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sport: 14 de Outubro de 2009
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Com Fernando Jorge a assumir o comando técnico da equipa
Famalicense pensa em manter-se na 2ª divisão Bruno Marques Depois da saída de Carlos Silva do comando técnico do hóquei patins do Famalicense Atlético Clube (FAC), a direcção do clube optou por um treinador que conhece bem os cantos à casa. Fernando Jorge foi o técnico escolhido e não é um estranho ao clube pois já foi atleta do FAC no passado. Na última temporada não esteve no activo como técnico, sendo que a sua última experiência como treinador foi no Académico do Porto. Na temporada de 2006/2007, o agora técnico do Famalicense ficou a apenas um ponto de alcançar a subida à 1ª divisão e sensacionalmente atingiu a final four da Taça de Portugal com um clube do escalão secundário. Na temporada seguinte, 2007/08, conseguiu a manutenção, apesar das inúmeras dificuldades apresentadas. Agora segue-se novo desafio na carreira desportiva, com Fernando Jorge e a estrutura do clube a apontarem como principal objectivo a manutenção na 2ª divisão nacional de hóquei em patins. Do anterior plantel do Famalicense transitaram quatro jogadores, no caso Rafael Pereira, Miguel Correia, Nuno Alves e André
Fernando Jorge, treinador do Famalicense Atlético Clube
Barbosa. Quanto a contratações, a equipa famalicense garantiu a entrada de seis novos atletas: Vítor Salgado (ex-Riba d’Ave), Telmo (ex-Académico do Porto), António Cruz (ex-Valongo) e ainda Dino, Pinheiro, Marinho e Vítor Gomes, todos jogadores que estavam sem clube na última temporada. O plantel garante experiência e al-
guma irreverência para enfrentar, sem grandes turbulências, a época 2009/2010. Na equipa técnica, para além de Fernando Jorge, que ocupa o cargo de treinador principal, está também integrado o técnico de guarda-redes “Russo”. Da estrutura sénior do hóquei em patins do FAC fazem também parte os
Gouveia Ferreira confiante numa boa época Gouveia Ferreira, presidente do Famalicense Atlético Clube (FAC), acredita que as condições reunidas no início da temporada terão a devida concordância em termos de resultados desportivos. O mesmo é dizer que espera um bom campeonato por parte da equipa sénior de hóquei em patins do clube, se possível com a melhoria do lugar alcançado no último campeonato realizado. Sobre a contratação do novo treinador, o presidente da colectividade mais eclética do concelho revela que “a negociação não foi difícil” porque o treinador Fernando Jorge “põe à frente de tudo o gosto pela prática do desporto”. “Portanto, quando um homem tem o desporto em primeiro lugar é sempre fácil negociar e tratar dos assuntos relativos à equipa de hóquei em patins”, diz. Na escolha do plantel foi dada primazia a jogadores naturais de Famalicão ou que já tivessem pas-
sado pelo clube. Por isso mesmo, Dino, Pinheiro e Marinho regressaram ao FAC e também à competição no hóquei em patins. Outra aposta passou também pelos jogadores formados no clube, com Miguel Correia e Nuno Alves a integrarem em definitivo o plantel sénior depois de na última temporada terem actuado também pelos juniores. Sobre as metas traçadas para 2009/2010, Gouveia Ferreira assume com pragmatismo que passam por “nunca perder em casa e ganhar todos os jogos possíveis fora de portas”. “Sabemos que dessa forma a manutenção fica garantida de certeza e se eventualmente chegar para subirmos de divisão melhor”, conclui. Certo é que o FAC promete dar muita luta em todas as partidas que vai disputar e por isso será sempre um adversário temível, sobretudo para quem se deslocar ao Pavilhão Municipal de Famalicão.
