• JUBI LEUDEOU RO ) Um rec orde O jornalis ta Lúcio
Brasileiro começa a cel ebrar ne sta quarta- feira. 1'. 50 anos de jorna lismo O marco se rá olançamento no Náu tico Atlé tico

Cearense , do lv ro A té Agora , em que con ta os prin cip ais momen tos desta scin co décadas Lúc io seq undo ele mesmo. é. o co lunista soc ial ma is ant ig o em ativ idade no mu nd o
Hj 50 anos, Fnncisco Newto n Q!.ia.a do Cavalcante tDCmll Lúcio Bras ile iro perso nagem cri ado pa ra en trançar 11 0 pr ovinciano hig h sc ctery de FortalC'U. Ba canas de cartelrinha e e me rge nIM qu e freqü entavam, principalm ente. o Ideal Clube e monvam no [acarecanga 0 0 na Santos Oumont. Era dkada de 50 quando _1 6 ano$, Fnn cisco Newt on H o fereceu Mo Gama lÜ Nodms pan estftar DO jornal um espaço de crOOica social. Daquek tempo pn d, lAdo Bnsikiro pISIOU a babibr os do poder local e o uniftfSO da hmória de ForWaa. A ponI o de lei se IrmSfulmado z i ptW:gQuisu de lmd.I lUbma. A mais curiosa do Cwnbuco, praia onde se pnI fuPr da coovfvio düno cbs p "'5 De ti vem o cont o de que o cohmista iI çenvr."ência com o monos. Lorota. 1.li cio. Barrigada de um joftW que ronfundi u as bobs e noticiou Invenci onices, bucha pn fofoca O Cumbuca, alih, fo i a drica que arraniou pt1 enfrentar. segundo rrvela Lúcio. OI timida to romplao de inferio ridade que diz possuir hndile l "Se ai convidar voe! pra almoçar e voe! faltar, mlO em dqmsdo. Fico pensando que a pessoa .w pb de mim. tsd me Ob,"yIo -, conta. Umcomplrmdevin-btu âs ?' [)irebny1lh' iIMno. bltade moM9ia quec:::mep DO ciiscImo. A1ltodkbQ, se diz I "'maior lllItoricbde" em Copas do MuDdo. DUdur& Militar e ma rudo sobre o fJ1mr CmaNanm, lonp-mtl1 que prDr Iet' a«jujdo mil e cem \'tte$, ali agora.
Tudo." Llk:Io BnsUeiro apaRa superlativo. Da gasplh...ta que encbt o salão principal em seu fe§taurante, o Ugart e, h intensas çl\es repentinas que se encnbam quando o &55lIl\to o Inoomoda. F'bprne da lJIÓ' 1fT ind ap!o o pro do5 lwores e as afI:ias que recebe eb ombudso:im de O POVO. I forte, em tom de Bon mal: pessoi que se pda minha coluna i \dade, tvdhlce, t do aN i. menu/" Confino a squir trttho da e ntteVi5ta que Lúcio Bruileiro COncedN 1 beira de complew 50 100I de co1llllismo social. Mm:a, ele. digna do GuiMtss
Boo.l:. Leia I integra da en trevista n o Portal Noolhar (www.noolhar c:om )
o POVO O senhor coreccc COfTIO
lUdo toku reda-
çIo foi muito pouoo. Ga=efo. on de com«d em 1955, n.'io ir redaçâo porqut nkl tinha roesa, IK"m m.;q uina la apenas d e-i x a r a mat é- r ia Co mo tinh a ganh ado um a máquina de meu pai. e- sc re- via e m C3S.1. Meu te mpo de Rcd açio (oi e m O Jomol. que rol! durou <) meses, o Edso n mo ntou o jornal dele. consta que- quase n.'io ole recea vanugens finance iras a secs convicbdos. EnquanIOqut o Boespart P tolaia. 00 O jornal o fe rtCtu. Por excmplc, pnha va mil n.a Ga..'"tfO e ofertttu 5 mil Como surprnen lo de O !omo!. O POVO e Gaxtl (l foram obriga d os. a mlO\'U O Bonap.Mt e trou xe tudo I'IOYO. Pda prirntir:J Vd: no erali teve uma sede pra jo m al o nde fullC io nl hoje oTribunal Eldtoul. na praça Conção de Jesus.
