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Pampulha, sábado - 27/01/2018

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CURTA AS HERANÇAS PRÉ-HISPÂNICAS NA CIDADE DO MÉXICO E EM CANCÚN ... Caderno Turismo. Páginas 4 a 7

SERVIÇOS DE SALÃO NO CONFORTO DO LAR ... Páginas 26 e 27

GRUPO ROUGE FAZ PRIMEIRO SHOW EM BH APÓS RETORNO ... Página 16

SEDÃ QUE É A CARA DO NOVO POLO, VOLKSWAGEN VIRTUS É LANÇADO NO BRASIL ... Caderno Super Motor. Páginas 12 e 13

GUSTAVO ARRAIS/DIVULGAÇÃO

27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2018 ANO XXVII número 1435 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838

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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE LEO FONTES – 27.7.17

A NOVA ERA DA SAPUCAÍ Rua na divisa entre o centro e o bairro Floresta, que outrora servia somente ao uso local, tem se tornado um dos pontos mais movimentados da cidade e até atração turística; transformação é fruto de um processo que começou há cerca de 30 anos e ainda está em curso


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opinião

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2018

VITTORIO MEDIOLI

A SEMANA “Quem foi condenado foi o povo brasileiro”.

Editorial

Ex-presidente Lula, na última quarta (24), em ato na Praça da República em São Paulo após decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) de manter sua condenação

Chegou a hora o mês de dezembro, escancarou-se a incapacidade de enfrentamento por parte do governo de Estado de Minas Gerais das obrigações financeiras ditadas pela Constituição. O atraso na liquidação dos repasses aos municípios com relação à cota do ICMS levou a presidente do STF, Cármen Lúcia, a notificar o governo sobre uma possível intervenção. No apagar das luzes de 2017, choveu nas contas de todas as prefeituras o resto de ICMS daquele ano. Deve ter custado caro, mas aconteceu e aliviou a tensão. Os 853 prefeitos de Minas – entre os quais cerca de 300 se encontram sem condições de honrar pontualmente seus compromissos – espetados pelo susto, levantaram uma onda de protestos e de ações judiciais. Reclamam ainda os repasses de saúde e assistência social que há anos se arrastam, deixando as prefeituras em maus lençóis, ainda sob a pressão da explosão do desemprego. Os 12,6 milhões de desempregados brasileiros assoberbam as despesas públicas. E, se a criminalidade encontrou mais combustível para alimentar-se, concomitantemente registrou-se um êxodo de usuários de planos de saúde privados para o SUS, das carteiras de escolas privadas para as públicas, inchando as filas nas prefeituras, que há quatro anos perdem receitas em decorrência da crise. A manta ficou curta para agasalhar o corpo inteiro. Os sacrifícios e os cortes se fizeram imperativos. No ano de 2017, as prefeituras, como aquela de Betim que conheço de perto, enfrentam um aumento de demandas sociais de 5,6%. Quer dizer: mais alunos, mais pacientes, mais idosos, mais pessoas no limite da pobreza para serem atendidas, mais crianças na fila por uma vaga de aten-

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dimento no ensino pré-escolar e fundamental. O atual governador, que assumiu em 2015 o mando das Gerais, passou a ser atacado nas últimas semanas. Não poderia ser diferente, o estresse nas prefeituras é forte e sacode o vértice da pirâmide. Preferiu-se não dar muitas explicações oficiais para a grave turbulência em que o Estado se encontra. Mas as contas falam por si só. O mais grave problema é o gasto com o pessoal inativo que compromete R$ 20 bilhões, contra uma arrecadação de R$ 5 bilhões apenas. Quer dizer, um déficit de R$ 15 bilhões nessa conta, ou quase o dobro do déficit total do Estado inteiro, previsto para R$ 8 bilhões em 2018. Ainda existe a

O que anseia a população, depois de anos de chumbo, é uma luz de progresso. tendência de o rombo aumentar nos próximos anos, inviabilizando a capacidade do Estado. Se “a verdade vos libertará”, só a verdade servirá para estabelecer um plano correto para sair dessa crise medonha. E como se chegou a isso? O que precisa ser corrigido? Basta reler a íntegra de uma matéria do começo de 2015 publicada neste jornal: “Os gastos do governo do Estado com pessoal praticamente dobraram, de acordo com dados do Portal da Transparência. Entre 2009 e 2014, o peso da folha de pagamento passou de R$ 17,5 bilhões para R$ 34,7 bilhões, incluindo ativos, inativos e contratados de Executivo, Legislativo, Judiciário e do Ministério Público de Minas Gerais”. Pois é. De 2015 até o final de 2018, o gasto subirá para R$ 42,5

“O jogo começa agora” bilhões, ou 22,8%, contra 98,3% dos últimos anos dos PSDB. Na época Pimentel, o aumento de deu principalmente em decorrência de progressões salariais, que fermentam a cada ano a conta em 4,5% em todos os entes federativos – faça sol, chuva ou tempestade. Minas é o Estado mais proporcionalmente comprometido com gastos de ativos e inativos, sofreu quedas profundas de atividades econômicas e se firmou como sendo de baixa competitividade para abrigar atividades produtivas. O que pode resolver: medidas drásticas e estruturais. O Estado não pode perder tempo. O que se requer é maturidade e união de esforços, pois culpados somos todos, por ação ou por omissão, e apenas a união permitirá o enfrentamento de uma situação gravíssima e perturbadora. Na próxima campanha, o que se impõe é a procura de saídas por meio de propostas coerentes. O que anseia a população, depois de anos de chumbo, é uma luz de progresso. Não vejo, apesar do momento adverso, uma exclusão de Pimentel do páreo; ele, como outros pretendentes, pode mostrar que está disposto a virar a página, a se desfazer das tralhas. E já que está com as rédeas, tem que começar agora o próximo mandato de reformas. Minas anseia isso, e quem convencer o eleitor que tem projeto e capacidade será o vencedor. Soará para todos um hino: “Quando, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência mais que pelo trabalho; que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de nós; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”. Venha uma revolução pacifica. Já.

vittorio.medioli@otempo.com.br Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO

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Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores, não refletindo, necessariamente, a opinião do jornal.

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em entrevista ao jornal “Valor Econômico”, sobre a condenação do ex-presidente Lula, na última quarta (24). CESAR ALVES/GLOBO/DIVULGAÇÃO

“Acho que nunca é tarde para se falar o que se quer falar, mesmo que seja algo que levou 20, 40 anos em silêncio. (...) Botou a mão no joelho, não quer a mão no joelho, manda a mão na cara. Levanta e bota a boca no mundo, seja onde for, num bar, num trem, com chefe”. Atriz Fernanda Montenegro, 88, sobre as recentes denúncias de assédio sexual, em entrevista ao jornal “Estado de S.Paulo”

“O que vocês acham sobre dar ‘estalinho’ na sua filha?”. Ayrton, pai da família Lima, que está participando da 18ª edição do Big Brother Brasil, iniciada na última segunda (22), sobre o ato de dar selinhos na filha Ana Clara. A atitude, inclusive, gerou discussão na internet

ERRATA: Ao contrário do que foi indicado na reportagem “Janela para grandes e pequenos”, publicada na última edição do Pampulha (20.1), a apresentação dos textos do projeto Janela de Dramaturgia que integra o Verão Arte Contemporânea (VAC) não será realizada no CCBB, e sim no Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro).

EDITORA EXECUTIVA Lúcia Castro SECRETÁRIA DE REDAÇÃO Michele Borges da Costa ADJUNTO DA SECRETARIA DE REDAÇÃO Murilo Rocha CHEFE DE REPORTAGEM Renata Nunes EDITORA Marília Mendonça REDATORAS Jessica Almeida, Lorena K. Martins e Patricia Cassese

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reportagem

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URBE> Ponto de conexão entre o centro e Floresta, a rua vive momento de notória efervescência

A Sapucaí é aqui MILA MILOWSKI/DIVULGAÇÃO

Alex O composiBessas tor mineiro Rômulo Paes foi o responsávelporeternizar, em uma frase que se tornou emblemática, uma rota tradicional da capital mineira em meados do século passado. Atire a primeira pedra quem nunca ouviu o adágio “Minha vida é essa, subir Bahia, descer Floresta”, que inclusive foi eternizado em monumento? Subindo,Paes eseuscontemporâneos iam ao encontro deuma vida cultural e artística pulsante. Descendo, alcançavam a tranquilidade de um bairro prioritariamente familiar. Entreosdois extremos citados por Paes, localiza-se a rua Sapucaí. A via encontrase em uma região que, vale lembrar, já foi considerada uma “área suburbana”, e também foi onde se formou a primeira favela de Belo Horizonte, chamada inclusive de “Favella” – assim mesmo, com letra “l” dobrada. Isso quando o projeto de Belo Horizonte priorizava apenasaárea compreendidaentre a avenida do Contorno. Já foitambém um espaço relegado, que inspirava inclusive receio em que tivesse que por lá passar. Uma situação que parecer ter ficado definitivamente no passado. Já há alguns anos, a Sapucaí vem passando por um genuíno “processo de transformação”, como explica a arquiteta e urbanista Samira Houri, que, aliás, se debruçou sobre a rua para seu projeto de fim de pósgraduação, concluído no ano passado. O que mudou de uns anos para cá é que, agora, há quem desça a Bahia para estacionar por ali, no limiar entre a Floresta e o centro da capital, com vistas a desfrutar dos fins de tarde e seguir noite afora não só observando a bela vista que se descortina da mureta local, como sedeliciando no corredor gastronômico e cultural que hoje define a via.

DINÂMICA DA RUA No balanço das horas, andar – ou melhor, flanar – pela Sapucaí pode resultar em experiências diversas. Há o vaivém das pessoas que acessam a estação de metrô, bem como o daqueles que passam por ali para uma foto. Ou, ainda, os que aproveitam a mureta ou um dos dois parklets para um merecido descanso. Com o cair da tarde, tudo muda: a via deixa de ser

ra de estilos arquitetônicos. A histórica mureta, para ele, é quase uma extensão da faculdade.

Footing renovado

O vaivém de pessoas contempla várias tribos urbanas

lugar de passagem e passa a ser destino, inclusive para ver e ser visto. Uma espécie de “footing” repaginado, cuja fama já ultrapassou as fronteiras do Estado. Sim, a Sapucaí tem se firmado também como destino turístico. Tanto que a reportagem flagrou por lá o casal de artistas plásticos franceses Joana Firmino e Dimitri Barbot, que seguiram a dica de uma amiga. O pôr do sol, os grafites e a juventude que frequenta o lugar foram alvos de elogios dos dois. Coma iminênciadoCarnaval, ensaios de blocos vêm ocupado a rua nos fins de semana e, além disso, nos últimos anos, novos estabelecimentos, entre bares e restaurantes, ali se instalaram (leia

“

Acredito que ainda estejamos no meio desse processo (de transformação da região) Samira Houri,

arquiteta e urbanista

mais na página 5). Tudo isso pode fazer parecer que essa vocação acolhedora, que essa veia para a boemia e para uma vida cultural pulsante, acompanha a Sapucaí há muitos anos. Mas, como dissemos, o fenômeno é recente. PROCESSO LONGO Interessada nas novas dinâmicas que vêm ocupando a Sapucaí, Samira Houri, avalia que esse processo de transformação teve início há cerca de 30 anos. “Diversos equipamentos culturais foram sendo implantados no entorno da praça da Estação e ela também foi reformada, movimento esse que começou por volta da década de 1990”, diz ela, lembrando, por exemplo, do Centro Cultural da UFMG, inaugurado em 1989, da Serraria Souza Pinto, aberta dez anos mais tarde, e do Museu de Artes e Ofícios, esse já nos anos 2000. Além de toda diversidade de equipamentos culturais instalados na região do chamado “baixo centro” – entre eles, o Teatro Espanca! e o Cine 104 – outras ações de ocupaçãodo espaçopúblico aconteceram, ressignificando o entorno, lembra Samira. Em 2007, por exemplo, o Duelo de MCs começava a acontecer, migrando, mais tarde, da Praçada Estaçãopara o viaduto Santa Tereza. Três anos mais tarde, nascia a Praia da Estação, movimento especialmente relevante referente à luta pelo direito

ao livre uso e apropriação dos espaços públicos da cidade, que ganhou endosso pelo fortalecimento do Carnavalbelohorizontino. Tudo isso, avalia a arquiteta e urbanista, contribuiu para que a Sapucaí ganhasse importância no cenário cultural da cidade. No entanto, de acordo com ela, as transformações só se fizeram mais palpáveis nos últimos dez anos. “Eu, por exemplo, tinha uma relação com a rua muito mais de passagem que de utilização. Ao longo da última década, verifiquei que estava havendo substituições nos usos que eram feitos da rua”, afirma, completando que, antes, o que se via eram estabelecimentos locais,voltados a atender os moradores do bairro, como lanchonete ou vidraçarias. Bem, e o que levou a Sapucaí, de uma rua quase esquecida pelo restante da cidade, a se tornar esse fervilhante corredor, destino disputado por várias tribos belo-horizontinas? Samira aponta para muitas iniciativas. “Ao longo dos últimos anos, houve a substituição desse tipo de estabelecimentos por outro, mais voltados para o perfil de restaurantes e bares”, lembra ela, situando que tal movimento foi inaugurado pela abertura da Salumeria Central em 2012, empreendimento do chef italiano Massimo Battaglini em parceria com o consagrado videoartista e cineasta Eder Santos. A urbanista observa, ain-

da, que o fenômeno não está consolidado. “Eu acredito que são importantes sim, para a cidade, essas novas dinâmicas que acontecem nessa região”, pontua ela, completando que “estamos no meio desse processo”. Os indicativos teóricos de Samira encontram eco na realidade.Oestudante dearquitetura Lucas Rocha, por exemplo, integra a cena hip hop de BH e vê, na rua, lugar de expressão artísticas. Na tarde da últimaterça-feira (23), láestava ele, câmera em punho, a fotografar a paisagem. Erick Thiago, estudante do mesmo curso, conheceu a via depois de uma visita ao Museu de Artes e Ofícios. Gostou especialmente do charme e da mistu-

“

A gente não vai descansar até concluir a pintura de todas as empenas que existem ali Juliana Flores, uma

das idealizadoras do Cura

CURA Parte fundamental da história da rua Sapucaí, o Circuito Urbano de Artes (Cura) teve sua primeira edição no ano passado, quando foram pintadas quatro fachadas cegas de prédios da região central de BH. Nas comemorações dos 120 da capital, mais dois murais foram feitos, além de ter sido inaugurada a iluminação permanente do conjunto de obras. Detalhe: as empenas, todas elas, podem ser admiradas do “mirante da Sapucaí”. “Quando pensamos o Cura, tínhamos, sim, o objetivo de tornar oficial um destino turístico do primeiro mural de arte urbana do mundo”, explica a produtora Juliana Flores, uma das idealizadoras do projeto. A escolha da Sapucaí como um lugar de contemplaçao se deu por uma junção de fatores, a começar, claro, pela vista privilegiada do lugar. “O mais óbvio foi pensar nessa rua por ter várias empenas que podem ser vistas dali, por já ser um mirante e ter vida cultural intensa, em grande parte pela ação de empreendedores culturais e da gastronomia que têm ocupando o lugar há alguns anos”, analisa Juliana, que já era frequentadora dos bares e restaurantes de lá. Julianaendossa que tanto a rua quanto os estabelecimentos são, sim, chamarizes. “Tem quem tenha ido lá por causa de um restaurante e acabou descobrindo o charme da rua. E tem que foi pelo visual e ficou pelos restaurantes”, avalia. E é por lá que o Cura vai continuar por algum tempo. “Já temos seis murais pintados, ainda faltam 20”, aponta. “A gente não vai descansaraté concluir a pintura de todas as empenas que existem ali. Neste ano, queremos mais seis”, adianta a produtora. “Também estamos conversando com a prefeitura, para garantir a instalação de lunetas, para que as pessoas possam contemplar as pinturas”, informa Juliana. “Essas obras mudam a forma como as pessoas olham para a cidade. Dá uma balançada... Notamos isso pela expectativa que causa nos frequentadores e nos comerciantes de lá”, indica, orgulhosa.


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reportagem

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URBE> O lado que responderia pelas edificações de números pares é ocupado pela mureta

Uma rua ímpar, literalmente MOISES SILVA / O TEMPO 21.1.2018

Alex Localizada Bessas entre os viadutos Santa Tereza e Floresta, compondo paisagem com a praça da Estação, a rua Sapucaí é ímpar. Literalmente: com pouco mais de 550 metros, a rua só tem edificações de um de seus lados. Por isso, casarões, comércios e prédiosreceberam como identificação postal apenas números ímpares. A outra face é ocupada por uma charmosa mureta e suas luminárias do século XIX, um pedaço de história que se destaca por desenhos arquitetônicos. “Aqui, o seu olhar se espalha pela cidade, você vê os prédios de longe... É como poder contemplar o movimento todo da cidade, mas de fora dele”, examina Ana Paula, estudante de Letras e aspirante a rapper, enquanto descansava em um dos parklets da Sapucaí. Com seus 19 anos, a moça saiu de Itapira, no interior de São Paulo, para viver na capital mineira. “Quando vim, a paisagem, os prédios, me chamaram a atenção”, lembra a estudante. Em pouco tempo, descobriu a Sapucaí. “Já havia passado por aqui quando voltava dos Duelos de MCs, que acontecem embaixo do viaduto (Santa Tereza). Mas nunca tinha vindo para o rolê aqui. Foi quando aconteceu o Circuito Urbano de Artes (Cura). Começou o mirante, então, vim, voltei... E fui ficando”. Agora, a estudante usa o lugar também como cenário. Na tarde de uma terça-feira de nuvens carregadas, ela saiu do bairro São Lucas para filmar algumas de suas rimas com dois amigos. “Não sei se é algo da minha geração, se é algo do hip hop, mas me sinto confortável ocupando as ruas... É algo que me lembra Itapira, onde existe um parque com um mirante para toda cidade, um lugar que a juventude ocupou”, pontua Ana Paula. “Acredito que o espaço público pode ser esse lugar para a gente se divertir, para a gente se expressar artisticamente”, elabora ela. Expressão essa que pode vir da poesia da moça ou das imagens capturadas por seu amigo, o estudante de marketing Dalmy Gabriel, de 21 anos. O rapaz saiu de sua casa, “perto do Minas Shopping”, para fazer registros daquele entardecer nublado.“Avistadaquiémuitobonita, mano... Fotografar aqui, é demais!”, exalta. De um cantinho de uma cidade do interior de São Paulo, como lembrou Ana

Carnaval tem vez Nessa época do ano, a folia invade os quarteirões

Paula, passando pela região da Lapa na capital fluminense oumesmocomumquêdeBerlim: a Sapucaí inspira as mais diversas comparações. Sócio de um dos mais novosempreendimentos instalados na Sapucaí, o head shop (loja de produtos relacionados principalmente ao uso da cannabis)Déjà-vu,Tiago Guedes, 37, brinca que a rua está se tornando a “nossa Augusta”, em referência a importante via arterial paulista. Já o ambulante Caio Benildo, de 22 anos, analisa que o “desenho escarpado da rua”, que tem logo a frente as linhas férreas e uma estação de metrô da capital, “lembra um forte marítimo”. De pronto, cita que o lugar “tem cara de Rio de Janeiro”. Sendo também uma figura que circula na cena hip hop de BH, Benildo começou a frequentar a “Sapuca”, como denomina a via, há cerca de três anos. “A noite aqui é bem interessante”, diz, com sorriso tímido. Operíodo mencionado pelo rapaz coincide com a insta-

“

Eu acho muito lindo, porque tem muitas coisas misturadas, prédio moderno e antigo Joana Firmino,

artista plástica francesa

lação, em 2014, da Benfeitoria, um galpão cultural, que também faz as vezes de bar, coworking, café... Era à procura da “Benfs” que circulavam Joana Firmino e Dimitri Barbot, o casal francês citado noinício da matéria. Naturais de Lyon, eles se diziam “encantados” com a rua.“Eu achomuitolindo,porque tem muitas coisas misturadas. Tem prédio moderno e antigo, tem o viaduto (Santa Tereza),quemeuamigo brasileiro me contou que o poeta (Carlos) Drummond (de Andrade) subiu, tem grafite, tem o trem...”, comenta a moça de 34 anos, se esforçando para encontrar as palavras no português. Frisando a ideia de parecer uma rua que goza de liberdade, Barbot, que é fotógrafo, se derrete pelo visual que encontrou. “É muito livre, muito tranquila, tem barzinho, tem música...”, diz ele. Joana completa que remete um pouco a Berlim. “Um lugar que parece meio abandonado e que é recuperado pela juventude, com pinturas, grafites, muita gente falando, se divertindo”, analisa a pintora e retratista. O interesse do casal recai, com mais cuidado, para os grandes murais nas empenas dos prédios, e que dali são avistados. “Aqui vemos muitos grafites livres, mas tem aqueles mais elaborados também”, diz Barbot. Ao saberem que as obras fazem parte do Cura e que mais painéis serão feitos ainda em 2018, se mostram impressionados. Para alémde todascomparações, a Sapucaí é um pedaçodehistória deBeloHorizonte. Por isso, o estudante de antropologia e arqueologia Diogo Trade, 24, gosta de visitar o lugar. Desde que se mudou

“

É muito livre, muito tranquila. Tem barzinho, tem música... Dimitri Barbot,

artista plástico francês

LEANDRO COURI/DIVULGAÇÃO

A atmosfera acolhedora sinaliza para a realização de eventos como a Feira de Design + PicNic Slow Food, em 2011

para o Rio Grande do Sul, onde estuda, não deixa de ir até lá quando volta à cidade. “Aqui tem uma coisa sentimental, eu me sinto confortado”, diz ele. NA RUA À medida que se conversacom quem frequenta a Sapucaí, mais óbvias se tornam as observações de Samira Houri. A arquiteta e urbanista, em sua monografia de pós-graduação, já indicava que, entre os fatores que levaram à ocupação desse corredor cultural e gastronômico de BH, estavam eventos como o Duelo de MCs e a Praia da Estação, além do Carnaval de rua da cidade. Em comum, os três movimentos levantam a bandeira da ocupação dos espaços públicos da cidade, fenômeno que encontrou ressonância nessa hoje charmosa rua do Floresta. Frequentadora da Sapucaí de outros carnavais, a DJ Gabriela Nascimento, 25, também se rende ao visual do mirante urbano – e gosta especialmente dos movimentos que acontecem na rua. “Esse movimento de ocupação é interessante, mas ainda é feito, principalmente, por pessoas brancas de classe média”, pondera, criticando uma certa homogeneidade do público. “Agora, tem o pessoal do ‘Sapuca Rap’, a turma do JConen(JuventudedaCoordenaçãoNacionaldeEntidades Negras), que está fazendoum somaqui... Éuma coisa super simples, uma caixinha e um gerador, mas é bem legal”, elogia ela, destacando que essas ações acabam por imprimir mais diversidade ao lugar.


reportagem

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URBE >Restaurantes das mais variadas vertentes disputam o paladar dos frequentadores

Um corredor gastronômico MARIELA GUIMARÃES

O italiano Alex Massimo BatBessas taglini foi quem primeiro se deslumbrou com a paisagem da Sapucaí. O horizonte que de lá se descortina é, para ele, “de uma beleza quase banal”. Rendido, Battaglini decidiu empreender ali a Salumeria Central, especializada em embutidos, além dos pratos brasileiros, como a feijoada. A empreitada gerou desconfiança. “Em 2012, quando abrimos, muitas pessoas acharam que ia dar errado. Mas a gente acreditou na tranquilidade e na beleza da rua”, lembra ele, que, em um primeiro momento, contratou seguranças para ganhar a confiança da clientela – afinal, “o lugar era visto como abandonado”. Já em seu primeiro ano, a Salumeria fez tanto sucesso que Battaglini, com outros sete sócios, abriu outra casa na rua: e veio o Pecatore, restaurante de frutos do mar e peixaria. “Foi com alegria – não com surpresa – que vi a rua se encher. A mesma alegria de, agora, ver que a cidade voltou a se compartilhar”, diz. Precursor, pois, da transformação da Sapucaí em corredor gastronômico, Massimo começou a ganhar companhia em 2014. E daí não parou mais. “Vejo com entusiasmo a chegada dos restaurantes”, garante o chef. Na extremidade oposta, veio a Benfeitoria. “Foi uma sorte conseguir um lugar na Sapucaí”, diz Jordana Menezes, sócia da Benfs, como o espaço é carinhosamente chamado. “Antes, funcionávamos em uma casa na rua Silva Jardim (também na Floresta), mas, à medida que a programação foi se ampliando, veio a necessidade de um lugar maior”, lembra. Assim, o galpão onde funcionou um estacionamento virou um dos redu-

tos culturais de BH. “No início, era difícil explicar em que rua era a Benfs”, comenta Jordana, entusiasta das transformações da Sapucaí. “Foi algo muito orgânico! Antes, aqui era só um lugar de passagem, hoje, um destino”. Ela acrescenta que os parklets foram essenciais para a redescoberta da rua que, “mesmo sendo central, é um lugar de respiro”. Em 2015, foi a vez do chef Elmo Barra abrir o Dorsé Bar & Restaurante, com cardápio que vai da comida mineira a pratos mais sofisticados. Já em 2016, a engenheira de alimentos Cláudia Lopes e a musicista Laura Lopes inauguram a Gruê Tapas e Restaurante e trazem outro parklet para a via. No mesmo ano, o Xspray Graffiti, loja especializada em street art, tatuagem e body piercing, muda-se para lá. Ano passado, veio a franquia do Burger’s Club e, mais tarde, o Mi Corázon. Outro espaço recém-inaugurado é o Botequim Sapucaí, que tem entre seus sócios o arquiteto Alfredo Lanna Neto, que vinha de um empreendimento no Coração Eucarístico. Mas a meca mesmo era a Sapucaí. “O lado arquiteto sempre falava mais alto”. Não só realizou o sonho, co-

É o Massimo

Italiano foi o pioneiro na ocupação gastronômica da rua, com a Salumeria

CPN/DIVULGAÇÃO

“

Foi algo muito orgânico. Antes, era lugar de passagem, hoje, destino Jordana Menezes, Sócia da Benfs

Mi Corazón: um dos mais recentes empreendimentos da via

mo se mudou para lá. “Tenho a vista mais bonita da cidade”, gaba-se ele, que por vezes se flagra tentando adivinhar o próximo painel que seu horizonte vai ganhar nas novas edições do Cura. Acontecimento que abalizou a importância da Sapucaí para BH, a “Casa Cor 2017” encontrou abrigo no imóvel da extinta Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), ano passado. Neste ano, o head shop Déjà-Vu foi aberto e, com ele, o pocket bar da cervejaria Sátira. “Hoje a Sapucaí é uma rua badalada, está sendo ocupada, e isso tem tudo a ver com a nossa proposta”, indica Eduardo Gomes, sócio-fundador da Sátira. RECEIO Hoje, o receio dos empreendedores é que eventos realizados na rua Sapucaí, como os ensaios de bloco, venham a saturar o espaço. Battaglini, por exemplo, lembra que foram necessários anos para “criar um ambiente propício à ocupação” e que, se

ações acontecerem sem a estrutura necessária, o esforço pode ser perdido. Jordana, por sua vez, teme que a relação com o bairro fique ameaçada. A Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, por meio da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), garantiu, por meio de nota, que, nos dias de folia, a limpeza da via será alterada para, pelo menos, “três vezes ao dia: pela manhã, tarde e noite”. Também destaca que “é importante que os eventos estejam devidamente licenciados para que a Prefeitura conheça o roteiro dos blocos, os horários de desfiles e a estimativa de participantes”. A Belotur também assegurou que a estrutura demandada será oferecida para “todos os blocos cadastrados para desfiles no período oficial do Carnaval”. Infraestrutura que inclui “banheiros químicos, segurança, limpeza, fechamentos de vias e comunicação”.


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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz

(CRM-MG 25.398)

telmo.diniz@jornalpampulha.com.br

Fast food a contramão do que foi escrito na coluna anterior, esta semana vamos falar da comida rápida ou do inglês “fast food”. Comer devagar pode ser um bom auxilio para a perda de peso. Por sua vez, comer rápido aumenta as chances de obesidade e doenças relacionadas. E também o fast food não significa tão somente comer rápido, mas comer mal, pois são alimentos com alto teor de sódio, açúcar e gorduras saturadas. É um tipo de comida, geralmente lanches, para pessoas que não dispõem de muito tempo para fazer as suas refeições, e optam por alimentos fast food, pois são preparados e servidos rapidamente. É o consumo de refeições que podem ser preparadas e servidas em um intervalo pequeno de tempo. O fast food pode até ser saboroso, mas ele irá cobrar seu preço lá na frente. Comer rápido alimentos com alto teor de gorduras aumenta o processo de inflamação do organismo. É igual a estar infectado com um vírus ou uma bactéria. O organismo reage da mesma forma, provocando um processo de inflamação. A descoberta foi feita por cientistas da Universidade de Bonn, na Alemanha, durante testes com ratos. Alimentados com quantidades baixas de nutrientes, o corpo das cobaias desenvolveu uma resposta inflamatória, o que potencializou a atividade do sistema imunológico. A indústria dos Durante o estudo, alimentos tem os pesquisadores mantiveram ratos em uma muitos recursos dieta ocidental, rica e grande lobby em gordura, açúcar e poucas fibras durante sobre nossos um mês. Com o tempolíticos. Quem po, os animais desenvolveram forte resposfica mais ta inflamatória em tovulnerável aos do o corpo, de forma semelhante a uma inencantos dos fecção bacteriana. A fast food são as dieta não saudável levou a um aumento crianças e os inesperado do númeadolescentes. ro de células imunes no sangue dos ratos, especialmente granulócitos e monócitos. Essa cascata inflamatória irá levar, com o tempo, a formação da chamada arteriosclerose, ou seja, endurecimento e entupimento das artérias. A ativação de células imunes na medula óssea ocorre quando o corpo detecta problemas graves. O sistema imune tem uma forma de memória. Após uma infecção, as defesas do corpo permanecem em estado de alerta para que possam responder mais rapidamente a um novo ataque. O estudo provou que uma dieta do tipo fast food desencadeia uma reação inflamatória sistêmica que só desaparece após a quarta semana em uma dieta nutricionalmente equilibrada. Uma resposta inflamatória tem potencial para acelerar o desenvolvimento de doenças vasculares, diabetes tipo 2 e aumentar as chances de problemas ainda mais graves, como acidente vascular cerebral (AVC) e ataques cardíacos. A indústria dos alimentos tem muitos recursos e grande lobby sobre nossos políticos. Quem fica mais vulnerável aos encantos dos fast food são as crianças e os adolescentes. Pesquisas como essas só vêm a demonstrar a importância do papel dos pais na condução a uma dieta rica em nutrientes e deixar o lanche rápido para ser uma exceção e não uma frequência na rotina dos mas jovens. Penso que junto ao slogan do McDonald’s “amo muito tudo isso”, deveria constar “mas aproveite com moderação”. Faça uma boa semana.

