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ROTA DAS FALÉSIAS: PASSEIO DE BUGGY, KITESURFE E 35 PRAIAS NO CEARÁ ... Páginas 6 a 10
O CLÁSSICO TIE-DYE DOS ANOS 70 ESTÁ DE VOLTA COM ARES REPAGINADOS ... Página 20
SAI DA REDE: FESTIVAL GANHA SEGUNDA EDIÇÃO NA CAPITAL MINEIRA ... Página 10
CHEVROLET SPIN: NOVA VERSÃO DO CARRO, COM SETE LUGARES, CONVENCE ... Páginas 18 e 19
8 a 14 de setembro de 2018 ANO XXVII número 1467 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE
anos
EM BUSCA DO TEMPO PERDIDO
Tragédia no Museu Nacional, no Rio de Janeiro suscita, entre outros debates, a discussão sobre a importância desses espaços e o desafio de se popularizarem
RAMON BITENCOURT
Número de frequentadores de museus vem aumentando, mas equipamentos ainda não são tão populares; caravanas de estudantes são grande maioria
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opinião
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 8 a 14 de setembro de 2018
A SEMANA
VITTORIO MEDIOLI
“Tenho enorme preocupação com a garantia das liberdades dos candidatos e dos eleitores, qualquer que seja a posição ou ideologia adotada”
Editorial
Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, ao comentar o ataque sofrido pelo presidenciável Jair Bolsonaro na última quinta-feira (6), em Juiz de Fora (MG). Bolsonaro levou uma facada no abdome durante ato de campanha, passou por uma cirurgia e, até o fechamento desta edição, tinha o quadro estável. O autor do ataque confessou o crime e está preso.
O terror dos entrevistadores o ensinamento das artes marciais, já na primeira aula o aluno aprende que deixar de prestar atenção à defesa é muito perigoso. Quando se decide atacar, esse esquecimento costuma ser fatal. O entrevistado do último dia 29 pelo “Jornal Nacional”, Jair Bolsonaro, estudou numa escola superior de guerra, teve acesso ao que se precisa no enfrentamento e, bem por isso, nunca poderia ser subestimado. Ainda mais depois da apresentação do início do mês passado na GloboNews, que deixou estonteados seus nove entrevistadores ao longo de duas horas e meia de sabatina, que respondeu como nunca se tinha visto numa rede de tamanha importância. Desde Lao-Tze, três são os requisitos para a vitória, e o bom guerreiro, quando entende que lhe falta um desses, não se joga ao ataque. Primeiro, conhecer o campo de batalha; segundo, conhecer bem o adversário; e terceiro, conhecer completamente a si próprio nos limites e fragilidades. A vitória será assim garantida. O bom combatente pode se sujeitar a uma aparente derrota inicial, a um recuo, para confundir os planos do adversário e deixálo refém num campo que não lhe dá possibilidade de resistir. Ousar, sem cálculo, contra um adversário desconhecido é confiar no azar. Subestimar o adversário deu no que deu com a apresentadora do JN, Renata Vasconcellos, na entrevista com o cadete das Agulhas Negras. Na Itália se diz “sapato grosso, cérebro fino”. As botas de Bolsonaro confundiram a sutileza de seu plano e geraram o maior apuro de todos os tempos no templo mais temido do jornalismo nacional, que não costuma receber pedradas ao vivo. Não serviu de alerta, nem foi levada a sério, a entrevista no canal GloboNews com o candidato do PSL. Repetiram-se, e com su-
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE
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cesso ainda maior, as perguntas e as respostas, com Bolsonaro se defendendo ao atacar os entrevistadores. Aplicou três seguidos golpes na entrevistadora e intimidou William Bonner, que não sabia para onde dirigir seu olhar. Renata Vasconcellos não deve ter assistido à entrevista na GloboNews e partiu para cima. Cobrou, “indignada”, a paridade de salário entre homem e mulher, sobre a qual o presidenciável tem outra opinião, e recebeu a resposta de que há disparidade entre o salário dela e o de William Bonner.
O jornalismo não pode ser alimentado de certezas e preconceitos, mas de análises e dúvidas, de olhares lançados de diferentes pontos contraditórios. Renata empalideceu e retrucou que isso não dizia a respeito ao entrevistado, já que ele recebe dinheiro público proveniente de contribuintes. Nessa, Bolsonaro disparou não haver diferença entre ele e Renata, já que a rede de televisão que a contrata recebe altas verbas do setor público, e nisso, portanto, se equiparam. Voltou com o tema homofobia, e dessa vez Bolsonaro abriu o livro, segundo ele, distribuído pelo MEC nas salas de aulas, com o qual discorda por ser endereçado a menores. Seguindo a trilha de sucesso anterior na Globo News, Renata relacionou Bolsonaro à ditadura, e ele, como já tinha respondido no começo do mês, declamou um editorial de Roberto Marinho, de 1964, que considerava o golpe militar “necessário”.
Pois é. Esse episódio, assistido ao vivo por 30 milhões de pessoas, em seguida reproduzido em milhões de postagens e compartilhamentos nas redes sociais, se concretiza até aqui como o grande fato dessa campanha presidencial, dando a Bolsonaro passaporte para o segundo turno. Isso porque, num ambiente crivado de candidatos interpretando personagens, Bolsonaro se diferenciou como “novidade”. Sagaz e atento como a personagem mítica de Davi, que com uma pedra certeira derruba o gigante. O jornalismo não pode ser alimentado de certezas e preconceitos, mas de análises e dúvidas, de olhares lançados de diferentes pontos contraditórios. Tirar do conforto os políticos frente aos holofotes e microfones é mais do que justo, especialmente contrastando as platitudes e as formas rebuscadas de fugir de respostas precisas. Bolsonaro, na descrença do “político tradicional”, mostrou contra-atacar sem medo e ter estudado detalhadamente as fraquezas do entrevistador, guardando no colete munições de sobra para colocar em apuros quem quer acuá-lo. Nesse caso a entrevistadora subestimou amplamente o entrevistado, não teve o tempo ou o cuidado de analisar a mais recente entrevista de Bolsonaro, levantou-lhe a bola para gols de placa, emprestou-lhe um momento de “glória” frente a um universo de eleitores 30 vezes superior àquele da GloboNews. Esse episódio se ergue na categoria dos “históricos”. Provavelmente consagra um Bolsonaro que não esperava tanto “apoio” para entrar no segundo turno, enquanto a outra vaga tem meia dúzia de aspirantes.
vittorio.medioli@otempo.com.br Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO
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“Gostaria que o Museu Nacional permanecesse como ruína, memória das coisas mortas” Eduardo Viveiros de Castro, antropólogo e um dos pesquisadores do Museu Nacional, em entrevista ao jornal português “Público”, sobre o destino do prédio e do acervo destruídos por um incêndio no último domingo (2), no Rio de Janeiro. O estudioso não acredita que a tragédia deverá ser suficiente para abrir um debate sério sobre políticas para cultura no país. REPRODUÇÃO INSTAGRAM
“Eu ensaiei muito e não posso mais ficar sentada. Tem ‘Na cama com Madonna’, tem ‘Na cama com Beth Carvalho’” Beth Carvalho, que o último domingo (2) se apresentou em show com o Fundo de Quintal, no Rio de Janeiro, relembrando os 40 anos do disco em que lançou o grupo, o CD “De Pé no Chão”. Por conta de fortes dores na coluna, a Rainha do Samba cantou deitada em uma cama e foi saudada pela plateia, aos gritos de “maravilhosa” e “guerreira”
“Não posso negar que Odete Roitman foi uma criação geral primorosa do Gilberto e que a Beatriz Segall tornou mais genial e primorosa ainda” Aguinaldo Silva, autor da novela “Vale Tudo”, ao lamentar a morte da atriz, na última quarta (5), aos 92 anos
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reportagem
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MUSEUS> Espaços de pesquisa, educação e lazer, equipamentos ainda buscam público cativo NÚMEROS
NÚMEROS
Entre 2014 e 2017 houve aumento de 33,95% quanto ao público que frequenta museus, que chegou, na última medição do Ibram, a marca de 32.239.871 visitantes
Levantamento do Ibram demonstra que no mesmo período houve crescimento de 21,5%, ultrapassando, em 2017, a marca de 1001 equipamentos que contaram público
Museu da PUC
Crianças visitam espaço; caravanas de estudantes ainda são maior público dos museus da capital
Não foi a primeira vez que Everaldo Luiz Rodrigues, 48, sentiu-se convidado a adentrar o Museu de Artes e Ofícios. Sempre hesitou. Mas, na última quarta-feira (5), ao lado do filho, Sávio Henrique, 13, decidiu que era mesmo hora de conhecer o lugar – e sentiu-se maravilhado diante do acervo ali conservado. “Se não tivessem essa perfuradora, nós não íamos ter as várias furadeiras que temos hoje. Além disso, ver isso me faz pensar, por exemplo, em novos modelos de brocas...”, diz ele, apontando para um equipamento rudimentar exposto entre outros instrumentos. É notório que as observações de Rodrigues, mirando um instrumento de trabalho que conhece bem, ajudam a compreender como os museus – seus acervos históricos e de pesquisa científica – são fundamentais para conservar e ativar a memória histórica de seus visitantes, além de possibilitar uma perspectiva de futuro. Nestes lugares, pessoas como ele, que vêm, por exemplo, da interiorana Serra Azul de Minas, podem reencontrar raízes e se identificar com o coletivo. Como Rodrigues mesmo diz, assertivo, “se a humanidade ficar caduca, pode escrever: vai ficar perdida”. A afetação do agente sanitário frente ao acervo visitado é um exemplo pontual, pequeno, mas funciona na compreensão do que representa a hiperbólica perda do Museu Nacional, incendiado no Rio de Janeiro no último domingo (2). De fato, é difícil dimensionar qual o tamanho do prejuízo que as laAlex Bessas
Ver o passado, pensar o futuro baredas causaram ao museu, que já foi residência da família real portuguesa e que se tornou bicentenário neste ano, e o que tais perdas representam para o país e para o mundo. Certo é que sobre as cinzas do equipamento científico e cultural, um dos mais importantes do país, emergiu profundo debate sobre o valor dos museus para o país e a comunidade. E a importância destes lugares está justamente na capacidade de reunir uma série de elementos da nossa história, “de como nós nos constituímos enquanto povo”, analisa Regina Helena Alves, historiadora e professora da UFMG. “É para lá que o pesquisador vai para entender porque somos assim, que vai entender o que podemos tentar construir, para onde podemos ir no futuro. Sem eles a gente perde a ligação até com a nossa identidade”, completa a acadêmica. E para Rodrigues, digase, o valor é notado pela óbvia reverência à memória que nele é despertada. Vêm à mente lembranças da infância, de quando o material de trabalho do avô se tornava brinquedo em suas mãos. As lembranças do patriarca da família,
um boiadeiro com um pouco de pedreiro e até marceneiro, são avivadas enquanto circula pelo lugar. Nostálgico, lamenta não ter entrado ali antes. Tal sentimento é recorrente em visitantes de primeira viagem. “Ouvir o pessoal, ao sair, ir se questionando ou perguntando para seus amigos: ‘porque não vim antes?’ é algo muito comum”, expõe Gabriela Possas, mediadora do Museu de Artes e Ofícios. O Pampulha conversou com mediadores, recepcionistas e coordenadores de vários museus de BH e constatou um padrões entre os frequentadores: majoritariamente, são estudantes em passeios guiados. O segundo maior público entre destes equipamentos são turistas, vindos de cidades do interior de Minas, de outros Estados ou mesmo de diferentes nacionalidades. Por fim, vêm os belo-horizontinos – e são estes os que saem com mais surpresa. Curiosamente, também se observou que são as crianças que, muitas vezes, estimulam a visitação em museus. Ocorre que, depois de ir ao local em expedições com escolas, elas voltam assumindo o papel de mediadoras com seus pais e avós.
APRENDIZADO Mobilizando a maior parte das visitas registradas em outros equipamentos de BH, estudantes são a maior parte dos que passam também pelo Museu de Ciências Naturais da PUC Minas – que, através de exposições, educação e pesquisa, visa preservar o patrimônio natural, histórico e cultural do país. O lugar, por sinal, já chegou ao limite do número de visitas guiadas agendadas até o mês de novembro. Na última quarta (5), eram os alunos da Escola Municipal Lidia Angélica a visitar o espaço. Maravilhadas, crianças como Geovana e Clarice, de 8 anos, examinaram tudo de perto (ou, o mais perto que fosse permitido). Gostaram especialmente dos animais empalhados e de, ali, ter tido consciência da dimensão de espécies de dinossauros. “Era maior que eu imaginava”, comenta a animada Maria Paula, um ano mais velha que as colegas, acerca das ossadas vistas ali. E, logo, faz planos. Quer voltar e na próxima ida levar a prima, que tem 2 anos e “adora desenhos de animais”. Mas sim, há também quem preze por usar o tempo livre para conhecer mu-
seus. E faz isso de forma espontânea, sempre que for possível. Assim tem sido o cotidiano da psicanalista Silvia Sales, 31, que está de passagem pela capital mineira, onde fica pelos próximos meses. Vinda de Patos de Minas, ela está na cidade há pouco tempo, onde começou uma especialização em psiquiatria forense, pela
UFMG. “Já fiz todo o circuito da praça da Liberdade, me apaixonei pelo Museu Mineiro e também conheci o da Pampulha”, situa, enquanto visita o Museu de Ciências Naturais da PUC Minas. O interesse, como se vê, é vasto: vai da história da constituição da cidade até a pesquisa paleontológica. “Eu não tenho problema em visitar museus sozinha”, comenta Silvia, que aproveitou que deixaria seu carro em uma oficina, para assistência técnica, para conhecer o acervo da PUC Minas. O hábito, explica, é uma comunhão entre lazer e conhecimento. “Vir aqui é uma forma de passar o tempo, é divertido, ao mesmo tempo em que me permite aprender, compreender o mundo, o lugar em que estou e até como constituí a minha subjetividade”.
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reportagem
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CONHECIMENTO E LAZER> Cada vez mais visitados, os museus sofrem por falta de investimentos
Um destino negligenciado MARIELA GUIMARÃES
No rastro do Alex incêndio do Bessas Museu Nacional, no último domingo (2), vêm indagações: qual a dimensão da perda? É possível que, depois da tragédia, se construa um debate sério sobre políticas culturais e de preservação no país? As questões estão postas – mas só o tempo poderá dizer ao certo como serão respondidas. Dos sentimentos que tomaram um sem número de pessoas, “muito mais do que dó, pena ou culpa”, Márcia Bechara sentiu raiva. A pesquisadora em artes cênicas e jornalista da redação brasileira da Radio France Internationale (RFI), em Paris, ficou “indignada de que as informações relativas àquele lugar nunca tivessem chegado” a ela. Nesse caleidoscópio de sensações, sentiu até mesmo culpa por não ter conhecido o equipamento. “Mas acho que culpa também não cabe aqui. Nenhum sen-
timento pessoal ou personalizante, pequeno, cabe aqui. O que cabe, na minha opinião, para incendiar o debate sobre patrimônio público, amor próprio, respeito e cultura é uma grande indignação coletiva, e uma grande pergunta coletiva também: até onde estamos dispostos a esquecer?”, propõe. Mas se esse debate irá progredir para ações efetivas, Márcia tem suas dúvidas. “Não acredito em nada até saber o resultado destas eleições, que serão determinantes para a continuação ou a morte de qualquer debate público no Brasil”, pontua ela, acrescentando que o fazer cultural é antes de tudo político. “Que vem de Polis, do coletivo”, completa. A transformação, acredita Márcia, só virá a partir de uma tomada de consciência da importância do patrimônio nacional. E quanto a isso, as cinzas do Museu Nacional são a gênese dessa desvalorização. Mas, antes de cobrar mobilização da comunidade, a pesquisadora lembra: “o in-
Rota certa
Wilson e Mathias costumam incluir museus nos destinos de suas viagem
teresse por qualquer coisa não é um valor absoluto que cai de repente por obra do destino no nosso colo. E, como toda construção, é criado ao longo do tempo por uma série de fatores, desde o estímulo que recebemos dentro de casa até as políticas públicas criadas para nos despertar”. E é justamente em ações de formação que Bonifácio Teixeira, coordenador do Museu de Ciências Naturais da PUC Minas, vem apostando. “Os museus têm como fins a preservação da memória e a pesquisa, mas não podem ignorar que são lugar de lazer”, sustenta. Lamentando que situações de incêndio já tenham acontecido antes, inclusive na própria instituição da universidade católica, em 2013, o professor é crítico sobre a dificuldade de se conseguir custear estes equipamentos. “Se eu quiser fazer um projeto para implantar algo mirabolante, consigo recurso, mas e para manter esse projeto mirabolante?”, questiona. Para ele, há um problema de desinteresse geral, do poder público e também dos setores privados. “Querem novos projetos, reconstrução, construções... Mas isso não resolve o dia a dia, não resolve o essencial. É como se fosse fácil financiar um banquete, mas não o almoço e a janta”. Se por um lado a conservação dos museus parece distante de soluções, o público frequentador destes espaços é crescente. O próprio Museu Nacional é exemplo disso, já que registrou aumento de 60% no número de visitas entre 2016 e 2017 – percentual inferior ao crescimento do público brasileiro no Museu do Louvre, em Paris (82%). “Vivemos hoje uma certa cultura
da memória, que explica essa grande demanda internacional de museus”, teoriza Carla Ferretti, professora do Departamento de História da PUC Minas. Para atender à crescente demanda, museus se multiplicam. “O movimento, nos dias de hoje, não é tanto de serem de preservação e exposição de memória única, mas de serem capazes de trazer diversas identidades de cultura e experiência”, expõe Carla, citando como exemplo o belohorizontino Muquifu (Museus dos Quilombos e Favelas Urbanos), localizado na comunidade da Barragem Santa Lúcia. Engrossando os números de visitantes em museus, o mato-grossense Wilson Carlos Francisco, 35, e o francês Mathias Caro, 36, sempre incluem rotas culturais nos programas de suas viagens. Não foi diferente em BH. Radicados em Sydney, na Austrália, eles mal desembar-
caram e logo trataram de ir conhecer os museus do Circuito da Praça da Liberdade. Causou surpresa ver uma exposição de “Basquiat” no Centro Cultural Banco do Brasil. “Fiquei muito feliz de ver que este tipo de produção está chegando aqui”, comenta Wilson, explicando que a primeira providência deles foi mesmo percorrer museus da capital – isso para “compreender o lugar em que estou”. Além disso, “é algo que diz das nossas raízes”, pontua o técnico em eletrônica, que reconhece no Memorial Minas Gerais Vale traços presentes na cultura de seu Estado de nascimento, como a religiosidade católica. A tradição religiosa, por sinal, foi observada por Mathias ainda nas estações de metrô: logo notou os tantos santos e santas que davam a direção e a cara da cidade. Em visita aos museus, pôde perceber o cristianismo como traço cultural. “Há um estereótipo que quando nós, turistas, vamos ao Brasil estamos atrás de carnaval e belas praias. Isso também é importante, mas não é só”, comenta gerenciador de estatísticas da Microsoft, salientando que há sim a busca por conhecer melhor o país em que desembarcam. E os museus são um bom referencial para tanto. Neste sentido, Mathias elogia o fácil acesso aos espaços de acervo e memória em BH. Nos primeiros dias, já visitou tanto espaços dedicados a exposições temporárias, como o CCBB, temáticos, como o Memorial Minas Gerais Vale. Também visitaram acervos do Museu de Arte da Pampulha, além de se programarem para visitas a Inhotim e Ouro Preto.
CAMINHOS CONTRA NOVAS TRAGÉDIAS Política Pública Para a historiadora Regina Helena Alves, só há uma forma de evitar outras tragédias como a que aconteceu no Museu Nacional: “Precisamos insistir em uma política pública para a manutenção destes equipamentos”, aposta ela, lembrando que o país nunca contou com nada do tipo. Prioridade A professora da UFMG reforça que é preciso mais que “Lei Rouanet”. “Precisamos de uma política clara de conservação de museus, de destinação de orçamento para manutenção de acervo. Precisa ser algo prioritário”. Recursos Carla Ferretti, profes-
sora do Departamento de História da PUC Minas, segue a mesma linha. Para ela, é fundamental que haja destinação de recursos financeiros para fim de manutenção e conservação – dos prédios e dos acervos neles contidos. Complexidade “Os museus são instituições complexas. Ter planos de segurança para conservação e preservação não é algo barato. Exige formação de equipe, tecnologia...”, baliza Carla. O coordenador do Museu de Ciências Naturais da PUC Minas acredita que a maior dificuldade seja justamente nas operações do dia a dia.
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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA Vírus da febre amarela SAUDÁVEL avançou 3,3 km por dia no país, diz estudo Café: vida Dr. Telmo Diniz
(CRM-MG 25.398)
telmo.diniz@jornalpampulha.com.br
que imaginamos. Um destes estudos que foi publicado pela revista JAMA, concluiu que beber grande quantidade de café reduz o risco de morte. É isso mesmo! A pesquisa afirma que quem tem o hábito de consumir mais café faz com que a pessoa tenha uma sobrevida maior. O levantamento foi comandado por pesquisadores do U.S. National Cancer Institute e feito com mais de 14.200 voluntários, entre 38 e 73 anos, durante dez anos. As primeiras conclusões afirmavam que duas a três xícaras de 50 ml por dia poderiam reduzir o risco de morte em 12%. Atualmente, os estudiosos descobriram que seis xícaras diariamente podem reduzir em até 16% o risco de morte prematura. Entre os diversos motivos dos benefícios do café está sua riqueza nutricional, com destaque não apenas para a cafeína, famosa por seu efeito estimulante, mas também pela alta concentração de polifenóis – antioxidantes que impedem, ou ao menos diminuem, a ação dos radicais livres, que prejudicam e causam danos às células. Entre seus benefícios, além do já citado A recomendação aumento na expectatié que a dose va de vida, outros já são destacados pelos diária de cafeína estudiosos. Primeiranão ultrapasse mente, o café ajuda a acelerar o metabolis300 mL ao dia, mo e, portanto, é um equivalente até bom coadjuvante na perda de peso e na seis xícaras de “queima” de células 50 mL de gorduras. Cientistas de Harvard indicam que o café tem um efeito antidepressivo natural, pois o estímulo que a cafeína causa no sistema nervoso central, produz uma maior liberação de neurotransmissores cerebrais como noradrenalina, dopamina e serotonina – responsáveis pela sensação de bem-estar. De igual forma, estudos feitos na Universidade John Hopkins concluíram que duas xícaras diárias de café podem trazer benefícios incríveis para a memória. E na mesma linha de raciocínio, a cafeína diminui a possibilidade das pessoas se envolver em acidentes de trânsito; já que melhora a atenção e o estado de alerta, afastando o sono. Caminhando no sentido dos benefícios do café, o consumo de até quatro xícaras ao dia do produto melhora a força de contração do coração, com redução em 11% no desenvolvimento de insuficiência cardíaca. Ocorre também redução nos casos de diabetes tipo 2 em até 35% nos consumidores contumazes de café. Por fim, outra notícia anunciada por neurologistas da Universidade McGill do Canadá, foi que em portadores da Doença de Parkinson que consumiam café diariamente houve uma redução na rigidez e aumento na velocidade de movimentos. A recomendação, no entanto, é que a dose diária de cafeína não ultrapasse 300 mL ao dia, equivalente até seis xícaras de 50 mL. Outra indicação importante é que a cafeína seja consumida em forma de café; nunca em energéticos ou suplementos, pois esses contêm em sua composição elementos que podem ser prejudiciais à saúde, em especial aos hipertensos e cardiopatas. Faça uma boa semana.
FEBRE AMARELA É a infecção mais grave transmitida por mosquitos nos trópicos
Brasil Entre julho de 2017 e fevereiro de 2018, foram confirmados 723 casos da doença e 237 mortes
É responsável por
Minas Gerais
29 mil a 60 mil mortes
Foi o Estado mais afetado, com 528 ocorrências e 177 mortes
anualmente na América do Sul e África
Apesar da existência de uma vacina eficaz contra a doença, desde 1937, estima-se que cerca de 400 milhões de pessoas não vacinadas vivam em áreas de risco de infecção
INFECTADO
CICLO SILVESTRE
Q
uem resiste àquele cheirinho de café de manhã ou no meio da tarde? Para muitas pessoas tomar um cafezinho é uma das coisas mais prazerosas do dia, bem como talvez seja uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo. Várias são as pesquisas que apontam no sentido de que o café tem mais benefícios do
NÚMEROS DA DOENÇA
SAUDÁVEL
Nas Américas, a transmissão do YFV ocorre principalmente através do ciclo silvestre, no qual os primatas não humanos são infectados por vetores de mosquitos que habitam as árvores
Belo Horizonte Em 2018, foram notificados 102 casos suspeitos, sendo 88 descartados, 14 confirmados e 4 óbitos constatados. Em todos os casos confirmados e óbitos, a contaminação aconteceu em outros municípios de área rural.
