DEZEMBRO/2023
CAPA Luisa Serrano
EDIÇÃO GERAL Beatriz Carnelós
DIAGRAMAÇÃO Luisa Serrano
PROJETO GRÁFICO Beatriz Valente e Luisa Serrano
REVISÃO Beatriz Carnelós
REPORTAGEM E REDAÇÃO Gabriel Victor Larissa Vidal Luisa Serrano Paloma Fagundes Rogher Rafael Ronaldo Scanavini Sofia Souto Stela Maris
Editorial 2023 foi um ano explosivo e de muito cor-de-rosa! Mas, para além do fenômeno “Barbenheimer”, esse ano foi também um recomeço para o cinema, com a volta de gêneros que haviam perdido a força nas telonas, e o desânimo do público com as sequências e franquias enormes. E fora de Hollywood - mais especificamente em Viçosa, no interior de MInas Gerais - 2023 também mostrou sua força. Foram oito sessões, repletas de pipoca, risadas e o frio do gramado das Quatro Pilastras. O Cinecom ultrapassou os próprios limites esse ano, com novidades e trabalho duro dos membros. As quatro editorias exploraram diferentes formas de trabalho, inovando cada vez mais para trazer um conteúdo bacana para você, que nos acompanha. O Cinecom cresce cada vez mais, e essa No Script é um presente da redação para celebrar esse projeto. 2023 foi nosso ano, e 2024 também será!
sumário
Redação do Cinecom 4 cineducação 5 matéria - o urso 6 nasce um novo cinecom 8 a comédia está de volta! 10 luz, câmera, ação! 1 1 melhor do ano 12 playlist das sessões 13 uma sessão abraço-casa 14 oscar do cinecom 15 emmy do cinecom
cineducação
UMA HISTÓRIA
POR PALOMA FAGUNDES
SOBRE
PERDEDORES
No dia 03 de setembro de 2023, nas quatro pilastras, embarcamos em uma aventura, com uma família um tanto peculiar, para ajudar a pequena Olive em busca da realização de seu sonho - participar do concurso Pequena Miss Sunshine. E nesta sessão mais que especial [que contou com touro mecânico, pipoca, refrigerante, bingo e uma apresentação incrível da banda Android Travadão], assistimos uma história sobre perdedores! Se você não esteve presente na sessão ou ainda não teve a oportunidade de ver essa produção, o longa trata de uma família com muitos problemas [muitos mesmo] e, apesar disso, todos entram em uma kombi [personagem extremamente importante para a trama] para ajudar a caçula, cruzando o país em direção a um concurso de beleza. E, assim, chegamos ao ponto principal deste texto, vamos descobrir alguns pontos de como essa narrativa foi construída e se modificando até se tornar o filme que conhecemos, indicado a quatro Oscars e vencedor de duas estatuetas. A produção foi baseada em uma viagem de infância de Michael Arndt com a família, mas ele revelou que o que o motivou a escrever o roteiro foi uma frase de Arnold Schwarzenegger: “Se há algo neste mundo que odeio, são os perdedores. Eu os desprezo”. Isso o incomodou tanto que escreveu esta obra, sobre perdedores. Outro ponto interessante da produção do filme é que ele foi concluído apenas quatro dias antes da estreia, devido a problemas na pós-produção e a regravação do final. Além disso, durante as gravações, Abigail Breslin [com apenas 10 anos] usava fones com música para não ouvir as piadas adultas feitas pelo avô de Oliver. Outras mudanças ocorreram desde o esboço inicial, o personagem Dwight seria um fisiculturista com um moicano, mas após o ator Paul Dano assumir o papel, transformou-se em um adolescente magro, de cabelo grande e tímido, cuja característica principal era seu voto de silêncio. A família e a própria produção da obra passaram por vários percalços, que não cabem neste texto. Contudo, independente disso, retrata a história de uma jornada, de como o amor move pessoas e de como você pode ganhar, mesmo perdendo.