N

Intoxicação por remédio: mal comum Casosrespondem pormaisde33% dasestatísticasde envenenamento registradas O número é preocupante: no país, a cada 60 minutos, três pessoas são intoxicadas pelo uso incorreto de medicamentos. De acordo com o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox), mais de 25 mil casos foram registrados apenas em 2015, número que corresponde a mais de 33% das ocorrências de intoxicações em geral. Emtermos de comparaThuany Motta

ção, os atendimentos por picadas de animais peçonhentos econsumo de produtos químicos representam metade desse volume. As causas podem ser as mais diversas: utilização, informações, prescrição ou administração inadequadas dos fármacos, bem como a automedicação. “Pode haver erro por parte do profissional de saúde na aplicação, mas a maior parte das situações acontece por causa da automedicação. As pessoas acreditam que consultar os sintomas pela internet ou levar em consideração o que um amigo ou vizinho diz pode ajudar. A intenção é boa, mas o resultado não vai valer a pena”, afirma a farmacêutica Yula Merola,presidente doConselhoRegional de Farmácia de Minas Gerais. De acordo com Yula, os

medicamentos que mais provocam intoxicações costumamseraqueleslivresdeprescrição. “São analgésicos, antiinflamatórios e antialérgicos que estão ao alcance dos pacientes nas prateleiras das farmácias e não precisam que um médico os receite”. Por conta disso, as maiores vítimas acometidas são crianças e idosos. “Durante muito tempo, a intoxicação infantil se dava, quase que exclusivaBRASIL Óbito Em 2015, 28 pessoas morreram por intoxicação. Já em 2014 esse número foi maior: 47, segundo dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox).

mente, quando a criança tomavaalgum remédioescondido. Atualmente, isso mudou: muitas vezes, são as mães, querendo ajudar os filhos, que repassam fármacos sem qualquer tipo de orientação”, declara. Quanto aos mais velhos, a farmacêutica esclarece que a falta de controle sobre a ingestão de medicamentos é a maior vilã. “Os idosos tendem a esquecer ou até mesmo a confundiraquiloquejáfoiconsumido”, diz. Yula esclarece quais as medidas que devem ser tomadas a fim de que qualquer tipo de intoxicação seja evitada dentrodecasa.“Diantedoaparecimento de qualquer sintoma, dirigir-se o mais rápido possível ao pronto-socorro ou hospitalmaispróximos. Essesempre será o caminho mais seguro”, finaliza. PIXABAY/DIVULGAÇÃO

Segundo especialistas, as maiores causas da intoxicação se referem à automedicação, que vitima principalmente crianças e idosos

Alergia provoca ida a pronto-socorro A prescrição de um antibiótico para tratar uma gripe acabou levando o músico Marcelo Ferraz, 31, a viver um dos maiores sustos da vida. “Contraí uma gripe, e o médico me passou um antibiótico para o tratamento. Lembro que, alguns dias depois de começar a tomar o remédio, passei a

ter coceira e empolamento nas pernas, nos braços e no tórax”, diz. Ferraz conta que foi levado ao pronto-socorro imediatamente. “Fiz exames, descobriram a alergia e suspenderam o remédio. Demorei uma semana para me recuperar”, diz o músico.

RISCOS “Depois de alguns dias, fui me recuperando. Mas os médicos disseram que se o empolamento no meu corpo (provocado pelo princípio ativo do antibiótico) – aparecesse nas vias respiratórias, elas poderiam se fechar e até provocar a morte”, conta Ferraz.


reportagem

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EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

PERIGO

Comprar medicamentos em locais sem regulamentação

Principais erros na hora de usar medicamentos e os danos causados pela automedicação NOVE HÁBITOS DAS PESSOAS QUE SE AUTOMEDICAM

Usar remédios caseiros, chás e vitaminas para tratar sintomas de doenças

Consumir analgésicos e anti-inflamatórios em excesso

Recorrer ao Google e confiar em tudo o que se lê na internet

Usar produtos com validade vencida

Usar medicamentos por recomendação de amigos ou parentes

Comprar remédios fora da embalagem original ou com o lacre violado

Aumentar por conta própria a dose dos medicamentos

Interromper o tratamento antes do prazo recomendado

CINCO RISCOS DA AUTOMEDICAÇÃO

Causar intoxicação

Cortar ou potencializar o efeito de outras medicações

Mascarar sintomas de doenças graves

Tornar o organismo resistente a tratamentos

FONTE: ADRIANO RIBEIRO, FARMACÊUTICO

Tornar o organismo dependente de substâncias presentes no medicamento

Novo chocolate ajuda intestino Pesquisas já comprovaram que, consumido com moderação, o chocolate meio amargo pode ser saudável devido a suas características antioxidantes. Agora, um estudo da Universidade de São Paulo (USP) agregou mais um benefício à guloseima – dois probióticos – criando o chocolate meio amargo funcional, que melhora as funções intestinais e ajuda a reduzir o risco de doenças no intestino. “A gente pensou em acrescentar um alimento como alternativa para as pessoas que têm intolerância à lactose”, explica a engenheira de alimentos Marluci Palazzolli da Silva, autora da dissertação de mestrado, feita na Faculdadede Zootecnia e En-

genharia de Alimentos, que deu origem ao produto, e doutoranda na mesma unidade. Para criar o chocolate funcional, Marluci usou dois microrganismos vivos – o Lactobacillus acidophilus e o Bifidobacterium animalis –, semelhantes aos presentes em nossa flora intestinal, mas que ao longo da vida vão se perdendo devido a fatores como abuso de medicamentos e estresse. Para ter efeito, o chocolate funcional precisa ter pelo menos 1 milhão de unidades formadoras de colônia – quantidade de células viáveis vivas – desses microrganismos. “O lactobacilo não suporta muito oxigênio e a bifidobactéria é totalmente anaeróbia”, explica Marluci. Com receio de que o açúcar e o cacau pudessem levar os microrganismos à

morte, ela os colocou em cápsulas. Para regular a flora intestinal, uma pessoa precisa consumir 30 g por dia do chocolate funcional. “Seria um bombom, pensando, inclusive, nas calorias”, diz. As amostras do chocolate funcional foram oferecidas a 109 voluntários. Perguntados se comprariam o item, 75% demonstraram interesse. Segundo a pesquisadora, considerando a boa aceitação do chocolate, a viabilidade do uso dos probióticos na composição e o efeito antioxidante do cacau, o chocolate funcional tem potencial para ser oferecido no mercado. O desafio é a produção em grande escala. (Carla Chein)


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sociedade

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DOLCEVITA

Paulo Navarro com Walter Navarro pnnavarro@gmail.com FOTOS EDY FERNANDES

O BBB DA RITA

notizados, viciados, cegos para a vida e o mundo. Enquanto há tempo, tire seu filho do quarto, do tablet, do celular, do computador, do fone de ouvido.

A

o completar 70 anos, no dia mais ingrato para aniversariar, 31 de dezembro, do finado 2017, Rita Lee mostrou que continua irreverente. Riu dela mesma: “se for para cantar sentadinha, como uma múmia, prefiro ficar em casa tricotando”. Nunca vimos um múmia sentada em filmes, nem nos museus, mas o bom humor de Rita não envelhece.

C

ompre jogos de mesa, tenha os filhos na sala, ao lado por no mínimo dois dias, além do sábado e domingo. Divirta-se com eles, escute as vozes e os pensamentos deles. E que assim eles aprendam a viver em família. Que falem, ouçam, aprendam, riam e sintam-se pertencentes ao lar para que não precisem dessas brincadeiras egoístas e autistas.

A SOLUÇÃO DE RITA

H

á anos, Rita detonou programas idiotas, como o Big Brother Brasil. A sugestão de Rita continua válida, neste ano de eleições. Trancar os candidatos à presidência numa casa, “debatendo, discutindo” seus programas de governo. E sem marqueteiros, assessores ou discursos ensaiados, claro. Toda semana o público vota e elimina um. No final do programa, o vencedor seria eleito presidente.

FALTA DE ABSURDO

O

nojento politicamente correto começa assim. Paladinos do falso moralismo escolhem a vítima. Um jornalista, alguém mais conhecido que a média. Aí, acusam o infeliz que não pode se defender contra denúncias oceânicas e anônimas. Abatem o alvo que é demitido, processado e esquecido. Aí a patrulha parte para outra. Ninguém defende os injustiçados. A turma de justiceiros vai crescendo e fazendo novas vítimas.

A SOLUÇÃO FINAL

A

lém de acabar com o insuportável horário político, a população conheceria o verdadeiro caráter dos candidatos. Será? Esses caras de pau são atores maravilhosos, mestres da farsa. A grande vantagem seria o fim das propinas, fundos de campanha e caixa dois. O financiamento seria o repasse do valor dos telefonemas que a casa receberia. Big Babaca Brasil, já! Seria muito divertido ver Bolsonaro x Lula x Collor. Se o primeiro resistir; o segundo e o terceiro não estiverem presos, evidentemente, óbvio “uLULAnte”!

OS FILHOS DO QUARTO

F

aço questão de dividir esse doce pão com vocês. Uma bela reflexão da psicopeda-

lançaperfume

OS FILHOS SEUS

FALTA DE NOÇÃO Gabriela Dorleto

Marcella Jacob

goga, Cassiana Tardivo. Antes, perdíamos filhos nos rios, matos, mares, acidentes, doenças, tragédias “naturais”. Hoje perdemos os filhos dentro do quarto! Mesmo quando os ouvíamos brincando, ao longe, sabíamos o que se passava em suas mentes. Numa época em que não havia uma TV em cada quarto, celulares, tablets etc.

OS FILHOS DO NADA

H

oje, as crianças estão fechadas em seus quartos e nunca correram tanto perigo. Nunca desperdiçaram tanta vida. Não existem mais relacionamentos com seus pais e irmãos. Apenas modismos passageiros, inúteis, vazios. São zumbis, hip-

A

s mais novas são os atores de Hollywood. Claro que há excessos e canalhas que devem ser punidos. O problema é a generalização. O Brasil e o mundo estão chatos. Não se pode brincar, ser informal, alegre. Estupros e violências devem ser combatidos. Mas no mesmo saco, os justos pagam pelos pecadores. Homens, cuidado com os galanteios e paqueras!

com a “falta de 6 Continuando loção”, hoje, para os puritanos, tu-

do é racismo, tudo é assédio sexual.

Danuza Leão e Catheri6 Enepobres Deneuve que ousam ir contra a

corrente.

de quem gritar basta aos 6 Coitado exageros. Acaba indo também para

a fogueira das mediocridades.

de Deneuve, outra gran6 Ededepois diva do cinema francês, Brigitte

Bardot, aumentou o coro dos descontentes. com o puritanis6 Descontentes mo que os EUA espalham no mun-

do, como espalhou o nefasto politicamente correto.

Bardot criticou atrizes 6 Brigitte que “provocam” (ou fazem o fa-

moso teste do sofá) para conseguir papel. em entrevista ao site da 6 Foi revista “Paris Match”. A ex-atriz e

sex symbol disse que as denúncias de assédio sexual feitas por algumas atrizes são, “na maioria dos casos, hipócritas, ridículas, sem interesse, ocupando o lugar de temas importantes”. 83 anos, BB assegura nunca 6 Aos ter sido vítima de assédio sexual:

“E eu achava agradável que me dissessem que eu era bonita ou que eu tinha um pescoço bonito. Esse tipo de elogio é agradável”. muitas atrizes que vão pro6 “Há vocando os produtores para conse-

guir um papel. Depois, para que se fale delas, dizem que sofreram assédio. Na realidade, mais do que beneficiá-las, isso as prejudica”, opinou BB.

CENÁRIO BH Fabuloso Carnaval do Grande Hotel O estilista Ronaldo Fraga arma a segunda edição do seu baile de Carnaval. Desta vez será dentro do próprio Grande Hotel, com ingressos limitados. Como de costume, a ideia é trazer o clima dos carnavais antigos, das décadas de 20, 30, 40 e 50, da seleção musical aos confetes, serpentinas e fantasias. Já a música fica com a Orquestra Mineira de Brega, Bandinha do Marcão e outros. Onde r. Ceará, 1.205, Funcionários Quando Dia 3 (sábado), das 12h às 21h Quanto R$ 90 (segundo lote à venda no www.sympla.com.br)

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RONALDO FRAGA/DIVULGAÇÃO

Festival Autêntico de vinhos e cervejas Neste sábado o Mirante Meet recebe o Festival Autêntico, que engloba bebidas, alta gastronomia, pet friendly e espaço kids. Na área gastronômica, marcam presença os principais restaurantes e chefs da capital: Porcão BH, Restaurante do Porto, 68 Pizzeria e muito mais. Quem comandará os sons da festa serão DJs e bandas tocando pop, jazz, e MPB. Onde av. Raja Gabaglia, 2.671, São Bento Quando Neste sábado (27), de 12h às 20h Quanto R$ 20 (inteira, primeiro lote no sympla.com. br/autentico)

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UARLEN VALERIO 07-10-2016


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INOVAÇÃO> Medicamentos atuam para que o sistema imunológico combate as células cancerígenas

Imunoterapiarenovachances decuranalutacontraocâncer PIXABAY/DIVULGAÇÃO

O tratamenLeonardo to contra o Cunha câncer tem evoluído cada vez mais nabusca da cura dessa patologia. Uma técnica em especial foi considerada pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco, na sigla em inglês), em 2017, como o maior progresso contra tumores dos últimos anos: a imunoterapia. Esse método estimula o sistema imunológico do próprio paciente, incentivando o organismo a identificar e a combater as células cancerosas. O tratamento é composto por diferentes medicamentos, que são aplicados de maneira intravenosa (nas veias) ou subcutânea (abaixo da pele). A utilização desse tipo de procedimento contra a doença é antigo e teve seus primeiros estudos realizados ainda no século XIX. No entanto, o avanço se deu a partir da década de 1980, com o reconhecimento de receptores celulares relacionados à inibição ou ao estímulo das defesas do organismo e nas células tumorais. Desde então, a técnica vem sendo aprimorada. “Recentemente, em pesquisas científicas, foram descobertas substâncias capazes de inibir complexos proteicos específicos, denominados receptores, na superfície das células do sistema de defesa (Linfócitos T, células dendríticas – PD-1, CTLA-4), ou das células tumorais (PDL1), com capaci-

Tratamento

Medicamentos da Imunoterapia são compostos por diversas drogas que são aplicadas de maneira intravenosa (nas veias) ou subcutânea (abaixo da pele)

dade de regular a resposta imunológica”, aponta Roberto Fonseca, diretor da Oncomed-BH. Os primeiros resultados positivos observados no uso das novas formas de imunoterapia foram constatados no tratamento de um tipo de tumor agressivo de pele, o melanoma, e pulmão. “Hoje, a indicação de tratamento tem se estendido ao câncer renal, bexiga, intestino grosso, entre outros”, destaca Fonseca.

QUALIDADE DE VIDA Composta por diferentes medicamentos, essa técnica causa menos efeitos colaterais que a quimioterapia e a radioterapia. “De modo geral, podemos afirmar que a tolerância dos pacientes à imunoterapia é melhor do que a dos tratamentos convencionais, apesar de não ser destituída de toxicidade. Certamente, tem assegurado melhoria significativa na qualidade de vida dos pacientes”, afirma Fonseca.

Para o diretor da Oncomed-BH, é possível que as novas técnicas de utilização da imunoterapia possam levar à cura de alguns pacientes. “Considerando o seu tempo de uso, não dispomos de dados suficientes para afirmar com certeza. No entanto, um número expressivo de pacientes com melanoma e câncer do pulmão tem apresentado aumento significativo da sobrevida com a utilização dessa nova forma de tratamento”.

PROGRESSO Ainda de acordo com Fonseca, o maior avanço no combate ao câncer na última década tem sido um reconhecimento crescente da importância das medidas preventivas primárias e secundárias. “Durante o período de 1991 a 2015, a mortalidade por câncer nos Estados Unidos reduziu 26%, grande parte relacionado à redução do tabagismo, diagnóstico precoce e tratamento”, ALEX DE JESUS

PARA QUEM A IMUNOTERAPIA É INDICADA? 0Câncer de pele (melanoma) 0Câncer de pulmão 0Câncer renal 0Câncer na bexiga 0Câncer no cólon 0Câncer no ovário 0Mesotelioma (câncer que afeta tecidos celulares localizados na região do tórax, abdômen e do testículo) 0Câncer no sangue (hematológico)

O oncologista Roberto Fonseca, diretor da Oncomed-BH, destaca a importância da Imunoterapia no tratamento contra o câncer

destaca ele. PREÇO O uso dessa técnica contra o câncer está aprovado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No entanto, o alto custo financeiro do tratamento é um fator que dificulta o acesso para a maioria dos pacientes. “Estamos falando em algo em torno de R$ 40 mil mensais. Isso ultrapassa a linha da moral”, finaliza Fonseca.

“

Hoje, a indicação de tratamento tem se estendido ao câncer renal, bexiga, intestino grosso, entre outros”


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reportagem

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BICHOS E CAPRICHOS EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

Novidade: padaria para cães e gatos Mercadopetfechou2017com crescimentode7%nacomparação comoanoanterior A humanização dos pets é a nova tendência do mercado para animais domésticos, e Belo Horizonte tem, desde o último dia 16, uma loja dirigida para os clientes que enxergam seus cães e gatos como membros da família, mais do que bichinhos de estimação: a Padaria Pet, no bairro Buritis, região Oeste da capital. O conceito vai muito além de uma pet shop convencional, e oferece até um espaço com piscina de bolinhas para festas de aniversário de cachorros, além de produtos ‘humanizados’, como cerveja para cães, panetones, gelatina, Ludmila Pizarro

bolos e molhos para ração. Minas Gerais é o Estado com maior número de residências com cães domésticos do Brasil, 46,7%, segundo dados do IBGE. Para a jornalista Ana Flávia de Oliveira, 35, a relação dos humanos com os animais passou por uma transformação. “Percebo isso tanto em relação à quantidade enorme de produtos que estão disponíveis como dentro da minha própria casa. Antes, os bichos viviam do lado de fora, no quintal. Hoje, são criados dentro de casa”, conta Ana Flávia, que tem duas cadelas vira-latas: Jujuba e Jolie, de 4 anos. Ela relata que considera seus pets verdadeiros membros de

família e que, quando viaja com a mãe, sempre traz um lembrancinha para elas. “Quando resolvemos trazer a Padaria Pet para Belo Horizonte, buscávamos um mercado em expansão e uma novidade, já que não existe uma loja semelhante na cidade”, explica o empresário Marcelo Zamana, que trouxe a franquia de São Paulo. “A estimativa é que o mercado pet tenha tido um crescimento de 7%em 2017 ante o ano anterior”, diz Zamana, que investiu R$150 mil na loja de 130 m² e acreCREMATÓRIOS Despedida Na região metropolitana da capital estão disponíveis crematórios para pets como o Bosque das Águas Claras, em Macacos, Nova Lima e o Lumina Memorial Crematório em Itabirito.

EVITE A INTOXICAÇÃO Saiba os alimentos de humanos que podem adoecer um cachorro Chocolates - Além do açúcar, o chocolate contém teobromina, que pode até matar um cão. Na lista de proibições, essa é a primeira

dita que o investimento inicial total ficará entre R$ 180 mil e R$ 200mil. Além do espaço para aniversário e da padaria, a Padaria Pet terá uma butique, com roupas, camas, almofadas e acessórios para cães e gatos, um centro de estética e uma clínica veterinária. Dentro desse conceito de humanizar os pets, uma das principais preocupações é com a saúde dos animais. Ana Flávia conta que oferecia ração super premium para suas cadelas, mas, diante do conselho do veterinário, agora oferece comida natural, que ela mesmo cozinha, uma vez por semana. A tendência de oferecer alimentos diferenciados para os animais também é percebida por Zamana. “Vamos vender apenas ração sem conservantes e teremos comida natural congelada e também comida desidratada, que é só acrescentar água e servir”, afirma.

Alho e cebola - O estômago dos animais não está preparado para lidar com sabores tão fortes e marcantes, podendo causar algum tipo de intoxicação alimentar e até mesmo anemia. Frutas - Nem todas podem ser oferecidas aos animais. Entre as mais prejudiciais estão a uva e o abacate. O abacate tem uma substância chamada Persina que pode causar danos gastrointestinais e até respiratórios. Já a uva (inclusive a uva passa) pode provocar doença renal, além de vômitos e diarreias, que podem provocar uma profunda desidratação. Frutas secas e castanhas Não estão liberadas. Amêndoas, amendoins, castanhas ou qualquer tipo de semente contém um alto teor de fósforo, que pode prejudicar o organismo do animal. As nozes, por exemplo, são altamente tóxicas para eles. Lácteos - Sorvete, queijos e iogurtes sãoproibidos devido ao alto teor de lactose e excesso de gordura. A grande quantidade de nata pode causar danos à saúde do animal, em especial ao estômago. FONTE: CIBELE ERREIRAS RUIZ MÉDICA VETERINÁRIA, CONSULTORA DO GRUPO IPET

PADARIA PET/DIVULGAÇÃO

Venda sobe 500% com cesta de Natal

Loja deve trazer adestramento “judog”

As vendas de Natal não foram boas apenas para o comércio convencional em 2017. A Ipet Snacks teve, segundo seu proprietário, Lucas Marques, um crescimento de 500% de seu faturamento no último trimestre do ano em função do lançamento da cesta Natauau,com produtos específicos para animais, como panetone, vinho, e ketchup desenvolvidos para o paladar canino. “É um mercado que não sentiu a crise porque está em expansão. Os novos produtos ajudam na evolução do faturamento”, diz Marques, que também fala em “humanização dos pets”. “Hoje o cliente trata o animal como um filho ou como um neto e quer que o animal siga seu estilo de vida. Tanto que pessoas veganas hoje procuram produtos veganos para seus cães”, diz.

Em suas lojas da cidade de de São Paulo, a Padaria Pet oferece o serviço de adestramento para cães chamado “judog”, que funciona como um judô para cachorros, com uso de faixas, da branca até a preta, para os animais mais bem treinados. “Pretendemos trazer o ‘judog’ para a loja de Belo Horizonte em um futuro próximo”, afirma o empresário Marcelo Zamana, que trouxe o conceito da padaria para a capital. “Após a inauguração, vamos avaliar novos serviços que poderão ser adotados na cidade”, conta. Entre esses estudos está o delivery. “Percebemos que aqui os centros de estética entregam o animal em casa. Não é o conceito usado em São Paulo. Mas, se notarmos que teremos demanda, vamos oferecer o serviço”, afirma.

Bom pra cachorro: Padaria Pet tem várias guloseimas para animais de estimação e ainda conta com espaço para festa de aniversário

PRODUTOS

FRANQUIA

Cerveja Sem teor alcoólico e sem gás. R$ 7,50

Bolo de caneca Sem glúten, açúcar e lactose. R$ 8,90

R$ 30 mil é a taxa de franquia para lojas físicas

Panetone Com flocos de carne e trigo integral. R$ 7

Sorvete Sabores de frutas e iogurte. R$ 4,50

R$ 180 mil é o investimento total inicial na loja,

Muffin Nos sabores laranja, coco e chocolate. R$ 5

Gelatina Sabores de ervas, como hortelã. R$ 8,90

R$ 60 mil é o faturamento mensal estimado

em outras cidades além de São Paulo

que pode variar e chegar até R$ 200 mil quando a loja já estiver consolidada


reportagem

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DIA A DIA EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

Preço de material escolar varia até 545% em BH Consumidoresterãoquepesquisar muitoparaencontraromelhorvalor Raquel Penaforte

O fim do mês de janeiro é marcado pela volta às aulas e, com elas, vem a busca pelos melhores preços na hora de comprar materiais escolares. Uma pesquisa comparativa de valores dos itens que compõem a lista escolar feita pelo site Mercado Mineiro, mostrou que, mais um vez, o consumidor vai precisar colocar a mão no bolso e gastar mais do que no mesmo período do

ano anterior. Segundo o estudo, um caderno universitário espiral de capa dura, com 96 folhas, subiu 26,69% (de R$ 7,27 para R$ 9,21), percentual bem acima da inflação em Belo Horizonte, que fechou em 3,94% em 2017, segundo a Fundação Ipead. Os pesquisadores visitaram 11 lojas no período de 2 a 8 de janeiro e avaliaram 82 produtos, considerando itens de marcas conhecidas e os genéricos, em que eram pesquisados os de menor valor oferecido no estabeleci-

mento. Segundo o diretor do site responsável pela pesquisa, Feliciano de Abreu, em entrevista à rádio Super Notícia FM e ao jornal Pampulha, são diversos os elementos que podem influenciar a variação de preços dos artigos. “Além das regiões, que contribuem bastante para essa divergência de preços, como papelarias que estão em frente às escolas e regiões mais nobres da cidade, outros fatores, como itens da moda, podem influenciar. Um caderno brochurão, de capa dura, com estampa de um personagem da moda, pode custar até três vezes mais em relação a outro, da mesma marca, sem estampa”, explicou.

PREPARE O BOLSO Variação dos preços na lista do material escolar

VALOR (R$) MÍNIMO

MÁXIMO

Régua 30 cm cristal grossa (3 mm de espessura)

1,80

3,10

Tesoura escolar inox de ponta arredondada

1,50

3,90

Lápis de cor inteiro com 12 cores

5,90

17,90

Lápis preto de escrever nº2 HB

0,40

1,30

1

3

Caderno universitário espiral capa dura 96 folhas

5,40

10,90

Caderno brochurão capa dura lisa 96 folhas pautado

Cola branca 90 g

5,40

8,40

Pasta aba-elástico (PP 40 mm)

2

12,90

Caneta esferográfica média Bic

0,90

1,80

Apontador simples sem reservatório

1,30

3,90

Para o diretor, além da estimativa de queda da inflação para este ano, de 3,96% para 3,95%, como revela o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central, os preços podem sofrer variação também devido à grande concorrência e à temporada de volta às aulas. PREÇO DIFERENTE Em relação à diferença de preços neste ano, a pesquisa revelou também que, em alguns casos, os produtos podem variar de um estabelecimento para o outro. O

lápis preto HB número 2, por exemplo, teve variação de 225%. Outro produto que chamou atenção pela grande diferença de preços foi a cola branca de 40 gramas, que pode ser encontrada de R$ 0,90 até R$ 3,90, uma variação de 333%. O item que mais variou de preço de um estabelecimento para o outro, segundo a pesquisa, foi a pasta de aba-elástico de 40 milímetros. O menor valor encontrado para o artigo foi de R$ 2, mas ele pode chegar a R$ 12,90, variando 545%.

VARIAÇÃO (%)

72,22 160 203,39 225 200 101,85 55,56 545 100 200

FIQUE ATENTO Dica O diretor do site de pesquisas Mercado Mineiro, Feliciano de Abreu, observa que algumas escolas costumam pedir produtos que fogem ao comum. Nestes casos, o pesquisador orienta que os pais questionem a instituição sobre o motivo da exigência. “Os pais têm o direito de saber o que os filhos estão usando na escola”, diz.


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reportagem

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DIA A DIA Rótulos de alimentos deverão ser mais claros e informativos FOTOS: LINCON ZARBIETTI

Entreaspropostasestãoaadoçãodosistema decoresedetriângulosnegros Após anos de muitos debates técnicos, um grupo de trabalho criado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está analisando mudanças nos rótulos de produtos alimentícios. O modelo atual, considerado por especialistas confuso e pouco informativo, deverá ser substituído para permitir que o consumidor saiba, de fato, o que está levando para casa. Na tentativa de colaborar com o processo, diversas entidades, ligadas à indústria, à pesquisa, à defesa do consumidor e à saúde, enviaram sugestões sobre qual seria a melhor forma de alertar a população sobre produtos que apresentem, entre outros, níveis elevados de açúcar, gordura e sal. Entre as propostas apresentadas, duas monopolizam os debates: a que propõe o modelo de advertência frontal, em forma de triângulos negros, e a que sugere o alerta de semáforo colorido. Apresentado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o modelo dos triângulos prevê um selo de advertência, na parte da frente da embalagem de alimentos processados e ultraprocessados (como sopas instantâneas, refrigerantes, bisEurico Martins

coitos etc.), que indica quando há excesso de açúcar, sódio, gorduras totais e saturadas, além da presença de adoçante e gordura trans em qualquer quantidade. “Nós nos inspiramos no modelo do Chile, que usa um símbolo no formato de octógono preto. O grande objetivo é chamar a atenção, não é trazer mais informações que as pessoas não vão conseguir entender ou visualizar”, afirma a nutricionista do Idec, Ana Paula Bortoletto. Ela ressalta ainda que o triângulo já é conhecido como advertência, devido a rotulagem de transgênicos. SEMÁFORO Já a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), que forma com outras entidades a Re-

de de Rotulagem, sugere o modelo usado no Reino Unido e no Equador, que usa as cores verde, amarelo e vermelho para alertar sobre quantidades de açúcares totais, gorduras totais e sódio dos produtos. E cada componente é mostrado em quantidades por porção e em percentagem em relação a uma dieta de 2.000 calorias diárias. “A proposta é baseada em duas premissas principais: oferecer informações mais completas e empoderar o consumidor. Acreditamos que o modelo com cores é o que melhor informa sobre os nutrientes contidos nos produtos. Confiamos na capacidade das pessoas em fazer suas escolhas alimentares, quando bem informadas”, explica o presidente da Abia, Edmund Klotz.

