Economia Onde Mora a Chama da Esperança
IMPERDÍVEL Periodicidade Bisemanal Director Editorial: Gervásio de Jesus Ano 1 Edição nº 27 Novembro 2017 Rua da Concórdia nº 49 – 2º Andar Contactos +258 82 31 00 980; +258 84 55 27 437 Email revistaidolo@idolo.co.mz www.idolo.co.mz
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INUNDAÇÕES VÃO ATINGIR CIDADES DO SUL E CENTRO
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M’tumuke quer maior cooperação com Zimbabwe
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Informação meteorológica é crucial na nossa governação
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Lisié Champier lança “Projecto Teresinha”
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Governo nega ter comprado aeronave para Nyusi
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governo moçambicano desmente as informações ve i c u l a d a s por certos meios de comunicação social segundo as quais a aeronave acabada de adquirir é para o Presidente da República, Filipe Nyusi. Trata-se de um Bombardier Challenger, de 15 lugares, adquirido por cerca de 560 milhões de meticais (cerca de 9,2 milhões de dólares norte -americanos). Essas informações são veiculadas não obstante o facto de o Fundo de Desenvolvimento dos Transportes (FTC), na pessoa do respectivo Director Executivo, Simão Mataruca, ter informado, nesta quarta-feira, que a aeronave foi adquirida pela empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) e se destina ao segmento executivo da sua subsidiária, a MEX. O Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, foi abordado por jornalistas, nesta quarta-feira, para esclarecer esta situação. Mesquita confirmou a compra da aeronave, mas sublinhou a que mesma não foi adquirida para o Presidente da República.
A aeronave não foi adquiridapara Presidente da República É uma aeronave para a LAM, para a MEX, com matrícula civil, uma aeronave que propó-
sito específico em voos executivos, cujo segmento se está a mostrar bastante atractivo, vincou. Mesquita não fechou as portas para um possível uso da aeronave pelo Presidente da República, pois foi adquirida para fins comerciais, pelo que a da República pode ser um cliente atractivo para esse segmento de negócio da MEX. Se a Presidência achar que também quer usar essa aeronave, em voos domésticos, para o Presidente da República ou, até mesmo, intercontinental, dentro de acordos que poderão ser estabelecidos, ele poderá fazer uso, acrescentou. O governante explicou que a aeronave foi adquirida com o objectivo de minimizar o défice na frota da LAM, para atender à crescente demanda e a estratégia operacional, bem como para a empresa posicionar-se num mercado cada vez mais competitivo, em um espaço aéreo liberalizado. Mesquita anunciou que deverão ser adquiridas mais duas aeronaves (Bombardier Q400) com o mesmo objectivo de reforçar a frota da LAM. Essas Bombardier não foram compradas. Estão a vir no regime de leasing. Tudo está no enquadramento de rentabilizar a LAM e trazer mais capacidade operativa e segura para a empresa, para que saiba enquadrar-se num mercado cada vez mais competitivo, informou. Contudo, o ministro referiu que, mesmo com mais dois aviões, a LAM continuará a registar um défice de aeronaves na sua frota
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Candidaturas em Dezembro para intercalar de Nampula
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Comissão Nacional de Eleições (CNE) marcou para 2 a 16 de Dezembro de 2017 o período para apresentação de candidaturas para a eleição intercalar no município
de Nampula. O sufrágio em Nampula irá custar 37.8 milhões de meticais. Paulo Cuinica, portavoz da CNE, disse que todas as condições estão criadas para a realização das eleições na terceira maior cidade do país. “A Comissão Nacional de Eleições, reunida na sua XI sessão extraordinária, apreciou e aprovou por unanimidade o calendário da eleição intercalar do presidente do Conselho Municipal da Cidade de Nampula. O processo de divulgação das assembleias de voto irá até 25 dias antes da realização do sufrágio”, referiu Paulo Cuinica, citado pelo O País, segundo o qual seguirá a for-
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mação do pessoal envolvido no processo eleitoral. Com o anúncio, há dias, de 24 de Janeiro de 2018 como data da realização das inter-
calares em Nampula, Paulo Cuinica reforçou que estão abertas as candidaturas a observadores, tanto nacionais como estrangeiros
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M’tumuke quer maior cooperação com Zimbabwe
esponsáveis da defesa nacional e do Zimbabwe estiveram reunidos, esta semana, em Bilene, província de Gaza, para discutir o reforço da segurança entre os dois países. Atanásio M’tumuke, ministro da Defesa Nacional, destacou que só com o reforço da cooperação entre os dois países da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) é que é possível garantir a paz e estabilidade. “O sector da defesa e segurança da SADC foi chamado a prestar o seu papel determinante na implementação de reformas para a restauração da paz, segurança e estabilidade no reino do Lesotho, manchado pelo assassinato do tenente-coronel, Koatle Motsomotsomo, comandante das forças de defesa, ocorrido no dia 5 de Setembro de 2017. Estes acontecimentos, que afectam a estabilidade regional, reiteram a necessidade de melhorar a conjugação de sinergias no sector da defesa e segurança a nível bilateral, incrementando a confiança entre os Estados e a coordenação de acções pelo órgão da SADC para a cooperação nas áreas de política, defesa e segurança”, disse M’tumuke. Por sua vez, o ministro do Estado para a Se-