matéria
Uma série movida pela gastronomia, mas energizada pelos laços familiares Se surgiu em você um baita interesse para assistir The Bear devido ao alto consumo gastronômico, talvez tenha se surpreendido com a tamanha teia de narrativas profundas que a série transmite. Durante a primeira temporada, vimos a superação de Carmen Berzatto, interpretado por Allen White, e os desenrolares da querida lanchonete “The Beef”. Já a segunda vem para dar finalidade à tal multiplicidade de linhas, garantindo a necessária conexão entre os capítulos e toda narrativa principal. É justamente em 2023 que a obra constrói a catarse de Aristóteles - a famosa imersão e correlação entre os personagens e a própria audiência, é onde exclama “o pão que o diabo amassou”, o sofrimento e o caminho de cada chef ao seu cósmico - a harmonia máxima, ou nem tanto.No entanto, generalizar histórias tão profundas em tais conceitos, pode beirar a até um tipo de banalização.A verdade é que cada linha envolvida pela grande teia é primordial para sua sustentação - e Christopher Storer, a grande aranha, pouco impede sua exibição. Tecendo os cordões, Storer permite a liberdade essencial para que as marionetes, em atuações impecáveis, utilizem de todo recurso possível para garantir o sentido intrínseco da segunda temporada. É nesta que o destaque não é mais, essencialmente, o “galã feio” ou qualquer relação da querida lanchonete. Agora, o estabelecimento é o ponto conector de toda história - torna-se uma ferramenta auxiliadora. Enquanto isso, os atores pincelam e dão vida aos seus personagens tão profundos
no quadro, que pouco se pode dizer, branco. O fato é que, desde o encontro da carta de Mike, a família nunca mais foi a mesma. A batalha contra o luto de seu parente tão próximo impulsionou a superação e o autoconhecimento de cada familiar. E, foi assim, que o destaque da temporada nasceu: Ritchie - ou cousin, para os mais próximos, que atingiu seu próprio ponto máximo. A trama do personagem exibe exatamente o que foi toda a temporada: os preparos gastronômicos recheados de significado, sentido e, principalmente, laços fortes entre os “The Beef”. No fim, a segunda temporada termina com aquele “gostinho de quero mais”, presenciando, mais uma vez, O Urso preso em sua gaiola, dessa vez, congelante.
POR RONALDO SCANAVINI
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por dentro do cinecom
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2022 - o ano que definiu o significado de tirar o atraso. Depois de dois anos sem atividades presenciais, voltar para a rotina de faculdade parecia uma tarefa distante. Mas ela voltou. E, com muito custo e mãos nuas, quem também deu as caras para alegrar a UFV foi o Cinecom. Aliás, bote alegrar nisso: nove sessões, muita novidade, e sonhos realizados para quem um dia achou que, talvez, fosse hora de aposentar o projeto. Bem, que bom que não demos atenção a esses pensamentos intrusivos! Com 2023 chegando, vieram novos desafios. Depois de um ano extremamente frutífero, o que mais faltava para o projeto crescer? A resposta veio logo no início do ano - nossa parceria com a Integracalouros foi tão bem recebida que tivemos replay e inauguramos o ano exibindo o emocionante Benzinho para os caloures da universidade (e pra quem mais gostasse de aproveitar um bom filme). Depois disso, o processo seletivo que trouxe apenas talentos pra uma equipe que chegou aos 50 membros - número HISTÓRICO para o ciny.
“Com 2023 chegando, vieram novos desafios. Depois de um ano extremamente frutífero, o que mais faltava para o projeto crescer?” Depois disso, ah, mete marcha, né? Volta aos 80 com Curtindo a Vida Adoidado, rolêzinho aos arredores de Viçosa quando levamos o projeto e Uma Noite no Museu para o bairro de Cachoeirinha, parceria com a Prefeitura de Viçosa… também fizemos Castelo Animado com o Carcará, o dream team dos projetos de cinema da UFV (e que venham muito mais parcerias com eles em 2024!). Para os românticos, claro que não deixamos passar o Dia dos Namorados: Hoje Eu Quero Voltar Sozinho emocionou o público das Quatro Pilastras, em uma das sessões mais aclamadas e movimentadas desse ano.
