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Num momento em que a Câmara de Famalicão irá assumir um conjunto de competências do Estado na Educação, o presidente Paulo Cunha vinca que o trabalho neste âmbito vai continuar a ser feito em rede como até hoje. O edil revela ainda que o município quer ajudar no combate ao abandono escolar, melhorar os resultados académicos, aumentar a taxa de empregabilidade e criar um Observatório do Aluno que permite acompanhar o percurso do pré-escolar até depois da conclusão dos estudos. Sofia Abreu Silva Como vê, globalmente, o ensino em Famalicão? Paulo Cunha: Famalicão é um bom exemplo de um município educador. Não falo dos prémios, nem das boas referências a Famalicão. Refiro-me à dinâmica das nossas escolas, instituições e ao envolvimento contínuo dos diversos agentes educativos, alunos, docentes, não docentes, pais e encarregados de educação, instituições locais, que têm constituído uma rede coesa, estável, forte e empreendedora. Quem está no terreno sente esta dinâmica de um trabalho em rede e de partilha entre os diversos parceiros. A municipalização da Educação vai avançar em Famalicão. Em concreto, quais as mudanças que irão ocorrer? O que vai haver em Famalicão é um processo de territorialização da Educação e não municipalização. Haverá a delegação de um conjunto de competências do Estado e dos organismos da Administração Central para o território, neste caso específico para as nossas escolas e os seus agentes, composto pelos seus órgãos e gestão. Ao longo deste processo, temos

Revela Paulo Cunha, presidente da Câmara de Famalicão

“Estamos a preparar a criação do Observatório do Aluno” referido que não queremos substituir a 5 de Outubro, em Lisboa, pela Praça Álvaro Marques. Queremos é reforçar a autonomia dos nossos sete agrupamentos de escolas, dos seus diretores e dos seus conselhos pedagógicos. Esta delegação abrange seis áreas: políticas educativas; administração educativa; gestão e desenvolvimento do currículo; organização pedagógica e administrativa; gestão de recursos (pessoal não docente, financeiro, equipamentos e infraestruturas); e relação escola/comunidade. No que respeita ao ensino profissional, Famalicão já atingiu as metas definidas pelo Ministério da Educação… Já atingimos há quatro anos a meta dos 50% de alunos no ensino profissional. Em 2006 este era o nosso objetivo, já que o ensino profissional só representava cerca de 15% da área de formação no ensino secundário. Tendo em conta a forte vertente económica e industrial do município era necessário dotar de mão-de-obra especializada as nossas empresas, sem esquecer, também, a aptidão vocacional. Com base nestes pressupostos, a oferta formativa é pensada, discutida, de acordo com os interesses do território e fundamentada com base em diagnósticos de necessidades de formação, realizados pelos parceiros da Rede.

a elevação de um concelho é a formação dos seus cidadãos. De que modo a Câmara ajuda nesse processo? O município coordena o Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) de Famalicão, reconhecido a nível nacional pelo seu modelo inovador que opera de modo integrado e coordenado no território, em articulação com todas as entidades concelhias da Rede Local de Educação e Formação. A atividade do CQEP abrange todos os jovens com idade igual ou superior a 15 anos, ou a frequentar o 9º ano, e adultos sem qualificação ou com qualificação desajustada ou insuficiente face às necessidades do mercado de trabalho e que não tenham completado o 1º, 2º ou 3º ciclos do ensino básico ou o ensino secundário e não tenham ainda dupla certificação de nível não Uma das principais ferramentas para superior.

os alunos que frequentam o ensino superior.

A Educação exige um esforço financeiro e hoje as famílias têm cada vez mais dificuldades… Estamos atentos e temos atuado no sentido de minorar essas dificuldades. Implementámos o Regulamento de Apoio à Educação que instituiu um conjunto de apoios às famílias com descendentes na educação préescolar e do 1º ciclo do ensino básico, com a inserção de um novo escalão na ação social escolar, o Escalão 3 do Abono de Família. Implementámos, também, bonificações suplementares de 50 e 100% para os segundos, terceiros e demais descendentes. Para além dos apoios à família, não nos podemos esquecer da gratuitidade dos manuais escolares e fichas de apoio para todos os alunos do 1º ciclo do ensino básico, dos apoios no transporte e nas refeições, do banco de livros escolares e das bolsas de estudo para

