EDIÇÃO ESPECIAL - Eleições 2012
Folha de São Miguel Ano I • Edição Especial 0021 • Preço R$ 1,50
Sábado, 6 de outubro de 2012
Justiça Eleitoral comprova veracidade da Pesquisa O PSDB e a “Coligação São Miguel em Boas Mãos” entraram com uma representação contra o Jornal Folha de São Miguel e o Infocorreio. A Justiça Eleitoral comprovou o resultado da Pesquisa e a seriedade do Instituto Infocorreio. Arte: Augusto Camargo
No último dia 29 de setembro, a Folha de São Miguel publicou a pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas de Opinião Infocorreio, registrada sob o nº SP-01324/2012. A pesquisa casou polêmica na cidade e o Partido da Social Democracia Brasileira de São Miguel Arcanjo e a Coligação “São Miguel continua em boas mãos” entraram com uma “Representação” contra o Jornal Folha de São Miguel e contra o INFOCORREIO para provar a veracidade da pesquisa. No dia 03 de outubro o jornal entrou com a defesa e no dia 04 de outubro o INFOCORREIO também apresentou defesa e os documentos pedidos pela Justiça Eleitoral. A Justiça Eleitoral, como já esperávamos APROVOU E COMPROVOU A VERACIDADE da Pesquisa. Confira a íntegra da decisão judicial. Pág. 2
Edição nº 0020 publicada no dia 29 de setembro de 2012, com a pesquisa encomendada para o INFOCORREIO e comprovada pela Justiça Eleitoral
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verdade
Justiça Eleitoral comprova veracidade da Pesquisa No último dia 29 de setembro, a Folha de São Miguel publicou a pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas de Opinião Infocorreio, registrada sob o nº SP-01324/2012. A pesquisa casou polêmica
na cidade e o Partido da Social Democracia Brasileira de São Miguel Arcanjo e a Coligação “São Miguel continua em boas mãos” entraram com uma “Representação” contra o Jornal Folha de São Miguel e contra o
Folha de São Miguel Diretor e Editor responsável: José Augusto Camargo Neto MTB: 69.936 Diagramação: Artedesign Impressão: NG Gráfica Tiragem: 3.000 exemplares Periodicidade: Quinzenal / Edição Especial
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INFOCORREIO para provar a veracidade da pesquisa. No dia 03 de outubro o jornal entrou com a defesa e no dia 04 de outubro o INFOCORREIO também apresentou defesa e os documentos pedidos pela Justi-
ça Eleitoral. A Justiça Eleitoral, como já esperávamos APROVOU E COMPROVOU A VERACIDADE da Pesquisa. Sendo assim segue abaixo o despacho do Excelentíssimo Juiz Dr. Mário Mendes de Moura Júnior.
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Quem é obrigado a votar? O voto é obrigatório para os maiores de 18 anos e facultativo para os analfabetos, os maiores de 70 anos e os que tenham entre 16 e 18 anos. Quem faz 16 anos no dia ou na véspera da eleição pode votar? Sim, mas já teria de ter tirado seu título até o dia 9 de maio. Se o eleitor não providenciou o documento não poderá votar nestas eleições. Cidadãos naturalizados brasileiros que ainda não têm título são obrigados a votar? Sim. O brasileiro naturalizado que não tiver se alistado até um ano depois de adquirida a nacionalidade pagará multa imposta pelo juiz eleitoral e cobrada no ato da inscrição. Moro e trabalho em uma cidade, mas vou viajar a outra para votar. Posso ter dispensa no dia seguinte à eleição? Não, a lei não prevê essa dispensa. O que eu faço se não puder comparecer à votação? Se você estiver fora de sua cidade, justifique sua ausência, no dia da eleição, em qualquer local de votação ou posto de justificativa, entre 8h e 17h. Nos outros dias, é possível obter o formulário de requerimento de justificativa eleitoral gratuitamente, em qualquer cartório eleitoral, postos de atendimento ao eleitor, ou nas páginas do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de cada Estado. No dia da eleição, com o título de eleitor e um documento de identificação em mãos, o eleitor deve entregar o formulário preenchido em qualquer local de votação ou posto de justificativa. Se não for possível fazer a justificativa no dia do pleito, é preciso procurar o seu cartório eleitoral para fazer a justificativa até 60 dias depois das eleições, munido dos documentos que comprovem o motivo da ausência. É importante lembrar que primeiro e segundo turnos são eleições independentes, portanto é necessária uma justificativa para cada votação.
