O QUERCUS Nº88 Maio 2020
Distribuição Gratuita
oquercus@aeisa.pt
Conhece os teus Núcleos!
(NERA-ISA,NuBISA, Taurisa, Tunassa, ZootecnISA)
Crónica Agronómica Putinlândia- o celeiro mundial? Por Filipe Corrêa Figueira
Ensino à Distância
Por Sofia Escária (Federação Académica de Lisboa)
© Foto: Mariana Castro
CONTEÚDO
FICHA TÉCNICA Edição: AEISA Coordenação: Tiago Gomes Redação: Bruna Oliveira, Renata Moreira Grafismo: Bruna Oliveira Revisão: Catarina Bento, Vera Rocha Colaboração: Filipe Corrêa Figueira, Núcleos, Sofia Escária.
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MENSAGEM DA PRESIDÊNCIA NÚCLEOS ZootecnISA; NERA-ISA
FEDERAÇÃO ACADÉMICA DE LISBOA Ensino à Distância, por Sofia Escária; Agenda cultural Maio 2020 by FAL
NÚCLEOS Tunassa; NuBISA; Taurisa
CRÓNICA AGRONÓMICA Putinlândia- o celeiro mundial?, por Filipe Corrêa Figueira
RECREAÇÃO AEISA Mensagem do Departamento Recreativo
APOIO AO ESTUDANTE AEISA Medidas de apoio extraordinárias
EDITORIAL Estimados colegas, Apresento-vos a 88ª edição do nosso jornal ‘‘O Quercus’’. Uma edição diferente, com um layout atual, rejuvenescido e sem dúvida mais apelativo à vossa leitura. Há muito tempo que dizia que este jornal deveria estar à imagem da AEISA, que deveria ter tanta qualidade quanto esta Associação. Quem nos conhece sabe que damos tudo no nosso trabalho, e que este é feito sempre a pensar no mesmo: nos Alunos! Portanto, para vocês, aqui está o novo Quercus. Quaisquer dúvidas, sugestões etc. não hesitem em contactar-nos! Bruna Oliveira Secção Design Gráfico
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MENSAGEM DA PRESIDÊNCIA Caros colegas, Neste momento atípico que vivemos, a AEISA está a trabalhar com afinco para apoiar os nossos alunos. Temos trabalhado para que a qualidade do ensino online seja maior e o estudo em casa seja mais profícuo. Para isso implementámos a nova plataforma, ShareAcademy que permite a partilha de resumos e outros documentos de maneira organizada e de fácil acesso. Criámos um inquérito que permite que se reportem problemas em Unidades Orgânicas e possamos resolver o mais rápido possível. Estamos também a dar apoio à instalação do Office365 e à ativação de conta PRO do Zoom Colibri ambos disponibilizados pela ULisboa. Temos também um desconto de 50% para o jogo Farming Simulator 2019 (Contactar geral@aeisa.pt). Para os alunos que não têm computadores ou webcam em casa disponíveis, estamos articulados com o ISA para fornecer e apoiar nesse sentido. Para proceder a esse pedido basta enviar mail para covid-19@isa.ulisboa.pt com a vossa identificação completa e justificação de necessidade. Quanto à questão das avaliações, caso exista um melhoramento das condições sanitárias e a situação normalize, queremos deixar claro que a AEISA está contra o eventual retomar das avaliações presenciais obrigatórias. Depois de toda a comunidade ter recebido o comunicado em que estariam suspensas as avaliações presenciais, não nos faz sentido existir a possibilidade de reverter a situação e voltarmos a ter as mesmas presencialmente uma vez que, muitos alunos cancelaram os seus contratos de arrendamento e voltaram às suas terras, seja as restantes localidades do país, regiões autónomas ou países de origem. Muitas famílias viram o seu orçamento familiar ser afetado pelos despedimentos ou pelo regime de lay-off, sendo complicado para muitos alunos pagarem as propinas, quanto mais rendas ou deslocações. No entanto o Instituto deve abrir, gradualmente, para casos excecionais como a atividade laboratorial e serviços essenciais ao funcionamento interno. Nesta edição do Quercus vamos ter as histórias e informações de alguns núcleos, para que os conheçam e saibam quais as principais atividades que realizam anualmente. Esperemos deixar-vos com água na boca para quando tudo voltar à normalidade. A AEISA continuará encerrada mas completamente disponível para vos ajudar em tudo o que acharem necessário, seja via e-mail ou através das nossas redes sociais. Caso tenhas alguma dúvida ou questão, contacta-nos para que te possamos esclarecer! Muita força a todos e ainda mais esperança! Iremos voltar muito mais fortes, com mais vontade de estudar, festejar e viver esta vida que a Agronomia nos deu! Porque a Agronomia é para quem os tem!
