MACAÉ (RJ), QUARTA-FEIRA, 23 DE OUTUBRO DE 2013 • ANO XXXVII • Nº 8223 • FUNDADOR/DIRETOR: OSCAR PIRES • NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE
Outlander: amplo espectro Mitsubishi quer dobrar as vendas com a nova geração do Outlander no Brasil Pág. 11 AUTOTAL
AUTOPERFIL
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Novo C4 Lounge Citroën lança o C4 Lounge para renascer no disputado segmento de sedãs médios O Citroën C4 Lounge é um carro completo que traz em seu DNA o melhor da Créative Technologie . A Citroen Cannes recebeu seus convidados em mais alto
estilo, com ambiente Lounge, que transmite a sensação de local agradável, que se traduz em conforto e elegância, o melhor lugar onde você gostaria de estar. O restaurante
Boom abriu as portas para receber o novo C4 Lounge. O lançamento foi realizado no dia 16/10/2013 e contou com a presença de clientes, amigos e familiares. Pág. 6
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Dupla elétrica A Volkswagen apresentou dois novos carros elétricos, o e-Up! e o e-Golf
A Volkswagen tem apostado alto nos modelos elétricos. Durante o Salão de Frankfurt, em setembro, a marca alemã apresentou dois novos carros com a tecnologia. Um deles é o e-Up!,
variante do subcompacto Up!. O carrinho, que vai partir de 26.900 euros na Alemanha – o equivalente a R$ 85 mil – é cerca de 3 mil euros mais caro que o Nissan Leaf. Traz um motor elétrico de 82
cv de potência. O torque é de 21,4 kgfm. O e-Up! precisa de 12,4 segundos para chegar aos 100 km/h e atinge uma velocidade máxima de 130 km/h. Já a autonomia anunciada é de 160 km. Pág. 10
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CHEVROLET
Chegada confirmada A Chevrolet está pronta para apresentar no Brasil o novo Tracker, importado do México. O jipinho de 4,25 metros de comprimento é baseado na plataforma do Sonic e em nada tem a ver com o antigo homônimo. Com ele, a Chevrolet espera marcar presença no concorrido mercado de utilitários compactos, hoje dominado por modelos feitos
Reação comedida
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arta de ver rivais como Chevrolet Prisma e Hyundai HB20S fazerem a festa no mercado brasileiro de sedãs compactos, a Renault resolveu reagir. A marca antecipou para outubro a apresentação do novo Logan, prevista incialmente para o primeiro trimestre de 2014. Mas, apesar de o modelo já estar com sete anos de mercado, não vai ser agora que irá ga-
nhar uma nova geração. Vai ser apenas um face-lift um pouco mais vigoroso. O novo Logan foi apresentado no Salão de Paris de 2012 pela Dacia – a subsidiária romena do grupo francês, responsável pela criação do modelo. Ele também apareceu, já com emblemas Renault, no último Salão de Buenos Aires, em junho desse ano. Embora a plataforma permaneça a mesma do
modelo anterior, o Logan finalmente perdeu aquele aspecto “vintage”. A Dacia promoveu uma profunda reestilização no sedã que ficou com um visual bem mais simpático. Na “versão Renault”, a grade valoriza bastante o losango da marca. Os motores também serão mantidos – são basicamente os mesmos desde que a marca francesa passou a produzir no Brasil, há 14 anos.
no Brasil como Ford EcoSport e Renault Duster – e que deve receber outras novidades em breve, como o Peugeot 2008, produzido em Porto Real, no Sul Fluminense. O modelo deve vir com o motor 1.8 litro do sedã Cruze, com 140 cv e opção de câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis. A gama também segue
a usual nomenclatura usada pela marca, com versões LT e LTZ. No México, onde Tracker também é vendido com o 1.8, não há opção de tração integral – disponível na Europa –, mas estão presentes rodas de 18 polegadas, airbags frontais, laterais e de cortina, controle eletrônico de estabilidade e o sistema multimídia MyLink.
FIAT
Malandro é malandro A Fiat havia dado um passo à frente para finalmente concretizar a compra dos 41,5% restantes da Chrysler com a contratação de um consultor especializado no assunto. Porém, uma decisão do segundo maior acionista do grupo norte-americano pode esfriar as negociações. O fundo de saúde da central dos metalúrgicos norteamericanos – os detentores
da fatia restante da Chrsyler – resolveu exercer um direito para seguir em frente com uma oferta pública inicial de ações da montadora. Aos olhos de analistas, a manobra foi feita com o único objetivo de aumentar a oferta da Fiat pelo resto das ações da Chrysler. O problema é que o tiro saiu pela culatra. Um documento oficial de executivos
da Chrysler afirmou que agora a Fiat está reconsiderando a ideia de ampliar a sua participação. Além disso, estaria repensando os termos de compartilhamento de tecnologia, veículos e expertise de engenharia. A última pedida do fundo de saúde dos metalúrgicos pelos 41,5% foi de US$ 5 bilhões – prontamente recusada pela empresa italiana.
