OUT’15
Caloiros Bem-vindos!
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Miroculos
MEGA-CONVÍVIO PÓLO II FESTA DAS LATAS JORNADAS PEDAGÓGICAS
Milagre na detecção do cancro
Ada Lovelace
“The Enchantress of Numbers”
Ford GT40
A Lenda de Le Mans
A Crónica de uma Cabra Os Jantares de Curso
À Conversa com
Maria Teresa Vieira
Professora Catedrática no DEM Vice-Coordenadora do CEMUC Portuguese Additive Manufacturing Initiative
OUT’15
INÊS SILVA
DIRETORA, CRONISTA
JOÃO MACHADO
AGRADECIMENTOS
MARIA TERESA VIEIRA CEMUC
VICE-DIRETOR, EDITOR, PRODUÇÃO GRÁFICA
PROPRIEDADE
FOTOGRAFIA
IMPRESSÃO
REDAÇÃO
DISTRIBUIÇÃO
INÊS SILVA
ADRIANA GARCIA BEATRIZ AFONSO BERNARDO DA FRANCA INÊS FERREIRA GUILHERME PEREIRA
CRONISTAS
ANAÍCE LEAL ANDRÉ PORTUGAL DAVID CABRAL FRANCISCO VIEIRA E BRITO LEONARDO PORTO MAURO ALMEIDA SÉRGIO ALMEIDA
NEEMAAC AAC
NEEMAAC
Queres trabalhar connosco ? Encontraste informação errada? Queres agradecer ou elogiar o trabalho? Escreve-nos para piston.neemaac@gmail.com Ou visita-nos em www.neemaac.aac.uc.pt /Piston.NEEMAAC
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ÍNDICE OUTUBRO 2015
4 | EDITORIAL
19 | ENGINE GIRL
Ada Lovelace: “The Enchantress os Numbers”.
6 | RECEÇÃO AO CALOIRO 7 | MEGA-CONVÍVIO PÓLO II
20 | MUNDO AUTOMÓVEL
8 | VISITA ALTA & BAIXA
22 | SECÇÕES E TU
Ford GT40: a Lenda de Le Mans.
O Andebol da Associação Académica de Coimbra.
10 | JORNADAS PEDAGÓGICAS
25 | ENGENHEIROS DE BANCADA
11 | FESTA DAS LATAS
O Dérbi de Porugal.
13 | ESTIEM
Language Programe Initiative Coordination Meeting, Language Course: “Let’s Leran Português”, Iberian Region Coordination Meeting.
28 | ALMANAQUE CULTURAL “O Pagador de Promessas”, “Mistérios de Lisboa”
31 | WHAT’S HOT
Um olhar dentro do novo FM’16.
16 | À CONVERSA COM
Entrevista à Professora Catedrática e Investigadora Maria Teresa Vieira.
18 | ENGENHARIA DE TOPO
Biotécnica e os novos métodos de cura e diagnóstico do mercado.
34 | A CRÓNICA DE UMA CABRA O Jantar de Curso.
35 | APARVAFUSANDO
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EDITORIAL OUTUBRO 2015
Mais um ano lectivo, mais uma equipa Piston, mais uma edição desta revista. Esta foi demorada! E os leitores questionam-se sobre o porquê deste atraso. Vão ter a resposta a essa pergunta ao longo destas páginas, mas para quem é novo por estas bandas, eu esclareço: o Piston mudou! Chegámos de energia revigorada para vos encher de informação sobre o nosso departamento, desta vez com uma nova imagem: mais compacto e com uma nova aparência em cada página. Esfolheando a revista, também encontrarão uma nova rubrica, que dada a cidade onde estudamos, achámos que deveria estar presente, e que “tememos” ser a que os leitores mais gostarão. Esta crónica foi a nossa maneira de interagir mais com quem dá uns minutos de atenção a estes jornalistas Amadores, e como tal, queremos ler as vossas histórias durante as próximas edições! Não me irei prolongar mais, e espero que devorem os textos que se seguem, com o mesmo entusiasmo com que todos nós, equipa Piston, os escrevemos.
Inês Silva Estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Suplente do Pelouro de Comunicação e Imagem do NEEMAAC Diretora do PISTON
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Começa um novo ano letivo e Coimbra veste-se de negro. Começam as noitadas com os amigos, as praxes que acabam em copos, os convívios e os jantares e, os cafés, que são só uma desculpa para mais uma noitada de copos. E no meio de tantos copos e copinhos, reparas que já passou a Latada e o semestre já vai a meio. Agora sim, é tempo de abrandar o ritmo e por as mãos ao trabalho, pois as frequências já começam a aparecer. E por falar em Trabalho… Antes do novo ano lectivo começar, já o teu núcleo estava a trabalhar a todo o gás para preparar todo um conjunto de actividades nas mais diversas áreas tais como: Pedagogia, Saídas Profissionais, Comunicação e Imagem, Cultura, Desporto e Acção e Formação. Ah! E sem esquecer o GAPE, que te proporcionou, logo para começar em cheio, a melhor Semana das Matrículas para que entrasses na Universidade com o pé direito. Mas, ainda nem o semestre vai a meio e já realizamos a Semana de Recepção com a primeira febrada e o Mega Convívio, a Monumental Febrada, as Jornadas Pedagógicas, a Visita à Alta e Baixa de Coimbra, a Sessão “Desmistifica o Python”, a Sessão de Boas-Vindas aos estudantes de Erasmus, contruímos a melhor Barraca de todo o recinto da Latada e finalmente o nosso querido “Piston” volta ao activo! Tudo isto para ti! E a maior recompensa que podemos ter é ver a grande participação e o interesse dos nossos alunos nas nossas actividades. Mas podes ficar descansado que não iremos parar por aqui. Fica atento que o Ciclo de Conferências e o Torneio 12h estão quase à porta! O NEEMAAC aproveita-te ainda para te desejar muito boa sorte para este semestre. Que as noitadas de copos sejam longas, mas as de estudo ainda mais!
