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Macaé (RJ), domingo, 3 e segunda-feira, 4 de agosto de 2014, Ano XXXIX, Nº 8465 Fundador/Diretor: Oscar Pires
CADERNO DOIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
Peça infantil embala a alegria da criançada neste domingo O espetáculo infantil ‘As aventuras do Samurai’ acontece neste domingo (3), no Teatro Municipal de Macaé Isis Maria Borges Gomes isismaria@odebateon.com.br
Um clima de muita alegria e animação invade o Teatro Municipal de Macaé, hoje. Tudo vai rolar por conta da peça infantil ‘As aventuras do Samurai’, neste domingo (3). O espetáculo já está atraindo as atenções do público infantil, prometendo fazer a festa da criançada macaense. A montagem é um mimo teatral, que é encenado pela Companhia R.dias, onde o ator Rodrigo Dias vai incorporar o personagem Samurai, já tendo inclusive interpretado vários personagens infantins de grande sucesso em todo Brasil. O evento garante um show de entretenimento lúdico, que vai mexer com a fantasia e a imaginação infantil. A apresentação acontece em única sessão, marcada para as 17h. O ingresso custa o valor de R$ 20 (adulto), e R$ 10 (criança). “AS AVENTURAS DO SAMURAI”
A peça “As aventuras do Samurai” conta a história do Samurai, que é um jovem curioso e sonhador que quer viver novas aventuras. Por isso ele sai de casa para conhecer o mundo, mas todo mundo sabe que nada é fácil, já que o mundo lá fora pode
ESTÚDIO SCS
ser cruel. Com a ajuda de seus familiares e amigos (que serão volutários da própria plateia), ele vai aprender os princípios básicos da sobrevivência com outro ser humano, como “por favor”, “desculpe” e “obrigado”. Samurai é uma criança que escolhe sempre o caminho mais curto para tudo e depois acaba sofrendo com suas escolhas. Mas agora é a hora do Samurai tomar a maior decisão da sua vida e a plateia que vai decidir esse grande final. Neste sentido, o público infantil vai fazer parte dessa grande história e todos juntos vão ajudar o Samurai a achar o caminho certo. COMPANHIA R.DIAS
A Companhia R.dias é comandada pelo ator Rodrigo Dias, que interpreta o personagem Samurai. Ele já fez vários personagens infantins de grande sucesso em todo Brasil. Suas apresentações vem deixando a marca de uma nova linha de espetáculo que vem crescendo no Brasil, que é um espetáculo com improviso. A diferença desse espetáculo para outros é a possibilidade da mudança no fim da história que o público pode escolher.
Samurai é uma criança que escolhe sempre o caminho mais curto para tudo e depois acaba sofrendo com suas escolhas.
A montagem é um mimo teatral, que é encenado pela Companhia R.dias
Samurai Segundo o ator Rodrigo Dias, Samurai é um menino de apenas nove anos e com muitas perguntas sobre a vida. Ele está sempre no mundo da lua e nunca sabe distinguir o que é real e fantasia. Um garoto atrapalhado, mas com o coração cheio de bondade. Numa noite, saindo escondi-
SERVIÇO
‘As aventuras do Samurai’ do de casa para tentar achar as respostas que tanto procura, ele passa por várias aventuras, umas boas e outras nem tão boas assim. E no meio delas ele se perde e não consegue encontrar o caminho de volta, então começa a buscar amigos que o ajudem a retornar para casa antes do nascer do sol.
3 de agosto às 17h ● LOCAL: Teatro Municipal de Macaé ● INGRESSOS: R$ 20 (adulto), e R$ 10 (criança) ● INFORMAÇÕES: (22) 27590889 ● DATA:
● HORÁRIOS:
O evento garante um show de entretenimento lúdico, que vai mexer com a fantasia e a imaginação infantil.
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CADERNO DOIS
O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
Macaé, domingo, 3 e segunda-feira, 4 de agosto de 2014
EDUCAÇÃO NA PONTA DO LÁPIS por AMÉLIA AUGUSTA GUEDES MARINHO amelia.guedes@uol.com.br
A HORA E A VEZ DO PROFESSOR
Elogio para Angelo Mário do Prado Pessanha Rodrigo da Costa Araujo
O
Professor (com letra maiúscula) Dr. Ângelo Mário do Prado Pessanha foi, quando esteve na FAFIMA - Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Macaé, no período em que fui aluno e, um bom tempo enquanto docente, um exímio profissional. Ocupou diversos cargos nessa instituição (professor, coordenador de curso de graduação e diretor). Enquanto professor, Angelo contribuiu decisivamente para a formação de várias gerações de intelectuais que hoje ocupam lugares significativos e de destaque na vida cultural macaense e região. O fascínio exercido por seu estilo e prática docente, que destoava do rigor e do cientificismo dominantes de anos anteriores ou de alguns docentes, jamais será esquecido por aqueles que frequentaram suas aulas na FAFIMA (ou pelos alunos que ainda frequentam e participam de suas saborosas discussões). Seu currículo é enorme e desmembra diversos saberes e práticas. Dele, depreendemos a paixão pela sala de aula e pesquisa. Possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1973), Aperfeiçoamento em Pesquisa Histórica pelo Arquivo Nacional e Museu Imperial de Petrópolis (1973-74), Especialização em História do Brasil pela Universidade Federal Fluminense (1974-75), Especialização em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Federal Fluminense (1981), Mestrado em Educação pela Universidade Federal Fluminense (1987) e Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1995). Ainda hoje, e mesmo aposentado pela UFF, reingressou nessa
mesma universidade através de outro concurso em 2013, como professor titular. Atualmente, está desenvolvendo estudos de Pós- Doutorado na Escola de Engenharia da UFF. Exemplo de docente e de vida dedicada ao magistério, Angelo circulou como docente em diversas graduações e várias faculdades (CENSA,UNESA, FERLAGOS, ESTÁCIO) e soube dividir todas essas práticas com outros docentes da FAFIMA , dentre eles, eu (Rodrigo Araujo), Ivania Ribeiro, Helena, Marco Aurélio, Martinha, Ieda, Francisco, Elzinha e muitos outros. Exímio leitor, Angelo possui um biblioteca variada, eclética e poderosa em diversos assuntos de sua paixão e práticas como docente: Umbanda, Antropologia, Sociologia, Cinema, Artes, Literatura, Educação, Turismo, Contabilidade etc. Suas leituras foram pontuais para muitos ex-alunos da FAFIMA, professores e amigos que receberam suas orientações, conselhos, exemplos de um excelente pesquisador. Dele e de seus saberes, sempre múltiplos e diversos como um caleidoscópio, ressignificamos o real sentido para a palavra pesquisa acadêmica. cinéfilo incondicional, Angelo utiliza seus filmes para ilustrar alguma discussão de suas reflexões. De alguma aula, lembro-me, ainda hoje, do belíssimo filme A Festa de Babette (1987), de Gabriel Axel. Nele, delicadamente, feito tudo que Angelo ensina, a câmera foca do objeto, aquilo que o olho, por mais que observe, não consegue captar. As cenas, os discursos, a arrumação detalhada dos objetos,
Desculpe, David Luiz Discurso do Senador Cristovam Buarque Plenário do Senado Federal 09 de Julho de 2014 o brasil é um País privilegiado. Sabemos do privilégio na natureza e nas características do povo, mas tem um privilégio na história: o fato de que não termos traumas que outros países têm nas suas histórias. Nunca perdemos uma guerra, nem nos rendemos. A Alemanha sofreu duas derrotas e rendições em um mesmo século. A França que foi invadida e ocupada durante quatro anos pelo exército alemão. Os Estados Unidos tiveram uma traumática guerra civil e presidentes assassinados. Nossos traumas se resumem ao suicídio de um presidente, e perda da Copa do Mundo para o Uruguai, no último minuto, 64 anos atrás. Agora, neste 8 de julho de 2014, ficamos com a sensação de um grande trauma nacional por causa da desastrosa derrota por 7 a 1 que nossa seleção sofreu diante da Alemanha. Por sermos o país do futebol, por termos este esporte entrando na alma de nosso povo, e por sermos atualmente bons, os melhores historicamente, nós temos a razão de sentirmos o trauma com a derrota da seleção ontem. O que surpreende é como não temos outros traumas. Por exemplo, estamos profundamente abatidos no Brasil inteiro porque perdemos de 7 a 1 para a Alemanha, mas jamais nos lembramos de que a Alemanha teve 103 Prêmios Nobel e nós nenhum. Com toda a tristeza que sinto pelo fato de termos sido derrotados, e com um escore tão grande, do ponto de vista do interesse nacional, do ponto de vista das consequências para o futuro, é muito mais grave para o futuro do País o fato de estarmos perdendo para a Alemanha de 103 a zero, no campeonato de Prêmio Nobel.
