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Automoveis 24 07 13

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MACAÉ (RJ), QUARTA-FEIRA, 24 DE JULHO DE 2013 • ANO XXXVII • Nº 8145 • FUNDADOR/DIRETOR: OSCAR PIRES • NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE

Charme em evidência

Conversível mais barato do país, versão Cabrio eleva o Fiat 500 ao extremo Pág. 6 MOTOMUNDO

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DIVULGAÇÃO

DIVULGAÇÃO

Menor esforço Versátil equilíbrio De acordo com a GM, as evoluções feitas no câmbio permitiram economia de 5% no combustível

Honda usa base compartilhada e reúne potenciais urbano e estradeiro na trail CB 500X

Não tardou muito para Onix e Prisma adotarem câmbio automático. Ainda este mês, os dois modelos da Chevrolet chegam às concessionárias com a nova

No final do ano passado, quando a Honda decidiu atualizar sua linha de 500 cc para a maioria dos mercados onde atua – sem chegada ainda confirmada ao Brasil –,

caixa de seis velocidades. O equipamento será oferecido apenas nas versões 1.4 e configurações LT e LTZ. O câmbio, chamado de GF6, é de segunda geração, uma

evolução do que está no Cruze, Spin e Cobalt. Com a nova transmissão, o Onix LT 1.4 sairá por R$ 43.390. Já na versão topo 1.4 LTZ, o valor sobe para R$ 47.190. Pág. 2

aproveitou para economizar tempo e dinheiro. Desenvolveu uma plataforma, sobre a qual montou três modelos idênticos em sua essência – entre chassi, mecânica e sus-

pensão, compartilham 90% dos componentes –, mas com aplicações distintas na gama. Os resultados foram uma naked, uma carenada e uma trail – a CB 500X. Pág. 8


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GOODWOOD

Beleza em desfile Todo ano a Inglaterra recebe o Goodwood Festival of Speed, uma mistura de corrida e exibição de veículos clássicos. O evento acontece sempre no meio do ano, mas muda de data para não coincindir com as principais competições de automobilismo do mundo. Tudo para que as marcas que competem nestas categorias também dediquem algum tempo para levar conceitos e exercícios de criatividade para Goodwood. Em 2013, alguns chamaram

a atenção. Caso do Project 7, da Jaguar. Na prática, é um FType com o V8 apimentado para gerar 550 cv. Mas foram feitas outras alterações estéticas para remeter ao clássico D-Type da década de 1950. Caso do aerofólio traseiro, do “calombo” aerodinâmico atrás do motorista e da pintura especial com o número 7, referência aos sete títulos que a marca tem na corrida de Le Mans. Outra britânica que se movimentou foi a Bentley, que

levou para Goodwood a versão de competição do Continental GT. Aliviado do caprichado acabamento comum aos carros da Bentley, o cupê ficou 1.000 kg mais leve que o carro de rua. E ainda ganhou 93 cv no V8 4.0 biturbo e agora atinge os 600 cv. Outra que fez sucesso no festival foi a McLaren, que levou uma versão especial da MP4-12C, ainda mais potente. De quebra, usou Jenson Button, seu piloto de Fórmula 1, para apresentar ao público o superesportivo P1.

BMW

Menor esforço

N

ão tardou muito para Onix e Prisma a d o t a re m c â m b i o automático. Ainda este mês, os dois modelos da Chevrolet chegam às concessionárias com a nova caixa de seis velocidades. O equipamento será oferecido apenas nas versões 1.4 e configurações LT e LTZ. O câmbio, cha-

mado de GF6, é de segunda geração, uma evolução do que está no Cruze, Spin e Cobalt. Com a nova transmissão, o Onix LT 1.4 sairá por R$ 43.390. Já na versão topo 1.4 LTZ, o valor sobe para R$ 47.190. No sedã Prisma, a configuração LT 1.4 com câmbio automático custará R$ 46.390 e chega a

R$ 49.990 na LTZ 1.4. De acordo com a GM, as evoluções feitas no câmbio permitiram trocas 500 milissegundos mais rápidas à frente e 700 ms nas reduções e ainda economiza combustível na casa dos 5%. A transmissão também oferece a opção de trocas manuais por um botão na alavanca.

