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Assegura Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal de Famalicão

“A Proteção Civil de Famalicão está preparada para responder à sua missão” O presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, considera que o município é dos mais bem servidos do país ao nível da Proteção Civil em quantidade e qualidade. Face a este trabalho meritório, mesmo em tempo de constrangimentos financeiros, a autarquia famalicense não reduziu o seu apoio às forças de socorro e segurança.

está tudo devidamente preparado? Sim, todo o trabalho de preparação já se iniciou há vários meses. Foi atempadamente aprovado pela Comissão Municipal de Defesa da Floresta o Plano Operacional Municipal para o presente ano, que visa operacionalizar todo o Dispositivo de Defesa da Floresta Contra Incêndios, sendo o principal objetivo estabelecer de forma coordenada o envolvimento das entidades intervenientes na prevenção, vigilância, primeira intervenção e combate aos incêndios florestais.

Sofia Abreu Silva OPINIÃO PÚBLICA: Para começar, muitas pessoas questionam-se sobre o que é e qual o papel da Proteção Civil. O que é a Proteção Civil? Paulo Cunha: É a atividade desenvolvida pelas instituições com a finalidade de prevenir riscos coletivos, de atenuar os seus efeitos e proteger e socorrer as pessoas e bens em situações de acidente grave ou catástrofe. Como vê, globalmente, o trabalho da Proteção Civil no concelho? A Proteção Civil de Famalicão está preparada para responder à sua missão. Os episódios que têm exigido a sua intervenção, relacionados essencialmente com fenómenos meteorológicos mais agressivos, têm demonstrado isso mesmo, revelando uma pronta e ajustada capacidade de resposta e uma boa articulação com as forças de segurança e de socorro. Concretamente em relação aos bombeiros e Cruz Vermelha, como vê este trabalho do socorro no concelho? É um trabalho essencial e cujo alto e meritório valor público a

Câmara Municipal reconhece com os subsídios que todos os meses atribui a cada uma das associações. Famalicão é, felizmente, um dos mais bem servidos municípios do país ao nível da quantidade e qualidade das forças de segurança e isso é muito reconfortante para quem aqui vive. Qual o orçamento para a Proteção Civil no concelho? Cerca de 630 mil euros por ano, dos quais cerca de 400 mil euros estão destinados à colaboração institucional no domínio da Proteção Civil, nomeadamente aos Bombeiros e ao Núcleo de Ribeirão da Cruz Vermelha Portuguesa. A restante verba é canalizada

para a prevenção, que inclui beneficiação de caminhos, funcionamento de uma equipa de sapadores florestais e programa municipal de prevenção de incêndios florestais.

Em média, quantas ocorrências são registadas por mês? É difícil dar um número com exatidão, porque muitas das ocorrências são resolvidas diretamente pelos agentes de proteção civil, nomeadamente pelos bombeiros, não chegando a ser comunicadas ao Serviço Municipal de Proteção Civil por não justificarem uma ação concertada. Por outro lado, muitas das ocorrências relacionam-se com fenómenos meteorológicos mais agressivos e com os fogos florestais, cuja frequência varia muito de mês para mês e de ano para ano

Apesar das dificuldades financeiras do país, a Câmara de Famalicão tem procurado manter os apoios…. Sim, os apoios têm-se mantido nos mesmos moldes, apesar das reduções orçamentais. Na verdade, isto significa um aumento percentual das verbas disponibilizadas. É um esforço que fazemos no reconhecimento da importância do serviço prestado à Está aí a época de maior calor, comunidade.