Nós não nos traumatizamos, no dia 14 de março de 2013, quando foi divulgado o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil, que nos deixou em 85º lugar, entre 106 países analisados. Entre estes países estão alguns dos mais pobres do mundo, os 106 ficamos em 85º - quase lanterninha -, e não nos traumatizamos. E nós nos traumatizamos por sermos o quarto ou até o terceiro em futebol, dependendo do resultado do jogo no próximo sábado. O mundo inteiro disputou para ter seus times na COPA. Foram selecionados 31 e nós fomos disputar com eles. Apenas 32 foram selecionados como os melhores. Aos poucos foram sendo eliminados. O nosso chegou ao último estágio, que são os quatro finalistas. Não chegamos à finalíssima, mas chegamos à anterior. Na pior das hipóteses, sairemos dessa Copa como a quarta melhor seleção de futebol do mundo. E o Brasil está de luto, num sofrimento que dói na gente, sobretudo quando vemos as crianças que choraram no estádio e nas ruas pela derrota que elas não esperavam. Nem entendem. Mas não nos traumatizamos no dia 3 de dezembro de 2013, quando foi divulgada a classificação do Brasil na educação, entre 65 países, e ficamos em 58º. Uma avaliação que analisa 65 países, feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, da Europa, deixa-nos em 58º, entre 65 e não houve nenhum trauma naquele 4 de dezembro, dia seguinte à divulgação do resultado. Este campeonato que não gerou qualquer tristeza, mas suas consequências para o Brasil são muito mais trágicas, do que o resultado do jogo contra a Alemanha. Nós não tivemos o menor constrangimento, o menor trauma, a
a escolha adequada, o jogo de olhares, o sabor - tudo foge, e, no entanto, tudo está ali para ser saboreado ou visto. Refinado, apesar de extremamente simples, Angelo sabe ensinar no exemplo, nas leituras que divide, nos livros que sugere, nos recortes e experiência de mundo. Semelhante ao enredo do filme A Festa de Babette e por mais que se busquem as pistas que nortearão certas leituras e, consequentemente, nossos olhares, outras direções se revelarão aos alunos e amigos de Angelo, após suas discussões. De suas aulas ou convívio, outros caminhos surgem como possíveis, e talvez até mais instigantes, daqueles que se esperava num primeiro olhar. Nessa incursão pelo filme ou aprendizado com o professor Angelo, não passam despercebidos o carinho, a realização, o desejo de viver, o jogo do dissimulado e do sensível na narrativa, os requintes do deslumbre e da cozinha internacional, como, também, a ignorância e pobreza dos moradores. Certamente, com Babette, Angelo, nessa aula (e muitas outras), instigava que não deveríamos nos contentar com o mero prazer de comer, mas também com o prazer de olhar, que mobiliza também a inteligência do simbólico e as alegorias da “fome” espiritual. As cenas falam antes da riqueza dos detalhes da festa, da abundância e da perfeição das coisas, daquilo que é dado a ver: a preparação minuciosa dos alimentos, a fantasia do requinte e das guloseimas. Enfim, só podemos compreender verdadeiramente o banquete, se inserido na rede cultural destes acontecimentos. Estudar com Angelo, sem dúvida nenhuma, é saborear este banquete! menor tristeza, quando, no dia 1º de março de 2011, a Unesco divulgou a sua classificação da educação para 128 países, e nos colocou em 88º. Ou seja, um dos piores. E, quando falamos em 128 países, estamos incluindo os mais pobres do mundo, não nos comportamos apenas com países da elite educacional, não foram apenas os BRICS, nem apenas os emergentes: Temos toda a razão emocional de estarmos tristes por termos sido excluídos da finalíssima decisão de quem será o campeão deste ano. Temos toda a razão de estarmos tristes, porque ainda não foi este ano que ganhamos o hexa, mas também precisamos ficar tristes com as outras nossas classificações: na educação, na saúde publica, na violência, no quadro social. Todo o direito à tristeza, mas não esqueçamos as outras razões para sofrer também, até porque são essas outras razões de sofrimento que nos levariam a superar os nossos problemas e construir um futuro que nos vem sendo negado há séculos. Precisamos ver, nessa derrota como jogador David Luiz no final do jogo, quando ainda dentro do campo, pela televisão, chorando, disse o seguinte: “Desculpa, por não ter feito vocês felizes nesta hora”. Veja a que grandeza: ele não disse que estava triste por não ser campeão do mundo. Estava triste por não ter feito a nós, os brasileiros, felizes nessa hora. E continuou “Mas aqui tem um cidadão disposto a ajudar a todos”, Ou seja, a derrota foi de um jogo, não foi a derrota de uma história. E continua: “Eu só queria dar alegria para o meu povo que sofre tanto por tanta coisa”. Esse sentimento vindo dele confesso que me surpreendeu, quando ele lembra: “queria dar uma alegria para esse povo que sofre tanto por tanta coisa”. E ele diz: “Queria pedir desculpa”, “só queria fazer meu povo sorrir pelo menos no futebol”.
NAVEGANDO <http://annenberginstitute.org/>> ● O site da universidade norte
americana, oferece informações variadas para interessados em gestão escolar. Oferece publicações e estudos gratuitos em PDF.
LIVROS & CIA Livros: ● PEQUENA História da Guerra
e da Paz, de Sylvie Baussier. Editora SM; ● O Mestre das Marionetes, de Ana Maria Machado. Editora Salamandra;
DVD: e Mentes; nome da Rosa.
