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Sexta-feira: 09 de Fevereiro de 2018

Onde Mora a Chama da Esperança

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N°40

Periodicidade Semanal Director Editorial: Gervásio de Jesus Ano II Edição nº 40 04 de Maio 2018 Rua da Concórdia nº 41 – 2º Andar Contactos +258 84 57 45 041; +258 84 55 27 437 Email revistaidolo@idolo.co.mz www.idolo.co.mz

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Política

Joaquim Chissano galardoado na RAS

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MOÇAMBIQUE SEM DHLAKAMA I´Bane e Maxixe com autocarros erá b e c e r S D U il m 5 7 2 F A da C dólares

Economia

Moz Innovation Lab lança Future Agro Challenge 2018

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Sociedade

Ponte Maputo-Catembe inaugurada a 25 de Junho


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Ícones da Terra

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TETRER LSELTET S WW NENE

Biografia de Venâncio Mondlane

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ascido a 17 de Janeiro de 1974 em Lichinga, antiga Vila Cabral, província de Niassa. Filho de Venâncio Mondlane e de Virgínia Bila. É um jovem afirmado politicamente e com um pensamento inovador virado para o desenvolvimento do país. Destemido nas abordagens ao sistema de governação, Venâncio Mondlane conquistou simpatia de muitos jovens moçambicanos, sobretudo os residentes na cidade de Maputo. Nas eleições autárquicas passadas, em que concorreu pelo Movimento Democrático de Moçambique (MDM), para à presidência do Município de Maputo, Venâncio esteve a beira de fazer história. Perdeu à tangente, mas deixou bem expressa a sua marca de um político arrojado e aglutinador. É um exímio pesquisador e comunicador, com uma infindável retórica assente em contextos reais. Este ano poderá voltar a candidatar-se ao cargo de Presidente do Município de Maputo, não se sabendo até agora por que partido. Ele acredita num Moçambique melhor e para todos.

PERCURSO ACADÉMICO 1979 - 1984 Estudos primários (1ª – 4ª Classes) efectuados na Escola Primária do Alto-Maé, antiga Paiva Manso. 1985 - 1986 5ª e 6ª Classes na Escola Secundária Estrela Vermelha. 1987 - 1991 7ª – 11ª Classes do antigo Sistema de Educação, na Escola Secundária Francisco Manyanga. 1992 - 1999 Conclusão da parte curricular do curso de Engenharia Florestal, na Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal, Universidade Eduardo Mondlane. PERCURSO CULTURAL 1994 - 2013

- Colaborar e colunista da Revista Lua Nova da Associação dos Escritores Moçambicanos - Colunista de vários semanários nacionais: Zambeze, Canal de Moçambique e Savana - Comentador de TV para assuntos políticos e sociais: TV Miramar, TIM, TVM (programa musical), TOP TV e STV. PERCURSO E VIFA POLÍTICA 2013 - 2018 2013 - Candidato pelo MDM à Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo. 2014 - Chefe da Bancada do MDM na Assembleia Municipal de Maputo. 2015 - 2018 - deputado na Assembleia da República pelo MDM, com as funções de relator da Bancada Parlamentar


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EDITORIAL

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Eternizar belas obras do líder

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orreu o El Comandante de duas linhas distintas: política e militar. Calouse uma voz autorizada e ouvida, com defeitos e virtudes. Morreu um líder político democrático, provavelmente, o mais carismático das últimas décadas. Morreu um homem, um guerrilheiro, que colocou durante 16 anos uma Nação inteira em “suspensão”, por alegada “libertação” do povo da corrente socialista, mas que depois da guerra conseguiu transformar-se num político astuto, arrojado e convicto nos seus objectivos. Dhlakama sabia o que queria e era respeitado por uma grande franja da população. Tombou por doença, nas matas da Gorongosa para onde se

havia refugiado, temendo ameaças de morte. Pai da Democracia foi resistindo às intempéries da vida. Caiu um Herói que dedicou grande parte da sua vida a institucionalização do ambiente da justiça social no seio da sociedade moçambicana. O povo está lucidamente consciente de que Dhlakama houve um só e que a revolução renamista vai ter inimigos internos e externos suficientemente fortes para pôr em causa a intensa vivência democrática construída, de forma sacrificada, mas abnegada por Afonso Dhlakama. É preciso saber perpetuar o seu legado, conduzindo o processo de pacificação efectiva a bom porto, em ambiente de paz e concórdia. O futuro da Renamo, sob nova liderança, que seja assente na filosofia definida

FICHA TÉCNICA Sexta-feira: 09 de Fevereiro de 2018

Onde Mora a Chama da Esperança

IMPERDÍVEL Director Editorial Gervásio de Jesus

gervasiodejesus@yahoo.com.br

Redacção Gervásio de Jesus, Mustafá Leonardo e Júlio Saul Colaboradores Samuel Sambo e João Chicote Fotografia Salvador Sigaúque Layout e Paginação Cláudio Nhacutone

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Revisão Linguística Gervásio de Jesus Web master Paulino Maineque Marketing Idolo Endereço Rua da Concórdia nº 41– 2º Andar Contactos +258 84 57 45 041; +258 84 55 27 437 Email: idolorevista@gmail.com/ revistaidolo@idolo.co.mz www.idolo.co.mz

MAPUTO - MOÇAMBIQUE

Gervásio de Jesus por Dhlakama, virada para a busca de consensos e disciplina interna quer na parte política, quer na esfera militar. O País, tal como disse o Presidente da República, Filipe Nyusi, precisa de uma oposição forte. É necessário que a futura direcção da Renamo saiba lidar com os processos de paz depositados na Assembleia da República para permitir a assunção de uma reconciliação genuína entre os moçambicanos.

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Silêncio ensurdecedor de Guebuza

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o fim de três anos de sucessão geracional na liderança do Estado moçambicano, chama-nos à atenção a postura de Armando Guebuza, último estadista da geração libertadora, marcada por um silêncio que até certo ponto pode ser visto como uma virtude, face ao quadro em que o antigo estadista é retratado, sem o mínimo de gentileza até devido a um criminoso condenado em reclusão. A última alternância na chefia do Estado, que se concretizou com a investidura do Presidente Filipe Jacinto Nyusi, em Janeiro de 2015, pode ser como distinta na história de Moçambique independente, em virtude de ter marcado o fim da geração do 25 de Setembro na liderança do país e da Frelimo. Olhando para as condições do país não é uma transição de fácil gestão, pois qualquer posicionamento público sujeita-se às mais diversas leituras, sendo que por uma questão de conveniência a tendência dessas leituras é que sejam maliciosas. São mais três anos em que foi e está sendo notório o silêncio de Armando Guebuza, que se tem a virtude de maturidade e de prudência, nos privou de conhecer o seu pensamento, o que lhe vai na alma, face às sentenças condenatórias que se proferem e se multiplicam, sem direito a justo julgamento. O silêncio de Guebuza pode ter sido determinante para a firmeza da liderança de Filipe Nyusi, que não terá encontrado ruido algum que pudesse justificar qualquer perturbação na sua gestão. Tal como os anteriores estadistas, Nyusi lidera o país e a Frelimo no seu tempo e no seu contexto. Guebuza falou quando necessário, embora tivesse motivos para falar muito mais, limitandose. na maioria das vezes, a responder a perguntas quando interpelado por jornalistas, sobretudo em eventos públicos. Mas não pode haver a mínima dúvida de que o silêncio do antigo Presidente fala bem alto e guarda-nos muitas surpresas que um dia as conheceremos, quando o antigo líder julgar oportuno, para dizer da sua justiça. Guebuza sabe perfeitamente que saber esperar é uma virtude e não é a ele que se deve ensinar o “Pai Nosso”. É um conhecimento por justa causa, adquirido e moldado ao longo de penosas décadas que começam em plena juventude, tal como a maioria dos nossos libertadores. Ao longo de muito tempo nos sentimos pequenos demais para aparecermos em público e emitir alguma opinião sobre o maldito debate em volta da figura do antigo estadista, mas lá está, às vezes o armazenar por longo tempo de

angústias leva ao último suspiro precoce, e não gostaríamos de correr esse risco. Sem querermos o ilibar de eventuais percalços na sua governação, aliás nem nos pediu muito menos nos passou procuração para esta reflexão, recusa-se a calar o sentimento em nós, de que o antigo Presidente também executou obra, no seu tempo e no seu contexto, que ficará para sempre na história dos moçambicanos. Não queremos aqui e agora defender que não se fale disto e daquilo que possa envolver a figura do antigo estadista, mas tão-somente que havendo razões para julgamento, que lhe seja garantido julgamento justo e não seja usado para agendas obscuras, que buscam o fim único a neocolonização de Moçambique. Não se pode proferir sentenças convenientes absolutamente injustas, apenas em cumprimento de agendas obscuras, pois não há dinheiro que pague a imagem de um homem, edificada por mérito próprio. A quem de direito se determina hoje que venha à praça pública guilhotinar pessoas a qualquer preço, pontapeando-se as básicas normas de justiça, apenas para mostrar serviço aos patrões que vão investindo rios de dinheiro para alimentar os seus marionetes, que carregam a cruz do saudosismo de Moçambique antes de 25 de Junho de 1975. Esta meta, de difícil cumprimento face à nobreza dos moçambicanos, enquanto não for atingida, continuarão na forja bodes expiatórios. E hoje que a Procuradora Geral da República veio a público denunciar falta de colaboração de Estados e Instituições internacionais no esclarecimento do processo das chamadas dívidas ocultas, o que dirão os mensageiros? Para eles até pode não ser matéria de notícia ou debate, pois tudo quanto fazem não o fazem por vontade genuína, mas sim para garantir um estômago sempre cheio. Beatriz Buchil foi mis longe ao revelar que entre os Estados e Instituições internacionais que não querem colaborar fornecendo informações solicitadas, até figura alguém que suspendeu financiamentos a Moçambique, a pretexto das chamadas dívidas ocultas que entretanto não colaborar no seu esclarecimento. E o pedido de informação dura há mais de dois anos, sendo que o Fundo Monetário Internacional tem conhecimento pleno da situação estranha, mas faz vista grossa para ajudar a cumprir o plano da asfixia económica para forçar a mudança do regime. E aqui exigem que o desfecho seja ainda hoje, e se não se publica os nomes dos supostos implicados é porque se está a esconder algo. Sobre as chamadas dívidas ocultas mau grado

