE BÊBADO E DE LOUCO TODO MUNDO TEM UM POUCO! Dir. José Márcio Corrêa Com José Márcio Corrêa, Alberto Carvalho, José Geraldo Leite O espetáculo retrata com graça situações do cotidiano. Teatro do NET (r. dos Timbiras, 1605, Lourdes, 3222-1010). Sáb., às 18h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 27/1.
DESCULPA, NÃO ESTAMOS NA TV Dir. Orlando Orube Com Bruno Berg, Thiago Carmona, Bruno Costoli e João Basílio Os atores criam uma programação televisiva trazendo humor para quadros tradicionais da telinha. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Neste sáb. (13) e dom. (14), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc).
DOIS CASAIS EM MAUS LENÇÓIS Dir. Roberto Freitas Com Amanda Papatella, Bruno Righi, Kainan Ferraz
Dir. Pádua Teixeira Com Beth Grandi À beira da morte, Amália repassa sua vida e a relação com seu filho, Freud. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Sex., sáb. e dom., às 20h30. R$ 13 (postos Sinparc). Até 28/1. Dir. Christiano Junqueira Com Eraldo Fontiny Dona do bordão "a minha mãe deixa", Lili desaparece misteriosamente. Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Nesta qui. (18), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).
GOSTÔSA – UMA EXPERIÊNCIA NO ERÓTICO FEMININO Dir. Marcelo do Vale Com Maria Cecília Mansur Inspirado no conto “Monólogo”, de Simone de Beauvoir, o espetáculo reflete a história da mulher que perde seus papéis, de esposa, mãe e filha, e decide se reencontrar. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Qui., sex. e sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 28/1.
GUARA-PA-RIR Dir. Maurício Canguçu e Ílvio Amaral Com Kayete e Guilherme Oliveira O casal Agnaldo e Cleusa sai de férias em busca de descanso em Guarapari. - Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Qui., sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1. - Espaço Alternativo Itaú Power Shopping (av. General David Sarnoff, 5160, Cidade Industrial, Contagem, 3329-3005). Seg., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 29/1. - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Ter., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 30/1. - Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Qua., às 20h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 24/1.
GUIA PRÁTICO DE COMO EDUCAR SUA MÃE Dir. Ílvio Amaral e Maurício Canguçu Com Freddy Mozart e Gui Amâncio A relação mãe e filho no mundo digital. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
MANDA QUEM PODE, OBEDECE QUEM É MARIDO Dir. Ricardo Batista Com Paulo Moraes e Bianca Tocafundo Jorge e Vanessa foram flechados pelo cupido. Mas com o passar do tempo Jorge tem aprendido e vai ensinar aos homens que no casamento, ¨manda quem pode, obedece quem é marido¨. - Teatro Izabela Hendrix (r. da Bahia, 2020, Lourdes, 3292-4405). Qui., sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1. - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Qua., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 31/1.
MEU TIO É TIA Dir. Marco Amaral Com Emerson Rezende, Ernane Campos, Cristian Amaral Alessandro é surpreendido com a notícia de que seu sobrinho, um peão aspirante a locutor de festas de rodeio, vai se hospedar em sua casa. A confusão está formada. Teatro Santo Agostinho (r. dos Aimorés, 2679, Lourdes, 3291-5340). Qui. a sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.
MINHA MÃE É PIOR QUE GRUPO DE WHATSAPP Dir. Ilvio Amaral Com Andreia Quaresma e Diego D'Leon Após a separação, filho volta pra casa e descobre que sua mãe pode ser pior que grupos de Whatsapp. Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Qui. a sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 4/2.
O MARIDO DA MINHA MULHER Dir. Sérgio Abritta Com Dudu Graffite, Rafael Mazzi, Eraldo Fontiny Após a morte do marido, a viúva é disputada por dois pretendentes, mas o falecido retorna à Terra para impedir que ela se case novamente. - Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Qua. (17), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). - Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Sex. (19) e sáb. (20), às 20h; dom. (21), às 19h30. R$ 17 (postos Sinparc).
OS HOMENS QUEREM CASAR E AS MULHERES QUEREM SEXO Dir. Carlos Simões Com Marcelo Ricco O espetáculo conta a história de Jonas, um rapaz que tenta de todas as maneiras encontrar uma mulher pra se casar. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Qua. a sáb, às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.
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almanaque
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 13 a 19 de janeiro de 2018
ARTES CÊNICAS teatro adulto (continuação) OS INOCENTES Dir. Marco Amaral Com Luciano Vivacqua, Thiago Welter, Athos Reis A população pede por justiça, a montagem convoca oito membros da sociedade para fazer parte deste drama. Estes oitos inocentes são colocados em uma cela para arrancar de um revolucionário capturado durante uma invasão, os nomes de quem os financia. Galpão de Ideias (r. Uberlândia, 413, Carlos Prates). Sex., sáb. e dom., às 20h. R$ 13 (postos Sinparc). De 19/1 a 4/2.
OUTRAS PESSOAS Dir. Luciano Luppi Com Luciano Luppi Monólogo sobre as grandes inquietações do ser a partir de trechos expressivos das obras de Fernando Pessoa e Shakespeare. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1341, centro, 3273-1050). Ter. e qua., às 20h30. R$ 15 (postos Sinparc). Até 31/1.
PERIGO, MINEIROS EM FÉRIAS Dir. Rogério Falabella Com Raul Starling, Adriani Martins, Stéphanie Rezende A comédia conta a história de um funcionário público estressado que faz economia durante todo o ano para levar a família para uma viagem de férias na praia. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.
QUEM RIR POR ÚLTIMO É RETARDADO Dir. José Márcio Corrêa Com José Márcio Corrêa, Alberto Carvalho, José Geraldo Leite Um espetáculo de humor que apresenta vários quadros cômicos, inspirados no cotidiano e que abordam programas de TV, músicas e sátiras. Teatro do NET (r. dos Timbiras, 1605, Lourdes, 3222-1010). Sáb., às 20h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 3/2.
SUSPEITOS - UM CRIME IMPROVISADO Dir. Fabiano Lana Com Bruno Berg, Bruno Costoli, Cinara Diniz Um investigador, com auxílio da plateia, tenta desvendar um crime onde há uma vítima e quatro suspeitos através dos fatos que vão ocorrendo. No fim, o público decide quem é o culpado. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Neste sáb. (13) e dom. (14), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc).
TODOMUNDO Dir. Jordan Baêsso Com Alex Bernardes, Alessandra Stella, Ernane Campos Ao receber a visita da Morte, Todomundo, que é cada um de nós, assusta-se e sai buscando uma forma de escapar. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Seg., ter. e qua., às 20h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 31/1.
TOTONHO 100 CONSERTO Com Alfredo Vianna Neste show de humor, o ator desfila com personagens como Maceleza, Palhaço Palavrão e Don Raton. Espaço Alternativo Itaú Power Shopping (av. General David Sarnoff, 5160, Cidade Industrial, Contagem, 3329-3005). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
TROMBO Dir. Tiago Gambogi e Juliana Pautilla Com Carolina Correa Uma mulher recebe um diagnóstico que pode ser fatal. Um falso diagnóstico. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Neste sáb. (13), dom. (14) e seg. (15), às 19h. R$ 20 (inteira).
UMA SOMBRA ENTRE NÓS Dir. Fernando Couto e Danielle Fortunato Com Lorena Jamarino, Nino Camini e Bernardo Filaretti Solidão, culpa e desejo se entrelaçam
DANIEL AUGUSTO/DIVULGAÇÃO
neste triângulo amoroso vivido por dois homens e uma mulher. Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Ter., qua. e qui., às 20h30. R$ 15 (postos Sinparc). Até 1°/2.
UM SOLTEIRO FORA DE FORMA Dir. Carlos Nunes Com Christiano Junqueira e Matheus Vargas Após 10 anos de casamento, Ariel é colocado para fora de casa e precisa se inserir novamente no mundo das paqueras e conquistas. Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1600, Lourdes, 3014-5382). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 21/1.
dança ELEMENTAIS Dir. Simone Gouveia Com Cia de Jazz Harmonia O espetáculo traz os quatro elementos e a importância deles na natureza e nos corpos humanos. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Qua. (17), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc).
teatro infantil 3 PORQUINHOS - O CLÁSSICO Dir. Cristian Amaral Com Heloísa Prado, Alê Magalhães, Ingrid Vazzz A história de três porquinhos, Pedrito, Palito e palhaço que precisam proteger suas casas do Lobo Mau. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Neste sáb. (13) e dom. (14), às 16h. R$ 15 (postos Sinparc).
3 PORQUINHOS - VINTE ANOS
VAC teatro adulto HOMEM VAZIO NA SELVA DAS CIDADES
Teatro Sesiminas recebe o espetáculo infantil “A Bela e a Fera” até o dia 28 de janeiro CHAPEUZINHO VERMELHO
Com Luciano de Lima Lima, Kainan Ferraz, Rafael Neves Pra fugir do terrível Lobo Mau, os três porquinhos constroem cada um sua casinha de palha, madeira e tijolos. - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Sáb., às 18h30. R$ 17 (postos Sinparc). Até 27/1. - Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1600, Lourdes, 3014-5382). Qui. a dom., às 16h30. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
Texto Diney Vieira Com Gabrielly Bertolino, Cleide Matias, Marcos Areas Chapeuzinho Vermelho, Pica-pau, Gato de Botas e Emília se unem para proteger a floresta de um lenhador que insiste em derrubar árvores. Teatro da Maçonaria (av. Brasil, 478, Santa Efigênia, 3213-4959). Sáb. e dom., às 16h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 28/1.
A BELA E A FERA Dir. Diego Benicá Com Bernard Bravo, Bernardo Rocha, Fernanda Hallais Para salvar seu pai, uma jovem aceita viver no castelo de um príncipe que foi transformado em fera. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Qui. e dom., às 11h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
Dir. Joselma Luchini Com Joselma Luchini, Argileu Rodrigues, Camila Verona A história de Belo Horizonte narrada através de sua fauna e flora, de dados históricos e das várias gerações de Jojô e Palito. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Neste sáb. (13) e dom. (14), às 16h30. R$ 17 (postos Sinparc).
A LIGA DA JUSTIÇA VS CORINGA
JOJÔ E PALITO EM: DONA BARATINHA QUER SE CASAR
Dir. Bruno Righi Com Bruno Righi, Guilherme Melo, Amanda Papatella A humanidade corre sérios perigos quando o Coringa resolve colocar em prática mais um de seus planos. Mas a Liga da Justiça está disposta a defender a cidade do vilão. - Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Sex., às 18h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 26/1. - Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8902, Santo Agostinho, 3337-6055). Sáb. e dom., às 17h20. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
A VAQUINHA LELÉ Dir. Cláudio Castanheira Com Jeremias Hallel, Renato Millani, Marcelo Lima Uma simpática vaquinha, louca pra voar é a estrela do espetáculo que discute afeto, amizade, alegria e amor à natureza. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Dom., às 16h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
na voz da cantora e atriz Mariana Arruda, o espetáculo vai do drama ao carnavalesco. No repertório: “Suburbano Coração”, “Trocando em Miúdos”, “Flor da Idade”, “Leve”, “Noite dos Mascarados”, dentre outras. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste sáb. (13), às 21h. R$ 11 (postos Sinparc).
JOJÔ E PALITO EM: BELÔ MEU AMOR
Dir. Joselma Luchini Com Joselma Luchini, Olavino Marçal, Jordana Luchini D. Baratinha, muito vaidosa, rica e independente procura um companheiro para se casar. Ela começa a fazer testes na floresta para ver qual dos bichos está próximo do seu ideal de marido. Espaço Cultural Luchini (r. Osório de Morais, 274, Ouro Preto, 99983-0600). Dom., às 11h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
LADYBUG - UMA AVENTURA EM PARIS Com Daniela Cassimiro, Stephanie Rezende, Marinah Oliveira
Uma adolescente desajeita e um garoto solitário recebem poderes mágicos e precisam salvar Paris de ataques misteriosos. Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000). Sáb. e dom., às 16h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.
O REI LEÃO Dir. Diego Benicá Com Bernard Bravo, Bernardo Rocha, Bianca Tocafundo Baseado no clássico infantil, a história conta as aventuras do jovem Simba para recuperar o trono que lhe foi tomado por seu malvado tio Scar. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Sex., sáb. e dom., às 16h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
OS SALTIMBANCOS Dir. Raimundo Farinelli (Cyntilante Produções) Com Marcus Vinicius, Paulo Victor, Daniela Cassimiro Jumento, cachorro, galinha e gata fogem para a cidade para tentarem a carreira musical. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Seg. (15) a sex. (19), às 16h. R$ 15 (postos Sinparc).
OS VINGADORES Dir. Bruno Righi Com Amanda Papatella, Bruno Righi, Gustavo Andrade O maior vilão de todos os tempos está vindo à terra para recuperar as joias do infinito, o Homem de Ferro reúne os Vingadores para defender o planeta. Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8902, Santo Agostinho, 3337-6055). Sex., sáb. e dom., às 16h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 28/1.
PEDRO E O LOBO Dir. Álvaro Apocalypse Com Grupo Giramundo Baseado no conto original, o espetáculo conta a história do menino Pedro que, ao contrariar os conselhos do avô, se vê às voltas com um feroz lobo da floresta. Instituto Museu Giramundo (r. Varginha, 215, Colégio Batista, 3446-0686). Sáb. e dom., às 16h. R$ 19 (postos Sinparc). Até 28/1.
PINÓQUIO Dir. Luciano Luppi Com Alex Prieto, Didi Moreira, Douglas Gonzáles Um bonequinho de madeira recebe o dom da vida através da magia de uma fada. Para realizar o sonho de se transformar num menino de verdade, ele precisa provar que é valente, sincero e generoso. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Qui., às 18h; sáb., às 16h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 27/1.
musical CARREGANDO A LUA Dir. Silvino Fernandes Com Ronize Barbosa, Foka Senna e Edward Cabral Três palhaços músicos contam a história de uma trupe mambembe. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Neste sáb. (13) e dom. (14), às 19h. R$ 11 (postos Sinparc).
FRANCISCO Dir. Lira Ribas Com Mariana Arruda Um mergulho na obra de Chico Buarque
Dir. Gustavo Falabella Com Dominique Macbé, Lucas Costa, Micheline Monteiro Um escritor sem ideias precisa partir em direção à cidade para escrever um novo livro e cumprir o contrato com a editora. Zap 18 (r. João Donada, 18, Santa Terezinha, 3475-6131). Sex. (19) e sáb. (20), às 20h30; dom. (21), às 19h. R$ 20 (inteira).
O NEGRO CONTA Dir. Epaminondas Reis Com Aruana Zamby e Evandro Passos Inspirado nas memórias dos artistas, o espetáculo resgata figuras negras importantes para a história. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Neste sáb. (13), às 19h. R$ 20 (inteira).
OS INDICADOS Dir. Vinícius Souza Com João Marcelo Emediato e Vinícius Souza Dois amigos se encontram e precisam elaborar, em uma hora, um pequeno discurso que será lido numa importante cerimônia caso receberam o prêmio a que foram indicados. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Neste sáb. (13), às 21h; dom. (14), às 19h. R$ 20 (inteira).
SUAVE COISA NENHUMA Dir. Samira Ávila Com Henrique Cordoval e Lorena Tófani As inúmeras camadas da relação de uma casal de artistas, que divide palco e vida por um longo tempo. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Qua. (17), qui. (18), sex. (19) e sáb. (20), às 19h. R$ 20 (inteira).
#FICAADICA ALEXANDRE HUGO/DIVULGAÇÃO
CACHINHOS DE OURO Dir. Rômulo Duque Com Freddy Mozart, Carla Duque, Eurico Justino Cansada e com fome após ser perseguida por um lobo, Cachinhos de Ouro encontra a casa da Família Urso. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6061, São Pedro, 4003-4172). Sáb. e dom., ás 18h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 4/2.