dirigentes António Alves, Nuno Peixoto e José Carlos Veloso. “É um projecto de transição, mas penso que será bom e com os jogadores que conseguimos reunir, que me parecem interessados em trabalhar para uma boa época, temos tudo para fazer coisas engraçadas e no fundo atingir os objectivos a que o FAC se propôs”, refere Fernando Jorge. Para já, e com dois jogos oficiais disputados, a equipa famalicense tem uma vitória e uma derrota. Na primeira jornada venceu o Escola Livre de Azeméis por 6-2 enquanto na segunda ronda teve pior sorte e saiu derrotada pelo
Infante de Sagres por 6-1. O facto de ter de construir uma equipa praticamente do zero pode trazer dificuldades extra, assim como o facto do campeonato nacional da 2ª divisão “estar cada vez mais competitivo”. “Há equipas muito fortes que apostam na subida de divisão, esse não será o nosso grande objectivo, mas penso que estaremos prontos para nos batermos com as melhores equipas porque havendo jovens com capacidade e vontade acho que se consegue fazer muita coisa”, aponta. O que o técnico vai pedindo aos jogadores é muito trabalho para tentar ir um pouco mais além na busca da manutenção. Ou seja, a permanência deverá ser alcançada o mais rapidamente possível, assim como a tranquilidade na tabela classificativa, para que depois a equipa tenha a possibilidade de tentar algo mais. “Nada de baixar os braços, sendo aliás essa a minha forma de trabalhar, e independentemente das dificuldades que vamos encontrar temos de ter sempre a cabeça levantada”. É por isso um FAC comedido aquele que inicia a temporada 2009/2010, traçando a manutenção como o principal objectivo, embora não fechando as portas a uma melhoria da prestação alcançada na pretérita temporada. Jogo a jogo os famalicenses prometem tentar superar-se e chegar longe no campeonato da 2ª divisão nacional de hóquei em patins.
Calendário de jogos 1ª jornada: FAC 6-2 Escola Livre 2ª jornada: Infante Sagres 6-1 FAC 3ª jornada: Cambra (fora) 4ª jornada: Sanjoanense (casa) 5ª jornada: Marítimo (fora) 6ª jornada: Juventude Pacense (casa) 7ª jornada: Feira (fora) 8ª jornada: Riba d’Ave (casa) 9ª jornada: Penafiel (fora) 10ª jornada: Lavra (casa) 11ª jornada: Carvalhos (fora) 12ª jornada: Nortecoope (casa) 13ª jornada: Académica (fora) 14ª jornada: Marco (casa) 15ª jornada: Limianos (fora) pub.
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Com algumas mudanças na equipa e um novo treinador
Riba d’Ave aponta à subida de divisão Bruno Marques O Riba d’Ave Hóquei Clube vai mais uma vez disputar a 2ª divisão nacional do hóquei patinado português e é com objectivos ambiciosos que se apresenta para a nova temporada. Os ribadavenses apontam aos primeiros lugares da tabela classificativa e a uma subida de divisão. No Parque das Tílias respira-se confiança e a esperança é que a época 2009/2010 seja marcada pelo sucesso. No comando técnico da equipa, e em substituição de Tó Luís, estará Horácio Ferreira, exjogador do clube, que terá o apoio de Carlos Novais que ocupará o cargo de coordenador técnico. O seu papel passará por apoiar o treinador na orientação da equipa, contribuindo ainda para toda a formação do clube ribadavense. Da equipa técnica faz ainda parte o preparador-físico Vítor. O Riba d’Ave manteve a espinha dorsal do último campeonato, colmatando algumas saídas com as chegadas de André Camões e Pedro Salgado, ambos ex-FAC, e de Luís Costa, ex-Juventude Pacense. Para além disso, os ex-juniores do clube, João Nuno, Carlos Filipe e Nuno
Pereira, foram promovidos à equipa sénior. Do anterior grupo de trabalho transitaram os jogadores Pedro Pereira, André Alves, Joel Ferreira, Hélder Gomes, Vítor Hugo e Arnaldo Queirós. “Estou completamente satisfeito com o plantel e penso que conseguimos colmatar algumas carências da última época, nomeadamente ao nível defensivo”, diz o treinador. “Começamos a época com o objectivo de subida porque achamos que este ano temos um plantel mais equilibrado e tendo em conta o que fizemos no último ano, pensamos que podemos ir um pouco mais além”, começa por dizer Horácio Ferreira, responsável pela equipa. Na última época o Riba d’Ave ficou perto da subida, tendo mesmo ocupado o primeiro lugar da classificação e ficado diversas jornadas nos lugares de promoção. Em Riba d’Ave considera-se que a manutenção é revelar pouca ambição e por isso o que resta será mesmo tentar o regresso ao principal escalão do hóquei português. “Não é um objectivo de vida ou de morte, mas o que queremos é lutar com as equipas mais fortes desta divisão pela promoção”, acres-
