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ANO 13 / Número 213 / 1a edição de Fevereiro de 2011 / New York - USA


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ONDE ESTIVER UM BRASILEIRO, ALI ESTARÁ O MENSAGEIRO!


ONDE ESTIVER UM BRASILEIRO, ALI ESTARĂ O MENSAGEIRO!

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EDITORIAL - O FRIO QUE VEIO DE DENTRO OlĂĄ leitor amigo, mais uma que recebi via internet e quero compartilhar com vocĂŞ, nesse tempo de muita neve e muito frio, essa veio a calhar. Medite bem nas linha abaixo.

Expediente: Autor & Editor: Helio Dos Santos Filho Design Gråfico: Carlos Fernandes Correção: Dora Garcia Relaçþes Públicas: Jandir Silva Colunistas: Aloísio Campanha Atilano Muradas Clícia Santos Eli de Oliveira Fernandes Elizabete Bifano Estevão Fernandes Fåtima Melo Flåvia Martins Gersonita Malafaia Gilson Bifano Guilhermino Cunha Irland Pereira de Azevedo Ivonildo Teixeira Jandir Silva Jeremias Silva Jorge de Oliveira Bezerra Jota Moura LÊcio Dornas Marcos Roberto Nascimento MoisÊs Apsan Moura Gonçalves NÊlio da Silva Renato Rubim Reuel Pereira Feitosa Ricardo Gondim R.R. Soares Theodomiro JosÊ de Freitas Vitor Hugo Mendes de Så Sites que colaboram: Chamada da Meia Noite Manå da segunda Portal da Família

XPVRQKDGRU2OKDQGR¿[DPHQWHSDUDDV brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visþes (ou alucinaçþes?) para pensar em ser útil.

6HLVKRPHQVÂżFDUDPEORTXHDGRVQXPDFDverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar atĂŠ o amanhecer para poderem receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse - eles o sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a Ăşnica maneira de poderem sobreviver.

O Ăşltimo homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mĂŁos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocĂ­nio era curto e rĂĄpido. “Esta lenha ĂŠ minha. Custou o meu trabalho. NĂŁo darei a ninguĂŠm nem mesmo o menor dos meus gravetos.â€?

O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. EntĂŁo ele raciocinou consigo mesmo: “Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro.â€? E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais. O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dĂ­vida. Olhou ao redor e viu um cĂ­rculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu

Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imĂłveis. A Ăşltima brasa da IRJXHLUDVHFREULXGHFLQ]DVHÂżQDOPHQWH apagou. Ao alvorecer do dia, quando os homens superioridade moral que o sofrimento endo Socorro chegaram Ă caverna enconsinava. Seu pensamento era muito prĂĄtitraram seis cadĂĄveres congelados, cada co: qual segurando um feixe de lenha. Olhanâ€œĂ‰ bem provĂĄvel que eu precise desta le- do para aquele triste quadro, o chefe da nha para me defender. AlĂŠm disso, eu ja- equipe de Socorro disse: mais daria minha lenha para salvar aque“O frio que os matou nĂŁo foi o frio de fora, les que me oprimemâ€?. E guardou suas mas o frio de dentro.â€? Ĺž lenhas com cuidado. O quarto homem era o pobre da monta- É impresionante!

lucro, pensou:

nha. Ele conhecia mais do que os outros Quando olhamos para a humanidade “Eu, dar a minha lenha para aquecer um os caminhos, os perigos e os segredos da podemos ver coraçþes congelados a zero grau. Vamos ter cuidado com o neve. Ele pensou: preguiçoso?â€? frio que vem de dentro. O terceiro homem era o negro. Seus olhos “Esta nevasca pode durar vĂĄrios dias. vou AtĂŠ a prĂłxima. faiscavam de ira e ressentimento. NĂŁo havia guardar minha lenha.â€? qualquer sinal de perdĂŁo ou mesmo aquela O quinto homem parecia alheio a tudo. Era Helio Dos Santos Filho - Editor

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Os artigos, mensagens e estudos publicados neste Jornal, por cada autor, QmRUHĂ€HWHPDLGpLDGDGLUHomRGHVWH Jornal. &DGDHVFULWRUpUHVSRQViYHOSRUVHXV DVVXQWRVHLGpLDV$VVLPVHQGRFDGD DXWRU D HVWijGLVSRVLomRSDUDUHVSRQGHU DVG~YLGDVGRDPLJROHLWRU

O Mensageiro7 newspaper is a biweekly publication in Portuguese. Reproduction in whole or in part without permission is VWULFWO\ SURKLELWHG 7KH 3XEOLVKHU PDNHV HYHU\ HIIRUW WR HQVXUHWKHDFFXUDF\RIWKHLQIRUPDWLRQJLYHQLQWKHHGLWRULDO DQG DGYHUWLVLQJ SDJHV RI 2 0HQVDJHLUR QHZVSDSHU EXW DFFHSWV QR UHVSRQVLELOLW\ IRU HUURV RU RPLVVLRQV IRU FODLPV PDGHLQDQ\VHFWLRQRIWKLVQHZVSDSHU3ULQWHGLQWKH8QLWHG 6WDWHVRI$PHULFD 2 -RUPDO 2 0HQVDJHLUR p XPD SXEOLFDomR TXLQ]HQDO HP PortuguĂŞs. 5HSURGXomR SDUFLDO RX WRWDO GR FRQWH[WR GD SXEOLFDomR VHP D GHYLGD SHUPLVVmR p H[SUHVVDPHQWH SURLELGD 2 -RUQDO20HQVDJHLURQmRVHUHVSRQVDELOL]DSRULQVHUomR GHIRWRVORJRVVORJDQVHUURVRXRPLVV}HVSRUSDUWHGRV DQXQFLDQWHV RX LQIRUPDo}HV IRUQHFLGDV SRU WHUFHLURV HGLWDGDVHPTXDOTXHUSDUWHGHVWDSXEOLFDomR,PSUHVVRQRV (VWDGRV8QLGRVGD$PpULFDGR1RUWH


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ENTREVISTA

$QGUp3HVVRDpSDLGHVHLV¿OKRV0HVWUDGRHP2ULHQWDomR)DPLOLDUSRU1DYDUUDPLQLVWUDFXUVRVHSDOHVWUDVGH(GXFDomRGH)LOKRV GHVGH*UDGXDGRSHOR,0( (QJHQKDULD 3yV*UDGXDGRSHOD38& $GPLQLVWUDomR )*9 &RQWDELOLGDGH*HUHQFLDO ,6( 3URJUDPDGH7UHLQDPHQWRGH([HFXWLYRV H1DYDUUD 2ULHQWDomR)DPLOLDU &RQVXOWRUGD$FFHQWXUH1HVWDHQWUHYLVWD$QGUp3HVVRDFROXQLVWDGR3RUWDOGD)DPtOLDHVWDUiGDQGRPXLWDVGLFDVSDUDXPQDPRURVDXGiYHOHJUDWL¿FDQWH TXH¿FDEULQFDQGRGHWHUVHGHH GHEHEHUiJXD$YLGDDGRLVQmR O namoro e a amizade têm muito Ê isto. Antes de se ver com sede, em comum. Ambos os relacionamentos pressupþem a entrega do Hoje em dia os casais fazem a vida a dois experimenta o munpróprio tempo e atenção para ou- sexo antes do casamento. Não GRGHGHVD¿RVUHQ~QFLDVHFRPWUDSHVVRDFRPR¿PGHDMXGiOD têm aquele respeito em espe- plexidades que demanda uma a ser uma pessoa melhor. Entre rar o matrimônio e pensam que estrutura sólida do casal. E estes as diferenças entre o namoro e a isto Ê da antiguidade. Quais GHVD¿RVDFRQWHFHPQRSODQRHVamizade teríamos que a amizade são as conseqßências quando piritual do casal, nas sutilezas do se restringe ao plano espiritual, o casal pratica o sexo antes do relacionamento, na generosidade e desprendimento do outro. O naenquanto o namoro evolui na di- casamento? mensão física do carinho. A ami- As pessoas deixam de se conhe- moro verdadeiro tem a delicadezade pode durar por toda a vida, cer verdadeiramente quando pra- ]D GH XP EHLMD ÀRU HQTXDQWR D com mais força ou menos. O na- ticam sexo antes do casamento. SUiWLFD VH[XDO p FRPR XPD SDWD moro pressupþe compromisso e $ SUiWLFD VH[XDO PH[H FRP RV de elefante que levanta uma poexclusividade, atravÊs do quais hormônios, e o relacionamento eira enorme no entorno. Daí, só ambos estão se conhecendo perde o foco. É como a pessoa depois que casam a poeira baixa, e o casal descobre com quem de &RPRYRFrGH¿QHRQDPRUR"