CHAPEUZINHO VERMELHO Dir. Freddy Mozart Com Freddy Mozart, Altemir Silva, Fernanda Abreu A história da menina Chapeuzinho Vermelho e o lobo em momentos divertidos. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Sáb. e dom., às 16h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/3.
DEU A LOUCA NA
“Os Indicados” é um dos 6 Espetáculo destaques desta semana no VAC
Dois antigos amigos se encontram e, juntos, precisam elaborar um discurso que será lido numa importante cerimônia caso recebam o prêmio ao qual foram indicados. É deste ponto de partida que brota o espetáculo “Os Indicados”, que estreou em agosto do ano passado, e agora volta aos palcos para marcar o nascimento da Planos Incríveis, uma plataforma de criação artística dirigida por Vinícius Souza – que, na peça, divide o palco com João Marcelo Emediato Onde Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697) Quando Neste sáb. (13), às 21h; dom. (14), às 19h Quanto R$ 20 (inteira).
almanaque
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 13 a 19 de janeiro de 2018
LITERATURA O fazer poético de Fabiana Cozza A princípio, era só diletantismo. “Uma experiência solitária”, lembra a cantora paulistana Fabiana Cozza. Mas vieram os amigos, a exigir que o material não ficasse restrito apenas a um pequeno círculo. No caso, a produtora Nenê Rodrigues, o companheiro de vida, Gilberto, o ator e cantor mineiro Cristiano Cunha, o escritor Marcelino Freire e o poeta Paulo César Pinheiro. O resultado é que Fabiana se armou de coragem e os poemas de sua lavra deram base ao livro “Álbum Duplo”, que ela lança em BH no próximo sábado, na Livraria Quixote. A obra, na verdade, dá voz a Euzébia Santos e Martha Gonzalez, dois heterônimos. Fabiana explica: “A escrita, para mim, é feito Patrícia Cassese
uma caixinha de música. São vozes que me habitam e só eu ouço (ou ouvia). Euzébia e Martha Gonzales são a extensão do meu instrumento, são meus desencontros, minhas esquinas, minhas dúvidas, os embates em relação ao amor, à vida”. Fabiana conta que a maioria dos poemas brotou em uma viagem à África – “em 2016, quando me apresentei por lá”. A voz de Martha, prossegue, ecoou graças também ao incentivo do poeta Everton Behenck. “León, o eu masculino com o qual ela dialoga, é dele”, avisa. Ela também ressalta o olhar do seu editor, o escritor e poeta mineiro Bruno Brum. “Fiz os últimos ajustes a partir do olhar dele. Aliás, trata-se de um lançamento duplo: minha estreia na literatura e o nascimento da editora Pedra, Papel, Tesoura”, brinda.
CONEXÃO Fabiana Cozza se conectou com a poesia ainda na infância, conforme relembra. “Quando criança, minhas autoras de cabeceira eram Ruth Rocha e Cecília Meirelles. Na adolescência, passei a ler poetas que me acompanham desde então: Adélia Prado, Manoel de Barros, Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade”. Em prosa ou verso, dos autores contemporâneos, ela não hesita em se enfronhar na obra de Noemi Jaffe, Ana Martins Marques, Mia Couto, Leminski, Livia Garcia-Roza, Sergio Vaz e Cidinha Silva, bem como dos já citados Behenck e Freire. “E na de alguns escritores de língua espanhola: Garcia Lorca, Julio Cortázar, Ernesto Cardenal...”. Instigada a falar da impor-
tância da poesia nos tempos atuais, pontua: “É o lugar do grito, da respiração, do pensamento, da arte que resiste a estes tempos nefastos”. Já quando provocada a falar sobre um poema em particular, opta por “Vó Taia”. “Uma ‘rosa de saudade’ à minha avó paterna. Escrevi pra ela quando estava em Cabo Verde, e mexe muito comigo”, avisa. Além do livro, Fabiana segue turnê com “Ay Amor!”, junto ao pianista cubano Pepe Cisneros. “E ensaio ‘Chão de Estrelas’, com o acordeonista Toninho Ferragutti. Os dois espetáculos foram criados e são lindamente dirigidos pelo Elias Andreato”, finaliza.
> Fabiana Cozza
Lançamento de “Álbum Duplo”. Livraria Quixote (r. Fernandes Tourinho, 274, Savassi, 3227-3077). Dia 20 (sábado), das 11h às 15h. Evento aberto ao público.
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KRIZ KNACK/AFP
A cantora paulistana se envereda agora pelo campo da escrita, tendo dois heterônimos no front (Euzébia Santos e Martha Gonzaleza)
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MÚSICA Uma homenagem de mestres Juarez MoreiAlex ratemumareBessas lação apaixonada com a obra de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994). Admiração que, por sinal,se desdobrouna gravação do álbum “Nuvens Douradas”, em 1995, dedicado aocarioca. Nãoespanta,portanto, que o músico queira voltar a homenagear Tom. E, para isso, o bandolinista Hamilton de Holanda é o convidado da vez: juntos, mineiro e brasiliense interpretam, ao lado do Quarteto Taron, na próxima quartafeira (17), canções do maestro da música brasileira. A apresentação faz parte do projeto Juarez Moreira e Convidados. Segundo show dasérie(oprimeiro realizouse em dezembro, ao lado de Wagner Tiso, e homenageando Milton Nascimento) é a apresentação de estreia de Juarez em BH neste ano, que tem um quê de especial: 2018 marca os 40 anos do início de sua carreira profissional, que também começou,justamente, em solo belo-horizontino. Mesmo sem saber bem das comemorações que a efeméridetrará consigo, Hamilton adianta que o anfitrião terá seu presente no palco, quando,em meio ainterpretação de músicas de Tom Jobim, uma canção de Juarez será apresentada. “Quando Juarez me con-
Qua. 17.jan.
FOTOS ÉLCIO PARAÍSO/DIVULGAÇÃO
Primera vez Hamilton e Juarez se apresentam juntos em homenagem a Tom Jobim
vidou, aceitei logo. Então, quandodisseque erahomenagem a Tom Jobim... Já era bom tocar com ele: homenageandoo maestro,melhor ainda”,afirma Hamilton. “Naverdade, eu sempre tenho alguma coisa do Tom no meu repertório. Dessa vez, sugeri a ‘Olha Maria’, parceria dele com Vinícius (de Moraes) e Chico Buarque. Eu sempre tive muita vontade de tocá-la e estou ‘tirando’ especialmente para essa apresentação”, comenta ele. Das composições de Juarez, Hamilton levará ao palco “Baião Barroco”. “É uma forma de agradecer pelo convite, que me leva a BH outra vez, e... Bem, acima de tudo, é uma música que merece ser
tocada, que é linda, não é nenhum favor interpretá-la, é uma honra”, elogia Hamilton, para quem o anfitrião carrega, em seu violão, características da musicalidade mineira, mas sempre imprimindo sua personalidade. Elogios de cá, elogios de lá. Quando fala de seu convidado,Juarez,mesmo moderado nas palavras, é hiperbólico. “Príncipe do Bandolim” é como se refere a Hamilton no início da conversa, lembrandode umdos títulosque omúsico carrega. “Ele é um dos grandesnomesda cena instrumental, muito afeito ao choro, mas aberto a todos os estilos”, comenta. Embora troquem reconhecimento e admiração, esta é a
primeira vez que os dois dividempalco.“Conheço o Hamilton da estrada da música, dos camarins. Mas nunca tivemos a oportunidade de tocar juntos, embora, em conversas, já descobrimos interesses afins”, afina Juarez, já entusiasmado
“
É nosso primeiro encontro no palco, mas tivemos outros na estrada da música Juarez Moreira, músico
com o primeiro encontro. DAQUI PRA FRENTE Vale dizer, 2018 tem sido um ano e tanto para Juarez Moreira. “A agenda já está cheia”, comenta. Em fevereiro, ele recebe Nivaldo Ornelas para homenagear Ary Barrosoe,ao ladode MônicaSalmaso, presta tributo a Baden Powell. Com Toninho Horta, Chiquito Braga (1936 – 2017), o argentino Luis Salinas e o chileno Christian Gálvez, ainda gravou e deve lançar o disco “Cuerdas del Sur” neste ano. Outro projeto que está sendo gestado é o disco “Cine Pathé”, que traz composições inéditas. Há, ainda, turnês programadas, uma na Europa e outra no Brasil.
Hamilton de Holanda também tem um ano de novidades.São doisprojetos fonográficos: o álbum autoral “Somda Imagem”, que presta preito às cidades por onde tocou, e uma homenagem ao músico carioca Jacob do Bandolim (1918 – 1969). Entremeio aos afazeres musicais, é com entusiasmo que retorna a BH. “Tocar aí é sempre um prazer! A casa está sempre cheia e o povo mineiroé,em si,muito musical”, assegura ele.
Juarez Moreira >convida Hamilton de Holanda Homenagem a Tom Jobim. CCBB (praça da Liberdade, 450, Funcionários). Dia 17 (quarta), às 20h. R$ 20 (inteira).
Radnor & Lee estreiam em BH Eles são amigos há muito tempo e sentiam que cedo ou tarde se juntariam para fazer algo juntos. Foi a partir da primeira composição, “Wider Spaces”, feita em conjunto,que o ator ecantor norte-americano Josh Radnor (o Ted Mosby, da série “How I Met Your Mother”) se uniu ao músico australiano Ben Lee. Na próxima terça (16), a dupla Radnor & Lee estreia a turnê brasileira de seu primeiro álbum (homônimo) em BH. “Um dia o Ben veio e escrevemos ‘Wider Space’, umasemana depois escrevemos ‘Being Like the Being’, depois disso ele convidou: ‘devíamos gravar um álbum’”, recorda o músico sobre seus primeiros passos na composição. Além das can-
ções do disco de 2017, a dupla também promete músicas inéditas garantidas para o próximo álbum, sem previsão de lançamento. “Eu já estive no Brasil há uns10anos.FuiparaSãoPaulo e fiquei duas semanas na Bahia. Sabemos que o público brasileiro é empolgado e percebemos que temos fãs animados com nossa ida. Esperamos fazer um bom show para eles”, afirma Radnor. “Não quero tocar para desconhecidos, gostaria de fazer amigos”, afirma ele, sobre o Meet & Greet, momento que antecede o show reservado à interação com os fãs. O ator e cantor agora também dedica-se a aprender a tocar violão, “A ideia é que Radnor & Lee seja uma banda de dois violões. Estou me
Ter. 16.jan.
sentindo muito criativo e livre para trazer letras e arranjos para criar com o Ben”, relata Radnor.“Eleéótimoeestáob-
IAN YOUNG/DIVULGAÇÃO
Radnor & Lee contam com a gama do público da série que tinha Radnor como protagonista (‘How I Met Your Mother’) e uma legião de fãs da dupla, que comenta assiduamente nas redes sociais da banda
cecado! Aprende muito rápido”, comenta Lee. Oviolão éamarcadasonoridade do disco. No canal do
Youtube, há diversos vídeos de sessões acústicas. Envolvido pelo folk e uma produção de pop music, a banda encon-
tra, em letras que tratam de relacionamentos (“Still Think We Should Dance”), amores (“Hello, My Beloved”) e existencialismo (“Being Like Th Being”), a expressão do que gostariam de dizer pela música. ParaRadnor, atuar, compor e tocar “É tudo uma questão de contar histórias. Às vezes. você é o narrador em uma canção ou um personagem que vive a história da música. Eu gosto da ideia deteruma‘janela’detrêsminutospara contar umahistória”,finaliza.(JoãoH.Motta/Sob supervisão de Jessica Almeida)
> Radnor & Lee
Show do disco homônimo. Music Hall (av. do Contorno, 3.239, Santa Efigênia). Dia 16 (terça), às 21h. A partir de R$ 160 (pista, inteira 2° lote)
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MÚSICA Canções para várias gerações “É verão /Bom sinal/ Já é tempo/ De abrir o coração/ E sonhar”. Com esses versos despretensiosos e com a cara dos dias quentes no Brasil, como os atuais, uma nova banda surgia para o público, em 1980. São quase quatro décadas desde que o Roupa Nova começou sua bem-sucedida trajetória, capitaneada pela música “Canção de Verão”. Muita coisa mudou de lá pra cá, mas a formação do conjunto e as apresentações pelo Brasil seguiram ininterruptamente. A próxima parada será a capital mineira, onde chegam no próximo sábado (20), no KM de Vantagens Hall BH, com show que da turnê “Todo Amor do Mundo”, iniciada em 2016. Essa, aliás, será a última oportunidade de conferir o projeto em solo belo-horizontino. “Encerraremos a turnê no fim de janeiro, entramos em férias e, quando voltarmos, será um trabalho novo”, comenta o tecladista e vocalista Cleberson Horsth, único mineiro da banda (nascido em Manhumirim), mas que vive no Rio desde a infância. Além dele, formam o Roupa Nova os músicos Ricardo Feghali Aline Gonçalves
(piano,teclado, violão, guitarra e vocal), Kiko (violão, guitarra e vocal), Nando (baixo e vocal), Paulinho (vocal e percussão) e Serginho Herval (bateria e vocal). Obviamente, sucesso atemporais estarão incluídos na apresentação, como “Dona”, “A Viagem”, “Linda Demais”, “Volta pra Mim” e “Whisky a Gogo”. Várias dessas composições estiveram
em trilhas sonoras de produtos audiovisuais, o que deu fama ao Roupa Nova. “Foi muito importante pra nós, quando estávamos começando, ter uma música em novela, uma mídia que alcança milhões de telespectadores que, de alguma maneira, mesmo sem saber quem é o artista, prestam atenção na canção e procuram sobre ela”, acredita Horsth.
Mas esse não é o único motivo para explicar o sucesso do conjunto. “O respeito que temos um com o outro, e o amor pelo que fazemos nos trouxe até aqui”, argumenta Horsth, ao lembrar que os integrantes da banda nunca pensaram que teriam uma carreira tão perene, assim como, garante ele, também não cogitam parar. “Nós sonhamos muito com isso, mas não
Sáb. 20.jan.
imaginávamos chegar onde estamos, há quase 40 anos na estrada, juntos e como uma banda referência”, pontua. “Nós amamos o que fazemos, amamos a música e amamos o nosso público”, completa. Tanta dedicação é correspondida pelo público, claro, mas ele também está diferente. “Fizemos uma pesquisa recentemente em nossos shows e, por incrível que pareGIUL PERA/DIVULGAÇÃO
ça, a maioria do público é jovem”, diz o tecladista. “Nós procuramos estar atualizados com as redes sociais principalmente, o que pra gente antigamente não existia”, justifica ele, como um dos motivos para essa renovação. A atualização também está presente no campo musical estrito. Na época da formação da banda, a inspiração foi o grupo britânico The Beatles mas, hoje, há diversidade. “Eles ainda são nossas referências, mas há vários outros artistas que a gente ouve e tenta puxar alguma coisinha. Estamos de olho em tudo o que está na mídia”, comenta o músico. Outro nome importante para eles é o de Milton Nascimento, espécie de padrinho da banda. “Amamos o Milton. Além de um artista é uma pessoa incrível”, diz. Poroutro lado, o tecladista observa que o rock nacional tem minguado. “Há um tempo perdeu espaço para outros ritmos como sertanejo, funk e agora o pop latino, mas ainda permanece em cena com grandes representantes”, acredita.
