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Sexta-feira: 09 de Fevereiro de 2018

Onde Mora a Chama da Esperança

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N°41

Periodicidade Semanal Director Editorial: Gervásio de Jesus Ano II Edição nº 41 11 de Maio 2018 Rua da Concórdia nº 41 – 2º Andar Contactos +258 84 57 45 041; +258 84 55 27 437 Email revistaidolo@idolo.co.mz www.idolo.co.mz

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Política

Orgulho-me pelo empenho engajamento da mulher

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TELEVISÃO POR SATÉLITE PARA FAMÍLIAS RURAIS Xembha e actuam Velhas glória uma no hotel Rov

r o i n ú j r u t r A o” n a c i r f A “ o n do judo

Economia

FEMOTUR e ADI unem-se para impulsionar turismo

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Sociedade

ANE investe 80 milhões na reabilitação de estradas


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Ícones da Terra

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Biografia de Quessenais Matsombe

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uessanias Jeremias Matsombe é um empresário e gestor humilde, activo e experiente. É formado em Gestão e Administração de Empresas. Teve uma passagem notável durante 20 anos (1977-1997) na administração da petrolífera multinacional britânica British Petroleum, desempenhando várias funções entre as quais as de Director Comercial e Marketing, por um período de cinco anos. Antes da BP, Quessanias trabalhou no Laboratório de Engenharia de Moçambique. Foi igualmente, em regime de tempo parcial, professor nas escolas secundárias da Maxaquene e Francisco Manyanga.

Em 1997 deixou a BP e iniciou uma carreira empresarial na área do Turismo. Lançou o projecto turístico HUMULA, na praia do Bilene, província de Gaza, começando por construir três casas, com apoio do então BPD – Banco Popular de Desenvolvimento. Mais tarde e, desta feita, com apoio do BCM, mais tarde BIM, construiu mais infra-estruturas, nomeadamente diversos tipos de quartos num total de 60, para além de restaurante, salas para conferência, piscina, entre outras. Em 2005, em parceria com o INSS, iniciou a operação do Hotel Xisaka, sito na Vila da Namaacha, em regime de cessão de exploração, com duração de 15 anos. Em 2008, com apoio financeiro do BCI, iniciou a construção, na Praia do Bilene, de um dos melhores e luxuosos Resorts do País- o HUMULA BEACH RESORT – também conhecido por HUMULA II, com capacidade de 100 camas, restaurante, salas de conferências, entre outras infra -estruturas. O empreendimento foi oficialmente inaugurado no dia 27/5/2014.

PERCURSO NO ASSOCIATIVISMO Membro-fundador da Associação de Hotéis do Sul de Moçambique formalmente constituída em 2002, da qual se tornou seu primeiro Presidente. Foi reconduzido a Presidente desta Associação por mais dois sucessivos mandatos. Em 2003, na qualidade de Presidente da Associação de Hotéis de Sul de Moçambique, presidiu, por três anos, o “pelouro” do Turismo na CTA. No mesmo período e, em representação da CTA, tornou-se Administrador do Fundo Nacional de Turismo. Em 2006 foi eleito Vice-Presidente do Conselho Fiscal da CTA para um mandato de três (3) anos. Durante dois (2) anos palmilha o País todo, organizando as Associações Provinciais de Hotelaria e Turismo com vista à criação da Federação Moçambicana de Turismo e Hotelaria-FEMOTUR, para a qual foi eleito Presidente, em 2010, e reconduzido, em 2014, para mais um mandato de quatro (4) anos. A FEMOTUR congrega 12 membros, nomeadamente: Associação de Turismo e Hotelaria de Cabo Delgado; Associação de Turismo e Hotelaria do Niassa; Associação de Turismo e Hotelaria de Nampula; Associação de Regional de Hotelaria e Turismo do Norte de Moçambique; Associação de Turismo e Hotelaria Coutadas de Tete; Associação de Turismo e Hotelaria de Manica; Associação de Turismo e Hotelaria de Inhambane; Associação de Turismo e Hotelaria de Gaza; Associação de Hotéis do Sul de Moçambique; Asso-

ciação de Associação das Agências de Viagens e Turismo de Moçambique; Associação Moçambicana de Operadores de Safaris; Associação Nacional de Animadores Turísticos Entretanto, na qualidade de Presidente da FEMOTUR, em 2010, foi eleito Vice-Presidente do Conselho Directivo da CTA, função da qual demitiu-se em 2011. Em 2014, foi eleito Presidente do Conselho Fiscal da CTA cujo mandato termina em Maio de 2017. Na XII sessão ordinária da Assembleia Geral da Associação de Hotéis do Sul de Moçambique, que teve lugar no dia 24/5/2014, foi atribuído ao ora candidato o título de Presidente Honorário desta associação, em reconhecimento aos préstimos dados por este para o seu crescimento. Na qualidade de Presidente da FEMOTUR, juntamente com os colegas do sector, tem liderado e estimulado o diálogo público-privado com vista a procura de soluções para os problemas que afectam o desenvolvimento do turismo em Moçambique. Foi neste âmbito que no dia 7 de Dezembro de 2016 a FEMOTUR, sob liderança de seu Presidente, conduziu a delegação do Sector privado de Turismo ao encontro que teve lugar na Presidência da Republica, em Maputo, promovido por S.Excia Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, o qual determinou a alteração da legislação sobre a concessão de vistos e uma nova abordagem sobre a ideia de encerramento de alguns aeroportos ao tráfego internacional.


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EDITORIAL

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Currículos dogmáticos à evolução cognitiva dos alunos

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ão temos dúvidas que o sistema educativo moçambicano está assente em bases totalmente erradas. A política e a estratégia estão desajustadas no contexto actual pedagógico, económico, social e cultural da sociedade moçambicana. Mesmo recorrendo aos ditames de consagrados filósofos, como Jean Piaget e Paulo Freire, que fazem uma abordagem exaustiva sobre os processos educativos da criança, não acreditamos que Moçambique possa estar preparado para adequar certas matrizes científicas no seu improvisado sistema. Continuamos a assistir impávidos e serenos a erros de dimensionamento da realidade nativa, sobretudo quando procuramos inventar e reinventar pilares para alicerçar a qualidade do ensino-aprendizagem, porque sempre ignorarmos aspectos básicos que, a serem observados à lupa, ajudariam na edificação de um sistema educacional mais claro, objectivo e efectivo. Ignoramos que a educação se articula a diferentes dimensões e espaços da vida social, sendo elemento constitutivo e constituinte das relações sociais mais amplas. É lesivo para a sociedade quando altos dirigentes da Educação vêm a terreiro atribuir culpas apenas aos alunos, pais e encarregados de educação pelas reprovações em massa, como por exemplo, as que se registaram no país em 2015, eximindo-se assim das suas responsabilidades. Os currículos escolares

são muitas vezes pensados e introduzidos sem uma previa avaliação, pesquisa e/ou consulta da realidade prevalecente. Aplicam-se decisões administrativas, ou melhor currículos dogmáticos e atentórios à evolução cognitiva dos alunos, na sua maioria despreparados para situações de choques académicos. Essa preparação deveria provir da base ou seja do ensino primário. É deprimente e repudiante para uma criança de 10 e 12 anos, do Ensino Primário do 1º Grau, gerir dez cadeiras curriculares durante três trimestres (Português, Ciências Sociais, Ciências Naturais, Matemática, Educação Musical, Ofícios, Educação Moral e Cívica, Educação Visual, Inglês e Educação Física), com agravante de ter professores despreparados e/ou não especializados para determinadas disciplinas. Situação idêntica verifica-se também no Ensino Secundário Geral, onde adolescentes dos 12 a 16 anos de idades sujeitam-se a assimilação, acomodação e adaptação de catorze (13) disciplinas, nomeadamente Português, Matemática, Geografia, Química, Física, Agro-pecuária, Noções a Empreendedorismo, Francês, Biologia, Inglês, Desenho, História e Educação Física. Ridículo ainda é o facto de Inglês ser disciplina nuclear e uma das três determinantes para a passagem do aluno no exame, num país cuja língua oficial é o português. Em condições normais, o Inglês deveria ser uma disciplina extracurricular. É em nossa opinião