“

É preciso fazer uma conta para saber a quantidade total de cada componente num litro de suco, por exemplo. Qualquer alteração é bem vinda” Tarina Felix

Contabilista

“

Não tenho o hábito, devido à correria. No máximo, confiro o prazo de validade do produto. Mas, quando leio, acho difícil. A letra é miúda” Maria do S. Santos

Dona de casa

Pouco prático: Gabriel e Luana apontam entre principais problemas dos rótulos a falta de referências

Consumidor aponta maiores problemas nas embalagens A julgar pela opinião dos consumidores, a mudança é necessária. Apesar de geralmente saber o que está levando para casa, a contabilista Tarina Felix, 31, defende as mudanças, principalmente na tabela nutricional. “É preciso fazer um cálculo para saber a quantidade total de cada componen-

te num litro de suco, por exemplo. Qualquer alteração que facilite a identificação de um produto mais saudável será bem vinda”, completa. Quem também defende mudanças é o supervisor de logística Gabriel de Alcântara, 27, e a chef de cozinha Luana Coimbra, 28. Devido

à sua formação profissional, Luana compreende todas as informações, ao contrário de Gabriel. “Eles informam a dosagem de cada componente, mas a gente fica sem referência”, conta o supervisor. “O rótulo deveria ser mais claro. É tudo muito técnico”, acrescenta Luana. EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

ALTERAÇÕES SUGERIDAS Dois modelos dominam as discussões na Anvisa Proposta da Abia

Proposta do Idec

VERDE - Indica que o consumo está mais longe da recomendação diária do nutriente. Ou seja, pode-se ingerir uma quantidade maior daquele nutriente AMARELO - Demanda atenção, pois o alimento já está com níveis mais próximos de se alcançar a recomendação diária de consumo VERMELHO - Indica que o consumidor está bem próximo de alcançar a recomendação diária do nutriente somente com o consumo deste único alimento. Por isso, é importante controlar o consumo de outros alimentos com maior aporte desse nutriente A proposta prevê, na tabela nutricional, a mudança da base de indicação das informações sobre os nutrientes para 100g, o que permite ao consumidor comparar alimentos de uma mesma categoria e de categorias diferentes. A tabela inclui também a declaração obrigatória dos açúcares totais, na linha abaixo dos carboidratos. FONTE: ENTIDADES

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Alimentos ultraprocessados receberão selos de advertência, na forma de um triângulo preto, na parte da frente da embalagem quando houver excesso de açúcar, sódio, gorduras totais e saturadas, além de adoçante e gordura trans em qualquer quantidade As informações nutricionais deverão ser apresentadas por 100 g ou por embalagem. Dessa forma, será mais fácil comparar a quantidade de calorias ou outro nutriente para a mesma quantidade de dois produtos diferentes

EXEMPLOS DE ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS Salgadinhos, refrigerantes, sucos e cereais adoçados, sopas e macarrões instantâneos, biscoitos e doces, hambúrguer, salsicha e nuggets, entre outros

Além das advertências, produtos processados e ultraprocessados não poderão apresentar informação que transmita a ideia de que o alimento é saudável, nem ter sua comunicação voltada ao público infantil. Cereais, por exemplo, não poderão ter imagens de personagens e desenhos conhecidos pelas crianças


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COMPORTAMENTO Adeptos de jogos de tabuleiro resistem à era da tecnologia Faturamento geradoporesses produtosgiraem tornodeR$600 milhõesporano Thuany Motta

Atualmente, a era da tecnologia predomina. São oferecidas milhares de opções de atividades digitais, como aplicativos que unem pessoas em locais distantes em um jogo online. Mesmo assim, os jogos de tabuleiro estão conseguindo resistir à modernidade. De acordo com Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), 8,9% das vendas de brinquedos são representadas por esses produtos, o que gera um faturamento que gira em torno R$ 600 milhões por ano. Títulos clássicos como War, Banco Imobiliário e Jogo da Vida ainda

JOÃO GODINHO

continuam conquistando gerações, mas títulos novos e com dinâmicas diferentes colaboram para esse retorno de interesse. É o caso da universitária Ana Clara Oliveira, 23, que prefere os jogos mais clássicos. “Eu gosto de War e Detetive”, conta. Ela diz que costuma se reunir com amigos e familiares para jogar. Apesar da competição ser entre colegas, as discussões são inevitáveis. “Em War sempre tem algum tipo de debate. Às vezes, a gente nem resolve, fica um de cara fechada para o outro”, diz. Para o programador Marcelo Guimarães, 29, fã desde a adolescência, não importa o jogo, mas a convivência. “Jogo com minha família quase todos os dias e tento reunir os amigos para jogar pelo menos uma vez por semana. Se eu pudesse, jogaria todos os dias”, conta ele, aficionado por jogos de estratégia. De acordo com Vicente Mastrocola, professor de plataformas digitais e game design na ESPM, há vários

motivos para esse cenário. “O papel da internet em auxiliar a renascença dos jogos à moda antiga é reconhecido entre os fãs. Entre as principais razões estão o acesso a lojas especializadas e a criação de comunidades específicas físicas e em sites ou fóruns, além da difusão de informações sobre os jogos”, explica. Foi de olho nesse mercado que o empresário Fábio Pereira, 56, abriu as portas do pub Soho Orbi, em Belo Horizonte, para os aficionados por tabuleiro. “Já virou um point para os jogadores, desde crianças até adultos. Recebemos até 250 pessoas nas noites de sexta e sábado”, afirma o empresário. Ele acredita que o mercado brasileiro caminha em um bom ritmo. “Isso tudo impulsiona e estabelece novas portas de entrada para o consumidor. O nosso mercado ainda está longe de se igualar àqueles que são referência no mundo. O desenvolvedor aqui ainda carece de apoio. Mas estamos em um caminho positivo”, afirma o professor.

Em Belo Horizonte, adeptos de jogos de tabuleiro se reúnem aos fins de semana em locais voltados para a prática

EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

EXPLORANDO O TABULEIRO Confira quais são os jogos considerados clássicos no país WAR

Lançado em 1972

O jogo é disputado com um mapa do mundo dividido em seis continentes A cada rodada, os participantes colocam exércitos e atacam outros oponentes com objetivos determinados Quem completar primeiro o seu e declará-lo cumprido é o vencedor

BANCO IMOBILIÁRIO Lançado em 1944 O objetivo é se tornar o jogador mais rico, por meio de compra, aluguel ou venda de propriedades Cada jogador recebe determinados valores em notas de dinheiro. O restante fica no banco, juntamente com os títulos de propriedade O jogo termina quando ficar somente um jogador, após as demais terem ido à falência FONTE: BRINQUEDOS ESTRELA/GROW GAMES

JOGO DA VIDA

Lançado em 1960

É uma simulação da vida de uma pessoa, e ganha quem, no jogo, tem a vida mais bem-sucedida Nesta vida fictícia o jogador vive situações do cotidiano como carreira, casamento, investimentos, entre outros O que define o decorrer e o final da vida do jogador é a sorte, por meio de uma roleta que determina o avanço no tabuleiro

MINIENTREVISTA

Bianca Frate Psicóloga Quais são os principais tipos de jogos de tabuleiro? Eles podem ser com-

petitivos ou cooperativos. Os da primeira categoria estão relacionados à superação do próprio potencial e ao sentimento de realização em determinadas competências, que variam conforme o jogo. E os jogos de natureza cooperativa?

Eles colocam os jogadores competindo contra o jogo, mas também podem significar subgrupos de usuários competindo entre si. Esse tipo de jogo envolve colaboração entre todos os participantes em prol de um objetivo, e eles podem compartilhar tanto a satisfação da vitória como a decepção da derrota. Quais são os outros benefícios? Qual-

Iniciativa ensina operações matemáticas Um estudo realizado pela Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, mostrou que jogos de tabuleiro com números ajudam a melhorar o desempenho de alunos nas quatro operações matemáticas básicas. Os resulta-

dos foram divulgados pelo jornal “Wahsington Post”. Na pesquisa, foram avaliados dois grupos de estudantes, entre 4 e 5 anos. O primeiro, com 22 membros, jogou durante a semana de aula. O outro grupo, também com 22 alu-

nos, não usou os jogos de tabuleiro. No período de nove semanas, os estudantes que brincaram apresentaram melhoras no desempenho de disciplinas que envolvem matemática, em comparação ao outro gru-

po, que não jogou. De acordo com os pesquisadores, o estudo mostrou, assim, que a prática dos jogos incentiva as crianças pequenas a pensarem estrategicamente e a planejarem com antecedência suas atitudes.

quer pessoa pode ter ótimos resultados com o hábito de brincar com os jogos de tabuleiro, mas há benefícios determinados que atingem principalmente as crianças. Mesmo assim, num sentido mais amplo, o jogo físico e presencial, comumente realizado em grupo, trabalha aspectos sociais (interação e convivência), cognitivos (concentração e estratégia) e motores (movimentos). Além deles, há ainda o reconhecimento de regras, a construção de hipóteses e o aprimoramento da destreza manual.


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ESPAÇO GOURMET DOUGLAS MAGNO

DE BANDEJA I TON NETTOS/DIVULGAÇÃO

O Irish Car Bomb, drink de origem irlandesa, é servido no Trip Food: um shot de licor e uísque é mergulhado na cerveja estilo stout

Hambúrgueres novos a postos

Pura? Hoje não

O Trip Food – Comida Mochileira (r. Alberto Cintra, 105, União) realiza, no próximo dia 2 (sexta-feira), um duelo de hambúrgueres. Os chefs Tamara Lacerda e Lucas Meireles vão preparar duas receitas surpresa – e os clientes vão decidir qual a melhor, que será incluída no menu. O ingresso para participar custa R$ 48, e pode ser adquirido na hora ou no sympla.com.br. A noite ainda vai trazer um desafio: quem conseguir comer os oito hambúrgueres de uma tábua especial (à venda por R$140) em 30 minutos não pagará pelos sanduíches e levará um crédito de R$100 no pub.

Pararefrescar,drinks feitoscomcervejas ganhamespaçoem cardápiosdeBH Há quem prefira ela pura e bem gelada. Mas há aqueles que vêm se permitindo dar uma nova chance ao paladar e experimentar a cerveja como ingrediente de coqueteis para o verão. Pode parecer até uma heresia para os cervejeiros de plantão, mas, acredite, a bebida caiu no gosto dos mixologistas e suas misturas têm se tornado cada vez mais comum nos bares da cidade. Com a variedade de estilos cervejeiros, o mercado de coqueteis tem encontrado diferentes opções de uso da loira como ingrediente. “A cerveja é uma bebida versátil, capaz de trazer os mais variados sabores e aromas, que podem ser muito bem aproveitados pelo mixologista, oferecendo notas amargas, frutadas, torradas e até mesmo ácidas para o drink”, explica Tiago Fonseca, sócio e sommelier de cerveja da The Drink Shop. “Além disso, vale lembrar que a cerveja é uma bebida carbonatada e que, como um espumante no drink, pode deixar sua textura frisante, o que agrada a muitos paladares”, diz. Apesar de as prateleiras estarem lotadas de lançamentos no mercado, juntamente ao crescimento da produção de cervejas artesanais, ainda são preferencialmente utilizadas as cervejas estilo American Lager – que são as mais comuns, elaboradas com malte pilsen e lúpulos nobres europeus. Além de serem mais familiares ao paladar brasileiro, elas ganham a preferência “pelo fácil acesso, baixo custo e, por vezes, desconhecimento de outros estilos de cerveja”, explica Fonseca. Lorena K. Martins

Mão na massa com degustação O chef Renato Quintino abre inscrições para seu curso de cozinha, focado em receitas autorais, que ocorre semestralmente na rua Cristina 1.175, bairro São Pedro. O curso divide-se em dois módulos, sempre no modelo de aula-jantar: ou seja, após o preparo de cinco receitas individuais, os participantes são convidados a degustá-las. Informações: 98876-1331 e 98841-9613

Mais opções no cardápio

PARATELLA/DIVULGAÇÃO

O Paratella Gastronomia Italiana (av. Aggeo Pio Sobrinho, 420, lj. 7, Buritis) lançou, recentemente, seu novo cardápio, com pratos que trazem ingredientes refrescantes, pensando no verão. A ideia é, assim, priorizar a sazonalidade dos produtos de forma a manter o sabor e nutrientes. Entre as opções, destaque para o peixe do dia com espaguete de abobrinha e um creme ácido de mascarpone com limão e para a salada de queijo de cabra com mix de folhas, croutons de focaccia e pesto de pistache.

Foi justamente a cerveja pilsen o ingrediente fundamental escolhido para incrementar o Beer Mojito, elaborado pelo bartender Gabriel Abreu, da empresa One Premium Bar, que integra a boate Jolie!, na região Pampulha, a partir da receita original do coquetel cubano. “Substituo a água com gás pela cerveja, o que dá mais refrescância”, comenta. Já no Trip Food – Comida Mochileira, foi a cerveja Guiness, tipo stout (que tem notas de café por conta do malte torrado), que virou ingrediente para o Irish Car Bomb, um dos drinks mais famosos da Irlanda e reproduzido aqui. “Quando morei na Irlanda, tomei bastante esse drink e tive a ideia de inseri-lo no cardápio da casa”, diz o sócio Lucas Meirelles, referindo-se ao coquetel que ainda leva uísque e licor Baileys Irish Cream. Como o nome sugere, a sugestão de ritual é tomá-lo de uma vez, como uma “bomba”. Coqueteis como esses são provas para entusiastas das cervejas que tentam driblar o preconceito de quem acha que a bebida não deve ser misturada a outros destilados. “Tem gente que acha que cerveja é cerveja e destilado é destilado. Mas a minha ideia é mostrar essas possi-

bilidades e, com as novas criações, a aceitação dos clientes tem sido bem legal”, diz Lucas. Para o sommelier de cerveja Tiago Fonseca, as misturas podem ser uma maneira de apreciar a bebida de forma autêntica, inclusive em opções que utilizam na receita seus rótulos ou estilos favoritos. “Muitos consideram um pecado o uso de cerveja em um drink; uns por acharem um desperdício da cerveja, outros por considerarem uma mistura impossível de ser agradável”, pontua. “Existem rótulos que devem ficar longe dos mixologistas, mas isso acontece com todas as bebidas, assim como há uísques que, por serem de qualidade superior, não são usados em coquetéis”, pondera ele. Por outro lado, o mixologista Tiago Santos, acredita que é preciso ter conhecimento dos rótulos das cervejas que serão misturadas e procurar o equilíbrio nos sabores. “Cada estilo de cerveja tem a sua característica. A partir do momento em que se respeita as especificidades, dá para criar inúmeras opções”, acredita ele, que adora trabalhar com o produto. “A receita fica extremamente refrescante, dependendo da combinação que é feita”, explica.

HARMONIZAÇÕES Tiago Santos criou versões de coqueteis com diferentes estilos de cerveja para a cervejaria mineira Sátira, harmonizando a principal característica do estilo com ingredientes. “Por exemplo, a cerveja lager é mais amarga, e, por isso, não posso pesar a mão no limão, se não potencializa o amargor”, explica. “Mas, se eu tiver que fazer um coquetel no qual vou abusar do doce, a pilsen é mais leve e ideal, uma vez que não tem um sabor tão característico”, explica, referindo-se ao drink Deboche, feito com folhas de hortelã, suco de laranja e gengibre. Já com a cerveja Sátira Brow Ale, misturou licor de amêndoas e sucos de maçã e limão. “Esse estilo é mais amargo, lembra até o café, e harmoniza bem com ingredientes como destilados envelhecidos, amêndoas e chocolate”, explica. Para o sommelier de cervejas, o equilíbrio, aliás, é essencial em qualquer drink, com ou sem cerveja. “Um bom coquetel com cerveja deve apresentar as características da bebida que foi usada, sem que sejam completamente eclipsadas, e em boa harmonia com os demais ingredientes”, defende ele. MOISES SILVA

Para ‘amenizar’ o verão, a cervejaria Sátira dispõe de drinks com vários estilos de cerveja da casa: na foto, Sátira, Desafio e Deboche


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DE BANDEJA II RECEITAS

ARQUIVO PESSOAL MOISÉS SILVA

Beer Mojito Drink da casa noturna Jolie! Ingredientes - 1/2 limão cortado em rodelas - Um ramo de hortelã - 50 mL de rum branco - 2 colheres (bailarinas) de açúcar - 100 mL de cerveja pilsen Modo de preparo Misture todos os ingredientes e sirva gelado.

Quem cozinha é o freguês

MARCOS VINÍCIUS/DIVULGAÇÃO

Drink combina cerveja, licor de amêndoa e suco de maçã

Desafio Receita de Tiago Santos, mixologista da Cervejaria Sátira

Coquetel ganha mais refrescância com a dose de pilsen

Ingredientes - Cerveja Sátira Brown Ale - 5 mL de licor de amêndoa - 50 mL de suco de maçã - 10 mL de suco de limão

Modo de preparo Coloque o limão no copo e macere bem de leve, somente o suficiente para liberar o suco. Adicione gelo e coloque o licor de amêndoa, o suco de maçã e complete com a Sátira Brown Ale. Mexa bem devagar, para não perder o frescor da cerveja e o gás.

Já pensou na possibilidade de escolher os ingredientes que vão estar no prato e ainda participar na elaboração da própria receita, em um fogão acoplado à mesa do restaurante? Essa é a proposta do projeto “Cozinhe no Tchê”, do Tchê Parrilla (Serra) em parceria com André Barreto, autor do blog Cozinhe pra Ela. “As pessoas poderão se aventurar, preparando receitas simples e gostosas, ao vivo, dando o seu tempero especial”, salienta André, que, às quintas-feiras, participa presencialmente da iniciativa, ajudando de mesa em mesa. O menu contempla duas pessoas (R$ 129) e está disponível de terça a sexta.

Parceria de sabor e sucesso

Folia também de sabores MICHELLE MATOS/DIVULGAÇÃO

KELLEN PAVÃO/DIVULGAÇÃO

A próxima edição de verão da Feirinha Aproxima se une ao projeto Igarapé Bem Temperado e conta com a presença de produtores, de cozinheiros e das famosas mestras da culinária da região. Entre as atrações, estão os biscoitos de polvilho da mestra Lucília, assados na hora, em um forno a lenha. O evento ocorre dia 3 de fevereiro, de 10h às 17h, na Casa Fiat de Cultura.

Festival cervejeiro Pizzaria Parada do Cardoso também participa da iniciativa

Os tempos em que o Carnaval em BH era sinônimo de ruas vazias e “paradeza” ficaram para trás. É fato. Por isso, donos de bares e restaurantes também mudaram seus hábitos: agora, não fecham mais nos dias de folia. Pelo contrário, estão cada vez mais preocupados em se integrar à festa. Neste ano, um passo a mais foidado nesse sentido: diz respeito ao Carnaval Gastrô, iniciativa que reúne 38 estabelecimentos e cujoobjetivo évalorizar e promover a culinária mineira – apontada como um dos grandes atrativos turísticos da capital, independentemente da época do ano. A ideia, portanto, é aproveitar a grande movimentação de turistas para mostrar a eles um

mento, que as coisas ocorram como têm que ser. Tem tudo para dar certo, e creio que teremos um Carnaval legal na nossa região”, diz Daniel Carvalho, um dos sócios da pizzaria. Localizado no Prado, o Agosto Butiquim adota uma estratégia diferente. Por já ter feito con-

pouco da gastronomia regional, por meio de pratos e petiscos vendidos a preços promocionais. A iniciativa começou no último dia 21 e segue até 18 de fevereiro, com opções entre R$ 10 e R$ 59. O alvo dos bares e restaurantes participantes do projeto é o grande público atraído pelos blocos de rua, especialmente para os estabelecimentos que ficam em bairros tradicionalmente ligados à folia, como o Santa Tereza. A pizzaria Parada do Cardoso, por exemplo, homenageou a escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense e vai servir a Pizza Imperial. “A expectativa é alta para um Carnaval bacana e organizado – desde que haja policia-

SAIBA MAIS Detalhes O Carnaval Gastrô vai até 18 de fevereiro, com pratos e petiscos a valores entre R$ 10 e R$ 59 Info Veja os 38 participantes no site www.carnavaldebelohorizonte.com.br

cursos de fantasias, mas estar longe da maioria dos blocos, vai promover algumas apresentações musicais nos dias da folia. À frente da Borracharia Gastrobar, o chef Jaime Solares vai apresentar, como petisco, o Bloco do Parmê, um sanduíches de filé parmegiana. “É feito com o nosso tradicional filé parmegiano com molho artesanal, preparado na casa, e queijo gratinado no maçarico. É para todo mundo comer bem e se divertir”, diz. O Carnaval Gastrô é uma iniciativa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-MG) em parceria com a prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur. (Aline Gonçalves)

DANIEL MANSUR/DIVULGAÇÃO

Borracharia Gastrobar criou sanduíche para o Carnaval Gastrô

No próximo sábado (3), a partir do meiodia, acontece mais uma edição do Festival Junglebier no Bar do Marcinho, em Macacos. Entre as cervejarias artesanais participantes, estão confirmadas a Backer, Verace, Krug Bier, Koala San Brew, Loba, Falke e Läut Beer, com estilos de cervejas para todos os gostos, além de pratos típicos da culinária mineira. Os ingressos custam a partir de R$ 20 (inteira), no sympla.com.br.


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almanaque ROUGE, O RETORNO >De volta à ativa, girl band criada em 2002 faz única apresentação na capital

Em grande estilo te retorno, o grupo está “aberto a tudo”. “Estamos cercadas por grandes profissionais e ajudando nas composições. Mas a ideia é trabalhar uma música de cada vez”, diz a mãe da pequena Antonella, nascida em junho passado. “Bailando” teve clipe gravado no último dia 14, com participação da atriz Fernanda Souza. O lançamento deve acontecer nos próximos dias. O single, por sua vez, foi registrado em novembro – no YouTube, foi disponibilizado um registro dos bastidores. O Rouge surgiu no programa “PopStars”, do SBT. O nome (ver-

melho, em francês) foi escolhido justamente por ter cinco letras (número de integrantes) e pelo fato de a cor ser associada à sensualidade. Além de “Ragatanga”, o primeiro CD emplacou “Não Dá Pra Resistir” e “Beijo Molhado”. O seguinte, “C’est La Vie” (2003), levou as faixas “Brilha La Luna” e “Um Anjo Veio Me Falar” às paradas. No ano seguinte, Lu Andrade deixou o grupo, por supostas desavenças – em especial, com Fantine. Indagada se procede a notícia de que, antes da volta, houve uma “lavação de roupa suja”, ela prefere não se estender. “Esta-

mos focadas no agora, nesse novo momento, nem lembramos mais disso (risos)... Estamos é mais unidas do que nunca!”, assegura ela. Karin (que está no elenco da novela “Carinha de Anjo”, do SBT) complementa: “Nos vemos praticamente todos os dias, somos amigas reais, seguimos uma relação normal de amizade. Mas sim, cada uma tem sua família, sua particularidade”, comenta. SEGUNDA TENTATIVA Vale lembrar que o Rouge ensaiou um retorno em 2012, mas sem Luciana. Desta vez, quem fez

GUSTAVO ARRAIS/DIVULGAÇÃO

Corria o ano de 2002, e as pistas de todo o Brasil ferviam aos primeiros acordes do hit “Ragatanga”. Como anos antes, com “Macarena”, os mais entusiasmados tratavam de provar que, além de saberem o refrão enigmático (ou não), tinham aprendido a coreografia. “Ragatanga”, muitos se lembram, era a versão patropi de “Asereje”, música da girl band espanhola Las Ketchup. Já as vozes incumbidas de trazer para o lado de cá do Atlântico o sucesso pertenciam a Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils, Li Martins e Lu Andrade, componentes do grupo Rouge, que, nascido naquele ano, cumpriu trajetória até 2006, tendo, neste curso, vendido nada menos que seis milhões de discos. Vários foram os fatores que contribuíram para o ponto final do percurso, mas um dos principais teria sido a não renovação de contrato pela Sony Music. Pouco antes, Lu já havia abandonado o barco. O c’est fini deixou uma série de fãs inconformados. Foi, pois, com espocar de champanhe que muitos receberam, ano passado, a notícia do retorno das moças – e sim, com Lu inclusa. Agora, é a vez de o público belo-horizontino se esbaldar – e não só ao som dos “antigos” sucessos. Rouge, o retorno, inclui músicas recém-saídas do forno. O show será próxima sexta (2), no KM de Vantagens Hall. E quem começa a falar das novidades é Li Martins. “Por enquanto, teremos ‘Bailando’, que segue a linha pop. Fala de dança, ritmo, emoção, entrega”. Mas Patricia Lissa Kashiwaba Martins, ou simplesmente Li, acrescenta que, nesPatrícia Cassese

a ponte foi Tiago Abravanel, que telefonou para Lu, sondando-a para um encontro com as colegas. A Sony, mais uma vez, acenou com o contrato. E aí entrou em cena o case Chá de Alice, evento musical carioca que idealizou o “Chá Rouge”, para o qual os ingressos se esgotaram tanto na edição do Rio quanto na de São Paulo. Casada com o ator Igor Rickli e mãe de Antônio (ou “Caramelo”, como o menino de três anos é chamado), Aline Wirley conta que os primeiros shows – em outubro – “vieram como uma forma de comemoração, de celebração para nossos fãs”. “E veio a ideia de seguir. Pensamos: por que não? E aqui estamos, radiantes e entregues!”, pontua ela, que ano passado raspou a cabeça, enquanto gravava seu primeiro CD solo, “Indômita”. A decisão se deu por uma questão de empoderamento. “Eu nunca tinha tocado a minha cabeça”, declarou, à revista “Marie Claire”. Voltando ao show de BH, Aline frisa: “Será diferente da proposta ‘Chá’, até por não ter mais essa temática. Teremos telões, tecnologia, jogo de luzes e muitas cores. Os bailarinos, que vão nos acompanhar em toda a turnê, são muito lindos e vêm com algumas mudanças na coreografia, feitas por Rômulo Morada. Aliás, ele é maravilhooooso, arrasa muito! E quanto aos figurinos, posso dizer que um deles vem com os cuidados do nosso stylist, Gabriel Fernandes”.

A todo vapor

Da esquerda para a direita, Aline, Fantine, Li, Lu e Karin, as meninas do Rouge

sex. 2.fev.

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Rouge

KM de Vantagens Hall BH (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Sion). Dia 2 (sexta), às 22h. Ingressos a partir de R$ 100 (segundo lote, arquibancada/pista comum, inteira)

RODOLFO MAGALHÃES/DIVULGAÇÃO

Musical e bloco momesco

Fernanda Souza (quarta, da esq. para a dir.) integra o clipe

Show e turnê não são as únicas novidades no universo Rouge. No dia 1º de dezembro de 2017, a discografia do grupo foi disponibilizada para venda e streaming nas plataformas digitais. Com isso, os quatro álbuns – além dos citados na matéria ao alto, as meninas lançaram “Blá Blá Blá” (2004) e “Mil e Uma Noites” (2005) – alcançaram o Top 10 do iTunes brasileiro. Não bastasse, sete músicas, o Top 100 de

singles. Sete também foi o número de músicas a entrar no Top 200 do Spotify Brasil. Mas tem mais. A trajetória do Rouge deve virar musical. Já o bloco carnavalesco já está em plena atividade. “Foi demais”, diz Fantine: o ensaio (único) aconteceu dia 3, no Memorial da América Latina, em Sampa. “Uma energia que nunca havíamos sentido. É diferente, eletrizante, amamos!”. O bloco sai no

dia seguinte ao show em BH, na avenida Faria Lima, também na capital paulista. “Já o musical veio como uma linda surpresa, mas ainda está sendo trabalhado. Não temos muito o que falar. Mas estamos nos dedicando ao Rouge em tempo integral, profissionalmente falando, e está sendo ótimo. Os ensaios são puxados, há uma maratona de shows e viagens vindo, mas nós só agradecemos”, festeja ela.