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OPINIÃO

Afonso Dhlakama e a Renamo terem concretizado a ameaça de guerra, pois acabou legitimando a decisão oportuna e soberana de investimento nas Forças de Defesa e Segurança. Sem a concretização da ameaça de guerra não se sabe lá muito bem se hoje estaríamos a falar das malditas dívidas ocultas. A ameaça de guerra concretizada abriu portas para tudo o que se seguiu. Caricato é questionar a “marginalização” do Parlamento nesse processo, quando bem se sabe que a ameaça de guerra concretizada tem também adeptos com peso significativo nesse mesmo Parlamento, adeptos a quem se devia (?) ter solicitado autorização para o equipamento das Forças de Defesa e Segurança, para a defesa da integridade territorial e da soberania! São coisas que só podem acontecer em Moçambique! Partilhar com o inimigo a estratégia de enfrenta-lo! Vale lembrar que as Forças de Defesa de Moçambique foram “reformadas” num espírito de boa-fé que pesou no Governo depois do Acordo Geral de Paz, confiando na prometida desmilitarização plena d Renamo, que entretanto durante décadas logrou fazer o boi dormir, mantendo a sua máquina de guerra intacta com direito a rejuvenescimento permanente! Não negamos que nesse investimento não terá havido desvios de aplicação. O que defendemos são sentenças precoces, sem julgamento, em pleno Século XXI. E se houve desvios de aplicação não é líquido concluir que este e aquele foram os responsáveis sem o competente julgamento, porque o que parece pode não ser. Haverá que saber esperar e confiar nas instituições, porque como defendemos, saber esperar é uma virtude. As instituições não devem ser confiadas apenas quando ilibam companheiros de certos ilícitos cometidos n exercício da liberdade de expressão e de imprensa. A verdade inevitável é que um dia Guebuza vai quebrar o longo silêncio ensurdecedor e saberemos de tudo o que lhe vai na alma, dizendo da sua justiça. Disso temos a certeza absoluta, pode-se escrever. (x) (IN-PRIMEIRA MÃO)


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OPINIÃO

Moçambique primeiro para os Moçambicanos!

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Por: Shafee Sidat*

ão tenho nada contra o investimento estrangeiro que, aliás, é muito bem-vindo à Pátria Amada. Mas sou de opinião que os mentores desse investimento não devem se esquecer nunca de que Moçambique é, em primeiro, segundo e terceiro lugares, para os Moçambicanos. Só depois disso é que vem os demais. Causa-me estranheza e indignação, sendo ao mesmo tempo revoltante, que os Moçambicanos, dentro da sua própria terra, sejam tidos como uma segunda opção, tal como acontece em alguns pontos do nosso País. Visitei, recentemente, o sobejamente falado NUARRO LODGE - Memba. Para lá chegar foi um martírio enorme, devido à sua via de acesso, com uma estrada quase que intransitável, a 30km de Memba e cerca de 110km de Nacala. Até aí tudo bem, pese embora - na minha opinião - quem faz um investimento que se diz de milhões de dólares devia também contribuir para as comunidades locais, a começar pelas vias de acesso ao local onde está implantado o investimento. Onde “a porca torce o rabo” foi, na verdade,

com o adiantar da hora e pelas péssimas condições da estrada, ter decidido hospedar-me no local, juntamente com outras sete (7) pessoas: - O preço da hospedagem estava fixado em dólares norte-americanos: USD 195. Ok. Iríamos pagar, embora a lei nesta terra determine o Metical como moeda de transacção. (Os estrangeiros tinham dólares). - A segunda arbitrariedade, que quase nos deixou loucos, está relacionada com a qualidade de atendimento: o senhor que nos atendeu ficou 10 minutos a falar ao telefone com um suposto “gestor” para depois informar que não podíamos hospedar naquele estabelecimento, totalmente vazio naquela noite, sob alegação de não teremos feito a reserva na África do Sul, onde se encontra a gerência. Por um momento pensei: - Será que estou na minha terra? - Lodge vazio e ainda não querem clientes? - Qual será o verdadeiro objectivo da presença daquele lodge naquele local? Este acontecimento fez-me reflectir em torno de várias questões relacionadas com os lodges

espalhados pelo País: - Será que estão realmente para servir aos moçambicanos? - Se não querem clientes, como realizam o seu capital para pagar as despesas correntes? - Qual é a contribuição destes para o meu País, em termos sociais e fiscais? - Se pagam impostos cá em Moçambique? Se sim, como é feito, se os pagamentos são feitos, muitas vezes no pré-pagamento na reserva via cartão de crédito. Há, outrossim, várias coisas por questionar. Mas prefiro parar por aqui. Mas insisto, eu quero um Moçambique para todos sim, mas que primeiro seja para os Moçambicanos e que os demais cumpram com todas as regras de investimento. NB: se as nossas autoridades do turismo têm dificuldades em aprender, o que custa visitar países onde há regras e tabelas com benefícios primeiro para os nacionais?

Uma data na história ( 3 de Maio de 1966 … Gilberto Mendes)

*Texto de João de Sousa*

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mpresário, desportista, dirigente desportivo, actor de teatro e cinema, encenador, apresentador e director de televisão. São estas, que eu conheça, as actividades que Gilberto Mendes exerce. Embora tenha praticado futebol, basquetebol, hóquei em patins e hipismo, foi na natação que se distinguiu. Em 1977 bateu o seu primeiro record nacional. Durante muitos anos, nesta modalidade, foi integrante da nossa Selecção Nacional. No cinema integrou o elenco da longa-metragem “O Vento Sopra do Norte”, sendo que foi dele o principal papel. Realizado por José Cardoso com produção do Instituto Nacional de Cinema, Gilberto Mendes, nesta película rodada em 1987, tinha 21 anos de idade. Interpretando o papel de João, ele contracenou (entre outros) com Pinto Monteiro, Lucrécia Paco, e Emídio de Oliveira. O seu ingresso no “Mutumbela Gogo” acontece em 1988. Participou em peças como “Nove Hora”, adaptação do poema de Rui Nogar; “Eu

Eduardo Sonhei a Terra”, de Henning Mankhel; “As mãos dos pretos”, de Manuela Soeiro, a partir

dum texto de Mia Couto, entre outras. Gilberto Mendes abandonou o “Mutumbela Gogo” e adquiriu os cinemas Matchedje e Estúdio 222, e fundou a sua própria companhia de teatro, o “Gungu”. Passou a escrever, actuar e encenar as suas peças e, simultaneamente, criou uma verdadeira escola de actores, com a sub-divisão da companhia em cinco grupos. Iniciou-se como produtor cultural promovendo espectáculos musicais e de televisão. Foi Presidente do Conselho Nacional da Juventude e Deputado suplente da Assembleia da República pela bancada da Frelimo. Sem que tenha feito o anúncio oficial, consta que Gilberto Mendes pode candidatar-se à Presidência do Município de Maputo. Ele nasceu no dia 3 de Maio de 1966. Completa hoje os seus 52 anos de idade. Parabéns Gilberto. Saúde

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Morreu Afonso Dhlakama O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, perdeu a vida na manhã desta quinta-feira, na Serra da Gorongosa, província de Sofala, devido a complicações diabéticas. Dhlakama encontrava-se a viver há dois anos em Gorongosa, por razões de segurança. O corpo do Presidente da Renamo, maior partido da oposição, foi transladado para a cidade da Beira e o funeral deverá ser realizado será realizado em Mangunde, distrito de Chibabava, sua terra natal, em data a anunciar.