CICLO URBANO
e saúde
EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
A transmissão do YFV também pode ocorrer por meio de um ciclo urbano, no qual os humanos são infectados pelo Aedes spp. mosquitos que se alimentam principalmente de seres humanos
FONTE: ARTIGO REVISTA SCIENCE, PESQUISA DIRETA, SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE (SMSA), SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE MINAS GERAIS (SES-MG)
Biólogo mineiro da Funed participou do trabalho, publicado na revista ‘Science’ Litza Mattos
Cientistas de 30 instituições de pesquisa em todo o mundo se uniram para um monitoramento genômico e epidemiológico do potencial de transmissão do vírus da febre amarela no Brasil. De acordo com o estudo, a onda epidêmica expandiu-se de forma constante entre agosto de 2016 e fevereiro de 2017 a uma taxa estimada de 3,3 km por dia. Portanto, quando a febre amarela foi declarada emergência
de saúde pública em Minas Gerais, em 13 de janeiro de 2017, a epidemia já havia se expandido 600 km, causando aproximadamente cem casos notificados em humanos e primatas. Os resultados foram divulgados recentemente “Science” – uma das publicações científicas mais prestigiadas do planeta. O biólogo do serviço de virologia da Fundação Ezequiel Dias (Funed), Felipe Iani, que participou do estudo, explica que, além de entender a velocidade de transmissão do vírus, é possível identificar de onde ele veio, e, dependendo do tipo de mutação detectada, se é necessário fazer algum tipo de atualização das vacinas ou do diagnóstico da doença. A pesquisa conseguiu sequenciar 100% dos genes do vírus. “Antes desse trabalho existam 40 genomas publicados de vírus de febre
amarela no mundo inteiro. Só neste trabalho publicamos mais de 50 genomas, ou seja, mais que dobrou a quantidade de informações. Então, agora mais pessoas podem usar essa informação em outros trabalhos também”, afirma. Segundo o biólogo, “acredita-se que o vírus veio da floresta Amazônica, que é onde ele circula silenciosamente, sendo transmitido entre macacos, e de tempos em tempos, com surtos en-
ALERTA Verão O Ministério da Saúde alertou, na semana passada, para risco de novo surto da doença no verão, diante da baixa cobertura vacinal e da confirmação de novas mortes de macacos com o vírus.
tre humanos”. O estudo identificou que 85% do vírus foi detectado em população masculina, mas sempre relacionado a pessoas que estavam ligadas a regiões de mata, seja pelo trabalho ou pelo lazer. No entanto, todos os casos em humanos estavam geneticamente sempre próximos a regiões de mata ou de macacos encontrados mortos com o vírus. “Quando fazemos análises estatísticas e epidemiológicas espaciais, conseguimos ver que, se a transmissão fosse urbana, ela teria maior similaridade a outros vírus urbanos, como de chikungunya”, explica. O principal objetivo agora é “introduzir, pela primeira vez, um conjunto de métodos e técnicas que poderão ajudar controlar, prever, estudar e fazer mais estudos sobre as epidemias e futuros surtos no mundo”, diz Iani.
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Vacinação contra HPV
BH. As vacinas estão disponíveis em todos os 152 centros de saúde
Morte de macacos servem de aviso A ideia é que se implante a vigilância genômica em Minas Gerais, não só para febre amarela como para outros vírus, segundo o biólogo Felipe Iani. Um dos passos é fortalecer a sentinela utilizando os óbitos de macacos. Iani diz que, como o país
ficou muito tempo sem ter surto da doença, pode ser que se tenha “baixado a guarda um pouco”, mas o ideal é prestar atenção nos macacos e usá-los como sentinelas. Ou seja, assim que os macacos começarem a morrer, a vigilância e o Estado têm que entrar e tentar
fazer o bloqueio, com vacinas, por exemplo. Com esse estudo, no entanto, não será necessário fazer a atualização da vacina ou do diagnóstico da doença. “Ferramenta parecida com essa foi usada e o diagnóstico de influenza teve que se atualizado”, diz.
O Ministério da Saúde iniciou na última terça-feira (4) uma campanha para impulsionar a vacinação de adolescentes contra o HPV. A convocação tem como alvo 20,6 milhões de meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Eles devem ir aos postos de saúde para se imunizar pela primeira vez ou tomar a segunda dose da vacina e completar a proteção contra o HPV. As informações são da Agência Brasil. O vírus HPV (Papilomavírus Humanos) é sexualmente transmissível e infecta pele e mucosas da boca ou das áreas genital e anal provocando verrugas e diferentes tipos de cânceres em homens e mulheres (cólo do útero, anal, pênis, vagina, orofaringe). Segundo o ministério, cerca de 30% dos tumores provocados por vírus no
mundo são causados pelo HPV. DUAS DOSES O Ministério da Saúde alerta que a cobertura contra o HPV só está completa com as duas doses. O intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina é de seis meses. A pasta assegura que a vacina não aumenta o risco de eventos adversos graves, aborto ou interrupção da gravidez. A vacinação tem impacto significativo na redução da incidência do HPV, como nos Estados Unidos, que reduziram em 88% as taxas de infecção oral pelo vírus com imunização, disse o Ministério da Saúde. Esclarece ainda que a vacina não é eficaz para tratamento de infecções ou lesões por HPV já existentes. A campanha deste ano tem como tema “Não perca a nova temporada de Vaci-
nação contra o HPV” e será veiculada até 28 de setembro por meio de várias peças. As escolas receberão material informativo para que professores, alunos e familiares possam debater sobre as doenças. No Brasil, estima-se que a prevalência do HPV é de 54,3%, sendo que mais de 37% têm HPV de alto risco para câncer, de acordo com pesquisa preliminar feita pelo Ministério da Saúde, universidades e secretarias municipais de saúde das capitais. Os resultados finais deste estudo serão divulgados até o fim do ano. SARAMPO O Ministério da Saúde prorrogou até a próxima sexta-feira (14) a Campanha Nacional de Vacinação contra Pólio e Sarampo. Pelos dados preliminares, a média de vacinação está em 88%. Estados e municípios que não atingiram a meta devem manter a campanha por mais 15 dias. Devem ser vacinadas contra a poliomielite e o sarampo crianças de 1 ano a 4 anos e 11 meses.
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sociedade
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DOLCEVITA SUSPEITOS E CULPADOS uem são os culpados pelo incêndio criminoso (não com isqueiro ou cigarro, mas muito pior, por negligência) que destruiu o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista impunemente? Os suspeitos de sempre: Temer, D. Marisa Letícia, Judas, Hitler e o mordomo, claro. Na verdade, todos somos culpados pelos descalabros, escândalos, descasos e crimes que assolam o Brasil, menos o único grande estadista que tivemos.
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SUSPEITOS E INOCENTES alamos do ridicularizado – injustamente – D. João VI o único rei europeu que enganou Napoleão Bonaparte, manteve o Brasil como colônia, mas deixou seu filho e, melhor, seu neto, D. Pedro II, outro grande estadista, patriota que, por isso, foi escorraçado e morreu exilado.
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SUSPEITOS E CONDENADOS
te acometeria o Louvre ou o MoMA? Sim, mas não nestas proporções e não por abandono imbecil. Tragédias são tragédias porque podem acontecer e acontecem, porém, no Brasil, são anunciadas. Principalmente os desastres com o patrimônio histórico e com o meio ambiente, no caso a Amazônia, diariamente.
CONDENADOS SEM CASTIGO á muito, espaços culturais gritam por socorro. “Dinheiro de cachaça” evitaria várias tragédias como a do dia 2. Mas para onde vão as verbas eleitoreiras, os investimentos do BNDES, os patrocínios da ex-Petrobras e, principalmente, que abominações “culturais” são agraciadas pelas leis de incentivo à cultura (sic)? Fácil, para obras inúteis, ineficientes e superfaturadas, estádios, arenas e museus virtuais da moda, para turistas incautos à beira-mar, ou prédios históricos com acervos digitais.
CRIMES SEM CASTIGO
CONDENADOS INOCENTES
CRIMES PERFEITOS
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No Automóvel Clube, durante a abertura do 9º Fórum Liberdade e Democracia, Alessandra Valente, Adriana Gribel e Rafaela Mattar
lançaperfume sobre o Brasil 6 Ainda que destrói coisas belas, atenção aos manifestantes politiqueiros que nunca dantes tinham sequer passado em frente ao Museu Nacional ou qualquer outro e agora protestam, porque é o ganha pão deles.
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om João VI, também, foi quem construiu o Museu Nacional, entre outras maravilhas como o Jardim Botânico e o Banco do Brasil, outra vítima de bandidos ultimamente. O Brasil, ao contrário de grandes nações é um desperdício, ordem e progresso aqui, só na bandeira desbotada.
erá que na França ou nos EUA uma tragédia deste por-
pnnavarro@gmail.com EDY FERNANDES
ntem, os galantes dragões da independência desfilaram pelo 7 de setembro, dia da nossa independência. Mas independência do quê, cara pálida? De que e de quem? Somos um país muito novo e muito velho, tudo precocemente. Ainda precisamos de babá, berço esplêndido e mamadeira. Precisamos, ao mesmo tempo, de bengala, muletas, cadeira de rodas.
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Paulo Navarro com Walter Navarro
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m país grande e bobo, nem rebelde, nem com causa para
os mesmos que 6 São aboletam-se em frente à PF de Curitiba, sujando e gritando palavra de desordem. ser rebelde. Um país ingrato e injusto com seus filhos mais frágeis. Um país largado, desleixado, maior abandonado. Cruel, doente terminal, inseguro. Vilipendiado por outros tantos filhos que ganham aqui, mas gastam e guardam fortunas lá fora.
Ele tem projeto assinado pela arquiteta Isabela Vecci. A inspiração veio de uma viagem a Cuba. A equi-
pe do Secreto, responsável pela operação, está radiante com a recepção do público. BARBARA DUTRA/DIVULGAÇÃO
continuemos falando da CasaCor. No cardápio, variada carta de drinques elaborados com a nova linha de destilados da Backer, o gin Lebbos e o Whisky Três Lobos. o 6 Complementam bar, uma coleção de me-
CRIMES HEDIONDOS
sas produzidas com tampo em azulejaria e ladrilhozinhos hidráulicos da Terratile (comemorando 34 anos), assinados por artistas como Amílcar de Castro, Cândido Portinari, Mário Vale e João Grillo.
ue independência pode ter um país com filhos e netos tão dependentes, escravos de ignorância, desemprego e insegurança? Que país é esse? É o Brasil, há 518 anos. Um Brasil eternamente adolescente e “nemnem”, que nem estuda, nem trabalha. Bonito por natureza, mas nada abençoado. Um gigante fingindo dormir, que constrói propinas no presente, destruindo o passado e o futuro.
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Felipe Caputo, 6 Odochef Green UP, assumirá a cozinha do Restaurante Na Mesa da Agnes, também na Casacor Minas, dia 15. cardápio, pra lá de 6 Osedutor e saboroso, está recheado de opções leves e saudáveis, incluindo pratos veganos e vegetarianos.
OUTRO BRASIL m dos maiores acertos da CasaCor Minas Gerais foi o Bar Bodeguita Secreto, que já é considerado um dos points mais descolados da cidade.
sobre o Brasil 6 Ainda que ergue coisas belas,
de Palestras 6 OSescCampo conta com progra-
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Simone e Gabriela Geo emprestando sua beleza para a plateia do desfile Barbara Bela Garden Party na CasaCor
mação surpreendente durante todo o período da mostra. Vale a pena conferir no site www.casacultminas.com.br
CENÁRIO BH Cris Guerra lança seu quinto livro em BH A Academia Mineira de Letras recebe o lançamento do livro “Procurava o Amor em Jardim de Cactos” (Gulliver Editora), da escritora e comunicadora Cris Guerra. A obra é seu primeiro livro de crônicas, com título extraído de um poema escrito por ela em 2013. A obra é uma seleção de textos acerca do amor e de como ele tem força para crescer até mesmo em lugares hostis. Quando Dia 11 (terça) às 19h30 Onde Academia Mineira de Letras (r. da Bahia, 1.466, Lourdes) Quanto Entrada gratuita. O livro será vendido a R$ 30.
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GULLIVER EDITORA/DIVULGAÇÃO
Jack Rock Bar sedia seletivas FICC 2018 Dois dos artistas que vão se apresentar no palco principal do Festival Internacional de Cerveja e Cultura (FICC), marcado para os dias 29 e 30 deste mês, vão sair das seletivas que acontecem no Jack Rock Bar. Neste sábado, é a vez das bandas Gabriel Laender, Mago Zen (foto) e Manifesto Dissonante se apresentam na casa. Elas serão julgadas pela banca de jurados do concurso e a vencedora voltará a disputar a final no dia 22 Quando Neste sábado (8), às 17h Onde Av. do Contorno, 5.623, Funcionários Quanto R$ 20 (entrada)
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MAGO ZEN/DIVULGAÇÃO
reportagem
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CONSUMIDOR Idosa vai comprar mesa e fogão e leva dez seguros sem perceber PIXABAY / DIVULGAÇÃO
Eurico Em janeiro Martins deste ano, a aposentada Maria Celeste Rodrigues da Silva, 66, foi a uma loja de uma grande rede varejista para comprar uma mesa e um fogão de seis bocas. Mas saiu de lá com nada menos do que dez seguros – oito para a mesa e dois para o fogão – contratados sem que soubesse. “Como estava sem óculos, assinei os papéis sem ler. Ninguém me falou nada. Era seguro de todo tipo: de vida, de garantia estendida, para cobrir perda de renda por incapacidade de trabalhar e por aí vai”, rememora ela. Com isso, o preço da mesa (de quatro lugares) passou de cerca de R$ 400 para mais de R$ 1.000. O fato só foi descoberto por sua filha, que estranhou o aumento no preço do móvel (no qual foram embutidos o custo dos seguros). Após queixa no Procon da Assembleia Legislativa, todos foram cancelados. “Como uma pessoa
Aposentados são alvo constante dos mais variados tipos de golpes aposentada pode correr o risco de perder renda por incapacidade de trabalho?”, questiona o coordenador do órgão, Marcelo Barbosa. Segundo ele, o fato pode ser considerado como prática abusiva, prevista no artigo 39, inciso IV, do Código de Defesa do Consumidor (CDC). “É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas, prevalecer-se da fraqueza ou da ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impingir-lhe produtos ou serviços”, diz a lei. Barbosa alerta que um jeito de driblar essas tentativas de golpes é não deixar os idosos mais vulneráveis irem sozinhos às compras. “Vendedores mal- intencionados se aproveitam da vulnerabilidade dos clientes para empurrar serviços desnecessários e, com isso, ganharem comissão. A presença
de uma pessoa mais esclarecida inibe esse tipo de ação”, explica Barbosa. A delegada Sílvia Helena de Freitas, da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor da Polícia Civil de Minas Gerais, confirma que as queixas de golpes contra os idosos são frequentes. “Tem de tudo. Oferta de almofadas térmicas, produtos fitoterápicos, colchões magnéticos milagrosos etc. E para dar mais credibilidade, os vendedores, em muitos casos, vestem jalecos brancos. Outros golpes muito comuns envolvem supostas revisões de benefícios do INSS e supostas pendências bancárias”, conta ela. Caso haja alguma irregularidade, a orientação da delegada é que a pessoa faça uma reclamação formal nos órgãos de defesa do consumidor e na delegacia, já que os ilícitos podem ser civis ou penais, dependendo do ca-
Familiares podem ajudar não deixando idosos irem sozinhos a determinadas compras
so. “Os casos envolvendo a contratação de seguros de garantia estendida, por exemplo, devem ser tratados na esfera penal. Já a cobrança de juros abusivos está relacionada à esfera civil”, explica Sílvia. EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
CUIDADO PARA NÃO CAIR EM ARMADILHAS COMPRA EQUIVOCADA
BILHETE PREMIADO
Como funciona: por telefone, uma pessoa comunica que uma compra de valor elevado foi feita com o cartão do cliente. Ao tentar confirmar dados como nome, endereço, número de conta e de cartão, coleta as informações pessoais da vítima.
Como funciona: velho golpe no qual uma pessoa, normalmente aparentando origem humilde, diz ter ganhado na loteria ou ter uma indenização a receber no banco. Mas sempre há um impedimento para receber o dinheiro. Há diferentes versões: ou está sem o documento, ou tem uma dívida no banco, ou a agência já está fechada e a pessoa precisa viajar para outra cidade. O golpista repassa à vítima os direitos do “prêmio” em troca de um valor mais baixo do que deveria receber e desaparece.
O que fazer: jamais confirme ou dê algum dado por telefone e trate do assunto na própria agência.
O que fazer: não acredite em “dinheiro fácil”
CARRO DO SOBRINHO PROCESSO JUDICIAL Como funciona: uma carta ou um telefonema avisa que o aposentado tem uma causa ganha na Justiça ou conseguiu a revisão de seu benefício do INSS, mas que precisa pagar honorários de um advogado ou custas processuais para receber o dinheiro. O depósito geralmente é feito em contas de laranjas, e a pessoa nunca recebe nada. O que fazer: antes de fazer qualquer pagamento, procure informações sobre o possível processo com advogados conhecidos.
Como funciona: por telefone, uma pessoa pergunta a quem atende a chamada se ela sabe quem está falando. Chama-a de “tio” ou “tia” e tenta fazer com que a pessoa diga um nome de uma pessoa que conhece para, em seguida, dizer que é essa pessoa, contar que o carro quebrou na estrada e pedir dinheiro para o conserto ou reboque. Se a pessoa cai, o golpista passa dados bancários para uma transferência ou depósito. O que fazer: a dica é tentar inverter a lógica e extrair da pessoa que ligou o maior número possível de informações, em vez de cedê-las. Tente conseguir o nome de quem te ligou, pergunte de quem é filho ou filha. Na dúvida, desligue e ligue para o sobrinho ou sobrinha que poderia ter ligado pedindo ajuda.
PROTEÇÃO CONTRA O DESEMPREGO Outro exemplo de má-fé praticada contra idosos e pessoas mais jovens é a venda de seguro contra desemprego para trabalhadores autônomos. O Procon Assembleia recebe frequentemente esse tipo de queixa. O que acontece é que esse seguro só se aplica a trabalhadores com carteira assinada, e essa informação crucial não é passada de forma clara ao cliente no momento da compra da apólice.
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Vendedores malintencionados se aproveitam da vulnerabilidade para empurrar serviços desnecessários e ganharem comissão. A presença de uma pessoa mais esclarecida e atenta inibe esse tipo de ação.” Marcelo Barbosa, Coordenador do Procon Assembleia
CNseg diz que busca aprimorar o setor Procurada pela reportagem, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) não ofereceu nenhum representante para comentar o assunto. Por meio de nota, disse que “promove constantemente ações para aprimorar o relacionamento do setor com seus consumidores”. “Entre as ações, um dos destaques é a parceria da CNseg com a Associação Brasileira de Procons e com o Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV), que visa ao aprimoramento das
práticas do mercado e ao estabelecimento de canais diretos entre as entidades de proteção e defesa do consumidor, as empresas seguradoras e varejistas”, diz o texto. Ainda segundo a nota da entidade, a comercialização de seguros por organizações varejistas é regulada por resoluções que garantem ao consumidor o direito de arrependimento no prazo de sete dias e que também é proibida a “venda casada” (condicionando a compra de produto à compra do seguro), entre outras práticas.
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almanaque SAI DA REDE >>Em sua segunda edição em BH, evento programa shows, cinema e bate-papo DANILO SORRINO/DIVULGAÇÃO
qui. a dom. 13 a 16. set.
BRENO CÉSAR/DIVULGAÇÃO
MILENA SOUSA/DIVULGAÇÃO
Shows
Luedji Luna, Plutão Já Foi Planeta e Almério, alguns dos artistas que estão na grade
Novo, novíssimo “Música fresquíssima de novos artistas”. Com este norte, o festival Sai da Rede chega à sua segunda edição na capital mineira (no Brasil, teve seu start em 2011), ocupando o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB BH) de quinta-feira a domingo, por meio de shows, exibição de filmes e bate-papos. No primeiro recorte, os convocados para esta edição foram: Baco Exu do Blues, Àttooxxá, Plutão Já foi Planeta, Luiza Lian, Iconili, Ana Muller, Luedji Luna e Almério. Já no quesito filmes, foram selecionados: “Castanha”, “Contos da Maré”, “Arábia”, “Charizard”, “António 1,2,3”, “A Canção do Asfalto” e “A Cidade Onde Envelheço”. Por último, mas não mePatrícia Cassese
nos importantes, os bate-papos serão comandados pelo Choque de Cultura e por Mulheres na Web, este com as participações de Clara Averbuck, Ana Luiza Palhares (blog Cinderela de Mentira) e Karla Lopes (Hey Cute). O nome do evento já é auto-explicativo: artistas que angariaram visibilidade na internet são convocados a dizer a que vieram in loco. Por meio da música, da sétima arte e das discussões, temáticas que estão na ordem do dia, como igualdade de gênero, luta contra o racismo e por igualdade social, são debulhadas. Não por outro motivo, os artistas arregimentados salientam a oportunidade de ampliar público. Caso de Sapulha Campos, da banda de indie pop potiguar Plutão já foi Planeta. “Na verdade, semana passada já fizemos a etapa São Paulo e foi bem legal, a
interação com o público. Antes de BH, ainda faremos a Rio. Está muito interessante dividir o palco com artistas que a gente admira e que estão no mesmo cenário que a gente”. Sobre o show, o guitarrista e vocalista aproveita para explicar que vai ser uma mescla da história da banda. “Dos nossos cinco anos, contados, claro, de maneira musical. A síntese de todo esse tempo, do primeiro disco até o (novo) single ‘Estrondo’. Ultimamente, estamos apostando também em versões novas de músicas ‘antigas’, para dar uma mudada. Digamos que é um fechamento de ciclo do CD ‘A Última Palavra Fecha a Porta’ (mais recente), pois pretendemos entrar 2019 com novidades”, antecipa. Gustavo Cunha, da banda mineira (formada em Diamantina) Iconili, é outro
PROGRAMAÇÃO BATE-PAPOS Sábado (15), 14h. Choque de Cultura. Domingo (16), 16h, Mulheres na web SHOWS (sempre às 19h30) Quinta (13) Iconili/Ana Muller Sexta (14) Almério e Attooxxa Sábado (15) Luiza Lian e Baco Exu do Blues Domingo (16) Luedji Luna e Plutão já Foi Planeta CINEMA Sábado (15), às 16h (“Contos da Maré” + “Arábia”) e às 18h (“Castanha”), e domingo (16), 14h (“Charizard” + “António 1,2,3”) e 18h (“A Canção do Asfalto” + “A Cidade Onde Envelheço”)
‘BH Sustentável’ traz Falamansa No próximo sábado e domingo (dias 15 e 16), o Espaço Trevo sedia o festival “BH Sustentável”. O evento, a partir das 12h, apresenta workshops, palestras e praça de alimentação orgânica, além de shows do Falamansa, CPM 22, 1Kilo, Maneva, Ponto de Equilíbrio e Poesia Acústica, com o intuito promover a consciência ambiental. No dia 15, o Falamansa comemora seus 20 anos de suces-
so. “Esse show vai ter uma importância grande pra gente, já que iniciamos essa história toda muito por conta do povo daí, de Belo Horizonte. E este será o primeiro show comemorativo dessas duas décadas”, diz Tato. O vocalista prossegue: “Para isso, a gente preparou um show especial, com as músicas do nosso repertório que a galera gosta, homenagens a pessoas que são importantes na nossa história,
a falar sobre a iniciativa de trazer para a “vida real” propostas que ganharam visibilidade na web. “Estamos muito felizes! Putz, tocar ao lado de Luiza Lian, Luedji Luna...”, enumera ele, lembrando que, pelo fato de, mais recentemente, o grupo estar propenso a experimentar a voz como um instrumento, o show previsto para o “Sai da Rede” vai justamente se esforçar para fazer com que o público tenha a percepção ao vivo dessa “nova mistura”. “Então, o nosso show vai ter muita coisa do repertório antigo, mas também bastante do novo. E acho que vai ser bem incrível. A gente acaba de voltar de uma turnê por São Paulo, pelo festival Sesc Jazz, e a repercussão foi ótima”. O Iconili, vale lembrar, deve lançar novo disco logo após o Carnaval 2019.
sáb. e dom. 15 e 16. set.
Cantora que recentemente tem marcado presença regular na agenda belo-horizontina, a baiana (radicada em São Paulo) Luedji Luna comenta o fato de ser a partir desses festivais que os artistas da chamada nova safra conseguem efetivamente circular pelo Brasil. “Neste caso (do Sai da Rede), fazer com artistas que conquistaram público na internet possam expandir seus trabalhos” Não que o face a face tenha a pretensão de substituir o poderio do universo digital. A ideia, claro, é somar forças. “É para além da internet”, sintetiza Luedji.
> Sai da Rede 2018
CCBB BH (praça da Liberdade, 450). De 13 (quinta) a 16 (domingo). R$ 30 (inteira). Programação audiovisual (filmes): R$ 10 (inteira). Bate-papos: gratuitos, mediante retirada de senha (sujeito à lotação do espaço)
GRUPO BALO/DIVULGAÇÃO
dos mais ‘antigos’ aos da nova geração. Queremos deixar o público bem à vontade para cantar. É um momento ímpar pra gente, nessa cidade que a gente considera nossa segunda casa”.
Festival BH >Sustentável Espaço Trevo (av. Raja Gabáglia, 5.151, Santa Lucia). Sábado (15): Maneva, 1 Kilo e Falamansa. Domingo (16): CPM 22, Poesia Acústica e Ponto de Equilíbrio. A partir das 12h. A partir de R$ 80 (inteira)
O Falamansa faz show em que celebra 20 anos de estrada
reportagem
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MÚSICA
Uma pausa para refletir (e brincar)
Patrícia Mesmo lonCassese ge de ser a intenção do espetáculo, Bia Bedran entende perfeitamente quando vê alguém vertendo lágrimas na plateia – no caso, o público adulto. É que, apesar de ser uma investida pensada para encantar, “Canções, Histórias e Brincadeiras Musicais” acaba evocando emoções variadas nos pais que acompanham a petizada ao teatro. Recente – estreou em maio, em Niterói (onde ela nasceu), e atualmente está em cartaz na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema –, a montagem, que chega agora à capital mineira, apresenta, como Bia frisa, uma arquitetura de roteiro nova, apesar de incluir “coisas mais antigas” (mas também algumas inéditas). No palco, Bia Bedran conta com o auxílio luxuoso do trio musical Cabeça de Vento. “É uma formação pequena, mas que dá conta”, afiança. A meta é passar a ideia de a trupe estar em uma biblioteca, “onde se brinca, se canta e se conta”. “Em BH, vamos tentar montar o cenário o mais próximo possível do Rio, mesmo que não consigamos levá-lo inteiro”, diz ela, que vai se apresentar
no domingo (16), no Centro Cultural Minas Tênis Clube. Instada a falar sobre a faixa etária a que a iniciativa se destina, Bia ressalta que seu projeto de vida, independentemente de montagem, almeja um resultado poeticamente bonito, que permita várias leituras. “Em meio às brincadeiras, há, por exemplo, alertas sobre a poluição do planeta – do tipo: ‘como podemos sujar a água que vamos beber?’. Bem, então, sei que a criança de 7, 8 anos, que já aprendeu a ler, aproveita demais, sai correndo para procurar mais sobre o tema nos livros. Mas a que ainda não sabe (ler), acaba indo pelo lúdico, porque é um espetáculo que tem muita movimentação e que é muito colorido”, enfatiza. E por falar em movimentação, Bia Bedran conta que acaba de se submeter a uma cirurgia no ombro. Mesmo assim, não pretende ficar sentada em cena. “Bem, em alguns momentos, sim, pois é como se eu estivesse na biblioteca. Brinco como se, aquele momento, fosse o ato da criação”. E, claro, o público inclui, ainda, os adultos, citados no início da matéria. “Como sempre insisti na pesquisa profunda dos quereres da infância, uma fase na qual a pureza da investigação não pode ser substituída pelo consu-
dom. 16.set.