Os últimos números trimestrais do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram uma taxa de desemprego jovem muito elevada. Muitos jovens podem questionar-se se valerá a pena estudar… Com certeza que vale a pena estudar. Quem investe na sua formação, quer inicial quer contínua, tem mais possibilidade de conseguir a integração no mercado de trabalho. Não tenhamos dúvidas nenhumas quanto a isso. A taxa de desemprego jovem é uma realidade em relação à qual estamos muito atentos e empenhados em diminuir. Famalicão apresenta a mais baixa taxa de desemprego de jovens com menos de 25 anos, 13.9%, da região do Ave (14.35%) e muito inferior à média nacional, segundo dados do IEFP. Quais os objetivos para o futuro? Temos quatro objetivos muito específicos na educação: combater o abandono escolar, melhorar os resultados académicos, aumentar a taxa de empregabilidade jovem e, através da educação não formal, dotar de mais ferramentas e competências os nossos jovens. Estamos a preparar a criação do Observatório do Aluno que será responsável por este acompanhamento e monitorização e iniciará na educação pré-escolar até cinco anos após a conclusão do ciclo de estudos. pub


II

pública: 14 de maio de 2015

especial

Secundária abre novo curso de Gestão de Equipamentos Informáticos

D. Sancho I: um agrupamento com tradição e futuro O Agrupamento de Escolas D. Sancho I, segundo o seu diretor, António Pinto, apresenta um ambiente tranquilo e favorável, onde predomina a disciplina, o respeito, o trabalho, o empenho, a motivação e o estudo e que constitui uma marca da sua identidade, bem como uma boa organização e gestão. Ao nível das infraestruturas, este agrupamento tem a mais antiga escola do concelho e desde a primeira

hora vocacionada para a formação profissional, a Secundária D. Sancho I, renovada e com ótimas instalações, equipada com laboratórios e oficinas excelentes. Neste agrupamento existe ainda a Escola Dr. Nuno Simões que também foi objeto de intervenção para receber alunos do 1º ciclo, agora com condições excelentes. “É reconhecido que sabemos bem receber os alunos e os pais e que estamos sempre disponíveis para os oupub

vir e procurar resolver os seus problemas”, afirma António Pinto, que refere ainda que o clima e ambiente criados são um dos aspetos distintivos das escolas do agrupamento, que está sempre aberto à comunidade e que é procurado para as mais diversas atividades quer lúdicas, quer formativas. O Agrupamento tem uma oferta educativa diversificada e de qualidade. Ao nível do ensino regular diurno continua a ter uma oferta nas diferentes escolas que constituem o agrupamento, que vai desde a pré-primária nos jardins-de-infância, aos restantes ciclos de ensino nas outras escolas. Na Secundária D. Sancho I está centralizado o 3º ciclo e o ensino secundário regular de ciências e tecnologias, de ciências socioeconómicas e de línguas e humanidades. A escola tem uma enorme tradição na formação profissional, apostando em cursos de elevada empregabilidade, malgrado a crise em que vivemos. “No próximo ano letivo iremos ter como oferta os cursos técnicos de Contabilidade, Comércio, Eletrotecnia, Manutenção Industrial, Restauração na variante Restaurante/Bar e Gestão de Equipamentos Informáticos, sendo este último uma nova aposta”, revela. Alguns alunos da Secundária D. Sancho I fazem estágios no estrangeiro, atualmente em Bordéus e Madrid. “Temos alunos de restauração a estagiar em hotéis do Porto e da Madeira, conferindo-lhes uma outra experiência e aprendizagem valiosas na procura de emprego”, considera o diretor do agrupamento. António Pinto diz que a D. Sancho I é a escola de referência no ensino noturno. A oferta contempla o ensino recorrente para quem queira completar o 12º ano, os cursos EFA escolares e os de dupla certificação para quem esteja interessado em concluir o 12º ano associado a uma formação profissional. Também o polo do Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) está em pleno funcionamento e apto ao desenvolvimento de processos de certificação de competências, adquiridas pelos adultos ao longo da vida, constituindo uma alternativa a outros tipos de formação. Apesar do elevado desemprego, António Pinto indica que as estatísticas mostram que a maioria dos alunos dos cursos profissionais da D. Sancho I obtêm colocação, o que atesta que a escola está a “dar uma formação de qualidade e a fazer uma escolha criteriosa de cursos”. “Os bons resultados nos exames que a escola tem alcançado constituem uma garantia de qualidade do seu ensino”, acrescenta.


especial

pública: 14 de maio de 2015 III

Com muita formação em contexto de trabalho

20 de março Agrupamento Padre Benjamim Salgado apresenta múltiplas opções formativas