Gervásio de Jesus

absurdo e repugnante a adopção de medidas mal pensadas que atrofiam todo processo de educativo. É imoral, senão mesmo criminoso, apinhar 60 crianças em cada sala de aulas e embuti-las com nove a treze disciplinas, com professores incapacitados de transmitir, com correcção e qualidade pedagógica desejadas, conteúdos de ensino -aprendizagem. Urge repensar sem emoção no tipo de ensino-aprendizagem que se pretende seja dinâmico, abrangente e produtivo para Moçambique. Há determinantes educativas que não podem ser descuradas como, por exemplo, à análise de sistemas e unidades escolares, bem como ao processo de organização e gestão do trabalho escolar, que implica questões como condições de trabalho, processos de gestão da escola, dinâmica curricular, formação e contínua profissionalização docente. Nunca se deve esquecer que os processos educativos e os resultados escolares, em termos de uma aprendizagem mais significativa, resultam de acções concretas. Temos para nós que o sucesso escolar dos estudantes está intrinsecamente ligado a qualidade do ambiente escolar e das instalações. Assim sendo, impõese, em última análise, seleccionar os melhores professores, cuidar da sua formação e preparar grandes gestores, que não deixam nenhum aluno para trás

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MORREU AFONSO DHLAKAMA!

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mundo foi colhido de surpresa, no dia 03 de Maio de 2018, com o anúncio, não oficial, da morte do Senhor Afonso Macacho Marceta Dhlakama, Presidente do Partido Renamo, maior Partido de oposição em Moçambique, com representação Parlamentar e, ao mesmo tempo, com uma guerrilha com sede na serra de Gorongosa, local onde encontrou a morte. De recordar que, Afonso Dhlakama, retornou a Serra de Gorongosa em Outubro de 2015, na sequência de uma serie de ataques e cerco a sua residência na Cidade da Beira, mas, pela importância da estória, vamos recapitular a história. Tudo reinicia após as eleições de 28 de Outubro de 2009, onde perde a favor do candidato da Frelimo, Armando Emílio Guebuza, nessas eleições, Afonso Dhlakama teve o pior desempenho da sua vida política, tendo quedado abaixo de 30%, contra 33,7% em 1994 e 47,91% em 1999, ano que, muitos analistas supõem que tenha ganho as eleições. Na sequência das eleições de 2009, Afonso Dhlakama muda-se da capital do país para a Cidade de Nampula, isto em 2010, depois de tentativa de diálogo com o vencedor Armando Guebuza. Em Nampula, ainda foram encetadas conversações com o Governo de Moçambique sob liderança de Armando Guebuza sem sucesso, registaram-se ataques militares contra a sede provincial do partido Renamo por albergar um número significativo de homens, antigos guerrilheiros da Renamo, após o ataque e a 17 de Outubro de 2012, sob pretexto de comemorar a morte do primeiro Presidente da Renamo, André Matade Matsngaissa, Afonso Dhlakama instalase na Serra de Gorongosa e inicia reivindicações sobre o cumprimento do Acordo Geral de Paz de 1992 assinado em Roma, capital Italiana. A par das reivindicações sobre o cumprimento do Acordo Geral de Paz, Afonso Dhlakama, inicia incursões armadas no centro do país, com ataque a uma esquadra da PRM e um Paiol das FADM, estavam abertas hostilidades entre as Forças residuais da Renamo e o Governo de Moçambique que, a 21 de Outubro de 2013, atacam a sua base em Gorongosa, mais concretamente em Satunjira e, Afonso Dhlakama refugia-se em parte “incerta”, seguiu-se um período de tensão e conversações entre as partes que levariam a assinatura de um Acordo de Cessação das Hostilidades a 05 de Setembro de 2014 com o Presidente da República, Armando Guebuza.

Por: Adelino Buque*

Na verdade, a assinatura do Acordo de Cessação de Hostilidades foi precedido de uma maratona de negociações que, teve um dos pontos mais altos, o boicote, por parte da Renamo, das eleições autárquicas de 2013, alegadamente, porque o pacote eleitoral favorecia uma fraude “monumental” a favor do Partido Frelimo, sendo que, um dos ganhos de Afonso Dhlakama e da Renamo, foi forçar um novo pacote eleitoral para as eleições Gerais, Presidenciais e das Assembleias Provinciais de 2014, onde o líder da Renamo proclamou que, o novo pacote eleitoral era perfeito e garantia eleições livres, justas e independentes. No entanto, nas eleições que se seguiram, a 15 de Outubro de 2014, o líder da Renamo volta a perder a favor de Filipe Jacinto Nyusi num claro 36.6% contra 57%, Afonso Dhlakama, volta ao refrão de fraude eleitoral e manda os seus Deputados e membros das Assembleias Provinciais a não tomar posse, inviabilizando, desta forma, a Governação de Filipe Nyusi, atento aos acontecimentos, Filipe Nyusi procura Afonso Dhlakama e, no dia 07 de Fevereiro de 2015, tiveram primeiro encontro informal numa das instalações Hoteleiras da capital Maputo, onde acordam um segundo encontro que, decidem pela tomada de posse dos Deputados e as Assembleias Provinciais, na condição de remeter a Assembleia da República, o pacote que permitisse a Renamo Governar algumas províncias. Os Deputados e os membros das Assembleias Provinciais tomam posse, a Renamo remete uma proposta de lei que pudesse permitir a Renamo Governar as Províncias que obteve a maioria que, a Bancada Parlamentar da Frelimo chumbou liminarmente, por entrar em choque com a Constituição da República, esta atitude enfurece as hostes da Renamo que desencadeia uma ofensiva politica de mobilização popular, através de comícios que realizava no centro e norte do pais, movimentando milhares de populares, prometendo que, a Renamo em breve iria Governar as províncias, na sequência destas movimentações, a 12 de Setembro de 2015, a caravana onde seguia Afonso Dhlakama foi atacada e o líder saiu ileso, isto na província de Manica, duas semanas depois, a 25 de Setembro de 2015 a caravana da Renamo volta a ser atacada na mesma província de Manica quando seguia a província de Nampula, na sequência, Afonso Dhlakama retorna a lugar “incerto”. Depois de longas negociações, envolven-

