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Sexta-feira: 09 de Fevereiro de 2018
Onde Mora a Chama da Esperança
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Periodicidade Semanal Director Editorial: Gervásio de Jesus Ano II Edição nº 32 Março 2018 Rua da Concórdia nº 49 – 2º Andar Contactos +258 82 31 00 980; +258 84 55 27 437 Email revistaidolo@idolo.co.mz www.idolo.co.mz
GOVERNO E PRIVADOS FALAM DO AMBIENTE DE NEGÓCIOS
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Política
Nyusi diz que é preciso atacar a corrupção com medidas concretas
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Economia
DAN Moçambique abriu escritórios
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Desporto
UD do Songo quase eliminado e canário em desvantagem
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POLÍTICA
Nyusi diz que é preciso atacar a corrupção com medidas concretas O Presidente da República, que falava no lançamento do Plano Estratégico do Gabinete Central de Combate à Corrupção, afirma que pessoas não são corruptas por serem pobres, mas tornam-se pobres por serem corruptas.
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corrupção constitui uma urgência a combater, considerou o Presidente da República, que exigiu medidas implacáveis na luta contra o fenómeno. Filipe Nyusi lembrou que o Plano Estratégico do Gabinete Central de Combate à Corrupção, ora lançado, não será a solução definitiva para erradicar os actos corruptos. A directora do Gabinete Central de Combate à Corrupção diz que o Plano ora lançado vai reforçar as medidas de prevenção e combate à corrupção, melhorando as leis, promovendo a denúncia e envolvendo vá-
rias instituições no combate aos actos corruptos. Lembre-se, a corrupção lesou o Estado moçambicano em perto de 500 milhões de meticais no ano passado. O Plano Estratégico de Combate à Corrupção está orçado em mais de 500 milhões
de meticais, sendo a União Europeia um dos financiadores. Entretanto esta organização diz que tem um pacote global de 700 milhões de meticais, mas exige transparência. O Plano Estratégico do Gabinete Central de Combate à Corrupção tem a duração de cinco anos, isto é, de 2018 a 2022
Calisto Cossa empossa novos dirigentes municipais Foram nesta semana empossados novos dirigentes no Conselho Municipal da Matola. Com efeito, através de despachos separados, o edil Calisto Cossa exonerou: Paula Jacude, do cargo de Vereadora de Saúde, Acção Social e Sociedade Civil; Verónica Nhabombe, do cargo de Chefe do Posto Administrativo do Infulene; Salmina Machel, do cargo de Chefe do Posto Administrativo da Matola-Sede; Anastácia Quitane, do cargo de Chefe do Posto Administrativo da Machava; e Paulina da Glória Chaúque, do cargo de Directora do Departamento da Juventude e Desporto. Foram nomeados e empossados: Verónica Mate Nhabombe, para o cargo de Vereadora de Saúde, Acção Social e Sociedade Civil; Salmina Machel, para o cargo de Chefe do Posto Administrativo da Machava; Paula Jacude, para o cargo de Chefe do Posto Administrativo do Infulene; João
Carlos Nhambe, para o cargo de Chefe do Posto Administrativo da Matola Sede; Paulina da Gloria Chaúque, para o cargo de di-
rector de Departamento da Cultura, e Isac Mathe, para o cargo de director do Departamento da Juventude e Desporto
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African Parks vai investir USD oito milhões no Bazaruto A African Parks, uma organização não-governamental sediada na África do Sul, e que se dedica à conservação da biodiversidade, vai investir, nos próximos cinco anos, oito milhões de dólares para a restauração do Parque Nacional do Arquipélago do Bazaruto, na província de Inhambane.
