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Opiniões www.RevistaOpinioes.com.br

2026

ISSN: 2177-6504

anuário de sustentabilidade do sistema bioenergético

& Guia de Compras das empresas fornecedoras


2026 Anuário de Sustentabilidade do sistema bioenergético e Guia de Compras das empresas fornecedoras


SINDIC ATOS RUR AIS

BIODEGRADÁVEL Nós temos a fórmula

Nós temos a fórmula


Soluções Inteligentes em Tubos e Conexões

Participantes


Sustentabilidade: a agricultura regenerativa


Índice


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Bioinsumos, sozinhos, não regeneram

Índice

Os bioinsumos deixaram de ocupar um espaço restrito na agricultura. Microrganismos que durante muito tempo permaneceram nos laboratórios de microbiologia hoje chegam ao campo como inoculantes, agentes de controle biológico e tecnologias para promoção do crescimento e tolerância a estresses. É um avanço importante. Mas há um limite que precisa ficar claro: usar um produto biológico não torna, por si só, um sistema agrícola regenerativo. A agricultura regenerativa pressupõe mais do que substituir insumos. Envolve recuperar ou fortalecer processos ecológicos que sustentam o funcionamento dos agroecossistemas. Os bioinsumos precisam ser compreendidos dentro dessa lógica. O valor de um microrganismo não está somente no produto convencional que eventualmente permite reduzir. Está também na função que desempenha e nas interações que estabelece no sistema produtivo. Uma bactéria capaz de aumentar a disponibilidade de fósforo participa da dinâmica desse nutriente no sistema solo-planta. Um microrganismo antagonista pode integrar mecanismos de supressividade biológica. Outros, associados à tolerância à seca, podem contribuir para a resiliência das plantas sob restrição hídrica. Um microrganismo não deveria ser valorizado apenas pelo insumo que pode substituir, mas pelo processo ecológico que pode ajudar a restaurar ou fortalecer. Esse entendimento ganha importância diante da rápida expansão dos produtos biológicos. É possível incorporar bioinsumos mantendo praticamente inalterada a lógica de manejo: troca-se o produto, mas pouco se altera na forma como o agroecossistema é conduzido. Reduzir o uso de determinados insumos convencionais pode representar um ganho ambiental importante. Regenerar, porém, vai além da substituição e envolve recuperar funções, interações e serviços ecológicos. O solo mostra bem essa complexidade. Suas características físicas e químicas são fundamentais, mas existe ali uma enorme diversidade de microrganismos envolvidos na decomposição da matéria orgânica, na ciclagem de nutrientes, na formação de agregados e nas interações com as plantas. Cobertura vegetal, aporte de matéria orgânica, diversidade de plantas e menor perturbação favorecem essa funcionalidade. O bioinsumo precisa fazer parte desse contexto. Favorecer a microbiota já estabelecida no solo deve caminhar junto com a introdução de microrganismos selecionados. Afinal, o desempenho de um bioinsumo também depende das condições que esse microrganismo encontra quando chega ao campo. Um ambiente degradado, com baixa matéria orgânica e submetido a perturbações intensas, pode limitar a comunidade microbiana residente e, também, o estabelecimento e a expressão das funções dos microrganismos aplicados. Trabalhar com microrganismos associados a plantas da Caatinga me fez olhar para essa questão de forma ainda mais clara. Em um ambiente no qual restrição hídrica, temperaturas elevadas e limitações nutricionais fazem parte das pressões ambientais, interessa conhecer não somente quais microrganismos estão presentes, mas quais características permitem sua persistência e sua interação com as plantas. A biodiversidade microbiana é um patrimônio a ser conservado, mas também reúne funções associadas à adaptação dos organismos ao ambiente em que vivem. Isso também influencia a forma como vejo a bioprospecção. Uma resposta positiva em laboratório é apenas uma etapa na seleção de um microrganismo para uso agrícola. Origem, adaptação, interação com a planta e persistência diante das condições ambientais precisam entrar nessa análise. Conhecer a diversidade microbiana dos biomas brasileiros permite identificar funções biológicas que podem contribuir para sistemas agrícolas mais resilientes às limitações ambientais. Vejo, portanto, os produtos biológicos como ferramentas para uma agricultura regenerativa, e não como aquilo que a define. Seu avanço não deveria ser avaliado somente pelo número de produtos disponíveis ou pela quantidade de insumos convencionais substituídos. A funcionalidade que conseguimos fortalecer no agroecossistema também importa. Bioinsumos, sozinhos, não regeneram. Seu maior valor pode estar não apenas naquilo que conseguem substituir, mas nas funções que conseguem fortalecer.

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Adailson de Jesus Santos

Professor da Universidade do Estado da Bahia – UNEB e Coordenador do Laboratório de Ecologia e Biotecnologia Microbiana do Semiárido – LEBIMS


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O solo não aceita discurso

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Aprendi a desconfiar de solo olhando para ele. No setor sucroenergético, vi áreas aparentemente uniformes esconderem diferenças enormes de estrutura, infiltração de água e atividade biológica. Hoje, na produção de grama, isso ficou ainda mais evidente. Basta retirar um tapete para o solo se expor: raízes, agregados, umidade, compactação e matéria orgânica. O chão não aceita discurso. Ele mostra a qualidade do manejo que recebeu. Entendo a agricultura regenerativa como uma forma de produzir enquanto se fortalece a capacidade produtiva do solo e o funcionamento do ecossistema. Não é uma coleção de produtos biológicos nem a eliminação de fertilizantes e defensivos por princípio. Regenerar é recuperar estrutura, vida microbiana, ciclagem de nutrientes, infiltração de água, raízes e matéria orgânica. Durante muitos anos, acompanhei uma agricultura dependente de insumos químicos. Eles continuam importantes. O problema começa quando qualquer desequilíbrio recebe apenas mais um insumo, sem que se pergunte o que ocorre com o solo e as raízes. Faço uma autocrítica ao agro: fomos eficientes em corrigir sintomas, mas demoramos a dar à estrutura do solo e à matéria orgânica o mesmo peso que dávamos às doses. Em uma empresa na qual trabalhei, acompanhei por três anos o uso contínuo de produtos biológicos em um pivô irrigado de 225 hectares de cana-de-açúcar. Na cana, a produtividade costuma cair a cada nova colheita da mesma planta, chamada de corte. Ali, ocorreu o contrário: saímos de 93 toneladas por hectare no quarto corte para 105 no sétimo. Análises metagenômicas, que identificam pelo material genético os microrganismos do solo, mostraram uma comunidade biológica mais diversa. Não houve transformação instantânea, mas ficou confirmado que o solo não é apenas suporte físico e reservatório de nutrientes. É um sistema vivo. Mais recentemente, conheci o TMT, metodologia desenvolvida pelo agrônomo e pesquisador brasileiro Celso Tomita. Em termos simples, ela multiplica na própria fazenda comunidades de microrganismos benéficos, como bactérias e fungos, e as aplica ao solo e às plantas, aproveitando resíduos da produção e recursos locais para reduzir a dependência de insumos externos. O que me interessa nessa abordagem é a lógica: tratar solo e planta como um mesmo sistema biológico. Ainda assim, nenhuma tecnologia é receita pronta. Biológicos, pós de rocha de liberação gradual e resíduos orgânicos só fazem sentido dentro de uma estratégia agronômica coerente. Meu critério é agronômico: usar cada ferramenta onde e na intensidade necessária, reduzindo dependências quando houver alternativa consistente. Aplicar microrganismos em solo compactado e descoberto gera mais expectativa do que resultado. A biologia precisa de ambiente. A raiz precisa de espaço. A água precisa infiltrar. Já vi chuva escorrer sobre áreas compactadas, enquanto, poucos centímetros abaixo, o solo permanecia seco. Em áreas bem estruturadas, vi o contrário: a água entra e fica. Um solo regenerado não aumenta a chuva, mas aproveita melhor cada milímetro que chega, perde menos nutrientes e sofre menos erosão. Também me incomoda a regeneratividade de fachada. Sem linha de base, metas e medição, sobra narrativa. Quero saber se a matéria orgânica aumentou, se a infiltração melhorou, se a compactação diminuiu e se há mais raízes em profundidade e se a diversidade microbiana evoluiu. Nem tudo terá precisão absoluta, mas o que não se mede dificilmente será gerenciado com seriedade. Operações em grande escala me ensinaram: boa intenção não escala; processo escala. Talhão por talhão. Ciclo após ciclo. Na produção de grama, retiramos biomassa e parte da camada superficial do solo a cada colheita. O sistema cobra reposição. Preservar a estrutura, estimular raízes, devolver matéria orgânica, controlar o tráfego e manejar a irrigação são condições para manter o solo funcional. Defendo a agricultura regenerativa justamente por não acreditar em atalhos. Se uma prática não deixa o solo mais vivo, mais estruturado e capaz de usar água e nutrientes com menos perdas, prefiro não chamá-la de regenerativa. O desafio não é adotar uma nova palavra. É entregar um solo melhor depois de cada ciclo produtivo, como legado ambiental para quem continuará produzindo naquela terra.

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Alecio Cantalogo Junior

Gerente Agrícola Corporativo da Itograss


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Regenerar é só o começo

Índice

Índice

A agricultura regenerativa ganhou espaço porque nos lembra de algo essencial: não existe produção agrícola duradoura em um ambiente que perde solo, água, matéria orgânica e vida. Onde houve degradação, regenerar é necessário. Mas tenho cada vez mais a impressão de que, para a agricultura, regenerar é apenas o começo. Uma lavoura nunca será um ambiente natural em perfeito equilíbrio. Agricultura é, por definição, uma intervenção: escolhemos algumas plantas, favorecemos seu desenvolvimento e esperamos colher muito mais delas do que a natureza produziria espontaneamente. Mesmo ambientes biologicamente ricos sofrem desequilíbrios. Frequentemente sou chamado para controlar pragas em áreas cultivadas sob manejo orgânico há décadas, porque determinada população atingiu níveis capazes de provocar prejuízos insustentáveis. Equilíbrio biológico não significa ausência de problemas. Talvez, portanto, mais importante do que tentar reproduzir um suposto equilíbrio natural, seja aprender a manejar biologicamente o ambiente agrícola. Isso significa utilizar organismos para controlar pragas e doenças, melhorar a nutrição, estimular o desenvolvimento e aumentar a capacidade das plantas de enfrentar estresses. Assim, plantas e organismos benéficos podem realizar parte cada vez maior do trabalho que hoje fazemos com intervenções externas. Estamos avançando rapidamente nesse caminho. Conhecemos cada vez melhor fungos, bactérias, nematoides, insetos e ácaros e aprendemos a utilizá-los com maior eficiência. São os bioinsumos. Alguns controlam pragas e doenças; outros disponibilizam nutrientes, estimulam raízes ou favorecem mecanismos naturais de defesa. O momento agora é aprender a usá-los corretamente. Isso é diferente de imaginar que podemos reconstruir um ambiente simplesmente acrescentando biodiversidade. No solo existem milhares de espécies, conhecemos apenas uma pequena parcela delas e sabemos menos ainda sobre as relações entre elas e as plantas. Um solo ter poucos microrganismos capazes de fixar nitrogênio, por exemplo, não significa que simplesmente aumentar sua quantidade garantirá maior fixação. Ter mais organismos não significa, necessariamente, ter mais função. O caminho que me parece mais promissor é conhecer bem organismos específicos, entender o que conseguem fazer e utilizá-los onde e quando determinada função é necessária. Podemos favorecer um organismo que já existe ou introduzir outro conhecido e estudado. Não tentamos reconstruir toda a natureza; interferimos pontualmente para restabelecer funções que não estão ocorrendo como desejamos. Por isso, o manejo biológico vai muito além do controle de pragas ou doenças. Uma planta bem nutrida, com raízes vigorosas e mecanismos de defesa funcionando adequadamente, enfrenta melhor os desafios do ambiente. Ainda não conseguimos manter essa condição o tempo todo em uma lavoura e continuaremos precisando intervir. Na cana-de-açúcar isso é evidente. Podemos usar microrganismos para favorecer raízes e nutrição, outros no manejo de doenças, e ainda fungos, bactérias, nematoides e insetos benéficos contra pragas. Mas cada organismo tem seu momento, ambiente e função. Não basta ser biológico: precisa funcionar. Nesse cenário, os defensivos químicos não precisam desaparecer, mas podem mudar de papel. Quanto melhor manejarmos biologicamente o sistema, menor poderá ser nossa dependência deles. O químico entra quando necessário, quando o manejo biológico não consegue conter sozinho determinado problema. Em vez de ser sempre a primeira resposta, torna-se uma ferramenta para quando precisamos vencer uma batalha. É isso que torna o momento atual tão interessante. Não estamos apenas descobrindo novos bioinsumos. Estamos aprendendo como, quando, onde e para quê usar cada organismo. Esse conhecimento talvez seja mais importante para o futuro da agricultura do que simplesmente aumentar o número de espécies presentes em uma área. Regenerar o que foi degradado continuará sendo fundamental. Mas, depois disso, precisamos manter o sistema funcionando. A agricultura do futuro provavelmente será mais biológica, mas nunca será uma agricultura sem intervenção. Será uma agricultura em que conheceremos melhor a vida ao nosso redor e a utilizaremos com objetivos cada vez mais precisos: interferindo menos quando possível, biologicamente sempre que conseguirmos e quimicamente quando necessário.

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Alexandre de Sene Pinto

Professor do Centro Universitário Moura Lacerda e Occasio


Q

A evolução da agricultura regenerativa

Índice

A agricultura regenerativa na cana-de-açúcar tem construído sistemas cada vez mais produtivos, resilientes e sustentáveis, capazes de utilizar melhor os recursos disponíveis e preservar a capacidade produtiva do ambiente para as próximas gerações, como resultado da integração crescente de tecnologias aplicadas. A circularidade é um grande diferencial, além da produção de açúcar, etanol e energia, os subprodutos retornam ao campo como insumos. Vinhaça e torta-de-filtro, somadas a subprodutos orgânicos de outras cadeias (estercos e resíduos), reciclam nutrientes, aumentam o aporte de matéria orgânica e eliminam desperdícios. A rotação de culturas como soja, amendoim, crotalárias, braquiária, milheto e mix de plantas protege o solo, produz biomassa, favorece a ciclagem de nutrientes, incrementa matéria orgânica, estimula a atividade biológica e contribui para a construção de perfis mais férteis e estruturados, gerando melhor aeração, infiltração e armazenamento de água, maior resistência a processos erosivos e favorecendo o aprofundamento radicular, tornando o sistema mais resiliente às variações climáticas, sustentável e produtivo. O preparo de solo localizado, associado à manutenção da fertilidade ao longo dos cortes e ao tráfego controlado, diminui a necessidade de operações na reforma. Assim, o sistema regenerativo permite avançar cada vez mais na direção do sistema de plantio direto, sobre perfil de solo construído. A diversificação varietal amplia a estabilidade produtiva e reduz vulnerabilidades, genéticas modificadas com tolerância a pragas e glifosato diminuem a necessidade de intervenções e o volume de ingredientes ativos por hectare. O crescimento dos bioinsumos reforça a transição para um agroecossistema mais equilibrado. Na colheita, a sustentabilidade está associada à eficiência operacional, construída através da sistematização das áreas, treinamento das equipes e centrais de inteligência que elevam a produtividade dos equipamentos. Com isso, torna-se possível trabalhar com frotas menores e reduzir combustível e emissões. Olhando para o futuro, a agricultura regenerativa será cada vez mais orientada por dados, inteligência artificial e ferramentas de agricultura digital, chegando a nível de pixel, permitindo decisões mais rápidas e precisas, reduzindo retrabalhos e aumentando a sustentabilidade ambiental e econômica. Novos sistemas de multiplicação, como as sementes sintéticas, variedades mais resilientes e avanços na irrigação contribuirão para elevar a produtividade por unidade de área e reduzir a necessidade de recursos. Na mecanização, os equipamentos movidos a etanol e biometano têm papel de destaque. A gestão do sistema regenerativo vai além da adoção de tecnologias e práticas capazes de gerar benefícios, deve-se acompanhar sua evolução por meio de indicadores e sistemas de medição: matéria orgânica, infiltração de água, compactação, atividade biológica, produtividade, eficiência no uso de insumos, intensidade de emissões e carbono armazenado no solo devem compor uma visão objetiva da evolução do sistema. Todos esses indicadores devem ser monitorados e correlacionados com os ganhos ambientais e financeiros de forma sustentável. A agricultura regenerativa encontra na cana-de-açúcar um de seus principais exemplos de aplicação em larga escala. Inserida em um sistema produtivo eficiente, circular e regenerativo, a cultura reúne práticas agronômicas sustentáveis, tecnologias, genética, dados e informação para gerar valor, preservar recursos naturais e fortalecer a sustentabilidade ambiental, produtiva, operacional e financeira da produção. Para que esse modelo evolua continuamente, é fundamental investir na qualificação das pessoas, no gerenciamento e no papel da academia e dos centros de pesquisa na geração contínua de novas tecnologias e conhecimentos. Essa integração é fundamental para ampliar a adoção da agricultura regenerativa e consolidá-la como um sistema produtivo cada vez mais eficiente, sustentável e escalável.

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Carlos Daniel Berro Filho

Gerente Executivo de Agronomia da CTC - Centro de Tecnologia Canavieira


Q

A construção inteligente da produção

Índice

Não faz muito tempo – há cerca de 30 anos -, o manejo agrícola e agronômico, especialmente no setor sucroenergético, buscava a otimização dos processos produtivos com foco predominante na redução de custos. O uso de fertilizantes concentrados e de defensivos agrícolas com baixa seletividade para a cultura; sistemas de preparo de solo intensivos, com movimentação e exposição da superfície; baixa utilização de rotação de culturas e de culturas de cobertura; além de correções químicas realizadas de forma localizada, contribuíram para a otimização das lavouras, mas também favoreceram um processo de “empobrecimento” do solo. Esse processo afetou justamente a base da agricultura: a capacidade do solo em sustentar a vida e os processos biológicos responsáveis pelo funcionamento de um sistema produtivo mais robusto. Hoje, o uso eficiente de fertilizantes e nutrientes deve buscar a redução das perdas e o aumento do aproveitamento pelas plantas. Isso não significa eliminar os fertilizantes minerais. A integração entre fontes minerais, orgânicas e de base biológica pode contribuir para uma estratégia mais eficiente de nutrição. Nesse cenário, a agricultura de precisão permite direcionar fertilizantes e outros insumos de acordo com a variabilidade das áreas de produção. Da mesma forma, sistemas de cultivo conservacionistas procuram reduzir o número e a intensidade das operações, considerando as características de cada área. A manutenção da cobertura do solo, por meio da palhada e de culturas de rotação, contribui para o controle da erosão, a conservação da umidade, o manejo de plantas daninhas e a incorporação gradual de matéria orgânica. Sua preservação melhora a retenção de água, favorece a atividade biológica e estimula organismos envolvidos na decomposição da matéria orgânica, na ciclagem de nutrientes e na manutenção da estrutura do solo. Geoprocessamento, imagens de satélite, sensores e plataformas de gestão geram informações para apoiar decisões mais precisas. O controle de tráfego de máquinas é exemplo em que o planejamento de rotas pode reduzir o pisoteio e a compactação, preservando as condições necessárias ao desenvolvimento das raízes. A integração desses fatores proporciona um ambiente mais equilibrado, favorecendo o desenvolvimento radicular, a absorção de água e nutrientes e a resiliência das plantas diante de períodos de déficit hídrico e da ocorrência de pragas e doenças. Quando observadas em conjunto, essas práticas conceituam a própria agricultura regenerativa. Elas se complementam, e uma frequentemente conduz à outra. Praticar agricultura regenerativa significa adotar um conjunto integrado de boas práticas, buscando não apenas produtividade, mas também conservação e recuperação da capacidade produtiva do sistema. Seu elemento central é o solo, entendido como um sistema vivo e fundamental para o funcionamento do ecossistema agrícola. Manter um ambiente equilibrado é menos desafiador do que recuperar um degradado. Nesse caminho, o tempo é um importante aliado, pois a regeneração dos processos físicos, químicos e biológicos ocorre gradualmente e exige continuidade. A transição para sistemas regenerativos apresenta desafios: conhecimento técnico, investimentos iniciais, adaptação de máquinas e processos, capacitação da equipe e mudança na cultura da gestão. Por isso, a agricultura regenerativa deve ser encarada como uma estratégia de longo prazo. O planejamento precisa considerar resultados econômicos, eficiência no uso dos recursos, conservação do solo e da água e resiliência da produção. No setor sucroenergético, essa abordagem representa uma oportunidade de aprimoramento dos sistemas de produção. Ao priorizar a saúde do solo, a conservação da água, a biodiversidade, a ciclagem de nutrientes e o uso eficiente dos recursos, podemos construir sistemas mais resilientes, eficientes e sustentáveis. A evolução da produção de cana-de-açúcar dependerá, cada vez mais, da capacidade de produzir mais e melhor, utilizando os recursos naturais de forma inteligente. Mais do que produzir, será necessário construir um sistema de produção capaz de continuar produzindo. Essa é, talvez, a essência da agricultura regenerativa: transformar a eficiência produtiva de curto prazo em capacidade produtiva de longo prazo.

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Cassio Manin Paggiaro

Diretor Agrícola da Usina Santa Adélia


Q

Sustentabilidade e a agricultura regenerativa

Índice

Em 1973, Jean Dorst, um pesquisador francês, lançou o livro chamado "Antes que a Natureza Morra", com dezenas de exemplos de autofagismo como: destruição de florestas nativas, extrativismo sem controle na mineração, na pesca predatória, na extração de madeira, poluição de rios, esgotamento de solos férteis por erosão etc., itens que o ser humano não demonstrava o mínimo cuidado. Falta de saneamento básico e lixões nos grandes centros, escassez de água potável, a fome, a poluição atmosférica causada pelas fábricas. Assim foi despertada a consciência coletiva que fez a ONU entrar na parada. Para enquadrar os problemas que se repetiam em diversos países, criou-se o conceito de “Sustentabilidade”, que passou a ser utilizado em todas as áreas e atividades humanas. À agricultura, em especial, têm sido exigidas práticas alternativas e sustentáveis de produção tais como: manter sempre protegida a superfície do solo; reduzir o revolvimento por gradagens, aração etc.; uso de corretivos de solo sem incorporação; plantio direto sobre palhada da cultura anterior; uso de plantas de cobertura com farta produção de biomassa e raízes; aproveitamento de resíduos animais, vegetais e industriais; uso de bioinsumos em geral; uso de substâncias húmicas estimuladoras de enraizamento, para formação de micorrizas. Todos esses itens fazem parte do cardápio da agricultura regenerativa. No meio das centenas de espécies de microrganismos que habitam o solo, temos aqueles que são “do bem”, porque facilitam a absorção de água e nutrientes pelas plantas, além de estimular e proteger o sistema radicular. Por outro lado, no solo os fungos dos gêneros phytophora, pytium e fusarium (causadores de podridões das raízes) e os nematoides dos gêneros meloidógine e pratylenchus (sugadores de seiva) são prejudiciais às plantas. Na implantação de agricultura regenerativa recomenda-se o uso intensivo de matéria orgânica, que é o componente mais precioso para um solo se tornar produtivo. A matéria orgânica, depois de decomposta, serve de combustível para as plantas e microrganismos, como os fungos arbusculares e as bactérias nitrificantes, que vivem em simbiose com as plantas na rizosfera. Eles fornecem nutrientes e recebem em troca exsudatos das raízes. As hifas dos fungos, ao se expandirem, ajudam na estruturação do solo, mantendo-o poroso, grumoso e estruturado, ou seja, o ambiente ideal para o desenvolvimento radicular e armazenamento de água. Na cana-de-açúcar, cultura de grandes extensões, a adoção da agricultura regenerativa está sendo testada e tem trazido algumas questões: Como deixar de revolver um solo compactado? Como incorporar o calcário para atingir maiores profundidades? Como combater as pragas de solo, como o sphenophorus e o migdolus, que vivem abaixo das raízes? Como suprir as raízes das plantas com substâncias orgânicas? Alguns pilares da agricultura regenerativa estão sendo mesclados às práticas tradicionais, as quais aos poucos estão sendo aperfeiçoadas. Por exemplo: o corte de soqueiras, que mexe pouquíssimo com a estrutura do solo e pode injetar substâncias orgânicas liquidas em profundidade diretamente na linha da cana; a pulverização foliar de ácidos fulgicos, que tem cadeia carbônica curta, juntamente com os ácidos húmicos, que precisam passar por processo de redução de sua cadeia carbônica para penetrar pelos estômatos. São produtos que já se encontram no mercado, elaborados em laboratórios especializados de biotecnologia. Para descompactar os solos, temos hoje os equipamentos que trazem um novo conceito para descompactação, sem mexer com a estrutura do solo e a cobertura de palha, e ainda fazem uma subsolagem que pode atingir 30 a 40 cm de profundidade. Na agricultura regenerativa, recomenda-se não mexer com a terra e esperar por três a quatro anos até o solo se reequilibrar, só manejando as espécies de cobertura. Os mais entusiastas por esse sistema afirmam que, após esse período, os fungos, bactérias e nematoides entomopatogênicos, inimigos naturais de pragas e doenças, se ampliarão por si só e, assim, poderão contribuir para reduzir o uso de defensivos. No mercado encontram-se vários bioinsumos com microrganismos benéficos vivos, isolados e rigorosamente produzidos com elevada pureza e qualidade. Afinal, se o objetivo é implantar novas práticas mais sustentáveis na produção de cana-de-açúcar e alimentos, as tecnologias citadas neste artigo podem ser testadas e incorporadas ao sistema produtivo. Reflita sobre tudo isso e veja se será possível.