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VITRINE
Forma e conteúdo
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O novo fôlego do Range Rover Sport vem acompanhada por uma roupagem bem moderna, inspirada no bem-sucedido SUV médio Evoque
Novo Range Rover Sport ganha visual, tecnologia e esportividade sem perder a “pegada” off-road POR EDUARDO ROCHA Autopress
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m geral, a vocação principal de cada marca aparece desde a origem, na fundação da empresa. E nela estabelece sua área de excelência. Esta prioridade pode ser o conforto, a esportividade, o luxo ou, ao contrário, o baixo custo – que redunda em popularidade. No caso dos veículos da Land Rover, o espírito aventureiro é o traço de personalidade indelével. Mesmo que fique aparentemente submerso sob uma grande dose de requinte e tecnologia, como acontece com a linha de luxo da marca, a Range Rover. No caso da segunda geração do Range Rover Sport, além do requinte intrínseco à linha, muito da tecnologia adotada foi no sentido de ampliar a capacidade de enfrentar o asfalto. Isso sem fugir à tradição. O utilitário esportivo desembarca no último trimestre deste ano no Brasil trazendo recursos também impressionantes para a prática do “off-road”. Na verdade, um novo conceito construtivo foi o principal responsável por esta melhora de desempenho tanto da estrada quanto fora dela. O objetivo da engenharia
da marca foi reduzir o peso ao máximo. Para isso, o novo Range Rover Sport ganhou carroceria em alumínio e recebeu a mesma plataforna do Range Rover Vogue, também em alumínio. Braços de suspensão e várias partes dos motores também passaram a utilizar materiais mais leves. No modelo 3.0 V6 turbodiesel, a iniciativa foi extremamente efetiva e a perda de peso em relação ao antecessor foi de espantosos 420 kg – o mesmo que cinco passageiros bem robustos. No caso da versão 5.0 V8 a gasolina, a redução da massa foi menor, mas também expressiva, de 179 kg. Apenas por esta dieta, o desempenho do SUV evoluiu substancialmente. Com os mesmos 510 cv, o modelo com propulsor V8 cumpre o zero a 100 km/h em 5,3 segundos, contra 6,2 s do antecessor. No caso do propulsor diesel, o desempenho é melhorado ainda por um ganho de potência. Passou de 256 cv para 292 cv na nova geração e o tempo do zero a 100 km/h caiu de 8,9 segundos para 6,9 s. A nova geração ainda vai dispor de um terceiro propulsor, 3.0 V6 a gasolina, de 340 cv, que deve equipar uma nova versão de “entrada”, que vai a 100 km/h partindo da inércia em
bons 7,0 segundos. No gerenciamento dessa maior disposição, a Land Rover injetou uma quantidade avassaladora de controles eletrônicos dinâmicos no Range Rover Sport. O Terrain Response de segunda geração é capaz de ler e adaptar o modelo às condições de rodagem, alterando a distribuição de potência nas rodas e atuando sobre a suspensão pneumática. O sistema tem um ajuste especificamente para a pista, que faz a marca afirmar que este é o Land Rover que melhor se comporta no asfalto já feito. Muitos desses recursos ajudam também no fora-de-estrada, como o diferencial traseiro com controle eletrônico, que faz a leitura para fazer uma distribuição mais inteligente do torque. Especificamente para o off-road, o Range Sport ganhou um leitor de profundidade, que mostra na tela de LCD do console central em que ponto do veículo está a linha d’água. Junto com esse leitor, houve um bom aumento na capacidade de submersão, que passou de 70 para 85 cm. O novo fôlego do Range Rover Sport vem acompanhada por uma roupagem bem moderna, inspirada no bem-sucedido SUV médio Evoque. O desenho da pri-
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3.0 V6 420 kg 6,9 s motor turbodiesel
mais leve que seu antecessor
0 a 100 km/h em menos de 7 segundos
meira geração ressaltava principalmente a robustez do modelo, com uma frente reta e volumosa e a traseira truncada. Agora, as linhas exaltam a esportividade, com a parte frontal mais angulosa e o para-brisa bem inclinado. O conjunto ótico esticado nas laterais em direção ao para-lamas acentua a ideia de velocidade. As colunas em preto reduzem visualmente os 1,78 metro da altura do modelo. Como no Evoque, o novo Sport oferece combinações de cores diferentes para o teto e a carroceria. Os preços para o Brasil ainda não estão definidos, mas não devem se afastar muito dos atualmente praticados. E que vão de R$ 340 mil, para o modelo diesel, a R$ 440, para o V8 a gasolina completo.