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Administração Nacional das Áreas de Conservação indica que está em curso o desenho do projecto de restauração, que inclui a construção de postos de fiscalização, reabilitação da
sede do parque na ilha de Bazaruto, bem como o melhoramento do sistema de cobrança de receitas. O investimento resulta de um acordo
assinado no ano passado entre o Governo moçambicano, e a African Parks visando a co-gestão do Parque Nacional do Arquipélago do Bazaruto
Governo prorroga prazo de concessão do porto da Beira O governo aprovou a prorrogação pelo prazo de 10 anos da concessão de gestão do porto da Beira, na província de Sofala, à Cornelder de Moçambique, anunciou em Maputo a porta-voz do Conselho de Ministros. Ana Comoana disse que a aprovação decidida pelo Conselho de Ministros inclui a recomendação de que a empresa concessionária realize os investimentos necessários para que seja aumentada a capacidade de processamento dos terminais de contentores e propósitos múltiplos no porto da capital daquela província. “Espera-se que com os investimentos a serem realizados pela concessionária o porto da Beira possa aumentar a carga processada de e para os países da região sem acesso directo ao mar e contribuir ainda para o aparecimento de novas linhas de navegação”, disse Ana Comoana. Em última análise, de acordo com Ana Comoana, a extensão do período de concessão e os investimentos esperados deverão permitir que o porto da Beira viabilize e rentabilize os investimentos públicos na zona, con-
cretamente a recuperação e ampliação da Estrada Nacional Número 6 (EN6) e o plano de restauração da linha férrea de Machipanda. A porta-voz adiantou que os termos e condições da extensão da concessão e o montante de investimentos a realizar serão ainda negociados entre o governo e a con-
cessionária. O actual contrato de concessão da gestão daquele porto foi assinado em 1998 e é valido por 25 anos, cessando deste modo em 2023. A Cornelder de Moçambique é uma parceria público-privada entre a estatal Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique e o grupo Cornelder Holding dos Países Baixos
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Governo e Privados falam do ambiente de negócios
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Presidente da República, Filipe Nyusi, dirige na próxima segunda-feira, a XV Conferencia Anual do Sector Privado (CASP), no Centro de Conferência Joaquim Chissano. Trata-se de uma plataforma que representa o nível mais alto do Diálogo Público-Privado que tem por objectivo avaliar o progresso das reformas, discutir estratégias e oportunidades para desenvolver o sector privado e avaliar o ambiente de negócio no país e os aspectos críticos para acelerar o crescimento económico. A conferência será subordinada ao lema _“Ambiente de Negócios em Moçambique: Quadro Regulatório e Papel dos Actores Relevantes”_, e conta com a participação de 700 participantes. Durante a CASP, será assinado um Memorando de Entendimento entre a CTA, APIEX e Mcnet, para o desenvolvimento da Plataforma SPX, um programa de desenvolvimento e preparação das PME através de capacitação e certificação com vista a torna-las mais competitivas.
Conferência debate investigação científica Moçambique tem vindo a dar passos significativos rumo à construção de um melhor ambiente para o desenvolvimento da investigação científica, tecnológica e inovação. Moçambique tem vindo a dar passos significativos rumo à construção de um melhor ambiente para o desenvolvimento da investigação científica, tecnológica e inovação. O almejado crescimento, alcançado nos últimos anos, resulta em grande medida da aposta do Governo na promoção da ciência e transferência de tecnologia por constituírem factores catalisadores do crescimento e desenvolvimento socioeconómico do país, segundo avançou Celso Laíce, Secretário Permanente do Ministério da Ciência e Tecnologia Ensino Superior e Técnico Profissional, falando na abertura da conferência científica luso-moçambicana, realizada em Maputo. A conferência cientifica luso-moçambicano constitui uma plataforma para, entre outros aspectos, debater e monitorar o estágio do desenvolvimento da investigação científica tanto em Moçambique, quanto em Portugal, em áreas como Saúde, Recursos Minerais, Energia, Sociologia, Ciências Jurídicas e Economia. Na senda, Laice mencionou a aprovação