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VIVER PARA O POVO

e nome completo Afonso Macacho Marceta Dhlakama, o líder da Renamo nasceu a 1 de Janeiro de 1953, em Mangunde, distrito de Chibabava em Sofala. É filho de um líder tradicional, o régulo Mangunde. Dhlakama ingressou na FRELIMO em 1974, mas abandonou o Movimento em pouco tempo, tornando-se um dos fundadores da Resistência Nacional de Moçambique. Foi quando morreu André Matsangaíssa, em combate na Gorongosa, a 17 de Novembro de 1979, que Dhlakama tornou-se presidente do movimento tendo assumido as rédeas em 1980. Dhlakama assumiu assim a guerrilha com 27 anos de idade. Foi com a sua liderança que guerra civil, que durou 16 anos, se expandiu para todo o território nacional e desestruturando o país ao

nível económico e social. O que levou o governo a negociar com o regime do Apartheid que financiava a Renamo um acordo de não agressão em 1984. No tal acordo o governo moçambicano deixaria de apoiar o ANC que lutava contra o então regime sul-africano, e este por sua vez a Renamo. Em finais da década de 80, Afonso Dhlakama dirige do lado da Renamo as negociações com o governo na altura liderado por Joaquim Chissano o Acordo de Paz, sob mediação da Igreja Católica em Roma, tendo como principal agenda a desmilitarização da Renamo e integração dos seus efectivos nas Forças de Defesa e Segurança Nacionais e a introdução do Multipartidarismo, um Estado de Direito Democrático em Moçambique e realização periódica de eleições. Após consensos, a 4 de Outubro de 1992 viria a assinar o acordo com o então presidente da República, Joaquim Chissano em Roma na Itália. A partir daí, a RENAMO transfor-

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mou-se num partido político, e Afonso Dhlakama de líder militar para líder político, tendo concorrido às primeiras eleições presidenciais em 1994, nas quais obteve cerca de 33% contra 50% de Chissano. Nas eleições presidenciais de 1999, Afonso Dhlakama perdeu para Chissano. A margem foi bem menor. O líder da Renamo somou 47,71 % e o da Frelimo 52,29%. A Renamo contestou a validade destas eleições e, cerca de um ano depois, em novembro de 2000, houve violentas manifestações por todo o país, fomentadas pela Renamo. Dhlakama e Chissano tiveram que voltar às negociações para repor a normalidade no país. Voltou a concorrer nas duas eleições seguintes e perdeu para Armando Guebuza em 2004 e 2009 respectivamente. Afonso Dhlakama decidiu em 2010 abandonar a capital do país, onde residia desde 1992 e fixa residência em Nampula. Após um diálogo fracassado com o Armando Guebuza, então presiden-


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te, o governo enviou forças militares e paramilitares para as proximidades da sua residência, na cidade de Nampula. Este e outros acontecimentos levaram a que o líder da RENAMO abandonasse mais uma vez a sua residência na cidade de Nampula, tendo-se dirigido para o antigo quartel-general da Renamo, no povoado de Sathundjira, localidade de Vunduzi, distrito de Gorongosa, na província de Sofala. A partir de lá dirige um novo confronto militar com as forças governamentais que inicia em 2013 com ataque a um posto policial em Muxúnguè após tentativa de dispersão dos seus antigos militares que estavam estacionados na delegação local da Renamo. Em resposta o forças governamentais atacaram o local onde vivia Afonso Dhlakama e o mesma escapa ileso. Depois de difíceis negociações, assinou um novo Acordo de Paz com o então Presidente da República, Armando Guebuza a 5 de Setembro de 2014 que via-

à crise política. Mas sem efeito. Como consequência, o líder da Renamo sofreu três atentados contra a sua vida. A primeira tentativa de assassinar Afonso Dhlakama aconteceu no início da noite de 12 de Setembro de 2015, quando

Após negociações com o governo, aceita sair das matas no dia 8 de Outubro e dirige-se para cidade da Beira. Na manhã do seguinte, 9 de Outubro de 2015, a polícia cerca a sua residência na Beira e desarma seus seguranças. E a polícia chamou a operação como início do desarmamento coercivo dos Homens Armados da Renamo. Entretanto, dias depois Dhlakama consegue fugir da sua residência na Beira e refugia-se nas matas da serra da Gorongosa e retoma ataques militares extendendo para além do troço da EN1 entre rio Save e Muxúnguè e Nhamapaza- Caia e da EN7 entre Vanduzi e Rio Luenha. Para pôr termo ao conflito, o Presidente da República Filipe Nyusi iniciou conversações com Dhlakama por via telefone que permitiu o estabelecimento de tréguas e o fim das hostilidades militares. Filipe Nyusi dirigiu-se por três vezes a Gorongosa para reunir-se com Afonso Dhlakama e duas foram com sucesso. Recentemente os dois líderes

bilizou a sua participação nas eleições de 2014. Tendo-as perdido para o acual presidente Filipe Nyusi. E mais uma vez não reconheceu os resultados e percorreu o país mobilizando seus membros a também não faze-lo ameaçando tomar o poder a força. Em virtude dessa situação reuniu-se com Filipe Nyusi por duas ocasiões em Fevereiro de 2015 para tentar pôr termo

uma caravana de automóveis em que seguia foi atacada na província de Manica, ao que tudo indica por homens das forças de defesa e segurança de Moçambique. Registaram-se cinco feridos, mas o líder da oposição saiu ileso. No dia 25 de Setembro de 2015, o líder da Renamo escapou ileso a um novo ataque em menos de duas semanas na província de Manica. E refugia-se nas matas.

acordaram um Pacote Descentralização que foi depositado na Assembleia da República e aguarda a sua aprovação. E neste momento estavam a negociar a desmobilização e integração dos homens da Renamo nas Forças de Defesa e Segurança. Dhlakama aguardava o fim das negociações para sair das matas. Afonso Dhlakama deixa viúva e oito filhos


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Nyusi apela ao respeito pela dignidade dos trabalhadores Celebra-se hoje, o Dia Internacional do Trabalhador. Por essa ocasião, o Chefe de Estado deixou uma mensagem a todos os trabalhadores moçambicanos. Filipe Nyusi, Presidente da República, disse, no âmbito da celebração do Dia Internacional do Trabalhador, assinalado nesta terça-feira, que todos são chamados à consciência sobre a necessidade de respeito pela dignidade e pelos direitos do trabalhador em todo o mundo, e em Moçambique, em particular, e enalteceu o papel da classe. “É uma data em que nos regozijamos pelo engajamento do trabalhador moçambicano que nos diferentes sectores de produção, mesmo perante adversidades de vária ordem com o seu labor, saber e dedicação vai contribuindo, de forma decisiva para o alcance de cada vez maiores níveis

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de produção e produtividade, em prol do bem-estar dos moçambicanos”. E em nome do Governo e em seu nome, saudou ao trabalhador moçambicano e aos líderes do movimento sindical que têm mostrado elevado grau de patriotismo no processo de construção de um país próspero de que todos nos orgulhemos. Referiu que, como parceiro social, o Governo tem consciência do papel nobre das lideranças sindicais na promoção e defesa dos direitos fundamentais do trabalho e do trabalho digno, promovendo a cultura do

trabalho e demonstrado nos processos de diálogo com o Governo e o Patronato ao nível das empresas Por outro lado, reiterou a disponibilidade do executivo em tudo fazer para a melhoria do ambiente laboral e para a garantia da estabilidade laboral com a implementação de medidas e políticas que contribuam para a melhoria gradual e sustentável das condições de vida dos trabalhadores e suas famílias e para a geração de mais e melhores empregos, no quadro da Política de Emprego

Joaquim Chissano galardoado na RAS

antigo Presidente da República, Joaquim Chissano, foi este distinguido pelo Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, com o galardão das Ordens Nacionais, em reconhecimento do seu papel na construção de uma África do Sul democrática livre e pacífica. As Ordens Nacionais são os mais altos galardões que a África do Sul outorga, através do Presidente da República, aos cidadãos e membros da comunidade internacional que contribuíram para tornar o país em uma nação democrática e bem-sucedida. O mesmo galardão já foi entregue aos antigos presidentes Quett Masire, do Botswana, Samuel Nujoma, da Namibia, e Ellen Jhonson, da Libéria

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BOLSA DE VALORES DE MOÇAMBIQUE

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ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS

Frelimo quer candidatos com aceitação nas bases

A Comissão Política da Frelimo decidiu esta semana que o processo interno de escolha dos candidatos para as eleições autárquicas de 10 de Outubro deve ter em conta, para além da sua honestidade e integridade, a sua aceitação no seio das bases do partido.

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decisão foi tomada durante a 11ª sessão ordinária da Comissão Política, que foi dirigida pelo Presidente do partido, Filipe Nyusi, igualmente Presidente da República, na qual se passou em revista a situação política, económica e social do país e do mundo em geral. “A Comissão Política discutiu, na profun-

didade, o perfil dos candidatos para as eleições autárquicas de Outubro próximo e foi consensual que no seu processo interno de escolha se deve sobrepor, para além da sua honestidade e integridade, a sua aceitação pelas bases”. Na mesma ocasião, a Comissão Política

do partido no poder exortou a todos os cidadãos com idade eleitoral e que ainda não se recensearam, para se dirigirem aos postos de recenseamento. “Só com a regularização deste procedimento é que poderão eleger os dirigentes certos para a direcção dos seus municípios”, lê-se no comunicado

Parlamento aprova lei de combate ao terrorismo A proposta de lei que estabelece o regime jurídico de repreensão e combate ao terrorismo e acções conexas foi aprovada na generalidade e por consenso pelas três bancadas do Parlamento, nomeadamente a Frelimo, a Renamo e o MDM.