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OPINIÃO

do mediadores nacionais e o Governo, Afonso Dhlakama volta ao convívio público a 08 de Outubro de 2015, segue para a cidade da Beira, dia seguinte, 09 de Outubro, a casa de Afonso Dhlakama é cercada pelas FADM, depois de longas negociações, Afonso Dhlakama procede a entrega de armas ao Estado através da Governadora de Sofala, a Dra. Maria Helena Taipo, como demonstração de boa vontade, no entanto, a 10 de Outubro desaparece da Beira e reinstala-se em Gorongosa. Aqui, desencadeia uma série de ataques contra alvos civis e bloqueia as principais vias de comunicação, na capital do pais, Maputo, decorrem conversações facilitadas por mediadores internacionais que, não logram sucessos tendo declarado dificuldades e retornado aos seus países de origem em finais de Outubro de 2016, em Dezembro de 2016 o Presidente da República, numa curta estada em Nampula, enceta conversa com Dhlakama e consegue uma Trégua de uma semana, tendo sido renovadas até à data. Devo sublinhar que, nesse período de tempo, o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, mantiveram intensas conversações que levaram o Presidente da República a deslocar-se a Serra de Gorongosa por três viagens, sendo duas bem-sucedidas e uma nem por isso, destes encontros, resultou o acordo sobre a descentralização, cujo documento se encontra em sede da Assembleia da República e, as questões militares ainda não tinham ganho um acordo partilhado publicamente. Afonso Dhlakama, morre numa altura crucial, com os dois dossiers bem encaminhados, pese embora o processo fosse liderado pessoalmente por si, restando o desafio de, a Assembleia da República concluir com sucesso este dossier que condiciona as eleições de Outubro de 2018 e de 2019, faço votos para que, em honra a Afonso Dhlakama e sua luta, estes documentos terminem bem e Moçambique encontre a Paz definitiva, Paz a Alma de Afonso Dhlakama! (IN-PRIMEIRA MÃO)


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OPINIÃO

UM ELOGIO FÚNEBRE ÉPICO Por: Egídio Vaz*

Confessamos que nunca vimos consenso igual no seio da sociedade civil e política em torno da mensagem do Presidente da República desde a inauguração da democracia multipartidária. Referimo-nos a mensagem de unidade nacional; da inclusão social, política e económica e da aceitação do outro. Hoje, Moçambique esteve sereno para ouvir, aceitar e acatar a mensagem do Presidente da República, Filipe Nyusi durante o elogio fúnebre a Afonso Dhlakama, Presidente da Renamo e seu principal guia espiritual. Partiu-se o homem de carne e osso mas ficou o reconhecimento e a homenagem do povo, do Estado e do Presidente Nyusi sobre o papel relevante que Dhlakama desempenhou no aprofundamento e aperfeiçoamento da democracia, bem como na pacificação de Moçambique. Ficaram as garantias de que o Governo e o Estado, juntamente com a nova liderança da Renamo e toda a sociedade moçambicana CONTINUARÃO EM PAZ e continuarão também a dar seguimento exitoso aos processos pendentes. Ficou a garantia de que a sociedade moçambicana continuará em PAZ INDEFINIDA, tal como é o desejo das duas lideranças. E Dhlakama tam-

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bém foi em paz, a enterrar na sua terra natal, Mangunde, Distrito de Chibabava, Provincia de Sofala. O discurso do Presidente Nyusi arrancou aplausos, confortou os inseguros, acalmou os agitados e “hooligans”, não porque foi fino e elegante mas porque foi sincero e respondeu directamente ao que os cidadãos perguntariam caso tivessem tal oportunidade: O que fazer daqui em diante? Como prosseguir sem Dhlakama? O que será dos contactos bilaterais entre ele e Dhlakama? O que acontecerá aos consensos alcançados? O que será dos soldados ainda por desmobilizar, reintegrar e desarmar? O que fez ele para salvar a vida do irmão Dhlakama? Tudo isso foi respondido. E em uma só palavra e citando as últimas palavras de Dhlakama, o presidente Nyusi disse: Nada vai falhar. Continuaremos de onde paramos. Ficamos a saber que o PR teria pedido ajuda aos Presidentes da África do Sul (Cyl Ramaphosa) para tratamento médico do seu irmão Dhlakama e do Zimbabwe (Emmerson Mnangagwa) para evacuação rápida por via aérea; Ficamos a saber que afinal, os tais contactos telefónicos eram registados e documentados

para lá do celular; Ficamos a saber que existe um grupo restrito de ambos lados que trocavam impressões, reuniam e discutiam assuntos, davam seguimento aos consensos; Em uma única palavra, apesar do contacto directo, existe um grupo restrito que sabe tudo. TIROU-SE ASSIM A DÚVIDA SOBRE O CARÁCTER UNILATERAL E PRIVADO DAS CONVERSAÇÕES, que fez com que por muito tempo o Presidente Nyusi atraísse críticas e desdém. Eis o carácter de um homem que para além de inteligente e transparente, é acima de tudo PRUDENTE. Para lá da Política partidária, há que encorajar, engajar e reforçar a mensagem que de forma insistente, persistente e consistente, o Presidente Nyusi, reluz, recalcitra e recicla: a democracia só é possível com a aceitação do outro. Unidade nacional é isso. Inclusão é isso. Tolerância só é possível através deste método. O MÉTODO NYUSI. Vamos então sem delongas arregaçar as mangas e trabalhar

Parabéns Presidente Nyusi

arabéns Nyusi pela postura de Estado que assumiu hoje. Um discurso muito forte e cheio de valor. O discurso de Nyusi não pode morrer no ar e/ou nos ouvidos que o receberam, mas se deve transformar em “carne”. Como fazer isso? 1. Nyusi tem a faca e o queijo na mão. Gere o Estado, enquanto Presidente da República e presidente da Frelimo. Portanto, pode ser o actor do rompimento da lógica de Estado de exclusão. Pode começar por libertar as nossas instituições do controlo da Frelimo. Ai cada um fará o que deve fazer e não o que se lhe manda fazer ou se acha que vai agradar ao partido. Pode decretar o fim das células partidárias e tornar punível o uso

*Texto: Fátima Mimbir* das horas de trabalho e das instituições e seus recursos para tratar de assuntos partidários. 2. Pode fazer um pacto de rompimento da nossa ligação com as más-práticas e seguirmos o caminho do progresso. Para isso, é preciso fechar alguns assuntos importantes, que para mim são o ponto de não retorno: o assunto das dívidas. Se ao menos tivessem alguma humildade e reconhecessem que erraram...! Precisamos de deixar de tolerar o roubo o erário público. Precisamos de deixar de alocar o orçamento de acordo com regras clientelistas. 3. A descentralização é irreversível, mas não pode ser apenas simbólica. Vamos dar poder ao povo também e de facto. Não precisamos correr para fechar um pacote que não resolve os nossos

problemas na profundidade. O ponto aqui é garantir que o vencedor partilhe o poder, enquanto encontramos o melhor modelo e fórmula para o país. Este é o primeiro passo para a nossa reconciliação. 4. Finalmente: Nyusi pode ser o novo herói. Certamente, ele não estava na lista dos que irão à cripta, mas tem uma oportunidade sublime. Precisa só de quatro coisas: sacrifício, coragem, audácia e abnegação para pôr Moçambique em primeiro lugar, acima dos interesses de um grupo e das pessoas que lideram esse grupo

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Frelimo quer detalhes sobre exploração de gás

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A bancada da Frelimo na Assembleia da República chamou a imprensa, esta sextafeira, para partilhar as questões que leva à sessão de perguntas ao Governo, marcada já para quarta e quinta-feira da próxima semana. A Frelimo diz estar expectante na exploração do gás da bacia do Rovuma, por isso, o Governo deve esclarecer como vai distribuir os ganhos desta riqueza aos moçambicanos. Fora estas questões, há outros pontos que preocupam a Frelimo, como é o caso dos acidentes de viação e as políticas de emprego. Galiza Matos Júnior falou, também, do encontro havido esta sexta-feira entre o Conselho de Chefia da sua bancada e membros do Executivo, cujo objectivo era saber da abordagem do Governo na sessão da próxima semana

Governador do Niassa apela ao recenseamento da população O Governador do Niassa, Arlindo Chilundo, reitera o apelo aos munícipes residentes nas cinco autarquias da província a afluírem aos postos de recenseamento eleitoral, a escassos dias para o término do processo, rumo ao escrutínio de Outubro próximo.