da Política de Ciência e Tecnologia (PCT), a Lei das Telecomunicações, a Estratégia do Governo Electrónico de Moçambique, a Lei das Transacções Electrónicas, a criação do Fundo Nacional de Investigação (FNI) e a atribuição de Bolsas de Estudos para Docentes e Investigadores, como alguns dos notáveis exemplos tendentes a promover um melhor ambiente para o desenvolvimento da investigação. “Com iniciativas acima mencionadas, o Governo pretende que a Ciência, Tecnologia e Inovação contribuam de modo mais determinante na promoção da prosperidade nacional e melhoria das condições de vida dos moçambicanos”, avançou. Para o alcance destes objectivos, Laice considera haver necessidade de os esforços de investigação serem orientados para a solução dos principais desafios de desenvolvimento nacional. Porém, uma das questões mais canden-
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tes no campo da ciência e tecnologia tem a ver com os mecanismos de acesso aos fundos para a investigação, pelo que o Governo criou o FNI, com vista a proporcionar o melhor funcionamento do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação, no que concerne ao financiamento de projectos e acções no domínio da investigação e inovação tecnológica Refira-se que a Conferência Científica Luso-Moçambicano resulta da implementação do Memorando de Entendimento entre o Fundo Nacional de Investigação (FNI) de Moçambique e a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) de Portugal, assinado em Maio de 2017, cujo objectivo é criar uma rede de comunicação entre os investigadores de ambos os países em diferentes áreas, visando uma colaboração mútua, identificação de actividades de implementação conjunta e elevação da qualidade dos resultados de pesquisa nos dois países
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DAN Moçambique abriu escritórios
O objectivo é revolucionar o mercado das agências de comunicação.
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Dentsu Aegis Network Moçambique anunciou esta 5ª feira, dia 1 de Março, a inauguração oficial do seu escritório em Maputo, Moçambique. Esta abertura decorre do plano de expansão da multinacional para o continente Africano e de uma joint-venture com o grupo The Number Seven, holding que detém, entre outras empresas a agência de publicidade Ogilvy Moçambique, no mercado local há mais de 21 anos, o estúdio de produção de conteúdos digitais WAAU, uma participação no estúdio de som de renome Ekaya e, internacionalmente, a Sunshine Brand Design em Cape Town, Lisboa, Nairobi e Genebra. Com origem do Japão, a Dentsu Aegis Network está firmada em 145 países, espalhados por 5 continentes, com aproximadamente 40 mil funcionários. Somando já um investimento de mais de 300 milhões de dólares no mercado africano no último ano, esta é também a empresa multinacional que actualmente tem o crescimento orgânico mais rápido em África no mercado publicitário. Dawn Rowlands, Directora Executiva da Rede Dentsu Aegis na África Subsaariana, disse: “Este investimento da Rede Dentsu Aegis em Moçambique, baseia-se na nossa crença no mercado moçambicano e no know-how do grupo The Number Seven, que não só detém marcas que se encontram no terreno há mais de 21 anos, como tem uma
equipa multidisciplinar que nos permitirá implementar um modelo operacional único, suportado por centros de expertize integrados e com ferramentas muito inovadoras para o mer-
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cado.” O foco principal desta agência de comunicação será assim ajudar os clientes e marcas locais a desenvolver estratégias de comunicação integradas que coloquem o negócio e a optimização do investimento a caminhar lado a lado com boas ideias. Por seu lado, o Fundador e PCA do Grupo The Number Seven, João dos Santos, acrescentou: “Acreditamos que o investimento conjunto destas duas empresas, deve ser entendido como um sinal de confiança no país e é uma fonte de orgulho para todos nós, já que é a primeira vez que uma multinacional de publicidade desta dimensão investe com capital no nosso país.” Cátia de Sousa, Directora Geral da DAN Mozambique, resumiu assim este momento declarando no lançamento que “a DAN marca o início de uma
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nova era na comunicação e marketing em Moçambique, já que traz um nova abordagem com pleno acesso a ferramentas, a produtos especializados em áreas como o digital ou a publicidade Out Of Home (OHH) que “obrigarão” o mercado a dar um salto em frente, a profissionalizar-se e evoluir para onde muitos dos outros mercados africanos já estão a caminhar.” Embora só agora a DAN Moçambique tenha oficializado a sua abertura, já conta com grandes empresas e marcas como clientes como as Cervejas de Moçambique, o Barclays, a PeP, a Colgate, entre outras.