Vera Ribeiro Estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Presidente do NEEMAAC
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Na semana de 7 a 11 de setembro, o NEEMAAC marcou presença na semana das inscrições, no Pólo I, para receber todos os caloiros que este ano iniciaram o seu percurso académico na melhor Universidade do país. Durante essa semana esclarecemos todas as dúvidas dos novos alunos, sobre o curso, habitação/localização e vida académica em Coimbra.
Na primeira semana de aulas, para além de distribuirmos o kit de caloiro do Pólo 2, organizámos uma série de actividades para facilitar a integração dos novos estudantes nesta nova etapa e dar também a conhecer o nosso trabalho. Logo no primeiro dia, foram apresentados, oficialmente, os principais representantes do departamento e durante a tarde existiu uma “febrada”, para que todos alunos se começassem a ambientar. Também recebemos os alunos de mobilidade, numa sessão de apresentação e esclarecimento, a 30 de setembro, com o apoio da professora Ana Amaro. Durante o resto do ano, o NEEMAAC estará disponível para ajudar todos os estudantes. Sejam bem-vindos a esta grande família que é o DEM.
Inês Ferreira Estudante do Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Coordenadora do Pelouro do GAPE do NEEMAAC
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Como tem vindo a ser tradição, os núcleos do Pólo II juntaram-se para a organização de mais um Mega-Convívio, que ocorreu no passado dia 18 de Setembro. No dia 30 de Setembro, decidiram criar mais um legado para as seguintes gerações do nosso pólo: a “Monumental Febrada”. Realizou-se no espaço que gostamos de designar como as Monumentais do Pólo II. Este ano, o Mega-Convívio foi uma aposta ganha, com um cartaz entusiasmante, um palco extravagante e preços acessíveis. A adesão foi incrível, mostrando o orgulho presente nos alunos que fazem parte da família Pólo II. Quanto à “febrada”, esta nasceu com o objectivo de receber os caloiros de segunda fase e integrá-los, quer através do convívio promovido pela actividade
em si, quer pela praxe realizada com todos os cursos presentes. Houve torneiros de Beerpong e matraquilhos, e ainda uma actuação das Fans. O intuito é, por-
tanto, criar memórias inesquecíveis para os novos alunos. Resta-nos, NEEMAAC e restantes núcleos de estudantes, agradecer a todos os que fizeram parte destas duas grandes actividades.
Bernardo da Franca Estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Vice-Presidente do NEEMAAC
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ALTA&BAIXA
V I S I T A C U LT U R A L
No passado dia 23 de Setembro, o pelouro da Cultura do NEEMAAC realizou um passeio, para dar a conhecer, aos novos alunos, os pontos principais e mais atractivos da cidade de Coimbra. Começando pelo Largo da Portagem, passando pelo Arco da Almedina, até à Torre da Universidade, foram explicados factos históricos sobre os locais e eventos que nestes ou perto destes ocorrem. Visitaram-se todos os locais possíveis, dando a conhecer aos presentes todas as maravilhas da nossa cidade. No fim do passeio, ainda houve tempo para um pequeno convívio num dos bares da Alta de Coimbra. Esta visita teve uma grande adesão e esperamos que tenha sido um dia divertido para todos.
Inês Silva Estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Suplente do Pelouro de Comunicação e Imagem do NEEMAAC Diretora do PISTON
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JORNADAS PEDAGÓGICAS NEEMAAC
As VIII Jornadas Pedagógicas do Departamento de Engenharia Mecânica, relativas ao segundo semestre do ano lectivo 2014/2015, realizaram-se quarta-feira, dia 7 de Outubro, no auditório do DEM. Com cerca de 114 participantes online nos Inquéritos Pedagógicos, apuraram-se resultados e opiniões sobre o trabalho dos docentes e métodos de avaliação de diversas disciplinas do semestre passado. Apesar da fraca adesão, tanto por parte dos docentes como dos alunos, foi possível obter um debate constante discutindo-se vários assuntos como a evolução dos resultados académicos de ambos os cursos
(LEGI/MEGI e MIEM), as cadeiras mais problemáticas, e o desempenho dos docentes pelo ponto de vista dos alunos. Foram também debatidas as condições dos locais de estudo, mais propriamente a biblioteca do DEM. O balanço desta edição foi positivo, mas faz-se um apelo à comunidade do DEM para que haja uma maior participação nas próximas Jornadas. Foram discutidas situações consideradas cruciais para o bom funcionamento das aulas e foram sugeridas soluções para vários aspectos que se esperam que sejam resolvidos futuramente.
