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Imperdivel 28

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Economia Onde Mora a Chama da Esperança

IMPERDÍVEL Periodicidade Bisemanal Director Editorial: Gervásio de Jesus Ano 1 Edição nº 28 Novembro 2017 Rua da Concórdia nº 49 – 2º Andar Contactos +258 82 31 00 980; +258 84 55 27 437 Email revistaidolo@idolo.co.mz www.idolo.co.mz

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N°28

PCA DA SOICO DISTINGUIDO COM PRÉMIO EMPRESÁRIO EMPREENDEDOR

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Bancada da Frelimo satisfeita com seu desempenho na AR

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Sociedade

AT aperta cerco sobre bens em circulação

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Cultura

EXPONÍLIA apresenta “Criação Visual”


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João Lourenço recebe mensagem de Nyusi

ma mensagem do Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, foi entregue sexta-feira passada, em Luanda, ao Chefe de Estado angolano, João Lourenço, pelo ministro moçambicano do Interior, General Jaime Basílio Monteiro. À saída da audiência concedida pelo Chefe de Estado angolano, o governante moçambicano afirmou à imprensa que no encontro manifestou o apreço das autoridades do seu país pela dedicação de Angola na conclusão do acordo sobre a supressão de vistos em passaportes ordinários. Trata-se de um mecanismo que vai permitir que angolanos na posse do passaporte ordinário entrem em território moçambicano sem a formalidade do visto, o mesmo deve acontecer no sentido contrário. A medida vai dar resposta ao fluxo

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considerável de visitantes nos dois sentidos, bem como vai impulsionar as trocas comerciais. Sobre a cooperação entre os ministérios do Interior de Angola e Moçambique, Jaime Basílio Monteiro as considerou “excelentes”. Nos termos dessa cooperação, membros da Polícia da República de Moçambique estão a receber formação

em Angola em diversas especialidades. No quadro da visita a Angola, a agenda do ministro moçambicano prevê uma avaliação da cooperação em matéria de Segurança e Ordem Interna, encontro com o homólogo angolano, Ângelo de Barros Veiga Tavares e deslocação ao Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional.


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Nyusi reconhece empenho do homólogo angolano

Presidente de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, agradeceu ao seu homólogo angolano, João Lourenço, pelo empenho na conclusão do acordo de supressão de vistos em passaportes ordinários, assinado, semana passada em Luanda. O Ministro moçambicano do Interior, Jaime Basílio Monteiro, entregou ao Presidente da República Angolana, João Lourenço, uma mensagem do Presidente moçambicano Filipe Jacinto Nyusi.

Na missiva entregue por Jaime Basílio Monteiro ao Presidente João Lourenço, o Chefe de Estado de Moçambique sublinha que o acordo vai dar resposta ao fluxo considerável de visitantes nos dois sentidos, além de impulsionar as trocas comerciais. Angola torna-se, assim, no segundo país a suprir vistos com Moçambique, depois da África do Sul. Na mensagem, o Presidente Filipe Nyusi felicita uma vez mais o Chefe de Estado angolano pela eleição a Presidente da República de Angola e informou o estado actual das negociações entre o Governo e a RENAMO

Bancada da Frelimo satisfeita com seu desempenho na AR

O balanço positivo das actividades da Bancada parlamentar da Frelimo, segundo o seu porta-voz, Galiza Matos Júnior, passa pelos consensos havidos entre as bancadas ao aprovar na generalidade os benefícios fiscais para a actividade mineira e petrolífera no país. O porta-voz da bancada maioritária no Parlamento diz que as actividades vão pros-

seguir esta semana e garante que matérias como o Regime Jurídico do Registo Predial vão merecer avaliação como forma de também arrecadar impostos. A bancada da Frelimo está satisfeita com os consensos alcançados entre as três bancadas parlamentares, em relação ao HIV-SIDA e à melhoria do Regime predial

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AT aperta cerco sobre bens em circulação