gurança do Zimbabwe, Kembo Mohadi, alertou que os dois países e a região da SADC, em geral, precisam de estar atentos às ameaças de malfeitores, que recorrem às tecnologias de informação e comunicação para orquestrar tentativas de mudança de regime. O governante zimbabweano saudou, por outro lado, as negociações que decorrem entre o Governo e a Renamo para o alcance da paz efectiva. A sessão da comissão permanente de defesa de Moçambique e Zimbabwe destaca a
formação militar como um dos pontos a ter em conta para a estabilidade dos países e decidiu que deve haver maior combate à pilhagem de recursos minerais e cooperação na transferência de condenados. A décima sessão da comissão conjunta permanente, que visava discutir a defesa e segurança de Moçambique e Zimbabwe, decorre um mês depois de Mocímboa da Praia, em Cabo Delgado, ter sofrido ataques por desconhecidos
AR aprova alteração do regime tributário para actividade mineira A Assembleia da República aprovou, nesta quinta-feira, a proposta de lei que altera a lei nº 28/2014 de 23 de Setembro, que aprova o regime específico de tributação e de benefícios fiscais da actividade mineira, visando uniformizar os benefícios fiscais nos projectos mineiros. Na sessão, o proponente, Adriano Maleiane, ministro da Economia e Finanças, disse que o objectivo é dinamizar a colecta de receitas fiscais para o Estado e garantir melhor exploração de recursos. “…Pretende-se uniformizar a taxa de 3% de imposto sobre a produção mineira para os metais básicos como carvão, pedra, areia”, avançou Maleiane
acrescentando como objectivos: “simplificar e tornar transparentes os procedimentos de liquidação e cobrança e melhorar os níveis de comparticipação das comunidades locais nas receitas destes impostos”. Embora aprovada a alteração, as bancadas divergiram quanto à eficácia na implementação dos artigos alterados. A oposição considera que a alteração só vai surtir efeitos se o governo intensificar a fiscalização para evitar fuga ao fisco. Já a Frelimo considera que aprovação das alterações corresponde às necessidades que o país tem para fortalecer o orçamento do Estado através de colecta de receitas
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Tribunal absolve autarca de Inhambane
Tribunal Judicial da cidade de Inhambane decidiu absolver o presidente do Conselho Municipal de Inhambane, Benedito Guimino, julgado sob acusação de prática dos crimes de abuso de cargo ou função e manipulação de processos de adjudicação de obras. Na sentença proferida nesta quarta-feira, o Tribunal destaca que não obstante Benedito Guimino tenha mantido uma conversa com uma empresa concorrente para a construção de um bloco de três salas de aulas, no sentido de reduzir o orçamento que apresentava, nada prova que tenha havido alguma intenção criminosa. Ademais, segundo o juiz da causa, Agostinho Cumbana, nenhuma das empresas que apresentaram orçamentos reunia requisitos completos para avançar, sendo que uma não entregou a documentação exigida no tempo estipulado, e a outra tem mau cadastro do seu desempenho, nomeadamente, falta de qualidade, abandono das obras e atraso na entrega dos empreendimentos. O advogado de defesa, Graça Abdula, disse que estava satisfeito com a decisão do tribunal porquanto, segundo explicou, não foram encontrados, durante o julgamento, elementos que consubstan-
ciassem o crime de que os réus eram acusados. Recorde-se que este caso, cujo julgamento foi adiado várias vezes, foi despoletado através de uma denúncia anónima, em 2013, quando a edilidade lançou um concurso para a construção de três salas de aulas no bairro de Chihengune, arredores da cidade. Neste processo, sete empresas apresentaram suas propostas, tendo sido apurada a que apresentou um orçamento de aproximadamente 3,2 milhões de meticais, valor que suplantava a disponibilidade do município para a obra, que era de apenas 1,6 milhão de meticais. Eram critério de elegibilidade, entre outros, apresentar um orçamento que fosse igual ou inferior ao valor disponível para investimento. Entretanto a empresa apurada apresentou um orçamento superior, embora houvesse concorrentes com propostas abaixo, a exemplo de um que apresentou um orçamento de cerca de 1,9 milhão de meticais e outro ainda que apresentou 2,8 milhões de meticais. Durante as audiências de julgamento, Benedito Guimino explicou que foi obrigado a interferir no concurso de forma a salvaguardar os interesses do município, porque a empresa que apresentava o orçamento mais baixo tem o mau cadastro na autarquia
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Inundações nas cidades do sul e centro
s autoridades de meteorologia prevêem chuvas intensas, a partir deste fim-de-semana, o que poderá provocar inundações em algumas cidades do sul e centro do país. O Conselho Técnico de Gestão de Calamidades já se reuniu, em Maputo, para tomar pulso desta situação. Entretanto, o INAM refere que a queda de chuva na presente época tem sido irregular, sendo que, a partir deste mês, poderá assistir-se a chuvas intensas. “Já havíamos adiantado que teríamos chuvas normais, com tendência para acima do normal, nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro, para as regiões sul e centro do país, e abaixo do normal, na zona norte. Para Janeiro, Fevereiro e Março, prevemos chuvas acima do normal para o norte da província de Gaza e Inhambane e na região centro do país. Para a zona norte, esperamos chuvas normais, com excepção da parte norte de Cabo Delgado. Isto é, significa que teremos chuvas que bastem para os agricultores desta região do país”, disse Acácio Tembe, do INAM.