> Roupa Nova
Com a formação original, Roupa Nova traz à capital mineira show com sucessos
KM de Vantagens Hall BH (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, São Pedro). Dia 20 de janeiro, sábado, às 22h. A partir de R$ 100 (inteira).
sábado (13) DAPARTE Banda de rock alternativo faz show e realiza gravação do clipe “Guarda Chuva” Qu4rto House (r. São Romão, 480, Santo Antônio). Às 17h. Contribuições a partir de R$ 5
#FICAADICA ELISEU FIUZA/DIVULGAÇÃO
Plutão Já Foi 6 Banda Planeta n’A Autêntica
MARIANA CAVANELLAS E MARCELO TOFFANI
A banda de indie rock potiguar passa por Belo Horizonte antes do seu compromisso no festival Lollapalloza (SP) e apresenta o repertório de seus dois discos “A Última Palavra Fecha A Porta” (2017) e “Daqui Pra Lá” (2014). A abertura fica por conta da banda Quarto. Onde A Autêntica (r. Alagoas, 1.172, Savassi) Quando Dia 20 (sábado) , às 22h Quanto A partir de R$ 20 (antecipado, pelo sympla.com.br)
Show “Fósforo Bolha” reúne canções dos compositores belo-horizontinos. Growers Espaço de Cultura (r. Vitório Marçola, 43, Anchieta). Às 20h. R$ 5
ZÉ DA GUIOMAR Samba, choro e outros ritmos populares para dançar. Quintal Santê (pça. Duque de Caxias, 306, Santa Tereza). Às 15h. R$ 15
domingo (14) ROCK FREE Show com as bandas Canteiro Central, Santa Madre Cassino, Suicide Screame, Rag Doll, Kaz, Adamantium e Memoriall. Matriz Casa Cultural (rua Guajajaras, 1.353, Barro Preto, 3212-6122). Às 15h. R$ 10 (consumação)
quarta (17) QUARTA SEM LEI Festival apresenta a banda Erotic Travelers e o músico Salomão Terra. A Obra (r. Rio Grande do Norte, 1168, Savassi). Às 20h. R$ 10
sexta (19) MIENTRAS DURA – NOCHE SURREALISTA Festa recebe, entre outros DJs, a paulistana BadSista. Fábrica Criativa (av. dos Andradas, 1.145, centro). Às 23h. R$ 20
LURINGA/DIVULGAÇÃO
DIEGO MARCEL/DIVULGAÇÃO
canta sucessos 6 Alcione em Belo Horizonte
A cantora retorna à capital mineira após apresentar o espetáculo em que reverencia os boleros que marcaram sua carreira. Desta vez, a Marrom traz as canções que ficaram marcadas em sua voz, na Zona Norte da cidade. No repertório, músicas como “Meu Ébano”, “A Loba” e “Você Me Vira a Cabeça”. Onde Bailão Venda Nova (Av. Elías Antônio Issa, 115, Letícia) Quando Dia 20 (sábado), às 22h Quanto A partir de R$ 40 (pista)
de despedida da 6 Tunê banda Strike no Music Hall
A banda de rock se despede do público mineiro em show que marca os dez anos do disco “Desvio de Conduta” e os 15 anos de estrada. O repertório da turnê traz canções como “Paraíso Proibido” e “Aquela História”. Na noite, ainda apresentam-se as bandas Elízia, Qairo e Gravidade. Onde Music Hall (av. do Contorno, 3.239, Santa Efigênia) Quando Dia 20 (sábado), às 22h Quanto A partir de R$ 70 (primeiro lote, inteira)
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almanaque
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 13 a 19 de janeiro de 2018
PRÉ-CARNAVAL O carnaval de BH já começou Alex Atual capital Bessas do Carnaval das Minas Gerais, Belo Horizontedemorou a descobrir sua vocação para a folia. Mas, bem, agora que assim se reconheceu,acidadereinventaofôlego carnavalesco de verão a verão.Nãoporacaso,pelosegundo ano consecutivo, o Monobloco – um dos grupos símbolos da renovação da festa no Rio de Janeiro, ainda nos anos 2000 – volta a desfilar na cidade. E a bateria, claro, pulsa mineiridade. Acontece que, desde 2016, o Monobloco tem sua bateria belo-horizontina e a que participa do cortejo do bloco neste ano, realiza seu segundo ensaio aberto na noite da próxima quarta-feira (17), no Distrital. “A primeira vez que montamos uma bateria em BH foi a convite do Gustavo Caetano, do bloco Unidos do Samba Queixinho”, lembra Celso Alvim, maestro do grupo. Ele pontua que as oficinas de percussão começaram em junho de 2016, já atentos ao Carnaval do ano seguinte. Deu tão certo que voltaram. “Desta vez, temos uma bateria mais ‘engrossada’ de mineiros, já que o número de interessados aumentou de lá pra cá”,
ensaios e festas SÁBADO (13) 10h Bloco da Bolinha Preta Ensaio Aberto. Aldeia Jabuticaba (r. Orange, 30, São Pedro). Entrada gratuita, mediante apresentação de ingressos retirados antecipadamente via site Sympla, inclusive para bebês. Bloco É o Amô Ensaio aberto. Bar Latino (av. Tereza Cristina, 537, Prado). R$ 15 Bloco Ziriggydum Stardust Ensaio aberto. Praça Diogo de Vasconcelos (cruzamento da av. Cristóvão Colombo com a av. Getúlio Vargas, Funcionários). Entrada gratuita. 11h Asa de Banana Ensaio aberto. A Baianera (r. Bocaiúva, 3, Santa Tereza). Entrada gratuita. 12h Praia da Estação 8 anos – Vai Malandra Festa com ensaio de blocos. Praça da Estação (av. dos Andradas, s/nº, centro). Entrada gratuita. 14h Pata de Leão Ensaio aberto. Núcleo de Estudos de Cultura Popular – Necup (av. Nossa Senhora de Fátima, 3.312, Prado). Entrada gratuita. 15h Alô Abacaxi na Praia da Estação
diz ele. Vale dizer, o grupo já cumpriu a missão de ensinar percussão para leigos da música e amantes do Carnaval para cerca de 1.200 pessoas, como estima Alvim. “É difícil dizer com precisão, porque muitas pessoas acabam voltando a fazer parte da nossa bateria”, diz. “São mais ou menos 60 batuqueiros de BH”, comenta ele. “Mas vamos desfilar com uma bateria de cem músicos, porque muitos vem do Rio e de São Paulo”, completa. RENOVAÇÃO Em seu segundo Carnaval na capital mineira, Alvim comenta que ouve falar de “uma festa rica e criativa em propostas musicais e estéticas” e que se torna, cada vez mais, “o destino dos mineiros e até de pessoas de outros lugares”. Com 18 anos de Monobloco, o que é sinônimo de experiência de muitos carnavais, Celso lembra que este fenômeno, “de apropriação da população e dos músicos do Carnaval”, é algo que já aconteceu no Rio de Janeiro e que está acontecendo também em São Paulo. “Para nós, é um barato fazer parte dessa renovação”, orgulha-se. Neste ano, o Monobloco faz desfiles não só em BH, como também nas capitais
Quinto ensaio aberto. Centro de Referência da Juventude (r. Guaicurus, 50, centro). Entrada gratuita. Bloco Vexame Ensaio aberto, com Renata Asor, Vinícios Barbosa, Jason do Cavaco. Praça da Seresta (r. Minueto, 342, Santa Amélia). Entrada gratuita. 16h Batuque Beauvoir Samba. Memorial Minas Gerais Vale (Circuito Liberdade, 640, Funcionários, 3308-4000). Entrada gratuita. Festival Sensualize Volta Bechior e Samba de Queixinho. Participação do Bloco do Amor, com os cantores Flávio Renegado e Manu Dias. Feira de Tradições Mineiras (av. Abílio Machado, 3.081, Alípio de Melo). R$ 10. 17h Pré-Carnaval do Bloco Quando Come Se Lambuza Ensaio aberto e lançamento da música autoral "Te Encontrar". Quadra da Escola de Samba Cidade Jardim (r. do Mercado, 150, Conjunto Santa Maria). R$ 10 (1° lote).
Qua. 17.jan.
L.SAPUCAHY/DIVULGAÇÃO
Monobloco Monobloco faz faz ensaio ensaio aberto aberto da da bateria bateria mineira, mineira, que que desfilará desfilará no no Carnaval Carnaval de de BH BH
fluminense e paulista. O tema, nos três lugares, é um só: o amor de Carnaval. “Pode ser aquele brejeiro, muito rápido, ou aquele duradouro, pra vida toda, vamos nos embalar pelo amor”, avisa Alvim. Pensando em tal mote, Moraes Moreira compôs, especialmente para o grupo, a música “Amor de Carnaval”, disponibilizada na última sexta-feira (12), nas mídias digitais. “É uma canção que tem
um tempero. “O Monobloco é um passeio pelo cancioneiro brasileiro e isso faz que a gente transite bem com públicos de lugares diferentes”, pontua. “Em BH, quando tocamos algo do Skank ou do Jota Quest, todo mundo vai a loucura”, comenta. Por isso, claro, não faltarão canções do pop mineiro, como “Garota Nacional” e “Do seu Lado”. E, se ainda nem passou o Carnaval, Alvim já está de
olho em 2019. “Está na gaveta dos sonhos a gravação de um DVD com os desfiles, talvez passando pelas três cidades. Mas é um projeto que, quem sabe, a gente consiga realizar no ano que vem”. (Alex Bessas)
Ensaio aberto da >bateria do Monobloco Distrital (rua Opala, s/nº, Mercado do Cruzeiro). Dia 17 (quarta-feira), às 20h. A partir de R$ 20.
PEDRO GONTIJO - 7.1.17
No Ponto Espeteria (r. Diabase, 291, Prado). Entrada gratuita. 15h Bloco Afro Fala Tambor Ensaio aberto. Praça Floriano Peixoto (av. Contorno, s/nº,Santa Efigênia). Entrada gratuita. Bloco Havayanas Usadas Ensaio aberto. A Fábrica (av. Teresa Cristina, 295, Prado). R$ 10; entrada gratuita para integrantes da bateria e crianças de até 12 anos. Bloco Roda de Timbau Vigésimo ensaio aberto. Núcleo de Estudos de Cultura Popular – Necup (av. Nossa Senhora de Fátima, 3312, Prado). R$ 5. 15h30 Bloco Funk You Ensaio aberto. Unidos do Queixinho (r. Conquista, 254, Carlos Prates). R$ 5. Unidos do Samba Queixinho Ensaio aberto. Savassi 158 (r. Professor Moraes, 158, Savassi). Ingressos a partir de R$ 15
Bloco Baião de Rua Ensaio aberto. Brasil 41 (av Brasil, 41, Santa Efigênia). R$ 10.
16h Bloco Juventude Bronzeada Ensaio aberto. Mi Corazón (r. Sapucaí, 511, Floresta). R$ 20.
22h Alô Verão Com blocos de carnaval Chama o Síndico e Bartucada. O Mercado (av. Olegário Maciel, 742, 3º andar, centro). R$ 20.
Corazón Bronzeado Festa com bateria blocos Mi Corazón, Juventude Bronzeada e discotecagem com Baile da Teresa. Mi Corazón (r. Sapucaí, 511, Floresta). R$ 20 (lote promocional).
DOMINGO (14)
17h Bloco Tapa de Mina Ensaio aberto Viaduto Santa Tereza (av. Assis Chateaubriand, 619, centro). Entrada gratuita.
10h Bloco Beiço do Wando Ensaio aberto.
a simplicidade e a ginga do Moraes”, elogia o maestro. “O amor é o tema universal da música, da poesia... Então, vai ter um pouquinho de cada lugar, músicas nossas e também de outros artistas, como Tim Maia, Jorge Ben, Nando Reis, Skank”, enumera ele. Aliás, pensando nas particularidades da folia em cada cidade, o maestro lembra que trazer músicas de artistas regionais funciona como
No aniversário de 8 anos da Praia da Estação, blocos de Carnaval participam da festa QUINTA (18) 17h Bloco Quem é essa aí, Papai?
Terceiro ensaio aberto. Villa Albertini (r. Cristal, 137, Santa Tereza). R$ 10.
SEXTA (19)
19h Bloco Me Beija Que Eu sou Pagodeiro Ensaio aberto. Distrital (r. Opala, s/n°, Cruzeiro). R$ 15 (1° lote); R$ 20 (2° lote).
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O QUE VEM POR AÍ janeiro
ra, inteira, lote promocional).
DIA 27
março
7ª EDIÇÃO FESTIVAL PLANETA BRASIL - COM PHOENIX, O RAPPA E OUTROS
Esplanada do Mineirão. Às 12h. A partir de R$ 240 (pista, inteira, 1° lote).
fevereiro
DIA 3 NANDO REIS JARDIM POMAR
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 100 (arquibancada, inteira, 1° lote), R$ 720 (mesa com quatro lugares).
DIA 2
DIA 9
ROUGE - 15 ANOS
EPICA
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 90 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote), R$ 140 (pista premium, inteira, 2° lote).
Music Hall BH. Às 20h. R$ 130 (pista, inteira, 1° lote), R$ 400 (pista vip, inteira, 1° lote), R$ 400 (camarote, inteira, 1° lote).
DIA 25 STEVE HACKETT - GENESIS REVISTED, SOLO GEMS & GTR
Palácio das Artes. Às 19h. R$ 280 (plateia 1, inteira), R$ 240 (plateia 2, inteira), R$ 200 (plateia superior).
abril
BAILE DO DENNIS
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 80 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote), R$ 500 (mesa com quatro lugares, setor 2), R$ 560 (mesa com quatro lugares, setor 1).
Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 16h. R$ 100 (plateia 1, inteira), R$ 80 (plateia 2, inteira)
RED FANG
DIA 12 NA FARRA COM SAFADÃO
Mirante Beagá (r. Gabriela de Melo, 0, Olhos D'água). A partir de R$ 220 (espaço Na Far-
A Autêntica. Às 21h. R$ 200 (pista, inteira, 1° lote); R$ 140 (pista promocional mediante doação de 1Kg de alimento não perecível, 1° lote).
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h30. R$ 90 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote).
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h30. R$ 100 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote), R$ 840 (mesa setor 1 com quatro lugares), R$ 640 (mesa setor 2 com quatro lugares).
DIA 8
DIA 25
SKANK - TURNÊ "OS TRÊS PRIMEIROS"
KM de Vantagens Hall BH. Às 18h. A partir de R$ 80 (arquibancada, inteira, 1° lote).
SHREK - O MUSICAL TYA
Mirante Beagá. Às 16h. Valores ainda não informados.
ROGER WATERS
DIA 21
DIA 28
MARTINHO DA VILA
SUNFLOWER 2018
DIA 21
RETROSPECTIVA MICHEL BASQUIAT
AUTHENTIC GAMES FESTA DOS YOUTUBERS
DIA 9
DIA 11
A PARTIR DO DIA 16
DIA 25
DIA 9
Mirante Beagá. Às 22h. R$ 180 (inteira).
Às 21h. A partir de R$ 100 (plateia 2C, inteira).
DIA 13 ZÉ RAMALHO
KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 90 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote); R$ 175 (mesa, individual) DIA 19 GLENN HUGHES CLASSIC DEEP PURPLE LIVE
Cine Theatro Brasil Vallourec.