Presidência Vera Rocha Francisco Palma
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ZOOTECNISA 4
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Markus Spiske © Foto: Markus Spiske
NÚCLEO DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA ZOOTÉCNICA A área de zootécnica foi introduzida em Portugal em 1830, apesar do primeiro curso universitário de Engenharia Zootécnica ter sido apenas em 1978, lecionado na Universidade de Évora. A entrada neste setor exige aptidão para a vida no campo e o gosto em lidar com animais, pois tem como objetivo o estudo de animais domésticos e de produção, tendo em consideração o seu bem-estar, reduzindo custos de produção tendo sempre em conta a componente económica da exploração. O mercado de trabalho de um engenheiro zootécnico exige uma formação altamente especializada sobre diversos temas, sendo uma profissão com exigência tecnológica crescente devido às dificuldades impostas, como por exemplo o aumento da população que necessita de alimento e a maior qualidade de produto exigida pelo consumidor. O núcleo de Engenharia Zootécnica do Instituto Superior de Agronomia- ZootecnISA, dá a conhecer a importância do papel da zootecnia no presente, aos alunos do Instituto, com Jornadas Zootécnicas e palestras, com a colaboração de instituições como a Associação Portuguesa de Engenharia Zootécnica (APEZ). O núcleo pretende complementar os alunos com uma parte mais prática do setor, em complementaridade com a parte teórica lecionada durante o percurso académico, aproximando assim os alunos à área com a qual irão lidar aquando da sua entrada do mercado de trabalho . Cumprimentos Zootécnicos, Zootecnisa
José Simões 4º Ano Madalena Leitão 3º Ano Leonardo Malhão 4º Ano Maria Mata 2º Ano
Rita Bastos 4º Ano João Tavares 2º Ano Catarina Ferrão 1º Ano Diogo Henriques 2º Ano
Beatriz Guilherme 2º Ano Pedro Ramos 5º Ano Sara Costa 2º Ano Rita Vieira 2º Ano
Carolina Martins 4º Ano José Sucena 3º Ano Joana Limão 2º Ano Andreia Tavares 2º Ano (Da esquerda para a direita)
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© Foto: Humphrey Muleba São Miguel, Açores
NERA-ISA Fundado em 2016 por 2 colegas nossos, Guilherme Roxo e João Pedro Gomes, ''com a ambição de ajudar os nossos conterrâneos e de motivar o interesse por um projeto que nos unisse no ISA''. O NERA representa todos os estudantes que provenham dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, facilitando a sua adaptação no Instituto e em Lisboa. 2019 foi o primeiro mandato ativo do nosso núcleo, tendo começado com a realização do 1ººConvívio Eco-Friendly, juntamente com os núcleos AlimentISA e NAISA. Em maio desse mesmo ano, co-organizamos com o AlimentISA, as Conversas com Chá, uma palestra sobre a história do chá acompanhada de uma prova de chás dos Açores. Em Novembro de 2019, estivemos presentes no Magusto Agronómico onde vendemos Poncha regional Madeirense e Licores Açorianos, e foi depois desta grande festa que nos apercebemos que numa questão de meses o número de pessoas que desconheciam o nosso núcleo tinha diminuído drasticamente. Sempre que podemos damos a conhecer os costumes e as práticas próprias de cada uma das nossas Ilhas aos nossos colegas. Infelizmente muitos ainda desconhecem a beleza inconfundivel de cada um dos Arquipélagos... Aos nossos conterrâneos, tentamos sempre promover ações que demonstrem a importância do seu retorno às Regiões Autónomas. Cumprimentos Insulares, NERA-ISA
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embro-me tão bem do que senti, quando cheguei pela primeira vez ao ISA. Subindo a rampa, começo por ver a casa da vinha, (sala de ensaios da Marco António Teles Agricultuna), estava longe Membro do NERA-ISA de saber que esta casa seria tão especial para mim. Depois olho para os pomares, e no alto este mui nobre instituto. O edifício principal serve de fundo. Lembro-me tão bem, de pensar que este seria mesmo um sítio ideal para se estudar. É com esse pensamento que chego ao fim da rampa. Hoje sei que estava certo e que o ISA é mesmo um sítio ideal para se estudar. Subi a rampa pela primeira vez de coração apertado. Como todos os outros caloiros o fizeram. Mas em especial, os que assim como eu vêm das ilhas. Não acho que seja mais difícil para nós, mas é sem dúvida diferente. A insegurança é normal, de quem está prestes a começar uma aventura, de quem avança no desconhecido que era na altura o ensino superior. Mas já com a certeza que estes anos seriam os
