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História do Bicho Folhagem| Caramurê Publicações| Selo João Ubaldo Ribeiro

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A história do

Este livro acompanha o caderno de atividades Brincando com as palavras.


Coordenação geral: Claudijane Palma Comissão de avaliação Ano III Cássia Dolores Costa Lopes - gênero: Dramaturgia. Fernanda Maria Brito Gonçalves Almeida - gênero: Categoria livre. Hugo Brito Canuto Oliveira - gênero: Literatura infantil. Lindinalva Amaro Barbosa - gênero: Conto. Luciany Aparecida Alves Santos - gênero: Poesia. Marcus Vinicius Couto Rodrigues - gênero: Crônica. Victor Uchoa Firmo - gênero: Romance. Títulos participantes do Selo João Ubaldo Ribeiro Ano III A história do Bicho-Folhagem – Stael Mamed (Literatura infantil) Alimentando as Feras – Aícha Marques (Dramaturgia) As Fotos Roubadas – Breno Fernandes (Romance) A travessia do grão profundo – Paulo Atto (Dramaturgia) Efemérides – Márcia Monteiro (Categoria livre) Fuxico, resenha, mexerico nas esquinas e buzus de Salvador – Daiana Soares (Crônica) Sobre quatro patas há um lugar seguro – Aruane Garzedin (Conto) Soprando o vento – Tiago D. Oliveira (Poesia) A história do

Stael Mamed 1ª Edição Salvador / Bahia – 2022

Edição e organização: Fernando Oberlaender Ilustrações internas e capa: Aline Terranova Projeto Gráfico: Fernando Oberlaender Diagramação: Neilton Oliveira Revisão: Rita Canário Produção Editorial: EPP Publicações e Publicidade Ltda. Impressão e acabamento: Gráfica JB Ltda. Esta é uma obra de ficção. Quaisquer semelhanças com personagens ou situações da vida real é pura coincidência.


O selo João Ubaldo Ribeiro é um prêmio que vai muito além da publicação de livros, visa abertura de caminhos, de oportunidade, de afirmação de talentos e carreiras. É incentivo à leitura e valorização dos escritores baianos. A cada dois anos são lançados oito novos livros que são doados para bibliotecas públicas de Salvador e da Bahia. Esse prêmio faz parte do Programa Caminhos da Leitura, e é promovido pela Prefeitura da Cidade de Salvador, desenvolvido pela Gerência de Biblioteca Livro e Leitura da Fundação Gregório de Matos.

livro

Dia do


A história do

Stael Mamed Ilustrações: Aline Terranova

EPP Publicações e Publicidade Ltda. 1ª edição Salvador - BA / 2022


O

lançamento da coleção do Selo Literário João Ubaldo Ribeiro – Ano III reafirma a importância do investimento na produção literária de Salvador e consolida esse programa como referência de incentivo à leitura e como política de inclusão e promoção dos nossos escritores e escritoras. São oito obras escritas por soteropolitanos, editadas por uma editora soteropolitana, abarcando gêneros como romance, poesia, crônica, conto, literatura infantil, dramaturgia e gênero livre, distribuídas gratuitamente ao público e às principais bibliotecas de Salvador. Será lançada também uma versão digital no site da Fundação Gregório de Mattos. Essa ação fortalece a identidade do nosso povo e movimenta a economia local, abrindo espaço para nossos criadores literários. Lançado em 2014, o edital Selo Literário João Ubaldo Ribeiro já selecionou e publicou, em suas três edições, 24 obras, todas escolhidas por comissões de profissionais consagrados na área. A Coleção cumpre o disposto no Decreto Municipal 24.883 de 02 de abril de 2014, que instituiu o Selo, e dispõe que “incumbe ao poder público garantir a todos o acesso às fontes de cultura, apoiando e incentivando a produção, valorização e difusão das manifestações culturais”, consoante com o art. 262 da Carta Orgânica Municipal e as diretrizes da Lei 8.551/2014, que instituiu o Sistema Municipal de Cultura. Quero agradecer a todos os envolvidos na criação, no fortalecimento e na continuidade desse projeto, com destaque para a equipe da Gerência de Bibliotecas e Promoção do Livro e Leitura da Fundação, coordenada por Jane Palma, e à Comissão de Avaliação, que selecionou as obras. Boa leitura! Fernando Guerreiro Presidente da Fundação Gregório de Mattos


