Ano XIV l No 37 l Agosto de 2019 Uma parceria
Cooperação na praça Cooperativas da região metropolitana celebram o Dia de Cooperar no Boulevard Olímpico, na Praça Mauá, no coração do Rio
CIRCULANDO
FINANÇAS
ENTREVISTA
Federação das Unimeds e singulares entre
Myrian Lund e o momento de mudança
Marcos Schuster e Cláudio Vicente e o Jeito
as Melhores Empresas para Trabalhar
no cooperativismo financeiro
Disney de Encantar no Cooperativismo
Editorial
Nesta Edição
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Circulando Notícias do mundo cooperativo
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Finanças Myrian Lund
Cooperação, o caminho para alcançar a felicidade
Capa Cooperação na praça Entrevista Marcos Schuster e Cláudio Vicente,idealizadores do Jeito COOP
Caderno Especial Unicred Central RJ/MT Causa e Efeito Ronaldo Gaudio Proteção Cooperativa José Ribeiro Seguro Cooperativo Liliana Caldeira Questão Cooperativa Adriana Amaral Opinião Andréa Souza Tempos Verbais Paulo Rezende
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o último dia 6 de julho, a celebração do Dia de Cooperar mais uma vez mobilizou cooperativas, dirigentes, colaCláudio Montenegro boradores e pessoas imbuídas do verdadeiro Editor Executivo espírito cooperativista, promovendo ações de voluntariado que beneficiaram milhares de pessoas por todo o país. Em sua décima edição, o Dia C 2019 comprovou novamente a força do movimento cooperativo, que tem a marca da solidariedade e união em prol das comunidades onde as instituições cooperativistas estão inseridas. Mais que um sentimento nobre, é uma autêntica constatação de que, parafraseando Allan Kardec, fora da cooperação não há salvação. As ações de voluntariado promoveram uma onda do bem de norte a sul do país, dando um verdadeiro exemplo para a sociedade brasileira, e em especial para os governantes da nação, de que podem vislumbrar no cooperativismo o modelo ideal para gestão do país, oferecendo soluções igualitárias em termos de oportunidade de trabalho, geração de renda e emprego, diminuindo as distâncias sociais entre as classes e, principalmente, fortalecendo a economia nacional. Nós, cooperativistas, temos o propósito de promover o bem-estar socioeconômico de nossos semelhantes, trazendo resultados positivos para as instituições, empoderando as famílias e permitindo o acesso a sonhos individuais e coletivos, ou seja, possibilitando alcançar a tão almejada felicidade. Que nossos governantes possam tomar as ações promovidas neste Dia de Cooperar como exemplo de como o Brasil pode se unir em todos os recantos e atuar em favor de todos os brasileiros, mobilizando todas as classes, dando dignidade aos mais necessitados e restabelecendo o equilíbrio social que se desestruturou ao longo dos anos.E que novas ações de voluntariado continuem mobilizando a nação, fortalecendo o cooperativismo brasileiro e todos que dele comungam. Boa leitura e saudações cooperativistas!
Rio Cooperativo é uma publicação da Montenegro Grupo de Comunicação, em parceria com a Comunicoop. Contatos e Publicidade: (21) 2215-9463 - 99877-7735 - contato@montenegrogc.com.br End.: Rua Mário Miranda, 342 - Taquara - CEP 22715-470, Rio de Janeiro, RJ. contato@montenegrogc.com.br | www.montenegrogc.com.br | twitter.com/MontenegroGC | facebook.com/MontenegroGC | www.brcooperativo.com.br | facebook.com/RioCooperativo Produção de Conteúdo: Comunicoop Editor Executivo: Cláudio Montenegro (MTb 19.027 - claudio.montenegro@montenegrogc.com.br) Redação: Equipe Comunicoop Programação Visual: Felipe Amorim (felipeamorim@montenegrogc.com.br) Mídias Sociais: Malu Araújo (marialuisa@montenegrogc.com.br) Administração: Marcia Fraga (marcia.fraga@montenegrogc.com.br) Atualização cadastral: Ana Jéssica (anajessica@montenegrogc.com.br) Colaboraram nesta edição: Adriana Amaral, Assessorias de Comunicação dos Sistemas OCB e OCB/RJ, Liliana Caldeira, Myrian Lund, Paulo Rezende, Ronaldo Gaudio e Unicred Central RJ/MT.
