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Pampulha, 15 a 21 de dezembro de 2018

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EM JANEIRO, UMA NOVA FORMA DE LER O SE SE SEMANÁRIO DE BH

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pampulha 15 a 21 de dezembro de 2018 ANO XXVII número 1481 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838

O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE FRED MAGNO

METAS, PRA QUE TE QUERO? Não são poucas as pessoas que, motivadas pela proximidade da virada de ano, colocam em revista suas ações para compor o rol das novas resoluções; conheça histórias de quem faz isso – e é bem-sucedido – e confira dicas para não se frustrar na sua própria busca

Nadia Schmidt mantém diários nos quais suas reflexões e metas são revistas com assiduidade, para embasar decisões


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especial

pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 15 a 21 de dezembro de 2018

NOVIDADE> Maior semanário da capital começa 2019 de cara nova e encartado em O TEMPO No próximo sábado (22), os tradicionais pontos de distribuição do jornal Pampulha receberão a última edição de 2018 – como acontece anualmente, a publicação entra em recesso e deixa de circular nos finais de semana que abarcam o período das festas de Natal e Ano-Novo. O reencontro do semanário mais querido da cidade com seu público leitor, porém, já tem data marcada para acontecer: será no domingo, dia 13 de janeiro. A boa notícia é que a primeira edição de 2019 chegará às mãos dos belohorizontinos de cara nova. Sim, as mudanças incluem um novo projeto gráfico, dentro da disposição do grupo editorial em sintonia com as tendências do jornalismo impresso mundo afora. Mas não só. Além de também conter em seu bojo uma nova proposta editorial, mais moderna e ousada, em 2019 o jornal Pampulha passa a andar de mãos dadas com um dos produtos mais importantes da Sempre Editora: o jornal O TEMPO. Em 2019, o novo PamDa redação

Novo Pampulha

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4 de janeiro de 2019

4 de janeiro de 2019

Matusalém

A partir da próxima quarta-feira (30), o chef Matusalém vai comandar os jantares no Na Mata Café, dentro do projeto Cozinha Show. O primeiro menu apresentará o tempero baiano do cozinheiro, que vai preparar um bobó de camarão (R$ 98, para duas pessoas). R. Marília de Dirceu, 56, Lourdes. (31) 36541733 Accum vel ente rem veliat aditaDum nocaect uamena, fac rei publint? Patelis movem orum intervirit

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Neste fim de semana, a 7ª edição do festival Gastronômico de Araxá homenageia os 90 anos de um ícone da da culinária brasileira, o Copacabana Palace. Três chefs do hotel realizam festins: Paulo Maneira, Itamar Araújo e Rafael Hidaka.Natemolu ptatur molorehenis ullatata dem faccus aut atquas por adis conseque.Fertam erbit aceretra se vius; hocae am horis omnos op

A Enoteca Decanter recebe o sommelier bicampeão brasileiro Guilherme Corrêa em 30 de julho, às 20h, para um jantar harmonizado. Cinco vinhos da uva portuguesa Touriga Nacional serão apresentados, dois deles com tradicionais pratos portugueses. Informações: (31) 3287-3618. Nam hala porum ium imura quod igilis

leas 5E e vejari , As cer do Ceará o Sã s, mento us, de veja cer stin Augu lançam a , do Bra Paulo oólica e Abyss. alc smais ad In Th ilo Ru e sil: De ue o est Stout e Ela seg perial tose Im a, lac teor sian ilh un ao leva ba gando %. Ra che café, de 20 d i lico alcoó uiat es seq con repreoffictu usLii nim rum rta L. fi se ses i prei Sciorb

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o pequen prevê consumo quisa a pes nto no . Segunime cresci nal deste anoMintel, os consumve3 da o fi fim de fil do Neste rossemana, até O per iro de cer a é ram 10, a núme do pra osedição sile vej a 7ª do com festival . Ess l, s cer bra do r iro de do sile os Araxáterismuda Gastronômico bra Minte de litr de pie ja temclusão da de inhomenageia os o.O 90 audem bilhões passad a con sa mundial rcado. anos rrit. optium no ano deria um da mícone c epe m empre a de me quisa rfe lto spe Du su da culinária brasileira, nci pes It. in teligê o uma panhia, s At L. m ia ve, inprae erimuPalace. o Copacabana nd Segu pela com idores i pec dovir mis; nu . Grae,Por Bárbara França sum - TrêsUcchefs m, hotel feita forem icidi,Enviada Especial sedicafestins: dos con am pre realizam cul tamdit Paulo 57% iros afirm Edio sim Itamar t? Un m.Araújo diu venHorizonte brasile er. isaManeira, O TEMPO - Belo silla Quem nunca passou in igit quam pesqu es beb e Rafael Hidaka.Natetea ir e a 4 de janeiro fer qu conde 2019 do ameis qu molu ptaturm molorehepor uma frustração na coocaes? vatis cluden Quan as motivaçõno r cero que atire a primeira ius terdiudem ou faccus tu qu a, ullatata o es eni zinha abord experimenta vejnis umoena tideat it. Axim colher de arroz empapapor adi.Sa s ina de ceridoaut para res atquas hu mu r ut os du ves tip sum sentiam do. Pequenos erros semfacepoenem immo , con o tema ganha vos cup novo Quando pes publis iactus, dos con us. De m sulica pre acontecem e cabe ao ium–meas effresc 42% onaram "um or" Catimdo cinema tru que rotelas vad vives- hactarterem , qu cozinheiro se virar para see in tu menci sabor ino nte en ad firio o nis et Opiores de or/ rdi evi sab de 18 vivide am hemus? ti, et vomais razão sumidores citada ium act m crum ven pec fuis do con sen nu tre r lica plibu anos, rmium ntereo na 24 % deles. qu idi omne cie poposapo lus m inbliis por 53 números idores s já in pu vernultia amor”. sum Era outubro rro2012 bi- ou não. É o"Os hode s, con sabores s, e oscirurgias pritili os âm s Após várias quando empreOs caca os aximu tam qu aídos por ntes ao as. Ele e- internamentos, m tod s vid tuus. is, C. 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Vários invest especiafica es rto Ale qu Mae o listas vivissu o requipe PoThomás, Os Intocáveis (2011) mente suaem vida. ra o pra con rectuus do compõem s a b a do res al pa quam No filme francês, Philippe é am uc ta mo mas mais velhoum de loc seus três rticipede cuidados,ino vaRosana, rsultu pafis add am ad mo exó libus zinho um rico aristocrata que ficou como ela mesma diz,tico fica lhos, à época 28 anos, t? qu ur. cãocom e air s opub uspie tan atr ppy ho reitratá-lo ha paraplégico. Por de em cima, não deixa pashavia sofrido um acidente a im tum seu o par fac em públic igual para igual,reh o jovem Drissfeci sar nada sem ess seue parecer com paraquedas no Estaiam per io da etilde consegue a função cuidade mãe. Juntospo eles a do do Arizona que o deir mevão aparques, à praia, xara tetraplégico. Fã de rio sid se dor e juntos vão conhecendo cuassistem dis , o universo um do outro e a filmes, ouvemde" música... esportes radicais, o jovem la. reforçando a amizade. Rosana está planejando já tinha experiência com o Ana Pau paaté uma visita ao antigo salto, mas, em sua primeiA com que local onde ele treinava ra aventura norte-amerinhia osa n saltos, “é enfrentando cana, o aparato não abriu a s s i os problemas que a gente se e ele caiu praticamente em fortalece”, justifica, mas queda livre, batendo com esclarece que não faz nada força a cabeça. O caso era que ele não tenha vontagravíssimo, os médicos de. chegaram a perguntar se De acordo com o neua família preferia desligar rologista Fidel Castro Alos aparelhos. Rosana não ves de Meira, é nítida a teve dúvidas. Largou tudo melhora de pacientes que para cuidar do filho. “Eu convivem em ambiente não fiz um contrato para familiar. A presença de cuidar do meu filho só pessoas íntimas podem quando ele estivesse bem, O Filho da Noiva (2001) estímulos é meu filho sempre, isso Wproporcionar O filme argentino acompanha W Amazo ) me levou a nunca questio-W importantes o empresário Rafael, cuja mãe inas (av. e6-7se 400transforExpom 323 emtro, interferência posinar se eu fosse cuidar deleOndemar tem Alzheimer. Seu pai, ateu, 7, cen nas, 1.53 ado (19), às 21h planeja realizar um casamenDia sáb 40 (inteira) to na igreja com sua mãe para R$ Preço agradá-la, mesmo sabendo ste fi ne ga ebe que ela não pode ser partici- ,90 BH rec ana um me A pativa na cerimônia. ER R$ 179da o. sem eir nal de cer vej começa NTO BE para ca a evento mação 1 CONJU a certo com taç vada ent progra inta-feira CerveUma de ce modig qu 2º na tipo amus que sedehendel et do Latino ura abert ongresso sileiro Ibus aut dolor t dipsus (C r Bra Sandra o marido do con ecan quatu non cusan14 e sujeito o e Renato es Merca é eri cáAm éúêurtem tempo quiat abril de 20 re diem a e juntos con nci emde casaCiê o. Cerve s para do em ções. Atimeiamquam jeir Cerve x de eventoestidoa altera aiora cul irm O um mi sários, inv veja. Romn unu et? cer rib empre antes da ientro, esulto c am res e vilius ho nsul Ex no dea molus que ad

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PAMPULHA Seu tempo livre no fim de semana

Volta de casa

Cuidadores orro também a cach e Boa pr ety oferec merecem atenção fé Pr cães W

PAMPULHA Seu tempo livre no fim de semana

Congre artesanal cerveja

dades As novi

Alzheimer, Minha Mãe Também Tem Foi buscando essa força que a aposentada mineira Ana Heloisa Caldas Arnaut também criou um espaço na rede. A página “Alzheimer, Minha Mãe Tem” já tem quase 140 mil curtidas e nasceu da repercussão em torno de um vídeo no qual de paciente com Alzheiapresenta um bate-papo mer pode encontrar. com sua mãe, dona Anna Izabel Arnaut, antes de Para uma delas, alidormir. “O que você ás, é Aguzzoli oferece uma boa solução. Quando minha?” pergunta Ana Vó Nilva precisou usar Heloisa para a mãe, no fralda por conta de uma que ela responde, eminfecção intestinal, ficou polgada com a própria constrangida. condição: “filha!” bastante e “Peguei a fralda e coloemenda um “você é muiquei em mim. Dessa forto educada”. O diálogo Lançamento ma, ela ficou muito mais já teve mais de 17 mil à vontade para fazer o visualizações, inclusive mesmo. Foi incrível. Fide usuários da rede de camos ambos de fralda, outros Estados, como comenta a própria autora.achando graça”, lembra o gaúcho, provando que Para ela, a interação é possível encarar com filmada e tão comenleveza o dia a dia da dotada no mundo online ença. faz parte do dia a dia da casa, sempre recheado Troca de experiência de atividades lúdicas e Se outras pessoas, inspiradas pelo gaúcho, boas risadas. “A gente precisaram adotar a adora brincar, usamos mesma estratégia para umas bolinhas bem fraconvencer alguém a usar quinhas e coloridas, joNa capital fralda, não se sabe, o gamos pra ela, quando “Quem, Eu?”, livromas do gaúcho fato Fernando é que compartilhar deixamos cair, significa Aguzzoli sobre o duro experiências pode ser que ela ganhou, e ela e divertido cotidiano ao lado muitodabom. adora ganhar! A gente Vovó Nilva, traz, além de a psicóloga Ma-sobre Alsempre ter que perder”, Para biografia, informações rina Botelho, a resiliência confessa a filha, só para zheimer. Será lançado em Belo é a capacidade humana (29). ver sua mãe mais feHorizonte na terça-feira de driblar e tirar proveito dos sofrimentos. “QuanFernando Aguzzoli do você expõe uma difiQue pediu demissão do culdade sua e outras pesemprego e trancou o soas também dividem, curso de filosofia da isso vai fazer com que a Universidade Federal do pessoa se sinta mais forte Rio Grande do Sul p para superar os desafios. ara se dedicar A pessoa vê que não é diintegralmente fícil só para ela, que ela não está sozinha, isso aos cuidados anima, dá motivação”. Volicaed pes omne omanum diis; num intemus, Catiam. Itam tatum hori id poravenium peri pore eti, cupient, nons auct

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Capa

O Escafandro e a Borboleta (2007)

Bom humor forma dos cuidadores de enfrentar a realidade

– “Tu é meu amigo?” – “Eu sou teu neto!” –“Meu neto?” – “Sim, filho da tua filha. Ou seja, teu neto”. – “ Uéééé...” – “Por quê?” – “Mas não é meu amigo?” – “Sou teu neto E TEU AMIGO”. – “Ah bom, viu, eu sabia que tu era meu amigo”. – “Claro que eu sou!” Assim, confusos e cheios de afeto eram os dias do estudante gaúcho Fernando Aguzzoli, 22, ao lado da avó Nilva, diagnosticada com Alzheimer. Tendo cuidado dela nos seus últimos seis meses de vida (ela faleceu em dezembro do ano passado, pouco antes de completar 80 anos), ele encontrou no bom humor

e nas redes sociais uma forma de enfrentar a difícil realidade e compartilhar informações e receber apoio. Seja acompanhando idosos ou pacientes que sofreram sérios acidentes cerebrais, as experiências de alguns cuidadores mostram que injetar risadas e liberar endorfina nas situações difíceis só torna tudo menos pesado, algo que a psicóloga Marina Botelho, especialista em atendimento sistêmico de família, assina embaixo. Segundo ela, o bom humor é benéfico porque ele reconhece as limitações da própria situação. “É tratar com legitimidade, parar de ter dó e rir dos desafios”, comenta. A receita da psicóloga parece urgente diante de uma realidade nada animadora, em que cresce a cada dia o número de cuidadores familiares

segui usar o humor. O simples fato de poder conviver com a doença foi gigante nesse processo. Eu não aceitava a doença, até que vi que podia me divertir com isso e me divertir com a vó”, conta Aguzzoli. A peleja em procurar um cachorro escondido nas gavetas da cômoda – “‘perai’, mas não era um gatinho?” –, ou a teimosia em afirmar já ter descido com o lixo e depois cobrar o neto avoado são alguns dos divertidos relatos que ele posta na página “Vovó Nilva”, criada no Facebook para compartilhar a convivência dos dois, material que inspirou o livro. Da presença de Pelé na seleção brasileira de 2013 à dificuldade em definir se o bicho de pelúcia era um pinguim ou uma coruja, tudo era motivo de sorriso e ganhava as curtidas dos quase 75 mil seguidores da página. Grande parte deles, como é possível ler nos comentários, elogia a paciência do neto, seu carinho e se dizem motivados em seguir adiante, enfrentando as mais diversas dificuldades que um cuidador

pulha, portanto, deixa de ser distribuído nos principais pontos da capital e passa a engrossar a edição dominical do periódico, agregando conteúdo ao leitor, que será brindado com um apanhado das principais novidades no que se refere a moda, gastronomia, comportamento, decoração e saúde, bem como uma série de outros temas relevantes. Seções queridas dos leitores, como a crônica de Laura Medioli, continuarão marcando presença. “Tenho um carinho e um compromisso muito grande com o Pampulha – afinal, é como um filho para mim, pois somos ligados desde o seu nascimento”,

“Quando eu vi que a doença estava avançando, e que ela precisava de cuidados, eu resolvi ser um pai para minha avó”

Uma relação mais natural e menos pesada

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Para tornar a relação mais natural e menos pesada possível, nada melhor que abrir o jogo. “Eu converso muito com ele, o mais importante é ele estar seguro de que não é um peso pra mim, que eu faria isso por qualquer um dos irmãos. Eu sei que ele se culpa e não quero que isso aconteça”, declara Rosana. Assim, ela faz questão de mostrar que também cuida de si, faz ginástica, vai à terapia, ao salão de beleza, vaidade que o filho elogiava na sua

Posts de sucesso na página do facebook “vovó Nilva”

“Muitos cuidadores podem apresentar doenças psiquiátricas, como depressão e ansiedade” Fidel Castro Alves de Meira Neurologista

O Pampulha, vale lembrar, foi criado em 1996. “Mais de 20 anos depois, ele agora pede licença para ganhar mais espaço e ser mais ousado. E é com alegria que vejo o Pampulha criar asas mais uma vez, agora inserido no jornal O TEMPO de domingo, com um novo visual, algumas novidades e muita vontade de se fazer conhecer nos mais de 300 municípios do Estado de Minas Gerais”, reitera ela. Em sua fala, a presidente da Sempre Editora toca em um ponto importante: ao passar a ser encartado no jornal O TEMPO, o Pampulha passa automaticamente a ampliar seu raio de alcance. Se antes estava geograficamente restrito à capital

“A alta gastronomia, não aceita erros. Quando alguma coisa dá errado, a s fa única saída s garra é o lixo” aioria da rons?

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Além da troca de informações sobre o Alzheimer, os posts com os diálogos entre Fernando e Vovó Nilva foram fatores de sucesso da página. Confira alguns NO ELEVADOR... para ela! Eu: O que está fazendo, vó? Eu: É O TEU REFLEXO NO ESPEVó: To abanando... LHO, VÓ! Eu: Eu sei, mas para quem? Vó: Quem, eu? Olha ali, ela é Vó: Para a senhora ali! bem mais velha! Eu: Mas estamos sozinhos Eu: Claro, deve ter uns 80 aqui! anos né? Vó: Claro que não, ali do outro Vó: Sim, tadinha! lado tem uma senhora me Eu: Tadinha mesmo, tadinha. abanando de volta, olha. Sorri e abana vó, abana! Tchau Eu: Ah sim, agora vi, aquela moça!! senhora abanando ao lado de Assistindo a amistoso da um bonito rapaz? seleção em 2013... Vó: Não, aquela ali de preto! Vó: O Pelé tá jogando? Eu: É A ÚNICA!! Mas não é um Eu: Não vó, presta atenção bonito rapaz ao lado? no jogo! Pelé tá com 70 anos, Vó: É, nem tinha visto! Abana se ele correr desse jeito vai

W E isso era só o começo. Ao entrarmos no banheiro de minha mãe, o caos era total. Remédios no chão, sal de frutas derramado na pia. Mistério. Mistério que não demorou muito a ser desvendado. Assim que o vigia soube da nossa chegada, procurou minha mãe para contar o ocorrido: “A culpa é do macaco, dona Gloriiàs roup tam bem nha. bicho bebeu eal ficou adap se O anim não s os pets doido. e eu rvar se o tudo, e obseQuebrou Nem todo ssório, pois rtant o asse não tive como prendê-lo”. r. De com nhas; é impo mod ado eiro luga inco Que o prim Chico gostava estar em r sempre se sente devebatida, devejáesta sabíamos, iente nós o conforto a,de opção amb boa o form principalmente as que cons são uma qualquer e cobertore aquecido tinham leite. Mas uísque cowboy? Com claros sintomas alcoólicos, no escritório, desfazia com indivisível prazer uma prateleira de livros. Quando minha avó morreu, mamãe entrou em depressão. Nessa mesma época, meu irmão mais velho prestava vestibular. E foi nesse clima de tristeza e ansiedade que o Chico mais uma vez fugiu.

Encontrado na seção de pequenos anúncios, trocado por um rádio e um cobertor, foi parar na nossa casa

Foi encontrado desmaiado debaixo do pé de manga, e nada neste mundo o fazia despertar de seu sono inconsciente e profundo. – Já esturricou no fio de alta-tensão, e não morreu, e agora? O que será que andou aprontando desta vez? – pensou minha mãe, preocupada em esconder o macaco desmaiado do meu irmão, que, fazendo provas de vestibular, não poderia ter nenhum tipo de contrariedade. Também esse mistério não demorou a ser desvendado. No banheiro de meus pais estava a resposta: remédios espalhados, frasco de sal de frutas aberto, toalhas no onte chão e, -“desaparecidos” Belo Horiz o de 2019 TEMPO4 de janeir doO vidrinho, os responsáveis pelo desfalecimento. O macaco havia tomado uma overdose de tranquilizantes, os tais que minha mãe estava tomando para curar a depressão. Nós o embrulhamos numa coberta e corremos para o veterinário. No banco de espera, observávamos apreensivas o macaco desacordado. De repente, surgido do nada, um enorme dog alemão despontou na sala. Nessa hora, minha mãe quase teve seu quinto filho, e o Chico, saindo do estado alfa e de coma profundo quase em que se encontrava, orrinha deu um monumental Essa cach A Juju é ificada. -co. Na foi sacr salto, indo se grudar nos e pou e ouv gada cegafios compridos penduranão é che sa, ade,Gritando dos ao verd lustre. mas é man a. atac a afagos, de muito, balançava um de nem morcausando lado ao não outro de. Porte gran um verdadeiro rebu na clínica. O veterinário saiu correndo de sua sala para ver o que estava acontecendo.

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Mudança. Em 2004, adota o formato tabloide.

OTE AUMDAM IGO

nho é um gati (leuO Lineu para Felv positivo a), doença cemia felin ssível a smi não tran s, mas sim huma-no os gatos. Preoutr gato para o único -cisa ser ser adotado ou tenha da casa ém que por algu s positivos. outros gato

es e aqu cachorro gemaioria or porte. “Su em go banho les de maistruir um abri a. al tome o anim onde os profissio rimos condes de alvenari ss, petshop prática, mas paraé com pare é fazer a con , piso nais têm fazer em casa aOutra dica cima de um um quem for ar muito cuid o trução em e colocar tom ar eira ajuiso deix prec se de mad por cima, isso ia os olho r do com a uma distânc s coberto a aquecer”, reco o mai to aparelh 15 cm da mui veterinária. a de uns a super erte. Aind segura menda detalhe vezes, os”, adv não preOutro , às ou men ele mudou te banho, nte e que s proteda casa sobre o menos frequen importa O dono ou essa cademai lher donos ndo se cisa ser , basta esco do até os e abado-n , tranca-da, linhas ecem qua entarno esqu nte inve s demais, as o cenalim no tore linha, que e e sede. Foi mais que bém cadeira é a frio é da dela fom o período a água tam efala em o o animal gast o Essa e simples farão está passou quer que da, mas ter retas dia e usar Além disso, dev ção. Com ções onde resgata- mo sendo para man opa. tro das aten lloreptassum fac- id s energia o, de acordo e. Mes um aquecid tosas curtas, mai trist s ecid ar au, procura você a use.Ufaccullitio. Ut mos te os pelo -se evit corpo aqu dia, deve-se cuidada m deixar ranitivo. cum faciu m essitias vel incta e tando poros. com Cláuquantidade de lar defi do a quiae. Latiu dolupta sandanim 20%. Mas mais long go do pelu nmentar uis que em is aut eum cerca de vale para peliq O abri ser increme em ção só deve em eri odi beat ee omnia el ! A dica também ar a casinha o cuidado ueno port a cons recererunt pelibus, ati peq de ar o chã sitatus aece res tado. Deix animais tenham tendênci - sum erto, forr al e forum quatur sequas jorn local cob que não de. Sobre as vacir. ipistr id mo optis s o elão ou umquasp ptum Ebitiori incia com pap ertores que estã à obesida precisa nem fala têeritias dolu dolut harume s em dia. necer cob ajudam a man nas, não ius so ado estar toda nostia es moluptam et idest. em desu o, mas o cuid o Devem is, nocchu esenim arum -lo aquecid e ser destinad Ca niria dev fora especial cont. dormem sua que àqueles que são em , de casa

ger “Prote bem os s ouvido imais dos an ríodo neste pe a a ajud a otite evitar quas Nonsed lese, e BANHOS falar em pelo exersp rem Por s úmi deixá-lo Cláui non nada de qu do com , pacor dos. De nças de pele eni solu dia, doe bactérias poou Lese fungos recer caso ele tatur? ae dem apa bem seco. Para pr e ja não este , recomenda-s ”Num s o ar isso apó evit secador iso ter usar um mas é prec não banho, ado para muito cuido animal. “O r queima selhável é que mais acon

Alcance. Com a nova chancela, o Pampulha ganha um novo projeto gráfico e amplia sua tiragem para 80 mil exemplares, de distribuição gratuita na cidade.

