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DA ILHA DA MADEIRA A DESTINOS NA BAHIA, OPÇÕES DE VIAGENS PARA O RÉVEILLON ... Caderno Turismo. Páginas 4 a 10
DVD PÓSTUMO DE VANDER LEE É LANÇADO EM BH COM CONVIDADOS ... Página 16 MOISES SILVA – 4.1.2016
2 a 8 de dezembro de 2017 ANO XXVII número 1427 faleconosco@jornalpampulha.com.br atendimento 2101.3838
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE LEO AVERSA/DIVULGAÇÃO
QUEM TE VIU, QUEM TE VÊ Considerado gênio por muitos, criticado por outros tantos, Chico Buarque estreia turnê em BH, no próximo dia 13, e especialistas e fãs discutem a renovação e o papel do multiartista no cenário político, social e cultural do país após mais de 50 anos de carreira
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opinião
pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 2 a 8 de dezembro de 2017
VITTORIO MEDIOLI
A SEMANA “Conseguiu estancar a sangria?”
Editorial
Providências para a Previdência egundo o IBGE, a população subiu nos últimos quatro anos 3,4%. Chegamos assim aos 205,5 milhões de habitantes, e os indivíduos acima dos 60 anos cresceram de 12,8% para 14,4% do total. Na ponta oposta, entre 0 e 9 anos, se registrou a queda de participação de 14,1% para 12,9%. O envelhecimento do Brasil está acelerando! O índice de natalidade vem despencando no Sul e Sudeste. O Brasil, nesse ritmo, em breve consumirá menos chupetas e mais bengalas. Claro já é que, com as regras atuais da Previdência, nivelando-se o número de ativos com o de inativos, as mudanças precisam ser feitas já. Embora as alíquotas contributivas brasileiras estejam entre as maiores do planeta, o rombo não para de aumentar. Grave também que, em razão da falta de reservas vinculadas aos pagamentos de aposentadorias, os ingredientes mais explosivos se aproximam. O Instituto Nacional do Seguro Social é um buraco negro no céu do país. Está de chapéu na mão na escadaria do Banco Central cobrando o que não consegue pagar. Michel Temer insiste com a reforma porque atrás dessa pressa tem, em primeira ordem de grandeza, o plano de eleger presidente Henrique Meirelles. O estancamento das perspectivas de déficit remete diretamente à recuperação da credibilidade fiscal do país e, consequentemente, atrair capitais suficientes para emplacar de imediato um surto de investimento. Isso levaria o ministro a ser forte candidato a presidente. Assim como os bons resultados econômicos elegeram FHC em 1994 e 1998, e deram a Lula e Dilma vitórias em 2006 e 2010, Meirelles se habilitaria a ser um sucesso. O eleitor escolhe quem dá resultado. A aprovação de medidas e regras que equilibrem o déficit previdenciário pode abrir o céu para um aumento do PIB de 3 a 4 pontos em 2017. Trata-se de um tudo ou nada para um plano
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eleitoral. A hora é agora. Quando, com 18 anos de idade, visitei a antiga Iugoslávia do ditador Tito, ligado a Moscou em seu auge, me explicaram que os salários eram fruto da distribuição da receita arrecadada. Nos anos bons eram mais altos. O equilíbrio fiscal era a regra, tanto entrava e tanto saía, então aí era fácil, pois o Estado era de todos, e todos dele participavam nos bons momentos como nos piores.
Uma sociedade amadurecida se preocupa com a posteridade, com a continuação da espécie, em tapar os buracos no casco do navio.’ No Brasil o rombo da Previdência pública é fruto de um raciocínio inverso. Faça sol ou caia uma tempestade, a folha aumenta. Em 2015 o déficit no pagamento de inativos do setor público foi de R$ 92,8 bilhões – diferença entre R$ 105,4 bilhões de benefícios pagos e R$ 12,6 bilhões de contribuições arrecadadas. Fosse na regra iugoslava, as aposentadorias públicas no Brasil cairiam a 15% do que são hoje. Não precisamos ser tão “cruéis”,
Se uma mudança de regras ocorrer agora, mesmo que parcial, 2018 será um ano de forte crescimento econômico. mas também podemos ficar omissos? As democracias modernas já passaram por mudanças, adaptando-se à realidade que está aí nua e crua, aproximando o número de aposentados daquele dos contribuintes.
Para equacionar se trata mais de coragem, e de uma autoridade moral para chegar a público e mostrar o quadro que, independentemente do governante escolhido, pesa sobre toda a humanidade brasileira. Se antes eram um elefante carregando um pigmeu, a realidade mostra que o pigmeu deverá carregar em breve um peso insustentável. As regras em vigor foram ditadas por cigarras que imaginavam o inverno não existir. Hoje precisa reescrevêlas por ânimo de formigas que se preparam para enfrentar a mudança de estação. Uma sociedade amadurecida se preocupa com a posteridade, com a continuação da espécie, em tapar os buracos no casco do navio. Infelizmente, a consciência geral das elites é de “avestruz” que tem horror para a tétrica realidade. A pátria deixou de ser amada, para ser estuprada momentaneamente. O “solo da mãe gentil” se transformou num campo densamente minado pelos exterminadores. Enquanto isso se briga por ideologias furadas que se irmanam na locupletação, no aniquilamento do país e fecham aliança para defender privilégios. Domina evidentemente a imaturidade moral, que assombra o quadro eleitoral do próximo ano. A maioria da população desconhece ainda as razões que provocam as injustiças. Que o rombo da Previdência, para ser sanado, deve necessariamente unificar o tratamento do setor público e do privado, ainda gerar um teto nos pagamentos e aproximar a base do vértice da pirâmide. Quem quer mais contribua mais, não parece justo colocar a conta na base mais pobre. Se uma mudança de regras ocorrer agora, mesmo que parcial, 2018 será um ano de forte crescimento econômico. Apesar de ser dificílima qualquer aprovação de mudanças, se elas ocorrerem, as candidaturas radicais se enfraquecerão. Além de Meirelles, que dirige essa empreitada, poderão entrar no páreo outras com discursos mais amenos num clima menos conturbado.
vittorio.medioli@otempo.com.br
Rúbia Sagaz, passageira em voo de Brasília para São Paulo ao abordar o senador Romero Jucá. Ela faz referência à frase que ficou famosa e faz parte de conversa entre o senador e o expresidente da Transpetro Sérgio Machado, em que ambos fazem referência a um pacto (“com Supremo, com tudo”) para parar as investigações da Lava Jato. Jucá primeiro pediu respeito, e em seguida tentou arrancar o celular da mão da mulher, sem sucesso.
REPRODUÇÃO INSTAGRAM
“A delegada foi bem clara pra mim: ‘Bruno, ela cometeu um crime. Ela pode estar em qualquer lugar do mundo, ela vai ter que responder por isso’” Bruno Gagliasso, sobre a denúncia que fez contra a socialite brasileira Day Mcarthy, que mora no Canadá. Ela publicou um vídeo na internet no qual faz comentários ofensivos sobre Titi, 4, filha de Gagliasso e da atriz Giovana Ewbank. Mcarthy responderá por injúria racial, difamação e injúria.
“Para ter certeza de que ela estará conosco nessa louca jornada juntos” Príncipe Harry, sobre a vontade de ter a memória da mãe, a princesa Diana, sempre presente na sua vida de casado. Ele, que anunciou esta semana seu enlace com a atriz Meghan Markle, desenhou o anel de noivado com dois diamantes herdados da mãe, mais uma terceira pedra trazida de Botsuana. O casamento será em maio de 2018.
Vittorio Medioli também escreve aos domingos no jornal O TEMPO
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O SEMANÁRIO DE BELO HORIZONTE
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MPB> Chico Buarque estreia sua nova turnê, “Caravanas”, em BH, a partir do dia 13 de dezembro LEO AVERSA/DIVULGAÇÃO
Sempre atual
Novo trabalho de Chico Buarque, “Caravanas” reforça seu viés crítico
Coube novamente a Belo Horizonte receber os primeiros showsda nova turnê do mais recente álbum de inéditas de Chico Buarque de Hollanda, “Caravanas”, lançado em agosto. Agraciados, os mineiros certamente torcem pelo oposto do que o artista, reservado, costuma dizer: que a melhor parte de um show é quando ele acaba. Prova disso é que, inicialmente, estavam programadas quatro apresentações. A demanda por ingressos fez com que um espetáculo extra fosse aberto e ele se apresenta de 13 a 17 de dezembro no Grande Teatro do Palácio das Artes. Endeusado por muitos, escrachado por outros tantos, Chico incendeia as redes sociais dividindo opiniões. Gênio? Comunista? Entendedor da alma feminina ou (a mais nova pecha) machista? Passados 51 anos de sua estreia fonográfica – com o disco em 1966 que levava seu nome e cuja capa já há algum tempo virou meme, com seu rosto ora sorridente, ora carrancudo –, sua música, que marcou toda uma geração, continua relevante? Reconhecido por manter um caráter combativo e por ter enfrentado a ditadura militar, hoje sua militância política ainda goza de vigor? Aclamadocomo compositor que melhor retrata os sentimentos mais relacionados às mulheres, mas recente alvo de críticas da ala feminina após o lançamento da música “Tua Cantiga” Alex Bessas
Quem é você? Endeusadopormuitos,escrachadoporoutrostantos,Chicoincendeiaainternet dividindoopiniões.Gênio?Comunista?Entendedordaalmafemininaouamais novapecha:machista?Qualopapelqueocantor,compositoreescritortemhoje? (confira trecho nesta página), estaria seu ideal de amor, de fato, ultrapassado? Afinal, quem é Chico Buarque hoje? Para a doutora em estudos literários Ana Maria Clark, o carioca continua relevante e atual. Autora do livro “Chico Buarque: Recortes e Passagens” (ed. UFMG), a pesquisadora destaca, além da atuali-
“AS CARAVANAS” Trecho da música “E essa zoeira dentro da prisão Crioulos empilhados no porão De caravelas no alto mar Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria Filha do medo, a raiva é mãe da covardia Ou doido sou eu que escuto vozes Não há gente tão insana Nem caravana Nem caravana Nem caravana do Arará”
dade e importância de temas tratados em suas composições, o refinamento das letras e melodias, marca registrada do compositor. Outro aspecto quemantém uma certa jovialidade ao cancioneiro de Chico, “é a sua abertura crescente a estilos musicais distintos”, diz. Prova da relevância (e permanência) do seu trabalho tem sido, aliás, “o diálogo que novas gerações vêm efetuando com suas composições”, afirma, lembrando a reinterpretação de “Cálice” pelo paulista Criolo. Mais recentemente, o rapper belo-horizontino Fabrício FBC homenageou “Construção” e “Deus lhe Pague” em “Cimento e Lágrimas”, assim como Kdu dos Anjos fez uma releitura de “Cotidiano”, na música “Tá Rolando”. CANÇÃO DE REPRESSÃO “Tornaram-se muito célebres as várias canções compostas por Chico no início da década de 1970, em plena ditadura militar”, lembra Ana, destacando que a produção
desse período ficou conhecida como “música de protesto”. Ela pondera, no entanto, que “no caso de Chico Buarque, melhor do que se falar em ‘canções de protesto’, seria falar em ‘canções de repressão’, uma vez que a esta é um elemento estrutural dessas canções”. As observações encontram concordância nas proposições de Roniere Menezes, doutorem literatura comparada e autor do livro “O Traço, a Letrae aBossa: LiteraturaeDiplomacia em Cabral, Rosa e Vinicius” (ed. UFMG). Ponderando que as composições de Chico tenham se tornado, com o passar dos anos, mais sofisticadas, e que isso pode distanciá-las de um público maior, elas permanecem relevantes “porque são elaboradas com bastante competência técnica, rica imaginação e densa sensibilidade”. Mas, em “As Caravanas” (veja trecho nesta página), o músico volta-se, mais uma vez,para o formatoda chamada “música de protesto”? “Não há um retorno, pois se prestarmos atenção, por
exemplo, em “Brejo da Cruz”, de 1984, em “Carioca”, de 1998, em “Subúrbio”, de 2006, e em “Sinhá” – canção feita em parceria com João Bosco –, de 2010, notamos a continuidade de um questionamento em relação às divisões sociais do Brasil”, assegura Roniere. “Assim como em ‘As Caravanas’, não
“TUA CANTIGA” Trecho da música “Se as tuas noites não têm mais fim Se um desalmado te faz chorar Deixa cair um lenço Que eu te alcanço Em qualquer lugar Quando teu coração suplicar Ou quando teu capricho exigir Largo mulher e filhos E de joelhos Vou te seguir”
existe nessas canções uma crítica a um governo, a um regime de exceção, a uma política oficial, como ocorria mais fortemente nos anos 1970 e 1980, não se percebe, nas canções citadas, a crença numa grande utopia, mas há reflexões sobre a ausência de ética no convívio cotidiano”, diz. Essa continuidade de uma música que pensa sobreo paístambém éobservada por Ana, que acompanha seus posicionamentos políticos desde a década de 1960. “Me chama a atenção algo que se situa para além de umapolítica partidária:a política relacionada à “polis”, à cidade, em última instância. O papel desempenhado pelo Chico-cidadão, sempre se insurgindo, com coerência, contra as mais diversas formas de autoritarismo, os vários tipos de repressão, de censuras de toda ordem, de discriminação”, analisa ela. Para Ana, aliás, é “importante não dissociar o Chicocidadão do Chico-compositor e do Chico-escritor. Na sua obra, nosso país sempre esteve em questão, com seus tantos problemas, mas também com sua enorme riqueza cultural”. Roniere também pondera, pensando na abundância de temas encontrada nas canções de Chico: “a obra do autor não seresume à perspectiva política”. “Seria muito limitador reduzir um vasto trabalho, que trata da experiência humana sob diversos ângulos – inclusive em se tratando da temática amorosa – a posicionamentos políticos de um autor”, pontua.
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reportagem
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MPB> Letra de “Tua Cantiga” incitou feministas, que tacharam música de machista e datada Faixa que dá início a “Caravanas”, a música “Tua Cantiga” foi liberada pouco antes do lançamento oficial do álbum, como que para abrir uma brecha para o que estava por vir. E, como acontece a cada novo lançamento de Chico Buarque, a novidade gerou expectativa e... debates. Ocorre que, de sua audiência, parte da ala feminina não gostou nem um pouco do tom da música. Flávia Azevedo, em coluna no jornal baiano “Correio”, foi quem melhor descreveu o incômodo: “desta vez, no painel das emoções femininas, Chico apertou um botão controverso. Essa mulher que ele evoca, não sou, não é. Nem a que somos nem a que queremos ser. Essa que precisa ser salva, que sonha com o reino do lar, essa que goza ao ouvir ‘largo mulher e filhos’. Botão errado, pra mim. Botão errado para a amiga que disse: achei datada”. Conhecido por ser discreto e pouco verborrágico, a resposta ao debate que ecoou nas redes sociais veio através de sua Alex Bessas
Essa moça tá diferente Autordeclássicoscomo“OlhosnosOlhos”e“OMeuAmor”,querefletemcomprecisão aalmafeminina,ChicoBuarqueseviuentrecríticasapósolançamentodenovacanção ARQUIVO PESSOAL
página no Facebook: “Diálogo entreouvido na fila do supermercado: será que é machismo um homem largar a família para ficar com a amante? Pelo contrário. Machismo é ficar com a família e a amante”. O assunto, claro, não morreu aí. E, para a pesquisadora Ana Maria Clark, dá méritos ao compositor. Afinal, “quanto mais instigante for essa obra, mais leituras diferentes ela irá propiciar”. “Muitos buscaram se deter, apenas ou sobretudo, nos trechos que falam em ‘abandonar mulher e filhos’ para seguir a amada, atribuindo rótulos à cantiga”, critica, para, em seguida, completar que respeita “todas as leituras que se fazem de uma obra, desde que não sejam dogmáticas, fechando-a a outras interpretações”. Com melodia de Cristóvão Bastos, Ana lembra que
a música dialoga com “Polonaise em Sol Menor”, de Bach, e, em sua letra, reverencia o “Soneto XVI”, de Shakespeare. Portanto, tem, nela, uma complexidade que, em análise, merece ser levada em conta. NOVAS GERAÇÕES Polêmicas à parte, há quem ainda se sinta representado pelas composições mais, digamos, “engajadas” do compositor. “As músicas dele que me contemplam mais são as dos anos 1960 e 1970... O que me leva a gostar de Chico Buarque são as músicas dessa época”, afirma Luísa Nascimento. Curiosamente, a moça não era nem nascida na época em que as canções que cita foram feitas. Com 18 anos, a secundarista tem discurso afiado. “É meio ingênuo eu esperar que o artista tenha um mesmo posicionamento hoje. E ele conti-
nua sendo branco, homem, privilegiado... Além disso, o contato com sua obra ainda é elitista, é uma questão que a gente tem que reconhecer”. Mesmo feitas as ressalvas, Luísa integra a empreitada de tornar o artista mais popular: ela é uma das cantoras do recém-criado “Bloco Acorda Amor”, que desfila em 2018 no Carnaval de BH (leia mais na página 5). O psicólogo Luiz Carlos, aliás, também sinaliza se preocupar que “as novas gerações escutem Chico Buarque”. “Um ponto que me incomoda é essa questão meio polarizada e maniqueísta, que traz uma certa resistência a ouvir o artista, porque fica essa coisa meio associada à esquerda... A obra dele merece ser ouvida com mais atenção”, afirma o fã, para quem a obra de Chico tem uma relevância vai muito além dos posicionamentos ideológicos.
Necessário
Fã, o psicólogo Luiz Carlos defende que Chico seja conhecido pelas novas gerações
Sussurrando em versos e trovas Aos 73 anos, Chico Buarque arrasta multidões. “Mito fundador da MPB”, como destaca o professor de história Ricardo Frei, o artista carioca nunca participou ativamente de nenhum movimento musical, “mas atravessou todos eles”. Alçado a representante do cancioneiro nacional “durante a criação do que se entendeu como música popular brasileira, ele é uma entidade da nossa cultura que, agora, dá continui-
dade a um trabalho já consolidado”, diz. Compositor de aproximadamente 500 canções, cantor, dramaturgo, novelista, romancista, escritor de história infantil, cronista (autor de textos sobre o futebol, com destaque para os escritos durante a Copa do Mundo da França, de 1998) e roteirista cinematográfico, como enumera a pesquisadora Ana Maria Clark, autora de “Chico Buarque: Recortes e REPRODUÇÃO/YOUTUBE
Chico Buarque enveredou, com sucesso, pela literatura
Passagens” (ed. UFMG), trata-se de um artista multifacetado. O pé fincado na literatura, aliás, é fácil de explicar: era pela leitura que ele procurava se aproximar de seu pai, o historiador Sérgio Buarque de Holanda. Das memórias de Chico, a figura paterna está diretamente associada aos livros, que consumia sistematicamente. A afetação certamente corroborou para que se dedicasse à escrita. Ele tem cinco títulos publicados, sendo o mais recente o romance “O Irmão Alemão”, de 2014. Dessa trajetória, acumulou prêmios Jabuti com “Estorvo”, “Leite Derramado” e “Budapeste” (este, publicado em mais de 20 idiomas). Pelo conjunto da obra, venceu o prêmio frances Roger Caillois, em 2016, como representante da América Latina. A veia literária não foge de seu legado musical. “Ele tem uma característica que é a capacidade de abrir diálogo, como faz um contador, um trovador”, aponta Frei. “E, com seu amadurecimento, ele cada vez mais fala, fica no limiar entre aquele que declama e aquele que canta”, conclui ele. O inverso também é verdadeiro: Chico Buarque já disse tentar dar musicalidade a seus livros. Por isso, “ponto importante, é não dissociarmos o compositor do escritor”, acrescenta Ana.
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MPB> Mesmo discreto, Chico Buarque tem se posicionado em momentos polêmicos do país DOUGLAS MAGNO
Vai passar “Chico não existe, é uma ficção – saibam. Inventado porque necessário, vital, sem o qual o Brasil seria mais pobre, estaria mais vazio, sem semana, sem tijolo, sem desenho, sem construção”. As aspas são do cineasta Ruy Guerra, e foram ditas em 1998 – quando o compositor foi homenageado pela Mangueira. Aliás, o Carnaval 2018 volta a brindar Chico – agora em BH, por meio do Bloco Acorda Amor, encabeçado pela terapeuta ocupacional Luísa Barros. “Quando pensei no bloco, estava considerando mais a minha admiração por ele e o contexto político e social que vivemos, que mostram que suas músicas dos anos de 1960 e Alex Bessas
1970 continuam atuais”, explica ela, que, sim, vai ao show do artista. Se as composições de Chico Buarque seguem atuais, como examina Luísa, o artista sinaliza estar atento ao que acontece no mundo e, apesar de discreto, tem se posicionado. Recentemente, cedeu ao Teatro Oficina os direitos da peça “Roda Viva”. Isso no momento em que o dramaturgo Zé Celso Martinez Correa trava uma batalha com o apresentador Silvio Santos – que quer empreender a construção de torres na região onde o teatro está instalado. Ano passado, tomou partido no episódio do impeachment da presidente Dilma Rousseff e acompanhou o ex-presidente Lula no julgamento. Há poucas semanas divulgou um vídeo em que
apoiava a criação da Frente Nacional Contra a Censura, criado em Belo Horizonte. São nestas ações que o poeta e psicólogo Luiz Carlos Meneses reconhece o Chico dos anos 1960, que, por sinal, tatuou na epiderme – tem, nas costas, as feições do artista na fase em que este usava bigode. “Para mim, o período mais importante de sua carreira”, explica. O mineiro, aliás, virá de Formiga, a cerca de 200 km de BH, para, pela segunda vez na vida, assistir a Chico. Nesta fase, ele volta a reconhecer o ímpeto inconformista e sempre lírico de Chico em “As Caravanas” – música que diz da herança da escravidão no país, dando contexto atual de ruptura entre favela e asfalto, além de trabalhar temas como os refugiados. O reconhecimento também se dá nos posicionamentos do artista, “o que se acentuou com o passar dos anos, embora ele sempre tenha sido discreto”. Luiz entende que o compositor, hoje, se mostra mais por ações que por discursos – exemplo foi a retirada do direito de uso da música “Roda Viva” no programa homônimo da TV Cultura, após uma entrevista considerada
O bloco Acorda Amor, em homenagem a Chico, desfilará na Quarta-Feiras de Cinzas
“chapa branca” com o presidente Michel Temer. Já sua constante atualização, acredita o psicólogo, se deve a seu caráter agregador. “É sempre muito aberto a novas parcerias e regravações”. A jornalista Camila de Ávila é outra a endossar o coro de fãs de Chico. Ela acredita que Chico “é atualíssimo por entender que a música brasileira assimila”. Uma prova é que, no novo disco, recorre, por exemplo, às ba-
tidas de beatbox e ao rap. Ela até brinca com sua devoção. “Em casa, temos o Caetano Futebol Clube, liderado por minha mãe, e o Chico Futebol Clube, pelo meu pai”. Nem precisa dizer de que lado ela joga, junto a seu acervo de vinis, CDs, DVDs, camisetas, biografias e livros. Na recente apresentação feita na capital mineira pelo cantor português António Zambujo em tributo a Chico Buarque, lá foi Camila.
“Comprei o CD dele, gostei e fui ao show”. Atenta a todos os movimentos (e ritmos) de Chico Buarque desde os anos 1960, a pesquisadora Ana Maria Clark arremata o que, para ela, faz do artista uma peça-chave da cultura brasileira. “Trocando em miúdos, é um pensador do Brasil. Ou, como vem sendo considerado pelos que se debruçam sobre sua obra, um intérprete de nosso país”, finaliza.
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reportagem
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BICHOS E CAPRICHOS Comonaprimeira tiragem,renda serádestinada aONGsde proteçãoanimal Patrícia Cassese
LINCON ZARBIETTI
de ações. “A proteção animal é um universo muito amplo. São dezenas de coisas envolvidas – lar temporário, vacinas, tratamentos, castrações, salvamentos urgentes... A gente acaba tentando atuar nesses pontos”, diz a protetora Maria Helena Maciel de Athayde, lembrando que um dos focos da ONG é disponibilizar, no site e nas redes sociais, e no menor intervalo de tempo possível, coordenadas para o salvamento de um animal em situação de risco (caso de atropelamentos ou envenenamentos). “A ideia é agir com rapidez para salvar essa vida”. No caso da Cão Viver, o valor recebido das mãos de Laura Medioli viabilizou, por exemplo, a sonhada enfermaria para gatos, com 15 boxes. “Masé preciso frisar que, independentemente do objetivo, o livro é fantástico, muito gostoso de ler. Você começa e não quer parar. Agora, a iniciativa, para nós, foi maravilhosa. Construir a enfermaria era um desejo antigo, e, quando a Laurinha nos deu a previsão (do aporte), reavivamos o
“
Uma coisa que constatei, e que aplaudo, é que existe um intercâmbio grande entre essas ONGs dedicadas à proteção animal. Elas se ajudam mutuamente: se uma não tem ração, outra repassa. Isso é muito bacana.” Laura Medioli, escritora
“ cronista
“Só de Bicho” poderá ser encontrado, a partir de dezembro, em vários pontos da capital e região metropolitana. A obra será vendida a R$ 30 e terá sua renda revertida a ONGs de proteção animal. 0 Livrarias Leitura BH Shopping. BR–356, 3.049, Belvedere, e em mais 14 endereços na capital, Betim e Contagem, que podem ser encontrados no site leitura.com 0 Animalle Mundo Pet Av. do Contorno, 8.931 – Gutierrez, Belo Horizonte Telefone: (31) 3292-8880 0 Drogaria Araujo Em mais de mais 170 endereços. Confira em www.araujo.com.br
Laura Medioli e Fernando Fabbrini, autores do livro “Só de Bicho”, que teve a primeira edição esgotada
sonho”, afirma, feliz, Mariza Catelli, uma das fundadoras da Cão Viver. Laura Medioli, por seu turno, lembra que o projeto do livro foi carinhosamente abraçado pelas ONGs, “que, inclusive,se empenharam na divulgação da obra”. Ela também ressalta o carinho dos leitores. “Muitos já nos acompanhavam (ela e Fabbrini) pelas nossas crônicas, conheciam o nosso estilo. Mas aconteceram situações muito interessantes – por exemplo, meu irmão tem uma pousada em Trancoso (BA), e resolveu disponibilizar um exemplar por quarto. Ele me disse que está impressionado com a repercussão: hóspedes querendo ouvir mais histórias sobre a nossa casa”, diz, referindo-se à residência na Pampulha, onde ela e os irmãos passaram a infância convivendo com animais dos mais variados, como gambás, morcegos, vacas e seriemas – além dos “tradicionais” gatos e cães, claro.
A vira-lata Pretinha se tornou querida entre os leitores Divertida, Laura Medioli conta que até hoje é abordada na rua por leitores perguntando sobre Pretinha, cujas sapequices temperaram várias crônicas de sua tutora. Aliás, foi justamente da repercussão das crônicas que abordam a paixão da primeira-dama de Betim e também presidente da Sempre Editora pelos animais que veio a ideia do livro “Só de Bicho”. Na sequência, ela convidou o colega Fernando Fabbrini, que deu a ideia de ampliar o espectro da obra, incluindo outros bichos, além de cachorros. A sugestão foi
Companheira da família por 13 anos, Pretinha estrelou crônicas
encampada de pronto por Laura, que, neste momento em que o livro ganha sua segunda edição, aproveita para fazer um esclarecimento: o de que, ao contrário do que algumas pessoas de-
duziram de início, “Só de Bicho” não foi concebido especificamente para o público infantojuvenil – embora, sim, possa ser saboreado com gosto por esse segmento. “É um livro para adulto – e para os que gostam de animais, então, é um prato cheio. Acho que vão se impressionar, pois não tem só gato e cachorro, mas jacaré, cobra... Tem de tudo, e contado de uma maneira muito leve”, assegura. Fabbrini brinda o fato de, com a obra, ter visto suas palavras se transmutarem em uma ação concreta, palpável. “A renda gerada pela venda do livro ajudou um tanto de gente que precisava desse auxílio – com toda a generosidade que eles têm, cuidando dos bichos abandonados. Foi como se a crônica tivesse se materializado”. ROCKBICHO/DIVULGAÇÃO
SOCIEDADE PROTETORA DOS ANIMAIS – BETIM/DIVULGAÇÃO
ONG CÃO VIVER/DIVULGAÇÃO
A parte que mais curti (em toda essa iniciativa) foi que a crônica deixou de ser apenas uma crônica e ajudou efetivamente a mudar a vida de bichos – e também de pessoas.” Fernando Fabbrini,
ONDE COMPRAR
EDITORIA DE ARTE
, A vira-lata Pretinha se foi em 2015, aos 13 anos, deixando, além da saudade, a lembrança de sua “alegria contagiante e de seu jeito malandrinhade ser”, como assinalou em umacrônica, escrita sob o impacto da perda, sua dona, Laura Medioli. Pretinha não foi (nem de longe) o único animal a passar pela vida da escritora – mas é à cachorrinha que a autora credita o embrião de “Só de Bicho: Crônicas Divertidas para Quem Ama os Animais”, livro dividido com o também escritor Fernando Fabbrini. Lançada em novembro de 2016, a obra – uma compilação de crônicas que têm como denominador comum o fato de versarem sobre animais de forma leve – teve sua primeira edição esgotada. A boa notícia é que a publicação está de volta às livrarias e outros pontos de venda (como Drogaria Araújo, Leitura e Animalle), em dezembro, a R$ 30. Não só. Como na tiragem inicial, a renda obtida com a venda será destinada a três organizações não governamentais de proteção animal: Cão Viver, Rockbicho e Sociedade Protetora dos Animais – Betim. À frente desta última, Zilda Cabral enfatiza que sua fala é atépequenapara tanto agradecimento. “Uma iniciativa assim só poderia vir mesmo de uma protetora”, diz ela, acrescentando que a quantia doada da primeira vez foi prioritariamente direcionada à castrações de cães e gatos, bem como a tratamentos emergenciais. Na Rockbicho, a alegria não foi menor. No caso, o dinheiro oriundo da doação foi aplicado em uma série
‘Só de Bicho’ ganha 2ª edição
Laura e Zilda, da Sociedade Protetora dos Animais
Mariza Catelli recebe cheque de Laura e Fabbrini para a Cão Viver
Na Rockbicho, o dinheiro oriundo da doação foi aplicado em uma série de ações
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FOTOS CÃO VIVER/DIVULGAÇÃO
Soneca é um dos cães que está disponível para adoção na Cão Viver
Feirasde adoçãoe mutirõesde castraçãosão algumas iniciativas
Castrado e vermifugado, Doomestá à procura de um lar
Basco voltou a confiar em humanos: ele era vítima de maus-tratos
Cher perdeu um olhinho, mas segue esbanjando charme
A vida de Brian: impossível não se render a essa fofura
Um animal para chamar de seu DOUGLAS MAGNO
Há 45 anos atuando na causa animal, Zilda Cabral, presidente da Sociedade Protetora dos Animais – Betim (uma das beneficiadas pela venda do livro “Só de Bicho”, de Laura Medioli e Fernando Fabbrini) pode falar de cátedra: “Se as pessoas soubessem o quanto é gratificante você tirar um animal da chuva, do sol inclemente, da fome... Tratar uma eventual doença que ele tenha e aliviar seu sofrimento, bem como arranjar uma boa família para acolhê-lo... E é importante dizer que a gente não faz bem só para o animal: a vitória vem também para mim! Eu estou fazendo o bem também para mim”, afiança. Zilda acrescenta que a expressão “protetor de animais” se tornou mais conhecida nos últimos anos. “Mas falo que, no meu caso, são os animais a serem os meus protetores”. Interpretações à parte, Maria Helena, da Rockbicho, lembra que o protetor de animais – aquele que, muitas vezes, atua Patrícia Cassese
de modo independente – é, hoje, o grande responsável por amenizar o sofrimento dos bichos de rua. “Cada ONG atua num segmento. Algumas têm espaço físico para acolher temporariamente animais, outras, não. Mas, de maneira geral, o objetivo de todos é conseguir um lar para um animal de rua. Agora, é um trabalho sem fim. E só nós, ONGs e protetores, não vamos dar conta. Por isso, é importante a implementação de políticas públicas, ou ações como a da Laura – poucos fazem, nos dias atuais, o que ela fez”. A Rockbicho, vale frisar, também presta assessoria jurídica (necessária, por exemplo, em casos de condomínios que reclamam da presença de animais e se movimentam para expulsá-los), bem como promove palestras em escolas e outros locais e realiza bazares para arrecadar verbas para a causa. A Cão Viver acolhe alguns animais até que estes sejam encaminhados a lares definitivos. No site da ONG, é possível ver a foto e a história de alguns dos cães e gatos que estão lá no momento. Caso de Basco, um cãozi-
A voluntária Cléria Lúcia cuida de gatinho em enfermaria construída com a doação resultante da venda do livro “Só de Bicho”
FEIRAS DE ADOÇÃO 5ª Feira de Adoção do Pegada Pet Neste sábado (2), das 9h às 14h, na Pegada Pet (av. Santa Rosa, 842, São Luiz). Informações: facebook.com/events/ 839097792936515/
nho de porte pequeno que só agora voltou a confiar nos humanos – ele foi retirado de uma situação de maustratos. Já Soneca foi recolhido cambaleante, do meio de uma estrada, por uma voluntária. “Estava desnutrido e, se não fosse resgatado, certamente iria morrer”, diz Mariza Catelli. Em janeiro, a Cão Viver es-
tará à volta com um desafio: encontrar um lar para os 46 filhotinhos de cães que, a essa altura, já estarão desmamados. São rebentos de seis mãezinhas, e o número dá noção do trabalho dessas ONGs. Mariza, no entanto, enfatiza que o interessado deve analisar todas as questões inerentes à adoção, como despesas e cuidados. “Entre
Histórias tristes na bagagem
MARIA CAROLINA GAVIOLI/DIVULGAÇÃO
A advogada Kemelye Tanure e a gata Ísis (em pose para o calendário da ONG Gato Uai) e, à direita, Pituca, a princesa de Lourdinha
ÁLBUM DE FAMÍLIA
gostar de animais e querer arcar com as obrigações, há uma grande diferença. Já tivemos caso de filhos chegarem aqui em busca de um animal para presentear a mãe. Chamamos a pessoa, conversamos muito e, ao fim, ela disse que, naquele momento, não queria. É preciso lembrar que bicho não é mercadoria”, conclui.