Adriana Garcia Estudante do Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Suplente do Pelouro da Pedagogia do NEEMAAC
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Entre 14 e 18 de Outubro, como todos se devem recordar (acredito que alguns tenham alguns lapsos nas suas memórias), realizou-se mais uma tradicional Festa das Latas e Imposição das Insígnias. Adoptando o formato do ano passado – 5 noites de parque e dois dias sem aulas – a COFL’15 procurou ainda inovar mais e realizou o Sarau Académico na tarde de sábado no Jardim da Sereia, permitindo, desta maneira, mais
uma noite com artistas no Parque da Canção. Podemos assim afirmar que, mais uma vez, a Latada foi um sucesso. Com um cartaz quase 100% nacional, os estudantes de Coimbra e demais comunidade aderiram em peso às noites de parque, tanto para assistirem aos concertos, como para estarem presentes na festa da tenda dos núcleos. Mais uma vez a barraca NEEMAAC foi o centro das atenções, com o slogan “ Porcas e Vinho Branco”, com uma adesão bastante elevada. Os alunos do DEM não nos deixaram ficar mal! Assim, resta ao NEEMAAC dar os parabéns aos estudantes do DEM envolvidos na organização da Festa das Latas e agradecer a todos que fizeram da nossa Latada, um momento marcante neste mandato.
Bernardo da Franca Estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Vice-Presidente do NEEMAAC
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Já disponível em: neemaac.aac.uc.pt
LG Coimbra com a energia revigorada
nome de Coimbra pelos recantos da Europa. A prova deste empenho e sucesso A Associação de Engenharia e Ges- está nos eventos realizados e por realitão Industrial da Universidade de Coim- zar neste semestre. bra deseja, a todos os estudantes, as boas vindas para mais um ano lectivo Language Programe Initiative Coordinano DEM. Temos o orgulho de ser o Lo- tion Meeting cal Group Coimbra da ESTIEM (European Students of Industrial Engineering and No início de Agosto de 2015, CoimManagement), o que proporciona a todos bra esteve presente no Language Proos nossos sócios atividades únicas, ca- grame Initiative Coordination Meeting raterizadas por serem lúdicas e enrique- da Universidade do Minho. Tendo como cedoras. objectivo a criação duma nova iniciativa Este projeto continua a crescer. A e de ultimar os preparativos para o prinova lista, com o seu espírito empreen- meiro evento LPI (Language Programme dedor, está empenhada em espalhar o Initiative) a decorrer em Coimbra.
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Language Course: Let’s learn Português
Oportunidades Únicas
O ESTIEM Language Course: Let’s learn Português, organizado com sucesso em Coimbra, ocorreu no final do mês de Agosto, durante nove dias. Sendo o primeiro evento LPI e a primeira actividade da ESTIEM orientada à aprendizagem de novas línguas, a direcção de 2015/16 prova ser tão empreendedora como aquela que criou a iniciativa SERI em 2013 (edição Piston, Novembro 2014). Foram nove dias de aprendizagem e diversão para os dez participantes presentes. Os organizadores deste evento estão de parabéns.
Como não podia deixar de ser, a nossa Associação está ao rubro com o planeamento das próximas actividades. Três visitas de estudo já estão agendadas, uma para a VW Autoeuropa, outra para a Cimpor e ainda outra para a Celbi. Tentando ir mais além, está-se a trabalhar no sentido de organizar mais duas visitas. Outros eventos estão a ser compostos para os próximos meses de Novembro, como o evento TIMES, workshops e participações em eventos internacionais. Queres fazer parte da AEGIUC? Tudo isto está ao teu alcance! Para mais informações vem ter Iberian Region Coordination Meeting à nossa sala, escreve um mail para lg. coimbra.estiem@gmail.org ou visita a Em Setembro, os ESTIEMer’s de página do facebook ESTIEM LG Coimbra. Coimbra estiveram no Iberian Region Coordination Meeting em Aveiro. Evento que tem o objetivo de reunir todos os LG’s Ibéricos para discutir o futuro da Anaíce Leal ESTIEM na nossa península. Estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial
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Maria Teresa Freire Vieira é professora Catedrática do Departamento de Engenharia Mecânica. Foi em 1974 que iniciou o seu percurso no Departamento, após se ter graduado no Porto. Começou por leccionar a estudantes do regime nocturno, contudo passados cerca de 3 anos decidiu fazer um Doutoramento em França. A passagem por França foi o ponto pre- região central de Portugal com diferenponderante para o seu foco nos moldes? tes áreas de especialidade com a finalidade de desenvolver investigações em Na realização da minha tese de diferentes campos da ciência. Assim, foidoutoramento, trabalhei em cooperação -me possível por em prática a ideia que com a Renault. Foi ai que me questiona- já há muito defendia, juntamente