FICHA TÉCNICA
Land Rover Range Rover Sport › MOTORES: 3.0 diesel: Diesel,
dianteiro, longitudinal, 2.993 cm3, biturbo, seis cilindros em “V”, quatro válvulas por cilindro e comando duplo de válvulas no cabeçote. Injeção Common Rail e acelerador eletrônico. › POTÊNCIA máxima: 292 cv a 4 mil rpm. › TORQUE máximo: 61,2 kgfm a 2 mil rpm. › ACELERAÇÃO de zero a 100 km/h: 7,2 segundos. › VELOCIDADE máxima: 210 km/h. › DIÂMETRO e curso: 84,0 mm X 90,0 mm. Taxa de compressão: 16,1:1. › TRANSMISSÃO: Câmbio automático com oito marchas à frente e uma a ré. Tração permanente nas quatro rodas com diferencial central e traseiro blocantes. Oferece controle eletrônico de tração. › SUSPENSÃO: Dianteira do tipo double wishbone com dois braços inferiores e molas pneumáticas. Traseira independente do tipo multilink com molas pneumáticas. Oferece controles eletrônicos de altura e de estabilidade. › PNEUS: 275/45 R21. › FREIOS: Discos ventilados na frente e atrás. Assistidos por ABS, ETC, DSC, HDC, EBD e EBA. › CARROCERIA: Utilitário esportivo em monobloco de alumínio com quarto portas e cinco lugares. Com 4,85 metros de comprimento, 1,98 m de largura, 1,78 m de altura e
2,92 m de distância entre-eixos. Tem airbags frontais, laterais, de cortina e de joelho para motorista e passageiro. › PESOS: › 3.0 diesel: 2.115 kg › CAPACIDADE do porta-malas: 784 litros. › TANQUE de combustível: 105 litros. › ALTURA mínima do solo: 20,0 cm (26,5 cm no modo off-road). › ÂNGULO de ataque: 25,8º (31º no modo off-road). › ÂNGULO de saída: 26,4º (30,9º no modo off-road). › CAPACIDADE de imersão: 85 cm. › PRODUÇÃO: Solihull, Inglaterra. › LANÇAMENTO da atual geração: 2013. › ITENS de série: Ar-condicionado de duas zonas (três na topo V8), direção assistida, trio elétrico, bancos com ajuste elétrico, memória e aquecimento, cruise control, sensor de luminosidade e de chuva, sistema de auxílio de funcionamento off-road automático, medidor de profundidade, sistema de som Meridian com 29 altofalantes, tela central sensível ao toque, GPS, monitoramento de ponto cego, airbags frontais, laterais, de cortina e de joelho, faróis de xenon, rádio/CD/DVD/ MP3/USB/iPod/Bluetooth, câmara de ré, duas telas adicionais atrás dos bancos dianteiros, ABS, ETC, DSC, HDC, EBD e EBA. › PREÇO estimado Entre R$ 340 mil e R$ 440 mil.
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Novo Citroen C4 Lounge VITRINE
Citroën lança o C4 Lounge para renascer no disputado segmento de sedãs médios POR MICHAEL FIGUEREDO Autopress
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á faz tempo que a Citroën perdeu o fôlego no segmento de sedãs médios. No ano passado, o C4 Pallas patinou na média mensal de 330 unidades – bem longe dos 1.200 emplacamentos dos bons tempos e mais ainda dos líderes Toyota Corolla e Honda Civic, que vendem em torno de 4.500 carros por mês. A marca francesa, no entanto, volta ao jogo agora com o novo C4 Lounge. O modelo é baseado na plataforma do C4 hatch europeu – que só chega aqui no ano que vem – e tem no acréscimo de tecnologia e desempenho seus principais argumentos para tentar abocanhar as almejadas 1.500 unidades mensais. As vendas começam no final de setembro. Além de engarrafar ainda mais o mercado brasileiro de sedãs médios, o C4 Lounge tem uma outra missão, mais ampla e ainda mais complicada. O modelo chega para ajudar na tarefa da filial latino-americana de aplacar a crise vivida pelo grupo PSA PeugeotCitroën na Europa. O três volumes argentino será mais um que vai tentar reduzir a dependência das vendas europeias e driblar a recessão local. “Por ser destinado à América Latina, China e Rússia, terá grande peso para a PSA aumentar suas vendas fora de Europa, algo fundamental no processo de recuperação do grupo”, afirma Carlos Gomes, presidente da PSA América Latina. As mudanças mais marcantes do C4 Lounge estão no design. A frente ostenta a atual identidade visual global da marca. O capô apresenta dois vincos bastante pronunciados que conferem agressividade à vista frontal do