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Dib Nunes Jr

CEO do Grupo IDEA


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Agricultura regenerativa além da porteira

Índice

Quando se fala em agricultura regenerativa, o primeiro olhar naturalmente vai para o campo. Solo, matéria orgânica, água e capacidade produtiva estão no centro dessa discussão. No setor bioenergético, porém, acredito que podemos ampliar esse olhar e enxergar agricultura e indústria como partes de um mesmo sistema. Não existe agricultura verdadeiramente regenerativa se continuarmos pensando em agricultura e indústria separadamente. Ainda medimos os dois ambientes com indicadores próprios. Na área agrícola, acompanhamos produtividade em toneladas por hectare, kg de ART por hectare, impurezas minerais em kg por tonelada, dentre outros. Na indústria, acompanhamos rendimento global (Rendimento Total Corrigido), extração, rendimento da fermentação, perdas determinadas e indeterminadas, entre outros. O desafio aparece quando o melhor resultado de uma área, isoladamente, não representa o melhor resultado do conjunto. Uma matéria-prima escolhida por determinadas características agronômicas pode ser muito interessante no campo e exigir mais da indústria. Maior teor de fibra, por exemplo, pode trazer vantagens agronômicas em determinadas condições, mas também dificultar a extração. É justamente aí que agricultura e indústria precisam se entender melhor. Quando o sistema perde eficiência, cresce também a necessidade de recursos. Mais água, vapor, energia e insumos podem ser necessários. Ácidos, cal, antibióticos ou biocidas, antiespumantes, dispersantes, polímeros, floculantes e produtos sanitizantes fazem parte dessa conta. Cada um deles exigiu matérias-primas, água, energia, fabricação e transporte. A cana leva para a indústria água, fibras, açúcares, minerais e energia. Depois do processamento, parte vira açúcar, etanol e eletricidade. Outra parte permanece no bagaço, na vinhaça, na torta de filtro, no CO₂ e em correntes que ainda carregam carbono, nutrientes e energia. Vejo aí uma grande oportunidade da agricultura regenerativa: aproveitar melhor tudo aquilo que já entrou no sistema. A vinhaça pode retornar ao campo levando água, potássio e matéria orgânica. Antes disso, pode gerar biogás e biometano, substituindo fontes fósseis. Novas rotas biotecnológicas também podem aproveitar parte de sua carga orgânica para produzir óleo, que pode ser usado em substituição ao antiespumante ou seguir para rotas de biodiesel e HVO, além da produção de biomassa de levedura, que pode ser seca e aproveitada em outros mercados. Quanto mais utilizamos uma mesma corrente antes de devolvê-la ao ciclo, maior a eficiência no uso dos recursos. A torta de filtro oferece outro exemplo. Utilizada como matriz de fertilizantes organominerais, pode favorecer uma disponibilização mais gradual dos nutrientes no solo, aproximando sua liberação da demanda da planta. O melhor aproveitamento pode reduzir a necessidade de fertilizantes minerais e as operações mecanizadas de aplicação. Isso significa menor consumo de insumos, menos tráfego de máquinas, menos diesel, menor compactação e menores emissões. Regenerar é reaproveitar resíduos, recircular nutrientes, substituir fontes fósseis e, também, fazer com que cada decisão reduza a necessidade de novos recursos nas etapas seguintes. Essa visão precisa ser acompanhada por indicadores que atravessem a fronteira entre campo e indústria. O próprio RenovaCalc aponta nessa direção ao calcular a intensidade de carbono dos biocombustíveis considerando as fases agrícola, industrial e de transporte. Fertilizantes, operações agrícolas, energia e emissões passam a compor um mesmo resultado ambiental. Isso ajuda a tornar a agricultura regenerativa mais mensurável. Produtividade e qualidade da matéria-prima precisam conversar com consumo de água, energia e insumos, aproveitamento da biomassa, recirculação de nutrientes, substituição de combustíveis fósseis e intensidade de carbono. A agricultura regenerativa começa no solo, preservando matéria orgânica, atividade biológica, água e capacidade produtiva. No setor bioenergético, podemos levar esse conceito adiante. Quanto melhor campo e indústria compreenderem um ao outro, melhor utilizaremos solo, água, carbono, energia e nutrientes. A regeneração ganha força quando todo o sistema trabalha para preservar recursos, reduzir perdas e devolver ao campo melhores condições para continuar produzindo.

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Henrique Berbert Amorim Neto

Presidente da Fermentec


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Reciclagem nutricional e rotação de culturas

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O setor sucroenergético tem grandes oportunidades na aplicação das técnicas de agricultura regenerativa. A alta produção de biomassa pela cana-de-açúcar resulta num volume de palhada e sistema radicular que cria condições para aumento da matéria orgânica no solo e captura de carbono da atmosfera. O controle da compactação, a melhoria da infiltração e redução das enxurradas formam um componente de extrema importância para uma agricultura sustentável e produtiva. Deve ser considerado também o uso de insumos biológicos para redução dos defensivos agrícolas, desde os já consagrados fungos entomopatogênicos, parasitas e parasitoides de pragas, passando por microrganismos fitoprotetores, indutores de resistência e fixadores de nitrogênio, entre outros. A reciclagem dos nutrientes exportados com os colmos, presentes em coprodutos como vinhaça, cinza de caldeira e torta de filtro, é uma grande oportunidade na agricultura regenerativa na canavicultura. A cana de açúcar exporta com os colmos em torno de 0,9 kg de N, 0,15 kg de P (0,34 kg de P₂O₅) e 1,1 kg de K (1,33 kg de K₂O) por tonelada produzida. A vinhaça é o destino de aproximadamente 90% do potássio, 15% do fósforo e dois terços do nitrogênio que vêm com a cana. O bom uso da vinhaça, considerando uma aplicação com qualidade e dosagem equivalentes ao uso do fertilizante mineral convencional, pode economizar quase 2.000 toneladas de cloreto de potássio, 280 toneladas de superfosfato simples e 1.300 toneladas de ureia por milhão de toneladas moídas. A torta de filtro fica com quase 80% do fósforo e 20% do nitrogênio da cana moída, e, considerando o mesmo critério, temos o equivalente a 1.500 toneladas de superfosfato simples e 400 toneladas de ureia. Por fim, a cinza contém próximo de 8% do fósforo e potássio que vêm com a cana, contribuindo com 150 toneladas de superfosfato simples e 170 toneladas de cloreto de potássio. Toda essa quantidade de nutrientes pode ser reciclada através da aplicação de vinhaça localizada enriquecida e do composto feito com a torta de filtro e a cinza. O bom uso desses recursos proporciona a economia nos custos dos insumos, impacto positivo no uso de recursos naturais e na balança comercial do País. Ainda conta com um provável aumento da produtividade das áreas tratadas, pelos benefícios da matéria orgânica e dos demais nutrientes que vão junto desses coprodutos. Outro aspecto a ser considerado é o aproveitamento dos nutrientes já existentes no solo e na redução das suas perdas por erosão, percolação e fixação. O uso de culturas em rotação apresenta uma oportunidade para recuperar nutrientes que percolaram abaixo da profundidade do sistema radicular, acessar frações de nutrientes com baixa disponibilidade, em especial do fósforo, e fixar biologicamente nutrientes, no caso de leguminosas. O controle da erosão que essas culturas proporcionam também deve ser destacado, uma vez que o preparo dessas áreas ocorre predominantemente em períodos de alta intensidade de chuvas, provocando retrabalho e perdas de solo e nutrientes. A prática da rotação de culturas, mesmo que considerando apenas uma vez durante todo o ciclo da cana, também é uma alternativa que quebra o ciclo das pragas e doenças. Para o sphenophorus levis, associado à destruição da soqueira, tem na rotação de culturas uma das armas mais eficientes para seu combate. Há também a oportunidade do uso de culturas comerciais, em especial a soja e o amendoim, que ampliam os benefícios, com a fixação biológica de nitrogênio, o auxílio na desinfestação das áreas com pragas e plantas daninhas e deixando no solo os resíduos da cultura e dos fertilizantes aplicados. A cultura da cana-de-açúcar tem muito a contribuir para a agricultura regenerativa, tanto pelas tecnologias já consolidadas, quanto por seu histórico de produção em áreas exploradas há mais de cem anos. A reciclagem de nutrientes por meio dos coprodutos e a rotação de culturas durante a reforma dos canaviais ajudam a conciliar produtividade, eficiência no uso de insumos e conservação dos recursos naturais. O grande desafio está na execução com excelência dessas práticas e na busca contínua por inovação, fortalecendo a resiliência e a sustentabilidade do sistema produtivo.

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Jorge Fernando Fávaro Gomes

Diretor Agrícola da Adecoagro


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O novo perfil das cultivares regenerativas

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A agricultura regenerativa já é praticada há muito tempo na cultura da cana-de-açúcar. A utilização da vinhaça como fertilizante nos anos 1980 e a colheita mecanizada crua iniciada nos anos 1990 foram os potencializadores para o início dos trabalhos científicos e da adoção da agricultura regenerativa nos canaviais brasileiros. Com o avanço do conhecimento, a palhada e a vinhaça foram colocados na base do sistema regenerativo da cana-de-açúcar, que buscou manter em todo ou em parte a palhada no solo sem cultivo, aplicando vinhaça enriquecida com biológicos e fertilizantes químicos de forma concentrada sobre a linha da cana. E o resultado imediato foi observado justamente no sistema radicular, o primeiro termômetro da funcionalidade da cultura regenerativa na cana. No sistema regenerativo, a vida útil das raízes aumenta e a mortalidade é reduzida significativamente, acelerando a brotação da soqueira que ocorre de forma rápida e uniforme com impacto direto na produtividade e longevidade do canavial. Embora a utilização da agricultura regenerativa em cana tenha, por si só, um grande potencial para aumentar a produtividade e a longevidade dos canaviais e, ao mesmo tempo, reduzir significativamente os custos de produção, o melhoramento genético pode potencializar ainda mais esses ganhos. Relaciono algumas frentes de pesquisa e seleção que podem contribuir para o melhoramento regenerativo em cana-de-açúcar: • Seleção para arquitetura radicular e rizodeposição: o maior avanço vem da introgressão de saccharum spontaneum, a mesma espécie usada na cana-energia. Enquanto variedades convencionais alocam 12-15% da biomassa em raízes, clones de cana-energia alocam 28-32%. A seleção de clones com maior volume de raízes finas (diâmetro <0,5mm) pode duplicar a exsudação de carbono orgânico, e essa rizodeposição é o principal alimento para bactérias diazotróficas e fungos micorrízicos. A implicação regenerativa é que raízes profundas descompactam biologicamente, criam bioporos e elevam nutrientes lixiviados, reduzindo necessidade de subsolagem e adubação potássica. • Seleção para eficiência no uso de nitrogênio e fixação biológica: cana-de-açúcar não forma nódulos, mas é uma das gramíneas com maior associação com bactérias endofíticas fixadoras de nitrogênio (N). Hoje já existem diversos produtores se utilizando da fixação biológica de nitrogênio (FBN) para reduzir a adubação nitrogenada em seus canaviais. Entretanto, os programas de melhoramento ainda pouco priorizam selecionar cultivares mais adaptadas a FBN. Hoje já existem ferramentas biotecnológicas de precisão para uso nos programas de melhoramento genético da cana, seja via edição genica, transgenia e/ou via seleção clonal com uso de biomarcadores, que levem a cultivares mais responsivas à FBN atmosférico de forma a eliminar, ou reduzir significativamente a necessidade da adubação nitrogenada no plantio comercial. • Seleção para longevidade e redução de revolvimento do solo: cada reforma de canavial emite aproximadamente 8,5 t CO2eq/ha por diesel, revolvimento e perda de matéria orgânica. O caráter longevidade está ligado a genes de perfilhamento e de rizomas de S. spontaneum e à resistência ao complexo de patógenos (síndrome da murcha, carvão, raquitismo, escaldadura e ferrugens) e pragas (broca comum, broca gigante, cigarrinha, bicudos) que incidem, principalmente, sobre as soqueiras. Uma nova cultivar com uma participação maior de S. spontaneum no genoma certamente será mais longeva, resistente a patógenos e possivelmente mais tolerante ao ataque de pragas. • Seleção para resistência a pragas: agricultura regenerativa preconiza redução de pesticidas. O melhoramento com Bt (Cana Bt RR) com resistência à broca (diatraea saccharalis) reduz aplicação de inseticidas em 90%, e esse exemplo do Bt com a broca pode ser facilmente extrapolado para as demais pragas da cana-de-açúcar, como as cigarrinhas e os bicudos. Como comentário final, gostaria de destacar que o melhoramento genético necessita deixar de ser fornecedor de cultivar produtiva apenas e passar a ser fornecedor de uma cultivar regenerativa capaz de produzir com mais sustentabilidade. Uma variedade regenerativa talvez não seja a que produz 120 t/ha com 120 kg de N mineral por 5 anos, mas a que produz 100 t/ha com 30 kg de N mineral por 10 anos, deixando o solo mais fértil, com mais carbono armazenado, mais poroso e com aumento real no teor de matéria orgânica.

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José Antonio Bressiani

Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Nufarm Brasil


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A célula fotovoltaica da agricultura

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Existe um paradoxo no setor bioenergético brasileiro. Poucos segmentos possuem contribuição ambiental tão ligada à atividade principal, mas de fato comunicam pouco sua relevância. Acostumados a produzir açúcar, etanol, bioeletricidade e, mais recentemente, biometano, nem sempre destacamos o caráter extraordinário do sistema que sustenta esses produtos. Produzimos alimentos, energia e combustíveis renováveis por meio da fotossíntese. A cana-de-açúcar captura energia solar, remove dióxido de carbono da atmosfera e libera oxigênio, associando geração de riqueza e serviço ambiental. Açúcar, etanol, bioeletricidade e biometano têm a mesma origem. Suas moléculas são constituídas por carbono, hidrogênio e oxigênio da fotossíntese. Sob essa perspectiva, o setor comercializa mais do que commodities agrícolas. Entrega alimento na forma de açúcar, combustíveis renováveis como etanol e biometano, e eletricidade obtida da energia armazenada na biomassa. Em essência, transforma recursos renováveis capturados pela planta em diferentes formas de alimento e energia. Outro diferencial é que os nutrientes minerais essenciais à fotossíntese, como nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre e micronutrientes, permanecem majoritariamente no próprio ciclo produtivo. Quando a cana chega à indústria, parte desses nutrientes já ficou no campo, na palhada da colheita mecanizada sem queima, no sistema radicular e na atividade biológica do solo. Outras frações estão sujeitas a transformações, lixiviação e perdas para a atmosfera. Ainda assim, parcela relevante acompanha a biomassa e, após o processamento, concentra-se na vinhaça, torta de filtro, cinzas e outros coprodutos. Essa dinâmica cria uma oportunidade. Quanto mais eficientes formos em devolver esses recursos ao campo, menor será a necessidade de insumos externos. A reciclagem de nutrientes deixa de ser apenas uma prática ambiental e torna-se estratégia agronômica e econômica de eficiência sistêmica, com ganhos ambientais e econômicos claros. Na CerradinhoBio, aproximadamente cinco sextos da área cultivada são conduzidos sem nitrogênio mineral, resultado do uso agronômico da vinhaça, de compostos orgânicos e da intensificação da fixação biológica de nitrogênio. O mesmo princípio orienta os demais coprodutos industriais, buscando devolver ao campo recursos provenientes da própria cana. A reposição integral ainda é um desafio agronômico e logístico, mas o direcionamento é claro: ampliar a eficiência desse retorno e reduzir a dependência de fontes externas. Essa visão avança com tecnologias biológicas. Microrganismos aplicados via solo, folha e muda auxiliam na disponibilização de fósforo e potássio, na mineralização de nutrientes da matéria orgânica e na eficiência fisiológica das plantas. Defensivos microbiológicos também ampliam o equilíbrio dos sistemas produtivos. Mais do que substituir tecnologias existentes, essas ferramentas permitem aproveitar processos naturais dos ecossistemas agrícolas. É nesse ponto que a agricultura circular e a agricultura regenerativa convergem. O desafio não é apenas produzir mais biomassa, mas estabelecer ciclos mais eficientes entre campo e indústria. A cana é transformada em alimentos, combustíveis e energia, enquanto os nutrientes que sustentaram sua arquitetura biológica são recuperados e retornam à produção. Quanto mais fecharmos esses ciclos, maior será a capacidade de reduzir perdas, diminuir a dependência externa e fortalecer os processos biológicos que sustentam a fotossíntese. A próxima fronteira vai além da reciclagem de nutrientes. Apesar dos avanços, o diesel ainda é relevante nas operações agrícolas. Para evoluir rumo a sistemas regenerativos e de baixa intensidade de carbono, a energia utilizada na produção deve vir progressivamente dos combustíveis renováveis gerados pela própria cana. Ampliar o uso de etanol e biometano nos equipamentos agrícolas é um passo lógico rumo a um sistema mais autossuficiente. A cana-de-açúcar talvez seja a mais eficiente célula fotovoltaica desenvolvida pela natureza. O desafio do setor não é apenas produzir mais biomassa, mas aperfeiçoar sua capacidade de transformar luz solar, água e carbono atmosférico em alimentos, energia e combustíveis renováveis, enquanto fecha ciclos, regenera solos e reduz a dependência de recursos externos. Quanto mais aproximarmos produção, circularidade e renovabilidade, mais próximos estaremos de uma agricultura verdadeiramente regenerativa.

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Matheus Uzelotto Lopes

Diretor Agrícola da Cerradinho Bioenergia


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A convergência entre a canavicultura e a agricultura regenerativa

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Este ensaio explora a inerente convergência entre a canavicultura atual e a agricultura regenerativa. Também será mostrado como o rating operacional do BENRI, atuando efetivamente como uma ferramenta de monitoramento das operações agrícolas das usinas, participa efetivamente no desenvolvimento da agricultura regenerativa no setor sucroenergético. Aprofundando a relação entre cana-de-açúcar e regeneração, cabe salientar a aplicabilidade de alguns pilares nas práticas agronômicas atuais da cana-de-açúcar. Manejo biológico: O BENRI também contribui no monitoramento deste manejo, tendo o indicador de infestação final de broca (diatraea saccharalis) participando do rating agrícola. Na última safra, o “AAA” para este indicador foi igual ou menor que 0,65% de infestação final e o nível médio “B” 2,30%. As curvas de rating são determinadas a cada safra, flutuando de acordo com a realidade dos números do mercado. Complementando sobre a funcionalidade do rating operacional do BENRI, a escala vai de AAA até D, a exemplo dos ratings financeiros. Redução na utilização dos insumos agrícolas sintéticos: A vinhaça e a torta de filtro compostada, quando utilizadas racionalmente na fertilização das lavouras, reforçam ainda mais o ciclo fechado de nutrientes. Neste contexto, o rating operacional do BENRI também fornece aos seus clientes o monitoramento e balizamento de como está a eficiência na utilização dos resíduos industriais (vinhaça, água residuária, torta de filtro e cinza das caldeiras) na fertilização racional da lavoura. Na última safra, os clientes que foram ranqueados como AAA, para este importante indicador, tiveram 63% de toda a sua área agricultável fertilizada com os resíduos industriais, sendo que no rating médio, classificado como B, a utilização foi de 51,04%. O fim da queima e a ascensão da colheita mecanizada com a manutenção da palhada: Mas, conjuntamente ao incremento da colheita mecanizada, se fizeram necessários também a criação e o desenvolvimento das metodologias dos controles de qualidade que avaliam a colheita mecanizada, tais como: porcentagem de pisoteio, porcentagem de abalo e arranquio. Fazendo uma retrospectiva do histórico destes indicadores do rating agrícola do BENRI na última safra, o KPI da porcentagem de pisoteio na soqueira teve como “AAA” a porcentagem igual ou menor que 5,10% e para a classificação media “B” o percentual de 14,68% de pisoteio. Em se falando sobre o KPI de porcentagem de abalo e arranquio da soqueira, os clientes "AAA" melhores classificados estavam com este índice igual ou menor que 6,45% e na classificação média “B” em 13,07%. Certificações e governança: RenovaBio e práticas de sustentabilidade: A agricultura regenerativa também é impulsionada por programas de certificação, provenientes tanto de iniciativas privadas quanto de iniciativas do Estado. No Brasil, o programa RenovaBio (Política Nacional de Biocombustíveis) estabeleceu metas de descarbonização para as distribuidoras de combustíveis por meio da aquisição e da aposentadoria dos Créditos de Descarbonização por Biocombustíveis (CBIO), emitidos apenas por produtores de biocombustíveis aprovados no processo de certificação. Tal certificação, por sua vez, tem como fatores principais a Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA), obtida com base na intensidade de carbono do biocombustível certificado e na ausência de supressão de vegetação nativa nas áreas produtoras de biomassa. Ou seja, algumas das práticas da agricultura regenerativa que reduzem a intensidade de carbono da cultura canavieira, discutidas anteriormente, ainda que de forma indireta, já são remuneradas por meio do CBIOs e, consequentemente, do RenovaBio. Dentre essas práticas, cabe destacar novamente a menor necessidade de aplicação de fertilizantes sintéticos, decorrente da rotação de culturas, da cobertura do solo com palhada e do uso de resíduos industriais. Conclusão: Mais do que uma tendência passageira, a convergência entre cana-de-açúcar e agricultura regenerativa representa uma evolução estrutural na forma como uma das culturas mais importantes da economia brasileira é cultivada, apontando para um futuro em que produtividade econômica e saúde ambiental não são objetivos conflitantes, mas dimensões complementares de um mesmo sistema produtivo mais resiliente, eficiente e sustentável a longo prazo.

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Otávio Henrique de Souza Tufi

Diretor Técnico Agrícola da BENRI Biomass Energy Research Institute


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Agricultura regenerativa: discuta menos, conheça mais e pratique muito

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Discutir a ocorrência ou gravidade das mudanças climáticas, para mim, é ineficaz; havendo ou não mudança no clima, a responsabilidade no uso dos recursos naturais de forma a preservá-los para as futuras gerações, sim, está em nossas mãos e deve receber nossa total atenção. Neste sentido, basta entender que o planeta Terra é um só, não está expandindo e nele está nosso futuro, temos a necessidade e obrigação de praticar a agricultura regenerativa. Voluntariamente ou por necessidade, o setor bioenergético já pratica, há muito tempo, este sistema, inclusive pelas rígidas normas ambientais a que está sujeita a agricultura brasileira, e vem num crescente de adoção. A vinhaça da década de 60, onde o despejo em rios era considerado normal, evoluiu para a fertirrigação e aplicação localizada praticamente na área total das empresas. Agora mais, com adição de bioinsumos e complementos nutricionais de forma precisa. A evolução do modelo é notável: de despejo indesejável em rios para utilização técnica com controle rigoroso de doses, aditivos e uso intensivo. O controle da broca da cana (diatraea) com o uso da vespa Cotésia é, desde os anos 80, mundialmente um dos mais bem sucedidos programas de controle biológico de pragas. A colheita mecânica sem queima, inicialmente um desastre para quem não tinha se preparado corretamente, ao final se tornou o pilar de nossa sustentabilidade. A palha e seu microclima proporcionam uma preservação da biota do solo, e já há um incremento comprovado na produtividade em áreas sob colheita crua. Paralelamente, o cultivo mínimo, a rotação de culturas com soja e amendoim e a adubação verde são práticas que hoje fazem parte do dia a dia das empresas. Lentamente, as grades e arados perdem importância e vão sendo substituídos pelo cultivo mínimo. Este modelo é mais fácil de operar e é parte central da agricultura regenerativa. Novos desafios surgem, pois não apenas os bons organismos são favorecidos. Outras pragas e doenças passam a ganhar relevância, mas daí a beleza da coisa. Já temos consciência que produtos naturais como bioinseticidas e inimigos naturais conseguem controlar boa parte desses novos ataques. A consciência se conquista com resultados efetivos. A forma com que eu vejo é muito simples: ande para a frente, o caminho já está traçado, as rotas já são conhecidas. Em primeiro lugar, avalie sua situação: o que minha empresa já pratica? Se hoje aplico vinhaça de canhão, seja caminhão, seja canal, já controlo de fato a vazão? Tenho mapeadas as esticadas da mangueira do rolão? Já comecei com caminhão/ trator localizado? Mas o caminhão tem GPS? Consigo adicionar fertilizante no carregamento? O quanto de adubo já estou substituindo? Vá construindo seu próprio caminho. O mesmo para torta de filtro, como eu uso atualmente? São essas perguntas que nos fazem refletir sobre o uso das técnicas já existentes. Não precisa discutir muito, já são conhecidas como boas práticas, basta adotá-las paulatinamente. Ou seja, os conceitos utilizados na agricultura regenerativa não são novos, são conhecidos e consolidados na agronomia, nas boas práticas agrícolas, na agricultura conservacionista, por exemplo, encontradas nos livros de agronomia nos anos 80. Ocorre que as pessoas têm orçamentos e outras distrações para atender e acabam usando as técnicas por um tempo e depois deixam cair em desuso. Estamos falando em solos de milhões de anos para sua formação e não vamos conseguir mudar nada se não perseverarmos em nossas convicções. Depois disso tudo, há hoje uma gama enorme de bioinsumos disponíveis para uso concomitante com as práticas conservacionistas e que tem ajudado muito, como nanopartículas orgânicas que aumentam a eficácia dos produtos aplicados; como ativadores de defesas da planta que as protege contra efeitos de veranicos; como os enriquecedores de solos feito com microrganismos das matas locais; como o carvão vegetal melhorador dos solos; uma diversidade de microrganismos para a proteção de cultivos; estes são apenas alguns exemplos. Todo agricultor é o maior interessado em regenerar e melhorar a fertilidade do seu solo, a sua capacidade de produzir. E adota esses conceitos na medida que os conhece e que consegue viabilizar suas aplicações.