com ram o que pensava do revestimento de uma equipa de investigadores do Centro materiais, nomeadamente de aços, quais de Engenharia Mecânica da UC, em parseriam as vantagens. Na altura, os reves- ceria com uma empresa de moldes. Foi timentos não eram algo tão banal como aplicada com sucesso a tecnologia aditihoje em dia. Fiz imensa pesquisa na bi- va ao fabrico de componentes metálicos, blioteca e consegui atingir resultados permitindo melhorar significativamente importantes nesse âmbito bem como na o ciclo de produção. questão dos moldes. Desde então que Os pontos essenciais deste prodefendo a ideia de que os processos adi- cesso de unir materiais para fazer obtivos são o futuro da indústria. jetos partindo de dados do modelo 3D, geralmente camada sobre camada, em Recentemente desenvolveu uma investi- oposição a tecnologias de fabricação de gação que permite tornar a indústria dos subtração, são a possibilidade de fazer moldes mais competitiva e “mais verde”. bem e rapidamente, que é o que a indúsEm que consiste esta investigação? tria procura para ser maior e melhor. Torna-se possível criar peças únicas com A investigação iniciou-se no âm- geometrias impossíveis, aliando a qualibito da Portuguese Additive Manufactu- dade à rapidez, sendo necessário menos ring Initiative (PAMI), da qual faço parte. material o que se traduz em menos reA iniciativa propõe uma distribuição inte- síduos. A diminuição do tempo de injecligente de excelentes infra-estruturas na ção e a capacidade de um arrefecimento
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Maria Teresa Vieira Professora Catedrática no DEM Vice-Coordenadora do CEMUC Portuguese Additive Manufacturing Initiative
adequado são uns dos conceitos-chave nos pedirem para vir aqui ver o que repara o sucesso desta tecnologia. Uma almente se passa e fico contente com indústria que ganhará imenso será a bio- isso. De um modo geral, o laboratório médica uma vez que é a que mais requer divide-se em duas partes, uma é a parte peças complexas, únicas e de tamanho da mecânica e a outra foca-se nos nareduzido. nomateriais e na micro Por outro lado, “A próxima revolução indus- manufactura. É nesta esta técnica é já bas- trial está ai a porta e é com última parte que se detante utilizada no setor senvolvem os projectos este progresso que se vai aeroespacial, nomeadarelacionados com a bioiniciar. “ mente pela agência estecnologia, fazendo a pacial norte-americana, NASA. Quando analogia das peças desenvolvidas com surge a necessidade de obter um para- o corpo humano, recorrendo aos procesfuso durante uma missão, por exemplo, sos aditivos, mais uma vez referidos. Um levar esta tecnologia a bordo revela-se exemplo do que aqui se torna possível é uma mais-valia pois é possível obter a a questão dos implantes dentários: a sua peça de uma modo rápido e eficaz. dimensão é inferior a uma moeda de 2 A próxima revolução industrial está cêntimos e a geometria tem alguns porai a porta e é com este progresso que se menores, o que torna viável a utilização vai iniciar. de processos aditivos. Os resultados foram obtidos com sucesso e a redução de O que pode dizer aos alunos do DEM custos foi algo brutal conseguindo levar acerca do laboratório de Materiais? este produto para o mercado a um preço extremamente reduzido face ao actual. Cada vez é mais frequente os alu-
Beatriz Afonso Estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Colaboradora do Pelouro da Comunicação e Imagem do NEEMAAC
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A biotécnica está a desenvolver a um ritmo nunca antes visto. Actualmente, está a avançar seis vezes mais depressa que o poder de processamento dos computadores. Todos os dias são criados novos métodos de cura e diagnóstico, sendo inegável o contributo da engenharia, que cada vez mais proporciona tecnologias e dispositivos à mercê da medicina. Hoje vamos falar do Miroculos, que já é considerado um milagre para a detecção precoce do cancro. Este dispositivo recorre à mais recente tecnologia disponível, para oferecer ao “cliente” uma forma sifnificativamente mais rápida, eficaz, e sem dor, de diagnosticar vários tipos de cancro, em fases muito precoces, através de uma simples amostra de sangue. O Miroculos (de reduzidas dimensões) apresenta uma forma cilíndrica (como
se pode ver na imagem), que é actualmente imprimida numa impressora 3D (assunto sobre o qual nos vamos debruçar na próxima edição). Este, na sua parte superior aloja um smartphone que através da sua câmera consegue identificar a presença de 96 diferentes tipos de microRNAs, que são proteínas capazes de apontar a presença de cancro de fígado, mama, pâncreas e pulmão (pelo menos nesta fase inicial). Devemos salientar também, que o custo de fabricação de uma unidade é 50 vezes menor que os actuais sistemas de detecção de cancro.