Ah, nesse meio tempo, teve Cinecom nos congressos! Indicados e finalistas na categoria de Projeto de Extensão, fomos até Niterói contar um pouco da nossa história na Expocom Sudeste - encontro regional do maior congresso de comunicação do Brasil. E olha, isso foi até julho. Voltamos em setembro com o maior marco do nosso ano. Um dia alguém perguntou o que faltava a gente fazer e a resposta foi inusitada - botar um touro mecânico numa sessão do Cinecom?? Se soa absurdo, é só porque você perdeu. Uma proposta da Comissão de Saúde Mental da UFV nos ajudou a promover Pequena Miss Sunshine em um dia de relaxamento que contou com bingo, música ao vivo, pipoca e refri. Cancelamos três vezes até rolar por causa da chuva, mas valeu a pena cada segundo. Nunca uma sessão lotou tanto e saber do poder transformador de um gesto desses num domingo de sol foi maravilhoso. Num piscar de olhos chegamos em, mês do halloween. Em parceria com a Funarbe e o projeto infanto-juvenil Pérolas Negras, promovemos A Família Addams - um filme para toda a família - com direito a pipoca e cosplays de Vandinha. Porém, se a energia do filme ainda é pouco assustadora para você, em Novembro apostamos em O Labirinto do Fauno, de Guillermo Del Toro. A fantasia dark atraiu uma galera para nossa primeira sessão no DEF do ano e com certeza marcou nosso público. Pra
compensar, encerramos o ano com
Carol. Uma sessão intimista no Auditório da BBT que encheu e encantou muitos casais e fez riso e choro ecoarem naquele domingo que marcou o finalzinho do Cinecom em 2023. Foi tempo de nos fortalecermos - muita coisa boa aconteceu e chegamos em outro nível de projeção. Estamos aqui, presentes e, em 2024, mais fortes do que nunca!
obrigada,
2023! 7
matéria
POR SOFIA SOUTO
A comédia está de volta!
Muito se discute sobre filmes premiados e o que define qualidade, normalmente quando pensamos nos melhores do ano, pensamos nas obras dramáticas de 3 horas com atores colecionadores de Oscars. Com tantas pessoas nos dizendo o que gostar, falando de emoção e lágrimas, esquecemos de pensar no que nos diverte, nos faz sorrir, marca nossos momentos com família e amigos. Houve um ressurgimento do gênero em 2023, ano marcado por muitos lançamentos de comédia com diferentes premissas e estilos.Vamos discutir um pouquinho sobre algum desses filmes e como eles renovaram um gênero que nos faz esquecer de nossos problemas
Que horas eu te pego? trouxe a Jennifer Lawrence de volta ao cinema. Quando um casal rico contrata uma mulher para namorar seu introvertido filho de 19 anos, eles trazem junto um humor pastelão, muita vergonha alheia e momentos que vão te fazer rolar de rir.