melhores, talvez por isso os tenha prolongado. Para trás ficou a ilha do sol, sem inverno. Ficaram os amigos e familiares. Mas é também com esperança que começo a subir a rampa pela primeira vez. Esta subida se repetirá tantas vezes, nem sempre de forma sóbria...Mas é neste coração cheio de ilha, que o ISA entra. Pois a ilha nunca se esquece. É um sentimento difícil de se explicar. Como se a ilha fosse uma mãe, que sobre qualquer coisa será sempre a mais bela, de todas as mães. É com este sentimento que nós nos tornamos naturalmente os melhores promotores da ilha. Somos os melhores a relatar a sua beleza. Este, é também um dos objetivos estatutários do NERA, a promoção das ilhas, as suas tradições e costumes no ISA. É por esta razão, que de todas as experiências que participei, de entre todos os núcleos ou listas, fazer parte do NERA foi a que me deu mais satisfação pessoal. Porque ao contrário do curso, ou da associação que é próprio de um tempo, tempo de estudante, ser ilhéu é eterno assim como o amor de mãe. O QUERCUS Nº88
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ENSINO À N
o fim de 2019 assistimos ao despertar, aparentemente longínquo, daquela que viria a ser a pandemia que hoje nos impõe o confinamento e o isolamento social. A organização das sociedades teve, súbita e inesperadamente, de se adaptar a uma vertente digital que há muito é promovida, mas cuja implementação aparentava ser “demasiado” gradual e até questionável. Os conceitos de inovação tecnológica e digitalização das sociedades não nos são desconhecidos; com efeito, a sua progressiva adequação tem vindo a ser debatida e apregoada em todos os setores e áreas. A necessidade urgente de a materializar, resultante da proliferação assustadora do COVID-19, colocou-nos inúmeros desafios cuja resposta, tenho em crer, foi significativamente positiva e traduziu o espírito “desenrascado” pelo qual os portugueses são carinhosamente conhecidos. Em pouco tempo, muito se fez e conseguiu para que o país não parasse e, acima de tudo, para que as pessoas pudessem manter o seu quotidiano da forma mais segura e sã possível. Reinventaram-se os hábitos, mas não se mudaram totalmente os costumes, nem se descuraram os momentos de trabalho, de convívio e lazer. Afirmou-se a relevância do empreendedorismo, da criatividade, da imaginação e a valorização, pelo menos por enquanto, das artes e até da educação básica. A reinvenção da tele-escola foi notável e a adesão da população, na sua generalidade, espelha o interesse despoletado.
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Por sua vez, os esforços levados a cabo pelas Instituições de Ensino Superior são evidentes, ainda que as desvantagens da sua autonomia se tornem particularmente fraturantes neste momento. Sem prejuízo daquelas que são as especificidades das diferentes unidades curriculares e da sua oferta formativa, reconhece-se que os maiores constrangimentos advêm essencialmente da desatualização dos conteúdos programáticos e da metodologia de ensino, aliados à falta de formação dos docentes, ao seu envelhecimento, e, inclusive, à intransigência de alguns. Quando as dificuldades na adaptação e estabelecimento do ensino à distância se devem maioritariamente a estes fatores, importa parar para refletir sobre o rumo que o nosso sistema educativo está a tomar e a necessidade de o reformar, à luz da realidade dos nossos dias e das deficiências que podem comprometer o futuro. Por outro lado, verificaram-se restrições a nível do acesso aos mecanismos requeridos para acompanhar os novos métodos de e-learning, fruto da carência socioeconómica dos agregados familiares. A boa vontade que tem procurado solucionar estas questões não esconde a inexistência dos devidos mecanismos de apoio que viabilizem o acesso, por igual, ao ensino. As incertezas, para já, não nos permitem estabelecer uma conclusão objetiva num futuro próximo, mas não inviabilizam, todavia, que nos debrucemos sobre estes mecanismos e identifiquemos prioridades claras: modernizar uma aprendizagem que se pretende centrada no estudante e assegurar o livre acesso à mesma, efetivando um sistema de ensino superior enquanto base do progresso material e civilizacional de um país que se pretende informado, interessado e interventivo.
Sofia Escária Presidente da Federação Académica de Lisboa
AGENDA CULTURAL MAIO 2020 By Fal Todos os meses a Federação Académica de Lisboa, através das redes sociais, partilha uma edição da sua Agenda Cultural, trazendo-vos algumas propostas daquilo que podem disfrutar a partir de casa, em tempo de isolamento.