Leonardo Porto Estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial
Mauro Almeida Estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial
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Nesta edição do “Piston” trago-vos a invenção de mais uma mulher genial, um símbolo poderoso para as mulheres na área da tecnologia. Ada Lovelace nasceu em 1815, filha de um poeta e de uma cientista. A mãe sempre a incentivou a desenvolver as suas capacidades em diversas áreas como ciências, matemática e lógica, e foi esta motivação que a levou à criação do algoritmo de computador. Desde cedo se interessou pelo design de máquinas, e em 1833 foi apelidada de “The Enchantress of Numbers” pelo
seu colega e amigo Charles Babbage (um célebre visionário e professor de Matemática). Foi um trabalho deste colega que despertou o seu interesse, trabalho esse que ele apelidava de Motor Analítico (que tinha todos os componentes de um computador moderno). Em 1842, Lovelace traduziu um artigo do matemático Luigi Menabrea sobre o Motor Analítico e expandiu-o, sendo o artigo final três vezes maior o artigo inicial. Esse texto continha várias referências a “programas de computador” e observações sobre os potenciais usos da máquina (criação de música, manipulação de símbolos, entre outros). O seu trabalho foi o mais completo e elaborado da sua altura e o primeiro a ser publicado (daí ela ser aclamada como “a primeira programadora”). Lovelace morreu de cancro aos 36 anos, mas a sua paixão e visão foi, mais tarde, alvo de estudo, inspirando outros trabalhos sobre o computador moderno, na década de quarenta. Inês Silva
Estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Suplente do Pelouro de Comunicação e Imagem do NEEMAAC Diretora do PISTON
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Todas as lendas têm um princípio. Neste caso temos de recuar até aos anos 60. O mundo do automobilismo tem como duas principais provas mun-
diais a Indianápolis 500 e as 24 Horas de Le Mans. Começa no início da década de 60 o projeto para inscrever o Ford GT40 na prova francesa, mas a primeira vitória só chega em 1966. Antes desse ano o paradigma da prova francesa era bem diferente... O desenvolvimento do Ford GT40 inicia-se numa altura em que Le Mans é completamente dominada pela Ferrari. Entre 1960 e 1965, a marca italiana vence as seis edições das 24 Horas de Le Mans de forma consecutiva. Mas a supremacia Ferrari nas provas de GT’s começava a falhar... E a Ford apercebeu-se disso mesmo. Ao contrário da equipa de Maranello, os americanos não tinham qualquer título de primeiro lugar à geral no traçado
francês. O desejo de participar (e vencer) em Le Mans vinha da vontade de Henry Ford II, “patrão” da Ford Motor Company. Com esse objetivo em mente, a direção do fabricante americano aposta no sucesso da sua campanha na ”endurance” europeia através da compra da “Scuderia” italiana. Quando tudo parecia bem encaminhado para que a Ferrari passasse a ser controlada pelos americanos, Enzo Ferrari corta unilateralmente as negociações com a Ford. O insucesso das negociações deve-se a divergências de entendimento sobre o controlo da equipa de monolugares da marca – a “Scuderia” – e de toda a sua secção desportiva. A Ferrari quer ter liberdade para participar na “Indy” 500 com os seus próprios motores algo que não agrada à Ford pois vê aí uma possibilidade indesejada de ter concorrência na sua prova “caseira”. Gorada a possibilidade de aliança com a Ferrari, Henry Ford II procura noutras marcas a parceria necessária para travar o domínio italiano em Le Mans.
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Tanto a Cooper como a Lotus são ponderadas, mas acaba por ser a Lola a escolhida para desenvolver o automóvel de competição “Ford GT”, que ficaria conhecido na massa adepta do automobilismo como “Ford GT40”. “GT” representa o tipo de carro de que se tratava – um “Grand Touring” e 40 a (muito) baixa estatura do carro, apenas 40 polegadas (cerca de 1,02 metros) no seu ponto mais alto! Iniciou-se então, entre a Ford e a Lola, uma colaboração britânica e americana para vencer Le Mans. Apesar do projeto de construção do GT40 se iniciar no começo da década de 60, o palmarés de triunfos do GT40 inicia-se apenas 1966 quando a Ford alcança a vitória à geral no traçado de La
Sarthe, a primeira vitória de um fabricante americano na mítica prova francesa. A vitória só é conseguida depois de Carroll Shelby ter começado a chefiar o projeto. O domínio durou até o ano de 1969 com a Ford a criar 4 versões do bólide (Mark I a Mark IV), todas elas vencedoras em Le Mans (e não só). O Mark IV, a última versão do GT40, foi desenvolvido apenas pela Ford e Carroll Shelby sem qualquer “ajuda” da Lola, mas o sucesso, às mãos de alguns dos mais brilhantes pilotos da altura como A.J. Foyt e Dan Gurney, foi exatamente o
mesmo. Depois de 1969, o mundo do automobilismo estava completamente rendido, e, a Ford Motor Company, não tinha mais nada a provar.
Francisco Brito Estudante do Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica
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Chamo-me Bruno Magalhães, tenho 20 anos. Sou aluno do 3º ano de Engenharia e Gestão Industrial no Departamento de Engenharia Mecânica da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra, e sou natural de Fafe. Com que idade e como foi o primeiro contacto com a modalidade? Mesmo antes de começar a treinar, o meu primeiro contacto foi sem dúvida graças ao meu irmão, que já praticava a andebol há alguns anos. Era algo que me fascinava, e que sabia que teria de experimentar. Teria 5/6 anos quando conheci a modalidade e 7 quando a comecei a praticar. Quais os clubes que representaste? Como nasci em Fafe, uma cidade em que o andebol é provavelmente das modalidades mais populares, o meu primeiro clube foi naturalmente o Andebol Clube de Fafe. Foram 12 anos ao serviço AC Fafe onde fiz a minha formação passando por todos os escalões de formação, fazendo grandes amizades e tendo muitos bons momentos, desportivos e de companheirismo.