O número total de alunos no Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado (AEPBS) é de 3.012. As educadoras de infância e os professores que se encontram em funções perfazem um total de 290, enquanto os assistentes operacionais e técnicos são 95. No agrupamento existem vários cursos profissionais em funcionamento: Técnico de Multimédia; Informática de Gestão; Eletrónica, Automação e Computadores; Auxiliar de Saúde; Instalações Elétricas; Gestão; Animador Sociocultural; Técnico de Comércio; Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos e Modelista de Vestuário. Já os cursos vocacionais em atividade são o de Comércio, Artes e Informática; Eletrónica, Mecânica e Informática. Os EFA são de Cozinheiro; Eletricista de Instalações; Técnico de Cozinha e Pastelaria; Técnico de Instalações Elétricas; Técnico de Eletrónica e Telecomunicações. No próximo ano, vários cursos profissionais entrarão em funcionamento: Técnico de Multimédia; Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores; Técnico de Auxiliar de Saúde; Técnico de Instalações Elétricas; Técnico de Comércio; Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos; Modelista de Vestuário; Técnico de Manutenção Industrial (variante de Mecatrónica). Também há cursos EFA de certificação profissional a iniciar: Agente em Geriatria e Cozinheiro (ensino básico, nível 2); Técnico/a de Apoio à Gestão e Técnico/a de Mecatrónica (ensino secundário, nível 4). Estão, igualmente, previstas turmas dos cursos EFA escolares, de ensino básico do 1º e 2º ciclo, do 2º ciclo e do 3º ciclo, ao nível do 12º ano, haverá cursos e Tipo A e C. Serão ainda disponibilizadas turmas de formações modulares certificadas, para competências escolares (Línguas Estrangeiras, TIC, entre outras) e profissionais (Trabalho Social, Eletricidade, Informática, Cozinha, Gestão, Contabilidade, nomeadamente.) A vasta oferta formativa do agrupamento pretende responder às necessidades identificadas. Questionado sobre o desemprego jovem, José Alfredo Mendes, presidente do agrupamento, considera que se trata de uma questão que tem de ser encarada com pragmatismo. “A situação que o país atravessa não permite que se escamoteie o que é uma evidência. Procuramos mitigar o caso, desde logo com uma oferta formativa tão ajustada quanto possível ao meio. Depois, no desenvolvimento da formação em contexto de trabalho e da prática simulada, que permite uma forte aproximação entre o tecido empresarial e o agrupamento”, refere. Contudo, apesar das dificuldades, os números do AEPBS apontam para índices “interessantes” de empregabilidade, na área de formação ou fora dela, e de prosseguimento de estudos dos alunos. Para os próximos tempos, o grande projeto do

AEPBS é a remodelação e modernização das escolas Bernardino Machado e secundária Padre Benjamim Salgado, de modo “a colocá-las em igualdade com as escolas da sede do concelho”. O diretor apresenta preocupação face à falta de assistentes operacionais devido às aposentações, rescisões de contrato, entre outras. “As soluções para a sua substituição, com o recurso a pessoas inscritas no Cen-

tro de Emprego e que raramente ultrapassam um ano de trabalho, contribuem para a prestação de um serviço de menos qualidade”, refere. De resto, o AEPBS pretende continuar a ser uma referência no ensino das várias ciências, em particular as experimentais, da literatura, informática, eletrónica, teatro, inovação e empreendedorismo, do desporto escolar, entre outras. pub


IV

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especial

Grupo CESPU é uma referência na formação de profissionais de Saúde

Escola Superior de Saúde Vale do Ave apresenta novos cursos A CESPU – Cooperativa de Ensino Superior, Politécnico e Universitário, CRL, é uma referência no âmbito do ensino das profissões de Saúde. Esta cooperativa é a entidade instituidora do Instituto Politécnico de Saúde do Norte, que integra a Escola Superior de Saúde do Vale do Ave (ESSVA), sedeada em Famalicão. A ESSVA é frequentada atualmente por mais de 600 alunos e conta com mais de 100 docentes especializados e diferenciados nas diversas áreas científicas da Saúde. Na Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, a Cespu irá abrir candidaturas para o ano letivo 2015/2016 para 6 licenciaturas, 4 mestrados e 3 pós-licenciaturas de especialização em Enfermagem. Como novidade apresenta dois novos cursos: a licenciatura em Ciências Biomédicas Laboratoriais e a licenciatura em Fisiologia Clínica. Em Ciências Biomédicas, os formandos adquirem uma for-

mação global e competências que se vão desenvolvendo durante o processo de ensino e aprendizagem, organizado de

forma evolutiva, de natureza multidisciplinar, congregando os conhecimentos e competências dos atuais licenciados em Análi-