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Paulo Zancaner Castilho

Diretor da Datagro Alta Performance


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Agricultura regenerativa e a evolução do manejo na bioenergia

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Durante muito tempo, boa parte da evolução da agricultura esteve associada à busca por respostas cada vez mais específicas: uma estratégia para eliminar determinada praga, uma fonte convencional de nutriente para tratar uma deficiência do solo ou da cultura, uma tecnologia para elevar a produtividade. Esse desenvolvimento foi importante, mas a crescente complexidade da produção agrícola tem exigido uma visão mais integrada. Variabilidade climática, diferenças entre ambientes produtivos, custos de insumos e necessidade de preservar a capacidade produtiva do solo mostram que uma única ferramenta dificilmente responderá a todos os desafios. É nesse contexto que vejo um dos principais valores da agricultura regenerativa: ampliar as possibilidades de manejo e permitir que decisões agronômicas sejam tomadas a partir de um conjunto mais amplo de soluções. Na proteção dos cultivos, isso significa incorporar cada vez mais os bioinsumos ao manejo integrado de pragas e doenças. No manejo do solo, significa considerar não apenas seus aspectos físicos e químicos, mas também sua dimensão biológica, com atenção ao aumento do carbono no solo, que favorece a atividade dos microrganismos e contribui para ampliar a biodiversidade do sistema produtivo. Isso é especialmente relevante para a cana-de-açúcar, uma cultura de ciclo longo, cultivada em diferentes regiões e submetida a condições distintas ao longo de várias safras. Trazer o conceito de manejo regenerativo para a lavoura significa conhecer melhor essas diferenças e combinar recursos biológicos, matéria orgânica, nutrição, manejo do solo e proteção de plantas de acordo com a necessidade de cada ambiente. À medida que esse repertório se amplia, cresce também a capacidade de incorporar essas soluções à rotina agronômica. Na BP Bioenergy, a dimensão dessa mudança pode ser percebida pela escala das nossas operações. A área aplicada com bioinsumos passou de 285 mil hectares em 2020 para mais de 5 milhões de hectares nas últimas duas safras. Mas essa ampliação do manejo vai além dos bioinsumos. A integração direta entre agricultura e indústria abre outras possibilidades, já que recursos resultantes do processamento da matéria-prima podem retornar ao campo e participar novamente do ciclo produtivo. É o caso da vinhaça, que hoje chega a 92% dos canaviais da companhia, e da compostagem, cuja área aplicada mais que dobrou nos últimos três anos e hoje está presente em 100% do nosso plantio. Essa integração amplia as possibilidades de manejo da nutrição do canavial a partir de recursos já disponíveis dentro da própria cadeia produtiva. Para operar um sistema com mais alternativas, é necessário ampliar também a capacidade de aprender. Soluções que apresentam bons resultados em determinada condição precisam ser avaliadas em diferentes solos, variedades, regimes de chuva e ambientes de produção antes de avançarem em escala. Por isso, a experimentação passou a ocupar um espaço importante na tomada de decisão agrícola, tanto que hoje contamos com 374 projetos e experimentos em diferentes frentes neste segmento, número quase 96% maior que em 2024. Mais importante que o volume é o que ele representa: uma estrutura permanente para questionar práticas, comparar alternativas e transformar resultados técnicos em protocolos operacionais. Por isso, entendo a agricultura regenerativa menos como um destino e mais como uma forma de gerir a produção. Conhecer melhor as condições do solo e o comportamento da cultura nos ajuda a buscar soluções mais adequadas, criando condições para uma produção mais eficiente, produtiva e resiliente. Há mais de quatro anos, temos avançado na incorporação desse conceito ao manejo agrícola, combinando práticas regenerativas com o aprimoramento de fundamentos agronômicos já consolidados na cultura. Isso inclui a revisão de parâmetros nutricionais e de correção do solo, o uso de variedades mais adequadas a cada ambiente, a qualidade operacional e a aplicação de novas tecnologias. São frentes que precisam evoluir de forma integrada para sustentar ganhos de produtividade e a rentabilidade do negócio. Para a bioenergia, essa evolução começa ainda no canavial. É nele que se define uma parcela importante da eficiência e do desempenho ambiental da matéria-prima que chegará à indústria. Avançar nessa agenda significa fortalecer simultaneamente a base agrícola e a capacidade do setor de produzir energia de forma cada vez mais eficiente e sustentável.

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Rogério Bremm

Diretor Agrícola da BP Bioenergy


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Agro regenerativo: produzir melhor para competir mais

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A agropecuária paulista sempre teve na inovação uma de suas principais forças. Da mecanização à agricultura de precisão, do melhoramento genético à digitalização das propriedades, São Paulo construiu uma produção diversificada, tecnificada e integrada às grandes cadeias de valor. Agora, uma nova transformação ganha espaço no campo: a agropecuária regenerativa, que alia produtividade, conservação dos recursos naturais e eficiência econômica. Mais do que uma tendência ambiental, é uma estratégia para fortalecer a competitividade de quem produz. Parte de um princípio essencial: produzir preservando e recuperando a capacidade produtiva do solo. Isso envolve práticas como rotação de culturas, plantio direto, cobertura do solo, integração lavoura-pecuária-floresta, recuperação e manejo de pastagens, uso racional de insumos, bioinsumos e conservação da água. Não existe, porém, uma receita única. Cada propriedade deve encontrar soluções compatíveis com sua atividade, região, clima e capacidade de investimento. São Paulo reúne condições privilegiadas para avançar nessa agenda. Temos uma agropecuária diversificada, com cana-de-açúcar, citros, café, grãos, hortaliças, frutas, florestas plantadas e pecuária de corte e leite, além de cadeias intensivas em tecnologia. Contamos ainda com universidades, institutos de pesquisa, cooperativas, empresas e produtores capazes de transformar conhecimento científico em resultado. Essa estrutura permite que a sustentabilidade deixe de ser apenas um conceito e se torne parte da gestão econômica da propriedade. É justamente essa a mudança que precisamos consolidar. O produtor não pode receber apenas novas obrigações ambientais. Ele precisa enxergar retorno. Um solo bem manejado, com melhor estrutura e maior capacidade de retenção de água, tende a enfrentar com mais resistência períodos de estiagem e chuvas intensas. Práticas adequadas também podem reduzir perdas, melhorar o aproveitamento de nutrientes e aumentar a resiliência das lavouras e pastagens. Diante de eventos climáticos extremos e custos elevados dos insumos, eficiência ambiental também significa eficiência econômica. Os mercados igualmente estão mudando. Indústrias, consumidores, investidores e compradores internacionais ampliam a atenção sobre a origem dos produtos e a maneira como são produzidos. Rastreabilidade, redução de emissões, conservação do solo, eficiência no uso da água e boas práticas ganham importância nas relações comerciais. O produtor paulista precisa estar preparado para transformar aquilo que já faz de maneira sustentável em valor, acesso a mercados e diferenciação. Se formos monetizar, por exemplo, as terras preservadas nas propriedades rurais, passaremos de US$ 1 trilhão. Porém, no campo, todos sabem que preservar matas ciliares e os cursos hídricos, assim como as matas, que garantem a qualidade do solo, não tem preço. Pequenos e médios produtores merecem atenção especial, pois enfrentam maiores dificuldades para acessar tecnologia, crédito e mercados diferenciados. É nesse ponto que o Sistema Faesp/Senar, os Sindicatos Rurais e a assistência técnica têm papel estratégico. Precisamos levar conhecimento até a propriedade, demonstrar resultados e permitir que cada produtor identifique as práticas que façam sentido agronômico e econômico para sua realidade. A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) é fundamental nesse processo porque une produção e gestão. Não basta recomendar uma prática ambientalmente correta. É preciso medir custos, produtividade, margem e retorno. Sustentabilidade sem viabilidade econômica não se sustenta. O produtor precisa gerar renda, investir, empregar e criar condições para que a próxima geração permaneça no campo. Também devemos aproveitar a capacidade científica e tecnológica de São Paulo. Bioinsumos, agricultura de precisão, inteligência artificial, monitoramento remoto e manejo inteligente da irrigação podem ampliar os resultados da produção regenerativa. O desafio é aproximar pesquisa, tecnologia e assistência técnica para que essas ferramentas sejam acessíveis a propriedades de todos os tamanhos. Agropecuária regenerativa não significa produzir menos para preservar mais. Significa produzir melhor, recuperar recursos naturais e aumentar nossa capacidade de competir. Quando protegemos o solo, conservamos a água, incorporamos tecnologia e aperfeiçoamos a gestão, protegemos também o patrimônio e a renda do produtor. Esse é o caminho que defendemos: sustentabilidade que gere renda, inovação acessível e políticas que valorizem quem preserva enquanto produz. Regenerar o campo é também regenerar oportunidades. Transformar sustentabilidade em competitividade é preparar o produtor paulista para liderar a agropecuária do futuro.

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Tirso Meirelles

Presidente do Sistema Faesp/Senar


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Equação Regenerativa

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A evolução da agricultura tropical atravessa um momento de profunda redefinição conceitual. Por décadas, a busca incessante pela máxima produtividade apoiou-se no controle químico isolado e no aporte massivo de insumos sintéticos. Contudo, a frequência crescente das adversidades climáticas e a urgência por resiliência produtiva revelaram os limites ecológicos desse modelo convencional. Reduzir a agricultura regenerativa à mera conservação do solo é restringir o seu verdadeiro potencial transformador. A consolidação de uma regeneração ambiental autêntica reside na gestão integrada de uma tríade indissociável e viva: o solo, a água e a planta. Na Usina Coruripe, vivenciamos essa transformação conceitual e operacional diretamente na prática do campo: cerca de 22% da nossa área agrícola total já é conduzida estritamente sob os princípios e ferramentas do manejo regenerativo. Essa conquista não representa um ponto final de chegada, mas, sim, o estágio atual de uma jornada de expansão estruturada, rigorosa e contínua rumo a uma operação sucroenergética cada vez mais sustentável. A vivência diária na gestão de grandes áreas demonstra que a transição para a base biológica exige alto rigor técnico, métricas ambientais bem consolidadas, investimentos em biotecnologia e uma clara visão estratégica de longo prazo para escalar a resiliência ecossistêmica em milhares de hectares. Nessa dinâmica integrada, o solo regenerado deixa de ser um mero suporte físico inerte e passa a funcionar como um reator biológico altamente ativo. O uso intensivo de microbiologia especializada para a solubilização biológica de nutrientes antes fixados na matriz mineral, com especial destaque para o fósforo e o potássio, associado à forte expansão dos bioinsumos — segmento que registra crescimento médio de 20% ao ano no mercado nacional —, reduz sensivelmente a dependência histórica de fertilizantes sintéticos de alta solubilidade. Essa substituição progressiva diminui o risco de lixiviação de sais e contaminação dos aquíferos, preservando a qualidade estrutural das bacias hidrográficas regionais. Simultaneamente, a consolidação dos biodefensivos, bioestimulantes e agentes biológicos reguladores reconfigura por completo o manejo fitossanitário dos canaviais. Ao restabelecer os inimigos naturais e a teia alimentar ecossistêmica, a regulação biológica reduz a carga residual de defensivos químicos no meio ambiente. Contudo, é diante dos períodos severos de estresse hídrico que essa visão sistêmica demonstra sua maior sofisticação. A aplicação de indutores fisiológicos, extratos de algas e microrganismos eliciadores atua diretamente no metabolismo vegetal, estimulando o enraizamento profundo, a sinalização hormonal e a eficiência no fechamento estomático. Com isso, a planta passa a tolerar longas estiagens com significativamente menor degradação tecidual e rápida recuperação pós-estresse. Esse sistema integrado gera impactos ambientais altamente relevantes e mensuráveis. Pesquisas e levantamentos de campo indicam que o manejo regenerativo e a recuperação da biologia do solo aumentam a capacidade de retenção de água no perfil em até 25% e elevam o teor de matéria orgânica em taxas contínuas de 0,5% a 1,5% ao ano. Em termos de mitigação climática global, projeções técnicas apontam que a adoção em larga escala dessas práticas no agronegócio tem o potencial de reduzir as emissões de gases de efeito estufa de 373 milhões para 160 milhões de toneladas de CO2 equivalente até 2030 — um decréscimo expressivo superior a 50%. Trata-se de potencializar a fotossíntese para transformar o canavial em um ativo sequestrador de carbono atmosférico, fixando-o no solo na forma de biomassa estável. Solos bem estruturados chegam a reduzir as perdas por erosão hídrica em até 80%, garantindo que a água da chuva recarregue os aquíferos de forma limpa. Com maestria, a agricultura regenerativa conecta solo, planta e água. Como lideranças do setor sucroenergético, nosso dever é acelerar essa jornada, provando que a restauração ambiental é a verdadeira base da perenidade e da produtividade no campo.

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Toni Wesley Tavares Santos

Diretor Agrícola da Usina Coruripe


Foto: Acervo Revista Opiniões


2026 Anuário de Sustentabilidade do sistema Bioenergético


4-20/mA


Agricultura orgânica regenerativa: Um modelo agrícola que devolve vida ao campo Produzir alimentos em larga escala e, ao mesmo tempo, recuperar os recursos naturais que sustentam a agricultura. Esse é o princípio do modelo de agricultura orgânica regenerativa desenvolvido pela Native há quase quatro décadas. Mais do que eliminar pesticidas e fertilizantes químicos sintéticos, o sistema integra práticas capazes de regenerar a fertilidade do solo, favorecer o ciclo da água, ampliar a biodiversidade e contribuir para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Esse trabalho começou em 1987, com o Projeto Cana Verde, na Usina São Francisco, em Sertãozinho (SP). O objetivo era desenvolver um sistema autossustentável de produção de cana-de-açúcar, conciliando produtividade e conservação ambiental. Para isso, foi necessário transformar o manejo agrícola, começando pela substituição da colheita manual com queima pela colheita mecanizada da cana crua. A mudança exigiu o desenvolvimento de uma colhedora específica e a sistematização das áreas de cultivo. Sem a queima, a palha passou a permanecer sobre o terreno, formando uma cobertura que protege o solo, reduz a perda de umidade e fornece matéria orgânica.

O tráfego controlado das máquinas e o uso de pneus de alta flutuação também diminuem a compactação, preservando os espaços necessários à circulação de água e ar e ao desenvolvimento das raízes. O sistema incorporou ainda a adequação de variedades, adubação orgânica, controle biológico de pragas, tratamento fitossanitário, rotação de culturas com leguminosas e criação de ilhas de biodiversidade. Subprodutos da fabricação de açúcar e etanol, como a vinhaça, retornam ao campo como nutrientes. Essa abordagem circular reduz a dependência de recursos externos. Ao recuperar a estrutura e a atividade biológica, o solo torna-se mais poroso, favorecendo a infiltração de água, a circulação de ar e a formação de raízes vigorosas. A matéria orgânica e a palha conservam a umidade e protegem o terreno contra a erosão.


Esses benefícios fortalecem a lavoura e ampliam sua resiliência diante de estiagens, chuvas intensas e outros efeitos das mudanças climáticas. A regeneração também acontece na paisagem. Canaviais, florestas, matas ciliares, vegetação ribeirinha e ilhas de biodiversidade formam um ambiente conectado, com abrigo e alimento para a fauna. O monitoramento científico iniciado em 2002, com participação da Embrapa Monitoramento por Satélite, identificou mais de 340 espécies de aves, mamíferos, répteis e anfíbios nas áreas da Native. Entre elas, 49 estão ameaçadas de extinção, como a onça-parda, o tamanduá-bandeira e o lobo-guará. Os levantamentos indicam uma biodiversidade 23 vezes maior do que a encontrada em canaviais convencionais da mesma região. O resultado demonstra a recomposição de relações ecológicas que sustentam o equilíbrio do ambiente e colaboram para o controle natural de pragas e a ciclagem de nutrientes. O modelo também apresenta menores emissões de gases de efeito estufa em comparação com os padrões convencionais do setor.

A ausência de insumos químicos sintéticos, a manutenção da palha, o reaproveitamento de nutrientes e o aumento da matéria orgânica contribuem para reduzir emissões e manter carbono no sistema. Assim, a produção gera serviços ecossistêmicos que beneficiam a lavoura, os ecossistemas do entorno e a sociedade. A consistência desse trabalho é reconhecida pela certificação internacional Regenerative Organic Certified®, a ROC™, mantida pela Native no nível Gold. A certificação considera três pilares: saúde do solo, bem-estar animal e equidade social, indo além dos requisitos da produção orgânica tradicional. A experiência da Native demonstra que a agricultura regenerativa não se resume a uma técnica isolada. Ela nasce da integração entre manejo agrícola, conservação da biodiversidade, circularidade, ciência e valorização das pessoas. Essa combinação permite produzir alimentos em escala enquanto se recuperam a água, a fertilidade do solo, a biodiversidade e a atmosfera — recursos essenciais para o futuro da agricultura.


Programa + Floresta

A preservação e a proteção de Áreas de Preservação Permanente (APP’s) e de remanescentes de vegetação nativa tem um papel importante para a manutenção da biodiversidade local e regional. A biodiversidade é determinante para a integridade dos ecossistemas e, consequentemente, essencial para que estes sejam provedores de benefícios na forma de recursos e serviços como polinização, manutenção do fluxo gênico de espécies animais e vegetais, conservação dos recursos hídricos, regulação das vazões dos rios, recarga dos aquíferos e prevenção de processos erosivos. Desta forma, com o objetivo de proteger as Áreas de Preservação Permanente (APP’s) nas propriedades canavieiras, a Usina Batatais deu início, em 2006, ao seu programa de adequação ambiental, o Programa + FLORESTA. O programa prevê a recuperação da vegetação nativa das Áreas de Preservação Permanente (APP’s), através do plantio de mudas nativas produzidas pelo viveiro próprio da Usina Batatais, bem como garantir a preservação dos remanescentes de vegetação nativa ainda existentes nas áreas próprias, de parceiros e de fornecedores de cana-de-açúcar. O programa também faz parte de um outro projeto da Usina Batatais, o Programa Visita Usina, que recebe escolas, universidades e empresas em geral, para conhecer seus processos de produção de açúcar, etanol e energia. Durante a programação das visitas, está inserida na grade a visita ao viveiro de mudas do + Floresta, onde além de conhecer tecnicamente todo o processo de produção


das gemas da cana, todos os participantes recebem uma muda de árvore como incentivo ao cultivo e preservação do Meio Ambiente. O viveiro de mudas é uma importante iniciativa socioambiental voltada a produção de mudas que são utilizadas para a recuperação e preservação de áreas naturais na região de Batatais-SP. Desde sua criação o programa já promoveu o plantio de milhares de mudas, fortalecendo o equilíbrio ambiental nas propriedades agrícolas da região. METODOLOGIA Inicialmente o Programa +Floresta contemplava somente as áreas próprias e de parcerias e posteriormente foi estendido também para áreas de fornecedores de cana, sendo a Usina Batatais responsável, além do financiamento, também por todo o processo, desde o levantamento em campo, o preparo do solo, o plantio das mudas nativas e os cuidados com a área reflorestada por, no mínimo 2 anos, com acompanhamento da equipe responsável. Em seguida confira as etapas do programa de reflorestamento: • Adesão; • Delimitação da área; • Elaboração do projeto e cronograma; • Caracterização florística (a caracterização florística dos remanescentes naturais permite identificar as espécies de maior ocorrência natural na região, de forma a orientar a escolha de espécies a serem utilizadas); • Preparo do solo; • Plantio e tratos; • Produção das mudas e; • Viveiros de mudas.


A Usina Batatais possui instalado em sua unidade um viveiro de mudas nativas e de mudas pré-brotadas de cana-de-açúcar (MPB), com capacidade de produzir 120 mil mudas nativas por ano e 2 milhões de MPB (mudas pré-brotadas) por ano. São produzidas mais de 80 espécies arbóreas entre diversidade e recobrimento. O viveiro foi implantado em 2006, concomitantemente ao surgimento do Programa de Adequação Ambiental, com o foco na produção de mudas nativas exatamente para suprir as demandas dos projetos. Ao logo dos anos, através de investimentos significativos, o viveiro foi sendo ampliado também para produção de MPB, visando um plantio de maior sanidade e produtividade. RESULTADOS OBTIDOS O Programa +Floresta está em constante evolução, e ao longo dos anos reavalia sua atuação junto aos cenários adversos e as novas formas e possibilidades de estender as ações de preservação e proteção ao Meio Ambiente. Desde sua implantação, o programa já possibilitou o plantio de uma área equivalente a mais de 360 hectares, considerando tanto as áreas diretamente reflorestadas quanto as mudas destinadas a doações. Somente em 2025, mais de 14.900 mudas foram destinadas ao plantio e à doação. Em 2026, até o momento, já foram registradas mais de 23.200 mudas entre plantios e doações. Além desse volume, outras 14.600 mudas já estão reservadas para doação durante o período das águas, ampliando ainda mais o alcance das ações de restauração ambiental. Mais do que números, esses resultados representam a expansão contínua de uma ação de restauração ambiental que transforma a produção de mudas em benefícios concretos para o meio ambiente, fortalecendo a recuperação de áreas, a valorização da vegetação nativa e a formação de espaços mais sustentáveis para as atuais e futuras gerações.


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Cooperar para transformar vidas: sustentabilidade que conecta campo, indústria e comunidade Na Copervales, sustentabilidade não é uma agenda paralela ao negócio. Ela está na forma como a cooperativa produz, utiliza recursos, se relaciona com os cooperados e gera valor para as pessoas e para o território onde está inserida. Em uma atividade que conecta campo e indústria, esse compromisso começa na operação e se amplia para toda a cadeia. Na produção de açúcar VHP e cristal, a busca pelo uso eficiente dos recursos faz parte da rotina industrial. A Copervales realiza reúso de água no processo e aproveita integralmente a torta de filtro e as cinzas como insumos agrícolas, reinserindo materiais no ciclo produtivo. O bagaço da cana também ganha nova função: 85% é utilizado na geração e cogeração de energia, garantindo à unidade autossuficiência energética durante o período de safra. A gestão ambiental avança também na mensuração e no planejamento. A cooperativa vem estruturando seu inventário de emissões de gases de efeito estufa, fortalecendo a gestão hídrica, o acompanhamento de indicadores e a gestão de resíduos.

Na logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas, orienta os produtores quanto aos procedimentos adequados e realiza a destinação pelo Sistema Campo Limpo. Entre os materiais recicláveis gerados, 34% do volume é destinado à Cooprel, unindo economia circular e intercooperação. Cuidar do território também significa conservar e recuperar. Ao longo dos últimos anos, ações de recuperação de matas ciliares e Áreas de Preservação Permanente (APPs) já mobilizaram mais de 200 participantes, entre trabalhadores e integrantes da comunidade. A Copervales também atua, em parceria com órgãos ambientais, na reabilitação e soltura de animais silvestres em áreas seguras de vegetação nativa. Na prevenção, mantém ainda a Campanha de Prevenção de Queimadas e Proteção de Linhas de Transmissão, realizada em parceria com a Axia Energia e comunidades locais, reunindo cerca de 60 participantes por ano. O compromisso social acompanha essa mesma lógica: gerar desenvolvimento onde a cooperativa está. Atualmente, 95% das contratações são locais.


Jovens aprendizes

Proteção da Fauna

Geração de energia

Educação ambiental, plantio de mudas

Em parceria com o Sescoop, 55 jovens aprendizes estão alocados na usina. Outros 26 jovens aprendizes com deficiência participam de uma iniciativa desenvolvida em parceria com a AAPPE e o Sescoop, ampliando oportunidades de inclusão e acesso ao trabalho. Por meio do Qualifica+ Copervales, a cooperativa também apoia a capacitação e o desenvolvimento profissional, com 40 pessoas já alcançadas. A atuação junto à comunidade inclui ainda a entrega periódica de cestas básicas a instituições religiosas católicas e evangélicas. Esse olhar se estende aos cooperados. Em uma cadeia na qual a sustentabilidade depende de muitas mãos, a Copervales vem ampliando orientações, comunicação, auditorias e iniciativas de desenvolvimento voltadas às boas práticas ambientais, sociais e de gestão. Mais do que atender requisitos, o objetivo é construir uma cultura em que produtor, indústria e cooperativa evoluam juntos. Esse movimento também passa pela governança.

Planejamento estratégico, gestão por indicadores, melhoria de processos, inventário de emissões e aproximação com referências internacionais de sustentabilidade integram uma jornada de amadurecimento da gestão. A Copervales vem estudando, inclusive, os requisitos da Bonsucro como parte da preparação para padrões cada vez mais exigentes do mercado sucroenergético. Água que retorna ao processo, resíduos que voltam ao campo, bagaço que se transforma em energia, áreas que recuperam vegetação e pessoas que encontram oportunidades. São diferentes frentes de um mesmo compromisso: produzir com responsabilidade e deixar valor no território. Na Copervales, os princípios dos ODS relacionados à água, produção responsável, clima e proteção da vida terrestre encontram espaço em ações concretas. Mais do que reunir iniciativas sob a sigla ESG, a cooperativa busca transformar sustentabilidade em prática, aprendizado e evolução contínua. É assim que seu propósito ganha forma todos os dias: cooperar para transformar vidas.


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Estiva Sustenta: compromisso que se transforma em ações para o futuro

Para a Usina São José da Estiva, sustentabilidade significa produzir com responsabilidade, preservar os recursos naturais e contribuir para que as próximas gerações encontrem um futuro mais equilibrado. Esse compromisso está integrado à atuação da empresa e se traduz em iniciativas que aproximam colaboradores, famílias, escolas e comunidade da agenda ambiental. É com esse propósito que a empresa desenvolve o Estiva Sustenta, programa que reúne ações de conscientização, educação ambiental e preservação da natureza. A iniciativa busca transformar conhecimento em atitudes, estimular o engajamento coletivo e fortalecer uma cultura de responsabilidade ambiental dentro e fora da empresa. Em 2026, três ações deram forma a esse propósito. Com diferentes públicos e abordagens, Águas da Estiva, Raízes Estiva e Floresce Estiva compartilharam um mesmo princípio: promover experiências capazes de despertar nas pessoas a percepção de que cuidar do meio ambiente é uma responsabilidade de todos.

Águas da Estiva: cuidado que começa pela água Em comemoração ao Dia Mundial da Água, o Águas da Estiva – Cuidando das nossas nascentes reuniu filhos de colaboradores em uma atividade de educação ambiental no Ribeirão Três Pontes. As crianças participaram da soltura de alevinos e aprenderam, de forma prática, sobre a importância da água, a conservação dos recursos hídricos, a proteção das nascentes e o equilíbrio da fauna aquática. Ao envolver as famílias, a iniciativa ampliou o alcance da conscientização ambiental e colocou as novas gerações no centro da construção de um futuro mais sustentável. A experiência também fortaleceu os vínculos entre empresa, colaboradores e seus familiares, mostrando que a preservação pode ser estimulada desde a infância por meio do conhecimento e do contato com a natureza. Raízes Estiva: educação ambiental que deixa legado Na Semana do Meio Ambiente, o Raízes Estiva recebeu alunos do quinto ano da Escola Municipal Profª Salete A. Laude para uma experiência que uniu conhecimento e preservação. Os estudantes conheceram as instalações da empresa e os processos de produção de açúcar, etanol e energia antes de seguirem para uma área de preservação permanente na Fazenda Três Pontes.


No local, participaram do plantio de 1.100 mudas de árvores nativas da flora regional, produzidas no viveiro da própria Usina Estiva, que tem capacidade de produção superior a 30 mil mudas por ano. A atividade permitiu abordar temas como matas ciliares, biodiversidade, qualidade da água e equilíbrio dos ecossistemas. Além de colaborar com o reflorestamento de uma área, o Raízes Estiva buscou plantar conhecimento. Ao aproximar crianças das práticas ambientais desenvolvidas pela empresa, a iniciativa contribui para formar uma geração mais consciente sobre seu papel na conservação dos recursos naturais. Floresce Estiva: sustentabilidade compartilhada com a comunidade O Floresce Estiva levou o compromisso ambiental para além dos limites da empresa. Em parceria com a Prefeitura de Novo Horizonte, a iniciativa disponibilizou gratuitamente 700 mudas de árvores em uma ação alusiva ao Dia da Árvore.

