Economia Onde Mora a Chama da Esperança
IMPERDÍVEL Periodicidade Bisemanal Director Editorial: Gervásio de Jesus Ano 1 Edição nº 25 Novembro 2017 Rua da Concórdia nº 49 – 2º Andar Contactos +258 82 31 00 980; +258 84 55 27 437 Email revistaidolo@idolo.co.mz www.idolo.co.mz
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FASTJET OPERA NO ESPAÇO AÉREO NACIONAL
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Governo diz que situação da Mocímboa está controlada
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Alemã Bayer no mercado nacional
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Mia Couto lança“O Bebedor de Horizontes”
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Nyusi exige redobrar de esforços face a ameaças à segurança nacional
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Presidente da República, Filipe Nyusi exige das forças de defesa e segurança o redobrar de esforços com vista a fazer face as ameaças à segurança na-
cional. Segundo Filipe Nyusi, vive-se uma era em que as barreiras fronteiriças entre estados, estão a tornar-se menos espeças, obrigando a partilha de desafios comuns na prevenção das agressões territoriais. O chefe do estado proferiu estas declarações na abertura do vigésimo sétimo conselho coordenador do Ministério do interior, iniciado esta quinta-feira. Alertou que a situação geoestratégica de Moçambique, país com abundantes recursos naturais impõe que se operem mudanças conjunturais. O comandante em chefe das forças de defesa e segurança explicou que as mexidas operadas esta semana nos comandos do exército e da polícia têm como fim último imprimir dinâmica na actuação dos vários ramos. Apesar das várias adversidades, o Presidente da República saudou as forças de defesa e segurança e em especial a polícia pela forma como tem sabido cumprir a lei ordem e segurança pública em todo o território nacional. Sob o lema, Ministério do interior, apostando na garantia da ordem e segurança pública e bem servir ao cidadão, o encontro junta dirigentes e quadros da polícia. Entretanto, o Presidente da República, Filipe Nyusi, recomenda aos participantes do vigésimo sétimo Conselho Coordenador do Ministério do Interior para um debate franco e aberto em torno dos casos que mexem com a ordem e segurança pública no país. Os ataques aos comandos distritais da PRM em Mocímboa da Praia, Cabo Delgado, e de Mandimba, no Niassa, incluindo a destruição de vários bens móveis e imó-
veis, a propagação da desinformação sobre a origem da cólera e do suposto fenómeno chupa-sangue constituem ameaça à ordem pública. E, é sobre estes e outros casos relevantes que os dirigentes e quadros da Polícia devem reflectir seriamente - observou com preocupação o Chefe do Estado. O Ministro do Interior, General Jaime Basílio Monteiro, assume que o encontro
vai dedicar especial atenção aos incidentes registados em momento de trégua nas hostilidades militares. O vigésimo sétimo Conselho Coordenador do Ministério do Interior vai analisar o nível de execução das actividades previstas no Programa Quinquenal e no Plano Económico e Social referente a 2017, nas áreas de polícia, identificação civil, migração e salvação pública.
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Chissano faz prova de vida biométrico
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O processo de prova de vida do antigo Presidente da República durou menos de vinte minutos, findos os quais, Joaquim Chissano deixou ficar um apelo. Dados do Instituto Nacional de Providencia Social indicam que, desde o arranque da prova de vida biométrica, a 16 de Outubro corrente até à manhã de hoje, foram registados 38 mil e quinhentos pensionistas do Estado, de um total de 165 mil previstos até ao término do processo a 26 de Novembro. A média diária de registo de pensionistas é de três mil e quinhentos, em todo o país
antigo Presidente da República, Joaquim Chissano, apela aos pensionistas do Estado a aderirem à prova de vida biométrica, para evitar pagamentos indevidos a pessoas fora do sistema. O antigo Chefe do Estado moçambicano falava esta semana, em Maputo, após proceder à prova de vida, que visa confirmar a existência de facto do pensionista. Joaquim Chissano destacou que a prova de vida biométrica dos pensionistas é importante para a economia do país.
