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Pampulha, sábado - 18/11/2017

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turismo

almanaque

VINTE DESTINOS PARA VOCÊ CURTIR AS FESTAS DE FIM DE ANO E AS FÉRIAS ... Caderno Turismo. Páginas 4 a 8

VANESSA DA MATA TRAZ À CAPITAL O SHOW DO DVD ‘CAIXINHA DE MÚSICA’ ... Página 15 JABUTICABA/SONY MUSIC/DIVULGAÇÃO

18 a 24 de novembro de 2017 ANO XXVII número 1425 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838

www.jornalpampulha.com.br

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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE LEO FONTES

POLE DANCE VOCÊ TAMBÉM Antes estigmatizada, prática se firma cada vez mais como democrática e empoderadora, e arregimenta adeptos de vários perfis

Terapia: Taciana (no mastro, tendo, à esq. a professora Lu Senra) se recupera de um tratamento contra o câncer e encontra forças no pole dance


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opinião

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 18 a 24 de novembro de 2017

VITTORIO MEDIOLI

A SEMANA “Se não prestigiarmos certos princípios constitucionais, nossa tendência é caminhar para o autoritarismo.”

Editorial

O réquiem do PSDB radiografia do PSDB saiu do envelope pardo para ser pendurada pelo senador Aécio Neves sobre um quadro luminoso na quinta-feira. Para ser conferida. Revelou-se assim uma patologia que precede a falência do organismo. Quadro de morte anunciada. Apressada com o afastamento daquilo que ainda sobrava de energia renovadora das células partidárias. Tasso Jereissati, um não paulista e não mineiro. Na transparência da imagem se confirmam também as deformações acumuladas com o tempo, vícios, excessos, acidentes sempre negligenciados. O momento revela até o desejo de eutanásia, ou de implosão. A destituição de Tasso Jereissati, uma alternativa viável até para presidente da República, foi determinada no pior momento da vida pública de Aécio Neves – legalmente imbuído de poderes, embora esgarçados neste momento de impopularidade que resvala na própria sigla. O gesto de Aécio do dia 9 do 11, número inverso ao 11 do 9, ficará como a queda das torres tucanas. O PSDB, de um nascimento utópico de renovação, evoluiu para uma convivência, em parte forçada. Personalidades díspares e contrapostas: de um lado, Minas Gerais de Aécio, de um universo espetacular; e do outro, o núcleo paulista, do universo acadêmico. Um lado imperial, resumido em Aécio; outro pluralizado, nascido de Franco Montoro, Mario Covas, Fernando Henrique, José Serra, Geraldo Alckmin, que governaram São Paulo e aglutinaram dezenas de figuras e ministros como Aloysio Nunes, João Doria, Andrea Matarazzo etc., etc. Certo pendor para o mundo do espetáculo e do esporte em Minas; outro mais profissional e intelectualizado em São Paulo. Um desfilando agilmente em passarelas do mundo VIP; outro em academias do pensamento e universidades. O confronto sempre foi díspar; o

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diálogo, difícil; os ciúmes e traições, frequentes. O prato da balança pesando a favor de São Paulo, pelas ideias e ideais, e contando com o maior colégio eleitoral (25%) e a maior economia (38%) do país. As batalhas internas sagraram a habilidade de Aécio, o político mais talentoso dos últimos tempos, nascido com o DNA de uma das maiores eminências políticas da segunda metade do século XX, Tancredo Neves. Na quinta-feira se manifestaram as razões do semblante, do hálito, do aspecto decadente e envelhecido que se agrava no PSDB. Longe do esplendor do primeiro mandato de FHC, inventor de um sucesso econômico e de um governo que transcorreu em oito anos de reestruturação do Estado, que ainda perduraram com o mais ferrenho adversário, Lula.

Marcou-se assim um PSDB exuberante por lá e um claudicante aqui, em Minas. Caberia assim a Alckmin, por méritos eleitorais, assumir as rédeas, e a Aécio aceitar o recado das urnas estaduais. Com uma bancada federal minguante, tanto em número como em brilho, o PSDB se manteve respeitado nos últimos anos pelos resultados eleitorais retumbantes de São Paulo, maior colégio eleitoral e mais sólido feudo do partido. Sucesso que faltou em Minas sobrou em São Paulo de seguidas vitórias com nomes alternos, que consolidaram a imagem e a estrutura do partido. Três décadas de inconteste domí-

Michel Temer, presidente, sobre o comportamento dos brasileiros

nio eleitoral com Franco Montoro, Mario Covas, Geraldo Alckmin, José Serra se alternado no governo de Estado e na prefeitura da capital. Governos apoiados pela maior parte do povo governado. O PSDB de São Paulo elegeu o próprio João Doria, que de tucano não tinha nada, alavancado por Geraldo Alckmin. Esse Alckmin que, apesar da ausência de Aécio, que sempre lamentou, em sua tentativa presidencial em 2006, quando ocorria o Lulécio, retribuiu com 6,8 milhões de votos a favor do mineiro em São Paulo, em 2014. Isso em contraposição à derrota em Minas de Aécio contra Dilma por 570 mil votos. Marcou-se assim um PSDB exuberante por lá e um claudicante aqui, em Minas. Caberia assim a Alckmin, por méritos eleitorais, assumir as rédeas, e a Aécio aceitar o recado das urnas estaduais. A teoria do café, de São Paulo, com o leite, de Minas, se reproduziu no PSDB e ditou seus melhores momentos, deu ao partido uma imagem de “centro”. Nem excessivamente à esquerda, nem excessivamente à direita, sem gerar entusiasmos, ou desesperos, com capacidade de dialogar e governar com serenidade. Embora no poder aumentasse a altura dos saltos, o uso de plumas, esquecendo que no estoicismo e na austeridade se fundaram e alongaram as eras de sucesso e progresso. O PSDB, se soubesse manter o equilíbrio e os predicados de sua origem, nunca teria deixado a Presidência. Estaria como em São Paulo, e não derretido em nível nacional. A soturna guerra entre São Paulo e Minas Gerais, mais de Minas Gerais para enfraquecer São Paulo, enveredou agora para o desespero, para o inconcebível. Um gesto de Sansão que com as últimas forças recuperadas derruba as colunas do templo e soterra a todos. Aí a profecia se cumpre. Do lado de fora das ruínas, um novo partido, carioca, de celebridades, de globais e de magnatas, está pronto para o grande lance, enquanto o réquiem toca para os tucanos.

vittorio.medioli@otempo.com.br

JOÃO MIGUEL JÚNIOR/TV GLOBO/DIVULGAÇÃO

“No Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam suas bolsas e blindem seus carros” Taís Araújo, em palestra ministrada no TEDxSaoPaulo para falar sobre o desafio de criar filhos no Brasil de hoje

“Eu não quero entrar em detalhes, mas há pessoas da direita que são pessoas perigosas” Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente, em evento na Universidade Brown, nos EUA. Ele se referiu a “um dos candidatos que propôs me matar quando eu estava na Presidência”. “Na época, eu não prestei atenção. Mas hoje tenho medo, porque agora ele tem poder, ainda não, ele tem a possibilidade do poder”, afirmou, sem citar nomes

Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO

pampulha

O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE

SEMPRE EDITORA LTDA. Av. Babita Camargos, 1645 Contagem/MG, Cep: 32210-180

FUNDADOR Vittorio Medioli

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Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores, não refletindo, necessariamente, a opinião do jornal.

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reportagem

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POLE DANCE >Mais do que os benefícios físicos, atividade é tida hoje como via de empoderamento UARLEN VALÉRIO

Sororidade

Da esq. para dir., Milena, Vó Bia, Jéssica, Débora e Samara & Beatriz (filha e mãe) Para não confundir com a outra Beatriz presente, ela foi apresentada como Bia. Mas a própria entrevistada corrigiu: “Vó Bia”. Aos 73 anos, Beatriz Couto já é, de fato, avó, mas o acréscimo ao diminutivo de seu nome tem mais a ver com o carinho com o qual suas colegas de academia a tratam. Dona de uma disposição invejável, Bia há três anos engrossa a ala dos adeptos de uma atividade que vive um momento particularmente positivo na cidade: o pole dance. Prova incontestável é que, há poucos dias, BH sediou o primeiro campeonato estadual da categoria. É provável que, hoje, Bia seja a mais longeva praticante da dança na capital mineira – na verdade, ela gosta tanto que, acredite, frequenta duas escolas. No entanto, a simpática vovó não é a única representante da ala das, digamos assim, mais maduras – Mabel Rodas Vazquez, 46, Lúcia Mohallem, 56, ou Taciana Braga Pereira, 48, que o digam. Por vias distintas, as três chegaram ao pole e nele fincaram raízes, atraídas por diversos chamarizes. Que fique claro: não se trata de uma panaceia. Mas os desafios intrínsecos à prática, o espírito democrático que a rege e questões que acabam sendo trabalhadas tangencialmente, como o empoderamento e a sororidade, são apenas alguns dos trunfos citados pelas professoras ouvidas para esta matéria – hoje, a capital mineira tem váPatrícia Cassese

Espelho da alma e do corpo rias escolas espalhadas por suas regiões. Taciana encontra na dança um alento para o tratamento recente de dois cânceres – no dia da entrevista, estava com os pontos da cirurgia de retirada de um nódulo do pulmão. A paraguaia Mabel viu seu mundo virar de ponta-cabeça após o fim do casamento de 20

“

É uma mágica. Amo! O lugar em que de fato sou feliz, é na academia de pole Vó Bia, 73

Aposentada

anos. A autoconfiança vem sendo recuperada aos poucos, com as aulas. “Não foram os benefícios físicos que me trouxeram aqui! Tanto que corro 15 km/dia. Foi, de fato, a questão da autoestima”, assegura. Deixando a questão da idade de lado, Mabel, Taciana, Vó Bia e Lúcia integram um time que encontra um denominador comum: para além dos benefícios físicos, viram, no pole, uma espécie de terapia para tratar feridas como depressão, abuso sexual na infância ou a já citada guerra contra o câncer. SENSUAL. OU NÃO Os mais ligados em novelas vão se lembrar de Alzira, vivida pela atriz Flávia Alessandra na novela “Duas Caras”, exibida pela Rede Globo em 2007. Mas o conselho é: esqueça o contexto no qual a personagem estava inserida – o de uma mulher que fingia ser enfermeira em um hospital, mas, na verdade, era stripper de uma boate, dado que sustentava a casa. A obra de Aguinaldo Silva, de qualquer

forma, popularizou, no Brasil, o pole dance. Não que a sensualidade não seja trabalhada em algumas das variações, nas academias. A questão é que esse aspecto é pensado para que a própria mulher se sinta bem com seu corpo e sua feminilidade – não para atender outrem. “Não temos o objetivo de mostrar para o namorado”, desmistifica a professora de forró Milena Morais, 21. “É estar sensual para si mesma”, pontua. Mesmo porque o pole da vida real não exige corpos perfeitos. “As aulas acontecem em frente ao espelho, que, aos poucos, vai deixando de ser um inimigo. Ocorre que a nossa sociedade é bombardeada midiaticamente por corpos muito perfeitos. E, aqui, a gente vê que as pessoas ou têm um peito grande ou muito pequeno, uma bunda muito grande ou muito pequena, uma cicatriz de cesárea, uma barriguinha...”, pondera Débora Amaral Mozelli, do Espaço Lona. Ela acrescenta que, pelo fato de o pole ser desafiante,

as alunas acabam descobrindo que “o nosso corpo, na verdade, é maravilhoso”. “Se condicioná-lo, você aprende a fazer coisas incríveis, como dar piruetas. Não tem idade, apenas é preciso entender que cada um evolui no seu ritmo”. No entanto, Débora alerta que não é pertinente des-

“

Consigo colocar meu corpo em lugares que nunca imaginei. Me sinto mais confiante Jéssica de Freitas, 28 Professora

qualificar quem procura a dança pelo seu viés sensual. “O pole classique, como chamamos, é importante para a mulher se reconectar com a sua sexualidade, inclusive porque somos muito castradas socialmente. Sim, tem que haver respeito por quem procura o pole pelo lado esportivo, mas também com quem quer ter a ‘dança de boate’”, advoga ela. BEATRIZES Mais que o mesmo nome, Beatriz Couto, a Vó Bia, e Beatriz Gomes Fonseca têm histórias de superação e o apreço pelo pole em comum. Vó Bia tinha tanta vontade de fazer pole que foi a primeira aluna a se matricular na SimetriA, quando a academia foi inaugurada em frente à sua casa. Hoje, além de lá, frequenta também o Espaço Lona. Detalhe: junto à neta, Paula, 23. Não bastasse, tem uma barra em casa, e ganhou da família o tapete apropriado, para não correr o risco de se machucar. Beatriz Gomes Fonseca tem 36 anos e o diagnóstico de esquizofrenia, creditado aos abusos que sofreu na infância por parte do padrasto. Hoje, ela frequenta as aulas com a filha, a fofa Samara, 13. Beatriz chegou ao pole atraída pela beleza das fotos que via em redes sociais. Hoje, e também por conta de reeducação alimentar, já emagreceu 15 kg. “Era muito fechada. Hoje, sinto que me coloco mais, não tenho mais tanta vergonha e gosto mais de mim. Até meu marido, hoje, agradece ao pole”, afiança, feliz.


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reportagem

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POLE DANCE> Nas academias, o espírito competitivo sai de cena para dar lugar ao colaborativo A pedagoga Taciana Braga Pereira, 48, conta que entrou no pole dance “por tristeza”. No meio da entrevista, aliás, as lágrimas acorreram aos olhos. “Tempos atrás, eu achava que era de ferro”, admite ela, que viu essa certeza ruir ao perceber, um belo dia, que seu corpo havia simplesmente travado, fenômeno que ela credita à tristeza pelo fim do casamento e o estresse do trabalho (“não pelos alunos”, frisa ela, que atua na rede pública de ensino). Mais tarde, veio um câncer no reto, que demandou quimioterapia. Agora, ela acaba de tirar um nódulo do pulmão. “Se hoje estou aqui (na vida), é devido ao pole”, diz, emocionada. Professora de Taciana, Lu Senra, nome à frente do Studio A, pondera que o pole atua como terapia pelo fato de fazer o praticante aprender a lidar com a frustração (ao não conseguir realizar um certo movimento) e, ao mesmo tempo, com o desafio de seguir tentando fazê-lo, e a alegria de, por fim, conseguir. “Ao mesmo tempo, o culto ao corpo do pole dance é diferente do das academias tradicionais. O olharse no espelho faz com que as pessoas se aceitem – e percebam que o corpo perfeito é o que a gente tem”. Foi o que aconteceu com a farmacêutica bioquímica Denise Souza, 34. Ela, que foi obesa mórbida, submeteu-se a uma cirurgia bariátrica há oito anos, mas, dos 45 kg perdidos, acabou recuperando 30 alguns anos depois. “Na verdade, eu trazia bloqueios de uma vida inteira e, num caso assim, a mudança tem que ser interna. Hoje, já perdi 15 kg (não só com o pole, mas também com academia e mudança alimentar), mas sei que a luta é eterna! Quero emagrecer, ter uma vida saudável. Mas estou me aceitando como sou. A gente tem que ser feliz”. Em sua página no FacePatrícia Cassese

Acolhimento, aplausos, apoio e incentivos LÉO FONTES

book, o Estúdio Bowie, aliás, fez uma série (“Verdade ou Mentira?”) para desmitificar algumas lendas sobre o pole dance, como a questão do peso. À frente da escola, Babi Bowie diz ser frequente a incidência de alunas que chegam temerosas em expor as imperfeições diante do espelho – posto que a atividade exige obrigatoriamente o uso de top e hot pants. “Uma filosofia do estúdio é justamente desconstruir a imagem do pole só para sedução, para a stripper, ou para mulheres que são magras”, diz Babi Bowie. E a questão da idade também, como provam a já citada Taciana e a bancária Lúcia Mohallem, 56, que aderiu à dança ao se flagrar sozinha, após a saída dos três filhos de casa. “Na verdade, sempre fui uma buscadora de mim mesma. Como minha alma é leve, flutuante, dançante e jovem, fui fazer balé clássico, mas é difícil quando se inicia na minha idade. Hoje, sigo fazendo, mas aliei ao pole e ao circo, bem como ao balé contemporâneo. Na verdade, mi-

intenso impacto ao travar contato com a atividade – tanto que abandonou sua profissão de diploma, a engenharia civil, para criar sua academia, a Orbitais. “Uma coisa que eu destacaria é que, neste universo, as pessoas são muito apoiadoras. Não há competição, como no mundo da dança, você não fica disputando para ficar na frente. Quando uma aluna consegue executar um movimento, todo mundo aplaude. Ou seja, é um espaço acolhedor, o que, neste contexto atual, acaba sendo raro”, diagnostica.

“

Pole é autoconfiança, válvula de escape, desafio, terapia, atividade física com criatividade, lúdico e sensual, tudo junto Taís Daher, professora

Dupla dinâmica

Tiago Gambogi e Taciana são colegas de academia

nha busca é interior. Não vejo essas atividades como hobby, quero realmente chegar a algum lugar. E é libertador vestir short, pois, ali, não é ter o corpo bonito, mas executar o movimento de forma bonita”. A superação de um corpo com sobrepeso foi também a força motriz para a professo-

ra de biologia Sylvia Amaral, 29, que descobriu o pole em meio a uma séria depressão. “Na verdade, sempre fui uma pessoa bastante ativa, inclusive treinava muay thai. Mas, com a depressão, desanimei, acabei largando tudo. Daí engordei 25 kg”, admite. Foi numa festa de pós-defesa de mestrado que ela se depa-

rou com uma exibição de pole e, instigada, resolveu fazer uma aula experimental. Virou fã. “Hoje, consigo fazer movimentos que pensava nunca ser capaz de executar”, diz. A professora Taís Daher lembra que é frequente encontrar histórias assim, de paixão. Ela própria teve um

PRESENÇA MASCULINA O “Verdade ou Mentira?” de Babi também fala da presença masculina nas escolas, que, sim, é super bem-vista. Aluno de uma outra escola, a Studio A, Tiago Gambogi, 41, além de ator, bailarino e diretor, hoje também se apresenta orgulhosamente como pole dancer. À reportagem, ele conta, tímido, não ter nenhuma história de superação para contar. Nem precisa. Com a técnica, solta seu grito contra situações que o incomodam. Na montagem “Trans –Amazônia”, que aborda as discussões sobre Belo Monte, ele usa o pole para dar vida a animais como a onça e o macaco. Também usou o pole na performance “Bento: Uma Sirene Por Responsabilidade”, alusiva à tragédia de Mariana (inclusive foi ao distrito de Bento Rodrigues, junto ao fotógrafo Lucas Brito). É o pole sendo engajado e político.

FOTOS INSTAGRAM

Sylvia: Nova motivação com as aulas

Denise: de volta à ativa, com novas metas

Lúcia: aos 56, comemorando barreiras vencidas

Taís: “No pole, você tem que ter força e, ao mesmo tempo, ser leve”


reportagem

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PROGRAMAÇÃO SEMANA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA PABLO BERNARDO/DIVULGAÇÃO

FRED MAGNO

exibe 6 Documentário luta de quilombolas

realiza a ação 6 CCBB comemorativa “Territórios”

“Dandaras – A Força da Mulher Quilombola” retrata a vida de mulheres que atuam como lideranças políticas de suas comunidades e a importância da resistência quilombola. Em seguida, o Espaço do Conhecimento sedia uma roda de conversa entre público e mediadores sobre aspectos do filme Onde Espaço do Conhecimento UFMG (Praça da Liberdade, 700, Funcionários) Quando Neste domingo (19), às 14h30 Quanto Entrada gratuita mediante retirada de senha na recepção.

Para levantar importantes discussões sobre a cultura negra, o Centro Cultural Banco do Brasil promove debates, rodas de samba, visitas teatralizadas e contações de história em comemoração à data. São cinco dias de programação com o objetivo de estimular a ampliação do debate sobre a importância da memória e da cultura negra. Confira a programação completa em: bb. com.br/cultura Onde Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400) Quando De 22 (quarta-feira) a 26 (domingo) Quanto Entrada gratuita

PABLO CALDEIRA/DIVULGAÇÃO

Palladium recebe VIII 6 Sesc Prêmio Zumbi de Cultura

Anualmente, o Prêmio Zumbi reconhece 11 pessoas que se destacaram nos campos das artes, da política e da cultura negra a partir das indicações realizadas por grupos culturais. A edição de 2017 aproveita a data para comemorar o Dia da Consciência Negra e, desta vez, recebe shows de Brasil African Voice, Mestre Conga, Cia. Baobá Minas e Sérgio Pererê Onde Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350) Quando Dia 22 (quartafeira), às 19h Quanto R$ 2 (inteira)

WALMIR MONTEIRO/DIVULGAÇÃO

apresenta leituras 6 Canjerê performáticas no Sarau

O Sarau do Memorial deste mês recebe leituras performáticas. Comandada pelo Canjerê Resenhas Pretas, a noite conta com Paulo César Conceição dos Santos, que lê o poema “Deformação”; Madu Santos com a dramatização de “Gritaramme Negra”; e a atriz negra e travesti Juhlia Santos com a performance de “Trago Fogo”. Onde Memorial Minas Gerais Vale (Praça da Liberdade, 640, Funcionários) Quando Dia 23 (quinta-feira), às 19h30 Quanto Entrada gratuita


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reportagem

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SAÚDE E BEM-ESTAR

Uso inadequado

VIDA SAUDÁVEL

LEO FONTES

Dr. Telmo Diniz

(CRM-MG 25.398)

telmo.diniz@jornalpampulha.com.br

Arroz com feijão

A recepcionista Deborah Cardoso, 39, desenvolveu queixo-duplo ao se inclinar constantemente para olhar o celular

to, essa realidade vai para dentro de casa. “E só eu entrar pela porta que já pego meu celular”, diz. NÚMEROS Deborah não é exceção. De acordo com uma pesquisa feita pela Global Mobile Consumer Survey aponta que os brasileiros desbloqueiam o celular, em média, 78 vezes ao dia. As mulheres são as que mais mexem no smartphone, apresentando média de 89 vezes, contra 69 dos homens. O número é maior entre pes-

Aplicativo alerta quando o aparelho celular está mais deitado...

Deborah Cardoso, Recepcionista

soas com idades de 18 a 24 anos. Elas checam seus dispositivos 101 vezes ao dia, enquanto pessoas mais velhas (45 a 55 anos) verificam o aparelho 50 vezes. Mesmo assim, a fisioterapeuta Caroline afirma que o “tech neck” é democrático. “Pode atingir qualquer pessoa que se incline para mexer no smartphone, independentemente de sexo ou idade”, conta. Mas a solução é simples. “Basta que você utilize esses aparelhos na altura do seus olhos que não terá problemas”, garante.

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... e dá o sinal verde quanbdo ele fica posicionado mais em pé G

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O problema já chegou dentro de casa: quero evitar que minhas filhas adolescentes tenham o mesmo problema que eu, então sempre oriento I

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Seu celular está deixando você com queixo duplo ou a famosa “papada”? São cada vez mais comuns os casos de “text neck” ou “tech neck” (“pescoço de texto” e “pescoço tecnológico”, respectivamente, em tradução livre), uma condição provocada pela inclinação do pescoço na direção de aparelhos como smartphones e tablets. De acordo com a fisioterapeuta Caroline Costa, essa posição faz com que a pele logo acima da clavícula fique enrugada. “A gordura do nosso corpo é como uma massa de modelar: ela pode tomar qualquer forma, dependendo da força e da posição que são aplicadas nelas. No caso do ‘tech neck’, a fixação da postura errada faz com que essa deformidade do tecido adiposo aconteça na região entre o pescoço e o queixo”, explica. A recepcionista Deborah Cardos, 39, trabalha o

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Thuany Motta

dia inteiro com smartphone e já percebeu a indesejado queixo duplo quando se olha no espelho. “Nunca reparei até conversar com uma amiga, que falou sobre esse problema. Faz alguns meses que eu fico triste quando me lembro”, comenta Deborah, rindo. Ela não passa mais de cinco minutos sem pegar o aparelho na mão para olhar. Deborah argumenta que é necessário. “Preciso ficar de olho porque a agenda dos médicos e dos pacientes está toda nele”, diz. No entan-

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Gorduradocorpo écomouma massade modelar: podetomar qualquerforma

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luna desta semana. Esta tradição teve início no século XVIII. As lavouras de arroz, que já ocupavam quilômetros de terras na Bahia, começaram a prosperar a partir de 1745, e o feijão, conhecido como “carne de pobre” na época, era misturado à farinha de mandioca ou de milho para alimentar os escravos. Até esta época, os dois grãos não se misturavam. Segundo historiadores, foi por volta de 1808, quando a família real portuguesa chegou ao Brasil, que os dois ficaram mais próximos. Isso porque o arroz foi incluído na alimentação dos soldados por determinação do rei D. João VI (possivelmente para dar mais energia a eles). Como soldados e escravos estavam sempre juntos, em algum momento a combinação foi feita e, para alegria dos brasileiros, se mantém até hoje. O arroz e o feijão são importantes porque forA combinação necem aminoácidos esdo arroz e o senciais necessários à nossa saúde. Os amifeijão noácidos são moléculas completam-se, que formam as proteínas e são chamados de pois, juntos, essenciais porque não garantem que são produzidos pelo corpo e, por isso, precisam nosso corpo ser conseguidos através obtenha todos da alimentação. A combinação do arroz e o feios aminoácidos jão completam-se, pois, essenciais para juntos, garantem que nosso corpo obtenha tonosso dos os aminoácidos esorganismo. senciais para nosso organismo. O arroz, por exemplo, constitui uma relevante fonte de energia (carboidrato) e ainda possui fosfato, ferro, cálcio e vitaminas B1 e B2. Caso seja feito o consumo do arroz integral, são fornecidas também as fibras, essenciais para o funcionamento adequado do intestino e a prevenção de algumas doenças, como câncer colorretal, obesidade e diabetes. Não podemos esquecer de que o arroz apresenta quantidade baixa de sódio e taxas mínimas de gordura. O feijão, por sua vez, fornece também importantes nutrientes, tais como o ferro, fósforo, magnésio, manganês e vitaminas do complexo B. Ele ainda é rico em fibras e tem função antioxidante. Vale destacar também que o feijão apresenta pouco teor de sódio e gordura. O Ministério da Saúde sugere o seguinte consumo: uma parte de feijão para duas de arroz. Bom, parece que consumir arroz com feijão é bem saudável, mas eles têm que ser consumidos juntos. Também é bom ressaltar que é melhor trocar o arroz branco pelo integral e, sempre que possível, escolher o feijão preto – mais rico em nutrientes. Apesar do arroz e feijão juntos serem bastante nutritivos, o prato carece de vitaminas A e C. Uma boa sugestão é adicionar ao prato um tomate ou pimentão (o que trará cerca de 10% a 20% do valor diário recomendado de vitamina C), bem como espinafre e cenouras (ricos tanto em vitaminas C e A). O ideal é a associação do arroz com feijão e uma combinação de legumes e vegetais variados no decorrer dos dias. Minha esposa Daniela é como arroz com feijão: está comigo todos os dias, me nutre sempre de boas coisas e não enjoo nunca. Faça uma boa semana.

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odo mundo sabe que arroz e feijão são a combinação mais tradicional da culinária brasileira. É uma combinação certamente saborosa e boa para saúde. Quais os nutrientes que esta combinação possui? Como se deu este casamento culinário através dos séculos? É disso que vamos tratar na co-


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de celular gera papada Aplicativo ajuda a PAPADA ter uma boa postura Orientações simples podem ajudar a evitar o queixo duplo

Se o smartphone contribui para a aparição do queixo duplo, foi para ele que a empresa norteamericana Text Neck Institute desenvolveu um aplicativo que monitora a postura do usuário e notifica-o quando ele está em risco. Chamado de Text Neck Indicator, funciona de duas formas. Quando o telefone é mantido em um ângulo aceitável para visualização, uma luz indicadora verde está presente no canto superior esquerdo do aparelho. Por outro lado, quando o celular é mantido

em uma posição desfavorável, colocando o usuário em risco, uma luz indicadora vermelha fica visível no canto superior. Em seguida, uma notificação de vibração ou beep opcional podem ser adicionados para servirem de alerta sonoro. Os desenvolvedores levaram em consideração diversos estudos que mostram os malefícios causadas pela má postura no uso dos aparelhos celulares. O aplicativo Text Neck Indicator está disponível para a versão Android e pode ser baixado gratuitamente.