PAULO RODRIGUES/DIVULGAÇÃO
mismo – acho que meu trabalho é como todo aquele destinado ao público infantojuvenil deveria ser. Sim, há um produto – tenho interesse em vender música e livro. Mas, nos dias atuais, o que vemos é que a criançada quer ter e ter, e ter mais e mais. E meu trabalho reinstala um momento mágico no qual o que importa não é o ter, mas o ser”. E é esta a chave que comove adultos. “Eles são tocados ao ver o filho, ainda que por um momento tão breve, ocupado com algo que não o ‘compra, compra’ ou ‘o quero, quero’. Quem era criança e me via na TV, tem, hoje, sei lá, 38 anos. E agora leva o filho para me ver. E ao ouvir aquelas músicas, aquela linguagem, acaba chorando de emoção. Isso me toca muito”. Bia salienta que, ao longo de sua trajetória, já compôs dezenas de canções. “Mas, hoje, com todo mundo na web, não se vende mais CDs; tem gente que nem tem mais o aparelho. Os livros, porém, estão disponíveis, e atingem essas crianças. Então, estou muito feliz”.
Bia Bedran
Antes de BH, ela se apresenta, sábado (8), em Sabará, na Praça Santa Rita, às 16h, com acesso gratuito
> Bia Bedran
Diversão em Cena Arcelor Mittal Teatro do Centro Cultural MTC (rua da Bahia 2.244). Dia 16, (domingo), às 16h. R$ 20 (inteira).
Azymuth e seu “crazy samba” “Estou numa correria danada, conseguindo mal dormir...”, confessa Kiko Continentino ao Pampulha, de Barcelona, onde, pouco antes, fez, junto a seus colegas de Azymuth, um show que qualificou como “maravilhoso”. “Para pista, para a garotada, com casa lotada”, diz, frisando que, na temporada europeia, o grupo tem se desdobrado para cumprir sua agenda de shows solo e os junto a Marcos Valle. “Tem sido um grande encontro”, ressalta. Continentino, vale lembrar, passou a integrar o antológico grupo – formado em 1973 por José Roberto Bertrami, Alex Malheiros e Ivan Conti – há três anos e meio. Com a morte de Bertrami, em 2011, outros instrumentistas assumiram os teclados, até Kiko assentir ao convite “com um misto de felicidade e responsabilidade”. E é imbuído da certeza de ter tomado a decisão acertada que ele aporta em
BH com Malheiros e Ivan, para apresentação única, gratuita, no próximo sábado (15), na praça Floriano Peixoto, em Santa Efigênia. Kiko Continentino ressalta o vulto do Azymuth: “Eles têm uma carreira discográfica de mais de 30 discos lançados ao redor do mundo, nos EUA, Europa, Japão e, claro, Brasil. Tocaram em novelas (hits como “Na Linha do Horizonte”), são referência mundial para músicos e cultuados por DJs”. O tecladista lembra que o grupo vem participando tanto de festivais de jazz quanto de música popular ou de eletrônica, seja em teatros, jazz clubs, boates. “Aqui, na Europa, é notório o fato de a garotada acompanhar o Azymuth. A gente une a música eletrônica à música pulsante, criativa e original. E é com muita liberdade que trabalhamos desta forma. O Azymuth sempre teve o jazz presente, ao mesmo tempo que o groove, a música dançante, o soul, o rock’n’roll e o samba e ou-
sáb. 15.set.
MARCUS SCHAEFER/DIVULGAÇÃO
Sábado (8) FESTEJA BRASIL 2018 Gustavo Mioto, Léo Santana, Dennis DJ, Maiara & Maraisa, Marília Mendonça, Naiara Azevedo, César Menotti & Fabiano, Zé Neto & Cristiano, Gusttavo Lima e Diego & Victor Hugo. Mineirão (av. Antônio Abrahão Caran, 1.001). Às 15h. A partir de R$ 40 em www.nenety.com.br
ELIEZER GONÇALVES No show “O Moço em Experimento Libre”. Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Às 20h. R$ 20 (inteira)
VIOLA PERFUMOSA Ceumar, Lui Coimbra e Paulo Freire Uma homenagem a Inezita Barroso. Teatro do CCMTC (rua da Bahia, 2.244). Às 21h. R$ 80 (inteira)
FESTIVAL MUSIMAGEM Concerto dos Associados da Musimagem Brasil e entrega do prêmio Remo Usai. CCBB - Teatro I (Circuito Liberdade, 450, Funcionários). Às 19h30
Malheiros (contrabaixo), Conti (bateria) e Kiko Continentino formam hoje o Azymuth
domingo (9) DOMINGOS CLÁSSICOS
tros ritmos brasileiros diversos. O som é uma mistura disso tudo, chamo de uma combustão. Na Europa, fala-se de ‘crazy samba’”. O filho do músico Mauro Continentino também lembra que, desde que entrou no Azymuth, já foram mais de dez viagens internacionais, com três grandes tur-
nês. “Daqui a duas semanas, iremos à república da Georgia, a convite do governo (o show será dia 28, em Tbilisi). E quem clama pela nossa presença é a juventude. Esse legado e, ao mesmo tempo, essa direção que o Azymuth aponta, é muito bacana”, diz ele, acrescentando entender que o Brasil precisaria conhe-
cer mais o Azymuth, “assim como tantas coisas maravilhosas para as quais a gente tem uma ressonância muito maior aqui, no exterior”. (Patrícia Cassese)
> Azymuth
Dentro da Série BH Instrumental. Abertura Matheus Barbosa e Marcus Abjaud. Praça Floriano Peixoto. Dia 15 (sábado), 19h30. Acesso gratuito
Orquestra Ouro Preto na Gravação do CD e DVD “Quem Perguntou por Mim: Orquestra Ouro Preto e Fernando Brant”. Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046). Às 11h. R$ 20 (inteira)
FIC – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CORAIS Coral Magnificat (Brasília). Basílica de Lourdes (rua da Bahia, 1.596, Lourdes). Às 10h30 Coral Popular do IFPE e Coro de Professores de Valparaíso (Chile). Igreja São José (rua Tupis, 164, centro). Às 20h
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almanaque
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CENÁRIO BH FABIO SANTOS/DIVULGAÇÃO
PABLO CALDEIRA/DIVULGAÇÃO
“Cold Hot” chega à 6 Festival segunda edição em BH
Internacional de 6 Festival Corais 2018 segue até dia 23
O festival, que dura cinco dias, tem programação gratuita e paga, com shows de bandas e artistas de blues, folk, indie e rock (como Regali, ao lado), DJs, gastronomia, cervejas artesanais, oficinas, flash tattoo, exposições e mostra fotográfica Onde Vários pontos (informações no Facebook: Festival Cold Hot). O encerramento, por sua vez, será no sábado (15), das 14h às 22h, na Sátira (rua Kennedy, 48, Jardim Canadá), com ingressos a partir de R$ 25 (à venda na Central dos Eventos e Só Cerva).
São eventos em 20 cidades mineiras, além de um na aldeia Boa Vista, em Ubatuba (SP). Ao todo, 160 grupos e artistas como Sergio Pererê (foto) se revezarão em 60 palcos, entre aldeias indígenas, centros culturais, igrejas, parques e praças. Este ano, os povos nativos serão homenageados Onde Programação em festivaldecorais.com.br/index.php/agenda. Quando Até dia 23 Quanto Gratuito
LEO AVERSA/DIVULGAÇÃO
Taviani festeja os 6 Isabella seus 15 anos de carreira
recebe o cravista 6 Memorial Fernando Cordella
A cantora e compositora carioca apresenta o show “15 Anos, (Só) Eu e Você”, em formato voz e violão, no qual repassa sucessos de carreira e mostra novidades como os singles inéditos Onde Teatro do Centro Cultural Minas Tênis Clube (rua da Bahia, 2.244, Lourdes Quando Quinta (13), às 20h Quanto R$ 80 (inteira), na bilheteria ou site eventim.com.br.
Um dos mais aclamados cravistas brasileiros, diretor artístico da Capela Strumentale e da Orquestra de Concerto Barroco de Porto Alegre, se apresenta com curadoria da Orquestra Ouro Preto Onde Memorial Minas Gerais Vale (praça da Liberdade). Quando Quinta (13), às 19h30 Quanto Entrada franca (retirada de senha uma hora antes).
DARYAN DORNELLES/DIVULGAÇÃO
ROBERTO URTADO/DIVULGAÇÃO
Coletivo Viola Perfumosa faz, em BH, show de 6 Olançamento do CD que homenageia Inezita Barroso
& Leo apresentam 6 Victor turnê “Na Luz do Som” Os irmãos trazem a turnê “Na Luz do Som” a BH em única apresentação. No roteiro, hits como “Amigo Apaixonado”, “Fada”, “Vida Boa”, “Fotos”, “Borboletas”, “Tem Que Ser Você”, “Deus e Eu No Sertão” e “Quando Você Some” Onde Km de Vantagens Hall (av. Nossa Sra. do Carmo, 230, Savassi). Quando Sexta (14), às 20h Quanto R$ 50 a R$ 200
O disco (homônimo) visa resgatar as melodias e da poesia da música caipira, ressaltando a singularidade desta obra poéticomusical, valorizando a presença feminina na música sertaneja. No repertório, sucessos como “Luar do Sertão”, “Tamba-Tajá“, “Índia”, entre outras canções que receberam roupagem camerística, unindo viola caipira, violoncelo, rabeca e alfaias. Onde Teatro do Centro Cultural Minas Tênis Clube (rua da Bahia 2.244). Quando Sábado (8), 21h Quanto R$ 80 (inteira)
CCMTC/DIVULGAÇÃO
PUSH/DIVULGAÇÃO
WASHINGTON POSSATO/DIVULGAÇÃO
Lidô segue em 6 Cabaré cartaz no Galpão de Ideias A diversidade e a exploração sexual de mulheres são o mote da peça-festa, dirigida por Marco Amaral, que assina o texto junto a Jáder Rezende. Em cena, seis homens, uma mulher e uma trans Onde Galpão de Ideias (rua Uberlândia, 413, Carlos Prates) Quando Até dia 30/9, sextas, sábados e domingos, às 20h Quanto R$ 20 JADER REZENDE/DIVULGAÇÃO
infantil “Vira-Lata” 6 Livro tem lançamento na semana Escrito pelo poeta Ricardo Rachid e ilustrado por Iara Rachid (foto), a obra flagra um cão ouro-pretano em apuros ao engolir um osso. O livro é escrito em versos como os de cordel e iIndicado a crianças no processo de alfabetização Onde Café do Centro Cultural Minas Tênis Clube (rua da Bahia, 2.244, Lourdes). Quando Quinta (13), às 18hQuanto Entrada franca
With Rome se 6 Sublime apresenta em BH A banda californiana é atração na comemoração de oito anos da festa PUSH!, realizada por um núcleo de amigos e DJs mineiros. Onde Hangar 677 (rua Henriqueto Cardinale, 121, Olhos D’Água) Quando Domingo (16), com abertura dos portões às 19h Quanto Ingressos a partir de R$ 60, com vendas pelo Ticket Brasil
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ARTES CÊNICAS Começa a maratona FIT BH Qui. 13.set.
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Abertura Após peças “Batucada”, às 19h, e “Looping: Bahia Overdub”, às 20h, a cantora Anelis Assumpção entra em cena às 20h30, seguida de Linn da Quebrada Onde Parque Municipal Quando Dia 13, com início às 19h Quanto Gratuito
sex. e sáb. 14 e 15.set
LODERNDESLEUCHTEN/DIVULGAÇÃO
“Arde Brillante en Los Bosques de La Noche” Montagem argentina discute como o capitalismo constrói uma identidade feminina à sua conveniência. Onde Teatro Francisco Nunes Quando Dias 14 e 15, às 20h Quanto R$ 20
Patrícia Contagem reCassese gressiva. Na quinta-feira (13), a partir das 19h, no Parque Municipal, o Festival Internacional de Teatro Palco & Rua dá início a sua 14ª edição. Durante dez dias, nove espetáculos internacionais, 11 nacionais e uma grade local endossam as diretrizes propostas sob o conceito “Corpos-Dialetos”. A curadoria (vale lembrar, escolhida via edital público) foi capitaneada por Grace Passô, Soraya Martins e Luciana Romagnolli. “O que norteou o nosso olhar foi ter produções artísticas que dialogassem, friccionassem, na arte, noções de gênero, raça, sociais, de geografia...”, pontua Soraya. “Foi esse o nosso olhar: produções artísticas que respondessem criativamente a esse momento no qual a gente vive, a uma noção mais ampliada do que a gente entende de teatro brasileiro”, prossegue ela, lembrando que a condução quis ir em direção oposta a um olhar eurocêntrico. Com espetáculos gratuitos e outros pagos, o FIT segue até o dia 23. Confira, aqui, alguns destaques da primeira semana.
> 14º FIT BH
Diversos espaços da cidade. De 13 a 23 de setembro. Confira programação completa em www.fitbh.com.br
Vivências em cena Quando adentrou a cena, em 2013, a Casa do Beco contou com o apoio do grupo Galpão e do ator e diretor Rômulo Avelar. Agora, passados 15 anos, é hora de repetir o, digamos assim, apadrinhamento. E o primeiro a contar com ele é o recentíssimo grupo Prediolândia, criado a partir do trabalho realizado ao longo de um ano e meio no Alterosa, condomínio popular de Ribeirão das Neves. Construído a partir de narrativas dos moradores (hoje integrantes da companhia), a montagem “Quem Faz o Lugar?” será apresentada neste sábado (8), no Aglomerado Santa Lúcia, comunidade onde está sediada a Casa do Beco. O ator Nil César foi quem costurou as vivências narradas pelos próprios integrantes, que, inicialmente, participaram, a convite da Casa do Beco, de uma oficina. “Vi que o
sáb. 8.set.
ROBERT MICHAEL/DIVULGAÇÃO
Texto da peça foi feito a partir da narrativa dos moradores
que alinhavava tudo era a dificuldade que essas pessoas tinham de conviver com o preconceito com o qual são vistas”, diz ele, lembrando que o residencial é pejorativamente chamado de “Carandiru”. A peça mostra uma pessoa “de fora” que chega ao local imbuída de
seus preconceitos. A encenação, por sua vez, traz muitas características do teatro de rua. (Patrícia Cassese)
Quem Faz o >Lugar? Rua H, próximo ao número 706, Aglomerado Santa Lúcia. Neste sábado (8), às 16h. Entrada gratuita
sáb. e dom. 15 e 16.set.
ADRIANA MARCHIORI/DIVULGAÇÃO
“Chapeuzinho Vermelho” (Rio Grande do Sul). Neste infantil, teatro, dança, música e contação de história narram fábula ambientada na contemporaneidade Onde Grande Teatro Sesc Palladium Quando Dias 15 e 16, às 11h Quanto R$ 20
Sáb.dom. 15 e 16. set.
ELISA MENDES/DIVULGAÇÃO
“Black Off” (Suíça/África do Sul). Apresentação-concerto na qual Ntando Cele mostra seu alter ego Bianca White, que veste peruca loira, lentes azuis e faz “white-face” Onde Teatro Sesiminas Quando Dias 15 e 16, às 20h Quanto R$ 20
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ARTES CÊNICAS O amor presente no silêncio Gustavo Abordar o Rocha amor e suas angústias não é nenhuma novidade. Trata-se de algo que foi visto inúmeras vezes em filmes, livros, discos, peças de teatro. Ainda assim, a dupla Priscila Fantin e Bruno Lopes acredita que é preciso procurar novas formas de falar sobre o tema e, assim, chega a Belo Horizonte para uma única apresentação do espetáculo “É Preciso Falar de Amor sem Dizer Eu Te Amo”, no Teatro Alterosa, no domingo. “Buscamos abordar o amor através do espelhamento, da projeção, das inseguranças e diferenças”, revela a atriz Priscila Fantin. Falar de amor sem dizer a icônica frase, que busca definir a relação entre duas pessoas, é algo que sempre gera curiosidade do público. Afinal, como isso é possível? “O amor é olhar nos olhos, estender a mão, dar bomdia realmente desejando que a pessoa tenha um bom dia. É ter consideração pelo universo interno do outro, que tem sua pró-
teatro adulto BOCA DE OURO Dir. Igor Ayres. Texto: Nelson Rodrigues. História do lendário bicheiro carioca, que é assassinado e tem seu passado vasculhado por um repórter. Sala João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Sáb., às 20h; dom., às 19h. R$ 40 (inteira). Até 9/9
CABARÉ LIDÔ Dir. Marcos Amaral. A montagem é baseada no cotidiano real de profissionais do sexo. Uma história sobre sexo, liberdade e sonhos. Galpão de Ideias (rua Uberlândia, 413, Carlos Prates). Sex. a dom., às 20h. R$ 30 (inteira). Até 30/9
ÉDIFÍCIL DU CARVALHO Dir. Wesley Maciel. Vaginaldo é um caipira que veio tentar a vida na cidade grande. Sem conseguir emprego, decide vender falsos imóveis. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta, 3226-9459). Sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 20 (postos Sinparc). Até 16/9
GUIA PRÁTICO DE COMO EDUCAR A SUA MÃE Dir. Maurício Canguçu e Ilvio Amaral. Bem-humorada relação entre mãe e filho no mundo digital. Centro Cultural Sesiminas (rua Álvares Maciel, 59, Santa Efigênia). Sáb., às 21h; dom., às 19h. R$ 19 (postos Sinparc). Até 9/9
OS HOMENS QUEREM CASAR E AS MULHERES QUEREM SEXO Dir. Carlos Nunes. História de Jonas, rapaz que tenta encontrar uma mulher para se casar e briga por todos os buquês e enfeites de bolo em casamentos. Teatro da Cidade (rua da Bahia, 1.341, centro, 3273-1050). Sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 19 (postos Sinparc). Até 30/9
pria batalha, medos e inseguranças a vencer. É saber que as palavras voam com o vento e as atitudes deixam marcas”, arrisca Priscila. Na peça, o personagem Bento (Bruno Lopes) divide seu tempo entre a criação de sua filha de 5 anos e a tentativa de uma carreira na internet. Após anos sozinho colecionando desilusões amorosas, entra num aplicativo de encontros para viúvos e lá conhece a peculiar Pilar (Priscila Fantin), uma guarda de trânsito decidida a recomeçar a vida após um período de isolamento social. De personalidades completamente opostas, os dois sentem uma inesperada ligação que os une e que pode provocar mudanças significativas em suas vidas. A reação da plateia, segundo os atores, é sempre acolhedora e positiva porque os dois personagens da peça são tão diferentes e remetem ao nervosismo e curiosidade dos primeiros encontros, especialmente considerando os tempos que vivemos hoje, com vários aplicativos de paquera virtual. “O público se diverte porque são duas pessoas excên-
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LÚCIO LUNA/DIVULGAÇÃO
Wágner D’Ávila é autor da peça escrita para Bruno Lopes e Priscila Fantin
tricas. E também porque a situação é um tanto comum hoje em dia: como vai ser o primeiro encontro?”, indaga Priscila. “A reação das pessoas é o que nos enriquece. Ver o público se divertindo, chorando, pensando, questio-
nando é a nossa função. E ver os olhos de quem nunca foi ao teatro, encantados com o que está acontecendo no palco, não dá para descrever. Foi o que aconteceu com um senhor de 94 anos, de um lar de idosos”, completa.
Voluntário. Priscila e Bruno foram convidados pelo Instituto Hakumana – que cuida de crianças com Aids, em Maputo, Moçambique – para fazer uma apresentação que pudesse render alguma renda para o instituto. “Procurando
um texto para montar, chegamos ao Wagner d’Ávila, que tinha este argumento e escreveu a peça pra gente. Gostamos tanto que resolvemos montá-la”, recorda Priscila. “O título já existia, e achamos que tinha tudo a ver com a proposta que nos fora feita: doar nossa arte. Isso também é amor. Fomos falar de amor em forma de atitude”, filosofa a atriz. Seguindo a inspiração que deu origem a “Precisamos Falar de Amor sem Dizer Eu Te Amo”, o trabalho é oferecido, em uma sessão gratuita, para ONGs e instituições, em cada cidade por onde passa. Além disso, os atores Bruno Lopes e Priscila Fantin farão visitas às instituições convidadas, acompanhando a doação de kits de higiene e de alimentação, instalação de filtros para água potável e atendimento médico.
Falar de >AmorÉ Preciso sem Dizer Eu Te Amo Teatro Alterosa (avenida Assis Chateaubriand, 499, Floresta), neste domingo (9), às 21h. R$ 50 (inteira)
ALFRED PERRIN/DIVULGAÇÃO
Estrelado por Nathalie Lhermitte, “Piaf! O Show” já foi já foi assistido por um milhão de pessoas
ME EXPLICA O MUNDO Comédia stand up com Renato Albani. Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil Vallourec (rua Carijós, 258, centro, 3201-5211). Neste dom. (9), às 18h. A partir de R$ 30.
MEMÓRIAS DE ANA Dir. Lenise Moraes e Oscar Capucho. Contada de forma poética e em clima interiorano, nos remete a valorização dos relacionamentos e sentimentos humanos. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277-4707). Sáb., às 20h; dom., às 19h. R$ 20 (inteira). Até 9/9
NA COMÉDIA DE EDGAR, ALAN PÕE O BICO Dir. Geraldo Octaviano. Com Cia P’atuá. Sem público para suas tragédias, Edgar resolve participar de um concurso de textos cômicos. Não consegue, entretanto, escrever uma comédia, mesmo ajudado pelo seu corvo Alan. Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 32367400). Sempre aos domingos, às 19h. R$ 30 (inteira). Até 30/9
PIAF! O SHOW Dir. Gil Marsalla. Com Nathalie Lhermitte. Espetáculo traz canções que celebram a vida e música da lendária Edit Piaf. Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046). Dias 12 (quarta) e 13 (quinta), às 20h30. A partir de R$ 50 (inteira, plateia 3)
QUEM FAZ O LUGAR? Dir.: Nil César. História de um residencial popular, que tem sua rotina e seu ritmo de convivências sendo interrompidos pela visita de um estranho. Casa do Beco (rua H, próximo ao número 706, Aglomerado Santa Lúcia, Morro do Papagaio). Sáb., às 16h. Entrada gratuita. Somente 8/9
SEXO Com Cia Os Melhores do Mundo. OQuatro esquetes abordam de forma leve e divertida um dos mais polêmicos assun-
Maciel, 59, Santa Efigênia). Sáb. e dom., às 16h. R$ 19 (postos Sinparc). Até 9/9
JOJÔ E PALI EM: O MÁGICO DE OZ Direção e adaptação: Joselma Luchini. Após um tornado em Kansas, a menina Dorothy vai parar na fantástica Oz, lugar onde as coisas são coloridas, bonitas e mágicas. Porém, o seu maior desejo é retornar para casa. Para isso ela deve encontrar um mágico, que lhe mostrará como realizar seu desejo. Espaço Cultural Luchini (rua Osório de Morais, 274, bairro Ouro Preto, 99993-0600). Sáb., ás 16h30; dom., às 11h. R$ 25. Até 16/9
fit tos de todos os tempos. Grande Teatro do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 32367400). Neste sáb. (8), às 21h30. A partir de R$ 80 (inteira, plateia superior).
circo CIRCOVOLANTE – 10º ENCONTRO INTERNACIONAL DE PALHAÇOS Espetáculos e atrações circenses. O evento reúne mais de cem artistas circenses de diversos países. Concentração: Praça Gomes Freire e Praça da Sé, Mariana. Sex. a dom., a partir das 15h. Entrada gratuita. Até domingo
dança KURÔ (*) Solo de Sérgio Penna, nos 21 anos da No Ar Companhia de Dança. Um diálogo construído entre movimentos, sons, palavras e as forças de um jardim seco. Teatro Francisco Nunes - Parque Municipal (av. Afonso Pena, s/nº, centro,
3277-6325). Neste sáb. (8), às 20h, e dom. (9), às 18h. R$ 30 (inteira).
MAGNÓLIA (*) Solo de Ana Virgínia Guimarães, nos 21 anos da No Ar Companhia de Dança. Uma estampa em movimento, criada a partir da simples relação entre um corpo em ação, imagens e texturas sonoras que se associam. Dom., às 18h (*) Teatro Francisco Nunes - Parque Municipal (av. Afonso Pena, s/nº, centro, 3277-6325). Neste dom. (9), às 19h30. R$ 30 (inteira).
O QUE É A VIDA? Dir. Welberet de Melo. Cia Café com Dança. O espetáculo mostra que uma tela em branco tudo permite, tudo se mistura e transforma. Teatro da Maçonaria (av. Brasil, 478, Santa Efigênia, 3213-4959). Sáb. e dom., às 20h. R$ 30 (inteira). Até 9/9
infantil A BELA E A FERA Dir. Diego Benicá. Moradora de uma
ESPETÁCULOS DE ABERTURA: pequena aldeia, Bela tem o pai capturado por uma Fera e decide trocar de lugar com pai, no cativeiro conhece um novo mundo repleto de livros, objetos mágicos e a Fera que não era quem ela esperava. Teatro do CCMTC (rua da Bahia, 2.244, Lourdes, 3516-1360). Neste dom. (9). às 16h. R$ 10 (inteira).
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS Dir. Ricardo Martins. O Chapeleiro Maluco deixa de ser maluco, perdendo, assim, sua personalidade ao se deparar com a tragédia de sua família, onde somente uma pessoa que acredita no impossível poderá ajudá-lo, sua verdadeira amiga, Alice. Teatro Estação Cultural (av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova, 31189922). Neste dom. (9), às 16h. R$ 40 (inteira).
CHAPEUZINHO VERMELHO Dir. Freddy Mozart. A menina Chapeuzinho Vermelho mostra ao lobo, em momentos divertidos, que com a amizade, a conservação da natureza e a higiene podemos viver melhor. Centro Cultural Sesiminas (rua Álvares
BATUCADA Dir. Marcelo Evelin. Concebida originalmente para o Kunsten Festival des Arts/BE, um dos principais festivais da Europa. A cada edição, 50 performers cidadãos se misturam e se transformam um no outro, e na cadência de uma batucada, os corpos tornam-se instrumentos para as estruturas rítmicas e impulsionam a cadência de uma coreografia da qual o público também faz parte. Parque Municipal Américo Renné Giannetti (av. Afonso Pena, 1377)Dia 13 (quinta), às 19h.
