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JUVENTUDE É TRAVESSIA 12

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CRIA RAIZ

NO POÇO DA DRAGA, O FUTEBOL VIRA

ESCUDO, CAMINHO E CHANCE REAL PARA JOVENS SONHAREM

Página 10

23 DE ABRIL DE 2026

HANDBOL NA

QUADRA E NA AREIA DO GINÁSIO À AREIA, UM PROJETO PROVA QUE OPORTUNIDADE

TAMBÉM SE TREINA

Página 05

CIA DE DANÇA REDE CUCA

JOVENS DA PERIFERIA

TRANSFORMAM VIVÊNCIAS

EM ARTE E COLOCAM FORTALEZA EM CENA

Página 12

EDITORIAL

Com este 12º caderno do Juventude é Travessia encerramos um ciclo virtuoso: o de desenhar um pedacinho da potência da juventude de Fortaleza, que todos os dias constrói futuros que, no coletivo, tornaram-se possíveis.

Da quadra à areia, o som da bola quicando virou idioma comum. No projeto Handebol na Quadra e na Areia, o esporte deixou de ser apenas prática e virou passagem. Mais de 100 jovens encontraram ali não só treino, mas força. Entre o Aterrinho da Praia de Iracema e os ginásios da cidade, o que se constrói é algo que não cabe em placar: disciplina, pertencimento, futuro.

Ali perto, no Poço da Draga, o chão ganha outro significado. O Cria Raiz não escolheu esse nome à toa. Ele finca, sustenta, segura. Em um território onde muitos caminhos se bifurcam cedo demais, o projeto escolhe, todos os dias, apontar para um outro lado. E então, o corpo vira linguagem. A Companhia de Dança da Rede Cuca entra em cena como quem escreve com movimento. Vinte jovens artistas transformam suas vivências em gesto, suas memórias em coreografia. Celebrando os 300 anos de Fortaleza, eles não apenas contam uma história, eles reposicionam quem sempre esteve nela. A periferia deixa de ser margem e ocupa o centro do palco, com autoria, com presença, com voz.

Esporte, arte, coletividade. Três caminhos diferentes que, no fundo, dizem a mesma coisa: juventude não é espera, é travessia em curso. Se existe algo que este projeto reafirma, do começo ao fim, é que oportunidade muda rota. Que quando ela chega, mesmo que simples, mesmo que construída com pouco, ela reverbera. No corpo que se movimenta, na mente que se abre, no jovem que decide ficar. Boa leitura!

EXPEDIENTE

EMPRESA JORNALISTICA O POVO

PRESIDENTE INSTITUCIONAL & PUBLISHER: Luciana Dummar

PRESIDENTE-EXECUTIVO: João Dummar Neto

DIRETORES DE JORNALISMO: Ana Naddaf e Erich Guimarães

DIRETOR DE JORNALISMO RÁDIOS: Jocélio Leal

DIRETOR DE ESTRATÉGIA DIGITAL E NOVOS NEGÓCIOS: Felipe Dummar

DIRETOR DE NEGÓCIOS: Alexandre Medina Néri

DIRETORA DE GENTE E GESTÃO: Cecília Eurides

DIRETOR CORPORATIVO: Cliff Villar

DIRETOR DE OPINIÃO: Guálter George

DITORIALISTA-CHEFE: Plínio Bortolotti

PROJETO JUVENTUDE É TRAVESSIA

CONCEPÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL: Valéria Xavier | ESTRATÉGIA E RELACIONAMENTO: Adryana Joca e Dayvison Álvares | GERENTE EXECUTIVA DE PROJETOS: Lela Pinheiro ASSISTENTE DE PROJETOS: Renata Paiva ANALISTA DE OPERAÇÕES: Alexandra Carvalho e Raffaela Meneses ANALISTA DE PROJETOS: Beth Lopes

Este produto é customizado pelo Estúdio O POVO.