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TUNA FEMININA
DO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA Nós somos a Tunassa, Tuna Feminina do Instituto Superior de Agronomia e há 24 anos que andamos a arruaçar pelas ruas de Portugal! É com muita paixão, espírito académico e amor ao traje, que vos damos a conhecer o mundo das tunas, bem como o nosso Instituto! Durante vários anos marcámos presença em diversos festivais organizados por outras tunas em todos os cantos do País. Mas com ainda mais valor para a nossa tuna, todos os anos organizamos a Serenata Agronómica, que acompanha as tradições académicas dos estudantes do ISA. É um evento muito especial, os caloiros trajam pela primeira vez, e fazem o furo ao som das mais belas serenatas. Este evento é englobado no nosso festival, o Vai Rapariga- Festival de Tunas Femininas do Instituto Superior de Agronomia- que já conta com 7 edições! Infelizmente este semestre não pudemos realizar aquilo que queríamos tanto partilhar convosco, mas ainda fomos a tempo de participar na VIII edição do festival Scalabis! Um festival organizado pela Tufes- Tuna Feminina Scalabitana, em Santarém, onde para além de diversão, foi-nos proporcionada também muita festa e aprendizagem, trazendo alguns prémios connosco! Estamos em casa, mas a Tunassa não para! Este ano fazemos 25 anos, é um grande número... que certamente também trará consigo muita animação e arruaça! Encontrem-nos nas nossas redes sociais: Instagram: @tunassaisa; Facebook:– Tunassa Vai Rapariga!
A Tunassa trouxe do VIII Scalabis os prémios: -Melhor Solista -Melhor Original -Melhor Pandeireta -Melhor Tuna
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Veterana ‘‘Bubas’’ Como conheceste a Tunassa? Entrei em 2ªfase e na altura não houve praxes. Alguém da Tunassa tinha convidado a minha colega Cheila, que era a única pessoa que conhecia na altura, para assistir a um ensaio, e eu também fui. Desde aí fui a todos, até hoje!
Pela tua alcunha deves ser a mestre dos penáltis, é verdade? Nem por isso... Mas sou boa adversária! Quando a minha família pergunta porque é que eu tenho esta alcunha, digo que é por ser da Bobadela! Mais não vos posso contar...
Se pudesses descrever a Tunassa numa palavra, qual seria? FAMÍLIA!
Tunassa O QUERCUS Nº88
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Núcleo de Estudantes de
biologia
do instituto superior de agronomia
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© Foto: Samer Khodeir
NUBISA O NuBISA, núcleo de Biologia do Instituto Superior de Agronomia, é um dos núcleos integrantes da Associação de Estudantes do nosso mui nobre Instituto. O nosso núcleo, sempre pautado pela produtividade e esforço de equipa surge, em todos os mandatos, com objetivos muito semelhantes: promover atividades de carácter principalmente pedagógico, mas também recreativo. Ao longo dos semestres, as palestras e workshops são eventos de constante promoção e realização por parte do NuBISA, bem como os pontuais, mas também conhecidos, Convívios de Biologia. No final do semestre par, os estudantes do ISA podem sempre contar com o NuBISA para a organização e realização das Jornadas da Biologia, evento esse que tem como principal finalidade promover o conhecimento de todos os interessados, abrangendo um grande número de áreas das Ciências Biológicas. Neste momento crítico e, seguindo as medidas de segurança, o NuBISA não pôde realizar nenhuma das atividades planeadas. A única garantia que podemos dar, enquanto núcleo, é que voltaremos em força assim que possível, sempre pelos estudantes e para os estudantes. Com os melhores cumprimentos e votos de boa sáude, Equipa NuBISA
Ana Soares 3º Ano André Santos 3º Ano Carolina Marques 2º Ano Mariana Feliciano 2º Ano Laura Nunes 1º Ano
Beatriz Nogueira 3º Ano Lénia Durão 3º Ano Ana Rodrigues 2º Ano Joana Revés 3º Ano Joana Santos 3º Ano
Pedro Silvestre 3º Ano Madalena Pinto 2º Ano Rita Marques 2º Ano Smilla Adler 3º Ano Salvador Ferreira 3º Ano
Lara Gonçalves 3º Ano Rita Pereira 2º Ano Rafael Batista 2º Ano Catarina Santos 3º Ano João Duque 3º Ano (Da esquerda para a direita)
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TAURISA
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© Foto: Eduardo Leal
TERTÚLIA TAUROMÁQUICA DO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA
A Taurisa -Tertúlia Tauromáquica do Instituto Superior de Agronomia- é um núcleo constituído por um grupo de amigos com o objetivo de promover e defender a festa brava. Gostavas de saber mais? Visita as nossas redes sociais e fica a par das atividades que estamos a desenvolver. Demonstra a tua afición e envia-nos sugestões de atividades dinâmicas! Não hesites em contactar-nos! Saudações Taurinas!