Prefeito Bruno Soares Reis Secretária Municipal de Cultura e Turismo Andrea Almeida Mendonça Presidente da FGM Fernando Guerreiro Chefe de Gabinete Patricia Lins Assessora Chefe Viviane Vergasta Ramos Assessor Técnico Plutarco Drummond de Magalhães Neto Gestor do Núcleo de Tecnologia da Informação Clidério Evangelista Bastos Assessora Jurídica Kaiale Santos Araújo Gerente Administrativo-Financeiro Gildete Nascimento Ferreira Diretora de Planejamento e Projetos Culturais Silvia Maria Russo de Oliveira Gerente de Promoção Cultural Felipe Dias Rêgo Gerente de Equipamentos Culturais Chicco Assis Diretora de Patrimônio e Humanidades Milena Luisa da Silva Tavares Gerente de Patrimônio Cultural Vagner José Rocha Santos Gerente de Bibliotecas e Promoção do Livro e Leitura Claudijane Pereira Palma -6-


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o tempo em que os animais falavam, eles tinham muito medo da onça, porque ela era muito grande e muito forte. Mas não era invencível... O macaco, o coelho e o jabuti sempre davam um jeito de escapar das garras da inimiga. Como eles conseguiam fazer isso? Usando a cabeça, ora! Como eram menores e mais fracos, a única saída era usar a astúcia, e isso deixava a onça com muita raiva. Uma vez a onça jurou que ia pegar o coelho, porque não aguentava mais ser enganada e muito

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menos ser motivo de gozação para os outros animais da floresta. Resolveu se deitar no meio da mata e se fingir de morta. Seu plano era agarrar o coelho quando ele chegasse perto e lhe dar uma lição para ele nunca mais esquecer. Logo, logo o boato se espalhou: “Comadre onça morreu!” Vieram animais de todos os cantos para ver se a onça tinha morrido mesmo. Cutucaram a onça com vara longa, com vara curta, e a onça lá, toda esticada, paradona. Mas com o ouvido atento e uma frestinha do olho aberta, só

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esperando o coelho. Daqui a pouco chega o coelho, todo desconfiado. Nem se aproximou muito, que não era besta, ficou ali escutando o que os outros bichos diziam. — Pode chegar, compadre coelho, a onça morreu mesmo — afirmou o jabuti. — É, tô vendo... mas já cutucaram com vara curta? — perguntou. — Já! Tá mortinha da silva! — confirmou o macaco. — Quantos espirros ela já deu? E pum? Já soltou algum pum? — o coelho insistia. — Como assim, “espirros”? — perguntou o tamanduá com seu nariz comprido.

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— Que história é essa de pum? — perguntou a saracura, muito fina. — É simples — explicou o coelho —, a onça não é como a gente, um animal pequeno e fraco, que morre de uma vez, soltando um suspirinho à toa. Nada disso! A onça é um animal tããão forte, tããão poderoso, que tem muito ar por dentro. E só morre de verdade quando deixa escapar todo o ar que está preso. Eu, se fosse vocês, não chegava perto até que ela espirrasse três vezes e soltasse pelo menos um pum bem barulhento. Os bichos foram se afastando e abrindo a roda.

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E a onça, crente que a história era verdade, deu três espirros seguidos, mas antes que tivesse tempo de soltar o pum, os bichos já estavam bem longe, escondidos da fera. O coelho, de longe, gritava: — A senhora é muito burra, comadre onça! Onde já se viu onça morta espirrar! Desmascarada e desmoralizada, a onça viu que a esperteza do coelho tinha levado a melhor mais uma vez e ficou furiosa, resmungando: “Eu ainda pego esse coelho metido a sabido!” Quando chegou o verão, secaram todos os riachos e só restou uma fonte, onde todos os animais vinham matar a sede.