LOOPING: BAHIA OVERDUB As festas de largo de Salvador e suas contradições são a paisagem predominante de Looping: Bahia Overdub, espetáculo que emerge do encontro entre pensamento sonoro e pensamento coreográfico. Parque Municipal Américo Renné Giannetti (av. Afonso Pena, 1377)Dia 13 (quinta), às 20h.
Confira mais destaques do Festival de Teatro Palco e Rua de BH na página 13
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LITERATURA Dando ponto final na trilogia Patrícia A sensação Cassese ao dar o ponto final na trilogia é a “de ter enfrentado – e, supostamente, vencido – um desafio e tanto”. Convidado da edição do “Sempre um Papo” que acontece no próximo sábado (15), na Livraria Ouvidor, o jornalista e escritor Maurício Lara vai autografar “A Versão do Pai” (Ed. Ramalhete), título que forma o citado tripé com “O Filho do Corrupto” (2015) e “O Jardim de Leocádia” (2017). Uma trilogia que, cumpre frisar, não foi inicialmente pensada como tal. “Não pretendia escrever um segundo livro e ‘brotou’ ‘O Jardim de Leocádia’, a história da matriarca, na sequência de ‘O Filho do Corrupto’. No processo de edição e lançamento dele, comecei a escrever ‘A Versão do Pai’, ao enxergar uma oportunidade – e uma necessidade. Senti que a história ficaria realmente completa quando escrevesse o terceiro livro”. E, agora, mais que encerrar a trilogia propriamente dita, o jornalista compara o feito ao fim de um ciclo de sua escrita. Nos dois primeiros livros, o personagem Rubens Rocha é apresentado
Lara: “Minha pretensão é que nenhum dos personagens principais tenha ficado incompleto, mesmo tratando o tempo todo da incompletude do ser humano”
FERNANDO RABELO/DIVULGAÇÃO
sáb. 15.set.
como o vilão. “Mas, como ser humano, ele certamente tinha o que dizer – o que me motivou a contar sua história e sua versão. Desde ‘O Filho do Corrupto’, Rubens é o empresário poderoso, conhecido, admirado, respeitado, temido. Porém, não é amado. E é essa dimensão do afeto (ou da falta dele) que vai marcar toda a trajetória do personagem e sua personalidade”, comenta Lara, para emendar. “Se ‘A Versão do Pai’ não chega a justificar as práticas heterodo-
xas de Rubens, certamente o humaniza”. Embora os personagens permeiem os três volumes, Lara teve a preocupação de construir narrativas que não obriguem a leitura em ordem de publicação – ou mesmo a leitura dos outros volumes para a compreensão do conteúdo de um título. “As histórias de pai, mãe, filho, em qualquer família, ainda que próximas ou até misturadas, nunca são iguais. E esse foi meu foco: a individualidade. Daí os livros terem
pontos de tangência, de encontro, mas eu tinha o desafio de conseguir que o leitor não ficasse com a sensação de uma narrativa repetida. No máximo, deveria ‘reconhecer’ as passagens, mas sem perder a novidade, o ineditismo. As histórias são paralelas, mas independentes. Cada uma com princípio, meio e fim”. Mas, sim, houve um esforço para apresentar conteúdos que justificassem a leitura dos três. “Uma expectativa de que a leitura de um
dos livros desperte a vontade de ler os outros”, prossegue ele. “Mas só o leitor poderá me dizer se o objetivo foi alcançado”. Finda a empreitada de três vértices, Lara admite que a sementinha da criação já começa a, mais uma vez, germinar. “E a cutucar. Nesta reta final do lançamento de ‘A Versão do Pai’, vêm à minha cabeça dois projetos embrionários e, junto a isso, a busca pelo ‘fio da meada’, que vem ser a sacada que dá ao autor a certeza de que ele ‘tem’ a história. Nesse momento sim, é possível começar a escrever”. Foi assim com todos os romances do jornalista. “Uma ideia original e, depois, elementos que representam uma espécie de coluna vertebral que permite o desenvolvimento da trama. E, se a trilogia em foco representa o fim de um ciclo, fica a expectativa de que outros se iniciem, e que possam influenciar minha escrita”. De certezas, uma: após seis romances, não é mais possível parar de escrever, admite ele .
> A Versão do Pai
Lançamento do livro de Maurício Lara Livraria Ouvidor (rua Fernandes Tourinho, 253). Dia 15 (sábado), às 10h30. Entrada gratuita. O livro será vendido a R$ 40.
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CINEMA Atenção! A programação abaixo refere-se a este fim de semana, dias 8 (sábado) e 9 (domingo)
pré-estreias O BANQUETE (Brasil, 2018, 1h44, 14 anos) Dir. Daniela Thomas. Com Drica Moraes, Bruna Linzmeyer, Mariana Lima. Nos anos 90, durante um jantar de comemoração dos dez anos de casamento do jornalista Mauro com a atriz Bia, segredos e infidelidades vêm à tona enquanto Mauro aguarda um mandado de prisão por ter atacado o presidente Collor. Ponteio 2: 21h10
BENZINHO (Brasil, 2018, 1h37, 12 anos) Dir. Gustavo Pizzi. Com Karine Teles, Adriana Esteves, Otávio Müller. Fernando, filho de Irene, é convidado para jogar handebol na Alemanha e sua mãe terá que se desdobrar para ajudá-lo e dar atenção aos outros filhos, à irmã e ao marido. Belas 2: 19h50
BUSCANDO... (Searching, EUA, 2018, 1h42, 14 anos) Dir. Aneesh Chaganty. Com John Cho, Debra Messing, Michelle La. Um pai desesperado com o desaparecimento da sua filha de 16 anos decide invadir o computador da jovem para procurar pistas. BH Shopping 9: 20h20 Cineart Cidade 1: 21h10 (*) Pátio Savassi 8: 19h (*) Sessões dubladas
estreias ALFA (*) (Alpha, EUA, 2018, 1h36, 10 anos) Dir. Albert Hughes. Com Kodi SmitMcPhee, Jóhannes Haukur Jóhannesson, Marcin Kowalczyk. Após cair de um penhasco e se perder do seu grupo, Keda precisa encontrar o caminho de casa. Atacado por uma matilha, ele consegue ferir um dos lobos, mas decide não matar o animal. O jovem
cuida dele e os dois começam uma relação de amizade. BH Shopping 5: 13h40, 16h10, 18h30 e 21h20 (sessões 3D) Betim 2: 14h30, 18h30 e 20h30 Boulevard 2: 15h20 e 19h20 (sessões 3D) Boulevard 2: 13h20, 17h20 e 21h20 Cidade 4: 12h, 14h, 16h10 e 20h40 Cidade 4: 18h30 (sessão 3D) Cidade 4: 14h, 16h10 e 20h40 Contagem 1: 14h, 16h10 e 20h40 Contagem 1: 18h30 (sessão 3D) Del Rey 1: 14h, 16h10 e 20h30 Del Rey 1: 18h30 (sessão 3D) Del Rey 1: 14h, 16h10, 20h30 e 22h20 Itaú Power 6: 20h40 (sessão 3D) Itaú Power 6: 14h, 16h10 e 18h30 Minas 1: 15h15, 17h15 e 21h15 Minas 1: 19h15 (sessão 3D) Paragem 5: 14h, 16h10, 18h30 e 20h40 Via Shopping 4: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h Big 5: 15h10 e 18h50 Big 5: 17h e 20h40 (sessões 3D) Norte 2: 17h e 20h40 (sessões 3D) Norte 2: 15h10 e 18h50 Diamond 2: 17h30, 19h40 e 22h (sessões 3D) Estação BH 2: 12h45, 15h, 17h15 e 19h30 (sessões 3D) Monte Carmo 4: 14h, 16h10, 18h30 e 20h40 Pampulha 1: 14h55 e 20h55 (sessões 3D) Pampulha 2: 19h10 e 21h10 Partage Shopping Betim 4: 14h20, 17h, 19h30 e 22h (sessões 3D) Pátio Savassi 2: 13h45, 16h10, 18h30 e 21h15 (sessões 3D) (*) Sessões dubladas
CRÔ EM FAMÍLIA (Brasil, 2018, 1h27, 12 anos) Dir. Cininha de Paula. Com Marcelo Serrado, Arlete Salles, Tonico Pereira. Crô se vê sozinho e sem família. Carente e vulnerável, acaba ficando à mercê de supostos parentes, cujas intenções não parecem ser das melhores. BH Shopping 1: 14h20, 16h30, 18h50 e 21h BH Shopping 10: 15h20, 17h30 e 22h Betim 3: 13h30, 15h10, 17h e 21h Boulevard 5: 13h40, 15h30, 17h20, 19h10 e 21h10 Cidade 3: 13h20, 15h10 e 17h Cidade 8: 13h40, 15h30, 17h20, 19h10 e 21h10 Contagem 2: 13h40, 15h30, 17h20, 19h10 e 21h10 Contagem 5: 17h40 e 21h20 Del Rey 5: 13h40, 15h30, 17h20, 19h10 e 21h Del Rey 5: 13h40, 15h30, 17h20, 19h10, 21h e 22h40 Itaú Power 2: 13h40, 15h30, 17h20,
19h10 e 21h10 Minas 4: 13h40, 15h30, 17h20, 19h10 e 21h10 Paragem 4: 13h40, 15h30, 17h20, 19jh10 e 21h15 Via Shopping 1: 13h40, 15h30, 17h20, 19h10 e 21h15 Big 1: 15h30 e 19h05 Big 2: 17h10 e 20h45 Norte 1: 15h30 e 19h05 Norte 5: 17h10 e 20h45 Diamond 6: 14h10, 16h20, 18h50 e 21h Estação BH 5: 12h30, 14h30, 16h45, 19h e 21h20 Monte Carmo 3: 13h40, 15h30, 17h20, 19h10 e 21h15 Pampulha 3: 14h10, 16h, 17h50, 19h40 e 21h30 Partage Shopping Betim 5: 13h55, 16h15, 18h25 e 20h50 Pátio Savassi 3: 14h50, 17h05, 19h50 e 22h10
FANTÁSTICA, UMA AVENTURA NO MUNDO BONNIE BEARS (*) (Boonie Bears: Entangled Worlds, China, 2018, 1h23, livre) Dir. Huida Lin, Leon Ding, Yongchang Lin. Uma equipe de ladrões é enviada por um famoso caçador de tesouros para
roubar o tesouro dourado de Fantástica. BH Shopping 10: 19h50 Diamond 3: 18h Pátio Savassi 1: 17h15 (*) Sessões dubladas
A FREIRA (The Nun, EUA, 2018, 1h36, 14 anos) Dir. Corin Hardy. Com Demián Bichir, Jonas Bloquet, Taissa Farmiga. Uma freira comete suicídio em um convento na Romênia e, para investigar o caso, o Vaticano envia um padre atormentado e uma noviça que está prestes a se tornar freira. BH Shopping 2: 13h30, 15h50, 18h10 e 20h30 BH Shopping 3: 14h30, 16h50, 19h10 e 21h30 BH Shopping 7: 15h10, 17h40, 20h(*) e 22h20 Betim 1: 17h10, 19h10 e 21h10 (*) Boulevard 3: 19h20 e 21h20 (*) Boulevard Imax: 13h15, 15h15, 17h15, 19h15 e 21h15 Cidade 2: 13h(*), 15h, 17h(*), 19h e 21h(*) Cidade 6: 11h50 (*) Cidade 7: 13h15k, 15h15, 17h15, 19h15 e 21h15 (*) Contagem 4: 13h(*), 15h, 17h(*), 19h e
21h(*) Contagem 6: 13h15, 15h15, 17h15, 19h15 e 21h15 (*) Del Rey 2: 17h e 21h (*) Del Rey 2: 17h, 21h e 23h (*) Del Rey 3: 13h15, 15h15, 17h15, 19h15 e 21h15 Del Rey 3: 13h15, 15h15, 17h15, 19h15, 21h15 e 23h Itaú Power 3: 21h15 (*) Itaú Power 5: 13h20, 15h20, 17h20, 19h20 e 21h20 (*) Minas 3: 13h15, 15h15, 17h15. 19h15 e 21h20 (*) Minas 5: 17h25(*) e 21h25 Paragem 1: 13h30(*), 15h20, 17h20(*), 19h20 e 21h15 Via Shopping 3: 13h20, 15h20, 17h20, 19h20 e 21h20 (*) Big 1: 17h15 e 20h50 (*) Big 2: 15h20 e 18h55 (*) Norte 1: 17h15 e 20h50 (*) Norte 5: 15h20 e 18h55 (*) Diamond 1: 18h30 e 20h50 Diamond 4: 14h30, 16h50, 19h10 e 21h30 Estação BH 3: 13h, 15h15, 17h30, 19h45 e 22h (*) Estação BH 4: 12h(*), 14h15(*), 16h30(*), 18h45(*) e 21h Estação BH 4: 12h(*), 14h15(*),
WARNER BROS./DIVULGAÇÃO
“A Freira”
Filme, que tem a atriz Taissa Farmiga como protagonista, traz novamente o demônio Valak
16h30(*), 18h45(*), 21h e 23h15(*) Monte Carmo 5: 21h10 Monte Carmo 6: 14h30, 16h40, 18h50 e 21h (*) Pampulha 4: 17h10 e 21h20 (*) Pampulha 5: 21h25 (*) Pampulha 6: 15h, 17h, 19h e 21h (*) Partage Shopping Betim 1: 14h05, 16h40, 19h05 e 21h30 (*) Partage Shopping Betim 6: 15h30, 18h e 20h30 (*) Pátio Savassi 1: 20h e 22h20 Pátio Savassi 5: 13h30, 15h50, 18h10 e 20h30 Pátio Savassi 6: 14h30, 16h50, 19h10 e 21h30 (*) Sessões dubladas
MARVIN (Marvin ou la belle éducation, França, 2018, 1h54, 16 anos) Dir. Anne Fontaine. Com Finnegan Oldfield, Catherine Mouchet , Grégory Gadebois. Marvin está em fuga de seu vilarejo, em Vosges, da família, da intolerância e da rejeição. Ele descobre o teatro e aliados que vão permitir que sua história seja contada por ele mesmo. Ponteio 3: 16h10 e 20h30
A VIDA EM FAMÍLIA (La Vita in Comune, Itália, 2018, 1h50, 12 anos) Dir. Edoardo Winspeare. Com Gustavo Caputo, Antonio Carluccio, Claudio Giangreco. Na aldeia Desperata, no Sul da Itália, o prefeito Filippo Pisanelli tem certeza de que está na profissão errada. Para aliviar sua depressão, usa seu amor pela poesia para dar aulas a presos. Belas 1: 14h30, 16h50, 19h10 e 21h30
WHEELY - VELOZES E DIVERTIDOS (*) (Wheely, Malásia/ Maldivas/ Brunei Darussalam/ Djibuti, 2018, 1h20, livre) Dir. Yusry Abdul Halim, Carl Mendez. Wheely é um pequeno táxi que sonha em se tornar o rei da estrada. Para isso, ele precisará provar que é um verdadeiro herói enfrentando os carros de elite e o terrível caminhão de 18 rodas. Boulevard 1: 13h30, 15h20 e 17h10 Cidade 5: 11h40, 13h30 e 19h20 Cidade 5: 15h20 (sessão 3D) Cidade 5: 13h30 e 19h20 Contagem 8: 13h30, 15h20 e 19h20 Del Rey 2: 15h (sessão 3D) Del Rey 2: 13h10 e 19h Itaú Power 3: 13h45, 15h30 e 19h30 Minas 2: 13h45, 15h30 e 19h30 Pampulha 1: 16h55 e 18h55 (sessões 3D) Pampulha 2: 15h15 e 17h15 (*) Sessões dubladas
almanaque
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 8 a 14 de setembro de 2018
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CINEMA continuam em cartaz 50 SÃO OS NOVOS 30
ESCOBAR – A TRAIÇÃO
(Marie-Francine, França, 2018, 1h35, 12 anos) Dir. Valérie Lemercier. Com Valérie Lemercier, Hélène Vincent, Patrick Timsit. Aos 50 anos, Marie-Francine está muito velha para seu emprego e o marido a troca por uma mulher mais nova. Ela volta a morar na casa dos pais e conhece Miguel, que também vive situação parecida. Ponteio Premier: 14h10
(Loving Pablo, Espanha, 2018, 2h03, 16 anos) Dir. Fernando León de Aranoa. Com Javier Bardem, Penélope Cruz, Peter Sarsgaard. Uma jornalista engata um relacionamento com o famoso traficante de drogas colombiano Pablo Escobar. Ponteio 4: 16h20 e 21h05
CAFÉ COM CANELA (Brasil, 2018, 1h40, 14 anos) Dir. Ary Rosa, Glenda Nicácio. Com Valdinéia Soriano, Aline Brune, Babu Santana. Após perder o filho, Margarida vive isolada da sociedade. Ela se separa do marido Paulo e perde o contato com amigos e pessoas próximas. Um dia, Violeta, uma ex-aluna, bate à sua porta e assume a missão de devolver um pouco de luz àquela pessoa que havia sido importante pra ela na juventude. Belas 3: 16h
O CANDIDATO HONESTO 2 (Brasil, 2018, 1h44, 14 anos) Dir. Roberto Santucci. Com Leandro Hassum, Rosanne Mulholland, Victor Leal. Um político brasileiro se entrega à justiça e é preso por corrupção, antes de tentar dar a volta por cima com sinceridade e propostas reais. BH Shopping 4: 14h, 16h40, 19h20 e 21h50 Betim 2: 16h30 Betim 3: 18h50 Boulevard 4: 14h, 18h40 e 20h50 Boulevard 4: 18h40 e 20h50 Cidade 6: 14h30, 16h40, 18h50 e 21h Contagem 7: 14h30, 16h50, 19h10 e 21h10 Del Rey 4: 14h10, 16h20, 18h40 e 20h50 Itaú Power 1: 16h40, 18h50 e 21h Minas 5: 13h e 19h20 Paragem 3: 14h20, 16h30, 18h40 e 20h50 Via Shopping 5: 14h, 18h30 e 20h40 Big 3: 16h30, 18h30 e 20h30 Norte 3: 18h30 e 20h30 Diamond 5: 13h10, 15h50 e 21h50 Estação BH 6: 13h30, 15h45, 18h15 e 20h40 Monte Carmo 2: 14h, 16h10, 18h20 e 20h30 Pampulha 4: 15h05 e 19h15 Partage Shopping Betim 7: 13h50, 17h20, 20h e 22h30 Pátio Savassi 7: 14h, 16h30, 19h30 e 22h
CHRISTOPHER ROBIN – UM REENCONTRO INESQUECÍVEL (*) (Christopher Robin, EUA, 2018, 1h44, livre) Dir. Marc Forster. Com Ewan McGregor, Hayley Atwell, Mark Gatiss. Christopher Robin já não é mais aquele garoto que adorava embarcar em aventuras ao lado de Ursinho Pooh. Ele cresceu e perdeu o rumo de sua vida, mas seus amigos de infância irão ajudá-lo. BH Shopping 6: 13h10, 15h40 e 18h40 Diamond 1: 13h30 e 16h (*) Sessões dubladas
A DESTRUIÇÃO DE BERNARDET (Brasil, 2018, 1h12, 10 anos) Dir. Claudia Priscilla, Pedro Marques. Jean-Claude Bernardet reflete sobre as críticas recebidas por suas incursões como ator e revela suas perspectivas de vida, ao mesmo tempo em que precisa lidar com o fato de ser portador do vírus HIV. Belas 3: 18h
mostras
Partage Shopping Betim 3: 13h30, 16h10, 18h50 e 21h50 (*) Sessões dubladas
GRANDE PRÊMIO DO CINEMA BRASILEIRO (*) Sábado (8) 16h Camaradas, de Julien Duvivier (La Belle Équipe, FRA, 1936) * Integra a Mostra Cineclube Roncinante. Haverá debate após a sessão 18h45 Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky (BRA, 2017) 20h45 Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé (EUA, 2016)
FERRUGEM (Brasil, 2018, 1h45, 14 anos) Dir. Aly Muritiba. Com Tiffanny Dopke, Enrique Díaz, Giovanni de Lorenzi. Tati é uma adolescente que gosta de compartilhar seus melhores momentos nas redes sociais. Mas a vida dela vira do avesso quando algo que ela não queria cai no grupo de Whatsapp do colégio. Belas 3: 14h e 21h30 Ponteio 2: 16h50 e 20h50 Ponteio 2: 16h50 e 19h
GAUGUIN – VIAGEM AO TAITI (Gauguin - Voyage de Tahiti, França, 2018, 1h42, 14 anos) Dir. Edouard Deluc. Com Vincent Cassel, Malik Zidi, Tuheï Adams. No ano de 1891, Gauguin se exila no Taiti. Lá, ele conhece Tehura, que se tornará sua esposa e tema das suas telas mais importantes. Belas 2: 14h, 19h50 e 21h50 Belas 2: 14h e 21h50
AS HERDEIRAS (Las Herederas, Paraguai/ Alemanha/ Uruguai/ Noruega/ Brasil/ França, 2018, 1h38, 14 anos) Dir. Marcelo Martinessi. Com Ana Brun, Ana Ivanova, Margarita Irún. Quando sua esposa de 30 anos Chiquita é mandada para a prisão por sonegação de impostos, Chela, herdeira de uma família rica no Paraguai, é obrigada a trabalhar como motorista para se sustentar. Belas 2: 16h e 18h Belas 2: 11h(Clube do professor. Somente para professores cadastrados), 16h e 18h Ponteio 3: 18h30
OS INCRÍVEIS 2 (*) (The Incredibles 2, EUA, 2018, 1h58, livre) Dir. Brad Bird. Helena Pêra é chamada para voltar a lutar contra o crime como a super-heroína Mulher-Elástica, e seu marido, Roberto, terá que cuidar das crianças, especialmente o bebê Zezé, cujos superpoderes surgem sem qualquer controle. Boulevard 4: 16h Contagem 3: 16h05 Del Rey 7: 13h50 Itaú Power 1: 14h (*) Sessões dubladas
OS JOVENS TITÃS EM AÇÃO! NOS CINEMAS (*) (Teen Titans GO! To The Movies, EUA, 2018, 1h24, livre) Dir. Aaron Horvath, Peter Rida Michail. Robin, Ciborgue, Estelar, Ravena e Mutano são os Jovens Titãs e, ao perceberem que todos os super-heróis estão estrelando filmes, decidem se mobilizar para também ter espaço nas telonas. BH Shopping 8: 13h20, 15h30, 17h50 e 20h10 Betim 1: 13h30 e 15h20 Boulevard 3: 13h40, 15h30 e 17h30 Cidade 1: 13h30, 15h15 e 17h15 Contagem 5: 14h, 15h50 e 19h30 Del Rey 6: 13h20, 15h10 e 19h20 Itaú Power 4: 13h30, 15h20 e 19h10 Minas 1: 13h15 Minas 6: 15h35 e 19h20
Domingo (9) 16h Bingo – O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende (BRA, 2017) 18h15 Cora Coralina – Todas as Vidas, de Renato Barbieri (BRA, 2017) 20h Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa (BRA, 2017)
In-Edit Brasil Mostra chega a BH com especial de 11 filmes brasileiros dedicados ao documentário musical e que foram destaque na história do Festival; “Fevereiros” (foto) abre, na próxima sextafeira (14), no Sesc Palladium, a programação, que vai até 23 de setembro. Entrada será gratuita Paragem 2: 13h50, 15h4, 17h30 e 19h10 Via Shopping 2: 13h50, 15h40, 17h30 e 19h10 Big 4: 15h20, 17h10 e 18h55 Norte 3: 15h e 16h45 Diamond 3: 12h50, 15h30 e 20h30 Estação BH 1: 13h15, 15h30, 17h45 e 20h Monte Carmo 5: 13h50, 15h40, 17h30 e 19h10 Pampulha 5: 14h05, 15h55, 17h45 e 19h35 Partage Shopping Betim 2: 14h10 e 16h30 Pátio Savassi 4: 12h30, 15h30, 17h50 e 20h15 (*) Sessões dubladas
A LIVRARIA (The Bookshop, Espanha/ Reino Unido/ Alemanha, 2018, 1h50, 10 anos) Dir. Isabel Coixet. Com Emily Mortimer, Bill Nighy, Patricia Clarkson. Em 1959, uma viúva de espírito livre deixa o luto para trás e arrisca tudo para abrir uma livraria – o primeiro estabelecimento desse tipo na sonolenta cidade litorânea de Hardborough, na Inglaterra. Ponteio Premier: 18h45
LOU (Lou Andreas-Salomé, Alemanha/ Suíça, 2018, 1h53, 12 anos) Dir. Cordula Kablitz-Post. Com Katharina Lorenz, Liv Lisa Fries, Nicole Heesters. A escritora e psicanalista Lou Andreas Salomé, no fim do século XIX, vive de forma livre e contestadora. Suas ideias e atitudes seduzem nomes como Paul Rée e Friedrich Nietzsche, o psicanalista Sigmund Freud, o poeta Rainer Maria Rilke, além do jovem filólogo Ernst Pfeiffer. Ponteio Premier: 16h20 e 21h
MAMMA MIA! LÁ VAMOS NÓS DE NOVO! (Mamma Mia! Here We Go Again, EUA, 2018, 1h54, 14 anos) Dir. Ol Parker. Com Lily James, Amanda Seyfried, Meryl Streep. Um ano após a morte de Donna, sua filha Sophie está prestes a reinaugurar o hotel da mãe. Ela convida seus três “pais” e as amigas da mãe Rosie e Tanya, e o reencontro serve para desenterrar memórias sobre a juventude de Donna no final dos anos 70. Diamond 2: 12h e 14h45 Pátio Savassi 1: 14h15
MEGATUBARÃO (*) (The Meg, EUA, 2018, 1h53, 14 anos) Dir. Jon Turteltab. Com Jason Statham, Bingbing Li, Rainn Wilson. Um submarino foi atacado por uma criatura gigantesca, a qual se pensava estar extinta. Um expert em mergulhos profundos é forçado a confrontar seus medos e salvar a tripulação, ficando frente a frente com o maior predador marinho que já existiu. BH Shopping 9: 14h40, 17h20 e 20h20 BH Shopping 9: 14h40 e 17h20 Cidade 5: 17h10 e 21h10 Contagem 3: 13h50 e 21h Del Rey 7: 16h10 Itaú Power 3: 17h20 Minas 2: 17h20 e 21h15 Big 4: 20h40 Estação BH 2: 21h45 (sessão 3D) Monte Carmo 1: 20h50 Partage Shopping Betim 2: 18h40 e 21h40 (sessões 3D) (*) Sessões dubladas
MISSÃO IMPOSSÍVEL: EFEITO FALLOUT (Mission: Impossible - Fallout, EUA, 2018, 2h27, 14 anos) Dir. Christopher McQuarrie. Quando uma importante missão não sai como o planejado, Ethan Hunt e o time do IMF unem forças em ação numa corrida contra o tempo para acertar as contas com os erros do passados. BH Shopping 6: 21h20 (sessão dublada)
A OUTRA MULHER (Amoureux de ma femme, França, 2018, 1h24, 12 anos) Dir. Daniel Auteuil. Com Daniel Auteuil, Gérard Depardieu, Sandrine Kiberlain. Ao conhecer a nova namorada de seu melhor amigo, Daniel se pega fantasiando sobre ela. Ele é casado, mas não conseguindo escapar de suas fantasias, deixa a cautela de lado e está disposto a realizar seus mais loucos sonhos. Ponteio 3: 14h20
O PROTETOR 2 (The Equalizer 2, EUA, 2018, 2h01, 14 anos) Dir. Antoine Fuqua. Com Denzel Washington, Bill Pullman, Pedro Pascal. Um empresário coloca uma mulher no carro de Robert McCall e ordena que ele a leve até sua casa. Percebendo que ela foi violentada, McCall resolve ir atrás do tal homem. Pouco tempo depois, ele descobre que a mulher foi assassinada.