Governo de Morrumbala sofre burla PUBLICIDADE
Uma empresa supostamente sedeada em Maputo, terá burlado o Governo do Distrito de Morrumbala, na Zambézia, em mais de um milhão de meticais, que se destinavam à compra de duas viaturas. A empresa ganhou o concurso para fornecimento de duas viaturas ao Governo do Distrito de Morrumbala, mas desde 2015, que recebeu o valor na totalidade, ainda não honrou o compromisso. As viaturas destinavam-se a dinamização dos trabalhos da Administração pública, nos postos Administrativo de Megaza e Chire, em Morrumbala. O Administrador do Distrito de Morrumbala, Pedro Sapange, que confirmou o facto disse que tem mantido contactos permanentes com a direcção da empresa, mas que esta limita-se em prometer que irá efectuar a entrega das viaturas, facto que nunca se concretizou. Este caso, ocorreu quando Pedro Sapange era Administrador do Distrito de Namacurra. Quando assumiu as mesmas funções em Morrumbala, constatou a provável burla ao Governo local. Na tentativa de recuperar os recursos do Estado, o Governo do Distrito de Morrumbala submeteu duas cartas denúncia ao Ministério Público para a responsabilização da empresa. A mesma empresa, terá também lesado o Governo de Chinde, ao receber o valor para o fornecimento de dois tractores, uma pá niveladora e um cilindro, meios que nunca chegaram àquele Distrito
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Governo diz estar a comprar apenas seis viaturas
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inte e quatro ho ra s depois d a publicação de anúncios de compra de carros de luxo no valor de 118 milhões de meticais, o governo chamou a imprensa para explicar que 39 das 45 viaturas foram adquiridas em 2015.. Este ano, o governo está a comprar seis viaturas para antigos dirigentes superiores do Estado, no valor de 29 milhões de meticais. A lista incluiu um Mercedes-Benz S400 e um Toyota Land Cruiser 200, cada um avaliado em cerca de 11 milhões de meticais. Outras quatro são Hyundai
Accent, cada um ao custo aproximado de dois milhões de meticais. Questionado se não era possível adiar a compra das seis viaturas para os antigos dirigentes para atender prioridades do Estado, o secretário-permanente do Ministério da Economia e Finanças, Domingo Lambo reagiu afirmando que o Governo não está a fazer a revolução. O Ministério da Economia e Finanças não revelou os nomes dos antigos dirigentes que irão receber as viaturas em processo de compra, remetendo a imprensa ao Gabinete de Atendimento aos Antigos Dirigentes do Estado
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s ataques em Mocímboa da Praia, em Cabo Delgado, em Mandimba, na província do Niassa e as medidas que o Executivo está a implementar para travar a chamada grande corrupção, são alguns pontos que levaram as três bancadas a solicitar a presença do Governo no parlamento. O Primeiro-Ministro começou por assegurar que a situação em Mocímboa da Praia estava controlada e saudou as autoridades da ordem e segurança pela resposta a tempo. Quanto à corrupção, Carlos Agostinho do Rosário diz que há acções que estão a ser levadas a cabo para combater o fenómeno, através de medidas como denúncia, julgamento e responsabilização de agen-
tes envolvidos. Do Rosário disse ainda que o combate à corrupção não pode ser papel exclusivamente do Governo, mas também de toda uma sociedade.
O Primeiro-Ministro falou ainda sobre a estabilização da economia moçambicana, disse, entretanto, ser importante continuar a pautar por medidas restritivas.
Nomeados novos quadros no ministério da defesa O Ministro da Defesa Nacional, Atanásio M’tumuke, empossou, esta terça-feira, novos directores da instituição. Trata-se de Ezequiel Muianga, que passa a ocupar o cargo de comandante do Exército; Castelo Francisco Marecula, para chefe do Estado-maior da Marinha de Guerra de Moçambique, e Custódio Fernando Massingue, nomeado chefe de Departamento de Comunicação e Imagem, Assessoria Económica e Serviço Cívico de Moçambique. Falando durante a cerimónia de tomada de posse, M’tumuke disse que a longa experiência acumulada durante o tempo em que os nomeados dirigiram sectores sensíveis nas FADM conforta é sinal de que, doravante, a verticalidade no comando e chefia, assim como o respeito escrupuloso das decisões superiormente emanadas serão cada vez mais consolidados e fluidos. Segundo o governante, a cessação, nomeação e tomada de posse de novos quadros é resultado do regular refrescamento e adequação dos objectivos centralmente definidos, para a materia-
lização eficiente e eficaz do Programa Quinquenal do Governo (2015-2019) e do Plano Económico e Social para o presente ano, no que tange aos quatros pilares do sector de Defesa, nomeadamente a formação, infra-estruturas, logística e