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MÚSICA Mais marchinhas, por favor Vai ter homenagem sim. Falecido há poucos dias, o compositor Flávio Henrique receberá as merecidas reverências na sétima edição do Concurso de Marchinhas Mestre Jonas. Após a apresentação das 15 finalistas na última sexta-feira (26), no Parque Municipal, a final está marcada para o próximo domingo (4), no Distrital do Cruzeiro. Na verdade, o certame já traz, em seu nome, uma homenagem, no caso, ao compositor mineiro Mestre Jonas, falecido precocemente (aos 35 anos, vítima de um AVC) em 2011. E sim, as loas que agora abarcam também Flávio Henrique têm toda pertinência: foi ele o autor de uma das mais populares marchinhas da história do concurso, “Na Coxinha da Madrasta” (2012). Para a edição 2018, foram inscritas 93 marchinhas, tendo sido 73, as validadas. Mais uma vez, o viés político se fez presente. “Sim, continua sendo majoritário”, confirma Maurílio Lima, o Kuru, da Cria! CulPatrícia Cassese

tura, que promove o evento. “Nas letras, são abordados temas como a situação do judiciário, a indignação contra a corrupção... E também a parcela da população que se envolveu nessa mudança de governo e, de certa forma, se decepcionou. Ano passado já houve uma marchinha com esse viés – aliás, a vencedora. ‘Baile do Cidadão de Bem’ trazia esse questionamento, que retorna agora. E tem a questão do metrô de BH, que não sai... Mas as letras que se referem a questões locais estão, digamos assim, mais ‘amenas’ em relação às que abordam o cenário nacional. Em edições passadas, era o contrário”, diz. Professor da Melody Maker Escola de Música, Yuri Maia acrescenta: “Como estamos vivendo um momento no qual escândalos e notícias sobre política surgem a todo instante, fica evidente que os autores desse estilo se esforçam em produzir letras de acordo com essas realidades, até porque, isso faz com que a obra se popularize mais rápido”, comenta. Na mesma linha, Kuru credita o sucesso das marchinhas ao fato de as letras captarem o inconsciente coleti-

dom. 4. fev.

RAFAEL RAM | OLHARR/DIVULGAÇÃO

Irreverência

Concurso atrai um público ávido por conferir a produção da cidade

vo. “Coisas sobre as quais está todo mundo querendo falar. Na verdade, são crônicas da realidade, do cotidiano, feitas de forma divertida e irônica. A gente percebe que as marchinhas que falam das coisas mais cotidianas costumam ser as mais votadas. No caso do metrô, por exemplo, com a dificuldade de ir para o trabalho e voltar para casa”. O produtor salienta que, para vingar, além da letra, um refrão que “cole” se faz necessário. “Aquele que da cabeça não sai mais”.

DOCUMENTO DE ÉPOCA Kuru também enfatiza que a lavra gerada pelo concurso acaba sendo um documento de época (por refletir as temáticas que estão na boca do povo no ano em que a música foi composta), bem como ajuda a promover compositores e músicos em outros Estados. “Não é o caso do Flávio Henrique, que já tinha uma produção anterior conhecida, embora seja fato que ‘Na Coxinha da Madrasta’ catapultou o concurso Mestre Jonas para o resto do

país”, diz Kuru, que comemora o fato de muitas músicas que despontam no Mestre Jonas serem incorporadas ao repertório de DJs da cidade, e replicadas em festas e outros eventos no resto do ano. O embrião do concurso de Marchinhas Mestre Jonas pode ser localizado em uma iniciativa do apresentador Tutti Maravilha, em seu programa “Bazar Maravilha”, da rádio Inconfidência. Ao mesmo tempo, um grupo – do qual faziam parte nomes como o de Kuru, da compositora Brisa Marques e de Luiz

Instrumental, com tudo “A ideia é poder misturar qualquer coisa – mas não de qualquer jeito”, afirma P.C. Guimarães, guitarrista da banda Semreceita. Ao lado de grupos como Dibigode, Iconili, Toca de Tatu e Câmara, entre outros não menos importantes, a banda reúne músicos mineiros comprometidos com o experimentalismo, com as diversas expressões da cultura popular e com as diligências de uma acurada produção musical. Na próxima segunda (29), o grupo sobe ao palco do CCBB para apresentar o repertório de seu primeiro álbum, homônimo. O show vai contemplar todas as faixas, além de uma novidade. Vencedor do prêmio BDMG Instrumental 2017 na categoria Melhor Arranjo, o Semreceita vai mostrar a música que levou ao certame. A formação do grupo, vale dizer, segue o padrão quase tradicional das bandas instrumentais no Bra-

sil, com guitarra, saxofone, bateria, baixo e o peculiar vibrafone. Cada integrante tem sua escola. “A formação e a experiência de cada um trazem a riqueza, porque é possível valorizar as diferenças e experimentar formatos. A Natália Mitre (vibrafone) e o Harrisson Santos (saxofone) têm formação na música erudita, já eu tenho uma tradição no jazz e o Rodrigo Magalhães (baixo) e o Fernando Feijão Monteiro (bateria) estão mais ligados ao Carnaval. São trocas naturais, que mostram o respeito de um pelo outro”, conta Guimarães. A sintonia da banda também é atravessada por afetos. Dentre as oito composições originais do álbum, três trazem dedicatórias especiais. “Escrevi pensando na Natália, que toca vibrafone, é percussionista e minha namorada”, comenta o guitarrista sobre “Lançar Âncora – Para Natália Mitre”, faixa que mostra a variedade de recursos e possibilidades do grupo para comunicar to-

seg. 19.jan.

TIAGO NUNES/DIVULGAÇÃO

O nome do grupo, Semreceita, é inspirado no livro homônimo de José Miguel Wisnik, onde o autor discorre sobre as relações da literatura brasileira com a música

Mário Jacaré Ladeira, da Banda Mole – já detectava o revigoramento do Carnaval de rua da cidade. “Foi, pois, meio que uma ideia coletiva. A gente sentia a necessidade de ver, no Carnaval daqui, uma trilha sonora própria, para além dos sambas do passado e das músicas de axé, espelhando a produção musical de BH, que sempre foi muito rica”, explica Kuru. Yuri Maia arremata: “As marchinhas possuem, entre suas características marcantes, a sátira, a crítica e a ironia, o que as tornam engraçadas e, por isso, contagiam. Como o Carnaval é um momento de se divertir e essa festa tem se tornado cada vez mais presente em BH, cativando cada vez mais pessoas, veio não só a necessidade de lembrar as eternas marchinhas, mas de produzir novas, que contextualizem o momento atual da cidade, do país ou do mundo”.

Concurso de >Marchinhas Mestre Jonas

Distrital do Cruzeiro (rua Opala, s/nº, Cruzeiro). Dia 4 (domingo), às 18h30. A partir de R$ 15.

sábado (27) AMADO BATISTA E DIMAS E SEUS TECLADOS Show com sucessos do cantor. Bailão Venda Nova (Av. Elías Antônio Issa, 115 - Venda Nova). Às 22h. A partir de R$ 40 (pista)

MCS DA FAVELINHA Lançamento de CD. Teatro Francisco Nunes - Parque Municipal (av. Afonso Pena, s/nº, centro). Às 21h. R$ 2 (inteira)

PLANETA BRASIL Festival de música reúne atrações nacionais e internacionais. Esplanada do Mineirão (portão Sul. A partir das 12h. Ingressos a partir de R$ 260 (pista, inteira)

BETO LOPES E BÁRBARA BARCELLOS MPB Bar Clube da Esquina (Rua Paraisópolis, 738 – 2512-5050). 21h30. Entrada: R$ 25.

domingo (28) ARCOMUSICAL BRASIL

dos os instrumentos. As outras homenagens são “Carnaval – para Thais Abrahão”, de Rodrigo Heringer, e “Alto, lá – para Fernando Feijão”. Lançado em 2017, o álbum “Semreceita” experimenta não só a mistura de gêneros musicais, como propõe uma nova linguagem instrumental, por meio do emprego de estilos regionais incorporados, que pas-

sam pelo baião, maracatu, carimbó, guitarrada, frevo, rock, jazz e choro. “Queremos colocar a música instrumental em uma perspectiva diferente, não só para quem entende. Somos abertos às possibilidades, sem preconceitos”, declara Guimarães. A única faixa do disco que não é autoral é uma releitura de “Meia Lua Inteira”, de Carlinhos Brown, que traz a participação de

Antonio Loureiro, parceiro e produtor do registro. Inclusive, foi após a colaboração nos arranjos que o grupo se juntou ao paulista radicado em Minas para a gravação de “Semreceita”. (João H. Motta, sob supervisão de Aline Gonçalves)

> Semreceita

Show do álbum homônimo, no VAC (Verão Arte Contemporânea). CCBB (praça da Liberdade, 450, Funcionários).Dia 29, às 19h. R$ 20 (inteira)

Grupo de berimbaus apresenta o espetáculo “MeiaMeia”. CCBB (praça da Liberdade, 450, Funcionários). às 19h. R$ 20 (inteira)

MONOBLOCO Ensaio aberto gratuito. Parque Municipal (av. Afonso Pena, centro). Às 18h30. Gratuito

segunda (29) SEMRECEITA Lançamento do álbum “Semreceita” dentro da programaçaõ do VAC CCBB (praça da Liberdade, 450, Funcionários). Dia, às 19h. R$ 20 (inteira)


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almanaque

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2018

ARTES CÊNICAS De onde parte o violento? Lara Com sua voz Alves grave e rou(*) ca, a cantora Elza Soares manifesta: “A carne mais barata do mercado é a carne negra”. Nos versos de “A Carne”, a intérprete denuncia as inúmeras agressões sofridas pela população negra através dos séculos. É exatamente contra essas violências – a hipersexualização, o genocídio e o encarceramento em massa – que o espetáculo “Violento.” brada. O primeiro solo de Preto Amparo – conhecido por seu trabalho como iluminador – volta em cartaz, a partir da próxima quinta (1ª), na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança. Nascida de uma performance que ficou pouco tempo em cartaz e, segundo o artista, não agradou à diretoria da Escola de Belas Artes da UFMG, “Violento.” é

uma peça de uma fala só. Durante 50 minutos, o ator usa seu físico para dialogar com elementos cênicos que se aliam, historicamente, ao corpo negro. “Depois da primeira apresentação, a escola fechou as portas para que as pessoas não vissem um corpo nu e negro ali. Sendo que vários corpos nus já tinham estado ali, mas todos brancos. A partir disso, quis trazer para o espetáculo signos que se aliam muito facilmente a meu corpo negro, como o carro de polícia (trazido ao espetáculo em forma de brinquedo), a pipoca, a fumaça e até uma lata de cerveja”, explica Preto. Aliás, a montagem de um roteiro que contempla apenas uma frase é norteada por uma discussão importante: a falta de voz da população negra na sociedade. Ao lado do diretor Alexandre de Sena, Preto Amparo desenvolveu, a partir da performance, uma cena curta de 15 minutos. Da cena cur-

ta nasceu o espetáculo longo, criado a partir de ensaios abertos e rodas de conversa. “Tentamos trazer uma nova forma de fazer um espetáculo, não é uma montagem que se fecha em uma sala: queremos discutir com a sociedade, é um processo todo aberto de troca, sempre em diálogo com as pessoas, com as mulheres negras e com os homens pretos”, diz. PONTO FINAL Se o nome da peça parece curioso à primeira vista – a palavra “violento” seguida de um ponto final –, para Preto Amparo, a razão da escolha é simples: “Eu queria deixar bem evidente que, quando falamos ‘Violento.’, não estamos questionando, mas fazendo uma afirmação. O corpo negro já é lido pela sociedade como violento”, justifica o mineiro. Inclusive, na sinopse do espetáculo são deixados os significados da palavra “vio-

lento” segundo o dicionário, para ressaltar quais são as definições entendidas pela sociedade para um corpo violento. “Trouxemos para a cena o que entendemos da violência sobre os corpos negros. O espetáculo cria jogos para que a plateia possa sentir isso, é um espetáculo para que as pessoas pensem”, explica o diretor Alexandre de Sena. Depois de ser apresentado em mostras de teatro negro no Rio de Janeiro e em São Paulo, o espetáculo segue sua trajetória e os criadores pretendem mantê-lo em cartaz na capital mineira, bem como voltar aos palcos com a cena curta, em um processo contínuo de diálogo e transformação. * Sob supervisão de Aline Gonçalves

> Violento.

Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). De 1º a 4. Qui., sex. e sáb., às 20h; dom., às 19h. R$ 15 (postos Sinparc).

Qui. a dom. 1° a 4.fev.

PABLO BERNARDO/DIVULGAÇÃO

“Violento.” é o primeiro solo do ator Preto Amparo


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ARTES CÊNICAS LUIZA PALHARES/DIVULGAÇÃO

teatro adulto GISBERTA Dir. Renato Carrera Com Luis Lobianco A obra mistura política, história e poesia para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, em Portugal. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Sex. a seg., às 20h. R$ 20 (inteira). Até 5/2.

teatro infantil OS SALTIMBANCOS Dir. Diego Benicá Com Anderson da Mata, Daniela Cassimiro, Efigênia Marya Quatro animais formam um conjunto musical depois de se encontrarem numa estrada fugindo de seus patrões. Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova, 3118-9902). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 16h. R$ 40 (inteira).

campanha de popularização do teatro e da dança teatro adulto 1 MILHÃO DE ANOS EM 1 HORA Dir. Cláudio Torres Gonzaga Com Bruno Motta O espetáculo atravessa a história do mundo em uma hora. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Sex. (2), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc).

10 MANEIRAS INCRÍVEIS DE DESTRUIR O SEU CASAMENTO Dir. Sérgio Abritta Com Marcelo Prosdocimi, Edgar Quintanilha e Luiza Santos Quatro atores interpretam 31 personagens e mostram 10 maneiras de acabar com uma relação amorosa. Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1.600, Lourdes, 3014-5382). Sex. e sáb., às 20h; dom., às 18h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 4/2.

60 PRA RIR - DOIS É DEMAIS Dir. Christiano Junqueira e Leandro Nassif Com Christiano Junqueira e Leandro Nassif Esquetes e improvisações elaboradas por dois humoristas. - Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Neste sáb. (27), às 20h; dom. (28), às 19h30. R$ 17 (postos Sinparc). - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova, 3118-9902). Qui. (1°) e sex. (2), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc).

A ARTE DO HUMOR DE SAULO LARANJEIRA Dir. Saulo Laranjeira Com Saulo Laranjeira Uma comédia com todos os personagens de Saulo Laranjeira, um dos maiores humoristas da televisão brasileira. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste sáb. (27), às 21h. R$ 19 (postos Sinparc).

ABSURDO! Dir. Thiago Comédia Com Thiago Comédia, Thiago Neuhaus O ator interpreta oito personagens que contam suas histórias, inspiradas no nosso dia-a-dia. Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova, 3118-9902). Sex. (26) e sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).

A COMÉDIA DAS REDES SOCIAIS Dir. Marco Amaral Com Glauber Cunha, Nilo Faustino e Nikolas Ramos Aborda as diversas situações do cotidiano em torno das redes sociais por meio de esquetes.

Com Camilo Lélis e Kelly Crifer Um dia comum marcado pelo desaparecimento de um casal de classe média. A investigação deflagra situações limites. A realidade dá sinais de esgotamento enquanto vozes são ouvidas em sinal de manifesto. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Neste sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).

- Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1.600, Lourdes, 3014-5382). Qui. (25), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). - ItaúPower Shopping (av. General David Sarnoff, 5.160, Cidade Industrial, Contagem). Sex. (2) e sáb. (3), às 21h; dom. (4), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).

A MORTE BATE À SUA PORTA Dir. Wesley Marchiori Com Nilo Faustino, Bruno Righi, Glória Petinelli Em uma noite tranquila, um homem recebe uma visita inusitada da morte e tenta negociar com ela sua permanência na Terra, criando uma grande confusão. Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8.902, Santo Agostinho, 3337-6055). Neste sáb. (27), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc).

LISBELA E O PRISIONEIRO Dir. Ricardo Batista Com Fernanda Botelho, Fabiano Persi, Luciano Luppi Sertão nordestino, 1940. A sonhadora Lisbela, filha do Tenente Guedes, está de casamento marcado, mas apaixonase por Leléu, um incorrigível conquistador, artista de circo, preso pelo mal das paixões. Teatro Raul Belém Machado (r. Leonil Prata, s/n°, Alípio de Melo, 3277-6437). Neste sáb. (27), às 20h; dom. (28), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).

A VOVÓ EM: VAMOS FALAR DE SEXO! Dir. Amauri Reis Com Renato Millani De maneira divertida a vovó de setenta anos, viúva do vovô, vai contando sua maravilhosa experiência sexual e tirando dúvidas da plateia sobre sexo. Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000). Sex. e sáb., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 3/2.

ACREDITE, UM ESPÍRITO BAIXOU EM MIM Dir. Sandra Pêra Com Ilvio Amaral, Maurício Canguçu, Carolina Cândido Um homossexual assumido, inconformado com a própria morte, foge do céu para viver novas experiências e acaba criando uma grande confusão após incorporar num machista radical. - Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Neste sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova, 3118-9902). Seg. (29), às 20h. R$ 17 (postos Sinparc). - Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Qui. (1°), sex. (2) e sáb. (3), às 21h; dom. (4), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).

ALTOS E BAIXOS Dir. Ílvio Amaral e Maurício Canguçu Com Bruno Albertini e Marino Canguçú Dois amigos se encontram para falar das vantagens e desvantagens de ser alto demais ou baixo demais. - Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Neste sáb. (27), às 19h; dom. (28), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). - Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Sex. e sáb., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 24/2.

AS BARBEIRAS Dir. Freddy Mozart Com Penélope Fonanta, Renato Millani, Rafael Neves Afundadas em dívidas, três amigas decidem abandonar o comando de um luxuoso salão de beleza e passam a administrar uma barbearia. - Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000). Neste sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).

ATÉ QUE A SOGRA NOS SEPARE Dir. Diney Vieira Com Josh Oliveira, Cauan Miller, Camila Camanzi Casados desde o primeiro ano da faculdade, o biólogo Beto e a atriz Bia enfrentam a primeira grande crise no casamento e precisam superar a visita da mãe dele. Teatro da Maçonaria (av. Brasil, 478, Santa Efigênia, 3213-4959). Qui. a sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.

ATÉ QUE O FACE OU ZAP ZAP NOS SEPARE! NOS UNA OU NOS MATE! Dir. Emília Marcílio Com Bruno Félix e Dannyelle Gama Um casal tem a vida virada de cabeça para baixo depois de deixar cair no facebook e no WhatsApp acontecimentos comprometedores e bizarros do passado. - Teatro Izabela Hendrix (r. da Bahia, 2.020, Lourdes, 3292-4405). Sex. e sáb., às 19h; dom., às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2. - Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Seg. (29), ter. (30) e qua. (31), às 20h. R$ 17 (postos Sinparc).

MAÇARICO

Com interpretação de Patrícia Siqueira, “Maçarico” integra a programação da Campanha BOA NOITE CINDERELA Dir. Inês Peixoto Com Amauri Reis Bancário cinquentão e bailarino clássico amador, homem acorda três dias após conhecer um rapazote na boate em casa, sozinho, sem móveis, sem dinheiro, com medo e sem coragem de acionar um socorro, por vergonha. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Neste sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 20h. R$ 17 (postos Sinparc).

CEGOS, MANCOS E LOUCOS Dir. Geraldo Magela e Kaquinho Big Dog Com Geraldo Magela e Kaquinho Big Dog Os comediantes reeditam o espetáculo que estreou há 21 anos, com histórias da vida real e paródias. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Ter. (30), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc).

CEGUINHO É A MÃE Dir. Geraldo Magela Com Geraldo Magela Magela conta as histórias vividas pelos cegos em seu dia a dia. Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000). Sex. (2) e sáb. (3), às 21h; dom. (4), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).

CERTOS RAPAZES – O NOSSO AMOR A GENTE INVENTA Dir. Maurício Canguçu Com Rafael de Oliveira e Hugo Caramello Dois rapazes se conhecem numa rede social e ali nasce uma grande história de amor. - Teatro da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21, Lourdes, 3269-1166). Neste sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). - Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Qui. (1°), sex. (2) e sáb. (3), às 21h; dom. (4), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).

COMO FAZER UMA MULHER FELIZ COM APENAS CINCO REAIS Dir. Ricardo Batista Com Ricardo Batista, Emília Marcílio e Carla Duque Em um leilão, tipos de homem ideal são apresentados enquanto máximas sobre homens e mulheres são colocadas à prova. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Ter. (30), qua. (31) e qui. (1°), às 20h30. R$ 17 (postos Sinparc).

COMO SOBREVIVER EM FESTAS E RECEPÇÕES COM BUFFET ESCASSO Dir. Carlos Nunes Com Carlos Nunes, Douglas Gonzales e Marcos Khass Narrando fatos típicos em ambientes de festas, o ator ensina alguns truques para que a plateia não passe por situações desagradáveis em recepções com pouca comida. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Neste sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).

DDD: DELEITE, DEPOIS, DELETE Dir. Jair Raso Com Matilde Biadi, Heloisa Duarte e Juçara Costa Uma história sobre três irmãs na terceira idade que vivem às voltas com a nova era da internet. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Neste sáb. (27), às 20h; dom. (28), às 19h.

DE BÊBADO E DE LOUCO TODO MUNDO TEM UM POUCO! Dir. José Márcio Corrêa Com José Márcio Corrêa, Alberto Carvalho, José Geraldo Leite O espetáculo retrata com graça situações do cotidiano, que nas mãos destes atores se transformam em verdadeiras obras do riso, gargalhadas e brincadeiras com o público. Teatro do NET (r. dos Timbiras, 1.605, Lourdes, 3222-1010). Neste sáb. (27), às 18h. R$ 15 (postos Sinparc).

DESCULPA, NÃO ESTAMOS NA TV Dir. Orlando Orube Com Bruno Berg, Thiago Carmona, Bruno Costoli e João Basílio Os atores criam uma programação televisiva trazendo humor para quadros tradicionais da telinha, como jornais, documentários e talk shows a partir de improvisações. Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Qui. (1°), às 20h. R$ 17 (postos Sinparc).

DOIS CASAIS EM MAUS LENÇÓIS Dir. Roberto Freitas Com Amanda Papatella, Bruno Righi, Kainan Ferraz Jair planeja uma viagem com o objetivo de trair sua esposa, porém não imagina que ela também está louca para que ele saia de casa. - Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8.902, Santo Agostinho, 3337-6055). Neste sáb. (27), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). - Teatro da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21, Lourdes, 3269-1166). Nesta sex. (2) e sáb. (3), às 21h; dom. (4), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).

ESSA HERANÇA É MINHA Dir. Fred Mayrink Com Ílvio Amaral e Maurício Canguçu Assim que uma baronesa morre, Mary e Elizabeth enfrentam muita confusão para garantir a fortuna deixada. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Ter. (30) e qua. (31), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc).

FRAU AMÁLIA FREUD Dir. Pádua Teixeira Com Beth Grandi À beira da morte, Amália repassa sua vida e a relação com seu filho, Sigmund Freud. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno,

6.061, São Pedro, 4003-4172). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 20h30. R$ 13 (postos Sinparc).

GENTE, A LILI SUMIU! Dir. Christiano Junqueira Com Eraldo Fontiny Dona do bordão "a minha mãe deixa", Lili desaparece misteriosamente. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Neste sáb. (27), às 18h30. R$ 15 (postos Sinparc).

GOSTÔSA - UMA EXPERIÊNCIA NO ERÓTICO FEMININO Dir. Marcelo do Vale Com Maria Cecília Mansur Inspirado no conto “Monólogo”, de Simone de Beauvoir, o espetáculo reflete a história da mulher que perde seus papéis, de esposa, mãe e filha, e decide se reencontrar. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Neste sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).

GUARA-PA-RIR Dir. Maurício Canguçi e Ílvio Amaral Com Kayete e Guilherme Oliveira O casal Agnaldo e Cleusa sai de férias em busca de descanso e diversão nas areias de Guarapari. - Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes, 3516-1360). Neste sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). - Espaço Alternativo Itaú Power Shopping (av. General David Sarnoff, 5.160, Cidade Industrial, Contagem, 3329-3005). Seg. (29), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova, 3118-9902). Ter. (30), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). - Teatro Izabela Hendrix (r. da Bahia, 2.020, Lourdes, 3292-4405). Sex. (2) e sáb. (3), às 21h; dom. (4), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).

GUIA PRÁTICO DE COMO EDUCAR SUA MÃE Dir. Ílvio Amaral e Maurício Canguçu Com Freddy Mozart e Gui Amâncio A relação mãe e filho dentro do mundo digital, tendo a internet e as redes sociais como pano de fundo. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Neste sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).

INTIMIDADE INDECENTE Dir. Pedro Paulo Cava Com Andreia Garavello e Geraldo Peninha Um casal longevo às voltas com o passado precisa se adaptar às redes sociais. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1.341, centro, 3273-1050). Sex. e sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 19 (postos Sinparc). Até 4/2.

JARDINS Dir. Rogério Araújo

Dir. Ludmilla Ramalho Com Patrícia Siqueira Em um futuro indefinido, após o fim do mundo, uma mulher precisa lidar com diversas fases da solidão contemporânea. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Qui. (1°), sex. (2) e sáb. (3), às 21h; dom. (4), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).

MANDA QUEM PODE, OBEDECE QUEM É MARIDO Dir. Ricardo Batista Com Paulo Moraes e Bianca Tocafundo Jorge e Vanessa foram flechados pelo cupido. Mas com o passar do tempo Jorge tem aprendido e vai ensinar aos homens que no casamento, ¨manda quem pode, obedece quem é marido¨. - Teatro Izabela Hendrix (r. da Bahia, 2.020, Lourdes, 3292-4405). Neste sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova, 3118-9902). Qua. (31), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc). - Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Sex. (2), às 20h; sáb. (3), às 18h e às 20h; dom. (4), às 19h30. R$ 17 (postos Sinparc).

MEU TIO É TIA Dir. Marco Amaral Com Emerson Rezende, Ernane Campos, Cristian Amaral Alessandro é surpreendido com a notícia de que seu sobrinho, um peão aspirante a locutor de festas de rodeio, vai se hospedar em sua casa. A confusão está formada. Teatro Santo Agostinho (r. dos Aimorés, 2.679, Lourdes, 3291-5340). Qui. a sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.

MINHA MÃE É PIOR QUE GRUPO DE WHATSAPP Dir. Ilvio Amaral Com Andreia Quaresma e Diego D'Leon Após a separação, filho volta pra casa e descobre que sua mãe pode ser pior que grupos de Whatsapp. Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Qui. a sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 4/2.

O MARIDO DA MINHA MULHER Dir. Sérgio Abritta Com Dudu Graffite, Rafael Mazzi, Eraldo Fontiny Após a morte do marido, a viúva é disputada por dois pretendentes, mas o falecido retorna à Terra para impedir que ela se case novamente. Teatro Monte Calvário (av. do Contorno, 9.384, Prado, 3045-5210). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 129h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.

OS HOMENS QUEREM CASAR E AS MULHERES QUEREM SEXO Dir. Carlos Simões Com Marcelo Ricco O espetáculo conta a história de Jonas, um rapaz que tenta de todas as maneiras encontrar uma mulher pra se casar. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Qua. a sáb, às 21h; dom., às 19h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.


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almanaque

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2018

ARTES CÊNICAS OS INOCENTES Dir. Marco Amaral Com Luciano Vivacqua, Thiago Welter, Athos Reis Oitos inocentes são colocados em uma cela para arrancar de um revolucionário capturado durante uma invasão, os nomes de quem os financia. Galpão de Ideias (r. Uberlândia, 413, Carlos Prates). Sex., sáb. e dom., às 20h. R$ 13 (postos Sinparc). Até 4/2.

OUTRAS PESSOAS Dir. Luciano Luppi Com Luciano Luppi Monólogo sobre as grandes inquietações do ser a partir de trechos expressivos das obras de Fernando Pessoa e Shakespeare. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1.341, centro, 3273-1050). Ter. (30) e qua. (31), às 20h30. R$ 15 (postos Sinparc).

Com José Márcio Corrêa, Alberto Carvalho, José Geraldo Leite Quadros cômicos, inspirados no cotidiano e que abordam programas de TV, músicas e sátiras. Teatro do NET (r. dos Timbiras, 1.605, Lourdes, 3222-1010). Sáb., às 20h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 3/2.

RECEITAS PARA NÃO MORRER DE AMOR Dir. Ângela Mourão Com Fábio Schmidt, Gabriela Dominguez e Raysner de Paula O que faria você morrer de amor? E o que faria você não padecer desta moléstia? É a partir deste questionamento que o espetáculo se desenrola. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Neste sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).

ROSA CHOQUE PERIGO, MINEIROS EM FÉRIAS Dir. Rogério Falabella Com Raul Starling, Adriani Martins, Stéphanie Rezende Um funcionário público estressado faz economia durante todo o ano para levar a família para uma viagem de férias na praia. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Sex. e sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.

PROIBIDO PARA MAIORES Dir. Érica Lima Com Hudson Moreira e Bianca Tocafundo Um casal passa uma noite trancado no banheiro do próprio apartamento. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Qui. (1°), às 20h30. R$ 17 (postos Sinparc).

QUEM RIR POR ÚLTIMO É RETARDADO Dir. José Márcio Corrêa

Dir. Cida Falabella Com Cris Moreira e Guilherme Théo Uma abordagem sobre a violência contra a mulher em diversas partes do mundo, violência sexual, social e moral, a partir de outros olhares. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 20h. R$ 30 (inteira).

TODOMUNDO Dir. Jordan Baêsso Com Alex Bernardes, Alessandra Stella, Ernane Campos Ao receber a visita da Morte, Todomundo, que é cada um de nós, assusta-se e sai buscando uma forma de escapar. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Seg. (29), ter. (30) e qua. (31), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).

TOTONHO 100 CONSERTO Com Alfredo Vianna Neste show de humor, o ator desfila com personagens como Maceleza, Palhaço Palavrão e Don Raton.

Espaço Alternativo Itaú Power Shopping (av. General David Sarnoff, 5.160, Cidade Industrial, Contagem, 3329-3005). Neste sáb. (27), às 21h; dom. (28), às 19h. R$ 17 (postos Sinparc).

TWO LADIES Dir. Lira Ribas, Gabriela Dominguez, Fabbio Guimarães Com Lira Ribas, Gabriela Dominguez, Fabbio Guimarães Uma sugestão de espanto anti-tédio para senhoras e donas de casa: o universo feminino contemporâneo dividido em três atos. Funarte MG (r. Januária, 68, centro, 3213-3084). Qui. (1°) e sex. (2), às 21h; sáb. (3) e dom. (4), às 19h. R$ 15 (postos Sinparc).