Cheias: um cenário possível Com a quantidade da chuva que se espera
para a presente época chuvosa, que termina em Março, a direcção Nacional de Recursos Hídricos, além das inundações nas cidades, prevê cheias em algumas bacias das regiões centro e sul. “Quanto a cheias, parece que será um ano normal. Mas prevemos a ocorrência de cheias de nível moderado, nas bacias de Licungo, Búzi, Púnguè, Save e Incomáti. Mas a nossa
grande preocupação vai para as cheias urbanas. Sabemos que as nossas cidades são vulneráveis. A cidade de Maputo, por exemplo, só por chover acima de 100 milímetros, já é uma preocupação. Sendo assim, prevemos inundações na capital, na cidade da Matola, Boane, Chókwè, Xai-Xai, Beira e Dondo”, disse Agostinho Vilanculos, da Direcção Nacional Recursos Hídricos
INGC preparado para eventualidades Sem avançar valores, o Instituto Nacional de Meteorologia (INGC) disse estar a preparar um plano de contingência para fazer frente aos eventos que possam acontecer. “O plano traz uma abordagem nova, que tem a ver com o seu mecanismo de financiamento, através do fundo de gestão
de calamidades, que foi um instrumento aprovado pelo Governo. Isto vai permitir que o plano de contingência não abranja apenas esta época chuvosa e ciclónica, que vai desde Outubro a Março, como era tradicional, sendo que neste momento permite que esse plano seja anual. Fora deste período,
podemos ter outros fenómenos, como sismos, derrames, epidemias e outros cenários. Com este plano anual, seremos capazes de
responder a qualquer cenário que ocorra”, avançou Paulo Tomás, do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades.
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Novo regime de tratamento da tuberculose pediátrica Em última análise, isso tornava o tratamento da tuberculose na criança ineficaz e contribuía para o aumento das taxas de tuberculose resistente aos medicamentos em crianças. No entanto, após novos investimentos em pesquisa estão agora disponíveis formulações favoráveis para as crianças, formulações que não precisam ser cortadas ou esmagadas para alcançar uma dose adequada, e que oferecem uma oportunidade de simplificar e melhorar o tratamento da tuberculose na criança em todas Unidades Sanitárias do País. Na ocasião, Dra. Nazira Abdula procedeu a entrega de um kit do novo Medicamento ao Centro de Saúde 1º de Maio
Ministra da Saúde, Nazira Abdula, procedeu semana passada, em cerimónia pública, no Centro de Saúde 1º de Maio, ao lançamento de um novo regime de tratamento da tuberculose pediátrica. Durante muito tempo, não havia medicamentos adequados para o tratamento da tuberculose em crianças. Para conseguir a dose correcta, os prestadores de cuidados de saúde em todo mundo precisavam dividir ou esmagar uma série de comprimidos, muitas vezes amargos, o que tornava o tratamento ainda mais difícil e resultava na incerteza se as crianças tinham recebido a dose correcta de medicamentos.
Cerca de 28 universidades em vias de fechar O país regista nos últimos anos uma massificação de instituições de ensino superior, com maior incidência para cidade e província de Maputo. Os dados mais actuais indicam que Moçambique tem neste momento 52 instituições de ensino superior licenciadas das quais cerca de 36 são privadas. Entretanto, cerca de 28 destas instituições não reúnem condições apropriadas para o processo de ensino, pelo que poderão ser encerradas. A constatação vem à tona na sequência de uma inspecção realizada pelo ministério tutela. Segundo o Ministro da Ciência e Tecnologias Ensino Superior e Técnico Profissional, Jorge Nhambiu, algumas universidades inspeccionadas leccionam sem alvará, pelo que foi concedido um prazo que vai de 6 a 12 meses para regularem as condições exigidas. “Uma das medidas imediatas tomadas foi a interdição de entrada de novos ingressos”, avançou. As irregularidades encontradas no terreno incidem também sobre a fraca qualidade do ensino devido a precariedade das instalações, bibliotecas e laboratórios que algumas universidades apresentam, segundo revelou Jorge Nhambiu, que falava nesta quarta-feira em Maputo, na abertura do seminário de formação de jornalistas sobre as actividades desenvolvidas pelo MCTESTP.
