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2026
ISSN: 2177-6504
anuário de sustentabilidade do sistema bioenergético
& Guia de Compras das empresas fornecedoras
2026 Anuário de Sustentabilidade do sistema bioenergético e Guia de Compras das empresas fornecedoras
SINDIC ATOS RUR AIS
BIODEGRADÁVEL Nós temos a fórmula
Nós temos a fórmula
Soluções Inteligentes em Tubos e Conexões
Participantes
Sustentabilidade: a agricultura regenerativa
Índice
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Bioinsumos, sozinhos, não regeneram
Índice
Os bioinsumos deixaram de ocupar um espaço restrito na agricultura. Microrganismos que durante muito tempo permaneceram nos laboratórios de microbiologia hoje chegam ao campo como inoculantes, agentes de controle biológico e tecnologias para promoção do crescimento e tolerância a estresses. É um avanço importante. Mas há um limite que precisa ficar claro: usar um produto biológico não torna, por si só, um sistema agrícola regenerativo. A agricultura regenerativa pressupõe mais do que substituir insumos. Envolve recuperar ou fortalecer processos ecológicos que sustentam o funcionamento dos agroecossistemas. Os bioinsumos precisam ser compreendidos dentro dessa lógica. O valor de um microrganismo não está somente no produto convencional que eventualmente permite reduzir. Está também na função que desempenha e nas interações que estabelece no sistema produtivo. Uma bactéria capaz de aumentar a disponibilidade de fósforo participa da dinâmica desse nutriente no sistema solo-planta. Um microrganismo antagonista pode integrar mecanismos de supressividade biológica. Outros, associados à tolerância à seca, podem contribuir para a resiliência das plantas sob restrição hídrica. Um microrganismo não deveria ser valorizado apenas pelo insumo que pode substituir, mas pelo processo ecológico que pode ajudar a restaurar ou fortalecer. Esse entendimento ganha importância diante da rápida expansão dos produtos biológicos. É possível incorporar bioinsumos mantendo praticamente inalterada a lógica de manejo: troca-se o produto, mas pouco se altera na forma como o agroecossistema é conduzido. Reduzir o uso de determinados insumos convencionais pode representar um ganho ambiental importante. Regenerar, porém, vai além da substituição e envolve recuperar funções, interações e serviços ecológicos. O solo mostra bem essa complexidade. Suas características físicas e químicas são fundamentais, mas existe ali uma enorme diversidade de microrganismos envolvidos na decomposição da matéria orgânica, na ciclagem de nutrientes, na formação de agregados e nas interações com as plantas. Cobertura vegetal, aporte de matéria orgânica, diversidade de plantas e menor perturbação favorecem essa funcionalidade. O bioinsumo precisa fazer parte desse contexto. Favorecer a microbiota já estabelecida no solo deve caminhar junto com a introdução de microrganismos selecionados. Afinal, o desempenho de um bioinsumo também depende das condições que esse microrganismo encontra quando chega ao campo. Um ambiente degradado, com baixa matéria orgânica e submetido a perturbações intensas, pode limitar a comunidade microbiana residente e, também, o estabelecimento e a expressão das funções dos microrganismos aplicados. Trabalhar com microrganismos associados a plantas da Caatinga me fez olhar para essa questão de forma ainda mais clara. Em um ambiente no qual restrição hídrica, temperaturas elevadas e limitações nutricionais fazem parte das pressões ambientais, interessa conhecer não somente quais microrganismos estão presentes, mas quais características permitem sua persistência e sua interação com as plantas. A biodiversidade microbiana é um patrimônio a ser conservado, mas também reúne funções associadas à adaptação dos organismos ao ambiente em que vivem. Isso também influencia a forma como vejo a bioprospecção. Uma resposta positiva em laboratório é apenas uma etapa na seleção de um microrganismo para uso agrícola. Origem, adaptação, interação com a planta e persistência diante das condições ambientais precisam entrar nessa análise. Conhecer a diversidade microbiana dos biomas brasileiros permite identificar funções biológicas que podem contribuir para sistemas agrícolas mais resilientes às limitações ambientais. Vejo, portanto, os produtos biológicos como ferramentas para uma agricultura regenerativa, e não como aquilo que a define. Seu avanço não deveria ser avaliado somente pelo número de produtos disponíveis ou pela quantidade de insumos convencionais substituídos. A funcionalidade que conseguimos fortalecer no agroecossistema também importa. Bioinsumos, sozinhos, não regeneram. Seu maior valor pode estar não apenas naquilo que conseguem substituir, mas nas funções que conseguem fortalecer.
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Adailson de Jesus Santos
Professor da Universidade do Estado da Bahia – UNEB e Coordenador do Laboratório de Ecologia e Biotecnologia Microbiana do Semiárido – LEBIMS
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O solo não aceita discurso
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Aprendi a desconfiar de solo olhando para ele. No setor sucroenergético, vi áreas aparentemente uniformes esconderem diferenças enormes de estrutura, infiltração de água e atividade biológica. Hoje, na produção de grama, isso ficou ainda mais evidente. Basta retirar um tapete para o solo se expor: raízes, agregados, umidade, compactação e matéria orgânica. O chão não aceita discurso. Ele mostra a qualidade do manejo que recebeu. Entendo a agricultura regenerativa como uma forma de produzir enquanto se fortalece a capacidade produtiva do solo e o funcionamento do ecossistema. Não é uma coleção de produtos biológicos nem a eliminação de fertilizantes e defensivos por princípio. Regenerar é recuperar estrutura, vida microbiana, ciclagem de nutrientes, infiltração de água, raízes e matéria orgânica. Durante muitos anos, acompanhei uma agricultura dependente de insumos químicos. Eles continuam importantes. O problema começa quando qualquer desequilíbrio recebe apenas mais um insumo, sem que se pergunte o que ocorre com o solo e as raízes. Faço uma autocrítica ao agro: fomos eficientes em corrigir sintomas, mas demoramos a dar à estrutura do solo e à matéria orgânica o mesmo peso que dávamos às doses. Em uma empresa na qual trabalhei, acompanhei por três anos o uso contínuo de produtos biológicos em um pivô irrigado de 225 hectares de cana-de-açúcar. Na cana, a produtividade costuma cair a cada nova colheita da mesma planta, chamada de corte. Ali, ocorreu o contrário: saímos de 93 toneladas por hectare no quarto corte para 105 no sétimo. Análises metagenômicas, que identificam pelo material genético os microrganismos do solo, mostraram uma comunidade biológica mais diversa. Não houve transformação instantânea, mas ficou confirmado que o solo não é apenas suporte físico e reservatório de nutrientes. É um sistema vivo. Mais recentemente, conheci o TMT, metodologia desenvolvida pelo agrônomo e pesquisador brasileiro Celso Tomita. Em termos simples, ela multiplica na própria fazenda comunidades de microrganismos benéficos, como bactérias e fungos, e as aplica ao solo e às plantas, aproveitando resíduos da produção e recursos locais para reduzir a dependência de insumos externos. O que me interessa nessa abordagem é a lógica: tratar solo e planta como um mesmo sistema biológico. Ainda assim, nenhuma tecnologia é receita pronta. Biológicos, pós de rocha de liberação gradual e resíduos orgânicos só fazem sentido dentro de uma estratégia agronômica coerente. Meu critério é agronômico: usar cada ferramenta onde e na intensidade necessária, reduzindo dependências quando houver alternativa consistente. Aplicar microrganismos em solo compactado e descoberto gera mais expectativa do que resultado. A biologia precisa de ambiente. A raiz precisa de espaço. A água precisa infiltrar. Já vi chuva escorrer sobre áreas compactadas, enquanto, poucos centímetros abaixo, o solo permanecia seco. Em áreas bem estruturadas, vi o contrário: a água entra e fica. Um solo regenerado não aumenta a chuva, mas aproveita melhor cada milímetro que chega, perde menos nutrientes e sofre menos erosão. Também me incomoda a regeneratividade de fachada. Sem linha de base, metas e medição, sobra narrativa. Quero saber se a matéria orgânica aumentou, se a infiltração melhorou, se a compactação diminuiu e se há mais raízes em profundidade e se a diversidade microbiana evoluiu. Nem tudo terá precisão absoluta, mas o que não se mede dificilmente será gerenciado com seriedade. Operações em grande escala me ensinaram: boa intenção não escala; processo escala. Talhão por talhão. Ciclo após ciclo. Na produção de grama, retiramos biomassa e parte da camada superficial do solo a cada colheita. O sistema cobra reposição. Preservar a estrutura, estimular raízes, devolver matéria orgânica, controlar o tráfego e manejar a irrigação são condições para manter o solo funcional. Defendo a agricultura regenerativa justamente por não acreditar em atalhos. Se uma prática não deixa o solo mais vivo, mais estruturado e capaz de usar água e nutrientes com menos perdas, prefiro não chamá-la de regenerativa. O desafio não é adotar uma nova palavra. É entregar um solo melhor depois de cada ciclo produtivo, como legado ambiental para quem continuará produzindo naquela terra.
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Alecio Cantalogo Junior
Gerente Agrícola Corporativo da Itograss
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Regenerar é só o começo
Índice
Índice
A agricultura regenerativa ganhou espaço porque nos lembra de algo essencial: não existe produção agrícola duradoura em um ambiente que perde solo, água, matéria orgânica e vida. Onde houve degradação, regenerar é necessário. Mas tenho cada vez mais a impressão de que, para a agricultura, regenerar é apenas o começo. Uma lavoura nunca será um ambiente natural em perfeito equilíbrio. Agricultura é, por definição, uma intervenção: escolhemos algumas plantas, favorecemos seu desenvolvimento e esperamos colher muito mais delas do que a natureza produziria espontaneamente. Mesmo ambientes biologicamente ricos sofrem desequilíbrios. Frequentemente sou chamado para controlar pragas em áreas cultivadas sob manejo orgânico há décadas, porque determinada população atingiu níveis capazes de provocar prejuízos insustentáveis. Equilíbrio biológico não significa ausência de problemas. Talvez, portanto, mais importante do que tentar reproduzir um suposto equilíbrio natural, seja aprender a manejar biologicamente o ambiente agrícola. Isso significa utilizar organismos para controlar pragas e doenças, melhorar a nutrição, estimular o desenvolvimento e aumentar a capacidade das plantas de enfrentar estresses. Assim, plantas e organismos benéficos podem realizar parte cada vez maior do trabalho que hoje fazemos com intervenções externas. Estamos avançando rapidamente nesse caminho. Conhecemos cada vez melhor fungos, bactérias, nematoides, insetos e ácaros e aprendemos a utilizá-los com maior eficiência. São os bioinsumos. Alguns controlam pragas e doenças; outros disponibilizam nutrientes, estimulam raízes ou favorecem mecanismos naturais de defesa. O momento agora é aprender a usá-los corretamente. Isso é diferente de imaginar que podemos reconstruir um ambiente simplesmente acrescentando biodiversidade. No solo existem milhares de espécies, conhecemos apenas uma pequena parcela delas e sabemos menos ainda sobre as relações entre elas e as plantas. Um solo ter poucos microrganismos capazes de fixar nitrogênio, por exemplo, não significa que simplesmente aumentar sua quantidade garantirá maior fixação. Ter mais organismos não significa, necessariamente, ter mais função. O caminho que me parece mais promissor é conhecer bem organismos específicos, entender o que conseguem fazer e utilizá-los onde e quando determinada função é necessária. Podemos favorecer um organismo que já existe ou introduzir outro conhecido e estudado. Não tentamos reconstruir toda a natureza; interferimos pontualmente para restabelecer funções que não estão ocorrendo como desejamos. Por isso, o manejo biológico vai muito além do controle de pragas ou doenças. Uma planta bem nutrida, com raízes vigorosas e mecanismos de defesa funcionando adequadamente, enfrenta melhor os desafios do ambiente. Ainda não conseguimos manter essa condição o tempo todo em uma lavoura e continuaremos precisando intervir. Na cana-de-açúcar isso é evidente. Podemos usar microrganismos para favorecer raízes e nutrição, outros no manejo de doenças, e ainda fungos, bactérias, nematoides e insetos benéficos contra pragas. Mas cada organismo tem seu momento, ambiente e função. Não basta ser biológico: precisa funcionar. Nesse cenário, os defensivos químicos não precisam desaparecer, mas podem mudar de papel. Quanto melhor manejarmos biologicamente o sistema, menor poderá ser nossa dependência deles. O químico entra quando necessário, quando o manejo biológico não consegue conter sozinho determinado problema. Em vez de ser sempre a primeira resposta, torna-se uma ferramenta para quando precisamos vencer uma batalha. É isso que torna o momento atual tão interessante. Não estamos apenas descobrindo novos bioinsumos. Estamos aprendendo como, quando, onde e para quê usar cada organismo. Esse conhecimento talvez seja mais importante para o futuro da agricultura do que simplesmente aumentar o número de espécies presentes em uma área. Regenerar o que foi degradado continuará sendo fundamental. Mas, depois disso, precisamos manter o sistema funcionando. A agricultura do futuro provavelmente será mais biológica, mas nunca será uma agricultura sem intervenção. Será uma agricultura em que conheceremos melhor a vida ao nosso redor e a utilizaremos com objetivos cada vez mais precisos: interferindo menos quando possível, biologicamente sempre que conseguirmos e quimicamente quando necessário.
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Alexandre de Sene Pinto
Professor do Centro Universitário Moura Lacerda e Occasio
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A evolução da agricultura regenerativa
Índice
A agricultura regenerativa na cana-de-açúcar tem construído sistemas cada vez mais produtivos, resilientes e sustentáveis, capazes de utilizar melhor os recursos disponíveis e preservar a capacidade produtiva do ambiente para as próximas gerações, como resultado da integração crescente de tecnologias aplicadas. A circularidade é um grande diferencial, além da produção de açúcar, etanol e energia, os subprodutos retornam ao campo como insumos. Vinhaça e torta-de-filtro, somadas a subprodutos orgânicos de outras cadeias (estercos e resíduos), reciclam nutrientes, aumentam o aporte de matéria orgânica e eliminam desperdícios. A rotação de culturas como soja, amendoim, crotalárias, braquiária, milheto e mix de plantas protege o solo, produz biomassa, favorece a ciclagem de nutrientes, incrementa matéria orgânica, estimula a atividade biológica e contribui para a construção de perfis mais férteis e estruturados, gerando melhor aeração, infiltração e armazenamento de água, maior resistência a processos erosivos e favorecendo o aprofundamento radicular, tornando o sistema mais resiliente às variações climáticas, sustentável e produtivo. O preparo de solo localizado, associado à manutenção da fertilidade ao longo dos cortes e ao tráfego controlado, diminui a necessidade de operações na reforma. Assim, o sistema regenerativo permite avançar cada vez mais na direção do sistema de plantio direto, sobre perfil de solo construído. A diversificação varietal amplia a estabilidade produtiva e reduz vulnerabilidades, genéticas modificadas com tolerância a pragas e glifosato diminuem a necessidade de intervenções e o volume de ingredientes ativos por hectare. O crescimento dos bioinsumos reforça a transição para um agroecossistema mais equilibrado. Na colheita, a sustentabilidade está associada à eficiência operacional, construída através da sistematização das áreas, treinamento das equipes e centrais de inteligência que elevam a produtividade dos equipamentos. Com isso, torna-se possível trabalhar com frotas menores e reduzir combustível e emissões. Olhando para o futuro, a agricultura regenerativa será cada vez mais orientada por dados, inteligência artificial e ferramentas de agricultura digital, chegando a nível de pixel, permitindo decisões mais rápidas e precisas, reduzindo retrabalhos e aumentando a sustentabilidade ambiental e econômica. Novos sistemas de multiplicação, como as sementes sintéticas, variedades mais resilientes e avanços na irrigação contribuirão para elevar a produtividade por unidade de área e reduzir a necessidade de recursos. Na mecanização, os equipamentos movidos a etanol e biometano têm papel de destaque. A gestão do sistema regenerativo vai além da adoção de tecnologias e práticas capazes de gerar benefícios, deve-se acompanhar sua evolução por meio de indicadores e sistemas de medição: matéria orgânica, infiltração de água, compactação, atividade biológica, produtividade, eficiência no uso de insumos, intensidade de emissões e carbono armazenado no solo devem compor uma visão objetiva da evolução do sistema. Todos esses indicadores devem ser monitorados e correlacionados com os ganhos ambientais e financeiros de forma sustentável. A agricultura regenerativa encontra na cana-de-açúcar um de seus principais exemplos de aplicação em larga escala. Inserida em um sistema produtivo eficiente, circular e regenerativo, a cultura reúne práticas agronômicas sustentáveis, tecnologias, genética, dados e informação para gerar valor, preservar recursos naturais e fortalecer a sustentabilidade ambiental, produtiva, operacional e financeira da produção. Para que esse modelo evolua continuamente, é fundamental investir na qualificação das pessoas, no gerenciamento e no papel da academia e dos centros de pesquisa na geração contínua de novas tecnologias e conhecimentos. Essa integração é fundamental para ampliar a adoção da agricultura regenerativa e consolidá-la como um sistema produtivo cada vez mais eficiente, sustentável e escalável.
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Carlos Daniel Berro Filho
Gerente Executivo de Agronomia da CTC - Centro de Tecnologia Canavieira
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A construção inteligente da produção
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Não faz muito tempo – há cerca de 30 anos -, o manejo agrícola e agronômico, especialmente no setor sucroenergético, buscava a otimização dos processos produtivos com foco predominante na redução de custos. O uso de fertilizantes concentrados e de defensivos agrícolas com baixa seletividade para a cultura; sistemas de preparo de solo intensivos, com movimentação e exposição da superfície; baixa utilização de rotação de culturas e de culturas de cobertura; além de correções químicas realizadas de forma localizada, contribuíram para a otimização das lavouras, mas também favoreceram um processo de “empobrecimento” do solo. Esse processo afetou justamente a base da agricultura: a capacidade do solo em sustentar a vida e os processos biológicos responsáveis pelo funcionamento de um sistema produtivo mais robusto. Hoje, o uso eficiente de fertilizantes e nutrientes deve buscar a redução das perdas e o aumento do aproveitamento pelas plantas. Isso não significa eliminar os fertilizantes minerais. A integração entre fontes minerais, orgânicas e de base biológica pode contribuir para uma estratégia mais eficiente de nutrição. Nesse cenário, a agricultura de precisão permite direcionar fertilizantes e outros insumos de acordo com a variabilidade das áreas de produção. Da mesma forma, sistemas de cultivo conservacionistas procuram reduzir o número e a intensidade das operações, considerando as características de cada área. A manutenção da cobertura do solo, por meio da palhada e de culturas de rotação, contribui para o controle da erosão, a conservação da umidade, o manejo de plantas daninhas e a incorporação gradual de matéria orgânica. Sua preservação melhora a retenção de água, favorece a atividade biológica e estimula organismos envolvidos na decomposição da matéria orgânica, na ciclagem de nutrientes e na manutenção da estrutura do solo. Geoprocessamento, imagens de satélite, sensores e plataformas de gestão geram informações para apoiar decisões mais precisas. O controle de tráfego de máquinas é exemplo em que o planejamento de rotas pode reduzir o pisoteio e a compactação, preservando as condições necessárias ao desenvolvimento das raízes. A integração desses fatores proporciona um ambiente mais equilibrado, favorecendo o desenvolvimento radicular, a absorção de água e nutrientes e a resiliência das plantas diante de períodos de déficit hídrico e da ocorrência de pragas e doenças. Quando observadas em conjunto, essas práticas conceituam a própria agricultura regenerativa. Elas se complementam, e uma frequentemente conduz à outra. Praticar agricultura regenerativa significa adotar um conjunto integrado de boas práticas, buscando não apenas produtividade, mas também conservação e recuperação da capacidade produtiva do sistema. Seu elemento central é o solo, entendido como um sistema vivo e fundamental para o funcionamento do ecossistema agrícola. Manter um ambiente equilibrado é menos desafiador do que recuperar um degradado. Nesse caminho, o tempo é um importante aliado, pois a regeneração dos processos físicos, químicos e biológicos ocorre gradualmente e exige continuidade. A transição para sistemas regenerativos apresenta desafios: conhecimento técnico, investimentos iniciais, adaptação de máquinas e processos, capacitação da equipe e mudança na cultura da gestão. Por isso, a agricultura regenerativa deve ser encarada como uma estratégia de longo prazo. O planejamento precisa considerar resultados econômicos, eficiência no uso dos recursos, conservação do solo e da água e resiliência da produção. No setor sucroenergético, essa abordagem representa uma oportunidade de aprimoramento dos sistemas de produção. Ao priorizar a saúde do solo, a conservação da água, a biodiversidade, a ciclagem de nutrientes e o uso eficiente dos recursos, podemos construir sistemas mais resilientes, eficientes e sustentáveis. A evolução da produção de cana-de-açúcar dependerá, cada vez mais, da capacidade de produzir mais e melhor, utilizando os recursos naturais de forma inteligente. Mais do que produzir, será necessário construir um sistema de produção capaz de continuar produzindo. Essa é, talvez, a essência da agricultura regenerativa: transformar a eficiência produtiva de curto prazo em capacidade produtiva de longo prazo.
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Cassio Manin Paggiaro
Diretor Agrícola da Usina Santa Adélia
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Sustentabilidade e a agricultura regenerativa
Índice
Em 1973, Jean Dorst, um pesquisador francês, lançou o livro chamado "Antes que a Natureza Morra", com dezenas de exemplos de autofagismo como: destruição de florestas nativas, extrativismo sem controle na mineração, na pesca predatória, na extração de madeira, poluição de rios, esgotamento de solos férteis por erosão etc., itens que o ser humano não demonstrava o mínimo cuidado. Falta de saneamento básico e lixões nos grandes centros, escassez de água potável, a fome, a poluição atmosférica causada pelas fábricas. Assim foi despertada a consciência coletiva que fez a ONU entrar na parada. Para enquadrar os problemas que se repetiam em diversos países, criou-se o conceito de “Sustentabilidade”, que passou a ser utilizado em todas as áreas e atividades humanas. À agricultura, em especial, têm sido exigidas práticas alternativas e sustentáveis de produção tais como: manter sempre protegida a superfície do solo; reduzir o revolvimento por gradagens, aração etc.; uso de corretivos de solo sem incorporação; plantio direto sobre palhada da cultura anterior; uso de plantas de cobertura com farta produção de biomassa e raízes; aproveitamento de resíduos animais, vegetais e industriais; uso de bioinsumos em geral; uso de substâncias húmicas estimuladoras de enraizamento, para formação de micorrizas. Todos esses itens fazem parte do cardápio da agricultura regenerativa. No meio das centenas de espécies de microrganismos que habitam o solo, temos aqueles que são “do bem”, porque facilitam a absorção de água e nutrientes pelas plantas, além de estimular e proteger o sistema radicular. Por outro lado, no solo os fungos dos gêneros phytophora, pytium e fusarium (causadores de podridões das raízes) e os nematoides dos gêneros meloidógine e pratylenchus (sugadores de seiva) são prejudiciais às plantas. Na implantação de agricultura regenerativa recomenda-se o uso intensivo de matéria orgânica, que é o componente mais precioso para um solo se tornar produtivo. A matéria orgânica, depois de decomposta, serve de combustível para as plantas e microrganismos, como os fungos arbusculares e as bactérias nitrificantes, que vivem em simbiose com as plantas na rizosfera. Eles fornecem nutrientes e recebem em troca exsudatos das raízes. As hifas dos fungos, ao se expandirem, ajudam na estruturação do solo, mantendo-o poroso, grumoso e estruturado, ou seja, o ambiente ideal para o desenvolvimento radicular e armazenamento de água. Na cana-de-açúcar, cultura de grandes extensões, a adoção da agricultura regenerativa está sendo testada e tem trazido algumas questões: Como deixar de revolver um solo compactado? Como incorporar o calcário para atingir maiores profundidades? Como combater as pragas de solo, como o sphenophorus e o migdolus, que vivem abaixo das raízes? Como suprir as raízes das plantas com substâncias orgânicas? Alguns pilares da agricultura regenerativa estão sendo mesclados às práticas tradicionais, as quais aos poucos estão sendo aperfeiçoadas. Por exemplo: o corte de soqueiras, que mexe pouquíssimo com a estrutura do solo e pode injetar substâncias orgânicas liquidas em profundidade diretamente na linha da cana; a pulverização foliar de ácidos fulgicos, que tem cadeia carbônica curta, juntamente com os ácidos húmicos, que precisam passar por processo de redução de sua cadeia carbônica para penetrar pelos estômatos. São produtos que já se encontram no mercado, elaborados em laboratórios especializados de biotecnologia. Para descompactar os solos, temos hoje os equipamentos que trazem um novo conceito para descompactação, sem mexer com a estrutura do solo e a cobertura de palha, e ainda fazem uma subsolagem que pode atingir 30 a 40 cm de profundidade. Na agricultura regenerativa, recomenda-se não mexer com a terra e esperar por três a quatro anos até o solo se reequilibrar, só manejando as espécies de cobertura. Os mais entusiastas por esse sistema afirmam que, após esse período, os fungos, bactérias e nematoides entomopatogênicos, inimigos naturais de pragas e doenças, se ampliarão por si só e, assim, poderão contribuir para reduzir o uso de defensivos. No mercado encontram-se vários bioinsumos com microrganismos benéficos vivos, isolados e rigorosamente produzidos com elevada pureza e qualidade. Afinal, se o objetivo é implantar novas práticas mais sustentáveis na produção de cana-de-açúcar e alimentos, as tecnologias citadas neste artigo podem ser testadas e incorporadas ao sistema produtivo. Reflita sobre tudo isso e veja se será possível.