Centro Cultural Banco do Brasil. Das 9h às 21h. Entrada gratuita.
outubro
Mineirão. Às 20h. R$ 300 (cadeira superior, inteira), R$ 340 (pista em pé, inteira), R$ 490 (cadeira inferior, inteira), R$ 720 (pista premium, inteira). GUSTAVO ARRAIS/DIVULGAÇÃO
JOTA QUEST
maio DIA 18 OZZY OSBOURNE
Esplanada do Mineirão. Às 21h. R$ 300 (pista, inteira), R$ 600 (pista premium, inteira). DIA 27 CARL PALMER
Palácio das Artes. Às 19h. R$ 280 (plateia 1, inteira), R$ 240 (plateia 2, inteira), R$ 200 (plateia superior, inteira).
julho
Rouge faz show em BH para comemorar volta aos palcos
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almanaque
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CINEMA Guerra perdida, Oscar na mão UNIVERSAL/DIVULGAÇÃO
Daniel No centro de Oliveira “O Destino de uma Nação”, em cartaz nesta semana, está um líder político que, mesmo diante de um enorme e violento avanço conservador, ameaçado por uma onda fascista externa e sob pressão seu próprio partido, decide fazer o que considera melhor para seu povo – e não o que seria mais conveniente para sua carreira ou sua estabilidade no cargo. Dado o atual cenário político mundial, não é de se estranhar por que essa história – e especialmente essa figura, Winston Churchill – estejam despertando tanto interesse, com destaque recente na série “The Crown” e um outro filme estrelado por Bryan Cox. É uma pena, porém, que – mesmo com sua relevância temática e o talento habitual de Gary Oldman – “O Destino de uma Nação” seja talvez o exemplar mais fraco dessa onda nostálgica. O diretor Joe Wright (“Desejo e Reparação”) faz o máximo que pode com sua costumeira competência visual, mas nem ela é capaz de disfarçar um roteiro verborrágico e expositivo, carregado de clichês preguiçosos, que o elenco tenta
elevar com os arroubos mais exagerados de atuação shakespereana. O filme retrata os dias, em 1940, em que Churchill (Oldman) assume como primeiro-ministro inglês, após o fracasso de seu colega de partido Neville Chamberlain (Ronald Pickup) em conter o avanço fascista. Sem o apoio do rei George VI (Ben Mendelsohn) e de seu próprio partido, que desejava negociar a derrota com Hitler, ele precisa convencer um país convalido a resistir e coordenar a retirada da maior derrota militar da história britânica – narrada por Chris Nolan no ano passado, em “Dunkirk” – enquanto rechaça as tentativas de tirá-lo do cargo. O roteirista Anthony McCarten (do fraco “A Teoria de Tudo”) tenta fazer uma mistura de “Game of Thrones” com “The Crown”, mas tropeça em diálogos ruins e alguns recursos forçados. O uso da datilógrafa Ms. Layton (Lily James) como ponto de entrada do público na história é desnecessário e toma espaço de personagens mais importantes, como o rei George VI, cuja mudança de opinião acontece do nada – e Kristin Scott Thomas, competente como sempre, mas desperdiçada no ingrato papel da esposa. Essas soluções narrativas pouco criativas e con-
com o visconde Halifax transformado quase num vilão de desenho animado pelo olhar e o tom cartunesco de Stephen Dillane (o Stannis Baratheon de “Game of Thrones”).
Às vésperas de completar 60 anos, Oldman pode ganhar o primeiro Oscar de sua carreira
vincentes são o maior defeito do longa – com o constrangedor passeio de metrô do protagonista sendo o pior exemplo disso. Wright tenta compensar essas falhas e a verborragia do roteiro com uma câmera sempre em movimento e a bela fotografia de Bruno Del-
bonnel. Os dois abusam de ambientes claustrofóbicos e escuros, com uma única fonte de luz – representando o desespero da “hora mais escura” do título original. Já a insistência em um ponto de vista aéreo, como se Deus julgasse os personagens, é mais dispensável.
O cineasta tem menos êxito, porém, na regência de seus atores. O elenco encena os diálogos rebuscados e nada sutis com os decibéis vocais de quem está num palco interpretando o melhor de Shakespeare. Mas a qualidade do texto acaba traindo e expondo esse exagero,
OSCARIZÁVEL E ainda que também sofra com isso, Oldman é a melhor coisa do filme. Irreconhecível sob a maquiagem de Kazuhiro Tsuji (um Oscar garantido para o longa), presente em quase todas as cenas e com as melhores falas, o ator abraça sem medo as explosões de um homem com o peso do mundo nas costas, mas brilha nos silêncios em que Churchill ameaça sucumbir sob a pressão. Some isso ao seu vasto currículo, e ele é o favorito ao Oscar de melhor ator. O maior mérito de sua performance, porém, é focar menos na reafirmação do heroísmo e do eterno triunfo moral da geração baby boomer (público-alvo da produção), e mais nas dúvidas, vacilações e na dificuldade de resistir e defender seus princípios diante de um mundo dominado pelo medo e terror. Se o resto de “O Destino” estivesse sintonizado na mesma frequência, seria um filme bem melhor.
CALIFORNIA FILMES/DIVULGAÇÃO
Atenção! A programação abaixo refere-se a este fim de semana, dias 13 (sábado) e 14 (domingo)
pré-estreias 120 BATIMENTOS POR MINUTO (120 Battements par Minute, França, 2018, 2h23, 16 anos) Dir. Robin Campillo. Com Nahuel Perez Biscayart, Adèle Haenel, Arnaud Valois. No início dos anos de 1990, na França, o grupo ativista Act Up está intensificando seus esforços para que a sociedade reconheça a importância da prevenção e do tratamento em relação a Aids. Ponteio 2: 21h05 (somente sábado)
CORRENDO ATRÁS DE UM PAI (*) (Father Figures, EUA, 2017, 1h53, 12 anos) Dir. Lawrence Sher. Com Owen Wilson, Ed Helms, J.K. Simmons. Quando dois irmãos gêmeos descobrem que sua mãe mentiu sobre o falecimento de seu pai, os dois decidem cair na estrada para encontrá-lo. BH Shopping 5: 21h40 Cidade 8: 21h Contagem 8: 16h05, 21h15 Del Rey 7: 18h20, 23h(somente sábado) (sessões legendadas) Partage Shopping Betim 4: 19h20 (*) Sessões dubladas
estreias
(Darkest Hour, Reino unido, 2018, 2h06, 12 anos) Dir. Joe Wright. Com Gary Oldman, Ben Mendelsohn, Kristin Scott Thomas. Em 1940, com o Reino Unido perdendo a guerra para os nazistas, Winston Churchill assume como primeiro-ministro e precisa convencer o partido e o país a resistir à derrota. Cidade 8: 13h20, 15h50, 18h20 Del Rey 2: 22h50(somente sábado) Del Rey 4: 16h20, 18h40, 21h Diamond 1: 12h20, 15h10, 18h10, 21h15 Pátio Savassi 4: 15h30, 18h45, 21h30 Ponteio Premier: 16h10, 18h40, 21h10
Contagem 1: 13h50, 18h30 Del Rey 2: 14h, 18h30 Diamond 6: 14h40, 20h Itaú Power 6: 14h, 16h15 Minas 1: 14h50, 19h10 Monte Carmo 5: 13h20, 15h40 Pampulha 1: 14h35, 18h55 Paragem 5: 13h20, 15h40 Partage Shopping Betim 6: 12h10, 15h, 17h30, 20h Pátio Savassi 6: 12h15, 14h50, 17h30, 20h30 Shopping Estação 2: 18h15, 20h45 Shopping Norte 2: 16h25, 20h30 Via Shopping 4: 14h20, 16h30
O ESTRANGEIRO
(*) Sessões dubladas
O DESTINO DE UMA NAÇÃO
(The Foreigner, China/ Reino Unido, 2018, 1h54, 14 anos) Dir. Martin Campbell. Com Jackie Chan, Orla Brady, Pierce Brosnan. Quan é um homem de negócios londrino que perde sua filha em um atentado terrorista. Como a polícia não consegue encontrar os culpados, ele decide fazer justiça com as próprias mãos. BH Shopping 6: 17h55, 21h (*) Cidade 1: 13h50, 18h30, 20h50 (*) Contagem 7: 14h(*), 18h40(*), 21h Monte Carmo 6: 14h(*), 16h20, 18h40(*), 21h Pampulha 4: 17h20 e 21h30 (*) (*) Sessões dubladas
O JOVEM KARL MARX (Le Jeune Karl Marx, França/ Alemanha/ Bélgica, 2018, 1h59, 14 anos) Dir. Raoul Peck. Com August Diehl, Stefan Konarske, Vicky Krieps. Karl Marx, aos 26 anos, embarca para o exílio junto com sua esposa, Jenny. Em 1844, na França, ele conhece Friedrich Engels, filho de um industrialista que investigou o nascimento da classe trabalhadora britânica.
LOU
Longa sobre Karl Marx tem direção assinada por Raoul Peck (“Eu Não Sou Seu Negro”) Belas 3: 14h50, 19h20 Ponteio 3: 20h50 Ponteio 4: 14h20
O TOURO FERDINANDO (*) (Ferdinand, EUA, 2018, 1h49, livre) Dir. Carlos Saldanha. Ferdinando é um touro calmo, que não gosta de brigar com outros animais. Porém, ele é escolhido para participar das touradas de Madri. Betim 3: 16h20, 21h BH Shopping 4: 12h10, 17h10 Big Shopping 2: 14h15 e 18h20 Boulevard 1: 16h20, 21h Boulevard 4: 14h15 Cidade 4: 14h50, 17h, 19h10, 21h10 Contagem 4: 13h, 15h, 17h10, 19h20, 21h20
Del Rey 2: 16h20, 20h40 Del Rey 3: 13h40, 15h50 Del Rey 4: 14h20 Diamond 6: 12h10(somente domingo), 17h20 Itaú Power 5: 13h40, 16h10, 18h30, 20h50 Minas 1: 12h50, 17h, 21h10 Minas 5: 13h40 Monte Carmo 3: 13h40, 16h10, 18h30, 20h50 Pampulha 3: 13h35, 15h30, 17h25, 19h20, 21h20 Paragem 3: 14h10, 16h30, 18h40, 20h50 Partage Shopping Betim 4: 14h10, 16h45
Pátio Savassi 2: 11h20(somente domingo), 13h45(somente sábado), 13h50(somente domingo) Shopping Estação 2: 13h15, 15h45 Shopping Norte 5: 14h15, 18h20 Via Shopping 1: 13h50, 16h, 18h50 e 21h Sessões 3D: Betim 1: 13h50, 18h30 BH Shopping 3: 13h10, 15h40, 18h10, 20h40 BH Shopping 4: 14h40, 19h40 Big Shopping 5: 16h25, 20h30 Boulevard 2: 13h50, 18h30 Cidade 5: 11h50(somente domingo), 12h50, 18h30
(Lou Andreas-Salomé, Alemanha/ Suíça, 2018, 1h53, 12 anos) Dir. Cordula Kablitz-Post. Com Katharina Lorenz, Liv Lisa Fries, Nicole Heesters. A escritora e psicanalista Lou Andreas Salomé, no fim do século XIX, vive de forma livre e contestadora. Suas ideias e atitudes seduzem nomes como Paul Rée e Friedrich Nietzsche. Belas 3: 21h40 Ponteio 2: 16h40, 18h50, 21h05(somente domingo)
em cartaz ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE (Murder on the Orient Express, EUA, 2017, 1h54, 12 anos) Dir. Kenneth Branagh. Com Kenneth Branagh, Johnny Depp, Michelle Pfeiffer. Quando um terrível assassinato acontece em um luxuoso trem, todos os passageiros se tornam suspeitos da investigação do detetive Hercule Poirot. Del Rey 7: 13h30, 20h40
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CINEMA SONY PICTURES/DIVULGAÇÃO
em cartaz (continuação)
Shopping Estação 4: 13h30, 16h, 18h30, 21h15 Shopping Norte 2: 14h25, 18h30 (*) Sessões dubladas
AS AVENTURAS DE TADEO 2: O SEGREDO DO REI MIDAS (*)
projeto clássica
(Tadeo Jones 2: El secreto del Rey Midas, Espanha, 2017, 1h26, livre) Dir. Enrique Gato. Tadeo, pedreiro e aspirante a arqueólogo, descobre que o colar do rei Midas existiu de verdade e sai numa jornada com seus amigos, mas um problema surge quando Sara, uma de suas amigas, desaparece misteriosamente. Boulevard 5: 13h40 Minas 3: 13h10 Paragem 4: 14h30
A PRIMEIRA NOITE DE UM HOMEM (The Graduate, EUA, 1968, 1h46, 14 anos) Dir. Mike Nichols. Com Dustin Hoffman, Anne Bancroft, Katharine Ross. Após se formar na faculdade, Benjamin Braddock retorna para casa. Indeciso quanto ao seu futuro, ele acaba sendo seduzido pela Sra. Robinson, uma amiga de seus pais. Belas 1: 11h(somente sábado)(*), 16h40
(*) Sessões dubladas
COM AMOR, VAN GOGH
(*) Clube do professor. Necessário apresentar comprovação
(Loving Vincent, Reino Unido/ Polônia, 2017, 1h35, 12 anos) Dir. Dorota Kobiela, Hugh Welchman. Um jovem parte numa investigação aprofundada sobre a vida e a misteriosa morte de Vincent Van Gogh através das suas pinturas e dos personagens em suas telas. Belas 2: 16h40, 21h30
EXTRAORDINÁRIO (Wonder, EUA, 2017, 1h54, livre) Dir. Stephen Chbosky. Com Jacob Tremblay, Julia Roberts, Owen Wilson. Um menino com uma deformação facial enfrenta os desafios de iniciar seus ensinos em uma escola regular. BH Shopping 1: 13h50, 16h20, 19h20, 22h BH Shopping 10: 12h50(*), 18h30 Big Shopping 4: 14h15, 18h45 (*) Boulevard 3: 14h10(*), 16h30, 18h50(*), 21h10 Cidade 6: 11h40(somente domingo), 13h50, 16h10, 18h40, 21h (*) Contagem 5: 13h40, 16h20, 18h40, 21h10 (*) Del Rey 5: 13h50(*), 16h10, 18h30, 20h50, 23h10(somente sábado) Diamond 2: 16h, 21h Diamond 5: 12h50, 18h Itaú Power 2: 11h(CineMaterna), 14h, 16h20, 18h40, 21h10 (*) Minas 4: 13h50, 16h20, 18h40, 21h (*) Monte Carmo 2: 16h30, 18h50, 21h10 (*) Paragem 4: 16h20 e 18h40 (*) Partage Shopping Betim 3: 12h50, 15h30, 18h10, 20h40 (*) Pátio Savassi 5: 12h30, 15h10, 17h50, 20h45 Pátio Savassi 7: 13h30, 16h20, 19h, 21h45 Shopping Estação 5: 13h45, 16h20, 19h, 21h45 (*) Shopping Norte 3: 18h25 (*) Via Shopping 5: 13h40, 15h50, 18h30 (*) (*) Sessões dubladas
FALA SÉRIO, MÃE! (Brasil, 2017, 1h19, 10 anos) Dir. Pedro Vasconcelos. Com Larissa Manoela, Ingrid Guimarães, Marcelo Laham. A frustrada Cristina é mãe de Maria de Lourdes, adolescente teimosa. Betim 2: 14h10, 15h50, 17h30, 19h10, 20h50 BH Shopping 6: 12h, 14h, 16h BH Shopping 9: 13h, 15h10, 17h20, 19h30, 21h50 Big Shopping 3: 14h35, 16h35, 18h35, 20h35 Boulevard 5: 15h40, 17h20, 19h, 20h40 Cidade 3: 14h, 15h40, 17h20, 19h, 20h40 Contagem 3: 13h50, 15h40, 17h20, 19h, 20h40 Del Rey 6: 13h50, 15h30, 17h20, 19h10,21h10,22h50(somentesábado) Diamond 3: 11h30, 14h, 17h30, 19h30, 21h30 Itaú Power 4: 14h, 15h40, 17h20, 19h, 20h40 Minas 3: 15h, 16h35, 18h10, 19h45, 21h20 Monte Carmo 1: 14h, 15h40, 17h20, 19h, 20h50 Paragem 2: 14h, 15h40, 17h20, 19h, 20h40 Pampulha 2: 14h25, 16h05, 17h45, 19h25, 21h10 Partage Shopping Betim 5: 14h, 17h10, 19h10, 21h15 Pátio Savassi 8: 11h40, 14h, 16h, 18h10, 20h20 Ponteio 2: 13h30, 15h05 Shopping Estação 1: 13h, 15h15, 17h20, 19h30, 21h30 Via Shopping 2: 14h, 15h40, 17h20,
