
”WE ARE TOGETHER DOING SOMETHING THAT CAN REALLY REACH AROUND THE WORLD”
DORIS ALLEN
![]()

”WE ARE TOGETHER DOING SOMETHING THAT CAN REALLY REACH AROUND THE WORLD”
DORIS ALLEN
Parte 2:
Parte 3: Tipo de projetos
Eventos
Outro
Instituições
Parte




Compete-nos a todos encontrar maneiras diferentes de apoiar o desenvolvimento da nossa organização de modo a alcançarmos o sonho da Doris Allen, a mãe fundadora do CISV, e nós acreditamos que o JB Spark seja uma boa aposta para promover os nossos objetivos.
Esta nova abordagem assegura que, enquanto organização, desenvolvemos diferentes meios e recursos para alcançar os Objetivos do Junior Branch Portugal a que nos propomos no nosso Terms of Reference, sendo os seguintes objetivos relevantes para este novo projeto:
Dar a todos a oportunidade de autodesenvolvimento e de leadership skills
Fazer do JB um espaço no qual os JBers se sentem seguros em experimentar e liderar, “o JB é vosso!”
Incentivar novas ideias dos JBers
Encorajar os JBers a tomarem iniciativa na própria comunidade local;
Incentivar JBers a serem facilitators em eventos;
Outros objetivos que, embora não estejam presentes nos TORs, são igualmente importantes:
Fomentar a proatividade entre os nossos voluntários
Introduzir novas abordagens e perspetivas no desenvolvimento dos nossos eventos
Promover projetos de Mosaic de modo a introduzir o “mundo do voluntariado”
Promover projetos de Content de modo a dar a conhecer diversos temas e tópicos relevantes para o mundo atual
Alinhar os nossos eventos e projetos com as necessidades e interesses dos JBers
Tudo o que fazemos na nossa vida tem um porquê, uma razão de ser que nos motiva a agir da forma como agimos. Por isso, antes de planearmos um evento ou uma atividade, é essencial refletir sobre o porquê. Porque é que estamos a fazer este projeto? Que mensagem queremos transmitir?
Este tipo de perguntas permite-nos clarificar o propósito do projeto que estamos a desenvolver. No contexto de equipa, o propósito também permite alinhar todos os membros relativamente ao que é necessário fazer para transformar a ideia em realidade. Além disso, um objetivo bem esclarecido evita trabalho que não corresponde ao objetivo definido e torna a comunicação entre os membros da equipa bastante mais eficaz, orientando o seu planeamento.
Deixamos abaixo outros exemplos de perguntas que consideramos relevantes para garantir um propósito claro quando criamos um projeto:
Porquê este tema em específico?
Qual é a conclusão que quero que as pessoas retirem deste projeto?
Qual é o benefício de trazer este evento ou projeto a jovens adultos?
Que impacto quero deixar nos participantes?
Que problemas ou causas pretendo abordar com este projeto?
Como é que evento ou projeto se alinha com os objetivos do JB Portugal e do CISV?
Como é que este projeto se diferencia de outros já realizados?
No CISV, garantimos que estas áreas estão no centro dos nossos objetivos educativos, sendo assim refletidas nos nossos eventos e programas. As quatro áreas de conteúdo educacional fornecem uma estrutura conceptual que ajuda os participantes e os moderadores a refletir sobre que questões devem ser abordadas num programa ou evento císvico.