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Dib Nunes Jr
CEO do Grupo IDEA
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Agricultura regenerativa além da porteira
Índice
Quando se fala em agricultura regenerativa, o primeiro olhar naturalmente vai para o campo. Solo, matéria orgânica, água e capacidade produtiva estão no centro dessa discussão. No setor bioenergético, porém, acredito que podemos ampliar esse olhar e enxergar agricultura e indústria como partes de um mesmo sistema. Não existe agricultura verdadeiramente regenerativa se continuarmos pensando em agricultura e indústria separadamente. Ainda medimos os dois ambientes com indicadores próprios. Na área agrícola, acompanhamos produtividade em toneladas por hectare, kg de ART por hectare, impurezas minerais em kg por tonelada, dentre outros. Na indústria, acompanhamos rendimento global (Rendimento Total Corrigido), extração, rendimento da fermentação, perdas determinadas e indeterminadas, entre outros. O desafio aparece quando o melhor resultado de uma área, isoladamente, não representa o melhor resultado do conjunto. Uma matéria-prima escolhida por determinadas características agronômicas pode ser muito interessante no campo e exigir mais da indústria. Maior teor de fibra, por exemplo, pode trazer vantagens agronômicas em determinadas condições, mas também dificultar a extração. É justamente aí que agricultura e indústria precisam se entender melhor. Quando o sistema perde eficiência, cresce também a necessidade de recursos. Mais água, vapor, energia e insumos podem ser necessários. Ácidos, cal, antibióticos ou biocidas, antiespumantes, dispersantes, polímeros, floculantes e produtos sanitizantes fazem parte dessa conta. Cada um deles exigiu matérias-primas, água, energia, fabricação e transporte. A cana leva para a indústria água, fibras, açúcares, minerais e energia. Depois do processamento, parte vira açúcar, etanol e eletricidade. Outra parte permanece no bagaço, na vinhaça, na torta de filtro, no CO₂ e em correntes que ainda carregam carbono, nutrientes e energia. Vejo aí uma grande oportunidade da agricultura regenerativa: aproveitar melhor tudo aquilo que já entrou no sistema. A vinhaça pode retornar ao campo levando água, potássio e matéria orgânica. Antes disso, pode gerar biogás e biometano, substituindo fontes fósseis. Novas rotas biotecnológicas também podem aproveitar parte de sua carga orgânica para produzir óleo, que pode ser usado em substituição ao antiespumante ou seguir para rotas de biodiesel e HVO, além da produção de biomassa de levedura, que pode ser seca e aproveitada em outros mercados. Quanto mais utilizamos uma mesma corrente antes de devolvê-la ao ciclo, maior a eficiência no uso dos recursos. A torta de filtro oferece outro exemplo. Utilizada como matriz de fertilizantes organominerais, pode favorecer uma disponibilização mais gradual dos nutrientes no solo, aproximando sua liberação da demanda da planta. O melhor aproveitamento pode reduzir a necessidade de fertilizantes minerais e as operações mecanizadas de aplicação. Isso significa menor consumo de insumos, menos tráfego de máquinas, menos diesel, menor compactação e menores emissões. Regenerar é reaproveitar resíduos, recircular nutrientes, substituir fontes fósseis e, também, fazer com que cada decisão reduza a necessidade de novos recursos nas etapas seguintes. Essa visão precisa ser acompanhada por indicadores que atravessem a fronteira entre campo e indústria. O próprio RenovaCalc aponta nessa direção ao calcular a intensidade de carbono dos biocombustíveis considerando as fases agrícola, industrial e de transporte. Fertilizantes, operações agrícolas, energia e emissões passam a compor um mesmo resultado ambiental. Isso ajuda a tornar a agricultura regenerativa mais mensurável. Produtividade e qualidade da matéria-prima precisam conversar com consumo de água, energia e insumos, aproveitamento da biomassa, recirculação de nutrientes, substituição de combustíveis fósseis e intensidade de carbono. A agricultura regenerativa começa no solo, preservando matéria orgânica, atividade biológica, água e capacidade produtiva. No setor bioenergético, podemos levar esse conceito adiante. Quanto melhor campo e indústria compreenderem um ao outro, melhor utilizaremos solo, água, carbono, energia e nutrientes. A regeneração ganha força quando todo o sistema trabalha para preservar recursos, reduzir perdas e devolver ao campo melhores condições para continuar produzindo.
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Henrique Berbert Amorim Neto
Presidente da Fermentec
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Reciclagem nutricional e rotação de culturas
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O setor sucroenergético tem grandes oportunidades na aplicação das técnicas de agricultura regenerativa. A alta produção de biomassa pela cana-de-açúcar resulta num volume de palhada e sistema radicular que cria condições para aumento da matéria orgânica no solo e captura de carbono da atmosfera. O controle da compactação, a melhoria da infiltração e redução das enxurradas formam um componente de extrema importância para uma agricultura sustentável e produtiva. Deve ser considerado também o uso de insumos biológicos para redução dos defensivos agrícolas, desde os já consagrados fungos entomopatogênicos, parasitas e parasitoides de pragas, passando por microrganismos fitoprotetores, indutores de resistência e fixadores de nitrogênio, entre outros. A reciclagem dos nutrientes exportados com os colmos, presentes em coprodutos como vinhaça, cinza de caldeira e torta de filtro, é uma grande oportunidade na agricultura regenerativa na canavicultura. A cana de açúcar exporta com os colmos em torno de 0,9 kg de N, 0,15 kg de P (0,34 kg de P₂O₅) e 1,1 kg de K (1,33 kg de K₂O) por tonelada produzida. A vinhaça é o destino de aproximadamente 90% do potássio, 15% do fósforo e dois terços do nitrogênio que vêm com a cana. O bom uso da vinhaça, considerando uma aplicação com qualidade e dosagem equivalentes ao uso do fertilizante mineral convencional, pode economizar quase 2.000 toneladas de cloreto de potássio, 280 toneladas de superfosfato simples e 1.300 toneladas de ureia por milhão de toneladas moídas. A torta de filtro fica com quase 80% do fósforo e 20% do nitrogênio da cana moída, e, considerando o mesmo critério, temos o equivalente a 1.500 toneladas de superfosfato simples e 400 toneladas de ureia. Por fim, a cinza contém próximo de 8% do fósforo e potássio que vêm com a cana, contribuindo com 150 toneladas de superfosfato simples e 170 toneladas de cloreto de potássio. Toda essa quantidade de nutrientes pode ser reciclada através da aplicação de vinhaça localizada enriquecida e do composto feito com a torta de filtro e a cinza. O bom uso desses recursos proporciona a economia nos custos dos insumos, impacto positivo no uso de recursos naturais e na balança comercial do País. Ainda conta com um provável aumento da produtividade das áreas tratadas, pelos benefícios da matéria orgânica e dos demais nutrientes que vão junto desses coprodutos. Outro aspecto a ser considerado é o aproveitamento dos nutrientes já existentes no solo e na redução das suas perdas por erosão, percolação e fixação. O uso de culturas em rotação apresenta uma oportunidade para recuperar nutrientes que percolaram abaixo da profundidade do sistema radicular, acessar frações de nutrientes com baixa disponibilidade, em especial do fósforo, e fixar biologicamente nutrientes, no caso de leguminosas. O controle da erosão que essas culturas proporcionam também deve ser destacado, uma vez que o preparo dessas áreas ocorre predominantemente em períodos de alta intensidade de chuvas, provocando retrabalho e perdas de solo e nutrientes. A prática da rotação de culturas, mesmo que considerando apenas uma vez durante todo o ciclo da cana, também é uma alternativa que quebra o ciclo das pragas e doenças. Para o sphenophorus levis, associado à destruição da soqueira, tem na rotação de culturas uma das armas mais eficientes para seu combate. Há também a oportunidade do uso de culturas comerciais, em especial a soja e o amendoim, que ampliam os benefícios, com a fixação biológica de nitrogênio, o auxílio na desinfestação das áreas com pragas e plantas daninhas e deixando no solo os resíduos da cultura e dos fertilizantes aplicados. A cultura da cana-de-açúcar tem muito a contribuir para a agricultura regenerativa, tanto pelas tecnologias já consolidadas, quanto por seu histórico de produção em áreas exploradas há mais de cem anos. A reciclagem de nutrientes por meio dos coprodutos e a rotação de culturas durante a reforma dos canaviais ajudam a conciliar produtividade, eficiência no uso de insumos e conservação dos recursos naturais. O grande desafio está na execução com excelência dessas práticas e na busca contínua por inovação, fortalecendo a resiliência e a sustentabilidade do sistema produtivo.
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Jorge Fernando Fávaro Gomes
Diretor Agrícola da Adecoagro
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O novo perfil das cultivares regenerativas
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A agricultura regenerativa já é praticada há muito tempo na cultura da cana-de-açúcar. A utilização da vinhaça como fertilizante nos anos 1980 e a colheita mecanizada crua iniciada nos anos 1990 foram os potencializadores para o início dos trabalhos científicos e da adoção da agricultura regenerativa nos canaviais brasileiros. Com o avanço do conhecimento, a palhada e a vinhaça foram colocados na base do sistema regenerativo da cana-de-açúcar, que buscou manter em todo ou em parte a palhada no solo sem cultivo, aplicando vinhaça enriquecida com biológicos e fertilizantes químicos de forma concentrada sobre a linha da cana. E o resultado imediato foi observado justamente no sistema radicular, o primeiro termômetro da funcionalidade da cultura regenerativa na cana. No sistema regenerativo, a vida útil das raízes aumenta e a mortalidade é reduzida significativamente, acelerando a brotação da soqueira que ocorre de forma rápida e uniforme com impacto direto na produtividade e longevidade do canavial. Embora a utilização da agricultura regenerativa em cana tenha, por si só, um grande potencial para aumentar a produtividade e a longevidade dos canaviais e, ao mesmo tempo, reduzir significativamente os custos de produção, o melhoramento genético pode potencializar ainda mais esses ganhos. Relaciono algumas frentes de pesquisa e seleção que podem contribuir para o melhoramento regenerativo em cana-de-açúcar: • Seleção para arquitetura radicular e rizodeposição: o maior avanço vem da introgressão de saccharum spontaneum, a mesma espécie usada na cana-energia. Enquanto variedades convencionais alocam 12-15% da biomassa em raízes, clones de cana-energia alocam 28-32%. A seleção de clones com maior volume de raízes finas (diâmetro <0,5mm) pode duplicar a exsudação de carbono orgânico, e essa rizodeposição é o principal alimento para bactérias diazotróficas e fungos micorrízicos. A implicação regenerativa é que raízes profundas descompactam biologicamente, criam bioporos e elevam nutrientes lixiviados, reduzindo necessidade de subsolagem e adubação potássica. • Seleção para eficiência no uso de nitrogênio e fixação biológica: cana-de-açúcar não forma nódulos, mas é uma das gramíneas com maior associação com bactérias endofíticas fixadoras de nitrogênio (N). Hoje já existem diversos produtores se utilizando da fixação biológica de nitrogênio (FBN) para reduzir a adubação nitrogenada em seus canaviais. Entretanto, os programas de melhoramento ainda pouco priorizam selecionar cultivares mais adaptadas a FBN. Hoje já existem ferramentas biotecnológicas de precisão para uso nos programas de melhoramento genético da cana, seja via edição genica, transgenia e/ou via seleção clonal com uso de biomarcadores, que levem a cultivares mais responsivas à FBN atmosférico de forma a eliminar, ou reduzir significativamente a necessidade da adubação nitrogenada no plantio comercial. • Seleção para longevidade e redução de revolvimento do solo: cada reforma de canavial emite aproximadamente 8,5 t CO2eq/ha por diesel, revolvimento e perda de matéria orgânica. O caráter longevidade está ligado a genes de perfilhamento e de rizomas de S. spontaneum e à resistência ao complexo de patógenos (síndrome da murcha, carvão, raquitismo, escaldadura e ferrugens) e pragas (broca comum, broca gigante, cigarrinha, bicudos) que incidem, principalmente, sobre as soqueiras. Uma nova cultivar com uma participação maior de S. spontaneum no genoma certamente será mais longeva, resistente a patógenos e possivelmente mais tolerante ao ataque de pragas. • Seleção para resistência a pragas: agricultura regenerativa preconiza redução de pesticidas. O melhoramento com Bt (Cana Bt RR) com resistência à broca (diatraea saccharalis) reduz aplicação de inseticidas em 90%, e esse exemplo do Bt com a broca pode ser facilmente extrapolado para as demais pragas da cana-de-açúcar, como as cigarrinhas e os bicudos. Como comentário final, gostaria de destacar que o melhoramento genético necessita deixar de ser fornecedor de cultivar produtiva apenas e passar a ser fornecedor de uma cultivar regenerativa capaz de produzir com mais sustentabilidade. Uma variedade regenerativa talvez não seja a que produz 120 t/ha com 120 kg de N mineral por 5 anos, mas a que produz 100 t/ha com 30 kg de N mineral por 10 anos, deixando o solo mais fértil, com mais carbono armazenado, mais poroso e com aumento real no teor de matéria orgânica.
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José Antonio Bressiani
Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Nufarm Brasil
Q
A célula fotovoltaica da agricultura
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Existe um paradoxo no setor bioenergético brasileiro. Poucos segmentos possuem contribuição ambiental tão ligada à atividade principal, mas de fato comunicam pouco sua relevância. Acostumados a produzir açúcar, etanol, bioeletricidade e, mais recentemente, biometano, nem sempre destacamos o caráter extraordinário do sistema que sustenta esses produtos. Produzimos alimentos, energia e combustíveis renováveis por meio da fotossíntese. A cana-de-açúcar captura energia solar, remove dióxido de carbono da atmosfera e libera oxigênio, associando geração de riqueza e serviço ambiental. Açúcar, etanol, bioeletricidade e biometano têm a mesma origem. Suas moléculas são constituídas por carbono, hidrogênio e oxigênio da fotossíntese. Sob essa perspectiva, o setor comercializa mais do que commodities agrícolas. Entrega alimento na forma de açúcar, combustíveis renováveis como etanol e biometano, e eletricidade obtida da energia armazenada na biomassa. Em essência, transforma recursos renováveis capturados pela planta em diferentes formas de alimento e energia. Outro diferencial é que os nutrientes minerais essenciais à fotossíntese, como nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre e micronutrientes, permanecem majoritariamente no próprio ciclo produtivo. Quando a cana chega à indústria, parte desses nutrientes já ficou no campo, na palhada da colheita mecanizada sem queima, no sistema radicular e na atividade biológica do solo. Outras frações estão sujeitas a transformações, lixiviação e perdas para a atmosfera. Ainda assim, parcela relevante acompanha a biomassa e, após o processamento, concentra-se na vinhaça, torta de filtro, cinzas e outros coprodutos. Essa dinâmica cria uma oportunidade. Quanto mais eficientes formos em devolver esses recursos ao campo, menor será a necessidade de insumos externos. A reciclagem de nutrientes deixa de ser apenas uma prática ambiental e torna-se estratégia agronômica e econômica de eficiência sistêmica, com ganhos ambientais e econômicos claros. Na CerradinhoBio, aproximadamente cinco sextos da área cultivada são conduzidos sem nitrogênio mineral, resultado do uso agronômico da vinhaça, de compostos orgânicos e da intensificação da fixação biológica de nitrogênio. O mesmo princípio orienta os demais coprodutos industriais, buscando devolver ao campo recursos provenientes da própria cana. A reposição integral ainda é um desafio agronômico e logístico, mas o direcionamento é claro: ampliar a eficiência desse retorno e reduzir a dependência de fontes externas. Essa visão avança com tecnologias biológicas. Microrganismos aplicados via solo, folha e muda auxiliam na disponibilização de fósforo e potássio, na mineralização de nutrientes da matéria orgânica e na eficiência fisiológica das plantas. Defensivos microbiológicos também ampliam o equilíbrio dos sistemas produtivos. Mais do que substituir tecnologias existentes, essas ferramentas permitem aproveitar processos naturais dos ecossistemas agrícolas. É nesse ponto que a agricultura circular e a agricultura regenerativa convergem. O desafio não é apenas produzir mais biomassa, mas estabelecer ciclos mais eficientes entre campo e indústria. A cana é transformada em alimentos, combustíveis e energia, enquanto os nutrientes que sustentaram sua arquitetura biológica são recuperados e retornam à produção. Quanto mais fecharmos esses ciclos, maior será a capacidade de reduzir perdas, diminuir a dependência externa e fortalecer os processos biológicos que sustentam a fotossíntese. A próxima fronteira vai além da reciclagem de nutrientes. Apesar dos avanços, o diesel ainda é relevante nas operações agrícolas. Para evoluir rumo a sistemas regenerativos e de baixa intensidade de carbono, a energia utilizada na produção deve vir progressivamente dos combustíveis renováveis gerados pela própria cana. Ampliar o uso de etanol e biometano nos equipamentos agrícolas é um passo lógico rumo a um sistema mais autossuficiente. A cana-de-açúcar talvez seja a mais eficiente célula fotovoltaica desenvolvida pela natureza. O desafio do setor não é apenas produzir mais biomassa, mas aperfeiçoar sua capacidade de transformar luz solar, água e carbono atmosférico em alimentos, energia e combustíveis renováveis, enquanto fecha ciclos, regenera solos e reduz a dependência de recursos externos. Quanto mais aproximarmos produção, circularidade e renovabilidade, mais próximos estaremos de uma agricultura verdadeiramente regenerativa.
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Matheus Uzelotto Lopes
Diretor Agrícola da Cerradinho Bioenergia
Q
A convergência entre a canavicultura e a agricultura regenerativa
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Este ensaio explora a inerente convergência entre a canavicultura atual e a agricultura regenerativa. Também será mostrado como o rating operacional do BENRI, atuando efetivamente como uma ferramenta de monitoramento das operações agrícolas das usinas, participa efetivamente no desenvolvimento da agricultura regenerativa no setor sucroenergético. Aprofundando a relação entre cana-de-açúcar e regeneração, cabe salientar a aplicabilidade de alguns pilares nas práticas agronômicas atuais da cana-de-açúcar. Manejo biológico: O BENRI também contribui no monitoramento deste manejo, tendo o indicador de infestação final de broca (diatraea saccharalis) participando do rating agrícola. Na última safra, o “AAA” para este indicador foi igual ou menor que 0,65% de infestação final e o nível médio “B” 2,30%. As curvas de rating são determinadas a cada safra, flutuando de acordo com a realidade dos números do mercado. Complementando sobre a funcionalidade do rating operacional do BENRI, a escala vai de AAA até D, a exemplo dos ratings financeiros. Redução na utilização dos insumos agrícolas sintéticos: A vinhaça e a torta de filtro compostada, quando utilizadas racionalmente na fertilização das lavouras, reforçam ainda mais o ciclo fechado de nutrientes. Neste contexto, o rating operacional do BENRI também fornece aos seus clientes o monitoramento e balizamento de como está a eficiência na utilização dos resíduos industriais (vinhaça, água residuária, torta de filtro e cinza das caldeiras) na fertilização racional da lavoura. Na última safra, os clientes que foram ranqueados como AAA, para este importante indicador, tiveram 63% de toda a sua área agricultável fertilizada com os resíduos industriais, sendo que no rating médio, classificado como B, a utilização foi de 51,04%. O fim da queima e a ascensão da colheita mecanizada com a manutenção da palhada: Mas, conjuntamente ao incremento da colheita mecanizada, se fizeram necessários também a criação e o desenvolvimento das metodologias dos controles de qualidade que avaliam a colheita mecanizada, tais como: porcentagem de pisoteio, porcentagem de abalo e arranquio. Fazendo uma retrospectiva do histórico destes indicadores do rating agrícola do BENRI na última safra, o KPI da porcentagem de pisoteio na soqueira teve como “AAA” a porcentagem igual ou menor que 5,10% e para a classificação media “B” o percentual de 14,68% de pisoteio. Em se falando sobre o KPI de porcentagem de abalo e arranquio da soqueira, os clientes "AAA" melhores classificados estavam com este índice igual ou menor que 6,45% e na classificação média “B” em 13,07%. Certificações e governança: RenovaBio e práticas de sustentabilidade: A agricultura regenerativa também é impulsionada por programas de certificação, provenientes tanto de iniciativas privadas quanto de iniciativas do Estado. No Brasil, o programa RenovaBio (Política Nacional de Biocombustíveis) estabeleceu metas de descarbonização para as distribuidoras de combustíveis por meio da aquisição e da aposentadoria dos Créditos de Descarbonização por Biocombustíveis (CBIO), emitidos apenas por produtores de biocombustíveis aprovados no processo de certificação. Tal certificação, por sua vez, tem como fatores principais a Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA), obtida com base na intensidade de carbono do biocombustível certificado e na ausência de supressão de vegetação nativa nas áreas produtoras de biomassa. Ou seja, algumas das práticas da agricultura regenerativa que reduzem a intensidade de carbono da cultura canavieira, discutidas anteriormente, ainda que de forma indireta, já são remuneradas por meio do CBIOs e, consequentemente, do RenovaBio. Dentre essas práticas, cabe destacar novamente a menor necessidade de aplicação de fertilizantes sintéticos, decorrente da rotação de culturas, da cobertura do solo com palhada e do uso de resíduos industriais. Conclusão: Mais do que uma tendência passageira, a convergência entre cana-de-açúcar e agricultura regenerativa representa uma evolução estrutural na forma como uma das culturas mais importantes da economia brasileira é cultivada, apontando para um futuro em que produtividade econômica e saúde ambiental não são objetivos conflitantes, mas dimensões complementares de um mesmo sistema produtivo mais resiliente, eficiente e sustentável a longo prazo.