Fotos: OCB, OCB/RJ e Unicred Central RJ/MT, entrevistados e SXC. Distribuição: Lideranças cooperativistas, dirigentes, gerentes, cooperados e funcionários de cooperativas de todos os segmentos (agropecuário, consumo, crédito, educacional, especial, habitacional, infraestrutura, mineral, produção, saúde, trabalho, transporte e turismo), empresários, administradores e gestores, assessores jurídicos, auditores, contadores, profissionais de recursos humanos, associações, sindicatos, federações de indústria e comércio, entidades de classe, orgãos e instituições governamentais, universidades, clínicas e hospitais, fornecedores de produtos e serviços para cooperativas e demais formadores de opinião. Artigos: Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores, não correspondendo necessariamente à opinião dos editores. Envio de pautas: redacao@montenegrogc.com.br (as pautas recebidas são avaliadas pelos editores, sem obrigatoriedade de publicação). Capa: Dia C 2019/Sistema OCB/RJ
Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
Edição nº 37 - Agosto de 2019
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Circulando
COMUNICAÇÃO UNIMED FEDERAÇÃO RIO
Unimed Federação e singulares entre as melhores empresas para trabalhar no Rio
Colaboradoras da Unimed Federação Rio participaram da cerimônia de entrega do prêmio Great Place to Work
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Federação das Unimeds do Estado do Rio de Janeiro foi eleita a 15ª Melhor Empresa para Trabalhar no estado do Rio de Janeiro, em julho, e recebeu o prêmio Great Place to Work (GPTW) 2019, durante cerimônia no Vivo Rio, no Flamengo. A cooperativa foi representada pela gerente Administrativo-Gestão de Pessoas, Cláudia Reis, e a colaboradora Sheila Nascimento. Foram premiadas também as Unimeds Barra Mansa, Nova Iguaçu, Rio e Três Rios. “O principal ativo de uma organização são os seus recursos humanos. O que diferencia uma empresa vencedora daquelas que não alcançam o sucesso são os seus colaboradores. Por isso, a valorização do profissional é tão importante. Esse prêmio mostra que estamos no caminho correto da gestão do nosso principal ativo, assim como ao cumprir o papel de Federação, ao oferecer suporte às singulares e vê-las ao nosso lado recebendo tal premiação”, comenta o diretor administrativo–operacional da Federação Rio, Gilson Lima.
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Após a parceria realizada entre a Federação Rio e o GPTW com o objetivo de estimular que as federadas tenham maior visibilidade externa no mercado e suas práticas consolidadas, sete singulares foram certificadas, sendo elas as Unimeds Barra Mansa, Campos, Centro Sul Fluminense, Marquês de Valença, Nova Iguaçu, Três Rios e a Federação Rio. Com a parceria, a cooperativa aplicou as pesquisas às federadas aderentes, tendo participação nos concursos externos ministrados pelo GPTW, sendo avaliadas entre as Melhores Empresas para se Trabalhar no Rio de Janeiro, Brasil e as Melhores na Saúde, além de atingir o percentual necessário nas premissas do concurso serem certificadas, propiciando mais visibilidade ao Sistema Unimed fluminense, nos veículos de comunicação e da marca. No total, 153 empresas de 12 setores foram inscritas no prêmio, representando 95.844 colaboradores. Das 55 instituições premiadas, dez são de porte grande, 35 médio e dez de porte pequeno. A Unimed Federação Rio Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
foi classificada na 15ª posição, entre as organizações de porte médio. Na mesma categoria, a cooperativa de Nova Iguaçu ocupou a 17ª posição, enquanto a Unimed Barra Mansa ficou em 19º. Já entre as empresas de porte pequeno, a Unimed Três Rios foi a 9ª colocada. A Unimed-Rio concorreu entre as organizações de porte grande e classificou-se entre as dez melhores empresas. As organizações premiadas são escolhidas a partir de uma análise das instituições inscritas, por meio de um questionário, que avalia benefícios, diversidade, desenvolvimento de carreira, treinamento e retenção de talentos. São realizadas também pesquisas com os colaboradores, em caráter anônimo e seleções aleatórias. A análise é feita pelo Great Place to Work Brasil. Em todo o mundo, 6,2 mil empresas participam da iniciativa, presente em 53 países e com cerca de 12 milhões de profissionais impactados. Colaboração: Unimed Federação Rio