Um dos pontos apontados pelo dirigente, que está por detrás da fraca qualidade de ensino, é a falta de competências dos docentes das universidades, alegadamente porque leccionam sem a qualificação necessária para tal. Aliás, o quadro legislativo do sector estabelece que os docentes das universidades devem ter o nível de doutoramento, o que contrasta com a realidade, visto que grande parte dos professores universitários são licenciados, originando um cenário em que “licenciados formam licenciados” . A título demonstrativo, dos cerca de 3999 professores universitários no país, apenas 11% tem o nível de doutoramento, o que, na
visão de Nhambiu, representa um desafio para às instituições públicas e privadas de ensino em investir na formação de quadros. “Há casos em que estudantes universitários terminam a licenciatura sem ter contacto com um professor universitário qualificado”, disse o responsável, para seguidamente esclarecer que em Moçambique o rácio de estudantes universitários por docentes é de 1 por 1000, num contexto em que países, como Portugal tem um rácio de 1 docente por 28 estudante. Refira-se que Moçambique conta actualmente com 196 mil estudantes inscritos dos quais cerca de 46% frequenta áreas sociais e 26% na área de pedagogia
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Informação meteorológica é crucial na nossa governação
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Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, dirigiu esta semana a cerimónia de tomada de posse do Director-Geral e do Director-Geral Adjunto do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM). Aos empossados, Do Rosário felicitou-os por terem aceite assumir as funções de direcção do INAM, uma instituição de grande importância em matérias de previsão meteorológica no nosso País. Afirmou que na actual acção governativa, a Meteorologia ocupa um lugar de rele-
máticas. A título de exemplo, a programação das actividades da navegação aérea e marítima, agricultura, turismo, saúde pública, protecção de infra -estruturas e segurança das pessoas e bens, requer o uso de informação meteorológica mais consistente. É neste contexto, que o Governo, de acordo com o Primeiro-Ministro, tem vindo a promover esforços para que o INAM cumpra integralmente a sua nobre missão de promover aos cidadãos, informação meteorológica consistente e em tempo útil. Para cumprir esta nobre missão, dentre outras acti-
vo, por ser vital no processo de desenvolvimento económico e social do País. Segundo Agostinho do Rosário, a informação meteorológica é indispensável na tomada de medidas necessárias para minorar os impactos dos fenómenos extremos do tempo e os provocados pelas mudanças cli-
vidades, o INAM é chamado a concentrar esforços no seguinte: Expansão e modernização da rede de estações de observação meteorológica; Estabelecimento de uma base de dados robusta para o armazenamento e processamento de dados climatológicos; e
Prosseguir com a formação e capacitação de quadros na área de meteorologia para assegurar a melhoria constante da qualidade dos serviços prestados. O trabalho realizado pelos serviços de meteorologia tem efeitos transversais o que requer, maior profissionalismo, flexibilidade e fiabilidade na divulgação da previsão do estado do tempo. Do Rosário diz esperar que os dirigentes que acabam de tomar emposse consolidem os ganhos até aqui alcança-
dos e, apostem na inovação e em acções de capacitação institucional para que o INAM responda aos desafios impostos pelas mudanças climáticas. “Ao apostarem na capacitação institucional do INAM, estarão a contribuir para que o País tenha instrumentos que permitam uma melhor planificação das actividades económicas, redução da vulnerabilidade dos cidadãos e protecção das infra-estruturas, face aos fenómenos climáticos”, disse
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Polícia “abate” seis meliantes no Zimpeto
eis presumíveis assaltantes a mão armada foram abatidos na noite desta terça-feira, pela Polícia da República de Moçambique (PRM), no bairro do Zimpeto, na cidade de Maputo. De acordo com a PRM, trata-se de uma quadrilha que já era procurada e que se dedicava a assaltos a viaturas e estabelecimentos comerciais. A neutralização da quadrilha surgiu nas vésperas de mais um assalto, desta vez, a uma loja de um cidadão português no Zimpeto. A polícia diz ter tomado conhecimento da acção e surpreendeu a quadrilha em pleno momento do assalto. Depois de se aperceber da presença policial, o grupo encetou uma fuga, “usando para o efeito, uma viatura do tipo mini-bus, roubada há cerca de uma se-
mana em Maputo”, disse uma fonte policial. De acordo com o Jornal O País, a patrulha policial perseguiu o grupo que foi neutralizado numa das ruas à saída da EN1, em direcção a um dos bairros da Matola. Após uma troca
de tiros, seis meliantes foram “abatidos” e dois estão em fuga. Segundo a polícia, no interior da mini-bus foram encontradas duas armas, nomeadamente, uma AK47 e uma pistola
Lançado na Matola projecto minha sala de aula, meu futuro O Governo do Distrito da Matola procedeu nesta terça-feira, ao lançamento oficial do projecto de erradicação de turmas ao ar livre, denominado “MINHA SALA DE AULA MEU FUTURO”. A cerimónia foi dirigida pelo Governador da Província de Maputo, Raimundo Maico Diomba, que destacou de importantíssimo o papel do empresariado local para o sucesso do projecto, uma vez que, segundo ele “o crescimento expressivo da população do distrito tem tido um impacto significativo no ramo de educação, em particular nos bairros de expansão, resultando deste modo na superlotação das salas de aula assim como no crescimento das turmas ao ar livre. Este facto, exige um esforço colectivo entre Governo, Empresários e Parceiros de Cooperação para que ate 2019 não haja mais turmas ao ar livre. O Administrador do Distrito da Matola, Júlio José Parruque, foi quem apresentou o Projecto aos Empresários e Parceiros de Cooperação. Na ocasião, agradeceu a manifestação pública de vários parceiros presentes na cerimónia, assumindo de forma conjunta a missão de proporcionar melhores condições de educação às crianças da Matola. Júlio Par-