é qualificado para o exercício profissional independente e autónomo, correspondente ao conteúdo funcional das atuais profissões de Técnico de Cardiopneumologia e de Técnico de Neurofisiologia. Ainda no âmbito das novidades a CESPU – ESSVA está a aguardar registo de aprovação de quatro cursos de técnicos superiores profissionais. De referir que a Cespu dispõe atualmente de uma estrutura própria de apoio aos alunos que se candidatam a bolsas de estudo atribuídas pela Direção Geral do Ensino Superior. Dispõe ainda de um Seguro de Propina através da parceria que estabeleceu com a Lusitânia, do Grupo Montepio. A Cespu apresenta também de um serviço de apoio à inserção profissional, por forma a apoiar a entrada no mercado de ses Clínicas e de Saúde Pública trabalho dos seus alunos finae de Anatomia Patológica, Tana- listas e dos licenciados nos seus estabelecimentos de ensino sutológica e Citológica. O curso de Fisiologia Clínica perior. pub


pública: 14 de maio de 2015 V

especial

Para exploração das capacidades intelectuais, físicas e artísticas dos alunos

Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco promove vários projetos No Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco (AECCB), neste ano letivo 2014/2015, prestam serviço 307 professores, sendo que a grande maioria são docentes de quadro, 82%. Há ainda a registar 19 docentes contratados no âmbito das Atividades de Enriquecimento Curricular, 1º ciclo. Relativamente ao pessoal não docente, encontram-se ao serviço no AECCB 84 funcionários, sendo 2 técnicos superiores (psicólogos), 16 assistentes técnicos e 66 assistentes operacionais. Há ainda a registar 12 contratos de emprego e inserção. O AECCB dispõe de uma oferta formativa diversificada, que vai desde o pré-escolar ao ensino secundário, não esquecendo a formação de adultos no âmbito do Centro para a Qualificação e Ensino Profissional. Segundo o diretor, Carlos Teixeira, dentro desta oferta formativa, o que torna o AECCB diferente e coerente com a sua missão são “projetos que proporcionam aos alunos ferramentas diversificadas que têm possibilitado a exploração das suas capacidades intelectuais, físicas e artísticas”. Alguns exemplos desses projetos são as atividades de enriquecimento curricular no 1º ciclo: Inglês, Atividade Física e Desportiva, Matemática e Ciências ao Quadrado e Iniciação Musical. A partir do próximo ano, está prevista a iniciação à Programação em Informática, experiência piloto no Centro Escolar Luís de Camões, parceria entre o Ministério da Educação e Ciência e a Microsoft. A somar, há ainda o ensino articulado com o curso básico de música, no 2º e 3º ciclo. No ensino secundário, refira-se a forte aposta no reforço do apoio aos cursos orientados para o prosseguimento de estudos no ensino superior, nomeadamente através das aulas de preparação para os exames nacionais. Já no ensino profissional, destaque para o potenciar dos recursos humanos e materiais que levam à consolidação da qualidade da oferta formativa. Consciente das dificuldades que os jovens enfrentam para encontrarem um emprego, o AECCB tem “propor-

cionado aos seus jovens uma formação de banda larga, não só na vertente académica, mas também na cultural, artística e desportiva, desenvolvendo a capacidade de resposta do aluno ao mercado de trabalho”, refere o diretor. O AECCB tem, na generalidade, instalações de excelência, que permitem o desenvolvimento de um trabalho pedagógico de qualidade.

A prioridade é continuar a apostar em projetos e decisões que valorizem os alunos, “que criem ambientes de aprendizagem tranquilos, de qualidade e com ambição de elevado sucesso educativo”. A nível nacional, na Educação, diz Carlos Teixeira, há duas palavras que todos nós precisamos de convocar e praticar: “estabilidade e tempo”. “Não podemos estar a alterar tudo a todo o tempo”. pub


VI

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especial

Formação procura inserção no mercado de trabalho

School House Famalicão garante estágio a todos os formandos A School House Famalicão é um centro de formação certificado pela DGERT em 23 áreas distintas. Está sedeada na Avenida de França e a poucos dias de completar um ano de existência, o que acontecerá no dia 6 de junho. A School House Famalicão garante estágios alargados de 180 horas para todos os formandos, através de uma rede de parceiros empresariais que permite integrar os formandos no mercado de trabalho, constituindo-se como uma arma para combater o desemprego que assola o país, essencialmente aquele que afeta os mais jovens. A School House Famalicão apresenta-se como uma alternativa e complemento ao ensino tradicional (universidades, cursos profissionais). Na verdade, atualmente são muitas as pessoas que procuram uma formação que vá diretamente ao encontro das suas necessidades, que lhes dê maiores garantias de inserção no mercado de trabalho e essa é a vantagem dos cursos de “formação-profissão”. Nesta linha de formação, na School House Famalicão desta-

cam-se os cursos de Técnico de Estética, Massagem e Spa, Técnico Auxiliar de Fisioterapia, Auxiliar de Geriatria, Técnico de Farmácia e Parafarmácia, Auxiliar de Veterinária e o novo curso de Assistente de Secretariado/Administrativo. A School House Famalicão apresenta ainda formações nos vários níveis de línguas, em cursos na área de estética, como Estilismo de Unhas de Gel e Verniz de Gel, Nail Art, Maquilhagem

profissional e Extensão de pestanas. Na linha de workshops, destacam-se os cursos de Auto Maquilhagem e de Primeiros Socorros Pediátricos. A School House Famalicão apresenta ainda uma linha que vai ao encontro de qualquer necessidade de um formando, tratase de formação “à medida” que permite desenvolver um plano de conteúdos não abordados em qualquer outro curso da oferta formativa do centro.