Durante o evento, 131 pessoas receberam 566 mudas, enquanto outras 134 foram destinadas ao plantio em áreas verdes do município. A programação incluiu ainda a palestra “Plantar, Conduzir e Cuidar”, com orientações para que o plantio fosse acompanhado dos cuidados necessários ao desenvolvimento das árvores. A ação incentivou a arborização urbana e, ao mesmo tempo, aproximou a população das práticas ambientais desenvolvidas pela Estiva. Ao compartilhar mudas, conhecimento e responsabilidade, o projeto reforçou a compreensão de que os benefícios da preservação são coletivos. Com o Estiva Sustenta, a Estiva Bioenergia reafirma que sustentabilidade se constrói de forma contínua e compartilhada. Da proteção da água ao plantio de árvores, da educação das crianças ao envolvimento da comunidade, cada iniciativa contribui para ampliar a consciência ambiental e deixar um legado positivo. Cuidar dos recursos naturais e envolver as novas gerações nesse compromisso é também uma forma de cultivar, hoje, o futuro que queremos construir.


Ferrari Agroindústria:

cultivando sustentabilidade, construindo o futuro Na Ferrari Agroindústria, sustentabilidade é um compromisso que se traduz em iniciativas voltadas à preservação do meio ambiente, à valorização das pessoas e à geração de impactos positivos para as comunidades. A empresa busca integrar responsabilidade socioambiental às suas atividades, reconhecendo que o desenvolvimento sustentável depende de iniciativas permanentes e da participação de colaboradores, parceiros e sociedade. No âmbito ambiental, o plantio de mudas representa uma das ações que materializam esse compromisso. A iniciativa contribui para a conservação da vegetação, a proteção dos recursos naturais e o fortalecimento da biodiversidade. O plantio de árvores também representa um investimento

no futuro, contribuindo para a formação e manutenção de áreas verdes e para a melhoria da qualidade ambiental. Além dos benefícios ambientais, a iniciativa reforça a importância da conscientização e da responsabilidade coletiva. Ao estimular o cuidado com a natureza, o plantio de mudas amplia o significado da ação e contribui para fortalecer uma cultura de preservação e respeito ao território. A Ferrari Agroindústria reconhece que a conservação dos recursos naturais é parte essencial de uma operação sustentável. Por isso, direciona esforços para o uso consciente e eficiente dos recursos, buscando reduzir desperdícios e aprimorar continuamente seus processos. Dessa forma, alia eficiência operacional à responsabilidade ambiental, contribuindo para uma produção mais sustentável. A empresa realiza o monitoramento dos parâmetros relacionados à qualidade


da água, do solo e do ar, contribuindo para uma gestão ambiental responsável, para o atendimento aos requisitos aplicáveis e para a identificação de oportunidades de melhoria nos processos. Essas ações contribuem para uma operação cada vez mais responsável, eficiente e sustentável. Na dimensão social, a Ferrari Agroindústria mantém parcerias com projetos sociais, apoiando iniciativas que contribuem para o desenvolvimento das comunidades. A atuação conjunta com instituições locais amplia o alcance das ações e fortalece oportunidades de inclusão, formação e desenvolvimento. Essas parcerias refletem a importância do diálogo e da cooperação entre empresa, instituições e sociedade. A educação socioambiental e agroindustrial também ocupa espaço de destaque por meio do Programa Educana, desenvolvido em parceria entre a Ferrari Agroindústria e a São Luiz Bioenergia. A iniciativa tem como propósito conscientizar as novas gerações sobre a importância da sustentabilidade e ampliar o conhecimento sobre o papel do setor sucroenergético no desenvolvimento econômico, social e ambiental da região. Como parte da iniciativa, são realizadas visitas às escolas localizadas na

região das usinas, levando aos estudantes informações sobre os processos agroindustriais e promovendo momentos de aprendizado e diálogo. A proposta é apresentar o setor de forma acessível e compartilhar o compromisso das empresas com a sustentabilidade. Mais do que apresentar processos produtivos, o Educana busca estimular nos jovens uma visão sobre a relação entre agricultura, indústria, meio ambiente e sociedade. Ao aproximar os estudantes do universo agroindustrial, o programa contribui para ampliar o conhecimento sobre o setor sucroenergético e sua importância para o desenvolvimento regional. Preservação ambiental, responsabilidade social e educação fazem parte de uma mesma visão de sustentabilidade. O plantio de mudas representa o cuidado com os recursos naturais; o consumo consciente e o monitoramento dos recursos naturais reforçam a responsabilidade ambiental; as parcerias sociais fortalecem o compromisso com as comunidades; e o Programa Educana amplia o diálogo com os jovens. Para a Ferrari Agroindústria, sustentabilidade é uma construção contínua: cuidar do meio ambiente, utilizar os recursos de forma consciente, apoiar as pessoas e contribuir para o desenvolvimento das comunidades. Ao manter essas iniciativas, a empresa reafirma seu compromisso com uma atuação responsável e com a construção de um futuro mais sustentável para as próximas gerações.


Biodiversidade para o fu

Usina Ibéria com a conser Há compromissos que vão além dos limites de uma operação industrial. Na Usina Ibéria, sustentabilidade também significa assumir responsabilidade pela preservação da biodiversidade e contribuir para que espécies ameaçadas tenham a oportunidade de continuar existindo. É com esse propósito que a empresa mantém, desde 2010, o Instituto Pauxi Mitu, em Borá (SP). Criado para atuar na criação e reprodução em cativeiro de aves ameaçadas de extinção da fauna brasileira, o Instituto participa de programas de conservação e reintrodução de espécies na natureza, em conexão com iniciativas coordenadas pelo ICMBio/CEMAVE. Na prática, tornou-se uma importante frente de atuação ambiental da Usina Ibéria, unindo conservação da fauna e educação ambiental. O nome do Instituto faz referência ao Mutum-de-alagoas (Pauxi mitu), uma das aves mais raras da fauna brasileira. Endêmica da Mata Atlântica de Alagoas, a espécie foi declarada extinta na natureza no início dos anos 1980, após décadas de pressão provocada principalmente pela caça e pela perda de habitat. Hoje, o Instituto mantém oito exemplares da espécie, contribuindo para os esforços de reprodução e para o futuro de uma ave que simboliza a possibilidade de reconstrução da biodiversidade. O trabalho do Instituto Pauxi Mitu vai muito além. Ele atua diretamente na conservação de 11 espécies ameaçadas de extinção, mantendo 78 aves raríssimas sob seus cuidados. Entre elas estão o Mutum-do-sudeste, a Jacutinga, o Papagaio-chauá e o Macuco. Além desse importante trabalho de conservação, o Instituto cuida de outras 202 aves silvestres, garantindo a elas estrutura, alimentação, cuidados veterinários e condições adequadas de bem-estar. Nos últimos 12 meses, nasceram 14 aves de espécies ameaçadas de extinção, resultado que reforça a importância de um trabalho contínuo, técnico e de longo prazo. A estrutura prioriza o bem-estar animal, com 30 recintos de criação, centro de reprodução, laboratório,


uturo: o compromisso da

rvação da fauna brasileira quarentenário, auditório, berçário e ambulatório. Uma equipe especializada atua em dois turnos, garantindo cuidado permanente aos animais. Conservar a biodiversidade também significa transformar conhecimento em consciência e aproximar as pessoas da natureza. Por isso, o Instituto mantém um Programa de Educação Ambiental voltado às comunidades de nove cidades do entorno, em um raio de aproximadamente 40 quilômetros. Por meio de visitas guiadas e do workshop “Aves silvestres: Preservação e ciência-cidadã”, crianças, jovens, familiares e professores conhecem as espécies e aprendem sobre recuperação da fauna silvestre, proteção dos animais e comportamento humano diante de situações envolvendo aves silvestres. Mais de 1.350 pessoas já participaram das ações de educação ambiental, ampliando o alcance de uma mensagem essencial: a conservação depende de conhecimento, atitude e participação. Em 2026 o Instituto Pauxi Mitu conquistou dois importantes reconhecimentos: o Prêmio MasterCana Social, na categoria “Entidade Socioambiental Destaque”, e o Prêmio Ser Gente, na categoria “Meio Ambiente”. As premiações reforçam a relevância de iniciativas de conservação que produzem resultados concretos. Mais do que preservar aves, o Instituto Pauxi Mitu trabalha para preservar possibilidades e, cada nascimento, representa uma nova oportunidade para uma espécie ameaçada. A Usina Ibéria acredita que sustentabilidade precisa ser percebida em ações concretas, capazes de gerar benefícios para a sociedade e para o meio ambiente. Esse trabalho representa, na prática, a integração entre os pilares ambiental e social do ESG. A conservação de espécies ameaçadas gera impacto ambiental direto, enquanto a educação ambiental cria conhecimento, sensibilização e pertencimento nas comunidades.


Lins Agroindustrial: sustentabilidade e

inovação para resiliência climática e descarbonização Enfrentar as mudanças climáticas exige integrar produção, inovação, tecnologia e sustentabilidade à estratégia do negócio, de forma a mensurar resultados, identificar riscos e transformar conhecimento em planejamento. Para a Lins Agroindustrial, avançar nessa agenda significa atuar em duas frentes: mitigar a intensidade das emissões associadas à produção e ampliar a adaptação aos impactos de um clima já em transformação. Essa combinação entre inovação, conservação ambiental e visão de longo prazo contribui para uma agroindústria preparada para produzir alimentos e energia renovável, gerar valor e fortalecer as regiões onde atua.

Mitigação: eficiência e redução das emissões de GEE

Desde 2021, a Lins consolida seu inventário de gases de efeito estufa (GEE) e monitora a intensidade de emissões de suas operações. Elaborado conforme as diretrizes do Programa Brasileiro

GHG Protocol, o último Inventário de GEE (2025) demonstra uma redução de 12% nas emissões por tonelada de cana processada, considerando os Escopos 1 e 2, em comparação ao ano base 2021. Esse resultado reflete avanços como a redução do consumo de insumos minerais, a melhoria contínua dos processos agrícolas e industriais e a renovação da frota com equipamentos mais eficientes. A circularidade tem papel relevante. Coprodutos como vinhaça, torta de filtro e cinzas retornam ao sistema produtivo como fertilizantes orgânicos. Mais de 80% da área de cana-soca recebe adubação orgânica. Além de favorecer a saúde e a retenção de água no solo, essa prática reduz a necessidade de fertilizantes nitrogenados minerais e as emissões associadas. A agricultura regenerativa integra esse conjunto de ações com práticas de conservação do solo e uso racional dos recursos naturais. Rotação de culturas, fertilizantes orgânicos, manejo adequado dos insumos e agricultura de precisão melhoram as características físicas, químicas e biológicas do solo, ampliam a retenção de água e favorecem a conservação de carbono. Em 2025, 82% das áreas de plantio receberam rotação de culturas, reforçando práticas que conciliam produtividade, conservação do solo e adaptação às condições climáticas. A produção de etanol contribui ao oferecer uma alternativa renovável aos combustíveis fósseis, somando-se às ações de circularidade, inovação e agricultura regenerativa na redução da intensidade de carbono.


Adaptação: construindo uma produção mais resiliente

Adaptar-se aos impactos já presentes é tão necessário quanto reduzir emissões. Isso significa antecipar riscos, conservar solo e água, incorporar tecnologia e preparar os sistemas produtivos para condições cada vez mais variáveis. A Lins adota monitoramento climático, imagens de satélite, variedades de cana mais adaptadas, agricultura de precisão e sistemas de irrigação. A companhia estruturou um Plano Diretor de Irrigação, com pivôs centrais automatizados e integrados ao Centro de Operações Agrícolas (COA), permitindo controle remoto, uso racional da água e estabilidade diante da irregularidade das chuvas e dos períodos de seca. A conservação e a recuperação dos ecossistemas também fazem parte dessa abordagem. Por meio do Programa SEMEAR, criado em 2010, a Lins promove a recuperação de Áreas de Preservação Permanente, em propriedades próprias e de parceiros. O programa já contabiliza mais de 1,38 milhão de mudas nativas plantadas em 815 hectares. A iniciativa está alinhada ao conceito de Soluções Baseadas na Natureza (SBN), que reconhece a conservação, a restauração e o manejo dos ecossistemas como aliados diante dos desafios ambientais e climáticos. Ao recuperar a vegetação nativa e áreas associadas aos recursos hídricos, o SEMEAR contribui para a biodiversidade, a conservação da água, a recuperação das paisagens e o fortalecimento dos ecossistemas frente às mudanças do clima. Ao combinar mitigação e adaptação, a Lins Agroindustrial reforça seu compromisso com uma produção de baixo carbono, eficiente e preparada para o futuro, integrando tecnologia, agricultura regenerativa e soluções baseadas na natureza para gerar valor no longo prazo.


Há uma riqueza no campo que nenhuma colheita deve levar embora. A vida do solo, a água e a diversidade que mantém a natureza em equilíbrio são riquezas que sustentam cada safra e precisam permanecer após a colheita. A agricultura regenerativa traduz esse compromisso: cultivar hoje, recuperando as condições para produzir amanhã, com conhecimento, manejo responsável e respeito aos ciclos da natureza. Esse cuidado também deve acompanhar os produtos do campo até seus destinos. No Porto de Santos, a Stolthaven oferece soluções seguras e confiáveis de armazenagem e movimentação de granéis líquidos, como óleos vegetais e biocombustíveis, conectando quem produz aos mercados. Porque o valor de uma safra está no que entrega ao mundo e nas possibilidades que deixa para o futuro. Stolthaven Santos. Conectando o val or de hoje às possibilidades valor de amanhã.

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Cooperativa Pindorama conquista prêmios por ações de ESG Iniciativas tornam-se exemplos para as futuras gerações A Pindorama fabrica um extenso mix produtos que atende famílias de 15 estados do país. No contexto da sustentabilidade, a Cooperativa tem como foco a preservação dos recursos naturais renováveis, pois é da natureza que extrai as principais matérias-primas que são transformadas no processo ndustrial. Por esse motivo, a empresa já foi agraciada com vários prêmios em reconhecimento à produção com responsabilidade ambiental, social e sustentável, como o "Selo Verde" – da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) – e o "Alagoas Pelo Clima" - do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA-AL). Os prêmios reconhecem o compromisso com a sustentabilidade e as boas práticas ambientais, como descreve o engenheiro ambiental da Pindorama, Weverton Ferreira. "Nossas atividades produtivas são fiscalizadas do campo à indústria. Tudo com base no manejo sustentável e responsabilidade ambiental, garantindo que a empresa siga como um dos maiores exemplos de ESG para o Norte-Nordeste e para o Brasil". Programa de Monitoramento Ambiental Segundo Ferreira, a Pindorama tem desenvolvido, ao longo dos anos, inúmeras ações de proteção ambiental, com orientações aos associados sobre a preservação dos recursos naturais renováveis. Uma das principais iniciativas foi a criação do PMA (Programa de Monitoramento Ambiental). Ele tem o objetivo de monitorar as atividades passíveis de licenciamento ambiental desenvolvidas dentro dos 32 mil hectares de terras da Pindorama, garantindo maior controle, transparência e responsabilidade sobre as práticas agrícolas e florestais executadas pelos cooperados. O presidente da Pindorama, Klécio Santos, ressalta que, mesmo com a criação do PMA, as atividades de caráter individual continuam sendo de responsabilidade exclusiva de seus associados, conforme estabelece o Estatuto Social da empresa, que prevê sanções disciplinares em caso de descumprimento das normas ambientais ou práticas contrárias aos objetivos sociais. "Estamos unidos por objetivos em comum. Se cada um cumpre sua obrigação, continuamos colhendo os frutos que a natureza nos oferece. Respeitar e proteger o meio ambiente vai garantir a continuidade do trabalho responsável junto às futuras gerações, além de contribuir com a solução de questões da vida em sociedade", destacou.


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Além do PMA, outras iniciativas fazem parte das principais ações ambientais da Cooperativa Pindorama como: • Monitoramento de corpos hídricos que cortam a região, a exemplo dos rios Camundongo e Piaui, e dos riachos da Cruz e Águas de Menino; • Controle de emissão de gases poluentes; • Ações junto a associações de catadores, através do Programa de Coleta de Resíduos para reciclagem; • Preservação de 160 hectares de uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), onde são realizadas ações de educação ambiental para crianças e jovens da região; • Preservação de 5 mil hectares de área de vegetação nativa; • Reutilização dos resíduos oriundos da indústria, transformando em matéria orgânica na adubação de lotes; • Reaproveitamento do bagaço da cana-de-açúcar para geração de energia da indústria; • Reutilização de resíduos provenientes da fabricação de alimentos, como casca do maracujá e outros restos de frutas, utilizados como complemento da alimentação animal, dentre outros. Exemplo para as futuras gerações As iniciativas de ESG da Cooperativa Pindorama têm inspirado a juventude local. Como exemplo, uma equipe formada por cinco jovens aprendizes da empresa foi a grande vencedora do "Integra SENAI de Alagoas 2026", na categoria Inclusão e Acessibilidade, um desafio de grande impacto, no qual jovens desenvolveram projetos de inovação para atender demandas da indústria. Ao todo, foram 73 projetos submetidos em todo o estado. Destes, a equipe dos jovens aprendizes da Pindorama foi a campeã, com o desenvolvimento do projeto "Mundo Tátil", que utiliza recursos descartados pela indústria para fabricar brinquedos adaptados para facilitar a dinâmica de aprendizado a crianças com deficiência visual. Os jovens transformaram dedicação em resultados, desenvolvendo um projeto inovador com foco na sensibilidade, funcionalidade e altruísmo. Em 2026, a Cooperativa Pindorama completa 70 anos de uma trajetória de lutas e conquistas, gerando emprego, renda e sustentabilidade, fomentando o desenvolvimento em sua região e cuidando de sua gente.


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Para uma criança, conhecer o local onde o pai ou a mãe trabalha pode transformar uma rotina que parece distante em uma história que passa a fazer parte também da sua memória. É com esse propósito que a Usina Santa Fé desenvolve o projeto “Filho conhecendo a atividade dos pais”, uma iniciativa que abre as portas da empresa para os filhos dos colaboradores e proporciona a eles a oportunidade de conhecer, de forma segura e guiada, as instalações e a atividade profissional de seus pais. A proposta nasceu do desejo de aproximar ainda mais família e empresa, permitindo que os filhos compreendam onde seus pais passam parte importante de seus dias e reconheçam a importância de seu trabalho para a excelência da Usina Santa Fé.

A participação acontece por meio de inscrição dos colaboradores. Após o preenchimento do termo de responsabilidade e o cumprimento das regras de segurança e de liberação, os filhos são selecionados por sorteio. E há um detalhe que torna a experiência ainda mais especial: a visita é uma surpresa para o colaborador.


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Uma surpresa que se transforma em

Memória

Foi assim que, em uma das primeiras edições do projeto, um colaborador da área de Produção Industrial recebeu uma visita que transformou um dia comum de trabalho em uma experiência especial. Enquanto seguia sua rotina, foi surpreendido pela chegada do filho, acompanhado por um familiar, para conhecer de perto o ambiente onde o pai trabalha. A emoção foi imediata. Para o colaborador, poder mostrar ao filho o local onde trabalha representava mais do que apresentar uma profissão: era uma oportunidade de compartilhar parte de sua história e mostrar a importância daquele trabalho para a família.

“Há muito tempo eu queria que meu filho e

minha família viessem aqui conhecer o meu trabalho porque, afinal, nós trabalhamos por eles”. relatou o colaborador durante a visita.

A surpresa se transformou em um dia de descobertas. O filho conheceu o departamento, foi apresentado aos colegas e acompanhou o pai na explicação sobre sua rotina, suas atividades e a importância de cada etapa para o processo. A experiência também incluiu a oportunidade de conhecer outros espaços da empresa e compartilhar uma refeição com o pai, tornando o momento ainda mais próximo e significativo. Para as áreas em que o acesso direto ao processo não é possível devido aos riscos envolvidos, o projeto adapta a experiência, proporcionando ao filho uma visita segura, inclusive com acompanhamento em veículo, quando aplicável.


Quando a família conhece a história por trás do trabalho Mais do que conhecer instalações e processos, a iniciativa proporciona uma oportunidade de dar significado ao trabalho. Ao apresentar sua rotina, o colaborador também compartilha com a família um pouco de sua história, de suas responsabilidades e das relações que construiu no ambiente profissional. Para a equipe de Responsabilidade Social, responsável pelo projeto, experiências como essa traduzem um dos principais propósitos da iniciativa: aproximar a família da realidade profissional do colaborador e permitir que os filhos conheçam, com segurança e cuidado, o ambiente onde seus pais passam parte importante de seus dias.

As visitas foram marcadas pelo encantamento e pela admiração. Entre descobertas, encontros e momentos de convivência, ficou a certeza de que aquela experiência seria guardada como uma lembrança especial por todos os envolvidos.

Um olhar de orgulho A experiência também desperta emoções nos colaboradores que acompanham seus filhos durante a visita. Ver a curiosidade, o encantamento e o orgulho nos olhos das crianças cria uma nova perspectiva sobre o próprio trabalho. Para os filhos, o momento representa a oportunidade de conhecer uma parte da vida dos pais que, muitas vezes, permanece distante de sua realidade cotidiana. Para os colaboradores, é uma chance de apresentar o ambiente onde trabalham, as pessoas com quem convivem e a contribuição que fazem diariamente para a Usina. Esse encontro também reforça uma percepção importante: por trás de cada colaborador existe uma família que participa, direta ou indiretamente, de sua trajetória. Ao abrir suas portas para essas famílias, a Usina Santa Fé fortalece vínculos e demonstra que valorizar as pessoas também significa reconhecer as relações que fazem parte de suas histórias. “Filho conhecendo a atividade dos pais” é, acima de tudo, uma iniciativa para aproximar, valorizar e criar memórias que permanecem.


O que uma roleta, um cantil e uma árvore têm em comum? Na Energética Serranópolis, experiências participativas conectam educação ambiental, escolhas cotidianas e responsabilidade compartilhada. Por que conservar a água, proteger o solo ou repensar o destino de um resíduo? Na Energética Serranópolis, essas questões aproximam a educação ambiental da rotina de produção de etanol e açúcar. Minicursos e ações participativas relacionam conhecimento, experiências e escolhas cotidianas, convidando os colaboradores a compreender as razões do cuidado ambiental e seu papel nesse processo. A proposta conecta a formação das pessoas à reflexão sobre as relações entre atividade produtiva, recursos naturais e responsabilidade compartilhada. SIPAT E AS RESPONSABILIDADES NA PRODUÇÃO Na Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT), o minicurso “Sustentabilidade e Boas Práticas Ambientais na Produção de Etanol e Açúcar” abordou resíduos, coleta seletiva, água, energia, conservação do solo e da vegetação, fauna e prevenção de incêndios. Cada módulo contou com uma dinâmica, combinando discussão e aplicação prática. Uma demonstração sobre conservação do solo e uma atividade de segregação de resíduos aproximaram o aprendizado de situações concretas. Ao relacionar os conteúdos às atividades dos diferentes setores, a formação permitiu discutir por que as práticas ambientais importam e como as decisões se conectam ao longo da produção. A responsabilidade pelo cuidado envolve tanto a participação dos colaboradores quanto a organização das práticas da empresa. Essa perspectiva dá sentido às orientações e amplia o espaço para perguntas, troca de conhecimentos e compreensão das consequências das escolhas. ÁGUA E RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA No Dia Mundial da Água, um quiz convidou os colaboradores a refletir sobre a importância desse recurso e sua conservação. A atividade aproximou o tema do cotidiano e do entendimento de que a água sustenta a vida e a atividade produtiva. A distribuição de cantis acompanhou a iniciativa como incentivo ao uso de recipientes reutilizáveis. A experiência permite conectar dois assuntos que fazem parte da mesma reflexão: o cuidado com os recursos naturais e as escolhas de consumo que influenciam a geração de resíduos.

Conservação do solo, resíduos, formação e entrega de brindes.

Quiz e distribuição de cantis no Dia Mundial da Água.


NASCENTES E O CUIDADO COM O TERRITÓRIO No minicurso de recuperação de nascentes, teoria e prática de plantio aproximaram os participantes das relações entre água, solo e vegetação. O contato em campo ajudou a dar significado ao aprendizado: proteger uma nascente envolve compreender o ambiente ao seu redor e o papel da cobertura vegetal na conservação do solo e dos recursos hídricos. A prática foi inserida nesse contexto de recuperação ambiental, permitindo relacionar o plantio ao cuidado com o território e à necessidade de continuidade das ações. RESÍDUOS E ESCOLHAS DE CONSUMO No Dia Mundial da Reciclagem, uma roleta de perguntas abriu espaço para conversar sobre resíduos e reciclagem de forma participativa. Os chaveiros com a mensagem “Menos lixo, mais futuro” acompanharam a dinâmica como lembretes do tema. A iniciativa oferece um ponto de partida para uma reflexão que começa antes do descarte: o que consumimos, quanto resíduo geramos e como podemos reduzir desperdícios? Separar corretamente os materiais faz parte desse cuidado, junto ao consumo responsável e à organização de sua destinação. ÁRVORES E NOSSA RELAÇÃO COM O AMBIENTE No Dia Mundial da Árvore, a pergunta “Que atitude pode melhorar nossa relação com o meio ambiente?” convidou cada colaborador a formular sua própria contribuição. As respostas foram registradas em folhas simbólicas e acrescentadas a uma árvore montada com galhos. O painel coletivo valorizou a diversidade de ideias e a participação das pessoas. A reflexão conecta o significado das árvores à proteção do solo e da água, ao abrigo da biodiversidade e à qualidade do ambiente em que vivemos, dando sentido ao convite para cuidar. CONHECIMENTO PARA COMPREENDER E AGIR As ações aproximam as dimensões ambiental e social da agenda ESG ao associar conservação dos recursos naturais, formação e participação dos colaboradores. A educação ambiental ganha profundidade quando permite compreender relações, questionar hábitos e reconhecer responsabilidades individuais e institucionais. Nesse percurso, quizzes, dinâmicas e atividades em campo são caminhos para o diálogo. A Energética Serranópolis busca fortalecer uma cultura em que o conhecimento ajude as pessoas a compreender por que agir e como contribuir para práticas mais responsáveis.

Teoria e prática de plantio no minicurso de recuperação de nascentes.

Roleta de perguntas, participação dos colaboradores e brindes.