carro. A grade dianteira remete à utilizada no C3, com frisos cromados que vão de um farol a outro e formam, ao centro, os “chevrons” do logotipo da Citroën. Abaixo, luzes diurnas de leds em forma de “L”. Nas laterais, mais vincos, com destaque para os inseridos nas caixas de rodas traseiras, que dão um perfil másculo ao carro. A última coluna é mais inclinada, o que diminui a massa no balanço traseiro. Na traseira, lanternas bipartidas com filetes de leds, ligadas por um friso cromado. O sedã conta duas opções de motores. A primeira, oferecida na versão de entrada e nas intermediárias, é o 2.0 flex, que entrega 143 cv de potência com gasolina ou 151 cv com etanol, sempre a 5.250 rpm. O torque é de 20,2 kgfm e 21,7 kgfm, respectivamente, alcançado a 4 mil rpm. A unidade de força pode ser acoplada a um câmbio manual de cinco velocidades ou a uma nova caixa automática de seis marchas que finalmente aposenta a “caquética” de quatro relações que reprimia as vendas do Pallas. O outro propulsor, disponível apenas no modelo de topo da gama, é o 1.6 THP a gasolina. O propulsor turbo oferece 165 cv a 6 mil rpm e torque de 24,5 kgfm desde as 1.400 rpm até os 4 mil giros. Para essa motorização, a transmissão é sempre a automática de seis velocidades. O C4 Lounge mantém a distância entre-eixos do Pallas – são 2,71 metros. Mas a Citroën resolveu valorizar o acabamento. O painel de todas as versões é revestido pelo mesmo material emborrachado usado no DS4 e as portas são forradas com um tecido “soft-touch”. As versões seguem a nomenclatura inaugurada no Brasil pelo hatch C3. A de entrada é a Origine, que conta com ar-condicionado
Proprietários da Citroen Cannes no lançamento do C4 Lounge
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Acabou de ser lançado e já foi eleito o melhor da categoria
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2.0 flex
1.6 THP
motor que equipa as versões de entrada e intermediárias
motor turbo a gasolina, equipa o modelo topo da gama
143 cv 165 cv 21,7kgfm 24,5kgfm de potência máxima
de potência máxima
de torque máximo
de torque máximo
manual com saída de ar no console traseiro, volante multifuncional, computador de bordo, freios ABS com EBD, trio elétrico, airbags frontais, faróis de neblina, direção eletro-hidráulica, rádio/
CD/MP3/Bluetooth e coluna de direção ajustável em altura e profundidade. Esta configuração custa R$ 59.990 – sempre com câmbio manual. A intermediária Tendance deve representar 50% do mix e ainda conta com ar-condicionado automático de duas zonas, sensores de estacionamento traseiro, crepuscular e de chuva e retrovisor interno eletrocrômico, por R$ 62.490 – ou R$ 66.990 com o câmbio automático. Já na Exclusive 2.0, oferecida por R$ 72.490, o sedã passa a oferecer sistema keyless, controle de estabilidade, airbags laterais e de cortina. O topo da gama tem a Exclusive THP, que custa R$ 77.990 e adiciona sensores de estacionamento dianteiro e de ponto cego, câmara de ré, central multimídia com navegador GPS e tela colorida de sete polegadas e quadro de instrumentos com iluminação e LCD. Nas versões Exclusive, a transmissão é sempre automática.
FICHA TÉCNICA
Citroën C4 Lounge › MOTOR 2.0: A gasolina e etanol,
dianteiro, transversal, 1.199 cm3, três cilindros em linha, com quatro válvulas por cilindro com abertura variável na admissão. Injeção eletrônica multiponto e acelerador eletrônico. › TRANSMISSÃO: Câmbio manual de cinco marchas à frente e uma a ré ou automatizado de seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. › POTÊNCIA máxima: 143 cv e 151 cv com gasolina e etanol a 5.250 rpm. › ACELERAÇÃO 0-100 km/h: 9,5 segundos com câmbio manual e 10,8 segundos com câmbio automatizado. › VELOCIDADE máxima: 211 km/h. › TORQUE máximo: 20,2 kgfm e 21,7 kgfm com gasolina e etanol a 4 mil. › DIÂMETRO e curso: 77,0 mm x 78,9 mm. Taxa de compressão: 10,5:1. › MOTOR 1.6: Gasolina, dianteiro, transversal, 1.598 cm3, alimentado por turbina de hélice dupla, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Comando duplo de válvulas no cabeçote com sistema de variação de abertura na admissão e escape. Injeção direta de combustível e acelerador eletrônico. › TRANSMISSÃO: Câmbio automático de seis marchas à frente e uma a ré.