Circulando
FOTOS; COOPAS
Coopas lança documentário “Entre a porta e a rua”
Equipe Coopas reunida no lançamento do documentário “Entre a Porta e a Rua”; à direita, cena do filme
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Cooperativa de Trabalho de Produção Audiovisual de Saúde, Saneamento e Meio Ambiente (Coopas) lançou o documentário “Entre a porta e a rua”. O longa-metragem aborda o cotidiano de seis migrantes nordestinos, porteiros de edifícios em Copacabana, no Rio de Janeiro, mostrando suas rotinas de trabalho, relações com familiares e momentos de lazer. Por meio de diferentes gerações e relações de parentesco e amizade, o filme recorta universos particulares, revelando configurações únicas do trabalhador brasileiro, ao mesmo tempo em que expõe e contrapõe mudanças sociais e políticas. Segundo o diretor Rafael Figueiredo, a obra traz à tona um pouco da complexidade das relações sociais no
Brasil que, na maioria das vezes, estão na superfície – visíveis a quem queira observar com mais acuidade, mas ao mesmo tempo, silenciadas por acordos de civilidade que vêm de padrões culturais construídos ao longo da história. “O filme apresenta questões relacionadas à tensão originada pelas diferentes classes sociais dos moradores e dos porteiros e suas famílias, o esfacelamento das identidades desses profissionais que oscilam entre a cultura de sua cidade natal (rural) e a cidade do Rio de Janeiro (urbana), a vivência em locais à margem dos prédios em que trabalham (pequenos quartos ou salas com pouca ventilação e luminosidade, em meio à garagem dos moradores ou na área de lazer) impondo uma espé-
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cie de “clausura consentida””, explicou Rafael Figueiredo. “Entre a Porta e a Rua” O projeto do documentário foi aprimorado com a participação do diretor Rafael Figueiredo e da produtora executiva, Paula Lagoeiro, na Oficina de Desenho Criativo do DOCTV CPLPIII, que aconteceu em junho de 2018 em Portugal, a partir da interação com formadores e colegas de Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. O argumento e roteiro são de Cristina Gomes. direção de fotografia de Juarez Pavelak, montagem de João Gustavo Monteiro e música original de Mauro Perelmann. Fonte: Sistema OCB/RJ
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Cooperação na praça
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A Praça Mauá, um dos espaços mais bonitos do Centro do Rio de Janeiro e que abriga o moderníssimo Museu do Amanhã, recebeu neste sábado, 06, a celebração do movimento Dia de Cooperar. Cooperativas e voluntários trabalharam para oferecer serviços gratuitos de saúde, beleza, cultura, educação e cidadania para quem passasse pelo local. As iniciativas também celebraram o Dia Internacional do Cooperativismo, que este ano teve como tema “Coopera-
tivas em prol do trabalho decente”. Vinte cooperativas e mais de vinte instituições parceiras, apoiadas com o trabalho de 400 voluntários, transfotmaram um dos espaços mais visitados do Rio de Janeiro em um grande palco de mobilização social. ‘‘Estamos bem próximos ao Morro da Providência, a primeira favela do Brasil, e de várias outras comunidades. Aqui é possível oferecer serviços gratuitos e de qualidade para quem precisa. Nossa
missão vai além de apenas ofertar iniciativas. Estamos aqui mostrando como as cooperativas ajudam a transformar vidas e auxiliam no desenvolvimento socioeconômico do país”, declarou Vinicius Mesquita, presidente do Sistema OCB/RJ. Entre as cooperativas presentes, esteve a Coopidade (Cooperativa dos Cuidadores de Idosos e Doentes Dependentes), que atua no Rio de Janeiro há mais de 20 anos e possui cerca de 300 associados.
No alto, o público presente à celebração do Dia C no Boulevard Olímipico; acima, atrações do evento, como a Orquestra Unijazz Brasil e tendas de serviços diversos atraíram os visitantes.