UMA SOMBRA ENTRE NÓS Dir. Fernando Couto e Danielle Fortunato Com Lorena Jamarino, Nino Camini e Bernardo Filaretti Solidão, culpa e desejo se entrelaçam neste triângulo amoroso vivido por dois homens e uma mulher. - Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Ter. (30), qua. (31) e qui. (1°), às 20h30. R$ 15 (postos Sinparc). - Teatro de bolso do Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Sex. (2), sáb. (3) e dom. (4), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).

UM SOLTEIRO FORA DE FORMA Dir. Carlos Nunes Com Christiano Junqueira e Matheus Vargas Após 10 anos de casamento, Ariel é colocado para fora de casa e precisa se inserir novamente no mundo das paqueras e conquistas. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Qua. (31), às 21h. R$ 17 (postos Sinparc).

VIOLENTO. (Leia mais na página 18)

teatro infantil 3 PORQUINHOS - VINTE ANOS Com Luciano de Lima, Kainan Ferraz, Rafael Neves Pra fugir do terrível Lobo Mau, os três porquinhos constroem cada um sua casinha de palha, madeira e tijolos. - Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova, 3118-9902). Sáb., às 18h30. R$ 17 (postos Sinparc). Até 3/2. - Espaço Cultural Imaculada (r. Aimorés, 1.600, Lourdes, 3014-5382). Sáb. e dom., às 16h30. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.

A BELA E A FERA Dir. Diego Benicá Com Bernard Bravo, Bernardo Rocha, Fernanda Hallais Para salvar seu pai, uma jovem aceita viver no castelo de um príncipe que foi transformado em fera. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Dom., às 11h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2.

A LIGA DA JUSTIÇA VS CORINGA Dir. Bruno Righi Com Bruno Righi, Guilherme Melo, Amanda Papatella A humanidade corre sérios perigos quando o Coringa resolve colocar em prática mais um de seus planos. Mas a Liga da Justiça está disposta a defender a cidade do vilão. - Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8.902, Santo Agostinho, 3337-6055). Sáb. e dom., às 17h20. R$ 17 (postos Sinparc). Até 11/2.

A MAIOR FLOR DO MUNDO Dir. Sergio Abritta Com Ana Gusmão, Fernanda Lima, Gisele Reis A montagem, que se pretende um musical, caminhará com o menino pelos diversos locais por onde ele passa, desde a sua saída da aldeia, até o encontro da flor que definhava. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 16h30. R$ 11 (postos Sinparc).

A PEQUENA SEREIA Dir. Fernando Bustamante Com Raíssa Alves, Maria Tereza, Ricardo Sabino A história da sereia Ariel, que se apaixona pelo príncipe Eric e faz um terrível acordo com uma bruxa para viver com seu amado. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes, 3516-1360). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 16h. R$ 11 (postos Sinparc).

(postos Sinparc).

JOÃO E MARIA E A CASA DE CHOCOLATE Dir. Kênia Oliveira Com Ana Luiza Amparado, Aloísio Pires, Diva Carvalhar A história de dois irmãos que se perdem na floresta e encontram uma casinha de chocolate, onde mora uma bruxa. Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 16h30. R$ 15 (postos Sinparc).

JOJÔ E PALITO EM: BELÔ MEU AMOR Dir. Joselma Luchini Com Joselma Luchini, Argileu Rodrigues, Camila Verona A história de Belo Horizonte narrada através de sua fauna e flora, de dados históricos e das várias gerações de Jojô e Palito. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 16h30. R$ 17 (postos Sinparc).

JOJÔ E PALITO EM: DONA BARATINHA QUER SE CASAR Dir. Joselma Luchini Com Joselma Luchini, Olavino Marçal, Jordana Luchini D. Baratinha, muito vaidosa, rica e independente procura um companheiro para se casar. Ela começa a fazer testes na floresta para ver qual dos bichos está próximo do seu ideal de marido. Espaço Cultural Luchini (r. Osório de Morais, 274, Ouro Preto, 99983-0600). Neste dom. (28), às 11h. R$ 17 (postos Sinparc).

LADYBUG - UMA AVENTURA EM PARIS Com Daniela Cassimiro, Stephanie Rezende, Marinah Oliveira Uma adolescente desajeita e um garoto solitário recebem poderes mágicos e precisam salvar Paris de ataques misteriosos. Hotel Dayrell (r. Espírito Santo, 901, centro, 3248-1000). Sáb. e dom., às 16h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/2. Dir. Diego Benicá Com Bernard Bravo, Bernardo Rocha, Bianca Tocafundo Baseado no clássico infantil, a história conta as aventuras do jovem Simba para recuperar o trono que lhe foi tomado por seu malvado tio Scar. Teatro Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 16h. R$ 17 (postos Sinparc).

OS SALTIMBANCOS

Dir. Cláudio Castanheira Com Jeremias Hallel, Renato Millani, Marcelo Lima Uma simpática vaquinha, louca pra voar é a estrela do espetáculo que discute afeto, amizade, alegria e amor à natureza. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6.061, São Pedro, 4003-4172). Neste dom. (28), às 16h. R$ 17 (postos Sinparc).

CACHINHOS DE OURO

OS VINGADORES

Dir. Rômulo Duque Com Freddy Mozart, Carla Duque, Eurico Justino Cansada e com fome após ser perseguida por um lobo, Cachinhos de Ouro encontra a casa da Família Urso. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6.061, São Pedro, 4003-4172). Sáb. e dom., às 18h. R$ 15 (postos Sinparc). Até 4/2.

CHAPEUZINHO VERMELHO Dir. Freddy Mozart Com Freddy Mozart, Altemir Silva, Fernanda Abreu A história da menina Chapeuzinho Vermelho e o lobo em momentos divertidos. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Sáb. e dom., às 16h. R$ 17 (postos Sinparc). Até 4/3.

DEU A LOUCA NA CHAPEUZINHO VERMELHO Texto Diney Vieira Com Gabrielly Bertolino, Cleide Matias, Marcos Areas Chapeuzinho Vermelho, Pica-pau, Gato de Botas e Emília se unem para proteger a floresta de um lenhador que insiste em derrubar árvores. Teatro da Maçonaria (av. Brasil, 478, Santa Efigênia, 3213-4959). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 16h. R$ 15

musical FREDDIE ROCK STAR – THE SHOW MUST GO ON! Dir. Juarez Guimarães Dias Com Fábio Schmidt Performance, teatro documentário e audiovisual presta uma homenagem ao ídolo da banda Queen e conduz o público a reviver fatos e músicas que marcaram a carreira do cantor. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Qui. (1°), sex. (2), sáb. (3) e dom. (4), às 20h. R$ 13 (postos Sinparc).

PARACHICOS Dir. Lira Ribas Com Mariana Arruda Uma viagem pelo cancioneiro de Chico Buarque com o olhar lúdico da palhaça Begônia - que tenta ser bailarina, mas vira palhaço do Circo Roliúde. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste dom. (28), às 16h. R$ 11 (postos Sinparc).

dança AMAR-TE Dir. Cassiano Rodrigues Com Interpasso Cia. de Dança Investigação sobre várias situações de amor trazidas à cena, desde o Amor até o Amor além do Amor. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Sex. (2), às 20h. R$ 15 (postos Sinparc).

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O REI LEÃO

Dir. Raimundo Farinelli (Cyntilante Produções) Com Marcus Vinicius, Paulo Victor, Daniela Cassimiro Jumento, cachorro, galinha e gata fogem para a cidade para tentarem a carreira musical. - Espaço Cultural Partage Shopping Betim (rod. Fernão Dias, Km 492, s/n, São João, 3117-1063). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 16h. R$ 15 (postos Sinparc). - Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6.061, São Pedro, 4003-4172). Seg. (29), ter. (30), qua. (31), às 16h. R$ 15 (postos Sinparc).

A VAQUINHA LELÉ

6.061, São Pedro, 4003-4172). Neste sáb. (27), às 16h. R$ 15 (postos Sinparc).

Dir. Bruno Righi Com Amanda Papatella, Bruno Righi, Gustavo Andrade O maior vilão de todos os tempos está vindo à terra para recuperar as joias do infinito, o Homem de Ferro reúne os Vingadores para defender o planeta. Colégio Pio XII (av. do Contorno, 8.902, Santo Agostinho, 3337-6055). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 16h. R$ 17 (postos Sinparc).

PEDRO E O LOBO Dir. Álvaro Apocalypse Com Grupo Giramundo Baseado no conto original, o espetáculo conta a história do menino Pedro que, ao contrariar os conselhos do avô, se vê às voltas com um feroz lobo da floresta. Instituto Museu Giramundo (r. Varginha, 215, Colégio Batista, 3446-0686). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 16h. R$ 19 (postos Sinparc).

PINÓQUIO Dir. Luciano Luppi Com Alex Prieto, Didi Moreira, Douglas Gonzáles Um bonequinho de madeira recebe o dom da vida através da magia de uma fada. Para realizar o sonho de se transformar num menino de verdade, ele precisa provar que é valente, sincero e generoso. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno,

teatro adulto A CERIMÔNIA Dir. Rogério Lopes Com Anderson Dutra, André Salles, Amanda Gomide As peripécias de Jerônimo e Vicente em suas fantasias de se tornarem grandes atores de teatro. Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3.613, Horto, 3481-5580). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 19h. R$ 20 (inteira).

MERGULHO Dir. Rita Clemente Com Novo Coletivo de Teatro Personagens contraditórios em situações inusitadas refletem sobre a decadência de valores do mundo contemporâneo. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Neste sáb. (27), às 19h. R$ 20 (inteira).

OS NEGROS Dir. Rogério Lopes Com Ariadina Paulino, César Divino, César Martins Um tribunal é instalado para que uma corte composta por brancos julgue os crimes supostamente atribuídos a um grupo de negros. Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3.613, Horto, 3481-5580). Neste sáb. (27) e dom. (28), às 19h. R$ 20 (inteira).

UMA TENDÊNCIA PARA ALEGRIA Dir. Ronaldo Jannotti Com Cia. 5 Cabeças A história de Amado, Bernadet e Rara Magia, que vivem sob o mesmo teto e atravessam juntos as estações do ano. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Sex. (2), sáb. (3) e dom. (4), às 19h. R$ 20 (inteira).

dança EXIT Dir. Gladstone Navarro Com Cultura do Guetto 15 dançarinos e dançarinas criam diálogos com o cenário tendo como ponto de partida fundamentos das danças urbanas. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2.244, Lourdes, 3516-1360). Qui. (1°) e sex. (2), às 20h. R$ 10 (inteira).


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ARTES VISUAIS Reflexões sobre o capitalismo Aline Um sistema Gonçalves de produção baseado em empresas privadas e na liberdade de mercado. A definição do capitalismo é conhecida na prática por qualquer pessoa que viva no Brasil, mas o hábito de refletir sobre ele nem sempre é promovido. Essa premissa, todavia, estará no foco da mostra “Delikatessen”, que a PQNA Galeria do Palácio das Artes recebe a partir da próxima quarta (31). Ao todo, 12 imagens, um vídeo, uma instalação e uma placa compõem a exposição da artista mineira Verônica Alkmim França. O recorte quer promover uma reflexão visual sobre o corpo submetido ao mercado consumista, os limites da propaganda, entre outros conceitos a serem levantados em meio a utensílios e outros objetos, como manequins. “O capitalismo parece inevitável, é difícil fugir desse ‘vampiro’. Então, quis chamar atenção para a dinâmica com o corpo. E o corpo traz esse estado revelador,

exposições ALEX FLEMMING DE CORPO E ALMA A exposição conta com gravuras, instalações, desenhos, esculturas, e pinturas abrangendo 37 anos de produção do artista. Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h às 21h; dom., das 16h às 21h. Até 25/2.

ATENAS E SUA ACRÓPOLE A mostra discute a relação entre os monumentos, a cidade e os cidadãos atenienses. Hall da Prefeitura de Belo Horizonte (av. Afonso Pena, 1.212, centro). 2ª a 6ª, das 9h às 18h. Temporada indeterminada.

BDMG MEMÓRIA VIVA A exposição mostra a história do banco por meio de vídeos, textos e outros ar-

de como esse sistema é ignorante, estressante. Parece que tem algo a mais que precisa ser levado em conta na dinâmica”, explica a artista. Sua ideia é, portanto, despertar questionamentos. O próprio nome da mostra é provocativo. “Vem da ideia de banquete, de alguém chegar e estar tudo exposto, mas tem outras mil interpretações, claro. Para mim, também refere-se mesmo a esse banquete de emoções a serem questionadas e degustadas”, comenta. SUPORTE Outra forma que Verônica encontrou para suscitar o debate foi escolhendo espaços atípicos para parte da mostra. Isso porque, além da PQNA Galeria do Palácio das Artes, serão exibidos, em alguns outdoors eletrônicos da capital, imagens relacionadas à exposição – dentre eles, está a maior empena (parede lateral de um edifício) digital da América Latina, localizada na avenida Raja Gabaglia, 4.103. “Quis fazer uma extensão em espaço público. É a ideia do painel digital como espaço do artista, porque vivemos em

quivos da instituição. Hall de entrada do BDMG Cultural (r. Bernardo Guimarães, 1.600, Lourdes, 3219-8599). Diariamente, das 10h às 18h; 5º, das 10h às 21h. Permanente.

CASA&MATÉRIA A mostra celebra a própria Casa do Baile, ícone mundial. Casa do Baile (av. Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha). 3ª a dom., das 9h às 17h; 5ª, das 9h às 21h. Temporada indeterminada.

CASA KUBITSCHEK Duas exposições: “Casa Kubitschek: Uma Invenção Modernista do Morar” e “Pampulha: Território da Modernidade”.. Casa Kubitscheck (av. Otacílio Negrão de Lima, 4.188, Pampulha, 3277-1586). 3ª a sáb., das 10h às 17h. Temporada indeterminada

DELIKATESSEN (Leia mais nesta página)

DE RIBEIRÃO A AVENIDA: CONTORNOS DE UMA HISTÓRIA A exposição aborda o processo de criação da av. Prudente de Morais. Esquina das avenidas Prudente de Morais e av. do Contorno. Diariamente. Temporada indeterminada.

DIEGO E FRIDA: UM SORRISO NO MEIO DO CAMINHO O acervo é composto por quase 40 fotos de acervos pessoais de amigos e familiares dos artistas mexicanos Diego Rivera e Frida Kahlo. CâmeraSete - Casa de Fotografia de Minas Gerais (av. Afonso Pena, 737, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h. Até 18/2.

DISRUPTIVA Uma mostra de como os artistas atualmente estão produzindo obras no contexto disruptivo, proporcionando ao público acesso à imersão nas novas tecnologias, à interação com as novas mídias. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). 4ª a 2ª, das 10h às 22h. Entrada gratuita.

abertura 31.jan.

VERÔNICA ALKMIM FRANÇA/DIVULGAÇÃO

Mostra foca nas relações de consumo vinculadas ao corpo

um mundo com muita concorrência, há mais artistas que museus, galerias. Então, a mostra, às vezes, parece algo sofisticado. Minha ideia foi alcançar um espaço aberto, quebrando essa ideia de arte apenas na galeria. Será uma intervenção que vai rodar entre os anúncios comuns”, comenta. “Delikatessen” é um dos

GRECO DESIGN - O QUE AS VANDAS NÃO CONTAM A exposição conta com imagens que registram o cotidiano dos criadores. PQNA Galeria do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537,centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h; dom., das 16h às 21h.

IMAGEM E SOM: MEMÓRIA, REGISTRO E MOVIMENTO A mostra leva o público a explorar curiosidades que envolvem a produção e dos registros sonoros, visuais e audiovisuais. Museu da Imagem e do Som (av. Álvares Cabral, 560, centro, 3277-6330). De 2ª a 6ª, das 9h às 17h. Temporada indeterminada.

INHOTIM Grande acervo de arte contemporânea brasileira e internacional. Instituto Inhotim (r. B, 20, Brumadinho). 3ª e 6ª, das 9h30 às 16h30; sáb., dom. e feriados, das 9h30 às 16h30. Entrada gratuita às quartas. R$ 40 (inteira). Estudantes identificados e maiores de 60 anos pagam meia. Crianças de até 5 anos não pagam. Permanente. Obrigatória a apresentação do cartão de vacina.

GEOMETRIA PESSOAL Cláudio Rocha inaugura cinco telas onde compõe uma grafia própria. Asa de Papel Café e Arte (r. Piauí, 631, Santa Efigênia). 2ª a 6ª, das 14h às 22h. Até 16/2.

LABIRINTO Christus Nóbrega cria obras que revisitam a Paraíba a partir de álbuns de família. Galeria Mari'Stella Tristão do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h; dom., das 16h às 21h. Até 4/3.

LINHAS DE FORÇA Marcone Moreira apresenta obras em diferentes suportes, como pinturas, esculturas, vídeos, objetos e fotografias. Galeria Arlinda Corrêa Lima do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). 3ª a sáb., das 9h30 às 21h; dom., das 16h às 21h. Até 25/2.

módulos da mais recente produção da artista que vive, há anos, na Suécia. Será a segunda exposição de Verônica no Palácio das Artes após 26 anos da mostra “Arte Vestível”, que ocupou a Galeria Genesco Murta. Até por isso, Verônica revela grande expectativa com a abertura da mostra. “Só vendo para saber qual será o

impacto dela no público, mas espero um entendimento de algo que saiu daqui e está voltando para a origem, mostrando esse percurso e trazendo novidades na forma de pensar e questionar”, diz. A mostra conta com o apoio da instituição sueca Konstnärsnämnden – The Swedish Grants Arts Grants

Comitee, do grupo PAD, e tem curadoria da própria artista, posfácio de Stélio Lage e apoio técnico de Flander de Sousa.

> Delikatessen

Verônica Alkmim França PQNA Galeria Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). De 31 de janeiro a 25 de março; ter. a sáb., das 9h30 às 21h; dom. das 16h às 21h. Entrada gratuita

PEDRO ALPORQUIA/REPRODUÇÃO

LORENZATO: SIMPLES SINGULAR Cerca de 300 obras entre pinturas, desenhos, esculturas, aquarelas e uma completa cronologia de sua vida e obra. Galeria de Arte do Centro Cultural Minas Tênis Clube (r. da Bahia, 2.244, centro). 3ª a sáb., das 10h às 20h; dom. e feriados, das 11h às 19h. Até 18/2.

MUSEU BRASILEIRO DO FUTEBOL O visitante pode conhecer a história do Mineirão por meio de um grande acervo. MBF – Museu Brasileiro do Futebol – Mineirão (av. Coronel Oscar Paschoal, s/nº, portão G2, Mineirão, 3499-4312). 3ª a 6ª, das 9h às 17h; e sáb. e dom., das 9h às 13h. R$ 20 (inteira). Permanente.

MUSEU DE CIÊNCIAS NATURAIS PUC MINAS Panorama da fauna brasileira até o fim do período Pleistoceno. Museu de Ciências Naturais PUC Minas (av. Dom José Gaspar, 290, Coração Eucarístico, 3319-4152). 3ª a sáb. e feriados, das 9h às 17h; 5ª, das 9h às 21h. R$ 10 (menores de 4 anos não pagam; de 4 a 12 e maiores de 65 pagam meia). Permanente.

MUSEU DO COTIDIANO Com área em torno de 600 metros quadrados, reúne objetos que testemunham a evolução. Museu do Cotidiano (r. Bernardo Guimarães, 1.296, Funcionários. Agendamento de visitas: 99612-2431). Permanente.

NOVA LIMA E SEUS TESOUROS A exposição reúne 121 peças de artesãos da região. Associação de Artesãos de Nova Lima - Artes da Terra (av. Rio Branco, 210, centro, Nova Lima, 3542-6389). 2ª a 6ª, das 9h às 18h; sáb. das 9h às 14h. Temporada indeterminada.

O MUSEU E A CIDADE SEM FIM Acervo do Museu Histórico Abílio Barreto

Mostra Xenon 2018 abre neste sábado (27) na Mama/Cadela (MHAB) e de terceiros. Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573). 3ª, 6ª, sáb e dom., das 10h às 17h; 4ª e 5ª, das 10h às 21h. Temporada indeterminada

PALAVRAS VISÍVEIS: USOS DA TIPOGRAFIA EM BELO HORIZONTE A exposição explora a diversidade da utilização da tipografia na capital. Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573). 3ª, 6ª, sáb e dom., das 10h às 17h; 4ª e 5ª, das 10h às 21h. Tempora-

da indeterminada

SALA LORENZATO Obras do mineiro Amadeo Luciano Lorenzato. Manoel Macedo Galeria de Arte (r. Lima Duarte, 158, Carlos Prates). 2ª a 6ª, das 10h às 19h; sáb., das 10h às 14h. Permanente.

XENON 2018 Mostra de arte coletiva com curadoria independente. Galeria Mama/Cadela (r. Pouso Alegre 2.048, Horto, 2552-2048).2ª a 6ª, das 14h às 20h. Até 3/2. Entrada gratuita.


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almanaque

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PRÉ-CARNAVAL Focados em curtir a folia

6 Bapholia O Circuito de Feiras de Carnaval

GUSTAVO MARX/DIVULGAÇÃO

Lorena K. Percebendo Martins os rumos que o Carnaval de rua tomou em BH com uma programação intensa de blocos e shows, agora é a hora de aproveitar os eventos e feiras que são um guia para a missão de cair na folia com todo estilo (veja alguma delas ao lado). A maioria desses eventos são focados no empreendedorismo carnavalesco e reúne desde marcas com DNA festeiro até oficinas de customização. Uma delas é a tradicional Quermesse da Mary, que tem a curadoria e realização da designer Mary Arantes. “O objetivo da quermesse sempre foi reforçar essa rede de produção local, seja conectando os próprios produtores, artistas e artesãos, seja

ensaios, festas e shows NESTE SÁBADO (27) 10h Xai Xai com Bartucada Oficinas de percussão, maquiagem, ornamentos carnavalescos e bonecos para crianças até às 16h. Cortejo do bloco Xai Xai às 16h30 e show da Bartucada às 19h. Parque Municipal Américo Renné Giannetti (av. Afonso Pena, 1.377, centro). Entrada gratuita mediante retirada de ingresso via Sympla (bit. ly/2G6EJ1K) 14h Verão do Quintal Festa com o grupo Samba da Vela e a bateria do bloco Juventude Bronzeada. Catavento Cultural (r. Ozanam, 700, Ipiranga). R$ 15 (2° lote). 15h Quem é essa aí, WS? Ensaio do bloco Quem é essa aí, Papai? e show da banda mineira Walking Samba. O Rei Raja (av. Raja Gabáglia, 1.201, Cidade Jardim). Entrada gratuita mediante retirada de ingresso via Sympla (bit.ly/2DsLJEr). Bloco do Texas Ensaio aberto. Texas Steakhouse (r. Pium-Í, 746, Sion). Informações sobre valores não divulgadas.

vai reunir o melhor de looks, roupas autorais, brechós, acessórios, tiaras para aquele close certo na folia, além de oficina de customização com o Brechó Secreto, a partir das 15h. Quando Neste sábado (27), das 10h às 19h Onde Feira de Tudo (r. Paraíba, 697, Savassi) Quanto Entrada gratuita

6 CarnaDands A Dandara Colabora, primeira loja colaborativa de Minas Gerais a expor exclusivamente produtos do Nordeste, apresenta uma feira dedicada aos foliões que buscam adereços e fantasias diferenciadas. Quando Neste sábado (27), das 16h às 20h Onde Edifício Maletta (r. da Bahia, 1.148, centro) Quanto Entrada gratuita

AMARAL ULA/DIVULGAÇÃO

de Carnaval 6 Quermesse Com curadoria de Mary Arantes, o

evento vai reunir marcas que se dedicaram exclusivamente ao mercado carnavalesco, com coleções especiais para deixar o Carnaval mais alegre e com estilo. Quando Neste sábado (27), das 10h às 19h e domingo (28) das 10h às 17h Onde r. Ivaí, 25, Serra Quanto Entrada gratuita

Seja Dercy é uma das participantes da Quermesse da Mary

os aproximando do consumidor final”, disse, referindo-se à marcas participantes como Seja Dercy, Laiê Ateliê e A Glitterista. No embalo, a Belotur em parceria com a Prodabel lan-

çaram na última terça (23) o aplicativo “Carnaval de Belo Horizonte Oficial” que reúne a programação inteira e oficial, e já disponível no sistema Android (para iOS será lançado somente no dia 31).

17h BatataLouk Ensaio aberto e pré-Carnaval com ensaio da bateria do Bloco Não Acredito Que Te Beijei. Batata Lou-K (av. Sinfrônio Brochado, 1.457, Barreiro). Entrada gratuita.

da gratuita.

18h Pena de Pavão de Krishna, Coco da Gente e Candombe do Açude Apresentação do Candombe do Açude, ensaio dos blocos PPK e Coco da Gente e discotecagem com DJ's. Núcleo de Estudos de Cultura Popular NECUP (av. Nossa Senhora de Fátima, 3.312, Prado). R$ 20 (1° lote). 19h Sensualiza BH A festa reúne as baterias dos blocos Juventude Bronzeada e Asa de Banana. O evento também conta com discotecagem dos DJ's Alfredo e Lorena Lee. Av. Abílio Machado, 3081, Alípio de Melo. Entrada gratuita mediante retirada de ingresso via Sympla (bit.ly/2E2Eswp). 20h Vem Brilhar no Distrital Festa com a banda Então, Brilha! e DJ Vinny. Distrital (r. Opala, s/n°, Cruzeiro). R$ 15 (promocional).

13h Carnaval das Mina Cortejo com os blocos Tapa de Mina, Sagrada Profana, Bruta Flor e Baque de Mina. Centro de Referência da Juventude (r. Guaicurus, 50, centro). Entrada gratuita. Bloco Aki Cê Dança Penúltimo ensaio aberto. Núcleo de Estudos de Cultura Popular (av. Nossa Senhora de Fátima, 3.312, Prado). R$ 5. 15h Bloco Filhos da PUC Ensaio aberto com Bateria Universitária de Direito - PUC Minas, BatucaVet, Bateria Apucalipse e DJ surpresa. Granfinos (av. Brasil, 326, Santa Efigênia). Informações sobre valores não divulgadas. 15h30 Bailinho de Carnaval Boulevard Shopping Bloquinho Circo Marimbondo comanda a festa das crianças com um repertório voltado para canções tradicionais da infância, releituras de sucessos da MPB e músicas folclóricas. Boulevard Shopping (av. dos Andradas, 3.000, Santa Efigênia). Entrada gratuita.

DOMINGO (28) 8h Folia de Carnaval Baianas Ozadas Festa com a bateria do bloco Baianas Ozadas e com o Grupo Diga Lá. Feira do Mineirinho (av. Antônio Abrahão Caram, 1.000, São José). Entra-

16h Festa Magnólia A folia pré-Carnavalesca visa recolher recursos para o desfile do bloco Magnólia. Odara (r. Arthur de Sá, 380, União). R$ 10 (promocional).

6 Ahaza Quando faltar uma semana oficial-

mente para o Carnaval vai ser a vez do Coletivo Contorno, em parceria com o Lacre free Studio, fazer um evento no Mi Corazón, voltado para artigos de folia. Além dos expositores, o evento ainda é embalado por DJs. Quando Dia 3 (sábado), de 12h às 17h Onde r. Sapucaí, 51, Floresta Quanto Evento gratuito

De Mão em Mão 6 Feira O clube de brechós, bazares e de-

sapegos “De Mão Em Mão” realiza a sua primeira feira de Carnaval com mais de 15 expositores com venda de fantasias e adereços, maquiagens e oficinas infantis. Quando Neste sábado (27), das 09h às 17h. Onde r. Pernambuco, 1016, 2º piso, Savassi Quanto Entrada gratuita

17h Bloco Sexta, Ninguém Sabe! Ensaio aberto do bloco com discotecagem de DJ Kriok e pocket show do grupo Virô Samba. Savassi158 (r. Professor Moraes, 158, Funcionários). R$ 15 (promocional).

JOÃO GODINHO – 16.2.2015

18h30 Monobloco Último ensaio aberto do Carnaval. Parque Municipal Américo Renné Giannetti (av. Afonso Pena, 1.377, centro). Entrada gratuita. 19h30 Forró no Domingo e Pisa na Fulô Ensaio aberto do bloco e forró com discotecagem dos DJ's Ric e Do!dim. Like Bar Steak House (av. Barão Homem de Melo, 4.490, Estoril). R$ 20.

SEGUNDA (29) 19h Bloco Sexta, Ninguém Sabe Ensaio aberto. A Fábrica (av. Tereza Cristina, 295, Prado). Informações sobre valores não divulgadas.

SEXTA-FEIRA (2) 22h Bregarnaval Show da Orquestra Mineira de Brega e concurso de fantasias. Utópica Marcenaria (av. Raja Gabáglia, 4.700, Santa Lúcia). R$ 15 (antecipado); R$ 30 (portaria). Baile pré-Carnaval da Festa Algazarra! Festa embalada pela banda Putz Grilla e

Bloco Magnólia realiza festa neste domingo (28) à tarde pelo DJ Gui Henriques. naSala (Ponteio Lar Shopping, 120, Santa Lúcia). Informações sobre valores não divulgadas. 23h I Hate Remix - Pré-Carnaval Festa embalada por hits dos anos 90. O Mercado (av. Olegário Maciel, 742, centro). R$ 15 (1° lote).

feiras DOMINGO (28) 10h Feira Ébano de Carnaval A edição especial da feira reúne as principais marcas do segmento, atrações

musicais e desfiles. Bar Latino (av. Tereza Cristina, 537, Prado). Entrada gratuita.

ateliê QUARTA A DOMINGO 10h às 11h30 (famílias e crianças até 12 anos) 14h às 17h30 (a partir de 12 anos) Ateliê de Carnaval “Pelas Ruas da Cidade” Confecção de adereços inspirados na arte indígena feitos em filigranas de papel. Casa Fiat de Cultura (Praça da Liberdade, 10, Funcionários). Participação gratuita. Até 9/2.