AUTOMASSAGEM

Procure localizar o ponto doloroso e realize pequenas pressões e movimentos circulares com a polpa dos dedos sobre o local, para minimizar a tensão e os encurtamentos. Uma bolsa de água quente pode também ajudar na dor

Segure o telefone em um ângulo maior, sempre na altura dos olhos. Quanto mais ais alto você segurar o celular enquanto to estiver mexendo, menos tensão você cê está colocando em seu pescoço FONTE: CAROLINE COSTA, FISIOTERAPEUTA

EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

ALONGUE-SE

Rode a cabeça para o lado direito e em seguida incline levemente a cabeça para frente

Com a mão direita, faça uma leve pressão para alongar os músculos que ficam à esquerda do pescoço.

Faça pausas: a cada hora, tire um pequeno intervalo, entre cinco e dez minutos, e desligue o telefone

USO DE SMARTPHONES

168 mi

de smartphones estão em uso no ATE23081.pdf Brasil.

62%

dos brasileiros têm smartphone.

3 horas no celular por dia passam os brasileiros

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sociedade

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DOLCEVITA

Paulo Navarro com Walter Navarro pnnavarro@gmail.com FOTOS EDY FERNANDES

REPÚBLICA DAS BANANAS

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a origem, em latim, república é palavra muito bonita e séria, imponente. Quer dizer “coisa pública”. Governo que atende (obedece) ao interesse geral dos cidadãos. Lindo, perfeito, não é? Para variar, ainda mais no Brasil, ficou banalizada. Virou até nome de loja, de lanchonete, lupanar, comunidade de estudantes etc. Assim, a Proclamação da República também tornou-se apenas mais um feriado. Ah! Na América do Sul ainda é piada.

BANANAS PODRES

N

a América “Latrina”, além de piada, é sinônimo, termo pejorativo, como República do Pão de Queijo (para Itamar Franco como presidente), Repúblida de Ribeirão Pre-

to (quando Palocci foi poderoso, também em Brasília) e, em geral, República das Bananas, ou de Bananas, de bagunça.

BANANAS NANICAS

R

epública das Bananas, da bagunça, ditadura corrupta e pouco séria. No Brasil, é mais triste ainda porque a república expulsou, humilhou um grande homem, D. Pedro II, grande imperador, estadista que realmente amou o Brasil. Assim, chegamos ao que interessa.

BANANAS OURO

U

m país pode ser monarquia, república, parlamentarismo. Isso é normal e plural. O que o Brasil e o mundo precisam, de verdade, é outra coisa. Governantes sábios, justos, inteligentes que, em qualquer sistema de governo, amem o país e seu povo.

Na inauguração da expansão do Pátio Savassi, a superintendente do mall, Simone Fiorello, emoldurada pelos sócios do Verdemar, Halisson Moreira e Alexandre Poni

BOCA BOA

E

m janeiro, com a proposta de fazer os dias mais temperados, na rota da gastronomia, vem aí o Mercado da Boca. Inspirado em deliciosos exemplos, como o San Miguel, em Madri; da Ribeira, em Lisboa; Food Hallen, em Amsterdam; Metropolitano, de Londres. Agora, Belo Horizonte.

BOCA DE OURO

O

templo da gastronomia está sendo instalado no Jardim Canadá, com “la patte” do arquiteto Gustavo Penna e de Gustavo Greco, responsável pelo desenvolvimento do branding. Tudo embalado pela Coolhow, responsável por toda estratégia de marketing. Para alcançar as melhores bocas, mestres e chefs das carnes, frutos do mar, massas, salumeria etc.

BOCA BONITA

O

Mercado da Boca quer promover a culinária mineira, sendo um “hub” gastronômico e oferecendo experiência única para toda a família com comidas, bebidas, espaço kids, empório onde cada detalhe foi pensado para garantir o conforto e lazer dos visitantes e estacionamento com capacidade de até 500 vagas.

BOCA COMPLETA

O

Mercado da Boca contará com a parceria de grandes chefs

mineiros, além de bares de diversos tipos de bebida, como cervejas, vinhos, gin e cachaça. À frente do negócio, jovens experts, como Marcela e Lucas Nunes, Lucas Vereza, Felipe Tiradentes, Jercineide Castro; Armando e Renata Guerra. Mais detalhes: mercadodaboca.com.br

ELE MERECE

P

remiação referência no setor empresarial de Minas Gerais, a Câmara Portuguesa de Minas Gerais realiza a 4ª edição do Destaque Empresarial Luso Mineiro, dia 22, às 20h, no auditório da Fiemg, para entrega de homenagem ao diretorpresidente da Empresa Construtora Brasil – ECB, Rafael Vasconcelos Moreira da Rocha.

ELE FEZ

P

ara o presidente da Câmara, Fernando Meira Ribeiro Dias, o homenageado valoriza o intercâmbio total entre Minas e Portugal: “Rafael conduz a Brasil de forma transparente e profissional. Exemplo de empreendedorismo e responEDY FERNANDES

sabilidade social. Em momentos de crise econômica e política que o nosso país enfrenta, é vital encontrar empresas sérias e idôneas como a ECB, que colaboram para o crescimento do Brasil e de Minas”.

lançaperfume

Instituto Hermes 6 OPardini brindou, dia 13, ao contrato de compra das Clínicas Humberto Abrão (LHA). Compra da totalidade do capital social de emissão do LHA. não infor6 Amouempresa valores, mas desta-

cou que o LHA é centro de referência em exames de análises clínicas com atuação em Belo Horizonte, com 40 anos de história. Pool Party, 6 Deliciosa neste sábado (18), das 17h às 20h, na suíte Milano do Forest Hills. A festa vai contar com DJ, barman e petiscos!

dados do 6 Segundo relatório Open Doors 2017, o Brasil está em décimo lugar entre os países que mais enviam estudantes para os Estados Unidos.

número total de 6 Oestudantes estrangei-

ros nos EUA aumentou 3% em relação a 2016, atingindo o recorde de 1,08 milhão no ano letivo 2016-2017.

No mesmo evento, a bela Luciana Poni

isso, assus6 Enquanto tando e “expulsando”

brasileiros para o exterior, os brasileiros sobreviventes acabaram de eleger, em pesquisa, “corrupção” como a palavra de 2017. as palavras 6 Entre mais votadas pelos 680

mil participantes, estavam outras, certamente decorrentes da corrupção: vergonha, crise, tensão e mudança. um pequeno 6 Com enorme detalhe. A cor-

rupção, nossa marca há mais de 500 anos, só cresce.


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reportagem

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DIA A DIA Dívida: Renegociação pela Internet JOÃO GODINHO

DOR UMI S N CO

Emalgunscasos, osdescontos podemchegara 90%dovalor dodébito Os números não mentem. Segundo dados da consultoria Serasa Experian, o total de consumidores inadimplentes no país chegou a 60,5 milhões em setembro deste ano, aumento de 1,51% ante o mesmo mês de 2016, quando os devedores somavam 59,6 milhões. Na tentativa de mudar esse cenário, principalmente tendo em vista a proximidade do Natal, bureaus de recuperação de crédito e entidades do varejo disponibilizam ferramentas que permitam aos devedores renegociarem pela internet suas dívidas com grandes, médias e pequenas empresas, de diversos segmentos da economia, como bancos, empresas telefônicas, lojas e escolas, entre outros, com descontos que podem chegar a 90%. Após anos mantendo canais frequentes de renegociação de débitos, a Serasa Experian, por exemplo, lançou neste ano uma nova edição do Feirão Limpa Nome, que conta com a participação de mais de Eurico Martins

1.500 empresas e termina no próximo dia 30. “A negociação das dívidas em aberto pode ser feita por computador, tablet ou celular, com toda a segurança, em um site interativo, especialmente desenvolvido para essa edição”, explica o diretor de estratégia da empresa, Raphael Salmi. Para participar, explica ele, basta acessar o site www.feiraolimpanome. com.br. Ao se cadastrar, com o número de seu CPF, o consumidor será direcionado a uma página na qual estarão listadas as dívidas que constam na base de dados da Serasa e que podem ser negociadas com as empresas participantes. OUTROS CANAIS Também são apresentados canais de atendimento (telefones, e-mail, chat) disponibilizados por cada credor. Além disso, em alguns casos, são mostradas ofertas preestabelecidas por meio de boleto bancário ou disponibilizados simuladores, onde é possível escolher a melhor condição de pagamento e gerar o boleto de forma online. “O site é desenvolvido em ambiente protegido, o que garante a proteção dos dados do consumidor. Assim, quem não tiver internet em casa, pode usar qualquer computador, celular ou tablet para negociar”, garante Salmi. A adesão, segundo ele, tem sido grande. “Apenas nos dois primeiros dias tivemos 3,9 milhões de acessos, um recorde”, afirma o diretor, lembrando que a Serasa faz apenas a intermediação entre devedor e credor.

Na página disponibilizada pelo Feirão da Serasa Experian, é possível acerto com mais de 1.500 empresas de todo o país

DETALHES Quando O processo pode ser feito a qualquer momento, 24 horas por dia, sete dias por semana. Grátis O serviço é totalmente gratuito para os consumidores e já está disponível para ser utilizado desde abril de 2017. Montante Já existem hoje, aproximadamente, R$ 400 milhões em recebíveis cadastrados na plataforma na CDL/BH. Cadastro A Acerto concilia o pagamento e promove a retirada ] do nome do consumidor do cadastro de inadimplentes.

Facilidade também na capital Outra ferramenta que permite a renegociação de dívidas é o site www.meuacerto.com.br, fruto da parceria entre a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) e a startup Acerto. Para utilizar o serviço, basta acessar a página e informar o CPF. A partir daí, é possível visualizar as dívidas registradas no sistema e que estão dis-

poníveis para negociação. O próximo passo é escolher o débito que vai quitar e realizar uma proposta, sendo possível selecionar se o pagamento será à vista ou parcelado, com ou sem entrada. É permitido ainda verificar a possibilidade de descontos nos juros, nas multas e no valor final da dívida. “Com a plataforma, o EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

POR REGIÃO

DEVO, NÃO NEGO

Norte

5,4%

TOTAL DEVIDO EM 2017 (EM R$ MILHÕES) Nordeste

16,5%

61 60,4

60,6

JAN

8,6%

54% 15,6%

59,8 MAR

ABR

MAI

JUN

JUL

R$ 267,5 bilhões

Sudeste Sul

59,7

FEV

Centro-Oeste

60,4

60,1 59,6

60,5

AGO

O total alcançado pelas dívidas em setembro deste ano foi de

Em média, cada CPF têm quatro dívidas, totalizando

R$ 4.422

SET

POR FAIXA ETÁRIA DE 18 A 25 ANOS DE 26 A 30 ANOS DE 31 A 35 ANOS DE 36 A 40 ANOS

ACIMA DE 61 ANOS FONTE: SERASA EXPERIAN

EM SETEMBRO/2017 UTILITIES*

19,5%

DE 41 A 50 ANOS DE 51 A 60 ANOS

POR SETORES

14,6% 12,9% 13,4% 12,7% 13,4% 13,5%

TELEFONIA VAREJO SERVIÇOS

17,8% 11,7% 13,8% 10,7% *ENERGIA ELÉTRICA, ÁGUA E GÁS

acordo se dá de forma rápida, em menos de cinco minutos. O cliente escolhe como vai pagar e ainda pode obter descontos. Todo o processo é feito sem burocracia e de forma confidencial e amigável”, explica Pedro Lima, fundador da startup. Segundo Lima, 3.000 inadimplentes já se cadastraram. Entre eles a babá Rosely Gomes de Freitas, 40, que tinha, há mais de cinco anos, um débito de R$ 170 em uma loja de calçados. “Entrei no site, fiz meu cadastro e negociei. A dívida passou para R$ 60, parcelados em dez vezes. Mas fiquei com vergonha de pagar uma prestação tão pequena e quitei tudo de uma vez só. Foi ótimo”, comemora ela.

“

Estamos na época de recebimento do 13º salário, e para quem possui o benefício é recomendável que priorize o pagamento da dívida com esse recurso Rafhel Salmi, diretor de

estratégia da Serasa Experian


reportagem

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“IMEXÍVEL”

Em meio a muitas dúvidas sobre a reforma trabalhista, confira pontos que não podem mudar de jeito nenhum 1

Salário mínimo

O valor é definido pelo governo, com base nas variações do PIB e da inflação

12 Estabilidade para grávidas Gestantes não podem ser demitidas por até cinco meses depois do parto

13 Licença-paternidade Continua, sendo de no mínimo cinco dias

14 Aposentadoria O direito permanece, o que pode mudar são as regras sobre idade e tempo de contribuição

21 Criança e adolescente Valem as mesmas regras de proteção legal

22 Hora extra Tem que ser, no mínimo, 50% maior do que a hora normal (mas, agora, não se incorpora ao salário)

O empregador não pode reter o salário do funcionário ou pagar um valor menor

Pessoa com 16 deficiência 2

Seguro-desemprego

Quem for demitido sem justa causa não perderá esse benefício

3 13º salário É direito constitucional e, para que seja extinto, tem que mudar a Constituição Federal

4

FGTS

Também é um direito constitucional. Os empregadores não podem parar de recolher o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço

5

Multa de 40%

Se o empregado for demitido sem justa causa, o empregador tem que pagar a multa de 40% do FGTS

6

Férias

Continuam valendo normalmente, o que está em discussão é a possibilidade de dividi-las em até três períodos, sendo a primeira parte de no mínimo 15 dias

23 Liberdade sindical O trabalhador é livre para associação profissional ou sindical e tem o direito de não sofrer qualquer cobrança ou desconto no salário conforme estabelecido em convenção ou acordo coletivo

24 Seguro O empregador tem que pagar um seguro contra acidentes de trabalho

17 Segurança do trabalho As medidas de saúde, higiene e segurança do trabalho determinadas por lei ou em normas do Ministério do Trabalho permanecem inalteradas

de insalubridade 18 eAdicionais periculosidade Quem trabalha em atividades insalubres ou perigosas tem direito ao extra

19 Discriminação É proibido discriminar trabalhadores por causa de sexo, idade ou cor

25 Atividades essenciais Continuam valendo as restrições específicas definidas por lei para que algumas categorias essenciais entrem em greve, como as da área da saúde e de transporte coletivo

26 Prescrição O tempo-limite para entrar com ação trabalhista continua a ser de cinco anos, ou de dois anos após sair do emprego

27 Salário-família É garantido a trabalhadores de baixa renda que tenham filhos

28 Trabalho infantil

7

Continua valendo a proibição do trabalho noturno, perigoso ou insalubre para menores de 18 anos e de qualquer trabalho para menores de 16 anos, a não ser como aprendiz, a partir de 14 anos

Um terço de férias

Além do salário, os trabalhadores continuarão a receber um terço além da remuneração mensal

8

29 Impostos INSS e Imposto de Renda continuarão a ser descontados dos salários normalmente

Adicional noturno Permanece o mesmo

30 Registro

Descanso 9 semanal remunerado O trabalhador tem direito a pelo menos um dia de folga semanal, preferencialmente no domingo

Aviso 10 prévio Continua, sendo de no mínimo 30 dias

Licença11 maternidade Permanece com a duração mínima de 120 dias FONTE: ADVOGADOS E ESPECIALISTAS EM DIREITO DO TRABALHO

20 Greve O direito de greve continua garantido

Veja algumas perguntas enviadas pelos leitores. As respostas sáo do advogado Eduardo Dahas Como fica a situação de quem já tem um contrato em vigor? Vitor Leão (leitor) Para os novos contratos, vale a nova lei. A regra geral é que uma lei nova revoga a lei anterior. Agora, não é pacífico a questão de como ficam os contratos antigos.

15 Garantia de salário

Continua proibida qualquer discriminação no salário ou na hora da contratação de um trabalhador por ele ter deficiência

AINDA RESTAM DÚVIDAS

O empregador continua obrigado a registrar o trabalhador (na carteira de trabalho ou na Previdência Social)

Sobre as ações na Justiça do Trabalho, quem paga o quê? Ludimila Campolina (leitora) Hoje, o empregado tem acesso à Justiça gratuita, desde que seja considerado pobre no sentido legal. Com a reforma, haverá mais rigor em relação à gratuidade e o empregado terá que provar que é pobre, o que poderá ser feito com apresentação de contracheques. Eu tenho mais de seis anos de emprego. Se eu for mandada embora, entro na nova lei? Leide Luciana (leitora) O empregado pode pleitear os direitos dos últimos cinco anos. Por exemplo, ele tem 20 anos na empresa, fez horas extras, mas não recebeu por elas. Na Justiça, ele não pode pedir as horas extras acumuladas em 20 anos, só nos últimos cinco. Um frellancer que trabalha há mais de cinco anos em uma empresa tem algum direito se for mandado embora? Fernando Novai (leitor) Não existe relação de emprego entre um frellancer e uma empresa para a qual ele presta serviço. Portanto, se a empresa não quiser mais os serviços, ele não tem nenhum direito, pois não é um empregado. Como funciona o trabalho intermitente? João Antônio da Rocha (leitor) É uma nova modalidade de trabalho, inspirada em um modelo adotado nos Estados Unidos. O empregado tem todos os direitos trabalhistas, só que ele ganha por hora. Assim, o salário pode variar, dependendo da quantidade de horas trabalhadas em cada mês. Algo vai mudar nos salários? Ou teremos que negociar com o patrão, de emprego a emrpego? RG Cristão O salário mínimo está previsto na Constituição, no artigo 7º, inciso VI. Logo, um empregado não pode ganhar menos do que um mínimo. Há também os pisos das categorias, que devem ser obedecidos. A regra é que o salário só pode ser reduzido mediante negociação. Quem for admitido depois de 11 de novembro e ainda não tiver tido a contribuição obrigatória, a empresa deve descontar? O fim da obrigatoriedade da cobrança sindical terá impacto no ano que vem. Afinal, nos contratos já em vigor, ela já foi paga, tanto para os sindicatos patronais quanto para os dos trabalhadores.

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reportagem

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ESPAÇO GOURMET VICTOR SCHWANER/DIVULGAÇÃO

RODRIGO DUARTE/DIVULGAÇÃO

Pizza margherita é feita com fermento biológico na Pitza 1780 e passa por repouso

Pães de fermentação natural têm casca firme e massa com alvéolos, como na Du Pain

Faz crescer (mas não só) Químico, biológico, natural e até físico. Os diferentes fermentos existem para todos os tipos de massa e saber usá-los ajuda muito cozinheiros amadores. Quem adora fazer pão, por exemplo, certamente já desejou que o seu ficasse crocante, com a casca firme e muitos alvéolos, igualzinho ao artesanal, comprado em padarias de BH. O segredo pode ser optar pelo fermento natural, o levain (pronuncia-se levã). “O pão preparado com levain tem um sabor diferenciado, porque trabalha fermentação alcoólica, então dará massa mais ácida, azeda, melhor crocância e miolo macio”, explica Ronaldo Souza, à frente da padaria Du Pain, que tem até iniciativas para estimular os clientes a criarem levain em casa. Isso porque o produto não pode ser vendido e têAline Gonçalves

pronto para assar”, ensina. ALTERNATIVAS Mas todos esses diferenciais não querem dizer que o levain é o fermento ideal para tudo. É preciso antes de mais nada, saber qual será o tipo do preparo. Para bolos, o superconhecido fermento químico, comprado em latinhas em supermercados, é o indicado (com algumas exceções). “Ele tem a função de fazer o bolo crescer e ficar leve”, explica Kátia Pinheiro, proprietária da Band Cakes. “O fermento tem que ser usado com delicadeza, ele não dá sabor se usado na quantidade certa, mas o fermento em pó químico e o bicarbonato de sódio, que também é um fermento, podem roubar o sabor”, ensina. Kátia conta que, atualmente, o mercado apresenta ois tipos de fermentos desse tipo. O da latinha, mais comum, é ativado assim que é incorporado na massa. Sendo, por isso, necessário aquecer o forno e deixar tudo pronto antes de adicioná-lo. “Esse tipo não pode ficar esperando muito tempo”, explica. Mais recentemente chegou o químico ativado com o calor, direcionado a profissionais. “Posso fazer 16 bolos e colocálos para assar juntos”, exem-

plifica a especialista. No caso de alguns pães e mesmo outras massas, como pizza, entra em cena outro tipo de fermento: o biológico. “Mesmo usando o biológico, o repouso tem papel fundamental. A nossa massa de pizza descansa pelo menos 24 horas. Optamos por essa alternativa porque produzimos em escala maior”, explica o chef Eduardo Maya, da Pitza 1780. “Se não houver a fermentação e outras reações químicas do lado de fora, isso vai acontecer dentro do estômago”, ensina ele.

RECEITA

Natural ou levain Feito de farinha e água, precisa ser alimentado levando tempo para se estabilizar. Não está à venda, em geral. Usado em pães, pizzas e cucas.

Bolo chiffon de chocolate

Físico Quando para se conseguir aeração usa-se clara em neve. Biológico O fresco precisa ser guardado em geladeira. O seco tem validade maior, quando fechado. São usados para pizzas e pães. Químico O de ação rápida, popular no país, produz gás assim que entra em contato com líquido, e o de ação dupla precisa de líquido e calor (forno).

Fontes: Chef Eduardo Maya e Patrícia Amante, professora do curso de gastronomia da Una

BAND CAKES/DIVULGAÇÃO

Fermentos variadosajudam adarleveza, texturaesabor

lo depende de doação ou perseverança. Como o levain é um sistema vivo, por assim dizer, precisa ser ‘alimentado’. “O levain vai se alimentando de bactérias, a levedura come o açúcar da mistura de amido, oxigênio e água”, ensina Souza. Ou seja, o fermento natural depende basicamente de farinha, água e as leveduras que estão no ar. Além de tempo e disciplina, claro, para criá-lo. Segundo Souza, são pelo menos seis meses para estabilizar o item. “Pelo meu conhecimento, um fermento de seis meses ou 50 anos é praticamente a mesma coisa”, diz, creditando a um ‘mito’ histórias de fermentos naturais de mais de 200 anos serem melhores. O especialista ainda defende outros pontos do levain. “É bom para a saúde, porque tem baixo teor de índice glicêmico, deixa a digestão melhor. Também há de se dizer que o levain desenvolve ácido acético, inibindo bolores e fazendo com o que pão dure mais”, diz Souza. Em sua panificação, o pão mais rápido fica 19 horas fermentando (é uma ciabatta caprese), enquanto o mais longo leva 36 horas. “Para um leigo, no geral, quando pão em descanso começa a perder resistência, ele está

MUITOS TIPOS

Receita da Band Cakes, da chef Kátia Pinheiro

Ingredientes 170 g de iogurte 70 g de óleo de girassol 150 g de ovos 280 g de açúcar 60 g de manteiga 40 g de chocolate 100% 220 g de farinha de trigo 20 g de fermento em pó químico Modo de fazer Peneire a farinha e reserve. Bata o iogurte, o óleo, as gemas, o açúcar e chocolate no liquidificador. Adicione a farinha de trigo e mexa levemente. Bata as claras em neve e acrescente cuidadosamente. Por fim, incorpore o fermento. Calda Faça uma calda derretendo chocolate meio intenso


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almanaque LANÇAMENTO> Vanessa da Mata apresenta o show do DVD “Caixinha de Música”, gravado em maio MARCOS HERMES/DIVULGAÇÃO

Sáb. 25.nov.

Caminho inverso

Em ‘Caixinha de Música’ Vanessa da Mata fez o registro do show primeiro e depois saiu em turnê

Baú de possibilidades Em vez de fa-

Jessica zer o caminho Almeida usual, de lan-

çar um disco, sair com ele em turnê e depois registrar o show em DVD, Vanessa da Mata, 41, quis fazer o inverso. Com “Caixinha de Música”, seu segundo registro audiovisual, o espetáculo primeiro foi registrado – em maio deste ano, na Casa Natura Musical, em São Paulo – e agora percorre o Brasil, chegando a Belo Horizonte no próximo sábado (25). “Ensaiar também é uma forma de treinar. É possível teruma sensação de mais segurança no trabalho com o ensaio. E o lado bom é que o desgaste natural que acaba acontecendo com a turnê, para mim não aconteceu. Ensaiei e fui direto pro DVD. E daí para a para a turnê a música ainda continua fresca”, comenta a cantora e compositora. Entre as 25 canções escolhidas para entrar no registro, trêssão inéditas – “Caixinha de Música”, “Orgulho e Nada Mais” e “Gente Feliz (Sinceridade)”. Algumas vêm do repertório de “Delicadeza”, show intimista em que Vanessa se apresentava

acompanhada somente por piano, violão e guitarra, como “Love Will Tear us Apart”, do grupo inglês Joy Division, “Mágoas de Caboclo”, gravada por Orlando Silva, e “Vá pro Inferno com Seu Amor”, dossertanejos Milionárioe José Rico. Grandes hits seus como “Ai, Ai, Ai”, “Boa Sorte/ Good Luck” e “Não Me Deixe Só”também tiveram seu espaço na gravação. “Eu fico ainda muito ressabiada com essa mistura de imagem e som, fui treinada para a música, a imagem que implica o DVD eu ainda estranho. Mas dessa vez eu gostei muito do resultado. Gravei num espaço um pouco menor, para apenas 1.200 pessoas, com mais intimidade e personalidade, do qual inclusive eu sou uma das sócias e onde me senti realmente em casa”, afirma. Ainda que passeie por diversos gêneros como o sertanejo e o pós-punk e que o registro seja permeado de uma pegada eletrônica, a matogrossense explica que não há heterogeneidade porque tudo isso faz parte de sua personalidade musical. “Isso sou eu, desde o primeiro disco. Sou do Mato Grosso, do meio do Brasil, que recebe influên-

cia de ritmos que vêm do Sul, do Norte, do exterior e foi isso que me originou. Meu trabalho nunca foi com apenas um tipo de música ou letra. Tenho uma intranquilidade, no sentido de não me acomodar em algo que está dando certo. Tenho necessidade de renovação. Meu estilo está lá, sou eu, mas nunca é um ritmo só, são polirritmos”, afirma. Uma das canções inéditas – “Gente Feliz (Sinceridade)” – inaugura também uma parceria com o grupo soteropolitano BaianaSystem, que inclusiveela conheceu em Belo Horizonte.“Foi num festival. Eu estava me preparando antes do show e eles estavam no palco.