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opinião
Querem calar a imprensa: Ditadura já acabou! Augusto Camargo
Amigos leitores e amigos eleitores de São Miguel Arcanjo, primeiro gostaria de falar um pouco sobre a “lei de imprensa”. No Brasil, a chamada LEI DE IMPRENSA foi uma lei instituída durante a DITADURA MILITAR, e que vigorou até 30 de abril de 2009, quando foi revogada pelo Supremo Tribunal Federal. A lei foi criada durante a DITADURA MILITAR para restringir a LIBERDADE DE EXPRESSÃO e consolidar o REGIME AUTORITÁRIO, servia para punir de forma mais dura os jornalistas. Com sua revogação passaram ao regime normal dos códigos penal e civil brasileiros. Assim, ficou extinta a previsão de prisão especial para jornalistas, como também as penas mais duras para estes em casos de calúnia, injúria e difamação, dentre outras mudanças. (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_ de_Imprensa). Após a edição nº 20, de 29 de setembro de 2012, alguns polí-
ticos da cidade tentaram calar a imprensa local, começando pela rádio Aliança FM 104,9 que recebeu um pedido de “liminar”, onde proibia a rádio de sequer citar a pesquisa publicada pelo jornal e se estendeu até a afiliada da Rede Globo em Itapetininga, a TV TEM. Políticos que pregam ética e moral, cerceando o direito de imprensa. Políticos da cidade também distribuíram panfletos denegrindo a imagem do Jornal Folha de São Miguel, falando que a pesquisa era uma “FRAUDE”, que os números estavam errados, inconsistentes, que sobravam números no índice de rejeição e faltavam números na pesquisa espontânea. Em um esclarecimento na Rádio Aliança, no dia 2 de outubro, falei a VERDADE, e repito aqui novamente para quem não ouviu ou não acreditou. O total somado da rejeição que “políticos” colocaram em folhetos que é de 106%, onde a rejeição não é uma SOMA, e sim um índice percentual de cada candidato, sendo assim 42% dos 400 entrevistados
“não votariam de jeito nenhum no candidato Coelhão”, e que 38% dos 400 entrevistados “não votariam de jeito nenhum no candidato Valdir” e que 26% dos mesmos 400 entrevistados “não votariam de jeito nenhum no candidato Zé Kodawara”. Alegaram ainda que na soma dos números espontâneos entre 33% do candidato Zé Kodawara + 25% do candidato Valdir + 12% do candidato Coelhão + 27% de Indecisos, somam 97%, todos preocupados com os 3%, eles não sumiram, eles eram os brancos e nulos, que nem dúvidas tinham sobre os candidatos a prefeito da cidade e preferiam votar em branco. Nenhuma pessoa é obrigada a saber de estatística e probabilidade, mas, para ofender alguém é preciso ter a certeza do que está falando. Por isso amigos leitores do Jornal Folha de São Miguel e eleitores da cidade, pessoas que atacaram e denegriram a imagem desse periódico, não tem o discernimento de uma simples pesquisa onde se tem apenas 5 informações básicas: 3 candidatos, indecisos e brancos/nulos, não
podem governar uma cidade com 32 mil habitantes, não poderiam argumentar ou discutir uma LDO na Câmara de Vereadores, não poderiam sequer falar ou questionar uma planilha com o ORÇAMENTO PARTICIPATIVO. Aos que ficaram com dúvidas sobre a tiragem, o Jornal Folha de São Miguel tem NOTA FISCAL da impressão, nota de toda edição impressa. Aos que pregam a FALTA DE CREDIBILIDADE do jornal Folha de São Miguel, a resposta nesta edição, à decisão da Justiça Eleitoral publicada na íntegra, aprovando e comprovando a veracidade da pesquisa e do jornal. No final de tudo isso, deixo minha indignação aos candidatos que apregoaram uma campanha limpa, sem ataques pessoais, sem misturar política com amizade. O Jornal Folha de São Miguel se mantém com a cabeça erguida nas eleições 2012. Os ataques pessoais, isso deixo que o tempo, a Justiça Divina se encarregue das feridas, e que o padroeiro da cidade, São Miguel Arcanjo aponte sua espada no lugar certo.