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alando recentemente, durante uma visita efectuada a alguns postos de recenseamento eleitoral na cidade de Lichinga, Chilundo disse ser imperioso o envolvimento massivo dos munícipes neste processo, porquanto, este é o mecanismo pelo qual tem o direito a votarem e serem eleitos. A visita serviu igualmente para aferir a dinâmica dos trabalhos ao nível dos postos de recenseamento, tendo sido confrontado com situações, embora iso-

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ladas, de falta de organização nas filas de espera, associada a avalanche que se verifica em alguns postos. Com efeito, Arlindo Chilundo apelou para a observância da ordem e civismo nas filas de modo que o processo decorra sem sobressaltos, por conseguinte, abranja um maior número de eleitores. Refira-se que o recenseamento eleitoral que decorre a escala nacional no quadro do escrutínio de Outubro próximo, termina no próximo dia dezassete de Maio em curso. (GN)


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Agostinho do Rosário visita ICS

O Primeiro – Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, realizou nesta quarta-feira uma visita de trabalho ao Instituto de Comunicação Social (ICS), com o objectivo de se inteirar do seu funcionamento, tendo interagido com os funcionários com enorme e admirável pré-disposição para ouvir as dissertações, como também exprimir o seu sentimento na resolução de inquietações dos mesmos. No fim da visita o PM, encorajou os funcionários a envidar esforços para alcance dos objectivos como: aumentar a produção, disseminação de conteúdos sobre a educação cívica eleitoral, promover a paz, unidade nacional, e produção de programas sobre agricultura e saúde

Censo Eleitoral

Orgulho-me pelo empenho engajamento da mulher

- diz Flora Enoss José, Secretária-Geral da OMM ao nível da Cidade de Maputo A poucos dias para o fim do processo do recenseamento eleitoral, os resultados do censo continuam longe de satisfazer às expectativas.

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Imperdível ouviu nesta semana a Secretária-Geral da Organização da Mulher Moçambicana (O.M.M), ao nível da Cidade de Maputo, Flora José. A dirigente da O.M.M, ao nível da capital, manifestou-se, no entanto, feliz pelo número de mulheres que tem aderido aos postos onde decorrem o processo eleitoral, visto que o género feminino tem afluído em massa ao recenseamento comparativamente aos homens, algo que demonstra que as expectativas poderão ser superadas. Para a representante do órgão, no princípio as mulheres não aderiram ao processo por falta de informação de que o cartão antigo não é valido para as próximas eleição. Algumas ficavam nas suas casas a pensar que o cartão antigo era válido, o que não corres-

ponde à verdade”. Contudo, garante que essa barreira está a ser ultrapassada, uma vez que tem aumentado a divulgação da informação sobre o processo de recenseamento eleitoral por parte da comunicação social, bem como ao nível do órgão que dirige. A Secretária-Geral não deixou de condenar as ilegalidades que se tem registado em algumas localidades e cidades durante o processo, onde alguns membros recenseiam fora da jurisdição apelando a quem é

de direito para maior vigilância. Para que ainda não aderiu ao processo ficou o apelo de se deslocar ao posto mais próximo da sua residência, para que possa usufruir do direito cívico no dia da votação. O cartão de recenseamento poderá ser usado em outras ocasiões substituindo até o Bilhete de Identidade. O processo eleitoral teve o seu início no dia 19 de Março e o término está previsto para o dia 17 do presente mês


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Urge salvaguardar a paz! Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, promete continuar a negociar com a Renamo par salvaguardar a paz O Presidente da República, presente no velório de Afonso Dhlakama, no largo dos CFM, na Beira, prometeu, tudo fazer para dar continuidade às negociações iniciadas com o líder histórico da Renamo. Segundo Filipe Nyusi, a busca da paz e da consolidação da democracia são prioridades e o fecho do respectivo dossier será sempre algo colectivo, uma obra pela qual Afonso Dhlakama contribuiu até o fim da sua vida.

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Por: Redacção

om o alcance dos consensos em negociação, o Presidente da República espera que Moçambique se torne uma nação sem ódio. Falando na cerimónia, Nyusi disse que a voz de Dhlakama ainda ecoa aos seus ouvidos, pedindo que a paz não falhe. Com efeito, o Presidente da República garantiu continuar o processo da pacificação do país com a nova direcção da Renamo, para aproximar os moçambicanos. E revelou: “mantive um diálogo próximo e intenso com Afonso Dhlakama. Durante as conversações, tivemos momentos de confrontos de ideias, pressão e discórdia, porque sabíamos que estava em causa a vida de milhões de moçambicanos”. Nisso, disse, Nyusi, ambos aprenderam a respeitarem-se como irmãos que partilham mesmo destino: Moçambique. “Ficará na memória de todos nós o seu percurso”. Da Renamo, Nyusi espera que se honre Afonso Dhlakama com palavras e actos, que se envolva no percurso para a paz e que se reergue da dor da perda. Antes de terminar, o Presidente da República considerou que o campeão do diálogo político deve ser o país. E porque Moçambique perdeu muitos filhos, Nyusi entende que o diálogo iniciado com Afonso Dhlakama é uma homenagem a todos aqueles que morreram vítimas de intolerância. Presidente Filipe Nyusi agradeceu aos presidentes da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e do Zimbabwe, Emerson Mnangagwa, por ambos terem acedido ao pedido de ajudar a transportar Afonso Dhlakama para a terra do rand caso fosse necessário

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Como será Moçambique sem Dhlakama?

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Essa foi a pergunta que a reportagem da Idolo fez a diversos actores da sociedade para ter visões diferentes sobre o futuro do país, uma vez que se calou a voz que muitos acreditam ser o lutador da dignidade e honra do povo e pai da democracia moçambicana.

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I Por:Júlio Saul

á vozes que dizem que o desaparecimento físico do líder da Renamo, o homem que lutou para a democratização de Moçambique e, consequentemente, a introdução do multipartidarismo, o povo pode estar numa encruzilhada, porque ainda havia assuntos pendentes entre a Renamo e o Governo sobre o pacote da descentralização depositado na Assembleia da República para debate. Eles receiam que os esforços empreendidos por ambas as partes caiam em água devido ao oportunismo de algumas individualidades. Outrossim, defendem que se foi o líder mas, os seus ideais continuarão e serão espelho para guiar o futuro presidente do Partido que se espera ser um homem com princípios renamistas capaz de negar-se a si para defender os interesses de todos os moçambicanos. A verdade, segundo senilidades colhidas pela nossa reportagem, calou-se o homem que acreditam ter sacrificado a sua vida em prol do bem-estar do povo moçambicano, defendendo sempre um Estado de direito e democrático onde todos possam viver com os mesmos direitos. Na visão de Fernando Coutinho, analista político, a Renamo não ficará débil sem o seu homem forte que servia de estanque para evitar qualquer aversão governamental porque aparentemente é um Partido que ainda aposta na linhagem militarista que lhe serve de suporte para a manutenção do seu poder de contra-balanço do poder do regime vigente. O nosso interlocutor termina o seu raciocínio questionando: pode se falar de uma Renamo reinventada? Ou ainda ideologia velha que não é vista como alternativa ao