“

Gravei num espaço um pouco menor, para 1.200 pessoas, com mais intimidade e personalidade

Já tinha ouvido falar deles, mas nunca tinha ouvido. Fiquei impactada com a fartura, a musicalidade e a força musicaldeles. Tem muita gente que é forte musicalmente, mas na hora que toca ao vivo não empolga. Eles são muito mais fortes do que no disco, isso pra mim é sinal de grandiosidade, grandeza artística”. A composição em questão dialoga com o período de desesperança vivido no Brasil. “Eu queria que as músicas novas falassem de assuntos atuais e ‘Gente Feliz’ fala da desilusão que temos nesse momento político difícil, mas que ao mesmo tempo é claro, mostraas condutas dos governantes. Mas também fala de serfeliz,do brasileiro que também sabe se levantar e lutar, protestar quando precisa. Não só reclamar, mas sermos felizes como sempre fomos, e perseverantes”, diz. NO SÍTIO DE TOM Um fato curioso sobre “Caixinha de Música” é que ele foi ensaiado num sítio que pertenceu a Tom Jobim (1927-1994). Cedida por Daniel Jobim, neto do pianista, a construção fica em Poço Fundo, Região Serrana do Rio, e tem um estúdio. A canção

“Caixinha de Música”, inclusive, foi composta lá, a poucos dias da gravação do show. “Não consigo dizer queminhaestada lá influenciou diretamente as músicas, mas definitivamente fui inspirada pela grandiosidade da situação, de estar num lugar onde viveu um homem que eu sempre admirei, que já encantou tanta gente”, afirma ela, que gravou em2013 em disco apenas com obras do maestro soberano. “A música é uma divindade por si só, mas estar ali, vendo o chapeuzinho dele, seu Chevette, a mata que ele plantou, é estar sob a influência de alguém que tinha sensibilidade extrema, uma

“

Fiquei impactada com a fartura, a musicalidade e a força musical deles (BayanaSystem)

alma elevada em todos os sentidos”. Comosfilhos mais crescidos – hoje eles já são adolescentes –, Vanessa diz estar passando por uma fase nova na vida. “Eu adotei três crianças, que são frutos dos meus pés, minhas mãos, coração, tudo que é meu. Mas o começo foi muito conturbado, como é com todo filho. Acho que todos os pais deveriam ter um curso antes, a gente não tem ideia das dificuldades. Mas agora eles estão completamente adaptadose inclusive parecidos com a gente. Acho que aí eu começo a me ver de novo, curtir com meus amigos e olhar para minha vida junto com eles”, observa. Para o ano que vem, Vanessa diz que segue com a turnê.A existência das plataformas de streaming faz com que, embora ela não planeje lançar um novo álbum, tenha vontade de lançar novas músicas individuais. “Essa possibilidade me empolga muito”.

> Vanessa da Mata

LançamentodoDVD“Caixinhade Música” KM de Vantagens Hall (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, São Pedro). Dia 25 (sábado), às 22h. R$ 90 (pista/arquibancada, inteira), R$ 440 (mesa, setor 2), R$ 520 (mesa, setor 1)


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almanaque

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MÚSICA BH, o laboratório de Menescal Alex Um dos pais Bessas da Bossa Nova, Roberto Menescal tem vasta produção musical e, aos 80 anos, está longe de demonstrar cansaço: entre o final de setembro e o início de novembro, lançou três novos trabalhos, que integram uma discografia extensa (são quase 40 discos gravados, entre CDs e DVDs ao vivo e parcerias). E com muito ainda por fazer, é para lançar um novo trabalho, com o Quarteto do Rio – que inclui inéditas e clássicos –, que Menescal vem a Belo Horizonte, no próximo sábado (25), onde apresenta o disco “Mr. Bossa Nova”. Se o nome Quarteto do Rio não soa familiar ao leitor, vale contextualizar: os membros, com exceção do recém-integrado Leandro Freixo (voz e teclados), são remanescentes do grupo vocal e instrumental Os Cariocas, que faz parte da fauna do cancioneiro tupuniquim. São eles Elói Vicente (voz e violão), Neil Teixeira (baixo e voz) e Fabio Luna (voz e bateria), que adotaram o novo nome depois da morte d’ O Carioca Severino de Araújo Silva Fi-

lho (1928 – 2016). Pelos caminhos do grupo, em cada novo trabalho, ali estava uma composição de Menescal. No disco de estreia do Quarteto do Rio, a ideia era ter vários convidados, entre eleso Mr.Bossa Nova.“Mas fizemos um show com o Roberto e rolou muito. Íamos fazer uma ou duas com ele, mas decidimos que merecia o disco inteiro”, lembra Elói. O novo projeto, que estreia em BH, é classificado por ele como “uma homenagem com participação do homenageado”. PRODUTIVIDADE PLENA Mesmo conhecendo Menescal de longa data, Elói se surpreendeu com a entrega e produtividade do parceiro. “Pedimos algumas músicas, porque, além dos clássicos, queríamos algo novo. Ele mandou 12 canções!”, lembra, mencionando que desse montante foram selecionadas três. Com dez faixas, o grupo priorizou músicas que ainda não havia regravado, mas também reimprimiram versões de, por exemplo, “O Barquinho”. A disponibilidade de Menescal se credita a uma relação de respeito mútuo firmada ao longo dos anos. “Quan-

Sáb. 25.nov.

PAULO SABUGOSA / DIVULGAÇÃO

Show traz versões de “O Barquinho”, “Nós e o Mar”, “Bye Bye Brasil”, “O Rio” e inéditas

do me convidaram para o projeto, disse que topava, antes mesmo de saber o que era”, comenta o músico, com bom humor. “Eles queriam que eu tocasse também, queriam o som da minha guitarra e acabei até cantando em duas canções...”, completa Menescal. Com o tempo de amizade, a gravação acabou fluindo em uma única tarde. E por ter se entregado tanto ao trabalho, “tenho um carinho especial pelo registro, que assumi como nosso”, pontua. E, agora, que apareceu a oportunidade da estreia acontecer em

Minas, “claro que topei participar!”, empolga-se Menescal. É que, para ele, Belo Horizonte é um bom laboratório para testar novos produtos e formatos: “O que funciona em BH, funciona em qualquer cidade do país”, explica. NOVIDADES Além do álbum “Mr. Bossa Nova – Quarteto do Rio & Roberto Menescal”, o músico octogenário lança também “Bossa Nova Meets The Beatles”, em que revisa as músicas do quarteto de Liverpool, e “Abel Silva & Roberto Me-

nescal – Encontro Inédito”, que celebra sua parceria com o “compositor das estrelas”. Em paralelo, ele ainda percorre o país com a turnê do show “Dia de Luz, Festa e Sol!”, em que comemora seus 80 anos, e que será apresentado em BH em dezembro. Além de todos os projetos, Menescal está de olho em 2018. São pelo menos mais quatro sendo gestados. “Com a Fernandinha (Takai) vou produzir um disco dela cantando Tom (Jobim)”, adianta. Ele disparas elogios à mineira. “Ela tem um jeito meio

Nara Leão, tenho certeza que ficará muito bem”, diz sobre o álbum “O Tom da Takai”. Com o grupo “Bossacucanova”, que tem como integrante seu filho Marcio Menescal, ele vai gravar “Blues Bossa”. “E com a Leila Pinheiro estou gravando um novo CD de músicas minhas”. Para fechar, “também vou fazer com ela e com o Rodrigo Santos (Barão Vermelho), um disco com músicas do Cazuza”. Modesto, Menescal acredita que o assédio de artistas que o procuram para parcerias seja por conta de sua abertura, mas que nada tem a ver com a importância de seu nome na história da música brasileira. “Eu sempre gostei de fazer coisas a dois, de reunir pessoas... Tanto que, às vezes, até me enrolo! É muita coisa, demais!”, diz. De qualquer forma, o artista já se prepara para muito mais em 2018 que, afinal, marca os 60 anos da Bossa Nova. (Alex Bessas)

Mr. Bossa Nova – >Quarteto Rio e Roberto Menescal

Teatro Bradesco (rua da Bahia, 2244, Lourdes). Dia 25 (sábado), às 21h. R$ 130 (inteira).

Chico com sotaque lusitano O passaporte do cantor português António Zambujo já recebeu diversos carimbos de suas chegadas ao Brasil, mas a atual turnê traz uma novidade: é a primeira vez que ele desembarca na capital mineira. Não sem uma série de referências da cidade, a começar pela seara da música. “Sempre fui muito influenciado pelo Clube da Esquina – Milton Nascimento, Beto Guedes... E, recentemente, Makely Ka”, elenca ele, acrescentando, ainda, que também já provou alguns bons exemplos da culinária daqui (embora não tenha lembrado os nomes). Vale lembrar que a expectativa do artista encontra eco aqui: afinal, Zambujo chega a bordo da turnê do seu mais recente disco de carreira, no qual se debruça sobre o universo de Chico Buarque de Hollanda. Em “Até Pensei Que Fosse Minha”, seu oitavo álbum de carreira, o intérprete contou com as

Sex. 24.nov.

participações especiais de Roberta Sá, Marcello Gonçalves, Zé Paulo Becker e Ronaldo do Bandolim (Trio Madeira Brasil), além da sanfona de Marcelo Caldi. Já o homenageado registrou um dueto com Zambujo em “Joana Francesa”. O disco também traz a participação da cantora Carminho,

TIAGO CAÇÃO/DIVULGAÇÃO

António Zambujo está feliz com as críticas positivas ao disco que recebeu tanto no Brasil quanto em Portugal

sua conterrânea, na faixa “O Meu Amor”. Na verdade, Zambujo e Carminho são dois confessos apaixonados pela música brasileira. O cantor, aliás, já havia feito participações em projetos de Roberta Sá e Rodrigo Maranhão, embora “Até Pensei Que Fosse Minha” seja seu primeiro álbum dedi-

cado 100% a um compositor brasileiro. Ah, sim, Roberta Sá divide com ele a faixa “Sem Fantasia”. Na entrevista ao Pampulha, feita quando ele estava em Florianópolis, para um dos shows da turnê, Zambujo reconheceu a dificuldade em selecionar as 16 faixas do disco em meio a

um universo tão sedutor quanto abrangente. “Mas tinha duas composições que desde o início eu já sabia que iriam entrar. Uma é ‘João e Maria’, que meu filho mais novo (João, hoje com 5 anos, lembrando que ele também é pai do adolescente Diogo) gostava de cantar quando tinha 2, 3 anos. A outra é ‘Valsinha’, que sempre gostei de cantar”. O trabalho – que traz, na capa, uma reprodução de um trabalho da artista Adriana Varejão – reúne músicas de várias fases da carreira de Chico Buarque. Caso de “Cálice”, “Folhetim” ou “Tanto Mar” – essa última, totalmente alusiva à Revolução dos Cravos (movimento que derrubou o regime salazarista em Portugal em 1974). “Até Pensei”, música que inspirou o título do CD, claro, se faz presente. Zambujo também colocou sua voz a serviço de “Geni e o Zepelim”, composta por Chico para o musical “Ópera do Malandro”. Instado a falar sobre suas

escolhas, ele conta que buscou um leque abrangente da obra de Chico, contemplando várias épocas e temáticas. No entanto, ressalta que o martelo foi batido obedecendo a escolhas pessoais. Sobre o convívio com seu homenageado, estreitado neste projeto, ele também é só elogios: “Chico é uma pessoa incrível! Super tranquilo, profissional. Foi excepcional”. Em tempo: o disco de Zambujo concorreu ao Grammy Latino como melhor disco de música popular brasileira, disputando o prêmio com Edu Lobo, Alexandre Pires, Silva e Zanna. O nome do vencedor foi anunciado na noite da última quinta (16), após o fechamento desta edição. (Patricia Cassese).

Zambujo >cantaAntónio Chico Buarque

Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, Centro). Dia 24 (sexta), às 21h. A partir de R$ 120 (inteira). Há pacotes para compras de 2, 3 e 4 ingressos, com descontos progressivos.


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MÚSICA Passado e presente reunidos Jessica Ainda faltaAlmeida vam mais de sete dias para vinda de Humberto Gessinger a Belo Horizonte mas as duas apresentações, no próximo fim de semana (dias 25 e 26) já estavam esgotadas. Isso dá um pouco a entender a relação do gaúcho com o público da capital mineira, a qual ele chegou mencionar, num post em seu Instagram, como frequente divisor de águas em sua carreira. “Em vários momentos importantes BH esteve presente. Foi a única cidade que recebeu o show acústico em 2004, antes de sua gravação; o DVD ‘Insular’ foi gravado aí em 2014; a tour ‘PraFicar Legal’,de 2016, estreou em BH... e o que é mais importante: em várias momentos de transformação e renascimento, quando muita gente colocou em xeque minha capacidade de prosseguir, o público de Belo Horizonte que gosta do meu trabalho esteve sempre firme e forte ao meu lado”, conta. Desta vez, ele faz aqui as duas últimas apresentações do disco “A Revolta dos Dândis”, na turnê “Desde Aquele Dia – 30 Anos A Revolta dos Dândis”. O show de domingo, inclusive, será gravado pela Rede Minas e transformado no especial “Hum-

berto Gessinger – 33 Anos de Estrada”, a ser exibido no dia 11 de janeiro, aniversário da estreia do músico. “(O especial) vai ser, essencialmente, o show. Canções de ‘A Revolta dos Dândis’ ao lado do material mais recente. Um trio em dois momentos, pesado e acústico”, adianta. Como ele mesmo disse, o repertório dos shows traz o disco homenageado na íntegra. Ao lado de Rafa Bisogno (bateria e percussão) e Felipe Rotta (guitarra e violão), Gessinger retorna a um trabalho que reuniu grandes sucessos como “Infinita Highway”, “Terra de Gigantes” e “Refrão de Bolero” a outros “lados B”, como “Guardas da Fronteira”, “Filmes de Guerra” e “Canções de Amor”. “‘A Revolta dos Dândis’ representa, para mim, o início de uma escrita mais pessoal e particular e a descoberta do meu espaço musical: baixista num power trio com liberdade para flertar com outros instrumentos. O disco continua fazendo sentido pela força dascomposições e pela fragilidade da formatação musical. Era uma formação nova, fazendo coisas novas, cheia de incertezas. Isso foi ótimo pro disco: trouxe humanidade à música que fazíamos”, diz. Além de “A Revolta”, cançõesdeoutras fases desua carreira, inclusive composições de seu mais recente compacto, “Depois Daquela Noite”,

que tem músicas já gravadas com parceiros, mas inéditas em sua voz: “Alexandria” (2015), com Tiago Iorc; “O Que Você Faz à Noite” (1988) com Dé, do Barão Vermelho; e“Olhos Abertos”(1989), gravada pelo Capital Inicial. O show daqui ainda conta com o acréscimo de duas canções inéditas que estarão num DVD previsto para 2018. Embora tenha lançado uma inédita no último dia 17 e tenha outros três lançamentos previstos até fevereiro, Gessinger não pretende lançálas em compacto, como fez nos dois últimos projetos. Somente nos serviços de streaming e no DVD. O novo contexto de produção e divulgação musical proporcionado pela tecnologia influenciou seu jeito de trabalhar. “Não mudou meu modo de escrever, mas mudou a forma de agrupar canções. Perderamse algumas certezas, ganhouse liberdade. Cada um faz seu calendário agora, não há mais uma definição da indústria dizendo quantas canções e com que frequência devem ser lançadas. É um mundo que exige mais disciplina, mas disciplina é liberdade”, conclui.

Sáb. e dom. 25 e 26.nov.

FERNANDO PETERS/DIVULGAÇÃO

Sem retorno

No ano que vem, completam-se dez anos da pausa dos Engenheiros do Hawaii, mas grupo não pretende ser reunir’

Humberto >Gessinger

Turnê “Desde Aquele Dia – 30 anos A Revolta dos Dândis” Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Dia 25 (sábado), às 21h; e dia 26 (domingo), às 19h. Ingressos esgotados.

Apocalyptica celebra Metallica Qui. 23.nov.

CHRISTIAN RIPKENS/DIVULGAÇÃO

Grupo finlandês de metal sinfônico comemora os 20 anos de ‘Plays Metallica by Four Cellos’

Tudo começou com o Metallica para o grupo finlandês de metal sinfônico Apocalyptica. A paixão pela banda norteamericana de trash metal unia todos os integrantes e foi a partir dela que eles entraram no mercado fonográfico em 1996 com o disco “Plays Metallicaby FourCellos”. “Depois disso,nós quisemos experimentar como bandas como Sepultura, Slayer e Pantera soariam no cello. Essa era a ‘nossa coisa’. Acredito que foi um processo natural e importante para que em 2000 nós pudéssemos lançar nosso terceiro álbum com material autoral e nos estabelecermos como um grupo de heavy metal decello, tentandoentendertodas as possibilidades que podemosrealizarcomnossosinstrumentos”,afirma ointegrante da banda Perttu Kivilaakso. Foi por isso que nasceu a turnê “20 Anos de Plays Metallica by Four Cellos”, que a princípio seria composta por

apenas alguns shows na Europa e acabou se tornando uma turnê mundial já há quase dois anos na estrada. A banda finalmente aporta no Brasil para quatro shows no país e um deles será em Belo Horizonte, na próxima quinta (23). “Nossa paixão pela música do Metallica nunca acabou e depois desses incríveis 20 anos é maravilhoso poder voltar a esse estado original, àquilo que nos uniu no começo de tudo”, diz. O show começa com os quatro violoncelistas tocando o disco na íntegra, depois entra a bateria e eles tocam outras músicas do Metallica. O repertório ainda é composto por músicas deles como “Orion”, “Battery”, que eles ainda não tinham performado ao vivo. Perttu se diz ansioso pela chegada à América Latina, e diz que gosta do público do Brasil, onde já se apresentaram em 2006 e 2011, pela sua

receptividade. “São quatro shows e vamos a cidades que ainda não conhecemos (comoBelo Horizonte).A atmosferado povoémuito forte, é um sentimento muito inacreditável, irpro palco sabendo que todo mundo está muito empolgado e poder sentir isso no ar”, comenta. NOVO DISCO A turnê ainda segue até o ano que vem e ao final eles devementrar em estúdio paragravar o sucessor de “Shadowmaker” (2015). “Ainda não estamos trabalhando propriamente nele, mas temos muitas ideias. Mas uma coisa é certa, vamos trazer o cello bem mais para linha de frente”, adianta. (Jessica Almeida)

> Apocalyptica

Turnê “20 anos de Plays Metallica by Four Cellos” Music Hall (av. do Contorno, 3.239, Santa Efigênia). Dia 23 (quinta), às 20h. A partir de R$ 140 (3º lote, pista, meia entrada).


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MÚSICA Palco nobre aberto ao rap Aline “É uma vitóGonçalves ria”. Assim o rapper Flávio Renegado resume o que representa a apresentação que faz neste sábado (18). O motivo é que ele estará ao lado da Orquestra de Câmara Sesiminas e na Sala Minas Gerais, espaço tradicionalmente destinado a apresentações eruditas e sede da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. “O rap, até os anos 1980, nem era considerado música. Agora, estará no palco máximo”, reflete. “Sempre foi meu objetivo levá-lo a diferentes diálogos e é um marco trazer a música popular para esta sala. Sou o primeiro artista negro, popular, a tocar lá. Sempre fui ocupando espaços”, diz. A apresentação será um momento de ver o artista de uma forma diferente, mas interpretando canções, marcadas por romantismo ou crítica social, conhecidas dos mineiros. Serão 15 mú-

sábado (18) ENSAIO CULTURAL Festival de arte convida a banda Lamparina e A Primavera e outras atrações. Rua Argus, 71, Santa Lúcia. Às 16h. R$ 20 (antecipado,pelo sympla.com. br) e R$ 30 (entrada)

GUI HERGRAVES Compositor mineiro apresenta seu segundo disco, “Volta”. Benfeitoria (r. Sapucaí, 153, Floresta). Às 19h. R$ 10

JULIANA PERDIGÃO Cantora e compositora mineira apresenta show do disco “Ó”. Funarte MG (r. Januária, 68, centro). Às 19h. R$ 10 (inteira)

sicas, escolhidas por ele e pelo maestro Marcelo Ramos, responsável pelos arranjos. Dez são de autoria de Renegado. As demais refletem suas influências, como Márcio Borges, Moacir Santos, Luiz Melodia e Vander Lee. “Eu apresentei uma primeira proposta e o Marcelo sugeriu mudanças”, diz Renegado. O concerto inédito abre as comemorações dos dez anos do lançamento do primeiro disco do rapper, “Do Oiapoque a Nova York”. A regência estará a cargo do maestro Marco Antônio Maia Drummond. “O balanço que faço dessa década é que foi um período de muito trabalho e de conquistas”, diz. “Não imaginava que conseguiria este alcance. Sempre quis ser reconhecido com a minha arte, mas acabei virando uma espécie de ‘abre-alas’ do rap e fico honrado e feliz”, explica. O show também será um momento de reforçar os vínculosdo artistacom suaancestralidade afro e, por isso, foi

domingo (19) LÍVIA ITABORAHY Cantora apresenta obras de compositores mineiros como Milton Nascimento, Lô Borges Vander Lee, em formato voz e violão no espetáculo “Mineiridades Sortidas”. Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Moraes, 202, Cidade Jardim). Às 15h30. Gratuito

UM PASSEIO COM OS BEATLES Orquestra formada por crianças e adolescentes de João Monlevade (MG), a Camerata Acordes apresentatributo ao querteto de Liverpool. Teatro Bradesco (r. da Bhia, 2.244, Lourdes). Às 16h. R$ 10 (inteira)

quarta (22)

THE ROYAL HOUNDS Trio americano apresenta o álbum “Porker All night Long”. Abertura com Alexandre da Mata & The Black Dogs. Underground Black Pub (av. Itaú, 540, Dom Cabral). Às 22h. R$ 15

JUAREZ MOREIRA Violonista mineiro é o convidado da próxima edição do Minas Pocket Música. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Às 20h. R$ 20 (inteira)

batizado de “Suite Masai”. Masai é o indivíduo de um povo africano, seminômade. Renegado mergulhou em pesquisas sobre o guerreiro. Não por acaso foi escolhido o fim de semana anterior ao Dia da Consciência Negra, celebrado na segunda (20), para o show (veja na página 5 outros eventos relacionados à data). O concerto terá participações dos cantores, compositores e instrumentistas Maurício Tizumba e Sérgio Pererê, da violista Nath Rodrigues e da poeta Mel Duarte. Depois da apresentação, Renegado volta-se à turnê do seu disco atual, “Outono Selvagem”, mas não descarta novos shows do tipo. “Vontade não me falta. Quem sabe não consigo dialogar com outras orquestras?”, diz.

Renegado >comFlávio a Orquestra de

Debravador

Flávio Renegado apresenta-se com a Orquestra de Câmara Sesiminas

Câmara Sesiminas

Sala Minas Gerais ( r. Tenente Brito Melo, 1.090, Barro Preto). Neste sábado (18), às 20h. R$ 30 (inteira).

sexta (24) AWEN Duo AWEN apresenta espetáculo “As Histórias das Canções”. Espaço de Cultura e Arte (r. Odilon Braga, 1190, Mangabeiras). Às 21h. R$ 30 (inteira)

Pagode ganha Belo Horizonte

SERENA XAVIER Cantora mirim apresenta show “Minha Felicidade”, cantando compositores como Lô Borges, Marcelo Jeneci, Marcelo Camelo e Cazuza. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Às 20h30. R$ 20 (inteira)

ZAMBUJO CANTA CHICO BUARQUE Cantor português Antonio Zambujo apresenta o show de seu novo CD, “Até pensei que fosse minha. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Às 21h. A partir de R$ 120 (inteira)

BIANCA AUN / DIVULGAÇÃO

Valença e Orquestra Ouro Preto é uma 6 Alceu das atrações do Festival da Vida de Sete Lagoas

DARYAN DORNELLAS/DIVULGAÇÃO

Sáb. 18.nov.

Para marcar as comemorações dos 150 anos da cidade de Sete Lagoas, o pernambucano Alceu Valença e a Orquestra Ouro Preto apresentam o aclamado espetáculo “Valencianas”, que retoma clássicos do compositor, como “La Belle Du Jour”, “Coração Bobo” e “Tropicana”, no próximo dia 24. A quarta edição do Festival da Vida traz ainda o show de bandas locais e cortejos. No dia 25, a banda Tianastácia também sobe ao palco para se juntar à festa. Onde Parque Náutico da Boa Vista (av Prof. Maurílio de Jesus Peixoto, 1175, Sete Lagoas) Quando Dias 24 e 25 (sexta e sábado), às 21h e 20h Quanto Gratuito

Depois de muito sucesso na década de 1990 e da consolidação de fãs em todo Brasil, nos últimos anos ocorreu uma renovação do público de grupos como Sorriso Maroto e Raça Negra. Muitas das músicas que fizeram sucesso no rádio voltaram a ser ouvidas, agora através de serviços de streaming, e foram alçadas ao status de cults. Essa realidade, diga-se, deve se fazer notada na sexta edição do Samba Prime, que acontece na cidade no próximo sábado (25). O evento reúne samba e pagode e traz para Belo Horizonte atrações como os já mencionados Sorriso Maroto e Raça Negra, além de outros, como Belo, Imaginasamba, Turma do Pagode e Pixote. “O público que vai hoje ao nosso show reflete isso. Tem gente de todas as idades e todos os estilos. Muitos dos mais jovens, cresceram com os pais ouvindo Raça Negra e hoje estão todos lá, curtindo juntos o show. É uma satisfação enorme observar isso”, afirma Luiz Carlos, vocalista do Raça Negra. Prova de que estão atentos a essa renovação é o novo DVD apresentado por eles.

Sáb. 25.nov

DIVULGAÇÃO

Raça Negra é uma das atrações do Samba Prime

Em “Raça Negra & Amigos II”, o grupo se apresenta ao lado de nomes do sertanejo como Wesley Safadão, Zezé Di Camargo & Luciano e Thiaguinho. “A música se renova, novos talentos surgem, isso é muito bom”, comenta, mas adiciona que “a ideia do DVD foi celebrar a amizade e chamar alguns cantores, também de outros estilos, para compartilhar essa celebração à música e à amizade”. Para o show em BH, além de trazer as músicas do novo trabalho, Luiz avisa que não vão faltar sucessos. “O públi-

co pede e a gente não pode deixar de cantar”, diz ele, lembrando que “Cigana” e “Cheia de Manias” são algumas delas. Enquanto se prepara, Luiz se diz entusiasmado com o festival. “BH é sempre alto astral, a galera é animada e essa troca com o público faz cada show ser especial”, elogia o sambista. (Alex Bessas)

Samba Prime – >6ª Edição

Expominas (av. Amazonas, 6.200). Dia 25 (sábado), às 16h. A partir de R$ 75 (área VIP, lote 4)


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ARTES VISUAIS A vida e a arte de Lorenzato Amadeo Lorenzato (1900-1995) presenciou as turbulências do século XX bem de perto. Entre 1928 e 1930, pedalou pelo Leste Europeu com o colega e pintor holandês Cornelius Keesman vendendo aquarelas e guaches; morou na Paris da década de 1930 e na Itália de Mussolini até 1948, quando voltou ao Brasil com a família. Mas foi o cotidiano humilde do brasileiro que ele decidiu destacar em sua obra. Agora, o artista plástico mineiro ganha sua maior exposição, com 300 peças que serão exibidas na galeria que o recebeu em sua primeira apresentação individual, em 1964.A exposição “Lorenzato: Simples Singular” entra em cartaz na próxima quinta-feira (23), na Galeria de Arte do Centro Cultural Minas Tênis Clube. A mostra traz pinturas, desenhos, esculturas e aquarelas, além de um extenso arquivo documental sobre a vida e a arte do belo-horizontino que foi um dos primeiros moradores do bairro Cabana do Pai Tomás em uma capital que se erguia mirando as prosperidades do modernismo. João H. Motta (*)

“A exposição busca revisitar a obra de Lorenzato para impulsionar uma visibilidade ao enquadramento que ele fez do cotidiano e de uma arquitetura popular da cidade que ele viu crescer, além de apresentar sua potência técnica a uma nova geração de artistas visuais que está surgindo”, afirma o curador Marconi Drummond. Lorenzato foi pintor de paredes. Trabalhou no ofício tanto na Europa quanto no Brasil e dele abstraiu técnicas para seus quadros: utilizava um pente de metal comumente empregado na ornamentação de pintura de parede, com o qual funde as camadas de tinta na tela. O resultado é a apresentação de linhas tortuosas e leves reentrâncias dispersas por todo o quadro, como explica a estudiosa Cláudia Giannetti Nölle. SIMPLES E SINGULAR Para Drummond, a linha curatorial busca ressaltar duas características identificadas nas obras de Lorenzato, “a singularidade de seu olhar e a sofisticação expressa na simplicidade”. A mostra selecionou 300 peças dentro de um acervo de 900 obras que ainda não haviam sido catalogadas. “A obra de Lorenzato

ainda não tem o devido destaque em museus ou em galerias. Inventariar as obras e exibi-las é uma forma de trazer o artista para as discussões atuais sobre a produção artística do nosso tempo”, afirma. Ainda segundo Drummond, a estética e a técnica de Lorenzato o permitiria ser exposto ao lado de outros grandes brasileiros, como seus contemporâneos Portinari e Tarsila do Amaral, não só pelo olhar ao âmago da rotina do Brasil, mas também pela apuração do desenho e das cores escolhidas para ilustrar seu universo.