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dispositivo, que define mecanismos de previsão, identificação e neutralização de actos de terrorismo e seus agentes, aplica-se a actos praticados no território nacional e no estrangeiro, cujos autores se encontrem no território nacional e não possam ser extraditados e é a primeira lei que regula de forma específica

e exclusiva o combate ao terrorismo no país. Esta aprovação acontece cerca de duas semanas depois de os debates terem sido adiados, porque a Renamo pedira mais tempo para analisar, antes de decidir pela votação ou não. Os deputados da Renamo e MDM alertaram as autoridades para evitar excesso

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de zelo e não usar a lei para perseguições ilegais. A Frelimo disse ser oportuna aprovação da lei para corresponder aos desafios actuais. O representante do Ministério da Justiça e Assuntos Constitucionais e Religiosos destacou a importância da lei para garantia de segurança do país e cumprimento das recomendações internacionais


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Moçambique e Coreia do Sul acordam sobre cartas de condução

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oçambique e Coreia do Sul acabam de assinar um acordo de reconhecimento mútuo para trocas de cartas de condução. O acordo vai diminuir a burocracia, uma vez que os cidadãos dos dois países já não precisarão voltar a fazer novos exames de condução para obter o documento. A Coreia já tem acordos de reconhecimento mútuo para trocas de carta de condução com 130 países, mas Moçambique é o primeiro país africano a assinar este acordo com a Coreia do Sul.

Descentralização encalhada! - Filipe Nyusi preocupado com exigência dos parlamentares.

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Presidente da República, Filipe Nyusi, disse que as novas exigências colocadas por alguns deputados do Parlamento estão a condicionar o avanço do pacote sobre a descentralização. Trata-se de um pacote que resulta dos consensos alcançados entre o Chefe de Estado e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama. “Tenho estado a pedir a Assembleia da

República para levar a sério o documento que foi resultado do consenso e estamos sentir agora que os nossos compatriotas da Assembleia, não sei se são todos, mas alguns estão a exigir novas coisas e coisas difíceis e vão atrasar o processo. Existem muitos moçambicanos na expectativa, que querem ver este país com a Paz efectiva, incluindo os nossos irmãos, aqueles que estão do lado da Renamo, que

estão no campo. Precisamos de acarinhar para ver se saem de lá. Espero que não haja gente que queira que aquelas pessoas permanecem infinitamente lá e para sair, precisamos de dar andamento aos documentos daquilo que se considera que se chegou como consenso”, disse. O Presidente da República, falava no final da visita de trabalho de quatro dias, que realizou à província de Maputo


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ENH procura USD 2000 mil milhões para projectos de gás A Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) contratou a Lazard Frères SAS and Lion’s Head Global Partners para angariar dois mil milhões de dólares nos mercados internacionais que serão aplicados em dois projectos de exploração de gás natural na bacia do Rovuma, disse Omar Mithá em entrevista à agência financeira Bloomberg, citada pelo Macauhub.

I Por: Redacção

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ithá adiantou que a empresa vai iniciar neste mês de Maio contactos com potenciais investidores ao abrigo de um programa de encontros a serem realizados na Ásia, Médio Oriente e África do

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Sul, tendo acrescentado ser a angariação de capital “extremamente urgente.” A Lazard Frères SAS vai prestar aconselhamento no que se refere ao projecto Área 4, que está a ser desenvolvido pela ENI, a Lion’s Head Global Partners no projecto Área 1, operado pelo grupo norte-americano Anadarko Petroleum, indo a ENH contratar ainda o banco francês Société Générale para

este último projecto. A ENH tem uma participação de 10% no projecto operado pelo grupo ENI e de 15% no projecto da Anadarko Petroleum. A Lazard Frères SAS tem estado a prestar aconselhamento financeiro ao Ministério moçambicano das Finanças no que respeita a reestruturação da dívida externa contraída pela Ematum, ProIndicus e MAM

Tete com fraca produção de frango

produção anual de carne de frango na província de Tete é de cerca de 600 toneladas, cifra que está muito aquém das quase oito mil toneladas necessárias para suprir a demanda, anunciou sexta-feira o governador, Paulo Auade, citado pela AIM. “No ano passado, a nossa província registou uma produção de 637 toneladas de carne de frango que está muito aquém da demanda que é de 8.956 toneladas por ano”, disse Auade, na abertura do I Seminário de Capacitação de Avicultores e Extensionistas de Tete. A produção actual corresponde a cerca de 7,1 por cento da demanda, razão pela qual o governador sublinha a necessidade do aumento da produção, pois a carne de frango tem um contributo inestimável na disponibilidade de proteína animal e, deste modo, melhorar a dieta e estado nutricional das famílias. Auade afirma que a meta do governo é reduzir a importação de frango, através da produção local e o seu Executivo continuará a apostar na alocação de insumos para a concretização deste projecto

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Maputo prepara legislação sobre circulação de pessoas e bens na CPLP A capital moçambicana, Maputo, acolhe nos dias 9 e 10 de Maio corrente, a Primeira Conferência Económica do Mercado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

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ste evento é organizado em parceria com a Confederação Empresarial da CPLP e a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), e tem como objectivo principal preparar a legislação que permita maior liberdade de circulação de pessoas, bens, capitais e serviços, entre os países da CPLP. Estarão envolvidos nestes trabalhos as maiores Sociedades de Advogados destes países - para garantia de observação de todas as normas legais respeitantes aos nove (9) países membros. A proposta observará quatro acordos multilaterais a saber: - Dois de Facilitação de Investimento Dupla Tributação e Protecção ao Investimento.

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- Constituição de Empresas de Capital estrangeiro dentro da CPLP (idênticas às nacionais). - Acordo para Livre Circulação de Empresários, os chamados Vistos de Negócios. - Constituição de um Tribunal Arbitragem e de Mediação da CPLP de modo a evitar que se recorra aos tribunais internacionais - como se tem feito - para resolução dos conflitos. Serão ainda elaboradas normas para constituição de um Manual de Ética e

«Compliance» das Empresas da CPLP. As resoluções desta Conferência irão ajudar os governos de cada país membro a elaborar legislação que permita a chegada a um mercado muito maior de todas as empresas que já têm tido um papel importante no desenvolvimento económico da comunidade lusófona. Estarão presentes cinco presidentes de Bancos e alguns dos mais altos responsáveis ligados ao sector económico de cada país membro

Jovens apostam no empreendedorismo

m grupo de jovens residentes na cidade da Beira, Sofala, investiu as suas poupanças num projecto de produção de ovos comerciais e actualmente empregam mais dez jovens. Os empreendedores investiram pouco mais de seis milhões de meticais para a construção de pavilhões e adquiriram mais de quatro mil galinhas poedeiras, há cerca de dois anos e meio, e pediram apoio do governo no que refere à assistência técnica. Actualmente, estão a produzir cerca de três mil e seiscentos ovos comerciais, por dia que estão a ser colocados nos principais mercados e mercearias do Chiveve. Parte considerável dos insumos é adquirida na cidade de Maputo. A iniciativa foi acarinhada pelo vice-ministro do Trabalho, Emprego e Segurança

Social, Osvaldo Petersburgo, que visitou a quinta, no âmbito do Dia do Internacional do Trabalhador. Petersburgo garantiu apoios a projectos desta natureza através de vários meios que o governo tem a nível

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de todos os ministérios. Os jovens empreendedores estão a aumentar os pavilhões e, futuramente, pretendem atacar o mercado da região centro e mais tarde todo o país.


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Moz Innovation Lab lança Future Agro Challenge 2018 Foi lançada no passado no dia 20 de Abril passado, em Maputo, a maior competição global de inovadores em agronegócios, focada em identificar e aceleração de organizações que possuem soluções inovadoras na cadeia de valor do sector agrícola, desde à produção até ao consumo, denominado Future Agro Challenge. “Sendo essa a terceira edição, Future Agro Challenge Moçambique quer continuar a apoiar e construir uma rede de empreendedores capazes de trazer soluções inovadoras em toda a cadeia alimentar no país”, declarou Elena Vali, Directora do Moz Innovation Lab. O lançamento da iniciativa contou com a participação de representantes de empresas e individualidades parceiras que expressaram o seu compromisso em apoiar significativamente o agronegócio moçambicano, de destacar a intervenção da Gapi, Barclays Moçambique, AMSCO, Turkish Airlines, como uma das instituições que não ficaram indiferentes a esse desafio nacional. Este ano, a competição oferece prémios como bilhete para o evento global designada “Global Agripreneurs Summit”, Acesso a Plataforma de crowdsourcing, uma plataforma de co-criação de soluções para problema locais para cada negócio, Campanha de crowdfunding, suporte para arrecadar fundo para apoiar o negócio, programa de incubação e/ou aceleração e Stand no evento nacional para três categorias nomeadamente Agro-inovador, Agro-Jovem Inovador e Agro-Projecto inovador. As candidaturas abrem no dia 14 de Maio. Acompanhe mais actualizações na nossa página, FAC-MOZ

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Contribuição da pesca para PIB

O sector pesqueiro poderá contribuir com uma produção de 11 por cento do Produtor Interno Bruto (PIB), este ano. A cifra representa um crescimento quando comparado com o ano passado em que o sector contribuiu com 10,3 por cento para o PIB. Em 2017, houve uma produção global de trezentas e cinquenta mil toneladas de pescado, em todo o país, decorrente, sobretudo, da pesca artesanal. O Director Nacional de Operações no Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas, Leonid Chimarizene, disse que o sector está a investir na melhoria da fiscalização. Governadora da Província de Sofala, Maria Helena Taipo, recebeu na tarde de ontem no seu gabinete de trabalho, o Especialista Sénior em Recursos Naturais no Banco Mundial, André Aquino

CTA lança II Ciclo de financiamento às PME´S Na primeira fase, a instituição recebeu projectos avaliados em 28.3 milhões de dólares americanos A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) convocou nesta quinta-feira uma Conferência de Imprensa para o balanço do I Ciclo e lançamento do II Ciclo do Fundo de Financiamento às Pequenas e Médias Empresas (PME´s), aberto a 4 de Abril último. Nesta I fase, a CTA interagiu com 93 empresas nacionais e recebeu 18 projectos, maioritariamente, da indústria e agricultura, dos quais cinco (5) possuem os critérios de elegibilidade de acordo com o “check-list” para serem submetidos à análise do financiamento solicitado e totalizam USD $28.3 Milhões.