ruque disse esperar que com o lançamento do projecto, o Governo consiga agregar mais parceiros para um investimento conjunto no futuro de Moçambique a partir de educação, erradicando definitivamente turmas ao ar livre. “O nosso maior desejo é produzir uma história de sucessos em que unidos possa ter um amanhã melhor, o orgulho de ter pertencido a uma geração que eliminou em definitivo o fe-
nómeno de turmas a ar livre na Matola”, disse Júlio José. O Distrito da Matola possui 66 Escolas Primárias das quais 57 com turmas ao ar livre, equivalente a 930 salas. Durante a cerimónia, houve reacção de parceiros que vão construir 16 salas de aula, oferta de 100 carteiras, 7 mil blocos e uma fonte de água. Referir que no terreno está em curso a construção de 90 salas de aula
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Nyusi inaugura centro de aquacultura
Chefe de Estado diz que Moçambique tem condições para desenvolver a aquacultura e suprir as necessidades de pescado. Filipe Nyusi falava, em Chókwè, Gaza, na inauguração de um centro de investigação do Centro de Pesquisa em Aquacultura. No local, o Presidente da República visitou vários sectores, com destaque para o de melhoramento genético, laboratórios e tanques de produção e experimentação de peixe. Uma das principais actividades do centro é o melhoramento genético da tilápia com a finalidade de produzir um peixe de crescimento rápido e resistente a doenças. O Governo acredita que através deste centro é possível fomentar a aquacultura no país. Apesar de reconhecer que a aquacultura é uma actividade recente em Moçambique,
o Chefe de Estado acredita que há condições para expandir a produção de pescado. Financiado em seis milhões de dólares pelos governos da Noruega e da Islândia, o Centro de Pesquisa em Aquacultura locali-
za-se em Chókwè, um distrito propenso a inundações e cheias. Mas os gestores garantem que a infra-estrutura está protegida contra cheias severas através de um canal de drenagem
Porto da Beira submetido a dragagem O canal de acesso ao Porto da Beira está a ser submetido a uma dragagem de emergência, de modo a permitir a acostagem de navios de maior tonelagem. A operação, iniciada semana passada, vai durar seis meses, de acordo com AIM. O projecto está orçado em cerca de 25 milhões de euros, desembolsados pelos CFM. Os trabalhos estão a cargo de uma empresa holandesa denominada Van Ôord Mozambique, Lda, que venceu o concurso internacional e cujo contrato teve início a 20 de Outubro, com a mobilização dos equipamentos para o Porto da Beira. A fiscalização da obra será assegurada pelos CFM. Segundo os mentores do projecto, esta dragagem de emergência permitirá a reposição das larguras do canal de 135 e 250 metros, bem como as cotas de menos oito e menos 9.20 metros nos troços rectos e na curva de Macuti, respectivamente. Terminada a dragagem, espera-se que o Porto da Beira volte a ser demandado
por navios de tipo Panamax, com até 60 mil toneladas de peso bruto, operando 24 horas por dia. Actualmente, apenas podem acostar no Porto da Beira navios com até 30 mil toneladas de arqueação bruta. Depois desta dragagem de emergência, seguir-se-á outra de manutenção por
um período de 18 meses, que será regida por um outro contrato. O Porto da Beira serve como ponto de entrada e saída das mercadorias de alguns países da África Austral sem acesso directo ao mar, como o Zimbabwe, Zâmbia, Malawi e República Democrática de Congo
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Estação de bombagem de Magula em actvidade
Presidente da República, Filipe Nyusi, inaugurou a Estacão de Bombagem de Magula, no Regadio do Baixo Limpopo, distrito de Chonguene, na província de Gaza, região sul de Moçambique. Trata-se de uma infra-estrutura que vai irrigar uma área total de 1.050 hectares, com capacidade de bombear 2,49 metros cúbicos de água por segundo, orçada em cerca de 10,1 milhões de dólares norte-americanos, disponibilizados em forma de crédito pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD). O canal principal da Estacão de Bombagem tem uma extensão de 7,4 quilómetros, uma capacidade de 1,67 metros cúbicos de água por segundo, nove linhas e 15,6 quilómetros de tubagem. O sistema vai permitir a produção de cerca de cinco mil toneladas de arroz e 20 mil toneladas de hortícolas por campanha, para além da produção de milho e outras culturas, beneficiando 228 produtores. Neste projecto, o Governo dispõe de uma área de 300 hectares para produção de semente, incubação para jovens, mulheres empreendedoras, profissionais do sector público e combatentes, para além de 150 hectares para as comunidades de Magula e Chimbonhanine. Outros 350 hectares destinam-se a produtores emergentes e 240 hectares para empresas fomentadoras. Na ocasião, o Chefe do Estado destacou que a infra-estrutura vai rentabilizar as potencialidades da região favorecendo o aumento da produção e da produtividade para garantir a segurança alimentar e gerar renda para as famílias. “Trata-se de uma iniciativa