Quando o relacionamento acabou, o cãozinho que o casal havia adquirido em conjunto acabou ficando para o lado masculino dessa história. “Mas, naquele momento,percebi que precisava adotar outro animal (para viver o amor pelos bichos despertado pelo cachorro que se fora). E de fato optei não por comprar, mas adotar”, rememora a advogada Kemelye Tanure. De pronto, a moça se apaixonou por Ísis. Ocorre que a gatinha trazia um histórico triste: escapou de um envenenamento, mas sua função hepática ficou seriamente comprometida. No início deste ano, Ísis acabou não resistindo. Antes da partida, Kemelye já estava tão envolvida com a causa animal que havia adotado outros dois gatos de rua, Seth e Osíris. Com a morte de Ísis, adotou Bastet, que também veio com uma história de superação: sua mãe, Sieva, foi resgatada prenhe após uma opera-
Feira de Adoção PetCenter Neste sábado (2), das 8h às 16h, no PetCenter (r. Padre Pedro Pinto, 1699, Venda Nova). Informações: facebook. com/ events/ 173380139916567/ 18ª Feira de Adoção de Cães e Gatos Neste sábado (2), às 13h, na Veterinária Marco Antônio (r. Ponte Nova, 329, Colégio Batista)
ção emergencial motivada pela ameaça de envenenamento feita por uma moradora do prédio, cuja garagem era frequentada pela gata. Bastet nasceu no cativeiro e apresenta alguns problemas, como o fato de não conseguir medir a profundidade. “Ela se joga e cai de cara. Também é um bichinho do mato, só vem comigo. Mas é a minha princesinha”, diz Kemelye, comovida. A manicure Lourdinha Silva corta um dobrado para dar conta de manter os oito animais que abriga – todos tirados da rua. Entre eles está a cachorrinha Pituca, que tem problema de mobilidade e usa fraldas. É a queridinha da casa, que recentemente recebeu mais um habitante, uma gatinha preta. Cumpre lembrar que ainda há preconceito em relação a gatos pretos. Tanto que BH recebeu, no último dia 25, uma feira específica para adoção de animais pretinhos.
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SAÚDE E BEM-ESTAR VIDA SAUDÁVEL Dr. Telmo Diniz
(CRM-MG 25.398)
telmo.diniz@jornalpampulha.com.br
Fígado gorduroso osso fígado possui, normalmente, pequenas quantidades de gordura, cerca de 10% do seu peso total. Quando o percentual de gordura excede esse valor, estamos diante de um fígado que está acumulando gordura, ou seja, diante de um fígado gorduroso. O objetivo da coluna desta semana é de falar sobre a prevenção desta patologia, dado que a mesma cursa de forma assintomática na maioria dos casos. Quanto maior e mais prolongado for o acúmulo de gordura no fígado, maiores são os riscos de lesão hepática. Quando há gordura em excesso e por muito tempo, as células do fígado podem sofrer danos, ficando inflamadas. Este quadro é chamado de esteato-hepatite ou hepatite gordurosa. A esteato-hepatite é um quadro bem mais preocupante que a esteatose, já que cerca de 20% dos pacientes evoluem para cirrose hepática e eventualmente para o câncer de fígado. A obesidade, o diabetes, a má nutrição, a perda brusca de peso, a gravidez, cirurgias diversas e o sedentarismo são fatores de risco para o aparecimento da esteatose hepática gordurosa não alcoólica. Há evidências de que a síndrome metabólica caracterizada por pressão alta, resisO tratamento se tência à insulina, níveis elevados de colesbaseia em um terol e triglicérides asestilo de vida sociada à obesidade abdominal estão diretasaudável, mente ligados ao exalimentação cesso de células gordurosas no fígado. Nos equilibrada e quadros leves de esteatose hepática, a doenprática regular ça é assintomática. Os de exercícios sintomas aparecem quando surgem as físicos. complicações da doença. Num primeiro momento, as queixas são dor, cansaço, fraqueza, perda de apetite e aumento do fígado. Nos estágios mais avançados, a doença evolui para falência do órgão com complicações metabólicas e neurológicas. O tratamento se baseia em um estilo de vida saudável, alimentação equilibrada e prática regular de exercícios físicos. Deve-se controlar o colesterol, o diabetes, e, se possível, trocar medicamentos que possam estar colaborando para a piora da esteatose. Por isso consulte seu médico para uma avaliação mais aprofundada. Medicamentos como metformina (em pacientes não diabéticos) e as vitamina C e E apresentam resultados controversos e ainda não há uma indicação formal para o seu uso. Restringir o consumo dos carboidratos refinados e de alimentos gordurosos também é de bom tom. Os bebedores contumazes e diários devem passar a reduzir ou suspender o consumo de bebidas alcoólicas e “dar um tempo para o fígado”. Alguns alimentos específicos ajudam na redução da gordura do fígado. A alcachofra, o rabanete, a beterraba, o limão e o gengibre são alimentos benéficos no combate à esteatose hepática. O destaque fica por conta de uma planta de nome cardo mariano, onde suas folhas secas podem, sob infusão, serem consumidas em chás três vezes ao dia. Esta planta contém uma substância ativa conhecida por silimarina, que sabidamente ajuda na redução da gordura do fígado e na desintoxicação deste órgão, pois reduz a inflamação. Já existe no mercado suplementos à base de silimarina para pessoas com diagnóstico deste problema. Entretanto, não pratique a automedicação, tire a dúvida antes com seu médico. Faça uma boa semana.
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Os riscos do estresse na vida financeira Preocupação podedeixar ambientede trabalhoseis vezesmais estressante A preocupação com dinheiro pode aumentar, em 13 vezes, o risco de se ter uma doença cardíaca. A descoberta foi apresentada no 18º Congresso Anual da Associação Sul-Africana do Coração. Outro resultado impactante é que a preocupação financeira pode deixar o trabalho seis vezes mais estressante. O estudo foi feito por uma equipe de pesquisadores da Universidade do Witwatersrand, em JoaThuany Motta
nesburgo, África do Sul. Ao todo, foram entrevistadas 106 pessoas, que deram entrada em um grande hospital público em Joanesburgo por esse motivo. Como contrabalanço, um grupo de controle – também com 106 componentes, mas saudáveis – foi criado. Eles precisaram preencher um questionário sobre seu bem-estar psicológico, com perguntas sobre depressão, ansiedade, estresse, estresse relacionado e estresse financeiro. Para avaliar e medir a experiência de cada uma dessas condições, as respostas dos participantes foram divididas em quatro categorias: sem estresse financeiro; estresse financeiro leve; estresse financeiro moderado; e estresse financeiro significativo. Os pesquisadores calcularam as correlações entre as pontuações dos dois grupos e a incidência de um
ataque cardíaco. Daqueles que infartaram, 96% contaram ter experimentado algum nível de estresse e 40% disseram ter níveis severos de estresse. As pessoas que relataram estresse financeiro significativo foram 13 vezes mais propensas a ter um ataque cardíaco do que aqueles que tiveram estresse mínimo ou nenhum. ATENÇÃO O alerta vai além das pessoas que já infartaram.
DOENÇAS Corpo e mente O mesmo estudo constatou que as pessoas que tiveram depressão leve, moderada ou grave no último mês tinham três vezes mais tendência a sofrer um ataque cardíaco.
Segundo a cardiologista Celsa Maria Moreira, professora de pós-graduação da Faculdade Ipemed, quem nunca sofreu ataque cardíaco não está fora de perigo. “Consideramos o estresse financeiro como um fator de risco primário, ou seja, ele pode comprometer indivíduos que nunca tenham infartado na vida”, diz ela. “Para quem já teve, ele se torna um fator de risco secundário”, explica. A médica esclarece o que acontece no organismo durante esse processo. “O estresse repetitivo aumenta o nível de adrenalina no organismo. A adrenalina mais presente na circulação sanguínea provoca os espasmos coronarianos, isto é, quando a artéria fecha e abre de forma ininterrupta. Isso faz com que o sangue não seja bombeado corretamente a regiões que deveriam ser irrigadas”, define a especialista.
Preocupação com o dinheiro piora entre meio e fim de mês ARQUIVO PESSOAL
Quando chega o dia 15 de cada mês, a jornalista Júlia Oliveira, 32, sofre em excesso. Pontualmente. A situação para ela piora porque o avô faleceu devido a um ataque cardíaco e a mãe sofre de pressão alta. “Afeta meu sono, meu humor, meu apetite, fico me sentindo meio perdida, até insegura mesmo”, afirma. No trabalho, o estresse financeiro influencia diretamente. “Fico desmotivada. Cada dia que passa, fico pensando em possibilidades para ganhar mais dinheiro. Mas não é só no emprego, afeta todo os âmbitos da minha vida”, comenta. Júlia conta que, além da falta de sono e de apetite, desenvolveu uma úlcera nervosa por conta da preocupação. Ela acredita que isso tenha acontecido por causa de outra preocupação: o filho de 12 anos. “Todos os dias eu me lembro que, por ter um filho, tudo acaba ficando mais tenso do que já é”, declara.
Júlia, 32, diz que o estresse aumenta a partir de todo dia 15
“Ter atenção plena no momento presente e praticar atividade física (o estresse é combatido pela endorfina e por outros hormônios produzidos durante os exercícios) reduz 25% o risco de infarto. Caminhar por 40 minutos, quatro vezes por semana, já ajuda muito”, orienta a cardiologista Celsa Moreira.
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EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
PRESSÃO MENTAL 1
Quando o cérebro registra uma ameaça, ele aciona o sistema nervoso simpático, formado por ramos nervosos que correm ao lado da medula espinhal
CORTISOL
Entenda o que acontece com o cérebro quando o estresse ataca
reação é o aumento da produção de 2 Acortisol e adrenalina pelas glândulas suprarrenais batimentos cardíacos e a 3 Os respiração aceleram, a pressão sobe, e os músculos se contraem
GLÂNDULA SUPRARRENAL
hormônios 4 Os cortisol, adrenalina e noradrenalina, liberados nesse processo de aceleração, reduzem o calibre dos vasos e, em longo prazo, potencializam o risco de hipertensão e arritmias cardíacas
faz o organismo armazenar triglicérides, 5 Oumacortisol gordura que altera a resposta dos receptores de insulina, impedindo que o hormônio se encaixe neles como deveria
hormônio ainda diminui a função dos 6 Oleucócitos (células de defesa), deixando o organismo à mercê de vírus e bactérias FONTE: CELSA MARIA MOREIRA, CARDIOLOGISTA
Facebook vai detectar sinais suicidas na rede San Francisco. O Facebook anunciou na semana passada que intensificou o uso da inteligência artificial para identificar os usuários da rede social que podem estar pensando em suicídio. O software vai procurar pistas em postagens ou em vídeos transmitidos no Facebook Live e, em seguida, enviar relatórios para revisores humanos e alertar equipes treinadas para ajudar, de acordo com a rede social. “Esta abordagem usa tecnologia de reconhecimento de padrões para ajudar a identificar postagens e transmissões ao vivo como prováveis de estar expressando pensamentos suicidas”, afirmou o vice-presidente de gerenciamento de produtos do Facebook, Guy Rosen, em uma postagem de blog.
Sinais observados incluem textos de pessoas ou comentários nestes, como alguém perguntando se eles estão com problemas. O Facebook já possui ferramentas para que as pessoas relatem preocupações sobre amigos que podem estar pensando em provocar lesões em si próprios, mas o software pode acelerar o processo e detectar sinais que as pessoas podem ignorar. “Houve acontecimentos terrivelmente trágicos – como suicídios, alguns transmi-
INSTAGRAM Outras plataformas Em maio deste ano, o Instagram lançou uma campanha de conscientização sobre saúde mental. Uma pesquisa lançada naquele mês mostrou o impacto das redes sociais para os jovens.
tidos ao vivo – que talvez pudessem ter sido evitados se alguém tivesse percebido o que estava acontecendo e denunciado antes”, disse o presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, no início deste ano em uma publicação na rede social. “A inteligência artificial pode ajudar a proporcionar uma melhor abordagem”. A rede social está lançando a ferramenta de inteligência artificial fora dos EUA e planeja torná-la disponível em todos os lugares, exceto na União Europeia, onde o uso de dados é restrito por regulamentos de privacidade. O Facebook vem colaborando com organizações de saúde mental, há cerca de uma década, sobre maneiras de detectar sinais de que os usuários podem ser suicidas e ajudá-los.
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sociedade
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DOLCEVITA
Paulo Navarro com Walter Navarro pnnavarro@gmail.com ENAN CORREIA/DIVULGAÇÃO
MULHERES, MULHERES
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itoresca a pesquisa da Vix, empresa de conteúdo digital, revelando os hábitos de consumo das brasileiras. Os principais conteúdos, os canais mais utilizados e marcas mais lembradas. Com 465 mulheres entrevistadas, 60% delas entre 18 e 34 anos: 80% delas gastam mais de R$ 50 por mês em itens de beleza, 83% pretendem comprar algum produto nos próximos 30 dias, e 64% compram mais de uma vez ao mês. No conteúdo de beleza, cabelos em primeiro lugar, depois, pele e maquiagem.
SABOR NA DOR
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rancisca Lessa e parceiras do condomínio lançaram o livro “Las Chefs Cozinhando entre Amigas”, no Museu Inimá de Paula. O livro é dedicado ao saudoso neto de Francisca, Lucca. Simultaneamente, a exposição fotográfica Super Heróis de Verdade, um “diário” de crianças e adolescentes com câncer, pacientes oncohematológicos do Hospital das Clinicas da UFMG.
FARTURA NO TACACÁ
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Fartura – Comidas do Brasil ofereceu almoço, em Belém, no belo e longínquo Pará, encerrando o calendário do Encontro Mundial das Cidades Criativas da Gastronomia da Unesco. O festival será realizado na capital paraense no fim de janeiro, celebrando a gastronomia nacional e local. Tentador!
DNA SÍRIO
lançaperfume
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mir Cadar é bem-sucedido empresário da construção civil, cônsul honorário da Síria em Belo Horizonte e figura das mais caras na sociedade. Cadar é o entrevistado do programa DNA neste sábado (2), na Band. A este colunista, contou sobre a chegada de sua família e demais imigrantes a Belo Horizonte; a relação dos conterrâneos e o estabelecimento na capital. Dissertou também sobre a guerra na Síria.
DNA FELIZ
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adar, ex-presidente do Sicepot (o filho Emirzinho é o atual), também falou de gado, da dedicação e cuidado com a criação de cavalos Campolina e da paixão pela parceira Maria Helena: “Pelo décimo ano consecutivo, estarei na Sapucaí aplaudindo-a,
Os sócios Ralph Marcellini, Mariângela Lina, Agilberto Martins da Costa, Felipe Santiago e Pedro Martins da Costa comemorando um ano do restaurante Udon no Belvedere
desfilando no Salgueiro. Este ano como abre-alas”, com a fantasia “ Senhora do Ventre e do Mundo”.
CONCÓRDIA E LUXO
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Concórdia Corporate (projeto da Davila Arquitetura), o mais alto de Minas, é um empreendimento da Construtora Caparaó (Nei Bruzi/ Maria Cristina Valle) e da Tishman Speyer do Brasil, presidida por Daniel Chernan, Nova Lima, ganha os prazeres do “Era uma vez o Chalezinho”.
LUXO E CHARME
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Chalezinho, da família Marcellini, com projeto de Antonieta Gontijo, volta à região. Nos jardins panorâmicos, a grife do escritório Burle Marx. O restaurante é o anexo do arrojado edifício de 171 metros de altura, 31 andares, 16 elevadores, 800 vagas para carros, heliponto.
LUXO E CHALÉ
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egundo Ralph Marcellini, o restaurante será inaugurado em abril, com cardápio francosuíço, tendo como carro chefe o tradicional fondue, sucesso em São Paulo e em Boca Raton, Flórida, EUA. Ah! Sobre os Marcellini, Rusty, âncora gastronômi-
co na rádio CBN, aterrissa aqui dia 3 de dezembro para mais uma edição do Weekend Wine do Verde Mar/Chalezinho. Nobre motivo: noite de autógrafos do seu novo livro, “Meu Brasil Brasileiro”, uma celebração visual da diversidade do Brasil de Norte a Sul.
LUXO E VINHO
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esta edição Wine, no quintal Chalezinho, Rusty cozinhará com as renomadas Carmem Virginia (Pernambuco) e Ligia Karazawa (SP). Ainda na gastronomia, o japonês Udon, que também tem em sua composição societária o Grupo Chalezinho, comemorou um ano de sucesso com brindes líquidos em noite de degustação. EDY FERNANDES
e sintomas da 6 Frases pobreza: “Sopa outra vez?”. “Geraldo Alckmin de novo?”
grande dá o 6 “Sonhar mesmo trabalho que sonhar pequeno”. Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil.
brasileira 6 Adáimprensa mais espaço ao casamento do príncipe Harry do que às mazelas do Brasil. Deve ser porque a notícia do casamento dói bem menos. menos, por 6 Bem exemplo, que os super
salários de senadores, deputados e ministros. menos que as 6 Muito mordomias de Sérgio Cabral & Cia na cadeia.
perdemos o hu6 Não mor: “Preciso, urgentemente, dar um rumo à minha vida. Rumo à Paris, Londres, Roma...” ponto chega6 Amos:que“Seus problemas acabaram, Bolsonaro presidente, Jean Willis, vice.”
blog de Paulo Sam6 Do paio: “Agora, além de
anúncios em sites especializados e perfis nos aplicativos de busca de relacionamento, muitas meninas de programa (prostitutas) estão tentando colocação na rede profissional Linkedin, que agrega oferta e procura de oportunidades no mercado de trabalho. na moda, 6 Edeujáemque“Oestá Globo”: Estu-
Na inauguração da Ypslon Atacado no bairro Castelo, a bela atriz Natallia Rodrigues
do da Universidade de Essex, na Inglaterra, diz ter provado cientificamente que as mulheres são sempre bissexuais ou gays, mas “nunca heterossexuais”.
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DIA A DIA Projeto requer menu informativo FRED MAGNO
OR MID U S CON
Caloriase presençade lactoseeglúten nosalimentos terãoqueser informados A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou proposta que obriga restaurantes, lanchonetes, bares e confeitarias a informar, em seus cardápios, o valor calórico dos alimentos comercializados. Além disso, deverão informar sobre a eventual presença Eurico Martins
de lactose e glúten nos alimentos, e alertar o consumidor sobre os perigos do sobrepeso e da obesidade para a saúde. O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Eros Biondini (ProsMG), ao projeto de lei 8135/14, do Senado. Conforme o texto, os estabelecimentos que não ofereçam cardápios serão obrigados a afixar letreiro contendo as informações do valor calórico e a mensagem de alerta sobre o sobrepeso e a obesidade em local que permita visão desimpedida e fácil leitura. Já o estabelecimento que atenda ao consumidor unicamente por entrega em domicílio terá que imprimir a mensagem de alerta nas embalagens das refeições ou porções vendidas. Ainda segundo a proposta, o texto da mensagem de alerta a ser inserida nos cardápios e letreiros será: “O sobrepeso e a obesidade são fatores de risco que po-
As informações presentes no cardápio deverão ser assinadas por uma nutricionista
dem comprometer seu bemestar e sua saúde”. A informação do valor calórico dos alimentos, bem como sobre a presença de lactose e glúten, será elaborada e assinada por nutricionista, regularmente inscrito no Conselho Regional de Nutricionistas da respectiva área
A DEFINIR
de atuação profissional.
Detalhe O projeto original determina que a forma de declaração e a abrangência dos dados nutricionais serão estabelecidas, posteriormente, em regulamento pela autoridade sanitária competente. Porém, o relator fixou as regras já no texto substitutivo à proposta.
PUNIÇÃO Os estabelecimentos que não cumprirem as medidas ficarão sujeitos às sanções administrativas previstas na lei 6.437/77, que trata de infrações à legislação sanitária federal, e no Código de Defesa do
Consumidor. As leis preveem sanções que vão desde advertência e multa à interdição do estabelecimento. O texto, já aprovado no Senado, será analisado agora pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
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COMPORTAMENTO Relacionamentos tóxicos deixam marcas invisíveis FRED MAGNO
Quandoocontodefadasdálugar aociúmeexagerado,àopressão eàsameaças,éhoradebuscar ajuda,inclusiveprofissional Um relacionamento que nunca deixou marcas físicas. Mas os traumas sofridos durante dois anos foram tantos que deixaram feridas na mente e na alma da jornalista Isabele Leone, 29. Ela ouvia do parceiro que “era louca”, ao som de risadas. Parou de conviver com amigos e família. Perdeu trabalho e, o mais grave, a liberdade de ser ela mesma. “Eu tinha 24, e ele, mais de 30. Eu só podia ser amiga dos amigos dele. Por ciúmes, ele me fez parar de trabalhar com coisas que eu gostava. Tornei-me depressiva. Na frente da minha família, eu ficava quieta e fechada, enquanto ele aparentava ser o ‘mocinho’ e o ‘normal’”, diz. O tormento só acabou quando ela passou a fazer terapia e decidiu confrontar o opressor. “Ele inventou uma viagem para ir para São Paulo com amigos. Aí eu propus: vá, e eu vou à Itália rever meus amigos, sozinha. É claro que ele não concordou, mas viajei assim mesmo”, diz. Isabele passou quase seis meses fora do país e, quando retornou, soube do paradeiro do ex-namorado. “Ele já estava com outra mulher e fazendo as mesmas coisas”, afirma. Hoje, ela tem uma vida normal. Já a estudante Marcele (nome fictício), 23, experimentou uma relação abusiva por um ano e meio, até 2015. “Ele só conversava comigo quando queria. Bloqueava-me nas redes sociais (mesmo a gente morando no mesmo apartamento) porque falava que eu não o deixava em paz”, comenta. “Eu tinha crises de ansiedade e ligava para minha mãe, que morava do outro lado da cidade, para ajudar a me acalmar”, diz. E as jovens não são exceção. O Ligue 180 – ligado à Central de Atendimento à Mulher – é um serviço de utilidade públiThuany Motta
ca de emergência, de abrangência nacional, que pode ser acessado gratuitamente 24 horas por dia, e recebe milhares de denúncias diariamente. Os atendimentos distribuem-se entre pedidos de informações, reclamações, sugestões, elogios e relatos de situações de violência. Em 2016, em todo o país, foram 140.350 atendimentos que corresponderam a relatos de violência – 12,38% do total. Dentre eles, 31,80% referiam-se à violência psicológica; 6,01% à violência moral; e 1,86% era por conta de violência patrimonial. A Lei Maria da Penha especifica que a violência psicológica é aquela que causa dano emocional e diminuição da autoestima. Já a moral se refere a uma conduta que provoca calúnia, difamação ou injúria. Por fim, a violência patrimonial se refere à retenção, subtração, destruição parcial ou total de bens pessoais, valores ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer as próprias necessidades. SEXO OPOSTO Apesar de os homens aparecerem como dominadores na maioria dos casos, não são raras as situações nas quais eles são víti-
“
Eu parei, respirei fundo. Entendi que tinha que sair fora. Se continuasse, eu adoeceria mais com toda a toxicidade da coisa.” Isabela Leone Jornalista
Prisão: Caio viveu um relacionamento abusivo durante cinco meses; ele diz que a ex-namorada tinha ciúme excessivo e invadia o seu espaço individual
mas. Foi exatamente isso que aconteceu com o profissional de TI Caio (nome fictício), 28. A relação complicada durou cinco meses, tempo exato para que ele percebesse que havia algo de errado. “Eu sabia que ela havia acabado de terminar um casamento bem complicado. No começo, as coisas iam bem. Mas, com o passar dos meses, a situação foi piorando”, declara. Caio detalha que a violência invisível incluía ciúme excessivo, invasão de espaço e perseguição. “Ela monitorava quem interagia comigo nas redes sociais, tentando controlar esse contato. Chegou ao ponto de perseguir pessoas que eu já conhecia há anos”, narra. Até que ele viu a gravidade da situação. “Era ameaça atrás de ameaça. Aguentei até perceber que minha cabeça estava indo para o espaço, junto com a minha vida”, conta. Após um ano, a herança que ficou para Caio é certa insegurança em novos relacionamentos. “Analiso muito antes de qualquer decisão”, diz.
MINIENTREVISTA
“Os abusadores, assim como as vítimas, devem fazer terapia” Raquel Barretto Psicóloga O que pode ser considerado uma relação abusiva?
É muito difícil uma pessoa tomar consciência de que está vivendo uma. Essa relação comporta vários ciclos. Inicialmente, acha-se que é um mar de rosas o que se vive. É uma fase em que as pessoas descrevem os abusadores como maravilhosos. Mas, aos poucos, o encanto se perde. Com o tempo, eles passam a se mostrar ciumentos, controladores. Depois partem para agressões psicológicas e emocionais que podem terminar em violência física. Também é comum que manipulem o parceiro ou a parceira, de modo que acreditem que ele ou ela são culpados por tudo aquilo. Quais são as principais características do abusador e da vítima?
O agressor normalmente tem baixa autoestima e só se sente bem ao lado de
alguém que ele possa diminuir. Não costuma sentir empatia ou remorso e encontra prazer no sofrimento alheio. A pessoa que vive o abuso, por outro lado, acaba sofrendo com a baixa autoestima, que resulta na dependência do outro para se sentir valorizada. Ela sente que não consegue viver sem o outro, que sua vida não fará sentido algum, apesar da situação negativa. É possível que os abusadores já tenham sido vítimas?
Sim. Muitos dos que chegam aos consultórios relatam um histórico de submissão em relacionamentos anteriores. Mas esse fator não deve ser determinante na escolha da pessoa. A maioria das vítimas não costuma se tornar o oposto. Inclusive, é recomendado que os abusadores, assim como as vítimas, façam terapia, procurem um profissional apto para trabalhar essas questões para que, assim, não repitam o ciclo em futuros relacionamentos.
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COMPORTAMENTO Após pedestal, vem o sofrimento Idealização, desvalorização e descarte: essas são as três fases envolvidas no ciclo de uma relação doentia. A psicóloga Lucimara Rocha chama a idealização de “fase do pedestal”. “É quando a pessoa é colocada em uma posição acima. O abusador parece demonstrar sinceridade e faz com que a outra parte se sinta tão bem e produza tantas daquelas endorfinas da paixão, que logo se torna uma dependente. Uma vez que a guarda baixa, começa a trazer sua “presa” para suas mãos. É quando começa o verdadeiro pesadelo’, alerta a especialista Lucimara explica que a fase seguinte é conhecida como “desvalorização”. “Há dois métodos para colocar o outro para baixo: o abusador pode destruir de forma rápida e brusca o pedestal sob os pés do outro, desaparecendo no nada, como se ele nunca tivesse existido, ou fazer isso de forma lenta, insidiosa e
Relacionamentotóxicotem,segundoapsicologia, trêsfases;noinício,apessoaécolocadanuma posiçãoprivilegiada;depois,começaaprisão
Thuany Motta
QUE AMOR É ESTE? Existem muitos indícios para descobrir se você está em um relacionamento abusivo INICIALMENTE, GENTILEZA No início do relacionamento, os abusadores não medem esforços para demonstrar interesse em ajudar. São solícitos e disponíveis, mas, na verdade, em seu interior, são egoístas e interessadas apenas em obter informações e vantagens e, ainda, ganhar território e aliados
DOMÍNIO TERRITORIAL Querem ser bem vistos por todos ao redor para que a outra pessoa se sinta a errada, a culpada
DISTORCEM A REALIDADE Invariavelmente, distorcem aquilo que ouvem e veem de modo a fazer o parceiro culpado ou errado em uma situação. Utilizam-se desse comportamento como forma de minar as certezas e convicções da outra pessoa, tornando-a insegura em relação a si mesma. Acabam desenvolvendo grande poder de argumentação e convencimento
NÃO ADMITEM OS PRÓPRIOS ERROS Essas pessoas não são autênticas consigo mesmas e, por isso, também não o são com os outros. Veem maldade no comportamento alheio como projeção de sua própria maldade. Usam da culpabilidade que imputam ao outro para camuflar e justificar os próprios erros, que jamais são admitidos
RETENÇÃO INTENCIONAL DE INFORMAÇÕES Para alimentar a trama mental e conspiratória que tecem para prender o parceiro, essas pessoas colhem informações, frases ditas e observações e vão arquivando tudo mentalmente para usar nos momentos que acharem oportunos e para conseguir maior poder de argumentação
cruel. Na segunda técnica de desvalorização, ele mina a autoestima, corrói a identidade, desdenha os sonhos e conquistas, aponta de forma cruel os defeitos da pessoa, isolando do mundo e colocando todos contra ela”, diz. A psicóloga afirma que o abusador, aos poucos, separa-se emocionalmente da parceira ou parceiro. Isso faz com a vítima se questione sobre o que supostamente fez de errado e inicie uma maratona para “compensá-lo”, trazendo a relação para a primeira fase. Por último, vem a terceira fase, nomeada de “descarte”. “Nela, o abusador pode ser visto completamente sem máscara, numa versão diferente da que sempre apresentou. Assim que
ele tiver sugado por completo energia vital, autoestima, amorpróprio, autorrespeito e dignidade, então ele estará pronto para descartar”, ensina Lucimara. Entretanto, ela garante que o pesadelo não acaba logo. “Ele costuma voltar essencialmente para ter certeza de que ainda tem controle sobre suas vítimas. Vai prometer amor eterno, dizendo tudo aquilo que sabe que a vítima deseja ouvir. E, assim, o ciclo infernal retoma o seu lugar”, informa. Para a especialista, a única saída possível diante desse cenário cabe à própria vítima. “Isso só não acontecerá se a parceira ou parceiro conseguir colocar um ponto final”, alerta.
Novela exibe relação violenta No ar, a novela das nove da Globo, “O Outro Lado do Paraíso”, chocou os telespectadores já no primeiro capítulo, quando mostrou a cena de um estupro praticado pelo protagonista Gael, interpretado pelo ator Sérgio Guizé. E a violência continuou acontecendo. Na trama, a personagem Clara, vivida
pela atriz Bianca Bin, é esposa de Gael e subjugada pelo comportamento do marido. Mesmo sofrendo, a jovem é influenciada pela sogra, Sophia – interpretada por Marieta Severo –, a sempre perdoálo e a ser compreensiva. A psicóloga da Fiocruz Raquel Barretto, mestre na área de violência e saúde pela mesma instituição, explica que há uma cultura machista por trás disso.
ISOLAMENTO
“Vemos o machismo nas ideias propagadas: mulher deve ser submissa; o homem é quem manda na relação”, expõe Raquel. E prossegue. “Na televisão ou na vida real, a gente mantém uma naturalização de questões que envolvem a violência contra a outra parte. Infelizmente, essa é uma realidade que envolve todos os gêneros”, finaliza.
OPINIÃO
É muito comum em um relacionamento abusivo o parceiro ir gradualmente isolando a outra pessoa de amigos, parentes, encontrando as mais diferentes desculpas para tal comportamento
Além de emitirem opiniões e pareceres, deixam subentendido que a outra pessoa deve fazer tudo do modo como eles acham mais conveniente. Quando não atendidos, podem até se tornar agressivos, verbal e fisicamente
CONTROLE
Essa característica transparece em opiniões ou exigências em relação a roupas, com quem a pessoa conversa ou dá atenção, os lugares que frequenta etc. Tecem acusações de traição ou flerte baseadas em suposições ou imaginações, e fazem perguntas de maneira acusatória
Demonstram necessidade excessiva de controlar tudo o que a outra pessoa faz. Mas isso é feito de modo dissimulado pelo interesse de querer ser participante de todos os acontecimentos e todas as atitudes tomadas durante o dia
FONTE: RAQUEL BARRETTO, PSICÓLOGA/LUCIMARA ROCHA, PSICÓLOGA E COACH DE RELACIONAMENTO
CIÚME
EDITORIA DE ARTE / O TEMPO
INCAPACIDADE DE SENTIR CULPA Apesar de reconhecerem que seu julgamento duro sobre o outro lhe causa dor e sofrimento, jamais sentem culpa. Na verdade, além de não se importarem, estão convencidas de que é isso que o outro merece. Vampirizam a outra pessoa até conseguir o aniquilamento mental da autoestima dela
JUSTIFICATIVA DO PRÓPRIO ERRO NO OUTRO Se é pego em erro ou flagrado em alguma falha, sempre justifica o próprio erro colocando a culpa no outro
ARGUMENTOS COMUNS “Te traí porque você não é bom/boa de cama”; “Você está gordo(a) ou feio(a)”; “Falei aquilo porque você me tirou do sério”
INFERIORIZAÇÃO DO OUTRO Sem que precise falar, a pessoa adota uma postura de superioridade em relação ao outro, como se de tudo ela soubesse um pouco e o outro não soubesse nada
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ESPAÇO GOURMET DE BANDEJA
Cortes muito além do picadinho
ROGER HENRIQUE/DIVULGAÇÃO
LEO FONTES
Técnicasdepreparo devegetaisoriginárias daculináriafrancesa servemparadar
Fim de ano com sabores típicos
Amole a faca, prepare a tábua e comece a explorar na cozinha um mundo chamado “cortes de vegetais” – que vai muito além do picadinho. Na gastronomia, existem pelo menos 20 tipos diferentes de cortes de vegetais, que podem ser utilizados nos mais diversos pratos com distintas funcionalidades. Tomaz Gomide, do restaurante Gomide, ainda alerta: “Existem outros milhares de tipos de cortes”. Sofisticação e sabor são as principais razões para explorar a técnica na gastronomia. Naty Viana, chef da Horta no Potim, conta que os cortes servem para que sabores e texturas sejam mais intensamente apreciados. “Por exemplo, vegetais com cortes grandes serão sentidos no paladar de forma mais individual, enquanto que os cortados em tamanhos menores aparecem no paladar de forma conjunta, trazendo, assim, outro sabor com a mistura deles”, observa. “Os diferentes tipos de corte também ajudam a dar um belo efeito visual”, completa. Julienne, brunoise e chiffonade são os principais cortes utilizados na culinária. O primeiro é aquele em que se fazem palitos dos vegetais. Já o brunoise são os famosos cubinhos, e o chiffonade é usado especialmente para cortar folhas, como alface e couve, em tiras muito finas (veja, ao lado, especificidades de outros tipos de cortes). Apesar da origem francesa, os diferentes tipos de corte são utilizados em praticamente qualquer tipo de cozinha. “O idioma da gastronomia mundial é francês, e, como no português não há tradução para as palavras, usa-se mesmo idioma original”, pontua Autorino, à frente do restaurante italiano Pecatore. Professor de preparo prévio de alimentos do curso de gastronomia do Centro Universitário Estácio, Igor Serravitti afirma que não há regra sobre a especificidade dos cortes, mas nem sempre é possível usar, em um mesmo vegetal, todos os tipos de cortes existentes. “A cebola, por exemplo, não pode ser cortada em julienne, pois tem um formato curvo. O ideal é usar um corte que evite ao máximo o desperdício de um vegetal”, afirma. As chamadas “facas do chef” – aquelas com a lâmina maiores do que o cabo – e as placas de corte de polietileno são os instrumentos mais indicados para cortar os vegetais. “Esse tipo de faca é o melhor, pois é mais confortável. As tábuas de vidro não são recomendadas, pois a faca pode perder o fio”, pontua Serravitti. Naty Viana ainda dá a dica de não se usar a mesma tábua para cortar carnes e vegetais. “Isso evita contaminação cruzada”. E mesmo que, a princípio, as técnicas pareçam difíceis, Serravitti estimula: “Só a prática leva à perfeição. “Para aprender a cortar é preciso ter treino. É necessário praticar bastante para conseguir cortes perfeitos”, comenta.
em crosta de dill. Os legumes são fatiados em oblique. “É um corte transversal, uma espécie de triângulo. Por exemplo, é preciso cortar uma lado da cenoura em 45°C, e o outro também em 45°C, mas ao contrário”, comenta Tomaz Gomide, à frente do restaurante. Segundo o chef, esse tipo de corte dá um toque de inovação e uma aparência diferenciada ao prato. “Para cortar os vegetais, basta ter bastante atenção e fazê-lo com antecedência. Deve ser a primeira coisa a ser feita no preparo de um prato”, diz. A nutricionista Pâmela Sarkis recomenda dois tipos de corte na cozinha: o espaguete e o tagliatelli. Enquanto o primeiro é semelhante ao formato do macarrão, o segundo tem o formato mais achatado. “Este último simula um macarrão e mata a vontade de mastigar, pois fica crocante”, pontua a profissional. Para fazer saladas, Serravitti recomenda o jadiniere. Esse corte é derivado do batonnet, técnica que consiste em cortar os vegetais em bastões retangulares com exatamente os mesmos tamanhos. “É preciso que os seis lados do vegetal sejam iguais”, diz Serravitti.