Acreditamos que estas quatro áreas ajudam-nos a desenvolver competências como o pensamento crítico e a empatia, sendo a educação para a paz uma ferramenta imprescindível a qualquer indivíduo que vise compreender e enfrentar os desafios do mundo atual de forma produtiva e pragmática.
A educação para a paz também nos ensina certas competências, conhecimentos, atitudes (ASKs) que tornam qualquer pessoa num agente de mudança, ou seja, num cidadão global activo. Apresentamos de seguida alguns exemplos de atitudes, competências e conhecimentos:
a forma como pensamos e nos comportamos
Ter uma mente aberta; Agir com flexibilidade; Estar disposto a incluir pessoas; Assumir a responsabilidade pelas nossas próprias ações e decisões.
as nossas capacidades
Comunicar; Liderar;
Refletir sobre o que aprende e o que vive; Resolver problemas de forma criativa.
Conhecimentos a informação que adquirimos sobre:
Preocupações relativamente à comunidade; Conhecimentos geográficos; Questões ambientais.
É importante notar que um cidadão global activo deve ter consciência sobre si mesmo, sobre as suas ações e sobre o mundo à sua volta.
Awareness
O resultado da reflexão sobre experiências sobre nós mesmos, os outros e a nossa relação com outras pessoas e diferentes contextos.
Exemplo: Tomar consciência de que outra cultura utiliza um utensílio diferente para comer.
Através destes A+ASKs (Awareness+Attitudes, Skills and Knowledges), das quatro Áreas de Conteúdo Educacional e da nossa abordagem educativa, conseguimos desenvolver e espalhar a missão do CISV. As nossas atividades focam-se em temas de todas as áreas de conteúdo, ajudando os participantes e voluntário a desenvolver as competências de um cidaão global ativo.

A parte visível do iceberg representa os aspectos mais evidentes da cultura, aqueles que podem ser facilmente observados. Alguns exemplos incluem:
Língua e escrita; Trajes típicos e símbolos nacionais; Gastronomia;
Arte, música e dança; Comportamentos sociais e costumes culturais.

A parte submersa do iceberg representa os aspectos mais profundos e menos evidentes da cultura, que influenciam a forma como as pessoas pensam e tomam decisões. Entre eles estão:
Valores e crenças;
Percepção de tempo e espaço; Papel da família e da comunidade; Tipos de comunicação;
Expectativas sociais e normas já estabelecidas; Tipo de atitudes.
Os 7Ws são uma ferramenta essencial para o planeamento e a organização de projetos e eventos. Baseados nas perguntas fundamentais do jornalismo e da gestão, esta ferramenta ajuda a estruturar ideias, identificar necessidades e definir estratégias eficazes. Cada "W" representa uma questão que deve ser respondida para garantir clareza e sucesso na execução do projeto.
What? (O quê?)
Define o objetivo do projeto ou evento. O que é que será realizado? Qual é o objetivo principal?
Why? (Porquê?)
Estabelece a justificação e a relevância do projeto. Porque é que é importante? Que problemas é que este problema pretende resolver?
Who? (Quem?)
Identifica as pessoas envolvidas e o público-alvo. Quem são os moderadores? Quem participará? Quem será impactado?
Where? (Onde?)
Estabelece o local onde o projeto será executado. Será presencial ou online? Se for físico, qual o espaço ideal? Se for digital, que ferramenta será utilizada? O local deve ser acessível e adequado ao público.
When? (Quando?)
Define os prazos do projeto. Quando ocorrerá? Qual o tempo necessário para a preparação? A definição de datas e prazos garante organização e evita imprevistos.
How? (Como?)
Explica a execução do projeto ou evento. Como será feito? Que recursos serão necessários? Que estratégias e metodologias serão adotadas? Este ponto ajuda a transformar a ideia em ação.
What If? (E se?)
Considera possíveis cenários e riscos. E se algo não sair como planeado? Quais são os planos alternativos? Antecipar desafios e criar soluções preventivas ajuda a evitar problemas e garante flexibilidade na execução. É bastante importante ter um plano B caso a atividade não corra como planeado.
Ao responder a estas perguntas, evita-se improvisos, garantindo que, num planeamento de um projeto ou evento, todos os aspectos essenciais são considerados. Além disso, esta ferramenta ajuda na comunicação entre o planning group, no alinhamento de expectativas e na identificação de desafios antes que eles ocorram.
Golden Circle
Why? (Porquê?)
Esta é a questão central, a razão pela qual o projeto ou evento existe Qual é o seu propósito principal? Que impacto deve causar nos participantes?
How? (Como?)
O método ou abordagem que será utilizada para atingir o propósito Que estratégias serão aplicadas? Aqui, detalha-se a forma como o evento ou projeto será desenvolvido para alcançar os seus objetivos
What? (O quê?)
O que será feito na prática! O que será realizado, tendo em conta o propósito definido (Why?) e a maneira de chegar a esse propósito (How?)?