Laura Medioli laura@otempo.com.br

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Origem. O Pampulha foi criado como um jornal de bairro pelo saudoso jornalista Lester Moreira. Em 1995, foi adquirido pelo empresário Vittorio Medioli, que presenteou sua mulher, Laura Medioli, com ele. No ano seguinte, o semanário passa a integrar o bojo da Sempre Editora, que também lança o jornal O TEMPO, entre outras publicações.

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Repaginado. Em setembro de 2011, ano em que completa 15 anos de vida, o Pampulha passa por outra reforma gráfica, desta vez a cargo da empresa espanhola de consultoria e estratégia editorial Cases I Associates. A tiragem sobe para 121 mil. Duas décadas. Em 2016, o jornal celebra 20 anos desde que deixou de ser um jornal de bairro e passou a circular por toda a capital mineira, sob a chancela da Sempre Editora.

Linha

mineira por uma opção editorial da empresa, agora alça voo em direção a outras regiões do Estado, aonde O TEMPO já chega diariamente. “E lá (nas páginas do novo Pampulha), como sempre, estaremos eu e o colunista Telmo Diniz com nossas crônicas e artigos”, informa a presidente. Não por outro motivo, Laura Medioli celebra: “Que ele, Pampulha, voe cada vez mais alto!” Em consonância com a presidente da empresa, Heron Guimarães, diretor executivo da Sempre Editora, acredita que chegou o momento de levar esse conteúdo a mais municípios. “O Pampulha tem uma história de 22 anos de grande ligação com a capital mineira. A ideia, agora, é fazer com que suas edições, sempre atuais, dinâmicas e antenadas com aquilo que é novidade e com o que interessa ao leitor, atinjam todo o Estado Um editor apaixonado pela vida sofre um derrame e acorda 20 dias depois, lúcido, mas movendo só o olho esquerdo. Ele aprende a se comunicar e cria um mundo próprio, contando com sua imaginação e memória.

Doses de alegria

corrigir a tempo de servir a refeição. Na maioria das vezes, a saída é transformar o que seria o prato em um ingrediente de outra receita. O Gastrô convidou chefs para visitar os erros mais comuns e sugerir soluções para cada um deles. Mesmo que

não seja alta gastronomia, as dicas podem salvar seu almoço ou jantar (além da sua reputação à frente das panelas). Segundo uma pesquisa comandada pela plataforma de pedidos de delivery RestauranteWeb, os maiores e mais comuns desastres culinários são receitas triviais e não pratos elaborados. O levantamento online foi feito com 700 pessoas, que citaram, entre seus equívocos preparos como o bolo solado ou ovo muito salgado. Disparado em primeiro lugar, o arroz empapado

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as – adorava ser o centro das atenções. Loucura era quando fugia. Medidas urgentes deveriam ser tomadas: fechar portas e janelas da casa; avisar todos de sua fuga, principalmente mulheres e crianças. Entrava em pânico ao saber de suas escapulidas, chegando inclusive a me trancar no quarto. Não era para menos, por duas vezes fui mordida por ele, e mordida de macaco não dá para esquecer. Após um longo feriado no sítio de um tio, regressamos a nossa casa e a encontramos um tanto quanto caótica. Ladrão! Foi nosso primeiro pressentimento. A casa estava literalmente pelo avesso. Todas as garrafas de uísque e vinho da adega estavam quebradas, e a bebida, derramada no chão. Camas reviradas, utensílios domésticos dispersos pela casa, armários abertos, açucareiro no telhado, roupas espalhadas.

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fortes Para os

Anna Izabel e Ana Heloisa compartilham carinho que vem de berço

diante do envelhecimento rápido da população, e cai substantivamente a saúde e qualidade de vida dos mesmos (leia mais na página 4). “Quando eu vi que a doença estava avançando, e que ela precisava de cuidados, eu resolvi ser um pai para minha avó. Sempre me diverti tanto com ela e este podia ser um período que não voltaria”, explica Aguzzoli, que pediu demissão do emprego e trancou o curso de filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul para se dedicar integralmente aos cuidados. É esse dia a dia animado, por vezes difícil, que o gaúcho de Porto Alegre retrata no livro “Quem, Eu? – Uma Avó. Um Neto. Uma Lição de Vida” (176 págs., Belas Letras, R$ 34,90, em média), a ser lançado em Belo Horizonte na terça-feira (29). “Quando você vê que a pessoa que você ama está buscando seu nome na cabeça ou não sabe onde ela está, você fica mal, isso é normal. Cheguei a entrar em depressão, até que con-

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Cuidadores encontram no bom humor forma de enfrentar a realidade de seus doentes e minimizar os problemas

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tquostra? istil tant? Qua nonferenata L. Mae ditum fit iuste oculestioc, quo essisus vid molicerem audertum, con apecepero hucorudam acerum prorte te et; nemus a dit. Issimusuli pra viri, consultodii patum horum iam. Ocultors potam deffres conde acre, tum pultum mis imenihi ciorit avo, quonfec iptiam nor pris bonsultorte cor ina, videra L. et? Dectum vis, nonc telus vis, senatum, quem publia vium inatus ponsum me fac reis serum accienam publinte are nesses ere poterem habefeceris elintie narterit; Casdam non serentiliae mus bonsciampere inpri spimis accis, essuam. Opicaut pubitil us pri publica; novivit faudefac rentistis com suas atitudes demaCatiden ducienatus bonsiado humanas. Obserfer hoc oculinesi publiss vava tudo e fazia igual. INGREDIENTES upiondu ctodionsimod De tanto ver o Seu Pedro cus? Atque molut potium trabalhando no jardim, 2 ovos mexidos com sal em omnontimiur alaripicone nosso macaco aprendeu excesso rectaticiem ne- a arrancar flores, ajeitar a conside 50 mladdefat. creme de leite que terra e replantá-las em oufresco Olhos redondos, pelo tro local. 20 gramas de parmesão marrom e uma vivacidaCerta vez, um marceralado na de impressionante. Assim neiro foi colocar uma jaA sema de PULH m fi 20 gamas de no queijo pecorino PAMdefiniria nela no alto de nossa casa. tempo livre o Chico, nosso Seuralado macaco-prego. Amor à Enquanto trabalhava, Chi10 ml de azeite primeira vista? Não; talco, embaixo, observava 25 gramas de manteiga sem vez uma leve simpatia. Na tudo. Meio-dia, hora de sal verdade, mais que simpao marceneiro sair para o 6 gramas de alho amassado tia, respeito. Sim, o bicho almoço. Meio-dia e cinco 175 gramas de pancetta ou com aquela fileira de den– hora de o Chico dar contoucinho tes me colocava em meu tinuidade ao serviço. Não 400 gramas de fattuccine lugar, de preferência bem teve dúvidas: com prego Pimenta-do-reino moída na longe e martelo na mão subiu hora dele. O macaco tinha lá a escadinha de madeira. suas esquisitices, mas Como sua mira não era MODO DE PREPARO morder todas as mulheres das melhores, em poucas grosseiramente os eRepique crianças que passavam marteladas quebrou todos ovosseu mexidos. Em umera reci-uma os vidros da janela. em caminho piente, adicione o parmesão, atitude um tanto quanto Durante muitos anos, ça Franleite o pecorino, oBárb creme preconceituosa. ara de r ficou preso a um arame om.b Por po.c e osDurante ovos. Reserve. Aqueçadez interligado às árvores próos otem quase ara@ barb o azeiteem e a manteiga numaem paanos que viveu ximas à capela. Seu campo dos, nossa Chico his- que frigideira.casa, JunteEles o alho efez opelu touciden- atuação era enorme. são sempre Pulava tória. Inteligentíssimo, de um canto ao nho e cozinhe em fogormédio, s. esta m ávei fort rece e con sa, outro deixava-nos perplexos até ficar crocante.. Descarte mas divertindo as pessotinhos pen atéad o alho e reservem o toucinh Que vê de estimação ais o rada asd asdosasanim o. Cozinhe em no invear fettuccine em bastante água bém sofr tam atrapalh fervente (semno. sal)Além até ficarde dormir, a inhoes a peratura al dente. Escorra a massa os bich recoloque-o na panela. Juntetempropensos da na que mais as a mistura de ovos com ao touos deix e e outr ses, grip cinho, mexendoa bem. viroTempere rias. Já s respirató com pimenta-do-reino doençaa gosto. têm probleque Se ainda for necessário, artrites aquelesacrescoluna, cente sal. Sirva imediatamente. mas na podem ter seu oses vado. Maionsed mos sequi utatiatia e artr ico agra dro clín ca mais gedolores consequequa el moluptas o, na épo o cuidado accum alissunt quatur Entãmolecano, tu rempeli genihit ionectem lada doex -estar dos anibrado, com o bem e ser redo mais dev donos não premas os car alarmados. fi foi citado por 46% cisamdas alterações da a pessoas como oAlgu maior mas ajudar podem da problema. Foi exatamenrotina efeitos ios ar te essa a tragédiamin que o imiz a méd afirma chef Carlos Pita escolheu Cláudia estação, rinária – solucionar, transformanca vete do Pet Center do a papa em dois pratos: de Melo, ico Animal. eMéd bolinho (veja a receita Centro forma de perc com Uma no Gastrô online) e arvai mal roz piemontês. Paraber ele,se algo é notar seu inhos eles só em ambiente caseiro os bich nto. Se loé possível cometer com tais portame ando busc ventideslizes impunementeestiv e erem ntes e semse suas conseguir uma solução. o cais que com “A alta gastronomia, por lação, bemnariz estiverem e ar sua natureza, não aceita orelhas é hora de tom ierros. Quando alguma gelados, de. As roup opção. coisa dá errado, comouma atitu uma boa não são ponto de cocção, temponhas são ca, elas ou temperatura, a únicaNessa épo rme dos donos só um cha ichosos, mas mais capradeiro aliado lverd cipa um prin o frio, animais contra para os fimente os idosos, os magros, de pelo curto. os lhotes e

Transformação

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PAMPULHA Seu tempo livre no fim de semana

O TEMPO - Belo Horizonte

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PAMPULHA Seu tempo livre no fim de semana

Chico, o macaco

W4 diz a presidente da Semgastrô pre Editora, Laura MedioInove Nos jantares no Na Mata Café li, que retorna aos primórdios da publicação para saDe um erro, um novo prato lientar que “o jornal cresceu e virou um semanário respeitado na cidade, com seu conteúdo rico em entre90 anos de um ícone culinário tenimento, notícias, novidades e muitas informações”. W Um jornal “com um jeitinho de revista, que sem pedir licença a foi entrancervmoej Guilherme Corrêa, campeão W6 onsu C do na casa alto teorasil ais m O lico do Br das pessoas, alcoó dade s quanti conquistando e meno de cerveja prgueferla.e or id dade Consum e a quanti or brasileiro toda a família id ad qualid do consum ado. l O perfi eja tem mud 90 anos de um nos finais de sede cerv Chefs dão dicas de como contornar ícone culinário aqueles deslizes que se comete no comando das panelas, vez ou outra; mana”, prossesem abusar de técnicas elaboradas gueW ela. W3

Ca para cerveja

O TEMPO - Belo Horizonte

vida leve

O TEMPO - Belo Horizonte

HISTÓRIA

de Minas Gerais”, afirma. A mudança também vai naturalmente ampliar o alcance das peças publicitárias veiculadas no periódico. “Consequentemente, elas terão mais alcance e abrangência, chegando a 480 mil leitores em mais de 400 cidades, e para mais de 40 mil leitores da versão digital”, explica Alessandra Soares, gerente comercial da Sempre Editora.

Evidentemente, com a mudança editorial, o Pampulha deixa de circular nos moldes como se tornou conhecido, ou seja, em pontos de distribuição nos sinais de trânsito e estabelecimentos comerciais como padarias e supermercados da cidade. Mas os leitores que se habituaram a acordar cedo para garantir o exemplar não ficarão desguarnecidos – leia, abaixo, a promoção que a Sempre Editora preparou para apresentar o novo projeto.

Um mês de assinatura grátis Já está valendo. Para inaugurar com chave de ouro o novo projeto gráfico e editorial do Pampulha, que chegará às mãos do leitor no domingo, dia 13 de janeiro de 2019, a Sempre Editora preparou uma promoção especial para os já fiéis leitores do semanário: basta participar para garantir um mês de assinatura gratuita do exemplar físico do jornal O

TEMPO, que será entregue no endereço residencial ou comercial fornecido. Como dito, no próximo ano o Pampulha passa a ser encartado na edição dominical do diário, promovendo a integração entre os dois títulos chancelados pela Sempre Editora, que também publica os jornais Super Notícia, O Tempo Contagem e O Tempo Betim, além de ter

Votos. Na edição comemorativa, profissionais de destaque na cena belo-horizontina, como o chef Leo Paixão e o coreógrafo do Grupo Corpo Rodrigo Pederneiras, celebraram a existência do jornal e registraram seus desejos para ele e para a cidade pelos próximos 20 anos. 2019. Em nova fase, a publicação passa a ser encartada na edição dominical de O TEMPO.

a rádio Super 91,7 FM. Para concorrer à citada assinatura, a dinâmica é simples: o interessado deve enviar um SMS com a mensagem LEITOR PAMPULHA para o número (31) 98352-2462 e, então, aguardar o contato. Ou, ainda, acessar o portal otempo.com.br/leitorpampulha, inserir o código XPWHT5 e seguir as instruções listadas na tela. A promoção, vale lembrar, seguirá ativa até o dia 22 de janeiro, sendo que a central vai cadastrar uma assinatura por CPF. Confira, na página ao lado, outros detalhes.


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opinião

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A SEMANA

VITTORIO MEDIOLI

“Pela movimentação a que estamos assistindo, o número de mulheres que se apresentam como vítimas deverá ser maior”

Editorial

Bizarro, o astronauta ara sobreviver ao parto, Bizarro já teve que penar. Sua mãe, uma vira-lata com leishmaniose, precisou ser socorrida com uma cesariana. No tumulto que se instalou, o irmão morreu, e a perna direita dianteira do próprio Bizarro saiu totalmente do lugar. Chegando ao nosso lar com um mês de vida e apenas três patas funcionando, o filhote se arrastava de pescoço no chão para tentar alcançar as cadelas que não queriam saber dele, daquela coisa indisciplinada e torcida que parecia ter caído do céu e se espatifado no quintal de nossa casa. Mais um mês, e uma veterinária-ortopedista fez o milagre de recolocar em seu devido lugar a perninha, já bastante atrofiada. Entusiasta da vida, bastaram-lhe 48 horas para arrancar os curativos, colocando à mostra o peito todo costurado que sangrava sob o esforço de pular e de se fingir normal. Chorava nos tropeços, na queda das escadas e matava de pena quem o enxergava com aqueles remendos. O pequenino Bizarro conseguia assim conquistar carinho em profusão que lhe rendia o encanto de viver. Embora feliz, os contratempos deixaram o “menino de casa” meio torto e caído para a frente. Mantê-lo quieto era um desafio, sobretudo depois da cirurgia, que lhe conferiu perspectivas de convivência normal com as cadelas adultas, com direito de se deitar entre elas para tomar sol e dormir acalentado. De um branco cintilante manchado de preto corvino, cores herdadas do terrier do vizinho, lembrava o cachorrinho de Carlitos. Alegria pura, olhar atento e meigo, não parava um só momento de roer móveis, tapetes, chinelos, de arrastar meias para o gramado, devorar caixas de papel e gravetos insípidos que, enquanto duravam, poupavam estragos dentro de casa. Só à noite, de baterias descarregadas, caía num sono agitado, de sonhos que o faziam sobressaltar, rosnar e movimentar as patas. Adorava subir no sofá e dormir com o focinho apoiado nas pernas de alguém, nas minhas em especial. Com ele, como com os demais filhotes que criamos, foi necessário ter paciência para ensinar-lhe que o lugar certo de fazer xixi é fora de casa. Aprendeu depressa. Por que Bizarro? Pelas circunstâncias um tanto estranhas que marcaram seu nascimento e por não ter um único pelo que lembrasse a mãe. Ele era diferente, era, segundo minhas filhas, bizarro.

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pampulha

O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE

SEMPRE EDITORA LTDA. Av. Babita Camargos, 1645 Contagem/MG, Cep: 32210-180

Distribuição gratuita

Até uma terça-feira de uma longínqua Semana Santa, eu e ele éramos os dois “homens” da casa no meio de oito “mulheres” de duas e de quatro pernas. Depois, na Sexta-Feira da Paixão, eu era o único. Sobre ele, bom menino, pesava a castração que estávamos estudando fazer, quando a leishmaniose, doença que já tinha levado sua mãe, estourou arrasadora. Não tinha mais o que fazer. Bizarro foi levado ao veterinário que o assistiu nascer e lá, com pesar, encerrou suas peripécias terrenas com uma injeção. Seus esplêndidos olhos se apagaram ao completar seis meses e dez dias de vida, inesquecíveis para nós de casa. Para confirmar sua veia excêntrica, que começou no equinócio de primavera, se foi naquele de outono. Assim não conheceu o frio do inverno nem a decadência da velhice. Foi um período curto que não deveria criar laços mais profundos. Mas Bizarro foi um vira-lata especial, mais que tantos outros que nascem e morrem antes de fazer amigos. O “menino” superou todas as expectativas, se fez amar como nenhum outro cãozinho. Confesso que perdê-lo muito me abalou. Passaram-se os dias, e a falta dele foi maior que tudo que imaginei ser possível. Pensando bem, sinto que Bizarro, como os bons cãezinhos de Deus, tinha se dado conta de que teria que se despedir muito em breve. Tomou ciência de seu destino quando uivou a noite toda na varanda, sem raspar a porta, sem escândalo, bem baixinho. Uivou toda a melancolia que tinha no peito costurado. Li em algum lugar que o cão uiva para pedir ajuda aos anjos. Às vezes uiva à procura de acasalamento para cumprir o dever de perpetuar sua espécie, mas uiva também para pedir força a Deus, uiva pela morte de um amigo ou quando a morte dele se aproxima. Bizarro uivou na noite chuvosa, num tom baixinho, afinado, angelical e perturbador. Uivou divinamente para se despedir do mundo que para ele se complicou. Passei horas a ouvi-lo e a rezar junto com ele para que os anjos nos ajudassem. Isso até o sol raiar. Depois daquela noite, o filhote aquietou-se, parou de roer coisas e se aproximou ainda mais, como a pedir ajuda. Sua bateria, dava para sentir, já não recarregava mais. Passava horas com o focinho estendido entre as patas e os olhos abertos, como se estivesse assistindo a um filme mudo numa tela que só ele enxergava. Parou de correr e de morder as cadelas. No Domingo de Ramos não largou

um momento do meu pé. Aproveitamos o dia inteiro. Entre os últimos carinhos, Bizarro mereceu o apelido de “cadete das Agulhas Negras”, “piloto de Boeing” e no fim de “astronauta”. Ele tinha estofo, inteligência, pouco importava a condição de cãozinho, queria ser mais do que isso. Deus, em sua infinita generosidade, sei que permitirá um dia ao bom “menino” ser “alguém”. Quem sabe, chegaremos lá juntos, como bons amigos dividindo a mesma “espaçonave”, cheia de seres maravilhosos e de um avatar nos orientando. Em breve, ou em questão de milênios, nós dois, sonhei após sua despedida, navegaremos em segurança por luas, estrelas e planetas de cores ainda desconhecidas, mundos deslumbrantes, correntes celestiais ao som de harmonias mais encantadoras que o uivar de um filhote solitário. Por um átimo, naquela noite vi Bizarro se transformar num jovem piloto, bonito com um farda alva cintilante e detalhes pretos, sorrindo radiante, satisfeito de si, ao comando de uma nave com combustível inesgotável, velocidade da luz e uma caixa de primeiros socorros com um remédio que sarava qualquer mal, doença ou tristeza. Dizem que Bizarro não sofreu, se comportou bem até o fim. Apenas dormiu. Em compensação, eu me senti devorado pela tristeza, morrendo de saudade inconsolável. Penso que poderia ter feito mais por ele, penso em outros meninos que o destino leva a fechar os olhos sem que tenham tido tempo de errar. Haja compaixão, a tristeza do mundo todo desabando em mim e transbordando descontroladamente pelos olhos. Perdi o amigo que nunca pediu, o “menino” carinhoso, o astronauta; é preciso ainda esperar vidas inteiras para matar a saudade, para reencontrar Bizarro, que me ensinou muito daquilo que ainda não sabia do amor por um simples filhote. E como me doeu. Dedico essa crônica – escrita há 12 anos e revista agora – para aqueles que sofrem por uma despedida que parece eterna, mas é apenas uma separação momentânea até o dia do reencontro. Consolem-se e se entristeçam, nós todos somos eternos! Em determinados momentos se apagam as luzes da Terra para as estrelas clarearem a imensidão.