Abertura 23.nov

DANIEL MANSUR/DIVULGAÇÃO

ARQUIVO Com a mostra, o público poderá conhecer ainda sobre as peculiaridades do artista. “A exposição traz um arquivo de vídeos restaurados, documentários e fotografias, como os registros feitos no período que viajou de bicicleta pela Europa”, conta Drummond. Além dessas imagens raras, a exibição traz acervo documental e as ferramentas utilizadas pelo artista em seu ateliê.

Lorenzato: >Simples Singular

Galeria de Arte do Centro Cultural Minas Tênis Clube (r. Bahia, 2244, Lourdes). De 23/11 a 18/2. Entrada gratuita

ASCOM/DIVULGAÇÃO

Um Papo recebe o 6 Sempre fotógrafo Bob Wolfenson

Bob Wolfenson apresenta seu último lançamento de título homônimo. A obra é uma reunião de 58 fotografias selecionadas pelo editor Roberto Linsker, a partir de um acervo de quase 50 anos de trabalho, e que traz imagens de mulheres famosas e do círculo íntimo de Bob, como Gisele Bündchen, Taís Araujo, Luiza Brunet, Juliana Paes, Rita Lee e Alessandra Negrini. Onde Auditório da Cemig (r. Alvarenga Peixoto, 1200, Santo Agostinho) Quando Dia 24 (sexta-feira), às 19h30 Quanto Gratuito

LAURA GUIMARÃES/DIVULGAÇÃO

Amélia Diniz Camargos 6 Ana ministra oficina de cerâmica

A artista plástica mineira está em cartaz na Casa Fiat de Cultura com a exposição “Fuga” e irá ensinar e orientar o público em técnicas de modelagem simples em argila, que irá originar peças em terracota, com tema livre. As oficinas oferecem 15 vagas e, para participar, não é necessário inscrição prévia. Onde Casa Fiat de Cultura (pça. da Liberdade, 10, Funcionários) Quando Dias 18 e 25 de novembro (aos sábados), das 14h às 15h30 Quanto Participação gratuita

Quadro de Lorenzato que será exposto em mostra na Galeria de Arte do Minas


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ARTES CÊNICAS A versão dos fatos do perdedor Jessica Foi ainda duAlmeida rante o processo do premiado “Caranguejo Overdrive”, que o diretor Marco André Nunes, d’Aquela Cia., teve o primeiro lampejo do que se tornaria o espetáculo “Guanabara Canibal”, que depois de estrear no Rio faz temporada no CCBB de Belo Horizonte a partir da próxima sexta (24). “No estudo para o ‘Caranguejo’eureli ‘OPovo Brasileiro’, do Darcy Ribeiro (1922-1997), e em dada hora ele cita um poema de José de Anchieta (1534-1597) sobre os feitos de Mem de Sá (1500-1572) durante as batalhas que dizimaram várias aldeias tupinambás e marcaram a fundação da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. É uma elegia ao extermínio dessas tribos”, conta. “A partir disso, eu pensei que é algo muito potente imaginar que boa parte do Brasil nasceu do extermínio de uma população que estava aqui”. Assim como nos espetáculos anteriores da companhia, um olhar foi dirigido ao passado para pensar questões do presente. Nesse caso, a violência. “Não é só a violência do conflito armado, essa é que muito visível nas grandes cidades e relativa à segurança. É também a social, do racismo, do rico contra o pobre, do convívio cada dia mais violento das pessoas na cidade, do poder público que no seu descaso violenta a população. Tudo isso está na própria formação da nossa sociedade”, explica. A peça, cujo texto é assinado por Pedro Kosovski, se desenvolve em três movi-

Sex. a seg. 24.nov. a 18.dez.

JULIO RICARDO/DIVULGAÇÃO

construída, não é o que aconteceu. O que tentamos fazer, além de contar a história mais próxima do que aconteceu, foi criar a nossa própria história, que não é uma reconstrução fiel, mas a nossa apropriação poética, afetiva, artística e sensível da nossa história”. Mais uma vez, como nos outros trabalhos d’Aquela Cia., a música é ao vivo e tem papel fundamental. “A música está presente o tempo todo, desde o início. É muitas vezes tensa e tem momentos de punk rock mesmo. É uma música que conduz, não só dialoga com a ação. Algumas pessoas viram e acharam que é uma ópera tupinambá, ainda que os textos sejam falados e não cantados”, conclui.

Editorial

mentos. Uma cena se repete nos três atos: o ano é 1965 e o elenco, formado pelos atores Carolina Virgüez, Matheus Macena, Reinaldo Junior, João Lucas Romero e Zaion Salomão, se reúne ao redor de uma vitrola para ouvir um vinil. Nele, o jornalista e político Amaral Neto (1921-1995) narra o documentário sonoro “Como Nasceu o Rio – O Repórter da História Amaral Neto Narrando o Período de 1502 a 1567”. A inserção desse vinil foi uma forma de questionar a versão oficial dos fatos, que é sempre contada pelo viés do vencedor e não do vencido. “Buscávamos criar um deslocamento de tempo e tomamos o ano de 1965 como parâmetro porque houve uma grande comemoração dos 400 anos da cidade, bem

maior que a dos 450. Imaginei que podia se passar nesse momento, com as pessoas reunidas para participar dessa grande festa. Fomos pesquisaro que aconteceu naquele ano e descobrimos que o disco foi lançado naquela época e era exatamente a versão oficial”, contextualiza. VERSÃO NÃO-OFICIAL Pedro teve como referências, além do poema de José de Anchieta mencionado por marco (“De Gestis Mendi de Saa”), relatos dos cronistas franceses Jean de Lery (1536-1613) e André Thevet (1502-1590), que acompanharam a formação da França Antártica (1555-1570), no Rio. “A sociedade cria sua própria história. O que a gente aprende é uma versão

JOSE LUIZ PEDERNEIRAS / DIVULGAÇÃO

Corpo faz apresentações a preços populares 6 Grupo Para fechar a temporada 2017, o Grupo Corpo apresenta as montagens

“Suíte Branca” e “Dança Sinfônica”, peças das celebrações dos 40 anos da companhia, em 2015. O primeiro marca estreia da coreógrafa paulista Cassi Abranches. Já o segundo, estrutura-se a partir de um foco memorialista. Onde Cine Theatro Brasil Vallourec (praça Sete, s/nº, centro) Quando De 30/11 a 3/12 (quinta a sábado, às 20h30; e domingo, às 19h). E dias 5 e 6/12 (terça e quarta, às 20h30). Quanto R$ 20 inteira. As vendas começam na próxima segunda (20).

Assim como os espetáculos anteriores da companhia, o texto de ‘Guanabara Canibal’ foi lançado em livro recentemente

Guanabara >Canibal

CCBB (praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). De 24 de novembro a 18 de dezembro, sexta a segunda, às 20h. R$ 20 (inteira)


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ARTES CÊNICAS Epopeia africana chega a BH Alex Bessas

Umapeçaimpossível. Éassim que Laurent Gaudé, autor de “Salina” descreve seu texto. O francês vai além: “Qualquer um diria: ‘muitas pessoas, muito longa, muito cara...’ Mas será que devemos parar de escrever peças como esta? Eu sempre achei que não. Que o teatro morreria se não tivesse textos impossíveis para montar”. Essas observações encontram eco no trabalho da companhia carioca Amok Teatro, que ousou trazer a peça ao país, e podiam ser lidas no encarte distribuído para o público na estreia da montagem no Brasil, em 2015. E mesmo já tendo feito passagem até pela China, “Salina (a Útima Vértebra)” nunca havia desembarcado em Belo Horizonte. Bem, até agora. Com uma equipe de 14 pessoas, sendo 11 atores que entram em cena, três horas e 30 minutos de duração e direito a intervalo com lanche, a epopeia teatral terá quatro apresentações na capital mineira entre sexta (24) e domingo (26). “A frequência que vamos a BH tem aumentado,

DANIEL BARBOZA / DIVULGAÇÃO

Sex. a dom. 24 a 26.nov.

felizmente”, brinca Ana Teixeira, que dirige a montagem com Stephane Brodt. Sobre a escolha do texto, Ana classifica como um encontro de desejos. “A gente tinha vontade de explorara oralidade e foi natural o interesse pela África, que traz isso com muita força”, diz ela, explicando que “Salina” propõe um mergulho na ancestralidade

Para a peça, foram incorporados dez atores ao grupo. Entre mais de 200 inscritos, a seleção não passou por audições simples, mas por um processo pedagógico; “escolhemos aqueles que querem procurar e não encontrar”, diz a diretora Ana Teixeira

africana. Detalhe: em termos de estrutura, é o maior espetáculo do grupo em 20 anos. “Em tempos de crise, é um desafio ainda maior. Mas é importante fazer esse teatro por tudo o que ele significa”. ÁFRICA Equilibrando-se entre uma tragédia grega e uma epopeia africana, a monta-

gem traz a saga de Salina, personagem que é casada à força e, violada pelo marido, engravida de Mumuyê Djimba – que odeia tanto quanto a seu genitor. Banida de sua cidade sob acusação de deixar o esposo agonizar e morrer em batalha, Salina, no deserto, alimenta seu desejo de vingança. Da ira, nasce o segundo filho, Kwane. Os ir-

mãos travam guerra, até que um acontecimento muda o rumo da história. A trupe já trouxe para BH outra montagem que tem a África como lugar. Mas, diferentemente de “Cadernos de Kindzu” (inspirado em texto de Mia Couto), “Salina” traz uma africanidade mais imaginária. Sucesso por onde passa,

a “peça impossível” é, para Ana, mais que teatro. “Tem um quê de saúde mental”, arrisca ela. “Além da história, da plasticidade, da trilha sonora, das grandes encenações, acredito que há mais motivos para as pessoas voltarem até cinco vezes para assistir uma montagem com mais de três horas de duração”. Ela, portanto, procura a explicação. “Tem emoção, tem catarse. A gente consegue canalizar e pensar sobre esse cenário perturbador em que o ódio conduz todas ações sociais”. A diretora examina que a epopeia permite que “o público viaje pelos caminhos do rancor da vingança e, então, há a reviravolta que traz a redenção de toda comunidade ali...”. Com isso, “Salina” “acaba funcionando como um ritual que mostra um jeito de agenciar todas emoções de forma sadia. Isso também mobiliza o público”.

Salina (a última >vértebra)

Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro). Dia 24 (sexta), às 20h; dia 25 (sábado), às 14h30 e 20h; dia 26 (domingo), às 18h. R$ 20 (inteira).

Uma década de ‘Aqueles Dois’ A década acabaria conhecida, tempos mais tarde, como “perdida”. O ano, mais precisamente, era 1982, o Brasil caminhava para uma abertura política e uma forte crise fragilizava os setores da economia. Neste mesmo ano, o escritor Caio Fernando Abreu escreve uma “história de aparente mediocridade e repressão”. A narrativa desemboca no conto “Aqueles Dois” – parte integrante do livro “Morangos Mofados” – e fala da possibilidade do encontro de duas pessoas “num deserto de almas também desertas”. Ali, Caio relata a história de dois rapazes que se encontram na repartição em que trabalham, mas a amizade é reprovada por colegas de trabalho e a intimidade de Raul e Saul posta à prova quando sofrem humilhações homofóbicas de colegas de trabalho. Vinte e cinco anos depois da publicação do conto, a Cia Luna Lunera estreava o espetáculo homônimo ao conto e levava aos palcos por meio de quatro atores a

história de Raul e Saul. A montagem “Aqueles Dois” já circulou por mais de cem cidades brasileiras e por países como Argentina, Colômbia e México e, agora, volta à cidade natal. A peça ocupa o Teatro Sesiminas entre os dias 23 de novembro e 3 de dezembro, e, nesta curta temporada, celebra os dez anos do espetáculo. A homossexualidade dos personagens não é declarada no conto de Caio ou na peça. Apesar disso, a questão é trazida à baila de uma forma muito sutil. Em 2007, quando o espetáculo estreou, críticos questionaram os atores da Luna Lunera (também responsáveis pela direção coletiva da montagem) se a homossexualidade já não era um tema “bem-resolvido” na sociedade brasileira. Para o ator Cláudio Dias, dez anos depois, a questão é exatamente o contrário: “Se diziam que o tema era ultrapassado, hoje em dia a gente percebe um retrocesso no país em determinados grupos. O espetáculo é mais atual que nunca”, pontua.

Qui. a dom. 23.nov a 3.dez.

ALAN SOARES/DIVULGAÇÃO

A Cia Luna Lunera comemora os dez anos do espetáculo em uma temporada no Sesiminas

Todavia, para os atores, o texto aborda uma temática muito mais ampla e cara às pessoas: os encontros e os afetos. “O espetáculo fala, para mim, da possibilidade de encontro, da possibilidade de construção de afeto, mesmo quando o que reina é a aridez de um trabalho burocrático, a aridez de um mundo sem cor”, explica o ator Odilon Esteves. Se a obra de Caio Fernan-

do Abreu é conhecida por discutir o afeto entre as pessoas, isso é trazido à baila pelos atores em um momento especial do espetáculo. Nus em cena, Cláudio, Odilon, Guilherme e Marcelo pausam o espetáculo e sempre dedicam a apresentação a alguém. Os dez anos em cartaz, aliás, angariaram boas histórias sobre este momento: já agradeceram à atriz Fernanda Montenegro, presente em uma apresenta-

ção, e homenagearam a segunda mãe de Odilon Esteves, Maria da Paz, após seu falecimento – em uma noite emocionante para o grupo. DAQUI PRA FRENTE Agora, uma década depois da estreia, o espetáculo segue sua trajetória de sucesso, inclusive na América Latina. Retornar a países de língua espanhola, como está previsto para 2018, é um de-

sejo da Cia Luna Lunera – que ressalta o carinho que o público latino sente pela montagem. “O espectador de fora do Brasil abraçou o espetáculo, entendendo que tem muitas referências à cultura hispano-americana, como o bolero e Gardel. Isso traz uma identificação e, muitas vezes, é a fuga do clichê que se tem do Brasil”, afirma Odilon. Apesar das dificuldades econômicas que a classe artística tem enfrentado, a companhia já esboça projetos para o ano que vem. Além de novidades guardadas em segredo pelo grupo, os atores continuam a apresentar espetáculos do repertório pelo país e fora dele – além de “Aqueles Dois”, “Cortiços” e “Prazer”. * Lara Alves/ Sob supervisão de Marília Mendonça

> Aqueles Dois

Temporada de comemoração dos dez anos do espetáculo da Cia Luna Lunera. Teatro de bolso Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia). Quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h. R$ 30 (inteira). De 26/11 até 3/12.


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pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 18 a 24 de novembro de 2017

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ARTES CÊNICAS teatro adulto A MÁQUINA Dir. Djaelton Quirino Com Alex Pessoa, Carol Viana, Éder Lopes A história de amor de Antônio e Karina, uma jovem que sonha em abandoinar a cidade em que vive para ganhar o mundo como artista. Antônio, apaixonado pela moça, promete viajar no tempo. Espaço Aberto Pierrot Lunar (r. Ipiranga, 137, Floresta). Neste sáb. (18), às 20h. R$ 20 (inteira).

AMOR DE SALTO ALTO Dir. Daniel Lima Com Barbara Nunes e Marcelo Prosdocimi A personagem feminina fala aos homens tudo aquilo que muitas mulheres gostariam de dizer. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Neste sáb. (18), às 21h; dom. (19), ás 19h. R$ 40 (inteira); R$ 15 (postos Sinparc).

20 (inteira).

SALINA (A ÚLTIMA VÉRTEBRA)

NIGHTVODKA

(Leia mais na página 22)

Dir. Eid Ribeiro Com Grupo Armatrux Num universo em ruínas onde a possibilidade do amor se quebrou, o espetáculo parte dos relatos sobre o acidente de Chernobyl e faz uma ode à cultura soviética. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Neste sáb. (18), dom. (19) e seg. (20), às 20h. R$ 20 (inteira).

O PODEROSO NEGÃO Dir. Thiago Carmona Com Thiago Carmona Neste stand-up, o humorista critica, analisa e desconstrói o cotidiana de uma maneira irônica. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211). Neste sáb. (18), às 21h; dom. (19), às 19h. R$ 40 (inteira); R$ 20 (promocional).

SUASSUNA - O AUTO DO REINO DO SOL Dir. Luís Carlos Vasconcellos Com Cia Barca dos Corações Partidos Adaptação da obra literária e de episódios biográficos do poeta Ariano Suassuna, morto em 2014. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro, 3214-5350). Neste sáb. (18), às 20h; dom. (19), às 19h30. R$ 60 (plateia 1, inteira); R$ 50 (plateias 2 e 3, inteira).

VINCENT - UM SOLO DE AMOR Dir. Jefferson da Fonseca Com Jefferson da Fonseca Cartas do pintor holandês inspiram cenas sobre períodos conturbados da vida de Vincent Van Gogh. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Qui.

a sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 30 (inteira). Até 26/11.

teatro infantil

cos e das várias gerações de Jojô e Palito. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Sáb. e dom., às 17h. R$ 36 (inteira); R$ 17 (postos Sinparc). Até 3/12.

NOEL E OS DUENDES DONA BARATINHA Dir. José Roberto Pereira Com Carmélia Cândida, José Roberto Pereira, Marcilene Tavares Uma baratinha sonha em se casar e, ao encontrar uma moeda de ouro, desenvolve um plano para atrair pretendentes. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Sáb., às 17h; dom., às 16h. R$ 20 (inteira).

JOJÔ E PALITO EM: BELÔ MEU AMOR Dir. Joselma Luchini Com Joselma Luchini, Jordana Luchini, Olavino Marçal A história de Belo Horizonte narrada através de sua fauna e flora, de dados históri-

Dir. Joselma Luchini A história de um velhinho que catava brinquedo dos sacos de lixo deixados na rua. Espaço Cultural Luchini (r. Osório de Morais, 274, bairro Ouro Preto, 99993-0600). Dom., às 11h. R$ 30 (inteira); R$ 14 (postos Sinparc). Até 17/12.

OS TRÊS PORQUINHOS Com Brincar & Cia. Para fugir do terrível Lobo Mau, os três porquinhos resolvem fazer, cada um, sua casinha de palha, de madeira e de tijolos. Boulevard –Piso 3 (av. dos Andradas, 3.000, Santa Efigênia, 2538-7438). Neste dom. (19), às 16h. Entrada gratuita.

festival de teatro popular permanente MAROQUINHAS FRU-FRU Dir. Cris Oliver. Com Centro de Pesquisas Teatrias Quando o colar de Maroquinhas é roubado, intrigas e fofocas se desenrolam. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Sex. (24), às 19h. Entrada gratuita mediante doação de material escolar.

formatura do teatro universitário da ufmg A CERIMÔNIA

(Leia mais na página22)

Dir. Rogério Lopes Adaptação de “Cerimônia para um Negro Assassinado”, do espanhol Fernando Arrabal. Sáb., às 18h; dom., às 19h.

CANCIONEIRO QUEER

OS NEGROS

AQUELES DOIS

Dir. Rogério Lopes Um tribunal é instalado para que uma corte composta por brancos julgue os crimes supostamente atribuídos a um grupo de negros. Sáb. e dom., às 20h30.

Com Marcelo Kuna, Sérgio Anders, Raissa Brant Canções de repertório erudito-popular são interpretadas em um cabaré. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277- 4697). Qua. (22), às 20h30. R$ 20 (inteira).

(*) Funarte (r. Januária, 68, centro). Entrada gratuita. Até 10/12.

CINE SPLENDID Dir. Ricardo Alves Jr. e Pablo Lamar Com Pablo Lamar, Natália Santos, Diego Mongelós Em uma vizinhança comum e tranquila, um filme de terror se repete por ali, no centro da Cidade de Assunção, no fim do ano de 1961. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Qua. a seg., às 19h. R$ 20 (inteira). Até 27/11.

mostra tátil residências artísticas do cefart NESTE SÁBADO (18) 20h “Matéria Prima”, dir. Denise Fantini “Bethary”, dir. Bárbara Veronez Ribeiro e Mariana Razzi “Sra. 101”, dir. Rodrigo Marques ‘“Ecdise”, dir. Marcos Tito

CLEÓPATRA (Leia mais em texto nesta página)

DEU A LOUCA NA BRANCA

DOMINGO (19)

Dir. Regiana Antonini Com Cacau Protásio Sebastiana narra sua trajetória até o momento em que teria sido descoberta por Walt Disney. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244, Lourdes, 3516-1360). Neste sáb. (18), às 20h30. R$ 60 (setor 1, inteira); R$ 50 (setor 2, inteira).

19h “Afasta de Mim (Fragmento)”, dir. Samuel Samways “Antares”, dir. Denise Fantini, Ricardo Passos e Thiago Miotto “Inserção”, dir. Anahi Poty Sala João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Entrada gratuita.

INTIMIDADE INDECENTE Dir. Pedro Paulo Cava . Com Andreia Garavello e Geraldo Peninha Um casal longevo às voltas com o passado precisa se adaptar às redes sociais. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1341, centro, 3273-1050). Sex. e sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 50 (inteira). Até 17/12.

GENTE, A LILI SUMIU!

Bagagal: De Salomé a Cleópatra LUIZA PALHARES/DIVULGAÇÃO

Dir. Christiano Junqueira Com Eraldo Fontiny Dona do bordão "a minha mãe deixa", Lili desaparece misteriosamente. Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11833, Venda Nova, 3118-9902). Neste sáb. (18), às 21h; dom. (19), às 19h. R$ 32 (inteira).

GUANABARA CANIBAL (Leia mais na página __)

GUERRILHA EXPERIMENTOS PARA TEMPOS SOMBRIOS Dir. Raquel Castro Com Idylla Silmarovi As memórias de mulheres que lutaram contra as ditaduras civis-militares na América Latina nos anos 60, 70 e 80. Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3613, Horto, 3481-5580). Sex. (24) e sáb. (25), às 20h; dom. (26), às 19h. R$ 20 (inteira).

LALAU E AS 16 MARIAS Dir. coletivo Com Grupo Sol Lalau é um jovem belo conhecido por ter predileção a namorar meninas de nome “Maria”. Teatro da Biblioteca (Circuito Liberdade, 21, Funcionários). Neste sáb. (18), às 18h; dom. (19), às 19h30. R$

Solo de Diego Bagagal é dirigido por Susan Worsfold

Depois do recente “Salomé”, solo de Diego Bagagal que estreou em março deste ano e foi construído a partir da personagem bíblica, o ator se vê às voltas com outra figura feminina, desta vez “Cleópatra”, de William Shakespeare. Com direção da britânica Susan Worsfold, o solo fica em cartaz até 26 de novembro, no Sesc Palladium. A personagem atravessou o ator, em especial, a partir de um encontro no elevador de um hotel. Bagagal que, em 2016, assumia o posto de curador do Festival Internacional de Teatro (FITBH), havia selecionado para a programação do evento a peça “O Evangelho Segundo Jesus Cristo, a Rainha do Céu”, solo da atriz e dramaturga transexual Jo Clifford, autora escocesa do texto que ganhou versão brasilei-

ra, alvo de protestos de religiosos. Na ocasião do FIT, Bagagal se deparou com Susan, diretora do solo, que, imediatamente, o identificou com a Cleópatra de Shakespeare. “Sempre fui atraída pela peça e pelas personagens não binárias em suas energias. Quando encontrei Diego, tudo isso veio à tona. Fui atraída por ele e disse deveria interpretar Cleópatra. Sinto essa mistura em sua presença. Ele se coloca no mundo como um ser humano, não como uma pessoa binária”, conta a diretora. Coincidência ou não, Bagagal havia, no dia anterior, participado de um encontro em que abordava o último monólogo de Cleópatra. Tratava-se do mesmo texto que Susan havia escolhido para trabalhar em um workshop que ministrou naquela sema-

na para atores mineiros. O encontro estava dado pelo acaso e pelo fascínio que a personagem shakespeariana despertava nos dois. Ainda que diferentemente de “Salomé”, Bagagal também trabalha com aspectos autobiográficos em “Cleópatra”, mas apenas como formas de inspiração naquilo que se conecta com a personagem. “Mantemos o texto clássico de Shakeapeare, mas trazemos aspectos da vida para o trabalho, em especial a ideia de ser. O que você é neste momento? Nesse contexto e neste país? Onde você consegue se despedaçar?”, diz Bagagal. (Joyce Athiê)

> Cleópatra

Teatro de Bolso do Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro). De sexta a domingo, às 19h. Até 26/11. R$ 20 (inteira)


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CINEMA Sob o signo do “não-futuro” FIRST RUN FEATURES/DIVULGAÇÃO

PEPECA PICTURES/DIVULGAÇÃO

“Quando dois mundos colidem” documenta o conflito entre petroleiros e indígenas da Amazônia peruana

“Vinte e uma edições consecutivas não é nada fácil de manter”. É assim que Carla Italiano, uma das organizadoras e curadoras do Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte, abre a conversa sobre a mostra que acontece em Belo Horizonte entre os dias 23 de novembro e 3 de dezembro, em quatro espaços culturais da capital. Com a exibição de cerca de 70 documentários e “obras que dialogam com esse gênero”, incluindo produções nacionais e internaAlex Bessas

cionais, o forumdoc.bh “só aconteceu porque houve esforço coletivo, dos associados do Filmes de Quintal (entidade que produz o evento)”, assegura Carla, adicionando que “o cenário de retrocesso em várias frentes refletiu também nos editais e patrocínios que viabilizam a existência de iniciativas como esta”. Desta vez, “a mostra foi construída através de um passar o chapéu, contando com apoio de iniciativas do interior e também da universidade”, diz Carla. Ela afirma que “fizemos com orçamento muito menor nos anos anteriores” e, por isso, “sobrou esforço de todos para manter esVITRINE FILMES/DIVULGAÇÃO

“Era uma vez Brasília” flerta com a ficção científica

Atenção! A programação abaixo refere-se a este fim de semana, dias 18 (sábado) e 19 (domingo)

Minas 5: 21h15 Monte Carmo 1: 21h10 Norte 3: 18h25 Pampulha 4: 19h15 Partage Shopping Betim 3: 19h Pátio Savassi 1: 16h10, 18h40 (sessões legendadas) (*) Sessões dubladas

estreias pré-estreia PAI EM DOSE DUPLA 2 (*) (Daddy’s Home 2, EUA, 2017, 1h38, 12 anos) Dir. Sean Anders. Com Will Ferrell, John Lithgow, Mark Wahlberg, Mel Gibson. Brad e Dusty precisam lidar com uma nova situação complicada: a súbita aparição de seus pais. BH Shopping 6: 22h (sessão legendada) BH Shopping 7: 19h40 Big 3: 14h50, 19h Cidade 6: 21h Contagem 3: 20h50 Del Rey 2: 20h40 (sessão legendada) Diamond 6: 19h30, 22h (sessões legendadas) Estação 6: 19h30

LIGA DA JUSTIÇA (Justice League, EUA, 2017, 2h01, 12 anos) Dir. Zack Snyder. Com Ben Affleck, Gal Gadot, Henry Cavill. Um grupo de super-heróis se forma com a missão de proteger o mundo. BH Shopping 8: 18h25, 21h10 Betim 1: 13h30, 18h30 (*) Big 2: 13h55, 16h10, 18h25, 20h40 (*) Big 3: 16h45, 20h55 (*) Boulevard 1: 18h50 Boulevard 3: 13h30, 16h05, 18h40, 21h15 Cidade 3: 16h10, 21h (*) Cidade 7: 13h30, 16h, 18h35, 21h10 (*) Contagem 2: 16h40, 21h15 Contagem 6: 13h30, 16h, 18h35, 21h10 (*) Del Rey 3: 13h20, 15h40, 18h10, 20h30, 22h50 (somente sábado) Del Rey 5: 16h, 21h (*) Estação 4: 12h (*), 15h (*), 21h, 23h45

sa continuidade”. EIXOS Carla assegura que, apesar das dificuldades, elementos que caracterizam o forumdoc.bh se mantiveram latentes. O festival continua “partindo da premissa de discutir e pensar o viver na contemporaneidade, elaborando, também, sobre o papel do cinema como agente que interroga as realidades postas em todo o mundo”, diz ela. Além disso, permanece gratuita e com forte caráter de formação, “por isso destacamos a realização das mesas, seminários e curso que acontecerão nestes dias”, diz.