COORDENADORA DE CONTEÚDO: Camilla Lima COORDENADOR DE CRIAÇÃO: Jansen Lucas

LÍDER DE PLANEJAMENTO: Luana Saraiva DIAGRAMAÇÃO: Reni Pinheiro ANALISTA DE MARKETING: Daniele de Andrade REDAÇÃO PUBLICITÁRIA: Sofia Constance ANALISTA DE MÍDIAS: Juliane Marinho | TEXTOS: Giovana Feitosa

HANDEBOL NA QUADRA E NA AREIA

CRIA RAIZ
CIA DE DANÇA DA REDE CUCA

O Criar Raiz surge para abrir novas oportunidades, por meio do futebol, para os jovens da comunidade do Poço da Draga.

Moura Brasil

Praia de Iracema

HANDEBOL NA QUADRA E NA AREIA

O projeto Handebol na Quadra e na Areia é uma iniciativa que amplia o acesso à modalidade e une dois mundos: o tradicional handebol de quadra e a versão praticada na areia.

REGIONAL 12:

A Regional 11 de Fortaleza abrange 11 bairros da Capital: Pici, Bela Vista, Panamericano, Couto Fernandes, Demócrito Rocha, Autran Nunes, Dom Lustosa, Henrique Jorge, Jóquei Clube, João XXIII, Genibaú, Conjunto Ceará I e Conjunto Ceará II. A região concentra uma população estimada em 243.559 mil habitantes.

SOBRE O JUVENTUDE É TRAVESSIA

O projeto Juventude é Travessia protagonismo que reinventa e move Fortaleza propõe uma ampla ação de comunicação e valorização das juventudes da capital cearense, com foco no protagonismo, na inovação e na participação cidadã. Por meio de conteúdos multiplataforma — jornal, portal, redes sociais, rádio e audiovisual — o projeto dará visibilidade a iniciativas de jovens que transformam seus territórios nas áreas de educação, esporte, cultura, tecnologia, empreendedorismo e cidadania.

A iniciativa é uma realização do Grupo de Comunicação O POVO, e dialoga diretamente com políticas públicas da Prefeitura de Fortaleza voltadas à juventude, como os Centros Urbanos de Cultura, Arte, Ciência e Esporte (Cucas), o projeto Jovens Monitores e o programa Academia Enem.

CIA DE DANÇA DA REDE CUCA

Com início no dia 07 de abril e previsão de encerramento em 30 de junho, a CIA de Dança da Rede Cuca se organiza como um espaço contínuo de formação, experimentação e construção coletiva.

HANDEBOL UNE INCLUSÃO, DESENVOLVIMENTO E TRANSFORMAÇÃO

Na Praia de Iracema, um clube decide realizar um projeto visando aumentar o acesso à modalidade

Antes de desenvolver um projeto que hoje movimenta mais de 100 atletas pela cidade, o HCC Handebol Clube Cearense já carregava décadas de história. Fundado em 1997 por Roberto Negão, o clube nasceu com foco no handebol de quadra e foi se consolidando, ao longo dos anos, como uma referência no esporte cearense.

Em outubro de 2025, essa trajetória ganhou um novo capítulo com o lançamento do projeto Handebol na Quadra e na Areia, uma iniciativa que amplia o acesso à modalidade e une dois mundos: o tradicional handebol de quadra e a versão praticada na areia, cada vez mais popular no Brasil.

O projeto não se limita a um único espaço. De terça a sexta-feira, atletas de diferentes idades e níveis se reúnem em pontos estratégicos de Fortaleza para treinar. Nas terças e quintas, o ginásio da Universidade Federal do Ceará e no ginásio do Colégio Estadual Liceu do Ceará recebem as equipes de handebol de quadra, principalmente no período da noite.

No Aterrinho da Praia de Iracema, a programação começa mais cedo. A partir das 17h, as crianças ocupam a areia até às 18h30. Em seguida, é a vez dos adolescentes e jovens adultos, chegando até a faixa dos 29 anos, levarem o jogo a sério com os treinos de beach handball masculino e feminino.