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egundo Ibrahimo Khabir, Vice-presidente da CTA, após o lançamento do Fundo, durante cerca de um mês, a Confederação, através do Gabinete de Apoio Empresarial, divulgou através das suas diversas plataformas de interacção, informações complementares e documentos para submissão dos projectos a mais de 3200 interessados, tendo na sequência mantido contactos e interagido com 93 empresários e representantes de PME´s nacionais através de reuniões, telefone e correio electrónico, prestando esclarecimentos sobre o funcionamento e auscultando seus desafios en-

frentados para o acesso ao Fundo. Nesta interacção, por exemplo, denotouse que, a questão da obrigatoriedade da certificação das contas, o regulamento da Lei Cambial na recepção e exportação de capitais, o pagamento do montante do Due Diligence, o tempo de processamento dos projectos e o prazo de resposta sobre o projecto, constituiam os maiores desafios. Até ao momento, a CTA recebeu 18 projectos de empresas, maioritariamente da indústria e agricultura. Estes projectos mereceram uma análise e foram constadas alguns aspectos por sanear, que têm a ver, maioritariamente, com a questão de certificação das contas. Dos 18 projectos recebidos e analisados, 5 possuem os critérios de elegibilidade do acordo com o “check-list” para serem submetidos à análise do financiamento solicita-

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do, e totalizam USD $28.3 Milhões. Segundo Ibraimo Khabir, o prazo previsto para a apreciação e deliberação são de aproximadamente 30 dias, para os proponentes destes projectos serem informados sobre a aprovação. Inaete Merali, Presidente Executivo da Active Capitalo, parceira da CTA nesta iniciativa, explicou que o Fundo é aberto, pois não há valor global específico para financiamento. Entretanto, foi estabelecido um mínimo de USD $1 Milhão e um máximo de USD $20 Milhões por cada projecto economicamente viável que seja proposto por PME´s nacionais, e cujos critérios de elegibilidade sejam satisfeitos, nomeadamente: contas auditadas e certificadas dos três (3) mais recentes exercícios económicos; plano económico e financeiro do investimento a realizar; e company profile actualizado


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Na II fase as PME´s terão assistência técnica

Encerrado o I Ciclo, a CTA e a Active Capital abriram o II Ciclo de Financiamento até 30 de Maio. Para este Ciclo, está previsto um pacote de assistência técnica sob Termos & Condições onde as PME´s poderão usufruir de assistência de conceituadas empresas de auditoria financeira para a certificação de contas e aprimoramento de propostas de projectos, respectivamente. Com este pacote, a CTA e a Active Capital apoiarão as PME´s a melhorarem os seus projectos e puderem responder a todos os requisitos. Para o efeito, estabeleceu-se parcerias com duas instituições, nomeadamente: Intellica para assistência técnica na estruturação dos projectos; e PriceWaterhouseCooper para a certificação das contas das PME´s. Segundo Eduardo Sengo, Director Executivo da CTA, com estas parcerias estabelecidas pela CTA e a Active Capital, o acesso ao produto “Active Fund” ficará mais completo e robusto, esperando-se desta forma aumentar o número de projectos elegíveis no II Ciclo a ser finalizado a 30 de Maio

Vale cresceu 162 % no resultado operacional

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mineradora Vale Moçambique faz a exploração de carvão mineral, no distrito de Moatize, na província de Tete desde 2011. A mineradora realizou uma conferência de imprensa, esta quinta-feira, para dar a conhecer os resultados financeiros do ano 2017. A empresa teve um resultado operacional de 5.7 biliões de meticais, o que equivale a um crescimento de 162 por cento quando comparado a 2016. A mineradora produziu 11.2 milhões de toneladas de carvão em 2017. Apesar destes resultados positivos a mineradora ainda não conseguiu produzir lucro suficiente para cobrir a dívida com os accionistas. A Vale pagou ao Estado 30 milhões de meticais pela exploração da mina. Neste ano, a Vale prevê produzir 15 milhões de toneladas de carvão mineral

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Feliz dia do trabalhador “O maior desígnio da CTA é advogar pela melhoria do ambiente de negócios em Moçambique. E falar do ambiente de negócios para nós significa a imensidão de condições que concorrem para a melhoria da produção e da produtividade que resultem numa melhor e justa distribuição da renda entre os empregadores e os seus trabalhadores. Temos consciência que não pode haver melhoria do ambiente de negócios sem o abnegado cometimento e trabalho de todos os envolvidos na cadeia de produção. Estamos também conscientes da necessidade de advogar por melhores incentivos para que a massa laboral sinta recompensado o seu trabalho. Por essa razão, à medida que vamos advogando por mais e profundas reformas para a melhoria do ambiente de negócios, continuaremos advogando, também e à mesma medida, pela melhoria das condições de trabalho e melhores recompensas para os trabalhadores. Ao celebrarmos o Dia 1 de Maio, Dia do Trabalhador, gostaria de servir-me desta plataforma para desejar aos trabalhadores da nossa Pátria Amada um feliz dia de reflexão, festa e celebração dos nossos direitos e conquistas, e Dia de cometimento mútuo à causa da produção, produtividade, desenvolvimento e bem-estar social. Por um trabalho mais digno e melhoria de condições de vida dos trabalhadores, sempre seremos a CTA – PELA MELHORIA DO AMBIENTE DE NEGÓCIOS, SOMOS UM!” *Agostinho Vuma, Presidente da CTA*

Vitória Diogo quer observância da lei laboral A ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social diz que o primeiro de Maio deve ser um dia de reflexão sobre os direitos e deveres do trabalhador e do patronato. A ministra enalteceu o papel do sector privado ao empregar cada vez mais moçambicanos, mas adverte que se deve garantir o trabalho digno. Vitória Diogo avança ainda que o sector deve empenhar-se em garantir um trabalho seguro e dentro da lei laboral vigente no país. Vitória Diogo falava, na terça-feira, depois de depositar uma coroa de flores na Praça dos Heróis Moçambicanos por ocasião do Dia Internacional do Trabalhador. Este ano, o Dia Internacional do Trabalhador celebrouse sob o lema “Sindicatos Juntos na Luta pelos Direitos Laborais e Sindicais”

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FAO financia sector florestal no país

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Moçambique perde anualmente cerca de 200 mil hectares de florestas devido ao corte indiscriminado de madeira. Práticas ilícitas no sector madeireiro têm resultado no aumento de danos ambientais, particularmente degradação florestal, e também na perda de receitas para o governo, afectando o desenvolvimento do sector.

I Por: Redacção

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neste contexto que o programa FAO -UE FLEGT- (Plano de Acção para a Aplicação da Legislação, Governação e Comércio no Sector Florestal), lançou mais um ciclo de sua implementação, disponibilizando cerca de 500 000 euros para apoiar instituições governamentais, organizações da sociedade civil e do sector privado em acções que contribuam para reduzir o corte ilegal de madeira e reforçar o comércio de produtos florestais legais por meio de uma melhor governação florestal, diz a instituição em comunicado. O Plano de Acção FLEGT incide em reformas na governação e no desenvolvimento de capacidades para ajudar no cumprimento das normas estabelecidas pela União Europeia (UE) na exportação de madeira, mas também em outros países que exigem legalidade. O plano de trabalho deste programa em Moçambique é orientado por um rotei-