Este é um dos instrumentos mais usadas no Junior Branch e no CISV, tanto em Mini-Aldeias, como nos campos internacionais.
Todas as ferramentas descritas são bastante usadas no CISV atualmente. Não são todas que utilizamos nos nossos programas, mas são as principais. Caso estejas mais curioso sobre os métodos que usamos para desenvolver o nosso conteúdo educacional para os programas e atividades que temos, podes consultar este guia: o Big Education Guide.
O que são eventos de content?
Os eventos de content são eventos organizados pela Pasta de Content and Events e têm por base um tema à escolha dos Coordinators ou JBers que tomem a iniciativa para tal. No fundo devem ter como ponto de partida um tema educacional e o objetivo é dar a conhecer aos JBers uma nova realidade ou aprofundar um conhecimento, já por estes adquirido.
Não existe uma receita específica para os eventos de content e estes podem variar e devem moldar-se ao tópico em questão. Podendo ser qualquer coisa, desde um spectrum, uma Popcorn Session ou até uma sessão de pintura, o mais importante é que seja escolhido o meio que melhor alcança o fim em causa.
Em suma, o principal objetivo dos eventos de content é informar os participantes e estimular o pensamento crítico para que possam chegar a conclusões de forma autónoma.
Além disso, vale ainda a pena referir que há eventos específicos anuais que recaem sobre a responsabilidade da pasta de Content and Events como o NWW, o NSW e o NFW.
Mosaic é um modelo inovador de educação para a paz baseado na comunidade e direcionado aos JBers e CISVers de todas as faixas etárias. Um Mosaic pode ser desde um evento pontual a um projeto de longo prazo e são planeados e concretizados através do JB, respondendo às necessidades e interesses locais.
Os projetos de Mosaic têm vários formatos, mas todos envolvem a implementação da abordagem educacional do CISV, tendo objetivos específicos e um conjunto de ferramentas que permitem identificar as necessidades das nossas comunidades. Estes formatos dependem do grupo de voluntários que os prepara e do público alvo que estes pretendem atingir ou recrutar.
Os objetivos de um Mosaic abrangem também, num plano secundário, a introdução ao voluntariado e o crescimento da comunidade císvica, provocando uma reação ao projeto realizado
Alguns destes projetos são elaborados e executados em cooperação com instituições e organizações parceiras - Like Minded Organizations (LMO) - para promover o benefício da comunidade local.
Outros eventos com cariz menos educacional mas também extremamente relevantes para o bom funcionamento do JB são:
Bonding - isto é, eventos de convívio que aumentam o sentido de comunidade e de pertence e que simultaneamente agregam um grupo de participantes mais coeso.
Merch - eventos nos quais a equipa responsável pelo Merchandising do JB se reúne para discutir ideias e novos projetos
Outros eventos espontâneos - um exemplo seria o “Make Art Not War” que foi organizado no mês de outubro de 2023.
Neste evento, um grupo de JBers visitou o Museu de Arte
Contemporânea, em Lisboa, e depois foi para um jardim onde, em pequenos grupos, se expressou ao desenhar, pintar e transmitir as suas ideias através da arte.
O que é uma LMO?
Uma LMO é o que consideramos uma “Like Minded Organization”. Esta pode ser uma Organização Não Governamental (ONG) ou uma instituição e deve ter ideais e objetivos que se alinham com a missão do CISV. Estas são as organizações com as quais trabalhamos e são inúmeras as opções, de modo que será possível consultar alguns exemplos nos próximos tópicos do presente documento.
O contacto com ONGs e instituições para o desenvolvimento de uma possível colaboração ou projeto com o JB Portugal deve ser sempre feito através dos Mosaic coordinators, que recebem formação específica para tal, podendo ser acompanhado pelo JBer que deseja fazê-lo.
Exemplos de colaborações antigas
Foram muitas as LMOs com as quais contactámos nos últimos anos. Aqui estão alguns dos projetos passados e alguns que ocorrem ainda atualmente (2025) e uma breve descrição:
CASA - Centro de Acolhimento ao Sem Abrigo
Neste projeto foram feitas várias dinâmicas. Uma das quais a recolha de bens alimentares, em supermercados, para doar ao CASA e apoiar a sua causa.