Produção de BH e Contagem, “Baronesa” é um filme que avança para além do gênero documental

Dentro da programação, hátrês mostras paralelas. Com 35 filmes, “Os Fins Neste Mundo: Imagens do Antropoceno” discute as “nefastas intervenções do humano na natureza”, pensandotambém emum “horizontedistópico, um não-futuro”.Por outrolado,háa contraposição de outros modos, mais harmoniosos, de lidar com o mundo, resgatando formas de vivência de povos indígenas, por exemplo. Já a Mostra Contemporânea Internacional inclui dez filmes, de um total de 300 inscrições. “É uma seleção muito apurada, mas que permite uma espécie de panorama de temas prementes para o cine-

ma documentário a nível mundial”, estabelece a organizadora. Neste caso, o forumdoc.bh chegou a um conjunto de filmes que trazem temas como o exílio, a violência e a morte. Por sua vez, a Mostra Contemporânea Brasileira, com 21 produções, lança olhar para as lutas históricas do país. Embora os eixos tenham autonomia entre si, sendo selecionados por diferentes curadores, Carla pontua que “na mostra brasileira, muito dos temas trabalhados nas outras também vão aparecer”. Há, ainda, as Sessões Especiais, com “filmes que não se encaixam na curadoria,

FILMAKADEMIE BADEN-WÜRTTEMBERG/DIVULGAÇÃO

mas que era importante que estivessem no festival”. Além disso, exibições comentadas, mesas de debate, mostra fotográfica e curso ministrado pelo documentarista francês Sylvain George completam a programação.

> forumdoc.bh

21º Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte. - Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1537, Centro), - Cine104 (Praça Ruy Barbosa, 104, Centro) - Fafich– UFMG (av. Pres. Antônio Carlos, 6627, Pampulha) - EAD – UFMG (rua Paraíba, 697, Funcionários). Entre os dias 23 de novembro (quinta) e 3 de dezembro (domingo). Entrada gratuita. Programação completa: www. forumdoc.org.br. RT FEATURES/DIVULGAÇÃO

“Metamorphosen” registra lagos radioativos na Rússia

“O Auge do Humano”, longa de estreia de Eduardo Williams

(somente sábado) Itaú Power 3: 13h30, 16h, 18h30, 21h (*) Minas 4: 13h10, 15h45, 18h20, 21h (*) Monte Carmo 4: 13h20, 15h40, 18h20, 20h50 (*) Norte 3: 13h55, 16h10, 20h40 (*) Norte 5: 14h, 18h30 (*) Pampulha 5: 14h05(*), 16h25, 18h45 (*), 21h05 (*) Pampulha 6: 14h25, 16h45, 19h05, 21h25 (*) Paragem 1: 13hy30, 16h, 18h35, 21h Partage Shopping Betim 4: 17h35 (*), 20h20 Partage Shopping Betim 5: 19h25, 22h10 (*) Pátio Savassi 7: 18h25, 21h10 Via Shopping 3: 13h40, 16h10, 18h40, 21h20 (*) Sessões 3D: BH Shopping 1: 17h30, 20h15 BH Shopping 2: 13h10 (*), 16h (*), 18h50, 21h40 BH Shopping 3: 13h50 (*), 16h40, 19h25(*), 22h10 BH Shopping 4: 12h20, 15h10, 17h55, 20h40 (*) Betim 1: 16h, 21h (*) Big 1: 14h05, 16h20, 18h35, 20h50 (*) Big 5: 14h e 18h30 (*) Boulevard IMAX: 13h20, 15h50, 18h20, 20h50 Cidade 4: 13h (*), 15h35, 18h20 (*),

(somente sábado) Pátio Savassi 5: 13h10, 16h, 18h50, 21h40 Pátio Savassi 6: 17h55, 20h40 Ponteio Premier: 13h40, 16h10, 18h35, 21h10 Via Shopping 4: 13h20 (*), 15h40, 18h20 (*), 21h

20h45 Contagem 1: 13h20(*), 15h50, 18h25(*), 21h Del Rey 1: 12h50 (somente sábado) (*), 13h30 (somente domingo) (*), 15h20 (somente sábado), 16h (somente domingo), 18h20 (somente sábado) (*), 18h30 (somente domingo) (*), 20h50 (somente sábado) 21h (somente domingo), 23h10 (somente sábado) Diamond 1: 14h20, 17h10, 20h30 Diamond 5: 12h30 (*), 15h20, 18h10, 21h Estação 3: 13h, 16h, 19h, 22h (*) Estação 4: 18h (*) Itaú Power 5: 13h40 (*), 16h10 (*), 18h40 (*), 21h10 Minas 1: 13h30 (*), 16h (*), 18h30 (*), 21h10 Monte Carmo 5: 13h30 (*), 16h, 18h30 (*), 21h Norte 1: 14h05, 16h20, 18h30, 20h50 (*) Pampulha 1: 16h20, 21h10 (*) Paragem 5: 13h20 (*), 15h40, 18h20(*), 20h50 Partage Shopping Betim 1: 12h30, 15h20, 18h10, 21h (*) Partage Shopping Betim 6: 18h50, 21h40 (*) Pátio Savassi 3: 13h50, 16h40, 19h25, 22h10 (*) Pátio Savassi 4: 17h25, 20h10, 23h

(*) Sessões dubladas

ALGO DE NOVO (Qualcosa di Nuovo, Itália, 2017, 1h33, 14 anos) Dir. Cristina Comencini. Com Paola Cortellesi, Eduardo Valdarnini, Micaela Ramazzotti. Certa noite, o “homem perfeito” aparece na cama de Maria. No entanto, o rapaz vira motivo de mal-entendidos ela e sua melhor amiga. Belas 1: 15h30, 21h40

HUMAN FLOW: NÃO EXISTE LAR SE NÃO HÁ PARA ONDE IR (Human Flow, Alemanha, 2017, 2h20, 14 anos) Dir. Ai Weiwei. Documentário sobre a crise dos refugiados, com cenas e entrevistas em mais de 22 países. Belas 2: 14h, 21h

ON YOGA: ARQUITETURA DA PAZ

(On Yoga: The Architecture of Peace, Brasil/ Índia/ China/ EUA, 2017, 1h17, livre) Dir. Heitor Dhalia. Dhalia registra a busca de uma década do fotógrafo Michael O’Neill por conhecer melhor os principais gurus e mestres de ioga em atividade. Belas 1: 13h50, 19h50

UMA RAZÃO PARA VIVER (Breathe, Reino Unido, 2017, 1h57, 12 anos) Dir. Andy Serkis. Com Andrew Garfield, Claire Foy, Diana Rigg. A história real de Robin, um homem que ficou paralisado por conta da poliomelite, e de sua esposa, Diana. BH Shopping 9: 13h30, 16h20, 19h10, 21h50 Boulevard 1: 16h30, 21h20 Del Rey 7: 16h50, 20h40, 23h (somente sábado) Ponteio 2: 16h30, 20h50

VICTORIA E ABDUL – O CONFIDENTE DA RAINHA (Victoria And Abdul, Reino Unido/ EUA, 2017, 1h52, 10 anos) Dir. Stephen Frears. Com Judi Dench, Ali Fazal, Eddie Izzard. A rainha Victoria constrói uma improvável amizade com um jovem indiano chamado Abdul Karim. Diamond 2: 13h30, 17h50, 20h50 Ponteio 3: 16h40, 19h


almanaque

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 18 a 24 de novembro de 2017

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CINEMA WARNER BROS. PICTURES/DIVULGAÇÃO

em cartaz Neste sábado (18) 17h “Corações Valentes” (NOR, 2012, 1h58, 14 anos) Dir. Kari Anne Moe 19h “O Centenário Que Siu Pela Janela e Desapareceu” (SUE, 2013, 1h52, 12 anos) Dir. Felix Herngmen

AS AVENTURAS DO CAPITÃO CUECA – O FILME (*) (Captain Underpants: The First Epic Movie, EUA, 2017, 1h29, livre) Dir. David Soren. Jorge usa um anel hipnótico contra o diretor da escola e decide transformá-lo no Capitão Cueca. BH Shopping 1: 13h, 15h15 Paragem 3: 15h, 18h40

Domingo (19) 15h “Mergulho Profundo” (NOR, 2015, 1h40, 14 anos) Dir. Erik Skoldbjaerg 17h “O Guardião Das Causas Perdidas” (DIN, 2013, 1h40, 16 anos) Dir. Mikkel Norgaard 19h “A Hora do Lince” (DIN, 2013, 1h33, 16 anos) Dir. Soren Kragh-Jacobsen

(*) Sessões dubladas

BIG PAI, BIG FILHO (*) (The Son of Bigfoot, Bélgica, 2017, 1h32, livre) Dir. Ben Stassen, Jérémie Degruson. Um adolescente dotado de superpoderes, decide sair em busca de seu pai. BH Shopping 8: 13h45, 16h Betim 3: 13h50 Big 4: 14h Boulevard 4: 13h20, 15h15, 17h10 Cidade 5: 11h50 (somente domingo), 14h20, 16h20 Contagem 3: 14h30, 16h30 Del Rey 4: 17h10 Diamond 6: 12h45, 15h, 17h20 Estação 6: 12h30, 14h45 Itaú Power 6: 16h20 Minas 5: 13h20 Monte Carmo 1: 14h30, 16h30 Pampulha 3: 14h30, 16h30 Paragem 2: 14h20 Partage Shopping Betim 4: 13h, 15h15. Via Shopping 2: 15h20, 19h (*) Sessões dubladas

BORG VS MCENROE (Borg vs McEnroe, Dinamarca/ Suécia/ Finlândia, 2017, 1h48, 12 anos) Dir. Janus Metz Pedersen. Com Shia LaBeouf, Stellan Skarsgård, Sverrir Gudnason. O filme narra a preparação de dois tenistas para a final de Wimbledon. Belas 1: 17h40 Ponteio 4: 14h20

A COMÉDIA DIVINA (Brasil, 2017, 1h38, 14 anos) Dir. Toni Venturi. Com Murilo Rosa, Monica Iozzi, Thiago Mendonça. Programa jornalístico em crise contrata a recém-formada Raquel. Ela vê sua carreira decolar quando o Diabo abre sua igreja na Terra. Contagem 7: 16h40, 21h

COMO SE TORNAR O PIOR ALUNO DA ESCOLA (Brasil, 2017, 1h46, 12 anos) Dir. Fabrício Bittar. Com Bruno Munhoz, Carlos Villagrán, Daniel Pimentel. Dois estudantes encontram um diário de como provocar o caos na escola. Contagem 7: 14h30, 18h50 Minas 6: 18h40 Pampulha 4: 15h, 17h10 Paragem 4: 16h20, 20h50

DEPOIS DAQUELA MONTANHA (The Mountain Between Us, EUA, 2017, 1h52, 12 anos) Dir. Hany Abu-Assad. Com Kate Winslet, Beau Bridges, Idris Elba. Perdidos após um acidente de avião, dois estranhos precisam forjar uma conexão para sobreviver. BH Shopping 7: 14h20, 17h10, 22h15 Boulevard 4: 19h05, 21h25 Cidade 3: 13h50 e 18h40 (*) Del Rey 4: 23h10 Del Rey 5: 13h40, 18h40 Diamond 3: 16h30, 21h30 Estação 6: 17h (*) Monte Carmo 1: 18h40 (*) Pátio Savassi 7: 13h, 15h50 Ponteio 5: 16h20, 21h (*) Sessões dubladas

D.P.A – O FILME (Brasil, 2016, 1h30, Livre) Dir. André Pellenz. Com Anderson Lima, Letícia Braga, Pedro Henriques Motta. Os Detetives do Prédio Azul precisam salvar o próprio edifício da destruição. Partage Shopping Betim 5: 14h10

GABRIEL E A MONTANHA (Gabriel e a Montanha, Brasil, França, 2017, 2h11, 14 anos) Dir. Fellipe Barbosa. Com João Pedro Zappa, Caroline Abras, Leonard Siampala. Gabriel Buchmann tinha um grande sonho: conhecer a África. Entretanto, mais do que visitar seus pontos turísticos ele desejava conhecer como era o estilo de vida do africano. Belas 3: 17h30 Cine 104: 20h40 (somente sábado)

FÓRUMDOC.BH.2017

“Liga da Justiça”: Longa da DC Comics tem Mulher-Maravilha, Cyborg, Batman, Aquaman e Flash em ação

GOSTO SE DISCUTE (Brasil, 2017, 1h30, 12 anos) Dir. André Pellenz. Com Cássio Gabus Mendes, Gabriel Godoy, Kéfera Buchmann. Um chef perde o paladar quando precisa fazer um novo cardápio para conquistar a jovem e bela gerente de seu restaurante. BH Shopping 10: 14h, 16h30, 18h40, 20h50 Betim 2: 15h, 16h50, 18h40, 20h30 Boulevard 5: 14h40, 16h30, 18h30, 20h30 Cidade 8: 14h40, 16h30, 18h30, 20h30 Contagem 8: 15h, 16h50, 18h40, 20h30 Del Rey 7: 13h30, 15h10, 19h10 Estação 5: 13h15, 15h20, 17h45, 20h Itaú Power 1: 14h50, 16h50, 18h30, 20h30 Minas 6: 15h, 16h50, 20h50 Monte Carmo 4: 15h15, 17h10, 19h, 20h45 Partage Shopping Betim 7: 14h, 16h20, 18h30, 20h40 Pátio Savassi 1: 14h, 21h20 Pátio Savassi 4: 13h15, 15h20 Via Shopping 5: 15h, 17h, 18h45, 20h30

Pampulha 4: 21h15 Via Shopping 2: 17h10, 20h50 (*) Sessões dubladas

OLHANDO PARA AS ESTRELAS (Brasil, 2017, 1h30, livre) Dir. Alexandre Peralta. O documentário segue duas bailarinas que fazem parte da única escola de balé para cegos do mundo. Belas 3: 11h (somente sábado) (*), 14h, 15h40 (*) Clube do professor. Necessário a comprovação do mesmo

O OUTRO LADO DA ESPERANÇA (Toivon Tuolla Puolen, Finlândia/ Alemanha, 2017, 1h38, 18 anos) Dir. Aki Kaurismäki. Com Sherwan Haji, Ilkka Koivula, Sakari Kuosmanen. Khaled fugiu da guerra na Síria e solicita a permissão de estadia na Finlândia. Enquanto espera pela resposta, busca pela irmã, desaparecida. Belas 2: 17h, 19h

NO INTENSO AGORA (Brasil, 2017, 2h07, 12 anos) Dir. João Moreira Salles. Documentário político que justapõe, através de imagens de arquivo, uma série de acontecimentos diferentes da década de 1960. Belas 3: 21h30

INVISÍVEL (Invisible, Argentina, Brasil, 2016, 1h30, 14 anos) Dir. Pablo Giorgelli. Com Mora Arenillas, Agustina Fernandez, Mara Bestelli. Ely, uma jovem que mora no pobre bairro de La Boca, descobre estar grávida e decide que não quer ter o bebê. Belas 3: 19h50 (*) Cine 104: 16h40, 19h (somente sábado) (*) Sessão vitrine R$ 12

LINO – UMA AVENTURA DE SETE VIDAS (Brasil, 2017, 1h33, livre) Dir. Rafael Ribas. Um animador de festas contrata os serviços de um feiticeiro. Mas a magia acaba sendo um tiro no pé, e Lino se transforma em um felino enorme. Pátio Savassi 6: 13h20, 15h40

MINHA MÃE É UMA PEÇA 2 (Brasil, 2016, 1h26, 12 anos) Dir. César Rodrigues. Com Paulo Gustavo, Mariana Xavier, Rodrigo Pandolfo. Dona Hermínia está de volta, rica e lidando com o ninho vazio, afinal Juliano e Marcelina resolvem criar asas e sair de casa. Partage Shopping Betim 6: 14h30, 16h40

A NOIVA (*) (Nevesta, Rússia, 2017, 1h35, 14 anos) Dir. Svyatoslav Podgayevskiy. Com Vyacheslav Chepurchenko, Aleksandra Rebenok, Igor Khripunov. Nastya é uma jovem mulher que viaja para conhecer a família do noivo, mas percebe que isso pode ter sido um terrível erro. Boulevard 1: 14h30 (sessão legendada) Cidade 6: 12h (somente domingo), 15h, 17h Contagem 2: 14h40, 19h10 Estação 6: 21h45 Itaú Power 4: 16h35, 18h45 Minas 5: 15h15, 19h25

UM PERFIL PARA DOIS (Un Profil Pour Deux, França/ Alemanha/ Bélgica, 2017, 1h41, 12 anos) Dir. Stéphane Robelin. Com Pierre Richard, Fanny Valette, Yaniss Lespert. Pierre é um viúvo aposentado. Agora tem a chance de voltar a namorar novamente criando um perfil online em um site. Diamond 3: 14h, 19h Ponteio 2: 14h30, 18h50

PICA-PAU – O FILME (*) (Woody Woodpecker, EUA, 2017, 1h24, livre) Dir. Alex Zamm. Com Timothy Omundson, Graham Verchere, Thaila Ayala.Um vigarista e sua namorada querem construir uma casa dos sonhos, e para isso, precisam derrubar a casa do Pica-Pau. BH Shopping 5: 12h30 Contagem 5: 19h Del Rey 4: 13h30, 15h20, 19h Itaú Power 4: 14h45 Minas 2: 14h45, 16h45 Paragem 3: 16h50 Via Shopping 2: 13h30 (*) Sessões dubladas

TEMPESTADE – PLANETA EM FÚRIA (Geostorm, EUA, 2017, 1h49, 14 anos) Dir. Dean Devlin. Com Gerard Butler, Abbie Cornish, Jim Sturgess. Um criador de satélites precisa trabalhar com seu não muito querido irmão para impedir que uma tempestade destrua o planeta. Cidade 6: 19h (*) Contagem 3: 18h40 Del Rey 4: 20h40 Itaú Power 4: 20h40 (*) Minas 5: 17h15 Paragem 3: 20h30 (*) Sessões dubladas

TERRA SELVAGEM (Wind River, EUA, 2017, 1h47, 14 anos) Dir. Taylor Sheridan. Com Jeremy Renner, Elizabeth Olsen, Kelsey Asbille. Um homem traumatizado pela morte da filha, encontra o corpo congelado de uma menina em meio ao nada e decide iniciar uma investigação sobre o crime. Ponteio 4: 18h40

TOC – TRANSTORNADA, OBSESSIVA, COMPULSIVA (Brasil, 2017, 1h45, 14 anos) Dir. Paulinho Caruso, Teo Poppovick. Com Tatá Werneck, Bruno Gagliasso, Vera Holtz. Kika K é uma atriz em crise com sua vida pessoal e profissional, que tenta lidar com as limitações de seu TOC. Partage Shopping Betim 5: 16h50

Wyler (EUA, 1953, 1h58, 12 anos) 16h Cineclube Francófono: “O Nome Dela É Sabine”, (FRA, 2007, 1h25, 14 anos) Dir. Sandrine Bonnaire. Sessão comentada 18h30 “Beco Sem Saída” (EUA, 1937, 1h33, 10 anos) 20h15 “Como Roubar Um Milhão de Dólares” (EUA, 1966, 2h03, 12 anos)

THOR: RAGNAROK (Thor 3: Ragnarok, EUA, 2017, 2h10, 12 anos) Dir. Taika Waititi. Com Chris Hemsworth, Cate Blanchett, Tom Hiddleston. Thor precisa correr contra o tempo para voltar a Asgard e parar Ragnarok. BH Shopping 6: 12h40, 15h40, 19h Betim 3: 15h50, 18h20, 20h50 (*) Big 4: 15h45, 18h15, 20h45 (*) Boulevard 2: 15h50, 21h10 Cidade 2: 13h10, 15h50, 18h30, 21h10 (*) Contagem 4: 13h30, 16h10, 18h40, 21h05 (*) Contagem 5: 14h (*), 16h30 (*), 20h50 Del Rey 6: 13h, 15h30, 18h20, 20h50, 23h15 (somente sábado) Diamond 4: 14h30, 18h30, 21h50 Estação 1: 13h45, 16h50, 19h45, 22h30 (*) Itaú Power 2: 13h15, 15h45, 18h15, 20h45 (*) Minas 3: 13h15, 15h55, 18h35, 21h15 (*) Monte Carmo 2: 13h, 15h40, 18h20, 21h (*) Norte 5: 16h10, 20h45 (*) Pampulha 2: 14h, 16h30, 19h, 21h30 (*) Pampulha 3: 18h30, 21h (*) Paragem 2: 16h10, 18h40, 21h15 Partage Shopping Betim 3: 13h10, 16h05, 21h50 (*) Pátio Savassi 8: 12h30, 15h30, 19h, 22h Via Shopping 1: 13h10, 15h50, 18h30, 21h10 (*) Sessões 3D: BH Shopping 5: 14h50, 18h, 21h Big 5: 16h10, 20h45 (*) Boulevard 2: 13h10, 18h30 Cidade 5: 18h10 (*), 21h Del Rey 2: 13h (*), 15h30, 18h10(*), 23h20 (somente sábado) (*) Estação 2: 14h30, 17h30, 20h40 (*) Itaú Power 6: 13h50, 18h20, 20h55 (*) Minas 2: 18h40 (*), 21h10 Pampulha 1: 13h50, 18h40 (*) Partage Shopping Betim 2: 14h05, 17h05, 20h (*) Pátio Savassi 2: 12h, 14h50, 18h, 21h Ponteio 3: 14h10, 21h15 (*) Sessões dubladas

VAZANTE (Brasil, 2017, 1h56, 14 anos) Dir. Daniela Thomas. Com Adriano Carvalho, Luana Nastas, Sandra Corveloni. Após ficar viúvo, António, senhor de terras no Serro do século XVIII, decide se casar com a jovem Beatriz, deixando-a sozinha com os escravos ao viajar pelo Estado. Cidade 1: 13h40, 16h, 18h20, 20h40 Paragem 4: 14h, 18h30

mostras WILLIAM WYLER (*) Neste sábado (18) 14h “A Princesa e o Plebeu”, de William

Domingo (19) 15h30 “Pérfida”(EUA, 1941, 1h55, 14 anos) 17h30 “Ben-Hur”, (EUA, 1959, 3h42, 14 anos) 21h15 “Jezebel” (EUA, 1938, 1h43, 12 anos) Segunda-feira (20) 16h “Rosa da Esperança” (EUA, 1942, 2h14, 14 amos) 18h30 “Memphis Belle: A Fortaleza Voadora” (EUA, 1944, 41 min, 12 anos), “Thunderbolt - O Avião P-47” (EUA, 1947, 44 min, 12 anos) Dir. William Wyler, John Sturges 20h “Os Melhores Anos de Nossas Vidas” (EUA, 1946, 1h52, 12 anos) Terça-feira (21) 17h “Como Roubar Um Milhão de Dólares” (EUA, 1966, 2h03, 12 anos) 19h15 “A Princesa e o Plebeu” (EUA, 1953, 1h58, 12 anos) 21h15 “O Colecionador” (EUA-ING, 1965, 1h59, 14 anos) Quarta-feira (22) 15h “Da Terra Nascem os Homens” (EUA, 1958, 2h45, 14 anos) 18h “O Morro dos Ventos Uivantes” (EUA, 1939, 1h43, 12 anos) 20h “Funny Girl - A Garota Genial” (EUA, 1968, 2h31, 12 anos) (*) Cine Humberto Mauro (av. Afosno Penas , 1537l centro). Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.

CINEMA ESPANHOL (*) Neste sábado (18) 19h “A Minha Grande Noite” (ESP, 2015, 1h33) Dir. Álex de la Iglesia Quarta-feira (22) 17h “Nem Tudo é Vigília” (ESP, 2015, 1h38) Dir. Hermes Paralluelo 19h30 “Felizes 140” (ESP, 2014, 1h38) Dir. Gracia Querejeta Quinta-feira (23) 17h “Truman” (ESP, 2015, 1h43) Dir. Gracia Querejeta 19h30 “Noite de Verão em Barcelona” (ESP, 2013, 1h36) Dir. Dani de la Orden Sexta-feira (24) 17h “A Minha Grande Noite” (ESP, 2015, 1h33) Dir. Álex de la Iglesia 19h30 “Nem Tudo é Vigília” (ESP, 2015, 1h38) Dir. Hermes Paralluelo (*) MIS Cine Santa Tereza (r. Estrela do Sul, 89, Santa Tereza). Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.

CINEMA NÓRDICO (*)

Quinta-feira (23) 19h "ATL 2017" (Brasil, 2017, 0h06) Dir. Edgar Correa Kanaykõ "Piripkura" (Brasil, 2017, 1h22, livre) Dir. Mariana Oliva, Renata Terra, Bruno Jorge Sexta-feira (24) 15h "Hexagramme 27: YI-la Nourriture (Alimento)" (Congo, 2009, 0h16) Dir. Sylvie Bayonne "Nosso Pão de Cada Dia" (AUT, 2005, 1h32) Dir. Nikolaus Geyrhalter 17h "Pobre, Preto, Puto" (Brasil, 2016, 0h15) Dir. Diego Tafarel "A Gis" (Brasil, 2016, 0h20) Dir. Thiago Carvalhaes. "Meu Corpo é Político" (Brasil, 2017, 1h12, 12) Dir. Alice Riff 19h "Atmosferas Artificiais" (EUA, 2016, 0h20) Dir. Robert Todd e Deb Todd Wheeler. "Poeira" (ALE, 2007, 1h30) Dir. Hartmut Bitomsky 21h "Esquecimentos, Lamentos e Arrependimentos" (BEL, 2016, 0h42) Dir. Boris Lehman "Funerais (da arte de morrer)" (BEL, 2016, 1h36) (*) Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1537, centro). Entrada gratuita mediante retirada de ingresso 30 minutos antes de cada sessão.