mostras
Dir. Petrônio Lorena Sesc Palladium Exibe o documentário “Lampião da Esquina” nos dias 16, 17 e 18, às 19h. (*) Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Entrada gratuita / Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro). Entrada gratuita
STAR TREK (*) Retrospectiva dos filmes da franquia de ficção científica Neste sábado (13) 19h “Jornada nas Estrelas: Nêmesis” (EUA, 2002, 1h56) Dir. Stuart Baird Domingo (14) 17h “Jornada nas Estrelas: O Filme” (EUA, 1979 2h11 ) Dir. Robert Wise 19h Jornada nas Estrelas (EUA, 2009, 2h08) Dir. J.J. Abrams
FILMES CARNAVAL (*) IX MOSTRA DE CINEMA, ARTE E PODER
‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’ é um dos recordes de bilheteria do início de 2018 no Brasil
Mostra de cinema compõe a programação do VAC Humberto Mauro
19h, 20h50
JOVEM MULHER (Jeune Femme, França/ Bélgica, 2017, 1h37, 14 anos) Dir. Léonor Serraille. Com Laetitia Dosch, Léonie Simaga, Souleymane Seye Ndiaye. Abandonada pelo namorado em Paris após 10 anos de relacionamento, Paula decide permanecer na cidade. Belas 3: 17h20
JUMANJI: BEM-VINDO À SELVA (Jumanji: Welcome to the Jungle, EUA, 2017, 1h59, 12 anos) Dir. Jake Kasdan. Com Dwayne Johnson, Jack Black, Kevin Hart. Quatro adolescentes são transportados para dentro de um jogo de videogame. Betim 3: 14h, 18h40 (*) BH Shopping 7: 13h30(*), 16h10(*), 18h40, 21h10 Big Shopping 4: 16h30, 21h (*) Boulevard 1: 14h, 18h40 Boulevard 4: 16h10, 21h20 (*) Cidade 1: 16h10 (*) Cidade 7: 13h30, 16h, 18h25, 20h50 (*) Contagem 6: 13h30, 16h, 18h30, 20h50 (*) Contagem 7: 16h20 (*) Del Rey 3: 18h10, 20h30 Diamond 4: 13h50(*), 16h40(*), 19h10, 22h Itaú Power 1: 13h40 (*) Itaú Power 3: 13h30, 15h50, 18h10, 20h40 (*) Minas 6: 13h30 e 18h40 (*) Monte Carmo 4: 13h30, 16h, 18h20, 20h40 (*) Pampulha 6: 14h30, 16h45, 19h, 21h15 (*) Paragem 1: 13h50(*), 16h15(*), 18h40(*), 21h10 Partage Shopping Betim 2: 12h30, 15h10, 17h50, 20h30 (*) Pátio Savassi 1: 12h05, 14h40 (*) Pátio Savassi 7: 11h (*) Shopping Estação 6: 17h, 22h15 (*) Shopping Norte 5: 20h25 (*) Via Shopping 3: 13h30, 15h50, 18h20, 20h40 (*) Sessões 3D: Betim 1: 16h, 20h40 (*) BH Shopping 1: 11h15 (*) BH Shopping 2: 12h20(*), 14h50(*), 17h40(*), 20h10 Big Shopping 1: 14h05, 16h20, 18h35, 20h50 (*) Boulevard 2: 16h, 20h40 (*) Cidade 5: 16h, 20h40 (*) Contagem 1: 16h, 20h40 (*) Del Rey 1: 13h30(*), 16h(*), 18h20(*), 20h50, 23h(*)(somente sábado) Diamond 2: 11h (*) Itaú Power 6: 18h35, 21h (*) Minas 2: 13h45(*), 16h10(*), 18h35(*), 21h Monte Carmo 5: 18h10, 20h30 (*) Pampulha 1: 16h40, 21h (*) Paragem 5: 18h10, 20h30(*) Partage Shopping Betim 1: 13h30, 16h10, 18h50, 21h30 (*) Partage Shopping Betim 4: 22h (*) Pátio Savassi 2: 16h40, 19h20, 22h Ponteio 3: 13h50, 16h10, 18h30 Ponteio Premier: 13h40 Shopping Estação 3: 12h30, 15h, 17h45, 20h30 (*)
Shopping Norte 1: 14h05, 16h20, 18h35, 20h50 (*) Via Shopping 4: 18h40, 21h10 (*) (*) Sessões dubladas
LIGA DA JUSTIÇA (*) (Justice League, EUA, 2017, 2h01, 12 anos) Dir. Zack Snyder. Com Ben Affleck, Gal Gadot, Henry Cavill. Um grupo de super-heróis se forma com a missão de proteger o mundo. Cidade 2: 13h30, 16h e 18h30 Contagem 2: 14h, 16h20, 18h40 e 21h10 Itaú Power 1: 16h e 18h30 Minas 5: 15h50, 18h15 e 20h45 (*) Sessões dubladas
O REI DO SHOW (The Greatest Showman, EUA, 2017, 1h45, livre) Dir. Michael Gracey. Com Hugh Jackman, Michelle Williams, Zac Efron. A história de P.T. Barnum, showman norte-americano que fundou um famoso circo. BH Shopping 4: 22h10 Cidade 4: 12h50 Contagem 8: 13h50 Pátio Savassi 1: 17h20, 19h50, 22h20
Boulevard 4: 18h30 Cidade 2: 21h (*) Contagem 8: 18h25 (*) Del Rey 7: 15h40 Itaú Power 1: 20h50 (*) Minas 6: 15h50 e 21h (*) Cineart Paragem 4: 21h Cineart Via Shopping 5: 20h45 (*) Monte Carmo 2: 13h40 (*) Sessões 3D: Boulevard IMAX: 12h15, 15h15, 18h15, 21h15 Pátio Savassi 3: 22h10 (*) Sessões dubladas
THE SQUARE – A ARTE DA DISCÓRDIA (The Square, Suécia/ Alemanha/ Dinamarca/ França, 2017, 2h22, 12 anos) Dir. Ruben Östlund. Com Claes Bang, Dominic West, Elisabeth Moss. O curador de um museu de arte contemporânea é furtado na rua e, ao tentar recuperar seus pertences, entra numa espiral que coloca sua vida do avesso. Belas 2: 14h, 18h40
VIVA – A VIDA É UMA FESTA (*)
STAR WARS – OS ÚLTIMOS JEDI
(Coco, EUA, 2018, 1h45, livre) Dir. Lee Unkrich, Adrian Molina. Menino quer ser um músico famoso, mas precisa lidar com sua família, que desaprova seu sonho. Big Shopping 2: 16h20 e 20h25 Pampulha 4: 13h20, 15h20, 19h30 Pampulha 5: 13h25, 15h25, 17h25, 19h25, 21h25 Partage Shopping Betim 7: 13h20, 16h, 18h30, 21h Pátio Savassi 3: 12h, 14h30, 17h10, 19h40 Pátio Savassi 4: 13h Shopping Estação BH 6: 14h30, 19h45 Shopping Norte 5: 16h20
(Star Wars: The Last Jedi, EUA, 2017, 2h30, 12 anos) Dir. Rian Johnson. Com Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac. Após encontrar Luke Skywalker em uma ilha isolada, a jovem Rey busca entender o balanço da Força, enquanto o Primeiro Império se reorganiza para enfrentar a Aliança. BH Shopping 10: 15h20, 21h30
Sessões 3D: BH Shopping 5: 11h50, 14h20, 16h50, 19h10 BH Shopping 8: 13h20, 15h50, 18h20, 20h50 Big Shopping 5: 14h25, 18h30 Diamond 2: 13h35, 18h35 Diamond 5: 15h30, 20h40
RODA GIGANTE (Wonder Wheel, EUA, 2017, 1h42, 12 anos) Dir. Woody Allen. Com Kate Winslet, James Belushi, Justin Timberlake. A atriz Ginny acaba se apaixonando pelo salvavidas Mickey. Mas quando sua enteada, Carolina, também cai de amores pelo rei da praia, as duas começam uma forte concorrência. Belas 1: 14h30, 18h50, 21h20 Ponteio 4: 16h40, 18h40, 21h
Segunda-feira (15) 17h “Os Três Atos de Carlos Adão” (BRA, 2016, 1h10, 16 anos) Dir. Diego Navarro e Francisco Franco 19h “A Farra do Circo”, (BRA, 2014, 1h34, 16 anos) Dir. Roberto Berliner e Pedro Bronz 21h “A Batalha do Passinho”, (BRA, 2012, 1h12, 16 anos) Dir. Emilio Domingues Terça-feira (16) 17h “O Homem que matou John Wayne” (BRA, 2016, 1h10,16 anos) Dir. Diogo Oliveira 19h “Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava” (BRA, 2017, 1h20, 16 anos) Dir. Diogo Oliveira 21h “Cacaso na Corda Bamba”, (BRA, 2016, 1h28, 16 anos) Dir. José Joaquim Salles e PH Souza Quarta-feira (17) 17h “Rifle”, de Davi Pretto (BRA, 2017, 1h40, 16 anos) 19h “Galeria F.”, de Emilia Silveira (BRA, 2016, 1h26, 16 anos) 21h Sessão Especial Curtas e Perspectiva Gabriela Greeb: “A vida como Rizoma, de Lisi Kieling”, “Kappa Crucis”, de João Borges, “Vênus – Filó a fadinha lésbica”, de Sávio Leite, “Ameaçados”, de Julia Mariano, Perspectiva Gabriela Greeb Quinta-feira (18) 17h “Cacaso na Corda Bamba” (BRA, 2016, 1h28, 16 anos) Dir. José Joaquim Salles e PH Souza 19h “A Batalha do Passinho” (BRA, 2012, 1h12, 16 anos) Dir. Emilio Domingues 21h “As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana”, (BRA, 2016, 1h12, 16 anos) Dir. Paola Vieira e Claudio Lobato Sexta-feira (19) 17h Sessão Especial Curtas e Perspectiva Gabriela Greeb: “A vida como Rizoma, de Lisi Kieling”(BRA, 2016), “Kappa Crucis”, de João Borges, “Vênus – Filó a fadinha lésbica”, de Sávio Leite, “Ameaçados”, de Julia Mariano, Perspectiva Gabriela Greeb 19h “ Rifle”, (BRA, 2017, 1h40, 16 anos) Dir. Davi Pretto 21h “ O Silêncio da Noite é que tem Sido Testemunha das Minhas Amarguras” (BRA, 2017, 1h19, 16 anos)
Mostra exibe filmes com a temática do carnaval brasileiro Terça-feira (16) 19h30 Assim Era Atlântida (BRAl 1975 1h45) Dir. Carlos Manga Quarta-feira (17) 17h “Carmen Miranda: Bananas Is My Business”(BRA, 1995, 1h31) Dir. Helena Solberg 19h30 “Nem Sansão, nem Dalila” (BRA, 1954, 1h28) Dir. Carlos Manga Quinta-feira (18) 17h “O Homem do Sputinik” (BRA 1959, 1h38 ) Dir. Carlos Manga 19h30 “Carnaval Atlântida” ( BRA, 1952, 1h35) Dir. José Carlos Burle, Carlos Manga Sexta-feira (19) 19h30 Samba Riachão (BRA, 2001 1h20) Dir. Jorge Alfredo (*) MIS Cine Santa Tereza (r. Estrela do Sul, 89, Santa Tereza). Entrada gratuita
FILMES DE FÉRIAS (*) Filmes infantis Terça-feira (16) 17h “Asterix e o domínio dos deuses” (França/Bélgica, 2014, 1h25, dublado) Dir. Alexandre Astier e Louis Clichy Quarta-feira (17) 17h “Lifi: uma galinha na selva” (Coreia do Sul, 2011, 1h32, dublado) Dir. Seong-yun Oh Quinta-feira (18) 17h “A Lady e o Lobo” (EUA, 2010, 1h28 dublado) Dir. Anthony Bell e Ben Gluck Sexta-feira (19) 17h “Uma viagem ao mundo das fábulas” (Bélgica, 2009, 1h18, dublado) Dir. Tomm Moore e Nora Twomey
VIDAS EM MELODIA (*) Filmes que abordam a vida de artistas e movimentos musicais Sexta-feira (19) 19h Tropicália (BRA, 2012, 1h27) Dir. Marcelo Machado (*) Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro). Entrada gratuita
MUMIA/DIVULGAÇÃO
na Fachada Digital do 6 Mumia Espaço do Conhecimento UFMG
A Mostra Udigrudi Mundial de Animação (Mumia) realizou sua 15ª edição em 2017 e agora os curtas prestigiados durante a mais recente edição do festival poderão ser vistos e revistos na praça da Liberdade. A exibição dos filmes na Fachada Digital compõe a programação de férias do museu e as animações serão projetadas às quartas e quintas de janeiro. Onde Espaço do Conhecimento UFMG (praça da Liberdade, 450, Funcionários) Quando Dias 17, 18, 24 e 25 de janeiro, a partir das 19h30 Quanto Gratuito
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estilo ALERTA VERÃO> Dicas fáceis e baratas garantem a hidratação de pele e cabelos durante a estação LUCAS LARA/DIVULGAÇÃO
Para enfrentar o sol De malas prontas para curtir o verão na ilha de Boipeba, no interior da Bahia, a empresária Natalia Resende, 28, reforça a nécessaire com produtos que prometem uma boa proteção contra os raios solares nocivos – inclusive para os cabelos. Nesse caso, além do chapéu, ela recruta outros aliados. “Sempre levo uma máscara hidratante e gotas de óleo de coco natural, para aplicar ao sair da piscina ou do mar. Penteio, passo a mistura e deixo agir para manter o fio hidratado. Também evito o uso de secador e chapinha. Prefiro manter os fios mais naturais”, explica. O ritual capilar de Natalia faz todo sentido, principalmente se pontuarmos que o verão brasileiro exige cuidados redobrados. Segundo Letícia Motta, proprietária do salão The Jazz, a exposição à água salgada ou ao cloro e aos raios solares abre as cutícuLorena K. Martins
las dos fios, deixando-os vulneráveis, ressecados e quebradiços. “É indicado protegê-los com leave-in específico, com filtro solar. O uso de chapéu ou de bonés também é válido para manter os fios hidratados durante a exposição ao sol, ao mar ou à água da piscina”. Para Rosângela Rocha, hair stylist e visagista do Maison Rocha, os leave-ins são mesmos indispensáveis para os fios – mas ela frisa que vale redobrar a atenção ao rótulo e optar por aqueles cujas fórmulas não possuem silicone em sua composição. “Bons xampus, um para limpeza e um hidratante, também são importantes. O ideal é que sejam sem sal”, alerta. Para evitar quebra, a profissional sugere sempre desembaraçar os fios após o mergulho. E não prendê-los enquanto estiverem molhados. EM CASA Com a infinidade de produtos
A empresária Natalia Resende não dispensa hidratantes e água termal para cuidar de seus cabelos; na praia, o desgaste é ainda maior, uma vez que a luz solar afeta a cutícula dos fios
com fórmulas e de tecnologias pensadas especialmente para proteger o cabelo durante essa época do ano, os rituais de cuidados, como hidratações e restaurações, parecem ficar ainda mais simples. Mas é bom lembrar que o re-
ANDRE HAWK PHOTOGRAPHER/FARM/DIVULGAÇÃO
O uso do filtro e feito a cada duas horas. Vale também tomar cuidado com os horários: evite tomar sol entre as 10h e as 16h
sultado não dura para sempre. Não por outro motivo, o uso de algumas dicas caseiras, aliadas aos produtos específicos, podem prolongar o efeito de hidratação. O dermatologista André Piancastelli, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que “o ressecamento por exposição aos raios UV afeta a estrutura capilar, principalmente no que tange à quantidade de queratina dos fios, que ficam fragilizados e com as cutículas abertas”. O médico repassa uma dica para amenizar o efeito desgastante das lavagens diárias dos fios no verão. “Recomendo diluir metade do frasco de xampu em metade de água mineral ou termal, o que faz com que os fios fiquem mais maleáveis e hidratados”. O reforço dos cuidados com dicas caseiras também faz parte da rotina da hair stylist Rosângela Rocha. “Gosto muito de colocar uma colher de sopa de glicerina bidestilada dentro do pote da máscara. Ela ajuda a reforçar a hidratação. No caso dos cabelos lisos e com química, uma colher de vinagre de maçã diluída em um copo de água no último enxágue ajuda o fortalecimento da raiz.