centa. Horácio Ferreira realizou toda a sua carreira de jogador ao serviço dos ribadavenses, tendo também já orientado algumas equipas jovens do clube. Os anos que leva de casa e a experiência acumulada ao longo dos anos podem ser importantes agora que assumiu os destinos da equipa sénior. “A mística é muito importante e este clube é especial nesse aspecto”, refere o agora treinador que considera também que esse factor pode facilitar a sua tarefa e levar a que os resultados sejam mais positivos. O fervor dos adeptos e o ambiente que se vive nos jogos realizados no Parque das Tílias pode ser outro factor a favor dos de Riba d’Ave. Tendo vivido já épocas gloriosas, ainda na memória de todos, como a passagem pela 1ª divisão nacional de hóquei em patins, o clube tem recuperado a sua identidade. O objectivo dos responsáveis do clube passa sempre por conseguir os melhores lugares possíveis e é com esse intuito que partem para mais uma temporada. Uma das apostas sérias dos ribadavenses é também a formação de jovens atletas que possam cumprir todos os escalões e servir a equipa sénior. Um exemplo disso
Clube é comandado por três vice-presidentes Após a saída de Nuno Cardoso da presidência dos ribadavenses, o Riba d’Ave Hóquei Clube ficou entregue aos vice-presidentes que faziam para dessa direcção. Neste momento, os destinos do clube estão entregues aos vices José Alves, Durval Sousa e Rui Ferreira, sendo que o actual mandato termina no final desta época. As eleições estão marcadas para Julho de 2010. Apesar do abandono do presidente, o projecto desportivo da direcção do clube “não ficou condicionado e a prova disso mesmo é que na época disputamos a subida de divisão taco a taco com as outras equipas”, diz José Alves. “O Riba d’Ave é um clube que se pretende organizado e que tem uma estrutura em que as pessoas sabem bem o que têm de fazer, tendo em comum o gosto e a defesa da colectividade”. Por isso não aconteceu qualquer desequilíbrio na transição e os actuais responsáveis consideram até que os resultados conseguidos são
até superiores ao que estava previsto no início. “A organização e união que existe entre os elementos que agora compõem a direcção acaba por se transferir para o grupo de trabalho e fazer com que os objectivos traçados sejam alcançados”, aponta ainda José Alves. Em Julho de 2010 terão lugar as eleições no Riba d’Ave Hóquei Clube e para já nenhum dos actuais membros vai pensando no que poderá suceder a partir daí. Sem fecharem a porta a uma possível continuidade, José Alves acha que ainda é cedo para se pensar no assunto. “Ainda é muito prematuro e ainda não houve nenhuma introspecção por parte de quem quer que seja da direcção”, revela, acrescentando que “há projectos que para assentarem definitivamente e serem realidade, um mandato apenas não chega”. “Mas daí a dizer que desta direcção sairá uma lista candidata às próximas eleições é demasiado prematuro”, concluiu.
Horácio Ferreira, treinador do Riba d’Ave Hóquei Clube
mesmo são as subidas, esta época, de João Nuno, Carlos Filipe e Nuno Pereira dos juniores aos seniores. Sobre o campeonato, Horácio Ferreira espera “uma maior competitividade”, relativamente ao último ano, com partidas mais complicadas e adversários
mais fortes. “As equipas que desceram da 1ª divisão são muito fortes, algumas que já disputavam a 2ª divisão reforçaram-se bem e por isso esperamos dificuldades embora queiramos lutar pelos primeiros postos da classificação”, conclui.
Calendário de jogos 1ª jornada: Riba d’Ave 4-2 Carvalhos 2ª jornada: Nortecoope 8-3 Riba d’Ave 3ª jornada: Académica (casa) 4ª jornada: Marco (fora) 5ª jornada: Limianos (casa) 6ª jornada: Escola Livre (fora) 7ª jornada: Infante Sagres (casa) 8ª jornada: FAC (fora) 9ª jornada: Sanjoanense (casa) 10ª jornada: Marítimo (fora) 11ª jornada: Juventude Pacense (casa) 12ª jornada: Feira (fora) 13ª jornada: Cambra (fora) 14ª jornada: Penafiel (casa) 15ª jornada: Lavra (fora)
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