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odos os bens em circulação, seja qual for a sua natureza ou espécie, devem ser acompanhados dos respectivos documentos de transporte, conforme advertência feita pela Autoridade Tributária de Moçambique (AT). Com esta medida, a instituição pretende reforçar a fiscalização do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) no país. Segundo a lei, constituem documentos de transporte de mercadorias as facturas, guias de remessa, venda a dinheiro, nota de devolução, guia de transporte ou outro documento equivalente, e no caso de importação, o respectivo documento aduaneiro. Em comunicado de imprensa, a AT refere que os referidos documentos de transporte, para além de serem datados e numerados, deverão conter o nome, firma ou denominação social, e a sede ou domicílio do fornecedor de bens ou prestadores de serviços e do destinatário ou adquirente, bem como o número de identificação fiscal do sujeito passivo. O documento deve conter

ainda a quantidade e denominação usual dos bens transmitidos ou dos serviços prestados; motivo justificativo da não aplicação do imposto, se for o caso disso. Para além dos elementos acima citados, deverão ainda indicar os locais de carga e descarga, data e hora em que inicia o transporte. Segundo a AT, os documentos acima descritos devem ser processados em triplicado pelos sujeitos passivos do IVA, devendo o original acompanhar os bens ao adquirente dos mesmos, o duplicado ser presente à equipa de fiscalização e o triplicado ao remetente dos bens. A fonte acrescenta que caso a entidade fiscalizadora recolha um dos exemplares dos documentos de transporte, deverá proceder o registo da aludida recolha no documento original. “A falta de emissão ou de imediata exibição do documento de transporte, bem como as inexactidões ou omissões nele contido incorre o infractor a pena de multa, com direito à apreensão dos bens e da respectiva viatura de transporte”, conclui o comunicado

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Aumenta fluxo de pessoas para quadra festiva em Bilene

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vila de Bilene é um verdadeiro atractivo turístico na província de Gaza. A um mês sensivelmente para a celebração da festa do Natal e de fim-de-ano, o fluxo de pessoas tende a crescer. Aliás, há já reservas lotadas, e os operadores consideram que 2017 está a ser melhor que o ano passado. A avaliar pelo fluxo, o edil de Bilene, Mufundisse Chilengue, estima que já se tenha atingido 80 por cento do número habitual de pessoas que visitam a Vila para a quadra festiva. Entretanto, há quem registe pouca afluência. Tal é o caso do gestor do Complexo Aquarius. Entende, no entanto, que as pessoas é que deixam tudo para a última hora. A vila de Bilene recebe anualmente cerca de 80 mil pessoas para o lazer e passagem de festas de natal, de fim de ano, entre outros eventos

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Jovem falecida em 2011 reaparece com vida

ma jovem falecida há cerca de seis anos, na província de Tete, reapareceu com vida e aparentemente saudável. Na altura da sua morte, a jovem estava no último mês de gravidez e tinha cerca de 14 anos de idade. O Administrador do distrito de Macanga, província de Tete, acompanhado pelo seu Executivo, em visita de trabalho ao posto Administrativo de Chidzolomondo, visitou Nadalimo Laquetela, a ex-fa-

lecida, e apoiou a jovem com géneros alimentícios, utensílios domésticos e vestuário e

ainda, orientou a direcção dos SDSMAS a dar assistência médica, uma vez que a jovem

expressa-se com intervalos e reapareceu com abcessos nas duas orelhas


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Julgamento do caso FDA retomou nesta terça-feira

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s sessões do julgamento do caso de desvio de cerca de 170 milhões de meticais do Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) retomaram nesta terça-feira com a audição de peritos no Tribunal da cidade de Maputo. As audiências haviam sido suspensas a 1 de Novembro último para se incorporar nos autos o relatório de auditoria do Ministério da Economia e Finanças (MEF) e de contas do Tribunal Administrativo. Nas sessões anteriores, o tribunal solicitou a audição de peritos indicados pelo MEF para avaliarem se os relatórios financeiros e de contas submetidos à administração da justiça pelo FDA e pelo Tribunal Administrativo (TA) provam ou não “o mérito das despesas que individualmente foram realizadas no FDA” no período em que aconteceu o desfalque. O longo período de interrupção visou, também, a necessidade de tempo para os intervenientes

processuais analisarem o documento elaborado pelos peritos. Os réus do “caso FDA” são indiciados de terem praticado 355 crimes, segundo consta da acusação proferida pelo Ministério Público. Consta da acusação, que os réus realizaram mais de 80 transferências bancárias, sendo 30 referentes à retirada fraudulenta de dinheiro da conta do FDA para diferentes contas dos arguidos. Os arguidos, segundo o Ministério Público, usaram 40 contas bancárias para os esquemas de fraude ao dinheiro público. O Ministério Público tem como base da sua acusação a investigação levada a cabo pelo Gabinete Central de Combate