O DESAFIO DE SER AFICIONADO EM TEMPOS MODERNOS.
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os dias de hoje, grande parte da sociedade não vê com bons olhos um setor que se preocupa em manter os valores e tradições dos nossos antepassados, que conferem sentido à existência humana. De facto, ser aficionado é um desafio que nos é lançado por pessoas que pouco ou nada conhecem este setor, que revelam uma atitude crítica muito acentuada e que não manifestam qualquer interesse em conhecer antes de opinar, baseando os seus argumentos em muitas notícias falsas como habitualmente se tem verificado nos dias de hoje. Deste modo, diria que este é o primeiro desafio que nos é lançado: ensinar a esta parte integrante da nossa sociedade que uma crítica bem validada e estruturada tem de ser antes aprendida e interiorizada com base em informações verdadeiras. Para além disso, atrevo-me a questionar se vale a pena perdermos tempo com este desafio, uma vez que muitas destas pessoas não têm qualquer interesse em aprender nem estão dispostas a ouvir opiniões distintas
das suas. A todas estas pessoas, gostaria de colocar algumas questões, para que possam refletir: A liberdade individual de uma pessoa é mais importante do que a liberdade individual de outra? O gosto de uma pessoa vale mais do que o gosto de outra? Para os anti taurinos estas respostas são muito evidentes. Estas pessoas não se preocupam com os meios para atingir os fins, sendo isso desumano em pleno século XXI nem sabem dar valor ao que nos foi deixado pelos nossos antepassados, evidenciando o típico comportamento da sociedade moderna: uma ideologia extremista e animalista, que em certos casos são capazes de dar mais valor à vida dos animais em detrimento da vida humana. Nestas pessoas é visivelmente notório a sua alteração e incoerência de comportamentos, pessoas cada vez mais citadinas que não sabem dar o devido valor ao campo, de onde provêm todos os seus vegetais, para a sua alimentação vegetariana. Posto isto, gostaria de vos lançar um repto: tendo em conta a nossa capacidade de saber O QUERCUS Nº88
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ouvir as vossas opiniões, de sabermos respeitar os vossos gostos e de aceitarmos muitos dos desafios que nos lançam, será que podem aprender a respeitar as pessoas que têm um gosto diferente do vosso? Vivemos numa democracia, e como tal, não podemos querer proibir uma tradição simplesmente porque não se gosta. Respeitamos que não gostem, só não aceitamos que a proíbam e que a queiram extinguir! Por isso um concelho que vos damos é: aprendam a respeitar as diferentes opiniões e a respeitar o essencial numa democracia, a liberdade individual de cada cidadão!
peito pela liberdade individual e o respeito pelos distintos gostos pessoais começam a ser cada vez mais atacados.
Face ao exposto, conseguimos perceber que grande parte dos desafios que nos são colocados são desafios externos. Contudo não nos podemos focar apenas nesses desafios. Temos igualmente de olhar para os desafios internos, que nos fazem crescer enquanto aficionados e simultaneamente enquanto cidadãos. Destes desafios fazemos parte todos nós, que somos responsáveis por garantir que todo o meio taurino está unido com o objetivo de preservar a nossa cultura e esta tradição que tanto nos caracteriza enquanto nação. Para isso necessitamos de olhar para os reptos que nos são lançados e utilizá-los a nosso favor. A nós cabe apoiar os artistas, encher as praças e manter todo o ambiente de festa que se vive neste meio. Apesar de todas as nossas fragilidades internas e também de algumas coisas que possamos não concordar, não podemos defender a tauromaquia se não apoiarmos quem dá a cara por nós. Por isso, temos de nos manifestar quando necessário e não podemos ter medo de nos assumir como aficionados! Seguramente que nenhum de nós quererá que esta tradição termine. Não nos queremos dar por vencidos e para tal, temos de agir ponderadamente e rapidamente mostrando a nossa união e a nossa força. Para isso necessitamos de recorrer aos valores essenciais de todos os aficionados como o respeito, a humildade, a fraternidade, entre muitos outros, que podemos aprender e pôr em prática em todo este meio taurino. Efetivamente, são estes valores que nos destacam numa sociedade onde o res-
Texto de opinião redigido por:
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Em suma, podemos concluir que todos estes desafios que nos são lançados diariamente dependem exclusivamente da maneira como todos nós os enfrentamos. Sempre fomos pessoas que enfrentámos as nossas adversidades de frente, desta vez não irá ser diferente. Vamos agir enquanto é tempo, depois poderá ser tarde de mais... Seremos nós capazes de estar unidos para mantermos viva esta nossa paixão? Viva a Festa, viva os Touros!