A School House Famalicão aposta numa imagem forte, na excelência do atendimento, na qualidade dos formadores e das infraestruturas e num posicionamento voltado para as reais necessidades das pessoas e empresas. As instalações são compostas por três salas de formação equipadas com o mobiliário e a tecnologia necessárias para o conforto e bem-estar dos formandos. Atualmente são cerca de 180 os formandos em pro-

cesso de formação divididos em três períodos (manhã, tarde e noite), abrangendo cerca de 25 formadores, supervisionados por duas especialistas na área da formação e por um gerente. Justamente, no próximo dia 6 de junho realizar-se-á o evento de comemoração do primeiro aniversário da School House Famalicão, onde serão atribuídas às salas os nomes de Camilo Castelo Branco, Bernardino Machado e Artur Cupertino de Miranda. pub


pública: 14 de maio de 2015 VII

especial

Promove qualificação adaptada às necessidades das empresas

Citeve forma para a inovação e empregabilidade no têxtil e vestuário O Citeve, entidade formadora certificada, reconhecido pela qualidade dos serviços prestados às empresas do setor Têxtil e Vestuário e pela participação no desenvolvimento local, aposta na formação e na qualificação das pessoas, que são o principal fator de indução de desenvolvimento, seja no contexto empresarial, seja no contexto social. Neste sentido, o Citeve apresenta uma panóplia de projetos formativos que contribuem para a inovação e competitividade, para a excelência e para a empregabilidade, sempre com um carácter distinto, de qualidade e de aproximação às empesas. Segundo Micaela Pereira, diretora do Departamento de Formação e Qualificação, a atividade formativa do Citeve assenta em valores como credibilidade, rigor, conhecimento e inovação, no sentido de “contribuírem para o aumento da competitividade das empresas, contando com uma equipa de técnicos e de formadores altamente qualificados para o planeamento, organização, desenvolvimento e acompanhamento de formação profissional diferenciada e de elevada qualidade”. Estes valores que conduzem a atividade de formação levam o Citeve a apostar no reforço das competências técnicas e qualificação dos ativos das empresas, disponibilizando ações de formação de curta duração, ações de formação à medida das necessidades das empresas (inter e intra),

workshops e formação-ação, em áreas estratégicas para a competitividade, inovação e excelência, tais como Tecnologias, Produto & Processo Têxtil, Vestuário e Moda; Produção Sustentável; Gestão & Comportamental; Comércio, Marketing & Internacionalização; Ferramentas Infor-

máticas e Multimédia; e Línguas Estrangeiras. Com vista à empregabilidade e tendo como missão a promoção da qualificação de jovens, dando-lhes conhecimentos e competências técnico-profissionais do mais alto nível e, ao mesmo tempo, ga-

rantir que as empresas do setor Têxtil e Vestuário poderão usufruir de profissionais competentes, o Citeve vai iniciar no próximo ano letivo cursos de nível pós secundário de Especialização Tecnológica (nível 5) nas áreas de Industrialização de Produto Moda, Processos de Coloração e Acabamentos Têxteis, Têxteis Técnicos e Funcionais, Comércio Moda, Tecnologia Mecatrónica e Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança. Ainda com estes objetivos, está a decorrer neste momento um Curso de Aprendizagem de Técnico(a) de Desenho de Vestuário, de nível secundário (nível 4), para jovens com idades até aos 25 anos, sendo que no próximo ano letivo avança também o curso de Técnico(a) de Design de Moda. “Estes cursos proporcionam o contacto regular com empresas, a aprendizagem de uma profissão e o prosseguimento de estudos”, sublinha Micaela Pereira. É também intenção do Citeve disponibilizar ações de pós graduação, cursos avançados, cursos EFA, formações modulares certificadas e ações de sensibilização e de promoção do empreendedorismo e da inovação, porque, assegura a responsável, “a empregabilidade é, sem dúvida, uma prioridade para nós e uma bandeira dos nossos cursos”. Além disso, o Citeve reúne “ótimas condições para quem pretende apostar na sua qualificação e no seu desenvolvimento profissional”. pub