Laura Maria
Diferentes locais de Belo Horizonte oferecem, neste fim de ano, espaço para confraternização entre amigos, com pacotes especiais e sob medida. É possível, inclusive, optar por sabores mais regionais. No Café Viena, focado em pratos típicos alemães e austríacos, por exemplo, o segundo andar é reservado a isso. No Caravela, restaurante português, há noites semanais separadas apenas para eventos. Os dois locais também oferecem pratos do cardápio para serem retirados e levados para a casa. Detalhes pelos telefones (31) 3221-9555 (Café Viena) e (31) 99585-5804 (Caravela).
Artesanais ganham evento Entre os dias 8 e 10 de dezembro, das 14h às 22h, Nova Lima recebe um novo evento de cervejas artesanais. Trata-se do Nas Barbas do Major, que ocorrerá na rua Dimas Henrique de Freitas, no Vale do Sereno. A feira vai reunir 15 cervejarias, restaurantes, food trucks e bandas, além de outras atrações cultural. A entrada é gratuita, o espaço é coberto, há estacionamento e espaço kids.
Jantar com preço fixo
PEDRO GONTIJO – 14.11.2016
Às terças, quartas e quintas, o restaurante Maurizio Gallo (rua dos Aimorés, 2.305, Lourdes, e av. Nossa Senhora. do Carmo, 860, Carmo), especializado em culinária italiana, oferece opção de jantar, com entrada, prato principal e sobremesa, a R$ 49,90 por pessoa. As brusquetas de tomate picados são a entrada. As opções de pratos principais são muitas, como a salada mista com grelhado de frango e o espaguete à bolonhesa com linguiça ao vinho tinto. Já a sobremesa é o salame de chocolate com sorvete.
Variedade
Na Horta no Potim, são utilizados diferentes tipos de corte
COM AS MÃOS NA MASSA A abobrinha que acompanha o risoto ao camarão da Osteria Casa Mattiazzi é feita com o corte mais simples da gastronomia, o brunoise. “É um corte feito em quadradinhos bem pequenos, muito utilizado para fazer vinagrete. Ele é bem delicado e combina com o risoto”, afirma José Siebra, à frente do restaurante. O prato é uma sugestão do chef e, segundo ele, muito consumido durante o verão. “Ele é bem leve”, pontua. Autorino, do Pecatore, também utiliza um corte comum para produção do paccheri di gragnano com camarão. O “zucchini”, mais conhecido como abobrinha italiana, é cortada em julienne, ou seja, em tiras finas. “É um corte em que a abobrinha consegue se envolver na massa sem desaparecer nela. O brunoise, por ter um formato de cubo, por exemplo, poderia ficar por baixo da massa durante o preparo dela”, diz Autorino. Já o restaurante francês Gomide utiliza um corte pouco usual no prato atum micuit
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RECEITA
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CONHEÇA OUTROS CORTES WASHINGTON NETOS/DIVULGAÇÃO
Atum mi-cuit em crosta de dill, do Gomide 50 ml de azeite
Allumette Corte estilo batata-palha, em que se cortam os vegetais em tiras finas e delicadas. Pode ser usado para fritura ou receitas cruas Paysanne Corte sem padrão e irregular, em que misturam formas como losângo, cubos e ovais. Ideais para grelhar e assar.
Ingredientes: 200 g de atum em posta fresco 1 cenoura descascada em oblique 1 abobrinha cortada em oblique 3 bagos de ervilhas 2 aspargos 50 g de gengibre 100 mL de creme de leite fresco 50 g de aneto de dill (endro)
Rondelle São rodelas mais finas ou mais grossas. É usado em cebolas, alho-poró, beterraba e cenoura. Batton Cortes de bastões alongados e em grandes dimensões. Muito usado para frituras, como batatas
Modo de preparo: Em uma panela, despeje o creme de leite junto com o gengibre. Deixe ferver por dez minutos em fogo baixo e depois passe por uma peneira. Junte o aneto ao molho e reserve. Em seguida, coloque uma panela com água fervendo e cozinhe os legumes por dez minutos. Logo após, em uma panela quente, sele o atum e os legumes. Corte o atum e disponha-o no prato.
Em gomos Também conhecidos como barquinhas, quando os vegetais são cortados inteiros na vertical. Muito usado na batata rústica e em tomates Parisienne Cortes redondos como esferas e servidos crus ou cozidos levemente no vapor
DOUGLAS MAGNO
Salada: Prato preparado por Serravitti leva cebola, tomate, manga e laranja cortados em jardiniere
IGOR SERRAVITTI/DIVULGAÇÃO WASHINGTON NETOS/DIVULGAÇÃO
Brunoise: Risoto ao camarão, da Osteria Casa Mattiazzi, é acompanhado por brunoise de abobrinha. O prato é uma sugestão do chef e é servido a R$ 39 no menu degustação
Espaguete: Receita de frango da nutricionista Pâmela Sar kis é acompanhada de cortes de cenoura e abobrinha em formato de espaguete
DOUGLAS MAGNO
Julienne: Massa paccheri di gragnano com camarão é feita com julienne de zuchinno, para que a massa não se sobreponha ao legume. Prato é vendido a R$ 64 no Pecatore
SERVIÇO Gomide Rua Tomás Gonzaga, 189, Lourdes. (31) 3292-4928
Pecatore Rua Sapucaí, 535, Floresta. (31) 2552-1450
Osteria Casa Mattiazzi Rua Soledade, 28, Santa Efigênia. (31) 3483-3465
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almanaque PÓSTUMO> Gravado a um mês da morte de Vander Lee, DVD é lançado em BH com convidados MARCOS HERMES/DIVULGAÇÃO
Lançamento do CD e DVD celebra os 20 anos da primeira gravação de Vander Lee
Maurício Tizumba Tizumba era amigo de Vander Lee há mais de 30 anos e o ajudou a deslanchar sua carreira. “Eu tocava em um bar e uma noite ele apareceu para dar uma canja. A partir dali, sempre que pudesse, o chamava pra tocar. Até que, em 1987, eu me vi com dois shows marcados para o mesmo dia e hora. Pedi para ele cobrir um deles para mim e, a partir dali, nunca mais toquei naquele bar, só ele”, lembra. “A perda dele foi talvez a mais doída da minha vida. Até hoje a minha ficha não caiu”.
Zeca Baleiro O maranhense era amigo e contemporâneo de Vander Lee. “Mas parceria, de fato, fizemos apenas uma, ‘Bangalô’”, diz. Ele lamenta o fato de não terem feito mais músicas juntos e acredita que era mesmo preciso dar continuidade ao DVD. “Por respeito ao trabalho dele e a amizade com a família. O projeto merece ser levado adiante. Vander Lee é um grande artista e precisa ser mais conhecido”, comenta e diz que enxerga na presença dos filhos dele no show uma forma de continuidade. “São todos muito musicais e vão levar esse legado vida afora”, conclui.
Tributo a uma estrela LEONARDO LARA/DIVULGAÇÃO
Jessica Foram necessárias várias tenAlmeida tativas por parte do cantor e compositor Vander Lee (1966-2016) até que Rossana Decelso finalmente topasse ser sua empresária. “Nós somos amigos há mais de 30 anos, sempre acompanhei sua carreira. Fui eu, inclusive, que o apresentei à Elza Soares, mas sempre havia outros compromissos que me impediam de aceitar”, conta Rossana. Depois de muitos anos, assim que ela voltou de um período no exterior, ele deu o ultimato: “aqui... é a última vez que eu te chamo, hein”, disse, com seu jeito característico. Assim, ela acabou sendo responsável pela gestão de sua carreira artística pelos últimos seis anos da vida do belo-horizontino, até sua partida prematura em agosto do ano passado. Foi Rossana quem “botou pilha” para que Vander Lee gravasse um novo DVD, REPRODUÇÃO/YOUTUBE
Laura Catarina e seus irmãos, Maurício Tizumba e Zeca Baleiro serão os convidados da homenagem a Vander Lee
ca inclusive cantará uma canção inédita de Vander Lee e haverá outras surpresas. “Achei que seria legal ter outros compositores interpretando as músicas dele, isso deixa a coisa com mais personalidade. O Zeca também participou do primeiro DVD, o Tizumba era padrinho de sua filha mais nova. Íamos ter também o Paulinho Moska, mas por conta de uma mudança de datas ele não pôde vir. Eu falei com muita gente, muitos amigos, intérpretes, pessoas que gostavam dele. Maria Gadú, Jorge Vercilo, Elba Ramalho. De tanta gente quis participar e não deu, dava pra fazer mais uns 30 shows”, brinca.
> Vander Lee: 20 anos uma vez que seu registro audiovisual mais recente era de 2006, “Pensei que Fosse o Céu”. “Ele havia mudado tanto em termos de sonoridade, jeito de cantar, concepção de arranjo. Amadureceu muito tecnicamente”, afirma. Foi difícil, mas ela conseguiu convencer o músico, que realizou a gravação de “Vander Lee: 20 anos”, pouco mais de um mês antes de sua morte, no dia 2 de julho. Mesmo sem ele aqui, Rossana deu continuidade ao projeto e seu lançamento acontece no próximo domingo (10), no Palácio das Artes, com participação de parceiros como Zeca Baleiro, Maurício Tizumba, e seus filhos Laura Catarina, Lucas Rasta e Clara Catarina. TUDO A SEU TEMPO A princípio, o DVD seria gravado em 2015, mas um problema de saúde da irmã de Vander Lee o fez adiar o compromisso – ela acabou morrendo no dia em que seria feita a gravação. Cauteloso e receando não ter condições financeiras para arcar com o projeto, ele tentou adiá-lo mais uma vez, mas Rossana não deixou. A data que ele queria, seria depois de sua morte. “Existe um certo receio dos artistas, com essa coisa de ser um registro para a posteridade, então nós trabalhamos para deixá-lo o mais à vontade possível. E foi
isso que aconteceu, foi tudo bem tranquilo e ele ficou satisfeito com o resultado”, conta. Infelizmente, pouco depois, Vander Lee faleceu – e 20 dias depois dele, o diretor da gravação, Darcy Burguer, também – mas a empresária nem cogitou não lançar o registro. “Não tive tempo para viver o luto, porque além de lidar com várias questões burocráticas, atendi dezenas de fãs que ligavam pra mim depois que ele morreu, passei dias e dias consolando admiradores, foi bastante intenso. Quando chegaram as primeiras imagens, eu relutei um pouco em ver, depois vi mais de 300 vezes. De certa forma, estou há um ano respirando, comendo e dormindo Vander Lee”, diz. Com o apoio de Regina Souza, cantora, produtora e ex-mulher de Vander Lee, a empresária seguiu. O repertório traz canções de seus quatro trabalhos mais recentes: “Faro” (2009), “Sambarroco” (2012), “Loa” (2014) e “9” (2016). Além delas, uma seleção de composições dele gravadas por outros intérpretes. Para o lançamento, amigos e parceiros da trajetória que, oficialmente, celebra duas décadas. Zeca Baleiro e Maurício Tizumba estarão ao lado dos filhos do homenageado, Laura Catarina, Lucas Rasta e Clara Catarina. Ze-
Lançamento do CD e DVD póstumo com Zeca Baleiro, Maurício Tizumba, e seus filhos Lucas Rasta, Clara Catarina e Laura Catarina Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Dia 10 (domingo), às 20h. R$ 120 (inteira). SILVIA ZAMBONI/DIVULGAÇÃO
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MÚSICA Rumo à temporada 2018 sábado (2)
AQUAÁRIO #2
Festival traz as bandas Kossovo, Mineros da Lua e gorduratrans Luthier Bar (r. Tabaiares, 20, Floresta). Às 21h. R$ 15 (antecipado)
FÁBIO MOTTA/DIVULGAÇÃO
TIM REYNOLDS O guitarrista do Dave Mathews Band faz único show em BH. A Autêntica (r. Alagoas, 1.172). 22h. R$ 50 (antecipado, sympla.com.br)
GISELLE COUTO Show “Samba Não Tem Fronteiras”, que celebra o Dia do Samba Memorial Minas Gerais Vale (Praça da Liberdade). 16h. Gratuito.
RUFO HERRERA E O BANDONEÓN Obras de Bach, Piazzolla e Herrera. Sala Sergio Magnani (r. Gonçalves Dias, 320). 20h30. R$ 20 (inteira)
domingo (3) EGBERTO GISMONTI “Ocupação Rosa Encantado” Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537). Às 20h. Entrada gratuita
MILTON NASCIMENTO E TIAGO IORC Turnê “Mais Bonito Não Há”. Anfiteatro do Mineirão. 19h. A partir de R$ 40 (inteira)
quarta (6) SINFÔNICA EM CONCERTO Suíte de musical “West Side Story”. Edição do “Sinfônica ao meio dia”, no dia 5, com entrada gratuita, às 12h. Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537. Às 20h30. R$ 20 (inteira)
sexta (8) FESTIVAL DIBOA DJ Naroca, O Estandarte e Alice Del Picchia, além de uma jam de músicos. Do Ar (r. Amoroso Costa, 32). 14h. R$ 20 (antecipado, sympla.com.br)
DUCA LEINDECKER O gaúcho faz show acústico em BH. Teatro Bradesco (r. da Bahia, 2244). 21h. R$ 70 (inteira)
Patrícia Atrações cujo Cassese interesse por parte do público belo-horizontino é líquido e certo não faltarão. Caso do pianista mineiro (de Boa Esperança) Nelson Freire ou do celista Daniel Müller-Schott. Mas a programação 2018 da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais também reserva espaço para receber solistas que desembarcam pela primeira vez na capital mineira. “Caso das irmãs Christina e Michelle Naughton (justamente na abertura da temporada, dias 22 e 23 de fevereiro), do conjunto de violões Quaternaglia, o último vencedor do Concurso Tchaikovsky de piano, Dmitry Masleev e outros”, aponta o maestro Fabio Mechetti. “Mas, talvez, em termos de ineditismo, salientaria a presença da maior percussionista da atualidade, Evelyn Glennie, e do Festival Bernstein, três concertos em três séries diferentes celebrando os 100 anos de Leonard Bernstein”, acrescenta ele. Tem mais. Dentro desta efeméride específica, Mechetti também destaca
Mechetti em ação: Em fevereiro, a orquestra completa dez anos de atividades
a apresentação de uma ópera em forma de concerto (“Trouble in Tahiti”), “com um elenco internacional de primeira linha, encabeçado pelo celebrado Paulo Szot”. A temporada 2018 comemora, ainda, os 200 anos do compositor francês Charles Gounod e os 150 do brasileiro Francisco Braga, assim como os 150 anos da morte do itaÉLCIO PARAÍSO/DIVULGAÇÃO
a Pua encerra 6 Senta temporada de apresentações Durante a segunda metade do ano, o Senta a Pua Gafiera realizou bailes em diversos espaços da cidade. Para encerrar a temporada e as comemorações pelos dez anos do grupo, o Senta a Pua volta ao Necup e apresenta um show com canções autorais e clássicos da gafieira, além de um passeio por outros estilos, como a salsa e o xote Onde Núcleo de Estudos de Cultura Popular (av. Nossa Senhora de Fátima, 3312, Prado) Quando Dia 8 (sexta-feira), às 23h30 Quanto R$ 15 (antecipado via Sympla).
DIVULGAÇÃO
Black Rio traz show de 6 Banda turnê dos 40 anos para BH Levantando as bandeiras da black music, a estreia da banda carioca foi com o clássico disco “Maria Fumaça” (1977) ao qual a nova formação retoma o jazz-samba-funk-soul da primeira gravação, além de apresentar novas composições e outras discografias marcantes para o show na capital. A abertura da noite fica por conta do rapper Max Souza. Onde A Autêntica (r. Alagoas, 1.172, Savassi). Quando Dia 9 (sábado), às 22h Quanto R$ 40 (antecipado, 1º lote), R$ 60 (portaria)
ASSINE Pela internet Através do site filarmonica.art.br/assinaturas Pessoalmente Na bilheteria da Sala Minas Gerais (rua Tenente Brito Melo, 1.090, Barro Preto), de terça a sexta, das 12h às 21h, e sábados, das 12h às 18h (exceto feriados). Em janeiro poderá haver alteração do horário da bilheteria. Verifique no site e redes sociais.
liano Gioacchino Rossini e o centenário do falecimento de Claude Debussy. COMBOS Independentemente do compositor em foco, as assinaturas para a temporada 2018 já estão abertas (seguem até o dia 27 de janeiro), após o período tradicionalmente reservado para os já assinantes procederem à renovação de
seus pacotes. As assinaturas são, na verdade, combos de ingressos vendidos antecipadamente e, por isso, com valores inferiores aos preços dos avulsos vendidos ao longo do ano. São cinco as séries disponíveis para venda antecipada: “Allegro”, “Vivace”, “Presto” e “Veloce”, que são realizadas às quintas e sextas-feiras, e “Fora de Série”, aos sábados. O preço varia de acordo com a quantidade de concertos e do lugar escolhido na Sala Minas Gerais, indo de R$ 203 (meia-entrada, nove concertos, balcão palco) a R$ 2.226 (inteira, 24 concertos, balcão principal). Quando lançado, em 2009, o Programa de Assinaturas oferecia 705 pacotes. Hoje, são 3.437 assinaturas. “A cada ano (e temos grande expectativa de que neste não será diferente) batemos recorde de vendas. Um fenômeno raríssimo em nível internacional; as orquestras têm tido dificuldades em manter seu público, mais ainda aumentálo”, pondera o regente.
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BH 120 ANOS Metaleiros da capital na festa GABRIEL WICKBOLD/DIVULGAÇÃO
João H. Belo HoriMotta zonte é considerada um celeiro do metal no Brasil. E nas comemorações dos 120 anos da cidade, claro, a cena que projetou uma série de expoentes mundo afora não poderia mesmo não ser contemplada. Um dos ícones do movimento, a banda Sepultura retorna às suas origens para apresentar seu mais recente álbum, “Machine Messiah” (2017), e comemorar as 12 décadas da cidade junto a seu fiel público neste domingo (3), na Praça da Estação. O evento também promove uma reunião de três gerações do heavy metal de Belo Horizonte, ao trazer shows das bandas Eminence, dos anos 1990, e a mais recente, Carahter, dos anos 2000. “São sempre bons, esses encontros. Estamos na estrada há muito tempo e concentrados na nossa música. É muito gratificante ver e
ouvir outras bandas que vieram depois da gente mostrando coisas novas – pra gente mesmo – e músicas boas. Sempre encontramos um público mais velho nos nossos shows, mas vemos muitos jovens querendo conhecer as músicas novas e antigas do Sepultura”, afirma o músico Paulo Xisto. DE BH PARA O MUNDO O atleticano e baixista é o único integrante mineiro na atual formação da banda e faz questão de evidenciar suas raízes em quase todas apresentações, seja hasteando uma bandeira do Clube Atlético Mineiro atrás do palco ou vestindo a camisa do alvinegro. “Nós tivemos uma ascensão muito sólida no exterior e estar sempre em viagem nos fez sentir falta de coisas simples, como o futebol e a culinária de Minas. Foi algo bem natural trazer esses símbolos, relembrar essa origem, é uma forma de levar um pouco de BH para o mundo”, rememo-
Nascido em BH, Sepultura apresenta seu novo álbum em show pelos 120 anos da cidade
ra Paulo, que foi condecorado com a Medalha da Inconfidência em 2008. Dos grandes shows na cidade, Paulo relembra a primeira vez no gigante da Pampulha. “Já havíamos tocado no Maracanã e no Morumbi, só faltava o Mineirão... Foi uma experiência
incrível tocar em um estádio que fez parte da minha história”. “MACHINE MESSIAH” O Sepultura chega a seu 21º álbum de estúdio contando ainda com o vocalista Derrick Green, o guitarrista
Andreas Kisser e o baterista Eloy Casagrande. “Machine Messiah” nasce de uma provocação do grupo em relação à robotização da sociedade moderna. “Olhando o dia a dia, a gente começa a perceber a dependência do ser humano em relação a seus celulares e computado-
res. Observamos essa perda do lado humano em função desse avanço tecnológico. É uma crítica à mecanização da sociedade”, afirma Paulo. Em tempo: o show dá primazia à divulgação do disco, mas passa por toda a discografia do Sepultura. Com uma roupagem mais alternativa conferida pela produção de Jens Borgen, o disco traz um diálogo com as tradições nordestinas, trazendo timbres e ritmos regionais nas composições. O álbum recebeu elogios da crítica especializada e garantiu a bateção de cabeças pelo público. O grupo inicia agora a fase da turnê pela América do Sul e a agenda para 2018 já contempla Austrália, Ásia e Europa. * Sob supervisão de Marília Mendonça
BH 120 anos: >Sepultura, Eminence e Carahter
Praça da Estação, centro. Neste domingo (3), às 17h. Entrada gratuita
PROGRAMAÇÃO DE ANIVERSÁRIO MARCELO VIEIRA/DIVULGAÇÃO
DENILTON DIAS
Go Photo celebra 6 Let’s os 120 anos com exposição
de Natal ocupa 6 Cantata prédio da Prefeitura de BH
Com a curadoria da fotógrafa Lorena Nicácio, a exposição “Beagá Multifacetada” celebra os 120 anos da capital mineira na Casa do Baile. A Let’s Go Photo é uma maratona que reúne mais de 200 fotógrafos amadores e profissionais que, ao longo de um dia, percorreram a cidade. A exposição é fruto deste passeio, reúne as imagens capturadas por estes fotógrafos e propõe que os visitantes redescubram BH Onde Casa do Baile (av. Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha) Quando Terça a domingo, das 9h às 17h; quinta, das 9h às 21h Quanto Entrada gratuita
Já tradicional no calendário da capital, a Cantata de Natal marca, definitivamente, que o fim do ano está próximo. Desta vez, acontece com o objetivo de celebrar o aniversário da cidade. Com o tema “120 Anos de Música”, a apresentação é fruto das atividades de canto realizadas por estudantes de 26 escolas municipais Onde Hall de entrada da Prefeitura de Belo Horizonte (av. Afonso Pena, 1212, centro) Quando Dia 4 (segunda), às 0h Quanto Entrada gratuita
WELLINGTON PEDRO/DIVULGAÇÃO
de alunos 6 Exposição comemora aniversário No ano em que a cidade completa 120 anos, o Projeto Um Olhar propôs que os alunos de escolas municipais realizassem fotografias sobre o aniversário da capital. O resultado é a exposição “120 anos de BH – Um Olhar sobre a Cidade”, que conta com fotografias de cenas cotidianas, pontos turísticos e até de problemas, todas realizadas por estudantes de 50 escolas Onde Centro de Referência da Juventude (praça Rui Barbosa, 50, centro) Quando Segunda a sexta, das 9h às 22h; sábado, das 9h às 18h Quanto Gratuito
RICARDO LAF/DIVULGAÇÃO
Momesca é escolhida 6 Corte no aniversário da cidade
Desde 1980, Belo Horizonte elege sua Corte Real Momesca. O grupo composto pelo Rei Momo, Rainha e Princesa do Carnaval comandam a folia pelas ruas da cidade. Neste ano, a eleição não apenas marca a contagem regressiva para o Carnaval quanto celebra o aniversário de 120 anos. A festa acontece neste sábado (2), e reúne atrações como um bloco caricato e uma escola de samba Onde Praça da Estação (av. dos Andradas, 201, centro) Quando Neste sábado (2), às 17h Quanto Entrada gratuita
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ARTES CÊNICAS Entre mal-estar e esperança Reunidos sob o mesmo teto, três personagens vivem numa espécie de suspensão, cada um a seu modo: Amado, um aspirante a cantor saudosista, Rara Magia, uma mãe à espera do retorno de seu filho, e Bernadet, uma mulher cheia de potenciais, mas que não tem forças para levantar da cama. Pontuado pelas mudanças de estação do ano, é em torno da vida dessas pessoas que gira o espetáculo “Uma Tendência para Alegria”, da Cia. 5 Cabeças, que estreia na próxima quinta (7). Quarto espetáculo da companhia, “Uma Tendência” começou a ser delineado ainda em 2013, a partir de relatos da página “Escafandrista”, do escritor Louraidan Larsen. Codramaturgo da peça ao lado do ator e integrante do grupo Saulo Salomão, ele mantém o espaço no Facebook, onde publica histórias criadas a partir de conversas do cotidiano. “Vivíamos num Brasil completamente ‘inflamado’, com muitas questões à flor da pele. Não absorvemos tudo nem traJessica Almeida
teatro adulto 5X COMÉDIA Dir. Hamilton Vaz e Monique Gardenberg. Com Bruno Mazzeu, Debora Lamm, Fabiula Nascimento, Thalita Carauta e Luis Miranda Vinte anos depois, grandes nomes da nova geração do humor brasileiro entram em cena. Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro). Neste sáb. (2), às 21h; dom. (3), às 19h. R$ 100 (plateia 1, inteira); R$ 80 (plateia 2, inteira); R$ 50 (plateia 3, inteira).
AQUELES DOIS Dir. coletiva. Com Cia Luna Lunera A relação entre Raul e Saul, dois funcionários de uma repartição que desenvolvem laços afetivos. Teatro de bolso do Sesiminas (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, 3241-7181). Neste sáb. (2), às 20h; dom. (3), às 19h. R$ 30 (inteira).
BRIMAS Dir. Luiz Antônio Rocha. Com Beth Zalcman e Simone Kalil Duas senhoras imigrantes revivem com muito humor suas histórias. Teatro Icbeu (r. da Bahia, 1723, centro). Neste sáb, (2), às 20h. R$ 50.
INTIMIDADE INDECENTE Dir. Pedro Paulo Cava. Com Andreia Garavello e Geraldo Peninha Um casal longevo precisa se adaptar às redes sociais. Teatro da Cidade (r. da Bahia, 1341, centro). Sex. e sáb., às 20h30; dom., às 19h. R$ 50 (inteira). Até 17/12.
FREDDIE ROCK STAR – THE SHOW MUST GO ON! Dir. Juarez Guimarães Dias. Com Fábio Schmidt Performance, teatro documentário e audiovisual presta uma homenagem ao ídolo da banda Queen. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia). Neste sáb. (2), dom. (3) e seg. (4), às 20h. R$ 30 (inteira).
GUANABARA CANIBAL Dir. Marco André Nunes. Com Aquela Cia A questão indígena na atualidade a partir de registros históricos da tomada do Forte de Villegagnon, em 1560.
ta-se de um recorte sobre a situação política, mas são as pessoas atravessando esse período”, comenta Saulo. Uma primeira versão do texto foi fechada à época e, posteriormente, referências da literatura, do cinema e da própria vida foram acrescentadas. “De algum modo, ele viveu algumas atualizações, de desejos de questões sobre as quais queríamos falar”, diz. “Os personagens vivem uma espécie de mal-estar, mas também há esperança entre eles. E existe uma discussão sobre liberdade, na medida em que uma mudança na vida desses personagens não depende somente do desejo deles. Existem outros fatores envolvidos, institucionais, governamentais. Não somos sozinhos no mundo”. Saulo e as atrizes Carol Oliveira eLuisaRosa foram dirigidaspelo colega de companhia e estreante na função Ronaldo Jannotti. Ele ainda contou com as contribuições da atriz e diretora Mônica Ribeiro, como provocadora artística, e do ator Byron O’Neill, autor e diretor dos trabalhos anteriores do grupo, que retornou de uma experiência no exterior ao longo do processo.
PASSAGEM DO TEMPO A decadência e o desgaste causados pela passagem do tempo foram alguns dos conceitos que nortearam o desenvolvimento de cenários, figurinos, luz e trilha sonora. “O Jonnatha (Horta) fez um figurino lindo, trabalhando com referências de brechó e recompondoas com outros tecidos. A trilha sonora é do Barulhista e tem uma música escrita pela dramaturga Marina Viana, com quem a gente tinha um desejo antigo de fazer uma parceria. Já no cenário, as arquitetas e bailarinas Bruna e Branca, que conhecemos há pouco tempo, fizeram um trabalho superinteressante”, afirma Saulo. O ator pontua que o espetáculo é uma espécie de marco na carreira da Cia. 5 Cabeças, que, até então, vinha desenvolvendo projetos independentes e, agora, pela primeira vez, conseguiu apoio. “Estamos muito felizes por poder ocupar o CCBB”, conclui.
Qui. a seg. 7 a 23.dez.
BIANCA AUN/DIVULGAÇÃO
Mais que querer
Uma Tendência para >Alegria
Peça trata dos limites que a vida impõe a mudanças, que escapam à nossa vontade
CCBB (praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). De 7 a 23, quinta a segunda, às 19h. R$ 20 (inteira)
MATHEUS SORIEDEM/DIVULGAÇÃO
festival de teatro popular permanente
Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários). Sex. a seg., às 20h. R$ 20 (inteira). Até 18/12.
MAÇARICO
SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO
Dir. Ludmilla Ramalho. Com Patrícia Siqueira Em um futuro indefinido, após o fim do mundo, uma mulher precisa lidar com diversas fases da solidão contemporânea. Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). Neste sáb. (2), dom. (3) e seg. (4), às 19h. R$ 20 (inteira).
Dir. Jordana Luchini. Com Centro de Pesquisas Teatrais Num bosque, ocorre um estranho encontro entre dois jovens casais, uma trupe de atores de teatro e de seres mágicos. Teatro Nossa Senhora das Dores (av. Francisco Sales, 77, Floresta). Ter. (5), às 20h. Entrada gratuita mediante doação de material escolar.
MANUAL DX GUERRILHEIRX URBANX Dir. Marina Viana. Com Alunos do Cefart Figuras históricas e símbolos de diferentes gerações se conectam. Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, 3236-7400). Qui. a sáb., às 20h; dom., às 19h. Entrada gratuita. Até 17/12.
formatura do teatro universitário da ufmg
O NEGRO CONTA Dir. Epaminondas Reis. Com Aruana Zamby e Evandro Passos O relato pessoal do povo negro e sua relação com a cidade e o país. Teatro Francisco Nunes (av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, centro, 3277-6325). Neste sáb. (2) e dom. (3), às 20h. Entrada gratuita.
UMA TENDÊNCIA PARA ALEGRIA (Leia mais na página 19)
VINCENT - UM SOLO DE AMOR Dir. Jefferson da Fonseca. Com Jefferson da Fonseca Cartas do pintor holandês inspiram cenas sobre períodos conturbados de sua vida. Teatro Raul Belém Machado (r. Leonil Prata, s/n°, Alípio de Melo, 3277-6437). Neste sáb. (2), às 20h; dom. (3), às 19h. R$ 30 (inteira).
teatro infantil JOJÔ E PALITO EM: BELÔ MEU AMOR Dir. Joselma Luchini. Com Joselma Luchini, Jordana Luchini, Olavino Marçal A história de BH narrada por Jojô e Palito. Teatro da Assembleia (r. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). Neste sáb. (2) e dom. (3), às 17h. R$ 36 (inteira); R$ 17 (postos Sinparc).
A CERIMÔNIA Dir. Rogério Lopes As peripécias de Jerônimo e Vicente em sua fantasia de se tornarem grandes atores de teatro. Sáb., às 18h; dom., às 19h.
Tendo Fábio Schmidt à frente, “Freddie Rock Star” faz curta temporada no Teatro Marília NOEL E OS DUENDES Dir. Joselma Luchini A história de um velhinho que catava brinquedo dos sacos de lixo deixados na rua. Espaço Cultural Luchini (r. Osório de Morais, 274, bairro Ouro Preto). Dom., às 11h. R$ 30 (inteira); R$ 14 (postos Sinparc). Até 17/12.
PEDRO E O LOBO Dir. Álvaro Apocalypse. Com Grupo Giramundo As aventuras de um menino que, ao contrariar os conselhos do avô, se depara com um lobo grande e feroz na floresta. Teatro Raul Belém Machado (r. Leonil Prata, s/n°, Alípio de Melo). Sex. (8), às 11h. Entrada gratuita.
Rezende, Gabriel Estanislau, Gerson Marques Espetáculo cênico-musical para a primeira infância, sustentado no erudito e no cancioneiro popular brasileiro. Teatro Raul Belém Machado (r. Leonil Prata, s/nº, Alípio de Melo, 3277-6437). Neste sáb. (2) e dom. (3), às 11h. R$ 20 (postos Sinparc).
PIMENTA É REFRESCO Com Velma Pimenta Uma cantora conduz uma viagem musical pelo tempo. Museu da Moda - MUMO (r. da Bahia, 1149, centro). Neste sáb. (2), às 19h30. R$ 30.
dança SUÍTE BRANCA E DANÇA SINFÔNICA Dir. Rodrigo Pederneiras. Com Grupo Corpo Programa composto pelas peças que comemoraram os 40 anos do Corpo. Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro). Neste sáb. (2), às 20h30; dom. (3), às 19h; ter. (5) e qua. (6), às 20h30. Ingressos esgotados.
circo
SEM FONIA MUSICAL
musical CONCERTO PARA BEBÊS BRASIL Dir. Cassio Pinheiro. Com Ana Roberta
Dir. Bruno Godinho. Com Yepocá Cia. de Teatro Palhaços criam uma harmonia e fazem nascer uma trilha sonora. Teatro Marília (av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia). Neste sáb. (2) e dom. (3), às 16h. R$ 20 (inteira).
EM PODER AR Dir. Cisco Aznar. Com Coletivo Sob 6 O espetáculo explora temas atuais, como o papel da mulher na sociedade. Centro de Referência da Juventude (praça Rui Barbosa, s/n°, centro). Sex. (8), às 18h. Entrada gratuita.
OS NEGROS Dir. Rogério Lopes Um tribunal é instalado para que uma corte composta por brancos julgue os crimes atribuídos a um negros. Sáb. e dom., às 20h30. (*) Funarte (r. Januária, 68, centro). Entrada gratuita. Até 10/12.
mostra de trabalhos de final de curso puc minas DESAGRADÁVEL Dir. Luiz Arthur A saga mórbida que rege os passos dos Drummond, uma família dita de moral e bons costumes. Espaço Cultural da Escola de Teatro PUC Minas (av. 31 de Março, prédio 20, campus Coração Eucarístico). Neste sáb., às 19h e às 20h30. Entrada gratuita mediante doação de 1 kg de alimento não perecível.