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PCA da SOICO distinguido com Prémio Empresário Empreendedor

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gala que distingue figuras ou empresas que se destacaram no desenvolvimento do empreendedorismo moçambicano marcou o encerramento da quinta edição da conferência nacional de empreendedorismo. E, devido ao seu contributo em iniciativas de apoio social, coube a Daniel David receber o prémio de empresário empreendedor. O PCA do grupo SOICO, Daniel David, disse que a homenagem é o reconhecimento do trabalho colectivo da instituição que dirige: “É um privilégio e uma enorme satisfação. Este não é apenas meu prémio, é de todos colaboradores do grupo SOICO. Por isso, é um motivo de orgulho para todos que contribuem para que o grupo continue a crescer”, disse David, deixando ficar uma mensagem para os jovens: “É importante acreditarmos em nós próprios, com muito trabalho. E os jovens moçambicanos têm provado que são capazes. Temos que ser resilientes e continuar a lutar, acreditando que sempre podemos vencer, se tivermos uma estratégia coerente em relação aos objectivos que queremos

atingir”. O momento serviu também para homenagear alguns empreendedores emergentes que se têm destacado em projectos de desenvolvimento social, como são os casos

de Cândida Magaia e Sara Faquir. As distinções se estenderam aos parceiros, nomeadamente, o BCI, o Ministério da Juventude e Desportos e a embaixada dos Estados Unidos da América

MIC pode reassumir fiscalização do comércio externo O Ministério da Indústria e Comércio (MIC) reconhece dificuldades na monitoria, e na fiscalização que resultam na falsificação de facturas de importação e exportação de produtos, e admire reassumir papel de fiscalização que perdeu com a criação da Autoridade Tributária em 2006. Moçambique perdeu 5.2 mil milhões de dólares nos últimos cinco anos com a falsificação das facturas de importação e exportação de produtos. Trata-se de um valor significativo para as contas do país, representando pouco menos do que os 6 mil milhões de dólares das importações totais do ano passado e mais do que os 3 mil

milhões das exportações. Já em estudo, as soluções passam pela preparação, uma proposta de lei que deve devolver o papel de fiscalizador ao MIC, e outras que incluem a colaboração interinstitucional. O Ministério também está em negociações com o Governo indiano, para aumentar as quantidades de feijão bóer a exportar para aquele país, já que os produtores, sem mercado, estão na posse de 125 mil toneladas daquele produto. Este ano, a índia adoptou uma medida de restrição de importação de feijão, e Moçambique já esgotou a quota de exportação


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“Quem tem o vale do Zambeze não pode ser um país pobre” - consultor Roberto White, citando o advogado e politico português Almeida Santos

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I Por: Emídio Beúla, OPaís frase foi lembrada por Roberto White, citando Almeida Santos, o “grande entusiasta do vale do Zambeze”. Para White, o Vale do Zambeze só pode ser um “feliz acaso da natureza” que reúne grandes reservas de recursos minerais, água e uma imensidão de terras propícias para a agricultura e pecuária. Tal como o advogado e político português, o antigo ministro das Obras Públicas e Habitação também é entusiasta da rica região serpenteada pelo rio Zambeze. E demonstrou o seu entusiasmo durante a apresentação que fez nas jornadas científicas organizadas pela Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) para celebrar o 10º aniversário da reversão de um dos maiores activos construídos pelo regime colonial português a favor do Estado moçambicano. A sua ligação com o vale começa logo depois da Independência. Como director provincial de Obras Públicas em Tete, trabalhou em colaboração com o antigo Gabinete do Plano de Zambeze. Mais tarde, dirigiu as obras da barragem dos Pequenos Libombos e teve que interagir com Braz de Oliveira, o engenheiro ligado à fiscalização da construção da HCB, de quem colheu mais informações sobre o vale. Nos anos 90, como consultor das Nações Unidas, colabora na recolha e sistematização de informação sobre o vale do Zambeze. Na mesma década, é chamado para dirigir o ministério das Obras Públicas e Habitação e aproveita a oportunidade para manifestar a sua preocupação