● CORAÇÕES ●O
REVENDO E AVANÇANDO
Dr. Ângelo Mário do Prado Pessanha
Cena do filme A Festa de Babette
Veja que sentimento esse rapaz teve. Sair daquela derrota chorando e lembrar-se do povo, lembrar-se do sofrimento do povo e lembrar-se, como ele diz, de o povo sorrir, pelo menos no futebol. “Porque já sofre tanto por tanta coisa” O sofrimento não fica restrito ao futebol mas é o sofrimento do futebol que traumatiza. Os demais são tolerados, ignorados, por serem banalizados. Por isso não damos tanta importância aos demais sofrimentos e não fazemos o dever de casa para consertar o resto ganhar outras copas. Não estamos jogando para sermos campeões mundiais na educação, para sermos campeões mundiais no saneamento, para sermos campeões mundiais, por exemplo, na paz das cidades. Embora fracassada, fazemos o dever de casa, para sermos competitivos no futebol, mas não estamos fazendo o dever de casa para o Brasil ser melhor, mais eficiente, mais justo, e não percebemos este fracasso. Por isso não sofremos, diante dos males banalizados. Sofremos porque o Brasil não é campeão mundial de futebol este ano - já foi cinco vezes -, mas não sofremos porque não estamos fazendo um Brasil melhor. Quando v i o David Luiz pedindo desculpas, pensei: quem devia estar ali pedindo desculpas éramos nós os Senadores, os Deputados, os Ministros, os Governadores, a Presidente da República, porque somos nós que estamos em campo para fazer um Brasil melhor. Nós somos a seleção brasileira da política para a definição dos rumos do País. E nem ao menos lembramos que o papel do político é eliminar os entulhos que dificultam o caminho das pessoas à busca de sua felicidade pessoal. Eles estavam em campo para fazer o Brasil campeão. Nós estamos em campo para fazer um Brasil melhor e não esta-
mos conseguindo chegar nem ao quarto, nem ao décimo, nem ao vigésimo, nem ao quinquagésimo lugar. Estamos chegando ao octogésimo quinto no Índice de Desenvolvimento Humano, octogésimo oitavo na educação. Estamos perdendo de 103 a zero em Prêmio Nobel para a Alemanha. O mais importante para o futuro do País não é o campeonato de futebol, embora esse toque mais na alma da gente, o maior campeonato que estamos perdendo são as condições sociais, as possibilidades de eficiência na economia, a educação, segurança, a saúde, a corrupção. Esses são os campeonatos que devem fazer com que nós brasileiros trabalhemos para superar. O Davi Luís deu todo o seu esforço e nos colocou primeiro entre as seleções selecionadas para a Copa, porque muitas ficaram de fora; depois nos fez passar para oitava, para quarta e agora estamos nas finais, e apesar disso ele nos pede desculpas, “por não ter feito o povo sorrir, pelo menos no futebol” - como ele disse - pelo menos no futebol, mas não basta só o futebol. Pelo menos no futebol porque essa é a tarefa dele, mas aqui, nesta casa no congresso não basta o futebol. Sofri ontem como qualquer brasileiro, mas eu quero agradecer aos jogadores que nos colocaram nessa posição. Quero agradecer, ao David Luiz, quando ele nos deu esta lição: “Eu só queria fazer meu povo sorrir pelo menos no futebol.” Você não conseguiu, David Luiz, fazer o povo sorrir plenamente no futebol, mas você conseguiu nos despertar para o fato de que nós não estamos conseguindo fazer o povo sorrir pelas outras coisas das quais eu sou um dos responsáveis. Por isso, desculpa, David Luiz. Cristovam Buarque, Professor da UnB e Senador pelo PDT-DF.
“A inclusão é uma inovação educacional relacionada a uma escola aberta às diferenças. Somos diferentes. O que nos iguala é a diversidade. A inclusão não significa apenas colocar os alunos com necessidades especiais na escola regular. É preciso atender às inovações educacionais, desconstruir uma prática de exclusão e construir uma inclusiva. A inclusão nasceu para mostrar que as pessoas são ímpares, singulares.”
SOS SALA DE AULA O Professor deve: a educação em algo sedutor; ● PROPOR o entusiasmo; ● DESPERTAR a atenção e a concentração; ● AGUÇAR os sentidos; ● COMPARTILHAR a inspiração; ● OFERECER vivências diversificadas; ● PROMOVER o movimento, a cidadania e a afetividade; ● TRANSFORMAR
APRENDIZAGEM
Dificuldades na aprendizagem os problemas de aprendizagem podem ser muitos e variados. Nunca existe uma única causa para esses problemas. Se existe dificuldade em aprender, há que se determinar exatamente as razões pelas quais isso acontece. Só depois se pode fazer algo para resolver a situação. As causas variam muito de pessoa para pessoa e de situação para situação. Os problemas de aprendizagem podem ser por causa de fatores físicos, mentais, energéticos, emocionais ou outros quaisquer. As dificuldades de aprendizagem mais comuns são: dislexia, disortografia e discalculia. É indispensável registrar que equipes multidisciplinares, compostas de pedagogos, psicopedagogos, psicólogos, professores e demais profissionais envolvidos colocam - se a serviço dos casos de problemas de aprendizagem, colaborando para que esses alunos sejam encaminhados ao tratamento e possam desfrutar plenamente sua cidadania.
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CADERNO DOIS
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VIP'S por ISIS MARIA isismaria@odebateon.com.br
Nicole em festa
A linda Nicole Monteiro Guimarães completou três aninhos semana passada. Seu pais Michele Monteiro e Gleison Guimarães incrementaram uma super comemoração sobre o tema “Rapunzel”, em sua
residência. Por lá a bela aniversariante e seus papais receberam muitos parabéns da garotada amiga, familiares e amigos. Parabéns, linda! Deus a abençoe sempre!!!
Nasceu Diogo!!! Semana passada, o mundo dos médicos Fernando e Fernanda Morais de Andrade ficou ainda mais bonito. Nasceu Diogo, cheio de saúde, enchendo de contentamento a vida de toda
“[O Senhor diz] não temas, porque eu sou a família, em especial dos avós Vera e o médico contigo; não Fernando Diogo, e aumentando a alegria das irmãs Bruna e Lara. O baby recebeu o nome te assombres, em homenagem ao avô Fernando Diogo. porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel.” ISAÍAS 41:10
O papais Fernando e Fernanda vivendo o momento sublime do nascimento do filho Diogo A linda Nicole em clima de festa com os pais, Michele e Gleison, e o irmão Arthur
O vereador Maxwell Vaz homenageou Rogério Rodrigues de Araújo, Elisabeth Franco de Azevedo, Vânia Tolipan e Maria Christina Rodrigues de Menezes Na Sessão Solene da Câmara Municipal de Macaé, o vereador Dr. Lúcio Mauro Junger agraciou com o título de Cidadania Macaense a Raquel Gomes, Silvana Gonçalves e Rodrigo da Silva
“De Quissamã a Hollywood” O Cineasta macaense Phydias Barbosa lança seu último livro em Miami (EUA). Trata-se da obra “De Quissamã a Hollywood”, que será lançada na próxima quarta-feira (6) na casa noturna Carol's Cucina & Vino na capital da Flórida, em noite de muitos autrografos.
O livro reúne sua história de vida, sendo uma autobiografia do autor, onde ele destaca 50 anos de profissão, suas aventuras pelo mundo, o amor por sua família e por todas as mulheres que “não teve”.
Socorro Jacob Dias com a sua amiga mineira, Rose Monteiro, que está sempre fazendo sucesso com suas bijoux e semi-joias de Belo Horizonte (MG)
Galeria de Artes Hindemburgo Olive
Mostra da Fornecedora Jacyntho
De volta ao cenário artístico macaense estará a Galeria de Artes Hindemburgo Olive. A sua reabertura está marcada para acontecer na próxima quinta-feira (7), a partir das 19h, no saguão do Teatro Municipal de Macaé, numa promoção da Fundação Macaé de Cultura.