SDUD HOHJHU SDUD VROLGLÂżFDU R UHlacionamento em uma Ăşnica vida vivida a dois.

fato casou. Por que Ê importante tanto para moça quanto para o rapaz se guardarem para o casamento? Hå uma diferença de um casal casado que se guardou atÊ o casamento para um casal que não se guardou? Um casal que faz o compromisso de se guardar para o casamento, WHUi  RSRUWXQLGDGH GH VH FRQKHFHU GH IDWR SRLV HVWDUi  YHQGR o outro como ele Ê verdadeiraPHQWHPLQLPL]DQGRDRPi[LPRD LQÀXrQFLDGRVKRUP{QLRVHPVXD capacidade de percepção. Continua na pågina 5


ENTREVISTA Continuação da pågina 4 Adicionalmente estarå dando uma prova mútua de perseverança e força de vontade, virtudes que são necessårias para quem quer assumir um compromisso por toda a vida. O casal que não se guardou para o casamento corre um risco maior. Durante o namoro não exercitou a força de vontade. Construiu a casa sobre a areia, sobre uma base que não sólida. Poderå se VXUSUHHQGHU FRP D VXSHU¿FLDOLdade do outro e da própria vida a dois. Hå casos que a namorada/namorado quer se guardar para o casamento, mas por pressão do outro/outra não consegue. Como você avalia esta situação? Quem pressiona demonstra gostar do namorado/namorada? Uma pessoa que se guarda para o casamento tem uma beleza interior única e incrível. O outro se sente atraído por toda aquela pureza e intencionalidade. Se depois da conquista, quando o namoro estå em curso o outro tenta seduzir, termina por pular a cerca,

pisa no jardim que estå do outro lado, e apaga toda a força interior que tanto o atraiu. Estå traindo ao outro e a si próprio, tornando o outro uma pessoa igual a todas as demais. Esta não Ê uma característica nem do namoro, nem da amizade. Pois quem ama quer que o outro cresça e brilhe ainda mais. Quem seduz não ama. Hå pessoas que se entregam para demonstrar que gosta do namorado, principalmente as moças. Se entregar antes do casamento Ê prova de amor? Você acha que ajuda a segurar o relacionamento? Entregar o próprio corpo para conquistar Ê uma barganha. Reduz a si próprio a uma moeda de troca. Alguns infelizes fazem isto para se sustentar. Esta pråtica não alimenta o espírito, não faz as pessoas belas, nem felizes. Não demonstra amor, mas fraqueza e falta de valor. O que torna um namoro sólido Ê incremento da intencionalidade mútua, do querer construir uma vida a dois, que dure toda a vida. Se você quer, mas o outro não quer tanto assim, Ê melhor terminar o namoro. Você seguramente

acharĂĄ outro que dĂŞ mais valor. O “truqueâ€? de querer prender o outro pelo corpo, ĂŠ um tiro na culatra. Em sua opiniĂŁo, o que vocĂŞ considera ser prova de amor? Prova de amor ĂŠ respeitar, solidiÂżFDUDVFUHQoDVHVRQKRVGRRXtro. Durante o namoro e noivado, prova de amor ĂŠ saber esperar a noite de nĂşpcias. Chegamos a uma situação tĂŁo crĂ­ÂŹtica que se a moça ou rapaz demonstrarem que sĂŁo virgens, as pessoas zombam. Qual anĂĄlise vocĂŞ faz dessa inversĂŁo de valores, na qual, o que aparentemente ĂŠ certo se torna errado? O que fazemos com aqueles que zoam para cima da gente? Ignoramos. Se forem os amigos que zoam, ria com eles e tente explicar os seus motivos. Se os amigos insistem na zoação, pergunte-se se eles sĂŁo amigos de fato, pois aparentemente querem lhe corromper. Se nĂŁo sĂŁo os amigos que zoam, mas a turma da esquina, ria com eles, na boa. Pense como se eles estivessem zoando do seu nariz, suponhamos que seja grande.

7 05 Como o nariz ĂŠ grande mesmo, vocĂŞ nĂŁo ri com eles do prĂłprio nariz? Passa entĂŁo pela esquina, sacode o pĂł das sandĂĄlias e bola para frente. VocĂŞ nĂŁo tem que prestar contas a eles. Para aqueles que estĂŁo solteiros e pretendem namorar para se casarem, quais dicas vocĂŞ dĂĄ para que o namoro seja bem sucedido? No primeiro encontro, proponha namoro de mĂŁo. Se o outro nĂŁo entender, nem comece a namorar, nĂŁo vale a pena. E para os que jĂĄ estĂŁo namorando, quais dicas vocĂŞ dĂĄ para manterem um relacionamento saudĂĄvel? Passem todo namoro se perguntando se o outro seria um bom pai RX PmH  GH VHXV ÂżOKRV 6H QmR for, desmanche o namoro, pois nĂŁo ĂŠ a pessoa certa. Converse muito sobre o futuro. Ah! O outro nĂŁo quer conversar sobre o futuro, ou o vĂŞ muito longĂ­nquo? Desmanche o namoro, “estĂĄ de roloâ€?. Vejam se seus planos mĂştuos fazem sentido um para o outro. &RPELQHPTXDQWRVÂżOKRVWHUmR Continua na pĂĄgina 6


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ENTREVISTA & FAMĂ?LIA

Continuação da pĂĄgina 5 em que cidade viverĂŁo, longe ou perto da famĂ­lia, etc... Imaginem-se juntos com 20, 40 e 60 anos de idade. Estas conversas se chamam “conversas de fundamentoâ€?, todos devem sempre ter, estejam com 1 mĂŞs de namoro ou tenham feito bodas de ouro. Este ĂŠ um dos segredos do matrimĂ´nio bem sucedido. 4XDQGR YRFr ÂżFDU QRLYR YHMD como o outro encara a situação. Se estiver distante demais, ou ao contrĂĄrio muito preocupado com a cerimĂ´nia. SerĂĄ que o outro sabe o que vai de fato fazer? Se nĂŁo sabe, ĂŠ melhor terminar o noivado. Seja rĂĄpido em seus julgamentos e tenha coragem de desmanchar o namoro com aquela pessoa que vocĂŞ percebe que nĂŁo ĂŠ de fato a sua cara metade. O mundo tem bilhĂľes de homens e mulheres. Por aĂ­ estĂĄ aquela pessoa com quem vocĂŞ compartilharĂĄ a sua vida, que saberĂĄ lhe valorizar pelo tesouro que vocĂŞ traz em seu coração. VocĂŞ, mais cedo ou mais tarde, vai encontrĂĄ-la.Ĺž

Recentemente participei de um debate sobre o tema “FamĂ­lia: aspectos ĂŠticos e jurĂ­dicosâ€?. É impressionante como a questĂŁo ĂŠtica desperta cada vez mais o interesse nas pessoas. Talvez se esteja percebendo que, por mais que o progresso tecnolĂłgico traga benefĂ­cios, ĂŠ impossĂ­vel que proporcione a tĂŁo almejada qualidade de vida se nĂŁo vier acompanhado de igual evolução nas relaçþes humanas. Quando foi aprovado, em 2002, o novo CĂłdigo Civil brasileiro, muito se noticiou que, no âmbito do direito de famĂ­lia, teria ocorrido grande evolução, com a quebra de “tabusâ€?, e outras coisas seme-

lhantes. Não sei o que se entende, no caso, por evolução, mas VHFRPLVVRVHD¿UPDTXHKRXYH desvalorização do casamento ou enfraquecimento dos laços enWUH SDLV H ¿OKRV D DVVHUWLYD QmR Ê verdadeira. É que a nossa lei contÊm preceitos que, se fossem aplicados, ensejaria um verdadeiro resgate da Êtica na família. O primeiro artigo do livro que trata do Direito de Família consagra que o casamento estabelece comunhão plena de vida, com base na igualdade de direitos e deveres dos cônjuges. Nisso estå destacado o caråter perene do matrimônio. E nesse propósito de se resgatar a Êtica na família, hå

que se investigar em que medida se tĂŞm consciĂŞncia disso quando se dĂŁo em casamento. Certa vez soube de um pai que, todo choroVRGL]LDjÂżOKDSRXFRVGLDVDQWHV da cerimĂ´nia: “Filha, deixarei seu quarto tal como estĂĄ, se nĂŁo der certo, pode voltar quando quiserâ€?. Certo orientador familiar, comentando o caso, concluiu: “Se nĂŁo der certo? JĂĄ nĂŁo deu! Encarar as agruras do inĂ­cio de uma vida conjugal com um pĂŠ dentro outro fora, ĂŠ naufrĂĄgio certo!â€?. Conta-se que HernĂĄn Contes, o conquistador espanhol, ao desembarcar no MĂŠxico, afunda os VHXV EDUFRV D ÂżP GH HYLWDU GH serçþes e penetra no continente. Para se estabelecer uma comunhĂŁo plena de vida, penso que o casal deva encarar dessa forma o casamento: afundando os barcos que os pudessem conduzir Ă vida de antes. Essa opção exige verdadeira batalha, no mais das vezes contra os prĂłprios defeitos, mas vale a pena. O nosso moderno CĂłdigo Civil nĂŁo pĂĄra aĂ­. Em seu artigo 1.566, estabelece que sĂŁo deveres de Continua na pĂĄgina 8


ONDE ESTIVER UM BRASILEIRO, ALI ESTARÁ O MENSAGEIRO!