saúde militar. Na ocasião, o ministro da Defesa Nacional apelou aos quadros e funcionários do sector para um combate cada vez mais lacrado contra actos de nepotismo, favoritismo e corrupção
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CNE aprova cronograma para intercalar de Nampula
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Comissão Nacional de Eleições, CNE, aprovou nesta quarta-feira o cronograma e a data para a realização da eleição intercalar no município de Nampula, na sequência da recente morte do edil daquela autarquia. Mahamudo Amurane, membro do Movimento Democrático de Moçambique, MDM, foi assassinado na sua residência particular, nos arredores da cidade de Nampula, no dia 04 de Outubro, por indivíduos ainda desconhecidos. Na sequência da vacatura, a CNE recebeu a notificação do governo que determina a realização da eleição intercalar e, na sequência da quarta sessão ordinária do órgão eleitoral, havida hoje em Maputo, ficou aprovada a proposta da data para a eleição naquela urbe. Sem avançar detalhes do cronograma, incluindo a data para o efeito, o porta-voz da CNE, Paulo Cuinica, disse que está tudo agora dependente da decisão do governo que, caso entenda, pode alterar o conteúdo proposto. “O Governo é que irá determinar a data da eleição o mais tardar até amanhã”, disse Cuinica, apontando que ao avançar detalhes estaria a esvaziar as competências do Conselho de Ministros que, caso entenda, pode marcar outra data diferente da proposta
pela CNE. A fonte disse, por outro lado, que a CNE e o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) estão preparados para levar a cabo a eleição, até porque foi por essa razão que os dois órgãos decidiram elaborar o cronograma e proposta do impacto orçamental, aliás é a data que vai ditar a amplitude orçamental envolvida no processo. “O orçamento está dependen-
te disso, porque uma mexida na data da realização das eleições vai consequentemente implicar a mexida do orçamento, mas em momento oportuno vamos anunciar os números envolvidos na realização das eleições”, disse o porta-voz. Segundo Cuinica, pelo facto de ser um evento extraordinário, o mesmo foi atendido por fundos extraordinários, porque não estava e nunca esteve previsto
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Alemã Bayer no mercado nacional A firma apresenta soluções tecnológicas para pequenos agricultores
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om representação em 78 países da Europa, América e África, a conceituada Bayer AG entra no mercado moçambicano convicta em apoiar o desenvolvimento do país. Trata-se de uma empresa farmacêutica e química alemã fundada em Bremen que aposta no aumento da qualidade de vida das pessoas, através da prevenção, alívio e cura de doenças e fornecimento de equipamentos e químicos para a concepção de alimentos de alta qualidade de origem vegetal. Espera-se que a entrada da Bayer no mercado nacional venha contribuir para o incremento da produção agrícola nacional, através de soluções tecnológicas avançadas para protecção de culturas e maximização da produção dos pequenos agricultores. O Presidente do Conselho de Administração da firma alemã, Klaus Ecstein, avança que as ferramentas da Bayer poderão ajudar a desenvolver a economia moçambicana, na medida em que será aumentada a capacidade de produção de alimentos e consequente redução das importações. A razão que ditou a escolha do mercado moçambicano, segundo Ecstein, reside no facto dos pequenos produtores serem responsáveis pela maior parte da produção nacional, porém os mecanismos de produção por estes usados serem ainda rudimentares, o que torna as culturas vulneráveis a pragas e doenças. Segundo o responsável, para além de colocar no mercado os equipamentos, a firma far¬á acompanhamento para garantir que se use o equipamento certo na medida adequada para que haja eficácia e maximização da produção. “A nível mundial, os pequenos produtores colocam no mercado cerca de 50% dos alimentos consumidos, e ao mesmo tempo, temos cerca de 800 milhões de pessoas que
AGRICULTORES ESPERANÇADOS Gusmão Macamo, pequeno agricultor, testemunha o fraco acesso às tecnologias, fertilizantes e pesticidas para a protecção das plantas e maximização da produção. Segundo relatou, actualmente o mercado não oferece os equipamentos e químicos
passam fome em África”, argumentou. Para além da agricultura, a Bayer tem vindo a desenvolver programas ligados a saúde em vários países de África. A malária e doenças cardiovasculares são algumas das principais apostas desta organização internacional.