Partido no poder? O que se espera do futuro sucessor? E quais os desafios que lhe esperam a frente dos destinos da Renamo, Muitas dúvidas reinam na mente dos moçambicanos. O facto é que todos eles desejam ver um país melhor sem o grande líder e que Governo assuma o compromisso de continuar a buscar a paz efectiva para o povo moçambicano. O jovem historiador Euclides Flávio, defende que a coisa mais difícil em Moçambique é construir a dignidade, porém, Afonso Dlhakama ao longo da sua vida, o fez para o pacato povo desde o campo até as grandes cidades moçambicanas. “Irmãos, podemos ser hipócritas até ao estremo mas Dlhakama é o maior actor político que o país já testemunhou desde a independência. Ele é herói. Podem negar atrelando-se a teoria de ódio e desdém, mas é isso mesmo. Dlhakama é um herói”, disse. Flávio acrescentou ainda que Dlhakama conseguiu conviver com o duro regime de

Samora Machel, primeiro presidente de Moçambique, conseguiu aceitar o diplomata Joaquim Chissano, abraçou o antigo presidente Armando Guebuza e ainda mantinha conversações com o actual presidente Filipe Nyusi na busca de uma paz efectiva para o povo. No entanto, o nosso interlocutor acredita que a Renamo não será a mesma, haverá um trabalho de reestruturação e até de luta pela sucessão. “Vamos assistir uma Renamo como aconteceu com a Frelimo a quando da morte de Samora Machel”, referiu argumentando que os futuros dirigentes do Partido irão cometer os mesmos erros cometidos pela Frelimo em não seguir os princípios que guiavam a organização. Já para Anabela Guidion, neste momento o futuro é incerto. “Esperamos primeiro alguma actividade do Partido para depois prever possível rumo que o país tomará”, referiu


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CTA diz que altos custos de criação de empresas faz crescer sector informal A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) diz que os altos custos para criação e registo de empresas em Moçambique faz crescer o número de negócios informais.

I Por: Redacção

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romover a formalização dos negócios informais para alargar a base tributária tem vindo a ser o discurso do Governo nos últimos tempos, mas o sector privado diz que esta pretensão está longe de se tornar real. É que desde 2015, os custos

do registo de empresas cresceram em mais de 400 por cento, tendo saído de 7.835 para 36.620 meticais. O empresariado moçambicano diz mesmo que os custos de criação de novas empresas estão acima dos rendimentos dos pequenos e microempresários.

A CTA defende também a clareza nos procedimentos necessários para a criação de novas empresas em Moçambique, sendo que este é um dos pontos de destaque na proposta do novo código comercial já submetida à Assembleia da República

Receitas da indústria extractiva longe de ajudarem às comunidades

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Governo criou uma normativa de circular que define os critérios a observar na implementação dos projectos financiados por receitas de exploração mineira e petrolífera. Entretanto, a Plataforma Sobre Recursos Naturais e Indústria Extractiva entende que as comunidades locais não têm benefícios directos desses fundos e propõe reformas. A plataforma encomendou um estudo sobre as dinâmicas de canalização e gestão dos fundos cujos resultados foram apresentados num encontro havido esta segunda-feira em Nampula. A Plataforma Sobre Recursos Naturais e Indústria Extractiva engloba organizações baseadas nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Tete e Maputo

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Adopção das novas tecnologias exige novas atitudes dos gestores - defende Presidente da CTA, Agostinho Vuma O Presidente da Confederação das Associações Económicas (CTA) Agostinho Vuma, ao intervir na abertura da 5ª edição da feira MOZTECH, foi bastante incisivo ao afirmar que a adopção das novas tecnologias de informação e comunicação exige mudanças de atitudes e comportamentos dos gestores das empresas. Vuma falou pouco antes da cerimónia oficial, dirigida pelo ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita.

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ara Agostinho Vuma, eventos como a MOZTECH testemunham o espírito empreendedor, a criatividade e o dinamismo do empresariado nacional na busca de alternativas sábias para encarar as mudanças constantes no mercado, caracterizadas pelo aumento da concorrência e provocadas pelos constantes avanços tecnológicos do nosso mundo globalizado. Vuma diz também que o desenvolvimento das infraestruturas, indústria e do sector de serviços depende significativamente da expansão da indústria tecnológica e melhor aproveitamento da área. No entanto, falando sobre o impacto do uso das tecnologias digitais na indústria manufactureira, disse não haver clareza ou conclusão segura sobre a finalidade dos investimentos nas províncias ou sectores, com excepção da província e cidade de Maputo, que revelaram investimentos na introdução de novas tecnologias. Como riscos do não uso das tecnologias no sector empresarial, Vuma aponta a estagnação, que pode resultar em fraca competitividade, daí que,

defende ser necessário encontrar-se políticas e/ou estratégias para um desenvolvimento tecnológico do país e incentivar a sua dispersão pelas províncias, reduzindo a sua concentração. Aliás, é neste momento em que a CTA é chamada a intervir. “É aqui que entra a acção da CTA, através da plataforma CTA-Connect, integrada no Plano Estratégico para o triénio 2017 – 2020, visando a massificação do uso das TIC’s e incremento de investimentos e inovação nas empresas que produzam bens de tecnologia digital e softwares no país”, referiu. Falou também do recente memorando assinado com a SASOL, que vai “permitir desenvolver acções que irão concorrer para facilitar a participação das entidades moçambicanas nas oportunidades de negócios nos projectos de hidrocarbonetos operados pela SASOL no país e facilitar o desenvolvimento empresarial e o fornecimento de bens e serviços por parte das empresas nacionais, assim como no processo de reformas regulatórias”. Afirmou, por outro lado, que a inovação não se cinge somente ao conceito tecnológico, mas sim em todas as dimensões que compreendem este

campo. “Não vemos a inovação tecnológica sem uma inovação cultural, sem uma inovação dos nossos comportamentos e forma como empreendemos; a forma como gerimos as nossas empresas e, a forma como nos relacionamos com a classe que empregamos, razão pela qual somos de opinião que a adopção das novas tecnologias exige dos gestores mudanças, e capacidade de se reinventar para acompanhar as dinâmicas emergentes”. E disse olhar para a MOZTECH como uma plataforma que preenche estes vazios. Agostinho Vuma acrescentou que a CTA está a fazer o seu papel, visando a melhoria do ambiente de negócios, no entanto, diz entender que o Governo também tem o seu papel, que é fundamental no processo ao promover iniciativas de parceria público-privadas para que não seja concorrente, mas parceiro do sector privado. No final do seu discurso, desejou sucesso aos organizadores da MOZTECH e exortou aos empresários a a explorarem o ambiente da feira para fazer negócios. A 5ª edição da feira MOZTECH decorre, em Maputo, sob o lema Construção de uma sociedade de conhecimento hiperconactada


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Empresas públicas estão com problemas financeiros

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Gestores e funcionários de empresas públicas e participadas pelo Estado, membros dos conselhos de administração, fiscal e funcionários do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) reuniram-se nesta segunda-feira, para reflectir sobre a operacionalização da lei que estabelece os princípios e regras aplicáveis ao sector empresarial do Estado.