Luciano Miranda Meireles, coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal do Ministério Público (MP) de Goiás, comparando o número de denúncias contra o médium João de Deus às feitas contra o médico Roger Abdelmassih

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

“Não somos ladrões diante da Lei Rouanet. Procurem os verdadeiros buracos corruptos deste país” Fernanda Montenegro, no último domingo (9), em desabafo durante a entrega do Troféu Domingão – Melhores do Ano, premiação do programa Domingão do Faustão, da Rede Globo

Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO

“No momento em que coloco a menina igual o menino na escola, o menino vai pensar: ‘ela é igual, então pode levar porrada’. Não, a menina é diferente do menino. Vamos tratar meninas como princesas e meninos como príncipes” Futura ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, a pastora Damares Alves, na última terça (11), à “Folha de S. Paulo”

vittorio.medioli@otempo.com.br

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reportagem

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VIRAR A CHAVE> Proximidade do fim do ano leva a repensar ações e planejar mudanças pro futuro

A tal da felicidade... FRED MAGNO

Alex EncerramenBessas tos de ciclo, os fins de anos costumam ter lá seus clichês. Alguns deles são tangíveis – como as grandes mesas que congregam amigos, colegas e famílias ou o branco preponderante do Réveillon. Mas há outra tradição, mais subjetiva, que habita mentes às vésperas do Ano Novo: é que, em meio à correria, a época incita o exercício de uma autorreflexão. Um momento salutar para colocar na balança o que se viveu em 2018 e planejar o anunciado 2019. Esse autoexame, impulsionado pela ideia de que um ciclo está se fechando, é visto com bons olhos por especialistas. Para o psicanalista Eduardo Gontijo, aliás, a busca por autoconhecimento é condicional na procura pela felicidade. Observando que “o homem é um animal reflexivo, consciente de si mesmo”, ele indica que “para estar feliz é preciso estar reconciliado, em harmonia consigo”. “Veja, como sou o outro em mim mesmo, todas as possibilidades que tenho de sentimento em relação ao outro, tenho em relação a mim”, analisa o professor do departamento de psicologia da UFMG. Assim, conclui, é preciso buscar a sensação de “amizade com o que somos”. Falando assim, pode até parecer uma tarefa fácil, papo de autoajuda. Mas é que alguns obstáculos costumam se pôr no caminho e podem fazer com que “a gente não queira ser amigo do que a gente é”. “Muitas vezes, somos levados a nos adequar, a tentar ser um eu que é impostor, que nos foi imposto, um eu alienado”, alerta. E para evitar cair nesse engodo, urge que se reflita, que se converse consigo. Tanto quanto os panetones nas prateleiras dos supermercados, o exercício da reflexão é uma constante nos finais de ano da comunicadora Nadia Schmidt. “Levo muito a sério todo o processo de autoconhecimento”, garante. Metódica, ela elaborou um processo para desenvolver essa anual autoanálise. “Tenho o hábito de criar diários durante o ano sobre o que sinto, penso e falo, me analisando para me desenvolver. Tiro pelo menos uma semana de reflexão intensa, onde retomo as minhas anotações, leio, penso sobre o meu ano, reflito sobre o que posso melhorar, todo o meu processo duran-

te o aquele período, o que conquistei, se me sabotei, se deixei algo de lado... Depois escolho muito bem o que pretendo realizar no próximo ano – e me questiono se é realmente o que eu quero. Penso bem porque sei que o que peço acontece – então, preciso saber se estou preparada e disposta a assumir isso na minha vida”. Assim como Nadia, a jornalista Carla Neves também se habituou a conferir pelo retrovisor o ano que está se despedindo antes de concluir a ultrapassagem e inaugurar um novo ciclo. E a premissa, para ela, é enxergar o copo mais cheio, mesmo que não esteja completamente preenchido. “Atraímos aquilo que vivemos, desejamos, pensamos... Quanto mais perspectiva positiva de algo, mais chance de se ter uma vida feliz”, argumenta. “Muitas pessoas falam que preferem pensar que tudo vai dar errado para não se frustrarem caso isso de fato aconteça. Não concordo, porque entendo que frustrações fazem parte da vida, e que podemos tirar coisas boas delas – como, por exemplo: a tão falada experiência”, sugere. Ao discorrer sobre a maneiDICAS DE OURO Interessado na busca pela felicidade, Renato Ferreira Araújo, psiquiatra e mestre em neurociência, dá dicas para trilhar o caminho de uma vida feliz. Mas adverte: “Não há receita de bolo”. Ele pondera, ainda, que há pessoas predispostas a uma visão mais positiva do mundo que as cerca. Metas “A primeira coisa é não confundir as resoluções de Ano Novo com busca por felicidade”, diz. Além disso, “melhor não criar muitas metas, ou metas inalcançáveis” – pois geram frustração. Diversificar “Precisamos dividir nossas energias, sem concentrar em uma coisa só. Como investimento financeiro, não podemos apostar em um só. Nem só trabalho, nem só relacionamento, nem só família. Mas um pouco em cada”, sugere. Voluntariado “Não devemos visar a obtenção de coisas, resultados. Pensar mais no ser do que no ter é um bom caminho. Algo importante nesse sentido é o espírito do voluntariado. Pesquisas mostram que a pessoa que se doa ao outro tende a ser mais feliz”.

ra como lê o mundo a seu redor, Carla, coincidentemente, aponta aspectos que compõem um conjunto de ideias norteadoras da concepção de espiritualidade de Nadia. “Criei um projeto para mulheres chamado ‘Clube da LDA’ (“Lei da Atração”) que aborda espiritualidade, lei da atração e poder pessoal. É divertido, de linguagem fácil e com muita personalidade”, cita, lembrando que o grupo está no Facebook e no Instagram. Para ela, falar sobre o tema é algo fundamentalmente importante. “É o meu objetivo atual: mostrar para as pessoas, de uma maneira moderna, o mundo do autoconhecimento e da espiritualidade. Foi o que me libertou e o que liberta várias pessoas diariamente”. FELICIDADE A felicidade tem múltiplas facetas. Pode ser sutil, aquela pluma, “que o vento vai levando pelo ar” entoada por Tom Jobim. Pode ser explícita, de um jeito que vão até dizer que se está louco, como provocaram Os Mutantes. Fato é: pensadores de toda ordem já se debruçaram sobre este que é o objetivo dos seres humanos – é o que sugere Aristóteles. “Esse filósofo grego dizia que tudo o que fazemos mira determinados fins. E todos os fins parecem se constituir como meios para outros fins. Há uma hierarquia de fins na vida”, situa Eduardo Gontijo. “Há um fim, que é o fim em si? A resposta de Aristóteles é que a aspiração de todo ser humano é ter uma vida feliz – o que significa, portanto, ter vida realizada”. E aqui, mais uma vez, Gontijo adverte sobre os riscos de se comprar “gato por lebre”. Afinal, é possível se propor metas plenamente realizáveis, mas que não são autênticas, pois “não nos levam a nos entender conosco”. E, pois, Gontijo cerca mais um dos rituais que costumam acompanhar o Réveillon: as famigeradas resoluções de Ano Novo. E é justamente para não incorrer nesse tipo de armadilha que Nadia dedica tempo para refletir com calma sobre seus projetos de vida para o ciclo que se inicia. “Acho que desde a adolescência crio essas metas de início do ano – a diferença é que, nos últimos três anos, tenho refletido melhor sobre elas e considerado que sou capaz de realizá-las”, diz, compartilhando o tripé que sustenta suas resoluções. “Diria que são três pilares: análise, escolha e responsabilidade. Você sabe o que quer? Sabe por que quer? E assume a responsabilidade de ter isso na sua vida?”, pontua.

Nadia faz jornada de autoconhecimento e passa 2018 em revista antes de planejar 2019


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reportagem

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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA Pesquisa manipula SAUDÁVEL células-tronco para tratar endometriose Relação música Dr. Telmo Diniz

(CRM-MG 25.398)

telmo.diniz@jornalpampulha.com.br

x memória música é um prazer para todos, sem distinção. Claro que alguns vão preferir as músicas clássicas, outros o rock, outros o axé e daí em diante. Porém o que não sabíamos, até há pouco tempo, é que a música pode influenciar diretamente na nossa memória. E isso pode ser um alento para familiares e portadores do mal de Alzheimer. Na coluna desta semana vamos ver como podemos utilizar a música não só como uma forma de prazer, mas também como uma ferramenta terapêutica. Por exemplo, escutar música clássica com frequência ativa genes associados a diversas funções cerebrais e ajuda a prevenir doenças neurodegenerativas. Foi o que apontou um estudo da Universidade de Helsinque, na Finlândia. Nesta pesquisa, os cientistas examinaram amostras de sangue de 48 pessoas antes e depois de escutarem o “Concerto para Violino número 3”, de Mozart. Foi verificado que a música ativa os genes envolvidos na secreção da dopamina, que é uma substância associada aos mecanismos de recompensa do cérebro (sensação de prazer), bem como foram ativadas as sinapses ligadas ao aprendizado e à memória. Esse mesmo estudo também verificou que a ativação desses genes reduziu a função de genes envolvidos na degeneração neuronal que ocorre em doenças neurológicas como o Parkinson e a demência senil. Outra pesquisa, esta com pessoas já portadoras do mal de Alzheimer, realizada na Universidade da Califórnia, monitorou a atividade cerebral de um grupo de Chegaram à voluntários enquanconclusão de to estes ouviam música. Chegaram que a região do à conclusão de que cérebro associada a região do cérebro associada à música à música também também está vincuestá vinculada lada às memórias mais intensas de às memórias uma pessoa. A área mais intensas em questão é o córtex pré-frontal, que de uma pessoa é um dos últimos locais do cérebro a se atrofiar. Até o momento, as demências se alastram mundo afora e as poucas alternativas terapêuticas têm resultados clínicos pouco expressivos. É uma doença que evolui rapidamente para a perda completa da memória e, nos casos mais avançados, a pessoa passa a não mais reconhecer os parentes mais próximos. É devastador ver famílias inteiras não sabendo lidar com os sintomas da doença, não só pela perda da memória, mas também pelas alterações do comportamento e da conduta. Portanto, a musicoterapia pode ser uma ótima aliada terapêutica em todos os casos de demência. A utilização da música como terapia proporciona um canal de comunicação que associa a carga afetiva e emocional do individuo, eleva a autoestima e promove a socialização. Com o uso da música, os idosos podem ser estimulados em suas conexões mais antigas. A incorporação da música como tratamento visa proporcionar um ambiente mais tranquilo e alegre, proporcionando mais bem-estar, influenciando na consciência sensorial, oferecendo o caminho para o resgate das memórias afetivas. Um exemplo emblemático pode ser visto no YouTube, digitando as palavras Alzheimer e música. Para o neurocientista Oliver Sacks “as pessoas com doença de Alzheimer podem responder à música quando nada mais é capaz de alcançá-los”. Faça uma boa semana.

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Técnica substitui organismo doente e poderia eliminar a dor no longo prazo “A minha menstruação durava dez dias, mas eu tinha cólicas o mês inteiro. As dores eram tão extenuantes que eu ficava de cama por até uma semana, sem conseguir fazer nada. As relações sexuais também doíam. Literalmente, eu vivia para sentir dor.” O relato é da assessora de imprensa Viviane Lacerda, 36, diagnosticada com endometriose há oito anos. A doença ginecológica – ainda sem cura – atinge enThuany Motta

tre 10% e 15% das mulheres em idade fértil (12 a 45 anos) no país, de acordo com a Associação Brasileira de Endometriose. Atualmente, o tratamento envolve medicamentos, terapia hormonal, cirurgia e até mesmo a retirada do útero. Mas uma descoberta que vem dos EUA promete levar esperança a essas mulheres. Cientistas da Universidade Northwestern, em Illinois, usaram a bioengenharia para criar um útero danificado e reprogramaram suas células-tronco defeituosas para se tornarem saudáveis. O estudo, publicado na revista “Stem Cell Reports”, abre caminhos para a substituição das células endometriais não saudáveis por outras normais, derivadas da pele ou do sangue da própria mulher. “As mulheres começam a sofrer da doença em uma ida-

de muito precoce, o que destrói totalmente o seu potencial acadêmico e de vida social”, afirmou a pesquisadora sênior Serdar Bulun ao site da Universidade Northwestern. A DOENÇA De acordo com o ginecologista Sérgio Podgaec, diretor da Comissão de Endometriose da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a endometriose ocorre quando as células endometriais no útero da mulher não respondem a uma quantidade

DADOS Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 25% das mulheres não manifestam sintomas.

adequada de um hormônio de implantação chamado progesterona. “As células anormais viajam através das tubas uterinas e depois para os tecidos abdominais inferiores e os ovários. O crescimento fora do útero resulta em dor pélvica grave, infertilidade e desenvolvimento de aderências e também aumenta o risco de câncer de ovário”, explica. Nesse caso, o método de substituição de células do experimento norte-americano eliminaria a dor no longo prazo. Além disso, o endométrio normal, recém-formado, seria mais receptivo a um embrião implantado. Agora, a expectativa dos cientistas é conseguir, no futuro, transplantar um útero completo com a técnica. “A aposta é alta, mas vamos conseguir”, afirmou a pesquisadora Serdar Bulun. EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

ENTENDA O PROBLEMA

As principais partes afetadas

O endométrio é o tecido que reveste a parte interna do útero

Trompas (1) Ovários (2) Área externa do útero (3) Bexiga (4) Intestino (5)

5 2

1

Essas células se instalam e se multiplicam, formando áreas de endométrio fora do útero

ENDOMÉTRIO

ÚTERO RIM

3 Durante a menstruação, parte do sangue (que contém células do endométrio), que deveria ser expelida, sobe pelas trompas uterinas e cai dentro da barriga

ÚTERO

4

Quando o sistema imunológico não consegue eliminar essas células endometriais, a doença se estabelece Os focos de tecido do endométrio fora do útero continuam sendo estimulados mensalmente pelos hormônios da menstruação

BEXIGA

VAGINA

No período menstrual, eles crescem e sangram, provocando reação inflamatória e cólicas

FONTE: SÉRGIO PODGAEC, GINECOLOGISTA E OBSTETRA, DIRETOR DA COMISSÃO DE ENDOMETRIOSE DA FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE GINECOLOGIA E OBSTETRICIA (FEBRASGO)

DIAGNÓSTICO PRECOCE É SEMPRE FUNDAMENTAL O maior desafio para o tratamento da endometriose sempre foi a ausência da cura. Então, para garantir qualidade de vida às mulheres, o diagnóstico precoce se torna um grande aliado. “Hoje, conta-

mos com exames não invasivos, como ultrassom e ressonância magnética. A rapidez em se descobrir a doença permite que os sintomas não se agravem, oferecendo, assim, uma vida normal à paciente”,

explica o ginecologista Marco Melo, direto da clínica Vilara. A demora no diagnóstico custou caro à assessora de imprensa Viviane Lacerda. Além das dores, ela precisou retirar o ovário direito depois que

um cisto hemorrágico provocado pela endometriose ficou do tamanho de uma laranja. “Foi o pior período da minha vida. Hoje, a doença está controlada, mas o preço foi alto”, diz.


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conteúdo especial

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Cemig facilita pagamento de dívida para clientes

Consumidores poderão aproveitar as vantagens da Campanha de Negociação de Débitos que segue até o dia 21 de dezembro

ISPIA/DIVULGAÇÃO

Leonardo Cunha Milhares de brasileiros possuem o mesmo pensamento para este fim de ano, conforme mostra pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead): o de aproveitar os recursos do 13° salário para quitarem suas dívidas que fizeram ao longo de 2018. No entanto, para conseguirem honrar com o pagamento das faturas em aberto, encontrar condições favoráveis facilita, e muito, essa meta. Foi pensando nisso que a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) lançou a Campanha de Negociação de Débitos. Conforme explica o analista de arrecadação da empresa, Johmerson Silva Neves, cerca de 500 mil consumidores terão a oportunidade de quitar as suas contas até o dia 21 de dezembro. “Todos os clientes que possuem mais de três faturas em atraso receberam correspondências contendo o código de barras para pagamento com descontos já calculados sobre o valor devido”, conta. Ainda de acordo com ele, entre os benefícios concedidos estão a isenção de multa e juros para pagamento à vista. “Caso o cliente não queira pagar o valor de forma integral, ele poderá dividir em até 12 vezes sem juros. Acima disso, entra correção e juros no parcelamento”, frisa. Para atender a demanda da região metropolitana de Belo Horizonte, que representa 25% dos consumidores que possuem alguma pendência financeira com a empresa, a Cemig criou uma estrutura exclusiva no prédio da rua Itambé, 114, no bairro Floresta, região central da capital. Portanto, quem deseja negociar as condições de pagamento pessoalmente deve comparecer ao local. Visando oferecer mais praticidade aos clientes, a companhia disponibilizou também o número de telefone 0800 721 7003. “O funcionamento desse canal é de segunda a sábado, das 9h às 21h”, esclarece Neves. O profissional também ressalta que os consumidores em débito poderão quitar as pendências através do site www.cemig.com.br. Já nos casos daqueles clientes que estão devendo, mas não receberam cartas de cobranças, assim como para os interessados em realizar renegociações, Neves ressalta que eles deverão procurar pela agência da Rede Cemig Fácil mais próxima.

Para que os clientes possam negociar as dívidas pessoalmente, a Cemig disponibiliza atendimento no prédio da rua Itambé, 114, no bairro Floresta, região central de BH

COMO FAZER

Instrumentos A Cemig utiliza, há vários anos, diversas ferramentas de comunicação com o cliente para evitar a inadimplência. As medidas adotadas pela empresa são: envio de e-mail, mensagem de texto via celular (SMS), carta cobrança, notificação por meio de carta visando evitar a inscrição do titular no serviço de proteção ao crédito, além de contato telefônico.

Para parcelar os valores, o titular da fatura deverá comparecer a uma agência de atendimento da Cemig portando um documento de identificação e confirmar os dados cadastrais.

Saiba mais

No caso de terceiros, é necessário apresentar a carta de cobrança junto com uma procuração do titular, autorizando-o a realizar esse procedimento.

500 mil

O número de telefone exclusivo para negociação e parcelamento das dívidas é o 0800 721 7003

consumidores poderão quitar as suas contas atrasadas até o dia 21 de dezembro

Os clientes também podem quitar as pendências acessando o site www.cemig.com.br


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sociedade

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DOLCEVITA

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Paulo Navarro com Walter Navarro pnnavarro@gmail.com FOTOS EDY FERNANDES

BOM CONSELHO

CONSELHO OBRIGATÓRIO

e existe um governador eleito que não precisa de aula é o nosso, Romeu Zema. O homem, qual um Bolsonaro “light” provou ser “O” mestre. Primeiro, não no Exército, mas como empresário, agora, como político. Isso, sem ser político, segundo ele mesmo gosta de lembrar. Mas o novo governador quer aprender mais e sempre. E, dia 7, teve uma ótima professora. A Fiemg – Federação das Indústrias de Minas.

rossegue Guzzo: “O Brasil só caminhará feliz se Bolsonaro desmanchar metade do que imagina que precisa ser desmanchado. O país teria mais progresso e sucesso do que teve nos últimos 50 anos. Já aconteceu com o Mais Médicos, que sumiu antes mesmo do novo governo começar”.

S

BOM PRESENTE Fiemg, séria e humildemente, deu o mapa das minas ao governador. Apresentou suas “propostas para o Brasil e Minas crescerem”. Existe presente mais belo e urgente para nosso Estado? Principalmente depois do dilúvio que vivemos há quatro anos.

A

BOM DESMANCHE gora, caro Romeu Zema, repassamos ao senhor – infelizmente resumidas – dicas ainda mais prementes, estas, oferecidas pelo excelente colunista da revista “Veja”, J.R. Guzzo. “Em desmanche. Do novo presidente (Bolsonaro), à também nova deputada Janaína Paschoal. ‘O importante não é o que vamos fazer’, disse ele, ‘mas o que vamos desfazer’”. Oxalá já, Jair!

A

lançaperfume

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sobre 6 Continuando a nova Verdemar, no shopping Woods, Poni, orgulhoso, falou sobre os 23 mil produtos nacionais de importados, constante “fina porcelana” na unidade.

CONSELHO NATURAL Tudo virá naturalmente, no espaço da montanha de entulho jogada no Brasil nos últimos 15 anos”. Resumamos: “o ‘trem-bala’ de Lula e Dilma. Não existe, nunca existiu, nunca existirá. Mas tem diretoria, 140 funcionários, orçamento de 70 milhões de reais e por aí vai”. É ordem e progresso ou o trem-bala. Também não dá para melhorar a vida de um único pobre, um só que seja, doando R$ 1,3 milhão de dinheiro público à cantora Maria Bethânia, declamando poemas num blog pessoal.

mais: os produtos de 6 Efabricação própria; a adega com rótulos de diversos países; a parrilla uruguaia, pizzaria, cafeteria; sushis, crepes e grill.

“

CONSELHO DEMOLIDOR aro Zema, estas dicas, toques e TOC cabem como uma luva em Minas, apenas trocando nomes e absurdos, ok? Então, Dá-lhe Guzzo, sobre a TV Minas, perdão, TV Brasil: “Não iremos a nenhum lugar com a TV Brasil, invenção de Lula que custa um bilhão de reais por ano, emprega mais de dois mil amigos do PT e tem zero de audiência”. Que mais? Mais de

C

o sócio Hallisson 6 JáMoreira exibiu, com não menos orgulho, a abordagem sustentável que vai do sistema de refrigeração e iluminação às sacolas plásticas e caixas ecológicas das embalagens. podia faltar “A” 6 Não dica de Antônio Celso Charme, beleza e elegância em noite de solidariedade no BH Shopping: Flávia Pieri, Camila Mattar

mil coisas que a segunda parte do governo Dilma deixou intactas para você pagar. Tirem esse lixo todo daí e o Brasil dará um salto”.

CONSELHO SIMPLES ara simplificar, o país se prejudica muito mais com o que o PT fez do que com as coisas que não fez”. O Brasil não precisa de Plano Quinquenal, de “obras estruturantes”, “políticas públicas”. Não precisa da Refinaria Abreu e Lima de 20 bilhões de dólares, dez vezes mais do que estava orçado – e que até agora não ficou pronta”. Fora Venezuela, PAC, Copa do Mundo, Olimpíada, impostos extorsivos e inúteis; Previdência Social, pagamento das aposentadorias dos funcionários públicos e infinito.

P

VERDES MARES lexandre Poni e Hallison Moreira, sócios proprietários da dos supermercados/padaria Verdemar estão com a bola toda. O quadrado e o triângulo também. Ao completar 25 anos, o Verdemar fecha o ano emplacando a 14ª unidade, no Luxemburgo, empreendimento que gerou 270 empregos no país de milhões de desempregados. Poni falou à coluna, quando de nossa visita à nova loja, no shopping Woods; em 2.000 m², com 15 “checkouts”, estacionamento para 80 veículos, elevador e acessibilidade.

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Em tempo de confraternização de final de ano da Tom sobre Tom, as irmãs Simone e Fabricia Teixeira

Azevedo, superintendente comercial e marketing do Verdemar, para “aquele Natal”! Dá até vontade de ficar preso

4004-9000 no Verdemar, de hoje até 1º de janeiro... rede preparou 6 Adiversas versões com vinhos sofisticados, doces internacionais, opções sem álcool, além de cestas Diet e “Bem-Estar”, com exclusiva seleção de itens saudáveis. Babamos! mineira Isabela 6 AChristo foi a primeira brasileira a ser escolhida para compor a turma de 2020 da Schwarzman Scholars, um programa financiado pelo filantropo americano Steven Schwarzman, que tem como objetivo formar a próxima geração de grandes líderes globais. é 6 Isabela co-fundadora e CEO da Soul Kombucha, primeira empresa dedicada à produção exclusiva de kombucha de Minas Gerais.


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ESPECIAL DE NATAL

Prepara-se com elegância para o amigo-oculto Certezas são o que não faltam para o fim de ano: a eterna briga entre aqueles que querem passas no arroz e os que a abominam, além das muitas confraternizações com a família, colegas de trabalho e amigos da época do ensino fundamental. Com essas reuniões, vem também o amigo-oculto, que é o responsável pelo efeito contrário: as dúvidas. Afinal de contas, o que dar de presente? O que não dar? Pode trocar o papelzinho se não gostar da pessoa? Conversamos com consultores de imagem para darmos diversas dicas para você, leitor. A primeira pergunta que surge na mente de muitos quando são convidados para o amigooculto é: “preciso mesmo ir ao evento?”. De acordo com Ana Líbano, consultora de imagem e estilo, o ideal é que sim, você vá. Porém, como ninguém é obrigado a nada nesta vida, caso opte por ficar em casa, não ceda à tentação de inventar uma desculpa (que certamente será vista como o que ela é: uma desculpa). “Pode ser melhor você falar que não gosta, que não faz o seu perfil, até oferecer para enviar o presente”, explica a profissional. Porém, se decidiu mesmo participar, nada de fazer cara feia quando estiver no local. “Vá alegre e animado”, completa Ana.

FREEPIK/DIVULGAÇÃO

Juluana Siqueira

SAIBA OUVIR ‘NÃO’ Já se você é a pessoa que fez o convite para o amigo-oculto bem feliz, recebeu um não como resposta e está falando indignado com quem não quer ir, repense a sua atitude. Conforme ressalta Thalita Tartari, consultora de imagem e estilo, não é nada agradável quando a pessoa não entende que o outro pode não gostar de participar do amigo-oculto.

Cuidados Quando for descrever seu amigo, não o constranja

NÚCLEO DE PROJETOS ESPECIAIS / O TEMPO

NÃO FAÇA FEIO Especialista dá dicas para não ficar em saia-justa

NÃO CONHEÇO BEM A PESSOA. E AGORA?

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“Dê uma caixa de chocolate” pode ser uma das ideias que vêm à sua mente. Apesar de esse ser um bom presente em muitas situações, caso você não saiba as preferências da pessoa, inclusive se ela gosta de chocolate e de qual tipo, esta pode ser uma opção ruim. “Até com presentes impessoais você corre o risco de errar. Penso, ainda, que já passou o tempo em que se dava presente por dar. Tente sondar o outro, sem revelar que é o amigo-oculto, para presentear com algo que ele goste e use”, destaca a consultora de imagem e estilo Ana Líbano

NÃO GOSTO DE QUEM EU TIREI. POSSO TROCAR O PAPELZINHO?

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É deselegante, afirma Ana. “Pedir para trocar o papel não é a atitude ideal. É melhor se preservar, manter um bom relacionamento com os outros, mesmo que à distância”.

COMO DESCREVO MEU AMIGO-OCULTO?

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Evite piadinhas e palavras e frases de mau gosto, aconselha Ana. Não exponha ninguém ao ridículo. “Seja simpático, mas sem bajulações. Exaltar demais a pessoa pode parecer forçado”, diz.

NÃO GOSTEI DO PRESENTE E QUERO TROCAR. DIGO ISSO?

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Essa já foi uma atitude considerada deselegante. Hoje, você pode fazer uma boa abordagem a quem te presenteou. “Explique que não serviu, ou que prefere um sabor diferente do alimento... Fale que gostaria de trocar e pergunte se existe algum problema. O melhor comportamento é ser verdadeiro”, afirma Ana.