Só 10% tem acesso a fertilizantes e tecnologia
cessidade urgente de inverter o cenário. O responsável, julga que a vinda da Bayer constitui um contributo aos esforços desenvolvidos pelo Governo para o fortalecimento da cadeia de produção agrícola, através da competitividade e robustez do agro-negócio. Valá frisou que a meta é “daqui a 5 ou 7 anos, estes esforços resultem na inversão da balança comercial, colocando Moçambique na posição de exportador”. Com intenção de mostrar que o país tem potencial para ser produtor e exportador de várias culturas de rendimento, Valá disse que “nós já exportamos liche, macadamia e banana para vários mercados de África e Europa. Quanto ao milho, feijão e caju, continuamos exportando, apesar de grande parte do milho, exportado para Malawi e Zimbabwe, estar a ser feita de forma não organizada, o que não possibilita registos”. Segundo a fonte, estes ganhos foram por água-abaixo, devido a pragas e doenças que afectaram as principais culturas de exportação, daí que o actual desafio é de que pelo menos 30% dos pequenos produtores tenham acesso a tecnologia
O Director Nacional de Agricultura e Civicultura, Momed Valá, intervindo a respeito da apresentação da Bayer no mercado nacional, disse que Moçambique tem cerca de quatro milhões de pequenos agricultores, mas destes apenas 10% utilizam fertilizantes, cerca de seis usam pesticidas e apenas 10% utiliza tecnologias. O cenário, segundo Valá, torna-se ainda mais preocupante, visto que cerca de 72% da população, tem na agricultura rudimentar, em regime de dependência de chuvas, a sua base de sobrevivência, pelo que levanta a neespecializados para pequenos agricultores, o que contribui negativamente na medida em que grande parte da produção é perdida devido as pragas e doenças que afectam as culturas. Para os agricultores, a vinda a Bayer a Moçambique pode ser uma luz no fundo do túnel.
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Kenmare Resources vai explorar novo depósito de areias pesadas
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K e n m a r e Moma Mining, subsidiária da irlandesa Kenmare Resources, realiza este mês cinco sessões públicas em Moçambique relacionadas com a necessidade de realojar pessoas para expandir a exploração de depósitos de areias pesadas. A empresa informou em comunicado divulgado recentemente que o Plano de Realojamento “está a ser elaborado para abordar as questões relacionadas com os agregados familiares das comunidades directamente afectadas pelo projecto de início da exploração de um novo depó-
sito de areias pesadas.” A finalidade desta consulta pública, que está a cargo da Coastal & Environmental Services Mozambique Lda (CES), é
informar as partes interessadas sobre os objectivos, pertinência e os impactos do processo. O plano de expansão da actividade da Kenmare Moma Mi-
ning ocorre numa altura em que a Kenmare Resources informou do aumento da produção na mina de Moma, tanto de material processado como de minérios extraídos para exportação. No terceiro trimestre, a empresa processou 7,788 milhões de toneladas de materiais, contra 7,160 milhões um ano antes e extraiu 277,8 mil toneladas de minérios, quantidade que compara com 265,7 mil toneladas no período homólogo de 2016. A empresa informou ainda que a exportação de minérios caiu 26% para 208,4 mil toneladas, em resultado da programada paragem para manutenção da principal embarcação que efectua o transbordo dos produtos
Dezassete fiscais do MITADER envolvidos em corrupção O MITADER considera que, desde a implementação do programa ‘’corrupção zero’’, os níveis de actividade ilícita estão a baixar. Ainda assim, a colocação de novas maneiras de exploração ilegal da madeira representa um desafio cerrado para o sector. Neste semestre, estão a correr 17 processoscrime contra funcionários do pelouro envolvidos em actos de corrupção. A conivência de fiscais nos parques de exploração de madeira é um fenómeno recorrente. ‘’O processo de ‘corrupção zero’ continua. Até esta altura temos um número significativo de fiscais envolvidos em actos de corrupção, a nível das províncias em todo o país. Só
nesta semana, tivemos conhecimento de três processos que correm, em termos gerais, são 17 processos apresentados, que estamos a articular junto com a Procuradoria-Geral da República’’, disse.
O Estado arrecadou em 2016, um total de 144 milhões de meticais, provenientes de receitas da exploração da madeira. Espera-se que, este ano, as receitas atinjam um nível ainda maior, a julgar pelas medidas
implementadas no sector das florestas. O controlo efectivo interno e a fiscalização representam as principais formas de incrementar as receitas do sector, vindas da exploração da madeira.