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Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
FOTOS: COMUNICAÇÃO OCB/RJ
Capa “O Dia C é uma grande oportunidade para mostrarmos à toda população a importância do Cooperativismo e as ações e serviços de qualidade que hoje oferecemos em nosso estado. Da mesma forma, é um espaço para mostrarmos o trabalho realizado por nossos técnicos de enfermagem e cuidadores”, disse Rosa Maria Souza, presidente da cooperativa. Para a carioca Renata Reis, 34 anos, moradora do bairro Santo Cristo, a celebração do Dia C foi uma grande oportunidade para conhecer vários serviços de cooperativas. “Vi nas redes sociais que aconteceria este evento hoje e, como precisava tirar a segunda via de minha Carteira de Identidade, acabei vindo. Achei que só ia aproveitar essa parte, mas está tudo tão organizado que cortei o cabelo, fiz massoterapia e estou aproveitando os shows. Estou adorando!”, contou. E há sempre quem doa seu tempo pela primeira vez. É o caso da voluntária Paula Cardoso, que esteve no encontro auxiliando quem chegava para usufruir dos serviços. ‘‘Nunca pensei que algo tão simples como o trabalho que estou fazendo hoje pudesse realmente ajudar outras pessoas. O reconhecimento, o obrigado recebido ao final de cada atendimento me mostra que ser voluntário é uma dádiva’’, comentou. As atrações musicais foram o ponto alto dos festejos e animaram o público presente. A banda Unijazz Brasil, o Grupo Chegando de Surpresa (com garis da Comlurb - serviço de limpeza urbana municipal), a Banda Um Amô e a Banda Fina Batucada apresentaram uma diversidade de estilos musicais que agradaram cariocas e turistas. A celebração do Dia C no Rio de Janeiro recebeu um público de cerca de três mil pessoas e foi considerado um grande sucesso pelas cooperativas.
Dia C, sucesso nacional
Serviços como massoterapia são comuns nas celebrações do Dia C
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e Norte a Sul do país, foi possível comprovar a capacidade transformadora das cooperativas, durante a celebração do Dia de Cooperar, realizada em mais de 400 cidades do país. O Dia C, como é mais conhecido é o movimento nacional de iniciativas voluntárias, transformadoras e contínuas, realizadas pelas cooperativas do país. A celebração contou com a oferta de serviços de saúde, saúde bucal, atividades esportivas, emissão de documentos, atendimentos diversos à comunidade carente e muita alegria. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, avaliou a celebração que ocorreu em 23 estados. “O que nós vimos foi a materialização do nosso discurso de que as cooperativas estão, realmente, comprometidas com o desenvolvimento do país. Elas mostraram, mais uma vez, sua capacidade de transformar realidades, mobilizando parceiros e voluntários para protagonizarem esse processo de mudança socioeconômica”, explica Freitas. Segundo ele, ao completar 10 anos, o Dia C prova que cooperar vale a pena. “Sabemos que quando a gente se junta para fazer alguma coisa, somos capazes de promovermos grandes feitos. E, no universo cooperativista, isso não é dife-
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rente. Quanto mais estivermos de mãos dadas, alinhados com o mesmo propósito, maior será o alcance das atitudes simples que movem o mundo”, avaliou a liderança. Números A gerente de Desenvolvimento Social de Cooperativas do Sescoop, Geâne Ferreira, explicou que, como as cooperativas ainda estão realizando ações e iniciativas, seria prematuro apresentar um balanço fechado. “As cooperativas estão trabalhando muito pela construção de um país com melhores condições para todos. Tivemos entre 25 e 30 mil atendimentos em todo o país, nas áreas de saúde, lazer, cidadania, responsabilidade socioambiental e cultura”, divulgou a gerente. “Como o Dia C ocorre ao longo de todo o ano, esse número representa apenas uma fração do que as cooperativas fazem de fato. Ao longo dos últimos dez anos, foram mais 10 milhões de atendimentos, realizados em um quinto dos municípios do país. Esse dado mostra que as cooperativas fazem jus ao fato de o cooperativismo brasileiro ser um dos principais parceiros da ONU no combate à extrema pobreza no mundo, até 2030”, comemorou a Geâne. Fontes: Sistema OCB e OCB/RJ
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Entrevista
Marcos Schuster e Claudio Vicente, idealizadores do Movimento Jeito COOP.