Ele é um ácido e ajuda a estabilizar a oleosidade, além de dar brilho ao cabelo”, ensina. PELE BONITA O corpo também precisa de cuidados redobrados. No verão, é normal a pele ficar mais ressecada, áspera e sem viço. Para evitar esse fenômeno, filtro solar e hidratantes são indispensáveis. “Além de ficar mais ressecada, a pele pode, em outro momento, ter a oleosidade aumentada em função desse ressecamento inicial. Por isso, sempre passe hidratante após a exposição solar”, reforça Piancastelli. Ainda segundo ele, o ideal é usar o hidratante até três minutos após o fim do banho, com o corpo ainda úmido, para “reter” a água na pele. Os que possuem ureia, vitamina E, aveia e extratos de camomila e calêndula são ideais. Para as peles mais ressecadas, vale também adicionar um pouco de óleo de amêndoas no frasco do hidratante. “Se o produto tem 200 mL, acrescente 10 mL de óleo de amêndoas e mexa bem. O ideal é usar o hidratante até três minutos após o fim do banho, para conservar a hidratação”, ensina.
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BEATE / PIXABAY
NÉCESSAIRE
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Quando vivido sem cuidados, o verão pode deixar marcas desagradáveis na pele e nos cabelos. Novos produtos no mercado protegem contra a radiação e ainda estão turbinados com outras tecnologias. Veja a seguir.
Sob o sol, o ideal é abusar do chapéu com aba de pelo menos 10 cm e evitar os bonés, já que eles protegem apenas 6% da face
Divertido Além de defender 6 contra a radiação com o FPS
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DICAS PARA OS CABELOS NO VERÃO Para ajudar a manter os fios saudáveis, esses rituais capilares são baratos e fáceis de fazer HIDRATAÇÕES PARA A PRAIA: Pegue a polpa de um coco e bata no liquidificador com uma colher de sopa de óleo de coco. Aplique nos fios (secos ou úmidos) antes de ir para a praia. Também pode ser usado nos fios antes de dormir. Outra opção é pegar a polpa de um coco, uma colher de sopa de óleo de coco e 50 mL de água de coco. Bata tudo no liquidificador e aplique nos fios secos ou úmidos.
poderosa Com 6 Hidratação fórmula livre de óleos, esse filtro so-
lar ainda tem panthenol, um ativo que promove hidratação prolongada à pele Quanto R$ 52,40 (FPS 70) Onde NIVEA 0800 77 64832
PARA CLAREAR OS FIOS NO SOL: Faça 1,5 L de chá de camomila, utilizando a flor dessa planta medicinal. Deixe descansar de um dia para o outro. Acrescente um copo de cerveja clara e misture bem. Coe. Borrife a mistura nos fios secos na hora de tomar sol. Reaplique periodicamente durante toda a exposição solar. O efeito no cabelo é conquistado gradativamente.
CUIDADOS EXTRAS De dentro pra fora. As orientações quanto a ingestão de água no verão não é nenhuma novidade, mas vale ressaltar a importância do reforço para diminuir a probabilidade de ressecamento. “Beba muita água, de preferência entre dois e três litros por dia”, explica o dermatologista André Piancastelli.
DETOX NO COURO CABELUDO: Faça uma infusão com ½ xícara de vinagre branco de maçã, ½ xícara de água e um ramo de alecrim ou sálvia. Com os fios secos, divida o cabelo em mechas finas e embeba um algodão ou utilize um pincel (daqueles utilizados para aplicar tintura) para aplicar a solução apenas no couro cabeludo. Repita o processo em toda a cabeça e deixe agir por dez minutos. Massageie toda a região para intensificar a ação dos ingredientes. Você poderá ainda utilizar uma escova para pentear os fios, após a aplicação e enquanto os produtos agem, para auxiliar ainda mais na higienização local. Enxágue, em seguida, utilizando os produtos de costume.
Após o mergulho. “O ideal é, logo após entrar no mar ou na piscina, passar por uma ducha para retirar o sal dos cabelos e aplicar uma máscara hidratante. Lembrando que o protetor solar deve ser utilizado diariamente também”, diz Rosângela Rocha, hair stylist e visagista da Maison Rocha. Pele frágil. “Falando em banhos, eles devem ser rápidos e de mornos a frios, também para não ressecar a pele. Sabonetes suaves e com hidratante são ideais, em pouca quantidade. E nada de buchas”, alerta Piancastelli. Fator de Proteção Solar ou FPS. Indica o grau de proteção da pele contra a queimadura solar. Um protetor com o FPS 30, por exemplo, indica que a pessoa vai demorar 30 vezes mais para se queimar do que se não tivesse aplicado o produto.
em 1 Com FPS 30, o filtro 6 2solar também combate e miniAPOSTE em xampus à base de flor de laranjeira e condicionadores com mel que possuem ingredientes que nutrem e dão brilho aos fios ressecados.
EVITE usar óleos capilares junto à exposição solar e/ou calor, pois pode ocorrer o efeito contrário: fritar o cabelo, aumentando ainda mais o ressecamento.
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FONTE: RENATA SOUZA E DEIA DIOS, ESPECIALISTAS EM TRATAMENTOS CAPILARES NATURAIS DO SPADIOS
na peruca Os fios tam6 Força bém sofrem muito com os raios
UV. Por isso, produtos a base de óleo de coco incrementam a hidratação Quanto R$ 29,90 (praia spray) e R$ (31,90) spray clareador Onde Yenzah www.yenzah.com.br
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VITRINE
Ultravioleta A cor de 2018 EscolhidapelaPantone,a tonalidaderoxapromete guiarascriaçõesnesteano Você sabia que cada ano tem uma cor? Pois bem. A Pantone, empresa norteamericana conhecida por catalogar e criar cores do mercado, anunciou aquela que vai imperar neste ano de 2018: ultravioleta, um roxo bem escuro. “Um tom dramático, provocativo e pensativo de roxo, o ultravioleta fala sobre originalidade, ingenuidade e pensamentos visionários que nos levam para o futuro”, diz o texto publicado no site da empresa. Na verdade, a tonalidade sempre esteve no rol de preferências de artistas revolucionários, como Prince, David Bowie e Jimi Hendrix. “Ela representa a experimentação e a não conformidade, fazendo com que indivíduos deixem sua marca única no mundo e puxem as fronteiras para pontos de criatividade”, diz a Pantone. Misticismo e espiritualidade também fazem parte do imaginário do ultravioleta, além de um estado de atenção plena. “Oferece um lugar para aqueles que procuram refúgio do mundo superestimulado de hoje”, afirma. Para já entrar no clima paleta de nuances do ultravioleta, veja a seleção de produtos nesta página. Lorena K. Martins
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vida leve
Laura Medioli laura@otempo.com.br
Vida nova HÉLVIO
ois é, fim de ano, e ela lá, s e m cump r i r metade da lista que prometeu no ano passado. Por curiosidade, pegou a cadernetinha para rever as metas a que se propusera. Primeira: arrumar um namorado decente, que não lhe desse dor de cabeça. Resultado: alguns “ficantes” inconsequentes que a tiraram do sério. Segunda: um trabalho saudável e gratificante. Resultado: uma ocupação monótona e sem perspectivas. Terceira: um super-regime, uma superacademia, corridas na orla da lagoa, tudo durinho, tudo em cima. Resultado: deixa pra lá! Quarta: deixar de ser cabeça-dura e parar de fumar! Resultado: cabeçadura. Continuando: banhos de cachoeira que, no fim das contas, viraram banhos de descarrego, recomendados pela cartomante, que viu nela tanta inveja que lá se foram quase dois quilos de sal grosso. E aí é que se
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pergunta: inveja de quê? Do jeito que andavam as coisas, estava mais pra misericórdia que pra mau-olhado. Prosseguindo: viagens interessantes, lugares fantásticos, hotéis deslumbrantes (gostava de exagerar nos adjetivos, achava que dessa forma acabava os atraindo). Resultado: Pindaíba da Serra e Desterro do Matutinho. Detalhe: a trabalho. Bom, acho que já deu para sentir o drama. Só que desta vez seria diferente, mudaria as regras do jogo. Ano novo, vida nova! Afinal, potencial para mudanças ela tinha de sobra. Para começar, ela se recusaria a apaixonar-se pelo sarado da academia, jamais aceitará um convite seu pra balada, jamais, nunca, never vai transar nos primeiros dias (também nada de uísque – cortar a tentação já pela raiz). Dar uma de gostosa, como quem não quer nada, fingir-se de boba, poderosa. Desta vez resistirá bravamente. Segunda meta do ano: um ótimo emprego. Mas para isso deve livrar-se do atual, aquela coisa monótona e desestimulante... Afinal, alguém neste ano vai descobrir seus talentos. E a lista só aumentando, desta vez mais realista, pé no chão.
rias, caminhadas, saladinhas, morangos sem chantilly, tudo muito natural... PS: os chocolates e trufados só entrariam na lista durante crises existenciais, TPMs e foras do namorado. Sim, porque o “namorado” continua na lista. Sexta: ele, o próprio. Que seja romântico, lhe envie flores, cartõezinhos, mensagens no celular, se lembre das datas, repare em seu penteado, elogie seu novo vestido, seu corpo, seu rosto, sua inteligência, sua competência, sua... Bom, na verdade, basta um namorado, não um milagre. Sétima: viagens legais e divertidas, pousadas aconchegantes, vinho tinto nos dias frios, lareiras... coisas assim. Ou, então, para o verão, jacuzzis espumantes, vinhos italianos, areias brancas, águas cristalinas... PS 1: caso isso seja difícil, uma barraca na serra do Cipó, sob noites estreladas. PS 2: claro, desde que acompanhada pela meta número 6! Terceira: o quarto sem bagunças, nova pintura, abajur decente, cama kingsize, lençóis de algodão egíp-
cio, chiquérrimos, para noites especiais. E rezar para ter as tais “noites especiais”. Quarta: pela última vez,
deixar de ser cabeça-dura e parar de fumar. Quinta: uma dieta saudável, com redução de calo-
Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO
WTricentenário. Festival de cinema celebra 300 anos de Tiradentes. Pág. 2 EMBRATUR/DIVULGAÇÃO
WSantuário. Delta do Parnaíba, no Piauí, abriga aves de rara beleza. Pág. 6 pampulha
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Show da natureza Rota das Emoções passa pelos mais belos atrativos de Ceará, Piauí e Maranhão. Págs. 4 a 7
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PEDRO GONTIJO - 23.6.2016
turismo LEO LARA/UNIVERSO PRODUÇÃO/DIVULGAÇÃO
Comemorações
Tricentenário e pré-estreia de filmes Rota do Sabor
Cidade aposta em tour rural Lançada em dezembro último, a Rota do Sabor visa o desenvolvimento do setor rural de Tiradentes, ao valorizar os pequenos produtores locais agregado ao turismo. A formatação do projeto inclui o Mapa Turístico de Tiradentes e Região – Turismo Rural, que relaciona, entre várias propriedades de destaque, a Queijaria da Conquista, que ganhou no ano passado a medalha de bronze no “Mondial du Fromage”, em Tours, na França, e é a atual campeã do Campo das Vertentes no quesito queijo Minas Artesanal.
A 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes,de 19a 27 dejaneiro, acontece num momento superespecial para a cidadehistórica mineira:a celebração de seus 300 anos Da redação A consagrada Mostra de Cinema de Tiradentes, que neste ano chega à 21ª edição, vai acontecer durante as celebrações dos 300 anos da cidade histórica. Na próxima sexta-feira, quando ocorre a abertura do festival, Tiradentes estará completando três séculos de emancipação política. Para celebrar o tricentenário, a prefeitura criou uma medalha comemorativa, a ser entregue, segundo o secretá-
rio municipal de Turismo, Moisés de Oliveira, a cem personalidades que tenham contribuído para o desenvolvimento da cidade. A entrega das medalhas será às 10h, na sequência da solenidade oficial, que começa às 9h. No decorrer do dia, vão acontecer um culto ecumênico e uma missa, e, no fim da tarde, terá um concerto de piano e voz. Para encerrar as celebrações oficiais dos 300 anos, a prefeitura programou para o domingo, dia 21, uma cor-
rida de 8,5 km no perímetro urbano. As inscrições custam R$ 25 (adultos de ambos os sexos) e R$ 12,50 (acima de 60) e podem ser feitas no link https://www. inscricaodecorrida.com.br/ evento/corrida-e-caminha da-tiradentes-300-anos-berco-da-liberdade/.
Visitantes A expectativa é que a mostra de cinema receba cerca de 35 mil pessoas, de 19 a 27 de janeiro. O evento, que abre o calendário do audiovisual de 2018 no país, prevê a exibição de mais de cem filmes brasileiros em pré-estreia, debates e mesas temáticas. Para completar a programação, a mostra ainda vai oferecer atividades destinadas ao público infantil, oficinas, exposições e atrações artísticas, além do tradicional Cortejo das Artes. Até a última sexta-feira, já estavam confirmados cerca de 500 convidados especiais.
O Cortejo das Artes, realizado durante o festival de cinema, é concorrido
Serviço Onde se hospedar
Onde comer
Pousada Três Portas. Mínimo de duas diárias, no fim de semana, a R$ 790 e, na semana, R$ 260 cada, com café. Contato: (32) 3355-1444
Restaurante Atrás da Matriz. Especializado em pratos à base bacalhau (de R$ 51 a R$ 97) e pizzas em forno a lenha, de R$ 49 a R$ 57 (pequena) e de R$ 61 a R$ 73 (grande). Rua Santíssima Trindade, 201. Contato: (32) 3355-2150
Pousada Pequena Tiradentes. Diárias a partir de R$ 727, com café da manhã. Contato: (32) 3355-1262 Hotel Ponta do Morro. Diárias a R$ 312 (+ 10% de taxa de serviço), com café. Preço válido para janeiro. Contato: (32) 3355-1342
Tragaluz Restaurante Casa. Especializado em cozinha brasileira, com galinha-d’angola de destaque e preços entre R$ 54 e R$ 80. Rua Direita, 52. Contato: (32) 3355-1424
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turismo FOTOS ALINE DINIZ
Restaurante
Sabor regional e descanso Uma rede para descansar após o almoço, do lado do rio Preguiças, sem o barulho dos carros e com uma paz sem igual. É assim a refeição no restaurante Bambaê, localizado na beira do curso d’água. No cardápio, há opções de grelhados, saladas, petiscos, sanduíches, omeletes, massas e sopas. Doces clássicos e regionais são servidos de sobremesa.
Maranhão, Piauí e Ceará
Três destinos e uma aventura única Rota das Emoções promove, ao passarpor trêsEstados, umencontrocom oúnico– e inusitado– deserto brasileiro, odeltado Parnaíbae as incríveis dunas deJericoacoara
Travessia do rio Preguiças
Hospedagem
Ator faz apresentação para frisar importância dos índios Kuikuro
Encantes do Nordeste Na beira do rio Preguiças, o turista pode se hospedar na pousada Encantes do Nordeste. São 27 chalés, sendo 16 de categoria standard e 11 de nível superior. Todos eles oferecem, além de privacidade, jardins e varandas com redes, tecidas com fibra de buriti pelos índios da tribo Kuikuro, do Parque Indígena do Xingu. Saiba mais em www.encantesdonordeste.com.br.