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Descaminho de madeira
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Contrabandistas recorrem a guias falsas
eis camiões carregados de madeira cont ra ba ndeada foram apreendidos nesta terçafeira, em Inchope, província de Sofala, anunciou o Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER). Segundo Emília Fumo, inspectora do MITADER, os automobilistas traziam guias de transporte falsificadas, de uma quantidade de madeira que estava a ser transportada do distrito de Marínguè para a cidade da Beira. A falsificação de guias de trânsito para circular com madeira contrabandeada é um método que ganhou espaço no fenómeno da exploração ilegal da madeira e foi adoptada como uma maneira nova de facilitar o contrabando e transporte de madeira, a partir dos locais de corte ou do parque. “Fomos descobrindo novas maneiras de funcionar e uma delas, é o aparecimento de guias falsas, através das quais os motoristas podem fazer o transporte da madeira, seja dos parques ou dos locais de corte, ou até onde essa madeira será dada o seu destino’’, revelou a inspectora. As modalidades de exploração ilegal não param por aí. A inspecção detectou, esta semana, um novo fenómeno que consiste na aquisição de guias falsas nas gráficas. O MITADER indica que na gráfica contratada para fabricar as guias de trânsito, desapareceram três livros, o que corresponde a trinta guias de circulação.
e quinhentos meticais para o Estado. Ainda assim, o MITADER considera que as receitas do sector triplicaram em relação à situação anterior. O grande desafio com que se depara na fiscalização é o abate dentro das florestas. O aumento da fiscalização e controlo interno dos funcionários são apontados como as causas do crescente controlo dos locais de abate de madeira. Só no segundo semestre deste ano, correm 17 processos-crime contra fiscais envolvidos em actos de corrupção “Nesta gráfica desapareceram três livros, cada um deles contém dez guias, o que significa trinta guias falsas a circularem a favor do contrabando. Foram extraviadas dentro de gráfica por nós contratada’’, referiu. Em conexão com o caso, estão detidos dois funcionários da gráfica, sendo um funcionário interno e um segurança, que são tidos como os responsáveis que permitiram que os livros pudessem passar. “Estamos também para detectar os mandantes e os compradores das guias, dentro da gráfica. As autoridades estão a trabalhar e tomar medidas do caso. Já temos um mandato de busca e captura para alguns indivíduos que se encontram foragidos’’, revelou. Foram dois livros da província da Zambézia e um da província de Sofala. Algumas guias foram encontradas nos seis camiões que foram apreendidos na passada terça-feira. O desaparecimento dos livros implica um prejuízo de cerca de um milhão
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Economia moçambicana necessita de apoio externo
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Governador do Banco de Moçambique avisa que, sem apoios externos, serão necessárias reformas mais profundas do que se previa. Rogério Zandamela, promete fazer tudo para impedir inflação de dois dígitos. Rogério Zandamela diz que a actual situação financeira em Moçambique é “difícil” O Governador do Banco Central de Moçambique alerta que o país continuará a ter uma “vida difícil” em 2018. Há tendências de risco inflacionárias, cuja magnitude ainda não é possível determinar, admitiu Rogério Zandamela, no final de uma reunião do Comité de Política Monetária, em Maputo. As pressões ao orçamento Moçambicano também vão continuar. Estas afirmações surgem uma semana depois do Fundo Monetário Internacional (FMI) ter anunciado que não vai ne-
gociar com o Governo moçambicano qualquer programa de ajuda ao Orçamento do Estado, antes que seja totalmente esclarecida a questão das dívidas ocultas e responsabilizados os culpados.
Banco de Moçambique alerta para situação difícil em 2018
“Não há, no curto prazo, uma maneira de compensar esses cortes substanciais da ajuda externa a Moçambique”, afirmou Zandamela.
Dívidas e “lista negra”.