Fidelização no Cooperativismo inspirada no Jeito Disney de Encantar
O
movimento Jeito COOP foi idealizado por Marcos Schuster e Cláudio Vicente em 2018, e deu início às suas atividades em 2019, em Florianópolis (SC). Marcos Schuster tem uma história longa e intensa no cooperativismo. E ao ter contato com o
Jeito Disney de Encantar Clientes, foi tocado por uma forma muito especial de fazer negócios e construir relacionamentos. Viajou para Orlando (EUA) em 2018 para aprofundar os conhecimentos sobre esse modelo, em um Treinamento de Excelência em Liderança realizado no complexo Disney, e ao retornar ajudou a incorporar a gestão orientada pelo Propósito na cooperativa onde atua como diretor. Cláudio Vicente conheceu o modelo cooperativo há 4 anos, e se encantou pelo seu potencial transformador. Em poucos meses tornou-se cooperado em 2 entidades e passou a intensificar seus trabalhos no segmento. Em 2018 também estava no Walt Disney World, pela quinta vez como ministrante do treinamento realizado por Marcos. Na ocasião ambos chegaram à conclusão de que deveriam unir suas experiências para levar o Jeito Disney ao cooperativismo, contribuindo para que a Gestão por Propósito e o Modelo de Excelência da Disney possam ajudar as cooperativas brasileiras a promover uma transformação no ambiente de negócios e nos relacionamentos. Assim nasceu o Jeito COOP, que eles relatam na entrevista a seguir. Confira.
Rio Cooperativo - O que é o Jeito Disney de encantar? Jeito COOP - Quando se fala em Disney é comum vir à mente o Castelo da Cinderela, o show de fogos, o Mickey Mouse ou inúmeros outros personagens. Por conta disso, não é raro as pessoas criarem um “pré-conceito” sobre a aplicabilidade prática do modelo de gestão da Disney ao meio empresarial e às cooperativas. A nosso ver, a Disney “não é isso”. Ela “tem isso”. Sobretudo, entendemos a Disney como uma organização que, a partir de um propósito forte, construiu uma cultura de acolher, respeitar, encantar e superar as expectativas das pessoas! Atualmente, muito tem se falado na “Era da Experiência do Cliente”, porém a Disneylândia foi projetada para proporcionar experiências memoráveis às pessoas, desde que surgiu em 1955, pois Walt Disney tinha o desejo de torná-la o lugar mais feliz do mundo, objetivo que está vivo até hoje, já que o propósito da Disney é Gerar Felicidade. Para sustentar esse propósito e cumprir a promessa de um atendimento excepcional a Disney utiliza Chaves da Excelência, que são pa-
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drões de atendimento que orientam e dão autonomia aos funcionários (membros do elenco) para tomarem decisões, avaliarem e priorizarem as ações no dia-a-dia que garantam a melhor experiência aos clientes (convidados), onde a qualidade prevaleça em tudo o que fizerem. RC - Como essas diretrizes impactaram o negócio da Disney? Jeito COOP - A Disney se tornou o maior palco de experiências do mundo, com uma cultura inovadora, sendo a maior e melhor empresa de serviços do planeta, onde anualmente centenas de empresas de todos os portes e lugares realizam imersões para aprender sobre o negócio e a cultura de excelência que existe por trás desse empreendimento. A Disney possui uma fidelização média de 70%, o que significa que esse é o percentual de pessoas que estão nos parques e que já haviam visitado antes, mesmo tendo milhares de outros destinos turísticos no mundo, onde poderiam investir o seu tempo e dinheiro. Na realidade, se pararmos para pensar, o desafio essencial de qualquer negócio tem a ver com atenRio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
der bem as pessoas que compram os produtos e serviços para que elas retornem a comprar. Mesmo empresas tradicionalmente conhecidas como empresas de produtos também estão no negócio dos serviços, pois todo negócio tem processos baseados em atendimento e, por esse motivo, as iniciativas para a melhoria da experiência do cliente vem sendo intensificadas, e o cooperativismo não pode ficar de fora sob pena de perder um dos seus diferenciais característicos – o atendimento. RC - O que é o Movimento Jeito COOP? Jeito COOP - Uma das coisas que nós acreditamos genuinamente é de que, mesmo havendo um instinto de competição no ser humano, a essência das pessoas é colaborar, o que nos faz acreditar também em relações pautadas pelo ganho mútuo, lealdade e respeito. Por esse motivo, criamos o Movimento Jeito COOP para inspirar as pessoas a serem agentes de transformação de um mundo melhor, mais feliz, com maior prosperidade e equilíbrio por meio do cooperativismo.