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encontro acontece numa altura em que todas empresas públicas e com participação do Estado não são sustentáveis. Aliás, as 20 empresas privadas participadas pelo Estado estão com problemas financeiros. Para solucionar o problema, está em curso uma reestruturação do sector em-

presarial do Estado e busca de financiamento. E, no quadro da reestruturação de empresas, foi anunciado no encontro que a fusão das empresas Moçambique Celular-Mcel e Telecomunicações de Moçambique-TDM vai ser concluída no final deste ano. A reestruturação, segundo o IGEPE não prevê despedimentos. Sem especificar o valor, a Presidente

do Conselho de Administração do IGEPE, Ana Coanai, avançou que é preciso fazer investimentos em todas empresas a fim de torna-las sustentáveis. A nova lei sobre os princípios e regras aplicáveis ao sector empresarial do Estado estabelece os princípios e regras aplicáveis ao sector empresarial do Estado foi aprovada em Abril deste ano, pela Assembleia da República

BCI acolhe fórum bilateral de Negócios O Auditório do Banco Comercial e de Investimentos (BCI), em Maputo, acolheu, nesta segunda-feira, 7 de Maio de 2018, o Fórum Bilateral de Negócios, organizado pela Confederação das Associações Económicas (CTA), e que juntou empresários angolanos e moçambicanos. O mesmo tinha em vista estabelecer parcerias entre empresários dos dois países e explorar as oportunidades de negócios e de investimentos nos sectores de agronegócios, de turismo, florestal e de infra-estruturas. Este fórum surge no âmbito da Primeira Conferência Económica do Mercado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em Moçambique. No encontro, que contou com a presença do presidente da CE CPLP, Salimo Abdula, de dirigentes da CTA, da Confederação Empresarial de Angola, do BCI e de membros da classe empresarial, foram passados em revista o quadro legal de investimentos em Moçambique, os projectos da CTA e as linhas de investimento em Moçambique.

Houve igualmente espaço para informações sobre hotelaria e turismo em Angola, e para debate. Falando a jornalistas, Salimo Abdula disse acreditar que uma melhor circulação

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dentro do espaço CPLP contribuirá não só para um maior desenvolvimento dos respectivos países, mas também para accionar novas oportunidades de investimento e negócios


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Mercado livre na CPLP

…Salimo Abdula, Presidente da Confederação Empresarial pede contribuição de todos O Presidente da Confederação Empresarial da CPLP, Salimo Abdula, reafirmou, esta quarta-feira, em Maputo, a necessidade de os Estados membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa contribuir para a construção de um mercado de comércio livre. Salimo Abdula fez este pronunciamento durante a abertura e encerramento da Primeira Conferência Económica do Mercado da CPLP. O Presidente da Confederação Empresarial da CPLP disse ser importante a articulação entre os Estados membros para garantir uma mobilidade comercial na comunidade. O Vice-Presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, Castigo Nhamane, disse

que a Primeira Conferência Económica do Mercado da CPLP deve estimular a melhoria do ambiente de negócios entre os Estados membros. Na ocasião, a Secretária Executi-

Tribunal de arbitragem

va da CPLP, Maria do Carmo Oliveira, exortou os membros da Confederação Empresarial da CPLP a tirarem proveito das potencialidades económicas existentes nos Estados membros

Chineses querem investir na energia Uma grande missão de investidores Chineses, mais concretamente na área de energia, encontra-se no território moçambicano. A delegação, composta por nove membros, é chefiada pelo Director para África do The State Grid, tendo já mantido que encontro com a EDM, através do Administrador, Aly Sicola.

Empresários da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa constituíram o Tribunal de Arbitragem para a mediação das actividades comerciais. O acto foi marcado pela assinatura, esta semana, em Maputo, do manual de conformidade e ética, durante o segundo e último dia de trabalhos da primeira Conferência Económica do Mercado da CPLP. O documento vai permitir que os membros da comunidade possam recorrer a arbitragem, em língua portuguesa, como norma. O protocolo deverá ser submetido à discussão, na próxima cimeira dos ministros da CPLP, a ter lugar no fim deste semestre

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A State Grid é uma empresa pública chinesa que actua na área de energia e tem 80 sucursais em todo mundo e com participações accionista em várias empresas grandes do Mundo. Espera-se que estes encontros resultem em investimentos reais e pela discussão havida até agora há fortes probabilidades para o efeito


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FEMOTUR e ADI unem-se para impulsionar turismo

Há uma janela de esperança que se abre para o desenvolvimento turístico da província de Inhambane. A promoção das potencialidades, feiras turístico-culturais e melhoria das estatísticas, são algumas das acções a serem desenvolvidas naquela província, no âmbito do memorando de entendimento assinado entre a Federação Moçambicana de Turismo e Hotelaria (FEMOTUR) e a recémcriada Agência de Desenvolvimento e Inhambane (ADI).

I Por: Redacção

Inhambane tem praias limpas, biodiversidade, clima tropical, tem “boa gente” e, digase, que é uma gente com enraizados talento para acolher hóspedes nacionais ou estrangeiros. É nisto que poderão incidir as acções de marketing turístico em resultado da união de forças das duas entidades, ambas voltadas ao desenvolvimento do sector. No âmbito do memorando, as partes obri-

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gam-se a identificar e mobilizar os recursos humanos e financeiros necessários para a materialização do objecto, identificar e mobilizar investidores para o turismo em Moçambique e desenvolver projectos alinhados a este objectivo; promover encontros, workshops, seminários e outras acções para a promoção do turismo em Moçambique. As partes pretendem ainda contribuir na formação e capacitação profissional dos actores envolvidos e melhorar as estatísticas do turismo na Província de Inhambane. O documento subscrito por Ana Rita Sitho-

le, na qualidade de Presidente do Conselho de Direcção da ADI, e Quessanias Matsombe, Presidente da FEMOTUR, enquadra-se nas directrizes emanadas do Plano Estratégico do Desenvolvimento do Turismo 2016-2025 e da Estratégia de Marketing Turístico 2016-2021. A ADI, recentemente criada, é uma entidade sem fins lucrativos constituída com a finalidade de promover o desenvolvimento económico, social, ambiental e cultural da província de Inhambane, através da valorização dos recursos naturais e do aproveitamento das oportunidades dai decorrentes


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ANE investe 80 milhões na reabilitação de estradas

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A Administração Nacional de Estradas (ANE) vai aplicar, este ano, mais de 80 milhões de meticais para a manutenção de dois mil e quarenta e sete quilómetros de estradas na província do Niassa. Os trabalhos vão consistir na manutenção de rotina e melhoramentos localizados de estradas terraplanadas.