Como foi a chegada à secção de Andebol? Quando vim para Coimbra ainda joguei uma época pelo AC Fafe, apenas treinando com a equipa à sexta e jogando ao Domingo, com a obrigação de manter as condições físicas durante a semana. No ano seguinte, percebi que o
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Bruno Magalhães Suplente do Pelouro do Desporto do NEEMAAC Estudante de Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial
melhor para mim era jogar pela Associação Académica de Coimbra, pois era algo que me fazia falta no dia-a-dia. Por isso, passei no edifício da AAC e prontamente tratei de saber quando e onde eram os treinos. Ao chegar ao pavilhão, falei com o treinador e aí expliquei-lhe a situação e fiquei integrado na equipa. Fui muito bem recebido, algo que me deixou muito feliz e com vontade de dar sempre o melhor pela AAC.
Como funciona o Recrutamento? Normalmente, no início da época, as pessoas que não fazem parte da equipa da época anterior e que gostavam de pertencer à equipa, vão ao pavilhão e fazem alguns treinos, para ver se agradam ao treinador (tal como eu fiz). A equipa da secção é formada maioritariamente por estudantes, mas também existem alguns jogadores mais velhos que já pertencem à Académica há muitos anos e assim transmitem a verdadeira mística da AAC aos mais novos. Aos estudantes que pretendem apenas treinar e depois jogar com a sua equipa ao fim de semana, nada lhes é negado, têm as mesmas condições que qualquer jogador da AAC.
Bernardo da Franca Estudante do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Vice-Presidente do NEEMAAC
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O Dérbi de Portugal O Clássico dos Clássicos, o Dérbi dos Dérbis, falo como é claro, do Dérbi da 2ª Circular, de um grande Sport Lisboa e Benfica vs. Sporting Clube de Portugal. Este Clássico não pode, nem deve, ser entendido como uma simples partida de futebol, pois esta rivalidade entre estes clubes, com mais de um século de existência, transcende muitas vezes o campo futebolístico. E não precisamos de recuar muito no tempo para vermos esta batalha fora de campo. Jorge Jesus, treinador das águias nas últimas 6 temporadas, foi contratado pelo Sporting CP nesta ultima época de transferências. Um golpe de mestre de Bruno de Carvalho que muita tinta fez correr nos jornais nacionais, algo inacreditável, algo que a mim, adepto fervoroso do Sport Lisboa e Benfica, me custou muito a acreditar e aceitar. Hoje sabemos que a troca de clubes, apesar de não podermos duvidar do amor de JJ ao clube de Alvalade, envolve um aumento de salário entre o que ganhava na Luz e o que hoje ganha. Têm sido constantes as aparições de BdC na comunicação social que não perde a oportunidade de dar uma bicada ao clube da Luz, desde a contratação de JJ até as famosas prendas que o Benfica tem dado as equipas de arbitragens. No meio destas disputas não nos podemos esquecer das famosas claques, que apesar de serem extremamente importantes no apoio às equipas, deixam muitas vezes a desejar com atos menos próprios e que em nada dignificam o desporto rei e esta rivalidade.
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O Início
Passagem de testemunho
Esta guerra começou em 1907, quando vários jogadores do Sport Lisboa mudaram para o Sporting CP. Também em 1907, surgiu o Peyroteo um dos 5 Violinos primeiro confronto. Corria o dia 1 de Dezembro de 1907, com a vitória a pertencer aos leões, onde surgira a confusão entre os menos entendidos. Falo em Sport Lisboa e não em Sport Lisboa e Benfica, pois apenas em 1908 aconteceu a fusão entre o Sport Lisboa, criado em 1904, e o Grupo Sport Benfica, surgindo dai o Sport Lisboa e Benfica, que fixaram a data de criação em 1904, algo que nunca caiu bem ao rival, que nasceu em 1906. Ao longo do século XIX, por 16 vezes, os velhos rivais decidiram uma competição oficial, sendo a primeira, o Campeonato de Lisboa da temporada 1918/19, onde o Sporting CP saiu vencedor.
Os Leões mantiveram-se superiores às Águias até meio do século, coincidindo a altura com o fim dos Cinco Violinos, que entre 1946 e 1949, espalhou arte para o Mundo. Do fim desse grande Sporting CP, surge o Benfica, que em 1950 vence a Taça Latina. Otto Glória chega ao clube da Luz, e com ele surge uma maior dominância do Sport Lisboa e Benfica na Década de 50. Poucos sonhavam com voos mais altos, mas eis que em 1960, Béla Guttmann assina pelo Benfica vindo do rival FC Porto. Aqui, surge das melhores equipas que se viu jogar, o Benfica Campeão Europeu, sucessor de um Real Madrid que tinha vencido todas as edições da Taça dos Campeões Europeus. Vencendo este grande troféu 2 vezes de forma consecutiva, não mais o Benfica conseguiu repetir a proeza apesar de, ainda nos anos 60, ter ido a final por mais 3 vezes.