Que conselhos podemos deixar ficar às pessoas para esta época mais propícia a incêndios? Que tenham uma postura cívica exemplar em matéria de prevenção e vigilância. É essencial respeitar as regras que são conhecidas de todos, como a proibição de queimas a céu aberto de qualquer espécie e a proibição de fumar ou fazer lume no interior da área florestal. É muito importante que os proprietários dos terrenos florestais confrontantes de edificações façam a limpeza destes terrenos, obrigação de resto imposta por lei. Em termos de Proteção Civil, o que necessário fazer? Seria muito importante que houvesse mais financiamento por parte da Administração Central para os serviços municipais de Proteção Civil, bem como para as corporações de bombeiros, que permitisse uma permanente modernização dos meios afetos a estas entidades. pub


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pública: 21 de maio de 2015

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Delegação quer abrir Loja Social

Cruz Vermelha de Ribeirão vive do voluntariado

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A Delegação da Cruz Vermelha de Ribeirão presta serviços, diariamente, na área de emergência pré-hospitalar e no transporte de doentes para as clínicas de fisioterapia e reabilitação e também para clínicas de hemodiálise. Além destes, faz transportes para hospitais, segurança social, escolas, centros de paralisia cerebral, e outros a pedido de seguradoras, entidades ou particulares e apoio a eventos. Para prestar estes serviços, a Cruz Vermelha de Ribeirão dispõe de três viaturas de emergência e três viaturas de transporte de doentes. Segundo o presidente António Fonseca, a Cruz Vermelha atende a muitas solicitações e “para fazer face a todas elas será necessário adquirir uma viatura nova”. O serviço de emergência é assegurado 24 horas por dia, funcionando, em grande parte, em regime de voluntariado. Estão atualmente ao serviço da Cruz Vermelha 50 voluntários. “É um número satisfatório, mas não suficiente, e em breve haverá formação para novos elementos”, revela o presidente. “Aproveitamos para lembrar que se houver alguém interessado em ser socorrista da Cruz Vermelha de Ribeirão

pode inscrever-se na sede da delegação”, convida António Fonseca, explicando que todos os elementos têm que fazer regularmente recertificação das suas competências. É sobretudo aos voluntários que o presidente dirige os maiores elogios: “É um trabalho importantíssimo, que é imprescindível para a continuidade dos serviços de emergência”. No capítulo financeiro, as contas da Cruz Vermelha de Ribeirão estão controladas. Foram realizados vários investimentos e, de acordo com António Fonseca, estão em curso outros que “se destinam a criar melhores condições para

todos os voluntários e os utentes que nos procuram para a resolução dos seus problemas”. Na área social, a Cruz Vermelha colabora com bens alimentares e na cedência de material ortopédico. Se for possível, é objetivo desta delegação de Ribeirão implementar uma Loja Social para ajudar os mais carenciados, com a oferta de bens alimentares e roupas. “Também seria benéfica a instalação de uma clínica de fisioterapia e um ginásio de manutenção que pudesse servir a nossa área de intervenção”, aponta o presidente da delegação da Cruz Vermelha de Ribeirão.

1.541 equipas combatem incêndios florestais

Fase Bravo já começou Para a fase Bravo, que se iniciou na passada sexta-feira, que se prolonga até 30 de junho, vão estar mobilizadas, no total, 1.541 equipas compostas por 6.583 operacionais e 1.541 viaturas, segundo o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) para 2015.No próximo mês e meio, vão estar ainda operacionais 34 meios aéreos e 70 postos de vigia da responsabilidade da GNR. Os meios aéreos vão estar disponibilizados de forma faseada, estando operacionais, a partir de sexta-feira, oito, aumentando depois, durante o mês de junho, até atingirem os 34, a 20 de junho. O DECIF deste ano está orçado em cerca de 80 milhões de euros e foi reforçado com 17 equipas de combate a incêndios florestais e três equipas de intervenção permanente, no distrito de Viana do Castelo. O DECIF tem como objetivo operacional a segurança dos elementos envolvidos no combate aos incêndios florestais e só depois a redução da área ardida e do número de reacendimentos. A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) apostou este ano também na formação, tendo desenvolvido 259 ações de