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Continuação da página 6 DPERV RV F{QMXJHV D ¿GHOLGDGH UHFtSURFD 4XDQGR VH IDOD GH ¿ GHOLGDGH JRVWR PXLWR GH OHPEUDU GH XP ViELR TXH FRQVWUXtD XP WURFDGLOKR ³IHOLFLGDGH ¿GHOLGDGH ¿GHOLGDGHIHOLFLGDGH´(RID]LD SURSRVLWDGDPHQWH GDGD D HVWUHL WD YLQFXODomR TXH XPD WHP FRP RXWUD DOpP GDV VHPHOKDQoDV IR QpWLFDV $IHOLFLGDGHGHSHQGHGD¿GHOLGDGH DRV FRPSURPLVVRV DVVXPLGRV H LVVRHPWRGRVRVkPELWRVGDVUH ODo}HVKXPDQDV0XLWDVSHVVRDV HPFHUWDIDVHGDYLGDVHQWHPVH IUXVWUDGRV SUR¿VVLRQDOPHQWH SRU TXH QmR IRUDP ¿pLV DRV FRPSUR PLVVRV DVVXPLGRV ( LVVR VH Gi HP PDLRU LQWHQVLGDGH QDV UHOD o}HVFRQMXJDLV$TXHODSURPHVVD GHTXHVHULDQDDOHJULDHQDWULV WH]DQDVD~GHHQDGRHQoDGHYH VHWUDGX]LUHPDWRVFRQFUHWRVFR HUHQWHV FRP R FRPSURPLVVR WR GRVRVGLDV,VVRLPSOLFDHPLQWHU URPSHU XP SRXFR R WUDEDOKR VH LVVRIRUSRVVtYHOSDUDIDODUFRPR RXWURHPVDEHUVHHVWiWXGREHP HPHVIRUoDUVHSRUID]HUERDFDUD j QRLWH TXDQGR D IDPtOLD VH UH~ QH SRU PDLV HVWUHVVDQWH TXH VH WHQKDVLGRRGLDHQ¿PHVTXHFHU VHGHVLHRFXSDUVHGRRXWUR

ENTREVISTA & FAMÍLIA ( R &yGLJR &LYLO FRQWLQXD FRP R URO GH GHYHUHV  YLGD HP FRPXP QR GRPLFtOLR FRQMXJDO 8P DPLJR PHX FRPHQWDQGR HVVD QRUPD FHUWD YH] FRQFOXL PHLR EULQFDQ GRPHLR DVpULR³pLOHJDOTXHDV SHVVRDV GH XPD IDPtOLD MDQWHP GLDQWH GD 79 H DOL ¿TXHP DWp D KRUDGHGRUPLUVHPWHUDRPHQRV “A verdadeira felicidade está DOJXQVPLQXWRVGHFRQYHUVDOLYUHV na própria casa, entre as aleGHVVDLQWUXVDTXHDIRJDRUHODFLR grias da família”.( Tolstoi ) QDPHQWRHQWUHDVSHVVRDV´ $FRUGHL DERUUHFLGR 7RGRV IRUDP ( PDLV P~WXD DVVLVWrQFLD UHV SDUD D ID]HQGD 6HQWHLPH DR SHLWRHFRQVLGHUDomRP~WXRV0~ ODGR GD SLVFLQD 9HMR R PDGHLUD WXD DVVLVWrQFLD QmR p DSHQDV LU PHQWR GD YDUDQGD TXDVH VH HQ YLVLWDUQRKRVSLWDOTXDQGRRRXWUR FRVWDQGRjPDQJXHLUD2EDUXOKR HVWLYHUGRHQWHeRXYLUFRQKHFHU GDiJXDHRFULFULGRSiVVDURQR RV SUREOHPDV DQVHLRV IUXVWUD QLQKR PH LUULWDP XP SRXFR 2V o}HVHHQFDUiORVFRPRSUySULRV FDUURV QD JDUDJHP  1mR VHL SRLVVRPHQWHDVVLPDDMXGDSRGH RQGHJXDUGHLDVFKDYHV1mRLP VHU VLQFHUD H H¿FD] 5HVSHLWR H SRUWD 5HVROYL GLVSHQVDU RV HP FRQVLGHUDomR TXH VH WUDGX]DP SUHJDGRV(VWiWXGRPXLWRFLQ]D HPWUDWRDIiYHOVREUHWXGRGLDQWH 2HQYLGUDoDGRGRVDOmRGHMRJRV GRV¿OKRV IHFKDGR $ VDOD GH PXVFXODomR 2 &yGLJR IDOD DLQGD HP VXVWHQ DLQGDDEHUWDGHVGHD~OWLPDVH[ WRJXDUGDHHGXFDomRGRV¿OKRV WD(QJUDoDGR2OKRSDUDRVOD 4XDQWRDLVVRSRGHPRVYROWDUD GRVHYHMRTXHWXGRRTXHWRGRV IDODU HP RXWUD RSRUWXQLGDGH 3R SURFXUDPHVWiWmRSHUWRGHPLPH UpPVHRV¿OKRVFUHVFHUHPQXP DRPHVPRWHPSRPHSDUHFHWmR DPELHQWHHPTXHRVSDLVVHSRU GLVWDQWH WDPGHDFRUGRFRPRVGHPDLVGH +i XP JUDQGH YD]LR DWp RQGH YHUHVSRUFHUWRTXHHVWDUmRPXL PHXVROKRVYrHPHRSHQVDPHQ WREHPDPSDUDGRVHHGXFDGRVž WR DOFDQoD 3DVVDUDPVH QHUYR

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FAMĂ?LIA & CURIOSIDADES

ção de choque se espalha atÊ esses lå. Horrível, mas não hå nada a fazer a não ser esperar a dor passar... Por que a barriga ronca quando a pessoa tem fome?

Continuação da pĂĄgina 8 Dinheiro, bens... sĂŁo coisas necessĂĄrias, mas compreensĂŁo, amor, carinho, afeto, saĂşde, amizade e paz sĂŁo coisas que nĂŁo tem preço. SĂŁo essas coisas e essas pessoas que nos movem a alcançarmos objetivos. Decidi que devo trabalhar menos e curtir mais o hoje, retribuir o carinho, ouvir a reclamação, olhar mais para fundo dos olhos das pessoas, dar bom dia Ă queles que nĂŁo se conhecem, ler um gibi do cascĂŁo, jogar fora a pĂĄgina do jornal que trata de violĂŞncia, dar a partida no carro e ir para lugar algum. Essa minha experiĂŞncia de hoje me fez sentir que eu preciso dos outros, eu preciso do mundo e talvez outros e o mundo precisam de mim. Eu preciso estar Ă  disposição para que estejam Ă  minha disposição. A minha saĂşde e a saĂşde da minha famĂ­lia estĂĄ no lar, na uniĂŁo. O tudo estĂĄ nos olhos de quem o vĂŞ. Agora sinto que tudo tem mais cor e em tudo hĂĄ mais vida. Este serĂĄ um grande dia. “Paz e harmonia: eis a verdadeira riqueza de uma famĂ­liaâ€?. (Benjamin Franklin) Ĺž

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O Mar Vermelho

guns lugares. Outra possibilidade sĂŁo as montanhas ricas em minerais na costa arĂĄbica, apelidadas de “montanhas de rubiâ€? por antigos viajantes da regiĂŁo.