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Otávio Henrique de Souza Tufi
Diretor Técnico Agrícola da BENRI Biomass Energy Research Institute
Q
Agricultura regenerativa: discuta menos, conheça mais e pratique muito
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Discutir a ocorrência ou gravidade das mudanças climáticas, para mim, é ineficaz; havendo ou não mudança no clima, a responsabilidade no uso dos recursos naturais de forma a preservá-los para as futuras gerações, sim, está em nossas mãos e deve receber nossa total atenção. Neste sentido, basta entender que o planeta Terra é um só, não está expandindo e nele está nosso futuro, temos a necessidade e obrigação de praticar a agricultura regenerativa. Voluntariamente ou por necessidade, o setor bioenergético já pratica, há muito tempo, este sistema, inclusive pelas rígidas normas ambientais a que está sujeita a agricultura brasileira, e vem num crescente de adoção. A vinhaça da década de 60, onde o despejo em rios era considerado normal, evoluiu para a fertirrigação e aplicação localizada praticamente na área total das empresas. Agora mais, com adição de bioinsumos e complementos nutricionais de forma precisa. A evolução do modelo é notável: de despejo indesejável em rios para utilização técnica com controle rigoroso de doses, aditivos e uso intensivo. O controle da broca da cana (diatraea) com o uso da vespa Cotésia é, desde os anos 80, mundialmente um dos mais bem sucedidos programas de controle biológico de pragas. A colheita mecânica sem queima, inicialmente um desastre para quem não tinha se preparado corretamente, ao final se tornou o pilar de nossa sustentabilidade. A palha e seu microclima proporcionam uma preservação da biota do solo, e já há um incremento comprovado na produtividade em áreas sob colheita crua. Paralelamente, o cultivo mínimo, a rotação de culturas com soja e amendoim e a adubação verde são práticas que hoje fazem parte do dia a dia das empresas. Lentamente, as grades e arados perdem importância e vão sendo substituídos pelo cultivo mínimo. Este modelo é mais fácil de operar e é parte central da agricultura regenerativa. Novos desafios surgem, pois não apenas os bons organismos são favorecidos. Outras pragas e doenças passam a ganhar relevância, mas daí a beleza da coisa. Já temos consciência que produtos naturais como bioinseticidas e inimigos naturais conseguem controlar boa parte desses novos ataques. A consciência se conquista com resultados efetivos. A forma com que eu vejo é muito simples: ande para a frente, o caminho já está traçado, as rotas já são conhecidas. Em primeiro lugar, avalie sua situação: o que minha empresa já pratica? Se hoje aplico vinhaça de canhão, seja caminhão, seja canal, já controlo de fato a vazão? Tenho mapeadas as esticadas da mangueira do rolão? Já comecei com caminhão/ trator localizado? Mas o caminhão tem GPS? Consigo adicionar fertilizante no carregamento? O quanto de adubo já estou substituindo? Vá construindo seu próprio caminho. O mesmo para torta de filtro, como eu uso atualmente? São essas perguntas que nos fazem refletir sobre o uso das técnicas já existentes. Não precisa discutir muito, já são conhecidas como boas práticas, basta adotá-las paulatinamente. Ou seja, os conceitos utilizados na agricultura regenerativa não são novos, são conhecidos e consolidados na agronomia, nas boas práticas agrícolas, na agricultura conservacionista, por exemplo, encontradas nos livros de agronomia nos anos 80. Ocorre que as pessoas têm orçamentos e outras distrações para atender e acabam usando as técnicas por um tempo e depois deixam cair em desuso. Estamos falando em solos de milhões de anos para sua formação e não vamos conseguir mudar nada se não perseverarmos em nossas convicções. Depois disso tudo, há hoje uma gama enorme de bioinsumos disponíveis para uso concomitante com as práticas conservacionistas e que tem ajudado muito, como nanopartículas orgânicas que aumentam a eficácia dos produtos aplicados; como ativadores de defesas da planta que as protege contra efeitos de veranicos; como os enriquecedores de solos feito com microrganismos das matas locais; como o carvão vegetal melhorador dos solos; uma diversidade de microrganismos para a proteção de cultivos; estes são apenas alguns exemplos. Todo agricultor é o maior interessado em regenerar e melhorar a fertilidade do seu solo, a sua capacidade de produzir. E adota esses conceitos na medida que os conhece e que consegue viabilizar suas aplicações.
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Paulo Zancaner Castilho
Diretor da Datagro Alta Performance
Q
Agricultura regenerativa e a evolução do manejo na bioenergia
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Durante muito tempo, boa parte da evolução da agricultura esteve associada à busca por respostas cada vez mais específicas: uma estratégia para eliminar determinada praga, uma fonte convencional de nutriente para tratar uma deficiência do solo ou da cultura, uma tecnologia para elevar a produtividade. Esse desenvolvimento foi importante, mas a crescente complexidade da produção agrícola tem exigido uma visão mais integrada. Variabilidade climática, diferenças entre ambientes produtivos, custos de insumos e necessidade de preservar a capacidade produtiva do solo mostram que uma única ferramenta dificilmente responderá a todos os desafios. É nesse contexto que vejo um dos principais valores da agricultura regenerativa: ampliar as possibilidades de manejo e permitir que decisões agronômicas sejam tomadas a partir de um conjunto mais amplo de soluções. Na proteção dos cultivos, isso significa incorporar cada vez mais os bioinsumos ao manejo integrado de pragas e doenças. No manejo do solo, significa considerar não apenas seus aspectos físicos e químicos, mas também sua dimensão biológica, com atenção ao aumento do carbono no solo, que favorece a atividade dos microrganismos e contribui para ampliar a biodiversidade do sistema produtivo. Isso é especialmente relevante para a cana-de-açúcar, uma cultura de ciclo longo, cultivada em diferentes regiões e submetida a condições distintas ao longo de várias safras. Trazer o conceito de manejo regenerativo para a lavoura significa conhecer melhor essas diferenças e combinar recursos biológicos, matéria orgânica, nutrição, manejo do solo e proteção de plantas de acordo com a necessidade de cada ambiente. À medida que esse repertório se amplia, cresce também a capacidade de incorporar essas soluções à rotina agronômica. Na BP Bioenergy, a dimensão dessa mudança pode ser percebida pela escala das nossas operações. A área aplicada com bioinsumos passou de 285 mil hectares em 2020 para mais de 5 milhões de hectares nas últimas duas safras. Mas essa ampliação do manejo vai além dos bioinsumos. A integração direta entre agricultura e indústria abre outras possibilidades, já que recursos resultantes do processamento da matéria-prima podem retornar ao campo e participar novamente do ciclo produtivo. É o caso da vinhaça, que hoje chega a 92% dos canaviais da companhia, e da compostagem, cuja área aplicada mais que dobrou nos últimos três anos e hoje está presente em 100% do nosso plantio. Essa integração amplia as possibilidades de manejo da nutrição do canavial a partir de recursos já disponíveis dentro da própria cadeia produtiva. Para operar um sistema com mais alternativas, é necessário ampliar também a capacidade de aprender. Soluções que apresentam bons resultados em determinada condição precisam ser avaliadas em diferentes solos, variedades, regimes de chuva e ambientes de produção antes de avançarem em escala. Por isso, a experimentação passou a ocupar um espaço importante na tomada de decisão agrícola, tanto que hoje contamos com 374 projetos e experimentos em diferentes frentes neste segmento, número quase 96% maior que em 2024. Mais importante que o volume é o que ele representa: uma estrutura permanente para questionar práticas, comparar alternativas e transformar resultados técnicos em protocolos operacionais. Por isso, entendo a agricultura regenerativa menos como um destino e mais como uma forma de gerir a produção. Conhecer melhor as condições do solo e o comportamento da cultura nos ajuda a buscar soluções mais adequadas, criando condições para uma produção mais eficiente, produtiva e resiliente. Há mais de quatro anos, temos avançado na incorporação desse conceito ao manejo agrícola, combinando práticas regenerativas com o aprimoramento de fundamentos agronômicos já consolidados na cultura. Isso inclui a revisão de parâmetros nutricionais e de correção do solo, o uso de variedades mais adequadas a cada ambiente, a qualidade operacional e a aplicação de novas tecnologias. São frentes que precisam evoluir de forma integrada para sustentar ganhos de produtividade e a rentabilidade do negócio. Para a bioenergia, essa evolução começa ainda no canavial. É nele que se define uma parcela importante da eficiência e do desempenho ambiental da matéria-prima que chegará à indústria. Avançar nessa agenda significa fortalecer simultaneamente a base agrícola e a capacidade do setor de produzir energia de forma cada vez mais eficiente e sustentável.
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Rogério Bremm
Diretor Agrícola da BP Bioenergy
Q
Agro regenerativo: produzir melhor para competir mais
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A agropecuária paulista sempre teve na inovação uma de suas principais forças. Da mecanização à agricultura de precisão, do melhoramento genético à digitalização das propriedades, São Paulo construiu uma produção diversificada, tecnificada e integrada às grandes cadeias de valor. Agora, uma nova transformação ganha espaço no campo: a agropecuária regenerativa, que alia produtividade, conservação dos recursos naturais e eficiência econômica. Mais do que uma tendência ambiental, é uma estratégia para fortalecer a competitividade de quem produz. Parte de um princípio essencial: produzir preservando e recuperando a capacidade produtiva do solo. Isso envolve práticas como rotação de culturas, plantio direto, cobertura do solo, integração lavoura-pecuária-floresta, recuperação e manejo de pastagens, uso racional de insumos, bioinsumos e conservação da água. Não existe, porém, uma receita única. Cada propriedade deve encontrar soluções compatíveis com sua atividade, região, clima e capacidade de investimento. São Paulo reúne condições privilegiadas para avançar nessa agenda. Temos uma agropecuária diversificada, com cana-de-açúcar, citros, café, grãos, hortaliças, frutas, florestas plantadas e pecuária de corte e leite, além de cadeias intensivas em tecnologia. Contamos ainda com universidades, institutos de pesquisa, cooperativas, empresas e produtores capazes de transformar conhecimento científico em resultado. Essa estrutura permite que a sustentabilidade deixe de ser apenas um conceito e se torne parte da gestão econômica da propriedade. É justamente essa a mudança que precisamos consolidar. O produtor não pode receber apenas novas obrigações ambientais. Ele precisa enxergar retorno. Um solo bem manejado, com melhor estrutura e maior capacidade de retenção de água, tende a enfrentar com mais resistência períodos de estiagem e chuvas intensas. Práticas adequadas também podem reduzir perdas, melhorar o aproveitamento de nutrientes e aumentar a resiliência das lavouras e pastagens. Diante de eventos climáticos extremos e custos elevados dos insumos, eficiência ambiental também significa eficiência econômica. Os mercados igualmente estão mudando. Indústrias, consumidores, investidores e compradores internacionais ampliam a atenção sobre a origem dos produtos e a maneira como são produzidos. Rastreabilidade, redução de emissões, conservação do solo, eficiência no uso da água e boas práticas ganham importância nas relações comerciais. O produtor paulista precisa estar preparado para transformar aquilo que já faz de maneira sustentável em valor, acesso a mercados e diferenciação. Se formos monetizar, por exemplo, as terras preservadas nas propriedades rurais, passaremos de US$ 1 trilhão. Porém, no campo, todos sabem que preservar matas ciliares e os cursos hídricos, assim como as matas, que garantem a qualidade do solo, não tem preço. Pequenos e médios produtores merecem atenção especial, pois enfrentam maiores dificuldades para acessar tecnologia, crédito e mercados diferenciados. É nesse ponto que o Sistema Faesp/Senar, os Sindicatos Rurais e a assistência técnica têm papel estratégico. Precisamos levar conhecimento até a propriedade, demonstrar resultados e permitir que cada produtor identifique as práticas que façam sentido agronômico e econômico para sua realidade. A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) é fundamental nesse processo porque une produção e gestão. Não basta recomendar uma prática ambientalmente correta. É preciso medir custos, produtividade, margem e retorno. Sustentabilidade sem viabilidade econômica não se sustenta. O produtor precisa gerar renda, investir, empregar e criar condições para que a próxima geração permaneça no campo. Também devemos aproveitar a capacidade científica e tecnológica de São Paulo. Bioinsumos, agricultura de precisão, inteligência artificial, monitoramento remoto e manejo inteligente da irrigação podem ampliar os resultados da produção regenerativa. O desafio é aproximar pesquisa, tecnologia e assistência técnica para que essas ferramentas sejam acessíveis a propriedades de todos os tamanhos. Agropecuária regenerativa não significa produzir menos para preservar mais. Significa produzir melhor, recuperar recursos naturais e aumentar nossa capacidade de competir. Quando protegemos o solo, conservamos a água, incorporamos tecnologia e aperfeiçoamos a gestão, protegemos também o patrimônio e a renda do produtor. Esse é o caminho que defendemos: sustentabilidade que gere renda, inovação acessível e políticas que valorizem quem preserva enquanto produz. Regenerar o campo é também regenerar oportunidades. Transformar sustentabilidade em competitividade é preparar o produtor paulista para liderar a agropecuária do futuro.
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Tirso Meirelles
Presidente do Sistema Faesp/Senar
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Equação Regenerativa
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A evolução da agricultura tropical atravessa um momento de profunda redefinição conceitual. Por décadas, a busca incessante pela máxima produtividade apoiou-se no controle químico isolado e no aporte massivo de insumos sintéticos. Contudo, a frequência crescente das adversidades climáticas e a urgência por resiliência produtiva revelaram os limites ecológicos desse modelo convencional. Reduzir a agricultura regenerativa à mera conservação do solo é restringir o seu verdadeiro potencial transformador. A consolidação de uma regeneração ambiental autêntica reside na gestão integrada de uma tríade indissociável e viva: o solo, a água e a planta. Na Usina Coruripe, vivenciamos essa transformação conceitual e operacional diretamente na prática do campo: cerca de 22% da nossa área agrícola total já é conduzida estritamente sob os princípios e ferramentas do manejo regenerativo. Essa conquista não representa um ponto final de chegada, mas, sim, o estágio atual de uma jornada de expansão estruturada, rigorosa e contínua rumo a uma operação sucroenergética cada vez mais sustentável. A vivência diária na gestão de grandes áreas demonstra que a transição para a base biológica exige alto rigor técnico, métricas ambientais bem consolidadas, investimentos em biotecnologia e uma clara visão estratégica de longo prazo para escalar a resiliência ecossistêmica em milhares de hectares. Nessa dinâmica integrada, o solo regenerado deixa de ser um mero suporte físico inerte e passa a funcionar como um reator biológico altamente ativo. O uso intensivo de microbiologia especializada para a solubilização biológica de nutrientes antes fixados na matriz mineral, com especial destaque para o fósforo e o potássio, associado à forte expansão dos bioinsumos — segmento que registra crescimento médio de 20% ao ano no mercado nacional —, reduz sensivelmente a dependência histórica de fertilizantes sintéticos de alta solubilidade. Essa substituição progressiva diminui o risco de lixiviação de sais e contaminação dos aquíferos, preservando a qualidade estrutural das bacias hidrográficas regionais. Simultaneamente, a consolidação dos biodefensivos, bioestimulantes e agentes biológicos reguladores reconfigura por completo o manejo fitossanitário dos canaviais. Ao restabelecer os inimigos naturais e a teia alimentar ecossistêmica, a regulação biológica reduz a carga residual de defensivos químicos no meio ambiente. Contudo, é diante dos períodos severos de estresse hídrico que essa visão sistêmica demonstra sua maior sofisticação. A aplicação de indutores fisiológicos, extratos de algas e microrganismos eliciadores atua diretamente no metabolismo vegetal, estimulando o enraizamento profundo, a sinalização hormonal e a eficiência no fechamento estomático. Com isso, a planta passa a tolerar longas estiagens com significativamente menor degradação tecidual e rápida recuperação pós-estresse. Esse sistema integrado gera impactos ambientais altamente relevantes e mensuráveis. Pesquisas e levantamentos de campo indicam que o manejo regenerativo e a recuperação da biologia do solo aumentam a capacidade de retenção de água no perfil em até 25% e elevam o teor de matéria orgânica em taxas contínuas de 0,5% a 1,5% ao ano. Em termos de mitigação climática global, projeções técnicas apontam que a adoção em larga escala dessas práticas no agronegócio tem o potencial de reduzir as emissões de gases de efeito estufa de 373 milhões para 160 milhões de toneladas de CO2 equivalente até 2030 — um decréscimo expressivo superior a 50%. Trata-se de potencializar a fotossíntese para transformar o canavial em um ativo sequestrador de carbono atmosférico, fixando-o no solo na forma de biomassa estável. Solos bem estruturados chegam a reduzir as perdas por erosão hídrica em até 80%, garantindo que a água da chuva recarregue os aquíferos de forma limpa. Com maestria, a agricultura regenerativa conecta solo, planta e água. Como lideranças do setor sucroenergético, nosso dever é acelerar essa jornada, provando que a restauração ambiental é a verdadeira base da perenidade e da produtividade no campo.
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Toni Wesley Tavares Santos
Diretor Agrícola da Usina Coruripe
Foto: Acervo Revista Opiniões
2026 Anuário de Sustentabilidade do sistema Bioenergético
4-20/mA
Agricultura orgânica regenerativa: Um modelo agrícola que devolve vida ao campo Produzir alimentos em larga escala e, ao mesmo tempo, recuperar os recursos naturais que sustentam a agricultura. Esse é o princípio do modelo de agricultura orgânica regenerativa desenvolvido pela Native há quase quatro décadas. Mais do que eliminar pesticidas e fertilizantes químicos sintéticos, o sistema integra práticas capazes de regenerar a fertilidade do solo, favorecer o ciclo da água, ampliar a biodiversidade e contribuir para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Esse trabalho começou em 1987, com o Projeto Cana Verde, na Usina São Francisco, em Sertãozinho (SP). O objetivo era desenvolver um sistema autossustentável de produção de cana-de-açúcar, conciliando produtividade e conservação ambiental. Para isso, foi necessário transformar o manejo agrícola, começando pela substituição da colheita manual com queima pela colheita mecanizada da cana crua. A mudança exigiu o desenvolvimento de uma colhedora específica e a sistematização das áreas de cultivo. Sem a queima, a palha passou a permanecer sobre o terreno, formando uma cobertura que protege o solo, reduz a perda de umidade e fornece matéria orgânica.
O tráfego controlado das máquinas e o uso de pneus de alta flutuação também diminuem a compactação, preservando os espaços necessários à circulação de água e ar e ao desenvolvimento das raízes. O sistema incorporou ainda a adequação de variedades, adubação orgânica, controle biológico de pragas, tratamento fitossanitário, rotação de culturas com leguminosas e criação de ilhas de biodiversidade. Subprodutos da fabricação de açúcar e etanol, como a vinhaça, retornam ao campo como nutrientes. Essa abordagem circular reduz a dependência de recursos externos. Ao recuperar a estrutura e a atividade biológica, o solo torna-se mais poroso, favorecendo a infiltração de água, a circulação de ar e a formação de raízes vigorosas. A matéria orgânica e a palha conservam a umidade e protegem o terreno contra a erosão.
Esses benefícios fortalecem a lavoura e ampliam sua resiliência diante de estiagens, chuvas intensas e outros efeitos das mudanças climáticas. A regeneração também acontece na paisagem. Canaviais, florestas, matas ciliares, vegetação ribeirinha e ilhas de biodiversidade formam um ambiente conectado, com abrigo e alimento para a fauna. O monitoramento científico iniciado em 2002, com participação da Embrapa Monitoramento por Satélite, identificou mais de 340 espécies de aves, mamíferos, répteis e anfíbios nas áreas da Native. Entre elas, 49 estão ameaçadas de extinção, como a onça-parda, o tamanduá-bandeira e o lobo-guará. Os levantamentos indicam uma biodiversidade 23 vezes maior do que a encontrada em canaviais convencionais da mesma região. O resultado demonstra a recomposição de relações ecológicas que sustentam o equilíbrio do ambiente e colaboram para o controle natural de pragas e a ciclagem de nutrientes. O modelo também apresenta menores emissões de gases de efeito estufa em comparação com os padrões convencionais do setor.
A ausência de insumos químicos sintéticos, a manutenção da palha, o reaproveitamento de nutrientes e o aumento da matéria orgânica contribuem para reduzir emissões e manter carbono no sistema. Assim, a produção gera serviços ecossistêmicos que beneficiam a lavoura, os ecossistemas do entorno e a sociedade. A consistência desse trabalho é reconhecida pela certificação internacional Regenerative Organic Certified®, a ROC™, mantida pela Native no nível Gold. A certificação considera três pilares: saúde do solo, bem-estar animal e equidade social, indo além dos requisitos da produção orgânica tradicional. A experiência da Native demonstra que a agricultura regenerativa não se resume a uma técnica isolada. Ela nasce da integração entre manejo agrícola, conservação da biodiversidade, circularidade, ciência e valorização das pessoas. Essa combinação permite produzir alimentos em escala enquanto se recuperam a água, a fertilidade do solo, a biodiversidade e a atmosfera — recursos essenciais para o futuro da agricultura.
Programa + Floresta
A preservação e a proteção de Áreas de Preservação Permanente (APP’s) e de remanescentes de vegetação nativa tem um papel importante para a manutenção da biodiversidade local e regional. A biodiversidade é determinante para a integridade dos ecossistemas e, consequentemente, essencial para que estes sejam provedores de benefícios na forma de recursos e serviços como polinização, manutenção do fluxo gênico de espécies animais e vegetais, conservação dos recursos hídricos, regulação das vazões dos rios, recarga dos aquíferos e prevenção de processos erosivos. Desta forma, com o objetivo de proteger as Áreas de Preservação Permanente (APP’s) nas propriedades canavieiras, a Usina Batatais deu início, em 2006, ao seu programa de adequação ambiental, o Programa + FLORESTA. O programa prevê a recuperação da vegetação nativa das Áreas de Preservação Permanente (APP’s), através do plantio de mudas nativas produzidas pelo viveiro próprio da Usina Batatais, bem como garantir a preservação dos remanescentes de vegetação nativa ainda existentes nas áreas próprias, de parceiros e de fornecedores de cana-de-açúcar. O programa também faz parte de um outro projeto da Usina Batatais, o Programa Visita Usina, que recebe escolas, universidades e empresas em geral, para conhecer seus processos de produção de açúcar, etanol e energia. Durante a programação das visitas, está inserida na grade a visita ao viveiro de mudas do + Floresta, onde além de conhecer tecnicamente todo o processo de produção
das gemas da cana, todos os participantes recebem uma muda de árvore como incentivo ao cultivo e preservação do Meio Ambiente. O viveiro de mudas é uma importante iniciativa socioambiental voltada a produção de mudas que são utilizadas para a recuperação e preservação de áreas naturais na região de Batatais-SP. Desde sua criação o programa já promoveu o plantio de milhares de mudas, fortalecendo o equilíbrio ambiental nas propriedades agrícolas da região. METODOLOGIA Inicialmente o Programa +Floresta contemplava somente as áreas próprias e de parcerias e posteriormente foi estendido também para áreas de fornecedores de cana, sendo a Usina Batatais responsável, além do financiamento, também por todo o processo, desde o levantamento em campo, o preparo do solo, o plantio das mudas nativas e os cuidados com a área reflorestada por, no mínimo 2 anos, com acompanhamento da equipe responsável. Em seguida confira as etapas do programa de reflorestamento: • Adesão; • Delimitação da área; • Elaboração do projeto e cronograma; • Caracterização florística (a caracterização florística dos remanescentes naturais permite identificar as espécies de maior ocorrência natural na região, de forma a orientar a escolha de espécies a serem utilizadas); • Preparo do solo; • Plantio e tratos; • Produção das mudas e; • Viveiros de mudas.