Conceito nº2

Ainda sem uma versão de produção, a BMW apresentou um novo conceito do híbrido plug-in Active Tourer – mostrado pela primeira vez no Salão de Paris de 2012. Sem grandes alterações estéticas, a marca alemã batizou o veículo de Outdoor e definiu como principais características o lado prático e uma melhor otimização do espaço interno do veículo. Para demonstrar tais valores, a BMW instalou um sistema

de suporte para bicicletas que vai tanto dentro como fora do carro. Segundo a fabricante, o dispositivo mantém as “magrelas” longe das intempéries do clima e ainda evita danos e roubos. E quando não está sendo usado, o suporte fica escondido na lateral do carro ou do piso do porta-malas, sem restringir o espaço interior. O conjunto mecânico continua inalterado. O motor a combustão de 1.5 litro envia

a potência para as rodas da frente e o motor elétrico faz o mesmo com as rodas traseiras. Combinados, os propulsores somam 192 cv. A autonomia no modo totalmente elétrico é estimada entre 20 e 30 km. Já no ciclo combinado, o modelo tem uma consumo ponderado de 40 km/l. O Active Tourer ainda chega aos 200 km/h de velocidade máxima e demora menos de 8 segundos para completar o zero a 100 km/h.


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AUTOPERFIL

Com tudo

DIVULGAÇÃO

O grande destaque é o City Safety, que usa um radar na dianteira para monitorar o trânsito e pode frear e parar o V40 em casos de emergência

dentro

Entre itens de série e opcionais, Volvo V40 chega ao Brasil repleto de "gadgets" tecnológicos POR LUIZ HUMBERTO Autopress

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urante sete anos, a Volvo teve como representante no segmento de hatches médios o C30, um modelo com jeitão de cupê e apenas duas portas. Conseguiu certa fama, principalmente pela estética do carro, e até acumulou boas vendas em todo o mundo. Mas a limitação das duas portas e o pequeno espaço atrás impediam que o C30 alçasse voos maiores. Por isso, na hora de trocar a geração, a Volvo resolveu apostar em uma versatilidade maior de seu representante. Assim surgiu o V40, um hatch com ares de perua que não abandona o visual estiloso e nem a característica preocupação com a segurança dos Volvo. O modelo chega agora ao Brasil – e em hora oportuna. É que tanto Mercedes-Benz quanto Audi lançaram recentemente novos hatches – Classe A e A3 – , dois rivais de peso para o hatch da marca sueca. Os três se juntam ao BMW Série 1 para uma briga das mais competitivas. A parte mecânica do V40 é composta de um motor 2.0 turbo de cinco cilindros em linha que gera 180 cv a 5 mil rpm e um generoso torque de 30,6 kgfm disponível entre 2.700 e 4 mil rotações. A transmissão é uma automática de seis marchas. Os dois juntos levam o hatch a 100 km/h em 8,7 segundos e a 250 km/h de velocidade máxima, limitada eletronicamente. Com esse trem de força, a Volvo promete uma disputa forte. A marca escandinava estima vender 700 unidades do V40 no segundo semestre. Algo em torno de 115 emplacamentos mensais. A título de comparação,

o Série 1 vende cerca de 90 exemplares por mês e a Mercedes pretende comercializar 200 unidades do Classe A quando a distribuição estiver normalizada. E o V40 parte de R$ 115.950, contra R$ 99.900 do A200 Style, por exemplo. O valor inicial inclui um pacote básico já bem recheado, que supera as versões de entrada dos rivais. A proposta é oferecer o mais completo hatch premium do mercado. Todo V40 traz de série ar-condicionado digital, direção elétrica com três níveis de regulagem, volante e bancos revestidos de couro, sensor de estacionamento, chuva e luz, keyless, rodas de 17 polegadas, rádio/CD/MP3/iPod/Bluetooth com tela de sete polegadas e painel de instrumentos digital com tela de LCD. Na parte de segurança, sete airbags, controles de tração e estabilidade. O grande destaque é o City Safety, que usa um radar na dianteira para monitorar o trânsito e pode frear e parar o V40 em casos de emergência. Na lista de opcionais, no entanto, aparecem alguns dos atributos mais instigantes do novo hatch. São três pacotes diferentes, mas que podem ser acrescidos um ao outro e até ter equipamentos adicionados à parte. O Sport agrega teto solar panorâmico, rodas de 18 polegadas e faróis de xenôn adaptativos, por R$ 12 mil. Já o High Tech disponibiliza GPS, câmara de ré, Park Assist e leitor de DVD, por R$ 10 mil. O último é o Safety, que traz aqueles equipamentos que a Volvo mais se orgulha. Caso do inédito airbag de pedestre. Sensores na base do para-choque detectam um eventual atropelamento em velocidades entre 20 e 50 km/h. A

FICHA TÉCNICA

Volvo V40 › MOTOR: A gasolina, dianteiro,

partir daí, uma bolsa de ar se infla na tampa do capô, minimizando os danos ao pedestre. O pacote Safety ainda adiciona piloto automático adaptativo, leitura de placas de velocidade, assistente de mudanças de faixa e sistema de detecção de ponto cego por R$ 15 mil. E ainda há um opcional de sistema de entretenimento que inclui acesso à internet e comandos por voz, que ainda pode acrescer R$ 6 mil ao preço. Dessa forma, equipado com tudo que é oferecido, o V40 pode ultrapassar os R$ 158 mil.