Taurisa
Maria Prestes - 4ºAno Vasco Pereira - 4ºAno
António Serrano - 4ºAno Carolina Cabral - 2ºAno
Samuel Santos - 4ºAno Catarina Oliveira - 2ºAno
Pedro Coelho - 3ºAno Rita Teixeira - 3ºAno
Carminho Serrano - 2ºAno Gustavo Gomes - 4ºAno
Higino Queiroz - 2ºAno Gonçalo Dias - 2ºAno
O ShareAcademy é uma plataforma inovadora de partilha de materiais de estudo, onde poderás consultar documentos publicados por colegas de todo o país e ganhar dinheiro com a partilha dos teus apontamentos. Em parceria com a AEISA, descobriram as condições ideais para a colheita de uma espécie rara de Tubérculo, o chamado ''Boas Notas''. Se és aluno do Instituto Superior de Agronomia já podes criar a tua conta, aceder aos apontamentos disponibilizados pela tua AE e adicionar os teus próprios apontamentos. Entra já na página:
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Cró n i ca Agr o n ó m i c a
POR FILIPE CORRÊA FIGUEIRA
PUTINLÂNDIAO CELEIRO MUNDIAL?
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oi, no dia em que escrevo este texto, noticiada no nosso Agroportal a suspensão completa das exportações de cereais por parte da Rússia (tinha sido implementada uma quota máxima de exportação e esta foi rapidamente atingida). Não estamos a falar de um acontecimento de somenos importância, dada a primazia da Rússia na exportação de trigo, a nível mundial, bem como a sua posição cimeira noutros cereais como o milho, centeio ou... a cevada. Os joelhos dos universitários tremem. Sim, cevada! Todo o bom estudante deste mui nobre Instituto sabe o que isso significa: a importante reivindicação de que “as jolas” sejam servidas a 0,33€ nas festas 18
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da AEISA como são nos convívios, vê-se, mais uma vez, adiada indefinidamente! Porém, ultrapassando esta conclusão deveras dececionante, o bom estudante de Agronomia prossegue o seu raciocínio, quem sabe, com um copo de vinho na mão – graças a Deus pelos tantos estudantes do ISA que nos garantirão, pelo menos, ESTE excedente de produção português... se os Professores de Enologia e Viticultura se dignarem a dar as aulas online, claro! Acerca das “provas de amor” protagonizadas pela Federação Russa aquando do início desta pandemia (aviões, máscaras, equipas médicas...), percebe-se imediatamente o quão precipitados foram todos os louvores, tal como as críticas à União Europeia.*
Os presentes de governos autoritários têm sempre a sua quota parte de veneno, e este veneno, ou seja, as implicações prejudiciais destas políticas, já foram bem descritas pelas reações da FAO (Organização para a Alimentação e Agricultura da ONU), da OMS (Organização Mundial de Saúde) e da OMC (Organização Mundial do Comércio), todas condenatórias desta lógica egoísta russa, cujas exportações, se antes não serviam para alimentar o mercado interno, neste momento, também não o vão fazer. Toda esta situação pandémica tem posto em evidência que a União Europeia precisa de um certo nível de autossuficiência alimentar, pois os europeus atuais já não se recordam do que é viver sem segurança alimentar – acesso a comida – todavia, convém ter em consideração que nós facilmente chegamos a esse ponto. O equilíbrio é frágil!** Maria do Céu Patrão Neves, professora catedrática, referiu-o hoje também: “não se trata de autossuficiência alimentar nacional, trata-se, sim de autossuficiência alimentar europeia”. A nível nacional, a autossuficiência alimentar, além de provavelmente não ser exequível, de certeza que não seria desejável, pelos custos que comportaria. Discutindo uma estratégia de alimentação europeia– uma Política Agrícola Comum– é impossível ignorar a Ucrânia e é impossível ignorar que a Rússia não ignora, de todo, a Ucrânia!
protegido, mas com recurso a conhecimentos ecológicos e ao desenvolvimento de novas tecnologias de produção. • O comportamento da Rússia, a instabilidade atual dos EUA, a postura errática da América Latina e o facto de a China ser um bloco largamente importador de commodities agrícolas faz com que a Europa tenha de começar a definir como é que se vai “safar sozinha” • A Ucrânia, membro da UE, é uma peça chave dessa estratégia (porque é um dos principais produtores de cereais) e vê a sua soberania constantemente ameaçada por uma potência estrangeira. O futuro é nosso caros estudantes, antes de o criarmos, há que pensá-lo! Saudações agronómicas, Fifi (Filipe Corrêa Figueira para os Professores menos simpáticos) *Sobre o tema vide “Amor em Tempos de Cólera” - Diário do Distrito **Sobre o tema vide “Nunca se deve desperdiçar uma boa crise” – Observador PS: Entretanto, já foi também noticiado como 3 médicos russos críticos do Sistema de Saúde Russo, em apenas duas semanas, decidiram tentar aprender a voar, sem sucesso. Caíram das janelas dos hospitais... as coincidências acumulam-se!