A Usina Batatais possui instalado em sua unidade um viveiro de mudas nativas e de mudas pré-brotadas de cana-de-açúcar (MPB), com capacidade de produzir 120 mil mudas nativas por ano e 2 milhões de MPB (mudas pré-brotadas) por ano. São produzidas mais de 80 espécies arbóreas entre diversidade e recobrimento. O viveiro foi implantado em 2006, concomitantemente ao surgimento do Programa de Adequação Ambiental, com o foco na produção de mudas nativas exatamente para suprir as demandas dos projetos. Ao logo dos anos, através de investimentos significativos, o viveiro foi sendo ampliado também para produção de MPB, visando um plantio de maior sanidade e produtividade. RESULTADOS OBTIDOS O Programa +Floresta está em constante evolução, e ao longo dos anos reavalia sua atuação junto aos cenários adversos e as novas formas e possibilidades de estender as ações de preservação e proteção ao Meio Ambiente. Desde sua implantação, o programa já possibilitou o plantio de uma área equivalente a mais de 360 hectares, considerando tanto as áreas diretamente reflorestadas quanto as mudas destinadas a doações. Somente em 2025, mais de 14.900 mudas foram destinadas ao plantio e à doação. Em 2026, até o momento, já foram registradas mais de 23.200 mudas entre plantios e doações. Além desse volume, outras 14.600 mudas já estão reservadas para doação durante o período das águas, ampliando ainda mais o alcance das ações de restauração ambiental. Mais do que números, esses resultados representam a expansão contínua de uma ação de restauração ambiental que transforma a produção de mudas em benefícios concretos para o meio ambiente, fortalecendo a recuperação de áreas, a valorização da vegetação nativa e a formação de espaços mais sustentáveis para as atuais e futuras gerações.
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Cooperar para transformar vidas: sustentabilidade que conecta campo, indústria e comunidade Na Copervales, sustentabilidade não é uma agenda paralela ao negócio. Ela está na forma como a cooperativa produz, utiliza recursos, se relaciona com os cooperados e gera valor para as pessoas e para o território onde está inserida. Em uma atividade que conecta campo e indústria, esse compromisso começa na operação e se amplia para toda a cadeia. Na produção de açúcar VHP e cristal, a busca pelo uso eficiente dos recursos faz parte da rotina industrial. A Copervales realiza reúso de água no processo e aproveita integralmente a torta de filtro e as cinzas como insumos agrícolas, reinserindo materiais no ciclo produtivo. O bagaço da cana também ganha nova função: 85% é utilizado na geração e cogeração de energia, garantindo à unidade autossuficiência energética durante o período de safra. A gestão ambiental avança também na mensuração e no planejamento. A cooperativa vem estruturando seu inventário de emissões de gases de efeito estufa, fortalecendo a gestão hídrica, o acompanhamento de indicadores e a gestão de resíduos.
Na logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas, orienta os produtores quanto aos procedimentos adequados e realiza a destinação pelo Sistema Campo Limpo. Entre os materiais recicláveis gerados, 34% do volume é destinado à Cooprel, unindo economia circular e intercooperação. Cuidar do território também significa conservar e recuperar. Ao longo dos últimos anos, ações de recuperação de matas ciliares e Áreas de Preservação Permanente (APPs) já mobilizaram mais de 200 participantes, entre trabalhadores e integrantes da comunidade. A Copervales também atua, em parceria com órgãos ambientais, na reabilitação e soltura de animais silvestres em áreas seguras de vegetação nativa. Na prevenção, mantém ainda a Campanha de Prevenção de Queimadas e Proteção de Linhas de Transmissão, realizada em parceria com a Axia Energia e comunidades locais, reunindo cerca de 60 participantes por ano. O compromisso social acompanha essa mesma lógica: gerar desenvolvimento onde a cooperativa está. Atualmente, 95% das contratações são locais.
Jovens aprendizes
Proteção da Fauna
Geração de energia
Educação ambiental, plantio de mudas
Em parceria com o Sescoop, 55 jovens aprendizes estão alocados na usina. Outros 26 jovens aprendizes com deficiência participam de uma iniciativa desenvolvida em parceria com a AAPPE e o Sescoop, ampliando oportunidades de inclusão e acesso ao trabalho. Por meio do Qualifica+ Copervales, a cooperativa também apoia a capacitação e o desenvolvimento profissional, com 40 pessoas já alcançadas. A atuação junto à comunidade inclui ainda a entrega periódica de cestas básicas a instituições religiosas católicas e evangélicas. Esse olhar se estende aos cooperados. Em uma cadeia na qual a sustentabilidade depende de muitas mãos, a Copervales vem ampliando orientações, comunicação, auditorias e iniciativas de desenvolvimento voltadas às boas práticas ambientais, sociais e de gestão. Mais do que atender requisitos, o objetivo é construir uma cultura em que produtor, indústria e cooperativa evoluam juntos. Esse movimento também passa pela governança.
Planejamento estratégico, gestão por indicadores, melhoria de processos, inventário de emissões e aproximação com referências internacionais de sustentabilidade integram uma jornada de amadurecimento da gestão. A Copervales vem estudando, inclusive, os requisitos da Bonsucro como parte da preparação para padrões cada vez mais exigentes do mercado sucroenergético. Água que retorna ao processo, resíduos que voltam ao campo, bagaço que se transforma em energia, áreas que recuperam vegetação e pessoas que encontram oportunidades. São diferentes frentes de um mesmo compromisso: produzir com responsabilidade e deixar valor no território. Na Copervales, os princípios dos ODS relacionados à água, produção responsável, clima e proteção da vida terrestre encontram espaço em ações concretas. Mais do que reunir iniciativas sob a sigla ESG, a cooperativa busca transformar sustentabilidade em prática, aprendizado e evolução contínua. É assim que seu propósito ganha forma todos os dias: cooperar para transformar vidas.
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Estiva Sustenta: compromisso que se transforma em ações para o futuro
Para a Usina São José da Estiva, sustentabilidade significa produzir com responsabilidade, preservar os recursos naturais e contribuir para que as próximas gerações encontrem um futuro mais equilibrado. Esse compromisso está integrado à atuação da empresa e se traduz em iniciativas que aproximam colaboradores, famílias, escolas e comunidade da agenda ambiental. É com esse propósito que a empresa desenvolve o Estiva Sustenta, programa que reúne ações de conscientização, educação ambiental e preservação da natureza. A iniciativa busca transformar conhecimento em atitudes, estimular o engajamento coletivo e fortalecer uma cultura de responsabilidade ambiental dentro e fora da empresa. Em 2026, três ações deram forma a esse propósito. Com diferentes públicos e abordagens, Águas da Estiva, Raízes Estiva e Floresce Estiva compartilharam um mesmo princípio: promover experiências capazes de despertar nas pessoas a percepção de que cuidar do meio ambiente é uma responsabilidade de todos.
Águas da Estiva: cuidado que começa pela água Em comemoração ao Dia Mundial da Água, o Águas da Estiva – Cuidando das nossas nascentes reuniu filhos de colaboradores em uma atividade de educação ambiental no Ribeirão Três Pontes. As crianças participaram da soltura de alevinos e aprenderam, de forma prática, sobre a importância da água, a conservação dos recursos hídricos, a proteção das nascentes e o equilíbrio da fauna aquática. Ao envolver as famílias, a iniciativa ampliou o alcance da conscientização ambiental e colocou as novas gerações no centro da construção de um futuro mais sustentável. A experiência também fortaleceu os vínculos entre empresa, colaboradores e seus familiares, mostrando que a preservação pode ser estimulada desde a infância por meio do conhecimento e do contato com a natureza. Raízes Estiva: educação ambiental que deixa legado Na Semana do Meio Ambiente, o Raízes Estiva recebeu alunos do quinto ano da Escola Municipal Profª Salete A. Laude para uma experiência que uniu conhecimento e preservação. Os estudantes conheceram as instalações da empresa e os processos de produção de açúcar, etanol e energia antes de seguirem para uma área de preservação permanente na Fazenda Três Pontes.
No local, participaram do plantio de 1.100 mudas de árvores nativas da flora regional, produzidas no viveiro da própria Usina Estiva, que tem capacidade de produção superior a 30 mil mudas por ano. A atividade permitiu abordar temas como matas ciliares, biodiversidade, qualidade da água e equilíbrio dos ecossistemas. Além de colaborar com o reflorestamento de uma área, o Raízes Estiva buscou plantar conhecimento. Ao aproximar crianças das práticas ambientais desenvolvidas pela empresa, a iniciativa contribui para formar uma geração mais consciente sobre seu papel na conservação dos recursos naturais. Floresce Estiva: sustentabilidade compartilhada com a comunidade O Floresce Estiva levou o compromisso ambiental para além dos limites da empresa. Em parceria com a Prefeitura de Novo Horizonte, a iniciativa disponibilizou gratuitamente 700 mudas de árvores em uma ação alusiva ao Dia da Árvore.
Durante o evento, 131 pessoas receberam 566 mudas, enquanto outras 134 foram destinadas ao plantio em áreas verdes do município. A programação incluiu ainda a palestra “Plantar, Conduzir e Cuidar”, com orientações para que o plantio fosse acompanhado dos cuidados necessários ao desenvolvimento das árvores. A ação incentivou a arborização urbana e, ao mesmo tempo, aproximou a população das práticas ambientais desenvolvidas pela Estiva. Ao compartilhar mudas, conhecimento e responsabilidade, o projeto reforçou a compreensão de que os benefícios da preservação são coletivos. Com o Estiva Sustenta, a Estiva Bioenergia reafirma que sustentabilidade se constrói de forma contínua e compartilhada. Da proteção da água ao plantio de árvores, da educação das crianças ao envolvimento da comunidade, cada iniciativa contribui para ampliar a consciência ambiental e deixar um legado positivo. Cuidar dos recursos naturais e envolver as novas gerações nesse compromisso é também uma forma de cultivar, hoje, o futuro que queremos construir.
Ferrari Agroindústria:
cultivando sustentabilidade, construindo o futuro Na Ferrari Agroindústria, sustentabilidade é um compromisso que se traduz em iniciativas voltadas à preservação do meio ambiente, à valorização das pessoas e à geração de impactos positivos para as comunidades. A empresa busca integrar responsabilidade socioambiental às suas atividades, reconhecendo que o desenvolvimento sustentável depende de iniciativas permanentes e da participação de colaboradores, parceiros e sociedade. No âmbito ambiental, o plantio de mudas representa uma das ações que materializam esse compromisso. A iniciativa contribui para a conservação da vegetação, a proteção dos recursos naturais e o fortalecimento da biodiversidade. O plantio de árvores também representa um investimento
no futuro, contribuindo para a formação e manutenção de áreas verdes e para a melhoria da qualidade ambiental. Além dos benefícios ambientais, a iniciativa reforça a importância da conscientização e da responsabilidade coletiva. Ao estimular o cuidado com a natureza, o plantio de mudas amplia o significado da ação e contribui para fortalecer uma cultura de preservação e respeito ao território. A Ferrari Agroindústria reconhece que a conservação dos recursos naturais é parte essencial de uma operação sustentável. Por isso, direciona esforços para o uso consciente e eficiente dos recursos, buscando reduzir desperdícios e aprimorar continuamente seus processos. Dessa forma, alia eficiência operacional à responsabilidade ambiental, contribuindo para uma produção mais sustentável. A empresa realiza o monitoramento dos parâmetros relacionados à qualidade
da água, do solo e do ar, contribuindo para uma gestão ambiental responsável, para o atendimento aos requisitos aplicáveis e para a identificação de oportunidades de melhoria nos processos. Essas ações contribuem para uma operação cada vez mais responsável, eficiente e sustentável. Na dimensão social, a Ferrari Agroindústria mantém parcerias com projetos sociais, apoiando iniciativas que contribuem para o desenvolvimento das comunidades. A atuação conjunta com instituições locais amplia o alcance das ações e fortalece oportunidades de inclusão, formação e desenvolvimento. Essas parcerias refletem a importância do diálogo e da cooperação entre empresa, instituições e sociedade. A educação socioambiental e agroindustrial também ocupa espaço de destaque por meio do Programa Educana, desenvolvido em parceria entre a Ferrari Agroindústria e a São Luiz Bioenergia. A iniciativa tem como propósito conscientizar as novas gerações sobre a importância da sustentabilidade e ampliar o conhecimento sobre o papel do setor sucroenergético no desenvolvimento econômico, social e ambiental da região. Como parte da iniciativa, são realizadas visitas às escolas localizadas na
região das usinas, levando aos estudantes informações sobre os processos agroindustriais e promovendo momentos de aprendizado e diálogo. A proposta é apresentar o setor de forma acessível e compartilhar o compromisso das empresas com a sustentabilidade. Mais do que apresentar processos produtivos, o Educana busca estimular nos jovens uma visão sobre a relação entre agricultura, indústria, meio ambiente e sociedade. Ao aproximar os estudantes do universo agroindustrial, o programa contribui para ampliar o conhecimento sobre o setor sucroenergético e sua importância para o desenvolvimento regional. Preservação ambiental, responsabilidade social e educação fazem parte de uma mesma visão de sustentabilidade. O plantio de mudas representa o cuidado com os recursos naturais; o consumo consciente e o monitoramento dos recursos naturais reforçam a responsabilidade ambiental; as parcerias sociais fortalecem o compromisso com as comunidades; e o Programa Educana amplia o diálogo com os jovens. Para a Ferrari Agroindústria, sustentabilidade é uma construção contínua: cuidar do meio ambiente, utilizar os recursos de forma consciente, apoiar as pessoas e contribuir para o desenvolvimento das comunidades. Ao manter essas iniciativas, a empresa reafirma seu compromisso com uma atuação responsável e com a construção de um futuro mais sustentável para as próximas gerações.
Biodiversidade para o fu
Usina Ibéria com a conser Há compromissos que vão além dos limites de uma operação industrial. Na Usina Ibéria, sustentabilidade também significa assumir responsabilidade pela preservação da biodiversidade e contribuir para que espécies ameaçadas tenham a oportunidade de continuar existindo. É com esse propósito que a empresa mantém, desde 2010, o Instituto Pauxi Mitu, em Borá (SP). Criado para atuar na criação e reprodução em cativeiro de aves ameaçadas de extinção da fauna brasileira, o Instituto participa de programas de conservação e reintrodução de espécies na natureza, em conexão com iniciativas coordenadas pelo ICMBio/CEMAVE. Na prática, tornou-se uma importante frente de atuação ambiental da Usina Ibéria, unindo conservação da fauna e educação ambiental. O nome do Instituto faz referência ao Mutum-de-alagoas (Pauxi mitu), uma das aves mais raras da fauna brasileira. Endêmica da Mata Atlântica de Alagoas, a espécie foi declarada extinta na natureza no início dos anos 1980, após décadas de pressão provocada principalmente pela caça e pela perda de habitat. Hoje, o Instituto mantém oito exemplares da espécie, contribuindo para os esforços de reprodução e para o futuro de uma ave que simboliza a possibilidade de reconstrução da biodiversidade. O trabalho do Instituto Pauxi Mitu vai muito além. Ele atua diretamente na conservação de 11 espécies ameaçadas de extinção, mantendo 78 aves raríssimas sob seus cuidados. Entre elas estão o Mutum-do-sudeste, a Jacutinga, o Papagaio-chauá e o Macuco. Além desse importante trabalho de conservação, o Instituto cuida de outras 202 aves silvestres, garantindo a elas estrutura, alimentação, cuidados veterinários e condições adequadas de bem-estar. Nos últimos 12 meses, nasceram 14 aves de espécies ameaçadas de extinção, resultado que reforça a importância de um trabalho contínuo, técnico e de longo prazo. A estrutura prioriza o bem-estar animal, com 30 recintos de criação, centro de reprodução, laboratório,
uturo: o compromisso da
rvação da fauna brasileira quarentenário, auditório, berçário e ambulatório. Uma equipe especializada atua em dois turnos, garantindo cuidado permanente aos animais. Conservar a biodiversidade também significa transformar conhecimento em consciência e aproximar as pessoas da natureza. Por isso, o Instituto mantém um Programa de Educação Ambiental voltado às comunidades de nove cidades do entorno, em um raio de aproximadamente 40 quilômetros. Por meio de visitas guiadas e do workshop “Aves silvestres: Preservação e ciência-cidadã”, crianças, jovens, familiares e professores conhecem as espécies e aprendem sobre recuperação da fauna silvestre, proteção dos animais e comportamento humano diante de situações envolvendo aves silvestres. Mais de 1.350 pessoas já participaram das ações de educação ambiental, ampliando o alcance de uma mensagem essencial: a conservação depende de conhecimento, atitude e participação. Em 2026 o Instituto Pauxi Mitu conquistou dois importantes reconhecimentos: o Prêmio MasterCana Social, na categoria “Entidade Socioambiental Destaque”, e o Prêmio Ser Gente, na categoria “Meio Ambiente”. As premiações reforçam a relevância de iniciativas de conservação que produzem resultados concretos. Mais do que preservar aves, o Instituto Pauxi Mitu trabalha para preservar possibilidades e, cada nascimento, representa uma nova oportunidade para uma espécie ameaçada. A Usina Ibéria acredita que sustentabilidade precisa ser percebida em ações concretas, capazes de gerar benefícios para a sociedade e para o meio ambiente. Esse trabalho representa, na prática, a integração entre os pilares ambiental e social do ESG. A conservação de espécies ameaçadas gera impacto ambiental direto, enquanto a educação ambiental cria conhecimento, sensibilização e pertencimento nas comunidades.
Lins Agroindustrial: sustentabilidade e
inovação para resiliência climática e descarbonização Enfrentar as mudanças climáticas exige integrar produção, inovação, tecnologia e sustentabilidade à estratégia do negócio, de forma a mensurar resultados, identificar riscos e transformar conhecimento em planejamento. Para a Lins Agroindustrial, avançar nessa agenda significa atuar em duas frentes: mitigar a intensidade das emissões associadas à produção e ampliar a adaptação aos impactos de um clima já em transformação. Essa combinação entre inovação, conservação ambiental e visão de longo prazo contribui para uma agroindústria preparada para produzir alimentos e energia renovável, gerar valor e fortalecer as regiões onde atua.
Mitigação: eficiência e redução das emissões de GEE
Desde 2021, a Lins consolida seu inventário de gases de efeito estufa (GEE) e monitora a intensidade de emissões de suas operações. Elaborado conforme as diretrizes do Programa Brasileiro
GHG Protocol, o último Inventário de GEE (2025) demonstra uma redução de 12% nas emissões por tonelada de cana processada, considerando os Escopos 1 e 2, em comparação ao ano base 2021. Esse resultado reflete avanços como a redução do consumo de insumos minerais, a melhoria contínua dos processos agrícolas e industriais e a renovação da frota com equipamentos mais eficientes. A circularidade tem papel relevante. Coprodutos como vinhaça, torta de filtro e cinzas retornam ao sistema produtivo como fertilizantes orgânicos. Mais de 80% da área de cana-soca recebe adubação orgânica. Além de favorecer a saúde e a retenção de água no solo, essa prática reduz a necessidade de fertilizantes nitrogenados minerais e as emissões associadas. A agricultura regenerativa integra esse conjunto de ações com práticas de conservação do solo e uso racional dos recursos naturais. Rotação de culturas, fertilizantes orgânicos, manejo adequado dos insumos e agricultura de precisão melhoram as características físicas, químicas e biológicas do solo, ampliam a retenção de água e favorecem a conservação de carbono. Em 2025, 82% das áreas de plantio receberam rotação de culturas, reforçando práticas que conciliam produtividade, conservação do solo e adaptação às condições climáticas. A produção de etanol contribui ao oferecer uma alternativa renovável aos combustíveis fósseis, somando-se às ações de circularidade, inovação e agricultura regenerativa na redução da intensidade de carbono.
Adaptação: construindo uma produção mais resiliente
Adaptar-se aos impactos já presentes é tão necessário quanto reduzir emissões. Isso significa antecipar riscos, conservar solo e água, incorporar tecnologia e preparar os sistemas produtivos para condições cada vez mais variáveis. A Lins adota monitoramento climático, imagens de satélite, variedades de cana mais adaptadas, agricultura de precisão e sistemas de irrigação. A companhia estruturou um Plano Diretor de Irrigação, com pivôs centrais automatizados e integrados ao Centro de Operações Agrícolas (COA), permitindo controle remoto, uso racional da água e estabilidade diante da irregularidade das chuvas e dos períodos de seca. A conservação e a recuperação dos ecossistemas também fazem parte dessa abordagem. Por meio do Programa SEMEAR, criado em 2010, a Lins promove a recuperação de Áreas de Preservação Permanente, em propriedades próprias e de parceiros. O programa já contabiliza mais de 1,38 milhão de mudas nativas plantadas em 815 hectares. A iniciativa está alinhada ao conceito de Soluções Baseadas na Natureza (SBN), que reconhece a conservação, a restauração e o manejo dos ecossistemas como aliados diante dos desafios ambientais e climáticos. Ao recuperar a vegetação nativa e áreas associadas aos recursos hídricos, o SEMEAR contribui para a biodiversidade, a conservação da água, a recuperação das paisagens e o fortalecimento dos ecossistemas frente às mudanças do clima. Ao combinar mitigação e adaptação, a Lins Agroindustrial reforça seu compromisso com uma produção de baixo carbono, eficiente e preparada para o futuro, integrando tecnologia, agricultura regenerativa e soluções baseadas na natureza para gerar valor no longo prazo.
Há uma riqueza no campo que nenhuma colheita deve levar embora. A vida do solo, a água e a diversidade que mantém a natureza em equilíbrio são riquezas que sustentam cada safra e precisam permanecer após a colheita. A agricultura regenerativa traduz esse compromisso: cultivar hoje, recuperando as condições para produzir amanhã, com conhecimento, manejo responsável e respeito aos ciclos da natureza. Esse cuidado também deve acompanhar os produtos do campo até seus destinos. No Porto de Santos, a Stolthaven oferece soluções seguras e confiáveis de armazenagem e movimentação de granéis líquidos, como óleos vegetais e biocombustíveis, conectando quem produz aos mercados. Porque o valor de uma safra está no que entrega ao mundo e nas possibilidades que deixa para o futuro. Stolthaven Santos. Conectando o val or de hoje às possibilidades valor de amanhã.
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Cooperativa Pindorama conquista prêmios por ações de ESG Iniciativas tornam-se exemplos para as futuras gerações A Pindorama fabrica um extenso mix produtos que atende famílias de 15 estados do país. No contexto da sustentabilidade, a Cooperativa tem como foco a preservação dos recursos naturais renováveis, pois é da natureza que extrai as principais matérias-primas que são transformadas no processo ndustrial. Por esse motivo, a empresa já foi agraciada com vários prêmios em reconhecimento à produção com responsabilidade ambiental, social e sustentável, como o "Selo Verde" – da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) – e o "Alagoas Pelo Clima" - do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA-AL). Os prêmios reconhecem o compromisso com a sustentabilidade e as boas práticas ambientais, como descreve o engenheiro ambiental da Pindorama, Weverton Ferreira. "Nossas atividades produtivas são fiscalizadas do campo à indústria. Tudo com base no manejo sustentável e responsabilidade ambiental, garantindo que a empresa siga como um dos maiores exemplos de ESG para o Norte-Nordeste e para o Brasil". Programa de Monitoramento Ambiental Segundo Ferreira, a Pindorama tem desenvolvido, ao longo dos anos, inúmeras ações de proteção ambiental, com orientações aos associados sobre a preservação dos recursos naturais renováveis. Uma das principais iniciativas foi a criação do PMA (Programa de Monitoramento Ambiental). Ele tem o objetivo de monitorar as atividades passíveis de licenciamento ambiental desenvolvidas dentro dos 32 mil hectares de terras da Pindorama, garantindo maior controle, transparência e responsabilidade sobre as práticas agrícolas e florestais executadas pelos cooperados. O presidente da Pindorama, Klécio Santos, ressalta que, mesmo com a criação do PMA, as atividades de caráter individual continuam sendo de responsabilidade exclusiva de seus associados, conforme estabelece o Estatuto Social da empresa, que prevê sanções disciplinares em caso de descumprimento das normas ambientais ou práticas contrárias aos objetivos sociais. "Estamos unidos por objetivos em comum. Se cada um cumpre sua obrigação, continuamos colhendo os frutos que a natureza nos oferece. Respeitar e proteger o meio ambiente vai garantir a continuidade do trabalho responsável junto às futuras gerações, além de contribuir com a solução de questões da vida em sociedade", destacou.