Choque no cotovelo

Ao contrårio do que possa parecer, o Mar Vermelho, braço do Oceano �ndico entre a costa da à frica e a Península Aråbica, não tem esse nome por causa de sua cor. De longe suas åguas têm um aspecto azulado. Normalmente são tambÊm bastante límpidas, o que faz com que a região seja utilizada para atividades de mergulho. A mais provåvel origem do nome são as bactÊrias Trichodesmium erythraeum, presentes na superfície da ågua.Durante sua proliferação, elas deixam o mar com manchas avermelhadas em al-

VocĂŞ jĂĄ bateu o cotovelo e sentiu uma sensação de choque elĂŠtrico, que se espalha do cotovelo atĂŠ os dedos da mĂŁo? Isso acontece porque, no cotovelo, hĂĄ um QHUYR FKDPDGR XOQDU TXH ÂżFD muito exposto, logo abaixo da sua pele. Assim, quando vocĂŞ bate o cotovelo na quina de um mĂłvel, na verdade estĂĄ batendo o prĂłprio nervo! Por isso vocĂŞ sente o “choqueâ€?. Como o nervo ulnar vai atĂŠ os dedos mĂ­nimo e anular, essa sensa-

O estĂ´mago faz barulho quando estĂĄ se preparando para receber os alimentos. Esse processo acontece nos horĂĄrios em que a pessoa estĂĄ acostumada a comer. O estĂ´mago se contrai e as paredes do abdĂ´men funcionam FRPR XPD HVSpFLH GH DPSOLÂżFDdor. Por isto parece que tem um monstro dentro da barriga. Ĺž


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PESQUISA “Amor ĂŠ quando mamĂŁe vĂŞ o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele ĂŠ mais bonito que o Robert Redfordâ€? Chris, 8 anos “Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na plateia me acenando e sorrindo. Era a Ăşnica pessoa fazendo isso e eu nĂŁo sentia medoâ€? - Cindy, 8 anos

Esta foi uma pesquisa feita por das as suas roupas velhas e tem SURÂżVVLRQDLV GH HGXFDomR H que sair para comprar outrasâ€? SVLFRORJLD FRP XP JUXSR GH Lauren, 4 anos FULDQoDVGHDDQRV “Amor ĂŠ como uma velhinha $V FULDQoDV VmR ViELDV e um velhinho que ainda sĂŁo 9DPRVDSUHQGHUMXQWRV" muito amigos, mesmo conhecendo hĂĄ muito tempoâ€? Respostas: Tommy, 6 anos “Amor ĂŠ quando alguĂŠm te magoa, e vocĂŞ, mesmo muito ma- “Quando alguĂŠm te ama, a forma goado, nĂŁo grita, porque sabe de falar seu nome ĂŠ diferenteâ€? que isso fere seus sentimentosâ€? Billy, 4 anos Mathew, 6 anos “Amor ĂŠ quando vocĂŞ sai para “Quando minha avĂł pegou ar- comer e oferece suas batatitrite, ela nĂŁo podia se debru- nhas fritas, sem esperar que a çar para pintar as unhas dos outra pessoa te ofereça as badedos do pĂŠ. Meu avĂ´, desde tatinhas delaâ€? - Chrissy, 6 anos entĂŁo, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artriteâ€? “Amor ĂŠ quando minha mĂŁe faz Rebecca, 8 anos cafĂŠ para o meu pai e toma um “Eu sei que minha irmĂŁ mais ve- gole antes, ara ter certeza que estĂĄ lha me ama, porque ela me dĂĄ to- do gosto deleâ€? - Danny, 6 anos

“Amor ĂŠ o que estĂĄ com a gente no natal, quando vocĂŞ para de abrir os presentes e o escutaâ€? - Bobby, 5 anos “Se vocĂŞ quer aprender a amar melhor, vocĂŞ deve começar com um amigo que vocĂŞ nĂŁo gosta. Nikka 6 anos. “Quando vocĂŞ fala para alguĂŠm algo ruim sobre vocĂŞ mesmo e sente medo que essa pessoa nĂŁo venha a te amar por causa disso, aĂ­ vocĂŞ se surpreende, jĂĄ que nĂŁo sĂł continuam te amando, como agora te amam mais aindaâ€? - Samantha , 7 anos “HĂĄ dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de Deus, mas o amor de Deus junta os doisâ€? Jenny, 4 anos

“NĂŁo deverĂ­amos dizer eu te amo a nĂŁo ser quando realmente o sintamos. E se sentimos, entĂŁo deverĂ­amos expressĂĄ-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizĂŞ-loâ€? Jessica, 8 anos “Amor ĂŠ se abraçar, amor ĂŠ se beijar, amor ĂŠ dizer nĂŁoâ€? - Patty, 8 anos “Amor ĂŠ quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que vocĂŞ deixa ele sozinho o dia inteiroâ€? - Mary Ann, 4 anos “Deus poderia ter dito palavras mĂĄgicas para que os preJRV FDtVVHP GR FUXFLÂż[R PDV ele nĂŁo disse isso. Isso ĂŠ amorâ€? 0D[DQRV´Ĺž

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CONFLITOS 2V FRQÀLWRV VmR LQHUHQWHV DR SURFHVVR GH HYROXomR GRV VHUHV KXPDQRV $ UHODomR HP IDPtOLD p FRPSOH[D SRLV FDGD VHU KXPDQR p VLQJXODU HP UHODomR D VXD KLVWyULD WHPSHUDPHQWR LGDGH FRPSRVLomR JHQpWLFD HWF 1R MRJR UHODFLRQDO Ki DOLDQoDVHOXWDSHORSRGHU 1RV GLYHUVRV UHODFLRQDPHQWRV DV GLIHUHQoDV LQGLYLGXDLV TXDQWR jV SHUFHSo}HV H QHFHVVLGDGHV HPHUJHPSRLVFDGDSHVVRDIRUPDDVXD SUySULD SHUFHSomR H WHP QHFHVVLGDGHV QXP GHWHUPLQDGR PRPHQWR (VVDV GLIHUHQoDV QR FRQWH[WR UHODFLRQDO WRUQDPVHDVEDVHVGRV FRQÀLWRV $V GLIHUHQoDV FRPXPHQWH QmR VmR SHUFHELGDV FRPR RSRUWXQLGDGHV GH HQULTXHFLPHQWR H DFDEDP VHQGRXVDGDVGHPRGRGHVWUXWLYR $VVLP D GLIHUHQoD TXH OHYD D XP FRQÀLWRGHLQWHUHVVH GLVFRUGkQFLD  p SHUFHELGD FRPR LQVXOWR HRX GHVDPRU 2 FDVDO DR LQWHUDJLU FRP RV ¿OKRV LQÀXHQFLD QD FRQVWUXomR GH VXDV LGHQWLGDGHV EHP FRPR WUDQVPLWHOKHV PRGHORV GH UHODFLRQDPHQWR TXH VHUmR OHYDGRV SDUD WRGDV DV iUHDVGHVXDVYLGDVDPL]DGHSUR-

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Um grupo de adolescentes da APAE estava varrendo e limpando uma årea pública de Campinas na região dos Amarais. De repente, um deles começou a reclamar e a manifestar uma indignação muito forte. Eu deixei o banco onde estava sentado e me aproximei. Ele me explicou, com lågrimas nos olhos, as razþes da sua revolta: copos, cigarros e papÊis lançados ao lado de um grande cesto de lixo. Esse jovem, portador da síndrome de Down, achava aquilo um absurdo. Toda semana ele enfrentava a mesma situação. Num primeiro momento imaginei que a sua condição genÊtica explicava uma reação quase desmedida: chorar pelo lixo jogado fora-

ADOLESCENTES Não Ê somente um problema social. Trata-se de uma pråtica a qual todas as classes sociais parecem dar-se com prazer: o desrespeito das vias públicas, o lançamento de lixo atravÊs da janelas dos carros, como se estivessem circulando em aterros sanitårios e não nas proximidades da UNICAMP ou do centro da cidade. Conheço pessoas que jå me disseram não fazer isso nos Estados Unidos, mas aqui Ê diferente...

e amplia a debilidade de nossas infra-estruturas sanitårias. E tudo isso Ê parte de pessoas que valorizam a competição e o desempenho como critÊrio supremo para avaliar tanto comportamentos e relacionamentos, como economia e política.