A Fonecedora Jacyntho celebra o seu 40º aniversário realizando a 4ª Mostra Fornecedora Jacyntho Macaé. O evento acontece no próximo dia 7 de agosto, contando com a participação de cerca de 55 profissionais, entre arquitetos, designers de interior e paisagistas.
Fafima 40 anos
Fundada em 1974, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Macaé (Fafima) trilhou uma expressiva trajetória no cenário da Educação macaense. Nos últimos 40 anos, o estabelecimento de ensino se firmou no cenário como um espaço democrático, em que a Educação e a Ética sempre estiveram presentes. Todos os professores, alunos, funcionários e amigos da Fafima construíram, juntos, uma história de sucesso em Macaé. São Phydias Barbosa no lançamento do seu livro em Macaé recentemente
mais de seis mil alunos formados. E para comemorar esses 40 anos de lindas histórias de quem faz a educação macaense prosperar, a direção da Fafima convida a todos a participaram desta festa. Eles pedem a todos que possuam fotografias, documentos, ou mesmo apenas narrativas e histórias para compartilhar. O projeto visa criar na Fafima um espaço da memória e da celebração a todos esses anos formando os melhores profissionais na área educacional de toda a região. Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail: fafima40anos@ fafima.br ou pelo telefone: (22) 2762-1457.
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FESTA NA REGIÃO
Jamz é a nova atração do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival O evento acontecerá na Cidade do Jazz, em Costazul, de 8 a 17 de agosto
A
GABRIEL SALES
Prefeitura de Rio das Ostras acaba de anunciar mais uma grande atração para o “Ele já havia Festival de Jazz e Blues deste ano. participado Com 47% do voto popular na final do programa SuperStar, da Rede da Casa do Globo, a banda Jamz se apresenta Jazz e agora na Cidade do Jazz, em Costazul, no dia 8 de agosto, logo após a Orestará entre questra Kuarup. Grandes nomes as atrações da música nacional e internacional estarão na 12º edição do Festival, principais de que acontece nos dias 8, 9 e 10; 15, nosso Festival. 16 e 17 de agosto. “O jazz e o blues sempre fizeUm orgulho ram parte das nossas influências para nós” musicais. É um sonho que vamos realizar tocando no principal palco CARLA ENNES, do maior festival do Brasil do gêneSECRETÁRIA DE ro. Poder se apresentar no Rio das TURISMO. Ostras Jazz & Blues Festival é uma honra já que nossas maiores referências já passaram por ele”, disse o guitarrista Paulinho Moreira. No repertório, o vocalista e baixista Will Gordon, o vocalista e tecladista Gustavo Tibi, o baterista Pepê Santos e Paulinho mostram canções autorais que irão compor o primeiro disco da banda. O público também vai ouvir releituras de músicos e bandas que fizeram parte das referências musicais do grupo como Stevie Wonder, Michael Jackson, The Beatles, Ed Motta, entre outros. Superstar - Selecionada entre Banda Jamz agita Jazz e Blues de Rio das Ostras no dia 8 de agosto milhares de bandas em todo Brasil, o grupo agradou os jurados do programa SuperStar, Ivete Sangalo, Fábio Jr e Dinho Ouro Preto, e conquistou o grande público. Não foi somente a divulgação e visibilidade que deram um salto na carreira da Jamz. Para Paulinho Moreira, a participação do grupo no “reality” proporcionou aos integrantes encontrar a identidade musical do grupo. “O maior prêmio foi poder encontrar o som da Jamz. Embora a gente já toque junto há bastante tempo, só agora formulamos nosso jeito de fazer música e será com essa nova pegada que o público do Rio das Jazz & Blues Festival se divertirá em nosso show”, relata o guitarrista. Artista da casa - Para Rio das Ostras, receber a Jamz no Jazz & Blues Festival é também mostrar que a cidade lança grandes nomes da boa música. O guitarrista Paulinho Moreira, residente na cidade, já vinha se destacado na banda Stradah, comandada pelo cantor Hevérton Castro, ex-participante do The Voice Brasil. do Festival de Jazz e Blues, que acontece nos dias 8, 9 e 10; 15, 16 e 17 de agosto.
● 12º EDIÇÃO
O quarteto da banda Jamz foi um dos destaques do Programa SuperStar, da TV Globo
O guitarrista Paulinho Moreira mora em Rio das Ostras e está muito feliz com a participação no Festival
CINEMA EM CASA
Um Plano Perfeito ● ISABELLE (Diane Krüger) é uma mulher jovem e bem-
A Grande Volta ● FRANÇOIS (Clovis Cornillac) é um homem apaixonado
pelo Tour de France. Após ser demitido pelo patrão e abandonado pela esposa, ele decide encarar o desafio de fazer a "Grande Volta", saindo com um dia de vantagem em relação aos atletas profissionais. A proeza de François vira notícia e os organizadores do Tour ficam enfurecidos. Alguém precisa detê-lo. ● COMÉDIA - Ano: 2013 - Duração: 108 minutos - Cor - 12 anos - Paramount Pictures
sucedida que planeja casar e ser feliz com Pierre (Robert Plagnol), o amor da sua vida. Porém, antes disso, ela tem de resolver o que parece ser uma maldição na sua família: os primeiros casamentos resultam sempre em divórcio. Por isso ela tem a ideia de encontrar uma cobaia, se casar com ele, se divorciar e depois de casar com seu grande amor, quebrando assim o efeito da maldição. Será que esse engenhoso plano vai dar certo? ● COMÉDIA - Ano: 2012 - Duração: 104 minutos - Cor - 14 anos - Paramount Pictures
A Grande Vitória
Trombini (Caio Castro) teve uma infância humilde e conturbada. Abandonado pelo pai, ele foi criado pela mãe e pelo avô, que morreu quando tinha 11 anos. Revoltado, passou a se envolver em diversas confusões em sua cidade natal, Ubatuba, e depois em Bastos, onde passou a morar. Foi através do aprendizado das artes marciais, em especial o judô, que ele conseguiu se estabelecer emocionalmente e construir uma carreira que fez com que se tornasse um dos principais técnicos do esporte no Brasil. ● DRAMA/NACIONAL - Ano: 2014 - Duração: 91 minutos - Cor - 12 anos - Paris Filmes ● MAX
Totalmente Inapropriado
um tablete repleto de aplicativos ofensivos cria uma revolta cultural na cidade, uma série de tramas paralelas tem início, cada uma com um personagem diferente. Em “Mundo da Psicologia”, um psicólogo tem um horário com uma paciente obcecada por sexo e que está querendo mudar. “Crítica Erótica” reúne três colegas que apresentam um programa voltado para a crítica de filmes cuja especialidade é a paródia pornográfica de sucessos do cinema. ● COMÉDIA - Ano: 2011 - Duração: 83 minutos - Cor - 16 anos - Flashstar ● QUANDO
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TALENTOS DA REGIÃO
Banda Novo Cálice lança seu segundo CD independente em Casimiro de Abreu
A apresentação acontecerá sábado (2) na 1ª Igreja Batista de Casimiro de Abreu, no Centro da cidade, a partir das 19h
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evar a palavra de Deus para todos os cantos. Essa é a principal proposta da banda Novo Cálice, que no próximo dia 2 de agosto fará o lançamento oficial de seu segundo CD “Novo de Deus” e a gravação do primeiro DVD. A apresentação acontecerá na 1ª Igreja Batista de Casimiro de Abreu, no Centro da cidade, a partir das 19 horas. Todas as canções são de autoria própria. Com estilo que mistura o pop, rock e adoração, buscam atingir um público bem diversificado. O CD levou quase um ano para ficar pronto e foi produzido de forma totalmente independente. O disco conta com a participação especial do cantor gospel Fernandinho, que gravou junto com o grupo a música “Santo”. “Usamos o slogan “Aperte o Play, deixe o Novo de Deus entrar na sua vida”. Queremos mostrar para as pessoas de que nada está perdido, que a confiança em Deus e também a nossa fé nos leva muito além”, falou o vocalista e também compositor Anderson Silva. A relação com a música vem desde a infância, bem como a vivência na igreja. Até que em 2007, Marcos Carvalho (baixo) e Josué Marinho (teclados) se uniram para abençoar muitas vidas através de seus louvores, formando a banda “Novo Cálice”. Aos poucos, somaram ao grupo Stiven Dougllas (bateria), Anderson Silva (vocal) e Rogério Soares (guitarra), que compõem a atual formação.