FOTOS: JEITO COOP
Marcos Schuster
Outra convicção que temos é de que o cooperativismo vive seu melhor momento, com oportunidades exponenciais de crescimento, porém essa expansão acelerada precisa acontecer sem o risco de perda da essência. Esse é um dos compromissos que também assumimos no Jeito COOP: agir para que o cooperativismo preserve e reforce a sua essência nesse cenário ao invés de perdê-la. E, para que isso aconteça, desejamos criar uma cultura de negócios e de gestão onde o propósito esteja à frente de todas as relações. Além disso, nossa intenção é colaborar para que o movimento cooperativo assuma cada vez mais seu protagonismo, ampliando e ocupando espaços de forma leal e propositiva, tornando o Brasil um país reconhecido pela integridade, pela capacidade de melhorar as condições econômicas e sociais e de promover a felicidade das pessoas por meio do cooperativismo. RC - Como o Jeito Disney pode ser implantado no Cooperativismo? Jeito COOP - A partir da nossa experiência prática, definimos um modelo de Gestão por Propósito
Cláudio Vicente
que pode ser implantado de forma integral ou parcial, dependendo da expectativa ou realidade de cada cooperativa, e abrange as seguintes vertentes do ciclo de gestão: Mindset e Cultura Organizacional; Estratégia e Gestão por Resultados; Relacionamento com o Dono do Negócio; Liderança Intencional. Temos exemplos de cooperativas que adotaram alguns elementos do modelo de gestão da Disney e tiveram resultados práticos significativos. Um deles tem a ver com a mudança de mindset da liderança e equipe, que permitiu maior engajamento dos colaboradores, melhoria no clima organizacional (pesquisa Great Place to Work), implantação de iniciativas inovadoras, evolução nos indicadores do PDGC – Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas do SESCOOP e FNQ – Fundação Nacional da Qualidade, maior satisfação dos cooperados e aumento no volume de negócios e resultados. RC - Como será o evento “Fidelização no Cooperativismo Inspirada no Jeito Disney de Encantar”, que acontecerá em outubro no Rio de Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
Janeiro? Jeito COOP - Em primeiro lugar, será um privilégio interagirmos com as pessoas que fazem o cooperativismo acontecer no estado do Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, será uma oportunidade de os participantes conhecerem detalhes e segredos que fazem toda a diferença na cultura de inovação, encantamento e excelência da Disney, além de dicas e exemplos práticos para implantação no cooperativismo. Será uma noite de muita inspiração, reflexão e motivação para agir. Certamente os participantes levarão para casa valiosos insights para iniciarem uma transformação, conciliando o crescimento do cooperativismo com o reforço da sua essência. Vamos realizar a palestra e destinar, no mínimo, 30 minutos para que possamos interagir sobre dúvidas, questões práticas e outras contribuições que os participantes tenham para que todos entendam como alcançar níveis superiores de crescimento, satisfação e fidelização dos associados/cooperados, ampliando o poder transformador do movimento cooperativo fluminense.
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Finanças
Momento de mudança e inovação no mercado financeiro Myrian Lund CFP é professora e planejadora financeira pessoal e familiar, ocupando por mais de 20 anos cargos executivos no mercado financeiro. Professora e coordenadora de MBAs pela FGV, com forte atuação no Cooperativismo de Crédito. Autora do livro Mercado de Capitais – série FGV Management (Editora FGV). CEO do portal Viva Plenamente. myrian@lundfinancas.com.br.