NÚMEROS

2.0 turbo 180 cv 30,6 kgfm cinco cilindros em linha

a 5 mil rpm

disponível entre 2.700 e 4 mil rotações

transversal, 1.984 cm3, cinco cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, turbocompressor, intercooler, comando duplo no cabeçote. Acelerador eletrônico e injeção direta de combustível. › TRANSMISSÃO: Câmbio automático com seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Oferece controle de tração. › POTÊNCIA máxima: 180 cv a 5 mil rpm. › ACELERAÇÃO 0-100 km/h: 8,7 segundos. › VELOCIDADE máxima: 250 km/h limitada eletronicamente. › TORQUE máximo: 30,6 kgfm entre 2.700 e 4 mil rpm. › DIÂMETRO e curso: 81,0 X 77,0. Taxa de compressão: 10,5:1. › SUSPENSÃO: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barras estabilizadoras. Traseira do tipo Multilink, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barras estabilizadoras. › FREIOS: Discos na frente e atrás. Oferece ABS com EBD e assistência eletrônica. › CARROCERIA: Hatch em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,37 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,44 m de altura e 2,56 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais, de cortina e de joelho para o motorista.

› PESO: 1.474 kg. › CAPACIDADE do porta-malas: 335 litros.

› TANQUE de combustível: 62 litros. › PRODUÇÃO: Ghent, Bélgica. › LANÇAMENTO mundial: 2012. › LANÇAMENTO no Brasil: 2013. › ITENS de série: Ar-condicionado

digital, rádio/CD/MP3/iPod/ Bluetooth com tela de sete polegadas, oito alto-falantes, painel de instrumentos digital com tela de LCD, bancos e volante com revestimento de couro, keyless, sensor de estacionamento, chuva e luz, piloto automático e rodas de liga leve de 17 polegadas. › PREÇO: R$ 115.950. › PACOTE Sport: Adiciona teto solar panorâmico, faróis de xenôn adaptativos e rodas de alumínio de 18 polegadas. › PREÇO: R$ 12 mil. › PACOTE High Tech: Adiciona GPS, câmara de ré, park assist e leitor de DVD. › PREÇO: R$ 10 mil. › PACOTE Safety: Sistema de detecção de ponto cego, piloto automático adaptativo, airbag de pedestre, alerta de mudança de faixa e sistema de leitura de placas de velocidade. › PREÇO: 15 mil. › SISTEMA de entretenimento totchsreen com acesso à internet e comando de voz › PREÇO: R$ 6 mil. › PREÇO completo: R$ 158.950.


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VITRINE

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Charme em evidência

Conversível mais barato do país, versão Cabrio eleva o Fiat 500 ao extremo POR RODRIGO MACHADO AUTO PRESS

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espertar o desejo do consumidor é regra na indústria automotiva. Praticamente todo carro que se preze traz uma versão no topo da gama que representa o máximo que a marca pode fazer com aquele modelo. São as versões “Titanium”, “Absolute”, “Highline” ou “Premium”, sobrenomes pomposos dados a veículos que povoam as publicidades – mas raramente são vistos nas ruas do país. Só que nem todo carro atinge na tecnologia ou no luxo o seu potencial máximo. O Fiat 500, por exemplo, até tem essas características. Mas nenhuma delas passa

perto do apelo estético do carrinho retrô. Exatamente por isso, o 500 mais carismático não é uma versão super-equipada ou com motor maior. É a Cabrio, que traz um charmoso teto de lona retrátil. E que amplia drasticamente a capacidade do subcompacto da Fiat de conquistar qualquer um que ande nele. Apesar da óbvia capacidade do 500C em atrair olhares e atenção por onde quer que passe, a Fiat – estranhamente – não dá muita bola para o carro. As peças de propaganda do 500 geralmente são ilustradas pela versão de entrada, a Cult, sempre acompanhada da expressão “a partir de” e o chamativo preço de R$ 42.840. O apelo do conversível, por sua vez, passa bem longe dos frios nú-