MOSTRA SESC DE CINEMA (*) Terça-feira (21) 17h Programa 1 "Das dores da alma e do corpo I-A" "O Cacto", de Arnaldo Barreto/ "Ilha", de Ismael Moura/ "Enzo", de Daniel Duarte. - Programa 2 "Das dores da Alma e do Corpo II" "Filho da Lua na Terra do Sol", de Danielle Bertolini/ "Carnavalha", de Áurea Maranhão e Ramusyo Brasil/ "Tropykaos", de Daniel Lisboa. 18h Programa "Das dores da alma e do corpo B" "O Estacionamento", de William Biagioli/ "Hotel Cidade Alta", de Vitor Graize/ "Ruby", de Luciano Scherer, Guilherme Soster, Jorge Loureiro. Quarta-feira (22) 18h30 Programa 4 "Das questões urbanas" "Orquestra invisível Let's Dance", de Alice Fanny Riff/ "A batalha de São Braz", de Adrianna Oliveira/ "Homens e Caranguejos", de Paulo de Andrade. 19h30 Programa 3 "Dos afetos" "Rosinha", de Gui Campos/ "Ainda não lhe fiz uma canção de amor", de Henrique Arruda/ "Estado Itinerante", de Ana Carolina Soares (sessão comentada) Quinta-feira (23) 17h30 Programa 4 "Das questões urbanas II" "Limpam com fogo", de César Vieira, Conrado Ferrato e Rafael Crespo. 19h30 Programa 4 "Das questões urabanas III" "Central", de Tatiana Sager. Sexta-feira (24) 17h30 Programa 5 "Dos processos criativos e dos artistas I" "A dama do Rasqueado", de Marinete Pinheiro. 19h30 Programa 5 "Dos processos criativos e dos artistas II" "Levino", de David Alves e Gui Campos/ "Banho de Cavalo", de Michele Saraiva e Francis Madson"/ "Pedaços de pássaros", de Andrei Miralha e Marcílio Costa/ "Solon", de Clarissa Campolina (sessão comentada)


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Conteúdo Especial

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 18 a 24 de novembro de 2017

AÇÃO> Para se destacarem no mercado, empresas e profissionais investem em identidade visual

Foco no design impulsiona ganhos de diversas marcas FOTOS CAROL SALGADO/DIVULGAÇÃO

Diversas liJuliana nhas que reSiqueira velam uma trajetória de êxito, vivida em empresas de renome, em cargos de grande importância. Uma marca que oferece serviços realmente diferenciados e de grande qualidade. Receitas de sucesso? Apesar de muitos acharem que sim, a resposta é não. Mas por que, mesmo existindo todas essas boas características? Onde está o problema? Ele pode estar justamente na forma como muitos profissionais e empresas têm se mostrado ao mercado atualmente. Com um consumidor cada vez mais exigente, realizando escolhas de uma forma bem mais ágil do que antigamente, investir na autoimagem é essencial. Por isso, o design vem mostrando todo seu valor, e o segmento tem se fortalecido com a expansão da profissionalização. Bons resultados podem ser vistos de todos os lados. “O design consegue fazer comque uma pessoa olhe rapidamente para uma empresa e já consiga ter uma ideia doqueelaé:seémaismoderna, tradicional ou clássica, por exemplo. As decisões de compra, de contratação de um profissional, muitas vezes, passam mais pela parte emocional do que pela racional, e é justamente isso que o design trabalha. Dessa forma, são utilizados códigos, símbolos e cores que fazem com que as pessoas absorvam as informações”, destaca Marja Marques, designer efundadoradoColetivoContorno, que oferece vários serviços nessa área. Aliás, por falar em coletivo, essa palavra tem tudo a ver com a construção da identidade visual de uma organização ou de uma pessoa. Conforme ressalta o designer e professor Maurilio Maia, o trabalho de criação em grupo produz ações mais robustas que podem ser capazes de entregar resultados maisadequados paraonegócio do cliente. “Geralmente, trabalhos elaborados são feitos por uma equipe criativa. Quando você reúne um número maior de profissionais, somam-se informações e competências. Cada indivíduo pode ter talentos diferentes, que, juntos, resultam em algo mais expressivo”, pontua. Em meio a esse cenário, é importante lembrar que to-

Personalidade As pessoas veem mais profissionalismo em uma marca que realmente expressa o que ela é

das essas ações de construção e de elaboração de imagem não anulam as escolhas e preferências do cliente, pelo contrário. Não se trata de um serviço que cria algo para destacar uma organização ou uma pessoa sem respeitar a sua essência e aquilo que eles querem transmitir, mas, sim, que sabe valorizá-la. “O cliente é muito importante nesse processo. A construção é realizada a várias mãos, caso contrário, podese, inclusive, acabar caindo em modismos. É necessário estudar muito, saber, o que, de fato, a pessoa deseja transmitir. É preciso também entenderqueoconceitosobrealgo pode ser diferente para cada indivíduo. Nem sempre o que alguém entende por ‘clássico’é oqueoutra pessoacompreende, por exemplo”, frisa Marja. NA PRÁTICA A designer de moda Monia Izidoro sabe bem os resultados que podem ser alcançados por meio do investimento na identidade visual. Ela conta que, desde quando começoua atuarnomercado, resolveu contratar um serviço profissionalpara assessorá-la nessa questão. “Quando a marca fica grande, é mais difícil de mudar”, pontua ela.

De acordo com Monia, que teve seu site e redes sociaistrabalhados,além dagestão individual, isso tem feito com que muitos mais clientes sejam atraídos. “Conseguimos demonstrar nossa personalidade. As pessoas veem mais profissionalismo em uma marca que realmente expressa o que ela é. Trabalhamos a ideia de que se pode ser princesaedivaaomesmotempo”, afirma. A professora, coach e palestrante Milene Costa, por sua vez, ressalta que a identidade visual é construída com cuidado e valores essenciais. Ela conta que percebeu, diante dos avanços tecnológicos e das mídias sociais, a relevância de investir nesse fator na empresa dela, a Ser e Pertencer.“Nãogostaria de fazernada amador ou informal. Por esse motivo, procurei o designer Maurilio Maia, do Coletivo Contorno, pois seu trabalho com abertura, flexibilidade e personalização era o ideal como parceria para a proposta da minha empresa”, relata. “Assim como precisamos edificar nossa identidadepessoalcom tempo,conhecimento e ação, devemos ter os mesmos cuidados com a identidade visual, procurando profissionais que se preocupam com isso”, finaliza.

“

Conseguimos demonstrar nossa personalidade. As pessoas veem mais profissionalismo em uma marca que realmente expressa o que ela é. Trabalhamos a ideia de que se pode ser princesa e diva ao mesmo tempo.” A professora, coach e palestrante Milene Costa destaca a importância do auxílio profissional para se obter sucesso

Monia Izidoro

DESIGNER DE MODA


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estilo

GUCCI/FFW/DIVULGAÇÃO

POLÊMICA> Conta no Instagram levanta a discussão sobre a “coincidência fashion” e a reprodução GUCCI/FFW/DIVULGAÇÃO

Cópia ou

inspiração? Basta dar uma volta pelo centro da cidade, entre as chamadas “lojas populares”, para encontrar produtos apresentados como “inspired”, ou seja, que aparecem no embalo dos lançamentos das grandes marcas. Muitas delas apostam as fichas em versões mais acessíveis, a fim de atender as consumidoras que querem endossar as tendências, mas que não podem despender vultosas quantias. No entanto, fica a pergunta: qual a diferença entre produtos “inspired” e os que não passariam de meras cópias? Bem, a questão é complexa. No universo fashion, não são poucos os estilistas e as marcas que apresentam criações que dialogam com as de outras grifes – intencionalmente ou não. “O que se justifica como ‘coincidência fashion’ até pode ser discutido em termos de tendências, como as de tecidos, por exemplo. Mas quando vemos ‘coincidência’ de looks, Lorena K. Martins*

para mim, é cópia estética. O processo de inspiração é natural e comum. O que incomoda são as confusões e as posturas descaradas de cópias literais ou apropriações no processo criativo. Há ainda a falácia do ‘inconsciente coletivo’ para justificar cópias”, acredita o professor Tarcisio D’Almeida, do curso design de moda da Escola de Belas Artes da UFMG. Seja como for, a similaridade de looks é mais comum do que se pensa. Tanto que, em dezembro de 2014, despontou, no Instagram, a conta Diet Prada (@diet_ prada), criada pela designer Vika Gazinskaya e pelo artista plástico Brad Troemel. A intenção é mostrar, lado a lado, peças similares de grifes diferentes. O nome é uma homenagem à grife italiana de Miuccia Prada, que eles consideram referência em inovação e criatividade. Já o termo “diet” faz alusão às cópias, que seriam versões “mais leves” do que as originais. “É um desperdício quando

Em julho, a Gucci (direita) e a Forever 21 (esquerda) travaram batalha judicial por causa de listras. A grife italiana acusou a fast-fashion de copiar sua marca registrada em várias peças

uma criação genuína é reduzida a um desleixo – e não estamos falando das redes de fast-fashion, que possuem exatamente esse modelo de negócio”, contaram os administradores da página ao portal norte-americano The Cut. “Estamos falando de estilistas e marcas que estão na posição de trazer algo novo, mas escolhem o caminho mais fácil ao ‘criar’ o que eles já sabem que está vendendo”, disseram. EXPOSIÇÃO O Diet Prada expõe algumas das maiores grifes do mundo, como Gucci, Saint Laurent e Balenciaga, e já atraiu mais de 60 mil seguidores, que estão atentos aos plágios. Em um post recente, a página fez uma comparação entre um display da Dolce & Gabbana e outro da Gucci, criado pelo artista Trouble Andrew. O próprio Stefano Gabbana comentou, na publicação: “Queridos, faço este trabalho há 32 anos, fizemos sucesso nos anos 1990... Então, se vocês são ignorantes, é melhor que não digam nada sobre esta imagem... Gucci nos copiou de tantas maneiras possíveis, e esta é uma delas... Por favor, peça desculpas ”, escreveu o designer. Além de não se desculpar, a página colocou à venda uma camiseta com a frase original (“please say sorry to me”) estampada. RELEMBRE Em julho último, a fast-fashion Forever 21 abriu uma ação judicial contra a Gucci para se proteger do processo da grife italiana. As marcas travam uma batalha judicial desde dezembro de 2016, quando a companhia de Alessandro Michele entrou na justiça exigindo que a rede de fast-fashion retirasse todos os produtos com listras na sequência de cores azul, vermelha e azul, e verde, vermelha e verde, alegando que essas são algumas de suas marcas registradas mais notórias. Em abril, a Puma já havia acusado a Forever 21 de ter copiado o design de alguns acessórios da linha Fenty X Puma by Rihanna, quando entrou com uma ação judicial contra a rede, que tem filiais em todo o mundo. * Com agências


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estilo

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INSTRAGRAM DIET_PRADA/REPRODUÇÃO

Marca mineira esclarece comparação INSTRAGRAM DIET_PRADA/DIVULGAÇÃO

No mês passado, a colombiana Pajón & Cartagena postou, em sua conta no Instagram, um post no qual acusa a grife mineira Skazi – também posicionada no mercado de luxo – de ter plagiado um modelo de vestido da coleção primavera-verão 2018, usado recentemente pela blogueira Thássia Naves, que coleciona mais de 3 milhões de seguidores.

pias literais de marcas produzidas no Brasil”, Alexandre publicou. Vauthier Em nota à impren(esquerda) sa, a Skazi esclareceu X Skazi que tudo não passou de uma infeliz coincidência fashion. “A grife, fundada em 1993, hoje é referência nacional e se posiciona como uma marca comercial, atenta às principais tendências internacionais, sempre prezando pela Na publicação, a Pajón qualidade de seus produtos & Cartagena postou a foto e pela competente distribuidos dois modelos e escre- ção dos mesmos em mais de veu: “A moda colombiana mil pontos de venda pelo atravessa seu melhor mo- país. A Skazi é uma empremento graças a muitos sa sólida, mantém uma foranos de trabalho incansá- te parceria com as princivel. Por trás da nossa indús- pais influencers brasileiras tria há muitos esforços pa- e é responsável por mais de ra alcançar produtos da 300 empregos diretos, promais alta qualidade, carre- duz mais de 120 mil peças gados com identidade! É por ano e se destaca num setriste ver esses casos de có- tor que vem enfrentando

uma forte crise econômica, onde, na contramão da realidade da Skazi, se veem grandes marcas fechando as portas. Lamentamos o fato, mas seguimos orgulhosos de nossa história e muito felizes com o futuro promissor que nos aguarda. Assim, seguimos em frente confiantes de que estamos no caminho certo”, disse o comunicado. Na semana passada, a marca foi novamente citada em um dos posts do perfil @diet_prada. A foto da marca mineira, um vestido usado também por Thássia Naves, traz, ao lado, um modelo da marca francesa Alexandre Vauthier. Por meio de sua assessoria, a Skazi disse que não se pronunciaria mais sobre o assunto, uma vez que já havia se manifestado no comunicado.

A grife colombiana Andrés Pajón x Skazi (dir.)

Algumas postagens no @diet_prada INSTAGRAM DIET_PRADA/DIVULGAÇÃO

Bota de veludo Dries Van Noten (dir.) e, ao lado, da Ellery

Peças da Mara Hoffman (esq.) e a estampa bem parecida feita pela estilista Whitney Pozgay (dir.)

Criação da maison francesa Rochas (esq.) e, ao lado, da Balenciaga, verão 2018

À esquerda, look da Céline Resort 2016 e, ao lado, da grife Mara Hoffman


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vida leve

Laura Medioli laura@otempo.com.br

O pão deles de cada dia inha mãe ador a passar i nhos ! Naturalmente, os que voam livres em seu jardim. Todas as manhãs alimenta-os com canjiquinha e pedaços de frutas. E vem me contar as novidades: – Filha! Está vendo aquele amarelinho? Há dois dias que o seu companheiro sumiu e ele anda piando diferente. Nem come direito. E fico aqui, pensando com meus botões, se passarinho sente saudades ou tem depressão. Minha mãe garante que sim, conhece todos, chama-os quase pelo nome. Basta ela chegar à varanda, tocar o sino, que eles aparecem. De cores, cantos e espécies variadas. E eu me encanto. Como de costume, sempre que vou visitá-la, levo minha pit-lata Vlora, que, empolgada, segue na frente. Um dia desses, conversando com minha mãe na sala de TV, percebo que a minha cachorra havia saído de perto – geralmente ela não desgruda de mim nem um segundo.

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E a cozinheira vem me contar: – Sua mãe deu pão para ela. Deve estar lá fora comendo. – Mãe! Eu não disse que ela precisa emagrecer? E você dá pão pra ela comer? – Filha, eu não dei pão, ela deve ter pegado o pão que dei pro rato. – O QUÊ? – saí gritando e correndo pelo jardim. A Vlora vai comer o pão do rato e morrer envenenada, foi a primeira coisa que me passou pela cabeça. – Mãe! Você está doida? Onde já se viu pôr veneno no pão, sendo que os cachorros não saem daqui? – Mas, filha! Eu só dei o pão pro rato, não dei veneno. A história começava a se complicar. – Mãe! Não estou entendendo, você deu um pão pro rato? – Isso! – me diz com naturalidade. – Todo dia eu dou pão e um pedaço de mamão pra ele. Ele mora no jardim e vem comer aqui, na varanda. – Eu não acredito! – resmunguei, por resmungar, já que acreditava piamente que minha mãe, além dos passarinhos e dos cachorros, arrumou um rato de estimação. – É um camundongo, filha! Uma gracinha… E comecei a rir, afinal, também já tive bichos esqui-

sitíssimos sob os meus cuidados. Um filhote de coruja que ficava no meu quarto, gambazinhos órfãos na gaiola, com direito a leite em conta-gotas, criação de rãs e sapos, além de um formigueiro gigante dentro de um vidro industrial de maionese. Enfim, quem era eu pa-

ra questionar o ratinho de estimação de minha mãe? Menos mau que o pão do rato não tinha veneno e que minha cachorra não corria risco de morte. Também! Se ela não morreu com o pão do Verde Mar, acho que não morre nunca mais. Explico: preparando-me

para receber visitas em casa, comprei um pão italiano enorme e pesado, com farinha integral e sementinhas diversas, para servir com patês. Uma bomba calórica que mal cabia na cesta. Próximo ao horário da chegada das visitas, cadê o pão que tinha deixado em ci-

ma da pia? No lugar, duas patinhas sujas de barro, ou melhor, patonas, e a cozinheira aflita me contando o ocorrido. – Quando eu vi, já era tarde, ela saiu correndo pro jardim com o pão na boca. Não sobrou nem um grão de linhaça pra contar história… Confesso que fiquei mais preocupada com a situação digestiva de minha cachorra do que com a falta de tira-gostos para as visitas. O pão realmente era uma bomba, massudo e pesado. Como coube aquilo tudo na barriga da pit-lata, só Deus!!! E ela lá, esparramada no gramado, mal conseguindo se levantar. – Quem comeu o pão das visitas? – já cheguei acusando. E ela, com cara de culpa no cartório, pôs o rabo entre as pernas e baixou os olhos, se denunciando. O jeito foi rir. Tão cedo não vai querer saber de pão na sua vida, pensei. No dia seguinte, na mesa do café, lá vem ela, minha pit-lata preferida, com seu latido irritante de “quero mais”. Vai entender… Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO


WGramado. Festival de Turismo lança novos website e marca. Página 2 WHotelaria. Rede Sky inaugura mais uma unidade na Serra Gaúcha. Página 11 pampulha

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PREITURA DE FOZ DO IGUAÇU/DIVULGAÇÃO

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BELO HORIZONTE Sábado 18/11/2017

Vamos viajar? Foz do Iguaçu é um dos 20 destinos selecionados pelas operadoras para você desfrutar as festas de fim de ano e as férias de janeiro

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paulo campos

Acompanhe as dicas de Paulo Campos no programete Super Viagem, de segunda a sexta-feira, às 10h33, no Manhã Super

paulocampos@otempo.com.br

Lançamento

Um tour cervejeiro O receptivo Brocker Turismo lançou, durante o Festuris, o Bus Bier, ônibus que circulará pelas ruas de Gramado e Canela três vezes por semana, às terças, sextas e sábados, por volta das 14h30. O tour custará R$ 69 (sem ingresso) e R$ 129 (incluso a degustação). As cervejarias visitadas serão a GramBier e a Rasen Bier, em Gramado, e Cervejaria do Farol, em Canela. O ônibus tem 44 lugares, e é necessário reservar com antecedência. Na foto abaixo, Any Brocker Boeira, diretora do Grupo Brocker, inaugura a nova atração.

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Nova marca

sala vip

Uma feira que atinge a maturidade

FOTOS PAULO CAMPOS

Um impacto de R$ 280 milhões em negócios e mais de 9.000 visitantes. São esses os números alentadores divulgadospela Rossi & Zorzanello no balanço da 29ª edição do Festival de Turismo de Gramado (Festuris), que terminou na semana passada mostrando que atingiu a maturidade. O evento – que ampliou a área comercializada em 10% em relação ao passado e contou com a participação de 2.000 marcas – anunciou a data da próxima fei-

ra: 8 a 11 de novembro de 2018. “O sucesso do Festuris é porque trabalhamos com planejamento”, afirmou Eduardo Zorzanello, um dos sócios da Rossi & Zorzanello, organizadora da feira. Entre os destaques do Festuris deste ano, estavam o Espaço Luxury, que triplicou de tamanho, o Espaço Business, queseconsolidou,oMice,agora com agendamentos de buyers,ea ArenaGastronômica, com aulas de culinária e a presença de chefs renomados.

Os organizadores Eduardo Zorzanello, Marta Rossi e Marcus Vinícius Rossi, durante a coletiva de imprensa do Festuris

PAULO CAMPOS

Para festejar os 30 anos Em 2018, O Festuris se prepara comemorar 30 anos. Entre as novidades lançadas para a próxima edição estão a nova marca e o novo website. “Estava na hora do festival rejuvenescer”, comentou um dos diretores da Rossi & Zorzanello, Marcus Vinícius Rossi. Na nova identidade visual, a letra “F” de Festuris ganhou forma curvada. Isso significa, segundo Rossi, que o evento não faz nada em linha reta, mas pensa de forma inovadora. Já o mosaico de “Fs” revela que a feira está sempre conectada com as mudanças do mundo. ROSSI & ZORZANELLO/DIVULGAÇÃO

Ronnie Correa (diretor da Abreu Viagens para o Brasil) e a equipe da operadora, entre eles o mineiro Marcos Bizzotto

O secretário adjunto de Turismo, Gustavo Arrais, e equipe no estande de Minas: palestras para mostrar o Estado na feira

Estreantes

Indonésia e Vietnã Beto Carrero

Novidades para as férias Alex Bonaretti, gerente comercial do Beto Carrero World, abriu as palestras de capacitação do Festuris, mostrando os atrativos do parque e os pacotes para grupos. O Beto Carrero também exibiu a programação do Vila Mix Festival, programado para 29/12, com a participação, entre outros, do DJ Alok e das duplas Jorge & Mateus e Simone & Simaria. “Queremos mostrar a região não só como destino de diversão, mas também de eventos e polo gerador de negócios”, afirmou Roberto Vertemati, (foto), diretor comercial.

Nathalia Pisoni, da área de marketing da Argentina: país foi um dos destaques latinos ao lado do Peru, Chile e Uruguai

Paola Frejlich, Enio Stelmach, Mauro Popovs, Carol Dias e Jayme Lozober, da equipe de Israel: 30 mil brasileiros em 2017

Mirella Morici e Fernanda Longobardo, da Agência Nacional do Turismo da Itália no Brasil (Enit): Itália retorna à feira

Adriana Michel (marketing) e Paulo Henrique (diretor executivo), do Snowland; parque comemora um milhão de visitantes

PAULO CAMPOS

“A tendência do Festuris é internacionalizar cada vez mais”, afirmou um dos diretores do festival, Eduardo Zorzanello. Neste ano, o evento contou com 60 destinos, entre os destaques ilhas Seychelles, Israel, Polônia, Etiópia, Indonésia e Vietnã, além de seis companhias aéreas internacionais. Indonésia, arquipélago composto por mais de 17 mil ilhas, foi representada por Yati Martinawati (foto), terceiro secretário da Embaixada da Indonésia, que mostrou, em um curioso estande, a cultura e as belezas do país do sudeste asiático. Já o Vietnã contou com palestra do embaixador Do Ba Khoa. PAULO CAMPOS

Elaine Acácio e Orlando Giglio: Iberostar do Brasil está autorizado a vender pacotes dos resorts da rede no exterior

Da área de marketing e vendas da rede de hotéis GJP, Pablo Torre, Isadora Resende, do marketing, e Juan Andrade


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O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia - Belo Horizonte

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Gastronomia (I)

Master Series será mensal O sucesso do Festival Gastronômico de Foz, realizado em setembro pelo Belmond Hotel das Cataratas (situado no Parque Nacional do Iguaçu), para promover a alta gastronomia no destino, motivou um novo evento: o Master Series, composto por dois dias de jantar, em que, a cada mês, chefs convidados vão preparar um menu-degustação. LUCIANE COSTA/AGÊNCIA O GLOBO

turismo

Paraná

Cataratas, aves singulares e excelente mesa Festival gastronômico e contato diretocomvárias espécies de pássaroscompletam oroteiro por Fozdo Iguaçu,na tríplice fronteira Luciane Costa Agência O Globo

Gastronomia (II)

Chefs do Rio e de São Paulo A primeira etapa da série acontece desde ontem, com o chef Rodrigo Queiroz, do Tre Bicchieri, de São Paulo, que recebeu em 2015 os prêmios Água na Boca e o Rio Show Gastronomia, na categoria Novidade. Pedro Siqueira, do Puro Restaurante (Rio), e Romulo Morente, especialista em fogo de chão e longa cocção, são os nomes de dezembro. LUCIANE COSTA/AGÊNCIA O GLOBO

A beleza da Mata Atlântica e o espetáculo das cataratas sempre fizeram de Foz do Iguaçu um dos destinos turísticos mais procurados do Brasil. Mas agora o contato direto com animais e a boa gastronomia são duas novidades que garantem ao visitante uma aventura completa – em terra, no ar, nas águas e sentado à mesa. Junto à entrada do parque nacional, o Parque das Aves reúne mais de 1.320 animais de 140 espécies. Tecnicamente, é um centro de recuperação e conservação de espécies nativas do Brasil e de outros lugares do mundo. Ali chegam aves abandonadas, resgatadas de proprietários ilegais, debilitadas por maus-tratos do tráfico ou feridas por terem caído do ninho. Algumas vêm mutiladas, com asas e bicos quebrados. Cada espécie exige um tipo de tratamento da equipe de veterinários, biólogos e cuidadores. Para ver de perto esse trabalho, desde janeiro é oferecidoaosturistaso BackstageExperience. Grupos de até dez pessoas são levados para conhecerasatividadesdesenvolvidas nos bastidores. O programa dura uma hora e meia.

Uma breve palestra explica o trabalho no parque, como os animais chegam e aprendem a socializar. Apolo, por exemplo, é um urutau que se acomoda elegantemente em um pequeno tronco, pronto para ser fotografado. Chegou com a asa machucada e respondeu bem ao tratamento. Nem todas as aves, infelizmente, têm a mesma sorte, pois o sucesso depende da gravi-

dade dos ferimentos. No começo do passeio, os visitantes recebem coletes de cores parecidas com as dos uniformes da equipe de profissionais, para que os bichos não se confundam e ninguém corra o risco de ser atacado. Nasaída,duas ararasesperam para tirar foto, num deque de madeira, com pufes, muitas árvores e borboletas em volta. E há saladas de frutas e sucos para os visitantes. Além de visitar as cataratas por terra ou de bote, no Macuco Safári, é possível avistá-las pelo ângulo de um pássaro, em um voo panorâmico de helicóptero.

Como ir Aéreo. Pela Latam, o bilhete sai a R$ 603,62, com conexão em Congonhas (ida e volta). Pela Azul, R$ 986, com conexões em Congonhas e Curitiba (ida e volta). Tarifas para meados de dezembro, com taxas.

Onde ficar Belmond Hotel das Cataratas. Diárias a R$ 1.707, com café da manhã. . bit.ly/2AqmilS Wish Resort Golf Convention Foz do Iguaçu. Diárias a R$ 519. bit.ly/2hjyVe2 MACUCO SAFÁRI/DIVULGAÇÃO

De bote, visitantes se aproximam das quedas d'água

LUCIANE COSTA/AGÊNCIA O GLOBO

Gastronomia (III)

Sabores da Amazônia Em janeiro, será a vez de Ken Hom, responsável pela abertura do Mee, no Belmond Copacabana Palace (Rio), uma estrela Michelin. Em fevereiro, o Master Series receberá Felipe Schaedler, do Banzeiro, em Manaus, que tem revelado os sabores da Amazônia com sua nova gastronomia. A lista dos demais convidados está fechada até abril.

Minhocas, borboletas, tucanos e beija-flores No Parque das Aves, flamingos e guarás, ainda filhotes, são alimentados com uma mistura de ovos e ração. O visitante senta num banquinho segurando um pote com a mistura, e as aves logo aparecem, muito animadas, fazendo bagunça. Alimentar os tucanos é especialmente divertido. O parque fornece ao visitante um saco com bolinhas coloridas de ração, e basta jogá-las para cima que eles pegam no ar. Os tucanos identificam a ração preferida pela cor, e

nem se esforçam para pegar a comida de que não gostam. Borboletas de várias espécies dividem um viveiro com beija-flores. Os guias mostram a sala onde monitoram os casulos das lagartas. Uma invenção do pessoal do parque permite que o visitante alimente pássaros com minhocas. Recebe-se uma plaquinha (a ser segurada por baixo) coberta de grama artificial, com um copo de minhocas em cima. As aves vêm pousar no tapete para devorar as minhocas.

Passeios Macuco Safári. Completo custa R$ 215 (adulto) e R$ 107,70 (de 7 a 11 anos e idosos). Só Selva: R$ 107,70; crianças e idosos: R$ 53,85. macucosafari.com.br Voo de helicóptero. R$ 430. helisulfoz.com.br Parque das aves. Ingresso a R$ 40 (adulto) e R$ 20 (9 a 16 anos e acima de 60). Backstage experience: R$ 200 por pessoa, com segunda visita. parquedasaves.com.br Parque Nacional do Iguaçu. Custa R$ 36 (adultos) e R$ 10 (2 a 11 anos e idoso). cataratasdoiguacu.com.br O visitante pode alimentar os filhotes de flamingo no Parque das Aves


LUCIANE COSTA/AGÊNCIA O GLOBO

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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte

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Vista das cataratas e do hotel Belmond no Parque Nacional do Iguaçu BELMOND HOTEL/DIVULGAÇÃO

Belmond Hotel das Cataratas é o único situado no Parque Nacional do Iguaçu

O Passaporte 3 Maravilhas, que inclui ingresso para Cataratas do Iguaçu, Marco das Três Fronteiras e Itaipu Binacional, custa R$ 79, à venda nos três locais. SECRETARIA DE TURISMO DE FOZ/DIVULGAÇÃO

O Parque das Aves mantém vários tucanos; alimentá-los com sua comida preferida é especialmente divertido

Voo panorâmico e banho de cachoeira Uma maneira convencional de conhecer as cataratas é seguir a pé pelas trilhas. Mas é possível sobrevoar o parque de helicóptero, em um voo panorâmico de dez minutos. Visto do alto, o conjunto impressiona pela exuberância da mata, e pelo volume e força das águas, com as cataratas estendendo-se pelo Brasil e pela Argentina. Lá de cima, percebe-se melhor o momento em que o rio Iguaçu, que desce calmamente, de repente desaba, principalmente na maior das quedas, a Garganta do Diabo. Mas também pode-se ex-

plorar o Parque Nacional do Iguaçuatravésdesuasmatase águas. A Macuco Safári oferece duas opções de passeios. Numdeles,percorre-seaMata Atlânticadejipe,comguiasexplicando sobre fauna e flora. O percurso é de aproximadamente 3 km, sendo que, nele, segue-se por uma caminhada de 600 m por trilha em deque de madeira. No trajeto, o visitante é surpreendido pelo Salto Macuco, cachoeira de aproximadamente 20 m, no meio da mata. O passeio de cerca de uma hora termina com a bela vista do rio Iguaçu.