Todos os integrantes são de Casimiro de Abreu e vêm ganhando destaque no cenário gospel da região. Em Casimiro de Abreu, fizeram a abertura da cantora Fernanda Brum durante a Festa da Cidade. No ano passado, abriram o show do cantor Lázaro, na festa de Silva Jardim. No início deste ano, participaram da Semana da Família em Rio das Ostras, quando abriram o show de Regis Danese. E no próximo dia 28 de agosto viajam para Belém do Pará, onde vão ministrar a palavra de Deus por meio da música. O maior sonho da banda? Fazer da música um instrumento de transformação, principalmente, junto aos jovens, além de desenvolver um trabalho social com pessoas carentes da região. “Nosso maior desejo é ajudar as pessoas através da música, ministrar a palavra de Deus através das nossas canções”, falou Anderson.
CLÁUDIO PACHECO
● PARA shows, o contato com
a banda pode ser feito pelo telefone (22) 99957-2234 (Anderson) ou pelo e-mail contatonovocalice@hotmail.com. O CD pode ser adquirido durante as apresentações ou na loja Máxima, no Centro de Casimiro de Abreu.
O CD levou quase um ano para ficar pronto e foi produzido de forma totalmente independente
PEÇA INFANTIL
“Monstrinhos Atrapalhados” agita a criançada em Rio das Ostras DIVULGAÇÃO
O espetáculo infantil acontece no domingo (3) no Teatro Popular de Rio das Ostras A criançada tem diversão garantida neste domingo, 3, em Rio das Ostras. “Búúú! Os Monstrinhos Atrapalhados” é o novo com ingressos R$ 30, inteira; R$ 15, meia, preço único promocional a R$ 15. A peça está prevista para às 17h. O espetáculo é acompanhado de coreografias, perna-depau, patinação e uns monstrinhos muito engraçados, que fazem o público concluir de que eles não só nos assustam, mas também nos fazem rir. A PEÇA - “Búúú! - Os Monstrinhos Atrapalhados” retrata a história de cinco monstrinhos atrapalhados e que não conseguem mais assustar ninguém. Até que um deles descobre que, para voltarem a aterrorizar as crianças, precisam de uma menina que ainda sinta medo deles, para fazer a chamada poção da “feiura” e esta menina é Jujú. Querendo desde cedo ser médica, ela tem muito medo de monstros e ainda sofre com a implicância de seu irmão, Pedrinho, que só pensa em brincar e ver filmes de terror. Após ser capturado por estes monstrinhos, ele depende da coragem de sua irmã para salvá-lo. Será que, mesmo com todo o medo dela, eles impedirão os monstrinhos de assustarem outras crianças?
SERVIÇO
Búúú! Os Monstrinhos Atrapalhados
Teatro Popular de Rio das Ostras ● ENDEREÇO: Avenida Amazonas S/Nº ● HORÁRIO: 17h ● INGRESSOS: R$30, inteira, R$ 15 meia ● (PREÇO único promocional: R$ 15) ● TELEFONE: (22) 2764-1703 ● LOCAL:
“Monstrinhos Atrapalhados” é o novo espetáculo infantil do Teatro Popular de Rio das Ostras
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COLUNA DA MULHER Bolsa, a paixão das mulheres Além de carregar tudo o que você precisa, a peça se transformou num acessório que atesta o bom gosto, ou não, de quem usa
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bolsa tem sido companheira de homens e mulheres há milhares de anos. Mais do que um item de utilidade, é um acessório poderoso que arremata qualquer produção. E como evoluiu através dos tempos. Na Idade Média, que compreende o período de 500 a 1500, homens e mulheres usavam bolsas e as mesmas tinham muitas utilidades. As bolsas masculinas geralmente eram maiores do que as femininas; confeccionadas em couro, peles ou tecidos ornados com franjas, tinham pingentes bordados em fios de ouro ou prata e ainda eram adornadas com pedrarias. Já naquele tempo as pochetes eram muito úteis e eram usadas presas bem rentes à cintura. Os homens ainda usavam uma espécie de saco, maiores do que as bolsas e presos por longos cordões sendo que o comprimento deles chegava até abaixo dos joelhos. Existiam ainda os modelos especiais destinados a carregar remédios, tabaco, rapé, chaves, leques, escovas de cabelos e ainda livros de oração, conhecidos como bolsas-relicário. No Século XVIII homens e mulheres usavam uma espécie de carteira, geralmente eram confeccionadas em couro ou seda; alguns modelos eram ricamente bordados. As mulheres usavam ainda um tipo de bolso, adornado com bordados e os mesmos costumavam ser passados para as descendentes da família. No Século XX verificou-se gran-
de avanço na moda e nos costumes. Logo no início daquele século, as bolsas tornaram-se indispensáveis e diferentes modelos surgiram; existiam bolsas específicas para cada hora do dia. Foi nessa mesma época que surgiram as sacolas de compra, ou seja, bolsas bem maiores destinadas a carregar tudo, e as bolsas de viagem. Nos anos 20 as carteiras feitas de couro (que podiam ser também de cobra ou de crocodilo) predominaram. Os modelos para a noite eram bordados com pedrarias. A década de 30 foi toda influenciada pelas divas de Hollywood. As bolsas continuaram pequenas e arrematadas por fecho de metal. Os fabricantes começaram a usar materiais mais baratos em sua confecção, é aí que entra em cena o plástico Bakelite. Os anos 60 foram tempos de avanços em várias áreas. No Brasil surgiram os ateliês de alta costura que ditavam as nossas próprias tendências. Nas bolsas também houve uma retomada das técnicas artesanais como o tricô, crochê e patchwork. Vinte anos depois, tínhamos a moda brasileira. Tudo era muito democrático. A bolsa estilo sacola continuava imperando e eram combinadas com a pasta executiva. Os sapatos eram coordenados com as bolsas. Nada podia ser mais chique. Era comum forrar os sapatos com o mesmo tecido da roupa quando o evento era muito formal. Pois é, era a moda. A pochete, aquela mesma da Idade Média, também passa a fazer parte do vestuário masculino e feminino. Nos anos 90 foi liberdade total. As bolsas foram oficialmente conside-
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radas “acessório”, item de elegância, e já não precisavam mais ser coordenadas com os sapatos. Claro que deveria (e deve) haver harmonia entre os dois, mas não precisam mais ser da mesma cor. As peças passaram a ser confeccionadas dos mais diversos materiais e ganharam formatos e compartimentos que tornaram os modelos bem mais funcionais e adequados ao perfil da mulher. Atualmente, estão em alta os modelos maiores, com alças não tão longas, de modo que garantam antes de tudo o conforto de quem as carrega. Internamente, quanto mais repartições, melhor. Neste sentido, o ideal é que tenha um "cantinho" prático para levar o celular e achá-lo o mais rápido possível quando tocar. O material usado para a confecção pode ser couro, sintéticos, plásticos e tecidos. Os bordados de todos os tipos e aplicações estão em alta, tanto para o dia quanto para a noite. Uma boa ideia é rebordar, usando miçangas e paetês, os tecidos estampados. Aposte na sua criatividade. a bolsa é item de elegância e beleza. Dessa maneira, compõe o visual. A moda é bem democrática e não precisa mais usar sapatos da mesma cor da bolsa ● QUAL é formato ideal? Isso depende de cada mulher. Obrigatoriamente, a bolsa deve ter várias repartições que facilitem a guarda e manuseio de cartões de banco e celular ● ATUALMENTE,