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omento de mudança, de novas tecnologias, de inovação! E no mercado financeiro, as novidades estão crescendo. Tudo com foco nas pessoas, o que pode ajudar e facilitar a vida de cada indivíduo Paralelo a todo esse novo mundo digital e virtual, o Brasil está passando pelo momento de taxa de juro mais baixa da sua história, 6% ao ano, com previsão de chegar a 5% no final do ano. Nesse sentido alguns cuidados são necessários: 1) O Brasil não é mais país de “rentista”; não dá mais para viver de renda utilizando aplicações conservadoras; 2) Faz-se necessário começar a fazer reservas financeiras: a. Reserva de emergência – reserva de dinheiro que você possa utilizar em até um ano, evitando o uso do cheque especial ou parcelamentos desnecessários – recomendável começar com pouquinho até chegar a 6 vezes a sua despesa mensal. Produtos recomendados: poupança, RDC (na Cooperativa) ou CDB (no banco) em torno de 90% do CDI ou mais e fundo de renda fixa (com taxa de administração inferior a 1% ao ano). b. Reserva para a aposentadoria – você precisa imaginar a vida que quer ter no futuro, e iniciar um pla-
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Nesse novo mundo de fácil adaptação para os jovens, mas de desafio para os mais velhos, o cooperativismo está se fortalecendo, pois afinal é a união de pessoas que forma uma cooperativa.
no de ação, uma previdência. Mas atenção: você deve procurar uma previdência fechada como Sicoob Previ (Sicoob) e Precaver (Unicred) ou uma Previdência aberta PGBL/ VGBL (Sicredi), que oferecem rentabilidades significativas. As previdências oferecidas por cooperativas de crédito são infinitamente superiores, em termos de rentabilidade, às oferecidas pelos bancos, que cobram taxas de administração altíssimas, principalmente para pequenos valores. c.Reserva para os sonhos – comece a juntar simultaneamente dinheiro para a realização dos sonhos que têm um prazo mais dilatado, e permite buscar rentabilidades melhores e, consequentemente, juntar mais dinheiro. 3) Cuidado com as ofertas de ganho garantido ligado a criptomoedas. É fraude! É pirâmide! Os primeiros realmente ganham, pois são os formadores de opinião e que vão ajudar a trazer novos clientes, mas vai ser por pouco tempo. Criptomoeda é uma moeda tal qual o dólar só que virtual e oscila muito. Imagina que você comprou dólar para viajar, mas não gastou tudo. Ao retornar, decidiu vender o que sobrou. O preço de venda pode estar igual, mais alto Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
ou mais baixo, dependendo do cenário econômico nacional e internacional. O dólar é uma renda variável, não tem como ter pacto de prazo e taxa. O mesmo ocorre com as criptomoedas, como o bitcoin. Cuidado! Fuja de promessas que não existem. Nesse novo mundo de fácil adaptação para os jovens, mas de desafio para os mais velhos, o cooperativismo está se fortalecendo, pois afinal é a união de pessoas que forma uma cooperativa. Nas cooperativas de crédito, reguladas pelo Banco Central, e que contam com a garantia do FGCoop de até R$ 250.000,00/ CPF, para o dinheiro em conta corrente e aplicações no RDC, crescem o número de cooperados em busca de atendimento mais humanizado e com taxas mais adequadas, mais justas, tanto nos empréstimos, quanto nas aplicações. Não é só a tecnologia que está crescendo, mas a busca pela personalização, pelo atendimento diferenciado e por bons produtos e serviços. Conheça uma cooperativa de crédito! Comece a juntar dinheiro hoje: R$ 2,00 por dia, equivalem a R$ 60,00 por mês e R$ 720,00 no ano. Comece pequeno, mas comece! Coloque o dinheiro para trabalhar para você durante a noite.
U N I C R E D
M O B I L E
depósito de cheques A G O R A
S i m p l e s , A g o r a v o c ê
é
r á p i d o d e s s e
d e p o s i t a
e
C O M
p r át i c o .
j e i t o
q u e
c h e q u e s .
A nova função do Unicred Mobile permite que você faça depósitos de cheques à vista ou pré-datado, sem precisar ir à agência. Além de mais uma comodidade, você pode aproveitar o seu tempo com o que realmente importa.