O Fundo Monetário Internacional suspendeu a ajuda ao Orçamento do Estado Moçambicano em 2016, após a descoberta de dívidas contraídas por três empresas com garantias do Estado, sem o conhecimento do Par-
lamento e dos parceiros internacionais, num valor estimado em cerca de dois mil milhões de dólares. Os doadores suspenderam igualmente a ajuda ao orçamento e condicionam a sua retoma a aprovação de um programa do Governo com o FMI. A propósito da situação que Moçambique atravessa, o “nú-
mero um” do Banco de Moçambique, ex-funcionário do FMI, comentou que nenhum dos países que viu cair no passado na lista negra da comunidade internacional conseguiu sair de lá. Por isso, as exigências duplicam: “Quando você entra nessa lista para sair, você vai soar sangue”, avisou Zandamela
Fastjet começou a operar no espaço aéreo nacional A fastjet, operadora aérea de baixo custo, iniciou as suas operações no mercado moçambicano nesta sexta-feira, 3 de Novembro. A fastjet chega ao mercado com preços lowcost nas ligações de voos domésticos entre as cidades de Maputo, Beira,Tete e Nampula, através de aviões Embraer E145 com capacidade para 50 passageiros. Para estas viagens os passageiros agora têm a oportunidade de escolher entre dois pacotes: Super Económico – um voo básico que inclui possibilidade de levar 7 Kg de bagagem de mão mas
exclui qualquer tipo de bagagem de porão. E o pacote Normal–esta nova opção inclui 7Kg de bagagem de
mão mais 23Kg de bagagem de porão e uma rota livre ou possibilidade de alterar a data e hora. A rota Maputo-Beira será feita
duas vezes por dia às sextasfeiras e domingos e uma vez nos restantes dias, Maputo-Nampula será diária e Maputo-Tete será feita quatro dias por semana. Dando início às operações em Moçambique numa parceria com a Solenta Aviation Mozambique, a concessão de rotas domésticas a várias operadoras, incluindo a companhias estrangeiras, como forma de promover a competitividade no transporte aéreo no país. A fastJet já opera na Tanzania, Zambia, Zimbabwe, Àfrica do Sul entre outras com mais de 2.8 milhões de passageiros
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Obras da Base Logística de Pemba em curso
s obras da Base Logística de Pemba (BLP), no norte do país, vão ser retomadas em Novembro, de forma a acompanharem a dinâmica dos projectos de hidrocarbonetos na região, disse o presidente da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), durante a Conferência de Conteúdo Local no sector de Petróleo e Gás em Moçambique que decorreu, esta semana, em Cabo Delegado. Citado pelo Notícias ao Minuto, Omar Mithá explicou que a base será importante para as operações que serão desenvolvidas pelas empresas envolvidas nos projectos de gás na bacia do Rovuma. O presidente da ENH afir-
mou que a BLP vai manter os direitos especiais que tem na bacia do Rovuma, incluindo a exclusividade sobre uma extensa área
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onde se irá situar a infra-estrutura. O projecto da BLP foi formalmente lançado em Outubro de
2014, tendo sido mobilizado material para a sua construção, interrompida no meio de dúvidas sobre a sua utilização pelas companhias envolvidas nos projectos de gás natural. Os consórcios liderados pela italiana ENI e pela norte-americana Anadarko já manifestaram a intenção de usar infra-estruturas que vão construir no distrito de Palma, cerca de 400 quilómetros de Pemba, para as suas operações de exploração de gás natural, ensombrando a viabilidade da BLP. O projecto da BLP foi concessionado pelo Governo moçambicano à empresa Portos de Cabo Delgado (PCD), detida pelas estatais Caminhos-de-ferro de Moçambique (CFM) e ENI.
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Klemens admite indícios de corrupção no MIREME
ministra dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), Letícia Klemens, admite que há indícios de corrupção no ministério que dirige. Letícia Klemens diz que os funcionários ao serviço da Administração Pública devem prosseguir o interesse público e nunca os seus intentos pessoais. A titular da pasta dos Recursos Minerais e Energia falava na abertura do III Conselho Coordenador do seu ministério. A ministra considera preocupantes os indícios de corrupção no sector. “Preocupa-nos sobremaneira os indícios de desvio e incumprimento do dever de boa administração em algumas áreas do nosso sector. Tais indícios são revelados principalmente através de actos de corrupção que representam o abuso e uso do poder público para a realização de ganhos pessoais ou para a satisfação de interesses privados”, disse a titular da pasta dos Recursos Minerais e Energia. A área dos licenciamentos para actividade mineira é apontada como a mais propensa para actos de corrupção. Foi apelado aos funcionários do ministério a denunciarem qualquer tentativa de corrupção. Klemens prometeu agir com vigor e aplicar sanções administrativas ou penais aos infractores. Além da denúncia dos corruptores, o ministério vai simplificar os processos para combater as tentativas de suborno ou extorsão. “Com vista a tornar as nossas instituições mais efectivas, devemos também considerar outras acções com potencial
de contribuir para a redução ou eliminação da corrupção como, a simplificação dos procedimentos do licenciamento”, afirmou Letícia Klemens. Os participantes do III Conselho Coordenador foram recordados que são o espelho das instituições e elementos centrais na administração pública, estabelecida para servir os interesses colectivos da sociedade. O Conselho Coordenador ocorre numa altura em que o país enfrenta uma crise financeira e cortes orçamentais em diferentes sectores. “A conjuntura económica que caracteriza o nosso país tem retardado o cumprimento de algumas acções previstas no Plano Económico e Social (PES). Nos debates que seguirão às apresentações dos temas seleccionados, devemos abordar este constrangimento desafiante e procurar soluções que contribuam para minorar o impacto da insuficiência orçamental, por forma a que o cumprimento do Programa do Governo não seja comprometido”, concluiu a fonte. A criação de um mercado formal de gemas e metais pre-
ciosos, a introdução de uso do gasóleo de 50 ppm, com baixo teor de enxofre, em substituição do de 500 ppm, a actuali-
zação mensal dos preços dos combustíveis, a modernização do cadastro mineiro e a aprovação do acordo entre a ENI e Exxon Mobil com vista à participação desta última no consórcio para a pesquisa e produção na área 4 da bacia do Rovuma são algumas das realizações destacadas das actividades programadas para o PES 2017. O III Conselho Coordenador do MIREME tem como objectivos fazer o balanço das decisões e recomendações do II Conselho Coordenador, do PES de 2017, o balanço de meiotermo do Programa Quinquenal do Governo 2015-2019 e a definir a proposta do Orçamento e do PES 2018.