Recuperação do Moza Banco distinguida pela “Banker Africa” O Moza Banco acaba de ser distinguido pela prestigiada publicação de especialidade na área financeira, a Banker Africa, com o prémio “Most Improved Bank”, no âmbito dos Southern Africa banking Awards 2018.
O prémio foi atribuído após uma criteriosa avaliação, realizada por um júri que integrava individualidades da indústria dos serviços financeiros, que destacaram a rápida e consistente recuperação do Moza Banco registada ao longo do ano passado. Segundo o CEO da CPI Financial, (proprietária da Banker Africa), Tony Long, o Moza Banco sobressaiu nesta categoria por conta da acentuada recuperação dos seus indicadores financeiros e prudenciais, sustentado por uma estratégia eficaz de recapitalização. “A eleição do Moza Banco nos Southern Africa Awards 2018,reflecte as melhorias assinaláveis que o Banco vem registando desde meados de 2017. A instituição concretizou com êxito a recapitalização e melhorou os seus indicadores, e os votantes provavelmente levaram tudo isso em consideração permitindo ao Moza
Banco arrebatar este award”. Para o Presidente do Conselho de Administração do Moza Banco, João Figueiredo, “este prémio espelha o sucesso da estratégia de recapitalização do Moza, que viria a culminar com o saneamento financeiro da instituição e a entrada no capital por parte da Sociedade Gestora do Fundo de Pensões dos Trabalhadores do Banco de Moçambique – Kuhanha, tendo sido ainda determinante o enorme empenho, dedicação e espírito de sacrifício dos
colaboradores e quadros do Banco, que tem vindo a trabalhar incansavelmente para recolocar o Moza como referência no panorama financeiro nacional. O prémio representa igualmente a confiança dos nossos clientes, demais parceiros e do mercado em geral, que nunca deixaram de acreditar no Moza e na sua capacidade de resiliência, mesmo nos momentos mais difíceis. Quero por isso dedicar este prémio a todos os nossos stakeholders, finalizou
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Pacheco diz que há entendimento para pagamento da dívida do VTB
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Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação garantiu que o governo moçambicano e o banco russo VTB chegaram a “entendimento sobre como sanar a dívida”. “Esteve cá o director-geral do banco russo (VTB) que trabalhou com os sectores pertinentes nesta área e há um entendimento sobre como sanar a dívida. É uma questão técnica que está a ser trabalhada a nível dos pelouros responsáveis por seguir este processo”, disse José Pacheco, na conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo russo, Serguei Lavrov.