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Além do PMA, outras iniciativas fazem parte das principais ações ambientais da Cooperativa Pindorama como: • Monitoramento de corpos hídricos que cortam a região, a exemplo dos rios Camundongo e Piaui, e dos riachos da Cruz e Águas de Menino; • Controle de emissão de gases poluentes; • Ações junto a associações de catadores, através do Programa de Coleta de Resíduos para reciclagem; • Preservação de 160 hectares de uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), onde são realizadas ações de educação ambiental para crianças e jovens da região; • Preservação de 5 mil hectares de área de vegetação nativa; • Reutilização dos resíduos oriundos da indústria, transformando em matéria orgânica na adubação de lotes; • Reaproveitamento do bagaço da cana-de-açúcar para geração de energia da indústria; • Reutilização de resíduos provenientes da fabricação de alimentos, como casca do maracujá e outros restos de frutas, utilizados como complemento da alimentação animal, dentre outros. Exemplo para as futuras gerações As iniciativas de ESG da Cooperativa Pindorama têm inspirado a juventude local. Como exemplo, uma equipe formada por cinco jovens aprendizes da empresa foi a grande vencedora do "Integra SENAI de Alagoas 2026", na categoria Inclusão e Acessibilidade, um desafio de grande impacto, no qual jovens desenvolveram projetos de inovação para atender demandas da indústria. Ao todo, foram 73 projetos submetidos em todo o estado. Destes, a equipe dos jovens aprendizes da Pindorama foi a campeã, com o desenvolvimento do projeto "Mundo Tátil", que utiliza recursos descartados pela indústria para fabricar brinquedos adaptados para facilitar a dinâmica de aprendizado a crianças com deficiência visual. Os jovens transformaram dedicação em resultados, desenvolvendo um projeto inovador com foco na sensibilidade, funcionalidade e altruísmo. Em 2026, a Cooperativa Pindorama completa 70 anos de uma trajetória de lutas e conquistas, gerando emprego, renda e sustentabilidade, fomentando o desenvolvimento em sua região e cuidando de sua gente.
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Para uma criança, conhecer o local onde o pai ou a mãe trabalha pode transformar uma rotina que parece distante em uma história que passa a fazer parte também da sua memória. É com esse propósito que a Usina Santa Fé desenvolve o projeto “Filho conhecendo a atividade dos pais”, uma iniciativa que abre as portas da empresa para os filhos dos colaboradores e proporciona a eles a oportunidade de conhecer, de forma segura e guiada, as instalações e a atividade profissional de seus pais. A proposta nasceu do desejo de aproximar ainda mais família e empresa, permitindo que os filhos compreendam onde seus pais passam parte importante de seus dias e reconheçam a importância de seu trabalho para a excelência da Usina Santa Fé.
A participação acontece por meio de inscrição dos colaboradores. Após o preenchimento do termo de responsabilidade e o cumprimento das regras de segurança e de liberação, os filhos são selecionados por sorteio. E há um detalhe que torna a experiência ainda mais especial: a visita é uma surpresa para o colaborador.
VALORIZAR PESSOAS É CONSTRUIR O AMANHÃ
Uma surpresa que se transforma em
Memória
Foi assim que, em uma das primeiras edições do projeto, um colaborador da área de Produção Industrial recebeu uma visita que transformou um dia comum de trabalho em uma experiência especial. Enquanto seguia sua rotina, foi surpreendido pela chegada do filho, acompanhado por um familiar, para conhecer de perto o ambiente onde o pai trabalha. A emoção foi imediata. Para o colaborador, poder mostrar ao filho o local onde trabalha representava mais do que apresentar uma profissão: era uma oportunidade de compartilhar parte de sua história e mostrar a importância daquele trabalho para a família.
“Há muito tempo eu queria que meu filho e
minha família viessem aqui conhecer o meu trabalho porque, afinal, nós trabalhamos por eles”. relatou o colaborador durante a visita.
A surpresa se transformou em um dia de descobertas. O filho conheceu o departamento, foi apresentado aos colegas e acompanhou o pai na explicação sobre sua rotina, suas atividades e a importância de cada etapa para o processo. A experiência também incluiu a oportunidade de conhecer outros espaços da empresa e compartilhar uma refeição com o pai, tornando o momento ainda mais próximo e significativo. Para as áreas em que o acesso direto ao processo não é possível devido aos riscos envolvidos, o projeto adapta a experiência, proporcionando ao filho uma visita segura, inclusive com acompanhamento em veículo, quando aplicável.
Quando a família conhece a história por trás do trabalho Mais do que conhecer instalações e processos, a iniciativa proporciona uma oportunidade de dar significado ao trabalho. Ao apresentar sua rotina, o colaborador também compartilha com a família um pouco de sua história, de suas responsabilidades e das relações que construiu no ambiente profissional. Para a equipe de Responsabilidade Social, responsável pelo projeto, experiências como essa traduzem um dos principais propósitos da iniciativa: aproximar a família da realidade profissional do colaborador e permitir que os filhos conheçam, com segurança e cuidado, o ambiente onde seus pais passam parte importante de seus dias.
As visitas foram marcadas pelo encantamento e pela admiração. Entre descobertas, encontros e momentos de convivência, ficou a certeza de que aquela experiência seria guardada como uma lembrança especial por todos os envolvidos.
Um olhar de orgulho A experiência também desperta emoções nos colaboradores que acompanham seus filhos durante a visita. Ver a curiosidade, o encantamento e o orgulho nos olhos das crianças cria uma nova perspectiva sobre o próprio trabalho. Para os filhos, o momento representa a oportunidade de conhecer uma parte da vida dos pais que, muitas vezes, permanece distante de sua realidade cotidiana. Para os colaboradores, é uma chance de apresentar o ambiente onde trabalham, as pessoas com quem convivem e a contribuição que fazem diariamente para a Usina. Esse encontro também reforça uma percepção importante: por trás de cada colaborador existe uma família que participa, direta ou indiretamente, de sua trajetória. Ao abrir suas portas para essas famílias, a Usina Santa Fé fortalece vínculos e demonstra que valorizar as pessoas também significa reconhecer as relações que fazem parte de suas histórias. “Filho conhecendo a atividade dos pais” é, acima de tudo, uma iniciativa para aproximar, valorizar e criar memórias que permanecem.
O que uma roleta, um cantil e uma árvore têm em comum? Na Energética Serranópolis, experiências participativas conectam educação ambiental, escolhas cotidianas e responsabilidade compartilhada. Por que conservar a água, proteger o solo ou repensar o destino de um resíduo? Na Energética Serranópolis, essas questões aproximam a educação ambiental da rotina de produção de etanol e açúcar. Minicursos e ações participativas relacionam conhecimento, experiências e escolhas cotidianas, convidando os colaboradores a compreender as razões do cuidado ambiental e seu papel nesse processo. A proposta conecta a formação das pessoas à reflexão sobre as relações entre atividade produtiva, recursos naturais e responsabilidade compartilhada. SIPAT E AS RESPONSABILIDADES NA PRODUÇÃO Na Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT), o minicurso “Sustentabilidade e Boas Práticas Ambientais na Produção de Etanol e Açúcar” abordou resíduos, coleta seletiva, água, energia, conservação do solo e da vegetação, fauna e prevenção de incêndios. Cada módulo contou com uma dinâmica, combinando discussão e aplicação prática. Uma demonstração sobre conservação do solo e uma atividade de segregação de resíduos aproximaram o aprendizado de situações concretas. Ao relacionar os conteúdos às atividades dos diferentes setores, a formação permitiu discutir por que as práticas ambientais importam e como as decisões se conectam ao longo da produção. A responsabilidade pelo cuidado envolve tanto a participação dos colaboradores quanto a organização das práticas da empresa. Essa perspectiva dá sentido às orientações e amplia o espaço para perguntas, troca de conhecimentos e compreensão das consequências das escolhas. ÁGUA E RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA No Dia Mundial da Água, um quiz convidou os colaboradores a refletir sobre a importância desse recurso e sua conservação. A atividade aproximou o tema do cotidiano e do entendimento de que a água sustenta a vida e a atividade produtiva. A distribuição de cantis acompanhou a iniciativa como incentivo ao uso de recipientes reutilizáveis. A experiência permite conectar dois assuntos que fazem parte da mesma reflexão: o cuidado com os recursos naturais e as escolhas de consumo que influenciam a geração de resíduos.
Conservação do solo, resíduos, formação e entrega de brindes.
Quiz e distribuição de cantis no Dia Mundial da Água.
NASCENTES E O CUIDADO COM O TERRITÓRIO No minicurso de recuperação de nascentes, teoria e prática de plantio aproximaram os participantes das relações entre água, solo e vegetação. O contato em campo ajudou a dar significado ao aprendizado: proteger uma nascente envolve compreender o ambiente ao seu redor e o papel da cobertura vegetal na conservação do solo e dos recursos hídricos. A prática foi inserida nesse contexto de recuperação ambiental, permitindo relacionar o plantio ao cuidado com o território e à necessidade de continuidade das ações. RESÍDUOS E ESCOLHAS DE CONSUMO No Dia Mundial da Reciclagem, uma roleta de perguntas abriu espaço para conversar sobre resíduos e reciclagem de forma participativa. Os chaveiros com a mensagem “Menos lixo, mais futuro” acompanharam a dinâmica como lembretes do tema. A iniciativa oferece um ponto de partida para uma reflexão que começa antes do descarte: o que consumimos, quanto resíduo geramos e como podemos reduzir desperdícios? Separar corretamente os materiais faz parte desse cuidado, junto ao consumo responsável e à organização de sua destinação. ÁRVORES E NOSSA RELAÇÃO COM O AMBIENTE No Dia Mundial da Árvore, a pergunta “Que atitude pode melhorar nossa relação com o meio ambiente?” convidou cada colaborador a formular sua própria contribuição. As respostas foram registradas em folhas simbólicas e acrescentadas a uma árvore montada com galhos. O painel coletivo valorizou a diversidade de ideias e a participação das pessoas. A reflexão conecta o significado das árvores à proteção do solo e da água, ao abrigo da biodiversidade e à qualidade do ambiente em que vivemos, dando sentido ao convite para cuidar. CONHECIMENTO PARA COMPREENDER E AGIR As ações aproximam as dimensões ambiental e social da agenda ESG ao associar conservação dos recursos naturais, formação e participação dos colaboradores. A educação ambiental ganha profundidade quando permite compreender relações, questionar hábitos e reconhecer responsabilidades individuais e institucionais. Nesse percurso, quizzes, dinâmicas e atividades em campo são caminhos para o diálogo. A Energética Serranópolis busca fortalecer uma cultura em que o conhecimento ajude as pessoas a compreender por que agir e como contribuir para práticas mais responsáveis.
Teoria e prática de plantio no minicurso de recuperação de nascentes.
Roleta de perguntas, participação dos colaboradores e brindes.
Mensagens em folhas simbólicas compõem a árvore coletiva.
Nossos primeiros 80 anos Com raízes firmes e a energia das pessoas transformamos o amanhã
Há 80 anos, nossa energia transforma vidas, alimenta o mundo e fortalece parcerias que impulsionam um futuro sustentável. Nossa essência é feita de pessoas e de relações que geram valor — e seguimos evoluindo. Porque o amanhã continua sendo o combustível que nos move.
Arte sobre foto do acervo da BP Bioenergy
Guia de Compras do sistema Bioenergético - 2026/2027
Guia de Compras Abastecimento
Aço em geral
Comboio
SL Equipamentos
16 3946-3080
Abastecimento Equipamento Ionics
48 3333-8666
Abastecimento Tanque
Açobril
11 2207-6700
Jatinox
11 2060-0405
NLMK
11 5694-2100
São Joaquim
16 3810-1444
SSAB
11 3303-0800
Tubos Oliveira
11 3186-8000
Uniweld
11 4035-8877
Villares Metals
19 3303-8000
Bombas Andrade
17 3321-5811
Bozza
11 2179-9966
Gascom
16 2105-3622
Impacto Implementos
14 3623-9444
LDA Tanques
19 3838-9595
Aço Inox
Mepel
54 3337-3700
Açofera
19 3451-9000
Sage Oil Vac Brasil
11 2631-6343
Açotubo
11 2413-2000
SL Equipamentos
16 3946-3080
Águia Inox
54 3464-0191
Sollus Agrícola
18 3421-1100
Aperam
11 3818-1700
Arinox
11 2797-8000
Coppermetal
11 5547-8337
D&D Company
11 4072-4222
Dustre
11 3658-1370
Elinox
11 2065-1400
Grupo Feital
11 4343-1999
Metalinox
11 2101-9000
NLMK
11 5694-2100
Uniweld
11 4035-8877
Villares Metals
19 3303-8000
Acionamento Mecatrônico
0800 770 0496 SEW-EURODRIVE
www.sew-eurodrive.com.br
19 99203-7859 Transtecno
19 3437-2520
www.interpump.com.br/marcas/ transtecno
Aço carbono Açotubo
11 2413-2000
NLMK
11 5694-2100
Sacchelli
11 2480-2299
SSAB
11 3303-0800
Uniweld
11 4035-8877
Vallourec
vendas.brazil-bra@vallourec.com
86
Aço Forjado Villares Metals
19 3303-8000
Acoplamento Acoplast
31 2566-5900
Alvenius
11 4613-6266
Antares
54 3218-6800
Brastrela
11 3868-6100
Combel
17 3223-1282
Copabo
11 3741-6650
DPE
16 3627-3529
Geremia Redutores
54 2105-3211
Henfel
16 3209-3422
John Crane
11 3371-2500
Lamiflex Couplings
11 4615-6300
Mademil
48 3436-6404
Opiniões Martin Sprocket
19 3877-9400
Rexnord
51 3579-8080
Timken
11 5187-9200
Torkflex
16 3211-2181
Vedacert
16 3947-4732
Visão
11 2602-6533
Vulkan do Brasil
11 4894-7300
Weg-Cestari
16 3244-1000
Acumulador de pressão Hydac
11 4393-6600
Solid Designer
11 97559-6518
Verion
11 2100-7400
Alimentador vibratório Fácil System
16 3014-3270
Inbras
11 4056-6644
Mavi
11 3577-6200
MVL Máquinas
11 4596-9220
Alternador Geraforte
31 3396-9694
Análise de rede industrial 16 3482-1238 Vivace
www.vivaceinstruments.com.br
Adesivo industrial Armo
16 3797-8900
Análise do solo e água
Henkel
11 3205-8955
Athenas
16 3202-1872
Hennings
47 3036-5555
SGS Brasil
11 3883-8800
Techsolo
14 3269-7233
Adubadora DMB
16 3946-1800
Feldermann Forest
48 98419-2428
Jacto
0800 772 2100
TMA
16 3969-4933
Agricultura de precisão
Análise química e ambiental Athenas
16 3202-1872
Mérieux NutriSciences
19 3417-4700
SGS Brasil
11 3883-8800
Andaime Priner
11 3201-7803
Agrosystem
16 3434-3800
AGTech Agrotecnologia
17 3305-5700
Anel - bronze
Athenas
16 3202-1872
Italbronze
11 2436-2900
Auteq
11 2107-1888
Usina da Peça
16 3384-2121
Falker
51 3092-6200
Geo Agri
16 3965-8220
Anticorrosão
Herbicat
17 3524-9797
Alvenius
11 4613-6266
Hexagon Agriculture
48 4009-2704
Rust Engenharia
11 3140-1500
Horus Aeronaves
48 3029-7600
Jacto
0800 772 2100
Novaterra
21 99341-7688
OMD do Brasil
16 3521-8433
Techsolo
14 3269-7233
Teejet
11 4612-0049
Trimble
19 3113-7000
Atendimento técnico
Verion
11 2100-7400
Biocane Química Industrial
Aplicação de insumos Monitoramento Hexagon Agriculture
48 4009-2704
Aplicação de produtos 19 3413-5066
87
Guia de Compras Área de vivência Alfatek
17 3531-1075
Rodotrem
12 3687-1366
SL Equipamentos
16 3946-3080
Usingá
44 3266-2125
Armazenagem Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
13 3295-9000
Stolthaven
www.stolthaven.com.br
Ultracargo
11 3177-6215
Vopak
13 3295-1000
Siamig
31 3228-5544
Sifaeg/Sifaçúcar - GO
62 3274-3133
Sindaçúcar - PI
86 3265-6905
Sindaçúcar - AL
82 2126-5500
Sindaçúcar - PE
81 2137-7622
Sindalcool
83 3513-1800
Sindicanálcool
98 3246-6328
Sindiquímicos
27 3334-5699
UDOP
18 2103-0528
Unem
65 4101-0060
Unica
11 3093-4949
Autocarregável Motocana
19 3412-1234
Armazenagem de biomassa
Automação
ComBio
11 3030-0040
Abastek
31 3528-9900
Dujua
47 3534-5000
ABB
0800 014 9111
E.M.G.