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ARTES VISUAIS Cem anos de fé e resistência Patrícia Uma festa de Cassese louvor e devoção, unindo religiosidade e música, que enche os olhos de quem a assiste, pela sua força e seu colorido. Ao mesmo tempo, por trás, uma história de luta. E de resistência. Tendo como foco uma das tradições de matriz africana presentes na capital mineira, o Museu Inimá de Paula recebe a partir do próximo sábado (9) a exposição “Reinado de Chico Calu – Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos”, que reúne fotografias, fardas, altares, santos de devoção, mastros, andores, cruzeiros e outros objetos que instigam o olhar tanto para o presente quanto para o passado. A iniciativa, que segue em cartaz até o dia 28 de janeiro, homenageia o centenário da irmandade fundada por Francisco Carolino (o Chico Calu), para louvar Nossa Senhora do Rosá-
rio. À época, a guarda se localizava nos arredores do recém-criado município de Contagem, na divisa com Santa Quitéria (hoje, Esmeraldas). Em 1937, a guarda migrou para Belo Horizonte com o filho de Chico Calu, Luiz Carolino, e fincou suas raízes no bairro Aparecida, onde se encontra até hoje, na avenida Américo Vespúcio, junto a outras duas guardas, o Congo Feminino do Aparecida e a Guarda de Moçambique do Divino Espírito Santo do Reino de São Benedito. Em setembro passado, foi lançado o CD “Aparecida, Reinos Negros”, com registros dos três reinados. Na mostra que emula um terreiro de congado, as fotografias trazem a assinatura de Netun Lima e Patrick Arley. São mais de 30 cliques, impressos em tecidos e emoldurados com estandartes, propondo uma narrativa estética. “A ideia é que o visitante se sinta lá, dentro de uma guarda. Tan-
Abertura 9.dez.
Integrantes das guardas do bairro Aparecida em cortejo, com estandartes
MATHEUS BARANOWSKI/DIVULGAÇÂO
recebe bate-papo 6 Galeria “Prosaica Humanidade” A galeria cAsA abriga o evento “Prosaica Humanidade – Uma Abordagem do Tema na Gravura em Metal Antes de Goya”, com o professor de gravura da Escola de Belas Artes UFMG, George Gütlich. No bate-papo, que terá como pano de fundo a exposição atual do espaço, George abordará um período histórico anterior à obra gráfica de Francisco Goya, com foco na produção da gravura em metal nos séculos XVII e XVIII. O professor exibirá, ainda, impressões originais de seu acervo pessoal. Onde cAsA Obras Sobre Papel (av. Brasil, 75, lj. 11) Quando Dia 6 (quarta), às 19h30. Quanto Evento aberto ao público.
DILSON FERREIRA/DIVULGAÇÃO
tem 5ª 6 Mercado.ria edição no Santa Tereza Arte, moda e gastronomia são alguns dos pilares da 5ª edição da Mercado.ria. Promovido pela Amadoria, o evento visa fomentar a cultura colaborativa. Todos os cerca de 60 expositores selecionados fazem os produtos em pequena escala e demonstram, neste processo, preocupação com o meio ambiente. Haverá, ainda, oficina para crianças com a equipe do Aldeia Jabuticaba. Atração musical: Daniel do Vale. Onde Galpão Villa Albertini (Rua Cristal, 137, Santa Tereza). Quando Neste domingo (3), das 10h às 18h Quanto Entrada gratuita.
PATRICK ARLEY/DIVULGAÇÃO
to que, na abertura, vamos ter um cortejo, convidando todo mundo”, diz Patrick. “Uma coisa interessante é que, para a exposição, não participei da escolha das fotos, mas, vendo as imagens que foram escolhidas (que, aliás, gostei muito), consigo lembrar claramente o canto que estava acontecendo na hora (do clique)”, prossegue ele, que acompanha as guardas de congado há cerca de cinco anos. O também antropólogo (atualmente, fazendo seu doutorado na área) lembra que a maior parte das pessoas se contagia pelo caráter festivo da manifestação, mas frisa: “O cortejo é, sim, o centro dessa fé. Mas, por trás, há uma história de muita luta, que a gente, que acompanha o dia a dia, vê. É muito bonito observar como eles (congadeiros) conseguem reinventar uma maneira de estar no mundo que passa pela fé, pela devoção e pela solidariedade. Aprendo com eles todos os
dias”, situa. Patrick também enfatiza que a manifestação traz, em seu cerne, uma peculiaridade: “Muitas vezes, esconde gestos contidos de devoção. Porque se você for olhar para o histórico da fé negra, ela foi muito perseguida. E dentro deste percurso do festejo, há a missa congada, que se inicia de portas fechadas, repassando uma história de segregação violenta (o ritual evoca o lamento do negro por estar do lado de fora da igreja, excluído). E, no meio disso, há gestos de devoção que são muito sutis, que os brancos, por exemplo, não conseguiam enxergar. E até hoje o congado mantém isso”, analisa.
de Chico >CaluReinado – Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos
Museu Inimá de Paula (rua da Bahia, 1201, Centro – 3213-4320). Até 28/1/18. Entrada franca.
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HOMENAGEM Um círculo para Hilda Hilst Patrícia Corria o ano Cassese d e 2 0 0 2 quando um trio de entusiastas da obra de Hilda Hilst na capital mineira resolveu promover, na cidade, um evento inteiramente dedicado à poeta paulista, então ainda viva (ela morreria dois anos depois, aos 73). Nascia, assim, o “Círculo Hilda Hilst”, que, vale lembrar, recebeu o aval da própria homenageada: os mentores da empreitada, os artistas-produtores Juarez Guimarães Dias, Janine Avelar e Cris Gil, chegaram a ir à célebre Casa do Sol, morada da autora em Campinas, para pedir as bênçãos da também ficcionista. Passados, pois, 15 anos, o evento ganha sua segunda edição, que acontece de 7 a 9 deste mês, em vários espaços da cidade. Desta vez, Juarez e Janine dividem a curadoria com Gabriel Castro Cavalcante (Cris Gil integra os créditos da iniciativa como colaboradora). “O fato de a gente se inteirar desse marco (15 anos ) nos animou a reavivar o projeto”, conta Juarez, lembrando que, naquele início dos anos 2000, Hilda Hilst tinha sua obra mais restrita a um círculo limitado de admiradores. “Aqui, em BH, era quase um extra-terrestre”. Mesmo porque, havia um empecilho e tanto.
INSTITUTO HILDA HILST/DIVULGAÇÃO
Qui. a dom. 7 a 10. dez.
Exposição, leituras e muito mais
Celebração
Evento tem o apoio do Instituto Hilda Hilst, mantenedor da memória e dos direitos da autora
“Embora ela sempre tenha encontrado editoras dispostas a publicar suas obras, eram selos pequenos, e, portanto, a distribuição era limitada. A editora Globo começava, à época, a publicar o primeiro volume de suas ‘Obras Completas’”, rememora Juarez. Não é exagero dizer, pois, que o trabalho de produzir o primeiro círculo foi hercúleo para os envolvidos. “A internet ainda era precária. E, juro, fomos simplesmente a todos os sebos de Belo Horizonte atrás dos títulos dela. Parecia uma
lenda mesmo”, lembra Juarez, que, no caso desta segunda edição do evento, se deparou com uma situação totalmente distinta. “Não vou dizer que hoje ela é popular. Mas o número de trabalhos na área acadêmica sobre sua obra, por exemplo, já dá a medida (do quanto mudou)”. Além da própria reedição das obras, vários artistas se debruçaram sobre este manancial no curso do tempo – caso de Zeca Baleiro. E o que Hilda Hilst tem de tão singular na visão de Juarez? “Ela sempre foi uma
mulher à frente de seu tempo, libertária. Na escrita, me impactei por seu fluxo narrativo, a carga poética e filosófica, as vozes... E, claro, a própria figura dela, em torno da qual havia toda uma mitologia, de ter largado a vida de socialite para ter um estilo hippie”. A programação do novo “Círculo Hilda Hilst” é fruto de um tour de force em torno do afã de ampliar o alcance da obra da autora de “A Obscena Senhora D” e “Com Meus Olhos de Cão”. “Todo mundo sempre dizia que Hilda Hilst era uma re-
de, por promover encontros entre pessoas, juntar amigos em sua chácara. E o que percebemos é que essa rede prossegue. Quando começamos a falar do evento, todo mundo dizia: ‘Eu quero, eu quero (participar)’”, festeja. Aliás, algumas das atrações que vieram à primeira edição voltam à cena agora. Caso do espetáculo “O Caderno Rosa de Lori Lamby”, dirigido por Ana Hadad.
> Círculo Hilda Hilst
Memorial Minas Gerais Vale, MIS Santa Tereza, Espaço 171 e Brasil 41, entre outros. 7 a 9/12. Gratuito. Confira a programação em www.facebook/acasadasenhorah
A abertura do “Círculo Hilda Hilst” acontece na quinta (7), no Memorial Minas Vale (Praça da Liberdade), a partir das 19h, com a exposição digital “Memória Oral do Instituto Hilda Hilst” e leitura de “O Unicórnio”. Na sexta (8), no mesmo local, às 10h30, haverá o seminário “Fico Besta Quando me Entendem”, com mediação de Lúcia Castello Branco. Às 16h, uma deriva poética ocupa a esquina das ruas da Bahia e Goiás. Já às 18h30, o Brasil 41 (av. Brasil, 41) recebe o show “O Poema é Música”, de Luiz Rocha. No sábado (9), o MIS Santa Tereza (rua Estrela do Sul, 89) exibe “Hilda Hilst nas Telas”, a partir das 16h30. Na sequência, haverá bate-papo com Sávio Leite e, às 18h, leituras performativas de crônicas de HH. Às 21h, o Espaço 171 (rua Capitão Bragança, 35) apresenta o espetáculo “O Caderno Rosa de Lori Lamby”. No mesmo local, acontece o “Varejão Edição Especial Hilda Hilst: (informe-se)” e a festa de encerramento do evento.
A ESTRELA/DIVULGAÇÃO
Fiat de Cultura inaugura 6 Casa presépio criado coletivamente
relata história de superação 6 Jornalista de seu filho diagnosticado com leucemia
Sob a curadoria do artista Leo Piló, o presépio foi criado com materiais reutilizáveis em um ateliê aberto que contou com a participação de mais de 300 pessoas. Nesta edição, o artista homenageia os povos ameríndios e, para tal, uma trilha numa típica mata do cerrado foi montada no museu, sendo que, na linha de chegada, o visitante se depara com a Sagrada Família Onde Casa Fiat de Cultura (Praça da Liberdade, 10, Funcionários) Quando Terça a sexta, das 10h às 21h; sábado, domingo e feriados, das 10h às 18h. Até 7/1 Quanto Gratuito
Neste sábado (2), a jornalista mineira Cris Miranda lança seu primeiro livro, “Mamãe Coragem”, no Café Cine Brasil Vallourec. Nas cem páginas da obra, Cris descreve os momentos de dor e de incerteza que viveu a partir do diagnóstico de leucemia de seu filho de 11 anos, conta sobre a descoberta da doença, sobre o tratamento e relata os momentos de alegria com a cura Onde Cine Theatro Brasil Vallourec (av. Amazonas, 315, centro, 3201-5211) Quando Neste sábado (2), às 15h Quanto Entrada gratuita (o livro estará à venda no dia por R$ 35)
JÚLIA PELINSON/DIVULGAÇÃO
GUSTAVO ANDRADE/DIVULGAÇÃO
Estrela’ abre exposição sobre o 6 ‘Acotidiano de pessoas privadas de liberdade Relatos em primeira pessoa, séries de fotojornalismo e produções literárias são alguns dos itens que integram a exposição “A Estrela”, composta por uma seleção de 15 textos e 84 fotos produzidas por pessoas privadas de liberdade para a revista homônima. Idealizada pela jornalista Natália Martino e pelo fotógrafo Leo Drumond, a exposição reúne o conteúdo publicado em todas as cinco edições da revista “A Estrela” Onde Galeria Sesi Holcim (r. Padre Marinho, 60, Santa Efigênia) Quando Terça a domingo, das 9h às 18h. Até 4/2 Quanto Entrada gratuita
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BATE-PAPO Nagle reinventada À flor de seus 66 anos, Leda Nagle tem como lema a palavra “reinvenção”. Dona de extenso currículo no jornalismo televisivo, onde cunhou o jargão “com certeza”, Leda sofreu, em dezembro de 2016, o baque de uma ruptura de contrato após duas décadas à frente do programa “Sem Censura”, da TV Cultura. Ao contrário de se deixar abater, migrou para o YouTube, onde tem conquistado cada vez mais visualizações em seu canal. Na próxima quarta-feira (6), a veterana jornalista troca a tela do computador pelo palco e participa de um encontro para discutir as nuances de uma “crise do jornalismo cultural” no Sesc Palladium, com mediação de sua colega de profissão Daniella Zupo. Organizado por Lídia Mendes, analista do Sesc Palladium, o encontro coLara Alves (*)
meçou a ser organizado em novembro do ano passado. Um ano depois, as duas jornalistas se encontram no palco para discorrer sobre possíveis novos caminhos para o jornalismo. Apesar disso, o debate não é restrito a um público específico. “A conversa não passa só pela questão do jornalismo cultural. Acredito que o encontro vá atrair também um público que se interessa em conhecer um pouco mais sobre a trajetória da Leda. Ela chama a atenção das pessoas pelo que representa”, explica Lídia. Inclusive, no dia, Leda promete recontar ao público pontos marcantes de sua trajetória, como a icônica e exclusiva entrevista com o poeta Carlos Drummond de Andrade e os novos caminhos traçados na carreira desde a demissão. VIDA ONLINE Ao longo de seus 40 anos de carreira, Leda Nagle sempre foi lembrada por suas entrevistas e não nega a vocação. “Fazer entrevista é o
meu grande ofício”, afirma. Motivada pelo desejo constante de descobrir novas histórias e com o incentivo do filho Duda Nagle, a jornalista inaugurou o “Canal Leda Nagle”, no YouTube, em janeiro deste ano. “Depois que passou o momento da demissão, senti que precisava fazer algo. Sou jornalista, preciso disso, vivo disso. Meu filho me incentivou a entrar no YouTube. Aliás, era uma coisa que ele falava há muito tempo, mas, até então, eu não tinha tido tempo de fazer. Estou gostando muito dessa transformação e muito feliz com a descoberta do YouTube. Tive que aprender todo um linguajar diferente, toda uma técnica nova e este é um desafio muito estimulante”, explica. Para ela, a internet inclusive abriu as portas para uma nova forma de fazer jornalismo. “Eu acho que o YouTube é a televisão do futuro. Eu estou vivendo no futuro e estou gostando de vi-
ver no futuro”, pontua. Leda já contabiliza 55 mil inscritos no canal, para o qual já conversou com personalidades como o ator Nelson Freitas, a escritora Lya Luft e o cantor Ney Matogrosso. Mas vale lembrar que, nele, ela não se dedica só às entrevistas – também dá dicas de leitura e discute temas como saúde ou mesmo astrologia. E o sucesso foi tal que um segundo canal está a caminho. Desta vez ao lado do filho, em “Os Nagle”. “Vamos trazer curiosidades do mundo, conversar com pessoas de diferentes gerações... A vontade era estrear em dezembro, mas de janeiro não passa”, conta Leda. * Sob supervisão de Marília Mendonça
Jornalismo >Cultural no Brasil
Encontro com participação de Leda Nagle e interlocução de Daniella Zupo. Teatro de Bolso do Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, centro). Quarta-feira (6), às 20h. Entrada gratuita com retirada de ingressos 30 minutos antes do evento.
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MURILO ALVESSO/DIVULGAÇÃO
Leda Nagle estará em BH na próxima semana
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CINEMA FOTOS FOX/DIVULGAÇÃO
pré-estreia
Cidade 1: 15h Contagem 1: 14h Itaú Power 4: 14h40 Pampulha 3: 19h15
EM BUSCA DE FELLINI (In Search of Fellini, EUA, 2017, 1h43, 14 anos) Dir. Taron Lexton. Com Ksenia Solo, Maria Bello, Mary Lynn Rajskub. Lucy ama filmes e descobre os longas excêntricos de Federico Fellini, decidindo partir numa viagem pela Itália para encontrá-lo. Ponteio 2: 21h10(somente sábado)
(*) Sessões dubladas
estreias #SCREAMERS (#Screamers, EUA, 2017, 1h22, 14 anos) Dir. Dean Matthew Ronalds. Com Tom Malloy, Chris Bannow, Griffin Matthews. Tom e Chris, dois gurus da Internet, recebem um vídeo de uma menina num túmulo. Ao perceberem que a jovem é muito parecida com alguém que está desaparecida há alguns anos, eles decidem investigar o caso. Cidade 1: 17h, 19h, 21h Del Rey 5: 19h10 Del Rey 6: 17h20
ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE (Murder on the Orient Express, EUA, 2017, 1h54, 12 anos) Dir. Kenneth Branagh. Com Kenneth Branagh, Johnny Depp, Michelle Pfeiffer. Quando um terrível assassinato acontece em um luxuoso trem, todos os passageiros à bordo do vagão se tornam suspeitos da investigação do detetive Hercule Poirot. BH Shopping 6: 21h30 BH Shopping 8: 15h10, 18h, 20h40 Big Shopping 2: 14h10, 16h25, 21h (*) Boulevard 4: 14h, 16h20, 21h Cidade 3: 13h40(*), 16h(*), 18h20(*), 20h40 Contagem 3: 13h40(*), 16h(*), 18h20(*), 20h40 Del Rey 5: 14h20, 16h50, 20h50, 23h(somente sábado) Diamond 1: 13h, 15h40, 18h20, 21h Minas 5: 16h50, 19h, 21h15 (*) Monte Carmo 4: 14h10(*), 16h30, 18h50(*), 21h10 Pampulha 1: 14h20(*), 16h35, 18h55(*) e 21h10(*) Paragem 1: 13h40, 16h, 18h20, 20h40 Partage Shopping Betim 3: 13h15(*), 16h10(*), 18h45(*), 21h25 Pátio Savassi 6: 13h10, 15h50, 18h30, 21h15 e 23h55(somente sábado) Ponteio Premier: 14h, 16h20, 18h40, 21h (*) Sessões dubladas
COM AMOR, VAN GOGH (Loving Vincent, Reino Unido/ Polônia, 2017, 1h35, 12 anos) Dir. Dorota Kobiela, Hugh Welchman. Um jovem parte numa investigação aprofundada sobre a vida e a misteriosa morte de Vincent Van Gogh através das suas pinturas e dos personagens em suas telas. Belas 1: 14h, 15h50, 17h50, 19h50 Ponteio 3: 16h10, 21h
CROMOSSOMO 21 (Brasil, 2017, 1h31, 10 anos)
(The Mountain Between Us, EUA, 2017, 1h52, 12 anos) Dir. Hany Abu-Assad. Com Kate Winslet, Beau Bridges, Idris Elba. Perdidos após um trágico acidente de avião, dois estranhos precisam forjar uma conexão para sobreviver aos elementos extremos de uma remota montanha coberta de neve. BH Shopping 8: 12h20 Pátio Savassi 8: 23h35(somente sábado)
GOSTO SE DISCUTE
(*) Sessões dubladas
(*) Sessões dubladas
BONECO DE NEVE (The Snowman, Reino Unido/ EUA/ Suécia, 2017, 1h59, 16 anos) Dir. Tomas Alfredson. Com Michael Fassbender, Charlotte Gainsbourg, Rebecca Ferguson. Quando uma mulher desaparece, a única pista deixada para trás é um estranho boneco de neve. O detetive Harry Hole começa suas investigações e percebe que o crime parece obra de um serial killer. Pátio Savassi 1: 13h20 Pátio Savassi 8: 20h50 Ponteio 2: 14h10, 18h50
EXTRAORDINÁRIO (Wonder, EUA, 2017, 1h54, livre) Dir. Stephen Chbosky. Com Jacob Tremblay, Julia Roberts, Owen Wilson. Um menino com uma deformação facial enfrenta os desafios de iniciar seus ensinos em uma escola regular. Betim 3: 15h50, 18h20 (*) BH Shopping 4: 16h20(*), 19h20 Big Shopping 3: 18h25 (*) Boulevard 2: 14h30, 19h10 Cidade 2: 14h, 18h50 (*) Contagem 4: 14h, 18h50 (*) Del Rey 2: 13h30(*), 18h20 Diamond 2: 16h10 Diamond 3: 21h40 Diamond 5: 18h40 Itaú Power 2: 13h30 e 18h20 (*) Minas 2: 18h30 (*) Monte Carmo 3: 14h e 18h30 (*) Paragem 3: 14h, 18h30 Partage Shopping Betim 5: 16h20(*), 19h(somente sábado), 19h(*)(somente domingo) Pátio Savassi 1: 16h10, 18h50 e 21h25 Shopping Estação 6: 18h30, 21h15 (*) Shopping Norte 3: 18h25 (*) Via Shopping 4: 14h, 18h50 (*)
Partage Shopping Betim 5: 13h30, 21h45 (*) Pátio Savassi 3: 19h, 21h45 Pátio Savassi 4: 12h45, 15h30 (*) Shopping Norte 2: 18h20, 20h40 (*) Shopping Estação 4: 14h45 (*) Via Shopping 3: 13h20, 15h50, 18h20, 21h (*) Sessões 3D: Betim 1: 16h, 21h (*) BH Shopping 1: 12h05(somente sábado), 14h50, 17h35, 20h20 (*) BH Shopping 2: 12h50, 15h30, 18h15, 21h Big Shopping 1: 16h10, 18h30, 20h50 (*) Boulevard IMAX: 13h20, 15h50, 18h20, 20h50 Cidade 4: 13h(*), 15h35, 18h20(*), 20h45 Contagem 1: 15h50, 18h25(*), 21h(*) Del Rey 1: 12h50(*)(somente sábado), 13h30(*)(somente domingo), 15h20(somente sábado), 16h(somente domingo), 18h20(*)(somente sábado), 18h30(*)(somente domingo), 20h50(somente sábado), 21h(somente domingo), 23h10(somente sábado) Diamond 2: 13h30, 19h, 21h50 Itaú Power 5: 13h40(*), 16h10, 18h40(*), 21h10(*) Minas 1: 13h30(*), 16h(*), 18h30(*), 21h10 Monte Carmo 5: 21h (*) Paragem 5: 13h30, 18h30 (*) Partage Shopping Betim 1: 13h40, 17h35, 20h20 (*) Pátio Savassi 4: 18h15, 21h, 23h45(somente sábado) Pátio Savassi 5: 12h05, 14h50, 17h35, 20h20 Ponteio 3: 13h40, 18h30 Shopping Estação 3: 13h20, 16h, 18h45, 22h (*) Shopping Estação 4: 17h30(*), 20h30 Shopping Norte 1: 16h10, 18h30, 20h50 (*) Via Shopping 4: 16h20, 21h10 (*)
COLO (Colo, Portugal, 2017, 2h16, 14 anos) Dir. Teresa Villaverde. Com João Pedro Vaz, Alice Albergaria Borges, Beatriz Batarda. Em Portugal, uma família de classe média passa por grave crise financeira. O pai perde o emprego, a mãe acha uma segunda ocupação, mas anda sempre cansada, e a filha adolescente, negligenciada, começa a se rebelar. Belas 3: 21h20 Cine 104: 16h40(somente sábado)
Kenneth Branagh assina a direção do filme e interpreta o protagonista Hercule Poirot
Dir. Alex Duarte. Com Adriele Pelentir, Luís Fernando Irgang, Marisol Ribeiro. Vitória é uma moça com Síndrome de Down e leva uma vida completamente normal. Ela conhece o jovem Afonso, que não tem a deficiência, e inicia uma história de amor. Belas 3: 19h30
A ESTRELA DE BELÉM (*) (The Star, EUA, 2017, 1h26, livre) Dir. Timothy Reckart. Um pequeno e bravo asno chamado Bo anseia por uma vida melhor. Um dia ele encontra a coragem de se libertar e, junto de seus novos amigos, segue uma estrela e acaba se tornando herói acidental do primeiro Natal. BH Shopping 6: 12h30, 14h40, 16h50, 18h50 Big Shopping 4: 14h40, 16h40, 18h40 Boulevard 1: 13h40 e 15h20 Boulevard 2: 13h, 14h40 e 16h30 Cidade 6: 11h50(somente domingo), 13h20, 15h, 16h40 Contagem 5: 13h20, 15h e 16h40 Del Rey 4: 13h20, 15h, 16h40 (*) Diamond 3: 13h20, 15h20, 17h40, 19h40 Minas 3: 13h20 Minas 5: 13h30, 15h10 Pampulha 3: 14h15, 15h55, 17h35 e 21h05 Partage Shopping Betim 2: 12h50, 14h50, 17h20, 19h40 Pátio Savassi 8: 12h35, 14h40, 16h40, 18h40 Shopping Estação 5: 13h10, 15h10, 17h10 Shopping Norte 2: 14h05, 15h40 Via Shopping 1: 13h40, 15h20, 17h (*) Sessões dubladas
GABEIRA (Brasil, 2017, 1h15, livre) Dir. Moacyr Góes. Documentário sobre a trajetória do jornalista e político Fernando Gabeira. Com depoimentos de Armínio Fraga e Nelson Mota entre outros. Belas 1: 11h(somente sábado)(*) (*) Clube do professor. Necessário a comprovação do mesmo
JOGOS MORTAIS: JIGSAW (Jigsaw, EUA/ Canadá, 2017, 1h32, 18 anos) Dir. Michael Spierig, Peter Spierig. Com Matt Passmore, Callum Keith Rennie, Tobin Bell. Depois de uma série de assassinatos, todas as pistas levam a John Kramer, o assassino mais conhecido como Jigsaw, e ao fantasma de um homem morto há mais de uma década. BH Shopping 3: 13h50(*), 16h30, 18h40(*), 21h20 Boulevard 1: 17h, 19h, 21h Cidade 5: 12h(somente domingo), 15h, 17h, 19h, 21h (*) Contagem 2: 15h, 17h, 19h, 21h (*) Del Rey 6: 13h30, 15h20, 19h, 21h, 22h50 (somente sábado) Diamond 6: 14h30, 17h05, 19h20, 22h
Itaú Power 6: 14h50, 16h50, 18h50, 20h50 (*) Minas 3: 14h50, 16h50, 18h50, 20h50 (*) Monte Carmo 2: 14h50, 16h50, 18h50, 20h50 (*) Pampulha 2: 14h10, 16h, 17h50, 19h40, 21h30 (*) Partage Shopping Betim 6: 13h45, 16h, 18h30, 20h50(*) Pátio Savassi 7: 12h25, 15h, 17h20, 19h40, 22h10 Shopping Estação 2: 15h45, 17h50, 20h, 22h15 (*) Via Shopping 2: 13h20, 15h05, 19h15, 21h (*) (*) Sessões dubladas
MARIA – NÃO ESQUEÇA QUE EU VENHO DO TRÓPICOS (Brasil, 2017, 1h20, 10 anos) Direção: Francisco C. Martins. Uma investigação sobre Maria Martins, uma das maiores escultoras brasileiras, também celebrada por suas gravuras e textos. Belas 3: 17h50
MEU CORPO É POLÍTICO (Brasil, 2017, 0h52, 12 anos) Dir. Alice Riff. A partir da intimidade e do contexto social dos personagens, o documentário acompanha o dia a dia de quatro militantes LGBTQ que vivem na periferia de São Paulo. Cine 104: 19h(somente sábado), 20h40(somente sábado)
20h30
PATTI CAKE$ (Patti Cake$, EUA, 2017, 1h49, 16 anos) Dir. Geremy Jasper. Com Danielle Macdonald, Bridget Everett, Siddharth Dhananjay. Uma aspirante a rapper de Nova Jersey luta pela improvável glória no cenário do hip hop, enquanto também precisa ajudar a mãe, que passa por dificuldades. Belas 2: 19h30
THELMA (Thelma, Noruega/ França/ Dinamarca/ Suécia, 2017, 1h54, 16 anos) Dir. Joachim Trier. Com Eili Harboe, Ellen Dorrit Petersen, Henrik Rafaelsen. Após se mudar para Oslo, uma estudante norueguesa acaba descobrindo que tem poderes sobrenaturais alo se apaixonar por outra garota. Ponteio 2: 16h30, 21h10(somente domingo)
THOMAS E SEUS AMIGOS – VIAGEM AO DESCONHECIDO (Thomas & Friends: Journey Beyond Sodor, Reino Unido, 2017, 1h13, livre) Dir. David Stoten. Thomas vai para muito além de Sodor para ajudar um de seus melhores amigos, James. Na jornada ele irá conhecer e se aproximar de diversas outras pessoas, como Hurricane. Shopping Estação 2: 13h45 (sessão dublada)
em cartaz
OS PARÇAS (Brasil, 2017, 1h40, 14 anos) Dir. Halder Gomes. Com Tom Cavalcante, Tirullipa, Whindersson Nunes. Chantageados e enganados por um ambicioso trambiqueiro, Toinho, Ray Van, Pilôra e Romeu devem organizar uma festa inesquecível de casamento, sem nenhum dinheiro no bolso, caso não queiram lidar com o maior contrabandista de São Paulo, que é o pai da noiva. BH Shopping 9: 13h, 15h20, 17h40, 20h Big Shopping 3: 14h30, 16h30, 20h40 Boulevard 5: 15h20, 17h20, 19h20, 21h20 Cidade 8: 14h20, 16h30, 18h40, 20h50 Contagem 8: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30 Del Rey 7: 14h30, 16h30, 18h30, 20h30, 22h30(somente sábado) Itaú Power 1: 15h, 17h, 19h, 21h Minas 6: 14h30, 16h30, 18h30, 20h40 Monte Carmo 1: 14h40, 16h40, 18h40, 20h40 Pampulha 4: 15h20, 17h20, 19h20, 21h20 Paragem 4: 14h40, 16h40, 18h40 e 20h40 Partage Shopping Betim 7: 13h, 15h25, 17h50, 20h30 Pátio Savassi 2: 13h, 15h40, 18h05, 20h40 Shopping Estação 1: 14h15, 16h30, 19h, 21h30 Shopping Norte 3: 14h30, 16h30, 20h40 Via Shopping 5: 14h30, 16h30, 18h30,
AS AVENTURAS DO CAPITÃO CUECA – O FILME (Captain Underpants: The First Epic Movie, EUA, 2017, 1h29, livre) Dir. David Soren. Jorge e Haroldo são amigos inseparáveis. Quando são ameaçados de serem separados da turma, Jorge usa um anel hipnótico contra o diretor, que faz com que ele obedeça a todas as suas ordens, e decide transformá-lo no Capitão Cueca. Paragem 2: 16h50
BARREIRAS (Barrage, Luxemburgo/ Bélgica, 2017, 1h50, 12 anos) Dir. Laura Schroeder. Com Lolita Chammah, Isabelle Huppert, Thémis Pauwels. Catherine volta para Luxemburgo para se reconciliar com sua filha Alba, que ela deixou com sua mãe Elizabeth dez anos atrás. Alba e Elizabeth são frias e distantes, então Catherine leva Alba numa viagem para um lago no norte. Belas 1: 21h40
BIG PAI, BIG FILHO (*) (The Son of Bigfoot, Bélgica, 2017, 1h32, livre) Dir. Ben Stassen, Jérémie Degruson. Adam, um adolescente solitário dotado de superpoderes, decide sair em busca de seu pai. Betim 3: 13h50 BH Shopping 5: 14h20, 16h40
DEPOIS DAQUELA MONTANHA
(Brasil, 2017, 1h30, 12 anos) Dir. André Pellenz. Com Cássio Gabus Mendes, Gabriel Godoy, Kéfera Buchmann. Um chef perde o paladar quando precisa fazer um novo cardápio para conquistar a jovem e bela gerente de seu restaurante. Betim 2: 15h, 16h50, 18h40, 20h30 Contagem 7: 14h50, 18h50
LOLA PATER (Lola Pater, França/ Bélgica, 2017, 1h35, 14 anos) Dir. Nadir Moknèche. Com Fanny Ardant,, Nadia Kaci, Tewfik Jallab. Após a morte de sua mãe, o jovem Zino, de 27 anos, decide procurar por seu pai, que há 25 anos abandonou a família e voltou para a Argélia. Porém, Zino descobre que o pai nunca voltou para o seu país natal, e que agora se chama Lola. Ponteio 4: 14h20
LYGIA, UMA ESCRITORA BRASILEIRA (Brasil, 2017, 1h15, 12 anos) Dir. Hélio Goldsztejn. Documentário sobre a vida de Lygia Fagundes Telles. A trajetória pessoal e profissional dessa escritora brasileira desde a década de 1940 até os dias de hoje. Belas 3: 16h
LIGA DA JUSTIÇA (Justice League, EUA, 2017, 2h01, 12 anos) Dir. Zack Snyder. Com Ben Affleck, Gal Gadot, Henry Cavill. Um grupo de super-heróis se forma com a missão de proteger o mundo. Betim 1: 13h30, 18h30 (*) BH Shopping 5: 19h, 21h45 BH Shopping 7: 17h01 Big Shopping 2: 18h40 (*) Big Shopping 5: 16h10 e 20h25 (*) Boulevard 3: 13h30, 16h05, 18h40, 21h15 Cidade 7: 13h30, 16h, 18h35, 21h10 (*) Contagem 6: 14h(*), 16h20(*), 18h40(*), 21h10 Del Rey 3: 13h, 15h30, 18h, 20h30, 22h50 (somente sábado) Diamond 4: 15h(*), 18h, 20h45, 22h Itaú Power 3: 13h30, 16h, 18h30, 21h (*) Minas 4: 13h10, 15h45, 18h20, 21h (*) Monte Carmo 6: 13h30, 16h, 18h30 (*) Pampulha 6: 14h25, 16h45, 19h05, 21h25 (*) Paragem 2: 21h10 Paragem 5: 15h50, 21h05 Partage Shopping Betim 4:18h15, 21h (*)
NÃO DEVORE MEU CORAÇÃO (Brasil, 2017, 1h46, 14 anos) Dir. Felipe Bragança. Com Cauã Reymond, Adeli Gonzales, Eduardo Macedo. Joca, jovem de 13 anos, descobre o amor quando conhece Basano, uma menina paraguaia. No entanto, para conquistá-la, ele passará por dificuldades, especialmente na relação com seu irmão, Fernando, que pertence a uma gangue de motociclistas. BH Shopping 7: 14h30, 22h15 Boulevard 5: 13h20
ON YOGA: ARQUITETURA DA PAZ (On Yoga: The Architecture of Peace, Brasil/ Índia/ China/ EUA, 2017, 1h17, livre) Dir. Heitor Dhalia. Dhalia registra a busca de uma década do fotógrafo Michael O’Neill por conhecer melhor os principais gurus e mestres de ioga em atividade, incluindo encontros com pensadores, médicos e iogues, e passagens pelo Festival Internacional de Yoga, em Rishikesh, e o Mela Festival Kumbha, em Haridwar. Belas 2: 14h10
PAI EM DOSE DUPLA 2 (Daddy’s Home 2, EUA, 2017, 1h38, 12 anos) Dir. Sean Anders. Com Will Ferrell, John Lithgow, Mark Wahlberg, Mel Gibson. Após resolverem suas diferenças, Brad e Dusty precisam agora lidar com uma nova situação complicada: a súbita aparição de seus pais, que possuem comportamentos bem diferentes. BH Shopping 10: 13h40(somente sábado), 17h10, 19h50 (*) Big Shopping 5: 14h15, 18h25 (*) Boulevard 4: 18h40 Cidade 6: 18h20, 20h30 (*) Contagem 5: 18h20, 20h30 (*) Del Rey 4: 18h20, 20h40 Diamond 5: 13h50, 16h20 (*) Itaú Power 4: 18h20, 210h30 (*) Monte Carmo 3: 16h20 Pampulha 5: 14h30, 19h (*) Paragem 3: 16h20, 20h50 (*) Partage Shopping Betim 4: 13h25, 15h50 (*) Pátio Savassi 3: 14h15, 16h35 (*) Shopping Estação 5: 19h15, 21h45 (*) Shopping Norte 5: 14h35, 16h35, 18h35 (*) (*) Sessões dubladas
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CINEMA Mumia chega à sua 15ª edição Com chamarizes como a presença do cartunista Allan Sieber e do cineasta Otto Guerra, a “Mostra Udigrudi Mundial de Animação”, ou simplesmente “Mumia”, chega à sua 15ª edição com uma programação para cinéfilo algum botar defeito. Até o dia 22 de dezembro, a grade contempla a exibição de 180 filmes provenientes de 35 países. Ao todo, são mais de cem eventos – entre sessões, oficinas e encontros com os realizadores. No caso das exibições, Patrícia Cassese
são duas mostras mineiras, seis nacionais e 12 internacionais, totalizando 97 sessões, além de sessões com áudio-descrições para deficientes visuais. À frente da iniciativa, Sávio Leite lembra que, neste ano, a 15ª edição coincide com o marco dos cem anos da animação brasileira – a referência é a exibição do filme “O Kaiser”, de Seth, pseudônimo de Álvaro Marins. Na programação, o idealizador do Mumia celebra, por exemplo, a vinda do já citado Otto Guerra. Neste domingo (3), às 19h, o gaúcho vai conversar com o público sobre sua mais recen-
te empreitada, o longa “Piratas do Tietê”, baseado nos quadrinhos da cartunista Laerte Coutinho. “Tivemos a oportunidade de assistir e é muito interessante, pois parte do desenho, mas passa pela troca de identidade dela”, conta Sávio, referindo-se à transição de gênero pela qual a também chargista passou. O também gaúcho Allan Sieber, por sua vez, conversa com o público na quarta (6), a partir das 18h, na Casa do Jornalista, sobre sua provocativa produção artística. Um dia antes, Sieber terá uma Mostra Especial, no Sesc Palladium, a partir
das 21h. “A gente considera os filmes dele bem a cara do Mumia”, diz Sávio. BH 120 ANOS Cumpre dizer que o Mumia também entra no bojo das comemorações dos 120 anos da cidade. Entre as atividades inseridas neste escaninho, estão a exibição à noite, em dias específicos (a saber, 5, 7, 9, 10, 16 e 19), na Praça da Liberdade, de uma seleção de filmes que retratam Belo Horizonte como a capital do cinema de animação underground. A tela será a fachada digital do Espaço do Conhecimento UFMG. “Uma outra coisa que
acho interessante pontuar é o lançamento do livro ‘Trajetória da Animação Brasileira’, da (designer e historiadora) Ana Flávia Marcheti”, referindo-se ao evento que acontece na Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, às 15h do dia 12. No quesito oficinas, haverá, por exemplo, a de “Animação de Sombras” com Wilson Lazaretti (SP), bem como a de formatação de projetos para animação “Da Cabeça ao Papel”, com Fernando Timba (SP). Já a mineira Giuliana Danza ministra a oficina de Animação Stop Motion. Quiá Rodrigues (RJ)
dará a oficina “Bonecos Animados”, que, no entanto, já está esgotada. Para os que não ligaram o nome à pessoa, ele é o responsável pelos “cavalinhos do ‘Fantástico’”. Em tempo: além dos espaços já citados, a mostra Udigrudi ocupa, ainda, o Cine Humberto Mauro, MIS Cine Santa Tereza, Instituto Undió, Cineclube Joaquim Pedro de Andrade, PUC São Gabriel, C.A.S.A e Viaduto das Artes.