Mensagens em folhas simbólicas compõem a árvore coletiva.


Nossos primeiros 80 anos Com raízes firmes e a energia das pessoas transformamos o amanhã

Há 80 anos, nossa energia transforma vidas, alimenta o mundo e fortalece parcerias que impulsionam um futuro sustentável. Nossa essência é feita de pessoas e de relações que geram valor — e seguimos evoluindo. Porque o amanhã continua sendo o combustível que nos move.


Arte sobre foto do acervo da BP Bioenergy


Guia de Compras do sistema Bioenergético - 2026/2027


Guia de Compras Abastecimento

Aço em geral

Comboio

SL Equipamentos

16 3946-3080

Abastecimento Equipamento Ionics

48 3333-8666

Abastecimento Tanque

Açobril

11 2207-6700

Jatinox

11 2060-0405

NLMK

11 5694-2100

São Joaquim

16 3810-1444

SSAB

11 3303-0800

Tubos Oliveira

11 3186-8000

Uniweld

11 4035-8877

Villares Metals

19 3303-8000

Bombas Andrade

17 3321-5811

Bozza

11 2179-9966

Gascom

16 2105-3622

Impacto Implementos

14 3623-9444

LDA Tanques

19 3838-9595

Aço Inox

Mepel

54 3337-3700

Açofera

19 3451-9000

Sage Oil Vac Brasil

11 2631-6343

Açotubo

11 2413-2000

SL Equipamentos

16 3946-3080

Águia Inox

54 3464-0191

Sollus Agrícola

18 3421-1100

Aperam

11 3818-1700

Arinox

11 2797-8000

Coppermetal

11 5547-8337

D&D Company

11 4072-4222

Dustre

11 3658-1370

Elinox

11 2065-1400

Grupo Feital

11 4343-1999

Metalinox

11 2101-9000

NLMK

11 5694-2100

Uniweld

11 4035-8877

Villares Metals

19 3303-8000

Acionamento Mecatrônico

0800 770 0496 SEW-EURODRIVE

www.sew-eurodrive.com.br

19 99203-7859 Transtecno

19 3437-2520

www.interpump.com.br/marcas/ transtecno

Aço carbono Açotubo

11 2413-2000

NLMK

11 5694-2100

Sacchelli

11 2480-2299

SSAB

11 3303-0800

Uniweld

11 4035-8877

Vallourec

vendas.brazil-bra@vallourec.com

86

Aço Forjado Villares Metals

19 3303-8000

Acoplamento Acoplast

31 2566-5900

Alvenius

11 4613-6266

Antares

54 3218-6800

Brastrela

11 3868-6100

Combel

17 3223-1282

Copabo

11 3741-6650

DPE

16 3627-3529

Geremia Redutores

54 2105-3211

Henfel

16 3209-3422

John Crane

11 3371-2500

Lamiflex Couplings

11 4615-6300

Mademil

48 3436-6404


Opiniões Martin Sprocket

19 3877-9400

Rexnord

51 3579-8080

Timken

11 5187-9200

Torkflex

16 3211-2181

Vedacert

16 3947-4732

Visão

11 2602-6533

Vulkan do Brasil

11 4894-7300

Weg-Cestari

16 3244-1000

Acumulador de pressão Hydac

11 4393-6600

Solid Designer

11 97559-6518

Verion

11 2100-7400

Alimentador vibratório Fácil System

16 3014-3270

Inbras

11 4056-6644

Mavi

11 3577-6200

MVL Máquinas

11 4596-9220

Alternador Geraforte

31 3396-9694

Análise de rede industrial 16 3482-1238 Vivace

www.vivaceinstruments.com.br

Adesivo industrial Armo

16 3797-8900

Análise do solo e água

Henkel

11 3205-8955

Athenas

16 3202-1872

Hennings

47 3036-5555

SGS Brasil

11 3883-8800

Techsolo

14 3269-7233

Adubadora DMB

16 3946-1800

Feldermann Forest

48 98419-2428

Jacto

0800 772 2100

TMA

16 3969-4933

Agricultura de precisão

Análise química e ambiental Athenas

16 3202-1872

Mérieux NutriSciences

19 3417-4700

SGS Brasil

11 3883-8800

Andaime Priner

11 3201-7803

Agrosystem

16 3434-3800

AGTech Agrotecnologia

17 3305-5700

Anel - bronze

Athenas

16 3202-1872

Italbronze

11 2436-2900

Auteq

11 2107-1888

Usina da Peça

16 3384-2121

Falker

51 3092-6200

Geo Agri

16 3965-8220

Anticorrosão

Herbicat

17 3524-9797

Alvenius

11 4613-6266

Hexagon Agriculture

48 4009-2704

Rust Engenharia

11 3140-1500

Horus Aeronaves

48 3029-7600

Jacto

0800 772 2100

Novaterra

21 99341-7688

OMD do Brasil

16 3521-8433

Techsolo

14 3269-7233

Teejet

11 4612-0049

Trimble

19 3113-7000

Atendimento técnico

Verion

11 2100-7400

Biocane Química Industrial

Aplicação de insumos Monitoramento Hexagon Agriculture

48 4009-2704

Aplicação de produtos 19 3413-5066

87


Guia de Compras Área de vivência Alfatek

17 3531-1075

Rodotrem

12 3687-1366

SL Equipamentos

16 3946-3080

Usingá

44 3266-2125

Armazenagem Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

13 3295-9000

Stolthaven

www.stolthaven.com.br

Ultracargo

11 3177-6215

Vopak

13 3295-1000

Siamig

31 3228-5544

Sifaeg/Sifaçúcar - GO

62 3274-3133

Sindaçúcar - PI

86 3265-6905

Sindaçúcar - AL

82 2126-5500

Sindaçúcar - PE

81 2137-7622

Sindalcool

83 3513-1800

Sindicanálcool

98 3246-6328

Sindiquímicos

27 3334-5699

UDOP

18 2103-0528

Unem

65 4101-0060

Unica

11 3093-4949

Autocarregável Motocana

19 3412-1234

Armazenagem de biomassa

Automação

ComBio

11 3030-0040

Abastek

31 3528-9900

Dujua

47 3534-5000

ABB

0800 014 9111

E.M.G.

41 3641-7200

AEI Assistech

16 3042-3871

Zanella

41 2111-2300

AGTech Agrotecnologia

17 3305-5700

Ahitech

16 3524-3900

Alfa Laval

11 5188-6000

Andritz

41 2103-7601

Anton Paar

11 5906-9000

APS Componentes

11 2870-1000

Atma

16 2105-4945

Authomathika

16 3513-4000

Automatronic

47 3370-1403

Beckhoff

11 4126-3232

Bortolot

16 2105-0101

Bosch Rexroth

0800 704 5446

CNA

16 3965-1500

Compex

11 3900-9333

CS Compusoftware

18 3636-3800

Danfoss

11 2135-5400

Dimensional

19 3446-7400

Dismotor

19 3785-9000

DLG

16 3513 7400

Dynapar

11 3616-0150

Endress+Hauser

11 5033-4333

Fertron

16 3946-5899

Artefato de borracha Anhembi Borrachas

11 2601-3311

Armo

16 3797-8900

Plant Rubber

16 3969-9777

Associação, Cooperativa e Entidade Alcopar

44 3225-2929

Bioenergia Brasil

31 3228-5544

Bioind - MT

65 3642-2606

Biosul

67 3222-9252

Ceise-BR

16 3945-5422

CNA

61 2109-1400

CNI

61 3317-9989

Copercana

16 3946-3300 SINDIC ATOS RUR AIS

Faesp e Senar

11 3125-1333 11 3121-7233

www.faespsenar.com.br

Fiesp-SP

11 3549-4499

Festo

11 5013-1600

Orplana

16 99999-1610

Fives Lille

16 3947-9029

88


Opiniões Fourteam Engenheiros

22 2733-1441

www.haverbrasil.com.br

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

Helmut Mauell

11 2117-5353

Lander

18 3323-7613

Mectrol

14 4009-0507

Metaltex

11 5683-5700

Metso Outotec

15 2102-1700

Neles

15 2102-9600

Novus

51 3323-3600

Pepperl+Fuchs

11 4007-1448

Peu Eletricidade

19 3437-3030

Ram Automação

14 3604-8000

Run Time

16 2105-6600

Salvi Casagrande

11 3327-0033

Saturno

51 3462-7415

Schmersal Brasil

15 3263-9800

Schneider

11 4501-3434

Servserth

16 3945-5964

Haver & Boecker

Aviação executiva Embraer Agrícola

0800 772 8426

Lider Aviação

31 3490-4500

Avião agrícola Comercialização Aeroglobo

14 3814-3450

Aviopeças

11 2221-2665

Embraer Agrícola

0800 772 8426

Balança e Sistema de pesagem Balanças Jundiaí

11 4606-8400

Digi-Tron

41 3377-1577

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

Mettler Toledo

11 4166-7400

Rinnert

47 3547-9100

Saturno

51 3462-7415

www.haverbrasil.com.br

Sucroanalitica

16 3704-6161

0800 770 0496

Toledo do Brasil

0800 545 4122

SGS Brasil

11 3883-8800

Siembra Automação

19 3826-2599

Banco de microorganismos e leveduras

Sindustrial

14 3366-5200

Smar

16 3946-3599

SMC Brasil

11 4082-0600

Solid Designer

11 97559-6518

SRS

16 3513-2500

Sucroanalitica

16 3704-6161

TGM

16 2105-2600

TMSA

51 2131-3333

Big-Bag

Valmet

41 3341-4444

AMBBAG

14 3523-1322

Conteflex

75 2102-2660

Topack

19 3478-9900

SEW-EURODRIVE

www.sew-eurodrive.com.br

16 3482-1238 Vivace

19 2105-6100 Fermentec

www.fermentec.com.br

19 2105-6101

Barra protegida Herbicat

17 3524-9797

Biocida

www.vivaceinstruments.com.br

World Controles

19 3833-3131

Alcolina

16 3951-5080

Yaskawa

11 3585-1100

Biocane Química Industrial

19 3413-5066

Yokogawa

11 3513-1300

Coremal

11 4615-8142

Yon Elétrica

18 3823-1614

DND Química

16 3943-5283

89


Guia de Compras 16 3946-9300 Grupo ENG

www.grupoeng.ind.br

Miracema-Nuodex

19 3728-1000

OniBras

16 3969-4957

Solenis

11 3089-9225

Biodefensivo

Helibombas

16 3333-5252

Hydac

11 4393-6600

Imbil

19 3843-9833

KSB

11 4596-8500

Lemasa

19 3936-8555

Linde Hydraulics

11 2281-7879

Mega Flux Bombas

11 5575-4160

Netzsch

47 3387-8222

ProMinent

11 4176-0722

Sulzer

11 4589-2000

Agrivalle Brasil

19 3885-8899

Tectrol - Dínamo

43 3305-2500

Koppert

0800 770 1919

Verion

11 2100-7400

WEG

47 3276-4000

Biofertilizante Embrafós

17 3323-6201 16 3946-9300

FASSAGRO

16 3511-1400

Kimberlit

17 3279-1500

Microquimica Tradecorp

19 2137-8100

Nitro Agro

11 2246-3214

www.fassagro.com.br

Biogás Paques

19 3429-0600

Sebigas-Cótica

51 3103-4442

Bomba e motobomba Ajel Service

62 3295-3188

Anauger

11 4591-1661

Andritz

41 2103-7601

Atlas Copco

11 3478-8883

Bombas Beto

51 3562-3388

Bosch Rexroth

0800 704 5446

Bozza

11 2179-9966

Century do Brasil

11 2541-7145

Equipe Bombas

19 3417-4848

Fives Lille

16 3947-9029

Gascom

16 2105-3622

Germek

www.germek.com.br

90

Bombeiro Comboio Gascom

16 2105-3622

Impacto Implementos

14 3623-9444

SL Equipamentos

16 3946-3080

Bombeiro Tanque Motocana

19 3412-1234

SL Equipamentos

16 3946-3080

Bucha bronze Usina da Peça

16 3384-2121

Cabine

Capota e Climatizador Agroleite

17 3551-9090

Aral Cabines

54 3344-0022

Resfri Ar

54 3511-1111

Cabo aéreo Okubo

16 3514-9966

19 3682-7070

Cabo de aço

19 3682-7071

Okubo

16 3514-9966

Siva

11 4646-4646


Opiniões Cabo elétrico Belden

11 4092-9000

Condumax

17 3279-3700

Cordeiro

11 4674-7400

Dimensional

19 3446-7400

General Cable

11 3457-0300

IPCE

11 2065-1100

Nambei

11 5056-8900

Peu Eletricidade

19 3437-3030

Wirex Cable

11 2191-9400

16 3511-2500

Valmet

41 3341-4444

Zanini Serviços

16 3518-9090

Caldeira

Peças de reposição Caldema

16 3946-2701

E-Machine

16 3511-9000

HPB

16 3513-4600

www.hpb.com.br

Cal Caltec

41 3603-8000

Gecal

37 3323-5010

TKS

16 3942-2022

Zanini Serviços

16 3518-9090

Caldeiraria

Calcário Calpar

42 3232-8700

Caltec

41 3603-8000

Gecal

37 3323-5010

Geocal

11 4156-8999

Viter Agro

0800 008 4837

Caldeira Andritz

41 2103-7601

Arauterm

51 3406-6979

Caldebras

19 3493-6530

Caldema

16 3946-2701

CBC

11 4431-3900

DanPower Caldeiras

19 2106-6989

E-Machine

16 3511-9000

Engecass

47 3520-2500

Engetubo

19 3434-3433

Engevap

16 3513-8800

Equipalcool

16 3513-8000

Fimaco

47 3525-1000

Fives Lille

16 3947-9029

HPB

Triniton

16 3513-4600

www.hpb.com.br

Arxo

47 2104-6700

Citrotec

16 3303-9796

Equipalcool

16 3513-8000

FW

16 3041-6600

Grundfos

11 4393-5533

JEA

11 4547-6000

Krieger

47 3231-1311

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Perenne

11 3022-6989

SGS Brasil

11 3883-8800

TKS

16 3942-2022

Vemag

16 3511-1000

Zanini Serviços

16 3518-9090

ZBN

18 2102-9000

Caminhão e veículo DAF

42 3122-8400

Ford

0800 703 3673

Foton

0800 799 2020

General Motors

11 4234-7700

Iveco

0800 702 3443

MAN Latin America

11 5582-5333

Mercedes-Benz

0800 970 9090

Scania

11 4344-7239

Interunion

16 2102-9200

Toyota

0800 703 0260

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Volkswagen

0800 770 1936

Mitre Engenharia

16 3623-4021

Volvo

41 3317-8111

Reverflux

18 3279-4257

XCMG

0800 770 8866

91


Guia de Compras Carga e descarga

Cavalete automotivo

Caminhão

Linha pesada

Fortech Equipamentos 13 3295-9000 Stolthaven

www.stolthaven.com.br

16 3333-5100

Centrífuga Alfa Laval

11 5188-6000

Carregador de cana

Big Tecnologia

19 3414-3836

Motocana

Brumazi

16 3946-8777

E-Machine

16 3511-9000

Fives Lille

16 3947-9029

Flottweg

19 3836-5300

GEA Westfalia

19 3725-3100

Mausa

19 3124-3030

Multisteel

19 3546-9878

Silver Weibull

16 3202-8614

Texas

82 2121-2000

19 3412-1234

Carregadora de fardos Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

Motocana

19 3412-1234

www.haverbrasil.com.br

Carreta - Piso móvel BELTZ do Brasil

47 99755-7557 19 3496-1555

Carrocerias Bachiega

19 99309-7571

Truckvan

11 2635-1133

www.carroceriasbachiega.com.br

Carreta - Pulverizadora Agrimec

55 3222-7710

Coagril

35 3292-3931

Carreta - Vinhaça Engcom

19 99645-1329

TMA

16 3969-4933

Unifibra

16 3663-8002

Carroceria

Reboque e semirreboque

Certificação Cotecna

11 3383-1800

ESG Bannwart

17 98117-6490

Geoambiente

12 3878-6400

Lloyd’s Register – LRQA

11 3523-3940

SGS Brasil

11 3883-8800

Vanzolini

11 3145-3700

Cesta aérea Terex

0800 031 0100

Cesta e peneira Andritz

41 2103-7601

Chapa de aço Açobril

11 2207-6700

Elinox

11 2065-1400

BELTZ do Brasil

47 99755-7557

Intersteel

11 2067-3536

Usicamp

44 3264-8500

Jatinox

11 2060-0405

44 3266-2125

NLMK

11 5694-2100

SSAB

11 3303-0800

Usingá

Casquilho para moenda Bronze

Italbronze

92

11 2436-2900

Ciclone Delta Ducon

11 3218-6666


Opiniões Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

Powder

11 3218-6666

Solid Designer

11 97559-6518

www.haverbrasil.com.br

Cilindro hidráulico Verion

11 2100-7400

Cinta de poliéster Okubo

16 3514-9966

Clarificante Alcolina

16 3951-5080

Biocane Química Industrial

19 3413-5066

Caltec

41 3603-8000

Coremal

11 4615-8142

DND Química

16 3943-5283

Gasil

81 3471 8543

16 3946-9300 Grupo ENG

www.grupoeng.ind.br

OniBras

INDUSTRIAIS

P E R F O R M A N CE Q U E G E R A R E S U L T A D O S

Insumos químicos desenvolvidos para otimizar cada etapa do processo industrial, aumentando eficiência, reduzindo perdas e garantindo excelência nos resultados.

16 3969-4957

11 2275-0507 Rudolph Brasil

SOLUÇÕES QUÍMICAS

LINHAS INDUSTRIAIS

11 2275-0599

www.rudolphresearch.com

Serquímica

16 2105-8222

Solenis

11 3089-9225

Sucroanalitica

16 3704-6161

Cobertura, amarração e fixação JEA

11 4547-6000

Okubo

16 3514-9966

ANTIESPUMANTE PARA PROCESSOS

ANTIBIÓTICO LÍQUIDO INDUSTRIAL

DISPERSANTE INDUSTRIAL

BIOCIDA OXIDANTE INDUSTRIAL

MULTIFUNCIONAL PARA PROCESSOS

NEUTRALIZANTE DE ALCALINIDADE

INIBIDOR DE CORROSÃO INDUSTRIAL

NUTRIENTE PARA PROCESSOS

Coletor de dados Compex

11 3900-9333

Creare Sistemas

51 3094-9090

Geoambiente

12 3878-6400

@GRUPO.ENG

WWW.GRUPOENG.IND.BR

93


Guia de Compras Hexagon Agriculture

48 4009-2704

Markanti

16 3941-3367

Colhedora de biomassa Dria

16 3969-4933

John Deere

0800 891 4031

FCN

ABB

0800 014 9111

APS Componentes

11 2870-1000

E-Machine

16 3511-9000

12 3911-9496 Secmil

Colhedora de cana E-Machine

Componente elétrico

www.secmil.com.br

16 3511-9000

Steck

19 98159-0609 19 99604-0736

Computador de bordo

www.fcnagromecanizacao.com.br

Jacto

0800 772 2100

John Deere

0800 891 4031

Tracan

16 3456-5400

Tracbel Agro

16 3968-8080

11 2248-7000

Auteq

11 2107-1888

Herbicat

17 3524-9797

Hexagon Agriculture

48 4009-2704

Markanti

16 3941-3367

Solinftec

18 3622-2270

Condensador

Colhedora de cana Peças e serviços Agricorte

16 3363-4373

Bussola

16 3221-9000

Comanbor

16 2133-5500

Estradeiro

16 3995-9899

John Deere

0800 891 4031

Lopes Tratores

16 3628-6622

Parker

12 4009-3500

Parkits

19 3421-8485

Plant Rubber

16 3969-9777

Brumazi

16 3946-8777

Citrotec

16 3303-9796

Texas

82 2121-2000

Construção industrial CHB Locações

11 2909-1757

Construtec

17 3343-1123 49 3566-9800 64 98142-0010

Construtora Fetz

Whats App

Engetrad

16 3821-5500

Fourteam Engenheiros

22 2733-1441

JBR Engenharia

19 3629-0411

Protendit

17 3214-7200

SGS Brasil

11 3883-8800

www.fetz.com.br

19 99203-7859 Reggiana Riduttori

19 3437-2520

www.interpump.com.br/marcas/ reggiana

RLX

16 3101-1414

Serras Krüger

18 99801-3500

SL Equipamentos

16 3946-3080

Consultoria açúcar e etanol

Tracan

16 3456-5400

Agronova

16 3951-1540

Tracbel Agro

16 3968-8080

Azevedo Engenharia

19 3435-3300

Tratorag

19 3429-1444

Canaplan

19 3434-3099

Unimil

19 2105-0800

Datagro

11 4133-3944

94


Opiniões Engcom

19 99645-1329

Engsugar

14 3316-6260

ERG Engenharia

31 2138-4712 19 2105-6100

Fermentec

19 2105-6101

Fives Lille

16 3947-9029

Fourteam Engenheiros

22 2733-1441

Geoambiente

12 3878-6400

Iprosucar

19 3402-1100

JBR Engenharia

19 3629-0411

MBF Agribusiness

16 3946-6474

Sucrana

16 3209-2727

Sucroanalitica

16 3704-6161

www.fermentec.com.br

16 3482-1238 Vivace

www.vivaceinstruments.com.br

Consultoria agrícola Agronova

16 3951-1540

Agrotools

11 3045-6636

Athenas

16 3202-1872

Cromai

11 2366-9406

ERG Engenharia

31 2138-4712

Geoambiente

12 3878-6400

Geopixel

12 3949-1991

MBF Agribusiness

16 3946-6474

Consultoria ambiental BMA Ambiental

31 3649-1450

CLAM Meio Ambiente

31 3048-2000

Delta Ducon

11 3218-6666

Ecomax

11 4602-3900

ERG Engenharia

31 2138-4712

ESG Bannwart

17 98117-6490

Fourteam Engenheiros

22 2733-1441

Geoambiente

12 3878-6400

Geopixel

12 3949-1991

Horizonte Ambiental

19 3645-1830

Key Associados

11 4890-4111

Redutores planetários e motorredutores: a força que move a indústria sucroalcooleira.