Além dos treinos regulares, o Handebol na Quadra e na Areia promove competições que vão além das fronteiras do projeto. O Campeonato Fortaleza Verão de Beach Hand e o Campeonato Fortaleza Verão de quadra reúnem equipes de Fortaleza e da região metropolitana, oferecendo aos atletas do projeto a experiência de competir, se destacar e se reconhecer como parte de algo maior.

Centro
CRIA RAIZ

organizada é uma novidade. Para o projeto, é uma forma concreta de mostrar que o esporte pode abrir portas que antes pareciam fechadas. O profissional de educação física Francisco José de Lima Estevam, responsável pelo núcleo de praia e coordenador do projeto, destaca o caráter social do projeto e sua importância na comunidade.

“No projeto Handebol na Quadra e na Areia, a gente não trabalha só o lado esportivo. A gente acompanha, orienta e participa do crescimento deles como pessoas, ajudando na formação, na disciplina e na convivência”, afirma Francisco José.

Dentro e fora da quadra, ou da areia, o clube ensina mais do que fundamentos esportivos. Disciplina, respeito e trabalho em equipe são os pilares que orientam cada treino e cada competição. São valores que acompanham os atletas muito além do jogo.

Para quem está à frente do projeto, o impacto é pessoal e profundo. Contribuir para a formação de jovens, acompanhar seu desenvolvimento e saber que o esporte está mudando trajetórias é o que dá sentido ao trabalho diário.

Um dos aspectos mais importantes do projeto é justamente o que ele oferece de graça: oportunidade. Em uma cidade onde o acesso ao esporte ainda é desigual, o Handebol na Quadra e na Areia chega onde outros projetos não chegam, levando treinos gratuitos, estrutura e orientação a jovens que, muitas vezes, não teriam outra forma de praticar o handebol.

“A gente do projeto se vê muito nesses jovens, porque muitos de nós já passamos por situações parecidas, precisando de oportunidade, de apoio e de um caminho através do esporte”, finaliza Francisco José.

Da areia da Praia de Iracema aos ginásios universitários, o HCC Handebol Clube Cearense prova que o esporte é, também, um ato de inclusão. E que uma bola, uma quadra e alguém disposto a ensinar podem ser o começo de uma história completamente diferente.

100 ATLETAS TREINOS GRATUITOS

SÃO ATENDIDOS

PELO PROJETO

SÂMELLA LETÍCIA 18 ANOS

Espero que muitos jovens tenham a experiência que tive dentro do projeto. Sem dúvida, quem entrar nesse projeto não vai querer mais sair e vai se apaixonar ainda mais por esse esporte, que é o handebol.

MATEUS LEVY

12 ANOS

A melhor experiência que tive foi o nosso primeiro jogo na areia. Eu aprendi a respeitar meus amigos e a ajudá-los. Desde que começou, o projeto me tirou bastante do celular e me ajudou a me concentrar mais.

ÂNGELA ELIZABETH 30 ANOS

A gente aprende que o jogo acontece muito antes do apito inicial. Tem muito da resiliência, porque como goleira, eu vou levar gols, mas o que importa é como eu me preparo sabendo que cada defesa faz a diferença no placar.

DE TERÇA A SEXTA-FEIRA

JOVENS DE

12 A 29 ANOS

eventos esportivos realizados

» Campeonato Fortaleza Verão de Beach Hand

» Campeonato Fortaleza Verão

Equipe

EMILLY ALCÂNTARA 22 ANOS

Os ensinamentos de quem é atleta vão sempre além das quadras. O projeto ensina muito sobre o coletivo, a criar novos laços e a tomar iniciativas na quadra e, com isso, levamos tudo para a vida fora dela também, com garra e dedicação, tanto dentro quanto fora de quadra.

campeã: prata no Festival de Paracuru Tô na Praia

CRIA RAIZ MUDAR E TRANSFORMAR A JUVENTUDE

Através do futebol, um projeto busca mudar realidades na comunidade do Poço da Draga

O nome não foi escolhido por acaso: Cria Raiz - porque a raiz é o que segura, o que finca a pessoa no chão quando o vento puxa para o lado errado. Na comunidade do Poço da Draga, na Praia de Iracema, foi da observação de jovens talentosos se perderem por falta de oportunidade que nasceu a ideia de um projeto capaz de mudar esse rumo.