Passeio ‘molhado’ A segunda opção inclui um barco, que comporta até 20 pessoas, em um passeio que pode ser seco ou molhado. Neste último caso, é preciso usar capa de chuva, mesmo sabendo que não há como sair completamente enxuto de um passeio que a própria empresa define como “molhado”. Os barcos vão até a entrada do lado argentino e, no lado brasileiro, também visto de longe, chega-se perto das quedas – provavelmente o banho de cachoeira mais incrível do mundo.


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turismo IMPROTUR/DIVULGAÇÃO

Pacotes

Festas e férias em destinos variados Passeios e curtição da“Cidade do Pecado” à capital argentinae ao Caribe; no Brasil, da queima de fogosdo réveillon em Copacabana,no Nordeste e Carnaval 2018 Da redação Em se tratando de viagens, a compra antecipada de pacotes – ou até de serviços, separadamente –, para quem não dispensa o conforto de ter o tour fechado, é a solução para garantir preços mais em conta e assegurar a ida ao destino. En-

tão, selecionamos para você vários pacotes para o fim de ano, férias de janeiro e até Carnaval. Entre os destinos que bombam no Ano-Novo, Foz do Iguaçu é um dos que estão se firmando na preferência dos turistas, tanto pelo apelo das cataratas como pelo ótimo custo-benefício.

Rio de Janeiro

Copacabana, a preferida no Ano-Novo YASUYOSHI CHIBA/AFP

Porto Seguro

Carnaval nas ruas históricas Divertidos e coloridos, mais de 60 blocos se organizam todos os anos e saem pelas ruas de Porto Seguro. Para aproveitar a folia, a Latam Travel está com pacote a partir de dez parcelas de R$ 353,30 por pessoa em ap. duplo. O programa inclui aéreo (voo direto Latam), sete diárias com café da manhã no hotel Oceano Porto e pontos Multiplus. Nas lojas do BH Shopping (31/32863999), Boulevard Shopping (31/2515-3310), Diamond Mall (31/ 2533-0933) e Minas Shopping (31/3245-5718). JOÃO RAMOS/BAHIATURSA

O Rio de Janeiro desponta, segundo o site de viagens Kayak, como um dos locais prediletos para passar a famosa noite da virada de ano. Para aproveitar o réveillon com muito alto-astral na praia de Copacabana, o pacote de três noites da CVC, com saída em 30/12, inclui bilhete aéreo e hospedagem no Promenade Rio Stay. O preço está a partir de R$ 1.141,88 (ou 10x R$ 114,18). Consulte uma das lojas da CVC próxima de você ou acesse www.cvc.com.br/lojas.

Punta Cana

Carnaval caribenho A partir de 10 de dezembro até fevereiro de 2018, a CVC vai realizar voos diretos e fretados para Punta Cana, na República Dominicana, com embarques em São Paulo (aeroporto de Guarulhos). Para o destino caribenho, o pacote de seis noites no Carnaval custa a partir de R$ 7.186,10 (ou 10x R$ 718,61), com saída em 10/2, incluindo passagem aérea e hospedagem no all inclusive Sirenis Cocotal Beach Resort. Consulte a loja da CVC mais próxima de você ou acesse www.cvc. com.br/lojas.

Las Vegas

Buenos Aires

Com as cores e as luzes do neon

Virada com ótimo custo-benefício

MIKE ESPRIT/STOCKXPERT

Isolada no deserto de Nevada, quase à beira do Grand Canyon, Las Vegas é a capital da diversão (leia-se jogos e entretenimento). Passar o Natal nessa incrível cidade deve ser algo extasiante. Para aproveitar a festa natalina em clima norteamericano, a CVC preparou um pacote especial, com saída em 20/12. Inclui passagem aérea e seis noites no Stratosphere Hotel, Casino & Tower. O custo é a partir de R$ 5.435,24 (ou 10x de R$ 543,52). Consulte uma loja da CVC próxima de você ou acesse www.cvc. com.br/lojas.

Não existe viagem mais acessível ao turista que quer estrear no exterior do que Buenos Aires. Além de voos diretos de Belo Horizonte pela Azul e Gol, o destino argentino representa excelente custo-benefício. A Azul Viagens está oferecendo a capital argentina a partir de R$ 1.891 (ou 10x R$ 189,10). O programa inclui quatro noites de hospedagem com café da manhã no Gran Hotel Orly, aéreo e assistência-viagem. A saída é em 29/12. Consulte seu agente de viagens, ligue 4003-1181 ou acesse azulviagens.com.br

Natal

Maceió

Sete dias de sol e calor

Para desfrutar o Natal viajando

Com preço a partir de R$ 2.093 (ou 10x R$ 209,30) por pessoa e hospedagem no quatro estrelas Holiday Inn, a 300 m da Arena das Dunas, a Azul Viagens convida você a conhecer Natal (RN) em um pacote de sete noites de hospedagem com café da manhã, traslado e city tour ao litoral sul, com saída programada para 31/12. Consulte seu agente de viagens, ligue 4003-1181 ou acesse azulviagens.com.br

A Visual Turismo ainda está com pacotes de sete noites disponíveis para o réveillon em Maceió, a capital de Alagoas. A saída é no dia 30/12, e os preços estão a partir de R$ 3.486,00 por pessoa em apartamento duplo. O programa inclui aéreo, hospedagem com café da manhã, city tour e passeio à praia do Francês. Consulte seu agente de viagens e peça esse pacote da Visual Turismo.

Caldas Novas

Recife

Pernambuco de todas cores e sabores Ano Novo de um jeito diferente HANS VON MANTEUFFEL/DIVULGAÇÃO

Recife é um destino bom, bonito e barato. A capital de Pernambuco, que tem voos da Azul direto de Belo Horizonte, tem um pouco de tudo: praias com arrecifes que formam piscinas naturais, centro histórico com bons atrativos, culinária diversificada e o charme de Olinda ao lado. A Azul Viagens está com pacotes de sete noites a partir de R$ 1.587 por pessoa (ou 10x de R$ 158,70) em apartamento duplo com café da manhã no hotel Enseada Boa Viagem, incluindo, ainda, aéreo e passeio em Porto de Galinhas. A saída é em 30/12. Consulte seu agente de viagens, ligue 4003-1181 ou acesse azulviagens.com.br

Conhecido pelas águas termais, Caldas Novas se consolidou como destino econômico e ótima diversão para famílias com filhos. Nos últimos anos, a administração municipal tem investido em feriados como Natal e Ano-Novo para atrair mais turistas nesse período. Para o Ano-Novo, um pacote de quatro noites – com transporte rodoviário, hospedagem no Golden Dolphin Supreme e passeios na cidade, Hot Park e Lagoa Quente – custa a partir de R$ 1.076,05 (ou 10x R$ 107,60). Não inclui, porém, os ingressos para o parques. Consulte uma das lojas da CVC mais próxima de você ou acesse www.cvc.com.br/lojas.


turismo

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PORTOBELLO/DIVULGAÇÃO

Pacotes

Praia, serra e a mais pura diversão em Orlando Portobello preparou programação para virada e janeiro; cidadeda Flórida é opção diferenciadano réveillon; Fortalezajá é o destinomais procurado para as férias Serra Gaúcha

Combinando com Curitiba CLEITON THIELE/SERRAPRESS/DIVULGAÇÃO

A Royalty Viagens convida você a desfrutar da Serra Gaúcha no melhor período do ano, o Natal Luz. E o melhor: combinar o destino com Curitiba. O programa de sete dias (8 a 14/12) inclui aéreo, traslados, duas noites de hospedagem no Hotel Del Rey com café da manhã, em Curitiba, e quatro noites de hospedagem com café da manhã no Hotel Sky, em Gramado. Inclui ainda quatro refeições, city tour em Curitiba, Gramado e Canela, tour na região dos vinhedos, traslado para os eventos do Natal Luz, apresentação do Coral HSBC, em Curitiba, bolsa de viagem e guia. Os preços estão a partir de R$ 3.398 em ap. duplo/triplo. Inf.: (31) 3272-6116.

Orlando

Diversão garantida Orlando continua sendo um lugar muito procurado por turistas que querem aproveitar os parques temáticos, o clima agradável e a excelente infraestrutura da cidade. Para o destino dos Estados Unidos, o pacote de sete noites com aéreo e hospedagem no Maingate Lakeside Resort, além de aluguel de carro, está a partir de R$ 6.044 (ou 10x R$ 604,40), com saída em 28/12. Consulte seu agente de viagens, ligue 4003-1181 ou acesse azulviagens.com.br. SEAWORLD/DIVULGAÇÃO

Porto de Galinhas

Férias no balneário Praias de águas mornas, passeios de bugue, jangada ou a cavalo, piscinas naturais e bate e volta a Carneiros são apenas algumas atrações que Porto de Galinhas oferece aos visitantes. Com saída no dia 9/1, a CVC está com pacote a partir de R$ 1.728 (o 10x de R$ 172,80, sem juros), incluso seis noites de hospedagem na Pousada Radiante, aéreo e traslado. Consulte uma das lojas da CVC mais próxima de você ou acesse www.cvc.com.br/lojas.

Fortaleza (I)

Fortaleza (II)

Réveillon na praia do Futuro

Folia à moda cearense

Pesquisa do site Expedia mostrou que Fortaleza é a cidade mais procurada do Nordeste para as férias. E não é por menos. O destino tem 365 dias de sol. Para a capital cearense, a Azul Viagens está com pacote a partir de R$ 2.451 (ou 10x R$ 245,10), incluindo sete noites de hospedagem com café da manhã no hotel Litoral Fortaleza, na praia do Futuro, aéreo e passeio a Canoa Quebrada. A saída é no dia 30/12. Consulte seu agente de viagens, ligue 4003-1181 ou acesse azulviagens.com.br.

Em Fortaleza, as comemorações de Carnaval acontecem em cinco pontos da cidade, com axé, samba, frevo e maracatu. De 10 a 17/2, a Latam Travel oferece pacote com aéreo (voo direto Latam), sete diárias em ap. duplo com café da manhã no Vila Azul Praia Hotel e pontos Multiplus. O preço está a partir de dez parcelas de R$ 432,30 por pessoa. Nas lojas do BH Shopping (31/32863999), Boulevard Shopping (31/2515-3310), Diamond Mall (31/ 25330933 e Minas Shopping (31/3245-5718).

Gramado

Serra Gaúcha pós-Natal Luz Gramado é o destino com a melhor infraestrutura turística do país – ótimos hotéis, passeios diversificados, excelência na gastronomia. A CVC está com pacote promocional de seis dias para a cidade da Serra Gaúcha, com saída em 20/1. O programa inclui passagem aérea, hospedagem no hotel Encantos do Sul, traslados e passeios. O preço está a partir de R$ 1.588 (ou 10x R$ 158,80). Consulte uma das lojas da CVC mais próxima de você ou acesse www.cvc.com. br/lojas.

Mangaratiba

Praia, conforto e safári ao alcance dos visitantes Localizado em Mangaratiba (RJ), o Portobello Resort & Safári é um hotel de selva no litoral, a 109 km do Rio de Janeiro. A praia, exclusiva, é calminha e tem extensa faixa de areia. As 152 acomodações ficam de frente para o mar e são muito confortáveis. Para o réveillon, o resort oferece pacote de sete noites a partir de R$ 15.640, em ap. duplo

para casal. Para janeiro, as diárias estão a partir de R$ 1.380 para casal, com pensão completa (café da manhã, almoço e jantar) e bebidas nas refeições. Ambos os pacotes permitem hospedar duas crianças de até 12 anos no mesmo quarto dos pais sem custo. Para reservas, ligue 4020-8005 (capitais) ou acesse www.portobelloresort.com.br.


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turismo MANU DIAS/SECOM/DIVULGACAO

Pacotes

Nordeste ainda é preferido dos mineiros Correndo por fora, Foz do Iguaçu surge comoum bom custo-benefíciona virada do ano; Arraial d’Ajuda e Salvadorsãodestinos mais disputadosque João Pessoa João Pessoa

De praias urbanas a bons passeios ALESSANDRO ASSUNÇÃO/COB

João Pessoa, a simpática capital da Paraíba, é uma combinação perfeita de praias bacanas, atrações históricas e boas compras. A partir de R$ 2.708 (ou 10x R$ 270,80), a CVC oferece pacote com saída no dia 20/1, incluindo seis noites de hospedagem no Aram Beach, na praia de Tambaú, bilhete aéreo, traslado e passeios. Consulte uma das lojas da CVC mais próxima de você ou acesse www.cvc. com.br/lojas.

Salvador (I)

Salvador (II)

Para começar com o pé direito

Verão com muita festa

CHRISTIAN KNEPPER/DIVULGAÇÃO

Salvador, a primeira capital do Brasil, encanta os turistas com seu legado histórico e cultural. Além das praias, do Pelourinho e da culinária, a capital baiana tem muito mais a oferecer aos visitantes. Para o viajante conferir seus atrativos, a Azul Viagens está com programa de sete noites com café da manhã no hotel Sol Bahia, na praia de Patamares, incluindo ainda aéreo e traslado. O preço para a saída promocional do dia 30/12 está a partir de R$ 1.528 (ou 10x R$ 152,80) Consulte seu agente de viagens, ligue 4003-1181 ou acesse azulviagens.com.br.

Em Salvador, o verão é um período de festas. Para você aproveitar a estação na capital baiana, a Latam Travel tem pacote, no período de 6 a 13/1, ao preço de dez parcelas de R$ 244,80 (mais taxas de embarque). O programa inclui passagem aérea em voo direto da Latam, sete diárias em apartamento duplo com café da manhã no Salvador Mar Hotel e pontos Multiplus. Informações nas lojas do BH Shopping (31/3286-3999), Boulevard Shopping (31/2515-3310), Diamond Mall (31) 2533-0933 e Minas Shopping (31/3245-5718).

Você sabia?

Arraial d’Ajuda

Férias de janeiro

Aconchego e praia no Natal

Nas férias de janeiro, todo mundo quer viajar. Mas para que essa viagem seja aproveitada 100%, é preciso se prevenir. Você sabia que é possível contratar um seguroviagem estando a partir de 100 km de sua casa? Isso mesmo! A apenas 100 km de casa. O seguroviagem nacional e internacional com 10% off, você encontra no site segurospromo.com.br com o código Queroferias.

Se você procura um lugar para chamar de seu, Arraial d’Ajuda é forte candidato. O lugar é uma combinação de aconchego e praias calmas. Para o Natal, a Visual Turismo oferece pacote a partir de R$ 2.831 por pessoa ap. duplo com café da manhã no Arraial Bangalô Praia. Estão inclusos também aéreo e traslado. A saída é no dia 23/12. Consulte seu agente de viagens e peça esse pacote da Visual.

Foz do Iguçu

Santo André

Belezas das Cataratas no Ano-Novo

Opção de Natal e Carnaval

PREFEITURA DE FOZ DO IGUAÇU/DIVULGAÇÃO

Atraídos pela beleza das cataratas, inúmeros turistas que visitam Foz do Iguaçu imaginam que passar a virada do ano na cidade paranaense pode não ser atraente. Ao contrário, pelos inúmeros atrativos, inclusive para crianças, e o excelente custo-benefício, o destino se tornou uma ótima opção nesse período do ano. Com saída no dia 29/12, a CVC oferece pacotes de quatro noites no Hotel Cassi no e passagem aérea. O preço está a partir de R$ 2.163,29 (ou 10x R$ 216,32). Consulte uma das lojas da CVC mais próxima de você ou acesse www.cvc.com.br/lojas.

O all inclusive Costa Brasilis Resort & Spa, na simpática vila de Santo André, no Sul da Bahia, oferece as últimas acomodações para o período Natal, com preço a partir de R$ 5.690 (casal), com ceia, a presença de Papai Noel e hospedagem de uma criança free; a segunda paga de 25% a 50%. Para o Carnaval, o pacote está a partir de R$ 6.655 (casal), com bandinha desfilando pelas áreas em todos os dias. Ambos os pacotes são de cinco noites de hospedagem. Para mais informações e reservas, ligue (21) 4020-4140 ou (73) 3282-8200 ou acesse www.costabrasilis.com.br.


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Belo Horizonte

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República Tcheca

Tour natalino por vários mercados Árvores gigantes comiluminações únicas,vinhoquente,ponche,presunto assadoecheirodecravoecanela dãootomdafestaemPragaeinterior Da redação

No interior

Com a proximidade das festas natalinas, surge mais um atrativo em várias localidades da República Tcheca: os mercados de Natal, onde o visitante pode desfrutar, desde agora, de atividades relacionadas à celebração do nascimento de Jesus Cristo. Na capital Tcheca, “os mercadinhos de Natal são os melhores do mundo”, aponta a revista norteamericana “USA Today”, conforme o resultado de ampla pesquisa realizada com seus leitores. A cada ano, os mercados de Natal de Praga destacam-se por sua decoração e atmosfera, impregnada dos aromas de canela e cravo-da-índia. Neles, pode-se desfrutar de um requintado svarák (vinho quente), um trdelník aromático (bolo de biscoito), um licor de mel quente ou um saboroso presunto assado. Os principais endereços dessa farra enogastronômica são: a praça Venceslau, as imediações do Museu Nacional, a praça de Carlos (a maior praça da Europa) ou a Casa Municipal de Praga, considerada a joia do estilo art nouveau, na praça da República. O maior e mais popular dos mercados fica na praça da Cidade Velha. Todos os anos ele recebe uma enorme árvore de Natal, vista por milhares de pessoas.

A tradicional feira de advento, com muitos prazeres aromáticos e concertos ao vivo, também espera por você em Ceský Krumlov, onde tem árvore iluminada e canções natalinas, além de aventuras no Museu Fotoatelier Seidel, navegação na balsa de Natal e visita aos ursos do fosso do castelo de Krumlov, que também celebram o Natal. Nas feiras natalinas de Olomouc, na região da Morávia, é possível provar diversos tipos de ponches, na “aldeia do ponche”, na praça Horní. Um programa variado complementa a feira, com bandas de música, teatro, pista de gelo pública e um presépio de madeira. Em Brno, as feiras de Natal acontecem em vários locais,como a praça Svobody, onde, além da árvore de Natal, terá neste ano uma manjedoura de madeira (o berço é da oficina do escultor Jirí Halouzek) e uma vila de Natal com pontos de venda. Já o Natal na praça Zelný preserva o espírito dos tempos antigos, quando as árvores eram decoradas apenas com velas, nozes e ornamentos de palha. O Natal também é celebrado no metrô de Brno e na parte social de Labyrint, espaço subterrâneo sob a praça Zelný. Como presente de São Nicolau, anjos e demônios terão lugar no subsolo Mincmistrovský, na praça Dominikánské. HYNEK MORAVEC/COMMONS

Mercados de Natal de Praga são ‘os melhores do mundo’, diz “Usa Today”


turismo

11 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 18 de novembro de 2017

PAULO CAMPOS

Orlando

Hotéis mais econômicos Com inauguração prevista para o verão norteamericano de 2019, o Universal Orlando Resort oferecerá duas opções de hotéis econômicos para famílias que querem vivenciar as emoções dos parques temáticos, com diárias a menos de US$ 100. Os dois hotéis, juntos, somarão 2.800 quartos, incluindo 1.450 suítes de dois quartos, projetadas para acomodar famílias de todos os tamanhos. UNIVERSA/DIVULGAÇÃO

Sustentabilidade

Um case de sucesso no MT Vencedora do Prêmio Top Sustentabilidade da Braztoa, o case da pousada Piuval, de Poconé (MT), que concorreu na categoria “Meios de Hospedagem”, é o trabalho com reúso de água, reciclagem de lixo e ações socioculturais para formar guias de turismo na cidade. A pousada tornou-se referência em estações de tratamento de água ao chegar à marca de 10 mil litros reciclados por dia. POUSADA PIUVAL/DIVULGAÇÃO

Gramado

Toque al e mão emhospedagemgaúcha A rede Sky possui duas unidades em Gramado,com arquitetura enxaimel,atendimento atenciosoe serviços deprimeira qualidade comhospitalidade brasileira Tânia Ramos

taniaramos@otempo.com.br

Com 15 anos de operação, o Hotel Sky é mais que uma luxuosa e confortável hospedagem em Gramado, na Serra Gaúcha. Construído no estilo típico germânico enxaimel, a 800 m do centro da cidade, o Sky se destaca no cenário urbano por sua arquitetura singular. No interior, uma decoração contemporânea com toques retrô e recursos tecnológicos e serviços da moderna hotelaria. Por sua estrutura e serviços pensados para atender bem o hóspede, o Hotel Sky acumula prêmios, como os de cartão-postal de Gramado, melhor casa de sopas, melhor restaurante de hotel e, entre outros, melhor café da manhã.

Gastronomia Propriedade de uma família de origem alemã, o Hotel Sky ainda referencia as memórias germânicas por meio do uniforme de seus funcionários, todos vestidos com trajes típicos alemães. Porém, seu maior diferencial, além da administração familiar, está na gastronomia – ou melhor, na arte de preparar sopas para aquecer o corpo e encantar o paladar. Lá, está a melhor casa de sopas de Gramado, o restaurante Sopas da Serra, aberto ao público externo. No fim de 2014, ano

em que foi escolhido como hotel oficial da Copa do Mundo, o Sky lançou outra iniciativa bem-sucedida: o restaurante Château Allemand, que funciona como uma casa de fondue, hoje o prato típico da Serra Gaúcha, mas de origem suíça. Inaugurado em 17 de novembro, o Château Allemand tem como proposta ser uma das casas de fondue mais românticas e aconchegantes de Gramado. Para garantir esse clima, ele possui um elegante ambiente climatizado, à luz de velas. Durante o jantar, os clientes se deliciam com uma maravilhosa sequência, que começa com o fondue de queijo, seguido do de carnes (na pedra), e termina com o de chocolate. Também é oferecida a opção de uma entrada de frios. O Château Allemand (chateauallemand.com.br), que também é aberto ao público, funciona de segunda a sábado, das 19h à 0h.

O Hotel Sky ainda oferece, além de toda sua estrutura, uma cozinha 24h para livre uso do hóspede

O Sky Serra Hotel é a nova hospedagem da família Krauspenhar, situado a 20 minutos a pé do Palácio dos Festivais

Operando ainda em soft opening, o Sky Serra Park segue o estilo enxaimel

Rede Sky ganha mais uma unidade hoteleira Com o sucesso do primeiro empreendimento, o grupo Sky acaba de criar mais uma unidade: o Sky Serra Hotel, que segue o padrão arquitetônico germânico no exterior, mas com uma decoração interna mais clean. Operando em soft opening (com capacidade reduzida) desde o mês de outubro, o Sky Serra Park

agrega inúmeras vantagens, a começar por suas confortáveis instalações, serviços de primeira qualidade e Wi-Fi grátis. Com localização privilegiada, o Sky Serra ainda tem a vantagem de ficar perto dos principais atrativos – ele está a cerca de 12 minutos a pé do Lago Negro e do Mini Mundo e a 20 minutos do Palácio dos Festivais.

SKY/DIVULGAÇÃO

Pacote Operadora: Royalty Viagens

Período: 10 a 14/12

apartamento duplo e triplo (+ taxa de embarque) ou R$ 3.498 em apartamento single. Crianças de 2 a 5 anos pagam R$ 1.168.

Programa: O pacote para Gramado, com aéreo, traslados e quatro noites de hospedagem no Hotel Sky, custa a partir de R$ 2.338 em

Inclui: City tour em Gramado e Canela, tour vinhedos com almoço, ingresso para a maria-fumaça, guia de turismo local e bolsa de viagem

Inf.: (31) 3272-6116

Hotel Sky tem todos os apartamentos de luxo, com decoração de bom gosto


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Belo Horizonte


WServiço. Remapeamento de injeção eletrônica tem prós e contras. Págs. 16 e 17

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BELO HORIZONTE Sábado 18/11/2017

W

Francês de olho no Brasil SUV de luxo da Renault, Koleos deve chegar ao país no ano que vem. Págs. 18e 19

RENAULT/DIVULGAÇÃO

WTransporte. Conceito Daily Life, da Iveco, foca a acessibilidade. Págs. 20 e 21 pampulha


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interCâmbio raimundocouto@otempo.com.br

Raimundo Couto

Evolução constante LÉO FONTES – 7.5.2015

Há alguns anos, os modelos cupê – aqueles de duas portas, mas com bagageiro destacado – eram a preferência nacional. Não se cogitava comprar automóvel a não ser com esse tipo de carroceria. Isso é explicado, em parte, porque o consumidor brasileiro sofreu forte influência europeia em seus hábitos de consumo tratando-se de veículos. Essa tendência perdurou até o começo dos anos 80, quando surgiram opções como o Monza de três volumes, entre outros, que chegaram ao mercado para revolucionar o gosto do brasileiro. Daí para frente, tudo foi diferente. Na década seguinte, então, a abertura do comércio, que permitiu a entrada dos importados, trouxe a reboque um mundo até então inimaginável aos compradores de Mon-

za, Santana, Del Rey e assemelhados. Carros de todos os tamanhos, com designs dos mais variados e tecnologia nunca antes acessível ao brasileiro fizeram com que as ruas do país – àquela época do começo do governo Collor – mais parecessem uma fauna, tamanha a diversidade de marcas e modelos. Mas a farra teve data de validade, e, aos poucos, muitos importadores iam deixando pelo caminho milhares de consumidores órfãos de assistência técnica e peças de reposição. As maravilhas do primeiro mundo só conseguiam se manter em atividade por meio da canibalização de outros modelos similares. No entanto, foi um caminho sem volta, e a indústria brasileira passou por uma evolução jamais vista na história. A exigência do novo comprador de automóveis

estava a cada ano mais consolidada. Foi nesse momento que passamos a conviver com a democratização da tecnologia. Itens de conforto e segurança foram incorporados aos modelos, independentemente de seu tamanho ou motorização. Um exemplo pontual é o do já descontinuado Mille ELX. Nascido para ser um carro popular, tinha direção hidráulica, vidros e travas com comandos elétricos e até ar-condicionado. Ainda que pese o fato de os preços desses equipamentos serem altos pela falta da produção em escala, só a possibilidade da oferta era um grande avanço, ainda mais quando voltamos aos tempos da Brasília e do Fiat 147. Outra evolução nessa seara da tecnologia diz respeito ao câmbio automático. Antes um privilégio dos automóveis de grande porte hoje

Agora, quem dita regras e a preferência do consumidor são os SUVs, que de esportivo nada têm. A tendência é que eles representem 20% do mercado nacional nos próximos anos

SUVs já se tornaram figuras comuns pelas ruas do país é acessível em compactos como Onix, Prisma, Sandero e Fiesta, por exemplo. Sem falar na exigência que obriga, desde 2014, todos os automóveis à venda no Brasil a saírem da fábrica com airbag duplo e freios ABS. Agora, quem dita as regras e a preferência do consumidor são os utilitários-esportivos, ou SUVs, que de esportivo nada têm. A tendên-

cia é que eles representem 20% do mercado nacional nos próximos anos. Basta olhar a nosso redor para verificarmos a veracidade dessa previsão. Isso é só o começo de um novo tempo que descortina aos olhos dos consumidores, cada vez mais exigentes e cientes de suas preferências e direitos. É esperar para ver!