> Mumia
Mostra Udigrudi Mundial de Animação. Até 22/12. Vários espaços da cidade. Entrada franca. Programação completa em: www.mostramumia.blogspot.com FOTOS MUMIA/DIVULGAÇÃO
Allan Sieber tem seus filmes passados em revista
em cartaz (continuação) PICA-PAU – O FILME (*) (Woody Woodpecker, EUA, 2017, 1h24, livre) Dir. Alex Zamm. Com Timothy Omundson, Graham Verchere, Thaila Ayala. O vigarista Lance Walters e sua namorada Brittany estão determinados a construir a sua grande casa dos sonhos, mas, para isso, precisam derrubar a casa do Pica-Pau, que promete não deixar barato. Itaú Power 4: 16h30 Paragem 2: 15h (*) Sessões dubladas
POR QUE VIVEMOS? (Nazeikiru: Nennyo Shounin to Yozaki Enjou, Japão, 2017, 1h26, 12 anos) Dir. Hideaki Oba. No Japão da era feudal, um jovem camponês vive com sua esposa grávida. Quando ela falece em um acidente, ele não sabe lidar com a perda e decide participar da palestra de um monge budista. Belas 2: 14h, 15h50, 17h40
UMA RAZÃO PARA VIVER (Breathe, Reino Unido, 2017, 1h57, 12 anos) Dir. Andy Serkis. Com Andrew Garfield, Claire Foy, Diana Rigg. A história real de Robin, um homem brilhante e aventureiro, que ficou paralisado por conta da poliomelite. Mas, ele e sua esposa, Diana, contra todos os conselhos, e se recusam a ser aprisionados pelo sofrimento. BH Shopping 10: 13h40(somente domingo)
RÚCULA COM TOMATE SECO (Brasil, 2017, 1h30, 14 anos) Dir. Arthur Vinciprova. Com Arthur Vinciprova, Camila Amado, Juliana
Paiva. Depois de ficarem separados por um tempo, Pablo e Suzana acabam se reencontrando num motel. É aí que começam a conversar e questionar os motivos que levaram ao fim do relacionamento. Contagem 7: 16h50, 20h50
Da Espanha vem “Bruxarias”, da diretora Virginia Curiá
Minas 2: 16h20 (*) Paragem 2: 18h40 Via Shopping 2: 16h50 (*) Big 4: 20h40 (*) Norte 5: 20h35 (*) Estação BH 6: 12h50, 15h30 Monte Carmo 3: 21h Pampulha 5: 16h30, 21h (*) Partage Shopping Betim 2: 22h (*)
A TRAMA (L’Atelier, França, 2017, 1h53, 14 anos) Dir. Laurent Cantet. Com Marina Foïs, Matthieu Lucci, Warda Rammach. É verão em La Ciotat, na França. O agressivo e provocador Antoine aceita participar de uma oficina de escrita, onde alguns jovens deverão desenvolver um romance policial sob a tutoria da escritora Olivia Dejazet. Belas 2: 21h30
VICTORIA E ABDUL – O CONFIDENTE DA RAINHA (Victoria And Abdul, Reino Unido/ EUA, 2017, 1h52, 10 anos) Dir. Stephen Frears. Com Judi Dench, Ali Fazal, Eddie Izzard. A rainha Victoria constrói uma improvável amizade com um jovem indiano chamado Abdul Karim. Baseado no romance de Shrabani Basu. Diamond 5: 21h30 Ponteio 4: 16h30, 18h50, 21h10
THOR: RAGNAROK (Thor 3: Ragnarok, EUA, 2017, 2h10, 12 anos) Dir. Taika Waititi. Com Chris Hemsworth, Cate Blanchett, Tom Hiddleston. Thor está preso do outro lado do universo. Ele precisa correr contra o tempo para voltar a Asgard e parar Ragnarok, a destruição de seu mundo, que está nas mãos da poderosa e implacável vilã Hela. Betim 3: 20h50 (*) Boulevard 1: 21h20 Cidade 2: 16h20, 21h10 (*) Contagem 4: 16h20, 21h10 (*) Del Rey 2: 20h40 Itaú Power 2: 15h50, 20h40
Sessões 3D: BH Shopping 4: 13h20, 22h Boulevard 2: 16h40 Del Rey 2: 15h50 Minas 2: 21h (*) Pátio Savassi 5: 23h10(somente sábado) (*) Sessões dubladas
mostras FORUMDOC (*) Neste sábado (2) Humberto Mauro 15h Imagens do Antropoceno: “Let us persevere in what we have resolved before we forget (Vamos perseverar no que temos antes que nos esqueçamos)”, de Ben Russel / “Natural History (História Natural)”, de James Benning. 19h Sessão Especial: “Wai’a Rini”, de Divino Tserewahú. 21h15 Contemporânea Internacional “El Mar La Mar (O Mar A Mar)”, de Joshua Bonnetta, J.P. Sniadeck. Domingo (3) 15h Contemporânea Brasileira: “Luiza”, de Caio Baú; “Abissal”, de Arthur Leite; “Piragui - A Dona dos Peixes”, de Luiza Calagian; “O Cavalleiro”, de Elyseu, Iulik Lomba de Farias. 17h Contemporânea Internacional: “Los (De)pendientes (Os (De)pendentes)”, de Sebastian Wiedemann; “Cuatreros (Ladrões de gado)”, de Albertina Carri. 19h Contemporânea Brasileira: “Em Busca de Lélia”, de Beatriz Vieirah;
“Baronesa”, de Juliana Antunes. Sessão comentada. 21h Sessão Especial: “Homem-Peixe”, de Clarisse Alvarenga. Sessão comentada.
HISTÓRIA PERMANENTE DO CINEMA (*) Quinta-feira (7) 17h “Piconzé” (BRA, 1972, 1h15, Livre) Dir. Ypê Nakashima (*) Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Entrada gratuita
MUMIA – MOSTRA UDIGRUDI MUNDIAL DE ANIMAÇÃO (*) Confira a programação completa e outras atividades da mostra em: mostramumia.blogspot.com.br/ Neste sábado (2) 15h Infantil 1: Curtas: “Musicidio”, de Ferriol Tugues; “Sayounara”, de Débora Mini; “Flipbooks Camelô Camelo”, de Raquel Piantino; “Sério”, de Ana Gusson; “Fonte da Tristeza”, de Samira Daher; “Diário de Areia”, de Isadora Morales Chavez; “Limonada”, de Raquel Piantino; “Guaiamum”, de Guilherme Pam; “Insonia”, de Talessak; “O Projeto do Meu Pai”, de Rosaria. 16h “História antes de uma história (BRA, 2013, 1h18) Dir. Wilson Lazaretti. 18h Mineira 1: Curtas: “O Segredo do Garnet Azul”, de Guilherme Teresani; “A Primeira Flauta”, de Simon Brethé e Ricardo Poeira; “O Lobo É o Lobo”, de JJ Ribeiro; “Guaiamum”, de Guilherme Pam / “AAAAAAAAAAAAHhhh”, de Ramon Coelho Braga; “Uma Cidade com Muitas Câmeras”, de Alessandro Driê; “Millie”, de Israel Dilean; “Na Lua”, direção coletiva; “Marcellas”, direção coletiva; “As Aventuras do Chauá”, direção coletiva; “Diário de Areia”, de Isadora Morales Chavez; “Cheiro”, de Rosa Matheus Teixeira; “A Doida”, de Svetlana Filippova; “Nimbus,
“Torrey Pines” será exibido em várias sessões da Mostra
o Caçador de Nuvens”, de Marco Nick. 20h Mineira 2: Curtas: “Fonte da Tristeza”, de Samira Daher; “O Universo de Manoel “, de Leandro Silveira; “Urutau”, de João Galvão; “Bili com Limão Verde na Mão”, de Rafael Conde; “Sayounara”, de Débora Mini; “Tudo se Transforma”, de Robson dos Santos; “Cheiro de pitanga”, de Jackson Abacatu; “O Conto do Burro Amarelo”, de Daiana Mendes; “Bixera”, de João Galvão. Domingo (3) 15h30 “Bruxarias” (ESP, 2015, 1h16) Dir. Virginia Curia. 16h30 Nacional 1: Curtas: “O Projeto do Meu Pai”, de Rosaria; A Orelha Encantada ou Alma de Gato”, de Paulo Leonardo; “Animais”, de Guilherme Alvernaz; “A Mulher dos 3 Desejos”, direção coletiva; “O Mal”, de Carlon Hardt; “A Árvore de Humberto”, direção coletiva; “O Caçador de Árvores Gigantes”, de Anttonio Pereira. 17h30 Nacional 2: Curtas: “Quando os Dias Eram Eternos”, de Marcus Vinícius Vasconcelos; “Bééé!!!”, de Luana Esquerdo e Arthur Braga; “Dinossauro Rex”, direção coletiva; “Flipbooks Camelô Camelo, de Raquel Piantino; “Marcianos Invadem a Terra”, de Weslle Fellippe de Araujo; “Caminho dos Gigantes”, de Alois Di Leo. (*) Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3270-8100). Entrada gratuita
CLÁSSICOS FESTIFRANCE (*) Neste sábado (3) 17h Curtas “O Amor Existe”, de Maurice Pialat / “Zero de Conduta”, de Jean Vigo. 18h30 “O Boulevard do Crime (FRA, 1945, 3h10, 14 anos) Dir. Marcel Carné. (*) MIS Cine Santa Tereza (rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza, 3277-4699). Entrada gratuita
CINEFOOT (*) Mostra traz filmes dedicados ao futebol, homenagens especiais, além de histórias que marcaram o Mineirão. Neste sábado (3) 10h Mostra Minas: Curtas: “Paixões”, de Larissa Kumpel e Renan Damasceno / “Veterana Paixão e Glória”, de Filipe Vilela Martins, Gabriela Mucin Uliana e Camilo Barbosa / “Eterno, um Capítulo Incontestável”, de Gustavo Nolasco e Leo Souza / “Anderson”, de Rodrigo Meireles. 11h Tour especial pelo Mineirão com os convidados homenageados Osvaldo Reis “Pequetito” e Toninho Cerezo (*) Auditório do Museu Brasileiro do Futebol - Mineirão (av. Coronel Oscar Paschoal, s/nº, portão G2, Mineirão, 3499-4312/ 4304). Entrada gratuita
CINELIXO (*) Terça-feira (5) 20h “A Hora Vagabunda”, de Rafael Conde; “Curra Urbana”, de Tiago Mata Machado; “É proibido jogar futebol no adro desta igreja ou o retrato de um artista enquanto jovem diante do século XXI e de tudo mais ou Tratado de dissipação , princípio de redução”, de Sávio Leite (*) Cine 104 (pça. Rui Barbosa, 104, centro). Entrada gratuita
FITA (*) Mostra itinerante do coletivo Cinefronteira Terça-feira (5) 19h30 Mostra Aloysio Raulino: “E” (SP), “Cumieira” (PB); “Entremundo” (SP); “Na Missão, com Kadu” (MG) (*) Centro Cultural Lá da Favelinha ( r. Argemiro Rezende Costa, 191, Novo São Lucas). Entrada livre e gratuita
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pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 2 a 8 de dezembro de 2017
estilo CALOR>Às vésperas do verão, homens ganham opções frescas e casuais para aproveitar a estação RICHARDS/DIVULAÇÃO
Pode vir
A marca Richards investe em tons candy, também chamados ‘pastel’ para o alto verão
quente Não é um clichê escrever que o verão é a estação mais esperada do ano: é um fato. Quando o sol fica mais forte, o humor das pessoas parece mudar, surge uma vontade de aproveitar o dia e, junto, as possibilidades da moda se transformam. A cada ano, elas são atualizadas e, já faz tempo, não só as mulheres são contempladas. Para esta temporada, os homens também têm diferentes opções no closet, mas duas parecem se destacar: a calça cropped, aquela mais curta, que deixa os tornozelos ou as meias à mostra, e os tons candy ou pastel. “O tom pastel fica incrível combinado a outro tom do mesmo tipo. Cremes, rosa-bebê, azuizinhos, amarelozinhos e verdeclaro conferem looks que remetem a um frescor vintage. Um look total monocromático em tom pastel fica moderno e é supertendência”, ensina o stylist mineiro Rodrigo Polack, responsável pela produção de famosos como a cantora Cláudia Leitte e o blogueiro Hugo Gloss. Prestes a estrear seu pri-
VR COLLEZION/DIVULGAÇÃO
Aline Gonçalves
Combinar um tom pastel aberto com outro mais fechado é uma boa dica para quem quer inovar e não tem medo, como mostra esta combinação da VR Collezioni
meiro programa na TV de dicas de moda, ao lado de Chris Flores (a série “5 Looks”, no canal Discovery Home & Health, vai ao ar no primeiro semestre de 2018), Polack sugere situações nas quais se pode contar com o candy. “Ele vai do escritório, em dias quentes, ao fim de semana, com peças como short de alfaiataria e camisa de linho. Uma linguagem muito atual sao os tons monocromáticos, como um rosa-bebê na parte de cima e um rosa um pouco mais fechado embaixo, mas esse é um look ainda mais moderno: é preciso personalidade para ‘segurar’”, afirma. O consultor de moda e apresentador do “Esquadrão da Moda”, do SBT, Arlindo Grund é pessoalmente fã dessas cores e dá outras dicas. “Elas podem ser combinados com opções neutras, com o jeans, por exemplo. Como o tom pastel passa tranquilidade, para usar no escritório é preciso uma camisa bem cortada
e cuidado com os paletós, porque podem passar um certo ar de romantismo e fragilidade na hora errada”, observa. O relações públicas Phillip Martins, por exemplo, prefere cores mais sóbrias para o trabalho, especialmente o preto. A situação é bem diferente na hora do lazer. “Em momentos ‘relax’ uso cores mais frias e candy, como amarelo, verde, rosa seco. Acho que elas têm a ver com isso e com o sol”, afirma. Uma das marcas que aderiu à proposta candy é a Richards, conforme explica a porta-voz Paula Fernandes, gerente de estilo. “Camisas de linho podem ser combinadas com blazers e calças chino, criando um visual que mescla características elegantes e, ao mesmo tempo, despojadas. Outra proposta é combinar tons suaves em diferente peças no mesmo look, como, por exemplo, calça amarela com uma camisa de linho azul, ambas em to-
nalidades claras”, comenta. A VR Collezioni também têm opções nessa seara. “As camisas lisas e as calças chino azul e em tons ‘foncés’ são peças versáteis para criar o visual sem sair tanto da zona de conforto. Só cuidado com peças que possam ter características infantilizadas. Combine as cores suaves com tons pesados, como os terrosos”, explica o diretor criativo da VR Collezioni, diz Luiz Monteiro. O sócio-proprietário do Clube das Marcas, multimarcas de BH, Miguel Andreola, também defende a proposta para o verão, já que a ideia deixa a produção masculina com a cara da estação, diz ele. “Para aqueles que desejam arriscar sem sair da zona de conforto, calças chino azul, branca, nude ou salmão com blusas lisas e claras são ótimas pedidas. Duas dicas importantes: evite misturar cores vibrantes e fuja do preto em alguma das peças”, ensina.
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pampulha jornalpampulha.com.br BELO HORIZONTE 2 a 8 de dezembro de 2017 HENRIQUE GUALTIERI/DIVULGAÇÃO
Calça cropped deve ganhar força Queridinha dos descolados já há alguns meses, a calça cropped deve ganhar ainda mais espaço por causa do verão. “Sempre foi cool, mas o que ficava limitado aos europeus e aos desfiles, aos poucos, ganha as ruas do Brasil. Infelizmente, por aqui ainda é uma tendência mal vista, por puro preconceito”, diz o stylist Rodrigo Polack. Para ele, a calça com o comprimento mais curto pode ser usada tanto em looks casuais, com sandálias ou tênis, como em outros mais sofisticados, com sapatos sociais sem meia. Com peças de alfaiataria, elas tiram o estilo sisudo do costume. “Para quem não quer encarar uma calça já nesse comprimento, pode fazer algumas dobras finas na barra, deixando de dois a três dedos de canela de fora”, ensina. Os homens mais baixos podem e devem usá-la, desde que a
modelagem seja slim, porque passam a ideia de alongar a silhueta. É exatamente o objetivo do relações públicas Phillip Martins ao aderir ao modelo. “Eu não sou muito alto, então sinto que ela me alonga. Aliás, sempre achei jeca deixar a calça sobrando lá embaixo”, diz. Para calçados, Martins varia. “Uso com meia aparecendo ou sapato esportivo sem nada. Também gosto de colocar um chinelo ou até um mule, que é supertendência”, diz ele. O consultor de moda e apresentador do “Esquadrão da Moda”, do SBT, Arlindo Grund aposta no modelo há algum tempo, sobretudo em ambientes mais descontraídos. “Gosto das calças curtas em jeans ou em tecidos mais encorpados e texturizados. Traz um ar moderno e descolado ao visual. Se a pessoa vai usar um terno moderno com calça curta e tem a ver com o estilo de-
la vá em frente”, diz. Para combinar, pode-se optar pelas meias coloridas, outro hit entre os homens. “As meias coloridas foram os primeiros acessórios com personalidade que a maioria dos homens brasileiros começou a usar. Para misturar com uma calça cropped é preciso muito estilo e segurança”, conta ele que lança, neste mês, o livro “As Armadilhas da Moda”. Em relação aos tipos de calçados que mais combinam com a calça cropped, Hans Saraiva, sócio-proprietário da We Basic, marca mineira, ensina que o ideal é dar preferência aos sneakers, para um look mais descolado, e calçados como o iate ou os mocassins tradicional e loafer, por fazerem uma composição mais harmônica com o estilo de calças, além de serem mais abertos e deixarem os pés mais frescos e ventilados. (Aline Gonçalves)
INSTAGRAM/REPRODUÇÃO LEO FONTES
OUTRAS NOVIDADES DA ESTAÇÃO
O consultor de estilo Arlindo Grund adora tons claros e os usa para apresentar seu programa
Variedade Para o diretor criativo da VR Collezioni, Luiz Monteiro, o uso do sportswear com a alfaiataria, tendência internacional, veio para ficar no verão. Ele também cita costumes, paletós e calças de alfaiataria de malha; camiseta e polos de algodão pima, além de camisas, bermudas e paletós de linho como apostas da estação. Colorido Estampas geométricas e florais em cores mais vibrantes aparecem na coleção da Richards para o período. O linho está em destaque e pode ser combinado a jeans, calças chino e também com bermudas. Apostas Para o stylist Rodrigo Polack, algumas tendência serão fortes neste período, como o all white, já sucesso entre as mulheres, além de listras verticais, sandálias, logomania, mini-shorts e peças cor-derosa. Tecido “Para este verão as peças mais amplas, como camisetas e moletons, usadas com peças de alfaiataria estarão em alta, além do linho como tecido da temporada e as cores mais ‘açucaradas’”, diz o consultor de moda Arlindo Grund.
O relações públicas mineiro Phillip Martins usa, em momentos de lazer, cores candy, calça cropped e até mesmo mule
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vida leve
Laura Medioli laura@otempo.com.br
Que mundo é este? HÉLVIO
o último sábado, fui parada numa blitz. E n quanto aguardava a verificação dos meus documentos, um jovem motociclista com alguém na garupa, ignorando os policiais que o pediram para parar, acelerou e saiu em disparada. Imediatamente, uma das viaturas correu atrás. Claro, 99% de chance de ele ter culpa no cartório: ou a moto é roubada, ou tem a ficha suja, enfim, coisa boa, com certeza, não é. Quase ao mesmo tempo, um motorista dirigindo apressado parou pedindo socorro aos policiais. Ele acabara de presenciar um assalto bem próximo ao Shopping Contagem, onde nos encontrávamos. A segunda viatura, assim feito a primeira, saiu acelerada. A policial que me atendia, rapidamente, devolveu minha carteira para sair em busca do assaltante. Assim, me vi assim sozinha e abandonada entre cones e balizas de sinalização. Enquanto recolocava os documentos dentro do plástico, olhei para os la-
N
dos e, por precaução, fechei o vidro. O negócio está tão feio que decidi não ficar ali de bobeira. Antes de sair, vejo voltar a primeira viatura. Perguntei se haviam pegado o sujeito da moto, e eles, com cara de decepcionados, disseram que não. Arranquei e fui embora, pensando: que mundo é este que estamos vivendo? No dia seguinte, os jornais em letras garrafais expunham a criminalidade sem limites. Dessa vez, a morte de duas adolescentes de periferia, de 16 e 17 anos, uma executada com nove tiros na cabeça, e outra, com três. O motivo, descoberto pelo testemunho de uma terceira garota, que escapou, foi o de “não ter transado” durante a orgia regada a bebida e drogas com delinquentes e representantes do submundo da política. A desgraça dessas situações, cada vez mais frequentes, virou rotina no Brasil. Violência, tráfico, corrupção, exageros comportamentais. Medo de um lado, indiferença e crueldade do outro. E nos damos conta de que a garotada envolvida nesse mundo perverso é dizimada antes dos 30 anos. Morrem antes da hora,
desgraçando mães desesperadas, que começam a chorar pelo filho drogado e continuam chorando pelo assassinado ou preso numa cela imunda. Um terror constante e abismal. No outro dia, liguei para
o pedreiro para tratar de uma obra em casa. O telefone estava fora de área. Ao chegar, ele me conta o ocorrido. Acabara de ser assaltado dentro do ônibus, levaram seu celular e carteira juntos. Dele e de todos os passageiros provenientes de
Ribeirão das Neves, onde mora. Na manhã seguinte, acompanhei meu marido a uma cerimônia da PMMG em Betim, onde ele, como prefeito, e vários membros da corporação foram homenageados. Sei que dentro da
polícia, assim como em todas as instituições, também existem abusos e as chamadas “maçãs podres”, mas é injusto generalizar, como algumas pessoas gostam de fazer, pois ali vejo um número muito maior de heróis que de abusados, nem sempre reconhecidos pela população. Heróis que põem suas caras a tapa, ou a tiro, numa luta desigual com a bandidagem. Confesso que a cerimônia, mesmo longa, me emocionou. Discursos em que foi ressaltada a preocupação com a educação infantil – base de tudo – e a importância da escola integral, absorvendo essa juventude que, no lugar de estar na rua, sendo presa fácil para a criminalidade, dedica seu tempo ao esporte, à aprendizagem e ao reforço escolar. O problema da violência é complexo, e a educação, a meu ver, é uma das melhores saídas para contê-la. Uma “arma” do bem, contra um mal que dia a dia vem dizimando grande parte da nossa juventude. Laura Medioli também escreve, aos Domingos, no caderno TEMPO LIVRE, de O TEMPO
WIlha da Madeira. Capital reúne história e réveillon de arromba. Páginas 4 e 5
pampulha YASUYOSHI CHIBA/AFP
WCasal Mil. Macaé é novo destino com bom custo no litoral do Rio. Página 12
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BELO HORIZONTE Sábado 2/12/2017
Adeus, 2017! Selecionamos 12 festas em destinos nacionais com incríveis paisagens naturais – e ritmos variados – para você terminar 2017 em grande estilo; no exterior, destacamos Funchal, Sidney, Edimburgo, Nova York e Londres Páginas 4a 10
W2 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
paulo campos
Acompanhe as dicas de Paulo Campos no programete Super Viagem, de segunda a sexta-feira, às 10h33, no Manhã Super
paulocampos@otempo.com.br
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sala vip (I)
A quarta edição da campanha Azul da Cor do Mar FOTOS EDY FERNANDES;/DIVULGAÇÃO
Pelo quarto ano consecutivo, a Azul Viagens, lançou a campanha Azul da Cor do Mar, que premia as agências que mais venderam pacotes da operadora para os destinos de Alagoas, entre eles a capital Maceió. O evento, que passou pelas cidades de Campinas e São Paulo na semana passada, aterrissou em Belo Horizonte no último dia 23, em evento para convidados na churrascaria Adega do Sul. A campanha, promo-
vida em parceria com a Secretaria Municipal de Turismo (Semtur), a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (AbihAL) e a Luck Receptivos, pretende premiar os 30 maiores vendedores do destino Maceió entre o período de 21 de novembro de 2017 a 21 de junho de 2018 com uma viagem para a capital alagoana. O evento da premiação acontecerá em agosto de 2018.
Adriana Peixoto (Oásis Turismo), Michele Santos (My Way), e da equipe da operadora Azul Viagens, Débora e Fabiana Oliveira
O casal da agência FlyVip Viagens e Turismo, do bairro Jaraguá, na Pampulha, a querida Ana Paula Chagas e Wismar Dabess
Juliana Soares (Oliveira’ s Tour) ,Rodney Gosling (Maceió Atlantic), Agatha Nascimento (Master) e Sheila Souza (Flap)
Rafaela Souza e Vanessa Mariani e Ariel, Adriana e o simpático diretor Hotoniel Drumond, da agência HD Turismo
O quarteto de agentes da São José Viagens, Jackson Marques, Rosiane Saliba, Tarsila Reis e Andrey Barbosa
Juliana Estrella, Gisele Mendonça e Jussara Mendes (Polo)
Caroline Borges, Isabel Alves, Lua Oliveira e Jaqueline Silva (SR Viagens)
Juliana Machado e Danielle Calcanti (Ibiza) e Fernando Filaho (Girotur)
check-in/check-out W FABRÍCIO BERGER/DIVULGAÇÃO
Fabrício Berger,
executivo de contas da Vital Card em Minas, e o atleta Sidney Costa, tricampeão brasileiro de squash
Torneio de squash (I) A Vital Card, por meio do executivo de contas em Minas, Fabrício Berger, e do diretor Luciano Bonfim, pretende investir no esporte amador, patrocinando torneio amador de squash, que acontece no período de 14 a 16 de dezembro na Winner Squash e Tenis, localizada no bairro Estoril, em Belo Horizonte. O torneio já tem 40 inscritos, entre atletas e iniciantes.
Roadshow Visit.Rio
Novos uniformes (I)
Novos uniformes (II)
No dia 5, Belo Horizonte vai receber o roadshow Visit.Rio. Promovido pelo Rio Convention & Visitors Bureau, a ação será realizada às 18h, no Bar Ideal (rua Sergipe, 1.187), a partir das 18h. O roadshow apresentará a mobilidade urbana, os novos atrativos, a infraestrutura para congressos e eventos e o novo parque hoteleiro. Interessados em participar devem enviar e-mail para gerenciadeturismo@rcvb.com.br. As vagas são limitadas.
O resort Costa Brasilis e a Pousada Corsário, de Santo André (BA) – ambos administrados pela Samadhi Hotels –, estrearam os novos uniformes assinados pela estilista Cláudia Guerra, da SanChef. Cada departamento ganhou modelos especialmente pensados nas atividades executadas diariamente pelos colaboradores dos empreendimentos.
Elegantes e bonitos, os tons das estampa e das cores escolhidas para os uniformes têm um toque tropical. A preocupação com a preservação do meio ambiente também pautou a criação. O tecido usado para confeccionar os aventais usados pelos garçons, por exemplo, é 100% reciclado, feito de garrafas PET e fibra de algodão.
GRUPO SAMADHI/DIVULGAÇÃO
Novos uniformes (III) Torneio de squash (II) Fabricio Berger, que é praticante de Squash, conta que a Vital Card incluiu em seu portfólio a cobertura ao esporte amador como forma de incentivar a modalidade. Já Sidney Costa, campeão nacional e km dos organizadores, afirma que o apoio da Vital Card é uma forma de estreitar ainda mais parceria com os esportistas.
Márcia Bittencourt (vermelho) e a equipe do Costa Brasilis e Pousada Corsário
Para Márcia Bittencourt, diretora comercial da Samadhi Hotels, assim como roupas em geral, os uniformes são peças fundamentais na boa apresentação de pessoas e das empresas que elas representam: “Acredito que com esses novos modelos conseguimos transmitir as singularidades das marcas Costa Brasilis e Corsário, que são conforto, leveza, charme e elegância”.
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O Tempo - Pampulha - Super NotĂcia - Belo Horizonte
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Sidney
Show de fogos reflete na água Em Sidney, na Austrália, onde o ano novo chega primeiro – o país fica duas horas depois da Linha Internacional de Data (LID), zona no Pacífico que determina o início de um novo dia –, a festa acontece na baía, que reflete a iluminação de uma das óperas mais famosas do mundo.
Edimburgo
Um toque de religiosidade Na capital da Escócia, Edimburgo, as boas-vindas ao ano novo prioriza a religiosidade, com uma procissão, no dia 30, que ilumina as ruas da cidade. Na noite da virada, há shows de música ao vivo, telões gigantes e um show pirotécnico que ilumina o Castelo de Edimburgo e demais acervos históricos. TIMEOUT/REPRODUÇÃO
Nova York
Luzes e som na Times Square Como ocorre no Natal, a festa de réveillon que acontece na Times Square, em Nova York, reúne milhares de pessoas que, juntas, fazem a contagem regressiva em meio a show e fogos de artifício. Os turistas e os moradores ainda podem esticar a noite nos bares e nos restaurantes da cidade.
Londres
London Eye de camarote Na capital inglesa, depois de assistir à tradicional queima de fogos na London Eye, é possível espalhar-se por pubs para festejar até o amanhecer. Outra opção é fazer um cruzeiro pelo rio Tâmisa, com direito a parada para assistir aos fogos de artifício e jantar de luxo.
turismo
Funchal
Point de festas com tom português de além-mar A capital da ilha da Madeira aposta emarquitetura histórica eprodutos típicospara atrairvisitantes, que ainda vão curtir suas festividadesanuais Da redação
lhão, em 13 de fevereiro.
Berço da ocupação portuguesa, Funchal tornou-se um dos destinos mais visitados do arquipélago da Madeira. Capital da ilha, com mais de 500 anos de história e ar cosmopolita, é onde muitos turistas iniciam o tour pela sedutora ilha do Atlântico. Não é para menos, suas atrações incluem restaurantes estrelados, monumentos históricos e atividades de lazer, assim como muitas festividades anuais. No próximo mês, por exemplo, a cidade oferece uma fantástica festa de réveillon, que, entre outros atrativos, conta com uma queima de fogos de artifício denominada o maior espetáculo pirotécnico do mundo. De 7 a 14 fevereiro, acontece a famosa festa de Carnaval local, que, entre várias atividades carnavalescas a la Madeira, estão previstos o Grande Cortejo Alegórico, no dia 10, e o Cortejo Trapa-
Flores da Madeira Com mais de 100 mil habitantes, Funchal também é famosa pela receptividade. Para comprová-la, basta visitar o famoso Mercado dos Lavradores, um dos principais centros comerciais da cidade. Além de alimentos frescos (frutas, vegetais, peixes etc.) de qualidade, é possível adquirir lá as belíssimas flores da Madeira, que, inclusive, tomam conta da cidade durante a Festa da Flor, realizada sempre no início da pri-
Os fogos do réveillon são denominados o maior espetáculo pirotécnico do mundo
mavera, em abril. Dedicada a um dos produtos mais emblemáticos da ilha da Madeira, a Festa do Vinho 2018 já tem data para acontecer: de 26/8 a 9/9, com degustações, espetáculos de luz, som e folclore alusivos às vindimas e à bebida. Na freguesia do Estreito de Câmara de Lobos, próxima a Funchal, ainda se pode colher a fruta e participar da pisa da uva.