I Por: Redacção

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informação foi tornada pública, em Lichinga, pelo Governardor do Niassa, Arlindo Chilundo, na Primeira Reunião da Comissão Provinacial de Estradas. Arlindo Chilundo apelou a Administração Nacional de Estradas para o reforço de assistência aos distritos para a melhoria da ligação entre os centros

de produção e os mercados. O governador do Niassa destacou as estradas não classificadas, nos troços Majune/ Mavago e Majune/Nambilage, como as prioritárias. “Na nossa província temos estradas vitais extremamente importantes, que não são classificadas, e nós gostaríamos que essas estradas também pudessem ter algum orçamento para podermos assegurar a transitabilidade ao longo de

Combater crimes cibernéticos - defende Carlos Mesquita, Ministro dos Transportes e Comunicações

O Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, defende que a mitigação da insegurança cibernética é dever de todos os actores da sociedade. Carlos Mesquita falava esta quarta-feira, em Maputo, na abertura da 5ª edição da MOZTech, feira anual de tecnologias de Moçambique. Para Mesquita, as notícias sobre o uso abusivo das tecnologias para pôr em causa os processos democráticos e a integridade dos Estados inspiram a adopção de políticas para garantir a segurança cibernética e o aproveitamento racional das tecnologias. Segundo Carlos Mesquita, apesar dos esforços visando assegurar maior acesso às tecnologias, persistem desafios que devem ser encarados por todos

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todo o ano e o fluxo de pessoas e bens de maneira que a nossa economia possa fluir normalmente”- disse Chilundo. Segundo Arlindo Chilundo, a estrada Majune/Nambilage, porque a EN13 está em obras, ter servido de alternativa extremamente importante para a circulação de pessoas e bens, que o governo do Niassa gostaria de ver disponibilizados recursos adicionais para assegurar a sua transitabilidade.

Televisão por satélite para famílias rurais O Governo da China e de Moçambique lançam no próximo Domingo, dia 13 de Maio 2018, no distrito de Marracuene, o programa de cooperação para permitir que as famílias rurais assistam televisão por satélite, melhorar a digitalização e promover a parceria estratégica abrangente entre aquele país asiático e Moçambique. O acto do lançamento da iniciativa, que abrange 500 aldeias moçambicanas, junta membros do governo de dois países e classe empresarial. O projecto, denominado Acesso à

TV por Satélite para 10 mil Aldeias Africanas, resulta do anúncio do Presidente da China, Xi Jinping, proferido em Dezembro de 2015, no Fórum de Cooperação China-África (FOCAC), realizado na África do Sul. O mesmo será implementado em cerca de 25 países africanos. A nível da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Moçambique é o primeiro país a beneficiar do projecto. A iniciativa calha numa altura em que se debate o processo de digitalização em Moçambique


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Jangamo melhora serviços de saúde São cerca de 60 mil pessoas que se beneficiam de serviços sanitários mais próximos de si, nos povoados de Ligogo, Nhacoja e Ravene, no distrito de Jangamo, província de Inhambane.

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informação avançada pelo Governador de Inhambane, Daniel Chapo, no acto da inauguração do Centro de Saúde de Ligogo, onde referiu que o Governo que dirige e os seus parceiros de cooperação estão empenhados em aproximar os serviços básicos cada vez mais à população que tinha de percorrer mais de 20Km para a Vila sede de Jangamo para aceder a um simples tratamento de febres. Segundo Daniel Chapo, com a inauguração do Centro de Saúde do Tipo 2, com maternidade e casa de espera para mulher grávida em Ligogo, as mulheres grávidas

encontram o atendimento perto do seu local de residência. "Temos o hospital aqui próximo de nós, com serviços de qualidade, nisto queremos apelar as mulheres grávidas para pautar pelos partos institucionais, com vista a beneficiarmos dos cuidados de saúde materno infantil, assim as nossas crianças irão crescer com boa saúde", apelou o Governante. Num outro desenvolvimento, o Governador diz que vai decorrer de 2 a 25 de Maio do ano em curso a campanha de vacinação contra o sarampo e rubéola, ao que, insta a

todos para aderirem aos postos de vacinação levando consigo às crianças de 6 meses a 14 anos de idade, para se proteger da contaminação por estas doenças. Apelou ainda aos profissionais afectos naquele Centro, a necessidade de um atendimento hospitalar especial e humanizado a população. A construção dos três centros de Saúde, teve apoio da PLAN Internacional e co-financiado pela Agência Internacional de Cooperação da Coreia (KOICA), num orçamento de 22 milhões de meticais

MCTESTP promove curso de Computação de Alto Desempenho O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional (MCTESTP), através do Projecto da Rede de Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique (MoRENet), em parceria com o Centre for High Performance Computing (CHPC) da África do Sul, em Maputo, realizou o primeiro Curso Básico de Computação de Alto Desempenho.

Dirigido a técnicos moçambicanos, provenientes de instituições de Ensino Superior e de Investigação, bem como de pelouros ministeriais e organismos públicos cujas actividades quotidianas requerem o uso de supercomputadores, o curso foi ministrado por especialistas sul-africanos do Centre for High Performance Computing (CHPC). Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional, Jorge Nhambiu, pretende-se que à capacitação propicie maior capacidade técnica para melhorar a eficiência e eficácia na gestão de processos e procedimentos, usando os supercomputadores parte do Equipamento de Computação de Alto Desempenho, contribuindo para a melhoria dos serviços prestados pelas insti-

tuições de Investigação, de Ensino Superior e Técnico Profissional, bem como actividades desenvolvidas por ministérios, empresas públicas e privadas

de base tecnológica. É convicção do ministro, que os formandos adquiram conhecimentos para melhor desempenho profissional em actividades como simulação e modelação de processos e sistemas em áreas como Astronomia, Meteorologia, Saúde, Hidrocarbonetos, Recursos Minerais, Ambiente, Defesa e Segurança, entre outros. “Gostaríamos de, dentro dos próximos seis meses, sentir mudanças na qualidade dos serviços de previsão de tempo, de modelação e simulação dos problemas da malária na Manhiça, de estudos de ambiente na Cidade de Maputo, de modelação de florestas em Manica e Sofala, de recursos minerais, no geral, e de petróleo e gás, em particular, como resultado da acção de formação que hoje inicia e da utilização do equipamento de computação de alto desempenho doado ao Governo de Moçambique”, disse o ministro. O Projecto MoRENet tem como objectivo principal interligar as instituições nacionais de ensino superior, de investigação e de ensino técnico profissional numa rede nacional de comunicação de dados de alta velocidade, disponibilizando serviços de qualidade, com sustentabilidade económica, tecnológica e institucional de modo a constituir-se num parceiro fundamental no desenvolvimento da comunidade académica moçambicana. A parceria estabelecida entre o Projecto MoRENet e o Centre for High Performance Computing (CHPC), enquadra-se na operacionalização do Plano Estratégico da MoRENet para o período 2018 – 2025.


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Xembha e Velhas glória actuam no hotel Rovuma

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Este é o nome do concerto, a ter lugar no dia 25 do presente mês, no Hotel Rovuma, na cidade de Maputo, local onde a cantora tem actuado como residente desde o ano passado.

I Por: Samuel Sambo

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om a realização do evento, a autora da música Lirandzo, pretende ganhar experiência dos músicos mais velhos da praça, que já desfilaram em vários palcos a nível nacional e internacional. Para a jovem cantora, actualmente não existem barreiras entre os músicos mais velhos e novos, nem há razão para

tal, uma vez que todos têm um denominador comum que é a divulgação da cultura moçambicana, onde todos saem a ganhar. Quanto a ausência dos músicos jovens no espectáculo, a cantora garante que haverá oportunidade para a sua geração, mas desta vez o “show” é só com os mais velhos, garante que este está a

Festival de Cultura-2018

ser preparado com todos os detalhes. Alguns músicos consagrados já confirmaram a sua presença, tal é o caso da dupla Will e Aníbal, Hortêncio Langa e Elvira Viegas. Xembha, autora do disco Rhula África, já participou em dueto com o músico Roberto Chitdsonzo, e o cantor sul-africano, Jeff Maluleke.