Parece que perdemos nossa capacidade de reagir diante desse problema. Existem coisas piores e mais graves diriam alguns. É verdo lixo. A sensibilidade especial, dade, mas não Ê desculpa. É nosdessas pessoas especiais, podia Mudam de país, mudam de com- so dever educar e dar o exemplo. Nosso torpor leva à indiferença e e devia explicar aquela reação portamento! ao agravamento da situação. É no tão emotiva. Tentei argumentar, 1mRKi¿VFDOL]DomRQHPYDUULomR mínimo paradoxal que, enquanto o sem negar sua razão de indignarTXHGrFRQWDGHWDPDQKDGH¿FLrQ- cidadão normal esbanja vandalisVH 3URPHWL DMXGDU D LGHQWL¿FDU R cia educacional e comportamen- mo ambiental e inconsciência citaresponsåvel por aquele descuido tal. É caso de chorar, sobretudo GLQDXPMRYHPGH¿FLHQWHGHPRQVe convencê-lo a ser mais atento. quando as pessoas têm a sua tra sua capacidade - felizmente Seus colegas de trabalho, iguais a disposição cestos e latas de lixo e ainda não perdida - de indignar-se ele em tudo, tambÊm intervieram. insistem em ignorå-los, lançando diante de tamanho absurdo. 1R¿PRUDSD]WURFRXRSUDQWRSRU seus detritos pelo chão. Essa carSentadinho no meu banco, vendo um sorriso e voltou a garimpar, ga cotidiana de detritos, alÊm de a alegria e a dedicação daqueles como se fossem tesouros, papÊis sujar a cidade, ameaçar a saúde rapazes da APAE limpando a rua e e detritos na grama e na calçada. e favorecer a proliferação de veto- os jardins, num trabalho de Sisífo, Ainda no local, observando e pen- res de doenças acaba entupindo eu comecei pensar que o choro do sando no comportamento das pes- a rede de escoamento das åguas portador da síndrome de Down era soas com relação ao lixo e à cida- de chuva, obstruindo bueiros, en- PDLVGRTXHMXVWL¿FDGR(UDGHMXVde, comecei a pensar na falta de tulhando córregos e provocando ta medida diante de tanto descaso H GHVUHVSHLWR GRV FKDPDGRV ³H¿UDFLRQDOLGDGHHQDGH¿FLrQFLDFRP- LQXQGDo}HV $ QRVVD GH¿FLrQFLD cientes� pela casa onde vivem.Ş portamental de nossos cidadãos. LQGLYLGXDOJHUDLQH¿FLrQFLDFROHWLYD


ONDE ESTIVER UM BRASILEIRO, ALI ESTARÁ O MENSAGEIRO!

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O ABORTO

No Antigo Testamento, a Bíblia se utiliza das mesmas palavras hebraicas para descrever os ainda não nascidos, os bebês e as crianças. No Novo Testamento, o grego se utiliza, tambÊm, das mesmas palavras para descrever crianças ainda não nascidas, os bebês e as crianças, o que indica uma continuidade desde a concepção à fase de criança, e daí atÊ a idade adulta. A palavra grega brephos Ê empregada com freqßência para os recÊm-nascidos, para os bebês e para as crianças mais velhas (Lucas 2.12,16; 18.15; 1 Pedro 2.2). Em Atos 7.19, por exemplo, brephos refere-se às crianças mortas por ordem de Faraó. Mas em Lucas 1.41,44 a mesma palavra Ê empregada referindo-se a João Batista, enquanto ainda não havia nascido, estando no ventre de sua mãe. Aos olhos de Deus ele era indistinguível com relação a outras crian-

ças. O escritor bíblico tambÊm nos informa que João Batista foi cheio do Espírito Santo enquanto ainda se encontrava no ventre materno, indicando, com isso, o inconfundível ser (Lucas 1.15). Mesmo três meses antes de nascer, João conseguia fazer um miraculoso reconhecimento de Jesus, jå presente no ventre de Maria (Lucas

hos (ou seja, uma criança, um menino etc.). Mas, em ĂŠxodo 21.22, ĂŠ utilizada SDUD VH UHIHULU D XP ÂżOKR no ventre. Em GĂŞnesis 25.22 a palavra yeladim ÂżOKRV  p XVDGD SDUD VH UHIHULU DRV ÂżOKRV GH 5H beca que se empurravam enquanto ainda no ventre PDWHUQR (P -y  -y usa a palavra geber para descrever sua concepção: “Foi concebido um homem! [literalmente, foi concebida uma criança KRPHP@´ 0DV D SDODYUD geber ĂŠ um substantivo hebraico normalmente utilizado para traduzir a LGpLD GH XP ÂłKRPHP´ XP ÂłPDFKR´ RX DLQGD XP 1.44). ÂłPDULGR´ (P -y  JĂł equipara a criança ainda nĂŁo Com base nisso, encontramos a SDODYUD JUHJD KXLRV VLJQLÂżFDQGR nascida (“crianças que nunca vi³¿OKR´ XWLOL]DGD HP /XFDV  UDPDOX]´ FRPUHLVFRQVHOKHLURV descrevendo a existĂŞncia de JoĂŁo e prĂ­ncipes. Batista no ventre materno, antes Todos esses textos bĂ­blicos e muide seu nascimento (seis meses tos outros indicam que Deus nĂŁo antes, para ser preciso). faz distinção entre vida em potenA palavra hebraica yeled ĂŠ usada cial e vida real, ou em delinear esQRUPDOPHQWH SDUD VH UHIHULU D ÂżO

Continua na pĂĄgina 17


O ABORTO Continuação da página 16 tágios do ser – ou seja, entre uma criança ainda não nascida no ventre materno em qualquer que seja o estágio e um recém-nascido ou uma criança. As Escrituras pressupõem reiteradamente a continuidade de uma pessoa, desde a concepção até o ser adulto. Aliás, não há qualquer palavra especial utilizada exclusivamente para descrever o ainda não nascido que permita distingui-lo de um recémnascido, no tocante a ser e com referência a seu valor pessoal. E ainda, o próprio Deus se relaciona com pessoas ainda não nascidas. No Salmo 139.16, o salmista diz com referência a Deus: “Os teus olhos me viram a substância ainda informe”. O autor se utiliza da palavra golem, traduzida como “substância”, para descrever-se a si mesmo enquanto ainda no ventre materno. Ele se utiliza desse termo para se referir ao cuidado pessoal de Deus por ele mesmo durante a primeira parte de seu estado embrionário (desde a nidação até as primeiras semanas de vida), o estado antes do IHWR HVWDU ¿VLFDPHQWH ³IRUPDGR´

7 17 pronomes pessoais que são utilizados para descrever o relacionamento entre Deus e os que estão no ventre materno.

numa miniatura de ser humano. Sabemos hoje que o embrião é “informe” durante apenas quatro ou cinco semanas. Em outras palavras, mesmo na fase de gestação da “substância ainda informe” (0-4 semanas), Deus diz que Ele se importa com a criança e a está moldando (Salmo 139.13-16). Outros textos da Bíblia também indicam que Deus se relaciona com o feto como pessoa. Jó 31.15 diz: “Aquele que me formou no ventre materno, não os fez também a eles? Ou não é o mesmo que nos formou na madre?” Em Jó 10.8,11 lemos: “As tuas mãos me plasmaram e me aper-

Esses versículos e outros (Jeremias 1.5; Gálatas 1.15, 16; Isaías 49.1,5) demonstram que Deus enxerga os que ainda não nasceram e se encontram no ventre materno como pessoas. Não há outra FRQFOXVmR SRVVtYHO 3UHFLVDPRV concordar com o teólogo John Frame: “Não há nada nas Escritufeiçoaram... De pele e carne me ras que possa sugerir, ainda que vestiste e de ossos e tendões me remotamente, que uma criança ainda não nascida seja qualquer entreteceste”. O Salmo 78.5-6 revela o cuidado coisa menos que uma pessoa GH'HXVFRPRV³¿OKRVTXHDLQGD humana, a partir do momento da concepção”.[1] hão de nascer”. 2 6DOPR  D¿UPD ³3RLV À luz do acima exposto, precisatu formaste o meu interior, tu me mos concluir que esses textos das teceste no seio de minha mãe. Escrituras demonstram que a vida Graças te dou, visto que por modo humana pertence a Deus, e não assombrosamente maravilhoso a nós, e que, por isso, proíbem me formaste... Os meus ossos o aborto. A Bíblia ensina que, em não te foram encobertos, quando última análise, as pessoas pertenno oculto fui formado, e entrete- cem a Deus porque todos os hocido como nas profundezas da mens foram criados por Ele. terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe”. Esses textos bíblicos revelam os

E se você já fez um aborto? Você já fez um aborto? Onde quer Continua na página 18


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Continuação da pĂĄgina 17 que se encontre, queremos que vocĂŞ saiba que o perdĂŁo genuĂ­no e a paz interior sĂŁo possĂ­veis, e que uma verdadeira libertação do passado pode ser experimentada. Deus ĂŠ um Deus perdoador: “PorĂŠm tu [ĂŠs]... Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-te, e grande em bondadeâ€? (Neemias 9.17b). “Pois tu, SENHOR, ĂŠs bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que te invocamâ€? (Salmo 86.5). AliĂĄs, Deus nĂŁo apenas perdoa, Ele, de fato, “esqueceâ€?:

O ABORTO & EDUCAĂ‡ĂƒO poder, Ele haverĂĄ de lhe conceder perdĂŁo e uma nova vida. Se vocĂŞ deseja ter seus pecados perdoados, se deseja estar livre da culpa, VHTXHUWHUQRYDYLGDHP&ULVWRVH quer conhecer a Deus, e se vocĂŞ sabe que ĂŠ amada por Ele, sugerimos a seguinte oração: Querido Deus, eu confesso o meu pecado. Meu aborto foi coisa errada e eu agora venho Ă Tua presença em busca de perdĂŁo e de SXULÂżFDomR Peço que nĂŁo apenas me perdoes esse pecado, mas que me perdoes todos os pecados de minha vida.