8 design: freepik
Um dos mais aguardados do ano foi Bottoms (ou Passivonas). A diretora Emma Seligman deixou claro que queria algo engraçado para “as gayzinhas” dessa geração; o filme não tem o objetivo de ensinar, não passa nenhuma mensagem profunda e não tem cenas emocionantes, mas é muito engraçado, exagerado e idiota, tudo que precisamos para dar uma boa risada no cinema ou no comforto de casa. Outro destaque, Loucas em Apuros foi um dos filmes mais engraçados do ano. A premissa é a seguinte: algumas amigas embarcam em uma aventura na China à procura da realização pessoal de Audrey, a mulher asiática-americana “perfeita”. Ao desenrolar da narrativa, a obra traz personagens que correm de estereótipos, têm interesses próprios e, destaque, um elenco completamente feminino e asiático. Ele mostra a importância da sororidade e como a cultura é essencial para nossas vidas, ele promete risadas e traz o clássico modelo de aventuras na viagem. Já Theater Camp: um verão alucinante não saiu da minha mente o ano todo. Em modelo de documentário, ele conta a história de um acampamento de teatro para crianças. Depois da amada dona entrar em coma, os funcionários fazem de tudo pra manter o lugar que mais amam vivo, mostrando um pouquinho sobre o refúgio que as crianças têm na arte e como isso muda vidas.
“Com tantas pessoas nos dizendo o que gostar, falando de emoção e lágrimas, esquecemos de pensar no que nos diverte, nos faz sorrir, marca nossos momentos com família e amigos.” Por último, mas não menos importante, Barbie foi o maior sucesso de bilheteira de 2023 e trouxe um mix de comédia, drama, nostalgia e feminilidade. O humor na obra, no entanto, é um dos seus maiores trunfos, já trouxe piadas que as menininhas vão entender enquanto usavam uma ferramenta da nossa infância para mostrar a exaustão da mulher no mundo real. Rir com amigos, sair de um cinema com piadas internas, achar um refúgio da dor. Tudo isso é proporcionado pela comédia, afinal, não é isso que queremos do entretenimento?
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Luz, câmera, ação!
Se você já foi em alguma sessão do Cinecom, sabe que um dos melhores momentos é o Tomada 1, conteúdo da galera do Audiovisual que passa antes do filme começar.
O Tomada 1 sempre traz curiosidades sobre o filme, fatos sobre o elenco e fofocas dos bastidores. Mas quais foram as melhores tomadas desse ano?
1º LUGAR: O Cupido do “Vai Dar Namoro”
Sessão de Junho - Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
2º LUGAR: inaya de daddy noel Sessão de Dezembro - Carol
3º LUGAR: mavi no labirinto do fauno Sessão de Novembro - O Labirinto do Fauno
4º LUGAR: estátua que fugiu no bernadão Sessão de Maio - Uma Noite no Museu
5º LUGAR: Didico no capivarão
Sessão de Abril - Curtindo a Vida Adoidado
mkt + red
Melhor do Ano Este ano foi repleto de sessões incríveis aqui no Cinecom, mas algumas definitivamente nos marcam! Entre nós, integrantes da redação, foi praticamente unânime que a melhor sessão do ano foi a de Pequena Miss Sunshine (mas o redator que vos fala tem um espacinho especial no coração reservado para a sessão de Curtindo a Vida Adoidado). Mas a verdade é que a voz do povo é a voz de Deus! Segundo os cinemigos, a melhor sessão do ano foi mesmo Pequena Miss Sunshine. Como não amar um rolê com pipoca, touro mecânico e bingo? Não teve jeito. O que nos resta é agradecer a cada um de vocês que fez com que cada sessão se tornasse tão especial! O nosso muito obrigado e até 2024!
POR GABRIEL VICTOR
rádio + red
T S I L Y A L P D A S
VEJA A PLAYLIST COMPLETA NO SPOTIFY!