Tração dianteira. Oferece controle de tração. › POTÊNCIA máxima: 165 cv a 6 mil rpm. › TORQUE máximo: 24,5 kgfm a 1.400 rpm. › ACELERAÇÃO 0-100 km/h: 8,8 segundos. › VELOCIDADE máxima: 215 km/h. › DIÂMETRO e curso: 77,0 mm x 85,8 mm. Taxa de compressão: 11,0:1. › SUSPENSÃO: Dianteiro tipo pseudo McPherson e traseira com travessa deformável. Molas helicoidais, amortecedores hidráulicos pressurizados à gás e barra estabilizadora nos dois eixos. Não possui controle de estabilidade. › PNEUS: 225/45 R17. › FREIOS: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. Oferece ABS com EDB. › CARROCERIA: Sedã em monobloco, com quatro portas e cinco lugares. 4,62 metros de comprimento, 1,78 m de largura, 1,50 m de altura e 2,71 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e de cortina. › PESO: 1.392 kg em ordem de marcha. › CAPACIDADE do porta-malas: 348 litros
Acabou de ser lançado e já foi eleito o melhor da categoria O Citroën C4 Lounge é um carro completo que traz em seu DNA o melhor da Créative Technologie. Sua caixa de câmbio automática é sequencial de 6 velocidades, com mudanças de marcha suaves e muito sensíveis. A Central multimídia e o sistema de som Arkamys conta com entrada USB e auxiliar, bluetooth, MP3, navegação GPS, MyWay e Câmera de Ré, que junto com os sensores frontais e traseiros de distanciadores de obstáculos garantem maior facilidade nas manobras.
LANÇAMENTO OFICIAL C4 LOUNGE A Citroen Cannes recebeu seus convidados em mais alto estilo, com ambiente Lounge, que transmite a sensação de local agradável, que se traduz em conforto e elegância, o melhor lugar onde você gostaria de estar. O restaurante Boom abriu as portas para receber o novo C4 Lounge. O lançamento foi realizado no dia 16.10.2013 e contou com a presença de clientes, amigos e familiares.
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Novos olhares O segundo semestre de 2013 concentrou as principais novidades da Chevrolet para esse ano. Depois do jipinho Tracker, lançado essa semana, a marca da gravata irá apresentar mais mudanças na gama Agile e Camaro. O esportivo passou por retoques no visual na linha 2014 para ficar ainda mais agressivo. Os faróis foram afilados e a tomada de ar inferior no
Chevrolet Agile terá série Effect A
Chevrolet programa para a próxima semana o lançamento do Agile 2014 reestilizado, mas algumas imagens do veículo vazaram na mídia. A principal mudança fica na dianteira, com novos faróis, grade e para-choques. O carro ainda ganha novas rodas de liga leve e para-choques traseiros. O Agile terá também uma versão esportiva, a série especial Effect. Nesta versão, o compacto da
GM possui teto e retrovisores pretos e faixas esportivas na lateral. O modelo ainda acrescenta faróis com máscara negra e rodas de liga leve de 16” escurecidas. O interior deverá seguir com detalhes em vermelho, para acentuar a pegada esportiva. O Agile deverá ser comercializado apenas na versão LTZ, com preço inicial de R$ 42.990, que inclui airbag duplo, freios ABS, ar-condiciona-
do, direção hidráulica, vidros, trava e retrovisores elétricos. A série Effect deve ser vendida a partir de R$ 44.940. O câmbio automatizado será vendido a parte, aumentando o valor em R$ 2 mil. O motor será o mesmo 1.4 EconoFlex, com 104 cavalos de potência a 6000 rpm e torque de 13,5 mKgf a 3200 rpm, abastecido com etanol. Com gasolina, os parâmetros são de 97 cavalos e torque de 13,2.
parachoque cresceu. Atrás, as lanternas deixaram de ser divididas e agora remetem ao recém-lançado Corvette. Enquanto isso, o hatch compacto feito na Argentina ganhou seu primeiro face-lift aos quatro anos de mercado. A frente tem um novo parachoque, faróis mais estreitos e um ar semelhante aos lançamentos recentes da marca, como a minivan Spin. A traseira
também passou por retoques e o carro só será vendido na versão topo LTZ. Por dentro, um novo volante – que agora incorpora comandos do som. O motor é o mesmo 1.4 litro de 102 cv, mas o câmbio também é novo, com mudanças no escalonamento das marchas. Com a transmissão automatizada, há também a inedita opção pelas trocas de marcha no volante.