(XDFHLWRTXH-HVXV&ULVWRp'HXV que Ele morreu na cruz para pagar a penalidade pelos meus pecados, A Escola era como um pequeno que ressuscitou ao terceiro dia, e paĂ­s, com pessoas simpĂĄticas que estĂĄ vivo hoje. e antipĂĄticas, pacientes e impaVocĂŞ poderĂĄ encontrar perdĂŁo ag- Eu O recebo agora como meu cientes, generosas e egoĂ­stas, ora mesmo simplesmente colocan- Senhor e Salvador. Eu agora acei- bendizentes e maldizentes, que GRVXDFRQÂżDQoDHP-HVXV&ULVWR to o perdĂŁo que Tu providenciaste trabalhavam juntas e juntas se 9RFr SRGH FRQÂżDU Q(OH YLUDQGR gratuitamente na cruz e que me construĂ­am e desgastavam. as costas para os caminhos que prometeste na BĂ­blia. Disse que a Escola era como um vocĂŞ tem seguido, reconhecendo Torna o teu perdĂŁo real para mim. paĂ­s. E era. Tinha regras que se e confessando seus pecados a (XSHoRLVVRHPQRPHGH-HVXV cumpriam e outras que nĂŁo se (OHHYROWDQGRVHSDUD&ULVWRFRP AmĂŠm. Ĺž Fonte: Chamada.com cumpriam. Tinha governantes que DFRQÂżDQoDGHTXHDWUDYpVGR6HX eram eleitos democraticamente e “Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressĂľes por amor de mim, e dos teus pecados nĂŁo me lembroâ€? (IsaĂ­as 43.25).

governavam. Tinha governantes que, democraticamente, exerciam o seu direito de pôr, opor e dispor, FRQIRUPHDLQÀXrQFLDGRVVHXVOtderes ou sensibilidades. Possuía as zonas distintas dos grupos, as pequenas capelas da oposição, os círculos presidencialistas e as largas faixas dos neutros. Em resumo: tinha um corpo docente de uma centena Continua na pågina 19


EDUCAร‡รƒO FRP PXLWD %RQGDGH H )LUPH]D GHHGXFDomRYrP de indivรญduos, exercendo uma )D]HPQDWRGRVRVTXHQHODWUD- GHVDEDIDU GDV SURยฟVV}HV PDLV JUDWLยฟFDQWHV EDOKDP6HPQHQKXPDH[FHomR SHUJXQWDU HHVJRWDQWHVGRPXQGR ( TXDQGR DOJXpP IDOKD H WRGRV pedir 3RULVVRTXHPWHPDWULVWHLGHLD RV GLDV IDOKDP VHPSUH DOJXQV  de pensar que levar uma es- DV IDOWDV YrP DR GH FLPD FRPR H[LJLU FROD SDUD D IUHQWH p  WDUHID IiFLO QyGRDVGHD]HLWHHยฟFDPjYLVWD JULWDU p SRUTXH FRQKHFH PXLWR SRXFR GHTXHPVDEHHQWHQGHU2SLRUp ofender GD QDWXUH]D KXPDQD H GDV VXDV TXHXPDYH]WROHUDGDVVHSHQVDPDFHLWHVHVHLQVWDODPGHYH] DPHDoDUH IUDTXH]DV Continuaรงรฃo da pรกgina 18

)D]HUFRPTXHGLDDSyVGLDXPD  'HSRLV FRPR XP YtFLR Vy VmR SRSXODomRGHDSUR[LPDGDPHQWH H[WLUSDGDVFRPOXWDVSHQRVDVHR PLODOPDVFRQYLYDHPSD]HVRV- VRIULPHQWR GDTXHOHV TXH DWDFDP VHJR UHFHEHQGR FDGD XP R TXH HGHTXHPVHGHIHQGH OKHpGHYLGRGHVGHFRPLGDDUH- ( QHP WRGD D JHQWH GHYHPRV VSHLWR p XPD WDUHID TXH UHTXHU VDErORQDVFHXFDPSHmGHFDXSRU YH]HV YLUWXGHV JLJDQWHV TXH VDVSHUGLGDV QmRSRVVXtPRV 8PD HVFROD p WDPEpP XP OXJDU

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ONDE ESTIVER UM BRASILEIRO, ALI ESTARÁ O MENSAGEIRO!


EDUCAÇÃO $ODVGDLU 0DF,QW\UH ¿OyVRIR HVFRFrV EDVWDQWH HVWXGDGR DWXDOPHQWH QD DFDGHPLD QR VHX IDPRVROLYUR'HSRLVGDYLUWXGHQRV PRVWUD DV UDt]HV KLVWyULFR¿ORVy¿FDV GD IUDJPHQWDomR pWLFD TXH FRQWHPSODPRV DWXDOPHQWH QR FHQiULRPXQGLDO 6HJXQGR R DXWRU VH QRV GLVSRPRV D H[DPLQDU D IXQGR R TXH HVWiDFRQWHFHQGRSHUFHEHUHPRV XPUHÀH[RGHXPDVpULHGH¿ORVR¿DV GH SHQVDPHQWR H GH YLGD RULXQGDV GR LOXPLQLVPR HXURSHX H TXH FKHJDUDP DWp DRV QRVVRV GLDV (ODV D¿UPDP TXH QmR p SRVVtYHO DFXGLU D UD]}HV REMHWLYDV SDUD MXVWL¿FDU RV SULQFtSLRV pWLFRVTXHFDGDTXDOGHYHXWLOL]DU QDV VXDV HVFROKDV ([LVWH FRPR TXH XP DFRUGR LPSOtFLWR GH TXH RVSULQFtSLRVVmRXPDTXHVWmRGH SUHIHUrQFLDVSHVVRDLV3UHWHQGHU RXWUDFRLVDHTXLYDOHULDDLQFRUUHU QXP FULPH GH OHVDKXPDQLGDGH TXHpLPSRUXPDpWLFDDRYL]LQKR 4XHPSURIHUHXPMXt]RpWLFRGHYH XVDU XPD OLQJXDJHP SUHWHQGLGDPHQWH LPSHVVRDO H GHYH RFXOWDU VXDV SHVVRDLV PRWLYDo}HV ³7DO FRLVD p HWLFDPHQWH Pi´ VLJQL¿FDULDQDSUiWLFD³QmRTXHURTXH

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ONDE ESTIVER UM BRASILEIRO, ALI ESTARÁ O MENSAGEIRO!