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A onça então mudou de estratégia, resolveu montar guarda junto à fonte. Ela sabia que, mais cedo ou mais tarde, o coelho teria de vir beber água. Tudo que ela precisava fazer era esperar e aí... ZÁS! O plano não podia falhar. O coelho veio, viu a onça e teve uma ideia. Pediu ao beija-flor que voasse bem rápido sobre a cabeça dela, para distraí-la, enquanto ele bebia um pouco de água. Só que a onça avistou o coelho bebendo água e... ZÁS! Por um triz não pegou o nosso amigo.

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O coelho então teve outra ideia: pediu ajuda às abelhas e se lambuzou todo de mel. Em seguida rolou no chão, colando no corpo um montão de folhas secas. Quando chegou à fonte, a onça viu aquele bicho diferente de todos que ela já tinha visto e lhe perguntou: — Quem é você? Aqui só entra quem eu quero! — Sou o bicho-folhagem! Venho do reino de Folhândia para prestar homenagem ao animal mais poderoso da floresta — disse o coelho disfarçado. A onça, como era muito vaidosa, foi logo dizendo:

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— Eu sou o animal mais poderoso da floresta, então a homenagem é pra mim mesma. E acrescentou desconfiada: — Você é bicho mesmo? Isso parece mais folha seca do que pelo! — É porque estamos há muito tempo sem chuva em Folhândia, por isso meu pelo parece folha seca. Mas quando me molho ele fica todo verdinho. — Está bem, pode passar! Mas ande rápido porque estou aqui esperando um certo coelho... O coelho bebeu toda a água que quis, mas não entrou na poça para que as folhas não se soltassem. Quando ia saindo, a onça reclamou:

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— Espere aí, seu bicho-folhagem! O senhor nem entrou na água, nem ficou verde! — Desculpe, a senhora não entendeu. Para ficar verde é preciso molhar a raiz, que está por dentro. Como hoje eu bebi água, amanhã já vou estar mais verdinho! A senhora vai ver! No outro dia, o coelho tornou a se disfarçar de bicho-folhagem, colocando algumas folhas verdes entre as secas. Quando chegou à fonte, saudou a onça: — Bom dia, comadre onça! Permita que o bicho-folhagem, vindo do reino de Folhândia, passe para prestar homenagem ao animal mais poderoso da floresta! A onça olhou desconfiada, mas viu as folhas verdes e disse:

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— Bom dia, amigo folhagem! Estou vendo que a água realmente está fazendo efeito. Pode passar, mas seja rápido, pois continuo esperando o coelho. Todos os dias o coelho colocava mais umas folhinhas verdes e ia saudar a onça, até o dia em que começou a chover e todos os rios, lagos e riachos da floresta ficaram cheios. Dizem as más línguas que até hoje a onça está lá, naquela fonte, esperando o coelho e falando: — Eu ainda pego esse coelho!

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Impresso no dia 8 de julho de 2022, na Gráfica JB Ltda, com miolo em papel Couché fosco 150g; e editorado com a fonte Segoe UI corpo 14. Tiragem: 1000 exemplares.