41 3641-7200
AEI Assistech
16 3042-3871
Zanella
41 2111-2300
AGTech Agrotecnologia
17 3305-5700
Ahitech
16 3524-3900
Alfa Laval
11 5188-6000
Andritz
41 2103-7601
Anton Paar
11 5906-9000
APS Componentes
11 2870-1000
Atma
16 2105-4945
Authomathika
16 3513-4000
Automatronic
47 3370-1403
Beckhoff
11 4126-3232
Bortolot
16 2105-0101
Bosch Rexroth
0800 704 5446
CNA
16 3965-1500
Compex
11 3900-9333
CS Compusoftware
18 3636-3800
Danfoss
11 2135-5400
Dimensional
19 3446-7400
Dismotor
19 3785-9000
DLG
16 3513 7400
Dynapar
11 3616-0150
Endress+Hauser
11 5033-4333
Fertron
16 3946-5899
Artefato de borracha Anhembi Borrachas
11 2601-3311
Armo
16 3797-8900
Plant Rubber
16 3969-9777
Associação, Cooperativa e Entidade Alcopar
44 3225-2929
Bioenergia Brasil
31 3228-5544
Bioind - MT
65 3642-2606
Biosul
67 3222-9252
Ceise-BR
16 3945-5422
CNA
61 2109-1400
CNI
61 3317-9989
Copercana
16 3946-3300 SINDIC ATOS RUR AIS
Faesp e Senar
11 3125-1333 11 3121-7233
www.faespsenar.com.br
Fiesp-SP
11 3549-4499
Festo
11 5013-1600
Orplana
16 99999-1610
Fives Lille
16 3947-9029
88
Opiniões Fourteam Engenheiros
22 2733-1441
www.haverbrasil.com.br
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Helmut Mauell
11 2117-5353
Lander
18 3323-7613
Mectrol
14 4009-0507
Metaltex
11 5683-5700
Metso Outotec
15 2102-1700
Neles
15 2102-9600
Novus
51 3323-3600
Pepperl+Fuchs
11 4007-1448
Peu Eletricidade
19 3437-3030
Ram Automação
14 3604-8000
Run Time
16 2105-6600
Salvi Casagrande
11 3327-0033
Saturno
51 3462-7415
Schmersal Brasil
15 3263-9800
Schneider
11 4501-3434
Servserth
16 3945-5964
Haver & Boecker
Aviação executiva Embraer Agrícola
0800 772 8426
Lider Aviação
31 3490-4500
Avião agrícola Comercialização Aeroglobo
14 3814-3450
Aviopeças
11 2221-2665
Embraer Agrícola
0800 772 8426
Balança e Sistema de pesagem Balanças Jundiaí
11 4606-8400
Digi-Tron
41 3377-1577
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Mettler Toledo
11 4166-7400
Rinnert
47 3547-9100
Saturno
51 3462-7415
www.haverbrasil.com.br
Sucroanalitica
16 3704-6161
0800 770 0496
Toledo do Brasil
0800 545 4122
SGS Brasil
11 3883-8800
Siembra Automação
19 3826-2599
Banco de microorganismos e leveduras
Sindustrial
14 3366-5200
Smar
16 3946-3599
SMC Brasil
11 4082-0600
Solid Designer
11 97559-6518
SRS
16 3513-2500
Sucroanalitica
16 3704-6161
TGM
16 2105-2600
TMSA
51 2131-3333
Big-Bag
Valmet
41 3341-4444
AMBBAG
14 3523-1322
Conteflex
75 2102-2660
Topack
19 3478-9900
SEW-EURODRIVE
www.sew-eurodrive.com.br
16 3482-1238 Vivace
19 2105-6100 Fermentec
www.fermentec.com.br
19 2105-6101
Barra protegida Herbicat
17 3524-9797
Biocida
www.vivaceinstruments.com.br
World Controles
19 3833-3131
Alcolina
16 3951-5080
Yaskawa
11 3585-1100
Biocane Química Industrial
19 3413-5066
Yokogawa
11 3513-1300
Coremal
11 4615-8142
Yon Elétrica
18 3823-1614
DND Química
16 3943-5283
89
Guia de Compras 16 3946-9300 Grupo ENG
www.grupoeng.ind.br
Miracema-Nuodex
19 3728-1000
OniBras
16 3969-4957
Solenis
11 3089-9225
Biodefensivo
Helibombas
16 3333-5252
Hydac
11 4393-6600
Imbil
19 3843-9833
KSB
11 4596-8500
Lemasa
19 3936-8555
Linde Hydraulics
11 2281-7879
Mega Flux Bombas
11 5575-4160
Netzsch
47 3387-8222
ProMinent
11 4176-0722
Sulzer
11 4589-2000
Agrivalle Brasil
19 3885-8899
Tectrol - Dínamo
43 3305-2500
Koppert
0800 770 1919
Verion
11 2100-7400
WEG
47 3276-4000
Biofertilizante Embrafós
17 3323-6201 16 3946-9300
FASSAGRO
16 3511-1400
Kimberlit
17 3279-1500
Microquimica Tradecorp
19 2137-8100
Nitro Agro
11 2246-3214
www.fassagro.com.br
Biogás Paques
19 3429-0600
Sebigas-Cótica
51 3103-4442
Bomba e motobomba Ajel Service
62 3295-3188
Anauger
11 4591-1661
Andritz
41 2103-7601
Atlas Copco
11 3478-8883
Bombas Beto
51 3562-3388
Bosch Rexroth
0800 704 5446
Bozza
11 2179-9966
Century do Brasil
11 2541-7145
Equipe Bombas
19 3417-4848
Fives Lille
16 3947-9029
Gascom
16 2105-3622
Germek
www.germek.com.br
90
Bombeiro Comboio Gascom
16 2105-3622
Impacto Implementos
14 3623-9444
SL Equipamentos
16 3946-3080
Bombeiro Tanque Motocana
19 3412-1234
SL Equipamentos
16 3946-3080
Bucha bronze Usina da Peça
16 3384-2121
Cabine
Capota e Climatizador Agroleite
17 3551-9090
Aral Cabines
54 3344-0022
Resfri Ar
54 3511-1111
Cabo aéreo Okubo
16 3514-9966
19 3682-7070
Cabo de aço
19 3682-7071
Okubo
16 3514-9966
Siva
11 4646-4646
Opiniões Cabo elétrico Belden
11 4092-9000
Condumax
17 3279-3700
Cordeiro
11 4674-7400
Dimensional
19 3446-7400
General Cable
11 3457-0300
IPCE
11 2065-1100
Nambei
11 5056-8900
Peu Eletricidade
19 3437-3030
Wirex Cable
11 2191-9400
16 3511-2500
Valmet
41 3341-4444
Zanini Serviços
16 3518-9090
Caldeira
Peças de reposição Caldema
16 3946-2701
E-Machine
16 3511-9000
HPB
16 3513-4600
www.hpb.com.br
Cal Caltec
41 3603-8000
Gecal
37 3323-5010
TKS
16 3942-2022
Zanini Serviços
16 3518-9090
Caldeiraria
Calcário Calpar
42 3232-8700
Caltec
41 3603-8000
Gecal
37 3323-5010
Geocal
11 4156-8999
Viter Agro
0800 008 4837
Caldeira Andritz
41 2103-7601
Arauterm
51 3406-6979
Caldebras
19 3493-6530
Caldema
16 3946-2701
CBC
11 4431-3900
DanPower Caldeiras
19 2106-6989
E-Machine
16 3511-9000
Engecass
47 3520-2500
Engetubo
19 3434-3433
Engevap
16 3513-8800
Equipalcool
16 3513-8000
Fimaco
47 3525-1000
Fives Lille
16 3947-9029
HPB
Triniton
16 3513-4600
www.hpb.com.br
Arxo
47 2104-6700
Citrotec
16 3303-9796
Equipalcool
16 3513-8000
FW
16 3041-6600
Grundfos
11 4393-5533
JEA
11 4547-6000
Krieger
47 3231-1311
Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
Perenne
11 3022-6989
SGS Brasil
11 3883-8800
TKS
16 3942-2022
Vemag
16 3511-1000
Zanini Serviços
16 3518-9090
ZBN
18 2102-9000
Caminhão e veículo DAF
42 3122-8400
Ford
0800 703 3673
Foton
0800 799 2020
General Motors
11 4234-7700
Iveco
0800 702 3443
MAN Latin America
11 5582-5333
Mercedes-Benz
0800 970 9090
Scania
11 4344-7239
Interunion
16 2102-9200
Toyota
0800 703 0260
Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
Volkswagen
0800 770 1936
Mitre Engenharia
16 3623-4021
Volvo
41 3317-8111
Reverflux
18 3279-4257
XCMG
0800 770 8866
91
Guia de Compras Carga e descarga
Cavalete automotivo
Caminhão
Linha pesada
Fortech Equipamentos 13 3295-9000 Stolthaven
www.stolthaven.com.br
16 3333-5100
Centrífuga Alfa Laval
11 5188-6000
Carregador de cana
Big Tecnologia
19 3414-3836
Motocana
Brumazi
16 3946-8777
E-Machine
16 3511-9000
Fives Lille
16 3947-9029
Flottweg
19 3836-5300
GEA Westfalia
19 3725-3100
Mausa
19 3124-3030
Multisteel
19 3546-9878
Silver Weibull
16 3202-8614
Texas
82 2121-2000
19 3412-1234
Carregadora de fardos Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Motocana
19 3412-1234
www.haverbrasil.com.br
Carreta - Piso móvel BELTZ do Brasil
47 99755-7557 19 3496-1555
Carrocerias Bachiega
19 99309-7571
Truckvan
11 2635-1133
www.carroceriasbachiega.com.br
Carreta - Pulverizadora Agrimec
55 3222-7710
Coagril
35 3292-3931
Carreta - Vinhaça Engcom
19 99645-1329
TMA
16 3969-4933
Unifibra
16 3663-8002
Carroceria
Reboque e semirreboque
Certificação Cotecna
11 3383-1800
ESG Bannwart
17 98117-6490
Geoambiente
12 3878-6400
Lloyd’s Register – LRQA
11 3523-3940
SGS Brasil
11 3883-8800
Vanzolini
11 3145-3700
Cesta aérea Terex
0800 031 0100
Cesta e peneira Andritz
41 2103-7601
Chapa de aço Açobril
11 2207-6700
Elinox
11 2065-1400
BELTZ do Brasil
47 99755-7557
Intersteel
11 2067-3536
Usicamp
44 3264-8500
Jatinox
11 2060-0405
44 3266-2125
NLMK
11 5694-2100
SSAB
11 3303-0800
Usingá
Casquilho para moenda Bronze
Italbronze
92
11 2436-2900
Ciclone Delta Ducon
11 3218-6666
Opiniões Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Powder
11 3218-6666
Solid Designer
11 97559-6518
www.haverbrasil.com.br
Cilindro hidráulico Verion
11 2100-7400
Cinta de poliéster Okubo
16 3514-9966
Clarificante Alcolina
16 3951-5080
Biocane Química Industrial
19 3413-5066
Caltec
41 3603-8000
Coremal
11 4615-8142
DND Química
16 3943-5283
Gasil
81 3471 8543
16 3946-9300 Grupo ENG
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OniBras
INDUSTRIAIS
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SOLUÇÕES QUÍMICAS
LINHAS INDUSTRIAIS
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www.rudolphresearch.com
Serquímica
16 2105-8222
Solenis
11 3089-9225
Sucroanalitica
16 3704-6161
Cobertura, amarração e fixação JEA
11 4547-6000
Okubo
16 3514-9966
ANTIESPUMANTE PARA PROCESSOS
ANTIBIÓTICO LÍQUIDO INDUSTRIAL
DISPERSANTE INDUSTRIAL
BIOCIDA OXIDANTE INDUSTRIAL
MULTIFUNCIONAL PARA PROCESSOS
NEUTRALIZANTE DE ALCALINIDADE
INIBIDOR DE CORROSÃO INDUSTRIAL
NUTRIENTE PARA PROCESSOS
Coletor de dados Compex
11 3900-9333
Creare Sistemas
51 3094-9090
Geoambiente
12 3878-6400
@GRUPO.ENG
WWW.GRUPOENG.IND.BR
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Guia de Compras Hexagon Agriculture
48 4009-2704
Markanti
16 3941-3367
Colhedora de biomassa Dria
16 3969-4933
John Deere
0800 891 4031
FCN
ABB
0800 014 9111
APS Componentes
11 2870-1000
E-Machine
16 3511-9000
12 3911-9496 Secmil
Colhedora de cana E-Machine
Componente elétrico
www.secmil.com.br
16 3511-9000
Steck
19 98159-0609 19 99604-0736
Computador de bordo
www.fcnagromecanizacao.com.br
Jacto
0800 772 2100
John Deere
0800 891 4031
Tracan
16 3456-5400
Tracbel Agro
16 3968-8080
11 2248-7000
Auteq
11 2107-1888
Herbicat
17 3524-9797
Hexagon Agriculture
48 4009-2704
Markanti
16 3941-3367
Solinftec
18 3622-2270
Condensador
Colhedora de cana Peças e serviços Agricorte
16 3363-4373
Bussola
16 3221-9000
Comanbor
16 2133-5500
Estradeiro
16 3995-9899
John Deere
0800 891 4031
Lopes Tratores
16 3628-6622
Parker
12 4009-3500
Parkits
19 3421-8485
Plant Rubber
16 3969-9777
Brumazi
16 3946-8777
Citrotec
16 3303-9796
Texas
82 2121-2000
Construção industrial CHB Locações
11 2909-1757
Construtec
17 3343-1123 49 3566-9800 64 98142-0010
Construtora Fetz
Whats App
Engetrad
16 3821-5500
Fourteam Engenheiros
22 2733-1441
JBR Engenharia
19 3629-0411
Protendit
17 3214-7200
SGS Brasil
11 3883-8800
www.fetz.com.br
19 99203-7859 Reggiana Riduttori
19 3437-2520
www.interpump.com.br/marcas/ reggiana
RLX
16 3101-1414
Serras Krüger
18 99801-3500
SL Equipamentos
16 3946-3080
Consultoria açúcar e etanol
Tracan
16 3456-5400
Agronova
16 3951-1540
Tracbel Agro
16 3968-8080
Azevedo Engenharia
19 3435-3300
Tratorag
19 3429-1444
Canaplan
19 3434-3099
Unimil
19 2105-0800
Datagro
11 4133-3944
94
Opiniões Engcom
19 99645-1329
Engsugar
14 3316-6260
ERG Engenharia
31 2138-4712 19 2105-6100
Fermentec
19 2105-6101
Fives Lille
16 3947-9029
Fourteam Engenheiros
22 2733-1441
Geoambiente
12 3878-6400
Iprosucar
19 3402-1100
JBR Engenharia
19 3629-0411
MBF Agribusiness
16 3946-6474
Sucrana
16 3209-2727
Sucroanalitica
16 3704-6161
www.fermentec.com.br
16 3482-1238 Vivace
www.vivaceinstruments.com.br
Consultoria agrícola Agronova
16 3951-1540
Agrotools
11 3045-6636
Athenas
16 3202-1872
Cromai
11 2366-9406
ERG Engenharia
31 2138-4712
Geoambiente
12 3878-6400
Geopixel
12 3949-1991
MBF Agribusiness
16 3946-6474
Consultoria ambiental BMA Ambiental
31 3649-1450
CLAM Meio Ambiente
31 3048-2000
Delta Ducon
11 3218-6666
Ecomax
11 4602-3900
ERG Engenharia
31 2138-4712
ESG Bannwart
17 98117-6490
Fourteam Engenheiros
22 2733-1441
Geoambiente
12 3878-6400
Geopixel
12 3949-1991
Horizonte Ambiental
19 3645-1830
Key Associados
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Redutores planetários e motorredutores: a força que move a indústria sucroalcooleira.
Redutor planetário Uma marca
19 99203 7859
19 3437 2520
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Guia de Compras KRAV
11 3661-9656
Novaterra
21 99341-7688
Powder
11 3218-6666
R. Roche & Associados
41 4125-1436
SGS Brasil
11 3883-8800
Container casa de bomba 19 3682-7070 Germek
19 3682-7071
www.germek.com.br
Consultoria de comercialização de energia
Controle de Pragas
Boven
11 2663-2910
Bio Controle
19 3936-8450
Nova Energia
11 3124-4141
BioControl
16 3945-0384
Replace Consultoria
11 5505-6637
Lallemand Plant Care
34 3826-0400
Trader
81 3198-9850
Woodward
19 3708-4800
Consultoria de negócios Agile Solutions
11 5501-6555
Claritas Investimentos
11 2131-4900
Eba Consultoria
14 3269-7211
Engsugar
14 3316-6260
ERG Engenharia
31 2138-4712
Filius Venture
19 3324-3019
Geopixel
12 3949-1991
Globaldox
16 3913-5656
MBF Agribusiness
16 3946-6474
PWC
11 3674-2000
Sucroanalitica
16 3704-6161
Vilage Marcas e Patentes
0800 703 9009
Wiabiliza
11 5584-8570
Consultoria industrial
Conversor de energia ABB
0800 014 9111
Conversor de frequência ABB
0800 014 9111
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Yaskawa
11 3585-1100
Coroa - bronze Italbronze
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Correia Abrascort
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CBV
11 4418-8080
Cobra
16 3603-3333
Comanbor
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Continental ContiTech
0800 011 1572
Conveybelts
11 3538-8307
Copabo
11 3741-6650
Gates
11 5105-8100
Alkaiós
16 3945-5499
Azevedo Engenharia
19 3435-3300
Catena Engenharia
41 3336-1737
De Smet Empral
16 3209-1999
Engcom
19 99645-1329
Engsugar
14 3316-6260
ERG Engenharia
31 2138-4712
Fives Lille
16 3947-9029
JBR Engenharia
19 3629-0411
JRE Inspeções e Ensaios
19 3454-1292
MBF Agribusiness
16 3946-6474
Molyplast
16 3963-9000
PAC
11 4728-3120
Suprir
16 2102-6500
Sucroanalitica
16 3704-6161
Timken
11 5187-9200
96
Haver & Boecker
www.haverbrasil.com.br
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Opiniões Correia transportadora Borpac
31 3311-2700
CICAB
19 3464-9292
Cofaco
19 3026-8888
Continental ContiTech
0800 011 1572
Conveybelts
11 3538-8307
Copabo
11 3741-6650
Correias Mercúrio
11 4588-6600
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
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IRBI
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Valmet
41 3341-4444
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Correia transportadora Peças e serviços
11 3995-7153 19 98927-9914 Imaster Davvero www.imaster.net.br
KMC
11 5548-4226
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Okubo
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Prolink
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Rexnord
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RUD
11 4723-4944
Siva
11 4646-4646
Timken
11 5187-9200
Cozedores Brumazi
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Fives Lille
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Metalúrgica Rio Grande
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Continental ContiTech
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Decantador
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41 2103-7601
Brumazi
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Fives Lille
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Metalúrgica Rio Grande
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Defensivo
Corrente Abrascort
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Comanbor
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FleckMulti
51 3038-6200
General Chains
19 3417-2800
Haver & Boecker
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Link Steel
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Martin Engineering
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Tanque Bozza
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Gascom
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LDA Tanques
19 3838-9595
Sollus Agrícola
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Defensivo agrícola Adama
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Guia de Compras Alta Defensivos
41 3071-9100
Ascenza
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Basf
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Bayer Cropscience
0800 011 5560
Bio Soja
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Corteva
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Espectro Insumos
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FMC
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FMC
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HELM do Brasil
11 5185-4099
IHARA
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Nufarm
0800 725 4011
Polim-Agri
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Sipcam Nichino
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Sumitomo Chem
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Syngenta
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UPL do Brasil
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Defensivo agrícola Matéria-prima Clariant
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Dessuperaquecedor Solid Designer
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Difusor Brumazi
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Dedini
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E-Machine
16 3511-9000
Fives Lille
16 3947-9029
19 3493-9600 Link Steel
www.linksteel.com.br
Drone AGTech Agrotecnologia
17 3305-5700
Geo Agri
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Horus Aeronaves
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IRBI
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19 3423-4000
Tec Tor
11 4428-2888
Eletromagnético Equipamentos Alphamag
19 3324-5094
CHB Locações
11 2909-1757
Inbras
11 4056-6644
Oximag
11 4435-3778
Deslignificação com oxigênio
Elevador
Andritz
Brumazi
98
41 2103-7601
16 3946-8777
Opiniões HMBL
19 3444-7763 11 3995-7153 19 98927-9914
Imaster Davvero www.imaster.net.br
Energia
Controle e gerenciamento ABB
0800 014 9111
Geraforte
31 3396-9694
Motrice SE
81 2122-2300
Smar
16 3946-3599
Sucroanalitica
16 3704-6161
Yokogawa
11 3513-1300
19 3493-9600
Energia
Link Steel
Equipamentos
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19 3877-9400
Aggreko
0800 437 2367
Mavi
11 3577-6200
Bambozzi
16 3383-3800
Solid Designer
11 97559-6518
Dedini
19 3403-3222
Elétrica PJ
11 3649-9800
Geraforte
31 3396-9694
Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
Motrice SE
81 2122-2300
SEL
19 3515-2000
Sindustrial
14 3366-5200
Siner
11 4181-6999
Stemac
0800 723 3800
Martin Sprocket
Embalagem Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Neoplastic
11 4443-1000
SR Embalagens
17 3321-2222
Sucroanalitica
16 3704-6161
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Energia Gerador
Empilhadeira
ABB
0800 014 9111
Auxter
11 3602-6000
Aggreko
0800 437 2367
BMC - Hyundai
11 99687-8218
Ajel Service
62 3295-3188
Terex
0800 031 0100
Bambozzi
16 3383-3800
Yale
11 4134-4700
Cummins
0800 286 6467
E-Machine
16 3511-9000
FPT TRACAN
16 3456-5400
Geraforte
31 3396-9694
Energia
Comercialização Boven
11 2663-2910
Cemig
0800 721 0116
CPFL Brasil
19 3795-3900
Diferencial
21 2169-5900
Energisa Comercializadora
21 2122-6949
NC Energia
21 3235-8900
Nova Energia
11 3124-4141
Tractebel Trader
19 3682-7070 Germek
19 3682-7071
Interunion
16 2102-9200
Metalock
13 3226-4686
Motrice SE
81 2122-2300
48 3221-7000
Rodotrem
12 3687-1366
81 3198-9850
Solaris
11 2173-8685
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99
Guia de Compras Sotreq
0800 084 8585
Engcom
19 99645-1329
Stemac
0800 723 3800
Engenovo
21 2223-0899
Engetrad
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Engsugar
14 3316-6260
ETEC Engenharia
34 3334-6400
Energia Projetos Diferencial
21 2169-5900
Engevix
11 2106-0100
Geraforte
31 3396-9694
Innovatech Gestão
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Motrice SE
81 2122-2300
Nova Energia
11 3124-4141
Replace Consultoria
11 5505-6637
SGS Brasil
11 3883-8800
Sucrana
16 3209-2727
TMSA
51 2131-3333
Energia
Recuperação Atlas Copco
11 3478-8883
Bonfiglioli
11 4344-2323
Clyde Bergemann
19 3811-8080
Energia
Torre de iluminação Aggreko
0800 437 2367
Atlas Copco
11 3478-8883
Rodotrem
12 3687-1366
Solaris
11 2173-8685
19 2105-6100 Fermentec
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Fives Lille
16 3947-9029
Fourteam Engenheiros
22 2733-1441
Iprosucar
19 3402-1100
Irriga Engenharia
62 3088-3881
JBR Engenharia
19 3629-0411
Ram Automação
14 3604-8000
Reunion
11 4156-6688
SGS Brasil
11 3883-8800
Smar
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Solid Designer
11 97559-6518
Sucrana
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Welding
16 3513-8600
Engrenagem ADDN
16 3946-3826
Fazanaro
19 3493-9430
General Chains
19 3417-2800
Enfardadeira
19 3493-9600
Fio
Okubo
16 3514-9966
Tama Brasil
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Engenharia e projeto AEI Assistech
16 3042-3871
Authomathika
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Azevedo Engenharia
19 3435-3300
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De Smet Empral
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DSJ Energia
16 3947-9830
100
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Link Steel
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19 3877-9400
Prolink
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IFF
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Uma marca
19 99203 7859
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101
Guia de Compras Escavadeira Auxter
11 3602-6000
BMC - Hyundai
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E-Machine
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81 3464-1111
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19 3826-2599