EDUCAĂ‡ĂƒO & PAIS Continuação da pĂĄgina 21 e, portanto, mais animal. Destruindo-se a natureza, destruiu-se a Verdade Objetiva. Uma segunda explicação que explique esse fracasso da ĂŠtica objetiva nasce e ĂŠ consequĂŞncia da primeira. Quando o esforço ĂŠtico da vivĂŞncia objetiva das virtudes morais foi desvinculado do seu telos humano – da forma de se alcançar a felicidade no amor –, a ciĂŞncia das virtudes morais foi GHVÂżJXUDGD FRPR PHUD H[LJrQcia sem sentido. Culparam-na da origem de traumas, repressĂľes e ausĂŞncia de liberdade. E estavam certos! Tantos os gritos nietzschianos ouvidos no passado exigindo liberdade, quanto os histerismos freudianos ouvidos atĂŠ hoje na educação reivindicando prazer, tinham a sua razĂŁo de ser. A ĂŠtica kantiana do “dever pelo deverâ€?, sem a meta de alcançar a OLEHUGDGH GR $PRU ÂżFRX RGLRVD inumana e doentia. Fica mais fĂĄcil concluir, portanto, que o fracasso da ĂŠtica objetiva foi real, mas por culpa do prĂłprio homem em nĂŁo querer aceitar a sua prĂłpria natureza. Mas per-

guntemo-nos: foi melhor essa escolha para o Homem? As desordens sociais do sÊculo XX e do atual parecem nos sugerir que não. A somatória crescente de pessoas depressivas, solitårias, violentas, injustas, sem motivação para viver e existir parece provar que alguma coisa de errado aconteceu no passado. A socieGDGHQmR¿FRXPDLVIHOL]QHJDQGR a própria natureza humana. A evidência de que todo o ser humano ¿FD DQVLRVR H LQVHJXUR DWp HQcontrar-se como ser humano livre e responsåvel da sua felicidade, parece evidenciar que, por mais que o homem possa autonegar a própria natureza, só se sentirå feliz e em paz quando entender que, apesar do esforço, vale muiWR PDLV D SHQD DXWRD¿UPiOD GR que viver como um triste animal. É tarefa urgente dos pais e educadores desmascarar o brilho falso da Êtica relativista em que nossos jovens estão sendo formados. É preciso que compreendam que uma educação relativista gerarå a destruição dos jovens, porque não se desenvolverão como seres humanos, mas como simples animaizinhos, sem sentido na vida. Ş

A palavra educação vem do latim ¾œHGXFHUHœœ TXH VLJQLÂżFD VDFDU H[trair. A palavra autoridade vem de ‘’augere’’, que quer dizer aumentar. Vemos a estreita relação que existe entre estes dois vocĂĄbulos. Como pais e mĂŁes, queremos que nossos ÂżOKRV H ÂżOKDV VHMDP DXW{QRPRV H responsĂĄveis. Para isso temos que desenvolver suas possibilidades, educando sua vontade e motivando seu esforço.

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Para educar a vontade, temos que nos apoiar na criação de håbitos e nas suas respectivas motivaçþes: 1 - Criação de håbitos

É na primeira infância que devem ser inculcados os håbitos; assim, GHPRGRKDELWXDORV¿OKRVYmRIDzendo a aprendizagem do esforço. Logicamente cada família tem o seu estilo de vida e suas circunstâncias, se bem que deve haver regras no lar, para fazer-se obeÉ a partir dos 4 anos que as crian- decer e tornar mais agradåvel a ças reconhecem o que estå bem e o convivência de todos. É necessårio que estå mal, e, quando têm uso da manter o costume de se cumprir razão, são capazes de argumentar. o que for estabelecido, sempre na 5HÀHWLUHPRV QHVWH FRQWH[WR VH mesma hora, embora uma vez ou somos capazes de fazer com que RXWUD VH SRVVD WHU D ÀH[LELOLGDGH distingam o que estå bem do que de fazer alguma mudança. Quando estå mal, e se os progenitores e os isso ocorrer, devido a circunstânIDPLOLDUHV GR ¿OKR RX GD ¿OKD TXH cias extraordinårias, pelo fato de se quer educar são um referencial as crianças viverem o momento adequado, proporcionando pautas presente, Ê aconselhåvel prever e e modelos de açþes coerentes com aviså-las com antecedência. os valores que se quer transmitir. Continua na pågina 24


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PAIS & MUNDO VIRTUAL

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2 - As motivaçþes

A ordem Ê fundamental na educação. Ter horårios para levantar e para dormir, para as refeiçþes, para o tempo de lazer, para o estudo, para recolher os brinquedos... É conveniente organizar-se, levando-se em conta as possibilidades e limitaçþes do casal, para que não se dê o caso de que, por demasiado perfeccionismo, nos equivocåssemos na hora de determinar os objetivos a serem alcançados. Por este motivo, Ê conveniente prever o horårio dos dias de festa e o horårio dos dias de trabalho, os cônjuges devendo conversar para se porem de acordo e partilharem as tarefas.

1RVVRV ¿OKRV H ¿OKDV SUHFLVDP sentir o desejo de cumprir aquilo que os pais lhes pedem, e que os ajudarå a se tornarem responsåveis. É deste modo que uma atitude positiva estimula a obediência e o cumprimento das normas estabelecidas, com mais entusiasmo.

A experiência nos mostra que muitas vezes todo o serviço recai sobre a mãe, erro que Ê preciso evitar. A organização de um lar não Ê a mesma de um museu ou de um cemitÊrio, pois onde hå vida, hå movimento. Deve ser, antes, a obra de um DUWt¿FHHPTXHRDPRUGRVSDLV SDUDFRPRV¿OKRVPDUFDUiRVOLPites daquilo a que se propuserem. A YRQWDGHGRV¿OKRVVHIRUWDOHFHUiQD medida em que ela for exercitada, mediante o cumprimento de suas obrigaçþes diårias.

Sobre este assunto, convÊm recordar que a auto-estima de cada um se faz necessåria para obedecerem com mais prontidão. Devemos ter claros os objetivos da formação que queremos dar às crianças e adolescentes, bem como dos valores que queremos lhes transmitir. Os sucessos que almejamos que RV¿OKRVDOFDQFHPGHYHPVHUDFHVsíveis para que possamos valorizar seu esforço. Se exigíssemos alÊm de suas possibilidades, lhes causaríamos uma constante frustração que os deixaria sem motivação para levar a bom termo aquilo que têm que fazer.

A equipe do Portal da Família pesquisou e condensou aqui algumas dicas de Segurança para ajudar as crianças no uso da internet. Converse sobre estas dicas em sua família. Você pode adicionar suas próprias dicas!

1 - Lembre-se que na Internet você nunca pode ter certeza sobre com quem você estå conPor isso, Ê preciso conhecer com versando. Infelizmente, muitas SURIXQGLGDGH FDGD ¿OKR RX ¿OKD H pessoas mentem e alguÊm que pactuar, dialogar, para se chegar a se diz ser uma criança pode na acordos satisfatórios. Ş verdade ser um adulto perigoso.

2 - Nunca divulgue informaçþes sobre sua vida, como por exemplo, seu último nome, seu número de telefone, onde você vive, ou onde Ê sua escola - sem perguntar primeiro para seus SDLV 'HVFRQ¿H GDTXHOHV TXH querem saber muito sobre você, pois mesmo com poucas informaçþes as pessoas podem descobrir onde você mora. 3 - Tenha em mente as regras de segurança quando estiver online: seu comportamento e os sites da Web que você visita determinarão em grande parte sua Continua na pågina 25


MUNDO VIRTUAL

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para outros colegas.

segurança on-line. Sempre siga as regras de uso da Internet, esteja você em casa, na escola, na biblioteca ou em outros lugares. Elas existem para garantir que você possa se divertir de maneira segura na internet.

9 - Nunca faça nada que possa custar dinheiro à sua família, como por exemplo, compras online, a não ser que haja algum de seus pais ajudando você a fazer isto.

4 - Sempre mostre respeito aos outros: trate as pessoas que estão on-line como você gostaria de ser tratado. Nunca envie mensagens de e-mail ofensivas ou desagradåveis. Lembre-se de que qualquer coisa que você escrever ou enviar on-line pode ser reenviado a outras pessoas - atÊ mesmo seus pais ou sua escola! Portanto, não diga nada que você não queira que os outros o ouçam dizer. 5 - Fazer planos para encontrar seus amigos de Internet na vida real normalmente Ê uma ideia muito ruim - não concorde com isso - porque as pessoas na vida real podem ser muito diferentes do que elas dizem que são pelo computador. Se você decidir encontrå-los, leve seus pais com você e encoraje seu amigo virtual a fazer o mesmo. Esta Ê uma idÊia inteligente. No mínimo, faça

com que seus amigos reais estejam sabendo o que vocĂŞ vai fazer.

Sempre avise aos seus pais ou professores se você se sentir com medo ou for ameaçado quando estiver on-line - eles sabem o que fazer.

10 - Antes de vocĂŞ conversar com um desconhecido na Internet sobre algum problema que vocĂŞ estĂĄ tendo, ou algo que vocĂŞ estĂĄ sentindo, tente antes falar com um parente compreensivo ou um amigo e deixe-os saberem o que vocĂŞ estĂĄ sentindo. Eles sĂŁo um UHFXUVR PHOKRU PDLV FRQÂżiYHO que um estranho em uma de bate papo.