Redutor planetário Uma marca

19 99203 7859

19 3437 2520

interpump.com.br

95


Guia de Compras KRAV

11 3661-9656

Novaterra

21 99341-7688

Powder

11 3218-6666

R. Roche & Associados

41 4125-1436

SGS Brasil

11 3883-8800

Container casa de bomba 19 3682-7070 Germek

19 3682-7071

www.germek.com.br

Consultoria de comercialização de energia

Controle de Pragas

Boven

11 2663-2910

Bio Controle

19 3936-8450

Nova Energia

11 3124-4141

BioControl

16 3945-0384

Replace Consultoria

11 5505-6637

Lallemand Plant Care

34 3826-0400

Trader

81 3198-9850

Woodward

19 3708-4800

Consultoria de negócios Agile Solutions

11 5501-6555

Claritas Investimentos

11 2131-4900

Eba Consultoria

14 3269-7211

Engsugar

14 3316-6260

ERG Engenharia

31 2138-4712

Filius Venture

19 3324-3019

Geopixel

12 3949-1991

Globaldox

16 3913-5656

MBF Agribusiness

16 3946-6474

PWC

11 3674-2000

Sucroanalitica

16 3704-6161

Vilage Marcas e Patentes

0800 703 9009

Wiabiliza

11 5584-8570

Consultoria industrial

Conversor de energia ABB

0800 014 9111

Conversor de frequência ABB

0800 014 9111

0800 770 0496 SEW-EURODRIVE

www.sew-eurodrive.com.br

Yaskawa

11 3585-1100

Coroa - bronze Italbronze

11 2436-2900

Correia Abrascort

41 2169-9999

CBV

11 4418-8080

Cobra

16 3603-3333

Comanbor

16 2133-5500

Continental ContiTech

0800 011 1572

Conveybelts

11 3538-8307

Copabo

11 3741-6650

Gates

11 5105-8100

Alkaiós

16 3945-5499

Azevedo Engenharia

19 3435-3300

Catena Engenharia

41 3336-1737

De Smet Empral

16 3209-1999

Engcom

19 99645-1329

Engsugar

14 3316-6260

ERG Engenharia

31 2138-4712

Fives Lille

16 3947-9029

JBR Engenharia

19 3629-0411

JRE Inspeções e Ensaios

19 3454-1292

MBF Agribusiness

16 3946-6474

Molyplast

16 3963-9000

PAC

11 4728-3120

Suprir

16 2102-6500

Sucroanalitica

16 3704-6161

Timken

11 5187-9200

96

Haver & Boecker

www.haverbrasil.com.br

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198


Opiniões Correia transportadora Borpac

31 3311-2700

CICAB

19 3464-9292

Cofaco

19 3026-8888

Continental ContiTech

0800 011 1572

Conveybelts

11 3538-8307

Copabo

11 3741-6650

Correias Mercúrio

11 4588-6600

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

www.haverbrasil.com.br

11 3995-7153 19 98927-9914 Imaster Davvero www.imaster.net.br

IRBI

18 3631-5000

Valmet

41 3341-4444

Vulcatec

16 2133-8900

Correia transportadora Peças e serviços

11 3995-7153 19 98927-9914 Imaster Davvero www.imaster.net.br

KMC

11 5548-4226

19 3493-9600 Link Steel

www.linksteel.com.br

Okubo

16 3514-9966

Prolink

19 3423-4000

Rexnord

51 3579-8080

RUD

11 4723-4944

Siva

11 4646-4646

Timken

11 5187-9200

Cozedores Brumazi

16 3946-8777

Fives Lille

16 3947-9029

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Planusi

16 3513-9900

Borpac

31 3311-2700

Continental ContiTech

0800 011 1572

Decantador

11 3995-7153 19 98927-9914

Andritz

41 2103-7601

Brumazi

16 3946-8777

Fives Lille

16 3947-9029

Imaster Davvero www.imaster.net.br

19 3493-9600 Link Steel

19 3709-7200

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Defensivo

Corrente Abrascort

41 2169-9999

Comanbor

16 2133-5500

FleckMulti

51 3038-6200

General Chains

19 3417-2800

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

www.haverbrasil.com.br

Link Steel

www.linksteel.com.br

www.linksteel.com.br

Martin Engineering

19 3493-9600

Tanque Bozza

11 2179-9966

Gascom

16 2105-3622

LDA Tanques

19 3838-9595

Sollus Agrícola

18 3421-1100

Defensivo agrícola Adama

43 3371-9000

97


Guia de Compras Alta Defensivos

41 3071-9100

Ascenza

19 3709-3000

Basf

0800 019 2500

Bayer Cropscience

0800 011 5560

Bio Soja

16 3600-8688

Corteva

0800 772 2492

Espectro Insumos

67 99852-8874

FMC

19 3115-4400

FMC

19 3115-4400

HELM do Brasil

11 5185-4099

IHARA

15 3235-7700

Nufarm

0800 725 4011

Polim-Agri

43 3024-1008

Sipcam Nichino

34 3319-5550

Sumitomo Chem

11 3287-9529

Syngenta

11 5643-3322

UPL do Brasil

19 3794-5600

Defensivo agrícola Matéria-prima Clariant

11 5683-7233

Desenfardamento da palha Brumazi

16 3946-8777

Dessuperaquecedor Solid Designer

11 97559-6518

Difusor Brumazi

16 3946-8777

Dedini

19 3403-3222

E-Machine

16 3511-9000

Fives Lille

16 3947-9029

19 3493-9600 Link Steel

www.linksteel.com.br

Drone AGTech Agrotecnologia

17 3305-5700

Geo Agri

16 3965-8220

Horus Aeronaves

48 3029-7600

XMobots

16 99422-3022

Eixo ADR Eixos

16 3965-3946

Estradeiro

16 3995-9899

Fazanaro

19 3493-9430

General Chains

19 3417-2800

Desfibrador Brumazi

16 3946-8777

Dedini

19 3403-3222

ESCO

31 3539-1200

Eutectic

16 3521-2350

Fernavan

16 3945-5231

Fives Lille

16 3947-9029

IRBI

18 3631-5000

Magíster

16 3513-7200

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100 16 3946-5000

Moreno

www.moreno.ind.br

19 3493-9600 Link Steel

www.linksteel.com.br

Magnus Hidráulica

11 2422-7944

Prolink

19 3423-4000

Tec Tor

11 4428-2888

Eletromagnético Equipamentos Alphamag

19 3324-5094

CHB Locações

11 2909-1757

Inbras

11 4056-6644

Oximag

11 4435-3778

Deslignificação com oxigênio

Elevador

Andritz

Brumazi

98

41 2103-7601

16 3946-8777


Opiniões HMBL

19 3444-7763 11 3995-7153 19 98927-9914

Imaster Davvero www.imaster.net.br

Energia

Controle e gerenciamento ABB

0800 014 9111

Geraforte

31 3396-9694

Motrice SE

81 2122-2300

Smar

16 3946-3599

Sucroanalitica

16 3704-6161

Yokogawa

11 3513-1300

19 3493-9600

Energia

Link Steel

Equipamentos

www.linksteel.com.br

19 3877-9400

Aggreko

0800 437 2367

Mavi

11 3577-6200

Bambozzi

16 3383-3800

Solid Designer

11 97559-6518

Dedini

19 3403-3222

Elétrica PJ

11 3649-9800

Geraforte

31 3396-9694

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Motrice SE

81 2122-2300

SEL

19 3515-2000

Sindustrial

14 3366-5200

Siner

11 4181-6999

Stemac

0800 723 3800

Martin Sprocket

Embalagem Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

Neoplastic

11 4443-1000

SR Embalagens

17 3321-2222

Sucroanalitica

16 3704-6161

www.haverbrasil.com.br

Energia Gerador

Empilhadeira

ABB

0800 014 9111

Auxter

11 3602-6000

Aggreko

0800 437 2367

BMC - Hyundai

11 99687-8218

Ajel Service

62 3295-3188

Terex

0800 031 0100

Bambozzi

16 3383-3800

Yale

11 4134-4700

Cummins

0800 286 6467

E-Machine

16 3511-9000

FPT TRACAN

16 3456-5400

Geraforte

31 3396-9694

Energia

Comercialização Boven

11 2663-2910

Cemig

0800 721 0116

CPFL Brasil

19 3795-3900

Diferencial

21 2169-5900

Energisa Comercializadora

21 2122-6949

NC Energia

21 3235-8900

Nova Energia

11 3124-4141

Tractebel Trader

19 3682-7070 Germek

19 3682-7071

Interunion

16 2102-9200

Metalock

13 3226-4686

Motrice SE

81 2122-2300

48 3221-7000

Rodotrem

12 3687-1366

81 3198-9850

Solaris

11 2173-8685

www.germek.com.br

99


Guia de Compras Sotreq

0800 084 8585

Engcom

19 99645-1329

Stemac

0800 723 3800

Engenovo

21 2223-0899

Engetrad

16 3821-5500

Engsugar

14 3316-6260

ETEC Engenharia

34 3334-6400

Energia Projetos Diferencial

21 2169-5900

Engevix

11 2106-0100

Geraforte

31 3396-9694

Innovatech Gestão

19 3324-3019

Motrice SE

81 2122-2300

Nova Energia

11 3124-4141

Replace Consultoria

11 5505-6637

SGS Brasil

11 3883-8800

Sucrana

16 3209-2727

TMSA

51 2131-3333

Energia

Recuperação Atlas Copco

11 3478-8883

Bonfiglioli

11 4344-2323

Clyde Bergemann

19 3811-8080

Energia

Torre de iluminação Aggreko

0800 437 2367

Atlas Copco

11 3478-8883

Rodotrem

12 3687-1366

Solaris

11 2173-8685

19 2105-6100 Fermentec

www.fermentec.com.br

Fives Lille

16 3947-9029

Fourteam Engenheiros

22 2733-1441

Iprosucar

19 3402-1100

Irriga Engenharia

62 3088-3881

JBR Engenharia

19 3629-0411

Ram Automação

14 3604-8000

Reunion

11 4156-6688

SGS Brasil

11 3883-8800

Smar

16 3946-3599

Solid Designer

11 97559-6518

Sucrana

16 3209-2727

Welding

16 3513-8600

Engrenagem ADDN

16 3946-3826

Fazanaro

19 3493-9430

General Chains

19 3417-2800

Enfardadeira

19 3493-9600

Fio

Okubo

16 3514-9966

Tama Brasil

75 4009-2000

Engenharia e projeto AEI Assistech

16 3042-3871

Authomathika

16 3513-4000

Azevedo Engenharia

19 3435-3300

Bortolot

16 2105-0101

Bosch Engenharia

19 3301-8101

Citrotec

16 3303-9796

De Smet Empral

16 3209-1999

DSJ Energia

16 3947-9830

100

19 2105-6101

Link Steel

www.linksteel.com.br

Martin Sprocket

19 3877-9400

Prolink

19 3423-4000 19 99203-7859

Reggiana Riduttori

19 3437-2520

www.interpump.com.br/marcas/ reggiana

0800 770 0496 SEW-EURODRIVE

www.sew-eurodrive.com.br


Opiniões 19 99203-7859 Transtecno

19 3437-2520

Zanini Renk

16 3518-9000

Zanini Serviços

16 3518-9090

www.interpump.com.br/marcas/ transtecno

Envasamento de produtos Stolthaven

Motoredutores Transtecno: durabilidade e robustez para o setor sucroenergético.

13 3295-9000

Fabricação italiana, montagem nacional e entrega imediata com intercambialidade garantida.