ROSZA FILMES PRODUÇÕES/DIVULGAÇÃO
DEUS NÃO ESTÁ MORTO – UMA LUZ NA ESCURIDÃO (*) (God’s Not Dead: A Light in Darkness, EUA, 2018, 1h45, 12 anos) Dir. Michael Mason. Com David A.R. White, Jennifer Taylor, John Corbett. Quando a igreja de Saint James é incendiada, devastando a congregação e o pastor Dave, a universidade vizinha, Hadleigh University, usa a tragédia para tentar despejar a igreja do campus. Boulevard 1: 19h Cidade 3: 18h50 Contagem 8: 17h10 e 21h10 Del Rey 7: 18h20 Minas 6: 13h20 e 21h10 Via Shopping 5: 16h10 Diamond 5: 19h Monte Carmo 1: 14h20 e 18h40
Cidade 3: 21h05 (*) Contagem 3: 18h35 (*) Del Rey 4: 22h50 Del Rey 6: 17h e 21h10 Itaú Power 4: 21h (*) Minas 5: 15h05 (*) Paragem 2: 21h Ponteio 4: 18h40 Pátio Savassi 8: 13h10 e 16h Pátio Savassi 8: 19h e 21h40 (*) Sessões dubladas
UMA QUASE DUPLA (Brasil, 2018, 1h30, 14 anos) Dir. Marcus Baldini. Com Tatá Werneck, Cauã Reymond, Louise Cardoso. Quando uma série de assassinatos abala a rotina da cidade de Joinlândia, o calmo e pacato subdelegado Claudio recebe a ajuda da destemida e experiente investigadora Keyla nas investigações. Pátio Savassi 8: 21h50
SLENDER MAN - PESADELO SEM ROSTO (Slender Man, EUA, 2018, 1h34, 12 anos) Dir. Sylvain White. Com Joey King, Jaz Sinclair, Julia Goldani Telles. Segundo o folclore, “Slender man” é homem muito alto, magro e sem rosto que persegue e sequestra pessoas, principalmente crianças, e as obriga a cometer atos terríveis. Boulevard 1: 21h15 Cidade 1: 19h05 (*) Del Rey 7: 20h40 Itaú Power 4: 17h10 (*) Minas 6: 17h25 (*) Via Shopping 2: 21h10 (*) Estação BH 1: 22h15 (*) Monte Carmo 1: 16h40 (*) Pátio Savassi 4: 22h30 (*) Sessões dubladas
TROCA DE RAINHAS (L’Echange des Princesses, França/ Bélgica, 2018, 1h40, 12 anos) Dir. Marc Dugain. Com Lambert Wilson, Anamaria Vartolomei, Olivier Gourmet. Em 1721, para manter a paz entre França e Espanha após anos de guerra, o regente francês propõe uma troca de princesas. Porém, a chegada delas pode comprometer os jogos de poder na Corte. Ponteio 4: 14h10
YONLU (Brasil, 2018, 1h30, 14 anos) Dir. Hique Montanari. Com Thalles Cabral, Leonardo Machado, Nelson Diniz. Baseado na história real de Yonlu, garoto de 16 anos que, com a ajuda da internet, conquistou o mundo com seu talento para a música e para a arte, mas também participava de um fórum de potenciais suicidas. Belas 3: 19h40 Ponteio 2: 15h e 19h Ponteio 2: 15h
sessão especial
Segunda (10) 17h Pitanga, de Beto Brant, Camila Pitanga (BRA, 2017) 19h No Intenso Agora, de João Moreira Salles (BRA, 2017) 21h15 Um Filme de Cinema, de Walter Carvalho (BRA, 2017) Terça (11) 16h Divinas Divas, de Leandra Leal (BRA, 2017) 18h Dunkirk, de Christopher Nolan (EUA, 2017) 20h Blade Runner 2049, de Denis Villeneuve (EUA, 2017) Quarta (12) 17h La La Land - Cantando Estações, de Damien Chazelle (La La Land, EUA, 2016) 19h15 Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio (Una mujer fantástica, EUA, 2017) 21h15 Eu, Daniel Blake, de Ken Loach (I, Daniel Blake, UK-FRA-BEL, 2016) (*) Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Gratuito mediante retirada de ingressos 30 minutos antes da sessão.
MOSTRA SETEMBRO AMARELO (*) Quinta (13) 15h Mary e Max: Uma Amizade Diferente, de Adam Elliot (Mary and Max, AUS, 2009) 17h Nasce uma Estrela, de William A. Wellman, Jack Conway (A Star Is Born, EUA, 1937) * Sessão comentada pela pesquisadora e curadora Layla Braz 19h45 A Carruagem Fantasma, de Victor Sjöström (Körkarlen, SUE, 1921) 21h30 Uma Vida em Suspense, de Sydney Pollack (The Slender Thread, EUA, 1965) Sexta (14) 14h30 A Felicidade Não Se Compra, de Frank Capra (It's a Wonderful Life, EUA, 1946) 17h Harakiri, de Masaki Kobayashi (Seppuku, JAP, 1962) 19h30 Europa 51, de Roberto Rossellini (ITA, 1952) * Integra a mostra Cinema e Psicanálise. Sessão será comentada por Cristiane Barreto Sábado (15) 16h A Morte do Caixeiro Viajante, de Laslo Benedek (Death of a Salesman, EUA, 1951) 18h15 Thelma & Louise, de Ridley Scott (EUA, 1991) 20h30 À Queima-Roupa, de John Boorman (Point Blank, EUA, 1967) Domingo (16) 16h Ensina-me a Viver, de Hal Ashby (Harold and Maude, EUA, 1971) 18h Gente como a Gente, de Robert Redford (Ordinary People, EUA, 1980) 20h15 Noite de Desamor, de Tom Moore (Night, Mother, EUA, 1986) (*) Cine Humberto Mauro (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.
MINIONS (*)
Dirigido pelos mineiros Glenda Nicácio e Ary Rosa, ‘Café com Canela’ é o primeiro longa de ficção dirigido por uma mulher negra a entrar em cartaz em 34 anos
(Minions, EUA, 2015, 1h31, Livre) Dir. Pierre Coffin, Kyle Balda. Após a morte do seu antigo mestre, os Minions saem a procura de um novo vilão para servir. BH Shopping 1: 12h20 Diamond 6: 12h05 Partage Shopping Betim 6: 13h Pátio Savassi 3: 12h (*) Sessões dubladas
IN-EDIT BRASIL – 10 ANOS (*) Sexta (14) 19h30 Fevereiros, de Márcio Debellian (BRA, 2017) (*) Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro, 3270-8100). Entrada gratuita com retirada 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria
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estilo TUDO COLORIDO> As peças tie-dye, sucesso dos anos 70, ressurgem na temporada de cara nova AGÊNCIA FOTOSITE
Hippie
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repaginado Se você vivenciou o verdadeiro espírito dos anos 70, provavelmente já reproduziu algum tutorial de tingimento caseiro para deixar uma simples camiseta branca com a estampa psicodélica batizada de tie-dye. A técnica consistia basicamente em amarrar a t-shirt com barbantes e mergulhá-la em uma infusão de corantes e água fervendo com sal. O resultado? Uma camiseta manchada em várias cores e tonalidades diferentes. Passado algum tempo, a técnica caiu em desuso. Como tantos outros fenômenos, foi tachada de cafona. Mas, é fato, o mundo dá voltas. E, tal como aconteceu com a pochete e a bota branca, eis que o efeito degradê (que, na verdade, tem sua origem lá atrás, em culturas antigas, em países da África e da Ásia), volta a dar o ar da graça. “Mas hoje, claro, o tie-dye está ressignificado – até porque muitas peças são tingidas digitalmente, e não manualmente. Antes, como uma estampa de protesto nos anos 70, pelo movimento hippie e pela contracultura, o efeito era obtido de forma não industrial”, contextualiza Luiza Oliveira, fundadora e docente da Plural Espaço de Moda, em Belo Horizonte. Ela pontua que, assim como a estampa característica, outros itens disputados nos anos 70, como a bolsa de palha, os calçados com cara de naturebas e as peças em linho, compõem um movimento de resgate do trabalho artesanal, que é uma forte tendência para o próximo verão. Para o stylist David Souza, o tie-dye também é um reflexo da forte referência dos anos 70, que está influenciando recentes coleções de moda como as da Prabal Gurung e da Ralph Lauren – precursoras em transpor para a passarela a atmosfera hippie com uma roupagem mais “adulta”, para a vida real. “Estamos vivendo, na moda, um remix de tudo que foi destaque nas décadas anteriores. E, agora, os anos 70 se fortalecem também Lorena K. Martins
O desfile masculino da Louis Vuitton foi repleto de tie-dye em cores mais sóbrias, como preto e cinza
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No desfile da coleção de verão 2018 da Michael Kors, o tom hippie se refletiu em produções monocromáticas
no quesito ‘consciência do consumo’, no querer saber como foi feita uma peça, se de fato à mão”, pondera. Como usar. Para apostar no visual “manchado”, basta entender a tendência aplicada ao momento atual. “Acho legal combinar uma camiseta bem manchada com um bom jeans de cintura alta ou investir em peças como vestidos de seda e saias, além de acessórios como bolsas e bonés”, exemplifica. Fato é que a tendência colorida pode ser encarada como, no mínimo, divertida – mas é preciso ter cuidado para não ficar com um visual extremamente caricato. “Não costumo ser muito taxativa na hora de direcionar o uso de uma peça dentro dessa tendência: depende de como a pessoa se sente ou de seu estilo. Mas adotar a estampa junto a vários outros elementos da mesma estética hippie, aí, sim, pode resultar em uma ‘cara’ de fantasia”, explica Luiza. Para se precaver, vale misturar a estética a itens que fogem desse espírito – incluindo peças em alfaiataria.
Até a grife Chanel adotou a tendência para estampar vestidos luxuosos AGÊNCIA FOTOSITE
FAÇA VOCÊ MESMO O tie-dye é válido também como uma forma de dar um novo sentido a uma peça que estava encostada, além da possibilidade de se produzir em casa, a um custo baixo. “E isso está, de fato, em alta. Ser acessível a qualquer pessoa, já que, se você não pode comprar um modelo mais caro, basta fazer um similar”, ressalta David. Recentemente, a marca italiana Gucci disponibilizou uma versão tie-dye da camiseta com logo que fez o maior sucesso entre as celebridades. Mas, bem, o valor é alto: US$ 550. É possível, pois, que a procura por tutoriais que ensinam o passo a passo aumente. Luiza destaca que, antes de a fashionista optar por produzir uma peça multicolorida, deve se atentar ao fato de que “o tingimento natural só acontece em peças 100% algodão”.
A cantora Luiza Sonza investiu na t-shirt com o maior número possível de cores
Estampas da marca mineira Anne Est Folle
estilo
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NAS MÃOS >Esmaltes também estão alinhados com as principais tendências de beleza
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Fica a dica: brinque com as várias tonalidades de uma cor
Atualizando a manicure INSTAGRAM @KYLIEJENNER/REPRODUÇÃO
Tempos atrás, a ideia de pintar uma unha de cada cor seria vista no máximo como uma brincadeira, uma prática associada às travessuras comuns ao imaginário infantil. Mas eis que entram em cena, mais uma vez, as fashionistas sul-coreanas, com sua conhecida avidez por apostar as fichas em novidades. E as moças, empenhadas que só, resolveram colocar as unhas coloridas como a bola da vez. Uma das precursoras da ideia foi a marca Trou de Lapin, que lançou kits de esmaltes com diferentes nuances. O compartilhamento das unhas à la arco-íris pelo Instagram acabou conquistando adeptos nos quatro cantos do mundo. “O esmalte deixou de ser apenas um item de cuidados para as mãos e passou a figurar como acessório feminino”, acredita Vivian Silverio, gerente de marketing da marca de esmaltes Impala. Ela explica que a empresa resolveu investir em mais nuances dentro da cartela de cores disponível no mercado. Vale dizer que, nos backstages de qualquer temporada de moda, as unhas são componentes essenciais para integrar uma produção de moda. Apesar da variação de recursos para se decorar as unhas, como adesivos, aplicações e até pedras preciosas, na última temporada da SPFW, por exemplo, a esmaltação simples foi a grande protagonista, destronando a nail art extremamente trabalhada. E com um upgrade: cor no olho, na boca e na unha em sintonia. Mas não só. “Para a primavera e o verão, as apostas recaem sobre os tons pastel e as candy colors – inspiradas nas cores dos doces”, sugere Vivian Silverio. “Essa tendência já foi vista e apresentada nas semanas de moda internacionais e também pelos trendsetters, que apontam quais serão as apostas da estação”, pontua. Lorena K. Martins
Apaixonada por suas unhas compridas, Kylie Jenner também é fã de cores claras
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Tonalidades pastel e cores clarinhas são as vedetes da estação
NA PRÁTICA A ideia de uma unha multicolorida pode até soar estranho, mas, na hora de usar, o efeito pode ser bastante interessante. “Não era comum as clientes pedirem uma unha de cada cor. De uns tempos para cá, isso mudou: tenho várias clientes que estão pedindo”, conta Lady Dayane, artista que atende pela Singu, marketplace de beleza e bem-estar. Para as mais básicas, misturar diferentes tonalidades de uma mesma cor pode ser uma boa aposta. Tons da mesma família, como os pastel ou os terrosos, também rendem harmonizações acertadas. Regras, neste caso, não existem. E é por isso que as imagens a seguir podem servir de guia na hora de ir ao salão – e ficar ainda mais bonitas.
Para o verão, a cor menta, por exemplo, cai muito bem. De forma geral, os tons pastel e nuances mais claras são os mais pedidos da temporada
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vida leve
Laura Medioli laura@otempo.com.br
Sementes do bem HÉLVIO
e vez e m quando, minha fil h a mais velha me ligava para saber como se fazia leite queimado, chocolate quente ou alguma coisa parecida. Ela e a caçula, ambas adolescentes na época, trabalhavam voluntariamente, à noite, dando aulas de alfabetização para adultos. Uma ensinava matemática e português, e a outra, por um período, foi a encarregada da cozinha, onde servia sanduíches, café com leite e bolos de fubá. Desde crianças, procurei prepará-las para uma realidade distante da delas, mas, ao mesmo tempo, tão próxima. Gostava de levá-las às vilas e aglomerados, onde, ao meu lado, costumavam tomar café e ouvir sobre tragédias. Aprenderam com isso que caridade não é somente distribuir coisas, mas, acima de tudo, saber escutar, dar conselhos e ser útil a alguém. Ainda meninas, sem eu nunca ter pedido, já se mobilizavam em questões humanitárias. E não me sur-
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preendia quando tiravam um fim de semana para trabalhar em prol de crianças em tratamento oncológico. Não esqueço o dia em que me fizeram rodar meio mundo para encontrar o que procuravam: um par de Conga branco e outro vermelho. – Uai! Isso ainda existe? – perguntei curiosa. – Claro, mãe! É o melhor tênis do mundo! – E rindo, completaram: – E custa só R$ 10... Mãe, um tênis da Nike é mais de R$ 300... Não entendo, como é que pode... Concordei, pensando no tipo de consumismo que já naquela época imperava, que quase “obrigava” os pais a adquirir um desses “Nikes da vida”. Que bobagem! As coisas podiam ser tão mais simples se mostrássemos aos nossos filhos, ainda em formação, que os verdadeiros valores não se encontram em etiquetas ou marcas. Às 21h, saía para buscálas no trabalho. Como sempre, entravam no carro sorrindo, satisfeitas, contando casos e mais casos dos seus alunos grandes. Vestiam-se de jeans e camiseta. Nos pés, Conguinhas brancos e vermelhos. Olhando para elas, pensava: “Tão meninas e tão maduras...”
Até que elas cresceram. Na última semana, a minha mais velha completou 30 anos. Incrível como o tempo nos escapole. E vou me lembrando de cada fase de sua vida, desde o dia em que nasceu, numa manhã ensolarada de agosto. De lá para cá, muitas coisas aconteceram... No seu aniversário, pe-
diu aos amigos e familiares que lhe dessem ração de presente. Vegetariana convicta e amante dos animais, optou por ganhar comida de cachorro para distribuí-la a ONGs protetoras. E foi na semana retrasada que a minha caçula, já casada, saiu de sua casa às cinco da manhã para um com-
promisso, só retornando à noite, exausta, mas imensamente feliz. – Mãe, eu tô quebrada... – me diz pelo telefone. – Como assim, filha? Onde você estava que nem seu celular pegava? E me contou animada sobre o novo projeto em que se envolveu. Foi parar no Ta-
quaril, próximo a Sabará, no alto de um morro que não acabava nunca, até chegar a um aglomerado pobre e carente de tudo. Trabalhou, com uma equipe de jovens feito ela, na construção e reforma de casas para quem mais necessitava. Dez casas construídas ou reformadas num único dia. Pegou firme na marreta, logo ela, magrinha daquele jeito! pensei impressionada. Por isso, a exaustão. – Amanhã te conto tudo! Vou dormir... – me diz, já tarde da noite. Desligo o telefone e me perco em divagações... Minhas meninas cresceram. Vejo que aquelas sementinhas do bem, que germinaram lá atrás, nunca deixaram de evoluir. Sei que hoje, dentro delas, existe uma árvore gigante! Uma árvore cujos frutos alimentam, cujas flores colorem e cujas sombras acolhem a quem precisa. Árvores lindas, que às vezes, sem me conter de emoção, me fazem chorar.
Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO
pampulha MTUR/DIVULGAÇÃO
WSC. Treze festas atraem 2 milhões de turistas em outubro. Págs. 4 e 5 WRN. Rede hoteleira portuguesa inaugura novo resort em Touros. Página 11
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BELO HORIZONTE Sábado 8/9/2018
Ceará alaranjado
Com 45 praias e ventos fortes de até 70 km/h, Rota das Falésias convida visitante a passeios de buggy, nas dunas, mergulho em lagoas e prática de kitesurfe. Páginas 6 a 10
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paulo campos
Acompanhe as dicas de Paulo Campos no quadro Super Viagem, de segunda a sábado, às 9h55, 15h30 e 20h55
paulocampos@otempo.com.br
sala vip W
VISIT ORLANDO/DIVULGAÇÃO
Orlando e seus parceiros em BH O órgão oficial de Orlando, Visit Orlando, promoveu evento para capacitar agentes de viagens no hotel Hilton Garden Inn. O road show contou com a presen-
ça do Walt Disney World, Kennedy Space Center e SeaWorld Parks. A Disney exibiu sua nova área no Hollywood Studios, Toy Story Land, e anunciou para
2020 a abertura da Star Wars Land. O SeaWorld apresentou seu destaque dessa temporada, a Infinity Falls, um passeio de rating por uma floresta tropical. O Kennedy
Space Center trouxe Marcos Pontes, único brasileiro a embarcar em uma missão especial, para mostrar seus novos atrativos, Mars Base 1, ATX e Fly with an Astronaut.
Luiz Araújo (Walt Disney), Victor Manjarres e Juanita Ariza (Kennedy Space Center), o astronauta brasileiro Marcos Pontes, André Almeida (Visit Orlando) e Martim Diniz (SeaWorld) FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Leandro Souza (Abreu), Aline Félix e Izabella Moura (Azul Viagens), Anderson de Souza e Luiz Fernando Branco (Snow)
Rodrigo Okama e Vinícius Chafas (Orienter Tour & Travel) e a dupla Luiz Claudio Barros e Ricardo Andrade (Visual Turismo)
Filipe Lorandes (Agaxtur Viagens), Ana Paula e José Aparício Almeida (Castle Tour) e Herbert Faria (Mundial Vistos)
Giuliana Temponi (Tia Eliane Tours) e o quarteto Regilene Chagas, Tatiana Ximenes e Hérika Alves (operadora Hotel DO)
Bruna Azevedo (Tia Eliane Tours) e o trio de agentes Izabelle Carvalho, Isabela Veloso e Larissa Veloso (operadora Hotel DO)
Das operadoras, as duplas Clinton Ramos e Washington Silva (MMT Gapnet) e Fabiano Araújo e Andrea Dias (RCA)
VALDEZ MARANHÃO/DIVULGAÇÃO
Wcheck-in/check-out
Argentina-Minas
Fim do Multiplus
A Argentina é o terceiro país que mais importa produtos de Minas. Com apoio do FecomércioMG, no próximo dia 10, no hotel Promenade BH Platinum, empresários argentinos de vários segmentos participarão de uma rodada de negócios com empresários mineiros para fortalecer o intercâmbio entre as duas regiões. Esse já é o segundo encontro neste ano.
A Latam anunciou nesta semana que não pretende renovar ou estender seu acordo operacional com a Multiplus, que administra seu cartão de fidelidade, após 31/12/2024. Simultaneamente, a Latam anunciou sua intenção de comprar todas as ações da Multiplus. Como era esperado, o Latam Pass – sucessor do programa Lan Pass – deverá ser o provável sucessor do Multiplus.
Valdez Maranhão, o anfitrião, e a jornalista Keith Alomeida
Sérgio Moreira e José Maurício Gomes, da Abav-MG
Carlos Dias (TAP), Maria Elvira (Acer) e Fernando Varella
A dupla sertaneja mineira Marcelo Silva & Ryan
EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Novo resort no litoral O grupo português Vila Galé inaugurou, no último dia 1º, sua 31ª unidade no mundo e a oitava no Brasil, o Vila Galé Touros, na vila homônima, no Rio Grande do Norte. O evento – que reuniu autoridades, parceiros, fornecedores, imprensa e celebridades – contou com a presença do presidente da rede, Jorge Rebelo de Almeida, que discursou por 36 minutos, com um jantar com comida portuguesa e com show da cantora Luciana Melo e da bateria da Mangueira. O Vila Galé investiu cerca de R$ 150 milhões no novo empreendimento.
Da rede Vila Galé, José Bastos (diretor de operações), Jorge Rebelo (presidente), Gonçalo Rebelo (administrador) e Alexandre Magno (gerente)
Uma receita com 27 anos de sucesso Cidades inteligentes
Doce de leite a bordo
Estão abertas as inscrições para o seminário Cidades e Destinos Turísticos Inteligentes. Destinado aos agentes da cadeia produtiva turística e tecnológica, o evento ocorre nos dias 20 e 21/9, no auditório JK da PBH, com a participação de profissionais em dois dias de palestras, painéis e workshops. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados no link https://goo.gl/CsbdXE
Poucos sabores são tão mineiros quanto o do doce de leite. Foi pensando nisso que a Gol, em seu projeto de reformulação do cardápio de bordo internacional, decidiu disponibilizá-lo em seu serviço nos voos partindo de BH. O gostinho da tradição mineira agora vai acompanhar os passageiros para onde quer que ele esteja viajando, tornando a experiência da viagem cada mais agradável e acolhedora.
Sob o olhar da história, o empresário e fotógrafo Valdez Maranhão realizou a 27ª edição de sua tradicional feijoada no Automóvel Clube. O evento espalhou, pelos dois andares do icônico prédio da avenida Afonso Pena, 22 jornalistas advindos do Rio, São Paulo, Fortaleza, Vitória e São Luís e amigos da sociedade, da hotelaria e do turismo para a confraternização. Claro, deu overbooking. “Veio mais gente do que eu esperava”, brincou Maranhão. Na receita do regabofe, 50 caixas de cerveja, 40 l de cachaça, 25 kg de lombo, 25 kg de costelinha, 25 kg pé de porco, 25 kg de rabo, 10 kg de linguiça, 10 kg de paio, 10 kg de orelha, 30 kg de torresmo, 10 kg de farinha, 22 kg de feijão, 15 kg de arroz, um litro de pimenta, dois litros de azeite de dendê, 50 sacos de laranja e 70 pés de couve. Como pano de fundo, para coroar a alegria e a amizade, o samba da banda Faixa Nobre-B, sucessos sertanejos na voz da dupla mineira Marcelo Silva & Ryan e o funk esperto de Amanda Versus.
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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
personagem da semana ABAV/DIVULGAÇÃO
Magda Nassar,
presidente em exercício da Associação Brasileira das Agências de Viagens (Abav Nacional) e presidente da Associação Brasileira dos Operadores de Turismo (Braztoa), fala da Abav, que chega à 46ª edição com novos parceiros, temas e expositores; em um ano de eleições, presidenciáveis ainda não acenaram para os setores do turismo
Como será a 46ª Abav Expo Internacional de Turismo e 50º Encontro Comercial Braztoa na nova casa, o Anhembi? O evento vem maior e melhor, mais uma vez selando a parceria entre Abav e Braztoa, duas das entidades mais representativas do setor e com força para reunir os principais players do mercado e atrair segmentos inéditos. O Anhembi é o espaço que tem sediado os mais importantes eventos de negócios do país.