11 - Evite entrar em salas de bate papo (chats) que parecem 6 - Desligue o computador se provocantes ou de muita disnão se sentir confortåvel. Se alcussão, e não deixa as pessoas guÊm com quem você converonline usarem o truque de fazer sar ou alguma coisa que você 7 - Se você receber e-mails você pensar neles como amiYLU TXDQGR HVWLYHU RQOLQH R ¿]HU suspeitos, arquivos ou fotos de gos da vida real se você nunca se sentir desconfortåvel ou com alguÊm que você não conhece, os conheceu pessoalmente. E medo, simplesmente feche o remova-os para a lata de lixo. tambÊm não deixe as pessoas o navegador e desligue o computa- Você poderia ter muito que perder envolverem em brigas online. Se dor. Se você não fornecer infor- FRQ¿DQGR HP DOJXpP YRFr QmR você for procurar problemas na maçþes suas a ninguÊm, ele ou conhece. Do mesmo modo, evite Internet, você acharå isto, e coiela não poderå ameaçå-lo, e você clicar nas URLs que lhe parecem sas podem sair do controle rapipoderå simplesmente ignorar a suspeitas. damente. Ş pessoa (ou bloqueå-la) no futuro. 8 - Nunca distribua suas senhas


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MATÉRIA & SAÚDE

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AGORA EM NEW YORK UMA PADARIA BRASILEIRA COM PADEIRO BRASILEIRO! 5RQDOGRpSDGHLURSUR¿VVLRQDOTXHGXrante um longo tempo vem apresentanGR SUR¿VVLRQDOLVPR H D FDGD GLD VH aperfeiçoando fazendo cursos na årea GHFXOLQiULD Francisco e Ronaldo trabalham juntos para o bom andamento deste estabeOHFLPHQWR Do nome Fornalia Bakery & Restaurant:

É sempre um grande prazer ver brasileiros empreendedores se destaFDQGRQRPXQGRSUR¿VVLRQDO Brasileiros que realizam seus sonhos abrindo negócios e os mantendo em FRPSOHWRHERPIXQFLRQDPHQWR Apresentamos a você: Francisco Araújo & Ronaldo Loureiro, proprietårios da: Fornalia Bakery & Restaurant Francisco Ê um empresårio bem suceGLGR$VVRFLDQGRVHFRP5RQDOGRMXQtos tiveram a ideia de abrir no coração de Astoria, uma padaria brasileira para DWHQGHUDFRPXQLGDGHEUDVLOHLUD

Algum tempo atrĂĄs no Rio de Janeiro, Ronaldo era cliente de um estabelecimento chamado Fornalha, que se destacava com variedades de salgadinhos H GRFHV$VVLP VXUJLX D LGHLD GH DEULU aqui, nos Estados Unidos, uma padaria da mesma qualidade das padarias EUDVLOHLUDV Da Padaria: Com muito planejamento e trabalho, conseguiram trazer para a comunidade brasileira uma padaria em Astoria, New <RUN

bĂŠm, bisnaga, pĂŁes doces e vĂĄrios tiSRVGHSmHVUHJLRQDLV Ă&#x2030; importante dizer que produzimos pĂŁo TXHQWLQKRGHHPKRUDV Do Restaurante: A padaria e restaurante produz uma FRPLGD FRP XP VDERU EHP EUDVLOHLUR 9RFrSRGHUiDOPRoDUSRUDSHQDV incluĂ­dos uma sopa e um pĂŁo francĂŞs; ou almoçar o chamado mini - almoço SRU DSHQDV  HVWD p XPD SRUomR menor que nĂŁo leva sopa mas o pĂŁo ĂŠ JUiWLV  VocĂŞ pode tambĂŠm saborear todos os dias diferentes pratos tĂ­picos brasileiros, SRU DSHQDV  FRP  VRSD H SmR IUDQFrVLQFOXtGRV Oferecemos uma cozinha bem asVHDGD 9RFr SRGH YLU H YHU QRVVR FR ]LQKHLURID]HQGRDVXDFRPLGD

remos que vocĂŞ se sinta bem dentro do QRVVRHVWDEHOHFLPHQWR Oferecemos Free Delivery durante todo o dia, com entregas na sua casa RXHVFULWyULR9RFrSRGHID]HUVHXSHGLGRHOHYDUHPRVDWpYRFr

Se vocĂŞ mora em outro Estado e caso venha nos visitar, verĂĄ uma autĂŞntica 3DGDULD%UDVLOHLUD

7HPRV QDV QRVVDV GHSHQGrQFLDV XP Uma comida bem caseira, uma cozinha setor para envio de dinheiro para o BraGH XPD KLJLHQH QRWiYHO 7UDEDOKDPRV VLOHYHQGDGHSDVVDJHQVDpUHDV7XGR dentro das normas do departamento de para atender a comunidade brasileira! VD~GH Venha nos visitar, estamos no 44-04 7HPRV XPD HTXLSH PDUDYLOKRVD SDUD Broadway Astoria - NY 11103

A padaria produz seu prĂłprio pĂŁo, como carro chefe o pĂŁo francĂŞs, tendo tam-

atender melhor os nossos clientes, com um atendimento diferenciado, pois que-

Nosso telefone 718-7215940 Queremos lhe servir e servir bem! Ĺž

CHOCOLATE PODE CONTER MAIS ANTIOXIDANTES QUE SUCO DE FRUTAS Uma nova pesquisa sugere que produtos com cacau, principal ingrediente do chocolate, podem ter mais antioxidantes do que sucos de frutas consideradas boas para a saĂşde justamente por serHPULFDVHPDQWLR[LGDQWHV

Debra Miller, uma das lĂ­deres GD SHVTXLVD DÂżUPRX TXH com base no valor nutritivo YHULÂżFDGR QR HVWXGR ÂłDV VHmentes de cacau devem ser consideradas uma â&#x20AC;&#x2DC;â&#x20AC;&#x2122;superfrutaâ&#x20AC;&#x2122;â&#x20AC;&#x2122; e produtos derivados da semente de cacau, como pĂł de cacau e chocolate escuro, FRPR¾œVXSHUDOLPHQWRVϫ

Cientistas vĂŞm atribuindo aos DQWLR[LGDQWHV  FRPR RV Ă&#x20AC;DYDnoides, substância da classe dos polifenĂłis - um grande nĂşmero de benefĂ­cios Ă saĂşde, entre eles a prevenção de males cardĂ­acos, de alteraçþes no sistema nervoso e atĂŠ mesmo do surgimento de UXJDV No estudo, pesquisadores do Centro para SaĂşde e Nutrição da Hershey, uma companhia americana fabricante de chocolates, analisaram e compararam a capacidade antioxidante, o conteĂşdo total de polifenĂłis e o conteĂşGRWRWDOGHĂ&#x20AC;DYRQRLGHVGHVXFRVH pĂłs de frutas, cacau em pĂł natural, chocolate amargo e um pĂł in-

Chocolate quente A anĂĄlise demonstrou que a capacidade antioxidante do cacau em pĂł foi maior do que as dos pĂłs de cranberry, blueberry e de romĂŁ, na comparaomRSRUJUDPD dustrializado para fazer chocolate TXHQWH As frutas incluĂ­das no estudo foram açaĂ­, romĂŁ, cranberry e blueberry, chamadas de â&#x20AC;&#x153;superfrutasâ&#x20AC;? devido Ă s suas capacidDGHVDQWLR[LGDQWHV

Em relação ao chocolate amargo, a anålise não mostrou uma capacidade antioxidante ou SUHVHQoDGHSROLIHQyLVVLJQL¿FDWLvamente maior do que a do pó de romã, mas ela foi maior do que a GHWRGRVRVRXWURVSyVWHVWDGRV Mas no chocolate amargo, como

no caso do pĂł de cacau, a presenoDGHĂ&#x20AC;DYRQRLGHVIRLPDLRUGRTXH todos os pĂłs de frutas e o achocoODWDGR1DFRPSDUDomRFRPVXFRV de frutas, o chocolate amargo e bebidas feitas com o pĂł de cacau natural mostraram ter maior total GH Ă&#x20AC;DYDQRLGHV 1R WRWDO R FKRFRlate sĂł perdeu em capacidade antioxidante e total de polifenois para o VXFRGHURPm Os cientistas tambĂŠm notaram que o achocolatado fabricado para fazer chocolate quente nĂŁo tem tanWRV EHQHItFLRV R[LGDQWHV 2 SURElema com esses pĂłs ĂŠ que eles passam por um processo de alcalinização para suavizar o sabor GR FDFDX 0DV QHVWH SURFHVVR os compostos de polifenĂłis sĂŁo GHVWUXtGRV â&#x20AC;&#x153;Os produtos feitos com cacau alcalinizado tĂŞm valores baixos de atividade antioxidante, conteĂşdo total de polifenĂłis e conteĂşdo total GHĂ&#x20AC;DYRQRLGHV´DÂżUPDRHVWXGRĹž Fonte: Abril.com


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Número 213  

1a Edição Fevereiro 2011