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ro aprovado pelo Comité Técnico Nacional (composto pela Direcção Nacional de Florestas (DINAF), delegações da União Europeia e da FAO) que estabelece as áreas prioritárias de intervenção que devem receber apoio no país. A primeira fase iniciou com a recepção de pedidos de assistência directa orientadas para instituições governamentais e organizações do sector privado em Moçambique visando o rastreio de madeira e fortalecimento da capacidade institucional das mesmas. Para esta fase estão disponíveis subvenções de até 55 000 Euros. A fase subsequente do programa vai ser lançada em Maio, através de um concurso para entidades nacionais submeterem propostas de projectos-piloto para pesquisar, desenhar e testar um sistema de rastreio de madeira em áreas estratégicas e fortalecimento de comunidades e sociedade civil. Para esta fase, estarão disponíveis subvenções de até 100 000 Euros para apoiar

duas áreas de investigação, concepção e testagem de sistemas de rastreio de madeira em áreas estratégicas e formalização de Comités de Gestão de Recursos Naturais, monitoria e controlo da madeira oriunda das comunidades. Desde o início da implementação deste programa que finda em 2020, de acordo com a FAO, importantes resultados foram alcançados como o aumento do conhecimento sobre governação florestal no país e formação de membros da Associação Moçambicana de Madeira (AMOMA) em gestão sustentável de florestas. A organização diz ainda que este programa contribui directamente para o alcance do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável 15 que defende a protecção, recuperação, promoção do uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gestão sustentável das florestas, combate à desertificação, detenção e reversão da degradação da terra e perda da biodiversidade

Iniciativa Spotlight para proteger mulheres e raparigas

embaixador da União Europeia em Moçambique, Sven Kühn Von Burgsdorff, a coordenadora residente da ONU Moçambique, Márcia Freitas de Castro, e a representante interina da ONU Mulheres Moçambique, Marie Laetitia Kayisire, foram há dias recebidos em audiência pela governante moçambicana, Cidália Chaúque. O encontro com a Ministra de Género, Criança e Acção serviu para discutir a implementação da Iniciativa Spotlight em Moçambique. A Iniciativa Spotlight busca eliminar todas as formas de violência contra mulheres e raparigas, bem como práticas nocivas, como os casamentos prematuros

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Chilundo quer aumento da produção agrícola

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O Governador do Niassa, Arlindo Chilundo, exortou aos extensionistas agrários a apoiarem as famílias produtoras a adoptarem técnicas modernas de aumento da produção e produtividade em toda cadeia de valor, como forma de gerar renda e consequente garantia da segurança alimentar e nutricional na província do Niassa.

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exortação neste sentido foi feita recentemente, no povoado de Malica, distrito de Lichinga, na província do Niassa, à margem da cerimónia de entrega de alguns “kits” de trabalho nomeadamente: trinta e dois pares de fardamento, constituídos por calças, camisas, bonés e botas. Chilundo espera que com entrega deste material, os beneficiários estejam mais motivados e possam concorrer para o incremento dos níveis de produção e produtividade agrícolas através da massificação das novas técnicas e tecnologias agrarias. O Chefe do Executivo do Niassa acrescentou que das 412 mil famílias camponesas existentes na província, apenas 12 por cento, o que equivalente a 50 famílias, são assistidas pelos técnicos extensionistas, situação considerada desfavorável, dado que 75 por cento da sua economia provem do sector agrário. Interagindo com os extensionistas do distrito, líderes comunitários, produtores e a população que presenciou o evento, Arlindo Chilundo, disse que o Programa Integrado de Transferência de Tecnologia Agraria é um mecanismo alicerçado na galvanização da agricultura, devendo para isso, ser acarinhado por todos actores envolvidos na produção. “Devem acatar atentamente as recomendações dos extensionistas para o melhoramento dos níveis da nossa produção. Queremos que a nossa produção aumente cada vez mais, dado que a agricultura é uma das áreas catalisadoras do desenvolvimento que tanto almeja-

mos. A nossa aposta é que em um hectar possamos colher duas ou três toneladas de produção, para isso, é fundamental que vocês se envolvam activamente neste processo”, explicou. Na ocasião, Chilundo convidou as famílias produtoras a massificarem a produção de fruteiras, vegetais, criação de aves e pequenos ruminantes com vista ao melhoramento da dieta alimentar. Entretanto, Benvindo Vicente Portugal, um dos extensionistas abordados pela nossa Reportagem, mostrou-se satisfeito com a recepção do material que será utilizado para a disseminação de técnicas visando ao aumento dos níveis de produção agrária no seio das famílias camponesas. Refira-se que a província do Niassa, a mais extensa do país, tem uma rede de extensionistas composta por de 235 técnicos, espalhados um pouco por toda a região. Chilundo defende a difusão de tecnologias para promover o aumento da produção agrícola

Ponte Maputo-Catembe inaugurada a 25 de Junho A ponte Maputo/Catembe tem inauguração prevista para dia 25 de Junho próximo, data em que se assinala a independência de Moçambique ocorrida em 1975. A construção deste projecto que apresenta um custo superior a 700 milhões de dólares a cargo da China Road and Bridge Corporation (CRBC), com coordenação do engenheiro Bai Pengyu, de acordo com a revista Macao, citado pela MacaHub. A ponte, que será a maior de vão suspensos em África, faz parte um de projecto mais vasto que engloba um conjunto de vias de acesso em ambas as margens e estradas, nomeadamente a que conduz à Ponta do Ouro, zona balnear junto à fronteira com a província do Natal, na África do Sul, com uma extensão de 170 quilómetros. O engenheiro Bai Pengyu disse à revista Macao que a ponte irá permitir que se dê início ao desenvolvimento da zona da Catembe, nomeadamente para fins comerciais e habitacionais, contornando o problema da falta de espaço para mais construções na cidade capital. A construção da ponte representa também, de acordo com Bai Pengyu, um exemplo do papel desempenhado pelas empresas chinesas na transferência de conhecimentos para o país onde estão a operar, através da decisão de envolver não só técnicos locais, mas também estudantes, nomeadamente das faculdades de engenharia.

Além da ponte Maputo/Catembe, a CRBC tem a seu cargo a construção da Estrada Circular de Maputo e de uma outra na província do Niassa, com financiamento do Banco Africano de Desenvolvimento, que vai até à fronteira com o Malawi


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Detida docente acusada de mandar matar a mãe

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ma professora está detida no distrito de Guro, em Manica, indiciada de ter orquestrado a morte da sua própria mãe. A indiciada é acusada de ter contratado dois indivíduos para assassinarem a sua mãe, de sessenta anos de idade, alegadamente porque a finada a enfeitiçava. A indiciada nega o seu envolvimento no crime e diz que no referido dia, esteve ausente com o seu marido. Em conexão com o caso, estão detidos outros dois indivíduos que confessam o crime e dizem ter sido contratados pela professora que lhes prometera uma recompensa de 24 mil meticais e uma casa tipo três. Ainda em Guro, está detido este outro indivíduo acusado de ter assassinado, com recurso a uma enxada a um cidadão, e depois apoderou-se de 800 meticais do mesmo

Há greve Igreja Velha Apostólica aposta na Companhia do Búzi no ensino superior

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ais de trezentos trabalhadores da Companhia do Búzi, em Sofala, estão em greve, em reivindicação a salários em atraso, referentes aos últimos seis meses. São trabalhadores que se dedicam a produção da cana sacarina posteriormente comercializada na Açucareira de Mafambisse, cuja parte da receita destina-se ao pagamento dos seus ordenados. O secretário do comité sindical local, Manuel Manai, explicou que a situação se alastra

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Igreja Velha Apostólica vai construir uma instituição do ensino superior na cidade de Maputo. Recentemente, construiu um centro de saúde em Nampula, em 2015, e um outro centro inaugurado semana passada pelo presidente da República, Filipe Nyusi, no distrito da Manhi-

ça. Por outro lado, a Igreja diz pretender expandir centros de saúde para mais distritos no país. Estas iniciativas, que anunciadas pelo representante, Carlos Chatuir, enquadram-se na responsabilidade social da congregação. A Igreja Velha Apostólica está em Moçambique desde o ano de 1964

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desde Outubro do ano passado, afirmando que os novos gestores da empresa não estão a honrar com os compromissos. O director da fábrica, Jossefa Mandava, reconheceu a preocupação dos trabalhadores, afirmando que a situação está a contribuir para a baixa produção da cana sacarina, passando os anteriores sessenta para quarenta toneladas por hectare. “Os salários estão atrasados desde Outubro, porque o Conselho de Administração diz que há problemas de financiamento”, disse


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Resolvida travessia Maxixe-Inhambane

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As embarcações da transmarítima voltaram a operar esta semana, na travessia Maxixe – Inhambane.

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Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, que disse na ocasião, que o sofrimento da população terminou com o arranque em funcionamento das embarcações da transmarítima, nomeadamente Baía de Inhambane e Magulute. O governante fez a viagem inaugural na embarcação da cidade de Inhambane a cidade da Maxixe, tendo interagido com os passageiros. Carlos Mesquita esteve na província de

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Inhambane para fazer o lançamento da primeira pedra da reabilitação da Ponte cais da cidade de Inhambane, que se encontra degradada causada pela passagem de ciclone Dineo, em Fevereiro de 2017. Mesquita disse que o Governo está preocupado com o bem-estar da população, tendo agradecido os operadores das embarcações que garantiram a transitabilidade de pouco mais de três mil utentes daque-

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la travessia, assim como saudou a paciência da população de Inhambane que esperou um ano inteiro até que a Ponte cais estivesse em boas condições. O Ministro dos Transportes e Comunicações anunciou ainda que desde já retoma a travessia no período nocturno, o que de certa forma devolve a tranquilidade aos munícipes das duas cidades, que tinham que dar a volta assim que fosse 17:00 horas


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Vítimas da lixeira de Hulene vão viver em casas alugadas

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As vítimas do desabamento da lixeira de Hulene, em Maputo, estãp a receber, desde a quarta-feira, cheques para alugarem casas temporariamente, enquanto são construídas suas casas definitivas. A informação foi avançada pelo presidente do Município de Maputo, David Simango.