A história do

Stael Mamed e Alba Valéria Ilustrações: Aline Terranova

EPP Publicações e Publicidade Ltda. 1ª edição Salvador - BA / 2022

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Coordenação geral: Claudijane Palma Comissão de avaliação Ano III Cássia Dolores Costa Lopes - gênero: Dramaturgia. Fernanda Maria Brito Gonçalves Almeida - gênero: Categoria livre. Hugo Brito Canuto Oliveira - gênero: Literatura infantil. Lindinalva Amaro Barbosa - gênero: Conto. Luciany Aparecida Alves Santos - gênero: Poesia. Marcus Vinicius Couto Rodrigues - gênero: Crônica. Victor Uchoa Firmo - gênero: Romance. Títulos participantes do Selo João Ubaldo Ribeiro Ano III A história do Bicho Folhagem – Stael Mamed (Literatura infantil) Alimentando as Feras – Aícha Marques (Dramaturgia) As Fotos Roubadas – Breno Fernandes (Romance) A travessia do grão profundo – Paulo Atto (Dramaturgia) Efemérides – Márcia Monteiro (Categoria livre) Fuxico, resenha, mexerico nas esquinas e buzus de Salvador – Daiana Soares (Crônica) Sobre quatro patas há um lugar seguro – Aruane Garzedin (Conto) Soprando o vento – Tiago D. Oliveira (Poesia) A história do

Stael Mamed e Alba Valéria 1ª Edição Salvador / Bahia – 2022

Edição e organização: Fernando Oberlaender Ilustrações internas e capa: Aline Terranova Projeto Gráfico: Fernando Oberlaender Diagramação: Neilton Oliveira Revisão: Rita Canário Produção Editorial: EPP Publicações e Publicidade Ltda. Impressão e acabamento: Gráfica JB Ltda.

Esta é uma obra de ficção. Quaisquer semelhanças com personagens ou situações da vida real é pura coincidência.

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O

lançamento da coleção do Selo Literário João Ubaldo Ribeiro – Ano III reafirma a importância do investimento na produção literária de Salvador e consolida esse programa como referência de incentivo à leitura e como política de inclusão e promoção dos nossos escritores e escritoras. São oito obras escritas por soteropolitanos, editadas por uma editora soteropolitana, abarcando gêneros como romance, poesia, crônica, conto, literatura infantil, dramaturgia e gênero livre, distribuídas gratuitamente ao público e às principais bibliotecas de Salvador. Será lançada também uma versão digital no site da Fundação Gregório de Mattos. Essa ação fortalece a identidade do nosso povo e movimenta a economia local, abrindo espaço para nossos criadores literários. Lançado em 2014, o edital Selo Literário João Ubaldo Ribeiro já selecionou e publicou, em suas três edições, 24 obras, todas escolhidas por comissões de profissionais consagrados na área. A Coleção cumpre o disposto no Decreto Municipal 24.883 de 02 de abril de 2014, que instituiu o Selo, e dispõe que “incumbe ao poder público garantir a todos o acesso às fontes de cultura, apoiando e incentivando a produção, valorização e difusão das manifestações culturais”, consoante com o art. 262 da Carta Orgânica Municipal e as diretrizes da Lei 8.551/2014, que instituiu o Sistema Municipal de Cultura. Quero agradecer a todos os envolvidos na criação, no fortalecimento e na continuidade desse projeto, com destaque para a equipe da Gerência de Bibliotecas e Promoção do Livro e Leitura da Fundação, coordenada por Jane Palma, e à Comissão de Avaliação, que selecionou as obras. Boa leitura! Fernando Guerreiro Presidente da Fundação Gregório de Mattos

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Prefeito Bruno Soares Reis Secretária Municipal de Cultura e Turismo Andrea Almeida Mendonça Presidente da FGM Fernando Guerreiro Chefe de Gabinete Patricia Lins Assessora Chefe Viviane Vergasta Ramos Assessor Técnico Plutarco Drummond de Magalhães Neto Gestor do Núcleo de Tecnologia da Informação Clidério Evangelista Bastos Assessora Jurídica Kaiale Santos Araújo Gerente Administrativo-Financeiro Gildete Nascimento Ferreira Diretora de Planejamento e Projetos Culturais Silvia Maria Russo de Oliveira Gerente de Promoção Cultural Felipe Dias Rêgo Gerente de Equipamentos Culturais Chicco Assis Diretora de Patrimônio e Humanidades Milena Luisa da Silva Tavares Gerente de Patrimônio Cultural Vagner José Rocha Santos Gerente de Bibliotecas e Promoção do Livro e Leitura Claudijane Pereira Palma

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Para colorir.