com o abandono de um projecto que, aos seus olhos, reunia condições para transformar as condições económicas e sociais do país. O Conselho de Ministros encarrega-o para coordenar o estudo de propostas de intervenção no vale e o trabalho culmina com a recriação do Gabinete do Plano de Desenvolvimento do Vale do Zambeze (GPZ). Mais recentemente, foi contratado para integrar o grupo de consultores que elaborou o plano de desenvolvimento do vale, cujo projecto foi submetido à apreciação do governo. No seu regresso ao vale do Zambeze a convite da HCB para falar sobre o “enquadramento” da empresa no desenvolvimento da região. Roberto White centrou a sua intervenção no potencial energético do vale, que totaliza 30 mil GWh de energia. Este potencial seria concretizado através da construção de três hidroeléctricas (Mphanda Nkuwa, Boroma e Lupata) a jusante da HCB e de centrais termoeléctricas a carvão, um recurso abun-

dante no vale. Mas a exploração do potencial energético requer a superação de muitos desafios, desde logo a questão de mercado. Roberto White faz notar que, a curto e a médio prazos, as perspectivas de consumo de energia a nível interno são muito baixas, devido sobretudo à fraca industrialização do país. A solução é o mercado regional, mas aqui também o antigo governante adverte que a experiência mostra que as negociações foram sempre difíceis e, até certo ponto, desfavoráveis para o lado moçambicano. “O acesso ao mercado está sujeito a muitas cedências e dependências por parte da HCB”, precisou. O segundo desafio é financeiro. É público que a reputação de Moçambique no mercado financeiro internacional deteriorou-se com a crise das chamadas dívidas ocultas e os subsequentes incumprimentos do Estado em relação às suas obrigações junto dos credores. “Como consequência, diz White, as iniciativas em projectos envolvendo o Estado são presen-

temente olhadas com algumas reservas pelos potenciais parceiros. “O terceiro desafio é a capacidade nacional para conceber estratégias, estabelecer planos, escolher parceiros e implementar as acções de modo sustentado, a fim de reduzir o risco político do investimento”. Os desafios são enormes, mas para quem conhece as potencialidades do vale do Zambeze, as soluções estão na mesma região. Afinal, este “feliz acaso da natureza”, com uma área de 1.4 milhão de quilómetros quadrados, reúne, em associação, grandes depósitos de minerais como carvão e ferro, para não falar do potencial agro-pecuário subaproveitado. O desenvolvimento da indústria extractiva e os subsequentes investimentos na industrialização podem assegurar um mercado significativo de energia eléctrica e não só. Aliás, podem “influenciar positivamente a balança comercial, gerar outras actividades económicas complementares, dinamizando o crescimento económico”.


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A electrificação das linhas férreas, que partem de Tete para os portos da Beira, Nacala e, futuramente, para Macuse é outra possibilidade para a viabilização de projectos energéticos. Roberto White diz que o transporte de centenas e milhões de toneladas de carvão, ferro e outros produtos representa um mercado firme e com boas perspectivas de crescimento. Por isso, “com a electrificação das três linhas férreas, o país conseguiria poupar na importação do diesel, combustível usado na tracção das locomotivas, e assim iria contribuir para aliviar a balança de pagamentos”. A indústria de materiais de construção também tem potencial de demandar quantidades significativas de energia. O vale tem potencial em calcário e agregados em quantidade, qualidade e a distâncias que tornariam competitivas as indústrias de cimento, um segmento que precisaria de energia para operar. Outra janela de oportunidade para o consumo de energia produzida no vale é o sector agrário. Estimativas mais optimistas indicam que o vale do Zambeze tem potencial para a agricultura e pecuária suficiente para alimentar “grande parte” da África Austral. A promoção de agro-negócio passa pela disponibilidade de energia. “À medida que as indústrias forem instaladas, as construções de grandes obras acontecerem, teremos como consequência uma aceleração do crescimento urbano, devido ao fluxo e criação de mão-de-obra qualificada, e do crescimento do comércio e serviços. Como consequência, a demanda de energia eléctrica acompanhará naturalmente esse crescimento”