que vem concretizar o sonho do Governo de transformar o camponês de subsistência em produtor virado para o agronegócio”, disse. Nyusi instou os produtores a competirem consigo próprios, procurando sempre superar a produção que alcançaram na campanha anterior, melhorando sempre a produção, a qualidade e a produtividade. Explicou que a iniciativa, para além de permitir a gestão da água em caso de cheias e inundações e garantir o armazenamento de água para a irrigação, constitui também uma medida de resiliência as mudanças climáticas. “Os produtores devem assumir que as metas traçadas para este projecto podem ser alcançadas primando por uma produção com elevados índices de eficiência, aumentando os ciclos de produção e transformar o sonho de aumento da produção em realidade todos aos anos”, destacou. O estadista moçambicano apontou a necessidade de o empresariado apostar no agroprocessamento, armazenamento e comercialização, para evitar a perda da produção, tendo destacado que o regadio do Baixo Limpopo deve servir de fonte de inspiração para outros projectos similares. “Estamos satisfeitos porque Gaza está a receber um empreendimento real e reconhece a sua importância”, disse Nyusi, apontando, a titulo elucidativo, que o projecto Wimbau, também estabelecido no Regadio do Baixo Limpopo, está a produzir arroz já disponível no mercado nacional. Além da Estacão de Bombagem de Magula, o Presidente da República inaugurou também o Centro de Pesquisa de Aquacultura de Chókwè
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Deputados exigem solução justa para diferendo no “Nwankakana”
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Comissão da Agric u lt u ra , Economia e Ambiente (CAEA) da Assembleia da República encorajou, nesta terça-feira, a direcção da Empresa Maputo Sul a prosseguir com o diálogo em curso com os vendedores do mercado 16 de Junho, vulgo “Nwankakana”, com vista a encontrar-se soluções justas para a continuação do projecto de construção da estrada que liga a avenida 24 de Julho e a ponte Maputo-Katembe, cujas obras estão paralisadas há cinco meses. Este apelo foi feito durante uma audição parlamentar que a CAEA manteve com o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa Maputo Sul, Silva Magaia, com o objectivo colher informações sobre os progressos na obra e os constrangimentos encontrados no processo de reassentamento. De acordo com o presidente da CAEA, Francisco Mucanheia, é preciso encontrar um ponto de equilíbrio entre a Empresa Maputo Sul e os vendedores do mercado “Nwankakana”, para que o diferendo que os opõe seja ultrapas-
sado e se avance com o projecto. “É preciso sensibilizar as pessoas para a consciência patriótica, uma vez que a conclusão destas obras contribuirá para o desenvolvimento económico do país e conferirá um prestígio a Moçambique a nível internacional”, disse o presidente da CAEA, tendo encorajado a Empresa Maputo Sul a prosseguir com as negociações em curso de modo a que “encontre soluções para compensações justas”. Segundo o presidente da CAEA, os deputados membros desta comissão de especialidade da Assembleia da República estão abertos para dar o seu contributo para que o impasse nas negociações seja ultrapassado. “Nesta obra, já foram vencidos vários obstáculos inerentes a indemnizações e respectivos reassentamentos. Cremos que este também será vencido com o diálogo”, sublinhou Mucanheia. A Empresa Maputo Sul informou que as obras, no seu todo, estão a 85 por cento de execução, tendo sido paralisadas na parte norte da ponte Maputo -Katembe, por causa das divergências com vendedores do mercado 16 de Junho
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Interrompida irrigação de machambas
Direcção Nacional dos Recursos Hídricos diz que, depois de ponderar por algum tempo, irá cortar em definitivo o abastecimento de água aos agricultores que usam a bacia do Umbeluzi. Com capacidade de 400 milhões de metros cúbicos de água, a Barragem dos Pequenos Libombos, no distrito de Boane, conta neste momento com apenas 19% da sua capacidade. Porque a pressão exercida pelos agricultores é grande e põe em risco o abastecimento de água à cidade e província de Maputo, as autoridades irão cortar totalmente o fornecimento de água às machambas. “Estamos num estado crítico de armazenamento e vamos cortar o abastecimento aos agricultores. Já havíamos acordado com estes que só podíamos dar garantia de água até Setembro, mas depois recebemos um pedido deles para que pudéssemos estender esse prazo – e fizemo-lo até 30 de Outubro -, uma vez que diziam que as cul-
turas estavam em fase de desenvolvimento e a falta de água poderia colocar em causa a produção. Mas agora não podemos mais, pois podemos colocar em causa o abasteci-
mento de água às cidades de Maputo, Matola e vila de Boane, que dependem da água retida naquela barragem”, explicou Agostinho Vilanculos
Capitol Resources com aval para explorar minas em Chiúta O governo aprovou uma resolução que autoriza a empresa Capitol Resources, uma subsidiária da australiana Baobab, a realizar as suas actividades mineiras no distrito de Chiúta, província central de Tete. A resolução sobre o Contrato Mineiro foi aprovada durante a 40ª sessão ordinária do Conselho de Ministros, realizada nesta terça-feira, em Maputo. O porta-voz desta sessão, Armindo Ngunga, explicou que a resolução visa atribuir direitos àquela empresa para realizar as suas actividades na referida região, entre as quais a de produção de ferro e processamento do aço. “O contrato é valido por 25 anos, sus-
ceptível de renovação e sujeito a condições constantes, de acordo com o plano do governo”, afirmou.
O projecto da Capitol Resources inclui a construção de uma fábrica de aço e de uma central termoeléctrica.