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Atualidade No novo Milênio, surge um Benfica que deixava a desejar (ultima vitória tinha sido em 93/94 para o campeonato), pelo contrário, o Sporting CP, tinha acabado de vencer o campeonato, ajudado pelo “Super” Mário Jardel, com uns im-
clubes. Se o Benfica se queixa de ter tido Presidentes que metiam mais no próprio bolso do que no do clube, falo principalmente de Vale e Azevedo que “deu” JVP ao rival, o Sporting também tem que se queixar, desde Presidentes que percebiam mais de golf do que de bola, a personagens como Godinho.
E agora?
pressionantes 42 golos em 34 jogos, e João Vieira Pinto, fornecido pelo eterno rival. E este foi o fim, não mais o Sporting CP concedeu a alegria aos adeptos com um título de campeão nacional. Apesar de coincidir com o famoso “Apito Dourado”, as direções contribuíram para a quebra de ciclo dos dois
Permitam-me este espaço para falar de livre vontade: Hoje o Benfica surge com uma direção sólida, equipa forte (ainda mais se o Rui se decidir a tirar o Eliseu da equipa) mas o Sporting não fica atrás. BdC vem mudar muita coisa e sem dúvida que veio trazer muito ao Sporting que lutará com unhas e dentes para colocar o Sporting CP no lugar onde já esteve. Duas grandes equipas, dois rivais que prometem levar ao topo o futebol português.
David Cabral Estudante do Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Colaborador do Pelouro da Comunicação e Imagem do NEEMAAC
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PELÍCULA
“O Pagador de Promessas”(1962) Anselmo Duarte País: Brasil
Certo dia, um cristão devoto faz uma promessa de zelar pela saúde do seu burro, pois era um homem humilde e pouco tinha. Uma tragédia como a perda do seu animal iria arruinar o seu trabalho. A promessa é um grande suplício para Zé do Burro: terá que carregar uma cruz desde a sua aldeia até à cidade. Sendo a sociedade Brasileira nos anos 60 muito conservadora, era espectável que esse pacto fosse visto com tons de heresia e de equiparação ao Calvário de Jesus Cristo. Também nos conta da segregação que existia não só pela cor da pele mas pelos cultos adoptados e classes sociais. Com ares e nuances de neo-realismo, aproveitava o espaço e a acção para fazer alguma crítica social, mas muito contida e disfarçada pois naqueles tempos no Brasil vigorava uma ditadura. Um filme para deitar abaixo todo aquele preconceito telenovelesco do cinema do nosso país irmão.
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LIVRO
“Mistérios de Lisboa” Camilo Castelo Branco
O Autor, conhecido pelos seus romances com imensas referências bibliográficas dissimuladas, conta-nos a história pelo ponto de vista de um jovem rapaz num colégio católico para órfãos. Naturalmente, desponta nele uma curiosidade sobre quem eram os seus pais. O resultado da sua busca revolve-se num misto de emoções agridoces. Crescem em si sensações que não sabia que podiam crescer, como árvores exóticas e venenosas, que toldam o seu espírito casto. Este era um estilo muito adoptado na época, baseando-se em histórias verídicas (suas ou de outros), conferia um grau de veracidade e verosimilhança aos romances. Outra característica é a dispersão da narrativa tanto em termos espaciais como em termos de personagens, pois existem pessoas fictícias que parecem tornar-se noutras mais adiante na linha narrativa, que é algo de caótico e descontínuo. Contudo o objectivo não é organizar estes acontecimentos como um puzzle, mas sim o relato fiel duma época feudal tardia.
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DISCO
Swans Filth 1983
O álbum de estreia da banda Nova-Iorquina rasga-nos por dentro com uma brutalidade incrível. Curto, directo e cru, com apenas 36 minutos (sem contar com as posteriores reedições com faixas extra). Uma pedra basilar no movimento No-Wave , que teve a sua génese na grande maçã. É visto como um bater de mão na mesa contra uma suposta conciliação do Punk com outros géneros impensáveis como o Disco, Electrónica, Blues, enfim, todo um apanhado da música ocidental do seculo XX, que estes supostos puristas viam como uma degeneração. A premissa de voltar às raízes não resulta em algo que pensávamos ter sido inventado, de pouco inovador, mas sim numa nova explosão estridente, um novo caminho que faz rebentar uma nova realidade à nossa frente. Alguns afirmam que só o Filth interessa, mas deixemos isso para o leitor mergulhar na prolífica discografia desta banda.
André Portugal Estudante do Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica
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Mais um ano passou, e como tal, mais um capítulo da saga FM está para chegar. Com lançamento previsto para 13 de Novembro, eis algumas das novidades que vos esperam no novo FM 2016. Treinador na linha
Estatísticas durante o jogo
Pela primeira vez, foi dada tanta importância aos movimentos do treinador como aquela que era dada aos dos jogadores, sendo assim usada a tecnologia de captura de movimento. Além disso podemos criar a nossa personagem, com vários aspectos que podem ser alterados, tal como penteado, cor do fato, altura entre outros. A Sports Interactive em parceria com a Prozone, líder em estatístias de desporto, criaram uma interface de análise de estatísticas durante o jogo muito mais avançada, com muitas mais funcionalidades e mais fácil de usar.