PRESENTES Sim, você vai participar do amigo-oculto. Porém, não passaram a lista de presentes pretendidos e você não sabe o que dar. E agora? Conforme ressalta Ana Líbano, consultora de imagem e estilo, as roupas podem não ser a melhor opção, já que você pode errar a numeração que a outra pessoa usa. Perfume também pode não ser uma boa alternativa “a não ser que você saiba exatamente o perfume que o outro gosta”, diz. Thalita Tartari, também consultora de imagem e estilo, lembra que presentes íntimos demais não são recomendáveis, apenas se for esta a intenção do amigo-oculto. “Além disso, dar algo aleatório, que dê a entender que você não se preocupou, é deselegante”, frisa. Já uma boa garrafa de vinho, uma caixa de chocolates para quem gosta, cestas de alimentos com chocolates, castanhas, entre outros mimos, podem ser boas opções, como diz Ana. (JS)

VALOR Muito amigo-oculto costuma estipular o valor do presente. Talvez, você pode considerá-lo alto ou baixo demais. E aí? Pode fugir do preço? Se você tirou aquela pessoa especial ou aquela pessoa endinheirada e está sem graça de dar algo barato, vale dar algo bem acima da média? Para Ana Líbano, consultora de imagem e estilo, não é a melhor atitude a se tomar. “Mesmo que não seja a sua intenção, você pode acabar se colocando superior ao outro por dar um presente com um valor três, quatro vezes maior do que o acordado. Além disso, pode fazer o outro ficar constrangido por não poder dar um presente tão caro. Já um presente com valor menor do que o estipulado desvaloriza quem está recebendo-o. Para manter a harmonia, fique dentro das regras”, pondera. (JS)


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CENÁRIO BH PABLO CALDEIRA/DIVULGAÇÃO

KARLA LOPES/DIVULGAÇÃO

de Natal 6 Feira Nossa Grama Verde

locais 6 Produções juntas na Feira de Tudo

Mais de 40 expositores de roupas, acessórios, objetos de decoração, arte, brinquedos e alimentação vão estar disponíveis na feira Nossa Grama Verde. As opções de presente são produzidas por gente que produz localmente em BH. O evento ainda terá som de Dj Sandrinha. Quando Neste sábado (15), das 11h às 19h Onde A Central (praça Rui Barbosa, 104, centro) Quanto Entrada gratuita

A última edição do ano da Feira de Tudo engloba produtores locais, como a Hey Cute Store (foto) a fim de propor um Natal com mais afeto. A curadoria envolve produtos de todos os ramos feitos com cuidado e vendidos por quem faz, de forma consciente) Quando Dia 22 (sábado), das 10h às 19h Onde Espaço Aberto Pierrot Lunar (r. Ipiranga, 137, Floresta) Quanto Entrada gratuita

KÁTIA GLÓRIA/DIVULGAÇÃO

MAÍRA CABRAL/DIVULGAÇÃO

de BH 6 Empreendedoras realizam Feira D’elas

e feijoada na 6 Música festa na rua Sapucaí

Idealizada por mulheres, a primeira edição da Feira D’elas tem o objetivo de mostrar para o público os produtos e serviços feitos cuidadosamente por cada uma das participantes. A feira vai oferecer opções em artesanato, culinária com antepastos, panetones, pães artesanais e produtos naturais Quando Neste sábado (15), das 16h às 20h Onde Espaço Alma Mater Gaia (r. Mirabela, 137, Santa Inês) Quanto Entrada gratuita

O Circuito Sapucaí apresenta a Feijoada da Salumeria, assinada pela chef Ana Motta. Além da feijoada, haverá também petiscos e assados na brasa, cerveja gelada e samba com o grupo coletivo Balaio de Bambas e DJ Zubreu. A programação conta ainda com espaço kids, pula-pula e piscina de bolinhas Quando Neste sábado (15) das 12h às 20h Onde r. Sapucaí, 527 (em frente à Salumeria Central), Floresta Quanto Entrada gratuita


reportagem

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CONSUMIDOR Atrasos e overbooking são dores de cabeça para viajantes MOISÉS SILVA

De 2016 a agosto deste ano, foram cerca de mil queixas no Procon em Minas A designer de interiores Bárbara Drumond, 34, havia planejado duas viagens sucessivas em outubro de 2015. De início, tudo transcorria bem, até que, por ingerência de duas companhias aéreas, ela amargou não só dores de cabeça, mas prejuízo financeiro. Primeiramente, ela e o marido conheceram a Colômbia. Em seguida, sairiam de San Andrés, pousariam em Belo Horizonte e, no mesmo Alex Bessas

dia, embarcariam para São Luís, no Maranhão. O que o casal não contava era com o deliberado cancelamento do retorno ao país. Com o revés, Bárbara precisou cancelar as passagens de ida de Belo Horizonte ao novo destino, e comprar outras para uma nova data. De início, houve a promessa de que o dinheiro gasto seria estornado – mas, na verdade, isso não aconteceu. Fato é que Bárbara não está sozinha quando o assunto é a sensação de ter sido lesado por uma companhia aérea. Além dos cancelamentos, outras situações – como atrasos, overbooking e extravio de bagagens – têm deixado uma legião de usuários insatisfeitos com os serviços contratados. Dados obtidos junto ao Procon dão a dimensão do problema: entre janeiro de

2016 e agosto deste ano, um total de 915 pessoas buscou o intermédio do órgão de defesa do consumidor para solucionar impasses relacionados à aviação civil – conforme indica a análise dos bancos de dados fornecidos pela Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), a partir de registros feitos no Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec). O montante se refere apenas aos registros feitos em Minas Gerais. De maneira geral, o site Reclame Aqui também é termômetro da ruidosa relação entre consumidores e empresas de transporte aéreo. Ferramenta transparente para que empresas e consumidores tentem chegar a soluções, ela contém um ranking que categoriza as prestadoras de serviço entre

melhores, piores e mais reclamadas. Apenas uma companhia aparece como bemavaliada. Promotor de Justiça de Defesa do Consumidor de Belo Horizonte, Paulo de Tarso Morais afirma que o primeiro passo para evitar dores de cabeça é “estar atento ao tipo de contrato que está estabelecendo”. E, se a viagem está marcada para janeiro, atenção redobrada. Historicamente, pelos dados analisados pela reportagem, esse é o mês campeão de queixas. Em 2018, por exemplo, o número de ocorrências do período corresponde a 15,6% do total. Morais observa que, com as férias, há um aumento no número de viagens. Por outro lado, o clima, muito chuvoso, se impõe como empecilho aos voos. Mas ressalta que, mesmo que o embar-

Cancelamento de voo prejudicou a designer Bárbara Drumond

que sofra atrasos ou cancelamento por conta das condições climáticas, as companhias aéreas têm uma série de obrigações a cumprir.

O promotor destaca que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) tem normas para regular a relação entre o usuário e as companhias. Mas reconheça: “Em parte, a resolução é mais favorável aos transportadores”. O promotor cita, por exemplo, a cobrança por bagagens adicionais. “Era esperado que as passagens tivessem o preço reduzido. Mas o que se viu não foi a diminuição, e, sim, aumento”, pontua. Importante registrar: nem todas as pessoas levam suas queixas aos órgãos de defesa do consumidor – aliás, foi o caso de Bárbara. “Preferi evitar a burocracia e as dores de cabeça do litígio”, explica. A situação da designer só se resolveu neste ano, ou seja, três após o imbróglio.


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MEDICINA> Cuidados paliativos ajudam pacientes e familiares a terem melhor qualidade de vida

Conforto necessário para os momentos mais difíceis Oferecer ações voltadas para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e familiares que enfrentam problemas associados a doenças que ameaçam a vida, como o câncer, é o principal objetivo dos chamados “cuidados paliativos”. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esse método tem como característica não a de curar o paciente, mas Leonardo Cunha

sim a de promover o controle da dor, o alívio de outros sintomas e o suporte psíquico, espiritual e social que podem estar presentes desde o diagnóstico da doença até o fim da vida deles. De acordo com o oncologista e diretor técnico da Oncomed-BH, Luiz Adelmo Lodi, “esse método deve ser utilizado naquelas patologias e/ou estágios que se apresentem com uma carga alta de sintomas ou eventos adversos que venham a deteriorar a qualidade de vida dos pacientes e do seu entorno”.

Conforme ele explica, os familiares dos enfermos oncológicos sempre devem fazer parte da abordagem da adoção dos cuidados suportivos/paliativos. “Esse motivo se justifica pelo fato de que esses indivíduos são sempre muito afetados pelo advento da ocorrência de tais diagnósticos. Quando eles são bem orientados, contribuem muito para melhorar o bem-estar do adoentado”, frisa. Para realizar esse tipo de acolhimento, uma equipe multifuncional é direcio-

nada aos casos. “A coordenação desse grupo de trabalho fica a cargo do médico paliativista. Nele, estão incluídos ainda profissionais de enfermagem e farmácia, psicólogos, nutricionista, cardiologista, clínico da dor, assistente social, fisioterapeuta e dentistas”, completa Lodi. O especialista destaca ainda que diversas questões são tratadas durante os cuidados com as pessoas envolvidas, como, por exemplo, o trabalho de entendimento e educação a

respeito da doença, a abordagem dos processos de tomada de decisão entre equipe médica, pacientes e familiares, além do aprendizado de como lidar com situações que possam colocar em risco a vida humana. INICIATIVA Com o propósito de efetuar esse tipo de atendimento para os seus pacientes, a Oncomed-BH iniciou um projeto de implantação do serviço. “Abrangemos o cuidado de pacientes com determinados diagnósticos

desde o início do tratamento oncológico. Nosso objetivo é o de oferecer amparo para diminuir o sofrimento deles, além de colaborar para um aumento de suas condições de vida”, revela Lodi, que também é responsável pela elaboração do programa. Ele destaca que o atendimento já é feito para os enfermos diagnosticados com tumores gástricos, de esôfago, pâncreas, cabeça e pescoço, pulmão em estágios mais avançados, entre outros.

FOTOS FREEPIK/DIVULGAÇÃO

RELEVÂNCIA

Abordagem Diversas questões são tratadas com as pessoas envolvidas, entre elas a abordagem dos processos de tomada de decisão entre equipe médica, pacientes e familiares

DIÁLOGO

Nesse tipo de tratamento, a principal atenção é com o diálogo entre os envolvidos. A conversa deve ser aberta, com compaixão e atenção a todos os detalhes, para garantir a independência do paciente. Caso contrário, conforme aponta o oncologista Luiz Adelmo Lodi, haverá um efeito colateral devido à falta de entendimento. Para eliminar esse risco, o profissional destaca a importância de “haver uma sinergia nas ações, por meio de ferramentas que facilitem a comunicação”. (LC)

“

A coordenação desse grupo de trabalho fica a cargo do médico paliativista. Nele, estão inclusos ainda profissionais de enfermagem e farmácia, psicólogos, nutricionista, cardiologista, clínico da dor, assistente social, fisioterapeuta e dentistas

De acordo com o oncologista Luiz Adelmo Lodi, desde o ano 2000 inúmeros artigos científicos publicados em periódicos de relevância mundial, como “New England Journal of Medicine”, “Journal of Oncology Practice” e “Jornal da Associação Médica Americana” (“Jama”), comprovam as vantagens dos tratamentos paliativos. “Esses conteúdos demonstraram não apenas a eficácia clínica, como também uma relação muito favorável de custo/efetividade do ponto de vista de saúde pública das iniciativas de adoção dos cuidados”, defende. (LC)

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Esse método deve ser utilizado naquelas patologias e/ou estágios que se apresentem com uma carga alta de sintomas ou eventos adversos que venham a deteriorar a qualidade de vida dos pacientes e do seu entorno


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almanaque CANTADORES> BH recebe encontro inédito de Xangai, Geraldo Azevedo e Renato Teixeira

Reunião de talentos Sáb. 22.dez.

DÁRIO GABRIEL/DIVULGAÇÃO

SOL COÊLHO/DIVULGAÇÃO

REPRODUÇÃO/YOUTUBE

Parceria A partir da esquerda, Azevedo, Xangai e Teixeira

Digamos que habilidades para atuar fazendo uma espécie de meio de campo musical nunca faltaram a Xangai. E empenho também. “Sempre busquei a harmonia e o bom entendimento entre todos”, diz o cantor, compositor e violeiro, que, no passado, capitaneou projetos como o “Cantoria”, que, além dele, agregava Elomar, Geraldo Azevedo e Vital Farias, além de convidados pra lá de especiais. Gregário por natureza, pois, Xangai vislumbrou no período do Natal o momento perfeito para uma nova reunião musical. Desta vez, resolveu convocar Geraldo Azevedo e Renato Teixeira, promovendo um encontro que, vale dizer, é inédito. “Tenho, com os dois, um bom entendimento e uma cantiga afinada”, justifica o artista, que, com seus 70 anos de vida, é o caçula do time. Convite prontamente Patrícia Cassese

aceito pelas outras partes, os três sobem ao palco do Palácio das Artes no próximo sábado (22). “Apresentaremos as canções mais conhecidas de nossos repertórios individuais, mas também algumas novidades”, avisa Xangai. E emenda: “Acredito que será uma boa oportunidade de (o público) conferir o talento de cada um”. Para o artista, “Geraldo e Renato são vulcões em franca produtividade”. Sobre o pernambucano, hoje com 73 anos, pormenoriza: “É um músico fabuloso, um dos melhores do Brasil. Violonista magnífico, com uma pegada particularíssima, uma digital, que a gente logo vê que é ele tocando. Além de grande compositor e grande melodista. Uma pessoa de uma alegria e de um profissionalismo que contagia todos nós”. Já sobre o paulista Teixeira (que, aliás, tem a mesma idade que Azevedo), Xangai pondera: “Não é preciso rasgar seda ou falar muito, ele por si só se mostra e se impõe com um talento e

uma poesia agigantada. Melodias simples e belas, que tocam o coração de qualquer pessoa”. Ao Pampulha, Renato Teixeira também não economiza elogios aos colegas de empreitada. “Os dois (Xangai e Azevedo) têm uma longa história dentro da música brasileira. Faço parte dessa trajetória porque somos mais ou menos conterrâneos, começamos meio que na mesma época. O Xangai inclusive é meu compadre: padrinho do Chico, meu filho. Geraldinho, por sua vez, é um cara que tem uma história linda, que vem construindo uma obra bastante significativa, charmosíssima, bem estruturada”. Por último, mas não menos importante, Azevedo entra em campo para falar dos novos parceiros. “Ambos são verdadeiros poetas da música, autores de composições belíssimas, que tocam verdadeiramente o coração das pessoas”. Vale dizer que, além do fato de um ser ‘cumpadre’ do outro, profissionalmente, Renato já ha-

via atuado junto a Xangai. Com Azevedo, será um début. “Primeira vez que vou ter essa alegria”. Teixeira lembra que, nas conversas que vêm precedendo o show, alguns pontos já foram acertados. “Claro que tem algumas coisas que já bolamos, que pré-combinamos, mas, quando a gente chegar aí (em BH), tenho certeza que vai haver uma interação bem legal, um diálogo inte-

“

Quero celebrar o Natal nessa belíssima capital, com meus queridos parceiros Geraldo e Renato” Xangai

ressante – e o público com certeza vai passar por uma experiência bem legal”. A explicação para a expectativa da sintonia vem de pronto. “Nossos sons são aparentados, podemos dizer que as nossas obras são primas, umas das outras. Então, vamos juntar todas as tendências. A do Xangai, que é mais do sertão, a do Geraldinho, que tem uma coisa mais MPB, mais universal, com influências nordestinas, e o meu, que tem essa conotação de revisitar e repaginar a música da cultura caipira. Isso aí (a mistura), qualquer brasileiro vai entender e vai gostar com certeza”, aposta. Em tempo: Xangai aproveita para avisar que o show ganhará um registro audiovisual, a cargo da Rede Minas. PROJETOS Sobre projetos para 2019, Xangai revela que vai lançar um CD com músicas românticas de compositores como Adelino Moreira, Ataulfo Alves e outros. “E há uma homenagem, já em fa-

se final de gravação, aos 100 anos de nascimento de Jackson do Pandeiro (a serem completados em agosto do ano que vem)”. Xangai frisa que conheceu Jackson pessoalmente. “Estive em sua casa e tocamos violão. Na ocasião, ele disse que eu tinha uma capacidade para cantar com boa divisão e que seria a pessoa que o substituiria. Achei uma responsabilidade muito grande! Mas não posso pedir para que acreditem nisso, pois ele desencarnou e não há como confirmar ou desmentir”. Já Azevedo começa o ano lançando uma inédita, “que estará nas lojas digitais no dia de meu aniversário, 11 de janeiro”. “Na sequência, lanço um EP de Carnaval. E depois da folia, será a vez de apresentar o DVD ‘Voz e Violão’, registrado em setembro no Rio de Janeiro”.

> Cantadores

Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Dia 22 (sábado), às 21h. A partir de R$ 140 (inteira, plateia superior)


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#FICAADICA LEO FONTES – 6.11.2009

MAURÍCIO FIDALGO/REDE GLOBO/DIVULGAÇÃO

de Natal 6 Secreto com o grupo Skank

Fábio de Melo traz 6 Padre “O Amor Me Elegeu”

O grupo mineiro promete fazer o público cantar a bordo de sucessos como “Tanto”, “Jackie Tequila”, “Garota Nacional”, “Pacato Cidadão” e “Te Ver”, num show para celebrar o Natal. O evento vai contar, ainda, com a banda No Label, o sertanejo de Du Monteiro, e o DJ Vavá. Onde Marô (r. Gabriela de Melo, 367, Olhos d’Água). Quando Dia 22 (sábado), a partir das 18h. Quanto A partir de R$ 80

Com sonoridade, luz e cenário projetados especialmente para o tema do show, Fábio de Melo sobe ao palco acompanhado de teclados, guitarra, violão, baixo, acordeom, bateria e três backing vocals. No repertório, músicas próprias ou de outros autores. Onde Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro). Quando Dia 18 (terça), 21h. Quanto A partir de R$ 120 (inteira, plateia superior)

FRANK BITENCOURT/DIVULGAÇÃO

ANTONIO ANDRADE/DIVULGAÇÃO

Coral faz 6 Cobra show intimista

e Sideral 6 “Flausino Cantam Cazuza”

O agora trio, formado por Kadu Vianna, Mariana Nunes e Pedro Morais, apresenta show acústico e intimista revisitando os principais momentos de seus dois discos autorais, “Cobra Coral” e “Pra Cada Um Ser o Que É” – e sempre lembrando o saudoso Flávio Henrique, membro da formação original. Onde Teatro de Bolso do Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro) Quando Dia 20 (quinta), às 20h. Quanto R$ 30 (inteira).

O show, que estreou no Sesc Palladium e correu o Brasil com passagens pelo Rock in Rio, e Circo Voador, tem edição especial de Natal. Cazuza é revisitado desde a fase Barão Vermelho aos hits da carreira solo. E tem, ainda, “Não Reclamo (Essas Canções de Amor)”, poema inédito de Cazuza musicado por Sideral em 2015. Onde Distrital (r. Opala, s/nº, Cruzeiro) Quando Quinta (20), 20h. Quanto R$ 80 (inteira, 2º lote)


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ARTES CÊNICAS JONATAS MARQUES/DIVULGAÇÃO

te dom. (16), às 19h. R$ 40 (inteira).

teatro adulto ASIKATALI – NÃO É TARDE DEMAIS Direção: João Valadares. Asikatali é uma comunidade fictícia em que os moradores são obrigados a conviver com crises econômicas, morais e existenciais, como a sociedade de hoje. Mas nada disso impede que o povo asikataliano descubra a importância de alcançar a liberdade, por meio da união e da resistência. Funarte MG (r. Januária, 68, Floresta, 3213-3084). Nestes sáb. (15) e dom. (16), às 19h. Entrada gratuita.

CATULLI CARMINA Direção: Ernani Maletta. Sequência a ‘Carmina Burana’, na trilogia Trionfi composta por Carl Orff e apresentada pelo Núcleo de Música Coral da UFMG. Baseada nos poemas de Catullus, poeta que viveu na Roma de Júlio César, a obra possui versos nos quais Catulo expressa sua paixão pela aristocrata Clodia, tratada como Lésbia. Sesc Palladium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Neste sáb. (15), às 21h; e no dom. (16), às 18h. R$ 20 (inteira)

CABARÉ LIDÔ Direção e texto: Marcos Amaral. A montagem é baseada no cotidiano real de profissionais do sexo. Uma história sobre sexo, liberdade e sonhos. Galpão de Ideias (r. Uberlândia, 413, Carlos Prates). Nestes sáb. (15) e dom. (16), às 20h. R$ 19 (postos Sinparc).

ECLIPSE SOLAR Direção: Ricardo Alves Jr.. Texto: Germano Melo. Numa cidade imaginária, cada personagem foi exilado por motivos diversos, como invasões, guerras, revoltas etc. Entre cartas de despedida, saudade ou tristeza, a montagem revela ora o abismo da solidão, ora a dor da existência. Teatro João das Neves (av. dos Andradas, 723, centro, 3236-7400). Neste sáb. (15), às 19h e 21h. Entrada gratuita.

EIA Direção: Mônica Tavares. Como em um sonho, uma andarilha percorre fragmentos que perpassam o rompimento da infância e de vidas marcadas por fome, machismo, racismo e alienação. Funarte MG (r. Januária, 68, centro). Nestes sáb. (15) e dom. (16), às 20h. Entrada gratuita.

audiodescrição. CCBB – Teatro II (Circuito Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Até 23/12. Sex., às 16h; sáb. e dom., às 11h e 16h. R$ 30 (inteira).

‘Hoje O Escuro Vai Atrasar para Que Possamos Conversar’, em cartaz no CCBB, tem sessão com audiodescrição neste domingo (16)

O NATAL EXISTE? Direção: Paulinho do Boi. Grupo Carroça Teatral. Um anjo aparece no pensamento natalino de uma pessoa pobre, que não acredita em Natal e não tem a mínima concepção do verdadeiro sentido desta celebração. Afinal, o que realmente comemoramos no Natal? Memorial Minas Gerais Vale (Circuito Cultural Praça da Liberdade, 604, Funcionários, 3308-4000). Neste dom. (16), às 11h. Entrada gratuita.

NOEL E OS DUENDES Direção e texto: Joselma Luchini. Inspirada em fatos reais, a autora conta a história de um velhinho que catava brinquedo dos sacos de lixo deixados na rua. Espaço Cultural Luchini (r. Osório de Morais, 274, bairro Ouro Preto, 99993-0600). Até 23/12. Sáb., às 16h30; dom., às 11h. R$ 25.

LEVE CICATRIZ Direção e texto: Léo Kildare Louback. Aborda o abandono das mulheres, sejam rainhas, ou plebeias, sempre sujeitas ao lugar de sombra dos homens. Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3.613, Horto, 3481-5580). Nestes sáb. (15) e dom. (16), às 19h. R$ 20 (inteira).

A PONTE Direção: Adriano Guimarães. Texto: Daniel Maclvor. Três irmãs separadas pela vida são obrigadas a se reunir para enfrentar a morte iminente de sua mãe. N reencontro, as três vão acabar revendo seus valores, crenças e diferenças. CCBB (Circuito Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Até 23/12. Sex. a seg., às 20h. R$ 30 (inteira).