A Ucrânia, lado a lado com os baguettes, são os maiores produtores europeus de cereais. A Ucrânia também está em guerra civil e ameaçada pela interferência russa. Não proponho grandes soluções, só desejaria colocar esta massa de jovens estudantes do ISA a refletir: • A visão estratégica agrícola europeia tem de visar produzir. Não pode abdicar de produção com propósitos pseudo-ambientalistas. O ambiente tem de ser O QUERCUS Nº88
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RECREAÇÃO Com uma equipa nova e empenhada em inovar, iniciámos o mandato logo a preparar o nosso primeiro evento recreativo. De forma a acabar o ano em grande, proporcionámos um ótimo convívio de Natal, para toda a comunidade estudantil ir quente e confortada para casa, quase como uma preparação para a época natalícia. Após entrar com o pé direito no ano 2020, começou a época de exames e, não deixando o estudo para trás, planeou-se o calendário do departamento recreativo. Nada apontaria para esta pandemia mundial que estamos a viver, pois o ano estava recheado de surpresas, modificações nos eventos e até festas temáticas novas. Tivemos que encerrar a época festiva com uma enormíssima Sede de Rugby, que mais uma vez, mostrou a raça e caráter do ISA. Com a indicação prévia do cancelamento das atividades, tivemos que nos preparar para o pior. Cancelar os eventos que organizamos com todo o gosto, para receber, no final, o vosso feedback. Foi uma das armaguras que recebemos com a chegada do vírus. Todavia, apesar de atualmente estarmos em casa, um facto essencial que todos devem cumprir, de forma a isto tudo passar, não deixámos as nossas atividades para trás. Reorganizámos o calendário de forma a iniciar atividade assim que possível. Temos especial noção de eventos que vos marcam como a Gala do ISA e a Benção das Fitas, os quais estão em prioridade atualmente. Aguardamos também com a energia toda, para iniciarmos mais uma Semana do Caloiro e fazê-la ainda mais histórica do que já é! Juntos voltaremos mais fortes e unidos, até lá, fiquem em casa!! Saudações Agronómicas, Departamento Recreativo
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Simão Alves Coordenador do Departamento Recreativo
CONVÍVIO DE
NATAL
PARABÉNS!
SEDE DE
Ganhaste o concurso da foto mais massuda.
RUGBY
(Envia-nos uma mensagem para sabermos quem és e terás uma surpresa na próxima festa da AEISA)
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APOIO AO ESTUDANTE
MEDIDAS DE APOIO
EXTRAORDINÁRIAS
Após o desenrolar de acontecimentos devido à Pandemia do Covid-19, compilámos um conjunto de apoios que poderão ser utilizados por alunos em especial dificuldade.