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Para colorir.

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Esconde-esconde Onde estão os animais? No português do Brasil, muitos dos nomes de animais vieram de línguas indígenas. Encontre os dez animais com nome tupi que estão escondidos no meio das letras com medo da onça. Atenção! Eles podem estar na vertical, na horizontal e até de trás para frente.

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Cruzando as palavras Será que você entende de onça tanto quanto o coelho? Preencha os quadrinhos com características e partes do corpo da onça. VERTICAL: 1- O dente canino 2- Os pés e as mãos 3- A unha 4- O nariz 5- O rabo

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HORIZONTAL: 6- A voz 7- A mancha da pele 8- O nome tupi 9- A pele

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Letra por letra Forme o maior número de palavras com as letras das tabelas. Em cada uma delas, as letras formam uma palavra que está no texto. Vamos descobrir? Dica: Se você não tiver certeza se a palavra existe, é só procurar no dicionário.

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Tá sobrando palavra! Identifique qual a palavra que não pertence ao grupo e explique por quê. Atenção: Dependendo do critério que você usar, pode haver mais de uma resposta certa. cágado

jaburu

jabuti

tartaruga

tatu

Resposta 1: A palavra pode ser jaburu, porque é o único animal que não tem casco. Resposta 2: A palavra pode ser cágado, por ser a única palavra com acento agudo ou porque é a única que não tem a letra U.

arara

papagaio

ema

tucano

periquito

onça

gato

coelho

tigre

leão

sagui

gorila

panda

macaco

chimpanzé

coiote

cachorro

raposa

leopardo

lobo

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Muito pelo contrário! Ligue as palavras que têm significados opostos.

grande

curta

forte

encolhida

aberta

inteligente

longa

confiante

esticada

fraco

diferente

lento

burra

fechada

desconfiado atento rápido

pequeno igual distraído

Com as letras em destaque, forme o nome da amiga fina do coelho.

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Palavra em destaque Depois de ter respondido sobre a onça, agora é a vez do coelho. Preencha os quadrinhos horizontais com informações interessantes do mundo dos coelhos. Quando você completar todos os quadrinhos, vai descobrir, na coluna em destaque, o nome de uma comida que os coelhos gostam.

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Palavras embaralhadas Tente desembaralhar as letras formando palavras que estão na nossa história e que correspondem à definição.

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Mensagem secreta Associe os símbolos às letras e decifre a frase que o coelho disse para a Comadre onça.

Página ao lado para colorir.

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Parece mas não é ... Olha a Comadre onça conversando com o bicho-folhagem!

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As duas figuras abaixo parecem iguais, mas não são. Encontre as sete diferenças entre elas!

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Caminhos cruzados Siga o caminho de cada letra e descubra o nome do reino do bicho-folhagem. A

N

Â

I

H

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F

D

O

L

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Olha que desordem! A onça de __________pro ar! O tamanduá com a ___________ de fora! Coloque os desenhos em ordem para ver o que esses dois andam aprontando.

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Jogo das coordenadas Da foto do nosso amigo bicho-folhagem, nós retiramos sete partes. Identifique essas partes, indicando as coordenadas correspondentes à posição de cada parte na imagem.

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Coelho de origami Vamos fazer um coelho de origami, seguindo as instruções abaixo? - Pegue um quadrado de papel e dobre ao meio, na linha horizontal. - No triângulo formado, dobre ao meio, na linha vertical, e desdobre para ficar a marca. - Dobre o papel na altura equivalente a um quinto da altura total do triângulo.

- Dobre as extremidades na linha diagonal, formando um losango “com orelhas”. - Gire o losango ao contrário. - Dobre a ponta superior do losango para trás, deixando as orelhas à mostra.

- Dobre a parte inferior do losango para trás. - Desenhe a carinha, e ele vai ficar igualzinho a nosso amigo coelho!

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O artista é você! Desenhe a comida favorita de cada um dos bichinhos abaixo. Você não sabe do que o jabuti gosta?! Mãos à obra! Pesquise!