PETER PAN circense busca inspiração e sustentação num olhar atual e comprometido com os percursos de vida de cada aluno-artista. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia, 3277-4707). Nestes sáb., às 16h e às 20h. Entrada gratuita.

dança

nos, enfatizando a dança e a coreografia brasileira. Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 32367400). Nestes sáb., às 21h. R$ 26 (inteira).

teatro infantil BELA ADORMECIDA

DESCULPA QUALQUER COISA Comédia stand up com Bruno Berg, Bruno Costoli, João Basílio e Thiago Carmona. Teatro do Hotel Ouro Minas (av. Cristiano Machado, 4.001, Ipiranga). Nes-

circo ALICE – ELOGIO AO CIRCO Inspirado no clássico “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll. Essa versão

FESTIVAL DE DANÇA CORPO E ALMA Reúne sete escolas e estúdios de dança com sede em Belo Horizonte e terá a presença de vários estilos, como a dança flamenca e suas vertentes. Além disso, serão revisitados estilos latinos america-

Direção: Fernando Bustamante. Texto: Irmãos Grimm. História de uma princesa enfeitiçada por uma maléfica feiticeira para cair num sono profundo, até que um príncipe encantado a desperte com um beijo. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno,

6.061, Savassi). Sáb., às 16h. R$ 22 (inteira). Somente sábado

HOJE O ESCURO VAI ATRASAR PARA QUE POSSAMOS CONVERSAR Direção: Luiz Fernando Marques e Rodolfo Amorim. Texto: Ronaldo Serruya. Grupo XIX de Teatro. A peça se passa em um triste vilarejo onde não vivem mais animais, nem domésticos e nem silvestres. Nesse lugar misterioso, vivem os colegas Santi, Clara e Luna, que, depois de sofrer bullying de seus colegas também desapareceu. Desconfiados de que Luna teria sido raptada pelo Espírito do “não-sei-o-quê” do bosque, Santi e Clara partem floresta a dentro em busca da amiga. Sessão das 16h de dom. com

Direção: Fernando Bustamente. Texto: J. M. Barrie. História sobre o garoto que se recusa a crescer e suas aventuras com a família Darling na ‘Terra do Nunca’. Teatro Pátio Savassi (av. do Contorno, 6.061, Savassi). Neste dom. (16), às 16h. R$ 22 (inteira).

POR QUES Direção: Fernando de Castro. O que passa nas cabeças dos pequenos? Por onde caminha a imaginação? O espetáculo do curso infantil vai abordar as questões que as crianças apresentam, perguntas e observações inusitadas sobre o mundo e a vida. Grande Teatro do Cine Theatro Brasil Vallourec (r. Carijós, 258, centro, 3201-5211). Neste sáb. (15), às 19h; e no dom. (16), às 18h. R$ 36 (inteira).


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LITERATURA Os dias passados em Teerã Patrícia O jornalismo Cassese já levou Evandro M. Fiuza a vários lugares. Mas quando o destino pertencia a seu livre arbítrio, o fotojornalista nunca escondeu que escolhas óbvias não eram exatamente as que habitavam o rol de sua preferência. Não por outro motivo, em dezembro de 2009, decidiu acrescentar a seu passaporte o carimbo do Irã. A escolha, credita ao fascínio que sempre nutriu pelo império persa ou, remontando à infância, a obras como “Simbad, o Marujo”. A viagem não foi exatamente um mar de rosas, mas a impressão final do país correspondeu plenamente às expectativas. E, passados nove anos, o jornalista resolveu colocar no papel um resumo dos eventos que se sucederam naquelas duas semanas. O resultado, o livro “Até Breve, Irã – 14 Dias no País que Já Foi das 1001 Noites” (Quixote + Do Editoras), será lançado neste sábado (15), na Livraria Ouvidor, Savassi. Descrito por Evandro como um relato de viagem (“atribulada”) acrescido de comentários geo-históricos básicos sobre o país e com pitadas de reflexões variadas, além de pinceladas de hu-

mor, a obra flagra um Irã em um período bem específico. “Naquele 2009, no meio do ano, houve eleições presidenciais”, lembra Evandro, ressaltando a particular configuração política local, na qual, acima do presidente eleito por voto direto, há um Conselho de Guardiões, escolhido indiretamente. “E ainda mais acima, no topo do poder, a figura já mítica do aiatolá – na verdade, são vários aiatolás; no caso, esse é chamado de líder supremo, que é o presidente desse conselho”. Esse processo eleitoral em particular, acrescenta Evandro, foi turbulento. “Praticamente pela primeira vez em 30 anos (desde a instauração do regime em 1979), houve grandes manifestações populares de rua. A reação do regime foi muito brutal, ocasionando milhares de prisões e centenas de feridos e prisioneiros. Muitos desses últimos foram condenados e vários desses, inclusive, executados”. O jornalista lembra que, a partir dali, “o Irã praticamente não saiu mais dos nossos noticiários”. “Estive lá em dezembro, quando ainda aconteciam alguns protestos. O clima, de modo geral, seguia tenso”, rememora. Por ser fotógrafo, Evandro acabou tendo problemas com o aparato de segurança. “Involuntariamente, fotogra-

Sáb. 15.dez.

fava o que não deveria. Fiquei detido durante toda uma tarde para interrogatório nas dependências de um quartel das temidas Bassij, que são milícias paramilitares bastantes atuantes na repressão”, diz, acrescentando que a população civil tanto as teme quanto as odeia. O episódio foi o maior per-

EVANDRO M FIUZA/DIVULGAÇÃO

O fotógrafo Evandro M. Fiuza visitou o Irã há nove anos, onde, com sua câmera, registrou pontos como a praça Naqsh-e Jahan, localizada na cidade de Isfahan; no entanto, são as memórias dos momentos vividos que permeiam o livro que ele agora lança

rengue, mas não o único. “Houve outros dois, envolvendo provavelmente membros isolados dessa mesma milícia, e que me aborreceram um bocado”, cita, dizendo que todas essas experiências foram devidamente narradas na obra, que também não se furta a estabelecer um paralelo entre o país natal de

Evandro e o por ele visitado. PARALELO “Irã e Brasil – esse, nos três, quatro últimos anos – apresentam cenários políticos bastante conturbados, com ambas as sociedades visivelmente cindidas. Lá, uma grande parcela da população não tolera mais o regime

opressor dos aiatolás, igualmente acusado de ineficiente e corrupto. É perceptível que essas pessoas são mais encontráveis no meio urbano, e buscam se integrar com o restante do mundo”. Já apoiando o regime, prossegue Evandro, está a parcela da população mais conservadora, “notadamente nas menores cidades e na área rural”. “São mais apegados aos valores tradicionais e costumam desconfiar de tudo que provenha do ocidente. Podese dizer, de modo geral, que progressistas apoiam reformas, ou até mesmo a queda do regime, enquanto seus apoiadores se encontram entre os mais tradicionalistas”. E sim, se a primazia, aqui, fica por conta da narrativa, Evandro também não se furtou de inserir algumas das belas imagens que fez do país. “Uma pequena amostra da diversidade que existe lá, destacando seu aspecto humano. Mas são totalmente secundárias, aqui. Como gosto de dizer, desta vez, troquei as figurinhas pelas letrinhas”, brinca.

> Até Breve, Irã

Lançamento do livro de Evandro M. Fiuza Ouvidor Savassi (r. Fernandes Tourinho, 253). Neste sábado (15), a partir das 11h.

CONCEITO EDITORIAL/DIVULAÇÃO

Iglesias, o 6 “Francisco Caminho do Historiador” Biografia que integra a coleção “Beagá Perfis”, da Conceito Editorial, chega à sua 4ª edição. A série busca valorizar personagens que marcaram a vida da cidade. O livro sobre o historiador, falecido em 1999, é assinado pelo historiador João Antonio de Paula, professor da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Onde BDMG Cultural (r. Bernardo Monteiro, 1.600). Quando Dia 18 (terça), 19h30. Quanto Evento gratuito. Livro: R$ 30.

PAULO BOA NOVA/DIVULGAÇÃO

no Paraíso” tem 6 “Pimentas lançamento neste sábado A obra, de Luiz Pimenta Neves Júnior, corresponde ao primeiro volume (de dois) da primeira parte de uma trilogia de ficção baseada em fatos reais. A história se passa no polo cafeeiro de São Sebastião do Paraíso. Tudo começa a partir de 1821, quando a região começa a receber os primeiros desbravadores. Onde Papelaria Mercado Novo (av. Olegário Maciel, 742, Lj 2.176). Quando Neste sábado (15), a partir das 11h. Quanto Evento gratuito. Livro: R$ 50.


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CINEMA Herói com graça e sensibilidade WARNER BROS/DIVULGAÇÃO

“Aquaman”, em cartaz esta semana, foge dos padrões dos filmes de super-heróis em muitos aspectos. Caso fosse mais rebelde em sua raiz, digamos assim, seria ainda melhor. Sim, “Aquaman” não é um filme ruim nem mediano. Tirando os excessos, trata-se de um longa-metragem divertido que conta uma saga familiar mitológica, com elementos que garantem uma boa história: tem romance, humor, aventura e um casal charmosíssimo. E todos esses ingredientes superam o que costuma ser mais valorizado nos filmes de super-herói de hoje em dia – a ação e o maniqueísmo – em detrimento ao enredo. O diretor James Wan (“Invocação do Mal”) começa a pintar sua saga ao retratar a rainha Atlanna (Nicole Kidman), do reino das águas, sendo retirada do mar pelo faroleiro Tom (Temuera Morrison). Claro que daí nasce um amor, e o fruto dessa união é o garoto Arthur Curry, que percebe, desde criança, que não é Etienne Jacintho

Atenção! O roteiro a seguir refere-se à programação deste final de semana, dias 15 (sábado) e 16 (domingo)

estreias AQUAMAN (Aquaman, EUA, 2018, 2h23, 14 anos) Dir. James Wan. Com Jason Momoa, Amber Heard, Willem Dafoe. A origem de Arthur Curry, meio homem, meio atlante, que embarca em uma jornada para descobrir quem ele realmente é e

Com romance, humor, aventura e um casal charmosíssimo, “Aquaman”, de James Wan, é diversão de primeira

uma criança ordinária. Para salvar seu filho e seu companheiro, Atlanna volta a Atlantis, mas promete regressar um dia. O tempo passa, Arthur cresce e se torna um daqueles caras cabeludos, barbudos e tatuados que poderiam viver na estrada, com sua Harley, bebendo cerveja em algum bar de beira de rodovia. E o havaiano Jason Momoa cumpre o seu papel num figurino calça-jus-

ta/sem camisa que lhe cai bem. Injusto, no entanto, é dizer que Momoa não vai além do estereótipo. O ator consegue dar ao personagem, além de músculos, graça e sensibilidade. Seu Aquaman é um gentleman. A exemplo de filmes como o divertido “Homem-Aranha”, de Sam Raimi, Wan acerta ao mostrar, mesmo que aos poucos, o garoto Arthur na descoberta de seus poderes. O mestiço é indestrutí-

vel, tem uma força descomunal e ainda se comunica com os seres d’água. É divertido ver como seu tutor, Vulko (o veterano Willem Dafoe), trabalha para transformar o singelo filho do faroleiro em um guerreiro. Na outra via, o diretor ganha pontos ao mostrar também as descobertas que Mera (Amber Heard), uma criatura do mar, faz em um passeio na superfície. O casal Mera/Aquaman tem química, e é diverti-

do vê-los juntos até mesmo nas cenas de ação. É Mera quem tira Aquaman de sua zona de conforto ao levá-lo para Atlantis para desafiar seu meio-irmão, o rei Orm (Patrick Wilson), que quer iniciar uma guerra entre os mundos da Terra e do Mar. Esse conflito entre irmãos dá um tempero ao filme, assim como acontece em “Millennium: A Garota da Teia de Aranha”, filme de Fede Alvarez que esteve recentemente

se ele é digno de seu destino: ser rei. BH Shopping 1: 19h e 22h10 (sessões 3D) BH Shopping 2: 12h10(*), 15h20, 18h30 e 21h40 (sessões 3D) BH Shopping 3: 13h50, 17h10(*) e 20h20 (sessões 3D) BH Shopping 5: 16h10 e 19h20 (sessões 3D) Boulevard 2: 18h40 (*) Boulevard 3: 15h20, 18h10 e 21h Boulevard 5: 16h10 Boulevard Imax: 12h45, 15h35, 18h25 e 21h15 (sessões 3D) Cidade 2: 15h50(*) e 20h30 Cidade 4: 15h20(*), 18h20(*) e 21h10 (sessões 3D) Cidade 5: 11h50 (*) Cidade 7: 12h30, 15h20, 18h10 e 21h (*) Cidade 8: 18h30 (*)

Del Rey 1: 16h30 (*) (sessão 3D) Del Rey 2: 15h20, 18h20(*) e 21h10 (sessões 3D) Del Rey 3: 12h30, 15h20, 18h10 e 21h Del Rey 5: 22h30 Del Rey 6: 15h50, 18h30 e 21h15 (*) Del Rey 7: 23h (*) Minas 1: 15h30(*), 18h20(*) e 21h10 (sessões 3D) Minas 2: 18h40 (*) Minas 3: 12h30, 15h20, 18h10 e 21h (*) Minas 6: 16h e 21h15 (*) Paragem 1: 20h50 (*) Paragem 2: 15h20, 18h10 e 21h Paragem 4: 16h Paragem 5: 12h45(*), 15h35, 18h25(*) e 21h15 (sessões 3D) Diamond 1: 17h30 e 20h40 (sessões 3D) Diamond 5: 15h20, 18h30 e 21h40

(sessões 3D) Diamond 5: 12h10, 15h20, 18h30 e 21h40 (sessões 3D) Diamond 6: 16h10 e 19h20 (sessões 3D) Estação BH 3: 13h, 16h, 19h e 22h (*) (sessões 3D) Estação BH 4: 12h(*), 15h(*), 18h(*) e 21h (sessões 3D) Net Cineart Ponteio 3: 15h50 (sessão 3D) Net Cineart Ponteio 3: 18h40 Net Cineart Ponteio Premier: 15h35, 18h25 e 21h15 (sessões 3D) Pampulha 1: 13h25, 16h05, 18h45 e 21h25 (*) (sessões 3D) Pampulha 5: 18h10 e 20h50(*) Pampulha 6: 13h10, 15h50, 18h30 e 21h10 (*) Pátio Savassi 3: 16h10 e 19h20 (ses-

sões 3D) Pátio Savassi 4: 17h50 e 21h (sessões 3D) Pátio Savassi 5: 12h10, 15h20, 18h30 e 21h40 (sessões 3D) Pátio Savassi 6: 17h15 e 20h20 (sessões 3D) (*) Sessões dubladas

CHÁ COM AS DAMAS (Tea with the Dames, Reino Unido, 2018, 1h24, 12 anos) Dir. Roger Michell. Juntas no mesmo ramo por décadas, as atrizes Eileen Atkins, Judi Dench, Joan Plowright e Maggie Smith deixam de lado os holofotes para realizarem conversas intimistas, sinceras e reflexivas a respeito de suas

em cartaz. Os dois longas mostram irmãos e irmãs criados separados e completamente diferentes um do outro nos seus valores provenientes de suas vivências e de seus mentores. Enquanto corre atrás de uma lenda para destronar Orm, Aquaman precisa lidar também com o vilão Arraia Negra (Yahya AbdulMateen II), arqui-inimigo de Aquaman nos quadrinhos, mas que não tem tanta importância na trama, ao menos nesta etapa da vida do herói. Assim como surge rápido, o vilão desaparece da trama na mesma velocidade. A inserção de Arraia Negra e as lutas são um ponto negativo do filme, pois seguem essa tendência de mostrar tudo ao mesmo tempo e agora. Tem cena que junta animais marinhos, criaturas dos reinos d’água, monstros, naves, soldados com explosões, tiros de laser, de plasma… Wan poderia ter fugido desse lugar-comum. Assim, ele teria em mãos um filme de super-herói realmente surpreendente, assim como foi “Superman: O Filme”, 40 anos atrás.

carreiras e vidas pessoais. Belas 1: 16h10 e 20h Net Cineart Ponteio 2: 14h30 e 18h40

COLETTE (Colette, EUA/ Reino Unido, 2018, 1h51, 14 anos) Dir. Wash Westmoreland. Com Keira Knightley, Dominic West, Eleanor Tomlinson. Colette é uma romancista francesa que sofre com o seu casamento abusivo. Para superá-lo, ela emerge como uma grande escritora no seu país e, consequentemente, como uma candidata para o Prêmio Nobel em Literatura. Belas 1: 14h, 17h50 e 21h40 Net Cineart Ponteio 2: 16h20 e 21h


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CINEMA GALERIA DISTRIBUIDORA/DIVULGAÇÃO

DETETIVES DO PRÉDIO AZUL 2 – O MISTÉRIO ITALIANO (Brasil, 2018, 1h33, livre) Dir. Vivianne Jundi. Com Claudia Neto, Anderson Lima, Letícia Braga. Durante a Expo-Bruxas, a maior feira de bruxos do mundo, Pippo, Bento e Sol viajam até a Itália para investigar o sumiço da feiticeira Berenice, que foi sequestrada pelos bruxos Máximo e Mínima Buongusto. BH Shopping 6: 12h50, 15h10, 17h40 e 20h BH Shopping 9: 12h, 14h20, 16h40 e 19h10 Boulevard 1: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h Cidade 6: 14h20, 16h20, 18h20 e 20h20 Del Rey 5: 14h20, 16h40, 18h40 e 20h40 Minas 5: 14h30, 16h30, 18h30 e 20h30 Paragem 3: 14h30, 16h30, 18h30 e 20h30 Diamond 3: 14h20, 16h40 e 19h Net Cineart Ponteio 4: 14h30 e 16h30 Pampulha 4: 13h35, 15h25 e 17h15 Pátio Savassi 1: 14h30, 17h10 e 19h40 Pátio Savassi 2: 16h40 e 19h10 Pátio Savassi 6: 15h

INTIMIDADE ENTRE ESTRANHOS (Brasil, 2018, 1h51, 14 anos) Dir. José Alvarenga Jr.. Com Rafaela Mandelli, Gabriel Contente, Milhem Cortaz. Um rapaz fica sozinho depois que seus pais morreram. Desfrutando de uma pequena herança, ele vive recluso até conhecer uma mulher mais velha que o apresenta a um mundo completamente novo. Entretanto, ele descobre que ela é casada e se envolve em um complicado triângulo amoroso. Belas 2: 19h Belas 3: 14h BH Shopping 1: 16h BH Shopping 9: 21h20 Cineart Cidade 1: 16h20, 18h50 e 21h

do cantor, até o festival Live Aid, em 1985. BH Shopping 8: 12h30, 15h30, 18h40 e 21h50 Boulevard 4: 13h30, 16h, 18h40 e 21h15 Cidade 3: 20h40 Del Rey 4: 18h20 e 20h50 Del Rey 4: 18h20, 20h50 e 23h20 Paragem 4: 21h10 Diamond 2: 13h50, 17h e 20h Ponteio 4: 18h30 e 21h10 Ponteio Premier: 13h Pátio Savassi 7: 20h50 Pátio Savassi 8: 15h50, 19h e 22h

(Maria by Callas, França, 2018, 1h59, 16 anos) Dir. Tom Volf. Um olhar íntimo sobre a vida e obra da cantora de ópera grecoamericana, através de entrevistas, imagens raras de arquivo, filmagens pessoais e cartas íntimas. Belas 2: 16h40

MOACIR - O SANTISTA QUE CONQUISTOU OS ARGENTINOS (Moacir III, Argentina, 2018, 1h30, 10 anos) Dir. Tomás Lipgot. Um retrato sobre a vida e obra do cantor brasileiro Moacir dos Santos. Ao deixar sua terra natal (Santos), Moacir migra para Buenos Aires em 1982, perseguindo o sonho de ser cantor na terra de Carlos Gardel, mas termina no Hospital Borda, diagnosticado com esquizofrenia paranoica. Belas 3: 17h30

(Fantastic Beasts: The Crimes Of Grindelwald, Reino Unido/ EUA, 2018, 2h14, 12 anos) Dir. David Yates. Com Eddie Redmayne, Dan Fogler, Katherine Waterston. Newt Scamander reencontra os queridos amigos e une forças com seu antigo professor de Hogwarts, Alvo Dumbledore, para enfrentar o terrível Gerardo Grindelwald. BH Shopping 4: 16h20, 19h30 e 22h25 Boulevard 5: 18h50 e 21h20 Cidade 5: 15h, 17h50 e 20h40 (*) Cineart Del Rey 1: 13h50 e 21h Minas 4: 16h (*) Minas 6: 18h40 (*) Paragem 1: 18h20 Diamond 4: 18h55 e 22h Pátio Savassi 7: 18h (*) Sessões dubladas

BOHEMIAN RHAPSODY (Bohemian Rhapsody, EUA, 2018, 2h15, 16 anos) Dir. Bryan Singer. Com Rami Malek, Aaron McCusker, Lucy Boynton. Cinebiografia sobre o vocalista da banda Queen, Freddie Mercury, que nasceu na Tanzânia e se mudou para a Inglaterra durante a adolescência. O filme compreende cerca de 15 anos da vida

(Life Itself, EUA, 2018, 1h58, 16 anos) Dir. Dan Fogelman. Com Oscar Isaac, Annette Bening, Olivia Wilde. O relacionamento amoroso vivido por um casal é contado através de diferentes décadas e continentes, desde as ruas de Nova York até a Espanha, e como diferentes pessoas acabam se conectando a ela através de um evento marcante. BH Shopping 1: 13h20 Diamond 1: 14h55 Ponteio 3: 21h20 Pátio Savassi 3: 13h25 e 22h20

(The Possession of Hannah Grace, EUA, 2018, 1h25, 14 anos) Dir. Diederik Van Rooijen. Com Shay Mitchell, Grey Damon, Stana Katic. Quando uma policial recém-saída da reabilitação fica responsável pelo turno da madrugada num necrotério de um hospital, ela começa a encarar acontecimentos bizarros e violentos causados por uma entidade maligna que habita um dos corpos. Cidade 2: 13h50 e 18h40 Del Rey 4: 14h30 (sessão legendada) Del Rey 7: 18h50 (sessão legendada) Minas 2: 16h50 Pampulha 3: 21h05

AS VIÚVAS

(*) Sessões dubladas

O CHAMADO DO MAL (Malicious, EUA, 2018, 1h32, 14 anos) Dir. Michael Winnick. Com Josh Stewart, Bojana Novakovic, Delroy Lindo. Quando Adam aceita um emprego como professor universitário, ele e sua esposa grávida, Lisa, se mudam para um novo lar nos arredores da cidade. Tudo parece perfeito, até que Lisa sofre um aborto em circunstâncias misteriosas. Agora, ela se vê assombrada por uma entidade maligna que começa a atormentar sua vida. BH Shopping 5: 13h40 Boulevard 2: 14h30 Cidade 3: 16h20 e 18h30 (*) Del Rey 1: 19h10 Cineart Minas 2: 21h15 (*) Pampulha 2: 19h15 (*)

DE REPENTE UMA FAMÍLIA (Instant Family, EUA, 2018, 1h58, 12 anos) Dir. Sean Anders. Com Mark Wahlberg, Isabela Moner, Rose Byrne. Um jovem casal decide adotar uma criança. Durante o processo, acaba se apaixonando pela adolescente Lizzie, uma garota de temperamento forte e que se sente responsável pelos dois irmãos mais novos. Logo, Pete e Ellie se veem com três estranhos em casa, que mudam suas vidas por inteiro. Del Rey 7: 13h50 Pampulha 3: 18h50 (*) Pátio Savassi 7: 12h15 (*) Sessões dubladas

ENCANTADO (*) (Charming, EUA/ Canadá, 2018, 1h25, livre) Dir. Ross Venokur. No dia de seu batizado real, Príncipe Felipe Encantado foi

em cartaz ANIMAIS FANTÁSTICOS: OS CRIMES DE GRINDELWALD

A VIDA EM SI

CADÁVER (*)

(*) Sessões dubladas

MARIA CALLAS - EM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS

(Brasil, 2018, 1h23, livre) Dir. Bruno Garotti. Com Maísa Silva, Klara Castanho, Mel Maia. A banda Slavabody anuncia que vai tocar no Rio de Janeiro. Gabi e suas amigas farão de tudo para convencer os pais a deixarem elas saírem de uma cidade no interior para assistir ao show. Diamond 1: 13h Diamond 6: 13h30 Pátio Savassi 6: 13h

Milhem Cortáz e Rafaela Mandelli são casal em ‘Intimidade Entre Estranhos’, estreia da semana

mostras amaldiçoado com um feitiço que faz com que todas as mulheres do reino se apaixonem perdidamente por ele. O feitiço apenas será quebrado quando o príncipe encontrar o amor verdadeiro, algo bastante difícil diante de tamanha adoração. Boulevard 5: 14h20 Cidade 3: 12h e 14h30 Cidade 3: 14h30 Del Rey 2: 13h40 Del Rey 6: 14h Minas 1: 13h40 Paragem 1: 14h30 e 16h20 Diamond 4: 12h Pampulha 3: 13h30, 15h15 e 17h (*) Sessões dubladas