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BAÍA MALL abre portas ao público em Maputo
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AÍA MALL, o mais recente centro comercial da cidade de Maputo, abriu as portas ao público esta quarta-feira, em regime de pré-abertura, com os primeiros espaços comerciais já em funcionamento. Trata-se de um espaço com uma área total de 30.000 m2, um hotel da cadeia Southern Sun, mais de 100 lojas, restaurantes, área de serviços e mais de 900 lugares de estacionamento. Segundo os investidores, o BAÍA MALL® vai acolher as melhores marcas nacionais e novas marcas internacionais, que encontraram neste espaço instalações de qualidade e em conformidade com os exigentes padrões a que estas marcas estão obrigadas a obedecer. O projecto imobiliário do BAÍA MALL, desenvolvido com base no conceito “o Lugar dos Encontros” foi inaugurado pelo Presidente do Conselho Municipal de Maputo, David Simango, numa cerimónia testemunhada por Ana Flávia Azinheira, Vice-Ministra da Juventude e Desportos, António Marques, Presidente do ATCM, Jock Seeliger, Director da RPP Developments e pelos representantes dos investidores, através da Actis. O empreendimento fica localizado na Ave-
nida Marginal, junto à baía de Maputo, que historicamente foi sempre o local onde as pessoas se encontravam para actividades de lazer. Segundo os investidores, a aposta nesta localização prende-se, também, com o facto de, nos últimos anos, ter sido realizado um forte investimento público nos trabalhos de reabilitação da marginal que, aos poucos, foi recuperando a vida social de outros tempos e será uma das zonas de maior expansão imobiliária da Cidade de Maputo. Intervindo na ocasião, o presidente da autarquia enfatizou a geração de mais de 2.000 postos de trabalho directos para além dos empregos indirectos criados em toda a cadeia
de valor de suporte. Segundo dados avançados, cerca de 95% dos postos de trabalho criados beneficiará trabalhadores nacionais. Recorde-se que o BAÍA MALL® é um projecto do ATCM (Automóvel & Touring Clube de Moçambique), promovido e desenvolvido pela Actis (empresa de private equity) e pela a RPP Developments (empresa de referência em desenvolvimento imobiliário). Este projecto de investimento está avaliado em 96 milhões de dólares. Os investimentos da Actis em Moçambique estão a ser desenvolvidos em parceria estratégia com a Source Capital, boutique de private equity que opera em Moçambique
Cultura
Lisié Champier lança “Projecto Teresinha”
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isié Champier, autora do projecto “Teresinha – Uma vida em Moçambique...”, procede no próximo dia 20 deste mês, pelas 17:30 horas, no auditório do BCI em Maputo, a pré-apresentação da FASE I - Exposição Literária e fotográfica para oferecer ao Hospital Central de Maputo. O projecto “Teresinha - Uma vida em Moçambique...” compreende várias fases, sendo que a FASE I tem como principal objectivo, entreter os pacientes e acompanhantes, evidenciando a realidade moçambicana através de arte ou, por outra, fazendo chegar excertos da vida de Teresinha aos utentes do Hospital. Paralelamente a esta iniciativa, pretende-se estimular o interesse pela poesia e a fotografia, através de 20 molduras decoradas numa parede construída de raiz. “Este projecto não teria sido concretizado se não fosse o apoio de diversas pessoas, almas bondosas que se identificaram com a causa. Têm emoções e valorizam pequenas coisas como a arte de poder alegrar um pouquinho, até quem está num hospital. Estas mesmas pessoas podem-se enquadrar dentro dos Patrocinadores, Parceiros e colaboradores”, refere a autora do projecto
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“Workshop” sobre música
Sistema das Nações Unidas irá organizar, em parceria com O Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro RIO+), um “Workshop sobre o projecto Música para o Desenvovlimento Sustentável (M4SD) ”, a acontecer no dia 18 de Novembro de 2017, das 13:00 às 180, no Centro Cultural Brasil-Moçaqmbique em Maputo. No dia 19 de Novembro, os participantes são convidados a participar de uma interação musical e cultural na Associação dos Músicos Moçambicanos, a partir das 14:00. O projecto se destaca como um dos esforços pioneiros do Centro RIO+ para a construção de uma cidadania activa e antenada na Agenda 2030 para o Desenvolvimento
Sustentável por meio da produção de conteúdo musical para traduzir os 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável em mensagens acessíveis ao grande público, principalmente aos jovens. Os organizadores, acreditam no potencial da diversidade e da cultura como agentes de mudança e mobilização social. Nesse marco, o início do projecto acontecerá por meio de uma capacitação para a sociedade civil, no dia 18 de Novembro de 2017, em Maputo, com a presença de músicos brasileiros que participaram da implementação do projecto no Brasil, como músico e artista moçambicano, é convidado a participar das actividades do projecto “M4SD” em Moçambique. Este é o primeiro passo de um projecto
Oficina musicoterapia no CCBM Uma oficina de musicoterapia tem início neste sábado, no Centro Cultural Moçambique-Brasil, com o objectivo de levar as crianças a experimentarem sua criatividade por meio de jogos musicais, canções, construção e experimentação de instrumentos musicais com materiais recicláveis. A musicoterapia é uma disciplina cuja ferramenta de trabalho é a música e seus componentes, utilizando sons, estruturas rítmicas ou partes musicais
para facilitar a comunicação, promover a expressão individual e favorecer a integração social. A oficina será ministrada pela Fernanda Valentin: Graduada em Musicoterapia e Mestre em Música pela Universidade Federal de Goiás; Doutoranda em Psicologia Clinica e Cultura na Universidade de Brasília; e Professora do Curso de Musicoterapia da UFG. Desenvolve pesquisas e ações com famílias, grupos e comunidades
Desporto
Ministros e Magistrados medem forças no sábado
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s membros do Conselho de Ministros e Magistrados defrontam-se no sábado, às 8:30 horas, no campo do Costa do Sol, em jogo inserido no projecto “Desporto e Cidadania”, promovido pelo Instituto Nacional de Desporto (INADE). Segundo o director do INADE, Salazar Picardo, citado pelo semanário Desafio, o jogo é de extrema importância, pois será o segundo no âmbito do projecto “Desporto e Cidadania”, esperando-se que haja um desempate neste encontro. As duas equipas acima referidas tiveram o seu primeiro encontro no passado 7 de Julho, em que tiveram como resultado um empate a quatro (4) bolas
que visa comunicar a Agenda 2030 em Moçambique. Para que isso ocorra, nada melhor que essa comunicação seja feita pelos próprios moçambicanos a partir da sua própria cultura. Durante o Workshop explicaremos o projecto e suas actividades e também como você pode fazer parte do mesmo.