Inhambane apura representantes O Governo da província de Inhambane através da Direcção da Cultura e Turismo realiza a fase provincial de apuramento de grupos representantes na fase Nacional do evento. Daniel Chapo, Governador da Província, encorajou os participantes a tudo fazerem para mostrar o vasto mosaico da Cultura de que Inhambane detém, com vista a representar condignamente a terra de Boa gente. Ao júri, o governante, reiterou a necessidade de se ter maior vigor na selecção dos melhores dos participantes, para que os seleccionados sejam verdadeiros representantes da Cultura de Inhambane. São várias expressões culturais concorrentes, a destacar para Timbila, Xigubo, Poesia, canto e a gastronomia

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Artistas moçambicanos expõem obras de pintura na EPM-CELP

Uma exposição de pintura de artistas moçambicanos e outra de fotografia sobre a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) estão patentes, até final do corrente mês, no átrio central da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP). Ambas foram inauguradas a 5 de maio, Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP que a nossa Escola celebrou, em simultâneo, com o seu 18.º aniversário, festa não realizada em Novembro devido ao mau tempo.

I Por: Redacção

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exposição de pintura reúne obras de conceituados artistas moçambicanos, como Noel Langa, Jamal, Idasse Dito, Ndlozy, Maukew, Neto, Abdulsstator Alibhal, Kheto, Ulisses e Gemuce. Esta mostra pretende contribuir para a divulgação da cultura do país de acolhimento da EPM-CELP junto da respectiva comunidade escolar, mostrando diferentes obras unidas por uma linguagem e expressão individuais. Os objectivos da exposição são de sensibilizar os alunos para a educação estética, analisando as obras originais ao lado

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de alguns autores, com quem os estudantes podem conversar, e, posteriormente, criar em sala de aula um produto artístico inspirado numa das obras expostas. “Visão fotográfica como membro da CPLP” é o tema da exposição fotográfica que promove a partilha de experiências pessoais e artísticas entre os funcionários da EPM-CELP por ocasião do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP, procurando sensibilizá-los para a estética e criatividade com a selecção dos melhores trabalhos. A iniciativa das duas exposições é do grupo de Artes Visuais da nossa Escola que, na festa de 5 de maio, também dinamizou uma actividade de pintura facial e de t-shirts, bem como montou uma exposição de cerâmica


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Lichinga está em Jogos Escolares

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rrancou esta semana o XXIV Festival dos Jogos Desportivos Escolares, fase distrital, Lichinga. A cerimónia de Abertura foi feita por Ilda Macome, Secretária Permanente do Distrito, que no seu discurso fincou a importância da Unidade Nacional e da saúde das crianças. De igual modo, falou da socialização da criança que é feita por intermédio de regras que representam o limite que regula as relações presentes entre as pessoas. Por meio dessa estrutura de jogo, segundo disse, o aluno pode construir normas para suas brincadeiras e, assim, descobrir, interagir e ampliar seus conhecimentos. O futuro do aluno envolve sua inserção no mundo do trabalho. Nessa inserção, o jogo de regras representa um papel importante. Por meio dele, a criança é colocada em contacto com restrições, limites, possibilidades, enfim, com a vida regularizada e harmónica. “Sem regra não há trabalho e sem trabalho não há regra.”

Artur júnior no “Africano” do judo O judoca moçambicano, Artur Júnior, da categoria de menos 66 kg, é o único atleta moçambicano a marcar presença no Campeonato Africano de Cadetes e Júnior, a decorrer na cidade de Bujumbura, capital de Burundi, de 9 a 14 do presente mês.

I Por: Samuel Sambo A presença do atleta foi confirmada a última hora graças ao apoio dos pais do atleta, depois da Federação Moçambicana do Judo (FMJ), ter declarado que não havia fundo para a deslocação dos atletas moçambicanos seleccionado para a competição. O único representante moçambicano no Campeonato Africano partiu de Lisboa, onde se encontra a estudar, para Burundi. A turma moçambicana era composta

por Yannik Martins, nos mais de 100kg, Ayton Siquir, nos menos 73 kg, Mauro Nassone, nos 60kg, Samuel Ribeiro, nos 55 kg e Artur Júnior. Assim, as hipóteses de Moçambique conquistar uma medalha no maior

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evento africano de cadetes e júnior reduzem-se, mas não impossível, uma vez que Artur Júnior está preparado, tendo marcado presença no último Campeonato Africano de sénior que decorreu na Tunísia.


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Carne de Porco a alentejana Ingredientes: 1Kg de carne de porco cortada aos cubinhos 1Kg de amêijoas 4 Alhos 2 Folhas de louro 1 dl de azeite 0,5l de vinho branco 2 ou 3 colheres de massa de pimentão Coentros picados q.b. Sal grosso q.b. Pimenta q.b. Óleo para fritar Batatas para fritar cortadas aos cubinhos

Preparação:

Prepare as amêijoas pondo-as de molho em água com sal e deixe ficar durante cerca de 2 horas até para libertar a areia. Em seguida, coloque a carne numa tigela e tempere com alho moído, as folhas de louro, a massa de pimentão, sal e pimenta. Regue

com o vinho branco e deixe marinar durante pelo menos 1 hora. Entretanto, frite as batatas e reserve. Num tacho aqueça o azeite, escorra a carne e frite-a. Depois junte o marinado e deixe cozinhar mais 5 minutos. Junte as amêijoas e deixe cozinhar 5 minutos, para estas abri-

Salada de Bacalhau à Milou Ingredientes: 2 postas de lombo de bacalhau (dessalgado) 600 grs de batata (cozidas) 3 cenouras médias (cozidas) 1 cebola grande 3 ovos cozidos Azeitonas qb Azeite de oliva qb Pimenta branca qb Orégãos qb Salsa picada Gotas de limão qb

Preparação

Coza o bacalhau. Depois de arrefecido, desfie e reserve. Na mesma água de cozedura do bacalhau, coza as batatas e as cenouras tendo em atenção que a cenoura cozerá antes da batata pelo que deve ser retirada, reservada enquanto a batata termina de cozer. Num tacho, deitei o azeite e refogue a cebola cortada a gosto. Junte o bacalhau, misture e junte a batata e a cenoura cortada a gosto. Tempere com os orégãos, junte a salsa, a pimenta branca, envolva tudo e desligue o lume. Deite umas gotas de limão e rectifique os temperos. Junte os ovos cortados a goste e decore. Sirva quente ou frio acompanhado de pão de alho

Sobremesa à Milou Ingredientes:

200 ml de natas 1 pacote de bolacha maria triturada 8 bolachas para decorar Mousse de chocolate caseira qb. ou poderá substituir pela instantânea

Preparação

Bata muito bem a nata até ficar firme. Se pretender, adoce. Considerando que a mousse já se encontra pronta, numa tigela, pinte ligeiramente o fundo com a nata

numa camada finíssima. Polvilhe com a bolacha triturada e por cima coloque uma camada da mousse. Polvilhe com bolacha e faça outra camada com nata e o processo será assim até ao fim, sendo que a última camada deverá ser da mousse que por sua vez será polvilhada de bolacha. Decore a gosto e leve ao frio durante pelo menos duas horas. Sirva como sobremesa num belo dia de calor

rem-se. Quando estiver pronto, junte os coentros picados, misture ligeiramente e apague o lume Numa travessa, coloque as batatas e tempere-as com sal. Espalhe a carne, misture, e por cima regue com o molho da carne. Decore com pickles se gostar


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