www.stolthaven.com.br

Enzima e levedura Biocane Química Industrial

19 3413-5066

Centerquimica

18 3631-1313

DND Química

16 3943-5283 19 2105-6100

Fermentec

19 2105-6101

IFF

11 3533-5000

Lallemand

11 94393-3799

LNF

54 2521-3124

Novozymes

41 3641-1000

Prozyn

11 3732-0000

www.fermentec.com.br

EPI Aluga Solda

11 4617-9696

Ansell

11 3356-3100

Armo

16 3797-8900

BRACOL

14 3533-2200

Dimensional

19 3446-7400

Gigatudo by Distrinox EPI

16 3969-8080

Ideal Work

11 2188-0500

Iris Safety

11 2613-7506

Martineli Agrícola

16 2105-8000

Nexus

16 3945-5572

Sayro

38 3845-4200

Unibrasil

17 3421-1780

Uniweld

11 4035-8877

X-5

11 3586-8700

Uma marca

19 99203 7859

19 3437 2520

interpump.com.br

101


Guia de Compras Escavadeira Auxter

11 3602-6000

BMC - Hyundai

11 99687-8218

E-Machine

16 3511-9000

Êxito

81 3464-1111

Komatsu

11 4745-7000

Sotreq

0800 084 8585

Volvo

41 3317-8111

XCMG

0800 770 8866

Estabilizante de solo

Rexnord

51 3579-8080

Siembra Automação

19 3826-2599

Solid Designer

11 97559-6518

Tecnometal

31 2122-2724

Estrutura metálica Fourteam Engenheiros

22 2733-1441

JEA

11 4547-6000

Etanol celulósico

Base Forte

41 3359-3880

Processos

BMA Ambiental

31 3649-1450

Andritz

41 2103-7601

Clariant

11 5683-7233

Fourteam Engenheiros

22 2733-1441

Novozymes

41 3641-1000

Valmet

41 3341-4444

16 3690-1000 Nós temos a fórmula

Homy Química

www.homyquimica.com.br

Oxnix

19 3838-8989

Esteira

Evaporação Equipamento Andritz

41 2103-7601

Brumazi

16 3946-8777

Antractor

19 3129-5150

Citrotec

16 3303-9796

Brumazi

16 3946-8777

Dedini

19 3403-3222

Fragmaq

11 4056-8057

E-Machine

16 3511-9000

General Chains

19 3417-2800

Fives Lille

16 3947-9029

HMBL

19 3444-7763

JW

16 3513-2000

11 3995-7153 19 98927-9914 Imaster Davvero

Link Steel

www.imaster.net.br

IRBI

18 3631-5000

19 3493-9600 Link Steel

www.linksteel.com.br

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100 16 3946-5000

Moreno

www.moreno.ind.br

Prolink

102

19 3493-9600

19 3423-4000

www.linksteel.com.br

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

NG Metalurgica

19 3429-7272

Planusi

16 3513-9900

Solid Designer

11 97559-6518

TJA

16 3953-9696

Fábrica de açúcar

Manuseio e estocagem Brumazi

16 3946-8777

Fives Lille

16 3947-9029

Fourteam Engenheiros

22 2733-1441


Opiniões 11 3995-7153 19 98927-9914 Imaster Davvero

31 3057-2000

Solenis

11 3089-9225

Ferramenta elétrica

www.imaster.net.br

19 3493-9600 Link Steel

www.linksteel.com.br

Metalúrgica Rio Grande

Química Real

16 3173-8100

Faca Duraface

19 3547-3539

Eutectic

16 3521-2350

Magíster

16 3513-7200

Fermentação

Aluga Solda

11 4617-9696

Fuzil

19 3641-5900

Gigatudo by Distrinox EPI

16 3969-8080

Rolimac

16 3979-7009

Ferramenta manual Apex Tool Group

15 3238-3925

Belenus

19 3826-7000

Especifer

19 3936-9797

Fuzil

19 3641-5900

Gigatudo by Distrinox EPI

16 3969-8080

Rolimac

16 3979-7009

Equipamentos Brumazi

16 3946-8777

Dedini

19 3403-3222

JW

16 3513-2000

19 3493-9600 Link Steel

www.linksteel.com.br

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Sucroanalitica

16 3704-6161

Fermentação Produtos Agrária

16 3690-2200

Alcolina

16 3951-5080

Biocane Química Industrial

19 3413-5066

Centerquimica

18 3631-1313

Fermentec

Adufértil

11 4858-5939

Agrária

16 3690-2200

Agrobiológica

19 3572-1918

Agronelli

0800 940 0013

Agroplanta

16 3660-6500

Agrowiser

11 4044-4300

Allplant

17 3323-8393

Axihum

16 99737-0588

Bio Soja

16 3600-8688

Caltec

41 3603-8000

CMOC

13 3362-7000

Compass Minerals

11 3016-9600

Compo

48 3722-9500

Espectro Insumos

67 99852-8874 16 3946-9300

19 2105-6100

FASSAGRO

16 3511-1400

19 2105-6101

Fertec

17 3324-1112

Follyfertil

16 2138-8777

Gecal

37 3323-5010

Green Has

11 4561-6292

Grupo Fertipar

41 3026-9009

Heringer

19 3322-2200

www.fermentec.com.br

16 3946-9300 Grupo ENG

www.grupoeng.ind.br

OniBras

Fertilizante e corretivo

16 3969-4957

www.fassagro.com.br

Hinove Fertilizantes Especiais 16 3322-7481

103


Guia de Compras ICL Brasil

11 2155-4500

Comanbor

16 2133-5500

Kimberlit

17 3279-1500

Cummins

0800 286 6467

Microgeo

19 4003-5122

D&D Company

11 4072-4222

Microquimica Tradecorp

19 2137-8100

Dedini

19 3403-3222

Mosaic

11 4950-2600

Delta Ducon

11 3218-6666

Nutrien

11 3047-1140

Duppai

16 3771-3777

Nutrigesso

16 3772-2100

E-Machine

16 3511-9000

Nutrivale

14 3269-7233

Equilíbrio

16 3946-2433

Plant Defender

19 2114-2800

Grupo Veco

19 3787-3700

Redi Fertilizantes

43 3398-1719

Hidrara

16 3508-1300

Santa Clara

16 3620-3320

Hidro-Ambiental

19 3572-9999

Sementes Piraí

19 2106-0260

Hydac

11 4393-6600

Supraphos

16 3772-2100

Imporcate

0800 721 3811

Timac

51 3382-8700

John Crane

11 3371-2500

Ubyfol

34 3319-9500

Jotaflex

11 3308-6600

UPL do Brasil

19 3794-5600

Laffi

11 4438-4040

Valagro

11 5054-4222

Magnus Hidráulica

11 2422-7944

Vale

13 3369-9000

MCFIL

19 3826-8398

Viter Agro

0800 008 4837

Mecat

62 3503-1155

YARA

51 3230-1300

Neolíder

11 4393-6000

Yoorin Fertilizantes

35 3729-1840

Parker

12 4009-3500

Petroserv

11 2940-1955

Powder

11 3218-6666

Prominas

16 3375-9119

ProMinent

11 4176-0722

Reverflux

18 3279-4257

Stauff

11 4772-7200

Tecnoval

16 3944-9900

TMSA

51 2131-3333

VLC

19 3812-9119

Fertirrigação Construtec

17 3343-1123

Irriga Engenharia

62 3088-3881

ProFibra

16 3343-1788

Filtragem Sistema

Delta Ducon

11 3218-6666

Laffi

11 4438-4040

Mecat

62 3503-1155

Powder

11 3218-6666

Filtro

Freio industrial Caldema

0800 770 0496 SEW-EURODRIVE

Açofiltro

15 3225-3005

ACT

11 2893-9670

AERO Tecnologia do Ar

11 2152-7100

Astefa

16 3942 5511

Astral Ambiental

41 3346-2200

Bariontec

16 3368-1949

Fresa

Bernauer

11 2666-3909

Usina da Peça

104

16 3946-2701

www.sew-eurodrive.com.br

Tec Tor

11 4428-2888

Vulkan do Brasil

11 4894-7300

16 3384-2121


Opiniões Frota e Telemetria

Geomembrana

gestão de

Maccaferri

11 4525-5000

15 3359-8302

Neoplastic

11 4443-1000

Euroair

54 3227-2753

Ferrusi

16 3946-4766

Georreferenciamento e topografia

Fundição Água Vermelha

16 3513-2300

Greenbrier

12 2122-1400

Magíster

16 3513-7200

Metalcury

16 3969-8100

Metalúrgica Pérola

43 3532-3411

Elithium

Fundição

16 3946-5000 Moreno

www.moreno.ind.br

Uniweld

11 4035-8877

ZBN

18 2102-9000

Fundição - bronze Italbronze

11 2436-2900

Agrotools

11 3045-6636

Altave

12 3913-5900

Engesat

41 3023-1617

ERG Engenharia

31 2138-4712

Geoambiente

12 3878-6400

Geopixel

12 3949-1991

Grupo WZ

19 3569-5100

Horus Aeronaves

48 3029-7600

Imagem - Esri

12 3946-8966

OPT GIS

12 3302-4443

Sigma Sensors

12 3933-3291

Soft Mapping

41 3276-2004

Trimble

19 3113-7000

Graxa industrial

Galpão Fourteam Engenheiros

22 2733-1441

Rentank Macrogalpões

11 4138-9266

Tópico

0800 120 1200

19 99913-4032 Chemlub

www.chemlub.com.br

Gás natural GasBrasiliano

19 3881-8644

0800 773 6099

Gaxeta

ITW Chemical

11 4785-2630

Klüber

11 4166-9000

Rolimac

16 3979-7009

Schaeffler

15 3335-1500

Anhembi Borrachas

11 2601-3311

Armo

16 3797-8900

Bermo

47 2123-4444

CBV

11 4418-8080

Chesterton

11 3382-4900

Cofaco

19 3026-8888

John Crane

11 3371-2500

Luciane

11 4414-1700

Parkits

19 3421-8485

Guindaste

Real

19 3444-6737

Bauma

15 3242-8080

Teadit

21 2132-2500

Êxito

81 3464-1111

Guincho Brumazi

16 3946-8777

E-Machine

16 3511-9000

Feldermann Forest

48 98419-2428

Terex

0800 031 0100

105


Guia de Compras Motocana

19 3412-1234

GTS do Brasil

49 3241-7100

TKA Guindastes

54 3202-3000

Ikeda

14 3408-1000

Usicamp

44 3264-8500

John Deere

0800 891 4031

XCMG

0800 770 8866

Kuhn do Brasil

54 3316-6200

LS Mtron

47 3085-8101

Mecmaq

19 3417-4090

Mepel

54 3337-3700

Motocana

19 3412-1234

Pinheiro

19 3843-9250

Sollus Agrícola

18 3421-1100

Habitáculo pressurizado Priner

11 3201-7803

Hidráulica

Equipamentos

Terraverde

19 3674-0000

ACT

11 2893-9670

Usicamp

44 3264-8500

Hidrara

16 3508-1300

Usingá

44 3266-2125

Hydac

11 4393-6600

Lander

18 3323-7613

Magnus Hidráulica

11 2422-7944

Salvi Casagrande

11 3327-0033

Tectrol - Dínamo

43 3305-2500

Unimil

19 2105-0800

Implemento rodoviário AB Rodofort

19 3770-2200

BELTZ do Brasil

47 99755-7557

Carmetal

54 3329 8500 19 3496-1555

Imagem de satélite Mapeamento Geoambiente

12 3878-6400

Geopixel

12 3949-1991

Novaterra

21 99341-7688

OPT GIS

12 3302-4443

Implemento agrícola

Carrocerias Bachiega

19 99309-7571

Facchini

17 3426-2000

Impacto Implementos

14 3623-9444

LDA Tanques

19 3838-9595

Mepel

54 3337-3700

Randon Implementos

54 3239-2000

Rodotrem

12 3687-1366

www.carroceriasbachiega.com.br

Agrimec

55 3222-7710

Agromatão

16 3382-7192

Almeida

16 3348-9000

Antoniosi

16 3384-8000

Baldan

16 3221-6575

Berma

19 99203-7859

BM Dumont

16 3944-1397

Bouwman

42 3234-1108

Budny

48 3432-0096

Açúcar e etanol

Civemasa

16 3382-8282

Azevedo Engenharia

19 3435-3300

Coagril

35 3292-3931

DSJ Energia

16 3947-9830

DMB

16 3946-1800

Engcom

19 99645-1329

Dria

16 3969-4933

JRE Inspeções e Ensaios

19 3454-1292

Duraface

19 3547-3539

JW

16 3513-2000

Eco Agro

17 3567-9600

Perticarari

16 3235-9837

106

Sergomel

16 3513-2600

www.sergomel.com.br

Truckvan

11 2635-1133

Unifibra

16 3663-8002

Usicamp

44 3264-8500

Inspeção industrial


Opiniões Priner

11 3201-7803

Fronius

11 3563-3800

SD Engenharia

16 3524-4801

Schneider

11 4501-3434

SGS Brasil

11 3883-8800

WEG

47 3276-4000

TransmiService

16 3946-4600

Welding

16 3513-8600

Instalação industrial Açúcar e etanol AEI Assistech

16 3042-3871

Authomathika

16 3513-4000

Dedini

19 3403-3222

Ecomax

11 4602-3900

Fives Lille

16 3947-9029

JBR Engenharia

19 3629-0411

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Planusi

16 3513-9900

Instrumento de medição

Irrigação NaandanJain

19 3573-7676

Netafim

0800 940-1573

ProFibra

16 3343-1788

Valley

34 3318-9000

Irrigação

Equipamentos Asperbras

18 3654-7000

Bauer

19 3634-1212

Bermad

19 3573-8888

Engcom

19 99645-1329

Gascom

16 2105-3622 19 3682-7070

16 3482-1238 Vivace

Germek

19 3682-7071

www.germek.com.br

www.vivaceinstruments.com.br

Contech

11 5035-0920

Hidro Sistemas

11 3744-4467

Endress+Hauser

11 5033-4333

Irrigabrás

11 2842-6464

Marrari

41 3332-9393

Krebsfer

19 3119-4000

Metroval

19 2127-9400

Lindsay

19 3814-1100

Nivetec

11 2627-6600

NaandanJain

19 3573-7676

Pd Instrumentos

11 4016-4600

Netafim

0800 940-1573

Peu Eletricidade

19 3437-3030

ProFibra

16 3343-1788

ProMinent

11 4176-0722

Unifibra

16 3663-8002

Salvi Casagrande

11 3327-0033

Valley

34 3318-9000

Sigma Sensors

12 3933-3291

Van Der Hoeven

19 3877-2281

World Controles

19 3833-3131

Inversor de frequência

Soluções Inteligentes em Tubos e Conexões

Vetro

16 99962-5625

www.vetro.com.br

Bonfiglioli

11 4344-2323

Metaltex

11 5683-5700

Nord Drivesystems

11 2402-8855

Schmersal Brasil

15 3263-9800

Gotejamento

Tectrol - Dínamo

43 3305-2500

NaandanJain

19 3573-7676

Yaskawa

11 3585-1100

Netafim

0800 940-1573

Inversor solar ABB

Irrigação

Isolamento térmico 0800 014 9111

Priner

11 3201-7803

107


Guia de Compras Laboratório

Limpeza de tanques

Equipamentos Além Mar

11 3229-8344

Alpax

11 4057-9200

Anton Paar

11 5906-9000

Astro 34

11 3995-3450

Cetec

16 3993-9400

Cotergavi

11 3673-5020

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

IRBI

18 3631-5000

Metrohm

11 3868-6599

Mettler Toledo

11 4166-7400

PartnerLab

16 3624-7700

Pd Instrumentos

11 4016-4600

Pensalab

11 5180-8300

Presys

11 3056-1900

Quimis

11 4055-9900

Rezenflex

19 3412-1144

RP3X Cientifica

16 3635-3485

www.haverbrasil.com.br

11 2275-0507 Rudolph Brasil

13 3295-9000

Stolthaven

www.stolthaven.com.br

Limpeza industrial BIODEGRADÁVEL

16 3690-1000

Nós temos a fórmula

Homy Química

www.homyquimica.com.br

Martin Engineering

19 3709-7200

OniBras

16 3969-4957

Logística e transporte Agicargo

16 3041-5787

Ambipar

11 3429-5000

Expresso Nepomuceno

35 3694-9946

Gafor

11 2107-3100

JSL

11 2377-7000

Logum

21 2517-5200

Quadrante Logistica

16 3521-8420

Rumo ALL

0800 701 2255

11 2275-0599

www.rudolphresearch.com

Stolthaven

13 3295-9000

Salvi Casagrande

11 3327-0033

Satelit

16 3514 8127

Transespecialista

16 2105-7870

Sigma Sensors

12 3933-3291

Transvalco

16 3954-8400

Sucroanalitica

16 3704-6161

Tecnal

19 2105-6161

Lubrificante e Aditivo

Welding

16 3513-8600

Agecom

11 2149-8922

Yon Elétrica

18 3823-1614

Armo

16 3797-8900

Bardahl

11 4898-8600

BR Petrobras

0800 728 9001

Castrol

0800 704 0720

Leasing e locação JSL

11 2377-7000

Rodobens

11 2139-3000

www.stolthaven.com.br

19 3881-8644

Limpeza de alta pressão Lemasa

108

19 3936-8555

19 99913-4032 Chemlub

www.chemlub.com.br


Opiniões Chesterton

11 3382-4900

NTN-SNR

41 3627-8000

Cobra

16 3603-3333

Prolink

19 3423-4000

Comanbor

16 2133-5500

Rexnord

51 3579-8080

Condat

11 4012-3100

Rolimac

16 3979-7009

Coremal

11 4615-8142

Solid Designer

11 97559-6518

Fuchs

11 4789-2311

Timken

11 5187-9200

Hennings

47 3036-5555

Visão

11 2602-6533

16 3690-1000 Nós temos a fórmula

Homy Química

www.homyquimica.com.br

Mancal - bronze Italbronze

11 2436-2900

Usina da Peça

16 3384-2121

Iconic

0800 704 2230

Mangueira

Ipiranga

0800 025 3805

Alvenius

11 4613-6266

ITW Chemical

11 4785-2630

Armo

16 3797-8900

Klüber

11 4166-9000

Borpac

31 3311-2700

Moove

0800 644 1562

Comanbor

16 2133-5500

Petronas

0800 883 3200

Continental ContiTech

0800 011 1572

Platinum

11 3665-4000

Contuflex

11 3070-0300

Sil

11 4433-3753

Copabo

11 3741-6650

Gates

11 5105-8100

Hennings

47 3036-5555

Hidrara

16 3508-1300

Lubrificante Tanque

Bombas Andrade

17 3321-5811

Magnus Hidráulica

11 2422-7944

Bozza

11 2179-9966

Parker

12 4009-3500

Gascom

16 2105-3622

Petroserv

11 2940-1955

Impacto Implementos

14 3623-9444

Specma

41 3669-6569

LDA Tanques

19 3838-9595

Tetralon

11 4081-7000

Sage Oil Vac Brasil

11 2631-6343

Mancal

Manutenção ativos de energia SGS Brasil

A.T.I. Brasil

41 3302-3400

Brastrela

11 3868-6100

Cobra

16 3603-3333

CS Turbinas

16 3511-6000

Fazanaro

19 3493-9430

General Chains

19 3417-2800

John Crane

11 3371-2500

Manutenção elétrica Metalock

13 3226-4686

Obo Bettermann

15 3335-1382

SGS Brasil

11 3883-8800

Manutenção hidráulica Lander

19 3493-9600 Link Steel

www.linksteel.com.br

11 3883-8800

18 3323-7613

Manutenção industrial AEI Assistech

16 3042-3871

109


Guia de Compras Ajel Service

62 3295-3188

Andritz

41 2103-7601

Authomathika

16 3513-4000

Bambozzi

16 3383-3800

Big Tecnologia

19 3414-3836

Catena Engenharia

41 3336-1737

CPFL Serviços

19 3795-3900

Engetubo

19 3434-3433

Fertron

16 3946-5899

Fives Lille

16 3947-9029

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

ICP Latin América

11 4496-4320

www.haverbrasil.com.br

Fives Lille

16 3947-9029

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

JRE Inspeções e Ensaios

19 3454-1292

M&M Labtest

16 3434-4666

www.haverbrasil.com.br

19 99203-7859 Reggiana Riduttori

19 3437-2520

www.interpump.com.br/marcas/ reggiana

0800 770 0496 SEW-EURODRIVE

14 3641-0914 Intacta

11 98272-0914

www.intactarolamentos.com.br

www.sew-eurodrive.com.br

SGS Brasil

11 3883-8800

Sucroanalitica

16 3704-6161

Techoleo

14 3269-7319

Tecnoval

16 3944-9900

Intecnial

54 2107-8000

Irmãos Passaúra

41 2141-7000

Magíster

16 3513-7200

Martin Engineering

19 3709-7200

Priner

11 3201-7803

SGS Brasil

11 3883-8800

Smar

16 3946-3599

www.interpump.com.br/marcas/ transtecno

Sucroanalitica

16 3704-6161

Zanini Renk

Sulcromo

51 2112-2600

Tec Tor

11 4428-2888

Texas

82 2121-2000

TransmiService

16 3946-4600

Valmet

41 3341-4444

Vulcatec

16 2133-8900

Welding

16 3513-8600

World Controles

19 3833-3131

ZBN

18 2102-9000

Manutenção preditiva e preventiva Ajel Service

62 3295-3188

Andritz

41 2103-7601

Authomathika

16 3513-4000

Azevedo Engenharia

19 3435-3300

110

19 99203-7859 Transtecno

19 3437-2520

16 3518-9000

Manutenção

Transformador de potência Ajel Service

62 3295-3188

Bambozzi

16 3383-3800

SGS Brasil

11 3883-8800

Manutenção Vibração

Ajel Service

62 3295-3188

0800 770 0496 SEW-EURODRIVE

www.sew-eurodrive.com.br


Opiniões Máquina agrícola Agrimec

55 3222-7710

Antoniosi

16 3384-8000

John Deere

0800 891 4031

Terraverde

19 3674-0000

Máquina agrícola

Contech

11 5035-0920

Cotergavi

11 3673-5020

Dwyler

11 2682-6633

Endress+Hauser

11 5033-4333

Metroval

19 2127-9400

Nivetec

11 2627-6600

Petroserv

11 2940-1955

Locação Armac

FCN

11 3081-5860 19 98159-0609 19 99604-0736

www.fcnagromecanizacao.com.br

Ouro Verde

41 3239-7000

Rodobens

11 2139-3000

Material rodante Antractor

19 3129-5150

Imporcate

0800 721 3811

ITM

11 4417-7772

ITR

11 3340-7555

Lopes Tratores

16 3628-6622

Maktractor

62 3596-2624

SEW-EURODRIVE

www.sew-eurodrive.com.br

Smar

16 3946-3599

Sucroanalitica

16 3704-6161

Verion

11 2100-7400

Willtec

11 4035-7500

World Controles

19 3833-3131

Mesa alimentadora Brumazi

16 3946-8777

19 3493-9600 Link Steel

Medição

www.linksteel.com.br

Equipamentos Contech

11 5035-0920

Cotergavi

11 3673-5020

Endress+Hauser

11 5033-4333

Magnus Hidráulica

11 2422-7944

Metroval

19 2127-9400

Mettler Toledo

11 4166-7400

Nivetec

11 2627-6600

Presys

11 3056-1900

Rezenflex

19 3412-1144

Salvi Casagrande

11 3327-0033

Sigma Sensors

12 3933-3291

Smar

16 3946-3599

Sucroanalitica

16 3704-6161

Medidor, transmissor de vazão e nível Anton Paar

0800 770 0496

11 5906-9000

Mesa elevadora E.M.G.

41 3641-7200

Mesa vibratória Mavi

11 3577-6200

MVL Máquinas

11 4596-9220

Misturador e agitador Fácil System

16 3014-3270

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

Mega Flux Bombas

11 5575-4160

Solid Designer

11 97559-6518

Sulzer

11 4589-2000

Tetralon

11 4081-7000

Torkflex

16 3211-2181

www.haverbrasil.com.br

111


Guia de Compras Moenda

Equipamento

Irmãos Passaúra

41 2141-7000

Mafer

62 3353-7386

Priner

11 3201-7803

Reverflux

18 3279-4257

SGS Brasil

11 3883-8800

Sindustrial

14 3366-5200

ZBN

18 2102-9000

Brumazi

16 3946-8777

Dedini

19 3403-3222

Dourados

16 3513-8500

E-Machine

16 3511-9000

ESCO

31 3539-1200

Eutectic

16 3521-2350

Fives Lille

16 3947-9029

Motoniveladora

Magíster

16 3513-7200

Êxito

81 3464-1111

Sotreq

0800 084 8585

Volvo

41 3317-8111

XCMG

0800 770 8866

16 3946-5000 Moreno

www.moreno.ind.br

Simisa

16 2105-1200

Tecnometal

31 2122-2724

Thermic

14 3283-8283

Turbimoendas

19 3425-1900

Villares Metals

19 3303-8000

ZBN

18 2102-9000

Monitoramento Equipamentos AGR

65 3023-0083

Altave

12 3913-5900

Creare Sistemas

51 3094-9090

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

Horus Aeronaves

48 3029-7600

Presys

11 3056-1900

www.haverbrasil.com.br

Motor ABB

0800 014 9111

Acoplast

31 2566-5900

Ajel Service

62 3295-3188

Bonfiglioli

11 4344-2323

Branco

41 3211-4040

Cummins

0800 286 6467

Dimensional

19 3446-7400

E-Machine

16 3511-9000

Imporcate

0800 721 3811

Interunion

16 2102-9200

Jotaflex

11 3308-6600

Magnus Hidráulica

11 2422-7944

MVL Máquinas

11 4596-9220

MWM

11 3882-3200

Nord Drivesystems

11 2402-8855

0800 770 0496

12 3911-9496 SEW-EURODRIVE

Secmil

www.sew-eurodrive.com.br

www.secmil.com.br

Sucroanalitica

16 3704-6161

TMSA

51 2131-3333

Stemac

0800 723 3800

Tectrol - Dínamo

43 3305-2500

Montagem industrial Azevedo Engenharia

19 3435-3300

Citrotec

16 3303-9796

Engcom Engevix

112

19 99203-7859 Transtecno

19 3437-2520

19 99645-1329

www.interpump.com.br/marcas/ transtecno

11 2106-0100

WEG

47 3276-4000


Opiniões Motor Peças

FPT TRACAN

16 3456-5400

Movimentação de carga Terex

0800 031 0100

Volvo

41 3317-8111

Movimentação industrial Auxter

11 3602-6000

SGS Brasil

11 3883-8800

TMSA

51 2131-3333

Verion

11 2100-7400

Willtec

11 4035-7500

Yaskawa

11 3585-1100

Yokogawa

11 3513-1300

Parafusos, porcas, arruelas e buchas - bronze AllenFix Group

11 3806-2170

Italbronze

11 2436-2900

Peneira Açofiltro

15 3225-3005

Brumazi

16 3946-8777

Dedini

19 3403-3222

Equilíbrio

16 3946-2433

Fácil System

16 3014-3270

Fernavan

16 3945-5231

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

Inbras

11 4056-6644

JW

16 3513-2000

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

43 3024-1008

MVL Máquinas

11 4596-9220

Prominas

16 3375-9119

Biocane Química Industrial

19 3413-5066

Picador e triturador

Centerquimica

18 3631-1313

Brumazi

16 3946-8777

Microquimica Tradecorp

19 2137-8100

Dedini

19 3403-3222

OniBras

16 3969-4957

Fragmaq

11 4056-8057

Sementes Piraí

19 2106-0260

Solenis

11 3089-9225

Stoller

19 3707-1200

UPL do Brasil

19 3794-5600

Muda de cana Explante

19 99707-1587

SBW do Brasil

19 3902-4041

Muda de eucalipto SBW do Brasil

19 3902-4041

Muda

Gel para plantio Polim-Agri

Nutriente

Painel de comando Controle

www.haverbrasil.com.br

16 3946-5000 Moreno

www.moreno.ind.br

Pinheiro

19 3843-9250

Tecnometal

31 2122-2724

Terex

0800 031 0100

Zanella

41 2111-2300

Bambozzi

16 3383-3800

Geraforte

31 3396-9694

Stemac

0800 723 3800

Sucroanalitica

16 3704-6161

Peças

TMSA

51 2131-3333

Embremaq

Picador e triturador 19 3825-1873

113


Guia de Compras Magíster

16 3513-7200

Terex

0800 031 0100

Pintura industrial Pint Aplicadora

44 3264-4725

Priner

11 3201-7803

SGS Brasil

11 3883-8800

Pipa

Fabricação e reforma

Plantio

Monitoramento AGR

65 3023-0083

Geoambiente

12 3878-6400

Pneumático

Equipamento e acessório Ascoval

11 4208-1700

Bray Controls

19 3517-6161

Continental ContiTech

0800 011 1572

Cotergavi

11 3673-5020

Gascom

16 2105-3622

PW Hidropneumática

19 3801-9500

SL Equipamentos

16 3946-3080

Tectrol - Dínamo

43 3305-2500

Pneu

Pipa

Fertirrigação

Bridgestone Firestone

0800 016 1718

Gascom

16 2105-3622

Comercial Rodrigues

11 2093-8004

SL Equipamentos

16 3946-3080

Continental

11 4583-6161

Goodyear

0800 725 7638

Michelin

21 3621-4711

Pirelli

0800 728 7638

Titan

0800 723-2476

Trelleborg

11 2802-9266

Pipa

Irrigação Gascom

16 2105-3622

SL Equipamentos

16 3946-3080

Pneu

Pipa

Reforma

Peças de reposição Gascom

16 2105-3622

GDA Pneus

17 3521-2713

SL Equipamentos

16 3946-3080

Pneu Forte

16 3202-8604

Tecpolimer

11 3032-6480

Tipler

51 3097-2101

Vipal

54 3242-1666

Plano de saúde Hapvida

0800 018 3456

Sermed

16 3945-1212

Plantadora de cana

Pneu

Revenda

Agrimec

55 3222-7710

Copabo

11 3741-6650

Antoniosi

16 3384-8000

Marini

54 3316-4100

Carderoli

18 3645-1231

Civemasa

16 3382-8282

DMB

16 3946-1800

Ponte rolante

Duraface

19 3547-3539

Bambozzi

16 3383-3800

Sollus Agrícola

18 3421-1100

Bauma

15 3242-8080

TMA

16 3969-4933

E-Machine

16 3511-9000

114


Opiniões GH Pontes Rolantes

11 4409-0066

Mausa

19 3124-3030

Terex

0800 031 0100

Unimaq - Hovam

16 3209-4071

Grupo ENG

16 3946-9300

www.grupoeng.ind.br

Precipitador eletrostático AERO Tecnologia do Ar

11 2152-7100

CBC

11 4431-3900

Clyde Bergemann

19 3811-8080

Delta Ducon

11 3218-6666

16 3513-4600 HPB

www.hpb.com.br

Powder

11 3218-6666

Prensa E-Machine

16 3511-9000

Fragmaq

11 4056-8057

TMSA

51 2131-3333

Prensa desaguadora de lodo Engenovo

21 2223-0899

Produção de vapor ComBio

11 3030-0040

Engecass

47 3520-2500

Mitre Engenharia

16 3623-4021

Solid Designer

11 97559-6518

Produto químico

16 3690-1000 Nós temos a fórmula

Homy Química

www.homyquimica.com.br

ICL Brasil

11 2155-4500

Kemira

11 2189-4900

Kurita

19 3827-8388

Lanxess

11 3741-2500

Miracema-Nuodex

19 3728-1000

Nalco Water

11 5644-6500

OniBras

16 3969-4957

Rezenflex

19 3412-1144

Sabará

19 3455-8900

Serquímica

16 2105-8222

Solenis

11 3089-9225

SuperQuímica

51 2103-4200

Unipar Carbocloro

11 3704-4200

Produto químico Ácido Sulfúrico TAG Comex

81 99971-2833

Produto químico Alcalinizante Alcolina

16 3951-5080

Centerquimica

18 3631-1313

Dryller

31 3286-8004

Amonex

11 4789-8989

Aratrop

16 3690-1100

Base Química

16 2101-1200

Biocane Química Industrial

19 3413-5066

BMA Ambiental

31 3649-1450

Miika Nacional

31 3151-7861

Boraquímica

11 3838-4444

OniBras

16 3969-4957

Buckman

19 3864-5000

Centerquimica

18 3631-1313

DND Química

16 3943-5283

Antibiótico

DuPont

11 4166-8000

Buckman

16 3946-9300 Grupo ENG

www.grupoeng.ind.br

Produto químico 19 3864-5000

115


Guia de Compras Centerquimica

18 3631-1313

Coremal

11 4615-8142

DND Química

16 3943-5283

Grupo ENG

16 3946-9300

www.grupoeng.ind.br

16 3946-9300 Grupo ENG

www.grupoeng.ind.br

OniBras

16 3969-4957

Phibro EPG

0800 722 8011

Química Real

31 3057-2000

Solenis

11 3089-9225

Produto químico Anticorrosivo Armo

16 3797-8900

Bardahl

11 4898-8600

Centerquimica

18 3631-1313

16 3946-9300 Grupo ENG

Miracema-Nuodex

19 3728-1000

Nalco Water

11 5644-6500

OniBras

16 3969-4957

Serquímica

16 2105-8222

Solenis

11 3089-9225

Produto químico Bactericida Aratrop

16 3690-1100

Biocane Química Industrial

19 3413-5066

Centerquimica

18 3631-1313

OniBras

16 3969-4957

Produto químico Corante

Centerquimica

18 3631-1313

Rezenflex

19 3412-1144

Produto químico

www.grupoeng.ind.br

Descolorante 16 3690-1000

Biocane Química Industrial

19 3413-5066

Centerquimica

18 3631-1313

DND Química

16 3943-5283

Nós temos a fórmula

Homy Química

www.homyquimica.com.br

ITW Chemical

11 4785-2630

Nalco Water

11 5644-6500

Rust Engenharia

11 3140-1500

Produto químico

Antiespumante e anti-incrustante

16 3946-9300 Grupo ENG

www.grupoeng.ind.br

OniBras

16 3969-4957

Produto químico

Desengraxante e desincrustante

Alcolina

16 3951-5080

Armo

16 3797-8900

Aratrop

16 3690-1100

Centerquimica

18 3631-1313

Biocane Química Industrial

19 3413-5066

Buckman

19 3864-5000

Centerquimica

18 3631-1313

19 3881-8644

Coremal

11 4615-8142

19 99913-4032

Degani-Vaduz

11 2085-7777

DND Química

16 3943-5283

116

Chemlub

www.chemlub.com.br


Opiniões DND Química

16 3943-5283

16 3946-9300 Grupo ENG

www.grupoeng.ind.br

BIODEGRADÁVEL

16 3690-1000

Nós temos a fórmula

Homy Química

www.homyquimica.com.br

ITW Chemical

11 4785-2630

Klüber

11 4166-9000

OniBras

16 3969-4957

Produto químico Dispersante Alcolina

16 3951-5080

Biocane Química Industrial

19 3413-5066

Buckman

19 3864-5000

Centerquimica

18 3631-1313

Coremal

11 4615-8142

DND Química

16 3943-5283

16 3946-9300 Grupo ENG

www.grupoeng.ind.br

OniBras

16 3969-4957

Solenis

11 3089-9225

Produto químico Perigoso - Emergência Suatrans

0800 707 7022

Produto químico Polímero

Biocane Química Industrial

19 3413-5066

Buckman

19 3864-5000

Centerquimica

18 3631-1313

Coremal

11 4615-8142

DND Química

16 3943-5283

117


Guia de Compras NG Metalurgica

19 3429-7272

Procknor

11 3898-1511

Ram Automação

14 3604-8000

www.grupoeng.ind.br

Reunion

11 4156-6688

Lanxess

11 3741-2500

Solid Designer

11 97559-6518

Nalco Water

11 5644-6500

Sucroanalitica

16 3704-6161

OniBras

16 3969-4957

TMSA

51 2131-3333

Skills Quimica

14 3652-5156

Solenis

11 3089-9225

Grupo ENG

16 3946-9300

Produto químico Resina Armo

16 3797-8900

Coremal

11 4615-8142

Grace

11 4197-7540

16 3946-9300

Proteção contra incêndio Alvenius

11 4613-6266

Argus Engenharia

19 3826-6670

Bombas Andrade

17 3321-5811

Bozza

11 2179-9966

CF Sistemas

16 3516-3800

Construtec

17 3343-1123

Dafo Brasil

31 3241-2817

Gascom

16 2105-3622

Grupo ENG

19 3682-7070

www.grupoeng.ind.br

Nalco Water

11 5644-6500

Perfortex

19 3526-1100

Solenis

11 3089-9225

Projeto industrial

Germek

19 3682-7071

Mepel

54 3337-3700

Seive

31 3317-6393

SL Equipamentos

16 3946-3080

Working on Fire

19 3246-1534

www.germek.com.br

AEI Assistech

16 3042-3871

Alkaiós

16 3945-5499

Asperbras

18 3654-7000

Authomathika

16 3513-4000

Azevedo Engenharia

19 3435-3300

Brumazi

16 3946-8777

Catena Engenharia

41 3336-1737

De Smet Empral

16 3209-1999

Engenovo

21 2223-0899

Engevix

11 2106-0100

Engsugar

14 3316-6260

ETEC Engenharia

34 3334-6400

EXAL

19 3411-2171

Fives Lille

16 3947-9029

Icon

48 3431-1800

Intecnial

54 2107-8000

JBR Engenharia

19 3629-0411

Mectrol

14 4009-0507

Máquinas e veículos

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Argus Engenharia

118

Proteção contra incêndio Kit para combate Argus Engenharia

19 3826-6670

Dafo Brasil

31 3241-2817

Seive

31 3317-6393

SL Equipamentos

16 3946-3080

Proteção contra incêndio Líquido gerador de espuma Argus Engenharia

19 3826-6670

Dafo Brasil

31 3241-2817

Miracema-Nuodex

19 3728-1000

Seive

31 3317-6393

SL Equipamentos

16 3946-3080

Proteção contra incêndio 19 3826-6670


Opiniões Dafo Brasil

31 3241-2817

Estradeiro

16 3995-9899

Seive

31 3317-6393

Sysmak

17 3011-7414

Proteção contra incêndio Monitoramento Argus Engenharia

19 3826-6670

Contech

11 5035-0920

Dafo Brasil

31 3241-2817

Geoambiente

12 3878-6400

Seive

31 3317-6393

Sintecsys

11 3109-1815

Working on Fire

19 3246-1534

Pulverizador

Rastreamento Autotrac

61 3307-7000

Cotecna

11 3383-1800

Geoambiente

12 3878-6400

Goldensat

0800 580-3030

OnixSat

43 3374-3822

Panorama

12 3204-4686

Tracker

11 3506-5700

Recepção de cana

Sistema, preparo e extração Azevedo Engenharia

19 3435-3300

Brumazi

16 3946-8777

Recuperação estrutural Priner

Bozza

11 2179-9966

Feldermann Forest

48 98419-2428

Gascom

16 2105-3622

Herbicat

17 3524-9797

Jacto

0800 772 2100

Martineli Agrícola

16 2105-8000

Matabi

11 5524-1663

Mepel

54 3337-3700

Spraying

11 2124-9500

Pulverizador

Peças e acessórios

11 3201-7803

Redutor e motorredutor A.T.I. Brasil

41 3302-3400

Acoplast

31 2566-5900

ADDN

16 3946-3826

Ajel Service

62 3295-3188

Bonfiglioli

11 4344-2323

Dana Brevini

19 3446-8600

Dismotor

19 3785-9000

E-Machine

16 3511-9000

Geremia Redutores

54 2105-3211

Magnus Hidráulica

11 2422-7944

Comam

31 3275-2118

Mult Engrenagens

16 3942-8561

Herbicat

17 3524-9797

Nord Drivesystems

11 2402-8855

Matabi

11 5524-1663

Spraying

11 2124-9500

Spraytech

16 3621-5929

Teejet

11 4612-0049

Pulverizador costal Herbicat

17 3524-9797

Jacto

0800 772 2100

19 99203-7859 Reggiana Riduttori

19 3437-2520

Rexnord

51 3579-8080

www.interpump.com.br/marcas/ reggiana

0800 770 0496 SEW-EURODRIVE

Purgador

www.sew-eurodrive.com.br

Bermo

47 2123-4444

STAR Redutores

16 3946-1900

Tecnoval

16 3944-9900

Sumitomo Redutores

11 4403-9292

119


Guia de Compras TGM

16 2105-2600

Torkflex

16 3211-2181

TransmiService

16 3946-4600

19 99203-7859 Transtecno

19 3437-2520

www.interpump.com.br/marcas/ transtecno

Resíduo

Gerenciamento

Stolthaven

www.stolthaven.com.br

Resíduo

Weg-Cestari

16 3244-1000

Transporte

Zanini Renk

16 3518-9000

Ambipar

Redutor planetário 19 99203-7859 Reggiana Riduttori

11 3429-5000

Resíduo

Tratamento Ambipar

11 3429-5000

Vibropac

11 2108-5600

19 3437-2520

Revestimento

www.interpump.com.br/marcas/ reggiana

0800 770 0496 SEW-EURODRIVE

Alvenius

11 4613-6266

Armo

16 3797-8900

Chesterton

11 3382-4900

Engcom

19 99645-1329

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

Henkel

11 3205-8955

Hennings

47 3036-5555

RLX

16 3101-1414

Rust Engenharia

11 3140-1500

Uniweld

11 4035-8877

www.sew-eurodrive.com.br

19 99203-7859 Transtecno

13 3295-9000

19 3437-2520

www.interpump.com.br/marcas/ transtecno

Weg-Cestari

16 3244-1000

Zanini Renk

16 3518-9000

Refratário Menphis

19 3272-4420

Mercosul

16 2105-8987

www.haverbrasil.com.br

Revisão de equipamento de campo 16 3482-1238 Vivace

Régua

www.vivaceinstruments.com.br

Bronze

Italbronze

11 2436-2900

Reservatório

Fibra vidro/PRFV Unifibra

120

16 3663-8002

Rolamento A.T.I. Brasil

41 3302-3400

Abrascort

41 2169-9999

Brastrela

11 3868-6100

Cobra

16 3603-3333


Opiniões Copabo

11 3741-6650

JDF Centrifugas

19 2108-5013

Nachi

11 3284-9844

NSK

11 3269-4700

NTN-SNR

41 3627-8000

Platinum

11 3665-4000

Rolimac

16 3979-7009

Schaeffler

15 3335-1500

SKF

11 4448-8200

Timken

11 5187-9200

Visão

11 2602-6533

Rolamento

Sensor 12 3911-9496 Secmil

www.secmil.com.br

Sucroanalitica

16 3704-6161

Tecnord

19 3412-1890

World Controles

19 3833-3131

Separador de resíduos Flottweg

Servoacionamento

Recuperação 14 3641-0914 Intacta

19 3836-5300

11 98272-0914

0800 770 0496 SEW-EURODRIVE

www.sew-eurodrive.com.br

www.intactarolamentos.com.br

Solid Designer

11 97559-6518

Rolo e cilindro Cofaco

19 3026-8888

Hydac

11 4393-6600

RLX

16 3101-1414

Sulcromo

51 2112-2600

Tectrol - Dínamo

43 3305-2500

Rotator Fácil System

16 3014-3270

PW Hidropneumática

19 3801-9500

Sacaria para açúcar SR Embalagens

19 99203-7859 Transtecno

Silo Delta Ducon

11 3218-6666

Dujua

47 3534-5000

Engecass

47 3520-2500

Haver & Boecker

www.haverbrasil.com.br

17 3321-2222

Secador

19 3437-2520

www.interpump.com.br/marcas/ transtecno

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198 11 3995-7153 19 98927-9914

Imaster Davvero www.imaster.net.br

Brumazi

16 3946-8777

E-Machine

16 3511-9000

Fácil System

16 3014-3270

Fives Lille

16 3947-9029

Mausa

19 3124-3030

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Solid Designer

11 97559-6518

Powder

11 3218-6666

19 3493-9600 Link Steel

www.linksteel.com.br

121


Guia de Compras Software

Design, ERP, gestão e processos

Sonda oblíqua E-Machine

16 3511-9000

AEVO

27 3024-7800

IRBI

18 3631-5000

Agile Solutions

11 5501-6555

Motocana

19 3412-1234

Comlink

16 2101-4000

Creare Sistemas

51 3094-9090

CS Compusoftware

18 3636-3800

Soprador de fuligem

Geoambiente

12 3878-6400

Clyde Bergemann

19 3811-8080

Grupo ERRP

16 3623-0998

Herom

16 2105-7200

Hexagon Agriculture

48 4009-2704

Promoen

16 3513-2900

Procenge

81 4009-2877

SAP

0800 888 9988

Sigma Sensors

12 3933-3291

Simova

12 3904-4343

Smar

16 3946-3599

Solinftec

18 3622-2270

Soteica

11 5091-3900

Totvs

0800 709 8100

Veltec

3003-1199

Sulfitação

Equipamento Brumazi

16 3946-8777

Engenovo

21 2223-0899

Simisa

16 2105-1200

Supressor de poeira BMA Ambiental

Software

31 3649-1450

Gestão agrícola Agile Solutions

11 5501-6555

AGRO TI

16 3603-2720

Auteq

11 2107-1888

CHB Sistemas

16 3713-0200

Creare Sistemas

51 3094-9090

CS Compusoftware

18 3636-3800

Enalta

16 3411-6060

GAtec

19 2106-0888

Hexagon Agriculture

48 4009-2704

TI Agro

11 4225-4091

Tanque Águia Inox

54 3464-0191

Brumazi

16 3946-8777

Dedini

19 3403-3222

Fimaco

47 3525-1000

LDA Tanques

19 3838-9595

19 3493-9600 Link Steel

www.linksteel.com.br

Solda

Equipamentos e Consumíveis

Mega Flux Bombas

11 5575-4160

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Sage Oil Vac Brasil

11 2631-6343

Stringal

11 4347-9088

Unifibra

16 3663-8002

Aluga Solda

11 4617-9696

Bambozzi

16 3383-3800

Magíster

16 3513-7200

Martineli Agrícola

16 2105-8000

Nicrosol

11 5523-0522

Serflex

16 2105-0404

Tanque de água

Uniweld

11 4035-8877

Impacto Implementos

14 3623-9444

SL Equipamentos

16 3946-3080

Voestalpine Böhler Welding 11 5694-8377

122


Opiniões Tela

Transbordo

Açofiltro

15 3225-3005

Antoniosi

16 3384-8000

Big Telas

19 3469-4411

Civemasa

16 3382-8282

Elof Hansson

11 3101-5257

E-Machine

16 3511-9000

Equilíbrio

16 3946-2433

Motocana

19 3412-1234

Expametal

16 3797-5100

Teston

44 3351-3500

TMA

16 3969-4933

Usingá

44 3266-2125

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

Intertelas

19 3421-8975

Okubo

16 3514-9966

Permetal

11 2823-9200

Prominas

16 3375-9119

Solpack

19 3493-9900

www.haverbrasil.com.br

Termocompressor Solid Designer

ABB

0800 014 9111

Adelco

11 4199-7500

Ajel Service

62 3295-3188

Romagnole

44 3233-8500

Soltran

11 2813-6222

Transmissor de vazão 11 97559-6518

Torno Romi

Transformador

19 3455-9000

Torre de destilação Peças e serviços Clark Solutions

11 3472-3333

E-Machine

16 3511-9000

JW

16 3513-2000

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

TKS

16 3942-2022

Hydac

11 4393-6600

Smar

16 3946-3599

Transportador Brumazi

16 3946-8777

Fácil System

16 3014-3270

Fourteam Engenheiros

22 2733-1441

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

HMBL

19 3444-7763

www.haverbrasil.com.br

11 3995-7153 19 98927-9914

Torre

de Resfriamento de água

Alfaterm

Imaster Davvero www.imaster.net.br

11 4156-8930 19 3493-9600

www.alfaterm.com.br

Alpina

11 4397-9133

CQI

16 3324-2874

Delta Ducon

11 3218-6666

E-Machine

16 3511-9000

Powder

11 3218-6666

Tecniplas

11 4528-0090

Vettor

11 4409-0310

Link Steel

www.linksteel.com.br

Metalúrgica Rio Grande

Moreno

16 3173-8100 16 3946-5000

www.moreno.ind.br

Solid Designer

11 97559-6518

123


Guia de Compras Tecnometal

31 2122-2724

Bernauer

11 2666-3909

TMSA

51 2131-3333

Delta Ducon

11 3218-6666

Dynamic Air

11 4597-8000

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

Powder

11 3218-6666

Transportador Componentes Brumazi

16 3946-8777

General Chains

19 3417-2800 11 3995-7153 19 98927-9914

Imaster Davvero www.imaster.net.br

Imepel

www.haverbrasil.com.br

Transporte

de biometano

48 3433-4211

19 3493-9600 Link Steel

19 3682-7070 Germek

19 3682-7071

www.germek.com.br

www.linksteel.com.br

Prolink

19 3423-4000

TMSA

51 2131-3333

Transportador

de Caneca, correia e correntes

Tratamento

Água e efluentes - Equipamentos Atag Water

11 4070-5220

B&F Dias

19 3886-9600

BMA Ambiental

31 3649-1450

Dujua

47 3534-5000

Engcom

19 99645-1329

E.M.G.