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Mia Couto lança“O Bebedor de Horizontes” “O Bebedor de Horizontes” é o título do último livro do escritor Mia Couto, lançado esta semana na Fundação Fernando Leite Couto, em Maputo. A publicação, faz parte da trilogia “As Áreas do Imperador”, iniciada em 2015, com ao livro “Mulheres de Cinza”, retrata de forma ficcionada, a queda do Império de Gaza, no sul de Moçambique, tido como o palco de maior resistência à penetração colonial portuguesa. Este lançamento insere-se na parceria estabelecida desde 2015 entre o Millennium bim e a Fundação Fernando Leite Couto para apoiar a publicação desta obra de referência da literatura moçambicana. “O Bebedor de Horizontes” que, entre vários episódios ficcionados, narra a prisão de Ngungunhane, sucede “A espada e Azagaia”, o segundo da trilogia, que também teve chancela da Fundação Fernando Leite Couto, que marcou a entrada definitiva do imperador. Neste último, Mia Couto recria os labirintos da história que se desenrolou desde a saída de Chaímite, acompanhado pelo seu filho Godido, o tio e conselheiro Mulungo, o seu cozinheiro Ngo e esposas até a Ilha dos Açores, em Portugal. Mergulhando nos últimos dias da vida de Ngugunhane, que faleceu em 1906, no Hospital Militar de Angra do Heroísmo, vítima de hemorragia cerebral, o romance explora factos reais, como a apreensão, algures nas margens do Limpopo, de Nwamatibjana, líder dos Mpfumo. Imani, grávida do sargento português Ger-
mano de Melo, depois de ter estudado numa missão católica, se destaca na qualidade de tradutora das autoridades lusitanas, servindo, deste modo, de ponte para ambos lados.
O primeiro volume da Trilogia “As Áreas do Imperador”, é o quinto livro mais vendido na Alemanha, onde a tradução leva o título de “Imani”. O segundo, por sua vez, está traduzido ou em vias de tradução em várias partes do mundo. Pouco antes da publicação de “A Espada e a Azagaia”, Mia Couto visitou a Ilha dos Açores, tendo constatado, conforme uma entrevista dada na altura da publicação portuguesa ao “Observador”, que a ideia de africanos deportados, que fizerem as suas vidas em Portugal, mostra que há muito mais em comum entre as duas realidades. Depreende-se, por outro lado, que essa viagem tenha servido para que o escritor pudesse reviver aquele espaço geográfico, de forma a retratá-lo com mais propriedade. Durante a apresentação do livro, o administrador do Millennium bim, Moisés Jorge, garantiu que “o Millennium bim renova, com este apoio, o seu compromisso com a cultura moçambicana, uma vez que representa todas as formas de expressão do povo, reflecte os seus costumes, normas, crenças, tradições e valores”. O Millennium bim tem, na sua actuação, a preocupação em associar-se a projectos que promovam a arte e a cultura moçambicana, pois acredita que o seu contributo para o desenvolvimento do país não passa apenas por factores económicos, mas, também, culturais e sociais, reforçando assim o seu compromisso com a cultura e a literatura, que constituem a base da maior riqueza de um povo.
PR felicita Mia Couto pelo novo livro
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m dos leitores que acompanhou o lançamento do livro de Mia Couto foi o Presidente da República, Filipe Nyusi, que revelou que estava ansioso em ter o livro. O Presidente teve uma intervenção muito breve, mas suficiente para felicitar o escritor por mais uma obra literária, que enriquece o repertório das letras moçambicanas. Os elogios de Nyusi não se restringiram ao autor.