Regulamento de Bolsas de Estudo 2017 Artigo 32.º Alterações do agregado familiar 1- Em caso de alteração da composição do agregado familiar e ou de alteração significativa da situação económica do mesmo em relação ao declarado aquando do requerimento da bolsa de estudo, o estudante pode submeter requerimento de reapreciação do processo tendo em vista, conforme os casos, a atribuição de bolsa de estudo ou a alteração do valor da bolsa de estudo atribuída. 2- Para os estudantes a quem já foi atribuída bolsa de estudo, o montante a pagar desde o mês em que ocorreu a situação a que se refere o número anterior, inclusive, e o fim do período letivo ou do estágio é proporcional ao valor calculado nos termos do presente Regulamento. 3- Em caso de alteração da composição do agregado familiar e ou de alteração significativa da situação económica do mesmo no decurso de um ano letivo para o qual não tenha requerido bolsa de estudo, o estudante pode submeter requerimento de atribuição ao abrigo do disposto no presente artigo. 4- Para os estudantes a quem não tenha sido atribuída bolsa de estudo, a bolsa é paga desde o mês em que ocorreram as situações previstas neste artigo, inclusive, até ao fim do período letivo ou do estágio, sendo o valor a atribuir proporcional ao valor calculado nos termos do presente Regulamento. 5– Nas situações em que ocorreu alteração significativa da situação económica do agregado familiar o apuramento do seu rendimento realiza-se nos termos previstos no artigo 44.º
Artigo 22.º Auxílios de emergência 1- Podem ser atribuídos aos estudantes auxílios de emergência, de natureza excecional, face a situações económicas especialmente graves que ocorram durante o ano letivo e que não sejam enquadráveis no âmbito do processo normal de atribuição de bolsas de estudo. 2- Esses auxílios podem ter a natureza: a) De um complemento excecional da bolsa de estudo atribuída; b) De um apoio excecional a estudantes não bolseiros no quadro de um requerimento de atribuição de bolsa de estudo e antes da decisão sobre o mesmo. 3- O valor do auxílio atribuído ao abrigo da alínea b) do número anterior é, quando ocorra atribuição de bolsa de estudo, deduzido ao montante da bolsa atribuída. 4- O valor máximo que pode ser atribuído a um estudante, a título de auxílio de emergência, num ano letivo, é de três vezes o valor do indexante dos apoios sociais. 5- A consideração das situações a que se refere o n.º 1 não está dependente de prazos e pode ocorrer em qualquer momento do ano letivo ou do período de formação. 6- A apreciação e decisão sobre os pedidos de atribuição de auxílio de emergência são feitas, no prazo de dez dias úteis sobre a apresentação do pedido, pelas entidades competentes para a análise e decisão dos requerimentos de bolsa de estudo da instituição em que se encontra inscrito o estudante em causa. 22
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Regulamento de Bolsas de Mérito Social e de Consciência Social da Universidade de Lisboa-Despacho n.º 1273/2014 Artigo 10.º Bolsa de Consciência Social 1- Podem candidatar -se à bolsa de consciência social, todos os estudantes matriculados e inscritos na Universidade de Lisboa, que, no decurso do ano lectivo, se encontrem em situação de grave carência económica. Os candidatos que estiverem matriculados no ano letivo anterior, devem fazer prova de que obtiveram aproveitamento escolar, salvo se razões que não lhes sejam imputáveis, devidamente comprovadas, o tenham impedido. 2- As bolsas de Consciência Social concretizam -se em apoios extraordinários, designadamente a necessidades de alimentação, transporte, alojamento, propinas, e outros. 3- O bolseiro deve prestar uma colaboração, na ULisboa ou na Escola a que pertence, nomeadamente em atividades científicas, culturais, académicas, sociais, e desportivas, ou no acompanhamento de estudantes com necessidades especiais, que é definida no momento da atribuição da bolsa. 4- As bolsas de consciência social abrangidos pelo sistema de Ação devidamente fundamentados, poderão
destinam -se prioritariamente a alunos não Social estatal. Excecionalmente, em casos ser atribuídos apoios a alunos bolseiros.
5- Os candidatos devem comprovar que não reúnem, por si ou pelo apoio de terceiros, as condições económicas necessárias à frequência do curso em que se encontram inscritos. 6- Os candidatos devem comprovar a sua situação de dificuldade financeira. Em caso de impossibilidade material de prova da situação financeira deve ser apresentada uma declaração de compromisso de honra do aluno, sem prejuízo de a Universidade ou a Escola realizar as diligências de confirmação que entenda. As falsas declarações serão punidas nos termos da lei. 7de
Os candidatos devem assumir o aproveitamento escolar no ano letivo
compromisso escrito em que o apoio
de é
obtenção concedido.
8- O reconhecimento de situação de dificuldade e a concessão de apoios são da competência do Reitor da Universidade de Lisboa, ou da entidade em quem este delegar. 9- A atribuição dos apoios, bem como a natureza e extensão da colaboração solicitada ao bolseiro, serão da responsabilidade de um Júri, nomeado pelo Reitor, ouvidos os Diretores das Escolas e Institutos, e os Serviços de Ação Social. 10- O valor máximo de apoio a conceder em dinheiro será o equivalente ao montante da propina máxima para a formação inicial, fixado pelo Conselho Geral da Universidade de Lisboa. Excecionalmente e em situações de carência extrema, poderão ser concedidos apoios de valor superior ao acima referido. 11- Os apoios extraordinários referidos são suportados por um Fundo UL -Consciência Social constituído na Reitoria, através de receitas próprias da Reitoria, dos SASUL, das Escolas e Institutos da ULisboa, e das doações de outras entidades que se associem à iniciativa.
OUTROS APOIOS: •Entreajuda possui computadores disponíveis para requisição. •Linha de Apoio Psicológico da UL- 210 443 599. Se há apoios mais específicos que necessitas, ou se não sabes onde te dirigires para procurar ajuda, não hesites em enviar email para: presidencia@aeisa.pt .
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