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egundo Simango, na semana passada, o Conselho Municipal e o Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER),assinaram um memorando de entendimento, com vista a transferência de 32 milhões de meticais (538,720.52 de dólares norte-americanos) aprovados pelo Conselho de Ministros para a mobilidade temporária das famílias. “Na sexta- feira passada, foi feita a transferência desse valor, e esperamos que já tenha-se reflectido na conta e vamos começar a passar os cheques para que as famílias aluguem uma habitação

temporária”, revelou. Em relação ao local para o reassentamento, Simango disse que já foram identificados e parcelados e estão a decorrer concursos para a contratação de empresas que vão construir as casas. “A nossa expectativa é que ao longo destas duas semanas possamos fechar os centros de acomodação”, avançou. Simango, citado pela AIM, disse ainda que serão construídas 270 casas, das quais três são igrejas e uma creche, sendo que as igrejas cristãs optaram em ir para

Marracuene (cerca de 30 quilómetros a norte de Maputo), a mesquita e creche estão ainda a decidir se ficam na cidade ou se seguem os moradores. A maior parte das casas será de tipo três. Dez serão de tipo quatro e/ou cinco. A duração das obras é de um ano. Parte da lixeira de Hulene, com altura aproximada a de um edifício de três andares, desabou no dia 19 de Fevereiro passado devido a chuvas fortes, provocando a morte de 16 pessoas e a destruição de diversas habitações ao redor

Áreas de conservação beneficiam de investimentos Moçambique vai investir cerca de 100 milhões de dólares (83,2 milhões de euros) em áreas de conservação até 2023, anunciou nesta quarta-feira o Ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, Celso Correia. "O Governo de Moçambique, em estreita articulação com os seus parceiros estratégicos, tem previsto para os próximos cinco anos o investimento de mais de 100 milhões de dólares em projectos comunitários", referiu. A verba será dirigida para "agricultura de conservação e construção de infraestruturas económicas e sociais para os distritos que integram os parques e reservas nacio-

nais que cobrem 25% do território", acrescentou. O governante falava durante uma reunião internacional de avaliação de planos de acção de combate ao tráfico de marfim, realizada em Maputo. Aquele financiamento foi apontado como uma das peças na estratégia para reduzir o crime organizado que ameaça elefantes e outras espécies em Moçambique. "Temos plena consciência que não venceremos esta luta somente com a nossa abordagem de desenvolvimento comunitário", acrescentou o ministro, referindo que o país tem dado passos importantes no terreno. Em Abril, as autoridades apreenderam três toneladas de marfim num contentor pronto a ser exportado do porto de Maputo para o Camboja. Celso Correia apontou o caso como um sinal do empenho das instituições


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IIAM procura melhorar a cultura do milho O Grupo de Bio-Segurança (GBS), do Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM), que desde Fevereiro de 2017 a essa parte tem vindo a fazer estudos com sementes de milho geneticamente modificados para a melhoria desta cultura, incinerou a 2 de Maio do ano que corre uma quantidade não especificada resultante da colheita do segundo ensaio que teve inicio no mês de Dezembro último.

Pedro Chaúque, investigador do IIAM, afecto a cultura do milho

I Por:Júlio Saul

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acto aconteceu na Estacão Agrária do Chókwè e foi testemunhada por alguns órgãos de Comunicação Social, membros do GBS e trabalhadores, em geral. Roda Luís Nuvunga, coordenadora do GBS, explicou a jornalistas presentes no acto que esta incineração é resultado do fim da última etapa da segunda experiência deste processo de melhoria da semente do milho que o primeiro ensaio teve início a 18 de Fevereiro de 2017, uma experiência única no país. Depois desta etapa, haverá um outro trabalho de monitoria para certificar que não há algum material vegetal que tenha restado no campo durante a colheita. “Este é um processo extremamente importante em termos de Bio-Segurança e de cumprimento do regulamento relativo a organismos geneticamente modificados”, disse, argumentando que findo a cada ensaio, todo o material deve ser destruído. Sobre as questões de Bio-Segurança, a nossa interlocutora faz uma avaliação positiva e assegurou que foram seguidos todos os passos desde a sementeira, o crescimento do milho, a colheita até ao momento de incineração. “De certeza como este é apenas um ensaio, acreditamos que vamos sentar e rever todo o processo e, provavelmente, encontraremos algumas falhas de interpretação deste ou daquele artigo na legislação”, disse. A nossa interlocutora, realçou a importância da comunicação social na divulgação dos trabalhos que a IIAM, sobretudo os que

Roda Luís Nuvunga, coordenadora do GBS tem a ver com a investigação de sementes melhoradas e das pesquisas que aquela instituição tem realizado para melhorar a produção e produtividade em Moçambique. “A comunicação é um elemento-chave para fazer com que os resultados deste projecto cheguem a população de forma correcta. Que chegue sem tabus, sem definições que irão prejudicar este trabalho de investigação”, ressaltou enfatizando que é uma tecnologia nova e que deve ser conhecida por todos. Entretanto, Roda Nuvunga garantiu que o milho ora incinerado é de boa qualidade, porém, o protocolo de Bio-Segurança segue os passos até a sua destruição, só depois de vários ensaios e comprovado a sua qualidade, poderá ser libertado para o ambiente. “Então quando termos todos os ensaios, testes feitos, tudo concluído e chegar-se a conclusão que as condições ambientais permitem e não há nenhum problema com este, ai estará a disposição de todos”, referiu concluindo que Moçambique deve seguir à risca os procedimentos estabelecidos pelo protocolo sobre a Bio-Segurança para evitar possíveis constrangimentos. Pedro Chaúque, investigador do IIAM, afecto a cultura do milho para a pesquisa,

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disse a nossa Reportagem que os ensaios que estão sendo feitos neste momento, é no sentido de procurar soluções para vários constrangimentos que afectam a produção e produtividade da cultura do milho em Moçambique. Dentre os constrangimentos, que afectam a produção daquela cultura, citam-se em primeiro lugar, o socioeconómico, que tem a ver com os níveis de desenvolvimento de agricultura que o país dispõe. “Sabemos que, por muito tempo, a agricultura era baseada somente no sector familiar, mesmo agora, este sector ainda domina a maior parte da produção alimentar de várias culturas”, disse, sustentando que o nível tecnológico utilizado é meramente básico, o que faz com que o rendimento seja extremamente baixo e de subsistência como consequência do baixo nível de insumos colocados. Isso, segundo o nosso interlocutor, significa que as famílias moçambicanas ainda não têm condições para adoptar as novas modalidades de melhoria da produção devido ao custo destas novas tecnologias, como são os casos dos fertilizantes, sistemas de irrigação entre outros elementos que possam desenvolver a agricultura. O outro constrangimento é o factor biótico provocado pelos organismos vivos, doenças que afectam o crescimento normal das culturas. “Temos organismos que provocam doenças do tipo vírus, fungos e bactérias e temos aqueles que consomem as plantas, do tipo pragas”, disse, enumerando o listrado da falha, o míldio e as manchas folears como as principais doenças que afectam a cultura do milho um pouco por todo o país. A que ter em conta um aspecto muito importante que os camponeses não conseguem ver, mas que é preocupação dos governos e dos cientistas, a questão nutricional: há zonas com muita produção, porém são os locais com mais problemas de nutrição. Este problema, de acordo com o investigador, está a ser considerado pelas pesquisas que o IIAM faz no sentido de desenvolver materiais que sejam geneticamente fortificados a partir da qualidade proteica e para o incremento das vitaminadas, principalmente os modelos da vitamina “A”, utilizando materiais que sejam de coloração laranja que têm mais teor vitamínico. Neste momento, estão a ser levados a cabo trabalhos tendentes a produzir sementes que sejam resistentes a qualquer tipo de doenças e fornecer ao mercado nacional para que os agricultores de baixa renda possam adquirir a preços acessíveis


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Banco Mundial financia construção de escolas resilientes O Banco Mundial vai financiar, em 13 milhões de dólares norte-americanos, a reconstrução de salas de aulas, sanitários e blocos administrativos de 1.400 escolas nas províncias de Nampula, Niassa e Zambézia, num projecto de três anos.

I Por: Redacção

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ste valor é parte dos 40 milhões de dólares que o Bano Mundial decidiu alocar a Moçambique para a componente de água e saneamento, construção de açudes e barragens. Assim, arrancou nesta segundafeira, na localidade de Anchilo, cerca de dez quilómetros da cidade de Nampula, um seminário técnico do projecto de recuperação resiliente de emergência, organizado pelo Ministério de Educação e Desenvolvimento Humano e parceiros e dirigido a governantes, empreiteiros e técnicos das três províncias. Nas duas últimas épocas chuvosas, estas três províncias foram afectadas, de forma grave, por chuva, ventos e inundações, que danificaram centenas de salas de aulas feitas com material convencional e misto. O chefe do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-Ha-

bitat), em Moçambique, Wild do Rosário, que prestou estas informações à AIM em Nampula, salientou a importância do reforço e criação de capacidades locais para integração de medidas de adaptação aos efeitos das mudanças climáticas. “No âmbito do projecto, o UN-HABITAT está a providenciar assistência técnica ao sector da Educação na reconstrução e construção resiliente de salas de aulas em material convencional e misto”, disse. Segundo a fonte, o objectivo desta acção é reduzir a vulnerabilidade das salas de aulas face à grande exposição de Moçambique às ameaças naturais e o seu impacto recorrente nas infra-estruturas escolares.