SUPERAPETITE
Baguete de domingo
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Torta Fácil de Maçã kg de maçãs; ovos; ● 125 gramas de açúcar; ● 1 pitada de sal; ● 80 gramas de farinha de trigo; ● 1/4 de litro de leite; ● 60 gramas de manteiga; ● 3 colheres (chá) de açúcar vanile ●1
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Ingredientes: de alface; pepinos em conserva; ● 2 colheres (sopa) de vinho do Porto; ● 300 gramas de maionese; ● 4 pães tipo baguete; ● SAL e pimenta-do-reino à gosto; ● 250 gramas de presunto fatiado. ● FOLHAS ● 8
Preparo:
1. Descasque as maçãs, retire as sementes e corte-as em fatias finas. 2. Numa tigela, bata os ovos, como para omelete, com o açúcar e a pitada de sal. 3. Acrescente a farinha peneirada e misture até ficar bem homogêneo. 4. Derreta metade da manteiga, despeje na tigela e adicione o leite. Misture novamente. 5. Unte uma fôrma refratária com manteiga, disponha as fatias de maçãs, despeje a massa sobre as frutas e salpique a superfície com o restante da manteiga cortada em pedacinhos. 6. Leve ao forno a 200º durante aproximadamente 40 minutos. 7. Retire do forno, polvilhe com o açúcar vanile e sirva morno.
Preparo:
1. Lave muito bem as folhas de alface e seque. 2. Corte os pepinos em fatias finas. Reserve. 3. Misture o vinho do Porto à maionese e tempere com sal e pimenta. 4. Abra os pães ao meio e distribua sobre eles as folhas de alface, o presunto e os pepinos. 5. Cubra com maionese e com o pão restante. 6. Sirva em seguida. 7. Variação: Use alface roxa; folhas de agrião; almeirão picado fino; folhas de manjericão fresco.
torta de maçã é uma ótima opção de sobremesa, quando servida com sorvete de creme e calda quente.
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Baguete é perfeita para os sanduíches frios
VIVER BEM
Vivendo a terceira idade e a menopausa sem sustos Passar pela menopausa é literalmente uma prova de fogo para a maioria das mulheres. Quase todas se queixam das ondas de calor que tomam conta do corpo feminino na faixa dos cinqüenta anos e que, associadas a suor frio e a fatores como insônia, perda da massa óssea, secura da vagina e perturbações urinárias caracterizam um dos períodos mais difíceis e delicados da mulher. A menopausa pode ser definida como o momento em que a menstruação sofre uma interrupção pela falta de hormônios sexuais (Progesterona e Estrogênios). Nesse sentido, há todo um funcionamento hormonal comandado pela hipófise, uma glândula cerebral que envia ordens a várias regiões do corpo, inclusive aos ovários, onde são produzidos os tais hormônios sexuais. Os hormônios sexuais são importantíssimos, pois servem de prote-
ção contra doenças do coração e das artérias como trombose e infarto do miocárdio. A "descoberta" da menopausa é coisa recente na Medicina, pois até a virada do Século XX a expectativa de vida para mulheres era de 40 anos e assim, até bem pouco tempo, não havia estatísticas para divulgar com clareza os sintomas dessa parada hormonal. Atualmente, sabese, por exemplo, que estes sintomas duram uma média de cinco anos. Até aqui foram tratados dos sintomas puramente físicos, mas e sob o ponto de vista psicológico, quais seriam as suas consequências? O que se pode levar em conta é que toda essa mudança no corpo tem fortes repercussões na mente feminina. Isso porque, quando os ovários deixam de funcionar, não há mais óvulos para serem fecundados. Ou seja, a perda da menstruação passa a ser sinônimo de perda de fertilidade e, portanto, de possíveis angústias, voltadas, quase sempre, para as relações entre me-
nopausa e velhice. Isso sem falar na desmotivação sexual (a secura da vagina é uma das grandes responsáveis por isso). Apesar da enumeração dos sintomas e suas consequências, cada mulher reage de maneira própria à esta nova fase de sua vida. Uma destas reações é a mulher não deixarse abalar e encarar tudo de modo natural, contornando os sintomas com soluções práticas, possíveis graças aos avanços alcançados nesta área. Uma delas, talvez a mais eficiente, é o reequilíbrio hormonal. Isto é nada mais, nada menos, do que a reposição de Progesterona e Estrogênios. Os métodos variam. Pode ser através de injeções, comprimidos ou adesivos especiais. Nesse último caso, a reposição hormonal se dá pela pele. Para que esses recursos sejam empregados com segurança são recomendados exames específicos como a mamografia, exames de sangue e a densitometria óssea que avaliam as condições de saúde da
Cada mulher reage de maneira própria à esta nova fase de sua vida
paciente e indicam possíveis contraindicações. Quem teve hepatite ou é diabética, por exemplo, precisa ter seus riscos avaliados. Já a mulher com um histórico familiar que inclui um câncer de mama deve se submeter a uma melhor avaliação
dos riscos da reposição hormonal. As outras armas no combate aos sintomas incluem a dieta alimentar que deve conter alimentos ricos em cálcio e pobres em gordura, além da prática de exercícios físicos diários (a Natação é um dos esportes mais
indicados). Desse modo, a mulher fortalece seu corpo e lhe dá as condições necessárias para lidar com muitos dos problemas da menopausa. Uma das consequências mais indesejáveis é a perda da massa óssea - Osteoporose - que aparece com frequência depois dos 50 anos, instaurando o risco de fraturas, principalmente da bacia, da coluna e do fêmur. Existem muitos outros sintomas que acompanham as características individuais da mulher. Quem apresenta tendência a engordar pode ver a balança apontar números altos nesse período. Já a mulher que é ativa, envolvida com o trabalho, é capaz de nem sentir a perda de menstruação, em vista de tantas outras preocupações como questões financeiras, educação dos filhos etc. Menstruar, engravidar e depois perder a fertilidade representa um ciclo complexo. Mas é justamente a partir daí que a mulher pode compreender a menopausa apenas como uma nova etapa de vida. Dessa vez, mais madura e reflexiva.