Natureza e gastronomia Considerada uma “cidade jardim”, Funchal possui muitos espaços verdes, como parques, quintas e jardins, para conhecer a variada flora madeirense. Entre eles, estão o jardim da Fortaleza do Pico, o Jardim Municipal e o famoso Jardim Tropical Monte Palace, um local para apreciar a exuberante natureza do entorno. Acessado por meio do teleférico, que oferece uma vista deslumbrante do vale da Ribeira de João Gomes, o Jardim Botânico também não pode ficar de fora do passeio. No litoral Atlântico, Funchal ainda tem centros de mergulho para desbravar as profundezas do mar, praticar pesca esportiva e, entre outras atividades aquáticas, windsurfe.
TURISMO DA MADEIRA/DIVULGAÇÃO
A Festa do Vinho, que em 2018 será de 26/8 a 9/9, tem atrações variadas FRANCISCO CORREIA/CREDITOTURISMO DA MADEIRA/DIVULGAÇÃO
Saiba mais Visto. Brasileiros não precisam de visto para entrar em Portugal e, consequentemente, na ilha da Madeira. Moeda. Euro. É possível trocar dinheiro em bancos e casas de câmbio. Fuso horário. A diferença de horário entre Brasil e Madeira varia com o horário de verão de cada país. Clima. É comum ouvir que na Madeira é primavera o ano inteiro. O clima é ameno, com média anual de 19°C. Aeroporto. A principal porta de entrada é o Aeroporto Internacional da Madeira Cristiano Ronaldo (FNC), a apenas 20 minutos do centro de Funchal, que recebe diariamente voos nacionais e internacionais. Com uma natureza privilegiada e uma orla de tirar o fôlego, a capital da ilha da Madeira é destino muito procurado para a prática de esportes radicais e náuticos
turismo
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JORNAL MUNDO LUSÍADA /REPRODUÇÃO
A queima de fogos do Ano-Novo em Funchal, capital da ilha da Madeira, figura, desde 2006, no Guinness Book como maior show pirotécnico do mundo
Transportes Conexões aéreas. A ilha da Madeira fica a menos de duas horas de voo de Lisboa e entre três e quatro horas das principais capitais europeias. Conexões marítimas. O porto de Funchal serve de ponto de parada entre outros destinos. As ligações diárias entre ilhas são feitas em ferryboat, com duração, em média, de 2h30. Terrestre. Há táxi (www.aitram.pt) em quase todas as localidades; horários e itinerários do transporte público em: www.eacl.pt; www.horariosdofunchal.pt; www.sam. pt; e www.rodoeste.pt. Com uma moderna infraestrutura rodoviária, é fácil circular de carro pela região. Informações. Saiba mais sobre a ilha da Madeira em: www.madeiraallyear.com.
GREG SNELL/DIVULGAÇÃO
Moluscos dos rochedos locais, as lapas utilizadas como entrada ou petiscos
Patrimônio e beleza no meio do Atlântico
Jericoacoara
Considerado o melhor destino insular do mundo, a ilha da Madeira é um pequeno paraíso português situado em meio ao oceano Atlântico. De origem vulcânica, sua localização privilegiada proporciona clima ameno e mar com temperatura agradável o ano inteiro, além de impressionantes cenários de montanhas, vales e penhascos, todos cobertos pela exuberante vegetação Laurissilva, nomeada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. As principais e únicas ilhas habitadas do arquipélago são Madeira e Porto Santo. Há excelentes opções em balneários, monumentos históricos e ótimos hotéis e restaurantes, onde pode-se provar a deliciosa gastronomia e os premiados vinhos madeirenses.
Durante toda a alta temporada, acontecem em Jericoacoara diversas festas no “centrinho” da vila, regadas à boa música brasileira, pé na areia e bons drinks. Boa opção para quem quer conciliar Fortaleza com um destino mais tranquilo e rústico, que oferece praias preservadas e uma vida noturna bem atraente.
TURISMO DA MADEIRA/DIVULGAÇÃO
Carnaval será de 7 a 14 fevereiro; Grande Cortejo Alegórico e Cortejo Trapalhão são o ponto alto de Momo madeirense
Belas atrações no Ceará
CVC/DIVULGAÇÃO
Maragogi
Caribe do NE brasileiro Maragogi, em Alagoas, é conhecida como o “Caribe brasileiro”, por ter um mar de águas calmas e mornas que formam piscinas naturais, devido à uma enorme barreira de corais. É possível combinar o destino com pernoites em Maceió, Recife ou Porto de Galinhas, o que favorece o custo-benefício da viagem.
Jalapão Frutas e vegetais frescos, além de flores, são atrações do mercado municipal
Contato íntimo com a natureza
TURISMO DA MADEIRA/DIVULGAÇÃO
Entre dunas e cachoeiras, o Jalapão, no Tocantins, é uma das regiões mais bem-preservadas do país, e o acesso, ainda limitado, torna a região pouco explorada. Cenário da atual novela “O Outro lado do paraíso”, da Globo, o destino é uma das opostas da CVC para o ano de 2018.
Centro histórico e comidas típicas Para conhecer os principais atrativos turísticos de Funchal, tome o ônibus panorâmico (o segundo andar fica a céu aberto), que, por 90 minutos, percorre os principais monumentos, promovendo uma verdadeira viagem pela história local. Um passeio a pé pela Zona Velha, o centro histórico, é imprescindível para ver de perto as famosas portas pintadas, uma galeria de arte a céu aberto. Dali se tem acesso a Monte, a parte alta da cidade, a bordo do teleférico. Com 20 minutos de duração, o passeio proporciona uma vista espetacular do oceano e das montanhas. A melhor maneira de vol-
tar dali é no tradicional carro de cesto, um típico transporte madeirense, que, numa descida de 2 km até Livramento, é pura adrenalina. Nessa área, estão os premiados restaurantes com variados pratos típicos da Madeira. As lapas frescas salpicadas com manteiga e limão, por exemplo, são alguns dos petiscos mais procurados, assim como as famosas sobremesas (vários tipos de pudins, licores e sorvetes produzidos com frutas locais). Aproveite para conhecer a animada vida noturna dessa região da cidade e para provar a poncha, bebida típica madeirense em um dos diferentes bares.
Rússia
Pacotes para a Copa do Mundo
Cercadas por jardins e com panorâmicas do mar e das montanhas, as ladeiras de Funchal convidam a passeios a pé
A CVC está em final de negociação para comercializar pacotes para a Copa do Mundo 2018, na Rússia. Os roteiros incluem hospedagem, ingressos (para 2, 3 ou 4 jogos), traslados, passeios, seguro-viagem e guias falantes de português desde o Brasil.
W6 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
turismo FERNANDO MAIA|RIOTUR/DIVULGAÇÃO
Queima de fogfos em Copacabana
ANDRÉ PESSOA/DIVULGAÇÃO
Festa de réveillon
Um ritual perfeito para começar o ano de 2018
Cumuruxatiba: paraíso onde acontece a Festa Mareh
Do Rio de Janeiro e Guarujáaosmais variados destinos nordestinos,apresentamos 12 animadascelebrações de ano denovo para você terminar2017 como pédireito Tânia Ramos
taniaramos@otempo.com.br
Balneários nordestinos reúnem concorridas festas de Ano-Novo, junto com o Rio, que, além dos populares fogos de Copacabana, terá novas opções VIPs
O DJ alemão Fatboy Slim é atração em Réveillon de São Miguel do Gostoso
Com alguma crença ou não, todos querem começar o ano novo de bem com a vida. Então, que tal deixar de lado o banho caseiro de sal grosso (se você for adepto da prática) para se esbaldar numa festança à beiramar – de ritual, só mesmo pular as sete ondinhas, porque ninguém quer dar mole para o azar; se quiser reforçar a boa sorte, também pode ofertar flores para Iemanjá, a rainha do mar. A fim de espantar, de vez, as urucubacas de 2017 com muita animação e alegria, selecionamos, para aqueles que preferem curtir no Brasil a virada do ano, as festas de réveillon mais badaladas do litoral e até uma de rio, a Réveillon Vai Tapajós, na praia fluvial de Alter
do Chão, no Pará, que, aliás, já está com os ingressos esgotados. Na costa marítima, as opções são a pioneira Festa do Taípe, de 26/12 a 3/1, em Trancoso, no Sul da Bahia; I Believe in Miracles, de 27 a 31/12, em São Miguel dos Milagres, em Alagoas; Je Suis Jeri, de 27/12 a 2/1, em Jericoacoara, no Ceará; e São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, com Réveillon do Gostoso, de 27/12 a 1°/1.
Guarujá, no litoral paulista, com o Réveillon Café de la Musique. Entre os destinos estreantes com grandes festas de Ano-Novo, destacam-se Barra Grande, no Piauí, com a Piawaii, de 27 a 31/12; Santo André, distrito de Porto Seguro, com Réveillon Make a Wish, de 27 a 31/12; e Cumuruxatiba, distrito de Prado, com Festa Mareh, de 26/12 a 2/1.
Ritmos Espetáculo carioca Mais próximo dos mineiros, estão o Rio de Janeiro, que, no próximo dia 31, promete bombar com quatro festas exclusivas, além do mais concorrido do mundo réveillon de Copacabana – que, neste ano, terá show de Anitta e a sempre aguardada queima de fogos –; e o
Essas festas, com duração de quatro a oito dias e opções open bar – alguns destinos têm bufê incluído nas festividades do dia 31 – são marcadas por ritmo ecléticos, com música eletrônica, axé, funk, samba e até carimbó, a pegada regional que vai comandar o som em Alter do Chão.
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turismo IMAGE DEALERS/DIVULGAÇÃO
SCHEEEINS/DIVULGAÇÃO
Réveillon de Trancoso, com o selo Haute, chega neste ano à 18ª edição
Bahia
Ritmos variados dominam festas de réveillon No rota de badaladas celebrações, os balneáriosbaianos de Trancoso, Santo Andrée Cumuruxatiba abrem espaçopara outros sonsalém do axé Tânia Ramos taniaramos@otempo.com.br
Trancoso, destino exclusivo pertencente à popular Porto Seguro, no Sul da Bahia, é o balneário pioneiro em badaladas festas de réveillon. Neste ano, em que a tradicional Festa do Taípe, realizada na virada do ano, chega à 18ª edição – nos últimos tempos, o calendário foi ampliado com mais celebrações –, a localidade ganhou concorrentes nas imediações: o Réveillon Make a Wish, em Santo André, também distrito da cidade-sede da Costa do Descobrimento, e a Festa Mareh, em Cumuruxatiba, distrito do vizinho município de Prado. Conclusão, para quem curte as belíssimas praias do litoral sul baiano e não abre mão de celebrar a chegada de 2018 com o pé na areia, não vai faltar opção. E o que é melhor: com uma grande variedade de festas e de ritmos distintos, que começam em 26/12, como é o caso da Festa Mareh, e
vãoi até 3/1, a exemplo das celebrações em Trancoso. O calendário pioneiro será aberto em 27, com a eletrônica Corona Sunsets, seguida da We Love Trancoso (som de DJs), na sétima edição. No dia 29, será a vez da Saravá, com sucessos nacionais de todos os tempos, e, em 30, o Pré-Réveillon Trancoso, com hits eletrônicos da temporada. Depois da tradicional Taípe, com excelente infraestrutura na beira da praia, a Ressaca, no dia 2, fechará o ciclo com um toque de axé. Todas são open bar.
Santo André Com know-how da edição passada na Península de Maraú, a agência paulista Scheeeins leva a Santo André cinco dias de festa. No dia 27, a Orixás pede proteção para todas as crenças; em 28, a Devassa Tropical Sunset celebra a amizade e a alegria, ao som de muito tropical house; em 29, acontece a Arca de Noé, uma balada consagrada em muitos destinos brasileiros; e, no dia 30, será a vez do
Balneários baianos oferecem festas de réveillon de selos renomados, como Haute em Trancoso, Scheeeins em Santo André e Mareh em Cumuruxatiba Samba de Santa Clara, com muita música brasileira. Para fechar o ano, o Réveillon Make a Wish, com bufê e muito som, capitaneado pelo DJ alemão Robin Schulz. Todas são open bar. O selo Mareh estreia neste ano no réveillon de Cumuruxatiba, uma vila de pescadores distante 30 km de Prado e 257 km de Porto Seguro. Denominada Festa Mareh, ela vai reunir o melhor da cena eletrônica, de 26 de dezembro a 2 de janeiro. Além de se esbaldar em oito dias de festa, o visitante ainda pode aproveitar o lago de areia monazita, um mineral de propriedades medicinais.
Primeiro Make a Wish de Santo André herda know-how da Scheeeins usado em Maraú, onde ocorreu a última festa ANDRÉ PESSOA/DIVULGAÇÃO
Ingressos Santo André Pacote completo: R$ 2.100 (fem.) e R$ 2.900 (masc.) Separadas: Make a Wish sai a R$ 750 (fem.) e R$ 950 (masc.); as demais, R$ 400 (fem.) e R$ 550 (masc.) Site: ingresse.com/makeawish Cumuruxatiba Dias 27 e 30/12 e 2/1: R$ 250 (+ taxa de R$ 17,50) Dias 28 e 31: R$ 750 (+ taxa de R$ 52,50) Dia 28: R$ 400 (+ R$ 28) Dia 31: R$ 600 (+ R$ 42) Site: mareh.com.br Trancoso Pacote: a partir de R$ 3.900 (único) Separadas: Saravá a R$ 1.100 (+ R$ 110) e Taípe R$ 1.380 (+ 138); as demais custam entre R$ 600 e R$ 800 Site: ingresse.com/trancosocorona#comprar Balneário de Cumuruxatiba encanta os visitantes com suas cores únicas
turismo
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REVEILLONDOSMILAGRES.COM/REPRODUÇÃO
Nordeste
Batidas de DJs
Réveillon doMilagres promete repetir o sucesso da edição passada
Ingressos Piawaii Pacote: R$ 2.000 (único) Separadas: Salve Guanabara e Tropical Tunes saem a R$ 300 cada; Sunglass e Gandaia, R$ 400; e Piawaii R$ 800 Site: eventbrite.com.br/e/ reveillon-piawaii-tickets
invadem praias Réveillons demúsicaeletrônicaefunk a house, pope axé em Barra Grande, SãoMiguel dos Milagres, São Miguel do Gostoso e Jijocade Jericoacoara Tânia Ramos
taniaramos@otempo.com.br
Com o sucesso das edições passadas, mais três festas de réveillon prometem bombar no Nordeste: Réveillon dos Milagres, em São Miguel dos Milagres (AL), Je Suis Jeri, em Jijoca de Jericoacoara (CE), e Réveillon do Gostoso, em São Miguel do Gostoso (RN). A ser realizada pela primeira vez, a Piawaii, em Barra Grande, no Piauí, também pretende fazer bonito. Em comum, todas essas festas contam com o reforço das belezas naturais e o
toque rústico desses simpáticos balneários, que, por quase uma semana, vão oferecer celebrações de ano novo com muita música eletrônica e hits nacionais. O Réveillon dos Milagres (I Believe in Miracles), de 27 a 31, na praia do Marceneiro, será open bar premium e open food. As atrações serão Music Motion (27/12), com DJs internacionais; Beleza Rara (28/12), com axé Eva; Vintage Culture e Dennis DJ (de selo Corona Sunset em 29 e 30/12, respectivamente), renomados DJs nacionais; e, para 31/12, está prevista uma festa surpresa.
I Believe in Miracles Pacote: R$ 2.790 (fem.) e R$ 3.390 (masc.) Separadas: Com exceção do dia 31 a R$ 1.390 (único), demais festas saem a R$ 550 (fem.) e R$ 700 (masc.) Site:ingresse.com/milagres Je Suis Jeri Pacote: R$ 2.900 (masc.) e R$ 2.500 (fem.) Site: semhora.com.br/evento/reveillon-je-suis-jeri Praticamente um paraíso intocado, com apenas 8.000 habitantes, São Miguel do Gostoso terá a segunda edição do Réveillon do Gostoso, capitaneada pelo DJ alemão Fatboy Slim. A programação começa no dia 27, com Baile do Zeh Pretim, seguido de Mangata (28), com Bell Marques; Esbórnia (29), com Fatboy
Slim; Corona Sunsets (30), com The Juns; e Réveillon do Gostoso, com Jonas Blue. Na Je Suis Jeri, de 28 a 31, estão previstas as Jeri Rocks (28), com uma pegada mais pop; Corona Sunsets (29), com renomados DJs brasileiros do cenário eletrônico; SOS (30), que mistura música brasileira com eletrônica; e Je Suis Je-
ri Réveillon 2018, com DJs e muita animação. A Piawaii, com circuito praia, música, life style e experience, de 27 a 31, terá cinco festas open bar (que já são grifes de sucesso): Salve Guanabara, com João Brasil; Sunglasses; Gandaia, com Rodrigo Lampreia; Pool Party Tropical Tunes; e Piawaii.
Réveillon do Gostoso Pacotes: completo a R$ 2.790 (masc.) e R$ 2.290 (fem.) e, de 29 a 31, R$ 2.350 (masc.) e R$ 1.950 (fem.) Separadas: Zeh Pretim a R$ 600 (masc.) e R$ 450 (fem.) e Mangata a R$ 700 (masc.) e R$ 550 (fem.) Site: semhora.com.br
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turismo MORRO DA URCA/DIVULGAÇÃO
Barra
Mais réveillon carioca A festa New Year’s Party 2018 acontecerá no terraço do hotel Laghetto Stilo Barra Rio, com incrível vista da praia da Barra. O evento, que será open bar (espumante incluído), terá atrações com DJ e Banda Woodlab, uma das mais irreverentes de rock, que fará um show especial com músicas do novo álbum, lançado pela Universal, além de tocar diversas bandas nacionais que fizeram sucesso nos anos 90. O menu será de finger food, como tábua de queijos e frios, pães, sanduíches, ilha de frutas e doces. Ingressos custam R$ 450 (preço único).
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Informações: laghettohoteis.com.br ou pelo número 0300 3130 925 SAMUEL ANTONINI/DIVULGAÇÃO
Pipa
Destino potigar realiza festa Outro novo projeto de réveillon brasileiro é o Let’s Pipa, que vai acontecer na famosa praia do Rio Grande Norte – a 85 km de Natal –, de 27 de dezembro a 2 de janeiro. Na programação, a atração Salt, com DJ Kolombo (27/12 ); Tropipa, com Anitta (28); Sete Ondas, com o famoso DJ Robin Schulz (29); Colors of Pipa (Make U Sweat), no dia 30; Romã, com Marina Diniz (31); e Amor de Pipa, Amor que Fica, com Vintage Culture, no segundo dia do ano. Durante o período de festas, a graduada em educação física Cau Saad ainda promete muita malhação.
Rio de Janeiro
Exclusividade em locais únicos Celebrações do réveillon carioca prometem,além de muito glamour, vistasde tirar ofôlego desde omorro daUrca atéa lagoaRodrigo de Freitas Com a mais ampla vista da Cidade Maravilhosa, o réveillom do morro da Urca tem um sedutor atrativo a mais
Paulo Campos
paulocampos@otempo.com.br
Do alto do morro da Urca, na última semana, o empresário carioca Bruno Vilardi, sócio da Party Industry, empresa que promove hoje as melhores (e maiores) festas do Rio de Janeiro, não escondia sua satisfação pelo resultado na estreia do projeto Tardes Cariocas. A proposta de misturar dias inteiros de música e gastronomia, aproveitando a vista deslumbrante de um dos mais famosos cartões-postais da cidade, tinha sido bem-sucedida, tanto que um segundo round está previsto para acontecer na primeira quinzena deste mês. Levar um público de mais de 500 pessoas para cima do morro da Urca foi uma tarefa fácil para os empresários da Party Industry, que, no ano passado, já tinham utilizado o mesmo cenário para uma festa de réveillon memorável. O desafio para André Barros e Bruno Vilardi até o fim deste ano será o de promover (ou repetir) três réveillons simultâneos em espaços diferenciados e lançar um novo. “Queremos fazer do réveillon não uma festa, mas uma temporada de festas”, explica Vilardi o dimensionamento na virada deste ano.
Festa suspensa O morro da Urca continua a ser um dos espaços escolhidos para a virada, os outros, às margens da lagoa Rodrigo de Freitas, serão o Lagoon, um complexo gastronômico e de entretenimento, e a Sociedade Hípica Brasileira, que hospedará o tradicional Cafe de la Musique. O gosto de novidade é o Sheraton Grand Rio Hotel & Resort, único hotel pé de areia do Rio de Janeiro, instalado no extremo da praia do Leblon, próximo ao Vidigal, com uma vista única (e esplendorosa) para os dois bairros mais sofisticados da zona Sul carioca. “Queremos criar um calendário de fim de ano para que os turistas, hoje 80% do público, venham à cidade”, comenta o empresário da Party Industry, responsável por festas como Baile do Zé Pretim, Mardi Gras, Fica Comigo, Só Love e Camarote Allegria, no Carnaval, entre outras. O pré-réveillon começa no dia 28 com Cadê Teresa, em um lugar surpresa no bairro histórico de Santa Teresa, e continua no dia 29 com Apotheosis, no gramado do Maracanã, e a FeijoaJay, com Jorge Aragão, na Sociedade Hípica Brasileira. O músico Jorge Aragão,
por sinal, é um parceiro constante nos projetos de Barros e Vilardi. Ele marcará presença no réveillon do morro da Urca, ao lado dos DJs Roger, Bruna Leon, Marcelo V'Re, Leo Paes Leme e Ryon Live Sax. Com preços que variam de R$ 790 a R$ 1.600, a festa incluirá bufê, open bar, café da manhã e acesso aos shows, sem lugar marcado. O público terá opção de acesso ao morro da Urca e ao Pão de Açúcar e a um bufê gourmet assinado por Pedro Benoliel, que herdou o talento da mãe Monique.
Ingressos Réveillon do Morro Preços: R$ 790 (ingresso morro da Urca), R$ 1.350 (ingresso festa + mirante + Pão de Açúcar) e R$ 1.600 (ingresso gourmet experience) www. Newticket.com.br White Rooftop Preços: R$ 650 (ingresso geral) e R$ 850 (versão plus comfort). www.whiterooftop.com.br
Réveillon Cafe de La Musique Rio Preços: R$ 550 (masculino) e R$ 490 (feminino) www.ticket360.com.br Réveillon Be New Again Preços: R$ 490 (apenas a festa), a partir de R$ 2.490 (festa + suíte). Valores sujeitos a alteração www.lastnight.com.br MORRO DA URCA/DIVULGAÇÃO
Terraço e praia No quinto ano consecutivo, a festa White Rooftop, do Lagoon, ofecerá terraço com 10 mil metros quadrados e 12 horas de balada com nomes do jet set carioca (Cix & Yasmin, vencedoras de um reality show, Felipe Guga, Zedoroque, Rapha Lima e João Brasil. Perto dali, o Café de la Musique desembarca na Sociedade Brasileira Hípica, reproduzindo a atmosfera dos beach lounges de balneários como Saint-Tropez e Capri, com sofisticação, serviços exclusivos e atrações como os DJs Voight (house music) e Etto (música eletrônica). A grife também desembarca nas festas de Trancoso (BA), Búzios (RJ) e Florianópolis (SC). SOCIEDADE HÍPICA BRASILEIRA/DIVULGAÇÃO
A iluminação do réveillon do morro da Urca é um espetáculo à parte
Festança em hotel é a novidade do Ano-Novo
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Informações em http://letspipa.com.br/ SETUR-RN/DIVULGAÇÃO
Situada na lagoa Rodrigo de Freitas, a Sociedade Hípica Brasileira recebe, pela primeira vez, o Cafe de la Musique
A nova parceria da Party Industry é uma referência da hotelaria carioca, o Sheraton Grand Rio Hotel & Resort, que promete a maior festa entre os hotéis da cidade, a Be New Age. Queima de fogos privativa, menu assinado pelo chef Pedro Benoliel e drinques exclusivos formam o cardápio de atrações, com o som do Samba de Santa Clara e os
acordes do DJ João Brasil como pano de fundo. Em resumo, serão duas festas, uma na praia e outra nos salões do hotel. Como opção, o interessado terá pacotes de hospedagem com acesso às pré-festas. Como diria Vilardi, festas para todos os públicos e gostos em que o ingrediente comum será os fogos de artifício.
turismo
11 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia
sala vip (II) W
Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Alagoas em pacotes a partir de R$ 1.438 A CVC, em parceria com a Secretaria Municipal de Turismo de Maceió e a a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Alagoas (Abih-AL), promoveu um jantar na Choperia Pinguim para apresentar aos agentes de viagens os atrativos culturais, históricos e
naturais do Estado de Alagoas e da capital Maceió. A capital alagoana é hoje um dos principais destinos da operadora no Nordeste, tanto que a CVC tem fretamentos semanais aos sábados decolando do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, programados
até outubro de 2018. Em janeiro do ano que vem, na alta temporada, a operadora adicionou um voo extra, também aos sábados, para atender os viajantes durante a alta temporada. Entre as presenças estavam uma representante da Secretaria de Turismo Municipal de Maceió e
o guia de turismo Galdino, da WS, receptivo parceiro da CVC em Maceió. Os pacotes para passeio, incluindo aéreo, hospedagem com café da manhã, traslado, city tour e passeio ao litoral sul, custam a partir de R$ 1.438 (ou 12x de R$ 119) por pessoa em apartamento duplo.
Emanuel Coelho e Wellington Lemos (CVC), Emanuelle Oliveira (Setur-Maceió), Thiago Benfica e Diogo Campos (CVC)
Wellington Lemos, Diogo Campos, Emanuel Coelho e Thiago Benfica, a equipe de destinos nacionais da operadora CVC
Juracy Bizachi (Tambaqui), Glason Souza (Tropicalis), Rodney Gosling (Maceió Atlantic) e Endrigo de Soares (Maceió Mar)
Assis (Pratagy), Denise de Oliveira (Ponta Verde Maceió), Gualter Santana (Iloa Resort) e Vinicius Santana (Hotel Linx)
Vinícius Ottoni (Linx Sete Coqueiros), Antônio Galdinho (WS Receptivo), Thiago Benfica (CVC) e Endrigo de Soares (Maceió Mar Hotel)
Cristina Mesquita e Vanessa Vieira (Souvenir Viagens), Rosângela Chamone (Chamone Viagens) e Caroline Ferreira (Nascente Turismo)
A dupla Luciana Fonseca e Érica Bruna (Tribos Viagens), Diogo Campos (CVC) e Cynthia Borges (Allegro Viagens)
Marcos Rodrigues (TDR Turismo), Yves Joseane e Cristiano Moreira (Minas Brasil Turismo) e Darlan Lopes (Absolut Turismo)
Entre os 85 agentes que compareceram os agentes da Viver Turismo, Leonardo Lopes Thays Viveiros e Luíza Costa
O quarteto de agentes Carlos Eduardo, Vanessa Resende, Vanusa Rodrigues e Marcelo Henriques (Viagem Turismo)
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check in check out
Suplemento de Turismo ganha prêmio A reportagem “Seguro Viagem. E precisa?”, produzida pelo jornalista Paulo Campos para o caderno de Turismo dos jornais O TEMPO, Pampulha e Super Notícia, levou o terceiro lugar na categoria Mídia Impressa do 2º Prêmio de Jornalismo em Seguros, promovido pela Federação Nacional de Corretores de Seguros (Fenacor). A cerimônia de premiação aconteceu quarta-feira no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Das categorias, a de Mídia Impressa foi a que obteve o maior número de trabalhos inscritos, 218. Concorreram ao prêmio 742 reportagens de todas as regiões do país, inscritas em seis categorias diferentes. Essa soma é, segundo a Fenacor, 51% maior que a registrada na primeira edição, realizada no ano passado.
ARQUIVO PESSOAL
Azul ‘esquenta’ verão com cerveja a bordo A Azul celebra a chegada do verão com a campanha Esquenta Verão, servindo gratuitamente cerveja em seus voos operados pelas aeronaves Embraer E190 e E195 e Airbus A320 – os turbo-hélice ATR 72 não participam da iniciativa – –, desta sexta-feira até o dia 18 de fevereiro. A nova edição do Happy Hour Azul, das 17h às 21h, tem a Skol como parceira. A companhia aérea realiza essa ação desde 2015, visando tornar as viagens mais agradáveis durante a estação mais quente do ano.
Rio Quente compra Sauípe Controlado pelas holdings Algar e FLC Participações e Investimentos S/A, o Grupo Rio Quente comunicou, nesta semana, a aquisição do Costa do Sauípe, ainda sujeita à aprovação do Cade, localizado em Mata de São João (BA), por R$ 140,5 milhões, com recursos próprios. Com essa compra, o Grupo dobra seu tamanho e se torna um dos maiores grupos nacionais do segmento.
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Viagens para casal FOTOS MATEUS BARANOWSKI/DIVULGAÇÃO
Macaé reúne serra e mar
Macaé é um destino dois em um Um destino que nos surpreendeu. Não sabíamos ao certo o que encontraríamos em Macaé, mas tudo o que vimos mudou nosso pensamento sobre a cidade. Macaé é um município do litoral do Estado do Rio, a 80 km da capital. Com quase 220 mil habitantes, é conhecida como a “Capital Nacional do Petróleo”. Por ser uma cidade de negócios, o movimento ocorre nos dias úteis, criando um clima pacato de interior nos finais de semana. O investimento no turismo é recente, com ampliação da rede hoteleira, reforma do calçadão da praia dos Cavaleiros e abertura de novos bares e restaurantes. Por ser uma cidade pequena, um final de semana é suficiente para conhecer Macaé, mas se quiser estender para curtir a praia e a região serrana, cinco dias atendem perfeitamente. Nossa hospedagem foi no Ramada Plaza Macaé.
Mesmo em um dia nublado, as praias de Macaé convidam à contemplação
Descanso na piscina do hotel Ramada Plaza Macaé, da rede Vert Hotéis
Localizado na praia de Imbitiba, com vista para o mar, o hotel fica próximo das principais praias da cidade. Nosso quarto era amplo, comdecoração suave, moderna e uma agradável varanda. A cama era confortável, e a acomodação conta ainda com microondas, no estilo apart-hotel. A melhor parte do hotel fica no terraço, uma gostosa área com piscina, sauna e academia, onde pudemos aproveitar descansar durante nossa hospedagem.
o distrito de Sana, onde visitamos belas cachoeiras.
O que fazer A convite do Macaé Convention & Visitors Bureau e da Agência Macaé Passagens, percorremos o centro histórico, visitamos o Mercado do Peixe e seguimos pelas praias, com destaque para a dos Cavaleiros e a do Pecado, na junção com a lagoa de Imboassica, de onde se aprecia um magnífico pôr do sol. Conhecemos também a região serrana de Macaé. Gastamos um pouco mais de uma hora de carro até
Cerveja artesanal Como bons apreciadores de cervejas artesanais que somos, em cada cidade que visitamos, procuramos a cervejaria local, e em Macaé não foi diferente. Caminhando pela praia dos Cavaleiros, descobrimos a Ocean Drive, surfebar com rótulos de cervejas artesanais. No dia seguinte, fomos para a praia dos Cavaleiros
e aproveitamos a tranquilidade do momento para descansar e admirar a vista. Em Macaé, não existe quiosques na praia. Logo, é um lugar perfeito para quem quiser levar sua cadeira, sombrinha, cooler e ficar à vontade.
Onde comer A gastronomia de uma cidade litorânea é, tradicionalmente, baseada em peixes e frutos do mar, mas em nossa visita procuramos sair um pouco do lugar-comum.
No Ramada Steak House, restaurante do hotel Ramada Plaza, experimentamos as melhores carnes da cidade, tudo com um preço bem acessível. Outro lugar bacana é a charmosa Creperia Finalmente (www.finalmentecreperia.com.br), espaço com decoração retrô, que serve saborosos crepes (a R$ 29 cada). Por meio da dica de um leitor – ótima, aliás –, conhecemos os quiosques no final da praia do Pecado, perto da lagoa de Imboassica, como Match Point, com música ao vivo. Lá, experimentamos o açaí. Como havia chovido durante a tarde, o lugar estava vazio, mas foi uma ótima escolha para fecharmos nosso dia e nossa passagem por Macaé.
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Mateus Baranowsk e Luiza Nascimento escrevem o blog Casal Mil (acesse www. casalmil.com.br) e viajam para destinos românticos para dar dicas a outros casais
W Novidade. Fiat divulga primeiras imagens da versão sedã do Argo. Página 15
FOTOS FORD/DIVULGAÇÃO
W Avaliação. Citroën C3 fica mais esperto com nova transmissão. Páginas 16 e 17 pampulha
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BELO HORIZONTE Sábado 2/12/2017
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Retoque visual New Fiesta 2018 recebe facelift e mantém polêmico câmbio automatizado Powershift. Páginas 18 e 19
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interCâmbio
Acompanhe as últimas novidades do mundo automotivo na coluna Super Motor, com Raimundo Couto, de segunda a sexta-feira, em duas edições, às 08h45 e às 21h45.
raimundocouto@otempo.com.br
Raimundo Couto
A vida começa aos 50... ARQUIVO PESSOAL
Minha história com automóveis vem de longa data. Em outras oportunidades, já contei aqui, neste espaço, ao amigo leitor (a), que passa pela genética não só esta paixão que nutro pelas quatro rodas e por assuntos que orbitam esse universo, mas também ao fato de ter escolhido como profissão o jornalismo especializado em automóveis. A vocação herdei de meu pai, que assinava suas matérias como V. de Ouro Preto, também citado outras vezes nesta coluna. Ele foi um precursor no setor e um mestre para mim com o qual Deus me proporcionou o prazer e a bênção da convivência até três meses atrás, quando foi de encontro ao “pai maior” deixando uma saudade sem precedente. Ele espalhou sua luz de bondade e ensinamentos por onde passou e com
quem conviveu. “Nunca perdemos nada por sermos humildes”, palavras do meu conselheiro, que mostra a verdadeira razão de ser. Quando me recordo de minha infância, não há momento em que o automóvel não seja um protagonista de quase todas as histórias. Um exemplo? Um Opala bege com o qual fizemos muitas e saudosas viagens em família. Por sinal, em 2018 será comemorado os 50 anos de lançamento do Opala, um dos automóveis mais icônicos de produção nacional. Por isso, vou contar um pouco desta história que vivenciei, ainda muito jovem, mas que tenho boas e seguras lembranças. Recordo-me que, meses antes do lançamento do Opala, em 1968, o então Departamento de Relações Públicas da General Motors do Brasil – Serviço de Divulgação e Imprensa, à épo-
ca comandado pelo jornalista F.T.Brito, mandara para Belo Horizonte um exemplar para test drive do Opel Rekord, modelo alemão no qual o Opala foi inspirado. Confesso que deste carro são poucas as lembranças, mas a imponência de suas linhas ficou marcada. Mas o melhor desta festa ainda estava por vir quando o Opala placa AF-0033 chegou a nossa casa, às vésperas da tradicional viagem de férias, em janeiro de 1970. Ousado para a época, o projeto do passeio era ir de carro de Belo Horizonte até o Sul do Brasil e, de lá – aí, sim, de navio – para a Argentina. Naquele tempo, aventuras assim eram raras. Toda a família, três adultos, meu pai, minha mãe e meu avô, sempre um grande incentivador e cinco crianças se acomodaram no Opala 70, para essa que foi uma grande e inesquecível
Durante todo o trajeto, o Opalão zerado, tinindo de novo, mostrou-se batuta. Quatro cilindros, motor de 2.500 cilindradas, 80 cv, três marchas e alavanca na coluna de direção
O Opalão 1970 da nossa “aventura” era bem parecido com este viagem que até hoje, quase 50 anos depois, nos encanta. De BH a São Paulo, de lá até Curitiba, depois Pelotas, Lages, Porto Alegre e, por fim, Rio Grande, onde o Opala ficou estacionado, no porto, aguardando nosso retorno para iniciarmos o caminho de volta para casa. Durante todo o trajeto, o Opalão zerado, tinindo de novo, mostrou-se batuta. Quatro cilindros, motor de 2.500 cilindradas, 80 cv, três
marchas, alavanca na coluna de direção, bancos dianteiros inteiriços e porta-malas generoso. O Opala bege seguiu com garbo e elegância por quase 3.500 km pelas estradas do Brasil. Bons tempos! Oportunamente seguimos contando outros “causos” que remontam ao passado e que sempre trazem uma doce lembrança de um tempo que não volta mais.