DIVULGAÇÃO

Mercado

Nova opção em BH Norte Auto Shopping será inaugurado em dezembro; novo espaçopara comprade seminovos funcionarádentro do ShoppingNorte Empreendimento, na avenida Vilarinho, contará com um estrutura completa e mais de dez grande lojas de veículos seminovos de BH Da redação Os moradores de Belo Horizonte e região metropolitana da capital vão ganhar, ainda neste ano, uma nova opção para pesquisa e compra de carros seminovos e usados. Está prevista

para o dia 1º de dezembro a inauguração do Norte Auto Shopping, que funcionará dentro do Shopping Norte, na avenida Vilarinho. O empreendimento será o único shopping de carros seminovos do vetor Norte de BH e, além de abrigar

grandes lojas de seminovos da cidade, contará com uma estrutura completa de serviços, como praça de alimentação, corretoras de seguros e financeiras. Situado na principal avenida da região de Venda Nova, o Shopping Norte possui

uma área de 43 mil metros quadrados e, além de ser fácil de chegar, oferece 465 vagas de estacionamento.

Expertise O mais novo auto-shopping de BH será inaugurado sob a chancela da Consultvil-

le, criada em 1996, e uma das experts no mercado de automóveis em Minas Gerais. A empresa foi responsável por antigos e conhecidos empreendimentos e feirões do ramo em Belo Horizonte, entre eles o Pampulha Car Shopping, da avenida Antô-

nio Carlos, o Contorno Car Shopping, na avenida do Contorno, além do Show Auto Mall, que funcionava na avenida Raja Gabaglia, na região Oeste da cidade. Entre os feirões, realizou o da Lagoa, por 15 anos, e o da Barão.


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Linha 2018

Jaguar XE ganha novo motor O Jaguar XE ganhou um novo motor 2.0 turbo da gama Ingenium, capaz de desenvolver 250 cv de potência e 37,8 kgfm de torque. Em relação ao propulsor anterior, que também era 2.0 sobrealimentado, houve ganho de 10 cv e 3,1 kgfm. O câmbio continua automático de oito velocidades. Segundo o fabricante, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos e atinge a velocidade máxima de 250 km/h. A novidade equipa a versão R-Sport, que tem preço de R$ 225,5 mil e traz sistema multimídia InControl Touch de série. JAGUAR/DIVULGAÇÃO

super motor

Serviço

Esportividade como um passe de mágica Reprogramação de injeção eletrônica otimizaos parâmetros de funcionamentodo motor para oferecer potência etorque extras Igor Veiga Conhecido como chipagem, o aumento de potência do motor de um carro por meio do remapeamento de sua injeção eletrônica é para quem busca uma dose extra de esportividade. Os ganhos de potência variam entre 10% e 70%, conforme o modelo de veículo. Ao alterar os parâmetros originais da injeção para que o motor tenha mais torque e potência em todos os regimes de rotação, o processo ainda remove o limitador

de velocidade e reduz o tempo de resposta do pedal nos carros equipados com acelerador eletrônico. De acordo com Nelson Serranegra, sócio-proprietário de uma oficina em Belo Horizonte especializada neste tipo de procedimento, a chipagem do carro leva cerca de quatro horas para ser concluída e sai hoje, em média, por R$ 3.000. Quanto mais potente for o motor, mais caro é o serviço. “Em alguns veículos, pode custar apenas R$1.500, assim como em uma Ferrari, por

“Todos os veículos passam por uma avaliação para detectar se podem ou não sofrer essa intervenção.” Nelson Serranegra Sócio-proprietário da PHP Pro Haus Performance exemplo, pode chegar a R$ 6.000. Vai depender de cada caso”, explica. Apesar de o processo ser relativamente simples, é preciso ficar atento, porque nem todo carro está apto a

passar pelo remapeamento da injeção eletrônica. “A reprogramação não é aconselhável para carros com motor cansado e com alta quilometragem. Os carros de motor 1.0 podem realizar o processo, inclusive os novos, com motor de três cilindros. Todos os veículos passam por uma avaliação para detectar se podem ou não sofrer essa intervenção. É necessário que o veículo esteja em boas condições”, reforça Serranegra.

Tecnologia alemã No caso da oficina dele, é utilizada uma tecnologia 100% alemã, da Reiko, para reprogramar a injeção eletrônica dos carros. “Os softwares utilizados são mais do que consagrados e testados na Europa, já adaptados ao

Em modelos importados com motores mais potentes, custo da ‘chipagem’ pode ultrapassar os R$ 5.000

combustível brasileiro, para que não haja nenhum dano ao motor. Também temos um banco de dados que contém todas as programações originais, oferecendo a possibilidade de voltar o carro à configuração de fábrica”, explica o empresário. (Com Paula Coura)


super motor PHP PRO HAUS/DIVULGAÇÃO

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REIKO/DIVULGAÇÃO

Reprogramação é 100% computadorizada e leva, em média, quatro horas para ser concluída

Mudança não deve ser feita de forma isolada

Saiba mais Coisa antiga. A chipagem é uma prática relativamente nova no Brasil, mas amplamente utilizada nos EUA e na Europa desde os anos 70, quando começaram a rodar os primeiros modelos com sistema eletrônico de injeção.

Apesar de relativamente simples, a reprogramação da injeção eletrônica nunca deve ser feita de forma isolada. Para garantir a segurança e a boa dirigibilidade do carro, freios, suspensão e até mesmo o câmbio do veículo devem ser adaptados ao novo desempenho do motor. “É um conjunto inteiro. Quem faz um tunning no carro deve se preocupar com tudo isso. E é sempre bom lembrar que, ao mudar a calibração original do motor, você corre, sim, o risco de perder a garantia de fábrica. A não ser que você queira muito ter um carro mais esportivo, não vale a pena”, avalia o engenheiro do SAE Brasil, Henrique Pereira. (IV)

Alterações. A reprogramação da injeção melhora a relação ar-combustível que entra no sistema e o tempo de ignição das velas, trazendo o desejado aumento da potência e do torque. Além disso, são removidos limitador de velocidade e reduzido o tempo de resposta do pedal nos carros equipados com acelerador eletrônico, suavizando o incômodo causado pelo delay existente quando o carro está em seu estado original.

PHP PRO HAUS/DIVULGAÇÃO

Após a chipagem, potência do motor 3.2 L desta Ford Ranger, por exemplo, subiu de 200 cv para 260 cv

Economia de combustível é mito, afirma especialista Para quem pretende “chipar” o carro, fica o alerta. Não basta apenas aumentar a potência do motor sem que freios e suspensão, por exemplo, sejam também adequados à mudança. De acordo com os especialistas, uma chipagem malfeita pode pôr em risco o motor e ainda comprometer gravemente a segurança do veículo. “Não é qualquer oficina que sabe fazer essa chipagem direito. Tem pouca gente que faz de forma correta. Então, tem que tomar muito

cuidado de onde vai fazer porque tem muita picaretagem no mercado”, ressalta o engenheiro Henrique Pereira, membro da Comissão Técnica de Motores Ciclo Otto da SAE Brasil. Pereira explica que a reprogramação da injeção eletrônica do carro é, sim, um procedimento delicado, pois, na maioria das vezes, muda, por exemplo, o ponto de ignição e a relação de arcombustível da mistura. Com 30 anos de experiência no setor, o engenheiro conde-

na, por exemplo, que os oficinas aceitem chipar carros com motor 1.0. “Não é aconselhável, porque esse motor já costuma trabalhar no limite da curva de torque. Todo motor é pensado pelas montadoras para garantir um equilíbrio entre desempenho, consumo e emissão de gases. A chipagem aumenta a potência, sim, mas prejudica o consumo, e o carro vai poluir mais. É uma questão de perde e ganha”, garante Pereira. (IV)


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Recall I

Fiat convoca oito modelos A Fiat anunciou um recall para os veículos Punto (equipado com motores 1.6 e 1.8), Doblò (1.8), Uno (1.0), Mobi, Palio Weekend (1.6 e 1.8), Strada (1.6 e 1.8), novo Palio (1.0) e Grand Siena (1.6), todos do ano/ modelo 2016/2017. A ação resulta de uma falha na bobina de ignição, que pode causar funcionamento irregular e até desligamento involuntário do motor. Informações pelo telefone 0800 707 1000 ou no site www.fiat.com.br. FIAT/DIVULGAÇÃO

Recall II

super motor

Prévia

Desembarque programado para o Brasil Sucesso dos SUVs no mercado nacional faz Renault apostar alto no no Koleos;modelo previstopara 2017 chegaao paísno ano que vem Victor Alves Auto Press

O segmento dos SUVs, definitivamente, é o mais promissor dos últimos tempos no mercado automotivo global. Esse tipo de veículo tem sido usado pelas fabricantes para alavancar suas vendas, já que caiu no gosto popular. No caso da Renault do Brasil, tanto glamour em torno dos utilitários fez a fabricante lançar o Kwid, que, apesar de não ser um SUV propriamente dito, tem características de altura seme-

Ação conjunta Jeep e Dodge

lhantes às dos utilitários e que serviram para o marketing da empresa promovê-lo como tal. O Renault Captur, esse sim um SUV, apresentou bons números de venda em outubro e fechou o mês com a sétima posição no ranking do segmento. Pensando nisso, a montadora francesa já planeja trazer para o Brasil mais um SUV para abocanhar ainda mais essa fatia de clientes aficionados pelo segmento. Trata-se do Koleos, modelo de topo, que chegou a ser prometido pela Renault do

Brasil para chegar antes do Kwid, mas foi adiado para o ano que vem como estratégia, devido ao fim do Inovar Auto e a melhores condições de tributação dos modelos importados. Funcional e espaçoso, o Koleos 2018 também tem o visual como um atributo a seu favor. O modelo apresenta linhas elegantes, traçadas pelo designer Laurens Van Den Acker. A grade frontal destaca o símbolo brilhante da Renault. O emblema “Initiale Paris” vem logo abaixo, confirmando que se trata da versão de topo do carro. As rodas são de liga leve de 19 polegadas com raios diamantados e têm fundo em preto brilhante. Atrás, o jogo de linhas horizontais

que completam as lanternas dão charme ao modelo. O Renault Koleos será o primeiro da fabricante francesa a ser vendido no Brasil com a nova identidade visual. Ele utiliza a plataforma modular CMFC/D, para os carros médios e médiosgrandes da marca, como o Mégane, a minivan Espace, o sedã Talisman e o crossover Kadjar, vendidos no mercado europeu. O modelo mede 4,67 m de comprimento, 1,67 m de altura, 1,84 m de largura e 2,70 m de distância entre-eixos – 5 cm a mais que o Kadjar. Os ângulos de ataque, a serem considerados nos casos de uso off-road, são de 19 graus de entrada e 26 graus de saída, e a distância do solo é de 21 cm.

O Grupo Fiat-Chrysler Automobiles (FCA) convoca recall para os veículos Jeep Grand Cherokee fabricados entre 2011 e 2014 e Dodge Durango de 2012 e 2014, devido a possível infiltração de água no servofreio. Se isso ocorrer, a capacidade de frenagem do veículo pode ser prejudicada, gerando risco de acidente. Informações pelos telefones 0800 703 7240 (Jeep) e 0800 703 7150 (Dodge) ou nos sites www.dodge.com. br e www.jeep.com.br

Recall III

Ram 2500 relacionada Outro recall do Grupo Fiat-Chrysler Automobiles convocou a picape RAM 2500: as unidades relacionadas são dos anos/modelos 2014, 2016 e 2017. O chamado ocorre em decorrência de uma possível falha elétrica na bomba d’água do motor, que, segundo o fabricante, pode resultar até mesmo em incêndio, em casos extremos. Mais informações pelo telefone 0800 702 7150 ou no site www.ram.com.br.

Desenho do Koleos é inspirado no sedã Talisman, com traços fortes e musculosos

Por enquanto, a Renault ainda não confirma qual versão do SUV será vendida no Brasil

Rival do Equinox e do Compass Por dentro, o espaço do Koleos é generoso. O grande teto solar panorâmico garante bons feixes de luz iluminando o habitáculo. O volante tem ajuste de altura e profundidade e apresenta acabamento de boa qualidade. No painel, a instrumentação é virtual e passa informações claras e precisas, com um design bastante limpo. A central multimídia tem tela vertical gran-

de, de 8,7 polegadas, e compatibilidade com as plataformas Android Auto e Apple Car Play. Há ainda porta-trecos por todo o carro, desde no túnel central até na porta do passageiro e no próprio apoio de braço do banco traseiro. Na Europa, o Koleos usa um motor 2.0 turbodiesel, de 175 cv de potência, acoplado a uma transmissão automática CVT que simu-

la sete velocidades – o carro vem configurado ainda com tração 4x4. Outra opção de propulsão é o 1.6, também a diesel, de 130 cv. Por aqui, a expectativa é que a Renault use um 2.5 a gasolina de 170 cv, também com câmbio CVT e tração integral. No mercado europeu, estão disponíveis três versões do Koleos: a Zen, que custa € 31,1 mil (aproximada-

mente R$ 118,4 mil); a Intense, que sai por € 33,2 mil (cerca de R$ 126.384); e a de topo Initiale Paris, única a vir para o Brasil, por € 40,9 mil (ou R$ 155.700). O Koleos vai brigar por aqui com Volkswagen Tiguan, Chevrolet Equinox, Hyundai ix35 e Jeep Compass. Ainda não há informações de preço do modelo que será vendido no Brasil. (VA/AP)

Cinco estrelas Segurança. O Koleos recebeu em setembro, no Euro NCAP, a nota máxima em segurança. A proteção foi de 90% para ocupantes adultos e de 79% para crianças. Além dos seis airbags, dos apoios de cabeça que evitam efeito chicote e dos cintos com pré-tensionadores, o Koleos oferece alerta de pontos cegos, reconhecimento de placas e farol alto automático.


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19 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 18 de novembro de 2017

FOTOS RENAULT/DIVULGAÇÃO

SUV exibe boa forma no fora de estrada O Renault Koleos é extremamente seguro. Os pneus largos, de baixo perfil, contribuem para essa sensação, além do bom funcionamento dos freios contemplados por discos dianteiros ventilados. O motor diesel 2.0 apresenta respostas imediatas, e o câmbio CVT é adequado. Em resumo, o carro tem um bom equilíbrio entre conforto para a família

e esportividade para o caso de boas aceleradas. No uso fora de estrada, o Koleos se sai bem, sem fazer cerimônia. São três modos de tração: 2WD, 4WD Auto e 4WD Lock, que divide o torque nos dois eixos de maneira igual e contínua. Em relação ao consumo de combustível, foi possível registrar uma média de 15 km/L – nada mal. (VA/AP)

No Brasil, Koleos deve vir equipado com o mesmo motor do Nissan Altima, 2.5 L a gasolina com 170 cv Por dentro, SUV traz bom acabamento e muita tecnologia


W20 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 18 de novembro de 2017

Etapa em Betim

Gincana do caminhoneiro Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi palco da quinta etapa da Gincana do Caminhoneiro. Os 83 participantes passaram por provas de habilidade e colocaram seus conhecimentos ao volante à prova. Os caminhoneiros também têm oportunidade de testar os caminhões da marca Iveco, como o Tector AutoShift e o Hi-Way. Ao final de uma disputa emocionante, o estradeiro Nelsi Pivetta, de Ibicaré (SC), venceu a etapa e credenciou-se para a final da gincana, que ocorrerá no dia 26 de novembro, em Itajaí (SC). IVECO/DIVULGAÇÃO

Levantamento

Rodovias estão em pior estado A situação das estradas brasileiras piorou em relação a 2016. De acordo com a pesquisa de rodovias realizada pela Confederação Nacional do Transportes (CNT), 61,8% da malha viária do país está em condições regulares, ruins ou péssimas. De acordo com o estudo, a piora mais acentuada foi no quesito sinalização, no qual a classificação como boa ou ótima caiu de 48,3% para 40,8%. O levantamento foi realizado por 24 equipes, que durante 30 dias percorreram 542 rodovias federais e algumas estaduais, somando 106 mil quilômetros avaliados.

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Transporte

Com os olhos voltados para a acessibilidade Em busca de soluções para o transporte do futuro, Iveco apresentaoconceito DailyLife, que trazcomo característica a inclusão Raimundo Couto Com os pés no presente, mas de olho no futuro, a Iveco Bus promoveu durante esta semana, em Sete Lagoas, onde possui ampla planta industrial para fabricação de caminhões e chassis de ônibus, um evento propondo um salutar debate com foco na busca de soluções para o transporte do amanhã, tendo como premissa a acessibilidade e a inclusão. Do encontro participaram engenheiros e executivos da montadora italiana, que pertence à CNH Industrial, estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), além de representantes de fabricantes de carrocerias para ônibus e membros de órgãos gestores do setor de transporte coletivo, que debateram sobre o ônibus que vai circular em 2030. É certo que até lá muitas propostas surgirão, mas em todas elas a palavra acessibilidade será a tônica que seguirá norteando os projetos da Iveco Bus. Prova maior

são os modelos que atendam a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (nº 13.146), que já estão em circulação e que promovem, com conforto e segurança, cada vez mais a inclusão, como é o caso dos modelos Daily Elevittá, GranClass, SoulClass e o veículo conceito, o Daily Life, produto que inova ao estender a oportunidade de trabalho para o profissional de transporte com limitação de movimento ou portador de deficiência física. Durante o evento Iveco Bus Experience, foi apresentado o conceito Daily Life, que, como seus pares Daily Elevittá, GranClass e SoulClass, promove inclusão e acessibilidade, mas neste caso não apenas para passageiro. Também ao motorista é permitido o embarque e desembarque sentado em seu assento, o que permite que mesmo alguém com limitação de movimento ou que tenha algum tipo de deficiência física, e, naturalmente, habilitado e capacitado para tal, assuma a condução. Traduzindo, é um novo mer-

cado de trabalho que se descortina a essas pessoas. O veículo utiliza a base da linha Daily Minibus e incorpora um dispositivo de poltrona móvel, desenvolvido pela empresa Elevittá, que projeta a poltrona do motorista para o lado de fora do veículo e retorna para a posição em frente à direção. Soma-se a esse projeto os desenvolvimentos da empresa Kivi Brasil, filial da empresa italiana Kivi Srl, fabricante de dispositivos auxiliares de condução para pessoas com deficiência.

Prata da casa Com produção na fábrica da Iveco em Sete Lagoas, o Daily Life tem capacidade para até 18 pessoas incluindo três passageiros com mo-

bilidade reduzida, além do motorista que também pode ser cadeirante. Lá, os modelos são desenvolvidos e testados no campo de provas para assegurar que o cliente terá em mãos vans, micro-ônibus e chassis de ônibus prontos para qualquer demanda do transporte de passageiros. “Esse é um veículo que realmente qualquer um pode dirigir. Um conjunto confiável, que proporciona rentabilidade ao operador, e componentes que promovem inclusão de passageiros e motoristas, essa é a receita para nos posicionarmos entre os principais players do setor no país”, afirma Gustavo Serizawa, gerente de marketing da Iveco Bus.

Iveco inaugura nova era no segmento de veículos acessíveis com o Daily Life

Daily Life pode transportar até 18 pessoas, incluindo três passageiros com mobilidade reduzida

Daily Minibus tem proposta voltada para a inclusão

ALEX DE JESUS – 19.4.2012

Uma cápsula do tempo foi enterrada na fábrica mineira da Iveco

Outro produto de destaque da Iveco Bus, o Daily Minibus está disponível nas versões para fretamento e turismo, que podem levar 15+1 passageiros (45S17), com rodado simples na traseira, e 18+1 passageiros (50C17), com rodado duplo, ideais para o transporte municipal e intermunicipal. Os modelos também

são oferecidos nas versões Elevittá, com acessibilidade para até três cadeirantes ou passageiros com mobilidade reduzida, sem alterar a capacidade total de passageiros. O Minibus vem com ar-condicionado duplo para motorista e passageiros, computador de bordo, piloto automático, freios ABS, airbag frontal, trio elétrico e teto alto.

O bagageiro traseiro, disponível na versão turismo, proporciona grande capacidade de bagagem, tornando o veículo flexível para operações de fretamento durante a semana e turismo aos finais de semana. Além disso, possui espaço que permite o transporte de bengalas, muletas, andadores dobráveis e até três cadeiras de rodas. (RC)


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21 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 18 de novembro de 2017

FOTOS IVECO/DIVULGAÇÃO

Iveco SoulClass é o primeiro micro-ônibus inclusivo do Brasil

Ideias desenvolvidas em parceria com a UFMG Na busca de propostas para um amanhã com mais mobilidade e acesso, a Iveco Bus se alinha a parceiros com alto teor de informação e conhecimento, como os alunos do curso de design da UFMG, que encabeçaram o workshop “Próxima Parada 2030: o Futuro já Começou”. O objetivo é desenvolver modelos para otimizar ou criar soluções para o acesso aos usuários de veículos de trans-

porte público coletivo, incluindo pessoas com mobilidade reduzida. “Sob uma abordagem sustentável, relacionada ao bem-estar dos usuários, observamos a necessidade do desenvolvimento de novas exigências que atendam uma população cada vez mais idosa e com indivíduos que possuem dificuldades de locomoção”,avaliaGustavo Serizawa, da Iveco Bus. (RC)


W22 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 18 de novembro de 2017

super motor FOTOS BMW/DIVULGAÇÃO

Linha 2018

Honda Biz chega com novidades A Honda Biz 2018 chega ao mercado com mudanças estéticas e mecânicas. Na parte externa, o fabricante redesenhou farol, piscas e lanterna traseira, ao passo que o escudo frontal ficou maior. O nicho sob o banco ganhou 10 L e um sistema de abertura centralizado na chave de ignição. Já o painel recebeu a tecnologia blackout, com fundo escurecido. Por fim, a motocicleta passou a ter freios combinados. Os preços vão de R$ 7.590 a R$ 9.390. HONDA/DIVULGAÇÃO

Kawasaki

Motor da “Ninjinha” cresce A Kawasaki “Ninjinha”, como é popularmente conhecido o modelo de 300 cm³ da marca japonesa, cresceu de novo. A moto, que já teve motor de 250 cm³, passará a ter 400 cm³ em seu modelo de entrada. O visual parece inspirado na Ninja H2, com faróis em LED alongados e assento bipartido. O propulsor bicilíndrico de 399 cm³ é capaz de gerar 45 cv a 10 mil rpm e 3,8 kgfm a 8.000 giros – são 5 cv e 1 kgfm a mais que na Ninja 300. A transmissão é de seis marchas.

Moto

Discreta, mas muito forte BMW R 1200 R une tradicional motor boxer e vocação esportiva a umvisual sóbrio; resultadoé um modeloextremamente versátil

Carenagem deixa parte do quadro treliçado à mostra

Auto Press Falar de uma moto como a BMW R 1200 R exige certo descomprometimento com as palavras e uma aposta maior em contrastes. Isso porque a naked bávara tem a versatilidade como um de seus pontos fortes e tende a escapar de muitas definições. É simples, mas nada simplória. E capaz de esconder uma esportividade que não se reflete tanto em seu visual ou na ficha técnica. Esteticamente, a BMW R 1200 R não chega a se destacar tanto. O farol, pequeno e poligonal, traz luzes diurnas em LEDs, assim como os indicadores de setas. O quadro tubular é feito em aço e bipartido, e a suspensão na frente com garfos telescópicos invertidos e ajustáveis com curso de 140 mm. Na traseira, a suspensão é do tipo monochoque Evo Paralever. A principal estrela do modelo é, sem dúvida, o trem de força. A R 1200 R leva o mesmo mo-

Plena força Vigorosa. Assim que se monta na R 1200 R, notase como o assento é confortável. E basta que o motor boxer bicilíndrico de 1,2 L comece a girar para perceber como tudo se torna extremamente fácil. A embreagem e a caixa de marchas permitem chegar sempre à velocidade que se quer sem esforço.

Centro de gravidade baixo e recursos eletrônicos proporcionam estabilidade muito boa tor que a motocicleta de topo da clássica linha R da marca alemã, a R 1200 GS Adventure. Trata-se do clássico propulsor boxer de dois cilindros opostos, usado pela divisão das duas rodas da BMW desde sua primeira moto e que evoluiu consideravelmente nos últimos 94 anos. Hoje, são 1.170 cc e refrigeração mista, capaz de entregar 125 cv e 12,7 kgfm de torque. Ele possibilita uma aceleração

de zero até os 100 km/h em apenas 3,3 segundos e velocidade máxima superior a 200 km/h na naked. Em relação à pilotagem, há alguns ajustes possíveis de modos de condução disponíveis. Rain e Road alteram o comportamento do sistema ABS e também a atuação do controle eletrônico de estabilidade. Há ainda a possibilidade de se optar por dois modos extras, o Dynamic e o User. Esses últi-

mos interferem no trabalho do controle eletrônico de tração.

Impressões A posição de pilotagem e o baixo centro de gravidade tornam a moto ideal para um passeio urbano. Na estrada, porém, é possível ver seu melhor lado. Quadro, suspensões e eletrônica parecem trabalhar em uma perfeita sinergia para oferecer sempre o máximo

de estabilidade e segurança. O preço não chega a ser convidativo, mas a BMW confia no potencial do modelo. Tanto que tem uma larga lista de opcionais e acessórios capazes de aumentar consideravelmente esse valor. Na Itália, o preço parte de € 14,1 mil, ou R$ 53 mil em conversão direta. No entanto, não há qualquer previsão de que a moto chegue ao Brasil.

Conceito

Yamaha cria Ténéré 700 Tudo indica que a Yamaha vai ampliar sua linha de motocicletas trail. Depois de criar a T7 Concept, há cerca de um ano, a marca japonesa apresentou neste mês a Ténéré 700 World Raid, que ainda é uma versão conceitual, mas já próximo de um modelo de produção. O motor tem dois cilindros e 689 cm³, enquanto a carenagem traz componentes confeccionados em fibra de carbono.

Painel traz tacômetro analógico e demais instrumentos digitais

Propulsor com dois cilindros contrapostos faz jus à tradição das motocicletas da BMW


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O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia - Belo Horizonte

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W24 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 18 de novembro de 2017

super motor FOTOS: ALEXANDRE CARNEIRO – 13.9.2017

Antigomobilismo

Vai ser dada a largada

Pela segunda vez neste ano, autódromo mineiro receberá a Classic Cup

Carros antigos retornam ao Circuito dos Cristais, em Curvelo, para oRacing Weekend Festival,que sediaránova corridada ClassicCup Da redação O Autódromo dos Cristais, em Curvelo, na região Central do Estado, se prepara para receber o Racing Weekend Festival, que reunirá carros com pelo menos 30 anos de fabricação em diferentes atividades. A programação conta com exposições, desfiles pela pista e track days nos dias 17 e 18 deste mês.

Uma das atrações mais aguardadas é a corrida da Classic Cup: a categoria retorna à pista mineira após a disputa inaugural, realizada em setembro, durante o evento Clássicos nos Cristais, que colocou o circuito de 4.420 m na rota do antigomobilismo nacional. Até o momento, 30 carros, de São Paulo e Minas Gerais, estão confirmados para a disputa.

As atividades de pista da Classic Cup serão entremeadas pelos Fast Tours, que reunirão automóveis com características diversas em track days sem cronometragem. Serão duas modalidades: Hot & Crazy Fast Tour, para carros clássicos, antigos ou não, Hot-Rods, RatRods e Muscle-Cars, e 9K

Race Fast Tour, para os demais veículos, preparados ou originais. O evento terá paddock coberto liberado, com restaurante, além de área coberta de food trucks. Inscrições e mais informações por WhatsApp, no número (31) 98773-7516, com Marcela Mesquita.

Primeira corrida da categoria no circuito foi muito disputada


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Pampulha, sábado - 18/11/2017 by Tecnologia Sempre Editora - Issuu