VIII

pública: 14 de maio de 2015

especial pub

No ano passado, 97% dos alunos entraram no ensino superior

Externato Delfim Ferreira aposta num ensino de qualidade

O Externato Delfim Ferreira é uma escola com mais de 50 anos e dispõe de um conjunto de infraestruturas necessárias para que o sucesso pedagógico dos alunos seja uma realidade. Estudam diariamente no EDF, aproximadamente, 1400 alunos do pré-escolar ao secundário. O corpo docente e não docente é constituído por um grupo de 140 colaboradores. A oferta formativa do ensino secundário do Externato Delfim Ferreira, para o ano letivo 2015/2016, integra cursos que permitem o prosseguimento de estudos e a formação profissional de nível secundário. Os cursos científico-humanísticos – Ciências e Tecnologias, Línguas e Humanidades e Artes Visuais – são vocacionados para a continuidade dos estudos de nível superior, de carácter universitário ou politécnico. Estes cursos conferem um diploma de conclusão do ensino secundário. Já o curso profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação procura proporcionar uma formação completa de teorias, práticas específicas e abordagens multidisciplinares no âmbito das artes do espetáculo. Este curso permite o acesso à atividade profissional relacionada com o teatro e também é um bom ponto de partida para a continuação de estudos no ensino superior. Neste momento, segundo a direção, “o Externato Delfim Ferreira é a melhor escola do concelho conforme os resultados dos exames nacionais do ensino secundário”. Na verdade, o colégio tem constatado que a maior percentagem dos alunos, que concorrem ao ensino superior, entra no curso que escolheram como primeira opção. “No ano letivo 2014/2015, 97% dos nossos alunos entraram no ensino académico e destes 54% entraram na primeira preferência”, aponta. Para ajudar os seus alunos, como oferta complementar, o Externato promove o reforço de apoios às diferentes disciplinas e organiza aulas de preparação para os exames nacionais.

A nível das Provas Finais, o Externato Delfim Ferreira “é a escola do concelho com os melhores resultados, ou seja, nas provas do 4.º, 6.º e 9.º anos”. Em relação à frequência, os alunos podem ingressar no Externato no pré-escolar e frequentar o 1.º ciclo ao abrigo do Contrato de Desenvolvimento e Contrato Simples. A partir do 5.º ano de escolaridade, a escola tem estabelecido com o Ministério da Educação e Ciência o Contrato de Associação que garante a total gratuidade de ensino até ao 12.º ano. Para os alunos do pré-escolar e 1.º ciclo, a escola oferece um vasto conjunto de atividades extracurriculares: xadrez, dança, hipismo, ténis, karaté, ballet clássico, capoeira, hip hop, natação, hóquei em patins, xadrez e patinagem artística. Refira-se que o EDF tem participado em vários projetos e já recebeu vários prémios pelos excelentes resultados alcançados, que atestam a dedicação de uma equipa empenhada. Atento ao mercado de trabalho, o “Externato aposta num ensino de qualidade, porque mais do que ensinar alunos, formamos pessoas”. “A escola prepara os alunos, transmitindo-lhes competências técnicas, mas também ensina valores e competências humanas que, no futuro, poderão marcar a diferença na integração do mercado de trabalho”, afirma a direção. O Externato oferece um serviço personalizado através do gabinete de psicologia e orientação, gabinete escolar de cuidados primários de saúde, biblioteca, refeitório, bar, papelaria, reprografia, e gabinete de atendimento aos encarregados de educação, pavilhão gimnodesportivo, sala do aluno, auditórios, entre muitos outros espaços típicos das escolas. Para o futuro, a prioridade é que o EDF continue a ser a “escolha dos pais e alunos”. Para isso, a escola pretende continuar a apostar na qualidade dos seus serviços.


especial

pública: 14 de maio de 2015 IX

Cooperativa tem mais de 3300 alunos nas duas escolas

Didáxis apresenta muitas opções formativas e projetos Neste momento as duas escolas da Cooperativa de Ensino Didáxis, em S. Cosme e Riba d’Ave, possuem 3315 alunos; 302 docentes e 136 não docentes. Em termos formativos, o destaque vai para o novo curso profissional de Técnico de Coordenação e Produção de Moda, em Riba d’Ave, em colaboração com o Citeve, e O de Modelista de Vestuário que se iniciou o ano transato também em colaboração com o centro tecnológico. Ainda na Didáxis de Riba de Ave, referência para os cursos de Técnico de Manutenção Industrial Eletromecânica; Técnico Gestão e Programação de Sistemas Informáticos; Multimédia; Manutenção Industrial Mecatrónica Automóvel; Eletrónica, Automação e Comando. Na Didáxis de Vale S. Cosme, realce para os cursos de Técnico de Restauração Cozinha/Pastelaria; Restauração Mesa/Bar; Comércio; e Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores. No ensino regular está em funcionamento o curso de Desporto e Dinamização da Atividade Física, em regime de planos próprios e com equivalência ao 12º ano, e ainda o curso Económico-social para além do curso de Ciências e Tecnologias. Face a um mercado de trabalho que apresenta muitas dificuldades, a Didáxis acredita que a criação de oportunidades via cursos profissionais é uma boa forma