O Chefe do Estado também elogiou a iniciativa de a família Couto transformar a casa que foi de Fernando Leite Couto numa fundação. O Presidente afirmou que se mais famílias seguissem o exemplo, o país sairia a ganhar. Depois, já no fim da sua intervenção, Nyusi pediu para que Mia Couto não tenha tanta esperança em relação a uma solução breve aos problemas que afectam o país, porque dependem de muita coisa
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Culinária
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Bacalhau a Zé do Pipo a Milou Ingredientes:
4 postas de lombo de bacalhau 2 cebolas grandes Farinha de trigo qb 3 dentes grandes de alho Azeite qb para fritar 1 frasco de 200 grs de maionese Pimenta branca qb
750 grs de puré de batata
Preparação
Depois do bacalhau demolhado e escorrido, passe os lombos em farinha e frite em azeite até alourar um pouco. Disponha num refractário e reserve. No azeite, aloure ligeiramente as cebolas cortadas as rodelas,
os alhos laminados e junte o louro. Misture pimenta para melhorar o sabor e rectifique o sal. Deite por cima dos lombos. Passe bastante maionese por cima do preparado, espalhando bem. A volta, decore com puré de batata e leve ao forno até alourar. Sirva com salada a gosto.
Bolo Rei Ingredientes:
150 g açúcar 750 g farinha 1 fava seca 30 g fermento de padeiro 175 g mistura de frutas cristalizadas 250 g mistura de frutos secos qb raspa de laranja qb raspa de limão 150 g margarina 1 c. de sobremesa sal 4 ovos M 1 dl vinho do Porto 1 ovo 50 g açúcar em pó
Modo de preparar:
Começe por picar as frutas cristalizadas e os frutos secos, tendo o cuidado de deixar de lado alguns para decorar o bolo. Misture tudo e deixe a macerar com o vinho do Porto.
Coscorões
Dissolva o fermento de padeiro em 1 dl de água morna, junte-lhe uma chávena de farinha, misture bem, tape com um pano e deixe levedar em lugar quente durante 15 minutos. 3. Bata a margarina com o açúcar, as raspas de limão e laranja, junte os ovos, batendo um a um, e o fermento. Quando tudo estiver bem ligado, adicione o resto da farinha e o sal, amassando até que a mistura fique elástica e macia. Junte as frutas e volte a amassar. Molde a massa em forma de bola, polvilhe-a
Sonhos de natal Ingredientes:
Ingredientes:
500 gr de farinha 3 ovos Raspa de laranja 50 gr de açúcar 50 gr de manteiga 50 gr de aguardente Água e sal q.b.
Modo de preparar:
Misturar bem o açúcar com a manteiga. Adicionar os ovos, a aguardente,
a farinha e o sal e amassar muito bem. Adicionar água se necessário e amassar até obter uma massa lisa e elástica. Deixar repousar durante, pelo menos, uma hora. Tender rectângulos com o auxílio do rolo, numa espessura de 2 milímetros. Fazer três cortes no meio. Fritar em óleo e passar por açúcar e canela.
com farinha e tape-a com um pano, deixando levedar durante 3 horas ou até duplicar de volume. Coloque a massa num tabuleiro e faça um buraco no meio. Introduza na massa um brinde à escolha (bem embrulhado em papel vegetal) e uma fava, deixando levedar mais 1 hora. Pré -aqueça o forno a 180º C. Pincele o bolo com a gema de ovo batida e enfeite toda a superfície com as restantes frutas cristalizadas e frutos secos. Espalhe o açúcar em pó em 4 montinhos por cima do bolo e leve ao forno durante 35 a 45 minutos.
3 dl de leite 1,5 dl de óleo 1 casca de limão Uma pitada de sal fino 250 grs de farinha 6 ovos grandes Óleo qb para fritar Açúcar qb para polvilhar Canela em pó qb
Modo de preparar:
Ferva o leite com o óleo, a casaca de limão e o sal. E de uma vez só adicione a farinha e, com uma colher de pau, misture até que a massa se descole do recipiente. Depois de arrefecer, acrescente os ovos inteiros, um
a um. Mexa bem. Na frigideira, já com o óleo quente, coloque colheradas de massa, fritando de ambos os lados. Retire e escorra. Polvilhe com açúcar e canela se desejar.