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O QUE VEM POR AÍ fevereiro

720 (mesa com quatro lugares).

DIA 9 BAILE DO DENNIS

DIA 9

Mirante Beagá. Às 22h. R$ 180 (inteira).

EPICA

DIA 11 SUNFLOWER 2018

Mirante Beagá. Às 16h. Valores ainda não informados.

Music Hall BH. Às 20h. R$ 130 (pista, inteira, 1° lote), R$ 400 (pista vip, inteira, 1° lote), R$ 400 (camarote, inteira, 1° lote). DIA 9

DIA 12

MARTINHO DA VILA

NA FARRA COM SAFADÃO

KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 80 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote), R$ 500 (mesa com quatro lugares, setor 2), R$ 560 (mesa com quatro lugares, setor 1).

Mirante Beagá (r. Gabriela de Melo, 0, Olhos D'água). R$ 220 (espaço Na Farra, inteira, lote promocional); R$ 540 (espaço premium com open bar, inteira, lote promocional). DIAS 21 E 22 SIDNEY MAGAL - BAILAMOS

Sesc Palladium. Às 21h. R$ 60 (plateia 1, inteira), R$ 50 (plateia 2, inteira), R$ 40 (plateia 3, inteira).

DIA 9 TOQUINHO & MPB4 – 50 ANOS DE MÚSICA

Palácio das Artes. Às 21h. R$ 220 (plateia 1, inteira), R$ 190 (plateia 2, inteira), R$ 190 (plateia superior, inteira).

22h30. R$ 400 (mesa setor 1 com quatro lugares), R$ 320 (mesa setor 2 com quatro lugare), R$ 70 (pista/arquibancada, 1° lote). DIA 17 RAÇA NEGRA E HARMONIA DAS ANTIGAS

Arena Mineirão. Às 18h. R$ 50 (arena), R$ 130 (front stage, open bar).

SIMONE ENCONTRA IVAN LINS

Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 22h. Valores ainda não divulgados.

DIA 25 RED FANG

março

TITANE CANTA ELOMAR (COM CONVIDADOS)

DIA 25

DIA 3

Palácio das Artes. Às 21h. R$ 20 (inteira).

STEVE HACKETT – GENESIS REVISITED, SOLO GEMS & GTR

DIA 10

Palácio das Artes. Às 19h. R$ 280 (plateia 1, inteira), R$ 240 (plateia 2, inteira), R$ 200

EMMERSON NOGUEIRA

KM de Vantagens Hall BH. Às

KM de Vantagens Hall BH. Às 18h. R$ 80 (arquibancada, inteira, 1° lote), R$ 130 (cadeira, inteira, setor 3), R$ 150 (cadeira, inteira, setor 2), R$ 200 (cadeira, inteira, setor 1).

ARMANDINHO

DIA 10

KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 100 (arquibancada, inteira, 1° lote), R$

AUTHENTIC GAMES - FESTA DOS YOUTUBERS

DIA 24

KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 100 (pista/arquibancada, 1° lote), R$ 800 (mesa 4 lugares, setor 2), R$ 1.000 (mesa 4 lugares, setor 1).

da, inteira, 1° lote); R$ 175 (mesa, individual)

DIA 25

DIA 30

A Autêntica. Às 21h. R$ 200 (pista, inteira, 1° lote); R$ 140 (pista promocional mediante doação de 1Kg de alimento não perecível, 1° lote).

NANDO REIS - JARDIM POMAR

(plateia superior).

abril

DIA 19 GLENN HUGHES – CLASSIC DEEP PURPLE LIVE

Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 21h. R$ 180 (plateia 1A, inteira), R$ 150 (Plateia 1B, inteira), R$ 140 (plateia 2A, inteira), R$ 120 (plateia 2B, inteira), R$ 100 (plateia 2C, inteira). DIA 21 SKANK – TURNÊ “OS TRÊS PRIMEIROS”

KM de Vantagens Hall BH. Às 22h30. R$ 90 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote).

DIA 7

DIA 27 CARL PALMER

Palácio das Artes. Às 19h. R$ 280 (plateia 1, inteira), R$ 240 (plateia 2, inteira), R$ 200 (plateia superior, inteira).

junho DIA 3 ANGRA – ØMNI TOUR

Music Hall BH. Às 19h. R$ 150 (camarote open bar), R$ 180 (pista VIP, inteira), R$ 120 (pista, inteira), R$ 80 (pista promo).

julho A PARTIR DO DIA 16

NAÇÃO ZUMBI LANÇA “RADIOLA NZ”

DIA 28

Music Hall BH. Às 22h. R$ 60 (inteira, 1° lote), R$ 100 (open bar, 1° lote).

KM de Vantagens Hall BH. Às 22h30. R$ 100 (pista/arquibancada, inteira, 1° lote), R$ 840 (mesa setor 1 com quatro lugares), R$ 640 (mesa setor 2 com quatro lugares).

Centro Cultural Banco do Brasil. Das 9h às 21h. Entrada gratuita.

maio

DIA 21

DIA 8 SHREK - O MUSICAL TYA

Cine Theatro Brasil Vallourec. Às 16h. R$ 100 (plateia 1, inteira), R$ 80 (plateia 2, inteira)

JOTA QUEST

DIA 18 DIA 13

OZZY OSBOURNE

ZÉ RAMALHO

Esplanada do Mineirão. Às 21h. R$ 300 (pista, inteira), R$ 600 (pista premium, inteira).

KM de Vantagens Hall BH. Às 22h. R$ 90 (pista/arquibanca-

RETROSPECTIVA MICHEL BASQUIAT

outubro ROGER WATERS

Estádio Mineirão. Às 20h. R$ 300 (cadeira superior, inteira), R$ 340 (pista em pé, inteira), R$ 490 (cadeira inferior, inteira), R$ 720 (pista premium, inteira).


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CINEMA A difícil escolha de Katharine UNIVERSAL/DIVULGAÇÃO

Daniel Em uma cena Oliveira de “The Post: A Guerra Secreta”, o repórter Ben Bagdikian (Bob Odenkirk) tem acesso aos documentos do Pentágono que comprovam que o governo norteamericano mentia sobre a Guerra do Vietnã há décadas. Dan Ellsberg (Matthew Rhys), a fonte que lhe fornece as informações, questiona se ele vai publicá-las na íntegra. E o jornalista responde “claro”, mas sua voz titubeia, eseu rosto demonstra certa insegurança. Porque Bagdikian sabe que, no final das contas, aquela decisão não caberá a ele – e sim aos donos do “The Washington Post”, jornal onde trabalha. Essa é a grande diferença entre o filme que estreou esta semana e“Spotlight: Segredos Revelados”. Se o vencedor do Oscar de dois anos atrás sugeria que a escolha de expor as piores verdades sobre a Igreja estava nas mãos de um grupo de repórteres idealistas e competentes, o longa de Steven Spielberg revela onde essa decisão realmente é tomada: nos gabinetes e mansões dos donos dos veículos em que essas bombas são publicadas. O interesse de “The Post” é bem menos repetir

Com “The Post”, Meryl Streep recebeu sua 21ª indicação ao Oscar

mais um retrato do processo de produção e apuração do que desvelar esse aspecto do jornalismo como um negócio. Mostrar que, para existir, um jornal depende de relações com o poder político e

econômico. E na hora em que uma bomba contra esse poder cai em suas mãos, o que está em jogo não é só “a verdade”, mas os interesses empresariais e financeiros dessa relação.

A materialização desse dilema no longa é Katharine Graham (Meryl Streep). Em 1971, depois do suicídio do marido, Phil, ela se torna editora do jornal da família – uma função que nunca esperou ter. E amiga dos figurões de Washington e do secretário de defesa Bob McNamara (Bruce Greenwood), um dos mais prejudicados pela revelação dos documentos do Pentágono, Katharine deve decidir se vai publicá-los quando a Justiça embarga o “New York Times”, que já havia dado o furo. E isso, bem no momento em que o “Post” abria seu capital na Bolsa de Valores e precisava agradar o mercado financeiro. PARALELOS Os montadores Michael Kahn e Sarah Broshar ressaltamessa interdependênciaentre os processos jornalístico e empresarial com montagens paralelas – como quando a protagonista tem que bater o martelo ao mesmo tempo em que a gráfica monta o clichê do jornal ou quando Bagdikian tenta rastrear sua fonte, enquanto Katharine está na reuniãofinalcom os investidores. O fato de que esses últimos são todos homens é a base para o grande arco de “The Post” – a história de uma mulher afirmando sua voz e encontrandoseu poder numuni-

verso masculino e machista. E se você precisa de uma atriz capaz de equilibrar, em silêncio, desprezo e elegância ao ouvir os piores comentários sexistas – enquanto precisa tomar uma séria decisão moral, com o peso do mundo sobre seus ombros, sem jamais parecer uma heroína, mas um ser humano de carne e osso – o nome dela é Meryl Streep. Sem se esconder por trás de sotaques mirabolantes nem figurinos e maquiagens ridículos, Katharine é a melhor performance da atriz em anos – sutil, angustiante, verdadeira. E tratando-se de Meryl, isso não é pouco. Aquestão é que, com exceção dela e do chefe de redação Ben Bradlee (Tom Hanks, vivendo o mesmo papel que rendeu o Oscar a Jason Robards em “Todos os Homens do Presidente”), o roteiro da estreante Liz Hannah (recauchutado por Josh Singer, de “Spotlight”) não tem tempo para desenvolver ou mostrar a vida de nenhum dos outros personagens fora do trabalho. Então, Spielberg recorre a um exército de atores da TV – Odenkirk (“Better Call Saul”), Rhys (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Crime Story”), Allison Brie (“Glow”), Bradley Whitford (“Transparent”), Carrie Coon (“The Leftovers”) – que o público já conhece e com

quem já tem uma identificação prévia. Eles são fundamentais porque “The Post” é um filme de personagensdiscutindo em ambientes fechados. E o cineasta não arrisca arroubo visual que tire o foco do que eles estão falando. É isso que lhe interessa. E é por isso que ele filmou “The Post” no meio do ano passado e o montou e finalizou emmenos de três meses: para mostrar a importância, nos EUA de Donald Trump, de a imprensa ser o quarto poder e de não abaixar a cabeça diante de um governo que ataca sua independência e sua credibilidade. O filme é exatamente sobre essa corda bamba da importância da verdade num mundo assombrado pelo medo e de as pessoas no poder escolherem o moralmentecerto e não o que convém financeiramente. Os diálogos de Liz Hannah reiteramesses pontossem muita sutileza, e Spielberg não é o melhor nome paraatenuálos, descambando – como de costume – para um final meloso, com a ótima Carrie Coon explicando a moral da história numa cena patética. Mas é a ótima Carrie Coon. E a ótima Meryl Streep. Mas é um final de que o mundo precisa desesperadamente em 2018.

INDICADOS AO OSCAR EM CARTAZ* COM AMOR, VAN GOGH (Loving Vincent, Reino Unido/ Polônia, 2017, 1h35, 12 anos) Dir. Dorota Kobiela, Hugh Welchman. Um jovem parte numa investigação sobre a vida e a misteriosa morte de Van Gogh. Indicado ao Oscar de melhor animação. Belas 3: 14h20

O DESTINO DE UMA NAÇÃO (Darkest Hour, Reino unido, 2018, 2h06, 12 anos) Dir. Joe Wright. Com Gary Oldman, Ben Mendelsohn, Kristin Scott Thomas. Winston Churchill assume e precisa convencer o partido e o país a resistir à derrota. Indicado ao Oscar de melhor filme, e mais cinco categorias. Diamond 2: 13h20, 16h20, 19h20, 22h10 Ponteio 3: 13h(somente sábado), 13h40(somente domingo), 18h20(somente sábado), 18h50(somente domingo), 20h50(somente sábado), 21h30(somente domingo), 23h20(somente sábado)

EXTRAORDINÁRIO (Wonder, EUA, 2017, 1h54, livre) Dir. Stephen Chbosky. Com Jacob Tremblay, Julia Roberts, Owen Wilson. Um menino com uma deformação facial enfrenta os desafios. Indicado ao Oscar de melhor maquiagem e cabelo. BH Shopping 7: 12h50, 15h30, 18h30, 21h10 Big Shopping 4: 20h45(*) Boulevard 3: 14h10(*), 16h30, 18h50(*), 21h10 Cidade 8: 18h30, 20h40 (*)

Contagem 5: 18h30, 20h50 (*) Diamond 6: 18h, 20h40 Del Rey 6: 14h, 20h40, 23h(somente sábado) Itaú Power 4: 16h30, 18h45, 21h10 (*) Minas 4: 16h20, 18h40, 21h05 (*) Monte Carmo 2: 20h50 (*) Partage Shopping Betim 3: 15h50, 21h (*) Pátio Savassi 1: 14h, 16h40, 19h20, 22h Shopping Estação 5: 18h30, 21h (*) Via Shopping 1: 18h30 (*) (*) Sessões dubladas

ME CHAME PELO SEU NOME (Call Me By Your Name, França/ Itália/ EUA/ Brasil, 2018, 2h13, 14 anos) Dir. Luca Guadagnino. Com Armie Hammer, Michael Stuhlbarg, Timothée Chalamet. Elio descobre a intensidade do amor quando Oliver, orientando de seu pai, vem passar o verão com eles em sua casa no interior da Itália. Indicado ao Oscar de melhor filme e mais quatro categorias. Belas 1: 14h, 16h30, 19h, 21h30 Pátio Savassi 2: 11h20, 14h20, 17h20, 20h30 Ponteio 4: 13h30(somente dábado), 13h(somente domingo), 16h(somente sábado), 16h40(somente domingo), 20h40(somente sábado), 21h15(somente domingo), 23h10(somente sábado)

O REI DO SHOW (The Greatest Showman, EUA, 2017, 1h45, livre) Dir. Michael Gracey. Com Hugh Jackman, Michelle Williams, Zac Efron. A história de P.T.

Barnum, showman norte-americano que fundou um famoso circo. Indicado ao Oscar de melhor canção original. Pátio Savassi 8: 19h40, 22h10

STAR WARS – OS ÚLTIMOS JEDI

Pampulha 3: 13h30, 15h25, 19h20 Partage Shopping Betim 5: 13h05, 15h40, 18h15, 14h10, 17h Shopping Estação 1: 13h, 15h20 Shopping Norte 5: 18h30 Via Shopping 3: 13h50, 18h50, 21h

(Star Wars: The Last Jedi, EUA, 2017, 2h30, 12 anos) Dir. Rian Johnson. Com Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac. Após encontrar Luke Skywalker, Rey busca entender o balanço da Força a partir dos ensinamentos do mestre Jedi. Indicado ao Oscar de melhor mixagem de som e mais três categorias. Boulevard 5: 18h25, 21h15

Sessões 3D: Big Shopping 5: 14h20, 16h25 Boulevard 2: 13h50, 18h30 Minas 1: 14h50, 19h10 Shopping Norte 2: 14h20, 16h25

O TOURO FERDINANDO (*)

(The Post, EUA, 2018, 1h55, 12 anos) Dir. Steven Spielberg. Com Meryl Streep, Sarah Paulson, Tom Hanks. A história do Pentagon Papers, documento que continha diversas informações sobre as ações dos EUA no Vietnã. Indicado ao Oscar de melhor filme e atriz. Cidade 6: 11h40(*)(somente domingo), 13h50(*), 16h10, 18h30(*), 20h50 Del Rey 7: 14h10, 16h30, 18h40, 21h, 23h10(somente sábado) Diamond 1: 13h, 15h50, 18h40, 21h30 Ponteio Premier: 13h30(somente sábado), 13h50(somente domingo), 15h50(somente sábado), 16h20(somente domingo), 18h20(somente sábado), 18h40(somente domingo), 20h40(somente sábado),

(Ferdinand, EUA, 2018, 1h49, livre) Dir. Carlos Saldanha. Ferdinando é um touro que não gosta de brigar. Porém, ele é escolhido para participar de touradas. Indicado ao Oscar de melhor animação. Betim 2: 14h30, 16h40 BH Shopping 5: 12h10, 14h45, 17h10, 19h45 Big Shopping 4: 18h40 Boulevard 1: 16h20 Cidade 5: 11h50(somente domingo), 14h10, 18h40 Contagem 2: 14h, 16h15, 18h30, 20h45 Diamond 5: 12h40, 15h20 Del Rey 1: 14h Del Rey 6: 16h20, 18h30 Itaú Power 5: 13h40, 16h10, 18h30 Minas 1: 12h50, 17h, 21h10 Monte Carmo 3: 13h40, 16h10, 18h30, 20h40 Paragem 3: 13h50, 16h10, 18h40

(*) Sessões dubladas

THE POST – A GUERRA SECRETA

*Programação referente a este fim de semana, dias 27 (sábado) e 28 (domingo)

21h(somente domingo), 23h(somente sábado) Pátio Savassi 5: 12h45, 15h30, 18h20, 21h10

VIVA – A VIDA É UMA FESTA (*)

(Coco, EUA, 2018, 1h45, livre) Dir. Lee Unkrich, Adrian Molina. Menino quer muito ser um músicos, mas precisa lidar com sua família. Indicado ao Oscar de melhor animação e canção original. Betim 3: 14h20 Big Shopping 3: 16h50 Big Shopping 4: 14h25 Boulevard 4: 14h20 Cidade 5: 20h50 Cidade 8: 14h Contagem 8: 16h30 Del Rey 3: 14h20 Itaú Power 4: 14h30 Minas 4: 13h50 Paragem 1: 14h10 Monte Carmo 2: 16h20 Pampulha 5: 13h25 e 15h25 Partage Shopping Betim 7: 14h50 Shopping Estação 5: 13h15, 16h Shopping Norte 3: 14h50 Via Shopping 2: 14h Via Shopping 3: 16h Sessões 3D: BH Shopping 4: 13h20, 15h40 18h10, 20h30 Cidade 5: 16h20 Diamond 5: 12h20, 14h50, 17h20 Pampulha 1: 19h10 Pátio Savassi 4: 11h, 13h20, 16h (*) Sessões dubladas


almanaque

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2018

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CINEMA Atenção! A programação a seguir refere-se a este fim de semana, dias 27 (sábado) e 28 (domingo)

pré-estreia O INSULTO (L’Insulte, França/ Líbano, 2018, 1h52, 14 anos) Dir. Ziad Doueiri. Com Adel Karam, Kamel El Basha, Rita Hayek. Beirute. Toni é um cristão libanês que sempre rega as plantas de sua varanda e um dia, acidentalmente, acaba molhando Yasser, um refugiado palestino. Assim começa um desacordo que evolui para julgamento e toma dimensão nacional. Indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Ponteio 2: 23h20(somente sábado)

Shopping Estação BH 3: 13h30, 16h40, 19h50 (*) Shopping Estação BH 4: 15h40, 21h50 (*) Shopping Norte 1: 15h20, 18h, 20h40 (*) Via Shopping 4: 21h (*)

encontrá-lo. BH Shopping 1: 12h20 (*) BH Shopping 5: 22h15 Cidade 8: 16h10 (*) Contagem 8: 16h30 (*) Diamond 3: 19h10 Partage Shopping Betim 7: 17h20 (*)

(*) Sessões dubladas

(*) Sessões dubladas

PEIXONAUTA – O FILME

FALA SÉRIO, MÃE!

(Brasil, 2018, 1h17, livre) Dir. Kiko Mistrorigo, Célia Catunda, Rodrigo Eba. Quando o Dr. Jardim não retorna da cidade, Peixonauta, Marina e Zico partem para resgatá-lo. Mas quando chegam lá, algo muito estranho está acontecendo: todos na cidade sumiram! Para conseguir solucionar esse mistério, Peixonauta terá que contar com a ajuda de todos seus amigos. BH Shopping 9: 14h40, 16h40, 18h40 Partage Shopping Betim 4: 11h, 13h Sessão 3D: Partage Shopping Betim 4: 15h10

SEM FÔLEGO

estreias ENCOLHI A PROFESSORA (*) (Hilfe, Ich Hab Meine Lehrerin Geschrumpft, Alemanha/ Áustria, 2018, 1h41, livre) Dir. Sven Unterwaldt. Com Anja Kling, Lina Hüesker, Oskar Keymer. O jovem Felix estuda em uma escola cuja diretora é detestada. Certo dia, determinado a se vingar, arma um esquema maluco que tem consequências complicadas: a diretora acaba encolhendo, se tornando uma miniatura de si mesma. BH Shopping 10: 12h, 14h20, 16h50 Big Shopping 2: 14h20, 16h20 Contagem 5: 14h, 16h20 Monte Carmo 2: 14h10, 18h30 Pampulha 3: 17h20, 21h20 Paragem 4: 14h30, 16h40 Partage Shopping Betim 3: 13h20, 18h30 Shopping Norte 5: 14h30, 16h30 (*) Sessões dubladas

MAZE RUNNER – A CURA MORTAL (Maze Runner: The Death Cure, EUA, 2018, 2h21, 12 anos) Dir. Wes Ball. Com Dylan OBrien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster. Thomas embarca em uma missão para encontrar a cura de uma doença mortal e descobre que os planos da C.R.U.E.L podem trazer consequências catastróficas para a humanidade. Betim 1: 17h45, 20h30 (*) BH Shopping 1: 15h (*) Big Shopping 2: 18h20, 21h (*) Boulevard 1: 21h Cidade 7: 12h(somente domingo), 15h, 17h45, 20h30 (*) Contagem 6: 15h, 17h45, 20h30 (*) Del Rey 5: 15h, 17h45, 20h30 Diamond 4: 12h, 15h, 18h10, 21h10 Itaú Power 5: 20h50 (*) Itaú Power 6: 12h40, 18h15 (*) Minas 2: 12h40, 18h20 (*) Monte Carmo 5: 12h40, 18h20 (*) Pampulha 6: 13h20, 16h, 18h40, 21h20 (*) Paragem 5: 12h40, 18h20 Shopping Estação BH 4: 12h40, 18h50 (*) Shopping Norte 5: 20h35 (*) Via Shopping 4: 12h40, 15h25, 18h20 (*) Sessões 3D: Betim 1: 15h BH Shopping 1: 18h, 21h BH Shopping 2: 13h, 16h, 19h, 22h BH Shopping 3: 13h50, 17h, 20h (*) Big Shopping 1: 15h20, 18h, 20h40 (*) Boulevard Imax: 12h40, 15h25, 18h20, 21h10 Cidade 4: 12h40(*), 15h25(*), 18h20(*), 21h10 Contagem 1: 12h40(*), 15h25, 18h20(*), 21h10 Del Rey 1: 23h(somente sábado) (*) Del Rey 2: 12h40(*), 15h25, 18h10(*), 21h Itaú Power 6: 15h25, 21h (*) Minas 2: 15h25, 21h10 (*) Monte Carmo 5: 15h25, 21h10 (*) Pampulha 1: 16h30, 21h (*) Paragem 5: 15h25, 21h10 Partage Shopping Betim 1: 12h, 15h05, 18h10, 21h20 (*) Partage Shopping Betim 4: 17h15, 20h20 (*) Pátio Savassi 3: 12h10, 15h20, 18h40, 21h50 Pátio Savassi 6: 14h40, 17h50, 21h

(Wonderstruck, EUA, 2018, 1h57, 10 anos) Dir. Todd Haynes. Com Oakes Fegley, Julianne Moore, Millicent Simmonds. Ben e Rose são crianças de duas eras distintas que desejam vidas diferentes. Ben anseia pelo pai desconhecido, enquanto Rose sonha com uma atriz misteriosa. Quando Ben descobre uma pista e Rose lê uma manchete no jornal, ambas as crianças partem em suas jornadas. Belas 2: 15h50, 21h40 Paragem 1: 16h20, 18h40, 21h

VISAGES, VILLAGES (Visages Villages, França, 2018, 1h29, 10 anos) Dir. Agnès Varda, JR. O documentário mostra a jornada de duas grandes pessoas conhecidas por questionarem a cultura da exibição das imagens: Agnès Varda, cineasta, e JR, fotógrafo e criador de galerias e exposições fotográficas ao ar livre. Belas 3: 21h50

em cartaz 120 BATIMENTOS POR MINUTO (120 battements par minute, França, 2018, 2h23, 16 anos) Dir. Robin Campillo. Com Nahuel Perez Biscayart, Adèle Haenel, Arnaud Valois. No início dos anos de 1990, na França, um grupo ativista Act Up está intensificando seus esforços para que a sociedade reconheça a importância da prevenção e do tratamento em relação a Aids. Ponteio 2: 13h (somente sábado), 14h(somente domingo) Ponteio 3: 15h30(somente sábado), 16h10(somente domingo)

CORRENDO ATRÁS DE UM PAI (Father Figures, EUA, 2017, 1h53, 12 anos) Dir. Lawrence Sher. Com Owen Wilson, Ed Helms, J.K. Simmons. Quando irmãos gêmeos descobrem que sua mãe mentiu sobre o falecimento de seu pai, os dois decidem cair na estrada para

(Brasil, 2017, 1h19, 10 anos) Dir. Pedro Vasconcelos. Com Larissa Manoela, Ingrid Guimarães, Marcelo Laham. A frustrada e sobrecarregada ngela Cristina é mãe de Maria de Lourdes, adolescente teimosa que sofre com os cuidados excessivos e com o jeito conservador da mãe. Betim 2: 18h50 BH Shopping 6: 14h, 15h55, 17h50 e 20h10 Big Shopping 3: 14h50 Boulevard 5: 13h40, 15h15 e 16h50 Cidade 3: 13h30, 17h05, 18h50 e 20h40 Contagem 7: 13h30, 17h05, 18h40 e 20h40 Del Rey 4: 15h40, 19h15 e 21h Diamond 3: 14h Itaú Power 1: 13h50, 15h35, 17h20, 19h05 e 20h50 Minas 6: 14h, 15h40, 17h20, 19h e 20h50 Monte Carmo 1: 13h30, 17h05, 18h40 e 20h30 Pampulha 4: 14h25, 16h05, 17h45, 19h25 e 21h10 Paragem 2: 14h, 15h40, 17h20, 19h e 20h40 Partage Shopping Betim 2: 12h05, 16h40 e 21h30 Pátio Savassi 1: 11h45 Shopping Estação 1: 18h e 20h Shopping Norte 3: 16h50 Via Shopping 5: 13h30, 17h05, 18h50 e 20h30

GABY ESTRELLA – O FILME (Brasil, 2018, 1h34, livre) Dir. Claudio Boeckel. Com Maitê Padilha, Bárbara Maia, Luiza Prochet. A jovem cantora Gaby Estrella está perdendo espaço no cenário musical para a concorrente Natasha. Para voltar às paradas, ela vai precisar voltar às suas origens na cidade de interior Vale Mirim e se acostumar novamente com a vida na fazenda. BH Shopping 9: 12h30 Cidade 3: 15h05 Contagem 7: 15h15 Del Rey 4: 13h40, 17h15 Monte Carmo 1: 15h05 Pampulha 1: 14h40 Partage Shopping Betim 7: 12h30 Pátio Savassi 6: 12h20 Via Shopping 5: 15h10

OS INICIADOS (The Wound, África do Sul/ Alemanha/ França/ Holanda, 2018, 1h28, 16 anos) Direção: John Trengove. Com Nakhane Touré, Bongile Mantsai, Niza Jay Ncoyini. Xolani, um solitário operário, ajuda nos ritos de circuncisão Xhosa de iniciação à masculinidade. Ele fica responsável pelo jovem Kwanda, que acaba interferindo na sua relação com Vija, outro cuidador. Belas 2: 18h

JUMANJI: BEM-VINDO À SELVA (Jumanji: Welcome to the Jungle, EUA,

2017, 1h59, 12 anos) Dir. Jake Kasdan. Com Dwayne Johnson, Jack Black, Kevin Hart. Quatro adolescentes estão jogando um videogame cuja ação se passa numa floresta, quando um evento inesperado faz com que os jogadores sejam transportados para dentro do jogo. Betim 2: 20h40 (*) Big Shopping 4: 16h25 (*) Boulevard 1: 14h, 18h40 Cidade 1: 13h30, 16h, 18h25, 20h50 (*) Contagem 4: 13h40, 16h10, 18h25, 21h (*) Del Rey 1: 20h50 (*) Del Rey 4: 22h30(somente sábado) (*) Itaú Power 2: 13h45, 16h10, 18h35, 21h (*) Minas 3: 13h40, 16h05, 18h30, 20h50 (*) Monte Carmo 4: 13h30, 16h, 18h40, 21h15 (*) Pampulha 2: 14h30, 16h45, 19h, 21h15 (*) Paragem 3: 20h50 (*) Via Shopping 1: 13h20, 15h50, 20h50 (*) Sessões 3D: BH Shopping 8: 13h40(*), 16h20(*), 19h10(*), 21h40 Big Shopping 5: 18h30, 20h45 (*) Boulevard 2: 16h, 20h40 (*) Del Rey 1: 16h10 e 18h30 (*) Diamond 5: 20h10 Partage Shopping Betim 6: 11h10, 13h50, 16h30, 19h10, 21h50 (*) Pátio Savassi 4: 18h45, 21h30 Shopping Estação 2: 12h20, 15h, 17h40, 20h30 (*) Shopping Norte 2: 18h30, 20h45 (*) (*) Sessões dubladas

LIGA DA JUSTIÇA (Justice League, EUA, 2017, 2h01, 12 anos) Dir. Zack Snyder. Com Ben Affleck, Gal Gadot, Henry Cavill. Um grupo de superheróis se forma com a missão de proteger o mundo. Contagem 8: 21h (sessão dublada)