Feira
A arte de Barreirinhas No fim da tarde, os visitantes podem aproveitar o tempo livre, depois do passeio aos Lençóis Maranhenses, para visitar a feirinha de artesanato situada no centro de Barreirinhas. Lá, são encontradas peças diferenciadas, todas confeccionadas a mão pelos moradores.
Aline Diniz A mistura de sabores, sensações e paisagens deslumbrantes rendem, mais do que belas fotos: lembranças para toda uma vida. Esse é o saldo para quem se permite mergulhar na Rota das Emoções, que passa pelo Maranhão, Piauí e Ceará. A cada destino, o viajante tem a oportunidade de desfrutar da beleza de rios calmos e praias paradisíacas. Para aqueles que gostam de aventuras, o passeio proporciona ainda a prática de esportes náuticos, como o kitesurfe e o windsurfe. O turista pode escolher começar sua viagem por São Luís (MA) ou por Fortaleza (CE), e o descanso e a diversão são garantidos em qualquer uma das escolhas. As emoções começam logo no aeroporto, quando o turista se depara com o sol do Nordeste e a brisa do mar. Se iniciar pelo Maranhão, o viajante pode incluir no pacote uma visita ao centro histórico de São Luís. Única cidade brasileira fundada por franceses, São Luís tem o maior acervo aberto de azulejos lusitanos fora de Portugal. O conselho é calçar um tênis e apreciar a beleza dos sobrados e demais construções. No entanto, o visitante vai perceber que muitas construções precisam ser revitalizadas.
O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é a maior área de dunas do Brasil, com 155,5 hectares As lagoas dos Lençóis Maranhenses, de águas mornas e transparentes, são um convite ao banho em meio às dunas
Se iniciar pelo Ceará, o turista percorre o trecho de Fortaleza a Jericoacoara. No meio do caminho, de uma ou outra porta de entrada da Rota das Emoções, está o magnífico delta do Parnaíba. Uma dica: não há comercialização de bebidas e de comidas nos Lençóis Maranhenses, então, é preciso levar água e lanche para desfrutar, sem pressa, de todas as belezas daquela imensidão de areias brancas, salpicadas de lagoas. E o mais importante: ao escolher o transfer de barco, de qualquer um dos pontos de partida, verifique se o receptivo dispõe de toda a segurança necessária, como a disponibilização de coletes salva-vidas.
Quem leva Operadora: Visual Turismo Pacote: Inclui Maranhão, Piauí e Ceará, com 7 noites (1 em São Luís, 2 em Barreirinhas, 1 em Parnaíba, 2 em Jericoacoara e 1 em Fortaleza), bilhetes aéreos (com saída de São Paulo), traslados, café da manhã, guia, tour em veículo 4x4 a Lençóis e voadeira pelo rio Preguiças (circuito Caburé), voadeira pelo delta do Parnaíba e parada na lagoa do Paraíso Período: 20/1 a 27/1 Preço: A partir de R$ 3.644 por pessoa em acomodação dupla (saídas de SP) Importante: Para saídas de BH, consulte o seu agente de viagens e peça esse pacote da Visual Turismo
Barreirinhas é porta de entrada dos Lençóis Para além da correria típica de uma cidade grande como São Luís, o Maranhão guarda muitas belezas. A Rota das Emoções pode continuar por Barreirinhas – a três horas e meia de carro da capital –, uma das portas de entrada para os Lençóis Maranhenses. Logo na chegada à vila, a imensidão do rio Preguiças enche os olhos com suas águas calmas, ideais para um mergulho. De lá, saem veículos 4x4 para o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, considerado a maior área de dunas do Brasil, com 155,5 hectares. Ao atravessar o rio Preguiças de balsa, é aventura garantida. As jardineiras, co-
mo são conhecidos os veículos, trafegam em meio à vegetação até as dunas. A chegada ao parque não poderia ser mais intensa: a visão é de um deserto infinito de areias brancas. Mas, ao contrário dos desertos padrões, os lençóis guardam lagoas azuis, de água doce e morna. Dependendo da época do ano e do volume de chuvas, o turista vai aproveitar lagoas mais cheias ou mais vazias. Porém, cada segundo e cada gota de suor são mais do que recompensados. No fim da tarde, o espetáculo fica por conta do pôr do sol.
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Maranhão
Entre dunas, lagoas e macacos Incríveis cenários àsmargens do rio Preguiças, com paradasa partir do farol deMandacaru até ovilarejo de Atins,outraportadeentradaparaosLençóisMaranhenses FOTOS ALINE DINIZ
Rio Preguiças na altura de Mandacaru, com o farol ao fundo
Aline Diniz Depois de deixar Barreirinhas, o viajante vai navegar pelo rio Preguiças até as proximidades do distrito de Atins. O primeiro passo é aproveitar o espetáculo das paisagens do rio – a descida dura aproximadamente três horas. Durante o percurso de barco, há algumas paradas. Em um dos pontos de apoio, onde o viajante pode comprar água e se alimentar, é possível interagir com os macacos que vivem na região. Espertos, os bichos posam para fotos e costumam “roubar” comida e até os óculos escuros dos mais distraídos. As crianças se divertem bastante com a aparição dos pequenos amigos.
Mandacaru Aparada seguinteé nofarol de Mandacaru. A subida até o topo da edificação, de 35 m de altura e 160 degraus, é difícil. Mas a vista de lá de cima compensa. O viajante tem a oportunidade única de ver o mar, o rio e a natureza preservada. O vento no rosto e a sensação de liberdade são outros “prêmios”paraaquelesquesedispõem a subir tantos degraus. A terceira parada é na praia do Caburé. Águas cristalinas e quentes convidam o viajante para um banho. Quase deserta, a praia é um ótimo lugar pa-
ra almoçar frutos do mar fresquinhos antes de seguir viagem para Atins.
Atins Depois de mais alguns minutos de barco, chega-se a Atins, um vilarejo que atrai pessoas de todas as partes do mundo, sendo perfeito para quem busca sossego, desligando-se da correria do dia a dia – o sinal das operadoras de celular não chega ao local. As ruas sem calçamento e a tranquilidade dos habitantes são quase uma volta ao passado. Em alguns lugares, a iluminação ainda é feita com velas. Mas não pense que não há divertimento à noite. Alguns bares garantem o lazer de quem não consegue ir para a cama sem tomar uma cerveja e interagir com outros turistas. Atins também dá acesso ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Desse ponto, as dunas são ainda mais altas, e as lagoas, igualmente lindas. No trajeto até as lagoas, também feito em jardi-
Em Atins, pousada Vila Jurará é endereço certo para quem quer completo sossego
Saiba mais Gastronomia. Quem visita Atins não pode deixar de experimentar o camarão na brasa do sr. Antônio, al ém de peixes, entre outras delícias. Situado no caminho para o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, o restaurante, simples e charmoso, é perfeito para uma parada na volta, depois que o sol já de pôs. O dono, sempre atencioso, prepara tudo com muito carinho. Hospedagem. Na maior parte das pousadas, os proprietários fazem questão de não disponibilizar televisores, para “forçar” o relaxamento, a exemplo da pousada Vila Jurará.
neiras, o turista tem a oportunidade de intensificar o contato com a natureza e de ver animais pelo caminho. O passeio só termina depois que o sol se põe, em mais um espetáculo sem igual.
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turismo
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Os muitos encantos do convidativo delta do rio Parnaíba ALINE DINIZ
Com cenários cinematográficos, essaregiãooferece ricas flora e fauna,a serem contempladas em passeiosporterra, manguee mar Aline Diniz
Paixão de Cristo
Feriado em Fortaleza A Abreu Viagens oferece pacote com excelente custo-benefício para o feriado da Paixão de Cristo em Fortaleza. O programa inclui aéreo (saindo de BH), sete noites (27/3 a 3/4) no Hotel Ponta Mar, com café e traslados. O preço está a partir de R$ 1.769 por pessoa em ap. duplo (+ taxa de embarque de R$ 60). Consulte seu agente e peça esse pacote da Abreu Viagens.
Caranguejo do mangue às mesas
Piauí
De Atins, último destino no Maranhão, o turista segue para o Piauí. A viagem também é feita, geralmente, em veículo 4x4. Mas parte do trajeto é pela praia, onde é possível observar os enormes aerogeradores de energia eólica. Logo na chegada a Parnaíba, a atração é o rio de mesmo nome. Os receptivos oferecem algumas opções de passeios para aproveitar a imensidão desse curso d’água. Uma delas é ir de barco até o encontro do rio com o mar – o único delta em mar aberto das Américas. No caminho, os viajantes podem aproveitar para almoçar nas Ilhas das Canárias. O barco para perti-
nho de uma escada flutuante que dá acesso à ilha. O local, conhecido como Casa de Caboclo, oferece uma refeição de dar água na boca. Além de peixe, quem quiser pode apreciar o mais fresco caranguejo da região, catado pertinho dali. Nas Canárias, há também uma pousada para aqueles que quiserem se desligar totalmente do telefone e descansar, longe de qualquer burburinho. Para os que decidirem seguir viagem, a parada seguinte reserva um banho de rio. Antes do pôr do sol, o espetáculo é protagonizado pelos guarás – pássaros de cor alaranjada que se juntam em uma árvore para dormir –, enquanto os turistas, de dentro do barco, observam em silêncio.
O mangue do delta do Parnaíba: um dos habitat de caranguejos, no Piauí
Por semana, três toneladas de caranguejo são levadas do Piauí para o Ceará. Para quem aprecia a iguaria, nem imagina o trabalho diário no mangue que cada catador tem para colocar a delícia nas mesas de renomados restaurantes. Segundo a guia de turismo Francisca Santos, 47, o trabalho dos catadores começa bem cedo, lá pelas 5h da manhã. Gerações de famílias são criadas só com esse trabalho. Cada caranguejo rende ao trabalhador apenas cerca de 50 centavos. Antes de entrar no mangue, o coletor precisa se preparar, e muito, para ficar de seis a oito horas dentro da lama. Para se protegerem dos mosquitos, os trabalhadores costumam passar óleo diesel e lama no corpo. Além disso, eles fazem uma fumaça para ajudar a espantar os insetos, que são bastante insistentes. Os catadores de caranguejo têm muita preocupação com a preservação da espécie. Por isso, eles não catam as fêmeas, garantindo, assim, a reprodução do crustáceo e a sobrevivência da própria comunidade.
turismo
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ALINE DINIZ
Jericoacoara, o paraíso cearense Canoa nas Ilhas das Canárias
Se o paraíso não for em Jericoacoara, será, certamente, algo bem próximo do que os turistas encontram nesse balneário do Ceará. No decorrer do dia, o viajante pode escolher alguns entre os vários passeios disponíveis e ficar até o pôr do sol descansando e aproveitando praias e lagoas. A visita à lagoa Paraíso é imperdível. É lá que as pessoas passam o dia deitadas em redes, que ficam dentro da lagoa de água doce. O turista pode “alugar” um local para deitar e aproveitar
as delícias do restaurante. O lugar é tão maravilhoso que é difícil seguir para o próximo passeio. Outra opção é curtir um poucos as dunas e, depois, seguir para a Pedra Furada, um dos cartões-postais da cidade. A caminhada não é tão longa, são cerca de 30 minutos partindo da praia de Jeri. No caminho, o turista pode dar um mergulho. Em julho, o pôr do sol na Pedra Furada é ainda mais lindo: o sol se põe majestosamente posicionado den-
tro do “furo” da pedra.
À noite É quando a lua chega que Jeri fica lotada de turistas, já que todos retornaram dos passeios. A gastronomia, incrível, oferece opções para todos os paladares. Antes do jantar, os turistas podem andar pela vila e fazer compras nas lojas de artesanato. Depois, a maioria curte a noite nos bares, segue para o forró e só termina a saga na padaria, que, curiosamente, abre às 2h. SETUR-CE/DIVULGAÇÃO
Obra-prima
Árvore penteada pelos ventos A árvore penteada é uma das atrações do Estado do Piauí. Em decorrência dos fortes ventos no litoral, o caule do tamarindeiro se entortou – fenômeno que ocorre também com a dividivi, árvore-símbolo de Aruba – ao longo dos anos. Situada no município de Luís Correia, ela também é conhecida como “rabo de pavão”.
Tour etílico
Visitas a bares e à padaria
Passeios Receptivo. A Eco Adventure é um dos receptivos que faz passeios na Rota das Emoções em veículos 4x4. Contato: (86) 3323-9595 Na web. Você pode montar seu próprio roteiro na aba Planeje sua Viagem no site rotadasemocoes.com.br, escolhendo os receptivos que oferecem passeios, a hospedagem e os restaurantes A Pedra Furada, em julho, quando o sol se põe bem no meio de sua fenda
Para quem quiser conhecer os melhores bares de Jericoacoara, o roteiro Praia VIP foi organizado especialmente para isso. Ele oferece um tour, das 17h às 2h30, por pelo menos nove deles. Inclui o ingresso ou um drink. A última parada é na padaria, que abre de madrugada. Contato pelo telefone (88) 99793-3314.
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Belo Horizonte
W Moto. Italiana Ducati Monster 797 é posta à prova na Europa. Página 14 W Flagra. Antes de chegar ao Brasil, Fiat Cronos dá as caras na Argentina. Página 15 pampulha
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EDITORIA DE ARTE
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Feliz carro novo Montadoras planejam uma enxurrada de lançamentos para este ano. Páginas 11, 12 e 13
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interCâmbio raimundocouto@otempo.com.br
Acompanhe as últimas novidades do mundo automotivo na coluna Super Motor, com Raimundo Couto, de segunda a sexta-feira, em duas edições, às 08h45 e às 21h45.