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VOLKSWAGEN
Dupla elétrica A Volkswagen tem apostado alto nos modelos elétricos. Durante o Salão de Frankfurt, em setembro, a marca alemã vai apresentar dois novos carros com a tecnologia. Um deles é o e-Up!, variante do subcompacto Up!. O carrinho, que vai partir de 26.900 euros na Alemanha – o equivalente a R$ 85 mil – é cerca de 3 mil euros mais caro que o Nissan Leaf. Traz um motor elétrico de 82 cv de potência. O torque é de 21,4 kgfm. O e-Up! precisa de 12,4
segundos para chegar aos 100 km/h e atinge uma velocidade máxima de 130 km/h. Já a autonomia anunciada é de 160 km. De acordo com a Volkswagen, o carro leva apenas 30 minutos para recarregar 80% da bateria. O outro a surgir em Frankfurt é o e-Golf, versão elétrica do hatch médio. O visual é o mesmo aos modelos a gasolina. Sob o capô, porém, a grande diferença. O carro usa um motor elétrico de 115 cv e 27,5 kgfm. A potência,
jogada nas rodas dianteiras, é suficiente para o carro chegar aos 100 km/h em 10,4 segundos e atingir a velocidade máxima de 130 km/h. As baterias de íonlítio permitirão uma autonomia de 190 km e o preço deve beirar os 40 mil euros, cerca R$ 125 mil. Vale lembrar que tanto e-Up! quanto e-Golf ganham incentivos financeiros dos governos locais e chegam ao consumidor com descontos de cerca de 5 mil euros, ou mais R$ 15 mil.
GRUPO HYUNDAI
Ao gosto do freguês
Para passear A
Mercedes-Benz começa a vender no Brasil as variantes cupê e conversível do Classe E, seu modelo médio-grande. Os dois ganham basicamente as mesmas atualizações estéticas que chegaram em julho no sedã. Ou seja: na frente, o faróis agora são em uma peça única e a estrela de três pontas da marca saiu do capô e ganha bastante destaque na
grade. Atrás, as alterações são mais discretas e incluem novas lanternas e para-choque. Por dentro, a transferência da alavanca do câmbio do console para a coluna de direção é uma das principais novidades. Cupê e conversível chegam ao Brasil com motores diferentes. O fechado será oferecido com motor 2.0 turbo de 211 cv e 35,7 kgfm, suficientes para uma aceleração de zero
a 100 km/h de 7,1 segundos. Já o descapotável traz um V6 de 3.5 litros, 306 cv e 37,7 kgfm capaz de levá-lo aos 100 km/h em 6,4 segundos. Os dois tem o mesmo câmbio automático de sete marchas e conseguem atingir os 250 km/h de velocidade máxima – limitada eletronicamente. O preço é de R$ 239.900 para o E250 cupê e R$ 299.900 para o E350 Cabrio.
O Grupo Hyundai está de olho na Europa e nos Estados Unidos. E para aumentar a participação em dois dos principais mercados do mundo, tenta aproximar suas duas marcas marcas, Kia e Hyundai, do gosto dos consumidores locais. A Hyundai, por exemplo, marcou território de vez no continente europeu. A fabricante inaugurou um centro de testes em Nürburgring, circuito alemão utilizado pelas principais marcas locais no desenvolvimento de seus carros. Já a Kia decidiu oferecer, nos
Estados Unidos, um sedã com tração traseira. O centro de testes da Hyundai começou a ser construído em junho de 2012 e consome investimentos em torno de US$ 8,9 milhões – cerca de R$ 19,5 milhões. O local será usado para testes de durabilidade, desenvolvimento de novos modelos e avaliações mais intensas do comportamento dinâmico dos carros da marca. Futuramente, a Kia poderá se beneficiar também da estrutura da Hyundai. Enquanto isso, nos Estados
Unidos, a fabricante decidiu lançar um modelo com tração traseira. O objetivo é aproximar sua imagem à de marcas premium, como a BMW. Tanto que o carro usado como referência pela fabricante é o Série 7, da fabricante bávara. De acordo com os revendedores, o K900 – vendido na Coreia do Sul como K9 e em outros mercados como Quoris, sempre com tração dianteira – terá pacote de equipamentos de segurança e conveniência similares aos do carro da marca alemã.