Solid Designer
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Tecnometal
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Estrutura metálica Fourteam Engenheiros
22 2733-1441
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Processos
BMA Ambiental
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Andritz
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Fourteam Engenheiros
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Fertilizante e corretivo
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Hinove Fertilizantes Especiais 16 3322-7481
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Guia de Compras ICL Brasil
11 2155-4500
Comanbor
16 2133-5500
Kimberlit
17 3279-1500
Cummins
0800 286 6467
Microgeo
19 4003-5122
D&D Company
11 4072-4222
Microquimica Tradecorp
19 2137-8100
Dedini
19 3403-3222
Mosaic
11 4950-2600
Delta Ducon
11 3218-6666
Nutrien
11 3047-1140
Duppai
16 3771-3777
Nutrigesso
16 3772-2100
E-Machine
16 3511-9000
Nutrivale
14 3269-7233
Equilíbrio
16 3946-2433
Plant Defender
19 2114-2800
Grupo Veco
19 3787-3700
Redi Fertilizantes
43 3398-1719
Hidrara
16 3508-1300
Santa Clara
16 3620-3320
Hidro-Ambiental
19 3572-9999
Sementes Piraí
19 2106-0260
Hydac
11 4393-6600
Supraphos
16 3772-2100
Imporcate
0800 721 3811
Timac
51 3382-8700
John Crane
11 3371-2500
Ubyfol
34 3319-9500
Jotaflex
11 3308-6600
UPL do Brasil
19 3794-5600
Laffi
11 4438-4040
Valagro
11 5054-4222
Magnus Hidráulica
11 2422-7944
Vale
13 3369-9000
MCFIL
19 3826-8398
Viter Agro
0800 008 4837
Mecat
62 3503-1155
YARA
51 3230-1300
Neolíder
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Yoorin Fertilizantes
35 3729-1840
Parker
12 4009-3500
Petroserv
11 2940-1955
Powder
11 3218-6666
Prominas
16 3375-9119
ProMinent
11 4176-0722
Reverflux
18 3279-4257
Stauff
11 4772-7200
Tecnoval
16 3944-9900
TMSA
51 2131-3333
VLC
19 3812-9119
Fertirrigação Construtec
17 3343-1123
Irriga Engenharia
62 3088-3881
ProFibra
16 3343-1788
Filtragem Sistema
Delta Ducon
11 3218-6666
Laffi
11 4438-4040
Mecat
62 3503-1155
Powder
11 3218-6666
Filtro
Freio industrial Caldema
0800 770 0496 SEW-EURODRIVE
Açofiltro
15 3225-3005
ACT
11 2893-9670
AERO Tecnologia do Ar
11 2152-7100
Astefa
16 3942 5511
Astral Ambiental
41 3346-2200
Bariontec
16 3368-1949
Fresa
Bernauer
11 2666-3909
Usina da Peça
104
16 3946-2701
www.sew-eurodrive.com.br
Tec Tor
11 4428-2888
Vulkan do Brasil
11 4894-7300
16 3384-2121
Opiniões Frota e Telemetria
Geomembrana
gestão de
Maccaferri
11 4525-5000
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Neoplastic
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Euroair
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Ferrusi
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Georreferenciamento e topografia
Fundição Água Vermelha
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Elithium
Fundição
16 3946-5000 Moreno
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11 4035-8877
ZBN
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Agrotools
11 3045-6636
Altave
12 3913-5900
Engesat
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ERG Engenharia
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Geoambiente
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Geopixel
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Grupo WZ
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Horus Aeronaves
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Imagem - Esri
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OPT GIS
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Sigma Sensors
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Soft Mapping
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Trimble
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Graxa industrial
Galpão Fourteam Engenheiros
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Rentank Macrogalpões
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Tópico
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Gás natural GasBrasiliano
19 3881-8644
0800 773 6099
Gaxeta
ITW Chemical
11 4785-2630
Klüber
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Rolimac
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Schaeffler
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CBV
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Real
19 3444-6737
Bauma
15 3242-8080
Teadit
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Êxito
81 3464-1111
Guincho Brumazi
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105
Guia de Compras Motocana
19 3412-1234
GTS do Brasil
49 3241-7100
TKA Guindastes
54 3202-3000
Ikeda
14 3408-1000
Usicamp
44 3264-8500
John Deere
0800 891 4031
XCMG
0800 770 8866
Kuhn do Brasil
54 3316-6200
LS Mtron
47 3085-8101
Mecmaq
19 3417-4090
Mepel
54 3337-3700
Motocana
19 3412-1234
Pinheiro
19 3843-9250
Sollus Agrícola
18 3421-1100
Habitáculo pressurizado Priner
11 3201-7803
Hidráulica
Equipamentos
Terraverde
19 3674-0000
ACT
11 2893-9670
Usicamp
44 3264-8500
Hidrara
16 3508-1300
Usingá
44 3266-2125
Hydac
11 4393-6600
Lander
18 3323-7613
Magnus Hidráulica
11 2422-7944
Salvi Casagrande
11 3327-0033
Tectrol - Dínamo
43 3305-2500
Unimil
19 2105-0800
Implemento rodoviário AB Rodofort
19 3770-2200
BELTZ do Brasil
47 99755-7557
Carmetal
54 3329 8500 19 3496-1555
Imagem de satélite Mapeamento Geoambiente
12 3878-6400
Geopixel
12 3949-1991
Novaterra
21 99341-7688
OPT GIS
12 3302-4443
Implemento agrícola
Carrocerias Bachiega
19 99309-7571
Facchini
17 3426-2000
Impacto Implementos
14 3623-9444
LDA Tanques
19 3838-9595
Mepel
54 3337-3700
Randon Implementos
54 3239-2000
Rodotrem
12 3687-1366
www.carroceriasbachiega.com.br
Agrimec
55 3222-7710
Agromatão
16 3382-7192
Almeida
16 3348-9000
Antoniosi
16 3384-8000
Baldan
16 3221-6575
Berma
19 99203-7859
BM Dumont
16 3944-1397
Bouwman
42 3234-1108
Budny
48 3432-0096
Açúcar e etanol
Civemasa
16 3382-8282
Azevedo Engenharia
19 3435-3300
Coagril
35 3292-3931
DSJ Energia
16 3947-9830
DMB
16 3946-1800
Engcom
19 99645-1329
Dria
16 3969-4933
JRE Inspeções e Ensaios
19 3454-1292
Duraface
19 3547-3539
JW
16 3513-2000
Eco Agro
17 3567-9600
Perticarari
16 3235-9837
106
Sergomel
16 3513-2600
www.sergomel.com.br
Truckvan
11 2635-1133
Unifibra
16 3663-8002
Usicamp
44 3264-8500
Inspeção industrial
Opiniões Priner
11 3201-7803
Fronius
11 3563-3800
SD Engenharia
16 3524-4801
Schneider
11 4501-3434
SGS Brasil
11 3883-8800
WEG
47 3276-4000
TransmiService
16 3946-4600
Welding
16 3513-8600
Instalação industrial Açúcar e etanol AEI Assistech
16 3042-3871
Authomathika
16 3513-4000
Dedini
19 3403-3222
Ecomax
11 4602-3900
Fives Lille
16 3947-9029
JBR Engenharia
19 3629-0411
Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
Planusi
16 3513-9900
Instrumento de medição
Irrigação NaandanJain
19 3573-7676
Netafim
0800 940-1573
ProFibra
16 3343-1788
Valley
34 3318-9000
Irrigação
Equipamentos Asperbras
18 3654-7000
Bauer
19 3634-1212
Bermad
19 3573-8888
Engcom
19 99645-1329
Gascom
16 2105-3622 19 3682-7070
16 3482-1238 Vivace
Germek
19 3682-7071
www.germek.com.br
www.vivaceinstruments.com.br
Contech
11 5035-0920
Hidro Sistemas
11 3744-4467
Endress+Hauser
11 5033-4333
Irrigabrás
11 2842-6464
Marrari
41 3332-9393
Krebsfer
19 3119-4000
Metroval
19 2127-9400
Lindsay
19 3814-1100
Nivetec
11 2627-6600
NaandanJain
19 3573-7676
Pd Instrumentos
11 4016-4600
Netafim
0800 940-1573
Peu Eletricidade
19 3437-3030
ProFibra
16 3343-1788
ProMinent
11 4176-0722
Unifibra
16 3663-8002
Salvi Casagrande
11 3327-0033
Valley
34 3318-9000
Sigma Sensors
12 3933-3291
Van Der Hoeven
19 3877-2281
World Controles
19 3833-3131
Inversor de frequência
Soluções Inteligentes em Tubos e Conexões
Vetro
16 99962-5625
www.vetro.com.br
Bonfiglioli
11 4344-2323
Metaltex
11 5683-5700
Nord Drivesystems
11 2402-8855
Schmersal Brasil
15 3263-9800
Gotejamento
Tectrol - Dínamo
43 3305-2500
NaandanJain
19 3573-7676
Yaskawa
11 3585-1100
Netafim
0800 940-1573
Inversor solar ABB
Irrigação
Isolamento térmico 0800 014 9111
Priner
11 3201-7803
107
Guia de Compras Laboratório
Limpeza de tanques
Equipamentos Além Mar
11 3229-8344
Alpax
11 4057-9200
Anton Paar
11 5906-9000
Astro 34
11 3995-3450
Cetec
16 3993-9400
Cotergavi
11 3673-5020
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
IRBI
18 3631-5000
Metrohm
11 3868-6599
Mettler Toledo
11 4166-7400
PartnerLab
16 3624-7700
Pd Instrumentos
11 4016-4600
Pensalab
11 5180-8300
Presys
11 3056-1900
Quimis
11 4055-9900
Rezenflex
19 3412-1144
RP3X Cientifica
16 3635-3485
www.haverbrasil.com.br
11 2275-0507 Rudolph Brasil
13 3295-9000
Stolthaven
www.stolthaven.com.br
Limpeza industrial BIODEGRADÁVEL
16 3690-1000
Nós temos a fórmula
Homy Química
www.homyquimica.com.br
Martin Engineering
19 3709-7200
OniBras
16 3969-4957
Logística e transporte Agicargo
16 3041-5787
Ambipar
11 3429-5000
Expresso Nepomuceno
35 3694-9946
Gafor
11 2107-3100
JSL
11 2377-7000
Logum
21 2517-5200
Quadrante Logistica
16 3521-8420
Rumo ALL
0800 701 2255
11 2275-0599
www.rudolphresearch.com
Stolthaven
13 3295-9000
Salvi Casagrande
11 3327-0033
Satelit
16 3514 8127
Transespecialista
16 2105-7870
Sigma Sensors
12 3933-3291
Transvalco
16 3954-8400
Sucroanalitica
16 3704-6161
Tecnal
19 2105-6161
Lubrificante e Aditivo
Welding
16 3513-8600
Agecom
11 2149-8922
Yon Elétrica
18 3823-1614
Armo
16 3797-8900
Bardahl
11 4898-8600
BR Petrobras
0800 728 9001
Castrol
0800 704 0720
Leasing e locação JSL
11 2377-7000
Rodobens
11 2139-3000
www.stolthaven.com.br
19 3881-8644
Limpeza de alta pressão Lemasa
108
19 3936-8555
19 99913-4032 Chemlub
www.chemlub.com.br
Opiniões Chesterton
11 3382-4900
NTN-SNR
41 3627-8000
Cobra
16 3603-3333
Prolink
19 3423-4000
Comanbor
16 2133-5500
Rexnord
51 3579-8080
Condat
11 4012-3100
Rolimac
16 3979-7009
Coremal
11 4615-8142
Solid Designer
11 97559-6518
Fuchs
11 4789-2311
Timken
11 5187-9200
Hennings
47 3036-5555
Visão
11 2602-6533
16 3690-1000 Nós temos a fórmula
Homy Química
www.homyquimica.com.br
Mancal - bronze Italbronze
11 2436-2900
Usina da Peça
16 3384-2121
Iconic
0800 704 2230
Mangueira
Ipiranga
0800 025 3805
Alvenius
11 4613-6266
ITW Chemical
11 4785-2630
Armo
16 3797-8900
Klüber
11 4166-9000
Borpac
31 3311-2700
Moove
0800 644 1562
Comanbor
16 2133-5500
Petronas
0800 883 3200
Continental ContiTech
0800 011 1572
Platinum
11 3665-4000
Contuflex
11 3070-0300
Sil
11 4433-3753
Copabo
11 3741-6650
Gates
11 5105-8100
Hennings
47 3036-5555
Hidrara
16 3508-1300
Lubrificante Tanque
Bombas Andrade
17 3321-5811
Magnus Hidráulica
11 2422-7944
Bozza
11 2179-9966
Parker
12 4009-3500
Gascom
16 2105-3622
Petroserv
11 2940-1955
Impacto Implementos
14 3623-9444
Specma
41 3669-6569
LDA Tanques
19 3838-9595
Tetralon
11 4081-7000
Sage Oil Vac Brasil
11 2631-6343
Mancal
Manutenção ativos de energia SGS Brasil
A.T.I. Brasil
41 3302-3400
Brastrela
11 3868-6100
Cobra
16 3603-3333
CS Turbinas
16 3511-6000
Fazanaro
19 3493-9430
General Chains
19 3417-2800
John Crane
11 3371-2500
Manutenção elétrica Metalock
13 3226-4686
Obo Bettermann
15 3335-1382
SGS Brasil
11 3883-8800
Manutenção hidráulica Lander
19 3493-9600 Link Steel
www.linksteel.com.br
11 3883-8800
18 3323-7613
Manutenção industrial AEI Assistech
16 3042-3871
109
Guia de Compras Ajel Service
62 3295-3188
Andritz
41 2103-7601
Authomathika
16 3513-4000
Bambozzi
16 3383-3800
Big Tecnologia
19 3414-3836
Catena Engenharia
41 3336-1737
CPFL Serviços
19 3795-3900
Engetubo
19 3434-3433
Fertron
16 3946-5899
Fives Lille
16 3947-9029
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
ICP Latin América
11 4496-4320
www.haverbrasil.com.br
Fives Lille
16 3947-9029
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
JRE Inspeções e Ensaios
19 3454-1292
M&M Labtest
16 3434-4666
www.haverbrasil.com.br
19 99203-7859 Reggiana Riduttori
19 3437-2520
www.interpump.com.br/marcas/ reggiana
0800 770 0496 SEW-EURODRIVE
14 3641-0914 Intacta
11 98272-0914
www.intactarolamentos.com.br
www.sew-eurodrive.com.br
SGS Brasil
11 3883-8800
Sucroanalitica
16 3704-6161
Techoleo
14 3269-7319
Tecnoval
16 3944-9900
Intecnial
54 2107-8000
Irmãos Passaúra
41 2141-7000
Magíster
16 3513-7200
Martin Engineering
19 3709-7200
Priner
11 3201-7803
SGS Brasil
11 3883-8800
Smar
16 3946-3599
www.interpump.com.br/marcas/ transtecno
Sucroanalitica
16 3704-6161
Zanini Renk
Sulcromo
51 2112-2600
Tec Tor
11 4428-2888
Texas
82 2121-2000
TransmiService
16 3946-4600
Valmet
41 3341-4444
Vulcatec
16 2133-8900
Welding
16 3513-8600
World Controles
19 3833-3131
ZBN
18 2102-9000
Manutenção preditiva e preventiva Ajel Service
62 3295-3188
Andritz
41 2103-7601
Authomathika
16 3513-4000
Azevedo Engenharia
19 3435-3300
110
19 99203-7859 Transtecno
19 3437-2520
16 3518-9000
Manutenção
Transformador de potência Ajel Service
62 3295-3188
Bambozzi
16 3383-3800
SGS Brasil
11 3883-8800
Manutenção Vibração
Ajel Service
62 3295-3188
0800 770 0496 SEW-EURODRIVE
www.sew-eurodrive.com.br
Opiniões Máquina agrícola Agrimec
55 3222-7710
Antoniosi
16 3384-8000
John Deere
0800 891 4031
Terraverde
19 3674-0000
Máquina agrícola
Contech
11 5035-0920
Cotergavi
11 3673-5020
Dwyler
11 2682-6633
Endress+Hauser
11 5033-4333
Metroval
19 2127-9400
Nivetec
11 2627-6600
Petroserv
11 2940-1955
Locação Armac
FCN
11 3081-5860 19 98159-0609 19 99604-0736
www.fcnagromecanizacao.com.br
Ouro Verde
41 3239-7000
Rodobens
11 2139-3000
Material rodante Antractor
19 3129-5150
Imporcate
0800 721 3811
ITM
11 4417-7772
ITR
11 3340-7555
Lopes Tratores
16 3628-6622
Maktractor
62 3596-2624
SEW-EURODRIVE
www.sew-eurodrive.com.br
Smar
16 3946-3599
Sucroanalitica
16 3704-6161
Verion
11 2100-7400
Willtec
11 4035-7500
World Controles
19 3833-3131
Mesa alimentadora Brumazi
16 3946-8777
19 3493-9600 Link Steel
Medição
www.linksteel.com.br
Equipamentos Contech
11 5035-0920
Cotergavi
11 3673-5020
Endress+Hauser
11 5033-4333
Magnus Hidráulica
11 2422-7944
Metroval
19 2127-9400
Mettler Toledo
11 4166-7400
Nivetec
11 2627-6600
Presys
11 3056-1900
Rezenflex
19 3412-1144
Salvi Casagrande
11 3327-0033
Sigma Sensors
12 3933-3291
Smar
16 3946-3599
Sucroanalitica
16 3704-6161
Medidor, transmissor de vazão e nível Anton Paar
0800 770 0496
11 5906-9000
Mesa elevadora E.M.G.
41 3641-7200
Mesa vibratória Mavi
11 3577-6200
MVL Máquinas
11 4596-9220
Misturador e agitador Fácil System
16 3014-3270
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Mega Flux Bombas
11 5575-4160
Solid Designer
11 97559-6518
Sulzer
11 4589-2000
Tetralon
11 4081-7000
Torkflex
16 3211-2181
www.haverbrasil.com.br
111
Guia de Compras Moenda
Equipamento
Irmãos Passaúra
41 2141-7000
Mafer
62 3353-7386
Priner
11 3201-7803
Reverflux
18 3279-4257
SGS Brasil
11 3883-8800
Sindustrial
14 3366-5200
ZBN
18 2102-9000
Brumazi
16 3946-8777
Dedini
19 3403-3222
Dourados
16 3513-8500
E-Machine
16 3511-9000
ESCO
31 3539-1200
Eutectic
16 3521-2350
Fives Lille
16 3947-9029
Motoniveladora
Magíster
16 3513-7200
Êxito
81 3464-1111
Sotreq
0800 084 8585
Volvo
41 3317-8111
XCMG
0800 770 8866
16 3946-5000 Moreno
www.moreno.ind.br
Simisa
16 2105-1200
Tecnometal
31 2122-2724
Thermic
14 3283-8283
Turbimoendas
19 3425-1900
Villares Metals
19 3303-8000
ZBN
18 2102-9000
Monitoramento Equipamentos AGR
65 3023-0083
Altave
12 3913-5900
Creare Sistemas
51 3094-9090
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Horus Aeronaves
48 3029-7600
Presys
11 3056-1900
www.haverbrasil.com.br
Motor ABB
0800 014 9111
Acoplast
31 2566-5900
Ajel Service
62 3295-3188
Bonfiglioli
11 4344-2323
Branco
41 3211-4040
Cummins
0800 286 6467
Dimensional
19 3446-7400
E-Machine
16 3511-9000
Imporcate
0800 721 3811
Interunion
16 2102-9200
Jotaflex
11 3308-6600
Magnus Hidráulica
11 2422-7944
MVL Máquinas
11 4596-9220
MWM
11 3882-3200
Nord Drivesystems
11 2402-8855
0800 770 0496
12 3911-9496 SEW-EURODRIVE
Secmil
www.sew-eurodrive.com.br
www.secmil.com.br
Sucroanalitica
16 3704-6161
TMSA
51 2131-3333
Stemac
0800 723 3800
Tectrol - Dínamo
43 3305-2500
Montagem industrial Azevedo Engenharia
19 3435-3300
Citrotec
16 3303-9796
Engcom Engevix
112
19 99203-7859 Transtecno
19 3437-2520
19 99645-1329
www.interpump.com.br/marcas/ transtecno
11 2106-0100
WEG
47 3276-4000
Opiniões Motor Peças
FPT TRACAN
16 3456-5400
Movimentação de carga Terex
0800 031 0100
Volvo
41 3317-8111
Movimentação industrial Auxter
11 3602-6000
SGS Brasil
11 3883-8800
TMSA
51 2131-3333
Verion
11 2100-7400
Willtec
11 4035-7500
Yaskawa
11 3585-1100
Yokogawa
11 3513-1300
Parafusos, porcas, arruelas e buchas - bronze AllenFix Group
11 3806-2170
Italbronze
11 2436-2900
Peneira Açofiltro
15 3225-3005
Brumazi
16 3946-8777
Dedini
19 3403-3222
Equilíbrio
16 3946-2433
Fácil System
16 3014-3270
Fernavan
16 3945-5231
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Inbras
11 4056-6644
JW
16 3513-2000
Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
43 3024-1008
MVL Máquinas
11 4596-9220
Prominas
16 3375-9119
Biocane Química Industrial
19 3413-5066
Picador e triturador
Centerquimica
18 3631-1313
Brumazi
16 3946-8777
Microquimica Tradecorp
19 2137-8100
Dedini
19 3403-3222
OniBras
16 3969-4957
Fragmaq
11 4056-8057
Sementes Piraí
19 2106-0260
Solenis
11 3089-9225
Stoller
19 3707-1200
UPL do Brasil
19 3794-5600
Muda de cana Explante
19 99707-1587
SBW do Brasil
19 3902-4041
Muda de eucalipto SBW do Brasil
19 3902-4041
Muda
Gel para plantio Polim-Agri
Nutriente
Painel de comando Controle
www.haverbrasil.com.br
16 3946-5000 Moreno
www.moreno.ind.br
Pinheiro
19 3843-9250
Tecnometal
31 2122-2724
Terex
0800 031 0100
Zanella
41 2111-2300
Bambozzi
16 3383-3800
Geraforte
31 3396-9694
Stemac
0800 723 3800
Sucroanalitica
16 3704-6161
Peças
TMSA
51 2131-3333
Embremaq
Picador e triturador 19 3825-1873
113
Guia de Compras Magíster
16 3513-7200
Terex
0800 031 0100
Pintura industrial Pint Aplicadora
44 3264-4725
Priner
11 3201-7803
SGS Brasil
11 3883-8800
Pipa
Fabricação e reforma
Plantio
Monitoramento AGR
65 3023-0083
Geoambiente
12 3878-6400
Pneumático
Equipamento e acessório Ascoval
11 4208-1700
Bray Controls
19 3517-6161
Continental ContiTech
0800 011 1572
Cotergavi
11 3673-5020
Gascom
16 2105-3622
PW Hidropneumática
19 3801-9500
SL Equipamentos
16 3946-3080
Tectrol - Dínamo
43 3305-2500
Pneu
Pipa
Fertirrigação
Bridgestone Firestone
0800 016 1718
Gascom
16 2105-3622
Comercial Rodrigues
11 2093-8004
SL Equipamentos
16 3946-3080
Continental
11 4583-6161
Goodyear
0800 725 7638
Michelin
21 3621-4711
Pirelli
0800 728 7638
Titan
0800 723-2476
Trelleborg
11 2802-9266
Pipa
Irrigação Gascom
16 2105-3622
SL Equipamentos
16 3946-3080
Pneu
Pipa
Reforma
Peças de reposição Gascom
16 2105-3622
GDA Pneus
17 3521-2713
SL Equipamentos
16 3946-3080
Pneu Forte
16 3202-8604
Tecpolimer
11 3032-6480
Tipler
51 3097-2101
Vipal
54 3242-1666
Plano de saúde Hapvida
0800 018 3456
Sermed
16 3945-1212
Plantadora de cana
Pneu
Revenda
Agrimec
55 3222-7710
Copabo
11 3741-6650
Antoniosi
16 3384-8000
Marini
54 3316-4100
Carderoli
18 3645-1231
Civemasa
16 3382-8282
DMB
16 3946-1800
Ponte rolante
Duraface
19 3547-3539
Bambozzi
16 3383-3800
Sollus Agrícola
18 3421-1100
Bauma
15 3242-8080
TMA
16 3969-4933
E-Machine
16 3511-9000
114
Opiniões GH Pontes Rolantes
11 4409-0066
Mausa
19 3124-3030
Terex
0800 031 0100
Unimaq - Hovam
16 3209-4071
Grupo ENG
16 3946-9300
www.grupoeng.ind.br
Precipitador eletrostático AERO Tecnologia do Ar
11 2152-7100
CBC
11 4431-3900
Clyde Bergemann
19 3811-8080
Delta Ducon
11 3218-6666
16 3513-4600 HPB
www.hpb.com.br
Powder
11 3218-6666
Prensa E-Machine
16 3511-9000
Fragmaq
11 4056-8057
TMSA
51 2131-3333
Prensa desaguadora de lodo Engenovo
21 2223-0899
Produção de vapor ComBio
11 3030-0040
Engecass
47 3520-2500
Mitre Engenharia
16 3623-4021
Solid Designer
11 97559-6518
Produto químico
16 3690-1000 Nós temos a fórmula
Homy Química
www.homyquimica.com.br
ICL Brasil
11 2155-4500
Kemira
11 2189-4900
Kurita
19 3827-8388
Lanxess
11 3741-2500
Miracema-Nuodex
19 3728-1000
Nalco Water
11 5644-6500
OniBras
16 3969-4957
Rezenflex
19 3412-1144
Sabará
19 3455-8900
Serquímica
16 2105-8222
Solenis
11 3089-9225
SuperQuímica
51 2103-4200
Unipar Carbocloro
11 3704-4200
Produto químico Ácido Sulfúrico TAG Comex
81 99971-2833
Produto químico Alcalinizante Alcolina
16 3951-5080
Centerquimica
18 3631-1313
Dryller
31 3286-8004
Amonex
11 4789-8989
Aratrop
16 3690-1100
Base Química
16 2101-1200
Biocane Química Industrial
19 3413-5066
BMA Ambiental
31 3649-1450
Miika Nacional
31 3151-7861
Boraquímica
11 3838-4444
OniBras
16 3969-4957
Buckman
19 3864-5000
Centerquimica
18 3631-1313
DND Química
16 3943-5283
Antibiótico
DuPont
11 4166-8000
Buckman
16 3946-9300 Grupo ENG
www.grupoeng.ind.br
Produto químico 19 3864-5000
115
Guia de Compras Centerquimica
18 3631-1313
Coremal
11 4615-8142
DND Química
16 3943-5283
Grupo ENG
16 3946-9300
www.grupoeng.ind.br
16 3946-9300 Grupo ENG
www.grupoeng.ind.br
OniBras
16 3969-4957
Phibro EPG
0800 722 8011
Química Real
31 3057-2000
Solenis
11 3089-9225
Produto químico Anticorrosivo Armo
16 3797-8900
Bardahl
11 4898-8600
Centerquimica
18 3631-1313
16 3946-9300 Grupo ENG
Miracema-Nuodex
19 3728-1000
Nalco Water
11 5644-6500
OniBras
16 3969-4957
Serquímica
16 2105-8222
Solenis
11 3089-9225
Produto químico Bactericida Aratrop
16 3690-1100
Biocane Química Industrial