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UMA SESSÃO ABRAÇO-CASA Ah, o final do ano! Época em que refletimos acerca do ano que se finda. Do mesmo modo, e em total clima de nostalgia, hoje a No Script revisita a primeira exibição do Cinecom do ano. O projeto foi convidado para fazer parte da Semana de Integração da UFV em março, e, a partir de então, iniciou-se a preparação para recepcionar todos os amantes da sétima arte. As boas-vindas foi dada por meio da aclamada produção: Benzinho (2018) escolhida com intuito de levar ao público o impacto dos longas nacionais. O filme narra a história de uma família de classe média em que o filho mais velho de quatro irmãos, Fernando (Konstatinos Sarris), recebe uma proposta para sair de casa para jogar handebol na Alemanha. A proposta é recebida pelo jovem com entusiasmo, mas desperta em sua mãe, Irene (Karine Teles), várias reviravoltas, ao ter de lidar com a saída do seu primogênito tão cedo. A obra foi dirigida por Gustavo Pizzi, roteirizada por Karine Teles e aborda temas potentes como a maternidade, o trabalho de cuidado, os laços familiares, a violência doméstica, dentre outros. Temas que promovem uma fácil conexão com a trama, uma vez que nos colocam frente a frente com
sentimentos muito comuns aos seres humanos como a vulnerabilidade, a insegurança, a necessidade de afeto e a independência. A saída da casa dos pais é sempre um mar de possibilidades para quem sai, carregamos na mala várias expectativas e sonhos. Mas e para quem fica? O que fica? Bom, fica uma saudade imensa, mas permanece também muito amor! Amor esse que Irene sente e a faz se desprender de um dos seus bens mais precioso, seu benzinho, porque sabe que é preciso que esse parta para que entenda a importância de voltar. Para iniciar os trabalhos de 2023, houve muito empenho da família Cinecom desde a escolha da obra até a montagem do famigerado telão. Esforço esse em prol de que todos aqueles novos e conhecidos rostos sentados no gramado das quatro pilastras pudessem se sentir acolhidos e abraçados pelo longa em si e por todos os membros do projeto de extensão mais amorzinho da UFV, afinal, Cinecom é amor, afeto e cuidado!
POR LARISSA VIDAL
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FILME
MELHOR
Todos nós que amamos filmes e séries geralmente acabamos, de um jeito ou de outro, acompanhando todos os burburinhos ao redor do Oscar e do Emmy. No famoso período de divulgação de indicados, nos questionamos se nossos filmes, séries, atrizes e atores favoritos serão nominados. E seja por favoritismo ou por elitismo/clubismo das premiações, muitas vezes nos indignamos quando nossos queridinhos ficam de fora - ou quando os que ODIAMOS competem!
BARBIE
MELHOR ATRIZ
MELHOR ATOR
MELHOR MÚSICA
THIS IS CINEMA (MELHOR CENA)
RACHEL SENNOT
CILLIAN MURPHY
WHAT WAS I MADE FOR?
GRAVAÇÃO ANALÓGICA DE BARBIE
É por isso que nós da Redação resolvemos criar nossas próprias votações para essa edição especial da No Script. Nossa própria versão do Oscars e do Emmy de 2023, com lançamentos e destaques do ano dos cinemigos dessa editoria. Ambos foram divididos em cinco categorias, para abarcar várias facetas.
MELHOR PERFORMANCE
POR ROGHER RAFAEL
PEDRO PASCAL
SÉRIE DE COMÉDIA
SÉRIE DE DRAMA
REALITY SHOW
MINI SÉRIE
WHAT WE DO IN THE SHADOWS
THE LAST OF US
MASTER CHEF
DAISY JONES & THE SIX
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Ei, ainda não acabou! Não esquece de conferir nossas matérias do blog sobre alguns lançamentos de 2023!
CRÍTICA THE LAST OF US
CRÍTICA GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL 3
BARBIE E O ÓDIO ÀS MÍDIAS FEMININAS
CRÍTICA BARBIE (2023)
20 DE JULHO: O DIA MAIS FELIZ DO 2023 DE HOLLYWOOD
CRÍTICA OPPENHEIMER
CRÍTICA CANTIGA DOS PÁSSAROS E DAS SERPENTES
Confere lá, e fique de olho que muita coisa nova está chegando no Cinecom em 2024! Segue o @cinecomufv nas redes sociais, e salva nosso blog nos favoritos! Esperamos você para fazer parte do nosso roteiro em 2024. Até logo!
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