Quantos expositores estão confirmados e quem estará estreando na feira? Não falamos em número de expositores, mas sim em marcas expositoras, porque um mesmo estande pode abrigar dezenas de co-expositores, como é o caso de destinos turísticos. Estamos estimando 1.100 marcas expositoras e um público qualificado de 23 mil visitantes profissionais durante os três dias do evento. Entre os estreantes internacionais podemos citar a Polônia e a Tanzânia. As vendas ainda estão acontecendo, por isso não temos, nesse momento, como apresentar dados fechados. Em termos de espaços novos, teremos dois inéditos, o Ampro Conecta Mice, dedicado à interação entre compradores e fornecedores do segmento de meetings, incentive, conferences and exihibitions, e o Travelport Conecta Big Data, com a presença de desenvolvedores parceiros na apresentação das tendências da indústria de turismo, além de empresas consolidadas e startups.
A Abav Expo 2018 acontece em um ano de eleições presidenciais. Algum candidato à Presidência da República foi convidado para o evento e confirmou presença? Temos sem-
Tem muita coisa bacana neste ano, temas que envolvem a economia, o mercado de luxo, a geração 60 + e os novos destinos seu fórum; e os cooperados da Clia Brasil e da Air Tkt, também reunindo empresas marítimas e consolidadoras, respectivamente. A novidade são as parcerias com a Associação de Marketing Promocional (Ampro), que vai organizar o Incentive Meeting, além de capitanear o Ampro Conecta Mice; e a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção de São Paulo (OAB/SP).
Como será essa parceria com a OAB-SP? O 2º
pre representantes da iniciativa pública no evento, especialmente na cerimônia de abertura, mas as confirmações, em geral, acontecem na semana da abertura. Estaremos a uma semana das eleições, o que talvez restrinja a participação de candidatos.
Congresso de Direito aplicado à Hotelaria será aberto a todos os visitantes e apresentará uma série de painéis com temas ligados à legislação que envolve agências de viagens, tributação em hotelaria, resoluções da Anac, responsabilidade solidária, gestão de segurança etc. E serão apresentados por especialistas nessas áreas, o que será de grande valia para nosso visitante.
Quais as principais reivindicações que a Abav vai apresentar aos presidenciáveis? Nos-
O pré-agendamento de reuniões é uma novidade. Como você avalia essa nova ferramenta?
sas propostas já foram apresentadas. Assinamos conjuntamente com as demais entidades que têm assento no Conselho Nacional de Turismo um documento com sugestões para a melhoria do setor e alguns pleitos que seguem pendentes de votação em diferentes esferas do governo federal. Nossa prioridade é a revisão necessária na Lei Geral do Turismo, o que envolve questões tributárias e segurança jurídica, em uma série de 118 itens.
Um dos sucessos nos anos anteriores é a Vila do Saber. Quais temas serão discutidos nesta edição? Tem muita coisa bacana na programação deste ano, temas que envolvem a economia, o mercado de luxo, a geração 60 + e os novos destinos. Novas experiências nas viagens, gestão 4.0 para agências, turismo industrial, viagens pet e turismo LGBT. A programação é extensa, serão seis arenas com programação de quatro apresentações cada, acontecendo simultaneamente, o que totalizará mais de 70 atividades nos três dias. O site abavexpo.com.br já tem a programação completa, bem como o resumo de cada palestra e o perfil dos palestrantes, e nós recomendamos que reservem antecipadamente as inscrições – que podem ser feitas diretamente no site – porque os lugares são limitados.
Como será a participação deste ano dos apoiadores? Temos os parceiros tradicionais, como a Braztoa, que é correalizadora da Abav Expo com a organização, pelo quinto ano consecutivo, do Encontro Comercial (este ano na 50ª edição), que reunirá mais de 30 associadas; a Abracorp, que, além do espaço na feira, fará pelo segundo ano o
Não é uma novidade. Na verdade, a Abav Expo já disponibiliza essa opção no sistema há algumas edições, mas este ano tivemos resultados acima do esperado, o que nos leva a crer que os brasileiros já estão se habituando a essa cultura, muito comum nos grandes eventos internacionais. As reuniões agendadas facilitam muito o roteiro na feira e otimizam os negócios, tanto para os visitantes quanto para os expositores.
Nos últimos anos, a tecnologia tem ganhado espaço maior na feira. Ela continua a permear cada vez mais as relações do turismo? Sim, assim como nas edições anteriores, vamos apresentar o que há de mais avançado em soluções, ferramentas e mecanismos que fazem a experiência do turismo cada vez melhor. Exemplo disso é o Travelport Conecta Big Data. Serão 12 expositores em um estande compartilhado com a participação de Monde, Big Data Corp, WTS, Tuuris, BMR e Site Minder. A tecnologia deve ser encarada como aliada, e não como ameaça aos agentes de viagens.
O Brasil tem hoje mais de 30 milhões de pessoas na faixa dos 60 anos. A Abav tem um espaço dedicado a esse consumidor? Esse tema terá destaque na Vila do Saber. Esse é um nicho que está em ascensão no setor. O Brasil, assim como a Europa, terá muito mais idosos do que jovens em curto espaço de tempo. E cada vez mais eles viajam, trabalham e se divertem. Com o aumento da expectativa de vida, a ideia é ofertar cada vez mais oportunidades para receber esse público. O assunto será abordado na palestra de Heloísa Lucas e Irineu Ramos no dia 28, às 15h.
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turismo MARKITO/SANTUR/DIVULGAÇÃO
Pampulha
Circuito gastronômico De 10 de setembro a 28 de outubro, será realizada a 9ª edição do Circuito Gastronômico da Pampulha, em Belo Horizonte. Este ano serão 17 restaurantes participantes, que apresentarão pratos inspirados na obra “Grande Sertão Veredas”. Além da gastronomia do cerrado mineiro a preços promocionais, o evento terá exposição fotográfica, oficinas gratuitas e cozinhas-show. Como é tradição, o público poderá votar em seus pratos favoritos. Confira a lista completa dos participantes em circuitogastropampulha.com.br NÉLIO RODRIGUES/DIVULGAÇÃO
Oktoberfest, de Blumenau
Fenarreco, em Brusque
Santa Catarina
Está aberta a temporada de festas típicas Além da Oktoberfest de Blumenau, dezenas de eventos são realizados no Estado entre setembro e outubro; atraindo público de 2 mi de turistas
Amarantina
A tradição da cavalhada Uma das principais manifestações culturais de Ouro Preto, a cavalhada de Amarantina, acontece de 13 e 17/9, no distrito de Amarantina. A festa em honra a São Gonçalo do Amarante mantém vivos os costumes e as tradições. As cavalhadas de mouros e cristãos é uma tradição de origem portuguesa e está presente em diversas regiões do Brasil. Em Amarantina, a cavalhada – patrimônio cultural imaterial – demonstra sua força ao passar de geração em geração das famílias, mantida nas três categorias das cavalhadas: adulto, jovem e mirim. ANE SOUZA/DIVULGAÇÃO
Shirley Pacelli
shirley.silva@otempo.com.br
Nem só de chopes em copos estratosféricos e trajes germânicos vive Santa Catarina nesta temporada. A partir deste mês se inicia a celebração da cultura portuguesa, açoriana, austríaca e italiana em uma dezena de festas Estado afora. A cerveja artesanal, claro, é uma atração em comum que ninguém dispensa... E, juntas, essas festividades formam um circuito que atrai mais de 2 milhões de visitantes para o Estado. Na capital Florianópolis, a 19ª Festa Nacional da Ostra e da Cultura Açoriana (Fenaostra) começou na última quinta-feira, 6, e segue até o dia 16 de setembro. Serão mais de cem pratos à base de frutos do mar. De 10 a 14 de outubro será realizada a já tradicional Tirolerfest, na pequena cidade de Treze Tílias, de 18 mil habitantes, situada no oeste catarinense. Em 2018, celebram-se 85 anos da imigração austríaca para a região, e segundo Gabriela Rugere, secretária de Cultura do município, a expectativa é atrair 40 mil pessoas no cinco dias de festa. Exposição
de esculturas em madeira, desfiles de grupos folclóricos e chope em metro fazem parte da programação. Não vá embora de lá sem provar o schnitzel, o prato mais famoso da cozinha austríaca, feito de carne suína à milanesa. Situada entre o mar e a serra, Itajaí realiza entre os dias 4 e 10 de outubro sua 32ª Marejada, que se autointitula a mais importante festa do pescado do Brasil. Foram mais de 220 mil pessoas reunidas em 2017 e mais de 9 toneladas de sardinhas consumidas. Em Brusque, a 99 km de Florianópolis, o marreco é o protagonista da tradicional festividade. A 33ª Festa Nacional do Marreco (Fenarreco) será realizada entre 4 e
A pequena Treze Tílias, de 18 mil habitantes, espera receber 40 mil pessoas durante a Tirolerfest
10 de outubro. Danças típicas e chope gelado não faltam, assim como centenas de pessoas vestidas como a ave símbolo do evento. No Vale do Itajaí, em Tibó, quem dita o ritmo da dança é a Festa do Imigrante, que entrará em sua 18ª edição. A cidade foi colonizada por alemães e, posteriormente, recebeu imigrantes italianos. Essa miscigenação deu origem a um povo hospitaleiro e festeiro, que celebrará sua cultura de 11 a 14 de outubro no Pavilhão de Eventos Henry Paul.
WMais informações sobre as festas de outubro em https://bit.ly/2ht1m55.
Apresentações de danças típicas fazem parte da programação das festividades em Santa PREFEITURA DE BRUSQUE/DIVULGAÇÃO
Festas contam com concurso de chope no metro: desafio é beber, em menor tempo possível, uma tulipa de 600 ml num gole só
turismo
5W O Tempo - Pampulha - Super Notícia
PREFEITURA DE BRUSQUE/DIVULGAÇÃO
Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
MARKITO/SANTUR/DIVULGAÇÃO
Festa do Imigrante, em Tibó
PREFEITURA DE BRUSQUE/DIVULGAÇÃO
Dois em um: festa e parque A grande estrela do circuito de festas de outubro, a Oktoberfest de Blumenau (oktoberfestblumenau.com.br), será realizada ao longo do mês, entre os dias 3 e 21. Promovido tradicionalmente desde 1984, o evento reúne cerca de 500 mil pessoas por ano e se consolidou como uma das maiores oktoberfests do mundo. Os desfiles reúnem 3.000
pessoas de todas as idades entre grupos folclóricos e cubes de caça e tiro, além de bandas típicas. O público consome mais de 600 mil litros de chope a cada edição.
Beto Carrero Quem está planejando curtir a festividade pode aproveitar para levar toda a família e dar um pulo no Beto Carrero World, logo ali do
lado: são apenas 59 km de distância entre Blumenau e Penha, no litoral onde localiza o parque. Em julho, foi inaugurada a área temática Hot Wheels, que conta com mostras acrobáticas de veículos em tamanho real. No parque, os visitantes podem fazer passeios contemplativos, como tour pelo zoológico, ou se aventurar por atividades radicais como
a torre de queda livre com mais de 100 m de altura. Bruno Dias, executivo de vendas do Beto Carrero em Minas Gerais, explica que o complexo de lazer fica a cerca de 50 minutos de carro das cidades que sediam as festas. “Você pode ir de ônibus ou alugar um carro para fazer o roteiro entre elas. As estradas são excelentes, com vias duplicadas e paisagens muito bonitas”, conta.
Programe-se! MARKITO/SANTUR/DIVULGAÇÃO
NOBERTO CIDADE/DIVULGAÇÃO
a Catarina; grupos ensaiam ao logo de todo o ano para fazer bonito durante evento
Balneário com Beto Carrero World Quem leva: Operadora: Visual Turismo Inf.: Consulte seu agente de viagens e peça já seu pacote Visual Turismo Inclui: Passagem aérea, cinco noites de hospedagem no hotel Barra Sul, com café da manhã, em Balneário Camboriú, dois dias de ingresso no parque Beto Carrero World e traslado. Período: De 23 a 28/10 Preço: R$ 1.732 (mais taxas) por pessoa em ap. duplo Operadora: Abreu Viagens Inf.: Consulte o seu agente de viagens e peça já o pacote da Abreu Viagens Inclui: Três noites de hospedagem com café da manhã
no San Marino Cassino Hotel, traslado e um dia de tour no Beto Carrero World com ingresso incluído. Período: Outubro de 2018 (exceto feriados) Preço: R$ 750 por pessoa em ap. duplo Operadora: Miramar Turismo Inf.: (31) 3201-9139 e miramarturismo.com Inclui: Ônibus leito turismo, quatro diárias com café da manhã em Balneário Camboriú e uma diária com jantar em Curitiba, passeio em Blumenau e Brusque e passaporte para o Beto Carrero World Período: De 7 a 14/10 Preço: R$ 1.880 por pessoa em ap. duplo
19ª Fenaostra – Florianópolis. Começou no dia 6 e se estende até
33ª Fenarreco – Brusque. Será realizada de 4 a 14 de outubro no Pavi-
o dia 16. Será realizada na praça Fernando Machado, no centro. Além da gastronomia, que contará com quatro restaurantes, nove restaurantes e beer truck, o evento tem atrações musicais, venda de artesanato e o famoso caminhão do peixe, que vende pescado a preços mais acessíveis.
lhão de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof (rua Gentil Batisti Archer, 221, centro). Nesta edição, 40 bandas se dividirão em três palcos. Os principais atrativos são os pratos à base de marreco, como o “ente mit Rotkohl” (marreco recheado com repolho roxo), além do chope gelado, é claro.
ANDRE ARCENIO/SANTUR/DIVULGAÇÃO
Tirolerfest – Treze Tílias. Em 2018, a festa celebra os 85 anos da imigração austríaca. O evento será realizado de 10 a 14 de outubro, no Parque de Exposições Pe. Johann Otto Küng (rua Domingos Perondi). Toda a comunidade, de cerca de 7.000 habitantes, se envolve no festejo: não há quem não desfile pelas ruas da cidade sem o traje típico tirolês. tirolerfest.com.br
DANIEL ZIMMERMANN/DIVULGAÇÃO
32ª Marejada – Itajaí. A tradicional festa, que foi resgatada no ano passado, será realizada entre 4 e 14 de outubro no Centreventos Itajaí (av. Min. Victor Konder, 303). O evento é dedicado a cultura portuguesa e tradições pesqueiras. O nome vem do apelido que os pescadores deram ao sobe e desce das marés. Não saia de lá sem provar a sardinha assada na brasa.
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turismo
Canoa Quebrada. Famosa praia em Aracati, faz parte da Rota das Falésias
Ceará
O sol é para todos nas rotas das Falésias e do Café Para contemplar ou se aventurar: roteiro por 13 municípios tem 45 praias e muitas dunas, lagoas e montanhas pelo litoral nordestino Ana Beatriz Marin
Agência O Globo
As águas mornas das praias de Fortaleza e das cidades mais próximas convidam. Se pudessem falar, talvez dissessem: “Vem que eu te acolho.” Durante o ano, de modo geral, a temperatura varia entre 26°C e 28°C. Sabe aquele sentimento bom aos recebermos um abraço doce, quentinho e amoroso? É a mesma coisa. Dá vontade de ficar ali para sempre. Então aproveite. Desfrutar dos dias de calor na capital do Ceará é imprescindível (diria inevitável, até). Existem diferentes for-
mas de mergulhar nessa sensação. Uma delas é fazer a Rota das Falésias, criada pelo Sebrae-CE em parceria com empresários locais para impulsionar o turismo na região. A ideia surgiu em 2004, mas apenas em 2015 ações concretas começaram a ser tomadas para transformá-la em opção de lazer. Até o fim de 2016, o percurso se restringia a oito cidades e 35 praias do litoral leste do Ceará, também chamado de Costa do Sol Nascente. De Aquiraz, onde começa, passando por Eusébio, Pindoretama, Cascavel, Beberibe, Fortim, Aracati e Icapuí (já na divisa com o Rio Grande do Norte
e onde as falésias atingem 45 m de altura), são 215 km. Há um ano e meio, porém, cinco municípios potiguares (Areia Branca, Porto do Mangue, Grossos, Tibau e Mossoró) passaram a fazer parte do roteiro, aumentando para 13 o número de cidades e para 45 a quantidade de praias. Hoje, o caminho total tem 240 km. Um dos pontos altos é a praia de Canoa Quebrada, em Aracati, onde, além de fazer passeios de buggy, é possível brincar numa tirolesa a 100 m de altura. Além das falésias, outra grande atração de Aquiraz é o Beach Park, com 18 atrações classificadas como leves, moderadas e radicais, entre elas o Insano e o Vaikuntudo, duas das mais procuradas por fãs mais aventureiros. A 19º atração, inaugurada dia 14 de julho, permanece fechada desde que um turista de Sorocaba (SP) morreu após cair do brinquedo.
Rota do café Como muitas vezes nos deixamos levar por estereótipos quando pensamos no Ceará, sol e praia são as primeiras visões que temos. Mas a apenas uma hora e meia de Fortaleza, o Maciço de Baturité, no sertão central do país, nos obriga a mudar esse pensamento. É uma região de clima mais ameno em relação à capital – à noite, pode chegar a 16°C no inverno. Não à toa, Guaramiranga, uma das cidades no entorno da serra, foi batizada de Suíça do Ceará. Se tiver tempo, vá até lá e descubra os encantos locais fazendo a Rota Verde do Café. Isso mesmo! Por volta de 1820, as primeiras mudas do Brasil foram plantadas por ali. Por causa da temperatura e da altitude, o negócio prosperou, chegando ao ápice entre 1850 e 1890, quando as fazendas exportavam o produto diretamente para a Europa.
Canoa quebrada também é convidativa para o descanso
turismo
7W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
FOTOS MÁRCIO ALVES / AGÊNCIA O GLOBO
MÁRCIO ALVES/AGÊNCIA O GLOBO
Serviço
Capelinha no alto de uma falésia na praia das Fontes
Como chegar Avião. A Gol (voegol.com.br) oferece voos entre Belo Horizonte e Fortaleza, com escala, a partir de R$ 1.125,22. Para Jericoacoara (via Guarulhos), o bilhete sai a partir de R$ 2.748,22. A Azul (voeazul.com.br) tem voo direto de BH para Jericoacoara a partir de R$ 2.312,02. A Latam (latam.com) oferece a passagem para Fortaleza, saindo de BH e com escala, a partir de R$ 943,73. Tarifas de ida e volta para setembro, com taxas. Onde ficar Gran Marquise. Diárias a R$ 397, (85) 4006-5000. Avenida Beira Mar 3.980, mucuripe.granmarquise. com.br. Coliseum Beach Resort. Diárias a R$ 610. Tel. (85) 3327-3430. Avenida Manoel Machado s/n°, praia das Fontes, coliseumhotel.com.br. Rancho do Peixe. Diárias a R$ 740. Tel.: (88) 3660-3118. Rua da Praia s/nº, Cruz, ranchodopeixe.com.br. MÁRCIO ALVES/AGÊNCIA O GLOBO
Onde comer Mercado dos Peixes. Avenida Beira Mar 3.998. Aberto diariamente, das 6h às 22h. Dom Pedro Laguna. Av. Marginal do Empreendimento Aquiraz Riviera s/nº, laguna.dompedro. com
BEACH PARK/DIVULGAÇÃO
Brinquedo continua fechado em parque O Vainkará, a 19ª atração do Beach Park, foi inaugurado em 14 de julho. No dia 16, o radialista Ricardo José Hilário Silva, 43, natural de Soracaba (SP), morreu após cair em uma das voltas do brinquedo. Ele estava numa boia com outras três pessoas. Na última curva do toboágua, o objeto virou, provocando o acidente. O brinquedo permanece fechado, segundo o Beach Park, e não tem previsão para reabrir. A perí-
cia, também de acordo com o parque, ainda não foi concluída. O Vainkará é uma atração radical cuja descida, de 29,5 m, passa por duas rampas que deixam as boias quase em posição vertical. O ápice é quando a primeira queda, íngreme, aparece e faz com que a boia encontre uma onda de cerca de dez metros de altura. Antes que se perceba, surge logo a segunda e, com ela, a sensação de gravidade zero. O trajeto dura entre 30 e 40 segundos.
Perícia está sendo realizada no brinquedo Vainkará para apurar motivo do acidente
Entre junho e dezembro, ventos constantes de 30 km/h a 70 km/h sopram fortes no Ceará MÁRCIO ALVES/AGÊNCIA O GLOBO
Parasailing: a aventura no céu da Vila de Preá
No ar. Praticante de parasail na praia do Preá, a apenas 30 minutos da entrada do Parque Nacional de Jericoacoara
No segundo semestre, ventos de até 70 km/h tomam conta do estado cearense. É quando o céu se enche de praticantes de kitesurfe e windsurfe e o azul do dia e o amarelo alaranjado do fim da tarde dividem espaço com o colorido das velas. Em diversas praias do Estado elas estão lá. Em algumas, porém, a prática é ainda mais intensa, como no Preá, em Jericoacoara, a cerca de três horas e meia da capital cearense. Diz-se, inclusive, que é a localidade onde a temporada começa antes e termina depois. Lá, tem ainda quem esteja começando a se aventurar
no parasail, esporte onde o praticante se conecta a um paraquedas especial (parasail), que é rebocado por um barco.
Lagoas O Preá fica a cerca de 30 minutos da entrada no Parque Nacional de Jericoacoara, uma região belíssima – não apenas pelas praias, mas pelas dunas e lagoas, que, nessa época, ficam cheias devido às chuvas que caem no primeiro semestre. As mais famosas, Azul e do Paraíso, como são profundas, ficam cheias o ano inteiro. Já as menores, não. O local tem ainda atrações como a Pedra Furada, além de passeios para ver cavalos-marinhos.
W8 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
Rio de Janeiro
Museu celebra novo marco Símbolo da revitalização da região portuária, o Museu do Amanhã (museudoamanha.org.br) alcançou a marca de 3 milhões de visitantes em dois anos e meio de funcionamento. O espaço vem mantendo média mensal de visitação três vezes superior às de outras instituições brasileiras. Com narrativa multimídia, a programação do museu explora a discussão de temas atuais relevantes, como sustentabilidade, atraindo um novo público. O espaço funciona de terça a domingo, das 10h às 18h. Ingresso (inteira) a R$ 20. Entrada gratuita às terças-feiras. WILTON JUNIOR/DIVULGAÇÃO
Nova Lima
Praia na Lagoa dos Ingleses De 22 de setembro a 14 de outubro a lagoa dos Ingleses, em Nova Lima, se transformará no Na Praia, evento que traz, em sua segunda edição, o clima de beira de mar para Minas. O evento contará com estrutura de vila gastronômica, além de palcos para shows, área esportiva com aulas para crianças e adultos e espaço para banho, onde o público pode se refrescar. Na programação musical estão nomes como DJ Alok, Matheus e Kauan, Saulo Fernandes, Durval Lelys, Bell Marques, Tomate. Vendas no site sympla.com.br/napraia.
turismo Passeio de buggy pela praia das Fontes
Ceará
Paredões, grutas lagoas e até Broadway Atrações do Parque Nacional de Jericoacoara, como a Pedra Furada, levam cerca de 800 mil pessoas por ano à região da Rota das Falésias Ana Beatriz Marin Agência O Globo
A Rota das Falésias foi pensada para ser percorrida entre oito e dez dias, mas tudo vai depender do tempo que o viajante quiser permanecer em cada lugar. Uma dica é começar pelo Porto das Dunas, na cidade de Aquiraz, localizada a cerca de 30 km de Fortaleza. Para chegar lá, saindo da capital cearense, pegue a CE–040. Mas, atenção: uma vez no local onde as falésias se encontram, só é possível andar de buggy, 4x4 ou bicicleta. Outra dica importante é contratar um bugueiro, pois ele sabe quando a maré está alta ou baixa e, portanto, qual o melhor momento para andar pela areia. Aventurarse sozinho é um perigo. Um dos pontos altos do passeio é a praia de Canoa Quebrada, local que une descanso e aventura no município de Aracati, a aproximadamente 160 km (duas horas e meia de carro) de Fortaleza. Quem estiver com vontade de apenas curtir o dia de sol, basta chegar, colocar a canga na areia e aproveitar toda a infraestrutura turística oferecida. Para os desejosos de ação, a oferta é grande, e nunca faltarão voos de
parapente e passeios de quadriciclo e buggy.
Nas alturas Buggy, por sinal, é uma das melhores formas de conhecer a região, pois o programa inclui visitas a grutas, lagoas e dunas e ainda esquibunda e uma tirolesa de 300 m de extensão a cerca de 100 m de altura. Ela foi batizada de Insano Aéreo em alusão ao brinquedo do Beach Park, cuja queda livre pode chegar a 105 km/h em apenas cinco segundos. Os valores do passeio variam entre R$ 150 e R$ 240. Ainda na região, se tiver tempo antes de continuar na Rota das Falésias, dê um pulinho na Broadway, a rua principal da localidade, que ferve à noite nos fins de semana, com restaurantes e bares com música ao vivo.
lembrar -– da novela “Tropicaliente”, de 1994. Colado à areia da praia, o Coliseum Beach Resort chama atenção por sua construção inspirada no Coliseu de Roma, com estrutura rústica e tijolos aparentes. Ainda em Beberibe, outra parada obrigatória é o Morro Branco, a apenas 4 km da praia das Fontes, e onde se encontra o Monumento Natural das Falésias, transformado em área de conservação em 2004 pela Secretaria de Meio Ambiente do Ceará (Semace), e cuja trilha é formada por fendas causadas pela erosão. MÁRCIO ALVES/AGÊNCIA O GLOBO
Beberibe Saindo de lá, pegue mais uma horinha de estrada e vá até a cidade de Beberibe, outra região imperdível do trajeto. Das 35 praias cearenses da Rota das Falésias, oito estão lá. No município, a praia das Fontes reserva belas paisagens. E é onde está localizada a gruta da Mãe d'Água, um dos cenários – até hoje os guias fazem questão de
Há alguns anos, a principal atividade econômica na Vila de Preá era a pesca artesanal, que hoje divide espaço com turismo SETUR CE/DIVULGAÇÃO
Kitesurfe é o atrativo da extensa praia do Preá
STUDIO3K/DIVULGAÇÃO
Esportistas: praia do Préa é indicada para praticantes de windsurfe e kitesurfe; temporada vai de julho a dezembro
Em Cruz, a apenas 30 minutos de Jijoca, a praia do Preá é um dos grandes atrativos. O vento forte e constante é o protagonista por lá: começa a soprar no início da tarde, quando é possível observar o céu tomado de cores. Essa condição torna a praia, com 12 km de extensão, uma das melhores para a prática de kitesurfe. A temporada vai de julho a dezembro, estendendo-se, às vezes, até fevereiro. A região é um dos polos para a realização de campeonatos profissionais e
amadores. A maioria das pousadas em Preá oferece cursos e estrutura para acomodar esportistas e equipamentos, além de ter espaços adequados para a manutenção deles.