op QuantosjomarS havia em Luc.1O Nesse tem po Fortal u tinha nove jorn ais d iário s_ De julho d e 1958, qua n do O Jornal inaugurou, a mJio de 1959 quand o e le fechou, Fortak"Z3 tel"C dez jornais. Vespertinos: O POVO, Cor· reio do Ceor d. O Jornol , Ao TribltllO do Cf'ard. do (A/omol o Nordest jo m a.! ulólico Os \ 'C"Sptrlinos não aos dorningos. tlmI os m.tIUIinos
tdrXI. A Gomo de Notícias" O EsIado. O Dti ,iUlTlJl'o, que era. cornunisu. e o Diário do l\M::l. d o Jidef dt Dr.-.illlo.
op Ccm:l erOi Fortaleza otS5Oi tpoc.a cem tNlIOS )OI'Tlais ? ludo Não telt\isão. A dil ers.io e ra jo rnal .Só h avia q uat ro r Jdlos. A PRE' 9 a lrumno e as Vimpuru e Dn<g llo do M(IJ" Era d il"Crs:io. Eu ti,'c um bate-boca com o grande José R.1 imundo
Costa. Você não vai quertr que a minha to lWlil leMa leitura que I: pn le r se voc ê I mltda de p,ágin.l todo dia M l úcio. Sita co/una t li da tlIl qualqutt p.í pna• É não.
Com. Vocl ainda t do ItlIlpo qut só ti nha jornal aqui em Fortaku. Hoje nós lflJlOS televis1o. A pnsoi ti um jornal mas oio t mais a ú.nka di\'ttYo.
op Dsemor fala pNI efa
LIdo A Unia. ainda hoje t.
OP • Era uma épocOi em Que ,ele s efam
eatoria!iz ados Isso era d"l tt::L 7 Wcio Nio. OPOVO nllTlCll roip.1ltiohfilado o Pa ulo Sarasale era dil UDN mas nunca permi tiu que- o partido dele t Í\ 'es.-e urna inlluencia deci siva O redaro r-chefe n IC Armpe, e ra da UDN e tinha l id" Nem a G<tztlopod ia se diz er que fosse do PSD.Um jo r nal q ue foi partidári o foi O EsI<ldo. que pertenci a ao rsn. Ea Dragâo. que norome"Oroi do rs D d e pois o partido não pôde SUSlenlar co Pime ntel comprou.
Não é poss ível nào gostar da minha coluna. com o é co mple ta men te impossl vel não gostar demim Não trago not íci a ru im pra n inguém Só f alod o qu e é bom, do q ue é bonito op Qual sua pnrn e. ra lunc;aoemJOffiéll 1 l u.: io Foi em l<l52. oo O PO\'O. T inha a scç3o "Caru5 dox leitores e ftZ nola s que ent rep \';l ,)Q sau· dO!oO Ant omo nl n T J' 'MI.'$. Na rtali· d ade kr Cll nsiderado meu inuoduIor e m iom.aL mas foi uma coisa HI\ Í3 procur;Jdo o T .iII\OIr'tS e clt me disw que a eipOIti ,';l do O POVO jJ nu\ cumpIeu. T.ma 13 anos e e n e-s ludant c d il 3' \I:rie do col qtio Ik-poi s fui p;lra o jornal O Est<1do e coopt" rei um pouquinho de tempo all"a\'k do S<'U Alfredo Si M.lS qltando \1 qu on1.> ha\ia fetorno finM' ceiro. dd xci fui dos es tudos, Em [<) 55 1 ( oluna sociJl no p iqu aJ 3llp<x a da iniS'l B=iL A Marta RlXha hav iJ p.: rdido por duas polegad as. época dos do.'Sftl es Bangu. de lu s.:dino e no "as p<'np« t i>'ils pua o &n iL H.l\U charme e trl amour. Fui enw pesquisar U e m casa o p;lp,U compr.iII\"I os dois \ -espeninos· 01'0 \ U e o conm do C'.Nró - e o Il\Iflltlno O EsI0d0. 1'nqui<ri onde reporusocUI. na troca dizb crilnica $O)ci.aI. Todos Ires ii ôniwn e fui meolttecer ll<.I quO' n os n;io lialllO § que eu I Garer o , que funcio na\'a n Oi Se nador
Pompeu e o tdilor era. o Luiz Campos. Tmha me ofcreocido telefonic::amm te em junho e ao \ ;..'0, em oe QuanO:llaOU $UI prwneora cok.I'Ia 1
L.u<:io Saiu 110 dia l' de ap:tsIo de 1955, que nã o eu selila· ftira. era um Era tão mal iníormado que não (oi batida na má quina, fo i {ti tJ a mã o. A Adisi a Sã foi quem bateu namáquina dua s pri mei ras colunas. A entra d a d o jornal nJ O fo ifácil Ninguém conhecia.