Centro Popular de Espie Miranda
Este projeto foi realizado com participantes de Step Up, na faixa etária 14-15, durante o ano. Estes CISVers foram ao lar e centro diurno do CPEM, onde conheceram e estabeleceram uma relação com os seus utentes.



Fundação Oceano Azul


Este foi um evento da Mosaweek em 2023, com a participação de alguns participantes de StepUp (faixa etária 14-15) no qual JB d l O eanário de Lisboa para ouvir uma desenvolvidos seguida de uma nuela.



Tipos de LMOs
Diversidade
Lisbon Project
Café Joyeux
Semear
Quinta Essencia
Espaço T
Desenvolvimento sustentável
Fundação Oceano Azul
DéjàLu
Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
ASPEA
Brigada do Mar
Direitos Humanos
Ajuda de Berço
Banco do Bebé
Comunidade Vida e Paz
Centro de Apoio ao Sem Abrigo (CASA)
Aldeias SOS
AMI
Conflitos e resolução
Escola Básica do Alto do Lumiar
CACR - Centro de Apoio a Crianças Refugiadas
JRS
Portugal com ACNUR
Cruz Vermelha Portugal
*Esta lista serve apenas de exemplo e nunca como limitação das possibilidades de parcerias em Mosaic!
Definir Objetivos

Antes de mais, deve definir-se os objetivos de um projeto, como mencionado no início da Parte 2 deste documento (página 6).
Qual o intuito do mesmo e quais os fins que devem ser atingidos quando o projeto estiver concluído

Plano de Ação
O plano de ação tem como intuito delinear um guia que acompanha todo o processo de criação e desenvolvimento do projeto.
Aqui, deve ser tido em conta:
Definir quem está envolvido no Planning Group Deadlines e datas importantes; Disponibilidade dos JBers e membros da organização parceira (caso esta exista); Estabelecer temas de interesse.
Execução do Evento

Este passo é o mais proveitoso, aqui se vêem os frutos do trabalho e tempo investidos!
É importante assegurar que o material necessário está presente, que os moderadores estão preparados para facilitar o evento e aproveitá-lo ao máximo!