Foi olhando para essa realidade que surgiu a ideia do projeto. Jovens com talento e vontade, mas sem oportunidade. E sem oportunidade, muitos foram se perdendo, no crime e na ociosidade. José Edson Vitorino, 38 anos, atleta profissional e voluntário do Cria Raiz conhece essa história de perto.

José Edson não chegou ao projeto como um de fora querendo ajudar. Ele chegou como alguém que quase foi um desses jovens: “Eu sou um desses jovens que poderia ter ido para o outro lado por falta de oportunidade. Estar fazendo isso por tanta gente hoje é gratificante demais”.

Hoje, o atleta dedica seu tempo, de forma voluntária, a garantir que outras crianças e adolescentes da comunidade tenham uma chance real. Junto com dois amigos que dividem esse trabalho com ele, Edson acredita no trabalho do Cria Raiz com a convicção de quem conhece o valor de uma oportunidade na hora certa.

O Cria Raiz funciona às segundas, terças, quartas e sextas-feiras, à noite, com atividades de futebol e treinos físicos voltados para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos. Mas antes do início das atividades, há sempre uma conversa com os pais e responsáveis dos atletas.

Esse detalhe diz muito sobre a filosofia do projeto. Aqui, o esporte é apenas o meio; a família, a escola e a formação do caráter são o verdadeiro objetivo. Nenhum atleta permanece no projeto sem manter as notas em dia, o bom desempenho escolar é sempre exigido dos alunos que fazem parte do Cria Raiz.

A missão do projeto é direta e sem rodeios: não deixar que nenhuma criança ou adolescente da comunidade entre para o crime organizado. Em um bairro onde, nas palavras do próprio Edson, "é muito fácil entrar para isso", o projeto se coloca como uma barreira, feita de bola, disciplina e afeto.

A lógica é simples, mas poderosa: mostrar que existe um caminho diferente. Que é possível conhecer o mundo, disputar campeonatos, ser alguém, sem precisar se envolver com o que destrói.

“Lutamos para mostrar que eles têm alguma chance de vida melhor. Não tem como descrever, é surreal ver que, mesmo sem ter muito, a gente fez eles acreditarem que podem conhecer o mundo”, afirma José Edson.

O Cria Raiz segue crescendo no Poço da Draga, treino após treino, conversa após conversa. Com raízes cada vez mais fundas e jovens cada vez mais distantes de caminhos inóspitos. Através do futebol, o projeto busca mostrar que muitas oportunidades e jornadas podem se abrir para os jovens da periferia.

90

CRIANÇAS

SÃO ATENDIDAS PELO PROJETO

Com atividades de futebol e treinos físicos, o projeto atende crianças e adolescentes de 5 a 17 anos.

De forma voluntária, José Edson dedica seu tempo para garantir que crianças e adolescentes da comunidade tenham uma chance real.

atividades dias de segunda, terça, quarta e sexta-feira na areninha do poço da draga

campeonatos disputados em 2026

» Super Copa Futsal de Base 2026

» Brasileirão de Escolinhas 2026

» Campeonato de Futsal Aldaci Barbosa

14 ANOS

PABLO

O meu interesse pelo esporte foi ajudar meus pais, ter um futuro melhor na minha vida e ser aquilo que eu sonho. As minhas mudanças no projeto Cria Raiz foram a disciplina, o comportamento, a saúde, a rotina e as novas amizades que eu fiz.

VITÓRIA EVILLY

10 ANOS

Minha vida mudou quando consegui entrar no projeto. Estou conquistando muitas coisas a partir do que venho aprendendo aqui, e o projeto é muito bom.

VIRIELSON
9 anos, compõem o Cria Raiz.

comemorativa e devem se apresentar em junho.