para “os alunos encontrarem, desde logo, nos seus estágios integrados em empresas da região, uma futura hipótese de emprego”. “Temos sempre essa premissa como fundamental e, em coordenação com a rede de educação local, procuramos as melhores formas de integração dos nossos no mercado de trabalho”, vinca. No entender da cooperativa de ensino, o sistema educativo tem sido su-

jeito, nos últimos anos, a grandes transformações a todos os níveis, no sentido de incrementar a sua eficácia e eficiência. Em termos de resultados internacionais, “Portugal tem apresentado posições já de algum destaque, comprovando que este é o caminho a seguir”, refere a direção. “Em termos de administração escolar está-se a caminhar para a ‘municipalização’ da educação com a atribuição de

competências a quem mais de perto lida com os problemas e anseios das populações, o que achamos o mais correto”, acrescenta. Importa, ainda segundo a Didáxis, destacar a viabilidade e a consciência social que a educação tem ganho enquanto fator de promoção do desenvolvimento social. Com infraestruturas de qualidade constantemente requalificadas, ao serviço dos alunos e da sua aprendizagem, a Didáxis vai continuar, no futuro, a apostar na literacia da Matemática e do Português abrangendo já o 1º e 2º ciclos com os projetos de Português + e Matemática +. Referência para o incremento do projeto Cambridge, numa clara aposta na língua inglesa, onde já estão cerca de 7000 jovens no desenvolvimento de competências e de certificação. Está ainda prevista a dinamização da escola de música, cujo processo de autorização se encontra em curso no MEC e que entrará em funções no próximo ano lectivo. Na área do desporto e dança, será dada continuidade às modalidades em desenvolvimento, xadrez, andebol, futsal, ténis, pilates, ténis de mesa, zumba, BTT e ginástica, sendo que será aumentado, significativamente, o número de equipas a competir em provas organizadas pelas respectivas federações. pub


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pública: 14 de maio de 2015

especial

Alfacoop instala em setembro uma mini incubadora de empresas

Externato Infante D. Henrique fomenta empreendedorismo

Embora localizado no concelho de Braga, o Externato Infante D. Henrique (ALFACOOP) serve do ponto de vista educativo e formativo, desde há várias décadas, parte do território do município de Famalicão. No ano letivo em curso, esta escola é frequentada por cerca de 1.500 alunos dos ensinos básico e secundário. A equipa docente é constituída por cerca de 90 professores e formadores. No ensino secundário regular, em 2015/2016, a Alfacoop vai oferecer os Cursos Científico-Humanísticos de Ciências e

Tecnologias, Línguas e Humanidades e Ciências Socioeconómicas. A oferta de ensino secundário profissional inclui os Cursos de Técnico de Multimédia e de Processamento e Controlo de Qualidade Alimentar. Este último curso é particularmente relevante no contexto económico e geográfico do concelho de Famalicão, dada a especial importância do setor das indústrias alimentares neste concelho. Para potenciar a empregabilidade dos jovens que concluem o ensino profissional na Alfacoop, a escola mantém uma estreita

relação com as empresas da região e aposta numa formação em contexto de trabalho relevante e de qualidade. Por outro lado, vai instalar a partir de setembro uma mini incubadora de empresas com o objetivo de fomentar junto da comunidade escolar o empreendedorismo e apoiar os alunos do ensino profissional na procura de emprego ou na criação do seu próprio emprego. Apesar de a escola dispor já de instalações e equipamentos de elevada qualidade para o ensino profissional, a partir de se-

tembro, o Curso de Multimédia vai ocupar novas instalações estruturadas em espaços/estúdios específicos para a formação. Enquanto escola cooperativa, a Alfacoop encara o futuro com um otimismo prudente. Tem uma sólida implantação junto da comunidade e das suas instituições e, no que toca ao serviço público que presta, uma imagem de qualidade alicerçada nos bons resultados dos seus alunos. Do poder político, a Alfacoop espera que o seu projeto continue a ser merecidamente reconhecido e apoiado. pub


pública: 14 de maio de 2015 XI

especial

Apesenta para o próximo ano letivo várias novidades formativas

Cior: uma escola com forte identidade e marca de qualidade A Cior é frequentada por 400 alunos, tem 35 professores/formadores e 20 funcionários. Funciona em regime diurno, podendo contudo recorrer ao regime noturno sempre que outras modalidades de formação e públicos específicos assim o justifiquem. A oferta formativa da Cior está permanentemente ajustada e de acordo com as necessidades do tecido económico, social e empresarial do município e da região. Paralelamente, é objeto de todo um processo de concertação e de articulação em sede da CIM do Ave e da Rede Local de Educação e Formação. Presentemente, a Cior assegura o funcionamento de vários cursos profissionais: Técnico de Energias Renováveis; Instalações Elétricas; e Eletrónica Automação e Comando; Mecatrónica Automóvel; Programação e de Maquinação; e Animador Sociocultural. No que respeita à oferta formativa estão previstas algumas novidades no próximo ano letivo de 2015/2016, nomeadamente para formação de adultos. Assim, a Cior irá oferecer cinco ações/cursos vocacionais em áreas técnicas distintas: Novas Tecnologias/ Empregado de Mesa/ Animação (para conclusão do 6º ano – 2º ciclo; duração 1 ano); Animação/Teatro/Serviço de Mesa (para conclusão do 3 º ciclo; duração 1 ano); Novas Tecn o l o g i a s / M e c a t r ó n i c a Automóvel/Metalomecânica (para conclusão do 9º ano/3º ciclo; duração 1 ano); Novas Tecnologias/Turismo/Ação Social/Ge-