Avaliação e Feedback
Após um evento deve ser recolhido feedback para que possa ser anotado tudo aquilo que correu bem e o que pode ser melhorado para futuros eventos. Para além da avaliação feita pelos participantes , é importante que os moderadores escrevam também feedback acerta do projeto desenvolvido.
Este feedback deve abranger tudo o que está relacionado com a atividade, como a atividade em si, o local, os moderadores, etc... . Para desenvolver uma avaliação útil, poderão consultar a “Parte 6: Avaliação” disponível no presente documento.
No fim, registam-se as conclusões dessa avaliação para que os próximos moderadores tenham acesso às mesmas.
Um Debriefing pode assumir várias formas e moldes. Aqui vão algumas maneiras diferentes de fazer um Debriefing: Debriefings
Em grupo com perguntas - formato de discussão aberta, que pode ou não ser em grupo grande 1.
2. Pequenos grupos são formados e em cada grupo há um responsável com as perguntas que guia o debriefing, o que dá uma sensação de maior intimidade e menos desconforto na partilha.
3. Escrever uma carta para nós próprios, sobre como é que nos sentimos, o que é que aprendemos, o que ganhamos, as nossas reflexões, etc.
4. Mesas de café: diferentes perguntas são discutidas em cada mesa, as pessoas podem andar para qualquer mesa e entrar na discussão livremente. Ou aplica-se um tempo mínimo de permanência em cada mesa - ex: após 4 minutos podem trocar para outra mesa, ou escolher ficar na mesma.
5. “Walk and Talk” andam em grupos de 2 a 3 e discutem a questão colocada, a seguir um determinado período de tempo regressam para receber a próxima pergunta e continuam a sua caminhada em reflexão.
Ao planear uma atividade devemos considerar a forma como será feita a sua avaliação. Seja através de um formulário, mensagem ou conversa direta, é importante recolher informação acerca do que correu bem e o que pode ser melhorado num futuro evento.
É importante que a avaliação seja feita o mais cedo possível para que a memória esteja “fresca” e clara.
Para avaliar um evento, devemos ter abordar dois pontos de vista:
Como moderador:
Quão bem planeada estava a atividade
Que resposta teve o grupo de participantes
O que correu bem
O que pode ser melhorado
Situações particulares
Auto-avaliação
Como participante:
Como foi a moderação
Classificação do interesse do tema abordado
Utilidade da atividade/evento
O que correu bem
Críticas construtivas
Situações particulares
Caso o evento seja desenvolvido em colaboração com uma LMO, é essencial avaliar o sucesso dessa parceria e transmiti-lo à organização em causa.
É também importante saber como dar feedback!
Para que seja construtivo, o feedback deve ser específico, claro e mencionando exemplos das situações descritas; e pensado, escolhendo as palavras certas para comunicar os nossos pareceres sem que seja interpretado de forma “rude”.
Para finalizar, o feedback deve ser registado num formato adequado, para que futuros planeadores possam aceder com facilidade e aplicar o que ficou anotado.
Chegaste à parte mais entusiasmante! Depois de tanta leitura, agora é a altura de por as mãos na massa e desenvolver as tuas ideias de modo a criares um projeto palpável. Este FORMS vai ajudar-te a desenvolver as ideias em papel!
Caso tenhas dúvidas relativamente ao que é suposto escrever em cada secção do formulário que criámos, tens em baixo, dois exemplos de eventos organizados pela JB Board 24/25.
Exemplo de um evento de Content - Aqui Exemplo de um evento de Mosaic - Aqui
Embora os exemplos possam ser uma grande ajuda, caso haja qualquer outra dúvida relativamente a possíveis projetos, não hesites em contactar-nos, através dos nossos Volunteers Cordinators ou através dos NJRs (njr@pt.cisv.org)
Nota: Não existe um período fixo para submeter o formulário, logo, poderás fazê-lo em qualquer altura do ano. É importante notar que o ano císvico começa em setembro e acaba em junho, sendo que fora dessa temporada, os projetos não poderão ser executados.
Agora que já preencheste tudo e submeteste o formulário do JB Spark (relembramos que para ser submetido, tem de ser enviado para o email dos NJRs, njr@pt.cisv.org), estes são os próximos passos que deves tomar conhecimento:
2.
1. Nessa reunião, juntamente com o feedback e potenciais sugestões de melhoria, será proposta uma data (ou várias, dependendo do projeto) para a realização do evento ou projeto;
3.
Duas semanas após a submissão do formulário, os Volunteer Coordinators irão entrar em contacto contigo para marcar uma reunião, seja contigo ou com o teu planning group (se existir);
Dois membros da JB Board ficarão responsáveis por acompanhar o projeto e o seu planeamento;
Estes 3 passos serão ajustados dependendo do projeto em questão. Mãos à obra!