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Com o piloto automático adaptativo ligado – somente a partir dos 60 km/h –, o crossover quase vira um carro autônomo. Com outro veículo à frente, o sistema reduz a velocidade automaticamente e mantém uma distância segura – que pode ser regulada em três níveis. Com a pista livre, o dispositivo retoma a aceleração
Mitsubishi quer dobrar as vendas com a nova geração do Outlander POR RAPHAEL PANARO Autopress
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o longo do tempo, o Outlander assumiu um papel de “coringa” na gama da Mitsubishi. Em 2003, a primeira geração do crossover – o feioso Airtrek – chegou “engessada” ao Brasil. Era vendida apenas com motor 2.4 litros, tração 4X4 e um leve apelo off-road. Já a segunda fase do modelo, em 2006, expandiu o leque com versões de quatro cilindros e tração dianteira e V6 4X4 para manter a sedução com aqueles que gostam de sujar o carro de lama. Agora, em sua terceira geração, o remodelado Outlander reforça a intenção de aumentar o alcance. Com preços entre R$ 102.900 e R$ 139.900, a marca japonesa quer colocar seu modelo para brigar com uma generosa lista de rivais. Ela começa nos SUVs médios Honda CR-V, Chevrolet Captiva, Fiat Freemont e Kia Sportage até os médio-grandes Hyundai Santa Fe, Kia Sorento e Ford Edge. E ainda pretende dobrar a antiga média mensal de pouco mais 300 unidades/mês. A plataforma desta terceira geração é a nova RE, que substitui a GS, ainda usada nos modelos Lancer e ASX. Exatamente como estes dois modelos, a Mitsubishi também estuda nacionalizar o crossover. Mas a decisão depende da aceitação do carro no mercado interno. O próximo veículo confirmado a ganhar cidadania brasileiro em 2014 é o sedã Lancer, que se juntará a Pajero TR4, Pajero Dakar, L200 Triton e agora o ASX, fabricados em Catalão, Goiás. Por aqui, o novo Outlander será comercializado em três versões. A primeira, que tem a perspectiva de responder por até 65% das vendas do crossover, parte de R$ 102.990. Ela vem com o motor 2.0 litros 16V de 160 cv e 20,1 kgfm a 4.200 rpm, igual ao do Lancer. A tração é dianteira e a transmissão, automática CVT, que simula seis relações. Apesar de ser a versão de entrada, a Mitsubishi recheou o veículo com itens de série como sete airbags, freios ABS com EBD, controle de tração, partida sem chave, ar-condicionado, direção elétrica, sensores crepuscular e de chuva, volante com ajustes de altura e profundidade, sistema multmídia com tela de sete polegadas sensível ao toque, bancos de couro, teto solar, rodas de liga leve de 18 polegadas e faróis de led e neblina. De série, também vem o Hill Assist, que ajuda nos aclives e declives. Já nas duas configurações Outlander GT e Outlander GT Full Technology Pack, o crossover passa a ter sete lugares – a últi-
ma fileira toma parte do portamalas – e o tre de força é capitaneado por um propulsor V6 3.0 litros capaz de desenvolver 240 cv de potência e 31 kgfm de torque a 3.750 rpm. Nessas versões, o câmbio é automático de seis velocidades com a opção de troca manuais por meio de espátulas na coluna de direção e a tração é sempre integral. Somente o nível de equipamentos – e o preço, claro – difere as configurações. Por R$ 130.990, o Outlander GT ganha bancos elétricos e com aquecimento, ar-condicionado dual zone, tração integral e controle de estabilidade. Câmara de ré e sensor de estacionamento são opcionais. No topo da linha está o Outlander GT Full Technology Pack, por R$ 139.990. Além de todos os itens já mencionados anteriormente, a versão prima pela segurança. O pacote de tecnologia inclui o ACC ou controle de cruzeiro adaptativo. O motorista programa a velocidade que deseja andar e, caso um veículo em velocidade menor entre na frente, o carro reduz a velocidade automaticamente para manter a distância. Se o veículo da frente frear, o Outlander acompanha a frenagem. Outra novidade é o FCM – Foward Collision Mitigation –, um sistema que utiliza um radar para controlar a distância para possíveis obstáculos à frente. Ao entrar em distância de risco, o sistema ativa um alarme sonoro e um aviso no display solicitando ao motorista uma ação de frenagem. Caso o condutor fique sem reação e a velocidade relativa entre o Outlander e um outro veículo for de até 30 km/h, o sistema freia o veículo. Um limitador nesta tecnologia é que o sistgema só funciona com superfícies metálicas à frente. Se for um pedestre ou mesmo o muro da garagem, há o risco de bater. Completam a lista de diferenças, o sensor de estacionamento, câmara de ré e a tampa do porta malas com abertura e fechamento automático.