O GRINCH (*) (Dr. Seuss’ The Grinch, EUA, 2018, 1h30, livre) Dir. Yarrow Cheney. O Grinch não gosta do Natal e resolve invadir os lares dos vizinhos e roubar tudo o que está relacionado à data. BH Shopping 4: 14h BH Shopping 7: 13h30 Boulevard 3: 13h30 Cidade 4: 13h40 Del Rey 4: 16h30 Minas 2: 15h Minas 6: 14h Paragem 2: 13h30 Pampulha 5: 14h10 e 16h10 Pátio Savassi 2: 12h (*) Sessões dubladas

OS EXTERMINADORES DO ALÉM CONTRA A LOIRA DO BANHEIRO (Brasil, 2018, 1h40, 16 anos) Dir. Fabrício Bittar. Com Danilo Gentili, Léo Lins, Murilo Couto. Um grupo de três youtubers que se dizem especialistas em seres sobrenaturais decidem conquistar o reconhecimento do público de uma vez por todas. Para isso, eles traçam um plano para capturar um ser conhecido por todos, a loira do banheiro. Cidade 1: 14h Cineart Paragem 4: 14h Diamond 4: 14h Pampulha 4: 19h05 e 21h Pátio Savassi 8: 13h

HENFIL (Brasil, 2018, 1h15, 12 anos) Dir. Angela Zoé. Apresenta a vida do cartunista e ativista Henfil e, através de narrativas paralelas, explora um movimento de descoberta do artista junto aos jovens a partir de uma turma de animadores que tenta trazer seu trabalho para os dias atuais. Belas 3: 16h

INFILTRADO NA KLAN (BlacKkKlansman, EUA, 2018, 2h16, 14 anos) Dir. Spike Lee. Com John David Washington, Adam Driver, Topher Grace. Um UNIVERSAL PICTURES/DIVULGAÇÃO

A já conhecida história do Grinch ganha versão animada em 2018

(Widows, Reino Unido/ EUA, 2018, 2h09, 16 anos) Dir. Steve McQueen. Com Viola Davis, Elizabeth Debicki, Michelle Rodriguez. Quatro viúvas entram para o mundo do crime após seus maridos morrerem durante uma das maiores tentativas de assalto da atualidade. Elas tomam para a si a responsabilidade de honrar a memória dos amados terminando o que eles não conseguiram completar. BH Shopping 6: 22h20

policial negro do Colorado, conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Depois de meses de investigação, tornou-se o líder da seita, sendo responsável por sabotar uma série de linchamentos e outros crimes de ódio orquestrados pelos racistas. Belas 2: 14h e 21h20 Diamond 4: 16h05

NASCE UMA ESTRELA (A Star Is Born, EUA, 2018, 2h16, 14 anos) Dir. Bradley Cooper. Com Lady Gaga, Bradley Cooper, Sam Elliott. A história de amor entre a cantora Ally que, ao mesmo tempo que ascende ao estrelato, seu parceiro Jackson, um renomado artista, cai no esquecimento. Pátio Savassi 1: 22h10

RASGA CORAÇÃO (Brasil, 2018, 1h53, 14 anos) Dir. Jorge Furtado. Com Marco Ricca, Chay Suede, Drica Moraes. Militante anônimo que, depois de 40 anos de luta pelo que considera novo e revolucionário, vê o filho Luca acusá-lo de conservador, antiquado e anacrônico. Belas 3: 21h30 Belas 3: 11h (Clube do professor. Somente para professores cadastrados) e 21h30 Ponteio 3: 13h30 Pátio Savassi 4: 13h10 e 15h35

ROBIN HOOD - A ORIGEM (Robin Hood, EUA, 2018, 1h57, 14 anos) Dir. Otto Bathurst. Com Taron Egerton, Jamie Dornan, Jamie Foxx. Robin Hood retorna das Cruzadas para desbravar a Floresta de Sherwood, repleta de corrupção e maldade. Unindo-se a um bando de foras da lei, ele resolve o problema com suas próprias mãos para acertar as coisas. BH Shopping 7: 15h50, 18h50 e 21h30 Boulevard 2: 16h20 e 21h20 Cidade 8: 13h40, 16h e 21h15 (*) Del Rey 7: 16h20 e 20h50 Minas 4: 13h40, 18h50 e 21h10 (*) Paragem 4: 18h40 Diamond 3: 21h20 Diamond 6: 22h20 Pampulha 2: 14h35, 16h55 e 21h15 (*) Pátio Savassi 2: 14h05 e 21h50 Pátio Savassi 7: 14h50 (*) Sessões dubladas

TINTA BRUTA (Brasil, 2018, 2h, 18 anos) Dir. Filipe Matzembacher, Marcio Reolon. Com Shico Menegat, Bruno Fernandes, Guega Pacheco. Enquanto responde a um processo criminal, Pedro é forçado a lidar com a mudança da irmã para o outro lado do país. Sozinho no escuro do seu quarto, ele dança coberto de tinta neon, enquanto milhares de estranhos o assistem pela webcam. Belas 3: 19h20 (sessão vitrine: R$ 12 inteira)

TUDO POR UM POPSTAR

CINECLUBE ROCINANTE – REALISMO POÉTICO FRANCÊS Neste sábado (15) 16h Zero de Conduta, de Jean Vigo (Zéro de conduite: Jeunes diables au collège, FRA, 1933) | 14 anos | 40’ Um grupo de quatro meninos se rebela contra o sistema repressivo e as rígidas regras de um colégio interno francês em um dia festivo. Um verdadeiro ato de rebelião é instaurado na escola, e ganha ares de surrealidade, resultado das leituras libertárias da infância. (Cine Humberto Mauro – av. Afonso Pena, 1537, centro)

MOSTRA CINECLUBE COMUM: BRASIL 68 Neste sábado (15) 19h* Um clássico, dois em casa, nenhum jogo fora (Djalma Limongi Batista| Brasil|1968|Drama|30 min) Blablablá (Andrea Tonacci| Brasil | 1968 | 33 min) *Sessão comentada por Luís Fernando Moura Domingo (16)* 17h* Meteorango Kid, o Herói Intergalático (André Luiz Oliveira | Brasil | Comédia |1969 | 85 min) *Sessão comentada por Ana Luísa Coimbra 19h* Meio-Dia (Helena Solberg | Brasil | 1969 | Ficção | 10 min) Desesperato (Sérgio Bernardes | Brasil | 1968 | Drama | 100 min) *Sessão comentada por Maria Trika Quarta (19) 19h30* Antes, o Verão (Gerson Tavares | Brasil | Drama| 1968 | 80 min) *Sessão comentada por Victor Guimarães Quinta (20) 19h30* O Bravo Guerreiro (Gustavo Dahl | Brasil | Drama |1969 | 99 min) *Sessão comentada por Vinícius Andrade Sexta (21) 19h* Jardim das Espumas (Luiz Rosemberg Filho | Brasil | Ficção Científica | 1970 | 120 min) *Sessão comentada por Letícia Marotta (MIS Cine Santa Tereza Rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza – Praça Duque de Caxias)


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ARTES VISUAIS ‘Spider’ chega agora a Inhotim EDOUARD FRAIPONT/DIVULGAÇÃO

Carlos E m 1 9 9 5 , Andrei um ano anSiquara tes de Louise Bourgeois ( 1 9 1 1 2010) produzir a escultura “Spider”, que poderá ser vista a partir deste sábado (15), na galeria Mata, no Inhotim, a artista franco-americana publicou o poema “Ode à Ma Mère” (“Ode à Minha Mãe”), em que compara a figura materna à de uma aranha sagaz e protetora. De lá para cá, essa e as demais obras dessa mesma série nunca mais deixaram de ser compreendidas a partir desse olhar de Louise, cuja mãe, inclusive, era uma tecelã especializada na restauração de tapetes antigos. Reconhecida, assim, por sua grande carga simbólica, a escultura chega a Brumadinho, onde está o Instituto Inhotim, após duas décadas em exposição em São Paulo, no Museu de Arte Moderna (MAM). A iniciativa faz parte de um projeto de itinerância do Itaú Cultural, proprietário da obra. Depois de quatro meses na galeria Mata, “Spider” seguirá para a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, e, depois, para o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. María Eugenia Salcedo, diretora artística adjunta do Inhotim, reforça que é uma oportunidade imperdível não só para o público, mas para o museu anfitrião da obra. “Louise é uma das melhores artistas e escultoras do século XX e da história da arte como um todo. Para nós, há um interesse grande de receber uma obra dela, porque atuamos muito a partir de propostas que nos indagam em relação ao espaço ou à noção de escultura. Os trabalhos que expomos, muitas vezes, ultrapassam

flete uma agressividade. Por outro lado, ao mesmo tempo em que a teia produzida por ela pode ser considerada frágil, na verdade, é bastante resistente. Então, o vídeo visa fazer algumas conexões entre o pensamento de Louise e suas obras”, completa.

Espaço A escultura de Louise Bourgeois ficará na galeria Mata, em Inhotim

o ambiente da galeria, estabelecendo um contato mais próximo com a arquitetura e até mesmo com a natureza”. Ao comentar a “Spider”, a diretora sublinha o jogo entre proporções que a obra estabelece com o espectador. “A aranha, comparada ao corpo humano, tem um tamanho muito menor, sendo facilmente esmagável. Mas Louise nos traz essa outra aranha, que é uma construção enorme e também uma espécie de condensação de vários sentidos ligados ao que é ser mulher, mãe. Essa carga emocional e simbólica permeia essa aranha gigante, e acho que isso dialoga com as obras que temos no Inhotim e que vieram depois dela”, completa. María Eugenia acrescenta que uma programação de atividades centrada na obra será elaborada. A escultura também é abordada em um vídeo instalado na galeria Mata. O registro audiovisual, segundo Sofia Fan, gerente do núcleo de artes visuais do Itaú Cultural, vai trazer mais informações sobre

a artista e sua escultura. “Louise Burgeois possui várias obras de grande porte espalhadas em museus muito importantes no exterior. Mas, às vezes, o público pode não ter tanto conhecimento sobre a trajetória dela, então, pensamos nesse vídeo como forma de contar um

pouco da história da artista e de seu processo de criação”, diz Sofia. Para conceber esse retrato, o Itaú Cultural convidou a crítica de arte e escritora Veronica Stigger. “Ela nos ajudou a criar um roteirinho para falar dessa relação forte que a Louise traz com a

questão do feminino, a partir da imagem da aranha. Existe toda uma mitologia, especialmente na grega, em que a aranha e o gesto de tecer são referências importantes. Em torno disso, há uma dualidade, porque a tessitura é algo delicado, mas a aranha, sendo um aracnídeo, re-

UMA ARTISTA DE ALMA INQUIETA Original A primeira “Aranha” de grande escala de Louise foi instalada em 1994, no Brooklyn Museum. Formação A artista – que nasceu na França, em 1911 – passou por grandes instituições, como a Académie de la Grande-Chaumière, a École des Beaux-Arts e a École du Louvre. Nessa época, também estuda com Fernand Léger (18811955), que lhe diz que sua sensibilidade na arte tem uma inclinação para o tridimensional. Parceiro Em 1938, se casa com Robert Goldwater, historiador de arte americano, e se muda para Nova York, onde cria os três filhos. Estreia Em 1945 apresenta sua primeira exposição individual, Paintings by Louise Bourgeois, na Bertha Schefer Gallery, em NY.

Altos e baixos Com a morte de seu pai, em 1951, entra em depressão e volta a expor somente em 1964, quando ganha uma individual na Stable Gallery. Em 1966, participa da exposição Eccentric Abstraction, organizada por Lucy Lippard, e torna-se militante do movimento feminista. Trauma Em 1973, enfrenta a morte do marido. É quando volta a olhar para sua história e a relação com seu pai, e produz “The Destruction of the Father”, instalação em látex que mostra o pai sobre a mesa de jantar, servindo de alimento para os filhos. Adeus Aos quase cem anos, Louise morre em 2010, vítima de insuficiência cardíaca

Fonte: Itaú Cultural

READAPTAÇÃO “Spider” foi adquirida pelo Itaú Cultural em 1997, por US$ 450 mil. A obra integrou a 23ª Bienal de São Paulo e depois foi montada no MAM – onde permaneceu durante duas décadas por meio de um contrato que expirou neste ano. Mas desde a década de 90 a escultura nunca havia sido retirada desse espaço. Para que pudesse ser transportada com segurança, foi necessário o envio para os EUA, onde recebeu tratamento adequado para adaptá-la à proposta de itinerância. “Essa série em particular, da ‘Spider’, foi uma das primeiras de grande porte da artista. A que expomos é considerada um protótipo para uma série de outras obras em maior escala. E quando percebemos que a peça poderia sofrer com essa movimentação, fizemos um contato com a fundação que cuida das obras de Louise Bourgeois nos Estados Unidos”, conta Sofia. Ela ressalta que o restauro da obra foi sugerido por especialistas daquela instituição norte-americana. “Eles sugeriram fazer um reforço nas patas da aranha, que, em algumas partes, são um pouco ocas. Uma das etapas foi fazer um enxerto para fortalecer a estrutura. Isso vai garantir que ela possa ser montada e desmontada sucessivas vezes sem risco algum”, afirma ela.

#FICAADIA DAYANE TROPICAOS/DIVULGAÇÃO

CASSIO CAMPOS/DIVULGAÇÃO

gratuita reúne trabalhos 6 Mostra de 13 artistas mineiros

do Baile sedia exposição 6 Casa “Moderno Jardim Brasileiro”

Artistas mineiros da fotografia e do audiovisual vão estar reunidos na mostra “A Margem do Rio Onde o Afeto se Banha” com curadoria de Francisco Pereira, artista paraibano radicado em Minas Gerais Quando Sábado (15), às 19h (abertura). A mostra segue até o dia 22 Onde Galeria Mama/Cadela (r. Pouso Alegre, 2.048, Santa Tereza) Quanto Entrada gratuita

Com apoio do escritório Burle Marx, a mostra contextualiza o jardim moderno brasileiro a partir da reprodução de projetos em fac símile. Em destaque, a exibição, pela primeira vez em BH, de projetos de Burle Marx e das fases posteriores de seu escritório. Onde Casa do Baile (Pampulha). Quando Até julho de 2019, de terça a domingo, 9 às 18h. Quanto Gratuito.


reportagem

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BICHOS E CAPRICHOS

Fogos outra vez? Uma boa nova para donos de pets: no último dia 4, a prefeitura de São Paulo anunciou que a queima de fogos durante o Réveillon na avenida Paulista usará apenas artifícios de efeito visual, sem estampidos. Rojões, pois, estão descartados, em obediência à lei municipal 16.897/18, aprovada este ano. O barulho dos rojões, na verdade, é um problema crônico para donos de cães, gatos e outros animais – e preocupa para além da virada do calendário, por abarcar outros eventos, como partidas decisivas de jogos. “Ocorre que os animais têm uma capacidade auditiva maior que a nossa – então, para eles, trata-se de um barulho muito mais intenso do que aquele que a gente percebe. Isso, naturalmente, gera angústia. A frequência cardiorrespiratória Patrícia Cassese

ADOTE UM AMIGO REPRODUÇÃO SITE

A queima de rojões nesta época do ano deixa os donos de pets de sobreaviso: o estresse dos animais é certeiro! ARQUIVO PESSOAL

Mica, de fone de ouvido, mas só para a foto: “Gatos ficam desnorteados”, diz veterinário

aumenta e o animal fica agitado”, pontua o veterinário Renato Filhusi. “Já aconteceram sim, casos de óbitos por conta do estresse gerado”, alerta ele. No início desse ano, os jornais noticiaram a morte da cadela Nina, de Cotia (SP), após o Réveillon. “Por isso, vejo iniciativas assim (como da pre-

feitura de São Paulo) como um ganho para a sociedade”. Mas o médico alerta que trata-se de uma ideia embrionária, uma semente. Por isso, é válido pensar em outras medidas, como deixar o animal em lugar onde o som não reverbere. “Em banheiros, por exemplo, há muito eco”. Filhusi diz que, dependendo do

animal, é possível até colocar algodão no ouvido para amenizar as ondas que ele consegue captar. “Mas é preciso um treinamento prévio, em dias tranquilos, para que o animal gradualmente se adapte – e, claro, é preciso lembrar de tirar o algodão depois”. Outra medida “é evitar que o animal participe de toda a algazarra de uma virada, pois ver o grau de excitação no ambiente tende a agravar o quadro”. Em casos mais sérios, há medicamentos que podem ser aplicados no estilo difusor, como o Adaptil, para cães. “E existem substâncias (petiscos, líquidos) com altas doses de triptofano. Mas é fundamental que o animal faça consultas frequentes para que o veterinário esteja apto a indicar as melhores formas para o tutor”, pontua Filhusi.

fofura de nome Grandona. 6 Uma Castrada, vermifugada e vacinada, essa mocinha de apenas três anos está à espera de adoção na CãoViver (caoviver.com.br) REPRODUÇÃO SITE

O nome dessa fofura indica que ela não é das mais socializadas: Tati Quebra Barraco. Mas como não se derreter por essa garota frajola? Castrada, vacinada e vermifugado, essa mocinha também está para adoção ou apadrinhamento na CãoViver.


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estilo TENDÊNCIA> Aprenda a aderir aos modelos justinhos de bermudas INSTAGRAM @ANITTA/ REPRODUÇÃO

Inspiração ciclista A cantora Anitta reinventou um modelo fitness da bermuda tradicional ao combiná-lo com uma camisa e, ainda, fazer uso de uma sandália de salto alto

INSTAGRAM @FEPAESLEME/REPRODUÇÃO

nas passarelas as primeiras peças do modelo bermuda ciclista – no fim do ano passado, mas já pensando no verão europeu de 2018 – que a polêmica está no ar: será que essa novidade vai fazer sucesso? É fato, a peça não tem potencial para ser uma unanimidade fashion. Mas depois que a eterna fashion influencier Kim Kardashian aderiu (junto a outras celebridades, como sua irmã Kendall Jenner e Emily Ratajkowski), há, sim, muito burburinho em torno dela. Grifes como Dolce & Gabbana, Alexander Wang, Off-White e Fendi foram algumas das que lançaram suas apostas. Antes, a parceria da Fenty x Puma com a cantora Rihanna já mostrava que a peça esportiva seria transportada para as ruas – reverenciando os anos 90, mais uma vez, e também a princesa Diana, que adorava usar bermudas para atividades cotidianas. Agora que a época do ano pede pernas à mostra no Brasil, não é tarefa das mais difíceis encontrar exemplos de celebridades apostando na bermudinha por aqui, como a atriz Fernanda Paes Leme e a cantora Anitta. Em BH, a grife Skazi apresentou uma coleção, visando a 2019, com diferentes modelos. “Nossa coleção foi inspirada em Lily Parr, DAVID LIVINGSTON/AFP

A atriz global Fernanda Paes Leme combinou a peça hit do momento com um blazer para um evento de gala noturno, e apareceu assim, no prébaile da Vogue, em novembro, do qual foi a anfitriã

A sempre copiada socialite Kim Kardashian tem apostado na bermuda ciclista em várias ocasiões, provando que mesmo quem tem muitas curvas pode se arriscar sem medo na novidade fashion

mulher inglesa que abriu as portas do futebol feminino na década de 20. A partir disso, aplicamos o conceito esportivo em nossas peças e optamos por investir em cycle shorts (bermudas ciclista)”, explica o diretor criativo da marca, Eduardo Amarante. Atenta ao shape da mulher brasileira, que é bem diferente do da europeia, Amarante explica que a grife se valeu de algumas estratégias. “As brasileiras têm mais quadril e a parte inferior do corpo mais curvilínea do que as britânicas. Então, tomamos o cuidado de criar estampas para as cycle shorts com formatos geométricos para afinar o quadril, tornando essas peças sofisticadas e confortáveis”, argumenta. Além disso, a marca apelou para tecidos mais nobres, como crepe, para imprimir sofisticação. Mas sim, mesmo os modelos mais tradicionais, de lycra, têm feito a cabeça das fashionistas. COMO USAR O consultor de moda e apresentador do programa “Esquadrão da Moda” (SBT), Arlindo Grund, dá dicas para quem não tem medo dessa ousadia fashion e ensina a compor um look sem ficar parecendo que acabou de sair da academia. “Aqui, a mistura de estilos é super bem-vinda. Como a bermuda remete ao esportivo, você pode colocar um blazer (alfaiataria), uma jaqueta, uma parca. Mas o pulo do gato está no comprimento dessas peças, que deve ser mais alongado. Essas composições são supermodernas. Mas sim, só use se estiver segura e se sentindo bem”, comenta. Nos pés, vale investir em tênis, coturnos e até em uma sandália de salto alto. Os experts frisam, porém, que a bermuda ciclista é mais adequada a ambientes descolados e modernos. “Em um ambiente formal, como um casamento, por exemplo, você pode chamar mais atenção que a noiva. Cuidado!”, alerta Grund. Mesmo as celebridades não são “bem compreendidas”: é só lembrar como a modelo Bella Hadid foi criticada por aparecer na balada, em Cannes, de barriga de fora e bermuda ciclista. Kim Kardashain é prova de que quadril largo e pernas grossas não são empecilhos para o uso do modelo. Mas Grund faz um alerta. “Sim, estamos num momento no qual cada um usa o que quer. Mas será que essa é de fato a melhor peça para esse tipo de corpo? Não. Então, siga as dicas sobre as peças alongadas por cima”, argumenta. “O mais importante é conhecer bem a própria silhueta. A partir daí, é só se analisar bem no espelho”, completa.

Skazi traz coleção em que a bermuda ciclista ganha tecidos nobres, como o crepe: ideia é que a peça siga em alta no inverno

AGÊNCIA FOTOSITE/DIVULGAÇÃO

Aline Desde que as primeiras Gonçalves grifes ousaram colocar

JULIA LEGO/DIVULGAÇÃO

A Dolce & Gabbana foi uma das primeiras grifes a levar a peça para a passarela, ainda em 2017, quando apresentou tendências da coleção verão para 2018


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VITRINE

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crônica

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vida leve

Laura Medioli laura@otempo.com.br

Tempo que voa HÉLVIO

á cerca de um mês, n u m shopping de BH, depareime com algumas vitrines com motivos natalinos. Levei um susto, afinal, o fim de ano já estava ali, batendo à nossa porta, com todos os apelos comerciais que surgem na ocasião. – Putz! – pensei encabulada. O fim de ano já chegou? Como assim, se outro dia mesmo estávamos nos organizando para 2018? Um ano complicado, que nos pedia mudanças, contenções de despesas no trabalho, ajeitar as coisas na medida do possível, tentar levantar o astral nosso e dos outros. Um ano eleitoral com previsíveis embates. E o Papai Noel da vitrine, movido a pilhas, sorridente e falando “Ho-ho-ho”, me coloca de sobreaviso. E fico pensando: será que na maturidade essa sensação de rapidez com que o tempo passa é maior que nos jovens? Com certeza, afinal, nunca escutei de um jovem a frase “Esse ano voou!”