meros na etiqueta de preços. A essência do visual é aquela que já serve como base para as outras versões do 500, com algumas restrições em termos de pintura – são quatro opções no Cabrio contra sete variações nos fechados. O toque extra fica por conta da simpaticíssima capota retrátil de lona. Diferentemente dos conversíveis tradicionais, as colunas traseira e central continuam no lugar quando o teto é rebatido. Na prática, é como se fosse um teto solar que rebate até o vidro traseiro. Sistema muito mais simples e barato de produzir do que um com engrenagens que escondam um teto rígido, por exemplo. O tecido da capota, aliás, pode ser pintado em preto ou vermelho. No resto, o Cabrio é basicamente um “Cinquecento” como outro

qualquer. Ele é baseado no Lounge Air, versão que inclusive parou de ser importada na linha 2013 do subcompacto. Isso significa que, mesmo para um carro pequenino, ele traz uma lista de equipamentos difícil de ser encontrada no Brasil. O pacote de segurança inclui airbags frontais e laterais, ABS, controles de tração e estabilidade e assistente de partida em ladeiras. Entre os itens de conforto estão o ar-condicionado, direção elétrica com dois “pesos”, computador de bordo, trio elétrico, rádio/CD/MP3, sensor de estacionamento, cruise control e rodas de liga leve de 15 polegadas. Os opcionais incluem airbags de cortina e de joelho para o motorista, pintura metálica e um pacote com revestimento em couro, rádio com Bluetooth/USB

e ar digital. Assim como a lista de equipamentos, a parte mecânica é idêntica ao finado Lounge Air e ao atual Sport Air. Isso inclui o motor 1.4 MultiAir, que bebe apenas gasolina. O sobrenome do propulsor é por causa de um sistema eletrohidráulico para o comando das válvulas de admissão e que permite um ajuste mais fino da entrada de ar na câmara de combustão, dependendo da necessidade. A ideia é deixar a mistura mais adequada para cada situação específica. Ele gera 105 cv e 13,6 kgfm de torque. O motor, por sinal, vai ser atualizado em breve para aceitar também etanol no tanque. A novidade deve chegar às lojas no final de julho. No conversível, vem sempre aliado a uma transmissão automá-

tica – não é a automatizada Dualogic – de seis marchas. Juntos, levam o subcompacto a 100 km/h em 12,6 segundos e a máxima de 179 km/h. Apesar de ser consideravelmente mais caro que a versão de entrada, o 500C não abandona totalmente o apelo mercadológico. Afinal, por R$ 60.200 – R$ 66.898 completo – é de longe o conversível mais barato do país, cerca de R$ 10 mil mais em conta que o minúsculo Smart Fortwo. Evidentemente, por ser a configuração mais cara, é exatamente a menos vendida do 500, com apenas 7% do mix. Em termos absolutos, são cerca de 50 emplacamentos mensais. Longe da pretensão de ser um “best seller”, o 500C é mesmo um brinquedo para poucos.


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MOTOMUNDO

Versátil

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A CB500X tem uma distância do banco ao solo de 81 cm e 195 kg de peso. Como o desenvolvimento foi em conjunto para três motos, a Honda adotou um sistema de suspensão versátil

equilíbrio

Honda usa base compartilhada e reúne potenciais urbano e estradeiro na trail CB 500X POR CARLO VALENTE Autopress

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o final do ano passado, quando a Honda decidiu atualizar sua linha de 500 cc para a maioria dos mercados onde atua – sem chegada ainda confirmada ao Brasil –, aproveitou para economizar tempo e dinheiro. Desenvolveu uma plataforma, sobre a qual montou três modelos idênticos em sua essência – entre chassi, mecânica e suspensão, compartilham 90% dos componentes –, mas com aplicações distintas na gama. Os resultados foram uma naked, uma carenada e uma trail – a CB 500X. Esta tem jeito de aventureira e, visualmente, poderia ser considerada uma versão menor da NC 700X. No entanto, tem um objetivo bem peculiar: mesclar o potencial urbano de uma scooter ao conforto de uma estradeira. A CB 500X – bem como as outras duas motos lançadas – usa um motor compacto bicilíndrico totalmente novo, com quatro válvulas por cilindro e comando duplo do cabeçote. O propulsor entrega 48 cv de potência a 8.500 rpm, e tem 471 cm³. O torque é de 4,3 kgfm, disponíveis em 7 mil rotações. Um dos objetivos do motor, segundo a própria Honda, é melhorar a oferta de força em baixos giros, além da economia de combustível. O consumo informado pela fabricante em ciclo combinado é de 27 km/l. Com capacidade para 17,3 litros, calcula-se uma autonomia de 460 km com o