Highlights em multiplos jogos Permite-nos ver todos os pormenores sobre outros jogos que ocorram naquele dia da nossa divisão, ou de outras.
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Set-Piece Creator O set-piece creator permite ao jogador criar rotinas de jogo que depois podem ser usadas nas várias tácticas escolhidas, podendo assim ser criadas para definir posicionamento na zona, ou jogadas estudadas a partir de bolas paradas.
Cross-Save Começaram um jogo no computador, mas estão entediados numa aula e queriam continuar o jogo no vosso tablet?? Não há problema o FM 2016 Touch permite cross-save, ou seja, continuar um jogo gravado no computador no tablet e vice-versa. Lesões mais reais
Em conjunto com fisioterapeutas, médicos e organizações relacionadas, a Sports Interactive introduziu no FM 2016 uma melhoria na descrição e tratamento das lesões, dando assim uma experiência ainda mais realista a todos os treinadores. Mesmo assim, as maiores alteraMaior interação com a imprensa ções são aquelas apresentadas com a introdução de novos modos de jogo. Po Conferências de imprensa muito dem contar com: mais variadas e com novos pontos de conversa. Podem contar com pergun- Fantasy Draft tas e respostas mais contextuais. Além disso, agora um treinador desemprega- Neste modo de jogo multiplayer, os do pode usar os media a seu favor para jogadores começam com um orçamento conseguir arranjar emprego de novo. fixo e competem entre si para conseguir
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comprar as estrelas e, assim, construir o seu plantel de sonho. Sendo isto apenas a preparação para depois se defrontarem numa mini-liga.
Além de tudo isto espera-se ainda um update nos pedidos à direção, movimentos do staff, regras das competições, entre outros. Este ano, o FM é vendido em três packs diferentes. O FM 2016, o FM 2016 Touch, e o FM 2016 Mobile. O primeiro é aquilo que todos conhecemos, e inclui o FM Touch. O FM Touch é o que podemos encontrar no FM 2015, como Modo Clássico, dedicado àqueles jogadores que não querem uma experiência tão profunda como treinador e não permite multiplayer. O FM Mobile está disponível para dispositivos móveis. Assim sendo, estão preparados para mais uma época de suor, de desesCriar um clube pero, de euforia por mais um troféu vencido? Preparados para se tornarem no Todos nós, em alguma altura, abri- novo Special One? mos o FM Editor e criámos a nossa equipa, onde alinhávamos juntamente com os nossos amigos e tentávamos levar a equipa à glória. Bem, agora já não é preciso. No novo FM podem criar a vossa equipa de raíz, escolher cores e nome do clube e ainda a liga onde querem jogar.
Sérgio Almeida Estudante do Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica
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Dia de jantar de Curso! Palavras habitual confusão para entrar já nem é para quê?! Não se pode explicar muito. problema para nós, e é vista como uma Generaliza-se este conceito, mas cada maneira para convivermos com toda a um tem a sua história pessoal. Este, em gente, chatear e fazer rir com todas as particular, foi épico! parvoíces que saem das nossas bocas. Tudo se inicia quando três amigos Acabada a azáfama da entrada, decidem começar esta “aventura”, não à vamos para os nossos sítios (que são tal suposta hora de jantar (21 horas, sen- mais três lugares vagos porque não pasivelmente), mas ramos um minuto sim por volta das “ De penálti em penálti, de his- sentados). Com 17 horas, num sítio quase todos os tória em história, de canção muito especial… o presentes no janfamoso “Pintos”. em canção perdemos a noção tar, bebemos os Juntámo-nos enfamosos penáltis, do barulho (...) “ tão, numa mesa, damos graça ao acompanhados curso que reprepor um muito tradicional garrafão de vi- sentamos, e, com toda a maroteira que nho tinto traçado. De penálti em penál- possuímos, vamos pregando umas parti, de história em história, de canção em tidas aos nossos colegas e aos emprecanção perdemos a noção do barulho gados, até nos mandarem sair do restauque fazemos, do que dizemos, das pes- rante. Com todas as asneiras, de repente, soas que conhecemos,… Temos discus- aparece pó químico de um extintor… sões de política, religião, cultura (tudo coisa estranha. Toda a gente se tem de sobre o que não falaríamos sóbrios!). afastar dali, ninguém sabe quem foi (e eu Isto é intercalado, com um penálti para também não posso dizer quem foi). que nunca se tenha sede, pois sede, nes- A partir daqui foi aproveitar a noites dias, é uma palavra que não existe no te Coimbrã ao máximo! Sítios como Bar nosso dicionário. da Associação e Twiit, tiveram o privilé Chega então a hora do jantar! Já gio de nos receber. Dançámos, bebemos, demasiado “alegres”, enfrentamos um cantámos até de manhã! Chegámos de jantar de curso, não como um jantar manhã, com mais amigos e mais históqualquer, mas sim como um momento rias, para um dia mais tarde recordar! único e para, supostamente, recordar. A Viva Coimbra!
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Guilherme Pereira Estudante do Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica
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OUT’15
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