I´Bane e Maxixe com autocarros

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s cidades de Inhambane e Maxixe terão, a partir da próxima semana, novos autocarros para o transporte de pessoas e bens. O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, anunciou que, neste momento, está em curso o processo de selecção de operadores privados para assegurar a transparência na alocação dos meios

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Na abertura deste seminário, o director provincial de Educação e Desenvolvimento Humano de Nampula, Júlio Mendes, explicou que esta nova abordagem do governo em relação às infra-estruturas escolares é construtiva e importante para que não se assista mais a destruição provocada pelas mudanças climáticas, em resultado de defeitos nas infra-estruturas. “É deveras importante esta nova abordagem, temos que começar a mudar a nossa forma de actuar, sobretudo quando os recursos são escassos. Assim, teremos obras mais seguras e duradoiras, pois, há cada vez mais crianças nas escolas que não estudam como seria de desejar”, afirmou


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Moçambique-África do Sul já agita Beira O jogo entre a selecção nacional de futebol Sub-20 e a África do Sul, inserido na primeira mão da segunda eliminatória de acesso ao CAN-2019 da categoria, no Níger, já mexe com os adeptos da província de Sofala, palco do embate.

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om efeito, a Associação Provincial de Futebol de Sofala está já em contacto com o Governo local, município e agentes económicos com vista a criar-se todas as condições logísticas para que o jogo se realize sem problemas no caldeirão do Chiveve. Aliás, segundo Fernando Dias, presidente da Associação Provincial de Futebol de Sofala, é preciso que todos beirenses assumam este jogo, agendado para 12 de Maio, “como de todos os moçambicanos”. Dos contactos que se tem estado a fazer com todas as forças vivas assegurou haver uma grande abertura para os apoios necessários.

Os Mambinhas deverão desembarcar na Beira no próximo dia 9, sendo que os bilhetes já estão à venda em Sofala. A organização prevê entradas grátis para menores de 12 anos. “Iremos mobilizar escolas para, em tempo útil, manifestarem interesse de trazer alunos para este jogo”, explicou Fernando Dias na conferência de imprensa realizada segunda-feira. Os Mambinhas transitaram para a segunda eliminatória com o agregado de seis a zero no conjunto das duas mãos diante das Seychelles. Os Mambinhas empataram a zero no jogo da primeira mão realizado nas Seychelles e, quinze dias depois,

golearam o seu adversário por seis zero. Daí a crença de Fernando Dias de que os Mambinhas possam golear a África do Sul e seguir em frente na eliminatória. “Sofala todos nós, sabemos, acarinha e vive o futebol com intensidade. O caldeirão é um verdadeiro inferno. Queremos transformar o caldeirão num inferno para os sul -africanos para começarmos, de etapa em etapa, a desenhar esta qualificação para o CAN”. Caso transitem a eliminatória com a África do Sul, os Mambinhas terão como adversário na próxima etapa o vencedor da eliminatória entre Angola e Malawi

Filipe Nyusi trava paragem do Moçambola

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Presidente da República, Filipe Nyusi, garante que o campeonato nacional de futebol, o Moçambola 2018, não vai sofrer interrupção. O Chefe do Estado anunciou que vai intervir pessoalmente para que a prova máxima do futebol nacional decorra sem sobressaltos. Filipe Nyusi diz que a sua decisão justifica-se pelo facto do Moçambola ser uma prova de dimensão nacional. “Moçambola já não é uma actividade de uma pessoa ou de um grupo de pessoas, de uma liga ou de uma direcção. Moçambola é uma actividade do povo moçambicano, pertence ao povo”. Quero tentar fazer parte de uma solução com os desportistas de Moçambique, que por ser do povo e como não queremos interromper as aspirações do povo. Vamos fazer esforço para ajudar para que este Moçambola possa chegar ao fim. Vamos tentar mobilizar os apoios e recursos e nesta nossa prontidão também queremos aconselhar os que dirigem o desporto, o apoio da Federação Moçambicana de Futebol

para poder, nas próximas etapas, serem rigorosos naquilo que dizem e encontrar melhor figurino que não interrompa a aspirações e os planos dos clubes ou mesmo da população, que está formatada para assistir, participar no desporto de uma ou da outra forma”, disse


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FMF e Baviera reatam cooperação

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Federação Moçambicana de Futebol (FMF), e Federação Bávara de Futebol reactivaram esta semana a cooperação técnica, depois de quase quatro anos de relações cortadas. As duas instituições manifestaram predisposição de reiniciar as relações institucionais para o incremento da actividade futebolística no país. Com efeito, delegações das duas entidades, lideradas por Alberto Simango Júnior e Rainer Koch respectivamente, reuniram-se em Maputo, na sede da FMF e decidiram avançar pela reactivação da cooperação. Muito proximamente, Moçambique e Alemanha voltam a trocar equipas, treinadores e competências.

UDS receberá da CAF 275 mil dólares

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União Desportiva do Songo vai receber da Confederação Africana de Futebol (CAF), 275 mil dólares pela qualificação à fase de grupos da Taça CAF (Taça Nelson Mandela), um valor que José Costa, presidente da colectividade, considera bastante inferior ao que é

atribuído às equipas apuradas à fase de grupos da Liga dos Campeões de África. Segundo o presidente dos campeões nacionais, o referido valor será alocado à equipa do Songo em duas “tranches”, sendo a primeira, de 50 por cento, a ser entregue em breve, e o outro valor depois da fase de grupos. Sabe-se que

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essa quantia deverá ser destinada para as despesas referentes ao pagamento das transmissões televisivas. O dirigente máximo dos hidroeléctricos revelou ainda ao” Desafio” que os jogos da União Desportiva do Songo, na fase de grupos da Taça CAF, vão ser transmitidos pela televisão pública moçambicana, a TVM


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Carne de Porco a alentejana Ingredientes: 1Kg de carne de porco cortada aos cubinhos 1Kg de amêijoas 4 Alhos 2 Folhas de louro 1 dl de azeite 0,5l de vinho branco 2 ou 3 colheres de massa de pimentão Coentros picados q.b. Sal grosso q.b. Pimenta q.b. Óleo para fritar Batatas para fritar cortadas aos cubinhos

Preparação:

Prepare as amêijoas pondo-as de molho em água com sal e deixe ficar durante cerca de 2 horas até para libertar a areia. Em seguida, coloque a carne numa tigela e tempere com alho moído, as folhas de louro, a massa de pimentão, sal e pimenta. Regue

com o vinho branco e deixe marinar durante pelo menos 1 hora. Entretanto, frite as batatas e reserve. Num tacho aqueça o azeite, escorra a carne e frite-a. Depois junte o marinado e deixe cozinhar mais 5 minutos. Junte as amêijoas e deixe cozinhar 5 minutos, para estas abri-

Salada de Bacalhau à Milou Ingredientes: 2 postas de lombo de bacalhau (dessalgado) 600 grs de batata (cozidas) 3 cenouras médias (cozidas) 1 cebola grande 3 ovos cozidos Azeitonas qb Azeite de oliva qb Pimenta branca qb Orégãos qb Salsa picada Gotas de limão qb

Preparação

Coza o bacalhau. Depois de arrefecido, desfie e reserve. Na mesma água de cozedura do bacalhau, coza as batatas e as cenouras tendo em atenção que a cenoura cozerá antes da batata pelo que deve ser retirada, reservada enquanto a batata termina de cozer. Num tacho, deitei o azeite e refogue a cebola cortada a gosto. Junte o bacalhau, misture e junte a batata e a cenoura cortada a gosto. Tempere com os orégãos, junte a salsa, a pimenta branca, envolva tudo e desligue o lume. Deite umas gotas de limão e rectifique os temperos. Junte os ovos cortados a goste e decore. Sirva quente ou frio acompanhado de pão de alho

Sobremesa à Milou Ingredientes:

200 ml de natas 1 pacote de bolacha maria triturada 8 bolachas para decorar Mousse de chocolate caseira qb. ou poderá substituir pela instantânea

Preparação

Bata muito bem a nata até ficar firme. Se pretender, adoce. Considerando que a mousse já se encontra pronta, numa tigela, pinte ligeiramente o fundo com a nata

numa camada finíssima. Polvilhe com a bolacha triturada e por cima coloque uma camada da mousse. Polvilhe com bolacha e faça outra camada com nata e o processo será assim até ao fim, sendo que a última camada deverá ser da mousse que por sua vez será polvilhada de bolacha. Decore a gosto e leve ao frio durante pelo menos duas horas. Sirva como sobremesa num belo dia de calor

rem-se. Quando estiver pronto, junte os coentros picados, misture ligeiramente e apague o lume Numa travessa, coloque as batatas e tempere-as com sal. Espalhe a carne, misture, e por cima regue com o molho da carne. Decore com pickles se gostar


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