O VTB é um dos bancos (outro é o Credit Suisse) que financiou, com o aval do Estado, as três empresas do sector securitário criadas em 2013 e 2014. O banco russo financiou a MAM (Mozambique Asset Management) com 535 milhões de dólares; a Ematum com 350 milhões de dólares; e a ProIndicus com 118 milhões de dólares. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia esteve em Maputo nesta quarta-feira para uma curta visita de trabalho. Serguei Lavrov reuniu com o seu homólogo moçambicano, José Pacheco, e mais tarde foi recebido pelo Presidente da República, Filipe Nyusi
Destino Moçambicano promovido em Lisboa Teve lugar em Lisboa, Portugal, no dia 06 de Março de 2018, o Seminário de Promoção do Destino Moçambique O evento, que estava enquadrado na estratégia de melhoria e desenvolvimento do turismo nacional, contou com vários participantes com destaque o Ministro da Cultura e Turismo Silva Dunduro, o Presidente da AVITUM, Noor Momad, entre outras figuras de destaque. As agências de viagens representadas pela AVITUM tiveram um papel nuclear na promoção do nosso destino e firmaram o compromisso de facilitar e apoiar a todos que tenham Moçambique como destino turístico preferencial
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BOLSA DE VALORES DE MOÇAMBIQUE
UM INSTRUMENTO DINAMIZADOR DO SISTEMA FINANCEIRO E DO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO
Gabinete de Apoio às Empresas e Investidores Endereço: Av. 25 de Setembro, 1230, 5° andar, Bloco 5 Maputo - Moçambique | Website: www.bvm.co.mz
Fixo: +258 21 308 826/7/8 Cell: +258 84 301 4910 / 82 300 7140 Caixa Postal n° 4773
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Empresas de construção estão a falir
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sector da construção civil está numa fase crítica devido a redução de investimento em infra-estruturas. A situação é, na verdade, causada pela actual crise económica, num contexto em que o Estado, maior cliente, por falta de capacidade orçamental, reduziu os investimentos em obras e tem dívidas acumuladas para com as empresas do sector. Além de enfraquecer a capacidade financeira, algumas empresas fecharam às portas e outras estão na iminência. A informação veio a publico durante a reflexão sobre o estágio da indústria de construção, realizada recentemente em Maputo. Segundo o Nelson Muianga, presidente do pelouro de construção civil, com subida dos custos de capital, empréstimos, depreciação da moeda, o sector da construção civil entrou em crise e decresceu 4.3%, por conseguinte. São contabilizadas pelo menos 40% das empresas que estão em falência total. “Isto tem que ser revertido com programas concretos, mas precisamos de tomar medidas de política
económica para sua recuperação”, acrescentou. Face as diversas situações do mercado, as empresas propõem a criação de um conselho nacional de construção civil, que possa servir como órgão consultivo para debater problemas de qualidade, tecnologia e preço para melhorar
o cenário, e englobar em miscelânea as diversas instituições. Outro aspecto que preocupa aquele grupo de actividade tem a ver com aprovação e implementação da Lei de Conteúdo Local para garantir que o Estado dê primazia as empresas nacionais na execução de obras públicas
SOCIEDADE
Ritmo de abate de elefantes em Moçambique ameaça espécie - alertam autoridades
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ritmo de abate ilegal de elefantes em Moçambique está a ameaçar a reprodução da espécie, disse em entrevista à Lusa, Carlos Lopes, director de Protecção e Fiscalização da Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC). “Continuamos a perder elefantes a um ritmo que, se não for radicalmente alterado, vai conduzir à extinção ou, pelo menos, à inviabilidade das populações desta espécie”, referiu Carlos Lopes. Apesar de ser um dos animais mais emblemáticos dos espaços naturais do país, o elefante está também entre os mais ameaçados. Este ano será decisivo no diagnóstico da espécie em Moçambique, dado que a ANAC se prepara para realizar o terceiro censo de elefantes do país. Dados da ANAC indicam que, desde 2009, o país perdeu pelo menos dez mil elefantes e, só na Reserva do Niassa, a maior área protegida do país, o número