FOTOS TOM NETTOS/REVISTA EXCLUSIVE/DIVULGAÇÃO
Motociclismo
Atenção, “harleyros” Milwaukee BH Motorcycles abre as portas; lojana avenidaBarão Homemde Melo évoltada para o público dasmotos Harley-Davidson Da redação Um novo conceito no universo Harley-Davidson, com tudo que o público da Harley vive e sonha, em um mesmo lugar. A Milwaukee BH Motorcycles abriu as portas, no último
sábado, e trouxe uma nova perspectiva no mercado de motos seminovas. Sob o comando do empresário Hermann Gribel, o rosto mais conhecido no cenário Harley-Davidson em Belo Horizonte, a Milwaukee chega com uma equipe for-
Loja exclusiva em BH foi inaugurada no último sábado, dia 25 mada por profissionais experientes, motos com garantia de procedência, além de um atendimento exclusivo para cada demanda. A ideia de oferecer tudo que o cliente vive e sonha, não fica só no conceito. A Milwaukee traz parceiros renomados e referência em seus serviços para um único complexo, que promete se tornar a casa de todos que vivem o universo HD. Oficina, barbearia, bar, estúdio de tatuagem e o tradicional café da manhã aos sábados. A oficina da Milwaukee
Garotas caracterizadas ao estilo dos anos 60 recepcionaram os convidados
será comandada por Bruno Senra, especializado e reconhecido como referência em mecânica de Harley-Davidson e filho do eterno Capitão Senra, ícone que contará inclusive com um memorial na loja. Atendendo homens de todas as idades e estilos em um espaço exclusivo, o famoso barbeiro Edimar Torres também é um parceiro da Milwaukee. Além deles, o tatuador Rogério Jacaré também estará presente na Milwaukee, com estúdio de tatuagem e piercing.
A Milwaukee BH Motorcycles fica na Barão Homem de Melo, 3.380
Alexandre Kalil, Ana Laender, Léo Figueiredo e Carlos Rubens Doné
O empresário Hermann Gribel e a mulher Márcia
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15 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
FOTOS FIAT/DIVULGAÇÃO
Revelação
Falta pouco tempo Fiat divulga primeiras imagens do Cronos, novo sedãda marca italiana que estreia no Brasil no primeiro trimestre de2018 Igor Veiga A Fiat divulgou na última segunda-feira (27) as primeiras imagens oficiais do Cronos, o novo sedã da marca italiana que será lançado no Brasil no primeiro trimestre de 2018. A versão três volumes do hatch Argo será fabricada na unidade industrial da Fiat em Córdoba, na Argentina. Visto de frente, o modelo é praticamente o Ar-
go. No entanto, o para-choque dianteiro é inédito e não traz, por exemplo, entradas de ar laterais. Os faróis de neblina também foram reposicionados em relação ao hatch. Na traseira, as lanternas ganharam um desenho mais largo. De lado, o desenho do Cronos muda da coluna central para trás. As portas traseiras têm um desenho diferente em relação ao Argo. A Fiat não divulgou, por enquanto, nenhuma fo-
Modelo irmão do Fiat Argo terá versões com motores 1.3, de 109 cv, e 1.8, de 139 cv, com câmbio manual ou automático de seis marchas to do interior do Cronos, mas espera-se que seja bastante parecido com o do irmão hatch.
Preço e versões O preço do sedã ainda é um mistério, mas deve começar na faixa dos R$ 50 mil e ir até os R$ 70 mil na versão top de linha, que será equipada com o conhecido motor 1.8 E.TorQ VIS, da Fiat, de 139 cv e 19,3 kgfm de torque, e câmbio automático de seis mar-
Para-choque frontal do Cronos é diferente do que equipa o Argo chas, o mesmo que equipa a picape Toro e o SUV Jeep Renegade. O modelo não terá ver-
são com motor 1.0 aspirado. A opção de entrada terá o motor 1.3 Firefly, de 109 cv, e poderá ser equipada
com câmbio manual de cinco marchas ou GSR automatizado (a versão atualizada do Dualogic), que, em vez de alavanca, é operado por botões no console central. Um dos atributos que promete ser destaque no Fiat Cronos é o porta-malas com capacidade acima dos 500 L. O espaço interno promete ser maior que o do Argo, já que a distância entre-eixos do Cronos é 8 cm maior (2,6 m).
W16 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
Renault
Kwid pode ser 1º elétrico ‘popular’ A Renault pode entrar no mercado de carros elétricos no Brasil em 2019, com o recém-lançado Kwid. Uma versão de propulsão verde do subcompacto está sendo desenvolvida na China e deve ser comercializada em vários países, inclusive nos sulamericanos. A versão elétrica do Kwid teria preços acessíveis, na casa dos US$ 8.000 (cerca de R$ 25,8 mil). Se esse valor for mantido, e o lançamento no Brasil, confirmado, o subcompacto da Renault seria o primeiro carro elétrico “popular” do mercado nacional. Os preços do Kwid com motor a combustão vão de R$ 29,9 mil a R$ 39,9 mil.
Caoa-Chery
Chineses serão feitos em Goiás Depois de comprar 50% da operação da Chery no Brasil, o Grupo Caoa anunciou nesta semana os planos de nacionalizar a produção de vários modelos da marca chinesa a partir de 2018. Para tal, a empresa pretende investir US$ 2 bilhões em cinco anos, na fábrica em Jacareí (SP) e também na implantação de uma nova linha de produção na principal planta industrial da Caoa, em Anápolis (GO), onde o grupo vai montar veículos maiores da Chery, como Tiggo, além de outros SUVs e sedãs. Atualmente, a unidade fornece os utilitários Hyundai Tucson e ix35.
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Avaliação
Transmissão
Luzes diurnas de LEDs posicionadas no para-choque são itens de série
de eficiência no C3 Hatch da Citroën ganha tantoem agilidadequanto em economia de combustívelcom novo câmbio automáticode seisvelocidades Márcio Maio Auto Press
Na linha 2018 do C3, carro com maior volume de vendas da Citroën, a transmissão automática de quatro marchas – usada até o fim dos enormes estoques da montadora – saiu de cena. Ela deu lugar a uma nova caixa, com seis velocidades, que proporciona à variante topo de linha Exclusive uma boa relação custo-benefício e novo fôlego para brigar com os hatches compactos rivais sem pedal de embreagem. O preço, de R$ 65.490 (que pode chegar a R$ 67.280 com a cor branco perolizado) não chama atenção assim, isoladamente. Mas na comparação do segmento, é umas melhores opções entre as configurações de topo, em meio a alguns rivais sem opção de trocas automáticas ou equipados com câmbios mais antigos ou CVT. A caixa de marchas nova é fornecida pela japonesa Aisin, e trabalha em conjunto com o motor 120 VTi 1.6 flex. O propulsor, no entanto, foi mexido para receber a novidade. Agora, ele fornece
4 cv a menos, ou seja, 118 cv de potência máxima, e 0,3 kgfm a menos, resultando em torque máximo de 16,1 kgfm, tanto com gasolina quanto com etanol. Com gasolina, o torque aparece mais rápido, em 4.000 giros. Já com etanol, dá as caras apenas em 4.750 rpm. Segundo a Citroën, o ganho com a chegada do câmbio de seis marchas – é o mesmo usado no C4 Lounge e no C4 Picasso – aparece nitidamente no conforto de rodagem, pelas trocas mais suaves e relações melhor escalonadas. Mas outro aspecto certamente pesa, desta vez sobre o bolso dos consumidores. É que além de permitir mudanças manuais sequenciais, o sistema tem três modos distintos de atuação: Eco, para economia, Drive, intermediário, e Sport, mais agressivo. No modo Drive, ele já é 7% mais econômico que o antigo câmbio da PSA. No modo Eco, bate em 12% de redução de consumo.
Conteúdo O pacote de itens de série, no entanto, não mudou. Mas a lista já era extensa.
Ficha técnica Motor. Dianteiro, transversal, 1,587 L, com quatro cilindros e 16 válvulas. Câmbio. Automático de seis marchas. Potência. 115 cv com gasolina e 118 cv com etanol, a 5.750 rpm. Torque. 16,1 kgfm, a 4.000 rpm com gasolina e 4.750 rpm com etanol. Freios. Discos ventilados na frente e tambores atrás, com ABS e EBD.
Não engloba grandes aparatos de segurança, mas conta com direção elétrica, computador de bordo, central multimídia com tela touch de 7 polegadas e capaz de espelhar smartphones, ar-condicionado automático digital, sensor de estacionamento traseiro e câmera de ré, vidros elétricos, limitador e regulador de velocidade, sensor de chuva e acendimento automático dos faróis. E traz ainda o charmoso para-brisa Zenith, que amplia a área envidraçada da frente e melhora bastante a iluminação e visibilidade. A lista de equipamentos da configuração Exclusive é boa, mas faltam controles eletrônicos de estabilidade e tração.
Compacto conta com comodidades a bordo, entre as quais o porta-luvas refrigerado
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17 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
FOTOS ISABEL ALMEIDA/CZN
Compacto tem interior confortável
R$
65.490 É o preço da versão top de linha Exclusive
Motor 1.6 16V é o mesmo de sempre; apenas passou por uma recalibração
Versão top de linha Exclusive traz decoração externa com muitos cromados
A cabine do Citroën C3 Exclusive está na média da maior parte dos hatches compactos vendidos no Brasil. Quatro adultos viajam com tranquilidade, mas um quinto elemento pode gerar aperto no assento traseiro. O isolamento acústico é bom em rotações médias, e a nova transmissão reduziu bastante o ruído no habitáculo. Existem bons porta-objetos no carro, e o portamalas leva 300 L, ou seja, está na média de seus concorrentes diretos. A central multimídia do compacto é bem funcional e exibe também informações do computador de bordo do carro. Os comandos essenciais ficam em posições favoráveis. O acabamento do Citroën C3, em qualquer uma de suas versões, está acima da média do segmento. Não chega a ser luxuoso, mas impressiona diante da maior parte de seus rivais. Plásticos têm boa qualidade, a maior parte deles é agradável ao toque, e os encaixes são precisos. Há alguns cromados pela cabine, e tudo é muito sóbrio e charmoso. Um detalhe decepciona na hora de parar no posto de gasolina: a tampa do tanque não tem trava elétrica e, para abastecer, é preciso desligar o carro – o que inclui rádio e ar-condicionado parados – e entregar a chave ao frentista. Incompatível com um modelo que promete tecnologias interessantes para o segmento em que atua. (MM/AP)
Novo câmbio deixou a condução mais agradável Uma mudança de transmissão pode alterar completamente o comportamento de um hatch. A caixa utilizada anteriormente, com apenas quatro marchas, fazia com que o Citroën C3 se mostrasse mais rude na hora de ganhar velocidade, com um ronco que invadia de maneira incômoda a cabine. Agora, com duas relações a mais, não só o barulho diminuiu, como também o gasto de combustível. E ainda trouxe uma suavidade no rodar tamanha que as trocas mal são percebidas – a não ser
quando se exige mais do trem de força, como em uma retomada. A perda de potência, de 4 cv, não é sentida. Ao contrário: parece que o hatch da marca francesa está mais bem-disposto. O acerto de suspensão garante boa estabilidade. Mesmo em velocidades mais elevadas, o C3 transmite confiança e se mantém equilibrado. Por dentro, o C3 Exclusive impressiona. Não só pela sobriedade e pelo bom gosto, mas talvez porque ele mostre de maneira explícita como outras marcas que atuam no
segmento de hatches compactos parecem não se importar com esse quesito. Só mesmo a Peugeot se torna páreo para a Citroën nesse aspecto, embora o para-brisa Zenith deixe o C3 um tanto mais interessante que o 208, que até temteto panorâmico, mas beneficia bem mais os ocupantes traseiros que o motorista. Graças ao aumento da área envidraçada, a visibilidade é incrível. A impressão é a de se estar em um automóvel maior e até mais alto, além de melhorar a iluminação no habitáculo. (MM/AP)
Para-brisa Zenith aumenta a região envidraçada na frente, o que favorece a visibilidade
W18 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
Chevrolet
Equinox ganha versão ‘básica’ O Chevrolet Equinox, vendido até então apenas em versão única e top de linha, acaba de ganhar uma opção de compra mais barata, porém menos equipada. Equipado com o mesmo conjunto mecânico, motor 2.0 turbo de 262 cv e câmbio automática de nove marchas, o Equinox LT chega às revendas ainda neste mês por R$ 134,9 mil, mas desprovida de tração integral, faróis em LED, teto solar panorâmico e partida por controle remoto. CHEVROLET/DIVULGAÇÃO
Mercado
Financiamentos batem recorde Em outubro, os financiamentos de veículos novos e usados somaram 450.237 unidades, um aumento de 20,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os dados foram levantados pela B3 e consideram automóveis leves, motos e pesados. A alta foi o maior crescimento mensal verificado desde 2010, quando a série histórica teve início. No acumulado do ano, as vendas financiadas avançaram 12,3%.
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Lançamento
R$
New Fiesta
56.690 É o preço da versão de entrada SE Style
ganha facelift de meia vida Hatch da Ford não muda quase nada, ficaumageraçãoatrásdo modeloeuropeueperdeespaçopara novosconcorrentes,comoArgoePolo Raimundo Couto De Tatuí (SP)
Um dos mais longevos e bem-sucedidos modelos da Ford acaba de completar na Europa 40 anos desde o lançamento. Falamos do Fiesta, que, para celebrar a data, acaba de ganhar no Velho Continente uma nova geração, a sétima, revista e melhorada. Enquanto isso, no país tupiniquim, a montadora do oval azul resolveu apenas atualizar sutilmente o visual do modelo para a linha
2018. O New Fiesta também ganhou nova central de multimídia Sync 3, com tela de 6,5 polegadas e outros “gadgets” para deixar o hatch mais hiperconectado. Visualmente, as mudanças do New Fiesta feito no Brasil se resumem a uma nova grade frontal com desenho côncavo em todas as versões, lanternas traseiras com iluminação em LED e luzes diurnas na frente, itens exclusivos da versão top de linha. De resto, o carro aparenta ser o mesmo. Esta é a segunda vez que
a Ford dá um “tapa” no visual do New Fiesta, que segue sendo oferecido com a carroceria da sexta geração. Não que o novo facelift tenha deixado o Fiesta feio. Mesmo depois de tanto tempo, o desenho do hatch da Ford ainda atende os padrões atuais e segue contemporâneo. Acontece que estamos vivendo um momento em que a concorrência investe no segmento, e a Ford deixa escapulir uma boa oportunidade de alinhar o New Fiesta ao que há de mais moderno.
Powershift sobrevive Todos esperavam que o hatch ganhasse o mesmo conjunto mecânico do novo EcoSport, que agora pode ser equipado com motor 1.5 de
Lanternas parcialmente em LED são novidades presentes na versão Titanium
três cilindros e câmbio automático de seis marchas. No entanto, o New Fiesta 2018 seguiu na mesma. O que poderia ser uma honrosa despedida para o polêmico câmbio automatizado de dupla embreagem Powershift, que tantos problemas e dores de cabeça deu a seus proprietários, acabou não ocorrendo. Mesmo quem não se liga em rebimbocas e parafusetas deveráser alertado que a concorrência está com dois produtos novos em folha, leia-se o novo VW Polo e o Fiat Argo. Também pode ser só uma estratégia da Ford em esperar para sentir qual será a recepção do New Fiesta 2018 no mercado e, talvez, reposicioná-lo na gama da Ford.
W
O jornalista viajou a convite da Ford
A partir da versão SE Plus automática, carro traz agora a central multimídia Sync 3
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19 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
FOTOS FORD/DIVULGAÇÃO
Versão Ecoboost é reposicionada na gama Com chegada às concessionárias prevista para dezembro, o New Fiesta 2018 estará no mercado custando de R$ 56.690 a R$ 75.190. A parte mecânica do hatch segue a mesma. A novidade é o reposicionamento da versão com motor 1.0 turbo (Ecoboost), de três cilindros e 125 cv, que agora fica abaixo da Titanium e sai por R$ 69.790. Além de na versão Ecoboost, o Fiesta vem equipa-
do, em outras configurações, com o conhecido motor 1.6 16V Sigma, com potência de 125 cv e 128 cv com gasolina e etanol, respectivamente. Em todas as versões, o carro ganhou um reforço de barras de proteção nas portas e no teto para não passar vergonha num eventual crash test realizado pelos órgãos de segurança independentes, que têm sido o atual “terror” das montadoras. (RC)
Em todas as versões, modelo recebeu nova grade frontal; na Titanium, há luzes diurnas em LED Única versão Ecoboost foi reposicionada na gama do modelo
W20 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
Grande final
Catarinense vence gincana A edição 2017 da Gincana do Caminhoneiro passou por Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Minas Gerais, até chegar a Itajaí, em Santa Catarina, para a grande final no último domingo (26). Dias chuvosos e calor intenso foram obstáculos extras para os 1.500 motoristas que participaram das provas de slalon para ganhar o prêmio máximo: um Iveco Tector 6x2 zero quilômetro. Com o tempo de 31 segundos, o grande vencedor da gincana foi o caminhoneiro Nelsi Pivetta, de 60 anos, natural de Ibicaré (SC). MAURÍCIO FERNANDES/DIVULGAÇÃO
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Internacional
Trabalho integral em diferentes tipos de terreno Versão italiana da van Ducato, da Fiat, ganhaopção de tração 4x4, para ficarmais versátil eser aplicada em diferentesatividades comerciais Auto Press A versatilidade do furgão Ducato já rendeu bons frutos para o modelo da Fiat. A van, que surgiu em 1981, é vendida em mais de 80 países e já foi líder do segmento em vários mercados da América Latina – incluindo o Brasil – e até na Rússia. Agora, para aprimorar o status de “versátil” do modelo, a marca italiana expandiu a gama do veículo comercial na Europa e
lançou a versão 4x4 com tração permanente, que promete ultrapassar os limites de simples transporte de carga. No mercado europeu, os números de vendas dos últimos anos de veículos comerciais tiveram significativa diminuição – principalmente por conta da crise econômica que atingiu os países do Velho Continente. Porém, em 2017, houve um aumento de 10% em relação ao ano anterior, ou
105 mil unidades a mais vendidas nesse ano. Desta quantidade, 30% são de carros da categoria da Ducato, o que demonstra a importância desse segmento no mercado local.
Mecânica A tração integral permanente, grande trunfo da versão 4x4 da Ducato, pode ser combinada com quatro opções de motores, todos a diesel. Um é o 2.0 de 115 cv de potência e 28,5 kgfm de torque, com câmbio de cinco velocidades. Outros dois são da família Multijet, ambos 2.3, com potência de 130 cv e 32,6 kgfm ou 150 cv e 35,7 kgfm – os dois acoplados a uma caixa de seis velocida-
des. Por fim, há ainda um 3.0 de 180 cv e 40,8 kgfm de torque. Os Multijet 2.3 e 3.0 oferecem a possibilidade de funcionar em conjunto com a transmissão ComfortMatic, automatizada de seis velocidades, que tem programação voltada para otimizar o consumo de combustível. Para manter a economia de combustível e as emissões de poluentes do Ducato em bons níveis, a Fiat utiliza uma tecnologia que intercepta os gases no escapamento após o filtro antipartículas e os traz de volta à câmara de combustão do motor. Isso reduz a temperatura de explosão e melhora e desempenho da propulsão.
Versão 4x4 foi desenvolvida a partir da nova geração da van, que ainda não chegou ao Brasil
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21 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
FOTOS FIAT/DIVULGAÇÃO
Nova geração é esperada no Brasil O Ducato passa por um hiato no mercado brasileiro: em dezembro de 2016, toda a linha deixou de ser produzida em Sete Lagoas, na região metropolitana de Belo Horizonte, devido ao fim de uma joint venture com a Iveco. Desde então, o veículo segue sem um sucessor direto.
Uma das possibilidades estudadas pela Fiat é de trazer a nova geração do veículo, que é produzida não apenas na Europa, mas também no México, país que tem acordo comercial com o Brasil, o que permitiria manter os preços em patamares competitivos. Porém, o fabricante ainda
não revelou informações a respeito da importação do modelo. Lançado no ano 2000, o Ducato permaneceu por 16 anos no mercado nacional e foi comercializadas em diferentes configurações de carroceria, para transporte de passageiros ou carga.
Desenvolvimento do Ducato 4x4 é reflexo da melhora do mercado europeu de utilitários
Múltiplas configurações Opções. Na Europa, o Ducato tem três configurações: Classic, Techno e Lounge. Cada uma é caracterizada por um nível diferente de sofisticação e elegância. Equipamentos. Elementos
como estofados, porta-copos, tela de 5 polegadas sensível ao toque com a central multimídia Uconnect, controles no volante e funções de navegação e multimídia e entradas e ligações com smartphones são alguns dos mimos oferecidos pelo
modelo. Público amplo. A estratégia é usada para atrair desde o cliente que só pretende transportar carga com o veículo até quem deseja atuar nos transfers de pessoas.
Modelo tem diferentes opções de motorização, todas a diesel, que vão de 115 cv até 180 cv
W22 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
super motor FOTOS GUSTAVO EPIFANIO/YAMAHA/DIVULGAÇÃO
Moto
Começa
Banco em dois níveis, tanque mais rotundo e abas laterais projetadas dão aspecto de moto de maior cilindrada
R$
14.990 O preço da Yamaha Fazer 250 inclui quatro anos de garantia
uma nova fase Com visual mais encorpado, YamahaFazer250 dequarta geração ganhanovos equipamentospara continuarcrescendo no mercado Eduardo Rocha Auto Press
Todo produto tem três valores diferentes. Dois deles podem ser determinados objetivamente: o da etiqueta de preço e o da qualidade. Já o último, bem subjetivo, é o quanto o comprador acha que o produto vale. É o chamado “valor atribuído”, capaz de determinar sozinho o sucesso – ou o fracasso. Nos últimos tempos, a Yamaha tem conseguido equalizar esses três valores no Brasil. Exatamente por isso, o fabricante está indo na contramão do mercado de duas rodas. Segundo os dados do setor, enquanto o mercado este ano encolheu 11,8%, a marca cresceu 18%. Em setembro, conseguiu a maior participação da história de 46 anos de Brasil, com 15,2%. Mas a Yamaha quer mais, e aposta que a nova Fazer 250 vai ser fundamental para que a marca se mantenha em alta. Ela quer pular da atual média de 900 para cerca de 1.200 unidades vendidas por mês. A ideia, claro, é roubar mercado da líder do segmento, a Honda CB 250 Twister, que mantém uma média de 2.000 emplacamentos mensais. Nesta, que é considerada a quarta geração do mo-
delo, as mudanças foram bem aprofundadas. O modelo passa a vir de série com ABS nos freios, ganhou novo chassi, novo design e passou por mudanças no mapeamento do motor de exatos 249,5 cm³. O propulsor agora respira melhor, com tomadas maiores, filtro de ar de maior capacidade e fluxo de saída de gases mais liberado – a nova ponteira de escapamento, inclusive, é bem mais curta. Com isso, a potência passou de 20,7/20,9 cv para 21,3/21,5 cv, com gasolina/ etanol, sempre a 8.000 rpm. O torque agora se mantém o mesmo com os dois combustíveis em 2,1 kgfm a 6.500 giros – antes, com gasolina, ficava em 2,09 kgfm. Segundo a Yamaha, mais que o ganho numérico, a Fazer passou a apresentar respostas mais homogêneas em regimes de baixas e médias rotações, principalmente pela curva de torque mais plana.
Ficha técnica Motor. 249,5 L, monocilíndrico, duas válvulas, comando simples no cabeçote e refrigeração a ar e óleo. Potência. 21,3 cv com gasolina e 21,5 cv com etanol, a 8.000 rpm. Torque. 2,01 kgfm a 6.500 rpm tanto com gasolina quanto com etanol. Câmbio. Manual de cinco marchas com transmissão por corrente. Tanque. 14 L.
Altura livre do solo aumentou de 160 para 190 mm na nova geração da Yamaha Fazer 250 de combustível ficou com um desenho mais robusto, e os assentos em dois níveis remetem aos usados da XJ6. O pneu traseiro ganhou 10 mm na largura e agora tem 140/70-17 e as rodas de liga leve com 10 raios ganharam um aspecto mais esportivo.
As suspensões também foram reforçadas. Na frente, as bengalas ficaram 8% mais largas, e o curso foi aumentado de 120 para 130 mm. Na traseira, o amortecedor único ficou mais robusto, e o número de regulagens na pré-carga da mola passou de cinco para sete.
Design O novo visual teve o objetivo de deixar a Fazer 250 com um aspecto de moto maior e mais encorpada. O conjunto ótico dianteiro, além de ser totalmente em LED, passou a ser mais horizontalizado. A lanterna traseira, também em LED, perdeu o formado triangular e ficou mais afilada. As tomadas de ar nas abas laterais ficaram maiores, o tanque
Painel com mostradores digitais é comum em motos naked
Pilotagem equilibrada e até um pouco esportiva O novo desenho do tanque e das aletas da Yamaha Fazer proporcionou um melhor encaixe para os joelhos do piloto. O ganho neste aspecto vem também da redução em 1 cm na altura do assento, para 79,5 cm. Além disso, o guidão ficou mais elevado, e as pedaleiras foram recuadas. A redução na altura do banco foi positiva para pessoas de maior estatura, e a posição de pilotagem ficou ligeiramente mais esportiva, embora não tão forçada a ponto de sobrecarregar o antebraço do piloto. O motor apresenta respostas mais imediatas em baixas
e médias rotações – em altas, ele já era bem reativo. O mesmo acontece com o câmbio, que ficou com encaixes mais dinâmicos e suaves. Mas por ter apenas cinco marchas, ele não consegue explorar todo o potencial do propulsor. A introdução de informações sobre consumo médio e instantâneo no computador de bordo facilita a condução econômica. Em movimento, o aumento da rigidez da suspensão deixou a Fazer mais dócil em asfalto liso, mas provoca algum sofrimento em pisos irregulares. (ER/AP)
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23 W O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
JOE RAEDLE/AFP
Problema se repete aqui
Airbags mortais
Mais de 20 milhões de carros não fizeram o recall Grave falha nas bolsas infláveis daTakata tambématinge oBrasil Da redação Mais de 20 milhões de veículos nos Estados Unidos ainda não realizaram o recall dos “airbags mortais” da empresa Takata.
Uma falha crítica no equipamento já causou várias de mortes no país. Apesar do apelo das montadoras para os clientes comparecerem às concessionárias para corrigir o problema, qua-
se 2/3 dos carros envolvidos no recall seguem rodando com o defeito. Nos casos investigados, fragmentos de metais do próprio dispositivo acertaram em cheio o rosto dos acidentados como navalhas. Além de ferimentos graves, houve registro de 13 mortes apenas nos Estados Unidos.
Em vez de salvar vidas, bolsa inflável já matou 13 pessoas nos EUA
De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), no Brasil, até então, apenas 16% dos veículos identificados com os “airbags mortais” atenderam ao recall. Pelomenos 11 montadoras já iniciaram no país, desde 2016, campanhas junto aos clientes para agendamento e reparo da grave falha no equipamento de segurança. O chamado envolve modelos de várias marcas. Por isso, vale a pena checar via concessionária ou nos sites das próprias montadoras se seu veículo foi convocado ou não.
24 W O Tempo - Pampulha - Super NotĂcia 2 de dezembro de 2017
Belo Horizonte
WIlha da Madeira. Capital reúne história e réveillon de arromba. Páginas 4 e 5
pampulha YASUYOSHI CHIBA/AFP
WCasal Mil. Macaé é novo destino com bom custo no litoral do Rio. Página 12
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BELO HORIZONTE Sábado 2/12/2017
Adeus, 2017! Selecionamos 12 festas em destinos nacionais com incríveis paisagens naturais – e ritmos variados – para você terminar 2017 em grande estilo; no exterior, destacamos Funchal, Sidney, Edimburgo, Nova York e Londres Páginas 4a 10
W2 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
paulo campos
Acompanhe as dicas de Paulo Campos no programete Super Viagem, de segunda a sexta-feira, às 10h33, no Manhã Super
paulocampos@otempo.com.br
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sala vip (I)
A quarta edição da campanha Azul da Cor do Mar FOTOS EDY FERNANDES;/DIVULGAÇÃO
Pelo quarto ano consecutivo, a Azul Viagens, lançou a campanha Azul da Cor do Mar, que premia as agências que mais venderam pacotes da operadora para os destinos de Alagoas, entre eles a capital Maceió. O evento, que passou pelas cidades de Campinas e São Paulo na semana passada, aterrissou em Belo Horizonte no último dia 23, em evento para convidados na churrascaria Adega do Sul. A campanha, promo-
vida em parceria com a Secretaria Municipal de Turismo (Semtur), a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (AbihAL) e a Luck Receptivos, pretende premiar os 30 maiores vendedores do destino Maceió entre o período de 21 de novembro de 2017 a 21 de junho de 2018 com uma viagem para a capital alagoana. O evento da premiação acontecerá em agosto de 2018.
Adriana Peixoto (Oásis Turismo), Michele Santos (My Way), e da equipe da operadora Azul Viagens, Débora e Fabiana Oliveira
O casal da agência FlyVip Viagens e Turismo, do bairro Jaraguá, na Pampulha, a querida Ana Paula Chagas e Wismar Dabess
Juliana Soares (Oliveira’ s Tour) ,Rodney Gosling (Maceió Atlantic), Agatha Nascimento (Master) e Sheila Souza (Flap)
Rafaela Souza e Vanessa Mariani e Ariel, Adriana e o simpático diretor Hotoniel Drumond, da agência HD Turismo
O quarteto de agentes da São José Viagens, Jackson Marques, Rosiane Saliba, Tarsila Reis e Andrey Barbosa
Juliana Estrella, Gisele Mendonça e Jussara Mendes (Polo)
Caroline Borges, Isabel Alves, Lua Oliveira e Jaqueline Silva (SR Viagens)
Juliana Machado e Danielle Calcanti (Ibiza) e Fernando Filaho (Girotur)
check-in/check-out W FABRÍCIO BERGER/DIVULGAÇÃO
Fabrício Berger,
executivo de contas da Vital Card em Minas, e o atleta Sidney Costa, tricampeão brasileiro de squash
Torneio de squash (I) A Vital Card, por meio do executivo de contas em Minas, Fabrício Berger, e do diretor Luciano Bonfim, pretende investir no esporte amador, patrocinando torneio amador de squash, que acontece no período de 14 a 16 de dezembro na Winner Squash e Tenis, localizada no bairro Estoril, em Belo Horizonte. O torneio já tem 40 inscritos, entre atletas e iniciantes.
Roadshow Visit.Rio
Novos uniformes (I)
Novos uniformes (II)
No dia 5, Belo Horizonte vai receber o roadshow Visit.Rio. Promovido pelo Rio Convention & Visitors Bureau, a ação será realizada às 18h, no Bar Ideal (rua Sergipe, 1.187), a partir das 18h. O roadshow apresentará a mobilidade urbana, os novos atrativos, a infraestrutura para congressos e eventos e o novo parque hoteleiro. Interessados em participar devem enviar e-mail para gerenciadeturismo@rcvb.com.br. As vagas são limitadas.
O resort Costa Brasilis e a Pousada Corsário, de Santo André (BA) – ambos administrados pela Samadhi Hotels –, estrearam os novos uniformes assinados pela estilista Cláudia Guerra, da SanChef. Cada departamento ganhou modelos especialmente pensados nas atividades executadas diariamente pelos colaboradores dos empreendimentos.
Elegantes e bonitos, os tons das estampa e das cores escolhidas para os uniformes têm um toque tropical. A preocupação com a preservação do meio ambiente também pautou a criação. O tecido usado para confeccionar os aventais usados pelos garçons, por exemplo, é 100% reciclado, feito de garrafas PET e fibra de algodão.
GRUPO SAMADHI/DIVULGAÇÃO
Novos uniformes (III) Torneio de squash (II) Fabricio Berger, que é praticante de Squash, conta que a Vital Card incluiu em seu portfólio a cobertura ao esporte amador como forma de incentivar a modalidade. Já Sidney Costa, campeão nacional e km dos organizadores, afirma que o apoio da Vital Card é uma forma de estreitar ainda mais parceria com os esportistas.
Márcia Bittencourt (vermelho) e a equipe do Costa Brasilis e Pousada Corsário
Para Márcia Bittencourt, diretora comercial da Samadhi Hotels, assim como roupas em geral, os uniformes são peças fundamentais na boa apresentação de pessoas e das empresas que elas representam: “Acredito que com esses novos modelos conseguimos transmitir as singularidades das marcas Costa Brasilis e Corsário, que são conforto, leveza, charme e elegância”.
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Sidney
Show de fogos reflete na água Em Sidney, na Austrália, onde o ano novo chega primeiro – o país fica duas horas depois da Linha Internacional de Data (LID), zona no Pacífico que determina o início de um novo dia –, a festa acontece na baía, que reflete a iluminação de uma das óperas mais famosas do mundo.
Edimburgo
Um toque de religiosidade Na capital da Escócia, Edimburgo, as boas-vindas ao ano novo prioriza a religiosidade, com uma procissão, no dia 30, que ilumina as ruas da cidade. Na noite da virada, há shows de música ao vivo, telões gigantes e um show pirotécnico que ilumina o Castelo de Edimburgo e demais acervos históricos. TIMEOUT/REPRODUÇÃO
Nova York
Luzes e som na Times Square Como ocorre no Natal, a festa de réveillon que acontece na Times Square, em Nova York, reúne milhares de pessoas que, juntas, fazem a contagem regressiva em meio a show e fogos de artifício. Os turistas e os moradores ainda podem esticar a noite nos bares e nos restaurantes da cidade.