Aulas Para os interessados no esporte, a escola Rancho do Kite oferece aulas para alunos de todos os níveis. Para os muito experientes, o projeto Surfin sem Fim organiza o desafio Iron Man, de 28 de outubro a 4 de novembro.
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turismo
9W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
Quem leva Fim da duna do Pôr do Sol é um processo natural, mas intensificado devido ao crescimento vertical da vila de Jericoacoara
Operadora: Agência Abreu Inf.: Consulte o seu agente de viagens e peça já o pacote da Agência Abreu Inclui: Três noites no Coliseum Beach Resort, em Beberibe, em regime all inclusive e traslado. Período: Agosto a dezembro 2018 (exceto feriados) Preço: R$ 1.330 por pessoa em ap. duplo Operadora: Visual Turismo Inf.: Consulte seu agente de viagens e peça esse pacote da Visual Turismo
Inclui: Sete noites no hotel Jangadas da Caponga com café, aéreo e traslados Período: Saída em 10/11 Preço: A partir de R$ 1.694 por pessoa em ap. duplo Operadora: CVC Inf.: Procure a loja CVC próxima ou acesse cvc.com.br Inclui: Quatro noites de hospedagem no all inclusive Coliseum Beach Resort, duas crianças grátis até 12 anos, aéreo e traslado Preço: A partir de R$ 2.338 por pessoa em ap. duplo
MÁRCIO ALVES/AGÊNCIA O GLOBO
Ventos que sopram a favor do turismo em Jericoacoara A Árvore da Preguiça “dorme” sob o sol no Parque Nacional de Jericoacoara, a três horas e meia de Fortaleza. É testemunho de que, um dia, houve rio e vegetação de mangue na região. Ela ganhou esse nome porque cresceu horizontalmente, devido à ação do vento. E, justamente por isso, é hoje uma das atrações do lugar, que recebe cerca de 800 mil visitantes por ano. Criado em 2002, o parque tem 8.416 hectares e belezas naturais inigualáveis, como a Pedra Furada, formação rochosa encravada na praia de
Jericoacoara e cartão-postal do lugar. Quando a maré está baixa, o acesso pode ser pela areia, vindo da praia da Malhada. Na maré alta, o ideal é cortar o caminho pelo morro do Serrote ou optar por buggy ou charrete. Nesta época do ano, as chuvas já pararam de cair, o que faz com que seja o período perfeito para mergulhar nas águas doces das lagoas, que estão cheias. À medida que os meses avançam, elas começam a secar aos poucos. Acontece com todas. A diferença é que, enquanto as pequenas e mais rasas ficam to-
Na lagoa do Paraíso ficam as redes das selfies de turistas do mundo todo
Trilha pelo morro do Serrote leva à formação rochosa icônica de Jericoacoara STOCKXPERTS/DIVULGAÇÃO
talmente sem água, as maiores e mais fundas mantêm seu encanto. Duas delas são a lagoa Azul e a do Paraíso, famosas por oferecerem redes na água. E já que elas estão lá, permita-se e se esqueça da vida. Mas aqui vai uma dica: se você contratar um passeio, provavelmente te levarão para a parte em que é necessário pagar para estar na lagoa do Paraíso. Não se sinta obrigado. Uns metros mais à frente, há outra entrada para o local totalmente gratuita. Só não tem a mesma infraestrutura. A escolha é sua. MÁRCIO ALVES/AGÊNCIA O GLOBO
Cartão-postal: na maré baixa, visitante pode acessar a Pedra Furada caminhando
Passeios
Quartos rodeiam a piscina de 70m por 20m no Coliseum Beach Resort, de onde se tem uma bela visão panorâmica do mar
Beach Park. Ingresso: R$ 225 (adultos) e R$ 215 (até 12 anos). beachpark.com.br
2.640 (12 horas). Praia do Preá s/nº, Cruz. Acesse ranchodokite.com.br
Buggy – Associação de Bugueiros de Canoa Quebrada. Tel.: (88) 99965-7192. R$ 240 (quatro pessoas). Lagoas Azul e do Paraíso. Cooperativa de Bugueiros de Jericoacoara: R$ 300 (alta temporada). Acesse coopbjj.com.br Rancho do Kite. Aulas a R$
Sítio Águas Finas. Trilhas diariamente às 10h, 11h30, 13h30 e 15h30. R$ 25. Acesso pela CE–356. bit.ly/2vLHfaj Sítio São Luís. Sábado e domingo, das 10h às 17h. R$ 20 (visita), R$ 25 (só o café) e R$ 35 (visita com café). Acesse bit.ly/2vQUrLh
Impacto da expansão vertical Outra atração do Parque Nacional de Jericoacoara é a duna do Pôr do Sol, que está desaparecendo devido ao crescimento vertical da vila de Jericoacoara. “Os prédios impedem a passagem do vento e da areia que formam e abastecem a duna”, explica Jerônimo de Carvalho Martins, chefe do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela gestão do espaço. Também no parque é possível fazer um simpático passeio no rio Guriú para ver cavalos-marinhos e caranguejos vermelhos (custa R$ 15). O ICMBio passou a estudar a possibilidade de viabilizar a concessão de serviços para proteger o local e dar mais segurança aos turistas. Atualmente, a prefeitura de Jijoca de Jericoacoara cobra R$ 5 por dia de estada na região. A partir do momento em que a concessão for cedida, a entrada passaria a custar R$ 3 (para moradores de Cruz e Jijoca), R$ 14 (para turistas brasileiros) e R$ 28 (estrangeiros).
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turismo FOTOS MÁRCIO ALVES/ AGÊNCIA O GLOBO
Mostra
Mickey Mouse celebra 90 anos
Sítio São Luís, que oferec passeio pelo casarão, em Pacoti
A Disney anunciou a “Mickey: The True Original Exhibition”, mostra de arte interativa que será realizada de 8/11/18 a 10/2/19, em Nova York, em homenagem aos 90 anos da primeira aparição do personagem. A exposição terá 5.000 m² e trabalhos de artistas contemporâneos renomados e iniciantes. Acesse disney.com/ mickeytrueoriginal. CHARLES SILVA DUARTE/ 27–03–2010
Ceará
Tour à altura Temporada
Cruzeiros: maior oferta de leitos A próxima temporada de navios na costa brasileira, que começa em novembro, chega com aumento de 13% na oferta de leitos, na comparação com a temporada passada. Serão ofertadas 496 mil vagas para os roteiros, que terão 585 escalas nos principais destinos litorâneos do país. Os dados são da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos.
Rio de Janeiro
Novo recinto no AquaRio O caranguejo-aranha-gigante e o isópode gigante, raramente vistos pelo público do AquaRio, na capital carioca, ganharam um recinto só deles. O novo tanque Mar Gelado tem uma ambientação especial, com baixa luminosidade e temperatura entre 9°C e 12°C. O aquário público do Rio de Janeiro fica na praça Muhammad Ali, em Gamboa. ALEXANDRE MACIEIRA/DIVULGAÇÃO
da história do café Maciço de Baturité, região serrana e de clima ameno, é conhecida pelo cultivo do grão; primeiras mudas foram plantadas no século XIX Marcelo Ballbio Agência O Globo
Pouco mais de 100 km separam Fortaleza do Maciço de Baturité, que abriga a mais extensa Área de Proteção Ambiental (APA) do Estado do Ceará, com 32.690 hectares. Ali, a produção de café remonta a 1820, quando as primeiras mudas foram plantadas pelas mãos do fazendeiro Manoel Felipe Castelo Branco. O produto se adaptou bem ao solo por causa da altitude e do clima mais ameno – as cidades localizadas no alto da serra se encontram entre 800 m e 900 m acima do nível do mar; o ponto mais alto, o pico Alto, em Guaramiranga, chega a 1.100 m. De dia, a temperatura atinge os 22°C, 23°C. À noite, pode chegar a 16 °C. Ou seja, leve casaco! Dos 13 municípios localizados no entorno da cadeia montanhosa, quatro fazem parte da Rota Verde do Café: Guaramiranga, Mulungu, Pacoti e Baturité. Desde que o Sebrae-CE iniciou um projeto na região, algumas das antigas fazendas abrem suas por-
tas para os turistas. Uma delas é o Sítio Águas Finas, em Guaramiranga, de propriedade de Francisco Uchôa, coronel aposentado do Exército. Com um boné na cabeça, que não tira por nada (“É para não mostrar a careca”, diz), ele recepciona os turistas e os conduz por uma trilha de 21 hectares, sete dos quais ocupados pela plantação de café (cerca de 7.000 pés). O passeio dura cerca de duas horas.
Volta no tempo: pintura em casa de Guaramiranga; cidade faz parte da Rota Verde do Café com outros doze municípios
Arábica A maior parte da plantação é de café arábica, também conhecido como “típica”, originário da Etiópia. A colheita é seletiva (são recolhidos apenas grãos maduros), e a secagem é feita em terreno suspenso. para que o café permaneça distante da umidade do solo. Outra característica é que o cultivo se dá à sombra de ingazeiras, daí o nome de café sombreado. A árvore ajuda no plantio, pois seu fruto, o ingá, atrai a broca, praga considerada a maior inimiga do café. A existência de tais árvores, porém, é fruto de um grande trabalho de replantio, segundo o historia-
Aconchego puro: detalhe do interior da construção do sítio histórico; final da visita reserva bolo quentinho e café para o turista
dor Levi Jucá. “A região ficou completamente devastada após 50 anos de cultivo a pleno sol. O solo se esgotou e, com isso, a produção decaiu na virada para o século XX”.
Vai ter bolo A 17 km do Águas Finas, o Sítio São Luís, na cidade de Pacoti, também está aberto à visitação. Mas ali o passeio é diferente. Em vez de caminhada por trilhas, a viagem começa com uma expli-
cação sobre a história do casarão, de estilo colonial, e a relação dos antigos e dos atuais moradores com o café. Cadeiras ficam dispostas no primeiro ambiente, após a entrada principal, de frente para um painel que conta como tudo começou. O passeio inclui visita às dependências da casa e custa R$ 20. Se o visitante quiser comer um bolo quentinho, feito lá mesmo, e tomar um café, o preço sobe para R$
35. Uma dica: gaste os R$ 15 a mais. Vale a pena, pois é um momento reconfortante, oferecido por Cláudia Maria Mattos Brito de Goes, membro da família proprietária da fazenda. A Rota Verde do Café inclui ainda visita a outras duas fazendas, o Sítio São Roque, em Mulungu, e a Fazenda Floresta, em Guaramiranga, além do Museu Ferroviário de Baturité e o Mosteiro dos Jesuítas.
turismo
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EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Touros
Um gigante em uma região pouco explorada de nosso litoral Vila Galé inaugurou no último dia 1º o oitavo resort no Brasil, desta vez no Estado do Rio Grande do Norte; ideia é manter o padrão de serviços da rede Da redação Sábado passado foi um dia especial para o grupo português Vila Galé. Foi inaugurado seu 31ª resort no mundo e o oitavo no Brasil. Depois de unidades em Angra dos Reis e Rio de Janeiro (RJ), Cumbuco e Fortaleza (CE), Guarajuba e Salvador (BA) e Cabo de Santo Agostinho (PE), foi a
vez de Touros, no Rio Grande do Norte, ser privilegiada com um investimento de R$ 150 milhões, que coloca a vila de vez no mapa múndi do turismo internacional. A 90 km da capital Natal, a vila de pescadores tem as virtudes necessárias para justificar esse investimento: as praias calmas e paradisíacas de Carnaubinhas, da Game-
leira, das Graças e do Calcanhar, esta última com seu farol erguido em 1943 e considerado o mais alto da América Latina, com 65 m (ou 298 degraus). Situada na ponta do Brasil, Touros também é o local onde começa a BR–101, que percorre 12 Estados até o Rio Grande do Sul. Os locais se orgulham em afirmar que Touros teria sido a primeira parada de Pedro Álvares Cabral no Brasil antes de Porto Seguro, ou seja, reivindicam para a vila o descobrimento do Brasil. As evidências seriam as correntes marítimas e o monte avistado pe-
los portugueses – que não seria o monte Paschoal, mas o pico do Cabugi. Tanto que o slogan da cidade é “Touros: O Brasil nasceu aqui”. A partir de Touros, podese visitar Maracajaú, praia cercada de dunas, lagoas e parrachos, onde corais formam piscinas para banho na maré baixa; divertir-se no parque aquático Ma-Noa Park; refrescar-se na lagoa de Jacumã e conhecer um dos lugares mais privilegiados do litoral brasileiro, São Miguel do Gostoso, uma vila de pescadores rústica e com quilômetros de praias desertas.
Os prédios novinhos do Vila Galé Touros, o maior da rede portuguesa no Brasil VILA GALÉ/DIVULGAÇÃO
A suíte family do resort: espaçosa, para famílias com muitos filhos VILA GALÉ/DIVULGAÇÃO
Com o padrão da rede
Vista aérea do Vila Galé Touros e da praia de Tourinhos EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Inovação está em ‘descobrir’ destinos O Vila Galé Touros foi construído em uma área de 113 mil m², à beiramar, com a proposta de ser um resort para famílias e para eventos. Por estar numa região quase deserta e tranquila, o sistema de alimentação é all inclusive – dos seis restaurantes previstos no projeto, dois já funcionam e oferecem a culinária italiana (pizzaria artesanal Massa Fina) e regional. Para eventos, foi construído um centro de convenções com capacidade para 1.200 pessoas, com
salas modulares. Na abertura, o presidente da rede Vila Galé, o português Jorge Rebelo de Almeida, enfatizou a preocupação de criar algo diferente e inovador para valorizar a oferta hoteleira e turística do país. A inovação está, segundo ele, em investir em uma região com potencial ainda pouco explorado. O mais novo resort do litoral brasileiro vem, ainda, a colaborar com a economia da região, empregando 300 colaboradores e desenvolvendo parcerias com os fornecedores locais.
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A rede Vila Galé vai inaugurar dois novos hotéis – Vila Galé Elvas, na região do Alentejo, e o Vila Galé Serra da Estrela, em Manteigas
O Vila Galé Touros segue o “esqueleto” da maioria dos resorts brasileiros, com spa, área de lazer com piscinas, quadras poliesportivas, fitness center, sala de jogos, lojas, centro náutico e área de recreação para crianças, com baby copa e pequena tirolesa. Nas acomodações, são 514 quartos divididos em quatro categorias – standard, familiar, suíte e chalé. Os destaques são as 60 suítes para famílias com filhos e os dois bangalôs de luxo. Inclusivo, o resort adaptou oito quartos para pessoas com deficiência. Os resorts da rede Vila Galé têm muitas semelhanças em suas instalações e serviços. As diferenças estão no tamanho e no forte de cada um deles – Cumbuco é o mais classudo; Angra dos Reis tem ótimas piscinas; o Marés oferece extenso bufê. Já o Touros mescla um pouco disso tudo.
Serviço O Vila Galé Marés faz pacote de quatro dias e três noites a partir R$ 2.394 (para duas pessoas) ou 6 x R$ 199 por pessoa em ap. duplo standard no sistema all inclusive. Inf.: vilagale.com, e-mail para touros.reservas@vilagale.com ou (71) 3263-9999. Uma das piscinas da área de lazer do resort, um dos pontos fortes da rede
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sua melhor viagem
O Caribe brasileiro:
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conheça as belezas do Arraial do Cabo FOTOS BÁRBARA FONSECA/DIVULGAÇÃO
W1 2. Mergulho livre na praia da Graçainha.
Formada na maré baixa, a Graçainha é uma pequena faixa de areia à qual se tem acesso através de trilha de cinco minutos que se inicia no canto direito da Prainha. Ali é possível nadar lado a lado com tartarugas-marinhas, símbolos da fauna local. Vale a pena investir em um snorkel ou contratar guias locais que oferecem o aluguel do equipamento e fotos.
WEscolha um destino, mande suas fotos e dê suas dicas de viagem para outros leitores, enviando um breve relato neste formato para o e-mail paulocampos@otempo.com.br ou shirley.silva@otempo.com.br
Há um ano vivendo na pequena cidade fluminense, mineira conta como curtir o melhor do destino Bárbara Fonseca Ao lado esquerdo da estrada, a cor azul turquesa do mar da Prainha salta aos olhos e dá boas vindas ao viajante que chega a Arraial do Cabo (RJ). Localizado a 160 km da capital fluminense, o pequeno município de 30 mil habitantes da Região dos Lagos abriga paisagens raras na costa brasileira, além de um cotidiano tranquilo e preços relativamente baixos que vêm atraindo turistas de toda parte do mundo. Há um ano me mudei para essa cidade, cuja hospitalidade me permitiu sentir-
me em casa desde o primeiro momento. Ao longo desse tempo, pude explorar com calma cada uma de suas nove praias e, por seguidas vezes, ficar boquiaberta diante da beleza revelada diante de meus olhos. A singularidade de Arraial se explica pela ressurgência, fenômeno que faz com que as camadas de águas mais profundas do oceano subam à superfície. Carregadas de nutrientes, essas correntes atraem diversas espécies da vida marinha, o que explica a rica biodiversidade local. A ressurgência ocorre em outras partes do Brasil, mas é em Ar-
1. Fazer trilhas. O cabo onde encontra-se a cidade foi formado há milhares de anos, quando os fortes ventos e correntes marítimas depositaram sedimentos em três ilhas. Graças a essa formação geográfica, Arraial do Cabo oferece trilhas e mirantes naturais emoldurados por seu mar exuberante. Seja a pé ou de bike, há opções com diferentes graus de dificuldade, como as trilhas do Forno (foto), das ruínas do Farol Velho, da praia Brava e do morro da Antena.
raial do Cabo, devido aos fortes ventos, onde ela é registrada com maior intensidade no país. Não é à toa que a cidade ganhou a alcunha de “capital nacional do mergulho”, devido ao espetáculo de cores e formas encontrado em suas águas. Se puder, fuja da alta temporada e prefira meses como março e abril, quando não há tanto vento (como em agosto e setembro) e a cidade já está mais vazia.
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3. Assistir a puxada de rede. Desde 1997, Arraial do Cabo é uma Reserva Extrativista da Marinha (Resex), não sendo permitido em suas águas barcos de pesca industriais. A pesca na cidade é artesanal: com linha e rede. Na Prainha ou na praia Grande, o trabalho dos pescadores é algo bonito de se ver, um traço da cultura local que ainda se mantém vivo mesmo com o turismo crescente.
4 W
5 W 4. Pôr do Sol. O sol se põe na praia Grande, que tem 40 km de extensão formada em mar aberto. O espetáculo
5. Passeio de barco. Principal atividade turística, o passeio de barco dura, em média, três horas e meia, tendo
pode ser admirado nas areias da praia ou de um dos mirantes que a cidade oferece, como o do Pontal do Atalaia, o do morro da Boa Vista (foto) ou o das ruínas da calha de concreto da antiga empresa Álcalis. Estando na praia Grande, aproveite para se sentar em um quiosques da orla e desfrutar o fim de tarde com música ao vivo e pratos com frutos do mar frescos.
como destaque a parada de 40 minutos na praia da ilha do Farol (foto). Reserva natural da Marinha do Brasil, a ilha tem acesso controlado, sendo o passeio de barco a única maneira de conhecê-la. O roteiro inclui, ainda, as prainhas do Pontal do Atalaia (praia da Escadaria), o Boqueirão e a gruta Azul, em mar aberto. De junho a agosto, a cidade se torna rota de baleias, sendo possível avistar os animais durante o passeio.
WInternacional. Fiat 124 Spider desfila seu charme e estilo pelas ruas da Europa. Páginas 16 e 17 FIAT/DIVULGAÇÃO
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BELO HORIZONTE Sábado 8/9/2018
pampulha
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Plástica bem-vinda
Chevrolet Spin melhora bem o visual, e nova versão com sete lugares convence pelo custo-benefício. Páginas 18 e 19
IGOR VEIGA
BMW/DIVULGAÇÃO
W Moto. Novas BMW F 750 e F850 desembarcam em breve no Brasil; confira o teste dos modelos. Páginas 22 e 23
W 14 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
interCâmbio raimundocouto@otempo.com.br
Acompanhe as últimas novidades do mundo automotivo na coluna Super Motor, com Raimundo Couto, de segunda a sexta-feira, em duas edições, às 08h45 e às 21h45.
Raimundo Couto
Bons ventos LEO FONTES - 19.5.2015
O mês de setembro chegou trazendo, além da primavera, boas novas. A alvissareira notícia dando conta de que, em agosto, o número de emplacamentos cresceu 14,91% em relação ao que foi registrado em julho, sem dúvida, injeta novo ânimo na economia. É preciso manter o otimismo e acreditar que 2018 – que acaba de entrar em seu último quadrimestre – com as melhores expectativas –, pode, sim, seguir promovendo um crescimento sustentado na economia do país. É preciso reconhecer que a indústria automobilística é, e sempre foi, um importante e confiável termômetro, que aponta o ritmo de evolução de um modo geral. Antes dos números, é importante divulgar os próximos passos das
montadoras, que mostram com um expressivo número de lançamentos, deste mês até o apagar das luzes, em dezembro, o amadurecimento do mercado. Para o próximo Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece em novembro, já é certa a presença de boas novidades. A maior delas ficará por conta da Volkswagen, que apresenta, com certo atraso, seu primeiro SUV nacional, o T-Cross, feito sobre a plataforma MQB, que também serve de base para o Polo, o Golf e o Virtus. A FCA também promete uma versão aventureira do Argo. Os franceses da Renault virão de picape, com a média Alaskan, e a Chevrolet promete revolucionar com seu 100% elétrico Bolt. Voltando aos números de agosto, a Fiat superou a Volkswagen por 140 unida-
des e chegou à vice-liderança do ranking. A marca da gravatinha dourada se manteve, mais uma vez na liderança graças ao forte desempenho em vendas de seu compacto Chevrolet Onix. A Ford conseguiu um bom quarto lugar, mantendo-se à frente da Renault e da Hyundai, respectivamente a quinta e sexta colocadas. Os números divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) por meio do levantamento realizado pela entidade, que representa mais de 7.400 concessionários de veículos mostram, de fato, o aquecimento do setor. No acumulado de janeiro a agosto deste ano, o crescimento foi de 13,2% quando comparado ao mesmo intervalo de tempo em 2017. Alarico Assumpção Júnior, presidente
“No acumulado de janeiro a agosto deste ano, o crescimento foi de 13,2% quando comparado ao mesmo intervalo de tempo em 2017.”
da Fenabrave, afirmou que o desempenho de agosto reafirma a expectativa de estabilidade do setor para o ano. “A primeira quinzena de agosto já demonstrava um aquecimento nas vendas em comparação com o mês anterior. Esse desempenho positivo tem, como pilares, a estabilidade dos índices de confiança e da ina-
dimplência no setor da distribuição”, disse o executivo. Ao fim e ao cabo, o importante é que o setor mostra reação positiva nas vendas de veículos novos, e isso movimenta toda a roda financeira do país. E que setembro, que mal começou, traga os bons ventos soprados no mês que o antecedeu. Oxalá!
FOTOS MERCEDES-BENZ/DIVULGAÇÃO
Novidade
EQC deve ser produzido na Alemanha e também na China; não há previsão de quando ele vai chegar ao Brasil
SUV na tomada Mercedes-Benz apresenta o EQC, primeiro utilitário-esportivo 100% elétrico da marca alemã, que começa a ser produzido em 2019 Da redação A Mercedes-Benz mostrou nesta semana seu primeiro utilitário-esportivo elétrico, o EQC. O novo SUV tem dois motores, elétricos claro – um em cada eixo –, que, juntos, fornecem 414 cv de potência
e 78 kgfm de torque. As baterias do EQC são de íons de lítio e, segundo a Mercedes, têm autonomia para rodar mais de 450 km. O modelo possui tração integral, mas a força é transmitida para as rodas de forma diferente. Em baixas e médias cargas, é o motor da
Modelo tem vidro traseiro bem estreito e lanternas que se unem
frente que traciona mais, enquanto o das rodas traseiras complementa o deslocamento. O MercedesBenz EQC tem como principal rival de mercado o Jaguar I-Pace, recém-lançado na Europa. O modelo da Mercedes é um pouco maior, mede
4,76 m de comprimento por 1,88 de largura e 1,62 m de altura. A distância entre-eixos é de 2,87 m. A capacidade do porta-malas é de 500 L. Esteticamente, o Mercedes EQC se difere dos demais SUVs da marca por uma traseira com lanternas
Por dentro, nada de muito inédito no SUV elétrico da Mercedes
que se unem por meio de uma régua de LED que atravessa toda a extensão da tampa do porta-malas. Na frente, a grade frontal é nova, bem como o desenho dos faróis e dos para-choques. Nas laterais, a linha de cintura é alta e bem-marcada. Por dentro, o carro é muito semelhante ao que já existem na linha de modelos da Mercedes como, por exemplo, o mesmo painel digital com dupla tela que estreou no novo Classe A. O EQC será o primeiro de uma família de novos veículos elétricos da Mercedes que começa a ser produzida a partir do ano que vem na Alemanha. A sigla “EQ” representa os modelos dessa nova linhagem, o
que mudará é a terceira letra, conforme o modelo que será lançado. Além da Alemanha, o inédito EQC será fabricado também na China, em 2019, pela Beijing-Benz, a jointventure da marca alemã em solo chinês.