LOU (Lou Andreas-Salomé, Alemanha/ Suíça, 2018, 1h53, 12 anos) Dir. Cordula Kablitz-Post. Com Katharina Lorenz, Liv Lisa Fries, Nicole Heesters. A escritora e psicanalista Lou Andreas Salomé, no fim do século XIX, vive de forma livre e contestadora. Suas ideias e atitudes seduzem nomes como Paul Rée e Friedrich Nietzsche, o psicanalista Sigmund Freud, o poeta Rainer Maria Rilke, além do jovem filólogo Ernst Pfeiffer. Indicado ao Oscar de melhor curta em animação. Belas 3: 19h40 Ponteio 2: 15h50(somente sábado), 16h50(somente domingo), 18h10(somente sábado), 19h10(somente domingo), 20h30(somente sábado), 21h20(somente domingo)

PELA JANELA (Brasil, 2018, 1h27, 10 anos) Dir. Caroline Leone. Com Magali Biff, Cacá Amaral, Mayara Constantino. Rosália é uma operária de 65 anos que dedicou a vida ao trabalho em um fábrica de reatores da periferia de São Paulo. Ela é demitida e, deprimida, é consolada pelo irmão José, que resolve levá-la a Buenos 20TH CENTURY FOX/DIVULGAÇÃO

Aires em uma viagem de carro. Belas 3: 18h (sessão vitrine)

RODA GIGANTE (Wonder Wheel, EUA, 2017, 1h42, 12 anos) Dir. Woody Allen. Com Kate Winslet, James Belushi, Justin Timberlake. A atriz Ginny, casada com Humpty, acaba se apaixonando pelo salva-vidas Mickey. Mas quando sua enteada, Carolina, também cai de amores pelo rei da praia, as duas começam uma forte concorrência. Belas 2: 11h (somente sábado)(*), 13h50, 19h40 Ponteio 4: 18h35(somente sábado), 19h15(somente domingo) (*) Clube do professor. Necessário a comprovação do mesmo

SAUDADE (Brasil, 2018, 1h17, 12 anos) Dir. Paulo Caldas. Um olhar íntimo e um retrato aprofundado sobre a saudade sentida pelos brasileiros e pelos indivíduos lusófonos que vivem longe de sua terra natal, em diversos países do mundo. Belas 3: 16h20

SOBRENATURAL: A ÚLTIMA CHAVE (Insidious: The Last Key, EUA, 2018, 1h44, 14 anos) Dir. Adam Robitel. Com Lin Shaye, Angus Sampson, Leigh Whannell. A doutora Elise Rainier é chamada para resolver o caso de uma assombração no Novo México, localizada na casa em que ela passou a infância. Betim 3: 16h30, 18h40, 20h50 (*) BH Shopping 10: 19h30, 21h50 BH Shopping 9: 20h40 (*) Big Shopping 3: 18h50, 20h50 (*) Boulevard 4: 16h40(*), 18h40, 20h50 Cidade 2: 14h10, 16h30, 18h40, 21h (*) Contagem 3: 14h10, 16h30, 18h40, 20h50 (*) Del Rey 3: 16h40(*), 18h50(*), 20h50, 22h40(somente sábado)(*) Diamond 3: 16h40, 21h50 Itaú Power 3: 14h45, 16h50, 19h, 21h15 (*) Minas 5: 14h10, 16h30, 18h50 e 21h15 (*) Monte Carmo 6: 14h20, 16h30, 18h50 e 21h (*) Pampulha 5: 17h25, 19h25 e 21h25 (*) Paragem 4: 18h50 e 21h Partage Shopping Betim 2: 14h10, 18h50 (*) Partage Shopping Betim 5: 20h50 (*) Shopping Estação 6: 14h, 16h20, 19h, 21h30 (*) Shopping Norte 3: 18h50, 20h50 (*) Via Shopping 2: 16h10, 18h40, 21h10 (*) (*) Sessões dubladas

mostras FICÇÃO CIENTÍFICA 1950 (*) Neste sábado (27) 14h “A Vinte Milhões de Léguas da Terra”, (EUA, 1957, 1h22, 12 anos) Dir. Nathan Juran 15h45 “20.000 Léguas Submarinas” (EUA, 1954, 2h07, 12 anos) Dir. Richard Fleischer 18h “O Fantástico Mundo de Júlio Verne” (Rep. Tcheca, 1958, 1h23) Dir. Karel Zeman 20h “1984” (ING-EUA, 1956, 1h30, 14 anos) Dir. Michael Anderson Domingo (28) 16h “Guerra Entre Planetas” (EUA, 1955, 1h27, 12 anos) Dir. Joseph M. Newman 18h “Planeta Proibido” (EUA, 1956, 1h38, Livre) Dir. Fred M. Wilcox 20h “Invasão de Discos Voadores” (EUA, 1956, 1h23, Livre) Dir. Fred F. Sears Segunda-feira (29) 17h “Vampiros de Almas” (EUA, 1956, 1h20, 12 anos) Dir. Don Siegel 19h “O Incrível Homem que Encolheu” (EUA, 1957, 1h21, Livre) Dir. Jack Arnold 21h “O Cérebro Maligno” Dir. Felix E. Feist (EUA, 1958, 1h25, Livre) Dir. Jack Arnold

Terceiro filme da saga, “Maze Runner – A Cura Mortal” é uma das estreias da semana

Terça-feira (30) 17h “A Mosca da Cabeça Branca” (EUA, 1958, 1h34, 12 anos) Dir. Kurt Neumann 19h “A Bolha” (EUA, 1958, 1h26) Dir. Irvin S. Yeaworth Jr., Russell S. Dou-

ghten Jr 21h “Monstro do Ártico” (EUA, 1951, 1h27, 14 anos) Dir. Christian Nyby, Howard Hawks Quarta-feira (31) 17h “A Caminho das Estrelas” (URSS, 1958, 50 min, 10 anos) Dir. Pavel Klushantsev 18h “O Ataque das Sanguessugas Gigantes” (EUA, 1959, 1h02, 12 anos) Dir. Bernard L. Kowalski 19h15 “Rebelião dos Planetas” (EUA, 1958, 1h20, 14 anos) Dir. Edward Bernds 21h “Viagem ao Planeta Proibido” (EUA, 1959, 1h23, 12 anos) Dir. Ib Melchior Quinta-feira (1º) 15h “Plano 9 do Espaço Sideral” (EUA, 1959, 1h19, 12 anos) Dir. Edward D. Wood Jr. 17h “Simão, o Caolho” (BRA, 1952, 1h41, 14 anos) Dir. Alberto Cavalcanti 19h30 “O Homem do Sputnik” (BRA, 1959, 1h38, Livre) Dir. Carlos Manga 21h30 “O Emissário de Outro Mundo” (EUA, 1957, 1h07, 14 anos) Dir. Roger Corman Sexta-feira (2) 15h “O Céu Está Chamando” (URSS, 1959, 1h17, 10 anos) Dir. Mikhail Karzhukov, Aleksandr Kozyr 17h “A Hora Final” (EUA, 1959, 2h14, 14 anos) Dir. Stanley Kramer 19h30 “Gêmeos, Mórbida Semelhança”, (EUA, 1988, 1h55, 18 anos) Dir. David Cronenberg. Sessão comentada (*) Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Entrada gratuita

SESC DE FÉRIAS(*) Neste sábado (27) 10h “O Grilo Feliz e os insetos gigantes” (BRA, 2009, 1h22, livre) Dir. Walbercy Ribas e Rafael Ribas 15h “Abril e o mundo extraordinário” (FRA/ BEL, Canadá, 2015, 1h45) Dir. Franck Ekinci, Christian Desmares. 17h “31 minutos: o filme” (BRA/CH, 2012, 1h29, livre) Dir. Alvaro Díaz e Pedro Peirano. Domingo (28) 10h “A lady e o lobo” (EUA, 2010, 1h28, livre) Dir. Anthony Bell e Ben Gluck. 15h “Lifi – Uma galinha na Selva” (Coreia do Sul, 2011, 1h33, livre) Dir. Seong-yun Oh 17h “Eu e meu guarda-chuva” (BRA, 2010, 1h18, livre) Dir. Toni Vanzolini. Terça-feira (30) 17h “Abril e o mundo extraordinário” (FRA/ BEL, Canadá, 2015, 1h45) Dir. Franck Ekinci, Christian Desmares. Quarta-feira (31) 17 “Asterix e o Domínio dos Deuses” (FRA/ BEL, 2014, 1h26, livre) Dir. Louis Clichy.

VIDAS EM MELODIAS (*) Neste sábado (27) 19h15 “Raul Seixas – o início, o fim e o meio” (BRA, 2012, 2h08, 14 anos) Dir. Walter Carvalho Domingo (28) 19h15 “A Dama do Rasqueado” (BRA, 2016, 1h15, livre) Dir. Marinete Pinheiro. Terça-feira (30) 19h15 “Violeta Foi para o Céu” (ARG/ BRA/CHI, 2012, 1h50) Dir. Andrés Wood Quarta-feira (31) 19h15 “As Canções” (BRA, 2011, 1h32, 10 anos) Dir. Eduardo Coutinho Quinta-feira (1º) 19h15 “Raul Seixas – o início, o fim e o meio” (BRA, 2012, 2h08, 14 anos) Dir. Walter Carvalho Sexta-feira (2) 19h15 “Violeta Foi para o Céu” (ARG/ BRA/CHI, 2012, 1h50) Dir. Andrés Wood (*) Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Entrada gratuita


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BELO HORIZONTE 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2018

estilo UARLEN VALERIO

NO CONFORTO> Profissionais se empenham em levar serviços personalizados até os clientes

Beleza delivery Se você é daquelas pessoas que trocariam – sem pensar duas vezes – o ambiente movimentado dos salões de beleza por um atendimento personalizado, fornecido no conforto de seu lar, um alento: você definitivamente não está sozinha. Atentos a esse movimento, alguns profissionais vêm se especializando em oferecer serviços de maquiagem ou cabelo agendados por telefone (ou até mesmo por aplicativos) para as pessoas que enxergam essa alternativa como uma oportunidade para adequar a agenda à manutenção dos cuidados com a beleza. “O atendimento é mais prático e mais cômodo para todo mundo. A cliente, por exemplo, não perde tempo no trânsito. Ela permanece em sua casa e, depois de pronta, é só trocar de roupa e partir para o compromisso”, pontua a maquiadora Amanda Mesquita, que atende em domicílio há um ano. A novidade nesse tipo de atendimento é que os profissionais andam cada vez mais comprometidos em levar à casa do cliente toda a estrutura necessária para reproduzir o ambiente dos salões. Os equipamentos, por exemplo, Lorena K. Martins

são todos pensados para oferecer um estúdio de beleza móvel. “No início, minha maior dificuldade era com a luz para maquiar, que, dependendo do local, nem sempre é boa”, lembra Amanda, que atualmente desloca-se até a casa das clientes munida de um “ring light” – equipamento que assegura uma iluminação ideal e, por tabela, a qualidade do resultado. “Não queria que o material de trabalho ficasse limitado. Procuro levar uma mala com o máximo possível de opções de maquiagem, produtos e cores para o cliente escolher”, explica ela, sempre repleta de ferramentas para atender qualquer pedido de última hora. A jornalista Cecília Barbi é uma das clientes de serviços delivery. Segundoela,a opção foiumasaída para resolver sua rotina profissional sem ter que ficar presa ao funcionamento de um salão tradicional. “Além de poupar tempo de deslocamento e otimizar as tarefas no dia a dia, é possível ter uma maquiagem linda numa festa prevista para um domingo ou feriado, por exemplo”, conta ela, que também faz massagem estética no conforto do lar. Quem é usuária frequente do serviço é Sharon Hayfaz, que tam-

bém responde pelo marketing do Make You, serviço de maquiagem e cabelo que pode ser agendado via aplicativo. “Além de trabalhar o dia todo, ainda tenho muitos eventos, principalmente casamentos. E é muito bom poder fazer a maquiagem no meu quarto, de pijamas. E, enquanto maquio ou arrumo o cabelo, consigo agilizar algo do meu trabalho, no computador”, relata. “ON THE ROAD” Pensar em uma estrutura necessária para atendimentos com comodidade fora do espaço físico do salão foi também o desafio enfrentado pelas maquiadoras e sócias Camila Rocha e Luiza Pace, do Selfie Make Up Studio. Há dez meses, elas criaram a opção da maquiagem itinerante Selfie On The Road, voltada para o atendimento domiciliar em ocasiões especiais – principalmente pensando na demanda das noivas que optam pelo destination wedding. “Para a cliente, o serviço é maravilhoso, pois ela vai permanecer no conforto de sua casa, em um hotel ou até mesmo no local onde o evento será realizado”, pondera Luiza. “E, também, não precisa se preocupar com atrasos

ou imprevistos, pois a equipe vai estar lá no horário agendado”. Aliás, pontualidade é um item importante. O deslocamento até o destino onde o profissional vai maquiar exige atenção dobrada – atrasos, claro, não são bem-vindos. Os horários são calculados de acordo com o tempo que o profissional vai gastar para chegar ao local e, na sequência, para se deslocar rumo à próxima cliente. “Procuro manter pelo menos 40 minutos de intervalo entre uma e outra cliente, e também considero que vou ficar mais tempo na casa da pessoa, para eventuais retoques. Na hora de agendar, também procuro, no mapa, o endereço da cliente e calculo a distância que vou levar de uma casa a outra, para não atrasar de jeito algum”, frisa Amanda Mesquita. TRANSFORMAÇÃO A atenção ao horário é mais que um zelo essencial com as clientes – que, no geral, são bem exigentes ao optar por esse tipo de serviço personalizado (principalmente as noivas). Para o atendimento em outra cidade ou até em locais abertos, por exemplo, é preciso transformar o local vazio em um backstage, o que não é uma tarefa sim-

Camila Rocha e Luiza Pace criaram o Selfie On The Road, serviço que atende clientes fora do espaço dos estúdios de beleza. Para isso, dão ênfase a equipamentos que podem ser montados em qualquer lugar

ples: “Exige capacidade de planejamento para prever os tempos de deslocamento, adequação entre a infraestrutura existente e a necessária e muito profissionalismo”, diz a sócia Camila Rocha, do Selfie Make Up Studio. Ao lado de Luiza, Camila reforça a bagagem com iluminação especial, bancadas dobráveis, cadeiras altas para maquiagem e baixas para o cabelo, espelhos, extensões elétricas e adaptadores de tomada – estrutura que pode atender até 50 pessoas, se necessário, e suas respectivas demandas em relação a produtos. “As mais solicitadas maquiagens, hoje, incluem olhos esfumados com ou sem delineador gatinho. Pele bem-feita e bem iluminada, muitos cílios e lábios em tons claros, ou a clássica boca vermelha”, conta.


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Beauty Date Como serviços delivery e táxi, a plataforma online oferece serviços de beleza mais próximos – e funciona 24h.

GetNinjas O app faz uma seleção de profissionais avaliados para entrar em contato com o cliente. Depois disso, só combinar o horário e local do serviço.

Singu A plataforma oferece serviços de manicure, cabeleireiro, maquiador, depilação e massagista. Abre espaço para avaliação de outros clientes.

Aplicativo tem serviços na palma da mão Foi justamente pensando na ala feminina que vive conectada e é usuária de serviços via aplicativo – do delivery de comida ao transporte – que foi lançado também em Belo Horizonte, em 2016, o Make You, que permite o agendamento até quatro horas antes de serviços de cabelo e maquiagem pela internet. O aplicativo, que pode ser baixado das lojas Apple (iOS) ou Google Play (Android), possibilita a marcação do horário, além de opções de maquiagens e penteados, que vão de uma escova modelada a um coque elaborado para festas. S h a r o n Hayfaz, que responde pelo marketing da plataforma, conta que, na capital mineira, são 17 os beauty artists cadastrados no aplicativo. E, para garantir a qualidade do trabalho, todos passam por uma seleção com treinamento, capacitação técnica e aula especializada de consultoria de beleza para iniciar os atendimentos. Ao esco-

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tado como o segredo de muitas famosas, uma vez que é rico em vitamina C, que ajuda na fixação dos antioxidantes, recupera a vitalidade dos fios e reabilita as proteínas e vitaminas essenciais ao cabelo Quanto R$ 30,40 Onde www.spadios.com.br

lher os serviços, a própria ferramenta se encarrega de encontrar um profissional qualificado que esteja disponível no horário desejado. Já o pagamento é feito na hora do agendamento, via cartão de crédito, e o preço da maquiagem, que também inclui cílios postiços, é fixo: R$ 250. “Após o serviço, o cliente também pode avaliar como foi a experiência, para guiar outras usuárias”, disse. MAKE YOU/DIVULGAÇÃO

A maquiadora Amanda Mesquita chegando à casa da cliente toda equipada: em cena, mala com opções de maquiagem e luzes em LED ring light, que garantem um resultado mais certeiro

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Listamosumasériedeprodutospara renovaromaterialescolarecomeçaro anoletivocomaresdiferenciados Com o fim das férias de verão, chega o momento de retornar às aulas, que se iniciam logo em fevereiro. E para quem já está no embalo para começar o ano letivo com o pé direito, muitas novidades invadem as prateleiras disputando a preferência dos pequenos e dos jovens. Uma das grandes preocupações, claro, é como levar as refeições das crianças. Para deixar os lanches mais atraentes, lancheiras divertidas são opções ótimas – principalmente as térmicas, que garantem a conservação do alimento por mais tempo. Já para manter os compromissos em dia, a novidade é o planner, espécie de agenda mais detalhada, na qual se pode organizar do planejamento semanal à meta do ano, além de fazer o controle financeiro e até a lista de filmes, livros e séries a conferir. Não é legal? E para quem também acredita que o início do ano é momento para renovar a mochila, os modelos estão repaginados, repleto de cores diferenciadas, tendência entre as fashionistas. Veja mais novidades a seguir. Lorena K. Martins

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vida leve

Laura Medioli laura@otempo.com.br

Uma aventura amazônica INTERVENÇÃO SOBRE IMAGENS DE ARQUIVO PESSOAL

utro dia me diverti com meu irmão que acabara de retornar de Roraima, onde fora visitar sua filha, minha queridíssima sobrinha Ana. Ana estava de casa nova. Alternava sua estadia entre Boa Vista e as aldeias ianomâmis, onde há mais de dez anos trabalha. Dessa vez, acompanhada pelo marido, também indigenista, e pelo pequeno Lino. Loirinho dos olhos azuis, o menino carinhosamente é levado de colo em colo pelas ianomâmis, brinca e nada nos igarapés junto a outras crianças. Entre os índios, usufrui momentos memoráveis em meio à exuberância da floresta. Com certeza, uma criança privilegiada. Conhecer a Amazônia para mim sempre foi um sonho. Aproveitando o convite de uma amiga que reside em Manaus, não tive dúvidas: fui arrumar minhas malas. Levar o quê? Perguntava-me, enquanto separava vestidos, shorts e camisetas – sabia que o calor por lá era infernal. No avião, o piloto avisou satisfeito: – Iniciamos nosso procedimento de descida, Manaus encontrase com o tempo claro, sem nuvens e, acreditem, com a temperatura de 27°C! Bastou essa notícia para que tripulação e passageiros começassem a bater palmas – afinal, 27°C em Manaus é uma dádiva. Não fui para Roraima, fiquei apenas no Amazonas, mas entendi perfeitamente quando meu irmão, impressionado, descreveu o calor da região. – Laura! Eu não conseguia sair

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do ar-condicionado. Não entendo como a Ana e o Lino sobrevivem com naturalidade em meio àquele calor. É como se estivéssemos numa sauna seca, com um ar quente que não dá trégua. Nas poucas vezes em que ele resolveu sair da casa (e do ar-condicionado), foi para ir a uma praia às margens do rio Branco, afluente do rio Negro. Segundo minha sobrinha, essa praia dura seis meses – de setembro a maio, para ser mais exata –, quando suas areias ainda não são recobertas pelas águas no período de chuva, que eles chamam de inverno. Ali se montam barraquinhas e vendem-

se cervejas, peixes fritos e iguarias da região. O sol é escaldante, e as águas do rio tornam-se uma benção para quem quer se refrescar. Para chegar ao local, é necessário pegar uma embarcação que sai das margens da cidade para a outra borda. E lá foi meu irmão, com seu short colorido, camiseta, chapéu, um litro de protetor solar, o neto no colo e a filha de guia, com seu ventre avolumado pela gravidez de sete meses. – Finalmente, um refresco! – pensou, entusiasmado, ao mergulhar nas águas turvas do rio. Era fim de semana, e a praia estava cheia. A seu lado, uma mulher re-

clama com outra: “Acho eu fui mordida por uma piranha”... E ele lá, sem se dar conta da frase que acabara de escutar. A água estava fria. Traumatizado com tanto calor, não sairia dali por nada nesse mundo. Hora de retornar para a cidade. A tarde transcorrera maravilhosamente na companhia do neto e da filha, naquele passeio diferente de tudo que já havia vivido. Na praia, para subir e descer da embarcação, foi preciso entrar na água rasa. O que não sabia é que, chegando à outra margem, no porto, teria que descer pela frente, em terra firme. Como não atinou

para esse detalhe, na ânsia de sair, pulou na água. E sumiu. – Socoooorro!!! – debatia-se, equilibrando o netinho nas mãos. Descobriu da pior maneira que ali não existia areia. O rio era profundo, metade água, metade lama. Lino foi retirado às pressas, enquanto meu irmão conseguiu, aos trancos e barrancos, subir na embarcação, sujo de barro dos pés à cabeça, naturalmente, sem um dos chinelos. Depois do susto, o riso. O mesmo riso descontraído com que veio me contar essa história. – Laura! O pior você não sabe... E eu, achando graça, escuto. – Quando chegamos em casa, tomei um superbanho, já que estava puro lodo. Liguei o ar-condicionado, o ventilador e fui ver TV. Adivinha qual era a notícia do dia? – O quê? – pergunto, curiosa. – “Alerta para quem for nadar: A praia do rio Branco está tomada por piranhas”... Assustado, correu para contar à filha o que acabara de ouvir na TV. E ela, na maior naturalidade do mundo, respondeu: – Ah, sim! Provavelmente é por causa do desequilíbrio de jacarés... Pronto, foi a gota d’água. Derretendo de calor, subiu ao quarto para fazer as malas, já que viajariam no dia seguinte. Voltou para Belo Horizonte com a filha, o neto e a netinha Aurora, que vai nascer no conforto e na segurança de Belo Horizonte, antes que a filha resolva ter a bebê no meio da mata, de cócoras, como tantas vezes presenciou as índias fazerem. Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO


WTemporada. Operadora divulga em BH destinos no Sul do país. Página 2 WCarnaval. Produtor fala sobre o camarote Alegria do sambódromo. Página 2 pampulha

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ALFREDO ESTRELLA/AFP

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BELO HORIZONTE Sábado 27/1/2018

Herança pré-hispânica Na Cidade do México, roteiro é enriquecido com igrejas e pirâmides; em Cancún, ruínas maias são destaque Páginas 4 a 7


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paulo campos

Acompanhe as dicas de Paulo Campos no programete Super Viagem, de segunda a sexta-feira, às 10h33, no Manhã Super

paulocampos@otempo.com.br

sala vip W

Sul do Brasil em road show da FRT O Sul do Brasil foi o foco da FRT Operadora em um road show que percorreu as cidades de Ipatinga, Juiz de Fora e Divinópolis e terminou, no dia 18, em Belo Horizonte. Cerca de 40 agentes de viagensparticiparamdoevento no hotel e-Suites Toscanini, na Savassi, que contou com parceiros da operadora – a rede Laghetto Hotéis e Viale Hotéis (PR), os hotéis Vivaz Cataratas (PR) e Infintiy Blue (SC) e os receptivos MMC

FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

(PR) e Vip Mar (SC). Há um ano e meio com a representação dos profissionais João Cruz e Rodrigo Oliveira em Minas, a FRT está cada vez mais ganhando a aceitação e a confiança do trade local. SegundoJoão Cruz,eles preocupam em capacitar os agentes para que cada vez mais possam fazer vendas com qualidade para seus clientes.

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Veja mais fotos em http://www.otempo. com.br/opini%C3%A3o/paulo-campos/ apostas-internacionais-para-2018-e-roadshow-1.1564616

Michelle Moraes (Atos Viagens), Valéria Linhares (Gaia Tour), Ana Luísa Nascimento (Asas) e Aline Hollerbach (TH Travel)

Madson da Silva, o gestor comercial da FRT, que veio especialmente para o evento, entre Rodrigo Oliveira e João Cruz, representantes comerciais da FRT no Estado de Minas Gerais

Lilian Zimmer (Laghetto Hotéis), Fernando Arruda (Camar), Bibliana Zuchinalli (Vivaz Cataratas), Douglas Suptitz (MMC), Gustavo Hendrick (Hotéis Viale) e Antônio Fêlix (Vip Mar)

Rodrigo Baía (Terra Brazilis), Simone Passos (ARC Turismo), o casal Ana Paula Chagas e Wismar Dabess (Fly Vip Viagens)

O trio da Ibiza Turismo, Daniella Starling, Juliana Machado e Ana Paula Freitas (Ibiza Turismo), Ludmilla Meireles (Tour Le Monde)

personagem da semana ARQUIVO PESSOAL

André Barros,

empresário e organizador das festas mais badaladas do Rio, como Banda Zeh Pretim, Fica Comigo e Santa Clara e Camarote Allegria

Como foi o salto de designer para produtor de eventos? A mudança de ramo foi algo gradual, mas também orgânico. Iniciei a carreira em 2002, com 19 anos, em eventos de marcas de roupas com amigos, em uma época em que a noite carioca ainda consistia em boates e passava por uma transformação que acabou as extinguindo. Esses eventos tinham o intuito de levar música, conteúdo para a loja, o que na época era impensável. Ao longo do tempo, com os eventos dando certo, acabei investindo nessa carreira.

Eventos hoje badalados como Samba de Santa Clara, do Baile do Zeh Pretim e Fica Comigo surgiram de que maneira? O Baile do Zeh Pretim surgiu da parceria com dois amigos, Paulo de Castro (Zeh Pretim) e Tunico Almeid. Queríamos fazer algo diferente, uma festa itinerante e temática, ao ar livre e durante o dia, algo para encher os olhos, com tudo free e da melhor qualidade. Não tinha nada assim no Rio e se consagrou para o resto do Brasil. Ja o Fica Comigo e o Santa Clara são uma parceria minha e do Tunico. O samba começou pequeno na boate 00 e conquistou a cidade com uma homenagem a Jorge BenJor. Já o Fica Comigo é uma sensação desde seu primeiro show, resgatamos o pagode retrô, e a festa virou marca.

Qual foi seu maior sucesso de público até hoje? Acho que o Fica Comigo é um sucesso estrondoso sempre, os ingressos se esgotam rapidamente para onde quer que vá. Eles fazem, em média, 17 shows por mês.

Você disse em uma entrevista que não há boates que atendem os millenials. O que é preciso para atrair esse público? Não basta ter música para atender os millenials, eles querem uma experiência única, um local diferente, uma proposta de evento, um novo DJ, um bar com drinks exclusivos.

Você se diz um “vendedor de experiências”, por quê? Porque desde a extinção das boates, o público busca por experiências únicas, as pessoas procuram aquilo que nunca mais vão vivenciar, com um show com boa gastronomia, conforto e, claro, um setlist exclusivo. Por exemplo, o nosso projeto mais novo, Mesa de Jorge, com o sambista Jorge Aragão, tem lotado a Hípica, no Rio, porque a cada domingo ele leva um convidado, tem uma setlist diferente. É único e talvez você não veja nunca mais igual na vida.

Como nasceu a ideia de fazer festas de réveillon? O réveillon é naturalmente uma época de festas, de comemorar a chegada de um novo ano, as pessoas querem ir para a rua curtir, com esperança e desejo de um ano melhor. Comecei a organizar festas em locais pouco conhecidos e até então pouco aproveitados, como o Lagoon, a Hípica e, no último ano, trouxemos o Sheraton Grand Rio, algo inédito.

Sua próxima festa é o camarote Allegria? Fale um pouco sobre essa experiência. A ideia do camarote surgiu no Carnaval de 2011, quando eu estava a caminho do Sambódromo para assistir aos desfiles junto com o Guilherme Viana, um de meus amigos e que acabou se tornando sócio do Allegria. Percebemos um potencial de negócio e tivemos a ideia de levar as festas que já organizávamos para lá em formato inovador. Além disso, vimos que muitas pessoas tinham interesse em ir assistir aos desfiles, mas não curtiam as propostas dos camarotes que já existiam. Daí surgiu o Allegria, que também conta com os sócios Tunico Almeida, Gabriel Lobo e o promoter Diógenes Queiroz. No camarote, é possível assistir aos desfiles com conforto, comer bem e se divertir em um dos espaços mais disputados da avenida, o setor 11.