treino operacional que envolveram 5.293 operacionais. Os incêndios florestais mais do que quintuplicaram este ano em relação a 2014, tendo-se registado 4.320 fogos desde o início de 2015, segundo dados enviados à agência Lusa pela ANPC. A ANPC, que cita dados do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), entidade que colige a informação relativa às ocorrências, adianta que se registaram, até 05 de maio, 4.320 incêndios florestais, mais 3.474 do que no mesmo período do ano passado, quando ocorreram 846 fogos. No ano passado, o total da área ardida foi de 19.867 hectares, o segundo valor mais baixo dos últimos 35 anos, e registaram-se 7.186 ocorrências de fogo, o valor mais baixo dos últimos 25 anos. Antes da época crítica de incêndios florestais vai entrar em vigor a lei do financiamento das corporações de bombeiros, que foi aprovada na semana passada em Conselho de Ministro, e que representa um reforço aos bombeiros voluntários superior a 10 por cento.


pública: 21 de maio de 2015 19

especial

Corporação tem 125 anos e quer continuar a concretizar projetos

BV de Famalicão vivem fase de estabilidade Atualmente, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Famalicão e o corpo de bombeiros respiram estabilidade. “Neste momento temos 5 elementos no comando, 147 no quadro ativo, 28 no quadro de reserva e 49 no quadro de honra”, começa por referir João Coelho, presidente da associação. Atendendo às condições de vida atuais que levam a uma alta rotatividade de pessoal, o dirigente afirma que os BV Famalicão estão sempre disponíveis a receber novos candidatos a bombeiros. Esta corporação tem ao seu dispor uma Equipa de Intervenção Permanente, uma equipa de salvamento em grande ângulo, equipa de busca e salvamento cinotécnica. Possui equipamento de Proteção Individual (EPI) para combate a incêndios urbanos, bem como viaturas. Atualmente, a corporação aguarda que a Escola Nacional de Bombeiros termine o processo formativo de dois dos seus formadores externos, que aguardam estágio. João Coelho diz que os BV de Famalicão são adeptos da semiprofissionalização, o que nesta associação já está implemen-

tado, nunca deixando o voluntariado. “O voluntariado é uma peça importante no nosso corpo de bombeiros e que deve ser apoiado e incentivado, nomeadamente pelo estatuto social do bombeiro e pela reposição da isenção de taxas moderadoras e de contagem de tempo para a reforma”, refere o presidente, acrescentando que é fundamental que a legislação atual, com a

crise económica vigente, “seja facilitadora à vida do bombeiro”. A situação financeira dos Bombeiros Voluntários de Famalicão está estável, embora algumas instituições do Estado “estejam com cerca de 10 meses de atraso nos pagamentos dos serviços que efetuamos”. A vontade para o futuro é que as valências continuem a funcionar bem. “Existem vários projetos que dependem de várias con-

junturas, nomeadamente de apoios”, afirma João Coelho. Recorde-se que no passado dia 10 de maio, os Bombeiros Voluntários de Famalicão inauguraram as obras de requalificação das instalações da corporação. No total, as obras de renovação custaram 500 mil euros, sendo que 340 mil foram comparticipados pelo QREN e 100 mil pela Câmara de Famalicão, cabendo o restante à associação humanitária.

Os Bombeiros Voluntários de Famalicão vão, entretanto, receber mais 20 mil euros do Governo, totalizando os 100 mil euros anuais. A novidade foi revelada pelo secretário de Estado da Administração Interna, João Almeida, justamente, na cerimónia das comemorações dos 125 anos da corporação, Sobre o trabalho dos BV Famalicão, o governante classificao de “excelente”. pub