19 3413-5066
Centerquimica
18 3631-1313
OniBras
16 3969-4957
Produto químico Corante
Centerquimica
18 3631-1313
Rezenflex
19 3412-1144
Produto químico
www.grupoeng.ind.br
Descolorante 16 3690-1000
Biocane Química Industrial
19 3413-5066
Centerquimica
18 3631-1313
DND Química
16 3943-5283
Nós temos a fórmula
Homy Química
www.homyquimica.com.br
ITW Chemical
11 4785-2630
Nalco Water
11 5644-6500
Rust Engenharia
11 3140-1500
Produto químico
Antiespumante e anti-incrustante
16 3946-9300 Grupo ENG
www.grupoeng.ind.br
OniBras
16 3969-4957
Produto químico
Desengraxante e desincrustante
Alcolina
16 3951-5080
Armo
16 3797-8900
Aratrop
16 3690-1100
Centerquimica
18 3631-1313
Biocane Química Industrial
19 3413-5066
Buckman
19 3864-5000
Centerquimica
18 3631-1313
19 3881-8644
Coremal
11 4615-8142
19 99913-4032
Degani-Vaduz
11 2085-7777
DND Química
16 3943-5283
116
Chemlub
www.chemlub.com.br
Opiniões DND Química
16 3943-5283
16 3946-9300 Grupo ENG
www.grupoeng.ind.br
BIODEGRADÁVEL
16 3690-1000
Nós temos a fórmula
Homy Química
www.homyquimica.com.br
ITW Chemical
11 4785-2630
Klüber
11 4166-9000
OniBras
16 3969-4957
Produto químico Dispersante Alcolina
16 3951-5080
Biocane Química Industrial
19 3413-5066
Buckman
19 3864-5000
Centerquimica
18 3631-1313
Coremal
11 4615-8142
DND Química
16 3943-5283
16 3946-9300 Grupo ENG
www.grupoeng.ind.br
OniBras
16 3969-4957
Solenis
11 3089-9225
Produto químico Perigoso - Emergência Suatrans
0800 707 7022
Produto químico Polímero
Biocane Química Industrial
19 3413-5066
Buckman
19 3864-5000
Centerquimica
18 3631-1313
Coremal
11 4615-8142
DND Química
16 3943-5283
117
Guia de Compras NG Metalurgica
19 3429-7272
Procknor
11 3898-1511
Ram Automação
14 3604-8000
www.grupoeng.ind.br
Reunion
11 4156-6688
Lanxess
11 3741-2500
Solid Designer
11 97559-6518
Nalco Water
11 5644-6500
Sucroanalitica
16 3704-6161
OniBras
16 3969-4957
TMSA
51 2131-3333
Skills Quimica
14 3652-5156
Solenis
11 3089-9225
Grupo ENG
16 3946-9300
Produto químico Resina Armo
16 3797-8900
Coremal
11 4615-8142
Grace
11 4197-7540
16 3946-9300
Proteção contra incêndio Alvenius
11 4613-6266
Argus Engenharia
19 3826-6670
Bombas Andrade
17 3321-5811
Bozza
11 2179-9966
CF Sistemas
16 3516-3800
Construtec
17 3343-1123
Dafo Brasil
31 3241-2817
Gascom
16 2105-3622
Grupo ENG
19 3682-7070
www.grupoeng.ind.br
Nalco Water
11 5644-6500
Perfortex
19 3526-1100
Solenis
11 3089-9225
Projeto industrial
Germek
19 3682-7071
Mepel
54 3337-3700
Seive
31 3317-6393
SL Equipamentos
16 3946-3080
Working on Fire
19 3246-1534
www.germek.com.br
AEI Assistech
16 3042-3871
Alkaiós
16 3945-5499
Asperbras
18 3654-7000
Authomathika
16 3513-4000
Azevedo Engenharia
19 3435-3300
Brumazi
16 3946-8777
Catena Engenharia
41 3336-1737
De Smet Empral
16 3209-1999
Engenovo
21 2223-0899
Engevix
11 2106-0100
Engsugar
14 3316-6260
ETEC Engenharia
34 3334-6400
EXAL
19 3411-2171
Fives Lille
16 3947-9029
Icon
48 3431-1800
Intecnial
54 2107-8000
JBR Engenharia
19 3629-0411
Mectrol
14 4009-0507
Máquinas e veículos
Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
Argus Engenharia
118
Proteção contra incêndio Kit para combate Argus Engenharia
19 3826-6670
Dafo Brasil
31 3241-2817
Seive
31 3317-6393
SL Equipamentos
16 3946-3080
Proteção contra incêndio Líquido gerador de espuma Argus Engenharia
19 3826-6670
Dafo Brasil
31 3241-2817
Miracema-Nuodex
19 3728-1000
Seive
31 3317-6393
SL Equipamentos
16 3946-3080
Proteção contra incêndio 19 3826-6670
Opiniões Dafo Brasil
31 3241-2817
Estradeiro
16 3995-9899
Seive
31 3317-6393
Sysmak
17 3011-7414
Proteção contra incêndio Monitoramento Argus Engenharia
19 3826-6670
Contech
11 5035-0920
Dafo Brasil
31 3241-2817
Geoambiente
12 3878-6400
Seive
31 3317-6393
Sintecsys
11 3109-1815
Working on Fire
19 3246-1534
Pulverizador
Rastreamento Autotrac
61 3307-7000
Cotecna
11 3383-1800
Geoambiente
12 3878-6400
Goldensat
0800 580-3030
OnixSat
43 3374-3822
Panorama
12 3204-4686
Tracker
11 3506-5700
Recepção de cana
Sistema, preparo e extração Azevedo Engenharia
19 3435-3300
Brumazi
16 3946-8777
Recuperação estrutural Priner
Bozza
11 2179-9966
Feldermann Forest
48 98419-2428
Gascom
16 2105-3622
Herbicat
17 3524-9797
Jacto
0800 772 2100
Martineli Agrícola
16 2105-8000
Matabi
11 5524-1663
Mepel
54 3337-3700
Spraying
11 2124-9500
Pulverizador
Peças e acessórios
11 3201-7803
Redutor e motorredutor A.T.I. Brasil
41 3302-3400
Acoplast
31 2566-5900
ADDN
16 3946-3826
Ajel Service
62 3295-3188
Bonfiglioli
11 4344-2323
Dana Brevini
19 3446-8600
Dismotor
19 3785-9000
E-Machine
16 3511-9000
Geremia Redutores
54 2105-3211
Magnus Hidráulica
11 2422-7944
Comam
31 3275-2118
Mult Engrenagens
16 3942-8561
Herbicat
17 3524-9797
Nord Drivesystems
11 2402-8855
Matabi
11 5524-1663
Spraying
11 2124-9500
Spraytech
16 3621-5929
Teejet
11 4612-0049
Pulverizador costal Herbicat
17 3524-9797
Jacto
0800 772 2100
19 99203-7859 Reggiana Riduttori
19 3437-2520
Rexnord
51 3579-8080
www.interpump.com.br/marcas/ reggiana
0800 770 0496 SEW-EURODRIVE
Purgador
www.sew-eurodrive.com.br
Bermo
47 2123-4444
STAR Redutores
16 3946-1900
Tecnoval
16 3944-9900
Sumitomo Redutores
11 4403-9292
119
Guia de Compras TGM
16 2105-2600
Torkflex
16 3211-2181
TransmiService
16 3946-4600
19 99203-7859 Transtecno
19 3437-2520
www.interpump.com.br/marcas/ transtecno
Resíduo
Gerenciamento
Stolthaven
www.stolthaven.com.br
Resíduo
Weg-Cestari
16 3244-1000
Transporte
Zanini Renk
16 3518-9000
Ambipar
Redutor planetário 19 99203-7859 Reggiana Riduttori
11 3429-5000
Resíduo
Tratamento Ambipar
11 3429-5000
Vibropac
11 2108-5600
19 3437-2520
Revestimento
www.interpump.com.br/marcas/ reggiana
0800 770 0496 SEW-EURODRIVE
Alvenius
11 4613-6266
Armo
16 3797-8900
Chesterton
11 3382-4900
Engcom
19 99645-1329
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Henkel
11 3205-8955
Hennings
47 3036-5555
RLX
16 3101-1414
Rust Engenharia
11 3140-1500
Uniweld
11 4035-8877
www.sew-eurodrive.com.br
19 99203-7859 Transtecno
13 3295-9000
19 3437-2520
www.interpump.com.br/marcas/ transtecno
Weg-Cestari
16 3244-1000
Zanini Renk
16 3518-9000
Refratário Menphis
19 3272-4420
Mercosul
16 2105-8987
www.haverbrasil.com.br
Revisão de equipamento de campo 16 3482-1238 Vivace
Régua
www.vivaceinstruments.com.br
Bronze
Italbronze
11 2436-2900
Reservatório
Fibra vidro/PRFV Unifibra
120
16 3663-8002
Rolamento A.T.I. Brasil
41 3302-3400
Abrascort
41 2169-9999
Brastrela
11 3868-6100
Cobra
16 3603-3333
Opiniões Copabo
11 3741-6650
JDF Centrifugas
19 2108-5013
Nachi
11 3284-9844
NSK
11 3269-4700
NTN-SNR
41 3627-8000
Platinum
11 3665-4000
Rolimac
16 3979-7009
Schaeffler
15 3335-1500
SKF
11 4448-8200
Timken
11 5187-9200
Visão
11 2602-6533
Rolamento
Sensor 12 3911-9496 Secmil
www.secmil.com.br
Sucroanalitica
16 3704-6161
Tecnord
19 3412-1890
World Controles
19 3833-3131
Separador de resíduos Flottweg
Servoacionamento
Recuperação 14 3641-0914 Intacta
19 3836-5300
11 98272-0914
0800 770 0496 SEW-EURODRIVE
www.sew-eurodrive.com.br
www.intactarolamentos.com.br
Solid Designer
11 97559-6518
Rolo e cilindro Cofaco
19 3026-8888
Hydac
11 4393-6600
RLX
16 3101-1414
Sulcromo
51 2112-2600
Tectrol - Dínamo
43 3305-2500
Rotator Fácil System
16 3014-3270
PW Hidropneumática
19 3801-9500
Sacaria para açúcar SR Embalagens
19 99203-7859 Transtecno
Silo Delta Ducon
11 3218-6666
Dujua
47 3534-5000
Engecass
47 3520-2500
Haver & Boecker
www.haverbrasil.com.br
17 3321-2222
Secador
19 3437-2520
www.interpump.com.br/marcas/ transtecno
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198 11 3995-7153 19 98927-9914
Imaster Davvero www.imaster.net.br
Brumazi
16 3946-8777
E-Machine
16 3511-9000
Fácil System
16 3014-3270
Fives Lille
16 3947-9029
Mausa
19 3124-3030
Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
Solid Designer
11 97559-6518
Powder
11 3218-6666
19 3493-9600 Link Steel
www.linksteel.com.br
121
Guia de Compras Software
Design, ERP, gestão e processos
Sonda oblíqua E-Machine
16 3511-9000
AEVO
27 3024-7800
IRBI
18 3631-5000
Agile Solutions
11 5501-6555
Motocana
19 3412-1234
Comlink
16 2101-4000
Creare Sistemas
51 3094-9090
CS Compusoftware
18 3636-3800
Soprador de fuligem
Geoambiente
12 3878-6400
Clyde Bergemann
19 3811-8080
Grupo ERRP
16 3623-0998
Herom
16 2105-7200
Hexagon Agriculture
48 4009-2704
Promoen
16 3513-2900
Procenge
81 4009-2877
SAP
0800 888 9988
Sigma Sensors
12 3933-3291
Simova
12 3904-4343
Smar
16 3946-3599
Solinftec
18 3622-2270
Soteica
11 5091-3900
Totvs
0800 709 8100
Veltec
3003-1199
Sulfitação
Equipamento Brumazi
16 3946-8777
Engenovo
21 2223-0899
Simisa
16 2105-1200
Supressor de poeira BMA Ambiental
Software
31 3649-1450
Gestão agrícola Agile Solutions
11 5501-6555
AGRO TI
16 3603-2720
Auteq
11 2107-1888
CHB Sistemas
16 3713-0200
Creare Sistemas
51 3094-9090
CS Compusoftware
18 3636-3800
Enalta
16 3411-6060
GAtec
19 2106-0888
Hexagon Agriculture
48 4009-2704
TI Agro
11 4225-4091
Tanque Águia Inox
54 3464-0191
Brumazi
16 3946-8777
Dedini
19 3403-3222
Fimaco
47 3525-1000
LDA Tanques
19 3838-9595
19 3493-9600 Link Steel
www.linksteel.com.br
Solda
Equipamentos e Consumíveis
Mega Flux Bombas
11 5575-4160
Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
Sage Oil Vac Brasil
11 2631-6343
Stringal
11 4347-9088
Unifibra
16 3663-8002
Aluga Solda
11 4617-9696
Bambozzi
16 3383-3800
Magíster
16 3513-7200
Martineli Agrícola
16 2105-8000
Nicrosol
11 5523-0522
Serflex
16 2105-0404
Tanque de água
Uniweld
11 4035-8877
Impacto Implementos
14 3623-9444
SL Equipamentos
16 3946-3080
Voestalpine Böhler Welding 11 5694-8377
122
Opiniões Tela
Transbordo
Açofiltro
15 3225-3005
Antoniosi
16 3384-8000
Big Telas
19 3469-4411
Civemasa
16 3382-8282
Elof Hansson
11 3101-5257
E-Machine
16 3511-9000
Equilíbrio
16 3946-2433
Motocana
19 3412-1234
Expametal
16 3797-5100
Teston
44 3351-3500
TMA
16 3969-4933
Usingá
44 3266-2125
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Intertelas
19 3421-8975
Okubo
16 3514-9966
Permetal
11 2823-9200
Prominas
16 3375-9119
Solpack
19 3493-9900
www.haverbrasil.com.br
Termocompressor Solid Designer
ABB
0800 014 9111
Adelco
11 4199-7500
Ajel Service
62 3295-3188
Romagnole
44 3233-8500
Soltran
11 2813-6222
Transmissor de vazão 11 97559-6518
Torno Romi
Transformador
19 3455-9000
Torre de destilação Peças e serviços Clark Solutions
11 3472-3333
E-Machine
16 3511-9000
JW
16 3513-2000
Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
TKS
16 3942-2022
Hydac
11 4393-6600
Smar
16 3946-3599
Transportador Brumazi
16 3946-8777
Fácil System
16 3014-3270
Fourteam Engenheiros
22 2733-1441
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
HMBL
19 3444-7763
www.haverbrasil.com.br
11 3995-7153 19 98927-9914
Torre
de Resfriamento de água
Alfaterm
Imaster Davvero www.imaster.net.br
11 4156-8930 19 3493-9600
www.alfaterm.com.br
Alpina
11 4397-9133
CQI
16 3324-2874
Delta Ducon
11 3218-6666
E-Machine
16 3511-9000
Powder
11 3218-6666
Tecniplas
11 4528-0090
Vettor
11 4409-0310
Link Steel
www.linksteel.com.br
Metalúrgica Rio Grande
Moreno
16 3173-8100 16 3946-5000
www.moreno.ind.br
Solid Designer
11 97559-6518
123
Guia de Compras Tecnometal
31 2122-2724
Bernauer
11 2666-3909
TMSA
51 2131-3333
Delta Ducon
11 3218-6666
Dynamic Air
11 4597-8000
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Powder
11 3218-6666
Transportador Componentes Brumazi
16 3946-8777
General Chains
19 3417-2800 11 3995-7153 19 98927-9914
Imaster Davvero www.imaster.net.br
Imepel
www.haverbrasil.com.br
Transporte
de biometano
48 3433-4211
19 3493-9600 Link Steel
19 3682-7070 Germek
19 3682-7071
www.germek.com.br
www.linksteel.com.br
Prolink
19 3423-4000
TMSA
51 2131-3333
Transportador
de Caneca, correia e correntes
Tratamento
Água e efluentes - Equipamentos Atag Water
11 4070-5220
B&F Dias
19 3886-9600
BMA Ambiental
31 3649-1450
Dujua
47 3534-5000
Engcom
19 99645-1329
E.M.G.
41 3641-7200
Engenovo
21 2223-0899
Filtrando
11 2595-1300
Fluid Brasil
11 3378-7500
Haver & Boecker
19 2141-2000 19 3879-9100 19 99679-5198
Grundfos
11 4393-5533
Krieger
47 3231-1311
11 3995-7153 19 98927-9914
Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
Paques
19 3429-0600
Perenne
11 3022-6989
ProMinent
11 4176-0722
SGS Brasil
11 3883-8800
Sucroanalitica
16 3704-6161
Suez Brasil
11 2166-3600
Unifibra
16 3663-8002
Vibropac
11 2108-5600
www.haverbrasil.com.br
Imaster Davvero www.imaster.net.br
19 3493-9600 Link Steel
www.linksteel.com.br
Martin Sprocket
19 3877-9400
TMSA
51 2131-3333
Zanella
41 2111-2300
Tratamento
Água e efluentes - Produtos
Transportador Pneumático
Acquaquímica
51 3205-2233
Alcolina
16 3951-5080
AERO Tecnologia do Ar
11 2152-7100
Atag Water
11 4070-5220
Astral Ambiental
41 3346-2200
Base Química
16 2101-1200
124
Opiniões Biocane Química Industrial
19 3413-5066
Valtra
11 4795-2000
BTA Aditivos
49 2020-0020
XCMG
0800 770 8866
Buckman
19 3864-5000
Centerquimica
18 3631-1313
Compass Minerals
11 3016-9600
Coremal
11 4615-8142
AGS
16 3952-1683
Degani-Vaduz
11 2085-7777
ITR
11 3340-7555
DND Química
16 3943-5283
John Deere
0800 891 4031
Dryller
31 3286-8004
Lopes Tratores
16 3628-6622
Filtrando
11 2595-1300
Marini
54 3316-4100
Panegossi
16 3383-2000
Terraverde
19 3674-0000
Tracan
16 3456-5400
Tracbel Agro
16 3968-8080
Tratorag
19 3429-1444
16 3946-9300 Grupo ENG
www.grupoeng.ind.br
Kemira
11 2189-4900
KSB
11 4596-8500
Kurita
19 3827-8388
Miika Nacional
31 3151-7861
Miracema-Nuodex
19 3728-1000
Nalco Water
11 5644-6500
OniBras
16 3969-4957
Sabará
19 3455-8900
Serquímica
16 2105-8222
Sucroanalitica
16 3704-6161
Suez Brasil
11 2166-3600
Tera
11 3963-6500
Veolia
11 3888-8800
Tratamento Térmico
SD Engenharia
16 3524-4801
Thermix
19 3881-5040
Trator
Trator
Peças e serviços
Trocador de calor Agapito
16 3946-2130
Alfa Laval
11 5188-6000
Ártica
19 3878-4800
Bermo
47 2123-4444
Caldema
16 3946-2701
CBC
11 4431-3900
Delta Ducon
11 3218-6666
E-Machine
16 3511-9000
Evacon
11 4059-0059
Fourteam Engenheiros
22 2733-1441
FW
16 3041-6600
GEA Westfalia
19 3725-3100
Hydac
11 4393-6600
ICP Latin América
11 4496-4320
JDF Centrifugas
19 2108-5013
Metalúrgica Rio Grande
16 3173-8100
Powder
11 3218-6666
Tetralon
11 4081-7000
Torfer
11 5058-6118
Tranter
11 4617-6550
Tubal
11 4606-8800
Budny
48 3432-0096
E-Machine
16 3511-9000
John Deere
0800 891 4031
LS Mtron
47 3085-8101
Mahindra
11 3060-5700
Tubo e conexão
Terraverde
19 3674-0000
Aços Motta
11 3385-8778
Tracan
16 3456-5400
Açotubo
11 2413-2000
Tracbel Agro
16 3968-8080
Alvenius
11 4613-6266
125
Guia de Compras Aperam
11 3818-1700
NG Metalurgica
19 3429-7272
Atlas Copco
11 3478-8883
Siemens
0800 119 484
Bermo
47 2123-4444
TGM
16 2105-2600
Carbinox
11 4795-9000
Turbimaq
19 3437-5700
Centerval
19 2105-1200
Zanini Turbinas
16 98228-2403
Comam
31 3275-2118
Comega
16 3969-9660
Contuflex
11 3070-0300
D&D Company
11 4072-4222
Edra
19 3576-9300
Elinox
11 2065-1400
Engcom
19 99645-1329
Fluxo Control
11 2436-3888
Franpar
16 2133-4383
InoxPira
19 3432-9838
Intersteel
11 2067-3536
Irrigabrás
11 2842-6464
Jatinox
11 2060-0405
JEA
11 4547-6000
Joplas
19 3186-9960
Neolíder
11 4393-6000
Omega Tubos
16 2138-4500
Petrofisa
41 3626-8800
Senior
11 4136-4514
SR Tubos
16 3946-4770
SSAB
11 3303-0800
Stringal
11 4347-9088
Suprir
16 2102-6500
TCA
11 2065-6565
Tecniplas
11 4528-0090
Termomecanica
11 4366-9799
Tubos Ipiranga
11 4391-6000
Tubos Oliveira
11 3186-8000
Tubos Verola
16 3456-0404
Tuper
47 3631-5000
Soluções Inteligentes em Tubos e Conexões
16 99962-5625
Vetro
Turbina
Manutenção Siemens
0800 119 484
TGM
16 2105-2600
Turbimaq
19 3437-5700
Zanini Turbinas
16 98228-2403
Turbina
Peças de reposição Siemens
0800 119 484
TGM
16 2105-2600
Turbimaq
19 3437-5700
Zanini Turbinas
16 98228-2403
Turbina Projetos Siemens
0800 119 484
TGM
16 2105-2600
Turbimaq
19 3437-5700
Zanini Turbinas
16 98228-2403
Turbocompressor Cummins
0800 286 6467
MWM
11 3882-3200
Solid Designer
11 97559-6518
Volvo
41 3317-8111
Turbogerador ABB
0800 014 9111
Texas
82 2121-2000
www.vetro.com.br
Umidade
Turbina
Instrumentos
E-Machine
16 3511-9000
Contech
11 5035-0920
Interunion
16 2102-9200
Marrari
41 3332-9393
126
Opiniões Usinagem
e Retífica de precisão Estradeiro
16 3995-9899
Fundição Água Vermelha
16 3513-2300
FW
16 3041-6600
TransmiService
16 3946-4600
Usina da Peça
16 3384-2121
Vemag
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Dois recados: 1. Para a empresa produtora: Ano que vem, divulgue no Anuário de Sustentabilidade da Revista Opiniões do sistema bioenergético e/ou florestal, as suas ações sociais e ambientais realizadas para seus funcionários e nas cidades do entorno das Unidades. Só fique de fora se sua empresa não fez absolutamente nada nestas áreas.
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2. Para a empresa fornecedora:
Ano que vem, exponha a marca e os produtos da sua empresa no Guia de Compras da Revista Opiniões do sistema florestal e/ou bioenergético – parte integrante do Anuário de Sustentabilidade destes dois Sistema. Você pode inserir links diretos com suas mídias sociais, com o seu Site, e, até vídeos, dentre outras opções.
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Se sua empresa ficou de fora este ano, reserve a edição Bioenergética de 2027 O Anuário de Sustentabilidade do sistema Sucroenergético da Revista Opiniões tem o objetivo de registrar as centenas de ações sociais e ambientais, diariamente realizadas pelas empresas produtora de etanol, açúcar, bioeletricidade, biogás, biometano, biohidrogênio, por todo o Brasil.
O Guia de Compras é a vitrine ideal para apresentar a marca, os produtos e os serviços da sua empresa para este público.
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ISSN: 2177-6504
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anuário de sustentabilidade do sistema bioenergético
& Guia de Compras das empresas fornecedoras
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do sistema bioenergetico
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anuário de sustentabilidade
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& Guia de Compras das empresas de base florestal
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do sistema florestal brasileiro
do sistema florestal brasileiro
do sistema florestal brasileiro
Se sua empresa ficou de fora este ano, reserve a edição Florestal de 2027 O Anuário de Sustentabilidade da Revista Opiniões tem o objetivo de registrar as centenas de ações sociais e ambientais, diariamente realizadas pelas empresas de base florestal por todo o Brasil, em favor de seus empregados e de toda a população das cidades que vivem no seu entorno.
O Guia de Compras é a vitrine ideal para apresentar a marca, os produtos e os serviços da sua empresa para este público.
Fechamento: 23 Jun 2027
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a das línguas nas quais a Revista Opiniões é escrita.
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Esta é a mais agradável form Imagine se você descobrisse que o médico com o qual você vai fazer uma cirurgia cardíaca na manhã seguinte se formou há 20 anos como o melhor aluno da sua classe, na melhor faculdade de medicina do País. Muito bom, hein?! Entretanto, nos últimos 20 anos, ele não leu nenhum livro, nem participou de nenhum congresso, nem teve por costume ler regularmente revistas especializadas da sua área médica. Você faria a cirurgia em paz?
ma de Educação Continuada No que se refere a nossa área, quantas tecnologias foram desenvolvidas e implantadas nessas duas décadas como o estado da arte e, depois de algum tempo, substituídas por uma nova opção, muito mais eficaz e eficiente, que tomaria o lugar da anterior, até ser igualmente substituída por uma mais nova ainda.
Ampliando o projeto de educação continuada, decidimos também abrir as inscrições gratuitas para todos os funcionários das áreas técnicas, agrícolas, industriais e administrativas das empresas produtoras e fornecedoras dos sistemas florestal e bioenergético de qualquer parte do Brasil e do mundo.
Quantas pragas e doenças apareceram, desapareceram, e algumas até voltaram? Quantas técnicas foram substituídas nesses últimos 20 anos?
O acesso à informação dirigida é a mais eficiente forma de unificar e atualizar o conhecimento entre todos os funcionários em cargos de comando, bem como preparar os funcionários em ascensão para assumi-los. Esta é a mais agradável forma de gerar a educação continuada.
Nenhum conhecimento é definitivamente eterno. A faculdade está sempre atualizada, mas tão somente até o dia da sua formatura. Os livros, igualmente, até o dia da sua publicação. As opções que são continuadamente atualizadas são os congressos e as publicações regulares das áreas. Conhecendo esse cenário e o que passou a representar nesses 22 anos de operação para as universidades, centros de pesquisa e empresas do sistema agrícola e florestal, a Revista Opiniões decidiu abrir inscrições gratuitas para que todos os estudantes, professores e cientistas de todos os cursos de agroconhecimento de qualquer parte do mundo, passem a receber todas as nossas publicações.
Para passar a receber regular e gratuitamente as edições de nossas revistas, basta enviar um e-mail com os dados abaixo:
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