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O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia - Belo Horizonte 27 de janeiro de 2018


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Patagônia (I)

Estreia do Ventus Australis Com 26 anos de operações, especializada em excursões pelas águas (e terras) geladas da Patagônia, a companhia Cruzeiros Australis lançou uma novidade para a temporada 2018, o navio Ventus Australis, similar ao Stella Australis, tanto em tamanho como em capacidade, que vem com design renovado e toda a excelência de serviços. CRUCEROS AUSTRALIS/DIVULGAÇÃO

Patagônia (II)

Punta Arenas a Ushuaia O Ventus Australis, que opera com o sistema all inclusive, faz roteiros de quatro a oito dias, partindo de Punta Arenas a Ushuaia (e vice-versa). Os roteiros percorrem pontos da Patagônia chilena e argentina, como o estreito de Magalhães, o canal de Beagle e o cabo Horn. A capacidade é para 210 passageiros. CRUCEROS AUSTRALIS/DIVULGAÇÃO

Rota Lund

Grutas mais iluminadas As grutas da Lapinha (Lagoa Santa), Maquiné (Cordisburgo) e Rei do Mato (Sete Lagoas) estão com nova iluminação. O projeto, que custou R$ 2,6 milhões e contempla lâmpadas de LED na cor branca, foi inaugurado no último dia 22. O montante ainda será aplicado para melhorar a conservação das grutas e oferecer conforto aos visitantes. SEMAD/DIVULGAÇÃO

turismo

América do Norte

Beleza, cultura e arte na Cidade do México Capital do país latino-americano revela suas raízes históricase sua mesclade cosmopolitismo e tradição pormeiode seusurpreendente e vastopatrimônio Alexandre Carneiro Uma metrópole que tem raízes pré-colombianas e coloniais, mescla tradição e cosmopolitismo e abriga diversas atrações culturais. Assim é a Cidade do México, habitada desde o século XIV. Então capital do Império Asteca, a urbe foi violentamente dominada e arrasada pelos espanhóis no século XVI, tornando-se uma das mais importantes povoações das Américas. É essa mistura forçada de europeus e indígenas que originou a atual sociedade mexicana, cujos reflexos são facilmente notados na capital do país. A gastronomia, a solicitude do povo e as obras de diferentes períodos exibidas na Cidade do México são um prato cheio para turistas, ali brindados com experiências únicas e surpreendentes. Para conhecer melhor o contexto histórico do país, é conveniente começar a visita à capital mexicana pelo Museu Nacional de Antropologia. O edifício modernista, cujo projeto é assinado por Pedro Ramírez Vásquez, um dos mais importantes arquitetos do México, abriga uma infinidade de obras originárias de diferentes civilizações pré-colombianas que habitaram o país. A peça mais famosa do acervo, uma pedra solar asteca – que muitos pensam, erroneamente, se tratar de um calendário –, ocupa posição de destaque. O museu foi construído dentro do parque de Chapultepec, igualmente digno de uma visita. Não apenas para desfrutar da área verde, mas também para conhecer um dos exemplares arquitetônicos da segunda fase à qual a cidade foi submetida: a colonial. Construído por espanhóis no século XVIII, o Castelo de Chapultepec está incrustado em uma colina envol-

Para conhecer um pouco mais a cultura mexicana, está em cartaz “Viva: A Vida é Uma Festa”, candidato ao Oscar de animação ta pela vegetação. Concebido para ser um palácio, teve diferentes usos e, hoje, abriga um museu histórico.

Frida Kahlo e Diego Rivera Foi no século XX, após a independência do país, que a capital abrigou aqueles que se tornariam seus mais famosos personagens: Frida Kahlo e Diego Rivera. A história de amor entre dois dos mais geniais pintores que o mundo já viu teve, durante a maior parte do tempo, a Cidade do México como pano de fundo. As principais obras de Diego Rivera não ficam em museus: os enormes murais do pintor estão afixados em edificações públicas. Os mais famosos estão no Palácio Nacional, sede do governo mexicano, e na Secretaria de Educação. A visita é gratuita, mas os horários são limitados ao funcionamento dos órgãos federais. Já as pinturas mais famosas

de Frida Kahlo estão no museu que leva seu nome, conhecido popularmente como Casa Azul, no charmoso bairro de Coyoacán. A residência pertenceu originalmente aos pais de Frida. Foi lá que ela passou a infância e enfrentou um doloroso processo de recuperação após o acidente de ônibus que quase lhe tirou a vida, ainda na juventude, e que marcou definitivamente sua vida e sua obra. Posteriormente, foi a moradia da artista com seu marido, Diego Rivera. É possível visitar, entre outros cômodos, o jardim onde Frida se inspirava, a cozinha onde eram produzidos os pratos preferidos do casal, o ateliê e o quarto onde ela passou os últimos dias de vida. No acervo, estão as obras mais importantes da pintora. A poucos quarteirões dali, situa-se o museu Trotsky, no imóvel onde o intelectual marxista viveu seus últimos anos. Ele se mudou para o México a convite do próprio Diego Rivera, ao ser exilado da União Soviética. A residência preserva muros, guaritas e portas blindadas, artifícios que não conseguiram impedir o assassinato do ex-líder. Um passeio a pé por suas charmosas ruas, que percorre o mercado local e é seguido de uma refeição em um dos restaurantes em frente ao parque Centenário é uma boa maneira de terminar a visita ao Coyoacán.

O Calendário do Sol asteca (ao centro) está no Museu de Antropologia

Um dos famosos murais de Diego Rivera no Palácio do Governo

Quem leva

Dança

Operadora: CVC

Espetáculo. A Cidade do México é sede da companhia de balé folclórico do país, fundado em 1952. O corpo de dança, que reúne bailarinos de formação erudita, encena de maneira artística e profissional as tradições do país. Palco. Entre os locais em que o Balé Folclórico do México se apresenta está o Palácio de Belas Artes, principal teatro de ópera do país, um suntuoso edifício inaugurado no início do século XX. O local abriga ainda dois museus: um dedicado à arte e outro, à arquitetura.

Informações: www.cvc. com.br/lojas Roteiro: Cancún Pacote: O programa, com saída em 4/4, custa a partir de R$ 4.144 por pessoa. Inclui aéreo e seis noites de hospedagem em ap. duplo no all inclusive Oasis Palm Resort OBS: Para a Cidade do México, o Expedia.com.br tem pacotes de sete noites de hospedagem e aéreo a partir de R$ 5.346,23, em abril

Em estilo art nouveau, o Palácio de Belas Artes é o principal espaço artístico local


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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte 27 de janeiro de 2018

FOTOS ALEXANDRE CARNEIRO

Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe é o segundo templo católico mais visitado no mundo; perde só para a de São Pedro

Templos são atrações importantes “É possível encontrar mexicanos que são ao mesmo tempo ateus e guadalupanos”. O ditado, ouvido no país, parece fazer todo sentido: mesmo para quem não é religioso, é difícil não se impressionar com a devoção do povo e, consequentemente, com os santuários existentes no país. Não por acaso, a Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe é um dos pontos turísticos mais importantes da Cidade do México. Erguida em 1976, a nova basílica tem o estilo moder-

nista característico do arquiteto Pedro Ramírez Vásquez. O edifício situa-se em um complexo católico que inclui também a antiga basílica, concluída no século XVII, batistério, capelas e mercado de artigos religiosos, além de uma esplanada e do monte Tepeyac, onde a Virgem teria aparecido e que, hoje, serve de base para vários jardins. O conjunto impressiona pela beleza e pela grandiosidade. Outra visita praticamente obrigatória é à Catedral Metropolitana, localizada

na praça da Constituição, a principal da Cidade do México. Dedicada à Assunção da Virgem Maria aos Céus, o suntuoso edifício, em estilo colonial espanhol, foi construído entre os séculos XVI e XIX e, atualmente, ostenta o título de Patrimônio Mundial da Unesco. Os altares, a cátedra, as imagens sacras e os órgãos de tubos existentes no local pedem olhares atentos e sem pressa, para que o turista possa apreciar os detalhes da ornamentação. (AC)


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turismo MARCELINA LIBERATO/DIVULGAÇÃO

Piratas (I)

Um cruzeiro bem original Para desfrutar a noite em Cancún, não deixe de curtir o Pirate Show & Lobster Dinner Cruise. Tratase de um originalíssimo cruzeiro a bordo de réplicas de galeões espanhóis do século XVIII: The Black Pearl e El Bucanero II, com capacidade para 285 passageiros cada. Das 18h às 22h, quando a cidade fica para trás e a noite cai, o cruzeirista dança, bebe e come (tudo incluído), servido por garçons-piratas.

Península de Yucatán

Cancún, um destino superlativo Herança maia, cenotes mágicos,mar do Caribe, ilhas únicase aventuras diversastornam obalneário mexicano umadas mais completase singularesviagens do mundo

PAULO CAMPOS

Tânia Ramos

taniaramos@otempo.com.br

GALEON CAPTAIN HOOK/DIVULGAÇÃO

Piratas (II)

Show noturno em mar aberto Oclímaxdotouréquando, navolta,as duasembarcações–umacapitaneada peloicônico JackSparrowea outra,pelo capitãoGancho– encontram-seese emparelhampara travarumaverdadeirabatalha.Não semantesacontecer osuspense de encontrarmosumminúsculonavio fantasmaàderiva. Depoisdisso, ésó piratasse atirandoporcordasnaembarcação“inimiga”etravando“sangrentas”lutasde espadasepunhais. Preço: US$95 (adulto) eUS$48 (criança).capitanhook.com

O cenote Suytun foi ponto de parada da nossa excursão para Chichén Itzá

Cancún é um destino por excelência. Banhado pelo inconfundível mar do Caribe – com sua ora profunda, ora sutil paleta de azuis e, às vezes, nuances de verde –, o balneário proporciona ao visitante uma badalada vida noturna, uma hotelaria de primeira, uma gastronomia singular e atrações que primam pela criatividade. Lá, um dia (ou noite) nunca é, de fato, igual ao outro. Acrescente-se, ainda, a tamanha oferta de lazer a hospitalidade mexicana, deveras calorosa. Todavia, se a vida urbana é uma eterna festa, é na cultura ancestral que o turista vai encontrar sua verdadeira essência: o rico legado maia, que reúne sítios arqueológicos como Chichén Itzá, considerado a mais mística cidade dessa civilização pré-colombiana; Cobá, onde chama atenção a quadra do Jogo da Bola, cujo ganhador, acredita-se, era sacrificado; e Tulum, única ruína maia a beiramar, erguida estrategicamente na altura de um canal marítimo entre a barreira de corais que se estende do Caribe mexicano, passando por Beli-

ze, até a Guatemala, sendo a segunda maior do mundo.

Do radical ao inusitado Distante 10 km da costa de Cancún, a Isla Mujeres é de visita obrigatória. Nela, pode-se conhecer o rústico centrinho. Mas o ideal é adquirir um pacote para o Garrafón Natural Reef Park (US$ 89), seu mais famoso parque, que inclui travessia de barco (há saídas de Playa Tortugas, El Embarcadero e Playa Caracol), café da manhã, almoço (com bebidas sem e com álcool) e atividades como praia, snorkel, piscina, caiaque e uma incrível tirolesa de três plataformas. Se preferir, o turista pode optar pelo combo Garrafón + nadar com golfinhos no Dolphin Discovery (US$ 159). Os cenotes – poços (fechados, semi-fechados ou abertos) ou rios subterrâneos (alguns com cavernas) – são outros incríveis atrativo da península de Yucatán, onde estima-se mais de 10 mil deles, com vários abertos à visitação. Muitos interligados entre si, os cenotes foram locais sagrados para os maias, que os usavam para a prática de rituais religiosos, incluindo sacrifícios.

No belíssimo mar caribenho, a Isla Mujeres tem o Garrafón Park, com ótima infraestrutura e torres da tirolesa no mar PAULO CAMPOS

Tour mágico Suytun. Naida a Chichén Itzá,visitamos o cenote Suytun, onde,aodescer uma íngremeescadaria de tijolos crus,nos deparamos comum lago deáguas cristalinas sob umsalãorochoso de pédireito descomunalerecepção de umritual depasse maia. No teto,chamouatenção ofacho deluz que adentrapor um pequenoburacoeoemaranhadode estalactitessobreo lago. Escadaria de Kukulcán, em Chichén Itzá, soma os dias do Haab (calendário maia) MARCELINA LIBERATO/DIVULGAÇÃO

Ruínas emblemáticas da civilização maia

Antes mesmo do embarque para o Pirate Show, os turistas já interagem com os “piratas”, que fazem performances em terra e ainda posam para fotos

Por mais que o mar do Caribe seja um poema em ondas, que seduz, fascina e acalma, visitar Cancún e não conhecer sua herança maia é o mesmo que “ir a Roma e não ver o papa”, como diz o velho ditado. Distribuídas pela península de Yucatán – formada pelos Estados de Quintana Roo (do qual faz parte Cancún), Campeche e Yucatán –, são quatro as principais ruínas dessa civilização pré-colombiana na região: Chichén Itzá, Cobá, Tulum e Ek Balam. Esta última eu não conheci, juntamente com o sítio arqueológico de San Gervasio, na ilha de Cozumel, que

guarda o que sobrou do santuário dedicado à deusa maia da fertilidade, Ix Chel. Considerado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco desde 1988, Chichén Itzá possui o maior acervo, capitaneado pela emblemática pirâmide de Kukulcán (ou El Castillo), de 365 degraus. Em Cobá, com uma herança igualmente rica, é possível subir em sua principal edificação, a pirâmide de Nohoch Mul, de 42 m de altura e 110 degraus, assim como na Acrópole (31 m de altura), a maior construção de Ek Balam. Tulum é a única ruína maia a beira-mar.


turismo

7W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de janeiro de 2018

ALEXANDRE CARNEIRO

Sítio arqueológico

Pirâmides guardam mistérios Teotihuacán, a 50 km da capital mexicana, possuiumenorme complexo,comdestaque para os templos dedicados aosol e à lua Alexandre Carneiro Ao longo do território do México, existem incontáveis sítios arqueológicos. Por sorte, um dos mais impressionantes fica bem perto da capital do país: cerca de 50 km separam a metrópole de Teotihuacán, cujas ruínas, que incluem duas grandes pirâmides, construídas em louvor ao sol e à lua, guardam uma história milenar. Em um dia inteiro, é possível conhecer muito bem o local, que ostenta o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. Teotihuacán impressio-

na não apenas pela história, mastambémpelagrandiosidade: os principais monumentos estão localizados ao longo de uma via de aproximadamente 4 km, sugestivamente chamadade“ruadosMortos”.A relação entre a vida e a morte e a consequente dualidade entre intramundo e inframundo estápresentenaculturadamaioria das civilizações pré-colombianas, e até hoje alguns de seus vestígios ainda são notados nos costumes mexicanos. Apartir da ruados Mortos, visitam-seas duas pirâmidese o palácio de Quetzalpapalotl. Subir nas pirâmides é tarefa cansativa, mas gratificante: a maior delas, a do sol, tem 65

Ruínas de Teotihuacán, eleitas Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco

m de altura. Do alto, além da belapanorâmicadaregião,rodeadapormontanhas,épossível ter uma dimensão melhor dosítioarqueológico, quetem uma área aproximada de 83 km².Asruínasrevelamoengenhoso sistema construtivo da época,abase detaludes.Algumas construções ainda guardam resquícios dos adornos originais, cujos temas passam por divindades em corpos de animais, guerras, sacrifícios e a relação entre vida e morte.

Declínio

Atualmente, Teotihuacán é frequentado por turistas do mundo todo, místicos e vendedores de suvenires

Acredita-se que Teotihuacán começou a ser habitada por volta do ano 600 a.C. e, ao longo do tempo, abrigou diferentes culturas indígenas, entre as quais Mixteca, Zapoteca e Maia. Quando os espanhóis chegaram ao México, no século XVI, já encontraram o local deserto e em ruínas: estimase que a cidade, que chegou a ser a maior da América pré-colombiana, com apro-

ximadamente 180 mil habitantes, entrou em declínio por volta do ano 650. Os motivos que levaram os povos indígenas a abandoná-la ainda são nebulosos, mas hipóteses apontam para guerras e fatores climáticos. A visita ao sítio arqueológico também dá direito a entrar em um museu que ajuda a contar a misteriosa e fascinante história de Teotihuacán.


8 W O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia 27 de janeiro de 2018

Belo Horizonte


W Segredo. Toyota registra patente do híbrido Prius C no país. Página 11

VOLKSWAGEN/DIVULGAÇÃO

W Altas Rodas. BH ganha loja de películas automotivas de luxo. Página 10

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BELO HORIZONTE Sábado 27/1/2018

pampulha

W

Novas virtudes Variante sedã do Polo, Virtus chega ao mercado em três versões com preço a partir de R$ 59.990. Páginas 12 e 13 BMW MOTORRAD/DIVULGAÇÃO

BMW G 310 GS será lançada em breve no Brasil Modelo alemão deve acirrar ainda mais a disputa no segmento das motos trail de baixa cilindrada. Página 14


W 10 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de janeiro de 2018

interCâmbio

Acompanhe as últimas novidades do mundo automotivo na coluna Super Motor, com Raimundo Couto, de segunda a sexta-feira, em duas edições, às 08h45 e às 21h45.

raimundocouto@otempo.com.br

Raimundo Couto

As voltas que o mundo dá (II) ARQUIVO PESSOAL

Na última edição da coluna InterCâmbio, comecei a contar uma das mais fantásticas experiências que pude vivenciar como jornalista especializado: dirigir um carro de Fórmula 1. Foi no circuito Paul Ricard, palco do GP da França, que, por sinal, volta a fazer parte do calendário da categoria neste ano. A pequena turma de jornalistas brasileiros teve acesso aos velozes bólidos em 2013 por meio do programa Renault iRace Experience. Era uma promoção da equipe Lotus-Renault, que possibilitava a mortais comuns, como nós, a oportunidade de se sentir como um piloto profissional por um dia todo. Com o fim da escuderia em 2015, o iRace acabou extinto, mas, até

então, era aberto a qualquer mortal. Bastava assinar um cheque de € 6.500 (cerca de R$ 19 mil na época), responder a um criterioso questionário em relação à saúde e se comprometer a assumir os riscos – até de morte – inerentes aos que aceleram um carro de quase 600 cv. O dia começava cedo e era preenchido com intensas atividades, que incluiam até exercícios físicos e de relaxamento muscular, além de constante acompanhamento do desempenho do “piloto”. Antes de chegarmos a guiar o Fórmula 1 foi necessário passar por um vestibular, que é feito a bordo de um monoposto da Fórmula Renault, um carro bem menos potente, porém não menos divertido e arisco. Assim que chegamos ao

WAltas Rodas Com um coquetel para convidados e jornalistas, foi inaugurada em Belo Horizonte, no mês passado, a LuxGlass Shop. Trata-se

da primeira loja no país com produtos das marcas V-Kool, iQUE e Suntek, três marcas que estão entre as mais sofisticadas películas

circuito de Paul Ricard, fomos encaminhados para os vestiários. A nossa espera, estava uma arara repleta de macacões. Eleito o manequim mais adequado, partimos para a escolha das sapatilhas. Faltavam ainda as luvas e a balaclava. Calçados e quase prontos, pegamos o capacete personalizado e subimos, em seguida, para uma sala onde foi passado um briefing de como seria o dia de dirigir o carro de F-1. Depois de todas as instruções, percorremos o circuito dentro de uma van, em um breve reconhecimento da pista. De volta aos boxes, o grupo de jornalistas foi dividido em dois. Metade foi aprender mais sobre o carro de F-1 no simulador, que ensina todo o mecanismo de arrancada e troca

O custo do programa tinha valor tão alto quanto o sonho de sentir a emoção dentro de um Fórmula 1 com as duas mãos no volante.

de marchas do monoposto. A outra parte do grupo seguiu para atividades físicas e de reflexo. Primeiro, fiz parte da turma do simulador. Enquanto o instrutor passava as dicas de como não deixar o carro morrer e se manter na pista, minha tensão subia. Se pudesse ser medida

por um conta-giros, muitos RPM ele iria registrar. Depois de uma sessão de relaxamento muscular com uma personal trainer que cuida de alguns pilotos profissionais, era chegada a hora da primeira acelerada.

automotivas e para projetos de arquitetura do mundo. Com 400 metros quadrados, a loja fica na avenida Raja Gabaglia, 4.955, no

bairro Santa Lúcia, e funciona de 8h às 18h, de segunda a sexta, e das 8h às 12h aos sábados. “Nosso investimento foi de R$ 500 mil para

que os clientes tenham prazer em estar conosco. Oferecemos também uma diversa gama de produtos para manutenção da limpeza dos vi-

dros da casa e do carro e de estética automotiva, entre outros serviços especiais”, conta Pedro Raggi, um dos sócios da LuxGlass.

EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

LUXGLASS/DIVULGAÇÃO

Luis Pagan e Pedro Fortes, diretores da Eastman, com Carolina Menezes e Pedro Raggi, do Grupo Antares, sócios da LuxGlass

A inédita loja de produtos das marcas V-Kool, iQUE e Suntek fica perto do BH Shopping, na avenida Raja Gabaglia, 4.955, bairro Santa Lúcia

BS FOTOGRAFIAS/DIVULGAÇÃO

BS FOTOGRAFIAS/DIVULGAÇÃO

Carolina Menezes, Pedro Raggi, Marta Neves e Tulio Lopes

Mauro Tramonte, Viviane Furst e Wagner Espanha no lançamento

W

Continua na próxima semana

BS FOTOGRAFIAS/DIVULGAÇÃO

Os sócios-proprietários da LuxGlass, Pedro Raggi e Carolina Menezes, com Wagner Espanha (Record TV Minas) BS FOTOGRAFIAS/DIVULGAÇÃO

A dupla de jornalistas Amaury Gonçalves e Cadu Brandão


super motor

11 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de janeiro de 2018

FOTOS TOYOTA/DIVULGAÇÃO

Segredo

Prius C

Modelo híbrido usa a mesma plataforma do Yaris, que será fabricado no Brasil

no Brasil? Toyota registra no INPI desenhos industriais da versão compacta emais barata do modelohíbrido, queé vendida nos EUA e no Japão Da redação A Toyota registrou no Brasil a patente dos desenhos industriais do híbrido Prius C, conforme divulgado na revista do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) na semana passada. O Prius C é a versão compacta e mais barata do Prius “convencional” e é vendido em mercados como Estados Unidos e Japão. O pedido de registro no INPI é de 2011, mas só

foi confirmado agora pelo órgão. A Toyota não confirma ou comenta nada sobre o assunto, mas a patente do Prius C no Brasil pode ter a ver com o ambicioso plano da montadora de largar na frente e consolidar a venda de veículos com tecnologia híbrida em nosso país, o que já é uma realidade nos Estados Unidos e na Europa. O que também já não é segredo para mais ninguém é o desejo da marca japonesa de ser a primeira a produzir um carro híbrido movido

a etanol. No entanto, a hipótese de o Prius – vendido hoje no Brasil por R$ 126 mil – ser o primeiro híbrido flex da Toyota já foi até descartada pela fabricante. Pois então, seria o “mini” Prius o modelo escolhido para a estrear a tecnologia?

Possibilidade real Na prática, os custos de produção do Prius C no Brasil seriam amortizados já que o híbrido usa a mesma plataforma do Yaris, modelo com lançamento e fabrica-

ção local confirmada para o Brasil ainda neste ano. Nos EUA, o Prius C acaba de ganhar uma reestilização. Lá, o compacto custa a partir de US$ 20,6 mil (cerca de R$ 66 mil). O modelo é um pouco maior que o Etios (4,13 m de comprimento e 2,55 m de distância entre-eixos). O compacto utiliza um motor 1.5, de 74 cv, que trabalha em conjunto com o propulsor elétrico, de 61 cv. A potência combinada é de 100 cv. O câmbio é automático do tipo CVT.

Apesar dos registros no INPI, montadora desconversa sobre a possibilidade de o Prius C começar a ser vendido por aqui


W12 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de janeiro de 2018

super motor Lançamento

Déjà vu do novo Polo Volkswagen Virtus é lançado no Brasil; sedãchega ao mercadopara encararnovos rivais, como oFiat Cronos,que estreia em fevereiro Igor Veiga Cercado de muita expectativa pelo mercado, o Volkswagen Virtus foi oficialmente lançado ontem no Brasil. O novo sedã médio da marca alemã é praticamente a versão alongada do recém-lançado Polo. Vistos de frente e por dentro, são idênticos. Nas laterais também são iguais, até o fim das portas dianteiras. A coisa só muda mesmo da metade pra trás. O Virtus é 42,5 cm mais espichado que o Polo e oferece um porta-malas bem

R$

maior, com 521 L. Ele é mais amplo que o do Renault Logan, por exemplo, porém menor que o do Chevrolet Cobalt (563 L). O sedã, óbvio, é mais espaçoso que o Polo, graças aos 8,6 cm extras na distância entreeixos. Quase que imperceptível, o Virtus também é 4 mm mais alto que o hatch. Além de as portas traseiras serem maiores em relação ao Polo, o Virtus também traz lanternas traseiras grandes e alongadas, que invadem a tampa do porta-malas. Dá para compará-las, por exemplo, com as do novo Au-

79.990 Volkswagen Virtus Highline 200 TSI

di A3. O para-choque traseiro do sedã é diferente do Polo. O Virtus não usa motor 1.0 aspirado, como o Polo, na versão básica. Na opção de entrada, o Virtus vem equipado com o motor 1.6 MSI, de 117 cv (etanol) e 110 cv (gasolina) e câmbio manual de cinco marchas. As outras duas versões (Comfortline


super motor

13 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de janeiro de 2018

FOTOS VOLKSWAGEN/DIVULGAÇÃO

Nas versões com motor 1.0 turbo, Virtus acelera de 0 a 100 km/h em 9,9 s; a velocidade máxima chega a 194 km/h

Painel digital (opcional) da versão Highline sai por R$ 3.300 200 TSI e Highline 200 TSI) são equipadas com o motor 1.0 TSI, turbo, de 128 cv e 20,4 kg fm de torque, sempre combinado com câmbio automático de seis marchas.

Equipamentos 1.6 MSI (R$ 59.990). Principais itens de série: Ar-condicionado, computador de bordo, Isofix, rádio AM/FM com MP3 Player e entrada USB, direção, travas e vidros elétricos e quatro airbags.

Concorrência é grande Com uma lista de equipamentos e segurança acima da média, o Virtus chega ao mercado pronto para peitar a concorrência. Entre os diferenciais, o novo três volumes da Volks vem com quatro airbags de série, além de controle de estabilidade e de tração nas duas versões mais caras. Na opção de entrada pintam como principais rivais do Virtus o Hyundai HB20S e o Chevrolet Prisma, atual líder da categoria. Nas versões com motor turno, o novo modelo da Volks tem pela frente a concorrência de modelos como o Honda City e o Chevrolet Cobalt. Além disso, outros dois novos sedãs chegam em breve para engrossar a lista: o Fiat Cronos e o Toyota Yaris.

Comfortline (R$ 73.490). Todos os itens da versão 1.6 MSI e mais: controles de tração e de estabilidade, retrovisores elétricos, central multimídia, sensor de estacionamento traseiro, assistente de partida em rampas, volante com ajustes de altura e profundidade, rodas de 15 polegadas e volante multifuncional. Highline (R$ 79.990). Todos os itens das outras duas versões anteriores, além de acesso sem chave e partida do motor por botão, controle de velocidade de cruzeiro, rodas de 16 polegadas, ar-condicionado digital e luzes diurnas em LED.

Médias de consumo de combustível não foram divulgadas pela Volks

Opcionais. Controle de estabilidade e de tração faz parte do pacote de opcionais da versão de entrada, que ainda oferece o Connect Pack (R$ 2.950) composto por: central multimídia, volante multifuncional, computador de bordo, rodas de liga leve aro 15 e sensor de estacionamento. Se eu quiser tudo? Com todos opcionais e pintura metálica, o Virtus top de linha pode chegar a custar R$ 87.040. Na lista de opcionais da versão Highline, destaque para o painel de instrumentos digital, além dos bancos em couro.

Modelo traz de série controle de estabilidade e de tração nas duas versões com motor 1.0 TSI

Por quase R$ 80 mil, versão top fica devendo um acabamento melhor


W14 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 27 de janeiro de 2018

super motor FOTOS BMW/DIVULGAÇÃO

Moto

Aposta estratégica

Modelo tem como maiores rivais a Kawasaki Versys X-300 e a Honda CB 500X

BMW G 310 GS vai estrear no mercado brasileiro neste semestre para encararrivais depeso entre os modelosde média cilindrada Daniele Ramiro Auto Press

Neste primeiro semestre de 2018, a gama de motos da BMW será ampliada no Brasil com a venda do modelo G 310 GS, que segue o padrão da linha GS: focada no on/off road, com agilidade para o trânsito urbano e robustez para o fora de estrada. A G 310 GS faz parte da ambiciosa meta da fabricante bávara de vender 200 mil unidades de mo-

tos em 2020. A G 310 GS deu as caras no Salão de Duas Rodas de São Paulo, no ano passado. Por enquanto, a marca alemã ainda não revelou oficialmente a data de lançamento no Brasil. E também não deu informações sobre preços. Na Europa, a diferença de valores entre ela e a G 310 R gira em torno de 12%. Se a mesma lógica for seguida no Brasil, onde a G 310 R custa a partir de R$ 21,9 mil, o preço deve ficar em torno de R$ 24,5 mil.

A aposta da BMW vem em boa hora, para disputar um espaço que anda movimentado. Ela rivalizará diretamente com modelos como a Kawasaki Versys-X 300, que começa em R$ 22.990 e chegou às lojas brasileiras em outubro, e a Honda CB 500X, a partir de R$ 25,9 mil – apesar do modelo da marca nipônica ser mais potente, com 50 cv e 4,55 kgfm. Fabricada em Manaus, a G 310 GS pesa 169,5 kg e é equipada com o mesmo mo-

tor monocilíndrico de refrigeração líquida de 313 cc, quatro válvulas e dois eixos de comando da G 310 R, capaz de entregar 34 cv a 9.500 rpm e torque máximo de 2,9 kgfm a 7.500 rpm. O câmbio tem seis velocidades. Como todas as motocicletas BMW, o sistema ABS é de fábrica. Para utilização em terrenos leves, o ABS pode ser desativado a partir de um botão. Além disso, o painel de instrumentos é digital.

Suspensão dianteira é de garfo invertido, enquanto a traseira vem com braço oscilante de alumínio com mola pressurizada


15 W

O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia - Belo Horizonte 27 de janeiro de 2018


16 W O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia 27 de janeiro de 2018

Belo Horizonte


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