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Com a mão na massa! Bolo de cenoura e chocolate Para comemorar mais uma vitória contra a comadre onça, o coelho pediu à mamãe coelha que fizesse seu bolo favorito. Peça para um adulto fazer esse bolo também! Ingredientes: Bolo 3 cenouras 3 ovos 1 xícara (chá) de óleo (de soja ou girassol) 1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar 2 xícaras (chá) de farinha de trigo 1 colher (sopa) de fermento em pó 1 pitada de sal

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Cobertura 1/2 xícara (chá) de chocolate em pó 1/3 de xícara (chá) de açúcar 1 colher rasa (sopa) de manteiga 1/3 de xícara (chá) de leite

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Modo de fazer o bolo: Aqueça o forno a 200°C (temperatura média). Unte uma forma média com manteiga e polvilhe com farinha de trigo, tirando o excesso. Peneire a farinha, o sal e o fermento em uma tigela de tamanho médio. Lave e descasque as cenouras, cortando-as em rodelas. Coloque no liquidificador os ovos, as cenouras, o óleo e o açúcar. Bata por cerca de cinco minutos, para o bolo ficar bem fofinho. Ponha a mistura do liquidificador na tigela com os ingredientes peneirados. Misture devagar até a massa ficar lisa e homogênea. Coloque a massa na assadeira e leve ao forno. Deixe assar por cerca de 25 minutos e abaixe o fogo. Deixe por mais 25 minutos até que asse completamente. Teste o bolo com um palito. Se sair seco, o bolo está pronto. Deixe esfriar por 30 minutos antes de desenformar. Modo de fazer a cobertura: Numa panela pequena, junte o chocolate, o açúcar, a manteiga e o leite. Leve ao fogo médio, mexendo sempre. Quando começar a ferver, deixe mais cinco minutos, sem parar de mexer. Quando começar a desgrudar do fundo da panela, a cobertura está pronta. Distribua a calda quente sobre o bolo desenformado e frio. Deixe esfriar a calda e sirva.

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Jogo de categoria Este jogo também é conhecido como Salada de frutas ou Stop. Ele é muito legal para se jogar em grupo. Como jogar: Cada pessoa ou dupla precisa de um lápis ou caneta e uma folha de papel com as categorias abaixo (ou outras que você quiser criar). - O grupo deve sortear ou escolher uma letra do alfabeto. - Todos devem completar a linha da tabela com palavras que comecem com a letra escolhida. - Quem acabar primeiro diz: stop! E todos devem parar de escrever. Como contar os pontos: 10 - dez pontos para cada palavra sem repetição; 5 - cinco pontos para palavras repetidas; 0 - não recebe pontos quem não conseguiu escrever nada, para palavras que não existam e para palavras escritas com a letra errada. O primeiro está feito para você!

Nome de Característica Nome de Coisa que Parte do animal corpo gruda fruta da onça MACACO

MALHADA

MANGA

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MEL

MÃO

Total 50

T O T A L G E R A L

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É o bicho! Piadas, charadas e adivinhas! • O que é que o coelho tem duas, mas onça só tem uma? • O que é branco com manchas pretas e vermelhas? • Por que a cobra é útil em uma enchente? • O que é pior do que um hipopótamo com sinusite? • Que animal tem cinco patas?

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Respostas das atividades

Cruzando as palavras - p.8

Esconde-esconde - p.7 A M K R A C I R I T A U G A J

U F N O F A O Ç F E J V N R A

Ç N B R J P P A J S U E P E B

A R A R A I A T A A Á A M Á U

S C N O J V L H B R Q D A L R

S A M M A A V S U A F O C O U

U J A X U R O Y T C G Á U T I

T G L M O A Ç U I U P E T R R

A B B O E E R L Z R X R I A I

T A M A N D U Á E A Ç P A M U

C

P

M A L

R

U G

S

R

E

A

A

J

I

R

U

P E

H A

D O A

T

A S

L

F

O

C I

N H

O

A G U A R

Letra por letra - p.9 MACA , COMA , OCA, AMA, CACO, COM, AMO, CAMA MA C A C O FITA, RINHA, FESTA, SAIR, TENSA, FRESTA, FRITA F R E S T I N H A ARTE, ATÉ, SAIA, RATA, GATA, TRAGA, GIRA, ARTISTA E S T R A T É G I A