total desta passou de 12.000 para 4.400 em três anos (entre 2011 e 2014). Trata-se de uma redução de 60% como resultado da acção de caçadores furtivos. “Estamos perante uma acção concertada de crime organizado e, depois das crises anteriores de abate de elefante da década de 1980, voltamos a fazer o mesmo hoje”, acrescentou o director de Protecção e Fiscalização da ANAC. A estratégia para preservação tem residido numa aposta em parcerias internacionais, um modelo que, segundo o director-geral da ANAC, Bartolomeu Soto, começa a surtir efeito, tendo em conta que alguns dos aliados são também destino do marfim extraídos dos animais, nomeadamente
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China e Vietname. “Nós estimávamos em 2009 que o país perdia anualmente cerca de mil elefantes” e em 2017 “morreram apenas 188”, disse Bartolomeu Soto, observando, no entanto, que, apesar da redução, a situação não deixa de ser preocupante. A falta de meios humanos e materiais para a fiscalização das extensas áreas de conservação do país é apontada como o principal obstáculo na preservação do elefante. “Nós temos hoje, em média, um fiscal para 315 quilómetros quadrados”, referiu Carlos Lopes. Ou seja, procurando um termo de comparação em Portugal, é o mesmo que ter três vigilantes para uma área equivalente à do Parque Natural da Serra da Estrela. A medida ideal “devia ser de um fiscal para 50 quilómetros quadrados”, acrescentou, sendo que as áreas de conservação em Moçambique ocupam de 25% do território. A ANAC está a preparar este ano a realização do terceiro censo de elefantes. Os últimos relatórios indicam que o país perdeu, entre 2011 e 2016, 48% da população de elefantes e corria o risco de ser banido do comércio internacional de derivados da espécie, devido à falta de clareza na gestão dos animais. No ano passado, no total, as autoridades moçambicanas prenderam 2.400 pessoas suspeitas de envolvimento na caça ilegal de animais
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Chababe oferece enxoval ao 1º bebé nascido no dia 8 de Março No âmbito das comemorações do dia Internacional da Mulher, o esposo da chefe do executivo de Sofala, Amade Chababe, ofereceu, hoje no Centro de Saúde da Munhava, ao bebé de uma parturiente de nome, Marta Elídio, de 35 anos, residente no bairro do Esturro, Cidade da Beira.
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o seu breve contacto com Jornalistas, o papá Amade Chababe, sublinhou de que o acto de presentear ao rapaz que hoje veio ao Mundo com 2.790 kgrs de peso, significa a demonstração do carinho. Já chamado a se pronunciar sobre o 8 de Março, Chababe, reforçou o seu apelo às Mulheres no sentido de não usarem o óleo de cozinha para queimar os seus
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maridos, e aos homens a acarinhar às suas amadas esposas. “As mulheres estão a evoluir em todas as esperas e isso temos que acreditar
porque todos vemos em termos científicos empreendedorismo e não é uma competição e é necessário o apoio em cada dia”, vincou o papá da província
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“Afrotaças”
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UD do Songo quase eliminado e canário em desvantagem Depois da derrota sofrida, no Estádio Nacional do Zimpeto, por 1-0, o Costa do Sol joga este fimde-semana com Cape Town City, em desafio da 2ª mão da segunda eliminatória de acesso a fase de grupos da Taça CAF.
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jogo da primeira mão, com Cape Town City, disputado esta quarta-feira, em Maputo, foi marcado por avanços e retracções por parte do Costa do Sol que, apesar de encaixar perfeitamente a bola, não conseguiu atravessar os postes da baliza sul-africana. Diga-se que os “canarinhos” entraram mal na primeira parte, com uma equipa que suscitou desconforto e muitas dúvidas aos adeptos, porque os sete jogadores que fazem a “espinha dorsal”, incluindo os avançados Isac e Terrence estavam no banco. Já os sul-africanos, tentavam responder à medida dos ataques, o que se tornou efectivo com a primeira substituição que colocou o internacional moçambicano Edmilson em campo. Aliás, Edmilson não tardou em mostrar seu “apetite” pelo golo, só que