Cinco modos Direção. O EQC vem equipado com cinco modos de condução, cada um com características diferentes: Comfort, Eco, Max Range, Sport e ainda um programa adaptável individualmente. O motorista pode definir, por exemplo, qual o nível de recuperação de energia.
super motor
15 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
MERCEDES-BENZ/DIVULGAÇÃO
Curiosidade
Por que
Quantidade e tipos da substância semelhante à fuligem são tratados como segredo industrial pelas fabricantes
os pneus são pretos? Negro de fumo é o responsável pela cor e interfere também em vários quesitos, como a durabilidade e o nível de aderência Da redação Por que o pneu é preto? A princípio, a questão parece bem simples, afinal, o pneu é preto porque recebe em seu processo de produção um material chamado “negro de fumo”. Semelhante à fuligem, ele é empregado como reforço para a borracha natural, acabando, assim, como responsável por sua coloração. O negro de fumo é fabricado industrialmente há quase 150 anos e inicialmente seu uso como pigmento auxiliou o seg-
mento de tintas. Hoje, o negro de fumo é um dos principais ingredientes empregados na fabricação de um pneu, sendo produzido em mais de uma dezena de diferentes tipos. A quantidade e os tipos de negro de fumo utilizados em cada pneu são segredo industrial, e é essa delicada equação que determinará suas principais características. “O emprego do negro de fumo é um fator decisivo não só para a durabilidade do pneu, mas para sua aderência ao piso, a sua resistência ao rolamento e também
CONTINENTAL/DIVULGAÇÃO
a temperaturas elevadas. Ele responde, em média, por mais de 20% do peso e é a combinação entre os diversos tipos de negro de fumo que definirá a performance final do produto”, explica Rafael Astolfi, gerente de assistência técnica da Continental Pneus, integrante de um dos maiores grupos sistemistas do mundo.
Esconde a sujeira Por meio do emprego de pigmentos e sílica é possível
obter pneus coloridos, como os que equipam as bicicletas infantis. Mas as tentativas da indústria de comercializar pneus coloridos para automóveis não foram bem aceitas pelo consumidor. Por ser a cor que mais disfarça a sujeira e como nem sempre trafegamos em estradas limpinhas que acabaram de ser lavadas, o preto herdado do negro de fumo não parece precisar temer os modelos coloridos concorrentes.
Negro de fumo corresponde a mais de 20% do peso do pneu; a substância interfere na performance final do produto
W16 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
Três cilindros
Volvo lança novo 1.5 turbo A Volvo lançou um novo motor 1.5 turbo, na Europa. O propulsor é o primeiro três cilindros da marca e equipa o XC40. Ele gera 156 cv de potência e tem torque de 27 kgfm. Ele virá associado a um câmbio manual de seis marchas, mas a transmissão automática de oito velocidades já está a caminho. O XC40 de três cilindros ganhou o nome de T3. De acordo com a Volvo, ele é capaz de ir de 0 a 100 km/h em 9,4 segundos e faz em média 16,1 km/L. No Brasil, a Volvo não tem planos de trazer o modelo de três cilindros por enquanto.
Celular e direção
Número de multas aumenta Apesar da oferta cada vez maior de carros equipados com sistema bluetooth e espelhamento de smartphones, os motoristas brasileiros seguem usando celular ao volante. No primeiro semestre de 2018, conforme o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), 268,3 mil multas de trânsito foram aplicadas no país por uso indevido de celular na direção, número 167% maior em relação ao mesmo período de 2017. Usar o telefone ao volante é infração gravíssima. O motorista recebe sete pontos na carteira e a multa é de R$ 293,47.
super motor
Internacional
Italiano de alma japonesa desfila na Europa Novo Fiat 124 Spider une estilo retrô com o desempenho dos atuais conversíveis; modelo usa a mesma plataforma do Mazda MX-5 Alessio Sanavio De Roma (ITA) para Auto Press
Foi no ano de 1966 que a Fiat apresentou, pela primeira vez, o roadster 124 Spider. Com um passado marcado pela boa fama e pelo sucesso de vendas, o modelo ressurgiu em 2015, meio século depois, compartilhando a plataforma e diversas peças da quarta geração do Mazda MX-5 Miata – exatamente o esportivo que provocou o renascimento dos roadsters nos anos 90. É bem verdade que a forma de produzir carros mudou com o passar dos anos, mas o novo Fiat 124 Spider conserva boa parte dos traços de seu antecessor, exacerbando o lado clássico do carro e cativando os entusiastas pelo mundo. A versão de 1966 do Spider 124 foi desenhada nos estúdios de design Pininfarina. Já a nova versão traz um design “suave”, com proposta retrô, seguindo as linhas gerais do modelo anterior,
que ficaram inalteradas durante todos os 19 anos em que foi produzido. Considerado um “GT de fim de semana”, o modelo também é voltado para uso diário ou urbano. Suas medidas são relativamente pequenas – são 4,05 m de comprimento, 1,74 m de largura, 1,23 m de altura, e 2,31 m de entre-eixos (o mesmo que o Miata) –, o que permite manobras de estacionamento, por exemplo, com bastante facilidade. A abertura da levíssima capota é manual e pode ser feita através de um simples gesto. Apesar de utilizar a mesma plataforma do Mazda e ser construído numa unidade da marca japonesa, o Fiat 124 Spider trocou o 2.0 aspirado de 155 cv do Miata por um 1.4 turbo da família MultiAir, com tração traseira. Nos Estados Unidos, o propulsor é configurado para render até 162 cv a 5.500 rpm e 25,4 kgfm de torque a 2.500 rpm. Já no mercado europeu, os números são meno-
res: o mesmo motor tem 140 cv e 24,4 kgfm de torque. Em ambos, a caixa pode ser manual de seis marchas – a mesma do Mazda – ou automática, também de seis velocidades. Outra opção de motor está na variante Abarth, também 1.4, mas calibrado para render 170 cv de potência. Na Europa, a Fiat vende o 124 Spider em versões que partem dos € 28.040 e chegam aos € 35,5 mil (cerca de R$ 124,4 mil e R$ 157,5 mil, respectivamente). Há ainda versões especiais, como a Birthday, que comemora os 50 anos do modelo; a América, que homenageia o sucesso do veículo nos Estados Unidos; e a Europa, com acessórios e adesivos exclusivos.
Ficha técnica Motor. Dianteiro, 1.4 16V turbo Multiair, com quatro cilindros em linha Potência máxima. 140 cv a 5.000 rpm Torque máximo. 24,4 kgfm a 2.250 rpm Câmbio. Manual de seis velocidades Tamanho. 4,05 m (comprimento); 1,74 m (largura); 1,23 m (altura) e 2,31 m (distância entre-eixos) Porta-malas. 140 L Peso. 1.050 kg (em marcha)
Suspensão traseira é do tipo multilink, o que contribui para o conforto e a dirigibilidade do modelo italiano
super motor
17 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
FOTOS FCA/DIVULGAÇÃO
Com pegada esportiva, conversível da Fiat usa capota de lona acionada manualmente
Diversão para estabilidade e bom conforto O Fiat 124 Spider é agradável de dirigir. Parte disso é graças ao centro de gravidade e ao peso, que são baixos e tornam o carro estável e preciso, especialmente fora do trânsito da cidade. Para contribuir com essa “diversão”, há tração traseira, que distribui as forças de maneira substancialmente perfeita, com tração no ponto certo. O motor de 140 cv é generoso. A posição de condução recuada coloca o condutor numa localização estranha, não muito confortável, com visão para o grande capô, mas o volante tem pegada que dá sentido à esportividade. O Fiat 124 atrai olhares de todos. E são muitos os fatores que contribuem para isso: teto retrátil, aparência atraente, tração traseira, baixo peso, direção direta. A bordo, a experiência é boa no compartimento de passageiros, mas não tão agradável em termos de espaço: nem tudo é perfeito. (AP)
Por dentro, predomina o acabamento preto com bancos revestidos em couro e material soft touch
Novo Spider foi esculpido para evocar o original de 1966, inclusive com os faróis arredondados
W18 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
BMW
X1 2019 oferece mais por menos A BMW apresentou os detalhes da linha 2019 do X1. Os preços anteriores foram mantidos, mesmo ganhando mais equipamentos de série. A tabela parte de R$ 191.950 para a versão sDrive20i GP e chega a R$ 206.950 para o sDrive20i X Line. Agora, as duas versões são dotadas de sensores de obstáculos também na frente e sistema de estacionamento automático. A X Line se diferencia pelo visual mais esportivo e tem grade dianteira com aletas cromadas e rodas aro 18. BMW/DIVULGAÇÃO
Mercado
super motor R$
Avaliação
Spin muda para
83.490 Chevrolet Spin Activ7
melhor e fica mais espaçoso Versão sete lugares do Chevrolet Spin se destaca pela versatilidade aliada ao bom custo-benefício; visual da minivan ficou mais harmonioso Igor Veiga O Chevrolet Spin acaba de “entrar no bisturi” e ficar com o visual mais harmonioso, digamos. Um dos modelos favoritos entre os taxistas, a minivan ainda resiste à desleal concorrência com os SUVs, os preferidos dos brasileiros hoje quando o assunto é um carro para a família. Tendências de mercado à parte, o novo Spin começou a ser vendido em julho e parece ter tomado o mesmo elixir
BH ganha nova feira de veículos
da juventude de outros modelos da Chevrolet, como o Cobalt e o Equinox. Na frente, o carro ganhou faróis maiores e mais afilados. A grade frontal ativa ficou mais baixa dando adeus ao apelido de “capivara”. Na traseira, as lanternas agora são horizontais, e o lugar onde fica a placa foi do para-choque para a tampa do porta-malas. A relação custo-benefício do modelo segue interessante. Os preços variam de R$ 63.990 a R$ 83.490 para a versão Activ7 automática,
com sete lugares, que o Super Motor avaliou. A versão top de linha e aventureira do Spin perdeu o estepe grudado na traseira. No lugar do suporte externo, o pneu sobressalente fica agora onde deveria estar sempre: debaixo do assoalho do porta-malas. Foi isso que permitiu ampliar o espaço interno e oferecer os dois assentos extras na versão Activ7. Outra novidade está na segunda fileira de bancos, agora corrediça. Por ser montado sobre trilhos, o banco pode ser movimentado até 5 cm para frente ou 6 cm para trás no intuito de redistribuir melhor os espaços. A capacidade do porta-malas varia de 162 L, com os sete assentos em posição normal, a 1.068 L, quando a segunda e a ter-
ceira fileira estiverem com os bancos rebatidos. Por dentro, o novo Spin oferece novas opções de acabamento com couro marrom (na versão LTZ) e cinza com costura amarela, como na versão Activ7. A minivan da Chevrolet também está de painel de instrumentos novo, na verdade, o mesmo do utilitário-esportivo Tracker, que traz velocímetro e contagiros analógicos e computador de bordo digital. O modelo vem com a central multimídia MyLink com Android Auto e Apple CarPlay. Na versão Activ7, há também o sistema OnStar, que agora é capaz de alertar o usuário para o não esquecimento de objetos e pessoas nos bancos traseiros do carro. IGOR VEIGA
IGOR VEIGA
Espaço para 2.500 veículos por edição, estrutura diferenciada, área kids e gourmet, além de hall de serviços automotivos, imobiliários e financeiros. Essa é a proposta da Feira de Veículos do Expominas, que abre para o público em 16 de setembro e será o maior evento do tipo no Estado. A feira vai entrar no calendário dos mineiros: será realizada aos domingos, de 6h às 13h, no estacionamento do Expominas, e vai contar com carros e motos seminovos e usados.
México
Volks é acusada de causar seca Os episódios de escândalo envolvendo a marca Volkswagen não param. A fabricante está sendo acusada no México de causar seca na região de Puebla. De acordo com agricultores locais, a montadora alemã utiliza canhões antigranizo, como forma de proteger a lataria de veículos novos estacionados em seus pátios externos. Os agricultores da região afirmam que os canhões estão inibindo as chuvas e causando perdas nas plantações.
Modelo está com faróis mais afilados, nova grade e agora vem com luzes diurnas em LED
Novas lanternas horizontais deixaram a minivan com um visual menos estranho
Segurança deixa a desejar A minivan mantém o mesmo conjunto mecânico de antes. O motor 1.8 flex de até 111 cv e 17,7 kgfm de torque trabalha legal com o câmbio automático de seis marchas, que, segundo a Chevrolet, foi recalibrado para deixar arrancadas e retomadas mais ágeis e com trocas mais suaves. O que não dá para entender mesmo é o mecanismo nada prático de trocas se-
quenciais das marchas deste câmbio da Chevrolet, com botões na lateral da alavanca. Por que não adotar as borboletas atrás do volante? A minivan está mais equipada e traz itens de série novos como câmera de ré, sensor de chuva e acendimento automático dos faróis. O Spin ganhou cinto de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes, além do sistema Isofix para cadeiri-
nhas, entre outros itens de fábrica. Apesar de ter uma lista com bons equipamentos, o modelo comete um pecado em termos de segurança: continua sem oferecer nem mesmo como opcional o controle de estabilidade e de tração, uma tecnologia comum aos utilitários-esportivos e também em boa parte dos sedãs à venda no Brasil. Na pista, o Spin Activ7 provou que prioriza o confor-
to. A suspensão foi recalibrada para que a carroceria role menos nas curvas, mas quem viaja lá atrás, na turma do fundão, reclama do pula-pula quando o carro passa por trechos mais esburacados. Entre perdas e ganhos, a minivan da Chevrolet melhorou o visual, ficou mais bemequipada. Para quem busca um carro para família por menos de R$ 100 mil, é uma boa pedida. (IV)
Ficha técnica Potência máxima. 106 cv (gasolina)/111 cv (etanol) a 5.200 rpm Torque máximo. 16,8 kgfm (gasolina) a 2.800 rpm e 17,7 kgfm (etanol) a 2.600 rpm Consumo (versão Activ7). Cidade: 10,3 km/L (gasolina) e 7,0 km/L (etanol). Estrada: 12 km/L (gasolina) e 8,3 km/L (etanol), de acordo com dados do Inmetro
super motor IGOR VEIGA
19 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
CHEVROLET/DIVULGAÇÃO
A cor de lançamento da versão Activ7, amarelo stone, lembra a dos táxis do Rio de Janeiro
Por dentro, além dos sete assentos, há poucas novidades CHEVROLET/DIVULGAÇÃO
Segunda fileira de bancos é bipartida e corre sobre trilhos
W20 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
Produto
Novo pneu para fora de estrada A Goodyear lançou nesta semana o Armor Max OTR, um novo e moderno pneu para caminhões fora de estrada. Desenvolvido para veículos que trafegam em pisos de terra e rocha, como em pedreiras, atividades de mineração, obras de construção civil e áreas de exploração florestal, entre outras, o Armor Max OTR substitui o modelo G677 OTR. Assim como toda a linha de pneus Max Series, todas as medidas dos Armor Max OTR têm sete anos de garantia, independentemente do número de recapagens. GOODYEAR/DIVULGAÇÃO
super motor
Transporte
Ford faz aposta em inédito semipesado Novo Cargo Power 3031 é primeiro modelo 8x2 da marca no Brasil; entre as novidades, destaque para a oferta do segundo eixo direcional Da redação A Ford Caminhões apresentou, na última semana, o Cargo 3031 8x2, primeiro modelo da marca com essa configuração, em um evento para a imprensa em Caxias do Sul (RS). O novo caminhão é voltado para o transporte intermunicipal e rodoviário de médias e longas distâncias e vem equipado com um motor de 306 cv. Entre os diferenciais, o Ford Cargo 3031 8x2 tem se-
gundo eixo direcional original de fábrica. “Com o novo Cargo 3031 8x2, os clientes que precisam de um caminhão com maior capacidade de carga não têm mais de instalar o segundo eixo direcional no Cargo 6x2 em empresas parceiras. Eles agora contam com uma solução original, com garantia de fábrica, sem precisar esperar pela instalação do componente”, diz Oswaldo Ramos, diretor de vendas, marketing e serviços da Ford Caminhões.
O novo caminhão será vendido com cabine simples ou leito, transmissão manual ou automatizada Torqshift e dois comprimentos de chassi: longo, com 5,3 m, e extralongo, com 6,3 m, o maior da categoria, segundo a Ford. O modelo pode ser equipado com tanque de combustível simples (de 275 L) ou duplo (de 550 L). O Cargo 8x2 tem Peso Bruto Total (PBT) de 29 toneladas e capacidade técnica de 30,1 toneladas. Por debaixo do capô, o modelo usa o motor ISB 6.7, de 306 cv, e conta com a tecnologia de emissões SCR, que favorece a economia e a performance. Como outros diferenciais, o novo caminhão tem transmissão com comandos a cabo, que oferece engates
mais leves, suaves e precisos e operação silenciosa.
Economia e conforto O Cargo 3031 8x2 oferece a opção da transmissão automatizada Torqshift, com recursos que otimizam o desempenho, a economia e a segurança do veículo, com mais conforto para o motorista. Além de dois modos de condução – Performance e Economia –, ela conta com piloto automático, função “Low”, assistência de partida em rampa e indicador de marchas no painel. Como os demais modelos Cargo e Série F, o novo Cargo 8x2 é produzido na fábrica da Ford Caminhões em São Bernardo do Campo, no ABC paulista.
Hyundai
Picape a partir do novo Tucson O site coreano Motorgraph divulgou nesta semana que a inédita picape média da Hyundai, que irá se chamar Santa Cruz, deve chegar ao mercado a partir de 2021. De acordo com o site, o modelo deve ser baseado na futura geração do utilitário-esportivo Tucson, que deve começar a ser produzido em 2020. A decisão foi tomada para facilitar sua produção nos Estados Unidos. Apesar da novidade, ainda não se sabe quando o modelo deve estrear no Brasil para competir com Toro, Hilux, S10, Amarok e Ranger, entre outros modelos.
Modelo tem freios ABS com circuito duplo, além de controle eletrônico de tração
Motor Cummins 6.7 L oferece até 306 cv de potência e 112,2 kgfm de torque
super motor
21 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
FOTOS FORDI/DIVULGAÇÃO
Modelo pode ser equipado com diversos tipos de implemento, desde baú, carga seca, sider e guindaste até graneleiro e tanque
De acordo com a Ford, o Cargo 3031 8x2 envolveu mais de 200 mil km de rodagem em testes
Com segundo eixo direcional de fábrica, Cargo 3031 está disponível em versão cabine simples ou leito
Plano de vendas agressivo Como oferta de lançamento, o Cargo 3031 8x2 conta com um programa de financiamento subsidiado, com entrada de 20% e pagamento em 48 meses com taxa de 0,96% ao mês. O plano, na modalidade de crédito direto ao consumidor, inclui uma carência de 90 dias para o pagamento da primeira prestação. A Ford também oferece um pacote especial de manutenção para o modelo com três opções de contratos Ford Service, que podem incluir desde revisões e itens de desgaste até assistência completa. Os modelos da Ford Caminhões com o câmbio automatizado Torqshift já respondem por cerca de 50% das vendas das linhas. Por isso, a oferta do equipamento será ampliada com o futuro lançamento de sete novos modelos Torqshift, com tração 4x2 e 6x4. (Da redação)
W22 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
super motor Moto
Honda
CG 160 ganha novas cores A linha 2019 da Honda CG 160 já está à venda nas concessionárias. O modelo agora possui rodas de liga leve, com exceção da versão Start, que segue com rodas raiadas, e passa a ser vendida também na cor preta. A CG 160 Titan 2019 recebeu uma faixa sobre o tanque. O para-lamas dianteiro deixou de ser da mesma cor do restante da moto e passa a ser apenas preto. Na CG Fan, a cor cinza metálico é nova. Os preços variam de R$ 8.390 a R$ 10.490. HONDA/DIVULGAÇÃO
Europa
Vespa elétrica sai em breve A italiana Vespa deve começar a vender em outubro na Europa seu primeiro modelo 100% elétrico. A Vespa Elletrica surgiu como protótipo no Salão de Milão do ano passado e agora será realidade. De acordo com a Piaggio, o modelo tem autonomia para rodar até 100 km, na versão de entrada, e até 200 km na versão top de linha, que possui um gerador auxiliar ao motor elétrico com potência máxima de 5,5 cv. A bateria da nova Vespa leva cerca de quatro horas para ser totalmente recarregada.
Revolução ao modo bem natural BMW muda tudo na linha dos modelos de média cilindrada F 750 GS e F 850 GS; novas big trails da marca alemã estão confirmadas para o Brasil ainda neste ano Auto Press Normalmente, a renovação de uma linha de motocicletas toma por base o modelo antecessor. Mas no caso das novas BMW F 750 GS e F 850 GS não é assim. A não ser o fato de serem dois modelos que dividem um mesmo motor com potências diferentes, elas nada têm em comum com as velhas F 700 GS e F 800 GS. A produção dos novos modelos já foi confirmada para a fábrica da
marca em Manaus, com produção a ser iniciada a partir de setembro e provável lançamento no fim de 2018. A marca afirma que as novas F 750/850 GS dividirão a linha com as atuais F 700/800 GS, mas o mais provável é que os dois modelos deixem de ser produzidos, como aconteceu na Europa. As novas big trails da BMW dividem agora um motor de 853 cm³. Na 750, ele rende 77 cv, com 8,5 kgfm de torque a 6.000 giros, enquanto na 850 ele
chega a 95 cv, com torque de 9,4 kgfm a 6.250 rpm. Ele tem dois eixos contrarrotantes, o que reduz drasticamente as vibrações e proporciona um freio-motor menos invasivo. O conjunto conta ainda com um sistema de embreagem deslizante, que torna a condução mais segura.
Modos de direção O gerenciamento eletrônico do motor fornece dois mapeamentos básicos. O primeiro é para chuva, também indicado para
o uso na terra, com respostas mais suaves do controle de tração, do acelerador eletrônico e do ABS, que fica calibrado para superfícies escorregadias. O outro é indicado para o asfalto seco e oferece a resposta normal do motor. Opcionalmente, há outros dois modos ficam disponíveis: Dinâmico, mais esportivo, e Enduro, indicado para o off-road. Um quinto modo, Enduro Pro, que retira quase todos os auxílios eletrônicos, está disponível apenas para o modelo 850. O chassi é outro ponto que evoluiu muita nas novas GS médias. Agora, ele é composto por um monocoque de travessas de aço que “abraça” as laterais do propulsor e o utiliza como parte da estrutura. Isso aumenta a rigidez torcional do modelo e aumenta a precisão na condução – no que é auxiliado pela nova geometria das suspensões. Na Europa, a suspensão com ajuste eletrônico na traseira é vendida como opcional.
A BMW F 750 usa garfo convencional na frente e rodas aro 19 para uso mais on-road; atrás ambo os modelos trazem roda aro 17
Delivery
Rappi cresce na América Latina A empresa colombiana Rappi recebeu US$ 1 bilhão em investimentos numa última rodada de captação e agora figura entre uma das que mais captaram na América Latina. A Rappi começou realizando entregas de bebidas e hoje promete “delivery de tudo”, desde comida a remédios e supermercado, entre várias outras opções. A empresa já opera no Brasil e tem sido uma alternativa a Uber Eats e iFood.
Diferentes, sim, mas quase idênticas As novas GS da linha F impressionam imediatamente. Principalmente a 750, que se mostrou mais equilibrada. Mas ambas oferecem a mesma facilidade de condução e versatilidade de uso. Mesmo sendo big trails, elas não são muito altas nem desajeitadas. Além de ágeis, têm o peso bem distribuído, o que ajuda bastante no uso no trânsito urbano e quando se es-
tá parado em um sinal, por exemplo. As manobras são relativamente fáceis, mesmo com bagagens ou com um passageiro. Essas BMW foram pensadas para viagens com ambas condições. Nas versões avaliadas havia os quatro mapas disponíveis. No modo Chuva, a 750 se mostrou mais apta enquanto a 850 exibiu uma diferença de performance importante no modo Dinâ-
mico. Em ambos os casos, as vibrações são imperceptíveis e os motores são bastante elásticos. Embreagem e caixa de marchas são muito suaves, o que torna o Gear Shift quase dispensável. Agradou também o comportamento em altas rotações e a neutralidade das novas GS, tanto nas curvas quanto nas frenagens. E o piloto tem sempre uma ótima sensação de controle ab-
soluto sobre a motocicleta. De fato, as novas F 750/850 GS contam agora com uma vasta lista de equipamentos vendidos separadamente. Caso do sistema de câmbio, que permite a troca de marchas sem o acionamento manual da embreagem, o Gear Shift Assistent Pro; da chave presencial; ou do novo painel totalmente digital com conexão com smartphones,
navegador de seta e chamada automática em caso de acidentes. Além da diversidade de potência e oferta de recursos entre a 750 e a 850, uma outra diferença chama a atenção: o preço. A 750 custa € 9.950 – cerca de R$ 47 mil – enquanto a 850 sai por € 12.550, sem opcionais – cerca de R$ 60 mil. Uma diferença significativa de 25%. (Auto Press)
super motor
23 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
FOTOS BMW/DIVULGAÇÃO
Os dois novos modelos da BMW irão chegar ao Brasil para substituir as atuais F 700 GS e F 800 GS
As duas aventureiras têm freios ABS com discos de 305 mm
Nas duas motos, painel é digital e tem conexão com smartphones e chamada automática de emergência
Em Manaus Produção nacional. As novas motocicletas GS da família F dividirão espaço na linha de montagem com outros dez modelos produzidos localmente: BMW G 310 R, BMW G 310 GS, BMW F 800 GS; BMW F 800 GS Adventure; BMW R 1200 GS; BMW R 1200 GS Adventure; BMW S 1000 R; BMW S 1000 RR; BMW S 1000 XR e BMW F 700 GS – este último foi o primeiro a sair das linhas de montagem, em outubro de 2016. Investimentos. A produção da nova F 750 e F 850 no Brasil foi anunciada em junho. De acordo com a BMW, foram investidos cerca de R$ 60 milhões nos últimos dois anos para trazer novas tecnologias ao mercado brasileiro.
Faróis com LED e piscas pequeninos chamam atenção no visual das novas big trails da BMW
W24 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 8 de setembro de 2018
super motor FOTOS HYUNDAI/DIVULGAÇÃO
Prévia
Pistas sobre o novo HB20 Elantra remodelado estreia nos EUA e antecipa mudanças visuais Auto Press O Hyundai Elantra foi remodelado em sua linha 2019 nos Estados Unidos.
O modelo recebeu mudanças no visual, com traços mais ousados. A frente ganhou faróis triangulares, novo capô e para-choques.
Linhas do novo Elantra vão inspirar a nova geração do hatch
Nos EUA, sedã é vendido com motores 2.0, 1.4 turbo e 1.6 turbo
Atrás, as lanternas são novas, e há uma nova tampa do porta-malas, que traz um spoiler integrado. No interior, o cluster de instrumen-
três opções de motor. O 2.0 de 149 cv equipa boa parte da gama. A versão Eco tem um 1.4 turbo de 130 cv e transmissão de dupla em-
tos é novo, assim como a alavanca do câmbio. A central multimídia foi melhorada e está mais rápida e fácil de usar. Nos EUA, o Elantra tem
breagem. Já a versão esportiva, que deverá chegar às ruas só no fim do ano, carrega um 1.6 turbo com opção de câmbio manual.