Couto questiona preferência por consultores estrangeiros No discurso improvisado, que marcou a abertura das primeiras jornadas científicas da HCB, Pedro Couto questionou a contrata-

ção de consultores estrangeiros num país onde acredita existirem quadros com capacidades para terem credenciais internacionais. Embora reconhecendo o valor das consultorias externas na empresa, o PCA da HCB diz que não vê nenhuma razão para que os moçambicanos não sejam solicitados para fazer trabalho no estrangeiro. “Nós aqui (HCB) temos muita consultoria. Recebemos grandes agências e admiramos porque vieram pessoas cheias de bagagem. Honestamente, eu não vejo nenhuma razão para que nós também não possamos ser admirados. Eu gostaria que as pessoas que estão aqui possam, pelos seus méritos, ser admirados aqui dentro e em outras paragens. Assim, como há aqueles que são contratados e vêem ficar aqui connosco e ficamos boquiabertas, nós devemos também ter a possibilidade de sermos procurados em outras paragens”, detalhou. Pedro Couto defende que a HCB deve continuar a crescer, reproduzir-se e expandir-se. Aliás, lembrou que a HCB é uma empresa e não uma iniciativa que inicia hoje e desaparece a qualquer momento. “Queremos uma empresa que interage com a sociedade, que tem o seu lugar dentro do país e na região e que continue a ser referência internacional”. Mas alertou que isso não irá acontecer por mera casualidade, mas sim com trabalho, dedicação e com processos claros repetidos e inovados. “Há repetição, mas há adaptação e inovação. Se isto não acontece, os corpos morrem. Mesmo na Física, e quanto mais numa questão social como esta”. Posicionar a HCB como uma referência requer conhecimentos multidisciplinares, por isso, a realização de jornadas científicas é uma iniciativa que veio para ficar. Nesta primeira edição participam, além de quadros das empresas, académicos dos institutos superiores politécnicos de Songo e Tete, da Universidade Eduardo Mondlane, assim como representantes da Ordem dos Engenheiros e do Laboratório de Engenharia de Moçambique

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Sector de hotelaria e turismo avalia actividade

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sector da Cultura e Turismo na Zambézia esteve reunido com os operadores da indústria hoteleira para em conjunto fazerem a análise e balanço das actividades da área durante o ano em curso. Do encontro foi possível identificar a preocupação dos operadores pelo facto de os movimentos turísticos na província se apresentarem baixo na época do final de ano. Para tal, o dirigente do pe-

louro, Amostra Sobrinho, sugeriu para que os operadores turísticos apostassem mais nas estratégias e ferramentas de marketing, tendo como base a promoção de preços baixos para impulsionar a actividade e resgatar a posição que a província sempre teve no que tange ao sector turístico. De referir que a província conta com uma rede de 594 empreendimentos turísticos e mais quatro estabelecimentos em fase de construção e acabamentos nos distritos de Quelimane, Mocuba e Milange

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EXPONÍLIA apresenta “Criação Visual”

em lugar nesta quarta-feira, dia 22 de Novembro, às 17h30, no Auditório do BCI, em Maputo, a cerimónia de abertura da EXPONÍLIA, exposição colectiva de trabalhos manuais de alunos do Instituto Nília, intitulada “Criação Visual”. A mostra, que se insere no âmbito da responsabilidade social do BCI, é composta por trabalhos de cerca de 350 alunos, da 5ª a 10ª classes, daquela instituição de ensino, cujas idades vão dos 11 aos 16 anos. Os trabalhos incluem perspectiva rigorosa, tecelagem, cerâmica, desenho analítico, construções e reciclagem. O Instituto Nília é uma instituição privada de ensino primário e secundário do Sistema Nacional de Educação, sedea-

da em Maputo, membro da International Reading Association (IRA) e da American Educational Research Association(AERA). Tem como finalidade maximizar o potencial das capacidades naturais da

criança, para que ela continue a aprender ao longo da vida Refira-se que a exposição pode ser vista, com entrada livre, até ao dia 25 de Novembro