O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
Macaé, domingo, 3 e segunda-feira, 4 de agosto de 2014
CADERNO DOIS
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CINEMA
CineMaterna prossegue com enquete para escolha do filme da próxima sessão A sessão de cinema preparada para mães, pais e demais acompanhantes de bebês de até 18 meses
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té este domingo (3), o site do CineMaterna reabre ao público a enquete para escolha do filme da próxima sessão no Shopping Plaza Macaé, que será na próxima quintafeira, dia 7 de agosto, às 14h30. A primeira etapa da enquete foi realizada no último final de semana e, agora, o público tem mais esta chance para votar. O filme escolhido será divulgado no dia 6 de agosto, véspera da sessão. Aqueles que preferirem, podem receber a enquete por email. Basta se cadastrar no site http://www.cinematerna.org. br. A sessão de cinema preparada para mães, pais e demais acompanhantes de bebês de até 18 meses, é realizada no início de cada mês no Cinemagic Plaza Macaé e já entrou para o calendário das famílias macaenses. O CineMaterna oferece às mães, principalmente, a oportunidade de retorno ao convívio social com seus bebês. O objetivo é oferecer entretenimento a elas e aos acompanhantes em ambiente apropriado para as crianças, com som e ar condicionado suaves, sala levemente iluminada e estacionamento de carrinhos. Mães voluntárias recepcionam o público e há trocadores dentro da sala de cinema com fraldas, pomada antiassa-
IRENE NAGASHIMA
duras Bepantol e lenços umedecidos Natura Mamãe e Bebê. Ao final da sessão, a Pimpolho distribuirá brindes aos participantes. Além disso, o Cinematerna promove a troca de experiências entre mulheres que estão na mesma fase da vida, com bate-papo no fim da sessão. O Shopping Plaza Macaé fica na Avenida Aluisio da Silva Gomes, 800 - Granja dos Cavaleiros. Mais informações pelo telefone (22) 2141-8200, pelo site www.shoppingplazamacae. com.br ou Facebook www.facebook.com/plazamacae. SOBRE O CINEMATERNA:
Com a meta de promover o resgate social das mães e fortalecer seu vínculo com seus bebês, através da cultura e da troca de experiência entre essas mulheres, um grupo de mães se uniu em 2008 e criou o CineMaterna. Desde então, a organização sem fins lucrativos promove sessões especiais de cinema para mães com bebês de até 18 meses. O programa já está presente em 32 cidades do país, em 15 estados, e conta com mais 60 salas de cinema e 65 sessões mensais, além de mais de 200 mães voluntárias. Para mais informações, acesse: www. cinematerna.org.br.
O CineMaterna oferece às mães, principalmente, a oportunidade de retorno ao convívio social com seus bebês
CIGARRAS DE MACAÉ
MENSAGEM DE FÉ
cigarrasmacae@gmail.com
Cicatrizes
por AURORA RIBEIRO
CIGARRAS DE MACAÉ - Neste 03 de agosto, prestaremos homenagem ao nosso Amigo Genial, DUNGA, Luiz Cláudio Bittencourt, que com sua histórias, vem contando um pouco da historia de uma Macaé brejeira, tranqüila, que está ficando cada vez mais distante, mas não é por isso que deixamos da amá-la, Macaé estará sempre em nossos corações...
O metal da felicidade Luiz Cláudio Bittencourt
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m dos meus primeiros contatos com o dinheiro foi através de uma mesada que eu recebia da minha mãe para varrer o quintal, molhar as plantas, tratar das galinhas, e colocar o lixo para fora. E isto eu cumpria religiosamente porque, se não, era um tremendo trelélé na minha orelha, com possibilidades de cantigas de chinelo! A dona Yvone não era fácil! Outras opções, também para fazer dinheiro, era vendendo jornais antigos nos armazéns, ferro velho, garrafas, limão e aipim do nosso sítio. E assim eu ia tomando gosto por um honesto ganho, o meu primeiro dinheiro! Certo dia, comentando isto com dois amigos de classe social menos favorecida, disseram que carregando malas na estação ferroviária ganhavam muito mais do que eu conseguia vendendo estas porcarias. Aí o meu olho cresceu! Um dia, depois das aulas, fui até lá para conferir se era verdade o que eles diziam, e era! Os dois faturaram um dinheirinho legal, carregando algumas ma-
las e pacotes a uns poucos quarteirões de distância da estação. Aquilo ficou matutando em minha cabeça até que um dia resolvi também tentar este ganho, mas, com muito medo dos meus pais descobrirem e criarem um caso, pois, a nossa situação era boa e eu não precisava encarar essa estiva! Mas, havia uma finalidade neste trabalho, eu queria comprar o meu primeiro equipamento de mergulho e deliciar-me nas poças da Praia do Cavaleiro vendo sargentinhos, marimbas, outros peixes e crustáceos. E assim tomei a decisão de tentar. Chegou o dia! Esperei o trem parar na estação e aproximei-me da plataforma. Logo após saltar uma senhora acompanhada de sua gorda mala, adiantei-me perguntando: - deseja carregador? Ela olhou para mim com ares de pouco caso, perguntou quanto eu cobraria, e topou. Perguntei qual seria o destino, e ela respondeu que o caminho seria indicado. Pensei, será que vai para Rio das Ostras? Com certa dificuldade, coloquei a bite-
la da mala na cabeça e partimos para o lugar de entrega. Passamos o primeiro quarteirão e ela só dizia: siga-me! E lá vem outro quarteirão: siga-me! E comecei a suar e sentir uma tremenda dor no pescoço: siga-me! Mais depressa, menino! Siga-me! E fui tomado por uma tremedeira nas pernas, arrependimento no coração e no bolso, e vergonha porque Dona Marieta, esposa do Seu Tomé, havia me visto enrolado naquela situação. Aí fui eu quem tomou uma decisão! Arriei a mala no chão, suspirei profundamente, escutei o último “vamos, siga-me!”, e impulsionado por duas pernas já um tanto o quanto fraquejantes, desabei rua abaixo e sem olhar para trás. Que vergonha, que fracasso, que lição! E retornei aos trocados dos jornais, garrafas, mesada, limões e aipins! E o material de mergulho ficou mesmo aos cuidados de Papai Noel, afinal de contas, para que servem os Natais? Levei um bom tempo sendo sacaneado por causa desse fracasso econômico!
Nosso Amigo Genial, como dizia Laurita, tem sempre um “causo” para contar, de sua infância, juventude ou atual... É um artista nato e sabe que pode nos levar alegria com sua arte, sabe que está deixando um legado para as gerações futuras, com tudo que produziu. Macaé merece o artista que tem em Dunga, Macaé merece este filho que todos admiram!!! Salve Dunga!!! Cigarras cantam para sua capacidade de conquistar a todos com seus trabalhos! cigarrasmacae@gmail.com - Aurora Ribeiro Pacheco
por ROBSON OLIVEIRA há alguns anos, em um dia quente de verão, um pequeno menino decidiu ir nadar no lago que havia atrás de sua casa... Na pressa de mergulhar na água fresca, foi correndo e deixando para trás os sapatos, as meias e a camisa. ‘Voou’ para a água, não percebendo que enquanto nadava para o meio do lago, um jacaré estava deixando a margem e entrando na água. Sua mãe, em casa, olhava pela janela enquanto os dois estavam cada vez mais perto um do outro. Com medo absoluto, correu para o lago, gritando para seu filho o mais alto quanto conseguia. Ouvindo sua voz, o pequeno se alarmou, deu um giro e começou a nadar de volta ao encontro de sua mãe. Mas era tarde. Assim que a alcançou, o jacaré também o alcançou. A mãe agarrou seu menino pelos braços enquanto o jacaré agarrou seus pés. Começou um cabo-de-guerra incrível entre os dois. O jacaré era muito mais forte do que a mãe, mas a mãe era por demais apaixonada para deixá-lo ir. Um fazendeiro que passava por perto, ouviu os gritos, pegou uma arma e disparou no jacaré. De forma impressionante, após semanas e semanas no hospital, o pequeno menino sobreviveu. Seus pés extremamente machucados pelo ataque do animal, e, em seus braços, os riscos profundos onde as unhas de sua mãe estiveram cravadas no esforço sobre o filho que ela amava. Um repórter do jornal que entrevistou o menino após o trauma, perguntou-lhe se podia mostrar suas cicatrizes. O menino levantou seus pés. E então, com óbvio orgulho, disse ao repórter: “Mas olhe em meus braços. Eu tenho grandes cicatrizes em meus braços também. Eu as tenho porque minha mãe não deixou eu ir”.