riatria (para conclusão do 9º ano/3º ciclo; duração 2 anos); e Novas Tecnologias /Metalomecânica/ Eletricidade/Eletrónica (para conclusão do 9º ano/3º ciclo; duração 2 anos). Refira-se que estes cursos procuram criar uma via alternativa e mais adequada às necessidades dos alunos do 2º e 3º ciclos, através de um ensino mais técnico. São cursos eminentemente práticos: cada ação apresenta três áreas técnicas, para além das componentes geral e complementar. Destinam-se a alunos com idade igual ou superior a 13 anos,

certificando-os com o 6º ou o 9º ano. O ensino experimental, em três áreas técnicas distintas, com diferentes ferramentas, em oficina e formações práticas, permite aos formandos fazer uma orientação e/ou opção escolar e profissional mais consciente e assertiva. Aproveitando ainda a sua capacidade instalada e os interesses de adultos empregados e desempregados, a Cior irá oferecer os vários cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA), no sentido de (re)qualificar e capacitar os recursos humanos:

B3-Operador de Máquinas e Ferramentas CNC; B3- Agente em Geriatria; B3- Operador de Eletrónica/Domótica; B3- Mecânico de Serviços Rápidos; Técnico de Mecatrónica Automóvel; e Técnico de Maquinação e Programação CNC. A Cior apresenta elevadas taxas de empregabilidade dos seus formandos, resultado de uma sólida e especializada formação científica, técnica e tecnológica, associada a uma forte ligação da escola às empresas e ao tecido produtivo. Refira-se ainda que a escola apresenta todas as condições proporcionadoras de um ensino e formação de qualidade, em termos de salas de aulas, salas específicas, oficinas, laboratórios, biblioteca/mediateca e pavilhão gimnodesportivo, estando apetrechada com os mais modernos equipamentos nos diferentes cursos. Para o futuro, a prioridade da Cior é continuar a consolidar e a afirmar um projeto educativo e formativo de qualidade e diferenciador, assumindo-se cada vez mais como um centro de inovação e de empreendedorismo jovem, aproveitando, para o efeito, todas as oportunidades derivadas dos programas e medidas, no âmbito do Portugal 2020. Além disso, tem em vista também uma nova estratégia de desenvolvimento europeu e de internacionalização da sua marca, aumentando a mobilidade de formandos e formadores, e valorizando, assim, a transferibilidade das competências, o saber ser e o saber fazer.


XII

pública: 14 de maio de 2015

especial pub

Conselho Europeu recomenda ensino profissional mais atraente A diversificação das vias com novos programas de educação e de formação profissional devem abordar o abandono escolar precoce e ajudar a melhorar as taxas de desempenho. Segundo o Diário de Notícias, o Conselho Europeu considera que houve melhorias no sistema educativo em Portugal, mas recomenda o país a tornar o ensino profissional mais atraente para os jovens e a diminuir as taxas de abandono e insucesso escolar. “Foram feitos alguns progressos na melhoria da qualidade do mercado de trabalho da educação”, considera o Conselho Europeu numa recomendação a Portugal, depois da análise dos programas nacionais de Estabilidade e de Refor-

mas 2015-2019, no âmbito do Semestre Europeu. Lembrando que “Portugal reformou os currículos e estatutos dos professores com o objetivo de melhorar a qualidade da educação”, o Conselho Europeu sublinha também o trabalho feito na monitorização e na diversificação de ofertas educativas. “A diversificação das vias com novos

programas de educação e de formação profissional devem abordar o abandono escolar precoce e ajudar a melhorar as taxas de desempenho”, lê-se no documento da União Europeia. Além disso, o Conselho Europeu entende que a formação profissional tem se ser “mais atraente para os alunos”. Sobre as políticas

ativas do mercado de trabalho, o relatório fala num “progresso significativo”, mas lembra que continuam a existir desafios no que toca aos jovens sem emprego, escolaridade ou formação. Outro dos desafios fundamentais continua a ser a garantia de uma cobertura adequada de assistência social, incluindo o regime de rendimento mínimo. pub


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