H

Jovens têm todo o tempo do mundo pela frente, talvez por isso não se preocupem muito em como gastá-lo. E assim vão seguindo, com suas preocupações, que cabem num caixote, enquanto adultos as têm depositadas em contêineres. E estes aumentam ainda mais, quando pensam que talvez não tenham tempo ou condições para se desfazer deles. Bobagem! No final das contas partimos sem levar nada. Com o passar das gerações, não seremos nem retratos esquecidos no fundo de uma gaveta, até porque eles não mais existirão. E vamos nos apercebendo de que ninguém neste mundo é insubstituível. Mas não é por isso que devemos passar incógnitos em nossas vidas, sem deixar uma marca, um registro, um feito positivo, uma obra, nem que seja pequena, mas que seja útil. As boas ações têm um poder duplicador. O bem gera o bem, incentiva, faz crescer, dá esperança, acolhe, ilumina e deixa a sua marca. Arrumando estantes do meu armário, com suas muitas caixas que nunca tive coragem de me desfazer, encontro fotos antigas da famí-

lia: minha avó no dia de seu casamento. A cara igual à da minha tia... Será que é a tia? Separo, para perguntar depois à minha mãe. As fotos estão desgastadas, amarelas. Aproveito para fotografá-las e compartilhá-las no grupo de WhatsApp da família. Meus irmãos têm de saber como era a nossa avó no dia em que se casou. Ou a tia, sei lá... Das caixas gigantes vão despontando surpresas, cartinhas de infância que eu e meus irmãos escrevíamos aos nossos pais. Também merecem ser fotografadas e ir para o grupo, a fim de lembrarmos como éramos felizes e engraçados naqueles maltraçados rabiscos, com seus erros gramaticais e uma imensidão de amor. E no meio dos escritos, um poema do meu avô paterno. Não cheguei a conhecêlo, nasci depois que ele morreu. Aliás, não conheci nenhum dos dois, o pai de minha mãe faleceu uma semana antes que eu nascesse. Meus dois avôs eram escritores, o paterno escrevia poesias, o materno escrevia romances, entre eles um premiado, que há muitos anos li. Queria mostrá-lo às minhas filhas, já adultas, mas

entendo que não teriam tempo nem muito interesse em saber da história, quase biográfica, daquele “Menino Feliz!”, nome do livro premiado de meu avô Paulo. Para elas, um bisavó distante, que sequer reconheceriam nas fotos em sépia. Pois é, 2019 está aí, batendo às nossas portas. O

tempo voou, pensei mais uma vez com meus botões. E eu aqui, olhando a chuva que cai no jardim. Aquele barulhinho gostoso... e o cheiro de terra molhada. Penso nos retratos, nos meus antepassados... E agradeço-lhes pela minha existência. Vou vivendo, deixando minhas marquinhas, re-

gistros de alguém que partirá um dia, feliz por ter vivido com intensidade e retidão a vida que Deus tão generosamente lhe deu.

Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO


W Barbados. Destino já tem voos diretos de Belo Horizonte. Página 2

IVAN SARFATTI/MSC/DIVULGAÇÃO

W Hotelaria. Palácio Tangará se prepara para as festas de fim de ano. Página 12 pampulha

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BELO HORIZONTE Sábado 15/12/2018

A estrela da temporada Seaview estreia em águas brasileiras; cinco outros navios fazem minicruzeiros no litoral. Páginas 4 a 7


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paulo campos

Acompanhe as dicas de Paulo Campos no quadro Super Viagem, de segunda a sábado, às 9h55, 15h30 e 20h55

paulocampos@otempo.com.br

Wsala vip (I)

MSC CRUZEIROS/DIVULGAÇÃO

Estreia do Seaview

Uma grande festa marcou a inauguração do MSC Seaview em águas brasileiras. Seis meses depois de estrear na Itália, o gigante aportou no Rio de Janeiro (1) ao som da bateria da escola de samba Beija-Flor (2). No navio, as atletas do nado sincronizado Bia e Branca Feres, ao lado do diretor comercial, Ignacio Palacios, (3), inauguraram o Aurea Spa. Um dia depois, em Santos, o bicampeão do mundial pela seleção brasileira Pepe (4) inaugurou o Sports Bar. Um dia antes do desembarque, cerca de 2.400 convidados reverenciaram a madrinha da MSC, Xuxa Meneghel (5), assistiram aos shows da banda baiana Babado Novo (6) e do DJ Ronald (7). Anfitrião da festa, Adrian Ursini, diretor geral da MSC no Brasil (8), saudou os convidados. Entre os mineiros presentes, Rafael Ulbanejo (gerente da CVC Minas), ao lado de Marcelo Osti, diretor de marketing da CVC, e as jornalista Fabiana Carneiro e Fernanda Martins (9); Daniel Ersinzon (Multitour), André Vieira (Snow), André e Bruno Vasconcelos (GW Travel Boutique) (10); Daniela Lage e Luciana Monteiro (GD Turismo) (11).

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PAULO CAMPOS

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Barbados, agora, com voo direto da Copa Airlines FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO

Desde 17 de julho, a Copa Airlines está com dois voos semanais para Bridgetown, em Barbados. Para contar essa e outras novidades para cerca de 35 agentes de viagens mineiros, a companhia aérea panamenha e a Autoridade de Turismo de Barbados promoveram um café da manhã no hotel Radisson Blu, na Savassi. A parceria representa uma etapa importante dos esforços da ilha caribenha em expandir sua visibilidade junto aos mercados latino-americanos. Ex-colônia britânica, Barbados é um ótimo destino para quem busca praias paradisíacas, um pouco de aventura, gastronomia diversificada ou lugares mais sofisticados.

Howard Maduro (Divi Resort), Harriette Smith (Barbados), Fabiano Dias (Copa) e Russell Banfield (Barbados)

Celso Oliveira (Schultz), Evaldo Oliveira (Rextur), Thaiana Miranda e Athamis Moreira (Flytour)

Melk Del Rei (Soul Traveler), Mary Ribeiro (PVT), Maria da Graça (Ouro Preto) e Danielle Cavalcante (Ibiza)

Isabel Pereira (Master), Cláudio Carvalho (Van Holland) e Amanda Xavier (Honey Moon Turismo)

Marcelo (Soul Traveler), Milleny (Viagens Master), Sabrina Cordeiro (Snow) e Renata (PVT)

Raquel Capuzzo (Mappa), Rita Gomes (Picchioni), Dorinha Paiva (Greenwich) e Sueli Diniz (Destaque)


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O Tempo - Pampulha - Super NotĂ­cia - Belo Horizonte 15 de dezembro de 2018


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turismo

Seaview

Gigante com novas experiências em águas brasileiras Inspirado nos condomínios de Miami, “irmão gêmeo” do Seaside aposta em tecnologia, áreas abertas e muitas novidades no entretenimento

restaurantes, cinco piscinas, 11 hidromassagens e teatro com capacidade para 934 pessoas. Tem, ainda, como novidade a bordo toboágua com 160 m de comprimento, tirolesa de 105 m e duas pistas profissionais de boliche.

Paulo Campos

paulocampos@otempo.com.br

A temporada de cruzeiros marítimos 2018/2019 terá um crescimento de 15% em relação ao ano passado, segundo dados da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia Brasil), embora o número de navios no litoral brasileiro seja o mesmo de 2017. O responsável por esse aumento é a estreia do Seaview, da armadora italiana MSC. O navio atracou na penúltima quarta-feira (5), no Rio de Janeiro, com a promessa de oferecer uma “experiência nova” e de ser um “divisor de águas da indústria brasileira”. Com capacidade para 5.331 passageiros, o Seaview cumprirá temporada até abril, partindo dos portos de Salvador (BA) e Santos (SP). As escalas acontecerão em Ilhéus (BA), Búzios e Ilha Grande (RJ) e Ilhabela (SP). Dois outros destinos testados no ano passado e que foram bem-sucedidos, Porto Belo e Balneário Cam-

boriú (SC), entram nos roteiros. Lançado em Gênova, na Itália, em junho deste ano, o Seaview é o navio mais moderno da frota da MSC. E não é à toa, o transatlântico é superlativo em tudo: 323 m de comprimento, 72 m de altura (equivalente a um prédio de 30 andares), 2.066 cabines, 1.413 tripulantes, 11

Além do Seaview, dois outros navios da MSC – Fantasia e Poesia – farão viagens partindo do litoral brasileiro, oferecendo roteiros para o Sul, o Uruguai e a Argentina

O embarque Na penúltima quarta-feira, fui conferir pessoalmente o que a nova embarcação da MSC tem a oferecer aos cruzeiristas. Cheguei ao porto do Rio por volta das 11h, numa manhã ensolarada, para embarque programado às 13h. No porto, estavam apenas dois transatlânticos, mas o Seaview era a estrela absoluta, não só pelo gigantismo, mas pelo estilo classudo. O embarque foi tranquilo e seguiu os procedimentos comuns nos cruzeiros: despachei a mala devidamente etiquetada no Armazém 5, depois de passar pelo raio-X Tudo sem fila, sem demora! A entrada no navio, mais lenta, me levou ao atrium, na parte central da embarcação, onde muitos convidados já bebericavam drinks e se espalhavam pelo imenso saguão. Coloridíssimo, os quatro andares do atrium já antecipavam o que vinha pela frente – um navio que aposta no design, no brilho, no exagero e na capacidade de extasiar os sentidos. O piso das escadaIVAN SARFATTI/MSC/DIVULGAÇÃO

Seaview oferece quatro tipos de cabines: internas, sem vista; com varanda, para família e com banheira de hidromassagem

rias, por exemplo, foi ornado com milhares de cristais Swarovski. No centro, um palco suspenso para apresentações temáticas. Só mais tarde vou perceber que, todo iluminado, o Seaview é muito mais bonito e atraente. O próximo passo é conhecer a cabine em que ficarei hospedado por dois dias. No check-in, recebo o cartão que servirá para tudo dentro do navio – abrir a porta da cabine, registrar consumo, comprar produtos nas lojinhas. A caminho do quarto, vem uma surpresa: o elevador com tecnologia digital. No 11º andar, passo à tarefa mais difícil: encontrar minha cabine. Do lado direto, estão as de números pares; do esquerdo, as de impares. As cabines são como quartos de hotéis: cama king size, sofá-cama, armário, bancada com gavetas e espelho, frigobar e tomadas com todos os tipos de entrada. O banheiro, confesso, é minúsculo, mas os jatos de água quentinha são perfeitos para um relax. Minha cabine tinha varanda e vista para o mar. O cartão que recebi na entrada tem registrado o pacote adquirido – o meu incluía suíte com varanda, Wi-Fi liberado, drinks, massagem de 30 minutos no spa, reserva de um show por noite e cupons de desconto para lojas e cassino.

Atrium aposta no design, no brilho e no exagero

Teatro oferece sete shows bem ao estilo Broadway, como o “Animalia”

Aposta na tecnologia inclui aplicativo para os hóspedes Meu primeiro programa no navio foi um tour panorâmico guiado. Um pouco corrido, reconheço, mas que serve para se situar na embarcação. O segundo foi uma passagem pelo Aurea Spa, que ocupa o deque 7 com cabines de massagem, área termal, salão de beleza, sala de maquiagem, barbearia, spa de unhas, área de ioga e academia, tudo pago à parte. Ao lado do spa, a academia de 879 m² é um capítulo à parte. As esteiras são instaladas propositalmente de frente para o mar. Como era dia de embarque, não vi ninguém por lá, a não ser os instrutores. Mais tarde, sob os cuidados da massoterapeuta Ellis, fui premiado com uma massa-

gem tailandesa relaxante. O navio partiu às 13h – do deque 8, bebericando drinks no Seaside Lounge, um dos seis bares do navio, pode-se contemplar uma panorâmica do Rio de Janeiro. Para brindar nossa partida, tempo nublado e chuvinha fina. Antes da entrevista com o diretor da MSC Cruzeiros, hora de retornar ao deque 8 para almoço no Marketplace, restaurante com serviço de bufê. No cardápio, pizzas e massas preparadas na hora –afinal, você está em uma embarcação italiana –, saladas, legumes, carnes e grelhados, um pouco de tudo para agradar a paladares diversos. Você ainda tem a opção do Ocean Point Buffet, no deque 15. Mesmo com 11 restauran-

tes a bordo, a MSC – a exemplos de outros empresas de cruzeiros – divide os cruzeiristas em grupos e estabelecem local e horário para fazer as refeições, especialmente o jantar. Nos demais restaurantes, é necessário agendar dia e horário, algo que se pode fazer pelo aplicativo. Sim, tem aplicativo! Os cruzeiros estão cada vez mais aperfeiçoando a experiência a bordo. No Seaview, é o aplicativo MSC for Me, que permite acessar o mapa do navio, organizar uma agenda pessoal, consultar as ofertas diárias e fazer reservas em restaurantes, shows, excursões e spa. E você pode deixar os filhos na área kids e ficar de olho pela telinha do celular.


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O Tempo - Pampulha - Super Notícia - Belo Horizonte 15 de dezembro de 2018

FOTOS PAULO CAMPOS

Área kids com mais espaço

Simulador de Fórmula 1 é talvez a experiência mais diferente a bordo

Por falar em kids, os pequenos são privilegiados ao máximo na embarcação. O Acqua Park tem jatos de água, escorregadores e aqueles baldes que despejam água de repente em sua cabeça. Mas ali só vi adultos! Nas imediações, em 650 m², estão seis espaços dedicados às crianças, com cineminha, Playstation, tablets e, claro, mascotes. Chama especialmente atenção um espaço colorido, exclusivo para crianças de 3 a 11 anos, parceria com as fabricantes de brinquedos Lego e Chicco. Para filhos menores, os pais podem contratar uma baby sitter para ficar o dia por conta da criança. Como não estava com criança, aproveitei para passar a tarde na popa do navio, onde está a maior novidades do Seaview: a Ponte dos Suspiros. Imagine você caminhar por uma passarela com piso de vidro a 30 m de altura. Ou quem sabe descer em uma tirolesa e contemplar a imensidão do oceano. Eu abri mão dessa segunda experiência para descer no toboágua. Já tinha experimentado três das principais novidades do navio em um único dia, só me faltava agora a área de jogos, as hidromassagens, o simulador de Fórmula 1, o teatro e, claro, os restaurantes.

Gastronomia O tempo é cruel em um navio, passa rápido devido as inúmeras atividades e, se você não se planeja, corre o risco, como eu, de deixar algo para trás. Tive que abrir mão do simulador de Fórmula 1 e do cassino pelo tour gastronômico. No restaurante Butcher Cut, de carnes, degustei um filé-mignon com purê de batatas; no Ocean Kay, de frutos do mar, me apaixonei pelo bolinho de bacalhau com mel de cana e o enroladinho de carne cozido em molho de tomate. Mas um aviso: nunca se deve sair do Seaview sem uma experiência no Asian Market Kitchen, do chef pan-asiátuco Roy Yamaguchi. O complexo oferece três experiências nos restaurantes Teppanyaki (japonês), Asian Fusion (asiático) e Sushi (o nome diz tudo). No Teppanyaki, os hóspedes se instalam ao redor de um balcão e assistem ao preparo dos alimentos nas chapas à sua frente.


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Beto Carrero

Natal do Shrek está de volta Até janeiro de 2019, o Beto Carrero World (betocarrero.com.br) recebe a turma do ogro mais querido dos cinemas. O espetáculo “Natal do Shrek” será apresentado todos os dias, às 19h, na praça de eventos. Bailarinos e atores se reúnem para encantar o público. Desde novembro as catracas abrem às 9h durante a semana e às 8h30 nos fins de semana.

turismo

Cruzeiros

Grandes emoções e bailes dançantes em alto-mar Com previsão de aumento na oferta de leitos, Brasil recebe seis navios em seu litoral durante temporada 2018/2019; roteiros vão de três até nove dias

BETO CARRERO WORLD/DIVULGAÇÃO

Da redação

Oriente Médio

Tour de 13 dias em grupo Haifa, a cidade dos Jardins de Bahai, é um dos pontos altos das viagens em grupo da Terra Santa Turismo (terrasantaturismoisrael.com.br) pelo Oriente Médio. Além de Israel, o roteiro de 13 dias conta com Petra, na Jordânia. Leonardo M Costa, coordenador da agência, é presença confirmada na próxima saída – de 4 a 17 de abril de 2019. Informações: (31) 3568-5254. NADER DAOUD/ASSOCIATED PRESS

Belo Horizonte

Réveillon do PIC 2018/2019 A venda online de ingressos para o Réveillon Amarelo e Branco do PIC já começou (ingressospic.com.br). Neste ano, a festa contará com o sertanejo Du Monteiro, o axé de Os Baianeiros, os sucessos dos anos 80 com a Banda Chevette Hatch, além de DJ animando a pista. Informações: pic-clube.com.br/reveillon2018 ou (31) 93516-8282.

De Fortaleza às águas do litoral catarinense, seja em três ou até nove dias em alto-mar, as opções de cruzeiros no litoral brasileiro são muitas e prometem agradar a um público diverso. A previsão para a temporada 2018/2019 é de um aumento de 15% na oferta de leitos, segundo a Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia Brasil). Além da novidade do grandioso navio Seaview, recém-inaugurado pela MSC, há o fortalecimento do Balneário Camboriú (SC) como mais um destino em operação. A expectativa é que cerca de 500 mil passageiros embarquem nos nossos portos. Ao todo, serão seis navios em território brasileiro, com 133 roteiros e 585 escalas. Grande parte deles é de minicruzeiros de três a quatro noites, mas existem pacotes de seis a sete noites no Nordeste ou de oito a nove, que chegam até o rio da Prata, em Buenos Aires, e Montevidéu. O novíssimo Seaview é o maior da temporada, com capacidade para 5.331 passageiros. Com embarques em Santos (SP) e Salvador (BA), o navio fará cruzeiros de três a sete noites entre o Sul e o Nordeste. O MSC Fantasia, por sua vez, sairá do píer Mauá no Rio de Janeiro e fará de minicruzeiros com paradas

em Ilha Grande (RJ) e Ilhabela (SP) a viagens ao Nordeste com escala em Salvador, além de cruzeiros mais longos, com destino à Argentina e ao Uruguai. O navio tem capacidade para 4.300 pessoas. Também com saída do Rio, o Costa Fascinosa conta com 3.800 vagas e fará roteiros para o Uruguai e a Argentina entre 31 de dezembro e 16 de março. As viagens terão de oito a nove noites, com paradas em Ilhabela (SP) e Angra dos Reis (RJ). Já o Costa Favolosa, também com capacidade para 3.800 pessoas, sairá de Santos e prevê viagens de três (até Salvador) a oito noites (até Buenos Aires). Ainda com saída de Santos, teremos o MSC Poesia.

Cerca de 3.200 passageiros poderão curtir a viagem nesse navio com pegada “cult” até o rio da Prata. De Santos ou do Rio, partirá o Pullmantur Sovereign, o menor de todos: com lugar para 2.733 viajantes. A proposta da embarcação são minicruzeiros apenas pelo litoral brasileiro, como a cidade de Búzios. Os embarques começaram no dia 5 de dezembro e se estendem até 12 de março.

Rei Além de escolher o destino e avaliar quantos dias livres se tem, é preciso conferir qual é o “tema” do cruzeiro. O mais famoso no litoral brasileiro – com direito a lista de espera – é o do rei Roberto Carlos: “Emoções em Alto-Mar”, que já está em sua 13ª edição. Nesta temporada, os fãs poderão embarcar nessa experiência no Costa Favolosa (16 a 20 de fevereiro). O navio receberá ainda o “Chili Mob Cruise”, de música eletrônica, entre os dias 20 e 23 de março. A MSC, por sua vez, promove no Seaview um cruzeiro de pop rock com Jorge Ben Jor, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial e Roupa Nova. A saída é em Santos (15 a 19 de março). No navio Poesia, a proposta será um cruzeiro sênior dançante até o rio da Prata (de 17 a 24 de fevereiro).

Fãs de Roberto Carlos poderão embarcar na experiência do “Emoções W Com informações da Agência O Globo. em Alto-Mar” no Costa Favolosa, entre 16 e 20 de fevereiro

PULLMANTUR/DIVULGAÇÃO

Navio Sovereign fará apenas minicruzeiros

MARCOS DE PAULA/AGÊNCIA O GLOBO

GUSTAVO MIRANDA/AGÊNCIA O GLOBO

A bordo do Costa Favolosa, cruzeiro com Roberto Carlos entrará em sua 13ª edição

Do píer Mauá, no Rio de Janeiro, sairá navios como o Pullmantur Sovereign e o MSC Fantasia, que tem 4.3000 vagas


turismo

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IVAN SARFATTI/DIVULGAÇÃO

MSC Fantasia fará cruzeiros mais longos até o rio da Prata

Luxo e exclusividade em área especial Lençóis de algodão egípcio, mordomo 24 horas, lounge para garantir maior privacidade, enfim: um tratamento diferenciado. Essa é a proposta do MSC Yacht Club, um serviço direcionado para viajantes mais exigentes que querem uma experiência de luxo em um cruzeiro. É como se fosse uma primeira classe dentro do navio, um clube privativo que dá acesso a uma série de mimos. Além do mordomo, o passageiro desfruta de suítes mais luxuosas e tem um concierge à disposição. As refeições all-inclusive são servidas no horário de sua preferência, e as bebidas são ilimitadas. Levando ao pé da letra o conceito de “um iate dentro do navio”, o serviço oferece acesso a instalações privativas, como o Top Sail Lounge, um lounge panorâmico com restaurante exclusivo, e ao One Pool, que

Temporada 2018/2019

499.569

133

585

vagas

roteiros

escalas

conta com piscina, hidromassagem e bar. Há ainda a Aurea Spa, espaço reservado ao relax, com oferta de massagem balinesa, aromaterapia e tratamentos diversos. O passageiro pode também ir às compras nas butiques a bordo com seu mordomo a tiracolo ou escolher novas joias no conforto da sua suíte. Ao descer nos portos, é possível ainda fazer excursões personalizadas, com tours guiados pela equipe do navio. Tudo isso, claro, tem também um custo diferenciado. Em geral, o viajante desembolsa um valor cerca de R$ 600 superior ao da viagem padrão. Essa modalidade está disponível no recém-inaugurado Seaview, navio mais moderno da frota da MSC, com capacidade para 5.331 pessoas. Os cruzeiros, saindo de Santos ou Salvador, serão realizados até abril de 2019.

Serviço Quem leva MSC Seaview Operadora. CVC Inf.: Procure a loja CVC mais próxima de você ou acesse cvc.com.br. Inclui. Sete noites de cruzeiro em cabine interna (experiência Fantástica) com escalas em Búzios, Salvador, Ilhéus e Ilha Grande. Embarque e desembarque em Santos. Preço. R$ 8.936,50 para duas pessoas. Saída. 9/2/2019 Costa Favolosa Operadora. Abreu Inf.: Consulte seu agente de viagens e peça esse pacote da Abreu. Inclui. Passagem aérea, pela Azul, com saída de Belo Horizonte, transfer e três noites de cruzeiro com escalas no Rio de Janeiro e Ilhabela. Embarque e desembarque em Santos (SP). Preço. R$ 3.169,60 por pessoa. Saída. 2/01/2019


W8 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 15 de dezembro de 2018

hotelaria PEDRO MASCARO/DIVULGAÇÃO

São Paulo

Palácio Tangará se prepara para o fim de ano Hotel de luxo no Parque Burle Marx oferecerá ceia de Natal e jantar especial com menu-degustação de chef premiado pelo Guia Michelin Da redação O cheirinho de panetones e ginger breads – aqueles biscoitinhos de gengibre em formato de bonecos e bengalas – começa a invadir a cozinha do Palácio Tangará, em São Paulo. Afinal, dezembro começou e, com ele, os preparativos para as tradicionais ceias de fim de ano. Neste ano, a programação do hotel contará com ceia natalina, almoço de Natal, jantar e festa de réveillon, além de brunch no primeiro dia do novo ano. Até 22 de dezembro, os

hóspedes poderão degustar do bufê de chá da tarde natalino no Parque Lounge & Terrace. O menu inclui desde os tradicionais pães com frutas secas até as clássicas pâtisseries francesas. Na ceia de Natal (24/12), o restaurante Tangará Jean-Georges terá um menu especial com carré de cordeiro em crosta de pistaches como prato principal, acompanhado de arroz selvagem com cogumelos. No menu à la carte, no dia seguinte, será possível provar do sushi crocante, o robalo com especiarias e o tradicional sundae de caramelo

com flor de sal. Para a virada de ano, o hotel está preparando um jantar de réveillon com menudegustação de cinco tempos do chef franco-americano Jean-Georges Vongerichten, que ganhou recentemente sua primeira estrela Michelin. Logo após, haverá festa.

Luxo O hotel faz parte da Oether Collection na América do Sul, empresa de origem europeia que reúne icônicos hotéis do mundo, como o Le Bristol Paris. O Palácio localiza-se no Parque Burle Marx, no bairro Panamby. Tem estilo clássico, mas proposta contemporânea, e oferece 141 apartamentos – sendo 59 suítes. Conta com spa, restaurantes, piscinas e academia.