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pública: 21 de maio de 2015

especial

Corporação entende que socorro de qualidade depende da formação

BV Famalicenses querem Centro de Formação e Treino de Outiz “A população famalicense pode estar descansada, pois os Bombeiros Voluntários Famalicenses dispõem de capacidade técnica, bem como de recursos humanos capazes de responder eficazmente às mais variadas e difíceis ocorrências”. É desta forma que o comandante, Bruno Alves, começa por avaliar o trabalho desta corporação. Por seu turno, o presidente da direção da Associação Humanitária, António Meireles, considera que, do ponto de vista anímico, há muito tempo que não tinha “um corpo de bombeiros tão empenhado”, transmitindo uma energia e rigor “contagiantes”. Neste momento, a corporação dispõe de 130 elementos no quadro ativo, mas a intenção é ter mais, porque um “maior número de voluntários equivale a uma maior capacidade de intervenção”, diz Bruno Alves, que não esquece os 54 elementos no Quadro de Honra, que são uma mais-valia no apoio às atividades, servindo de “modelo”. Os Famalicenses dispõem de equipas para salvamento e desencarceramento, mergulho e resgate, combate a incêndios florestais, combate a incêndios estruturais, de emergência pré-hospitalar e de

transporte de doentes não urgentes. Para Bruno Alves não há socorro de qualidade sem formação de qualidade. “Podemos afirmar que os nossos elementos, no âmbito do saber adquirido, são dos melhores no país”, vincando também a importância do treino, que tem recebido a melhor atenção da direção. É, justamente, no âmbito da formação que está o grande projeto desta corporação: o Centro de Formação e Treino de Outiz. O equipamento irá ocupar 9.400 m2 e tem o total apoio da Direção Nacional de Bombeiros, Escola Nacional de Bombeiros e Liga dos Bombeiros Portugueses, funcionando em paralelo com uma Base de Apoio Logístico, sendo valências abertas à região Norte, colmatando uma lacuna nesta área. Atualmente, os BV Famalicenses apresentam três carências em termos de meios operacionais: um veículo pesado de combate a incêndios florestais; uma viatura para combate e contenção em acidentes com matérias perigosas; e um veículo de comando. Em relação a equipamentos, verifica-se a necessidade de aquisição de mais equipamentos de proteção individual para a vertente de maté-

rias perigosas, combate a incêndios florestais e urbanos e para para manobras de salvamento e resgate. No que respeita às instalações, há a necessidade de reformular e aumentar a camarata feminina, balneários e sala de bombeiro. Para António Meireles, a grande aposta na formação, acompanhada da requalificação ou aquisição de meios técnicos, tem sido a grande base do sucesso dos Famalicenses. Aliás, financeiramente, e um pouco a contraciclo, a associação está pub

numa fase muito boa, mas o presidente admite alguns momentos de aflição, “quando há ‘clientes’ com pagamentos atrasados em 11 meses”. Subsidiária do Estado, esta corporação substitui-o na tarefa de socorro e proteção de pessoas e bens e pede, por isso, reconhecimento. “Não queremos viver da pedinchice, merecemos respeito e exigimos ser ressarcidos pelos serviços prestados. Exigimos que a ANPC, o INEM e a ARS nos tratem como parceiros”,

afirma. Por outro lado, “seria injusto não referir o esforço que o Ministério da Administração Interna, Liga dos Bombeiros Portugueses e a Federação dos Bombeiros do Distrito de Braga têm feito no sentido de dignificar os bombeiros”. António Meireles assume que é “radicalmente” a favor da manutenção e até do reforço da vertente do voluntariado na estrutura dos corpos de bombeiros. E explica: “não o defendemos, como muitos, devido às evidentes poupanças financeiras que proporciona. Defendemo-lo, porque ser voluntário traz, desde logo, uma carga muito positiva ao dar-se ao próximo sem nada receber”. Consciente, porém, das exigências da Proteção Civil e da vida profissional dos bombeiros, que cada vez mais lhes dificulta a permanência nas corporações, o dirigente considera que cabe às direções e aos comandos “encontrar equilíbrios entre o serviço voluntário e o profissional por forma a dar uma resposta atempada e de qualidade”. Para o futuro, fica a intenção de expandir outros serviços, nomeadamente no apoio social com o desenvolvimento de um serviço de apoio domiciliário e um centro de noite. pub