Guirrugo fez bom trabalho e inviabilizou o golo. Assim, foi-se ao intervalo sem abertura de contagem. Aliás, o intervalo foi oportunidade para os adeptos “canarinhos” vaiarem o treinador Leonardo Costa, pelo onze-inicial apresentado. Eis, que na segunda parte Isac e Terence entraram em cena e animaram o jogo com cruzamentos, até perfeitos, mas sem continuidade. O Cape Town City, apesar de pouco domínio de bola, abriu o marcador (1-0) e assim garantiu vantagem para a 2ª mão da segunda eliminatória de acesso a fase de grupos da Taça Nelson Mandela. Na mesma senda, a União Desportiva do Songo perdeu com o TP Mazembe da República Democrática do Congo, por 4-0, para o acesso a fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos. Razão para dizer que as equipas nacionais não entraram da melhor maneira nas afrotaças
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Bacalhau a Zé do Pipo a Milou Ingredientes:
4 postas de lombo de bacalhau 2 cebolas grandes Farinha de trigo qb 3 dentes grandes de alho Azeite qb para fritar 1 frasco de 200 grs de maionese Pimenta branca qb
750 grs de puré de batata
Preparação
Depois do bacalhau demolhado e escorrido, passe os lombos em farinha e frite em azeite até alourar um pouco. Disponha num refractário e reserve. No azeite, aloure ligeiramente as cebolas cortadas as rodelas,
os alhos laminados e junte o louro. Misture pimenta para melhorar o sabor e rectifique o sal. Deite por cima dos lombos. Passe bastante maionese por cima do preparado, espalhando bem. A volta, decore com puré de batata e leve ao forno até alourar. Sirva com salada a gosto
Bolo Rei Ingredientes:
150 g açúcar 750 g farinha 1 fava seca 30 g fermento de padeiro 175 g mistura de frutas cristalizadas 250 g mistura de frutos secos qb raspa de laranja qb raspa de limão 150 g margarina 1 c. de sobremesa sal 4 ovos M 1 dl vinho do Porto 1 ovo 50 g açúcar em pó
Modo de preparar:
Começe por picar as frutas cristalizadas e os frutos secos, tendo o cuidado de deixar de lado alguns para decorar o bolo. Misture tudo e deixe a macerar com o vinho do Porto.
Coscorões
Dissolva o fermento de padeiro em 1 dl de água morna, junte-lhe uma chávena de farinha, misture bem, tape com um pano e deixe levedar em lugar quente durante 15 minutos. 3. Bata a margarina com o açúcar, as raspas de limão e laranja, junte os ovos, batendo um a um, e o fermento. Quando tudo estiver bem ligado, adicione o resto da farinha e o sal, amassando até que a mistura fique elástica e macia. Junte as frutas e volte a amassar. Molde a massa em forma de bola, polvilhe-a
500 gr de farinha 3 ovos Raspa de laranja 50 gr de açúcar 50 gr de manteiga 50 gr de aguardente Água e sal q.b.
Modo de preparar:
Misturar bem o açúcar com a manteiga. Adicionar os ovos, a aguardente,
a farinha e o sal e amassar muito bem. Adicionar água se necessário e amassar até obter uma massa lisa e elástica. Deixar repousar durante, pelo menos, uma hora. Tender rectângulos com o auxílio do rolo, numa espessura de 2 milímetros. Fazer três cortes no meio. Fritar em óleo e passar por açúcar e canela
com farinha e tape-a com um pano, deixando levedar durante 3 horas ou até duplicar de volume. Coloque a massa num tabuleiro e faça um buraco no meio. Introduza na massa um brinde à escolha (bem embrulhado em papel vegetal) e uma fava, deixando levedar mais 1 hora. Pré -aqueça o forno a 180º C. Pincele o bolo com a gema de ovo batida e enfeite toda a superfície com as restantes frutas cristalizadas e frutos secos. Espalhe o açúcar em pó em 4 montinhos por cima do bolo e leve ao forno durante 35 a 45 minutos
Sonhos de natal Ingredientes:
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CULINÁRIA
3 dl de leite 1,5 dl de óleo 1 casca de limão Uma pitada de sal fino 250 grs de farinha 6 ovos grandes Óleo qb para fritar Açúcar qb para polvilhar Canela em pó qb
Modo de preparar:
Ferva o leite com o óleo, a casaca de limão e o sal. E de uma vez só adicione a farinha e, com uma colher de pau, misture até que a massa se descole do recipiente. Depois de arrefecer, acrescente os ovos inteiros, um
a um. Mexa bem. Na frigideira, já com o óleo quente, coloque colheradas de massa, fritando de ambos os lados. Retire e escorra. Polvilhe com açúcar e canela se desejar