O Anlonio Bras ileiro, vice-presidente da G.3M(I, {oi contl'<l. Todo mundo roi contra. só não o Luiz Dmpos. o presi<knte era. o Afonso Saridlo. umb<"rn comra.. O dono do jornal. Obvo Anújo. também.
O 1ornoI tinha feil o uma aônia dt paride- belezatécnica d o Afab,j Matos. O colunisu do Corrrio do CNró e principaJ coIun.isa da época. tr.II o Robmo do: Sangl:ry p seu dônimo d e Geraldo Silveira. Ai, o Arabá fu u ml c- ro nica: Robt deCombat endo os cro nistas s0das e- insinuando coisa em tomo de homosselllJJ.1 ismo. En l io o Ol avo e o Sancho diss era m pa ra o Campos: "So mos contra, ago ra você que \'3i decid ir ". E An tonio Brasile iro en cont n. MOoonlr.l mim. El e achava que a Gaz eta e-ra um jornal muito sério p;1fa ter uma coluna que ach.J\';l não séria. Dai nasceu o me-u nome Quando o Lu iz Cmipos saiu da laI direção. disse Antonio Bcasikiro \'ai me pagar O nome do rap3Z r.d!óel' Bnsiltiro AD bdo nL1v.I wn r;randt pubbcitário. Htiloc Costa l..ima. De .fusc. " Bola ÜIcio" No dia tsI.l\'3lJ no jomaI: ÜIcio Brasilt iro.
Of' Como êo SfU Luoo Francisco Ne-"'1 on Queu do Cz,':IIcante. Tenho s.anguc npanhol pelo lado da Oro Queud os da Esp anha são d e u ma (amma muito trJ diciona l. Tem uma loja que tlom mai s de 150 MOS em Palma de MaU oTCll que peTt enet aos barões de QuCZOidos, meus Na primein. fase do O POVO n30 tra lúcio Brasileiro. Era Newton Cz,oaJcan le.
op laI'l'b!m usa O l'lOfI'te PacO lUcia t o CUco em tspanhoI. É o nomt do passapone En I30 meu nomt no hol:e1 ê Ca\*m1 e Fra.ncisco. O pt'!'. da recepção do bott Londe eu tslou b.i 21 anos. sugaiu que bousst o llOlTIt do: Pxo porque lú difkuld.)(\e dos tspanhó is pronu lIC iarem Ca \'alcante. Pois
bem, N havia sugerido pMõI.lI o nomt de um presidiário americano 4ut esc reveu comos fa nuSlicos n.lI prisão. qu.mdo foisolto tsU\'I rico ( O .H<'1U)' ) O Luiz Campos. na calada da noite, mudou pan. l úcio Bras ileiro. Eu fui loiIIbtr, como os leilo!"tS, pelo jornal " r. op chegolJ a ir à l udo - Éo utra história. El e ( Lúcio' rassou lodos esses ano s, de 19S6 a
sem estu dar nada. Sli com o diploma d o t'ur $O seeun.dário, anriprntnt e se diziii!W sico citnriflCo. Em 1961, um arnig oflbtu me tfICOI'ItlOu na esquin.a da ond e a r.ll p.az iada se re unia. e dutnou para fuer vestibular pan DiR:il o. bnJ damos wna senW1iI. Pedi. Oi casa Aky Siqueira e mprtSlada foi o ó lÍJ co p layboy q ue néos t ivemos e foi lfiIt m construiu os primeiros FonaIer.a (JaJcy A\'mida. por exe mf:llo ) Olh.ll, modéstia I: uma vtL foi a coisa mais brilha.n l e- A núnlu prova oral de português e de larim público e fo i 10 dos três euminad ore$. " op Qu e esdndalos da SCICiedacll! ( Q lense 'o« é tra tou na colu na? O;l lUdo O Ul timo escindaIo vai fav.or..romoeu, jubileu de our o , Aqui nl nào tinhJ jo.a lhe ria. Os jóias iam p rocurar as ,asas. sur gindo uma burguesia e- ndinheirada na DumonI. E1emUo foi a eoua' tasa e rtalSliOU $WS peças dona da as!I: Ela ncolhtu uma pbca dt briIhanI es e