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Culinária
Bacalhau a Zé do Pipo a Milou Ingredientes:
4 postas de lombo de bacalhau 2 cebolas grandes Farinha de trigo qb 3 dentes grandes de alho Azeite qb para fritar 1 frasco de 200 grs de maionese Pimenta branca qb
750 grs de puré de batata
Preparação
Depois do bacalhau demolhado e escorrido, passe os lombos em farinha e frite em azeite até alourar um pouco. Disponha num refractário e reserve. No azeite, aloure ligeiramente as cebolas cortadas as rodelas,
os alhos laminados e junte o louro. Misture pimenta para melhorar o sabor e rectifique o sal. Deite por cima dos lombos. Passe bastante maionese por cima do preparado, espalhando bem. A volta, decore com puré de batata e leve ao forno até alourar. Sirva com salada a gosto
Bolo Rei Ingredientes:
150 g açúcar 750 g farinha 1 fava seca 30 g fermento de padeiro 175 g mistura de frutas cristalizadas 250 g mistura de frutos secos qb raspa de laranja qb raspa de limão 150 g margarina 1 c. de sobremesa sal 4 ovos M 1 dl vinho do Porto 1 ovo 50 g açúcar em pó
Modo de preparar:
Começe por picar as frutas cristalizadas e os frutos secos, tendo o cuidado de deixar de lado alguns para decorar o bolo. Misture tudo e deixe a macerar com o vinho do Porto.
Coscorões
Dissolva o fermento de padeiro em 1 dl de água morna, junte-lhe uma chávena de farinha, misture bem, tape com um pano e deixe levedar em lugar quente durante 15 minutos. 3. Bata a margarina com o açúcar, as raspas de limão e laranja, junte os ovos, batendo um a um, e o fermento. Quando tudo estiver bem ligado, adicione o resto da farinha e o sal, amassando até que a mistura fique elástica e macia. Junte as frutas e volte a amassar. Molde a massa em forma de bola, polvilhe-a
500 gr de farinha 3 ovos Raspa de laranja 50 gr de açúcar 50 gr de manteiga 50 gr de aguardente Água e sal q.b.
Modo de preparar:
Misturar bem o açúcar com a manteiga. Adicionar os ovos, a aguardente,
a farinha e o sal e amassar muito bem. Adicionar água se necessário e amassar até obter uma massa lisa e elástica. Deixar repousar durante, pelo menos, uma hora. Tender rectângulos com o auxílio do rolo, numa espessura de 2 milímetros. Fazer três cortes no meio. Fritar em óleo e passar por açúcar e canela
com farinha e tape-a com um pano, deixando levedar durante 3 horas ou até duplicar de volume. Coloque a massa num tabuleiro e faça um buraco no meio. Introduza na massa um brinde à escolha (bem embrulhado em papel vegetal) e uma fava, deixando levedar mais 1 hora. Pré -aqueça o forno a 180º C. Pincele o bolo com a gema de ovo batida e enfeite toda a superfície com as restantes frutas cristalizadas e frutos secos. Espalhe o açúcar em pó em 4 montinhos por cima do bolo e leve ao forno durante 35 a 45 minutos
Sonhos de natal Ingredientes:
Ingredientes:
TER LET S W NE bro 2017 m v No e
3 dl de leite 1,5 dl de óleo 1 casca de limão Uma pitada de sal fino 250 grs de farinha 6 ovos grandes Óleo qb para fritar Açúcar qb para polvilhar Canela em pó qb
Modo de preparar:
Ferva o leite com o óleo, a casaca de limão e o sal. E de uma vez só adicione a farinha e, com uma colher de pau, misture até que a massa se descole do recipiente. Depois de arrefecer, acrescente os ovos inteiros, um
a um. Mexa bem. Na frigideira, já com o óleo quente, coloque colheradas de massa, fritando de ambos os lados. Retire e escorra. Polvilhe com açúcar e canela se desejar