em nossas recordações cicatrizes de abandono, traição, injustiças e muitas outras. Podemos passar a vida olhando para elas e relembrar o quão doloroso foi sofrer aquele “ataque”. Talvez, continuamente, mostramos aos outros as “marcas” de um passado difícil. Mas algumas marcas que trazemos, é resultado de Deus não ter permitido você ter sido arrebatado das suas mãos. Estas cicatrizes ocorreram quando o Senhor não permitiu que fosse partisse. Ele estava lhe segurando. Então quem pode nos separar do amor de Cristo? Serão os sofrimentos, as dificuldades, a perseguição, a fome, a pobreza, o perigo ou a morte? (Rm. 8.35.) Talvez você esteja passando por momentos difíceis. Se o mundo procura devorar você, não se esqueça que Deus está segurando, com firmeza, a tua mão. Ele não quer perder você. Ainda que seja preciso deixar cicatrizes. Não foram raras as vezes que passei por lutas e dificuldades. Em todas elas, parecia ter sido abandonado por Deus, mas não. Deus estava bem presente nos tempos de angústia e nos vales da sombra da morte. Olhando para trás, vejo que a mão poderosa e ao mesmo tempo amorosa do Pai Celestial me sustentou e me preservou. Olho para as
cicatrizes causadas pela situação e o que constato que Ele estava promovendo crescimento e maturidade em minha vida. Olho para trás, vejo as marcas, não com dor ou revolta, mas com grande gozo por que sei que elas foram causadas pelas mãos do meu Senhor que me sustentou e me amparou. Pois eu tenho a certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus: nem a morte, nem a vida; nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo. Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor. (Rm. 8.38-39.) Ele não vai te abandonar. Creia nisto. O preço pago pela sua vida foi muito alto. A sua vida custou a vida do único Filho de Deus. Deus o abençoe... "SENHOR, leva-me aonde o SENHOR quiser, mas vem comigo... Dá-me qualquer carga, mas sustenta-me... Desfaça todo e qualquer tipo de laço em minha vida, exceto aquele que me une a TI." Adaptado e comentado por Márcia Lembrance Morello Voltar para Estudos
REFLEXÃO:
Podemos nos identificar com aquele menino. Trazemos muitas cicatrizes. Cicatrizes de “jacarés da vida”, que muitas vezes procuram nos devorar. Podemos trazer
Se o mundo procura devorar você, não se esqueça que Deus está segurando, com firmeza, a tua mão
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CADERNO DOIS
O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
Macaé, domingo, 3 e segunda-feira, 4 de agosto de 2014
O DEBATINHO por KÁTIA GOLOSOV CURE katiacure@bol.com.br
A mamãe Leopardo X Os animais - E o Preconceito Era uma vez... Uma mamãe Leopardo chamada Nancy teve seis filhotinhos. Um nasceu com o pelo muito claro sem uma pinta, até os seus olhinhos tinham cílios branquinhos. Ele era albino (São indivíduos que não possuem a pigmentação que dá cor às partes externas do corpo, chamado melanina). Então, todos os animais que faziam visita à mamãe Leopardo, diziam: “Nossa, esse seu filhote é muito engraçado” . E assim correu na floresta que havia nascido um filhote de Leopardo bem esquisitinho. Começou então uma verdadeira procissão para visitar dona Leopardo, somente para conhecer o filhotinho sem cor. Cada um que lá se apresentava arrumava um apelido para o pequeno animalzinho.
Passaram anos e o Leopardo diferente cresceu. Então, por onde passava os animais, como leão, capivara, macaco e a jaguatirica o apelidavam. Toda vez que o pobrezinho estava brincando o apontavam dizendo: Olha, o “Banho de Cloro”, olha, “O pequeno Gelo”, o “boneco sem cor” e muito mais... Ele começou a não mais brincar fora de sua casinha na floresta. Então virava e mexia um animal ia lá somente rir do pequenino. Foi então que um belo dia a mamãe Leopardo ficou furiosa e colocou todo mundo para bem longe de sua casa e aos berros gritou: "Não coloquem mais as patas aqui, nenhum de vocês, se vierem, vão sair daqui machucados". Esta historinha lembra a de uma mãe que teve um neném a
quem deu o nome de Paulo, só que o bebê nasceu com o pezinho torto. Quando cresceu, ele andava mancando. E na escola em que estudava todo mundo colocava apelido nele. Um dia chuvoso ele chegou do colégio chorando. Sua mãe, quando viu o seu filhinho em prantos saiu, debaixo de um temporal e foi até a Escola e em voz alta pediu licença à professora e disse para a turminha dele: ”Se alguém chamar meu menino de apelido, vou à casa de cada mãe de vocês e vou mandar que ela se coloque em meu lugar e exigir que os coloque de castigo severo. Bonita a atitude de uma mãe que sofre ao ver seu filhinho chorar, por conta de brincadeiras de mau- gosto, não acham, pequenos?
Moral: Só pessoa segura de si, sabe de sua força, consegue a sua liberdade e não liga para preconceitos.
Esse caipirinha lindo deixou o Arraiá de São João muito mais divertido com sua alegria contagiante. É o gatinho Yago Pinheiro Agostinho Rodrigues Campos, o príncipe encantado da vida de seus avós, Mara e Francisco Agostinho, e da sua linda mãe, Mariah, que somente fazem paparicá-lo o tempo todo. Mas também ele merece, pois é um amor de rapazinho!!! Elas são lindas e supercarinhosas!!! São as irmãs Leticia e Larissa Moraes, as pedrinhas preciosas da vovó Leda Moraes. Grandes amores!!!
Olha que gente miúda mais elegante!!! É a bela Maria Clara Matos Lessa, a mocinha fofa de seus avós: Sandra e Dr. Luís da Penha. Encantadora!!!
Estar perto dele é tomar um banho do mais puro amor!!! É o Lorenzo Massena Thomaz Maia, que apagou sua velinha de 2 aninhos dia 30 de julho, mas comemora hoje (3) com a festinha
Esse príncipe é o Enzo Maciel Tanus, que acabou de chegar no dia 24 de julho, e anda fazendo muito alvoroço gostoso para os seus papais, Ursulla Maciel e Wender Tanus, e para a vovó Jaqueline, ele é o amor incansável. Muito lindinho o neném!!!
Esse garotão supercharmoso é o Guilherme Espinosa, um dos imãs de carinho de sua mamãe Drª Fabíola e do papai, o engenheiro Rodrigo. Um espetáculo!!!