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Bacalhau a Zé do Pipo a Milou Ingredientes:

4 postas de lombo de bacalhau 2 cebolas grandes Farinha de trigo qb 3 dentes grandes de alho Azeite qb para fritar 1 frasco de 200 grs de maionese Pimenta branca qb

750 grs de puré de batata

Preparação

Depois do bacalhau demolhado e escorrido, passe os lombos em farinha e frite em azeite até alourar um pouco. Disponha num refractário e reserve. No azeite, aloure ligeiramente as cebolas cortadas as rodelas,

os alhos laminados e junte o louro. Misture pimenta para melhorar o sabor e rectifique o sal. Deite por cima dos lombos. Passe bastante maionese por cima do preparado, espalhando bem. A volta, decore com puré de batata e leve ao forno até alourar. Sirva com salada a gosto

Bolo Rei Ingredientes:

150 g açúcar 750 g farinha 1 fava seca 30 g fermento de padeiro 175 g mistura de frutas cristalizadas 250 g mistura de frutos secos qb raspa de laranja qb raspa de limão 150 g margarina 1 c. de sobremesa sal 4 ovos M 1 dl vinho do Porto 1 ovo 50 g açúcar em pó

Modo de preparar:

Começe por picar as frutas cristalizadas e os frutos secos, tendo o cuidado de deixar de lado alguns para decorar o bolo. Misture tudo e deixe a macerar com o vinho do Porto.

Coscorões

Dissolva o fermento de padeiro em 1 dl de água morna, junte-lhe uma chávena de farinha, misture bem, tape com um pano e deixe levedar em lugar quente durante 15 minutos. 3. Bata a margarina com o açúcar, as raspas de limão e laranja, junte os ovos, batendo um a um, e o fermento. Quando tudo estiver bem ligado, adicione o resto da farinha e o sal, amassando até que a mistura fique elástica e macia. Junte as frutas e volte a amassar. Molde a massa em forma de bola, polvilhe-a

Sonhos de natal Ingredientes:

Ingredientes:

500 gr de farinha 3 ovos Raspa de laranja 50 gr de açúcar 50 gr de manteiga 50 gr de aguardente Água e sal q.b.

Modo de preparar:

Misturar bem o açúcar com a manteiga. Adicionar os ovos, a aguardente,

a farinha e o sal e amassar muito bem. Adicionar água se necessário e amassar até obter uma massa lisa e elástica. Deixar repousar durante, pelo menos, uma hora. Tender rectângulos com o auxílio do rolo, numa espessura de 2 milímetros. Fazer três cortes no meio. Fritar em óleo e passar por açúcar e canela

com farinha e tape-a com um pano, deixando levedar durante 3 horas ou até duplicar de volume. Coloque a massa num tabuleiro e faça um buraco no meio. Introduza na massa um brinde à escolha (bem embrulhado em papel vegetal) e uma fava, deixando levedar mais 1 hora. Pré -aqueça o forno a 180º C. Pincele o bolo com a gema de ovo batida e enfeite toda a superfície com as restantes frutas cristalizadas e frutos secos. Espalhe o açúcar em pó em 4 montinhos por cima do bolo e leve ao forno durante 35 a 45 minutos

3 dl de leite 1,5 dl de óleo 1 casca de limão Uma pitada de sal fino 250 grs de farinha 6 ovos grandes Óleo qb para fritar Açúcar qb para polvilhar Canela em pó qb

Modo de preparar:

Ferva o leite com o óleo, a casaca de limão e o sal. E de uma vez só adicione a farinha e, com uma colher de pau, misture até que a massa se descole do recipiente. Depois de arrefecer, acrescente os ovos inteiros, um

a um. Mexa bem. Na frigideira, já com o óleo quente, coloque colheradas de massa, fritando de ambos os lados. Retire e escorra. Polvilhe com açúcar e canela se desejar


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