Parâmetros próprios O novo Outlander não impresssiona bem à primeira vista. É preciso alguns minutos para se acostumar com o visual do crossover. Porém, o mesmo não acontece com o interior. Apesar do entre-eixos típico de carro médio, de 2,67 metros, o teto alto permite um aproveitamento mais verticalizado do habitáculo, que é espaçoso para o motorista e para os ocupantes dos bancos traseiros. Já na terceira fileira de assentos – somente nas versões GT –, um adulto de estatura mediana sofre com a falta de área para as pernas. Predominantemente preto com alguns detalhes prateados, a cabine tem materiais de boa qualidade e aspecto fino. Os bancos de couro são confortáveis e, com ajustes elétricos, fica fácil achar a melhor posição para dirigir. Na apresentação, a Mitsubishi disponibilizou somente a versão topo de linha. O motor V6 3.0 litros de 240 cv “ros-
NÚMEROS
2.0 16V
na versão de entrada e nas outras um propulsor V6 3.0
160 cv 20,1 kgfm potência máxima
de torque máximo
FICHA TÉCNICA
Mitsubishi Outlander › MOTOR 2.0: Gasolina, dianteiro,
transversal, 1.998 cm3, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Injeção e acelerador eletrônicos. › TRANSMISSÃO: Câmbio automático continuamente variável à frente (CVT) e uma marcha a ré. Tração dianteira. Oferece controle eletrônico de tração. › POTÊNCIA máxima: 160 cv a 6 mil rpm. › ACELERAÇÃO 0-100 km/h: 12 segundos. › VELOCIDADE máxima: 190 km/h. › TORQUE máximo: 20,1 kgfm a 4.200 rpm › DIÂMETRO e curso: 86,0 mm x 86,0 mm. Taxa de compressão: 10,0:1 › PESO: 1.410 kg › TANQUE de combustível: 63 litros › MOTOR V6 3.0: Gasolina, dianteira, transversal, 2.998 cm3, seis cilindros em “V”, quatro válvulas por cilindro. Injeção e acelerador eletrônicos. › TRANSMISSÃO: Câmbio automático de seis marchas à frente e uma a ré. Tração integral com
distribuição eletrônica. Oferece controle eletrônico de tração. › POTÊNCIA máxima: 240 cv a 6.250 rpm › ACELERAÇÃO 0-100km/h: 10 segundos › VELOCIDADE máxima: 215 km/h › TORQUE máximo: 31 kgfm a 3.750 rpm › DIÂMETRO e curso: 87,6 x 82,9 Taxa de compressão: 10,5 : 1 › PESO: 1.570 kg › TANQUE de combustível: 60 litros › SUSPENSÃO: Dianteira independente do tipo McPherson, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira independente do tipo multi-link, com molas helicoidais e barra estabilizadora. › PNEUS: 225/55 R18. › FREIOS: Discos ventilados na frente e atrás. Oferece ABS com EBD. › CARROCERIA: Utilitário esportivo em monobloco, com quatro portas e cinco lugares. Com 4,65 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,68 m de altura e 2,67 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e de cortina de série.
Automóveis 11
› CAPACIDADE do porta-malas: 798 litros.
› PRODUÇÃO: Okazaki, Japão. › LANÇAMENTO mundial: 2012. › ITENS de série: Ar-condicionado,
travas e vidros elétricos, rádio/ CD/MP3/USB/Bluetooth, volante e banco do motorista com ajuste de altura, computador de bordo, direção elétrica, freios ABS, airbag frontais, laterais, de cortina e de joelho, revestimento em couro, retrovisores elétricos, rodas de liga leve, keyless, faróis de neblina e controle de tração. Preço: R$ 102.900. › GT adiciona bancos elétricos e com aquecimento, ar-condicionado dual zone, tração integral e controle eletrônico de estabilidade. Preço: R$ 130.990. › GT Full Technology Pack adiciona faróis baixo com xenon, lavador de farol, regulagem automática do facho do farol, maçanetas cromadas, tampa do porta malas com abertura e fechamento automático, câmara de ré, piloto automático adaptativo – ACC – e sistema sistema de prevenção de colisões – FCM. Preço: R$ 139.990.
na” na pista e o crossover de 1.570 kg se move sem titubear. O Outlander faz as curvas do autódromo Vello Cittá com facilidade e qualquer exagero no pedal da direita fazia o controle de tração e estabilidade entrar em ação e devolver o carro à rota. Mesmo sendo um modelo alto, de 1,68 metro, encarou as curvas mais fechadas sem problemas. Já no percurso de pouco mais de 100 km nas boas estradas do interior de São Paulo, o Outlander mostrou sua maior virtude: o conforto. Com o piloto automático adaptativo ligado – somente a partir dos 60 km/h –, o crossover quase vira um carro autônomo. Com outro veículo à frente, o sistema reduz a velocidade automaticamente e mantém uma distância segura – que pode ser regulada em três níveis. Com a pista livre, o dispositivo retoma a aceleração. E resta apenas ao motorista fazer curvas e tentar não dormir.
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MACAÉ, QUARTA-FEIRA, 23 DE OUTUBRO DE 2013