pública: 21 de maio de 2015 21

especial

Direção está a trabalhar para pagar as dívidas

BV de Riba d’Ave querem resolver as suas dificuldades financeiras Maria José Gonçalves tomou posse como presidente da Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Riba D’Ave (AHBVRA) há cerca de um mês. Afirma que o que a levou a assumir o cargo foi, sobretudo, a grandiosidade da causa e a importância desta associação para as populações. “Os bombeiros têm um trabalho de uma importância vital na prestação de socorro, nas vidas que diariamente ajudam a salvar, na segurança que transmitem às pessoas, nos bens e vidas que protegem quando combatem incêndios, e é gratificante vê-los, quando chegam cansados, mas com o sorriso de missão cumprida”, começa por referir a presidente. Segundo Maria José Gonçalves, a Associação Humanitária vive um momento especialmente dificil, de grave estrangulamento económico-financeiro, com consequências a vários níveis, por isso é “imperioso estabilizar a casa”. Refira-se que as dificuldades financeiras foram dadas a conhecer na tomada de posse de Maria José Gonçalves que anunciou também que não iria vender o antigo quartel, depois de duas tentati-

vas de venda por parte da direção anterior, optando pela colocação naquele edifício de um ginásio. De uma forma geral, Maria José Gonçalves aponta a necessidade de rentabilizar os recursos técnicos e humanos que tem, bem como “efetuar o pagamento das dívidas”. “Estamos a desenvolver esforços no sentido de resolver este problema tão rápido quanto possível”, garante. Ao nível de recursos humanos, a Associação tem um corpo de

bombeiros assente numa estrutura sólida, composta por 65 voluntários e 31 profissionais, mas sente, diariamente, a carência de meios humanos. Ao nível de formação, a AHBVRA tem excelentes profissionais com formação multidisciplinar e esta é uma área de prioridade constante. “Posso afirmar que temos elevados níveis de formação e de instrução em todas as áreas de atuação, nomeadamente a nível de salvamento, desencarcera-

mento e combate a incêndios”, refere. No que toca a meios técnicos, a corporação é diariamente confrontada com a necessidade, cada vez mais premente, de adquirir, pelo menos, duas novas ambulâncias, destinadas ao transporte de doente-ABTM. Também o parque de viaturas ribadavense apresenta bastante desgaste, implicando custos elevadíssimos em termos de manutenção e de oficinas, mas o essencial está assegurado para servir e atuar nos diversos campos ou teatros de operações. Para a presidente da associação, é essencial que o corpo de bombeiros de Riba d’Ave continue a “ser reconhecido com o mérito que merece e que todos, quer sejam voluntários ou profissionais, sintam que os resultados que diariamente alcançamos são consequência do trabalho de todos”. Questionada sobre a profissionalização dos bombeiros, a presidente afirma-se como sua defensora, mas não de forma radical, isto é, sem excluir a génese do voluntariado. “A atividade de bombeiro é cada vez mais exigente, e de maior profissiona-

lismo, até pela legislação em vigor”, considera. “Os bombeiros profissionais são o garante da primeira linha de intervenção em acção de socorro, acidente ou incêndio. Os voluntários complementam e reforçam as equipas”, acrescenta. Porém, na exigência e no profissionalismo nas tarefas e trabalho a desenvolver não pode haver qualquer distinção. “A exigência e seriedade do trabalho dita as regras e não basta vontade ou talento, exige-se rigor, empenho e grande profissionalismo”, aponta. Para os próximo tempos, os grandes objetivos a concretizar passam por resolver, definitivamente, os problemas com que a associação se depara atualmente. Refira-se que os Bombeiros de Riba de Ave inauguraram em setembro de 2014 o novo quartel, que foi construído em terrenos cedidos pela Câmara Municipal. A instituição presta serviços de segurança e socorro em sete freguesias do concelho de Famalicão (Bente, Carreira, Delães, Oliveira Santa Maria, Oliveira S. Mateus, Pedome e Riba d’ Ave) e duas do concelho de Guimarães (Guardizela e Serzedelo). pub


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