41 3641-7200

Engenovo

21 2223-0899

Filtrando

11 2595-1300

Fluid Brasil

11 3378-7500

Haver & Boecker

19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198

Grundfos

11 4393-5533

Krieger

47 3231-1311

11 3995-7153 19 98927-9914

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Paques

19 3429-0600

Perenne

11 3022-6989

ProMinent

11 4176-0722

SGS Brasil

11 3883-8800

Sucroanalitica

16 3704-6161

Suez Brasil

11 2166-3600

Unifibra

16 3663-8002

Vibropac

11 2108-5600

www.haverbrasil.com.br

Imaster Davvero www.imaster.net.br

19 3493-9600 Link Steel

www.linksteel.com.br

Martin Sprocket

19 3877-9400

TMSA

51 2131-3333

Zanella

41 2111-2300

Tratamento

Água e efluentes - Produtos

Transportador Pneumático

Acquaquímica

51 3205-2233

Alcolina

16 3951-5080

AERO Tecnologia do Ar

11 2152-7100

Atag Water

11 4070-5220

Astral Ambiental

41 3346-2200

Base Química

16 2101-1200

124


Opiniões Biocane Química Industrial

19 3413-5066

Valtra

11 4795-2000

BTA Aditivos

49 2020-0020

XCMG

0800 770 8866

Buckman

19 3864-5000

Centerquimica

18 3631-1313

Compass Minerals

11 3016-9600

Coremal

11 4615-8142

AGS

16 3952-1683

Degani-Vaduz

11 2085-7777

ITR

11 3340-7555

DND Química

16 3943-5283

John Deere

0800 891 4031

Dryller

31 3286-8004

Lopes Tratores

16 3628-6622

Filtrando

11 2595-1300

Marini

54 3316-4100

Panegossi

16 3383-2000

Terraverde

19 3674-0000

Tracan

16 3456-5400

Tracbel Agro

16 3968-8080

Tratorag

19 3429-1444

16 3946-9300 Grupo ENG

www.grupoeng.ind.br

Kemira

11 2189-4900

KSB

11 4596-8500

Kurita

19 3827-8388

Miika Nacional

31 3151-7861

Miracema-Nuodex

19 3728-1000

Nalco Water

11 5644-6500

OniBras

16 3969-4957

Sabará

19 3455-8900

Serquímica

16 2105-8222

Sucroanalitica

16 3704-6161

Suez Brasil

11 2166-3600

Tera

11 3963-6500

Veolia

11 3888-8800

Tratamento Térmico

SD Engenharia

16 3524-4801

Thermix

19 3881-5040

Trator

Trator

Peças e serviços

Trocador de calor Agapito

16 3946-2130

Alfa Laval

11 5188-6000

Ártica

19 3878-4800

Bermo

47 2123-4444

Caldema

16 3946-2701

CBC

11 4431-3900

Delta Ducon

11 3218-6666

E-Machine

16 3511-9000

Evacon

11 4059-0059

Fourteam Engenheiros

22 2733-1441

FW

16 3041-6600

GEA Westfalia

19 3725-3100

Hydac

11 4393-6600

ICP Latin América

11 4496-4320

JDF Centrifugas

19 2108-5013

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

Powder

11 3218-6666

Tetralon

11 4081-7000

Torfer

11 5058-6118

Tranter

11 4617-6550

Tubal

11 4606-8800

Budny

48 3432-0096

E-Machine

16 3511-9000

John Deere

0800 891 4031

LS Mtron

47 3085-8101

Mahindra

11 3060-5700

Tubo e conexão

Terraverde

19 3674-0000

Aços Motta

11 3385-8778

Tracan

16 3456-5400

Açotubo

11 2413-2000

Tracbel Agro

16 3968-8080

Alvenius

11 4613-6266

125


Guia de Compras Aperam

11 3818-1700

NG Metalurgica

19 3429-7272

Atlas Copco

11 3478-8883

Siemens

0800 119 484

Bermo

47 2123-4444

TGM

16 2105-2600

Carbinox

11 4795-9000

Turbimaq

19 3437-5700

Centerval

19 2105-1200

Zanini Turbinas

16 98228-2403

Comam

31 3275-2118

Comega

16 3969-9660

Contuflex

11 3070-0300

D&D Company

11 4072-4222

Edra

19 3576-9300

Elinox

11 2065-1400

Engcom

19 99645-1329

Fluxo Control

11 2436-3888

Franpar

16 2133-4383

InoxPira

19 3432-9838

Intersteel

11 2067-3536

Irrigabrás

11 2842-6464

Jatinox

11 2060-0405

JEA

11 4547-6000

Joplas

19 3186-9960

Neolíder

11 4393-6000

Omega Tubos

16 2138-4500

Petrofisa

41 3626-8800

Senior

11 4136-4514

SR Tubos

16 3946-4770

SSAB

11 3303-0800

Stringal

11 4347-9088

Suprir

16 2102-6500

TCA

11 2065-6565

Tecniplas

11 4528-0090

Termomecanica

11 4366-9799

Tubos Ipiranga

11 4391-6000

Tubos Oliveira

11 3186-8000

Tubos Verola

16 3456-0404

Tuper

47 3631-5000

Soluções Inteligentes em Tubos e Conexões

16 99962-5625

Vetro

Turbina

Manutenção Siemens

0800 119 484

TGM

16 2105-2600

Turbimaq

19 3437-5700

Zanini Turbinas

16 98228-2403

Turbina

Peças de reposição Siemens

0800 119 484

TGM

16 2105-2600

Turbimaq

19 3437-5700

Zanini Turbinas

16 98228-2403

Turbina Projetos Siemens

0800 119 484

TGM

16 2105-2600

Turbimaq

19 3437-5700

Zanini Turbinas

16 98228-2403

Turbocompressor Cummins

0800 286 6467

MWM

11 3882-3200

Solid Designer

11 97559-6518

Volvo

41 3317-8111

Turbogerador ABB

0800 014 9111

Texas

82 2121-2000

www.vetro.com.br

Umidade

Turbina

Instrumentos

E-Machine

16 3511-9000

Contech

11 5035-0920

Interunion

16 2102-9200

Marrari

41 3332-9393

126


Opiniões Usinagem

e Retífica de precisão Estradeiro

16 3995-9899

Fundição Água Vermelha

16 3513-2300

FW

16 3041-6600

TransmiService

16 3946-4600

Usina da Peça

16 3384-2121

Vemag

16 3511-1000

Zanini Renk

16 3518-9000

Zanini Serviços

16 3518-9090

ZBN

18 2102-9000

Válvula

16 3946-5000 Moreno

www.moreno.ind.br

Neles

15 2102-9600

Neolíder

11 4393-6000

Nicsa

11 5525-4122

Parker

12 4009-3500

Planusi

16 3513-9900

Promoen

16 3513-2900

RTS Válvulas

11 2423-7322

SGS Brasil

11 3883-8800

SMV

19 2105-1266

Stauff

11 4772-7200

Suprir

16 2102-6500

Tecnord

19 3412-1890

Tecnoval

16 3944-9900

Tectrol - Dínamo

43 3305-2500

TJA

16 3953-9696

TMSA

51 2131-3333

Unival

11 2858-9000

Valeq

21 3101-1224

Vallair

11 2696-3411

Valmec

11 3186-5700

Valvugás

11 3604-8833

Verion

11 2100-7400

W.Burger

11 5525-4355

WM Válvulas

11 2116-3335

Zanardo

18 3117-1195

Aços Motta

11 3385-8778

ACT

11 2893-9670

AERO Tecnologia do Ar

11 2152-7100

Alfa Laval

11 5188-6000

Alvenius

11 4613-6266

Argus Engenharia

19 3826-6670

Ascoval

11 4208-1700

Bermad

19 3573-8888

Bray Controls

19 3517-6161

Circor

19 3124-3124

Contech

11 5035-0920

Danfoss

11 2135-5400

Elof Hansson

11 3101-5257

E-Machine

16 3511-9000

Engeval

19 3543-8854

EXAL

19 3411-2171

Fácil System

16 3014-3270

Ferroleto

16 3969-9200

Fluxo Control

11 2436-3888

Foxwall

11 3454-0200

Franpar

16 2133-4383

Herbicat

17 3524-9797

Herom

16 2105-7200

Hidro-Ambiental

19 3572-9999

Hydac

11 4393-6600

IMI Interativa

15 3235-9500

Interválvulas

16 3516-7200

KSB

11 4596-8500

LESER

21 3195-5350

Vedação

Magnus Hidráulica

11 2422-7944

A.T.I. Brasil

Vaso de pressão Andritz

41 2103-7601

Caldema

16 3946-2701

CBC

11 4431-3900

Evacon

11 4059-0059

Fives Lille

16 3947-9029

JRE Inspeções e Ensaios

19 3454-1292

Metalúrgica Rio Grande

16 3173-8100

SGS Brasil

11 3883-8800

Solid Designer

11 97559-6518

41 3302-3400

127


Guia de Compras CBV

11 4418-8080

Chesterton

11 3382-4900

Cobra

16 3603-3333

Ferroleto

16 3969-9200

Freudenberg

11 4072-8000

Hennings

47 3036-5555

Hidrara

16 3508-1300

Luciane

11 4414-1700

Parker

12 4009-3500

Parkits

19 3421-8485

Real

19 3444-6737

Sotequi

11 3831-9858

Unimil

19 2105-0800

Ventilação e exaustão AERO Tecnologia do Ar

11 2152-7100

Airblower Ventiladores

11 99406-6066

Astral Ambiental

41 3346-2200

Bernauer

11 2666-3909

Delta Ducon

11 3218-6666

E-Machine

16 3511-9000

Equilíbrio

16 3946-2433

Euroair

54 3227-2753

HPB

16 3513-4600

www.hpb.com.br

Krieger

47 3231-1311

Powder

11 3218-6666

Roster

54 3332-1313

Stringal

11 4347-9088

Tecnovento

11 4497-0671

Ventec

19 3801-8800

Vergalhão Termomecanica

11 4366-9799

Vinhaça

Concentração Alpina

11 4397-9133

Citrotec

16 3303-9796

Dedini

19 3403-3222

JW

16 3513-2000

Valmet

41 3341-4444

128

Revista Opiniões www.RevistaOpinioes.com.br Redação: 16 99777-7799 Marketing: 16 99773-2200 16 98122-6992


Dois recados: 1. Para a empresa produtora: Ano que vem, divulgue no Anuário de Sustentabilidade da Revista Opiniões do sistema bioenergético e/ou florestal, as suas ações sociais e ambientais realizadas para seus funcionários e nas cidades do entorno das Unidades. Só fique de fora se sua empresa não fez absolutamente nada nestas áreas.

Opiniões

2. Para a empresa fornecedora:

Ano que vem, exponha a marca e os produtos da sua empresa no Guia de Compras da Revista Opiniões do sistema florestal e/ou bioenergético – parte integrante do Anuário de Sustentabilidade destes dois Sistema. Você pode inserir links diretos com suas mídias sociais, com o seu Site, e, até vídeos, dentre outras opções.

Lembre-se: quem é visto é lembrado! 129


Marketing: 16 99773-2200 16 98122-6992

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no r a i c n u An o de Anuári abilidade t Susten 2200 3 7 7 9 16 9


Se sua empresa ficou de fora este ano, reserve a edição Bioenergética de 2027 O Anuário de Sustentabilidade do sistema Sucroenergético da Revista Opiniões tem o objetivo de registrar as centenas de ações sociais e ambientais, diariamente realizadas pelas empresas produtora de etanol, açúcar, bioeletricidade, biogás, biometano, biohidrogênio, por todo o Brasil.

O Guia de Compras é a vitrine ideal para apresentar a marca, os produtos e os serviços da sua empresa para este público.

Fechamento: 14 Set 2027

Opiniões www.RevistaOpinioes.com.br

ISSN: 2177-6504

2024

anuário de sustentabilidade do sistema bioenergético

& Guia de Compras das empresas fornecedoras

Opiniões 2027

anuário de sustentabilidade

do sistema bioenergetico

& Guia de Compras das empresas fornecedoras


no r a i c n u An o de Anuári abilidade t Susten 2200 3 7 7 9 16 9

Marketing: 16 99773-2200 16 98122-6992

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2014

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2015

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ISSN: 2177-6504

2017

anuário de sustentabilidade

anuário de sustentabilidade

& Guia de Compras das empresas de base florestal

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& Guia de Compras das empresas de base florestal

& Guia de Compras das empresas de base florestal

do sistema florestal brasileiro

do sistema florestal brasileiro

do sistema florestal brasileiro


Se sua empresa ficou de fora este ano, reserve a edição Florestal de 2027 O Anuário de Sustentabilidade da Revista Opiniões tem o objetivo de registrar as centenas de ações sociais e ambientais, diariamente realizadas pelas empresas de base florestal por todo o Brasil, em favor de seus empregados e de toda a população das cidades que vivem no seu entorno.

O Guia de Compras é a vitrine ideal para apresentar a marca, os produtos e os serviços da sua empresa para este público.

Fechamento: 23 Jun 2027

Opiniões 2027

anuário de sustentabilidade

do sistema florestal brasileiro

& Guia de Compras das empresas de base florestal


Livre acesso a todas as edições dos São 3.945 mil artigos, sobre 197 diferentes temas, escritos com exclusividade pelas maiores autoridades dos assuntos no país. Você tem 2 formas para ler as revistas: 1. Pela edição Digital, folheando as páginas como em uma antiga revista. Nesta opção você pode fazer o download da edição inteira, para ler quando estiver off-line, ou 2. Por texto corrido, lendo os artigos individualmente com livre acesso aos textos e imagens, nos 7 idiomas disponíveis.

Revista Opiniões: a revista mundial do agronegócio brasileiro.


24 anos de operação em nosso Site. Biblioteca Sucroenergética

Acesso ao Site

Biblioteca Florestal


Segundo os registros do Google Analytics, dos leitores da Revista Opiniões depois

4 Bilhões de pessoas do Planeta Terra falam uma Áreas de interesse: Edição Bioenergética: • Cana • Milho • Agave • Macaúba • Açúcar • Etanol • Biodiesel • Biogás • Biometano • Bioeletricidade • Mercado de Carbono • Ração animal Edição Florestal: • Celulose • Papel • Carvão • Siderúrgia • Painéis • Madeira • Produtos não-madeireiros

Marketing :+55 16 99773-2200 Jornalismo:+55 16 99777-7799 Opinioes@RevistaOpinioes.com.br www.RevistaOpinioes.com.br


a imensa área em azul mostra a localização que passamos a publicá-la em 7 idiomas.

a das línguas nas quais a Revista Opiniões é escrita.

Fonte: Google Analytics


Esta é a mais agradável form Imagine se você descobrisse que o médico com o qual você vai fazer uma cirurgia cardíaca na manhã seguinte se formou há 20 anos como o melhor aluno da sua classe, na melhor faculdade de medicina do País. Muito bom, hein?! Entretanto, nos últimos 20 anos, ele não leu nenhum livro, nem participou de nenhum congresso, nem teve por costume ler regularmente revistas especializadas da sua área médica. Você faria a cirurgia em paz?


ma de Educação Continuada No que se refere a nossa área, quantas tecnologias foram desenvolvidas e implantadas nessas duas décadas como o estado da arte e, depois de algum tempo, substituídas por uma nova opção, muito mais eficaz e eficiente, que tomaria o lugar da anterior, até ser igualmente substituída por uma mais nova ainda.

Ampliando o projeto de educação continuada, decidimos também abrir as inscrições gratuitas para todos os funcionários das áreas técnicas, agrícolas, industriais e administrativas das empresas produtoras e fornecedoras dos sistemas florestal e bioenergético de qualquer parte do Brasil e do mundo.

Quantas pragas e doenças apareceram, desapareceram, e algumas até voltaram? Quantas técnicas foram substituídas nesses últimos 20 anos?

O acesso à informação dirigida é a mais eficiente forma de unificar e atualizar o conhecimento entre todos os funcionários em cargos de comando, bem como preparar os funcionários em ascensão para assumi-los. Esta é a mais agradável forma de gerar a educação continuada.

Nenhum conhecimento é definitivamente eterno. A faculdade está sempre atualizada, mas tão somente até o dia da sua formatura. Os livros, igualmente, até o dia da sua publicação. As opções que são continuadamente atualizadas são os congressos e as publicações regulares das áreas. Conhecendo esse cenário e o que passou a representar nesses 22 anos de operação para as universidades, centros de pesquisa e empresas do sistema agrícola e florestal, a Revista Opiniões decidiu abrir inscrições gratuitas para que todos os estudantes, professores e cientistas de todos os cursos de agroconhecimento de qualquer parte do mundo, passem a receber todas as nossas publicações.

Para passar a receber regular e gratuitamente as edições de nossas revistas, basta enviar um e-mail com os dados abaixo:

• Para: Jornalismo@RevistaOpinioes.com.br • Assunto: Educação continuada gratuita • Informe: - Apenas o primeiro Nome - e-mail profissional - e-mail pessoal

Todos os artigos da Revista Opiniões têm textos publicados em 7 idiomas, quais sejam: português, espanhol, inglês, francês, chinês, árabe e hindi, cobrindo a língua falada pelo incrível numero de mais de 4 Bilhões de pessoas. O objetivo é fazer com que o estudante, desde o primeiro dia de aula, passe a participar da vida empresarial na qual se integrará, em alguns anos, já com atualizado conhecimento do que está sendo discutido, avaliado e implantado nas empresas. Muitos dos executivos e cientistas que hoje escrevem na Revista Opiniões declararam que liam nossas edições desde quando ainda eram estudantes nas universidades.

William Domingues de Souza Editor-chefe das Revistas Opiniões WDS@RevistaOpinioes.com.br Celular e WhatsApp: +55 16 99777-7799


Arte sobre foto do acervo da BP Bioenergy


EXPEDIENTE: Editora WDS Ltda e Editora VRDS Brasil Ltda: Rua Benjamin Anderson Stauffer, 901 - Cj 42 - 14021-617, Ribeirão Preto, SP, Brasil - Pabx: +55 16 3965-4606 - e-Mail Geral: Opinioes@RevistaOpinioes.com.br •Diretor Geral de Operações e Editor-chefe: William Domingues de Souza WDS@RevistaOpinioes.com.br - Whats App: +55 16 997777799 •Coordenadora de Marketing: Valdirene Ribeiro Souza: 16 99773-2200 - VRDS@RevistaOpinioes.com.br •Vendas Operacionais: • Priscila Boniceli de Souza Rolo - Fone: 16 99132-9231 - pboniceli@gmail.com •Jornalista Responsável: William Domingues de Souza - MTb35088 jornalismo@RevistaOpinioes.com.br •Projetos Futuros: Julia Boniceli Rolo -16 2604-2006 - JuliaBR@RevistaOpinioes.com.br • Projetos Avançados: Luisa Boniceli Rolo -16 2304-2012 - LuisaBR@RevistaOpinioes.com.br •Correspondente na Europa (Augsburg Alemanha): Sonia Liepold-Mai - Fone: +49 821 48-7507 - sl-mai@T-online. de •Copydesk: Katja Augusto - katja.augusto@gmail.com - +351 91385-6862 - Portugal - UE •Edição Fotográfica: Priscila Boniceli de Souza Rolo - Fone: 16 99132-9231 - pboniceli@gmail.com •Artigos: Os artigos refletem individualmente as opiniões pessoais sob a responsabilidade de seus próprios autores •Foto da Capa: Acervo Opiniões •Participantes: Acervo Opiniões •Abertura da publicação: Acervo Opiniões •Foto da Abertura do Anuário: Acervo Opiniões •Foto da Abertura do Guia de Compras: Acervo Opiniões •Foto de todos os Anuários: Acervo Opiniões •Foto da página do Índice: Montagem Opiniões •Fotos dos Articulistas: Acervo Pessoal dos Articulistas e de seus fotógrafos pessoais ou corporativos •Ilustração dos Artigos: As fotos, vídeos, gráficos e demais ilustrações de cada artigo são fornecidas pelos Articulistas e/ou pela sua Assessoria de Comunicação, sendo, portanto, de suas responsabilidades o cuidado com os direitos autorais dos mesmos. •Foto da Próxima sucroenergética: acervo Revista Opiniões •Foto da Próxima edição Florestal: acervo Revista Opiniões •Foto do Expediente: Acervo BP Bioenergy •Fotos de Ilustrações: Paulo Alfafin Fotografia - 19 3422-2502 - 19 98111-8887- paulo@pauloaltafin. com.br • Ary Diesendruck Photografer - 11 3814-4644 11 99604-5244 - ad@arydiesendruck.com.br • Tadeu Fessel Fotografias - 11 3262-2360 - 11 95606-9777 tadeu.fessel@gmail.com • Mailson Pignata - mailson@ aresproducoes.com.br - fone: 16 99213-2105 • Acervo Revista Opiniões e dos específicos articulistas •Expedição Revista Digital: 35.387 •Revista Digital: Cadastre-se no Site da Revista Opiniões através do serviço de Fale Conosco e receba as edições diretamente em seu computador ou celular •Portal: Estão disponíveis em nosso Site todos os artigos, de todos os articulistas, de todas as edições, de todas as divisões das publicações da Editora WDS, desde os seus respectivos lançamentos, com livre possibilidade para donwload •Auditoria de Veiculação e de Sistemas de controle: Liberada aos anunciantes a qualquer hora ou dia, sem prévio aviso, através de visita virtual • Home-Page: www.RevistaOpinioes.com.br ISSN - International Standard Serial Number: 2177-6504 Conselho Editorial da Revista Opiniões: Divisão Florestal: • Amantino Ramos de Freitas • Antonio Paulo Mendes Galvão • Augusto Praxedes Neto • Caio Eduardo Zanardo • Celso Edmundo Bochetti Foelkel • Eduardo Mello • Edimar de Melo Cardoso • Fernando Campos Passos • João Fernando Borges • Joésio Deoclécio Pierin Siqueira • José Ricardo Paraiso Ferraz • Luiz Ernesto George Barrichelo • Maria José Brito Zakia • Mario Sant'Anna Junior • Mauro Quirino • Mauro Valdir Schumacher • Moacyr Fantini • Moacir José Sales Medrado • Nelson Barboza Leite • Roosevelt de Paula Almado • Sebastião Renato Valverde • Walter de Paula Lima Divisão Sucroenergética: • Eduardo Pereira de Carvalho • Evaristo Eduardo de Miranda • Jaime Finguerut • Jairo Menesis Balbo • José Geraldo Eugênio de França • Julio Maria M. Borges • Luiz Carlos Corrêa Carvalho, Caio • Manoel Vicente Fernandes Bertone • Marcos Guimarães Andrade Landell • Marcos Silveira Bernardes • Martinho Seiiti Ono • Nilson Zaramella Boeta • Paulo Adalberto Zanetti • Pedro Robério de Melo Nogueira • Plinio Mário Nastari • Raffaella Rossetto • Tadeu Luiz Colucci de Andrade plataforma digital multimídia da Revista Opiniões


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