COMPANHIA DE DANÇA DA REDE CUCA INICIA SUAS ATIVIDADES

A CIA da Rede Cuca reúne jovens talentos da periferia em um espaço de criação e troca

A Companhia de Dança da Rede Cuca deu início às suas atividades com um encontro que marcou o começo de um potente processo formativo, reunindo jovens talentos da periferia em um espaço de criação, troca e fortalecimento artístico. O projeto nasce a partir de uma seleção realizada em toda a Rede Cuca, que contou com 42 inscritos, dos quais foram escolhidos 20 jovens artistas que já vivenciam o cotidiano dos equipamentos e carregam consigo trajetórias marcadas pela arte, pela resistência e pelo desejo de transformação.

ATIVIDADES COM INÍCIO EM ABRIL E ENCERRAMENTO PREVISTO PARA JUNHO

CRÉDITO: DIVULGAÇÃO

O projeto tem como eixo central a celebração dos 300 anos de Fortaleza.

Com início no dia 07 de abril e previsão de encerramento em 30 de junho, a Companhia se organiza como um espaço contínuo de formação, experimentação e construção coletiva. Ao longo desse período, os participantes irão mergulhar em processos criativos, ensaios e laboratórios que integram técnica, sensibilidade e identidade, fortalecendo não apenas suas habilidades na dança, mas também o senso crítico, a disciplina e o protagonismo juvenil.

O projeto tem como eixo central a celebração dos 300 anos de Fortaleza, propondo a criação de uma obra artística que narra, por meio da dança, a história, as memórias e as múltiplas camadas que constituem a cidade. A proposta busca valorizar as vivências dos territórios periféricos, conectando passado e presente em uma construção estética potente, sensível e representativa.

A condução artística do trabalho está sob a responsabilidade de Mário Alves e Cid Neto que assumem a missão de guiar esse processo criativo, potencializando as expressões individuais e coletivas dos jovens envolvidos. Sob essa direção, a Companhia de Dança se consolida como um importante instrumento de formação, inclusão e valorização cultural, reafirmando o compromisso da Rede Cuca com o desenvolvimento de novas gerações de artistas e com o fortalecimento da cena cultural da cidade.

20 JOVENS

ARTISTAS

INTEGRAM A COMPANHIA

300 ANOS DE FORTALEZA

A CELEBRAÇÃO É O EIXO CENTRAL DO PROJETO

Ao todo, 20 jovens artistas compõem a companhia

JUVENTUDE QUE ACONTECE

Tem algo bonito quando uma travessia chega ao fim. Não é exatamente um ponto final. É mais como quando a maré recua depois de um dia inteiro de ondas: ela leva um pouco de tudo e deixa marcas que não estavam ali antes.

Ao longo de 12 cadernos, o projeto Juventude é Travessia percorreu territórios, histórias e possibilidades. Reuniu relatos de jovens que tiveram suas vidas transformadas e de outros que também transformaram as comunidades ao seu redor. Por meio da cultura, do esporte, da arte e da capacitação, a juventude segue acreditando em novas oportunidades.

Encerrar este ciclo é reconhecer o que foi construído, mas, principalmente, entender que nenhuma dessas histórias termina aqui. Elas continuam nos treinos de amanhã, nas conversas antes do jogo, nos ensaios que ainda vão nascer. Juventude é Travessia se despede das páginas, mas permanece onde sempre esteve: acontecendo. Em cada jovem que encontrou, no meio do caminho, uma chance de seguir.

AÇÕES DE DIFERENTES VERTENTES FORAM DIVULGADAS

» ESPORTE

» CULTURA

» LAZER

» CAPACITAÇÃO

» CUIDADO E BEM-ESTAR

PRA CONHECER MELHOR

INICIATIVAS PARA JOVENS NA

REGIONAL 12

Handebol na Quadra e na Areia

Modalidade: Handebol

Localidade: Praia de Iracema

Instagram: @hccearense

Cria Raiz

Modalidade: Futebol

Localidade: Centro

Instagram: @criaraizpocodadraga

CONTEÚDOS DISPONÍVEIS EM

Cia de Dança da Rede Cuca

Modalidade: Dança

Instagram: @redecucaoficial

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