Raimundo Couto
Futuro da mobilidade CHEVROLET/DIVULGAÇÃO
Em sua cronologia, a história do automóvel vem passando por fases bem distintas, se forem observadas com um pouco mais de atenção. A saber, primeiramente, as atenções voltaram-se para a motorização, ou, mais especificamente e melhor dizendo, para o conjunto de peças e engrenagens capaz de impulsionar os veículos. Concretizava-se afinal o que se buscava: um “automóvel”, no sentido lato da palavra. Alcançado tal objetivo, o foco das preocupações se voltou, dentro das limitações da época, o possível conforto do condutor e de seus passageiros. Junto a isso, procurava-se em dar aos veículos aparência o
tanto possível e compatível à importância e à curiosidade, que já naquela ocasião, começavam a se despertar. Em suma, a caracterização, que seria hoje o tão badalado estilo. Para fazer face ao abastecimento decorrente do inimaginável crescimento da frota em circulação no mundo – haja petróleo para atender à demanda – a resposta ou solução foi uma só: procurar novos combustíveis que seriam capazes de não deixar parar a frota automotiva mundial. Nesse sentido, essa busca de alternativas ao uso do petróleo e de seus derivados como combustíveis tem sido hoje a tônica de fóruns e debates. Criativos como sempre, os engenheiros brasileiros da
WAltas Rodas Roma Citroën. Esse é o nome da nova concessionária da marca em Belo Horizonte, na avenida Francisco Sá, 980, no bair-
ro Gutierrez. Com uma área total de 2.787 m², a Roma Citroën abriu suas portas em dezembro atendendo a todos os requisitos pa-
indústria automobilística desenvolveram soluções alternativas, como o motor movido exclusivamente a álcool. Depois, veio a versão que pode ser abastecida com quatro tipos de combustível – gasolina, gasolina pura, etanol e gás – que rouba o espaço para a bagagem. Se no Brasil as alternativas tecnológicas têm na combinação da dupla gasolina e etanol a principal essência, os japoneses, europeus e americanos apostam hoje é nos carros híbridos – que usam, em alternadamente, a eletricidade e combustíveis tradicionais como fontes de energia, – e também nos carros 100% elétricos. Apesar de os americanos comprarem carros híbridos produzidos pelos japoneses
ra receber os clientes que procuram um modelo zero quilômetro ou seminovo da marca. A abertura da Roma Citroën é fruto de um inves-
Até que essas barreiras sejam vencidas, seguimos sendo empurrados com o bom e velho motor, abastecido apenas com combustível, fóssil ou vegetal
timento de R$ 8,7 milhões do Grupo Roma, com mais de 30 anos de experiência em concessionárias de diversas marcas. “A loja tem
Elétrico da GM, Bolt é oferecido em larga escala nos EUA da Honda e da Toyota, os gigantes do maior mercado do mundo também contam em suas fileiras com produtos similares em fase final de desenvolvimento que levam a chancela da GM e da Ford. O Bolt, da Chevrolet, já chegou ao mercado em proporção comercial. A redução do peso e do espaço ocupado
pelas células da bateria, assim como a maior capacidade de armazenamento de energia é o principal desafio desses elétricos. Até que essas barreiras sejam vencidas, seguimos sendo empurrados com o bom e velho motor, abastecido apenas com combustível, fóssil ou vegetal.
linhas harmoniosas, amplo showroom e comunicação visual moderna, retratando o cuidado com nossos clientes em todos os detalhes”,
explica o diretor da Roma Citroën, Marco Antônio Teixeira. A expectativa de vendas é de mais de 1.000 veículos por ano. FOTOS JOSÉ MARIA VARGAS/DIVULGAÇÃO
Bleser (gerente de pós-venda do Grupo Roma), Emílio Camanzi e Rogério Franco (gerente geral de imprensa da Citroën do Brasil)
Marco Antônio Teixeira, Edgard Alexandrino (Citroën do Brasil), Adriana Perdigão (Roma Citroën) e Elfrieda Lickel (Citroën do Brasil)
Inauguração da Roma Citroën foi celebrada por executivos da marca francesa, jornalistas e diretores da concessionária
Roma Citroën fica quase na esquina com a avenida Amazonas
Marco Antônio Teixeira comanda a nova concessionária Citroën
A concessionária conta com um amplo showroom em um único piso
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CHEVROLET/DIVULGAÇÃO
Ano Novo, vida nova
Ventos
Em 2017, Chevrolet liderou o mercado; Onix foi, de novo, o mais vendido no país
favoráveis Mercadoautomotivobrasileiro terminou2017acelerado;bom resultadonas vendasanima as montadorase acirra disputa em2018 Raimundo Couto Normalmente, o ano automotivo costuma dar seus primeiros sinais de vida a partir do mês de fevereiro. No entanto, 2018 mostra, assim, logo em seu começo, que teremos um ciclo de bastante movimentação na indústria, a começar pela alvissareira notícia de que 2017 encerrou-se com um crescimento de 10% nas vendas em relação ao ano anterior. Se em outras épocas
uma informação deste calibre não chegava a surpreender, nos atuais tempos de vacas magras vividos pela indústria automobilística, isso é sim um bom motivo para comemoração. Afinal, nos últimos quatro anos, o que se viu foi uma sequência de queda nas vendas de veículos. Estima-se que, em 2017, foram emplacadas 2,24 milhões de unidades. Algo muito distante do recorde alcançado há quatro anos, em 2012, quando mais de 3,8 milhões de veículos (en-
tre carros de passeio, comerciais leves, ônibus e caminhões) foram comercializados. Mas antes que haja mal-entendido com tanto alvoroço pelos resultados conquistados, a bem da verdade, esse número é quase o mesmo alcançado há dez anos, em 2007.
Ranking Entre os fabricantes, destacou-se novamente a Chevrolet, que ficou na liderança do ranking nacional de vendas. O segundo lugar fi-
cou nas mãos da FCA (FiatChrysler Automobiles), que tem em seu retrovisor, quase colada a seu para-choque, a alemã Volkswagen. A norte-americana Ford conseguiu dar a volta por cima. Recuperou sua tradicional. E, por que não dizer, clássica quarta posição entre as marcas mais vendidas. Isso depois de ultrapassar as asiáticas Hyundai e Toyota e sair da incômoda sexta posição ocupada em 2016.
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Lançamento do renovado EcoSport ajudou a Ford a recuperar o posto de quarta montadora mais importante no Brasil
W12 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 13 de janeiro de 2018
Audi
Novo RS3 chega ao Brasil A Audi começou a vender no Brasil o novo RS3, nas versões Sportback e Sedan. Ambas custam R$ 329.990 e são equipadas com um motor 2.5 de cinco cilindros, turbo, com 400 cv de potência (33 cv a mais que o modelo anterior) e 48,9 kgfm de torque. Trata-se de uma reestilização do modelo. Por dentro, a novidade é o painel totalmente digital Virtual Cockpit. No RS3, esse sistema informa a força G e a pressão dos pneus. AUDI/DIVULGAÇÃO
Mercado
SUVs atingem marca histórica
super motor
Expectativa
2018 recheado de
Produzido na Argentina, Fiat Cronos chega até março
novidades nas ruas do país Com otimismo em alta e cenário de inflação e juros em queda, indústriaautomotivaplanejaumasérie delançamentosparaesteanonoBrasil Raimundo Couto São muitos os novos modelos previstos para o Brasil em 2018. Volkswagen e Ford praticamente vão queimar a largada, por assim dizer, e bem antes do Carnaval trarão as primeiras novidades. A começar pela préapresentação do EcoSport Storm nesta semana. Tratase de uma versão aventureira do SUV compacto, possivelmente com tração 4x4, e que traz como característica detalhes inspirados na invo-
cada picape F-150 Raptor, não disponível no Brasil. Ainda em janeiro, no próximo dia 22, a Volkswagen segue acelerando em seu projeto para retomar a liderança em vendas no Brasil e lança o aguardado Virtus, a versão sedã do novo Polo. O modelo já foi apresentado estaticamente em uma avant-première para imprensa especializada, em São Paulo, em novembro. O modelo promete sacudir o segmento, mas não terá vida fácil. Pouco deCITROËN/DIVULGAÇÃO
pois, provavelmente no final de fevereiro, início de março, o Virtus ganhará um rival de peso: o Fiat Cronos, a versão três volumes do hatch Argo. O sedã da FCA (Fiat-Chrysler) será lançado na Argentina, onde será fabricado e importado para o Brasil. O ano mal vai ter começado e ainda estará longe de terminar a fila dos novos recrutas que devem se alistar em nosso mercado. Ainda pelas bandas da Volks está prevista a nova geração do sedã Jetta, mas a grande novidade mesmo é o T-Cross, que estreia no segundo semestre de 2018. Trata-se de um SUV compacto projetado a partir da plataforma MQB, a mesma dos irmãos Polo e Virtus. Dos carros alemães para
os norte-americanos, em 2018, a Ford vai renovar a linha do Focus. Enquanto isso, a Chevrolet investirá no lançamento de uma nova picape média, acima da Montana e abaixo da S10.
Novidades do Oriente Dos Estados Unidos para o Japão, outros dois modelos da Toyota estão prestes a chegar ao mercado brasileiro para tumultuar a doce vida que vem levando há anos Honda Fit e Honda City. Trata-se do Toyota Yaris, que será fabricado no Brasil, em versões hatch e sedã. O modelo deve se posicionar acima do Etios e abaixo do consagrado Corolla. O conjunto mecânico será o mesmo oferecido no Etios, com versões de motor 1.3 ou 1.5
flex. Ainda sem representante de peso no segmento que mais cresce no país, o dos SUVs compactos, a marca japonesa líder mundial em vendas parece ter desistido de importar para o Brasil o CH-R. O modelo de visual arrojado e motorização híbrida seria um rival e tanto para Honda HR-V, Jeep Renegade e Compass. Quem sabe ainda mudem de ideia. TOYOTA/DIVULGAÇÃO
Os brasileiros nunca compraram tantos utilitários-esportivos como em 2017. Conforme dados divulgados pela Fenabrave, no ano passado os SUVs tiveram sua maior participação da história no mercado automotivo brasileiro, abocanhando 22,3% das vendas com 414.547 unidades. Eles só perderam em vendas para o segmento dos hatches compactos (47,2%). O SUV mais vendido no país foi o Jeep Compass, seguido pelo Honda HR-V.
CES 2018
VW faz parceria com a Nvidia A Volkswagen anunciou durante a CES 2018, em Las Vegas, uma das maiores feiras de tecnologia do mundo, uma parceria com a Nvidia, mais conhecida pelas placas de vídeo para computadores, mas que também atua no mercado de processadores para sistemas de condução autônomos. A empresa fornecerá sua tecnologia à montadora alemã para automação dos veículos e recursos de inteligência artificial.
Sucesso de vendas na Europa, Citroën C4 Cactus estará entre nós RENAULT/DIVULGAÇÃO
O Koleos, SUV médio da Renault, deve finalmente estrear no país
Versões hatch e sedã do Toyota Yaris serão produzidas no Brasil; modelo fica abaixo do Corolla VOLKSWAGEN/DIVULGAÇÃO
Entre os lançamentos mais aguardados, Volkswagen Virtus dará a largada e será lançado neste mês
super motor
13 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 13 de janeiro de 2018
FIAT/DIVULGAÇÃO
Rota ainda incerta para os modelos importados É grande a expectativa das marcas que vendem automóveis importados no Brasil e não têm produção nacional. Nos últimos cinco anos, elas ficaram limitadas pelas cotas estipuladas no Inovar Auto, que dava benefícios a quem produzia ou desenvolvia tecnologias no país. O Inovar Auto acabou em dezembro, e, até agora, não há qualquer definição sobre o novo regime: o Rota 2030. O Inovar Auto impôs um adicional de 30% sobre as alíquotas de IPI dos importados. Pela nova proposta do Ministério da Fazenda, o Rota 2030 também prevê um
adicional sobre a tabela do IPI, porém bem menor: de só 2%. No entanto, a montadora pode zerar esse extra se concordar em cumprir metas nas áreas de segurança, eficiência energética e etiquetagem veicular. A partir de 2021, se a meta não for cumprida, o adicional passará a ser cobrado. Prevista para o ano passado, a decisão sobre a aprovação do Rota 2030, nos atuais moldes, foi adiada para fevereiro pelo governo, que prioriza neste momento a reforma da Previdência. (Auto Press com agências)
Marcas ameaçam ‘pular fora’
E tem mais... Mustang GT. A Ford começou a pré-venda do icônico esportivo no fim de 2017; as primeiras entregas serão realizadas em março.
A falta de proteção a quem investe no Brasil pode desfazer em pouquíssimo tempo tudo que o Inovar Auto construiu. Marcas que investiram pesado em fábricas nacionais já dão sinais de que podem dar um passo para atrás, se perderemas vantagens fiscaisprometidas pelo Rota 2030. A Mercedes-Benz insinuou que pode interromper sua fabricação nacional. Na BMW, o discurso também transparece insatisfação. “Esperamos a definição e a chegada do Rota 2030”, afirmou o executivo da BMW Brasil, João Veloso Jr. (Márcio Maio/ Auto Press)
Citroën. Ainda para o primeiro trimestre do ano, a Citroën lançará o crossover C4 Cactus, que faz sucesso na Europa e foi lançado na Argentina no ano passado. Nissan. As apostas iniciais da montadora japonesa estarão, literalmente, na caçamba, com a chegada da linha completa da Frontier, produzida em Córdoba, na Argentina. Kia. A fabricante coreana confirma a chegada da versão hatch do Rio, dos novos Picanto (na versão GT) e do novo Cadenza, além do sedã esportivo Stinger.
VOLKSWAGEN/DIVULGAÇÃO
A Volks também vai lançar o T-Cross; modelo deve ficar parecido com o T-Roc, recém-lançado na Europa
KIA MOTORS/DIVULGAÇÃO
Com a promessa de ser lançado no Brasil faz tempos, chegada do Kia Rio foi confirmada para este ano
W14 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 13 de janeiro de 2018
super motor FOTOS DUCATI/DIVULGAÇÃO
Moto
Visual da 797 remete às primeiras Ducati Monster dos anos 90
Evolução da espécie
R$
Modelo de entrada da Ducati, Monster celebra 25 anos de história,com constantesmelhorias emtermos de tecnologia e conforto Paolo Covassi Exclusivo para Auto Press
Em 1992, a Ducati apresentou a Monster 900 no Salão do Automóvel de Colônia, na Alemanha. Agora, a fabricante decidiu comemorar o quarto de século da existência do modelo apresentando, em Milão, um modelo com cilindrada, estética e cores muito parecidas com as do modelo de estreia. Além disso, trouxe também a Monster 797, que é uma das mais cobiçadas da marca e que passou ser a porta de entrada para o
mundo da Ducati, juntamente com a Scrambler. No caso da Monster 797, o propulsor é o mais clássico da gama, o Testastretta de dois cilindros em “L”, refrigerado a ar, 797 cc e comando de válvula desmodrômico. Ele rende 73 cv de potência a 8.250 rpm e 6,83 kgfm de torque a 5.750 rpm. A estética, ao longo dos 25 anos, sofreu algumas mudanças, mas sem perder sua identidade. O quadro é em treliça com tubos de aço, com garfos Kayaba de 43 mm na frente e monobraço de pré-carga e extensão ajustável atrás. O sistema
39.900 Ducati Monster 797
de frenagem é da marca Brembo, com quatro pistões na frente que atuam em dois discos de 320 mm, e um único pistão que atua em um disco de 245 mm na traseira. A moto tem 193 kg de peso em ordem de marcha. A posição de condução é bastante confortável, com o tronco ligeiramente inclinado para frente. Só depois de muitos quilômetros é que se sente o peso sobrecarregando os antebraços. As vibrações do motor estão concentradas em alguns regimes de rotação e só são sentidas se as marchas forem “esticadas”.
Se segura aí! Na cidade. Pilotar a Monster 797, em geral, é algo muito agradável. A moto prima pelo conforto do motociclista. O raio de direção é curto; a embreagem, é macia até demais; e a altura do assento em relação ao chão é reduzida. Por outro lado, o garupa não é muito bem-vindo, exceto para trechos curtos, pois o assento é muito pequeno e para piorar não há alças de apoio para as mãos.
Suspensão traseira é monoshock e ajustável com braço duplo
super motor
15 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 13 de janeiro de 2018
FOTOS REPRODUÇÃO/FACEBOOK
Avant-première
Cronos bota a cara no sol SedãdaFiatestá sendoexposto emdestinos deverão naArgentina Da redação Com lançamento no Brasil previsto para fevereiro, novas imagens oficiais do Fiat Cronos caíram nas redes sociais nesta sema-
na. O sedã, que será produzido em Córdoba, na Argentina, está sendo exposto em eventos em três badalados destinos de verão dos argentinos (Mar del Plata, Pinamar e Cariló).
Fiat Cronos vai competir com Chevrolet Prisma e o novo VW Virtus
Com bom espaço interno, modelo tem um porta-malas de 520 L
A unidade exibida no estande da marca em Pinamar era na cor cinza. Em relação ao irmão Argo, o Cronos só tem igual mesmo seu interior. De resto, o sedã é diferente do hatch, inclusive na
lista de equipamentos será similar à do Argo. Desde a versão de entrada, o sedã trará itens como central multimídia de sete polegadas, sistema start-stop do motor e direção elétrica.
parte da frente. Capô, grade frontal e para-choques trazem desenhos exclusivos, bem como as portas traseiras. O Cronos também não terá versão com motor 1.0, só com motores 1.3 e 1.8 flex. A
Preço A saber. Na versão básica, o preço do Cronos deve se aproximar dos R$ 60 mil.
16 W O Tempo - Pampulha - Super NotĂcia 13 de janeiro de 2018
Belo Horizonte