W Palácio Tangará. Av. Deputado Laércio Corte, 1.501, Panamby, São Paulo. (11) 49044040. palaciotangara.com.

Cercado pela Mata Atlântica, Palácio Tangará tem 59 suítes com habitações entre 49 e até 630 metros quadrados

Serviço - Chá de tarde natalino Data. Até 22/12 Inclui. Panetones, gingerbreads, pâtisseries francesas e taça de champagne Valor. R$ 135 por pessoa. - Ceia de Natal Data. 24/12 Inclui. Jantar em quatro tempos com bebidas à parte Valor. R$ 420 por pessoa

- Almoço de Natal Data. 25/12 Valor. Menu à la carte, depende do consumo. - Jantar de réveillon Data. 31/12 Inclui. Menu-degustação em cinco tempos e open bar de destilados premium. Valor. R$ 2.350 por pessoa (crianças de 6 a 12 anos pa-

gam R$ 360). - Festa Blanc de Blancs Data. 31/12 Inclui. Coquetel, jantar, open bar de destilados premium Valor. R$ 1.950 por pessoa (crianças de 6 a 12 anos pagam R$ 360). - Brunch de réveillon Data. 1/01/19 Inclui. Brunch e sobremesas Valor. R$ 360 por pessoa


JORGE RODRIGUES JORGE/CZN

YAMAHA/DIVULGAÇÃO

WMoto. Yamaha antecipa as novidades da XTZ Lander 250 2019; modelo tem visual mais robusto e ficou mais confortável. Página 16 WAvaliação. Básico ao extremo, Ford Ka 1.0 SE atrai pelo bom pacote de série e pelo custo-benefício. Páginas 14 e 15

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MPEREZ/IVECO/DIVULGAÇÃO

BELO HORIZONTE Sábado 15/12/2018

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Lançamento de peso Iveco apresenta o Hi-Road; novo caminhão pesado da montadora italiana, com cabine compacta e teto alto, incorpora as qualidades do consagrado Hi-Way; modelo chega às lojas a partir de janeiro. Páginas 12 e 13


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interCâmbio raimundocouto@otempo.com.br

Acompanhe as últimas novidades do mundo automotivo na coluna Super Motor, com Raimundo Couto, de segunda a sexta-feira, em duas edições, às 08h45 e às 21h45.

Raimundo Couto

20 anos de estrada RENAULT/DIVULGAÇÃO

Os anos 90 foram marcantes e decisivos para os rumos que a indústria automobilística seguiu em sua exitosa trajetória nas últimas décadas. Afinal, daqueles tempos, de veículos que eram chamados por Collor, quando presidente, de carroças, até hoje, com carros que estamos habituados a admirar em termos de design, tecnologia e de conectividade, foi um salto comparado ao que experimentou o primeiro homem que foi à lua. A bem da verdade, o mercado fechado por muitos anos limitou investimentos e afastou o consumidor brasileiro, que se via obrigado a escolher seu automóvel entre as poucas opções oferecidas pelos quatro grande fabricantes de outrora, que, sozinhos, reinavam absoluto. Dois grandes passos mudaram o cenário desde então. O pri-

meiro foi a abertura do mercado a veículos importados, o que permitiu aos brasileiros o acesso ao que de melhor era produzido no mundo, e, o segundo, alguns anos depois, veio com a chegada de novas fábricas, que para o Brasil trouxeram vultosos investimentos para instalarem linhas de produção em território tupiniquim. As “newcomers” mudariam para sempre o panorama do nosso mercado, como a francesa Renault, que por aqui desembarcou em 1998 e construiu sua planta no Paraná, na região metropolitana de Curitiba, mais precisamente em São José dos Pinhais. Para celebrar esse momento importante na vida da Renault, a montadora promoveu uma grande comemoração, na semana passada, e, na ocasião, distribuiu prêmios e uma placa alusiva à data, tanto aos funcionários que participaram de toda essa

jornada de 20 anos, como aos jornalistas que participaram da cobertura de inauguração do Complexo Ayrton Senna, no já distante 4 de dezembro de 1998. Desde o início de sua produção no país, a Renault já fabricou mais de 3 milhões de veículos e 4 milhões de motores no Brasil – 30% desse total foi exportado. “Ao longo dos anos, a Renault investiu de forma contínua, mesmo em períodos de instabilidade econômica. Foi o que nos permitiu fortalecer nossa estrutura, lançar produtos voltados para as necessidades do consumidor brasileiro e latino-americano e crescer de forma consecutiva no mercado brasileiro desde 2010. A Renault acredita no Brasil”,disse Luiz Fernando Pedrucci, presidente da Renault do Brasil e para a América Latina. A montadora vive seu melhor momento nestas duas décadas de produção

A montadora vive seu melhor momento nestas duas décadas de produção no Brasil e hoje conta com 8,7% de participação de mercado no país, registrados entre janeiro e novembro

no Brasil e hoje conta com 8,7% de participação de mercado no país, registrados entre janeiro e novembro. Possui uma gama completa de produtos, e os seus últimos lançamentos, o Captur e o Kwid, já são figuras carimbadas nas ruas brasileiras. Atualizada com os tempos atuais que exigem conectividade total a Renault criou o conceito Easy Life e passou a oferecer aos seus clientes uma inovação nas vendas: o KCommerce, a plataforma

online para a compra de um veículo. Por meio da ferramenta, os interessados podem adquirir um Kwid até mesmo por meio do celular. Operando em três turnos, a marca fabrica sete veículos no país: Kwid, Sandero, Logan, Duster, Oroch, Captur e o comercial leve Master – além dos motores 1.0 SCe e 1.6 SCe. A marca tem um quadro de 7.300 colaboradores no Brasil, além de gerar cerca de 25 mil empregos indiretos.


super motor

11 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 15 de dezembro de 2018

DANIEL IGLESIAS - 08.06.2010

Serviço

Chegou o Seminovos Super Novo portal feito em parceria com a Sempre Editora estreia com a mais completa plataforma do mercado de automóveis em Minas Da redação Se a venda de carros zero-quilômetro pela internet ainda está em seu começo, e são poucas as que estão efetivamente aptas, o mesmo não se pode dizer em relação ao comércio online de classificados automotivos. No último dia 12, no dia do aniversário de 121 anos de Belo Horizonte, a capital ganhou de presente uma

Contato fácil e rápido com o anunciante é um dos diferenciais do Seminovos Super

nova opção eletrônica para a compra e venda de carros, motos e caminhões. Começou a funcionar o portal Seminovos Super, uma parceria da Sempre Editora com o experiente empresário Renato Caetano, profundo conhecedor do mercado online de veículos. A nova plataforma chega com a missão de oferecer aos mineiros um portal completo para venda ou compra de automotores

com facilidades para a venda, busca inteligente e otimizada e um processo de negociação do veículo simplificada. “A plataforma Seminovos Super, ela veio da ideia de movimentar o mercado de veículos novos e seminovos em Minas. Para quem comprar um veículo a gente está entregando uma plataforma com várias marcas e modelos para que ela possa escolher com calma, e com o conforto de ca-

sa qual veículo ela vai querer trocar ou adquirir”, exalta Caetano.

Planos de anúncio São três as opções de plano de anúncio no Seminovos Super: Gratuito, Gold e Master. No plano Gratuito, o usuário tem direito a expor até três fotos do veículo e o anúncio fica no ar por 30 dias seguidos. Cada CPF cadastrado poderá ter apenas um veículo ativo. Na op-

ção Gold (R$ 15 por anúncio), é possível colocar até seis imagens do veículo, anúncio é exibido até a venda do veículo e a reativação é solicitada a cada 30 dias. No plano Master (R$ 30 por anúncio), o vendedor pode postar até 12 fotos do veículo, o anúncio aparece nas buscas e na página principal da plataforma e tem prioridade máxima de visibilidade até que seja efetivamente vendido.

“Com o Seminovos Super, estamos preenchendo essa lacuna, pois teremos como oferecer aos nossos milhões de usuários únicos uma ferramenta de fácil manuseio para a compra e venda de automotores” Heron Guimarães Diretor executivo da Sempre Editora EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

COMO VENDER OU COMPRAR? Fique por dentro do Seminovos Super, o mais novo portal de compra e venda de carros, motos e caminhões de Minas Gerais

PLANOS DE ANÚNCIO Gratuito O usuário tem direito a expor até três fotos do veículo. O anúncio fica no ar por dez dias seguidos. Cada CPF poderá ter apenas um veículo ativo cadastrado

Gold (R$ 15 por anúncio) É possível colocar até seis imagens do veículo. O anúncio fica online até a venda do produto

Master (R$ 30 por anúncio) O vendedor pode postar até 12 fotos do veículo. Único plano com direito a vídeo. O anúncio fica online até a venda do produto e tem prioriade máxima de exibição nas buscas feitas pelos visitantes

QUER VENDER?

5 1

Essa é a mais importante: capriche nas imagens. É o que mais chama atenção. Tire fotos de ângulos diferentes do veículo e valorize o que o carro tem de bom

2

Nas observações, cite informações que não são de praxe, mas que são importantes, como por exemplo, pneus novos, bateria recém-trocada, manutenção em dia etc

3

Não omita nada sobre o veículo. Seja o mais honesto possível quanto a pequenas batidas ou arranhões na lataria e outros problemas crônicos

Anunciar no Seminovos Super, é bem fácil. Basta clicar na aba ‘Quero vender’ O que é solicitado? Nome completo CPF Endereço E-mail Número de telefone Quer comprar? O acesso para visitantes dispensa cadastro e permite buscas avançadas de modelos por Um dos principais marca, modelo, ano de diferenciais do fabricação, faixa de Seminovos Super em preço, faixa de relação a outros sites do tipo quilometragem. Em é que ele oferece ferramentas breve, o portal irá para contato direto entre oferecer também uma comprador e vendedor via ferramenta de mensagem direta, comparação entre WhatsApp e redes veículos pesquisados. sociais.

dicas para fazer seu anúncio ‘bombar’

4

Defina o preço de venda com uma margem extra de segurança. A maioria dos compradores costuma dar aquela famosa “choradinha”. Ser inflexível na negociação do valor pode espantar interessados

5

Remova arranhões leves e imperfeições da pintura, faça um polimento no carro, substitua os tapetes (um truque fácil e barato) e faça uma lavagem no motor


W12 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 15 de dezembro de 2018

A partir de...

Fiat Argo fica mais caro A Fiat reajustou a tabela de preços do Argo. Agora, o modelo parte dos R$ 47.290 na versão de entrada – um aumento de R$ 800. Outras versões também ficaram mais caras: a Drive 1.0 passou de R$ 49.490 para R$ 50.290, a Drive 1.3, de R$ 55.090 para R$ 55.890, a Drive GSR 1.3, com câmbio automatizado, subiu de R$ 61.190 para R$ 61.990, e a Precision 1.8 automática foi de R$ 68.190 para R$ 68.990. A versão top (HGT), que custava R$ 67.490 (manual) e R$ 72.990 (automático), agora sai por R$ 68.290 e R$ 73.790, respectivamente. JOÃO GODINHO - 16.08.20717

Sem nome

Chevrolet Spin em versão PcD A Chevrolet Spin ganhou uma nova versão voltada para o público PcD. Com câmbio automático, a variante, que não tem nome, é baseada na versão LT e custa R$ 69,9 mil – ou R$ 54,3 mil já com as isenções. Ou seja, R$ 3.790 a menos que a versão LT com câmbio automático, que custa R$ 73.690. O motor é o mesmo 1.8 de 111 cv de potência que equipa toda a gama. A Spin para PcD vem com ar-condicionado, trio elétrico e central multimídia compatível com CarPlay e Android Auto. As rodas são de liga-leve com aro de 15 polegadas, além de volante com comandos do som e do controle de velocidade de cruzeiro.

super motor

Transporte

Iveco apresenta seu novo pesado: o Hi-Road Irmão menor do Hi-Way, novo caminhão pesado começa a ser vendido em janeiro inicialmente na versão 6×2 com motor de 440 cv Raimundo Couto De Sete Lagoas (MG)

A italiana Iveco apresentou em sua planta industrial, em Sete Lagoas, o substituto do Stralis, o Hi-Road, que chega para engrossar a fileira da família Hi-Way. O pesado Hi-Road é resultado do investimento de US$ 30 milhões dos US$ 120 milhões anunciados no ano passado pela montadora para novos investimentos até 2019. O novo caminhão começa a ser produzido em janeiro e já tem 200 unidades vendidas. O preço previsto para a versão 6×2, de 440 cv, a que deve representar o maior volume de vendas, é

de R$ 380 mil. O Iveco HiRoad, ideal para operações de médias e longas distâncias, se destaca pelo baixo custo operacional, graças às novas turbinas e à calibração do motor com aumento de torque. Oferecido nas versões 4x2, 6x2 e 6x4, o HiRoad tem como objetivo aumentar a participação da marca no segmento de entrada na categoria de pesados.

Motores Para empurrar o pesado, a Iveco convocou motores de

tradicional confiança em sua utilização, como o Cursor 9 e 13, da FPT Industrial, com seis cilindros em linha. O Cursor 9 tem potência de 360 cv (4x2), e o Cursor 13 tem duas faixas de potência, 400 cv (4x2 e 6x2) e 440 cv (4x2, 6x2 e 6x4), com torque máximo de 2.250 Nm. A transmissão é automatizada de 16 velocidades, mais duas marchas à ré. O tanque de combustível tem capacidade para 900 L. O novo caminhão Iveco nasce para brigar no segmento dos pesados com modelos intermediários do mercado, principalmente na faixa do 6x2 de 440 cv, onde entram o Mercedes-Benz Axor e VW Constellation. Essa faixa, incluindo também as versões 6x4, representa 45% das vendas.

Conforto de automóvel A cabine do Hi-Road é, segundo a Iveco, a mais leve do mercado, o que potencializa o uso do caminhão, proporcionando aumento da capacidade de transporte e diminuição no consumo de diesel. Destaque para teto alto de série, para-sol, defletor de ar lateral com maior aerodinâmica e defletor inferior. Se por fora o modelo chama atenção, a comodidade e a ergonomia interna são garantidas por itens de série como: trio elétrico, ar-condicionado e climatizador, rádio com CD/MP3 player e entrada USB, volante com comandos integrados, box térmico e cabine com suspensão pneumática.

Novidade Governador Valadares. A Deva, concessionária da Iveco com o maior número de revendas em Minas Gerais, inaugurou na última semana mais um ponto assistencial – desta vez, em Governador Valadares. A iniciativa surgiu de uma parceria com a empresa Turbo Kit junto com a concessionária Deva na região.

“Estamos muito empolgados com o Hi-Road porque ele tem uma cabine compacta, mas sobretudo porque apresenta uma mecânica e um câmbio fantástico.” Alberto Medioli Presidente do Grupo Deva

Estrutura. O novo ponto assistencial Iveco já está funcionando na travessa Rio-Bahia 1.750. A loja tem 10 mil metros quadrados e 2.000 metros quadrados de área construída. São 17 boxes para atendimento e conta com uma equipe de 20 profissionais. Toda a gama Iveco será comercializada na região tendo o ponto assistencial como suporte de pós-vendas.

Hi-Road traz teto alto de série e box térmico, e a cabine conta com suspensão pneumática


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13 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 15 de dezembro de 2018

FOTOS MPEREZ/IVECO/DIVULGAÇÃO

Setor está otimista para 2019

O Hi-Road, ideal para operações de médias e longas distâncias, herdou as melhorias que a engenharia da Iveco promoveu na linha Hi-Way

Novo pesado será oferecido nas versões 4x2, 6x2 e 6x4

A cabine é nova e a mais leve do mercado, segundo a Iveco

Depois de passar três anos reprimido, o mercado de caminhões no Brasil voltou a crescer em 2018, e as expectativas para 2019 são ainda melhores. “As nossas expectativas também são muito boas quando pensamos no mercado para 2019. Acreditamos que as mudanças políticas podem trazer benefícios para a economia e que será o ano ideal para recuperar o tempo perdido”, analisa Alberto Medioli. Para o presidente do Grupo Deva, a Iveco sai em vantagem hoje por oferecer uma gama de produtos completa e com um dos melhores custos-benefícios do mercado. “Temos o Daily, que todo mundo já conhece, o Tector, que é um veículo extremamente robusto, e o HiWay e o Hi-Road, que, com as mudanças que foram feitas na mecânica e no câmbio, são extraordinários”. (RC)


W14 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 15 de dezembro de 2018

Volkswagen

Jetta tem versão por R$ 99.990 O Volkswagen Jetta ganhou uma configuração mais barata para tentar reforçar as vendas (que não vão bem). Batizado apenas de Jetta 250 TSI, o modelo parte de R$ 99.990 e custa R$ 10 mil a menos em relação à Comfortline. Mas o modelo perdeu alguns itens.a Os bancos de couro deram lugar aos de tecido, as rodas são de 16 polegadas e são 4 alto-falantes contra 6 das demais. O sedã também deixa de oferecer câmera de ré, GPS, chave presencial, e volante revestido de couro, entre outros itens. VOLKSWAGEN/DIVULGAÇÃO

super motor Análise Técnica

Avaliação

Porta

de entrada Ford Ka 1.0 SE é a versão mais barata do catálogo e oferece uma equação racional entre conforto, tecnologias e custo-benefício Márcio Maio Auto Press

É comum entre as marcas automotivas apostar em diversas versões para seus modelos de volume para aumentarem as vendas totais. E por mais que muitas se preocupem em divulgar todas as tecnologias possíveis de conectividade, trem de força e conforto da linha, geralmente são as variantes mais baratas as que mais são emplacadas. A ideia de carro de en-

trada, no entanto, mudou muito nos últimos anos. O Ford Ka 1.0 SE é uma prova disso. Apesar de ser a mais em conta do hatch – exceto pela S, focada nos frotistas –, a configuração carrega tudo que mais se espera de um veículo barato, mas com o mínimo conforto até para um passeio em família. Montado em Camaçari, na Bahia, o Ka de entrada carrega o propulsor tricilíndrico 1.0 de 85 cv de potência e 10,7 kgfm de torque

Desempenho Estabilidade Consumo Conforto Tecnologia Habitabilidade Acabamento Design Custo-benefício

R$

==== ==== ==== ==== === ==== === ==== ===

46.490 Ford Ka 2019 Versão SE 1.0

Ford Ka 1.0 SE Nota média: 3,6 com etanol. A transmissão é sempre manual, com cinco velocidades, e o trem de força fez o modelo conquistar nota A em sua categoria na aferição promovida pelo InMetro. Além do motor moderno, o modelo compartilha com o New Fiesta e o EcoSport a mesma arquitetura de estrutura. Itens de série mais rebuscados, no entanto, como uma central multimídia ou aparatos eletrônicos de segurança, ficam de lado, entrando apenas nas versões mais caras.

Equipamentos A lista de itens de série não é generosa, mas é bem honesta. Ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros e travas elétricas com controle remoto, chave canivete, ajuste de altura da coluna de direção e rádio com Bluetooth e comandos de voz estão disponíveis. Mas também não vai além disso. Mesmo porque não se trata de uma variante para impressionar pelo vasto conteúdo, mas sim por sua relação custo/benefício. O problema é que depois de alguns reajustes, o preço de tabela – de R$ 46.490 –, não chega a impressionar também na comparação com alguns de seus concorrentes diretos.

Isolamento acústico é um tanto falho e o barulho do propulsor entra na cabine com facilidade quando os giros sobem um pouco mais

CONCORRENTES Hyundai HB20 Unique Fiat Uno 1.0 Attractive Chevrolet Onix 1.0 Joy

Em ação Em movimento, o motor 1.0 não faz feio. Não há nenhum arroubo de força, mas está bem longe de decepcionar. É bem verdade que o propulsor se sai melhor em giros mais altos, acima das 3 mil rpm. Com isso, a economia entregue parece ser sempre menor que a dos concorrentes 1.0, apesar do

R$ 43.990 R$ 45.690 R$ 44.990

trem de força moderno. A suspensão também se comporta de forma competente, absorvendo os impactos dos buracos e, ao mesmo tempo, garantindo bom equilíbrio mesmo em curvas um pouco acentuadas. De maneira geral, o Ka 1.0 SE cumpre bem sua função de veículo de entrada da marca norte-americana.

Motor flex de três cilindros com 85 cv de potência empurra o Ka 1.0 com muita facilidade


super motor

15 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 15 de dezembro de 2018

FOTOS JORGE RODRIGUES JORGE/CZN

Ficha técnica Motor. 1.0 16V flex, três cilindros em linha Transmissão. Câmbio manual de cinco marchas Potência. 80/85 cv a 6.500 rpm Torque. 10,2 kgfm a 3.500 rpm (gasolina) e 10,7 kgfm (etanol) a 4.500 rpm

Acabamento interno é simples, mas bem arrematado

Suspensão. Dianteira independente do tipo McPherson. Traseira semi-independente por eixo de torção

Modelo tem tudo que se espera de um ‘popular’

Freios. Discos ventilados na frente e tambores atrás

Versões de entrada não costumam impressionar, principalmente os motoristas que estão acostumados a lidar com variantes de topo da maior parte dos modelos. Mas é inegável: o Ford Ka SE 1.0 tem tudo que se espera de um carro popular para circular com o mínimo de conforto. Ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos na frente e travas automáticas, além de um sistema de som com Bluetooth, garantem um passeio que, apesar da falta de luxos, não chega a decepcio-

Dimensões. 3,89 m de comprimento, 1,70 m de largura, 1,53 m de altura e 2,49 m de entre-eixos Consumo de combustível. Com etanol, a média é de 9,2 km/L e 10,7 km/L; com gasolina: 13,4 km/L e 15,5 km/L, na cidade e na estrada, respectivamente Porta-malas. 257 L

nar. Quem vai atrás pode sentir falta de comandos elétricos para os vidros e condutores mais antenados com tecnologias modernas certamente tenderão a optar pela variante superior, a SE Plus, que adiciona central multimídia com tela suave ao toque. Mas quem prefere utilizar o celular em um suporte para acessar sistemas de GPS não sentirá tanta falta. Talvez a ausência de comandos no volante para o sistema de som incomode mais. (MM/AP)


W16 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 15 de dezembro de 2018

super motor FOTOS YAMAHA/DIVULGAÇÃO

Moto

Pau pra toda obra Yamaha lança nova Lander 250 com visual mais robusto e conforto aprimorado; modelo agora vem equipado com freios ABS de série Eduardo Rocha Auto Press

A nova Yamaha Lander 250, que passa a ter ABS de série, vai chegar às concessionárias da marca em meados de janeiro. O preço ainda não foi divulgado pela marca, mas não ficará tão distante dos R$ 17 mil – que seria os R$ 15.690 do modelo atual adicionado o custo do ABS. O que mais

chama a atenção na nova Lander é o visual. Os designers da Yamaha buscaram valorizar o porte da moto. O tanque foi aumentado e teve a capacidade ampliada de 11 para 13,6 L. Um toque de modernidade na Lander é a iluminação full LED no farol, lanterna e luz de posição dianteira. O banco agora tem duas alturas bem distintas, o que reforça a ideia de ser uma moto de

Lander tem agora assento em dois níveis, mais largo e ergonômico

Painel digital agora informa consumo médio e instantâneo

cilindrada superior. A adoção do banco em dois níveis e o aumento do tanque de combustível fez com que a engenharia da Yamaha fizesse um pequeno retrabalho no chassis. O propulsor é o mesmo monocilíndrico flex com arrefecimento ar e radiador de óleo com exatos 249,5 cc. Ele rende 20,7/20,9 cv com gasolina/etanol e 2,1 kgfm de torque com qualquer combustível.

Novo design da moto remete ao modelo XT660R

Suspensão Mudança sutil. Outra pequena alteração foi no curso das suspensões, ligeiramente reduzidas em benefício da melhor estabilidade. A altura livre do solo também foi reduzida de 27,5 cm para 27 cm. No comprimento, a Lander cresceu 2,5 cm, para 2,15 m.


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