Londres
London Eye de camarote Na capital inglesa, depois de assistir à tradicional queima de fogos na London Eye, é possível espalhar-se por pubs para festejar até o amanhecer. Outra opção é fazer um cruzeiro pelo rio Tâmisa, com direito a parada para assistir aos fogos de artifício e jantar de luxo.
turismo
Funchal
Point de festas com tom português de além-mar A capital da ilha da Madeira aposta emarquitetura histórica eprodutos típicospara atrairvisitantes, que ainda vão curtir suas festividadesanuais Da redação
lhão, em 13 de fevereiro.
Berço da ocupação portuguesa, Funchal tornou-se um dos destinos mais visitados do arquipélago da Madeira. Capital da ilha, com mais de 500 anos de história e ar cosmopolita, é onde muitos turistas iniciam o tour pela sedutora ilha do Atlântico. Não é para menos, suas atrações incluem restaurantes estrelados, monumentos históricos e atividades de lazer, assim como muitas festividades anuais. No próximo mês, por exemplo, a cidade oferece uma fantástica festa de réveillon, que, entre outros atrativos, conta com uma queima de fogos de artifício denominada o maior espetáculo pirotécnico do mundo. De 7 a 14 fevereiro, acontece a famosa festa de Carnaval local, que, entre várias atividades carnavalescas a la Madeira, estão previstos o Grande Cortejo Alegórico, no dia 10, e o Cortejo Trapa-
Flores da Madeira Com mais de 100 mil habitantes, Funchal também é famosa pela receptividade. Para comprová-la, basta visitar o famoso Mercado dos Lavradores, um dos principais centros comerciais da cidade. Além de alimentos frescos (frutas, vegetais, peixes etc.) de qualidade, é possível adquirir lá as belíssimas flores da Madeira, que, inclusive, tomam conta da cidade durante a Festa da Flor, realizada sempre no início da pri-
Os fogos do réveillon são denominados o maior espetáculo pirotécnico do mundo
mavera, em abril. Dedicada a um dos produtos mais emblemáticos da ilha da Madeira, a Festa do Vinho 2018 já tem data para acontecer: de 26/8 a 9/9, com degustações, espetáculos de luz, som e folclore alusivos às vindimas e à bebida. Na freguesia do Estreito de Câmara de Lobos, próxima a Funchal, ainda se pode colher a fruta e participar da pisa da uva.
Natureza e gastronomia Considerada uma “cidade jardim”, Funchal possui muitos espaços verdes, como parques, quintas e jardins, para conhecer a variada flora madeirense. Entre eles, estão o jardim da Fortaleza do Pico, o Jardim Municipal e o famoso Jardim Tropical Monte Palace, um local para apreciar a exuberante natureza do entorno. Acessado por meio do teleférico, que oferece uma vista deslumbrante do vale da Ribeira de João Gomes, o Jardim Botânico também não pode ficar de fora do passeio. No litoral Atlântico, Funchal ainda tem centros de mergulho para desbravar as profundezas do mar, praticar pesca esportiva e, entre outras atividades aquáticas, windsurfe.
TURISMO DA MADEIRA/DIVULGAÇÃO
A Festa do Vinho, que em 2018 será de 26/8 a 9/9, tem atrações variadas FRANCISCO CORREIA/CREDITOTURISMO DA MADEIRA/DIVULGAÇÃO
Saiba mais Visto. Brasileiros não precisam de visto para entrar em Portugal e, consequentemente, na ilha da Madeira. Moeda. Euro. É possível trocar dinheiro em bancos e casas de câmbio. Fuso horário. A diferença de horário entre Brasil e Madeira varia com o horário de verão de cada país. Clima. É comum ouvir que na Madeira é primavera o ano inteiro. O clima é ameno, com média anual de 19°C. Aeroporto. A principal porta de entrada é o Aeroporto Internacional da Madeira Cristiano Ronaldo (FNC), a apenas 20 minutos do centro de Funchal, que recebe diariamente voos nacionais e internacionais. Com uma natureza privilegiada e uma orla de tirar o fôlego, a capital da ilha da Madeira é destino muito procurado para a prática de esportes radicais e náuticos
turismo
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JORNAL MUNDO LUSÍADA /REPRODUÇÃO
A queima de fogos do Ano-Novo em Funchal, capital da ilha da Madeira, figura, desde 2006, no Guinness Book como maior show pirotécnico do mundo
Transportes Conexões aéreas. A ilha da Madeira fica a menos de duas horas de voo de Lisboa e entre três e quatro horas das principais capitais europeias. Conexões marítimas. O porto de Funchal serve de ponto de parada entre outros destinos. As ligações diárias entre ilhas são feitas em ferryboat, com duração, em média, de 2h30. Terrestre. Há táxi (www.aitram.pt) em quase todas as localidades; horários e itinerários do transporte público em: www.eacl.pt; www.horariosdofunchal.pt; www.sam. pt; e www.rodoeste.pt. Com uma moderna infraestrutura rodoviária, é fácil circular de carro pela região. Informações. Saiba mais sobre a ilha da Madeira em: www.madeiraallyear.com.
GREG SNELL/DIVULGAÇÃO
Moluscos dos rochedos locais, as lapas utilizadas como entrada ou petiscos
Patrimônio e beleza no meio do Atlântico
Jericoacoara
Considerado o melhor destino insular do mundo, a ilha da Madeira é um pequeno paraíso português situado em meio ao oceano Atlântico. De origem vulcânica, sua localização privilegiada proporciona clima ameno e mar com temperatura agradável o ano inteiro, além de impressionantes cenários de montanhas, vales e penhascos, todos cobertos pela exuberante vegetação Laurissilva, nomeada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. As principais e únicas ilhas habitadas do arquipélago são Madeira e Porto Santo. Há excelentes opções em balneários, monumentos históricos e ótimos hotéis e restaurantes, onde pode-se provar a deliciosa gastronomia e os premiados vinhos madeirenses.
Durante toda a alta temporada, acontecem em Jericoacoara diversas festas no “centrinho” da vila, regadas à boa música brasileira, pé na areia e bons drinks. Boa opção para quem quer conciliar Fortaleza com um destino mais tranquilo e rústico, que oferece praias preservadas e uma vida noturna bem atraente.
TURISMO DA MADEIRA/DIVULGAÇÃO
Carnaval será de 7 a 14 fevereiro; Grande Cortejo Alegórico e Cortejo Trapalhão são o ponto alto de Momo madeirense
Belas atrações no Ceará
CVC/DIVULGAÇÃO
Maragogi
Caribe do NE brasileiro Maragogi, em Alagoas, é conhecida como o “Caribe brasileiro”, por ter um mar de águas calmas e mornas que formam piscinas naturais, devido à uma enorme barreira de corais. É possível combinar o destino com pernoites em Maceió, Recife ou Porto de Galinhas, o que favorece o custo-benefício da viagem.
Jalapão Frutas e vegetais frescos, além de flores, são atrações do mercado municipal
Contato íntimo com a natureza
TURISMO DA MADEIRA/DIVULGAÇÃO
Entre dunas e cachoeiras, o Jalapão, no Tocantins, é uma das regiões mais bem-preservadas do país, e o acesso, ainda limitado, torna a região pouco explorada. Cenário da atual novela “O Outro lado do paraíso”, da Globo, o destino é uma das opostas da CVC para o ano de 2018.
Centro histórico e comidas típicas Para conhecer os principais atrativos turísticos de Funchal, tome o ônibus panorâmico (o segundo andar fica a céu aberto), que, por 90 minutos, percorre os principais monumentos, promovendo uma verdadeira viagem pela história local. Um passeio a pé pela Zona Velha, o centro histórico, é imprescindível para ver de perto as famosas portas pintadas, uma galeria de arte a céu aberto. Dali se tem acesso a Monte, a parte alta da cidade, a bordo do teleférico. Com 20 minutos de duração, o passeio proporciona uma vista espetacular do oceano e das montanhas. A melhor maneira de vol-
tar dali é no tradicional carro de cesto, um típico transporte madeirense, que, numa descida de 2 km até Livramento, é pura adrenalina. Nessa área, estão os premiados restaurantes com variados pratos típicos da Madeira. As lapas frescas salpicadas com manteiga e limão, por exemplo, são alguns dos petiscos mais procurados, assim como as famosas sobremesas (vários tipos de pudins, licores e sorvetes produzidos com frutas locais). Aproveite para conhecer a animada vida noturna dessa região da cidade e para provar a poncha, bebida típica madeirense em um dos diferentes bares.
Rússia
Pacotes para a Copa do Mundo
Cercadas por jardins e com panorâmicas do mar e das montanhas, as ladeiras de Funchal convidam a passeios a pé
A CVC está em final de negociação para comercializar pacotes para a Copa do Mundo 2018, na Rússia. Os roteiros incluem hospedagem, ingressos (para 2, 3 ou 4 jogos), traslados, passeios, seguro-viagem e guias falantes de português desde o Brasil.
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turismo FERNANDO MAIA|RIOTUR/DIVULGAÇÃO
Queima de fogfos em Copacabana
ANDRÉ PESSOA/DIVULGAÇÃO
Festa de réveillon
Um ritual perfeito para começar o ano de 2018
Cumuruxatiba: paraíso onde acontece a Festa Mareh
Do Rio de Janeiro e Guarujáaosmais variados destinos nordestinos,apresentamos 12 animadascelebrações de ano denovo para você terminar2017 como pédireito Tânia Ramos
taniaramos@otempo.com.br
Balneários nordestinos reúnem concorridas festas de Ano-Novo, junto com o Rio, que, além dos populares fogos de Copacabana, terá novas opções VIPs
O DJ alemão Fatboy Slim é atração em Réveillon de São Miguel do Gostoso
Com alguma crença ou não, todos querem começar o ano novo de bem com a vida. Então, que tal deixar de lado o banho caseiro de sal grosso (se você for adepto da prática) para se esbaldar numa festança à beiramar – de ritual, só mesmo pular as sete ondinhas, porque ninguém quer dar mole para o azar; se quiser reforçar a boa sorte, também pode ofertar flores para Iemanjá, a rainha do mar. A fim de espantar, de vez, as urucubacas de 2017 com muita animação e alegria, selecionamos, para aqueles que preferem curtir no Brasil a virada do ano, as festas de réveillon mais badaladas do litoral e até uma de rio, a Réveillon Vai Tapajós, na praia fluvial de Alter
do Chão, no Pará, que, aliás, já está com os ingressos esgotados. Na costa marítima, as opções são a pioneira Festa do Taípe, de 26/12 a 3/1, em Trancoso, no Sul da Bahia; I Believe in Miracles, de 27 a 31/12, em São Miguel dos Milagres, em Alagoas; Je Suis Jeri, de 27/12 a 2/1, em Jericoacoara, no Ceará; e São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, com Réveillon do Gostoso, de 27/12 a 1°/1.
Guarujá, no litoral paulista, com o Réveillon Café de la Musique. Entre os destinos estreantes com grandes festas de Ano-Novo, destacam-se Barra Grande, no Piauí, com a Piawaii, de 27 a 31/12; Santo André, distrito de Porto Seguro, com Réveillon Make a Wish, de 27 a 31/12; e Cumuruxatiba, distrito de Prado, com Festa Mareh, de 26/12 a 2/1.
Ritmos Espetáculo carioca Mais próximo dos mineiros, estão o Rio de Janeiro, que, no próximo dia 31, promete bombar com quatro festas exclusivas, além do mais concorrido do mundo réveillon de Copacabana – que, neste ano, terá show de Anitta e a sempre aguardada queima de fogos –; e o
Essas festas, com duração de quatro a oito dias e opções open bar – alguns destinos têm bufê incluído nas festividades do dia 31 – são marcadas por ritmo ecléticos, com música eletrônica, axé, funk, samba e até carimbó, a pegada regional que vai comandar o som em Alter do Chão.
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turismo IMAGE DEALERS/DIVULGAÇÃO
SCHEEEINS/DIVULGAÇÃO
Réveillon de Trancoso, com o selo Haute, chega neste ano à 18ª edição
Bahia
Ritmos variados dominam festas de réveillon No rota de badaladas celebrações, os balneáriosbaianos de Trancoso, Santo Andrée Cumuruxatiba abrem espaçopara outros sonsalém do axé Tânia Ramos taniaramos@otempo.com.br
Trancoso, destino exclusivo pertencente à popular Porto Seguro, no Sul da Bahia, é o balneário pioneiro em badaladas festas de réveillon. Neste ano, em que a tradicional Festa do Taípe, realizada na virada do ano, chega à 18ª edição – nos últimos tempos, o calendário foi ampliado com mais celebrações –, a localidade ganhou concorrentes nas imediações: o Réveillon Make a Wish, em Santo André, também distrito da cidade-sede da Costa do Descobrimento, e a Festa Mareh, em Cumuruxatiba, distrito do vizinho município de Prado. Conclusão, para quem curte as belíssimas praias do litoral sul baiano e não abre mão de celebrar a chegada de 2018 com o pé na areia, não vai faltar opção. E o que é melhor: com uma grande variedade de festas e de ritmos distintos, que começam em 26/12, como é o caso da Festa Mareh, e
vãoi até 3/1, a exemplo das celebrações em Trancoso. O calendário pioneiro será aberto em 27, com a eletrônica Corona Sunsets, seguida da We Love Trancoso (som de DJs), na sétima edição. No dia 29, será a vez da Saravá, com sucessos nacionais de todos os tempos, e, em 30, o Pré-Réveillon Trancoso, com hits eletrônicos da temporada. Depois da tradicional Taípe, com excelente infraestrutura na beira da praia, a Ressaca, no dia 2, fechará o ciclo com um toque de axé. Todas são open bar.
Santo André Com know-how da edição passada na Península de Maraú, a agência paulista Scheeeins leva a Santo André cinco dias de festa. No dia 27, a Orixás pede proteção para todas as crenças; em 28, a Devassa Tropical Sunset celebra a amizade e a alegria, ao som de muito tropical house; em 29, acontece a Arca de Noé, uma balada consagrada em muitos destinos brasileiros; e, no dia 30, será a vez do
Balneários baianos oferecem festas de réveillon de selos renomados, como Haute em Trancoso, Scheeeins em Santo André e Mareh em Cumuruxatiba Samba de Santa Clara, com muita música brasileira. Para fechar o ano, o Réveillon Make a Wish, com bufê e muito som, capitaneado pelo DJ alemão Robin Schulz. Todas são open bar. O selo Mareh estreia neste ano no réveillon de Cumuruxatiba, uma vila de pescadores distante 30 km de Prado e 257 km de Porto Seguro. Denominada Festa Mareh, ela vai reunir o melhor da cena eletrônica, de 26 de dezembro a 2 de janeiro. Além de se esbaldar em oito dias de festa, o visitante ainda pode aproveitar o lago de areia monazita, um mineral de propriedades medicinais.
Primeiro Make a Wish de Santo André herda know-how da Scheeeins usado em Maraú, onde ocorreu a última festa ANDRÉ PESSOA/DIVULGAÇÃO
Ingressos Santo André Pacote completo: R$ 2.100 (fem.) e R$ 2.900 (masc.) Separadas: Make a Wish sai a R$ 750 (fem.) e R$ 950 (masc.); as demais, R$ 400 (fem.) e R$ 550 (masc.) Site: ingresse.com/makeawish Cumuruxatiba Dias 27 e 30/12 e 2/1: R$ 250 (+ taxa de R$ 17,50) Dias 28 e 31: R$ 750 (+ taxa de R$ 52,50) Dia 28: R$ 400 (+ R$ 28) Dia 31: R$ 600 (+ R$ 42) Site: mareh.com.br Trancoso Pacote: a partir de R$ 3.900 (único) Separadas: Saravá a R$ 1.100 (+ R$ 110) e Taípe R$ 1.380 (+ 138); as demais custam entre R$ 600 e R$ 800 Site: ingresse.com/trancosocorona#comprar Balneário de Cumuruxatiba encanta os visitantes com suas cores únicas
turismo
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REVEILLONDOSMILAGRES.COM/REPRODUÇÃO
Nordeste
Batidas de DJs
Réveillon doMilagres promete repetir o sucesso da edição passada
Ingressos Piawaii Pacote: R$ 2.000 (único) Separadas: Salve Guanabara e Tropical Tunes saem a R$ 300 cada; Sunglass e Gandaia, R$ 400; e Piawaii R$ 800 Site: eventbrite.com.br/e/ reveillon-piawaii-tickets
invadem praias Réveillons demúsicaeletrônicaefunk a house, pope axé em Barra Grande, SãoMiguel dos Milagres, São Miguel do Gostoso e Jijocade Jericoacoara Tânia Ramos
taniaramos@otempo.com.br
Com o sucesso das edições passadas, mais três festas de réveillon prometem bombar no Nordeste: Réveillon dos Milagres, em São Miguel dos Milagres (AL), Je Suis Jeri, em Jijoca de Jericoacoara (CE), e Réveillon do Gostoso, em São Miguel do Gostoso (RN). A ser realizada pela primeira vez, a Piawaii, em Barra Grande, no Piauí, também pretende fazer bonito. Em comum, todas essas festas contam com o reforço das belezas naturais e o
toque rústico desses simpáticos balneários, que, por quase uma semana, vão oferecer celebrações de ano novo com muita música eletrônica e hits nacionais. O Réveillon dos Milagres (I Believe in Miracles), de 27 a 31, na praia do Marceneiro, será open bar premium e open food. As atrações serão Music Motion (27/12), com DJs internacionais; Beleza Rara (28/12), com axé Eva; Vintage Culture e Dennis DJ (de selo Corona Sunset em 29 e 30/12, respectivamente), renomados DJs nacionais; e, para 31/12, está prevista uma festa surpresa.
I Believe in Miracles Pacote: R$ 2.790 (fem.) e R$ 3.390 (masc.) Separadas: Com exceção do dia 31 a R$ 1.390 (único), demais festas saem a R$ 550 (fem.) e R$ 700 (masc.) Site:ingresse.com/milagres Je Suis Jeri Pacote: R$ 2.900 (masc.) e R$ 2.500 (fem.) Site: semhora.com.br/evento/reveillon-je-suis-jeri Praticamente um paraíso intocado, com apenas 8.000 habitantes, São Miguel do Gostoso terá a segunda edição do Réveillon do Gostoso, capitaneada pelo DJ alemão Fatboy Slim. A programação começa no dia 27, com Baile do Zeh Pretim, seguido de Mangata (28), com Bell Marques; Esbórnia (29), com Fatboy
Slim; Corona Sunsets (30), com The Juns; e Réveillon do Gostoso, com Jonas Blue. Na Je Suis Jeri, de 28 a 31, estão previstas as Jeri Rocks (28), com uma pegada mais pop; Corona Sunsets (29), com renomados DJs brasileiros do cenário eletrônico; SOS (30), que mistura música brasileira com eletrônica; e Je Suis Je-
ri Réveillon 2018, com DJs e muita animação. A Piawaii, com circuito praia, música, life style e experience, de 27 a 31, terá cinco festas open bar (que já são grifes de sucesso): Salve Guanabara, com João Brasil; Sunglasses; Gandaia, com Rodrigo Lampreia; Pool Party Tropical Tunes; e Piawaii.
Réveillon do Gostoso Pacotes: completo a R$ 2.790 (masc.) e R$ 2.290 (fem.) e, de 29 a 31, R$ 2.350 (masc.) e R$ 1.950 (fem.) Separadas: Zeh Pretim a R$ 600 (masc.) e R$ 450 (fem.) e Mangata a R$ 700 (masc.) e R$ 550 (fem.) Site: semhora.com.br
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turismo MORRO DA URCA/DIVULGAÇÃO
Barra
Mais réveillon carioca A festa New Year’s Party 2018 acontecerá no terraço do hotel Laghetto Stilo Barra Rio, com incrível vista da praia da Barra. O evento, que será open bar (espumante incluído), terá atrações com DJ e Banda Woodlab, uma das mais irreverentes de rock, que fará um show especial com músicas do novo álbum, lançado pela Universal, além de tocar diversas bandas nacionais que fizeram sucesso nos anos 90. O menu será de finger food, como tábua de queijos e frios, pães, sanduíches, ilha de frutas e doces. Ingressos custam R$ 450 (preço único).
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Informações: laghettohoteis.com.br ou pelo número 0300 3130 925 SAMUEL ANTONINI/DIVULGAÇÃO
Pipa
Destino potigar realiza festa Outro novo projeto de réveillon brasileiro é o Let’s Pipa, que vai acontecer na famosa praia do Rio Grande Norte – a 85 km de Natal –, de 27 de dezembro a 2 de janeiro. Na programação, a atração Salt, com DJ Kolombo (27/12 ); Tropipa, com Anitta (28); Sete Ondas, com o famoso DJ Robin Schulz (29); Colors of Pipa (Make U Sweat), no dia 30; Romã, com Marina Diniz (31); e Amor de Pipa, Amor que Fica, com Vintage Culture, no segundo dia do ano. Durante o período de festas, a graduada em educação física Cau Saad ainda promete muita malhação.
Rio de Janeiro
Exclusividade em locais únicos Celebrações do réveillon carioca prometem,além de muito glamour, vistasde tirar ofôlego desde omorro daUrca atéa lagoaRodrigo de Freitas Com a mais ampla vista da Cidade Maravilhosa, o réveillom do morro da Urca tem um sedutor atrativo a mais
Paulo Campos
paulocampos@otempo.com.br
Do alto do morro da Urca, na última semana, o empresário carioca Bruno Vilardi, sócio da Party Industry, empresa que promove hoje as melhores (e maiores) festas do Rio de Janeiro, não escondia sua satisfação pelo resultado na estreia do projeto Tardes Cariocas. A proposta de misturar dias inteiros de música e gastronomia, aproveitando a vista deslumbrante de um dos mais famosos cartões-postais da cidade, tinha sido bem-sucedida, tanto que um segundo round está previsto para acontecer na primeira quinzena deste mês. Levar um público de mais de 500 pessoas para cima do morro da Urca foi uma tarefa fácil para os empresários da Party Industry, que, no ano passado, já tinham utilizado o mesmo cenário para uma festa de réveillon memorável. O desafio para André Barros e Bruno Vilardi até o fim deste ano será o de promover (ou repetir) três réveillons simultâneos em espaços diferenciados e lançar um novo. “Queremos fazer do réveillon não uma festa, mas uma temporada de festas”, explica Vilardi o dimensionamento na virada deste ano.
Festa suspensa O morro da Urca continua a ser um dos espaços escolhidos para a virada, os outros, às margens da lagoa Rodrigo de Freitas, serão o Lagoon, um complexo gastronômico e de entretenimento, e a Sociedade Hípica Brasileira, que hospedará o tradicional Cafe de la Musique. O gosto de novidade é o Sheraton Grand Rio Hotel & Resort, único hotel pé de areia do Rio de Janeiro, instalado no extremo da praia do Leblon, próximo ao Vidigal, com uma vista única (e esplendorosa) para os dois bairros mais sofisticados da zona Sul carioca. “Queremos criar um calendário de fim de ano para que os turistas, hoje 80% do público, venham à cidade”, comenta o empresário da Party Industry, responsável por festas como Baile do Zé Pretim, Mardi Gras, Fica Comigo, Só Love e Camarote Allegria, no Carnaval, entre outras. O pré-réveillon começa no dia 28 com Cadê Teresa, em um lugar surpresa no bairro histórico de Santa Teresa, e continua no dia 29 com Apotheosis, no gramado do Maracanã, e a FeijoaJay, com Jorge Aragão, na Sociedade Hípica Brasileira. O músico Jorge Aragão,
por sinal, é um parceiro constante nos projetos de Barros e Vilardi. Ele marcará presença no réveillon do morro da Urca, ao lado dos DJs Roger, Bruna Leon, Marcelo V'Re, Leo Paes Leme e Ryon Live Sax. Com preços que variam de R$ 790 a R$ 1.600, a festa incluirá bufê, open bar, café da manhã e acesso aos shows, sem lugar marcado. O público terá opção de acesso ao morro da Urca e ao Pão de Açúcar e a um bufê gourmet assinado por Pedro Benoliel, que herdou o talento da mãe Monique.
Ingressos Réveillon do Morro Preços: R$ 790 (ingresso morro da Urca), R$ 1.350 (ingresso festa + mirante + Pão de Açúcar) e R$ 1.600 (ingresso gourmet experience) www. Newticket.com.br White Rooftop Preços: R$ 650 (ingresso geral) e R$ 850 (versão plus comfort). www.whiterooftop.com.br
Réveillon Cafe de La Musique Rio Preços: R$ 550 (masculino) e R$ 490 (feminino) www.ticket360.com.br Réveillon Be New Again Preços: R$ 490 (apenas a festa), a partir de R$ 2.490 (festa + suíte). Valores sujeitos a alteração www.lastnight.com.br MORRO DA URCA/DIVULGAÇÃO
Terraço e praia No quinto ano consecutivo, a festa White Rooftop, do Lagoon, ofecerá terraço com 10 mil metros quadrados e 12 horas de balada com nomes do jet set carioca (Cix & Yasmin, vencedoras de um reality show, Felipe Guga, Zedoroque, Rapha Lima e João Brasil. Perto dali, o Café de la Musique desembarca na Sociedade Brasileira Hípica, reproduzindo a atmosfera dos beach lounges de balneários como Saint-Tropez e Capri, com sofisticação, serviços exclusivos e atrações como os DJs Voight (house music) e Etto (música eletrônica). A grife também desembarca nas festas de Trancoso (BA), Búzios (RJ) e Florianópolis (SC). SOCIEDADE HÍPICA BRASILEIRA/DIVULGAÇÃO
A iluminação do réveillon do morro da Urca é um espetáculo à parte
Festança em hotel é a novidade do Ano-Novo
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Informações em http://letspipa.com.br/ SETUR-RN/DIVULGAÇÃO
Situada na lagoa Rodrigo de Freitas, a Sociedade Hípica Brasileira recebe, pela primeira vez, o Cafe de la Musique
A nova parceria da Party Industry é uma referência da hotelaria carioca, o Sheraton Grand Rio Hotel & Resort, que promete a maior festa entre os hotéis da cidade, a Be New Age. Queima de fogos privativa, menu assinado pelo chef Pedro Benoliel e drinques exclusivos formam o cardápio de atrações, com o som do Samba de Santa Clara e os
acordes do DJ João Brasil como pano de fundo. Em resumo, serão duas festas, uma na praia e outra nos salões do hotel. Como opção, o interessado terá pacotes de hospedagem com acesso às pré-festas. Como diria Vilardi, festas para todos os públicos e gostos em que o ingrediente comum será os fogos de artifício.
turismo
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sala vip (II) W
Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
FOTOS EDY FERNANDES/DIVULGAÇÃO
Alagoas em pacotes a partir de R$ 1.438 A CVC, em parceria com a Secretaria Municipal de Turismo de Maceió e a a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Alagoas (Abih-AL), promoveu um jantar na Choperia Pinguim para apresentar aos agentes de viagens os atrativos culturais, históricos e
naturais do Estado de Alagoas e da capital Maceió. A capital alagoana é hoje um dos principais destinos da operadora no Nordeste, tanto que a CVC tem fretamentos semanais aos sábados decolando do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, programados
até outubro de 2018. Em janeiro do ano que vem, na alta temporada, a operadora adicionou um voo extra, também aos sábados, para atender os viajantes durante a alta temporada. Entre as presenças estavam uma representante da Secretaria de Turismo Municipal de Maceió e
o guia de turismo Galdino, da WS, receptivo parceiro da CVC em Maceió. Os pacotes para passeio, incluindo aéreo, hospedagem com café da manhã, traslado, city tour e passeio ao litoral sul, custam a partir de R$ 1.438 (ou 12x de R$ 119) por pessoa em apartamento duplo.
Emanuel Coelho e Wellington Lemos (CVC), Emanuelle Oliveira (Setur-Maceió), Thiago Benfica e Diogo Campos (CVC)
Wellington Lemos, Diogo Campos, Emanuel Coelho e Thiago Benfica, a equipe de destinos nacionais da operadora CVC
Juracy Bizachi (Tambaqui), Glason Souza (Tropicalis), Rodney Gosling (Maceió Atlantic) e Endrigo de Soares (Maceió Mar)
Assis (Pratagy), Denise de Oliveira (Ponta Verde Maceió), Gualter Santana (Iloa Resort) e Vinicius Santana (Hotel Linx)
Vinícius Ottoni (Linx Sete Coqueiros), Antônio Galdinho (WS Receptivo), Thiago Benfica (CVC) e Endrigo de Soares (Maceió Mar Hotel)
Cristina Mesquita e Vanessa Vieira (Souvenir Viagens), Rosângela Chamone (Chamone Viagens) e Caroline Ferreira (Nascente Turismo)
A dupla Luciana Fonseca e Érica Bruna (Tribos Viagens), Diogo Campos (CVC) e Cynthia Borges (Allegro Viagens)
Marcos Rodrigues (TDR Turismo), Yves Joseane e Cristiano Moreira (Minas Brasil Turismo) e Darlan Lopes (Absolut Turismo)
Entre os 85 agentes que compareceram os agentes da Viver Turismo, Leonardo Lopes Thays Viveiros e Luíza Costa
O quarteto de agentes Carlos Eduardo, Vanessa Resende, Vanusa Rodrigues e Marcelo Henriques (Viagem Turismo)
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check in check out
Suplemento de Turismo ganha prêmio A reportagem “Seguro Viagem. E precisa?”, produzida pelo jornalista Paulo Campos para o caderno de Turismo dos jornais O TEMPO, Pampulha e Super Notícia, levou o terceiro lugar na categoria Mídia Impressa do 2º Prêmio de Jornalismo em Seguros, promovido pela Federação Nacional de Corretores de Seguros (Fenacor). A cerimônia de premiação aconteceu quarta-feira no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Das categorias, a de Mídia Impressa foi a que obteve o maior número de trabalhos inscritos, 218. Concorreram ao prêmio 742 reportagens de todas as regiões do país, inscritas em seis categorias diferentes. Essa soma é, segundo a Fenacor, 51% maior que a registrada na primeira edição, realizada no ano passado.
ARQUIVO PESSOAL
Azul ‘esquenta’ verão com cerveja a bordo A Azul celebra a chegada do verão com a campanha Esquenta Verão, servindo gratuitamente cerveja em seus voos operados pelas aeronaves Embraer E190 e E195 e Airbus A320 – os turbo-hélice ATR 72 não participam da iniciativa – –, desta sexta-feira até o dia 18 de fevereiro. A nova edição do Happy Hour Azul, das 17h às 21h, tem a Skol como parceira. A companhia aérea realiza essa ação desde 2015, visando tornar as viagens mais agradáveis durante a estação mais quente do ano.
Rio Quente compra Sauípe Controlado pelas holdings Algar e FLC Participações e Investimentos S/A, o Grupo Rio Quente comunicou, nesta semana, a aquisição do Costa do Sauípe, ainda sujeita à aprovação do Cade, localizado em Mata de São João (BA), por R$ 140,5 milhões, com recursos próprios. Com essa compra, o Grupo dobra seu tamanho e se torna um dos maiores grupos nacionais do segmento.
W12 O Tempo - Pampulha - Super Notícia Belo Horizonte 2 de dezembro de 2017
Viagens para casal FOTOS MATEUS BARANOWSKI/DIVULGAÇÃO
Macaé reúne serra e mar
Macaé é um destino dois em um Um destino que nos surpreendeu. Não sabíamos ao certo o que encontraríamos em Macaé, mas tudo o que vimos mudou nosso pensamento sobre a cidade. Macaé é um município do litoral do Estado do Rio, a 80 km da capital. Com quase 220 mil habitantes, é conhecida como a “Capital Nacional do Petróleo”. Por ser uma cidade de negócios, o movimento ocorre nos dias úteis, criando um clima pacato de interior nos finais de semana. O investimento no turismo é recente, com ampliação da rede hoteleira, reforma do calçadão da praia dos Cavaleiros e abertura de novos bares e restaurantes. Por ser uma cidade pequena, um final de semana é suficiente para conhecer Macaé, mas se quiser estender para curtir a praia e a região serrana, cinco dias atendem perfeitamente. Nossa hospedagem foi no Ramada Plaza Macaé.
Mesmo em um dia nublado, as praias de Macaé convidam à contemplação
Descanso na piscina do hotel Ramada Plaza Macaé, da rede Vert Hotéis
Localizado na praia de Imbitiba, com vista para o mar, o hotel fica próximo das principais praias da cidade. Nosso quarto era amplo, comdecoração suave, moderna e uma agradável varanda. A cama era confortável, e a acomodação conta ainda com microondas, no estilo apart-hotel. A melhor parte do hotel fica no terraço, uma gostosa área com piscina, sauna e academia, onde pudemos aproveitar descansar durante nossa hospedagem.
o distrito de Sana, onde visitamos belas cachoeiras.
O que fazer A convite do Macaé Convention & Visitors Bureau e da Agência Macaé Passagens, percorremos o centro histórico, visitamos o Mercado do Peixe e seguimos pelas praias, com destaque para a dos Cavaleiros e a do Pecado, na junção com a lagoa de Imboassica, de onde se aprecia um magnífico pôr do sol. Conhecemos também a região serrana de Macaé. Gastamos um pouco mais de uma hora de carro até
Cerveja artesanal Como bons apreciadores de cervejas artesanais que somos, em cada cidade que visitamos, procuramos a cervejaria local, e em Macaé não foi diferente. Caminhando pela praia dos Cavaleiros, descobrimos a Ocean Drive, surfebar com rótulos de cervejas artesanais. No dia seguinte, fomos para a praia dos Cavaleiros
e aproveitamos a tranquilidade do momento para descansar e admirar a vista. Em Macaé, não existe quiosques na praia. Logo, é um lugar perfeito para quem quiser levar sua cadeira, sombrinha, cooler e ficar à vontade.
Onde comer A gastronomia de uma cidade litorânea é, tradicionalmente, baseada em peixes e frutos do mar, mas em nossa visita procuramos sair um pouco do lugar-comum.
No Ramada Steak House, restaurante do hotel Ramada Plaza, experimentamos as melhores carnes da cidade, tudo com um preço bem acessível. Outro lugar bacana é a charmosa Creperia Finalmente (www.finalmentecreperia.com.br), espaço com decoração retrô, que serve saborosos crepes (a R$ 29 cada). Por meio da dica de um leitor – ótima, aliás –, conhecemos os quiosques no final da praia do Pecado, perto da lagoa de Imboassica, como Match Point, com música ao vivo. Lá, experimentamos o açaí. Como havia chovido durante a tarde, o lugar estava vazio, mas foi uma ótima escolha para fecharmos nosso dia e nossa passagem por Macaé.
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Mateus Baranowsk e Luiza Nascimento escrevem o blog Casal Mil (acesse www. casalmil.com.br) e viajam para destinos românticos para dar dicas a outros casais