tanque cheio. A CB500X tem uma distância do banco ao solo de 81 cm e 195 kg de peso. Como o desenvolvimento foi em conjunto para três motos, a Honda adotou um sistema de suspensão versátil. Na frente, um garfo telescópico não ajustável de 41 mm. Já para a traseira, escolheu o tipo pro-link com amortecedor monochoque e pré-carga da mola ajustável em nove posições. As rodas apresentam design de 12 raios e são feitas de alumínio fundido, com diâmetro de 17 polegadas. A dianteira calça pneu 120/70 R17 e a traseira é equipada com um 160/60 R17. O ABS é equipamento de série e o conjunto de freios é composto por discos em forma de pétala simples de 320 mm na frente e 240 mm atrás. Como um dos objetivos é oferecer funcionalidades de uma moto para a estrada, a CB 500X tem alguns itens opcionais e acessórios de concessionária para aumentar a comodidade de quem quer percorrer distâncias maiores. Os destaques são o para-brisas alto, punhos aquecidos, um rack traseiro que permite acoplar um bagageiro, kits de alforjes, protetores de mão e apliques plásticos aerodinâmicos. A Honda CB 500X não tem um preço alto para os padrões europeus. O preço de 6.100 euros – o equivalente a R$ 17.650 – representa bem o que a Honda pretende: um certo equilíbrio entre conjunto eficiente e preço acessível.

NÚMEROS

48 cv 4,3 kgfm de potência a 8.500 rpm

de torque disponível em 7.000 rpm

460 km

autonomia com o tanque cheio

FICHA TÉCNICA

Honda CB 500X › MOTOR: Gasolina, quatro tempos, 471 cm3, dois cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando duplo no cabeçote e injeção eletrônica. › CÂMBIO: Manual de seis marchas com transmissão por corrente. › POTÊNCIA máxima: 48 cv a 8.500 rpm. › TORQUE máximo: 4,3 kgm a 7 mil rpm › DIÂMETRO e curso: 67.0 mm x 66.8 mm. › TAXA de compressão: 10,7:1 › SUSPENSÃO: Garfo telescópico de 41 mm com 153,3 mm de curso. Traseira do tipo monochoque com pré-carga da mola ajustável. › PNEUS: 120/70 R17 na frente e

160/60 R17 atrás.

› FREIOS: Disco simples de 320 mm em forma de pétala, pinça com pistão duplo na frente e disco simples de 240 mm em forma de pétala, pinça com pistão simples na traseira. › DIMENSÕES: 2,09 metros de comprimento total, 0,83 m de largura, 1,29 m de altura, 1,42 m de distância entre-eixos e 0,81 m de altura do assento. › PESO: 195 kg. › TANQUE do combustível: 17,3 litros. › PRODUÇÃO: Tailândia › LANÇAMENTO mundial: 2012. › PREÇO na Europa: 6.100 euros, o equivalente a R$ 17.650.


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Sintonia fina

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Fiat já entrou em 2014. Na mesma semana, mostrou pequenas alterações nas novas linhas da Idea e do Freemont. Esteticamente, o único que recebeu reais modificações foi o monovolume. As versões Attractive e Essence ganharam nova grade dianteira, do tipo colmeia, e alguns detalhes cromados no topo do para-choque a nas portas. Por dentro, mudanças pontuais, como nas saídas de ar. O

ar-condicionado, por sinal, passa a vir de série na Idea Attractive, que custa R$ 43.290. A Essence 1.6 recebe retrovisores elétricos e sai a R$ 45.370, enquanto a Adventure 1.8 ganha volante multifuncional e tem preço de R$ 52.400. Já o utilitário Freemont, que parece ter mudado menos, tem algumas novidades mais importantes. Na parte mecânica, o antigo câmbio automático de quatro velocidades

foi substituído por um mais moderno, com seis relações e opção de trocas sequenciais. Outro item novo é o sistema de entretenimento com GPS e tela sensível ao toque de 8,4 polegadas. Junto com as mudanças, o Freemont ficou também bem mais caro. A versão de entrada, com cinco lugares, saiu de R$ 87.160 para R$ 95 mil, enquanto a mais cara, com sete lugares, passa de R$ 93.160 para R$ 105 mil.


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