Tá sobrando palavra - p.11 CADERNO DE EXERCÍCIOS_A HISTÓRIA DO BICHO araraFOLHAGEM.indd 27

papagaio

ema

tucano

periquito

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E S TSAIR, R ATENSA, T É FRESTA, G I A FRITA FITA, RINHA, FESTA, ARTE, ATÉ, SAIA, RATA, GATA, TRAGA, GIRA, ARTISTA F R E S T I N H A E S T R A T É G I A 28ARTE, ATÉ, SAIA, RATA, GATA, TRAGA, GIRA, ARTISTA E sobrando S T R A palavra T É G- p.10 I A Tá Tá sobrando palavra - p.11 Tá sobrando palavra - p.11 arara ema papagaio Tá sobrando palavra p.11 arara ema papagaio

tucano tucano

periquito periquito

tigre tigre tucano

leão leão periquito

Resposta 1: A palavra pode ser ema, porque é o único animal que não voa. Resposta 2: A palavra pode ser periquito, pois é a única palavra que não arara periquito papagaio tucano tem a letra A. palavra Tá sobrando - p.11 ema

onça onça arara

gato gato papagaio

coelho coelho ema

Resposta 1: A palavra pode ser coelho, porque é o único animal que não onça gato tigre leão coelho é felino. macaco sagui 2: A palavra gorila pode ser panda Resposta tigre, pois é a únicachimpanzé palavra que não tem macaco sagui gorila chimpanzé panda a letra O.

onça

gato

coelho

sagui

gorila

panda

tigre

macaco

leão

chimpanzé

raposa lobo coiote cachorro leopardo Resposta panda, porque é o único animal que não raposa lobo coiote 1: A palavra cachorropode ser leopardo macaco chimpanzé saguia espécie gorila panda pertence dos primatas. Resposta 2: A palavra pode ser chimpanzé, pois é a única palavra com raposa lobo coiote leopardo acento agudo. cachorro

raposa

lobo leopardo 26 Resposta 1: A palavra pode ser leopardo, 26 porque é o único animal que não coiote

cachorro

pertence a espécie dos cachorros. Resposta 2: A palavra pode ser coiote, pois é a única palavra que tem a letra I. 26

26

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peque

desconfiado atento

igua

rápido

distra

S Muito pelo contrário - p.11 curta

forte

encolhida

aberta

inteligente

longa

confiante

esticada

B R

diferente

lento

burra

fechada

C O E C N

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igual

R

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distraído A

R

N H O

pequeno

atento

S

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A N C O

fraco

rápido

A 29C

R

Palavra em destaque - p.12 Palavra em destaque - p.13

grande

desconfiado

A

Palavra em destaque - p.13 B R

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Palavras embaralhadas - p.13

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medo inimiga astúcia

medo R T A inimiga astúcia E

raiva besta

raiva besta

confirmar confirmar esperar esperar afastar afastar paradona paradona tarde tarde T A M A N D T A M A

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Mensagem Mensagem secreta secreta - p.15 Mensagem secreta - p.15 O

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30

Parece mas não é! - p. 16-17

Caminhos cruzados - p.17cruzados Caminhos

- p.18

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Olha que desordem! - p.19

A onça de pernas pro ar!

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31

Tamanduá com a língua de fora.

Jogo das coordenadas - p. 20

É o bicho! - p. 26

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Impresso no dia 8 de julho de 2022, na Gráfica JB Ltda, com miolo em papel offset 150g; e editorado com a fonte Segoe UI corpo 14. Tiragem: 1000 exemplares.

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