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PATROCÍNIO PLATINUM
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PATROCÍNIO SILVER
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PATROCÍNIO SILVER
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SEGURADORA OFICIAL
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Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019 Cooperativa Agrária de Machado
APOIO
PATROCÍNIO SILVER
APOIO
APOIO INSTITUCIONAL
MÍDIA OFICIAL
REALIZAÇÃO
APOIO
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Caderno Especial Unicred Central RJ/MT
Produzido em parceria com a Assessoria de Comunicação da Unicred Central RJ/MT
A Fitch Ratings, uma das principais agências de classificação de risco do mundo, atribuiu pela primeira vez a Unicred-MT - Cooperativa de Crédito dos Médicos, Profissionais da Saúde e Empresários de Mato Grosso, o rating, com a nota “A F1” – qualidade de crédito alta, em escala nacional. Esta classificação indica boa qualidade de crédito e capacidade de honrar compromissos financeiros. A nota da consultoria reflete também uma avaliação positiva de risco de crédito aos cooperados investidores (Investment Grade). De acordo com o relatório da Fitch, os ratings da Unicred-MT refletem sua ampla experiência como instituição financeira cooperativa e seu forte vínculo com os associados, operando com um amplo portfólio de produtos financeiros, como linhas de crédito, depósitos, investimentos e conta corrente, com spreads e tarifas menores se comparados com os bancos tradicionais. A atribuição do rating significa para o cooperado, garantia de que seu dinheiro está sendo aplicado em uma instituição sólida, transparente e com “selo de qualidade”, oferecendo excelente remuneração aos seus investidores cooperados. Rating O rating é uma nota que as agências de classificação de risco de crédito atribuem a um agente, que pode ser um país, empresa, banco ou instituição financeira cooperativa. Serve para que investidores se certifiquem que a instituição possui solidez e uma alta qualidade de crédito.
DIVULGAÇÃO UNICRED MATO GROSSO
Unicred Mato Grosso
Unicred Costa do Sol A Unicred Costa do Sol RJ possui as soluções financeiras que você precisa, com a atenção que você merece. São condições únicas no mercado e um atendimento premium que a só a cooperativa oferece. Além de profissionais da saúde, podem se associar engenheiros, administradores, contadores, geólogos e arquitetos.
Unicred Niterói A Unicred Niterói ampliou seu Estatuto Social em 2019. Agora, além dos profissionais da área de saúde podem se associar os economistas, engenheiros, administradores, contadores, arquitetos, estudantes de cursos superiores e técnicos das áreas que caracterizam as condições de associação.
Unicred Serra Mar A Unicred Serra Mar buscando oferecer condições mais atrativas e competitivas em relação ao mercado, revisou e reduziu as taxas para financiamento de veículos novos e usados visando beneficiar os cooperados. É possível obter mais informações com o gerente de relacionamento das unidades de Serra Mar.
Unicred Regional Norte Lagos
Unicred-MT Fundada em 1991, a Unicred Mato Grosso conta hoje com mais de 13 mil cooperados da área da saúde e empresários e figura na 76º posição entre as 100 maiores instituições financeiras cooperativas do país, num universo de 925 cooperativas avaliadas pelo Banco Central do Brasil.
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A Unicred Regional Norte Lagos está a quase duas décadas gerindo os recursos financeiros produzidos e reinvestindo em benefícios para os próprios cooperados. No dia 13/07/19 a instituição completou 18 anos como instituição financeira cooperativa e proporcionou aos cooperados um delicioso café da manhã. Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
APRÓSPERA ACONECTADA ACOOPERATIVA ACOLABORATIVA Premium em atendimento e excelência, a Unicred está sempre pronta para oferecer os melhores produtos e serviços aos seus cooperados. Conte com a Unicred em todos os momentos.
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Proteção Cooperativa
LGPD: sua cooperativa sabe o que é esta sigla? José Ribeiro é economista, especializado em TI e Projetos. Consultor da Analítica Serviços de Informática.
E
Com a LGPD, estamos inseridos em um importante grupo de países que contam com um nível elevado de legislação em termos de proteção de dados pessoais, superando o estágio de tratamentos setoriais hoje existente.
stamos chegando a uma data li-
soal ou de clientes, ninguém está
de do titular dos dados ( pessoa
mite para adequação a esta nova
isento do alcance dessa lei.
natural como diz a lei), a liberdade
lei e grande parte das cooperativas
Assim, quem deve estar adequa-
ou empresas ainda não sabe o que é
do a ela são simplesmente todas as
a LGPD – Lei Geral de Proteção de
empresas que funcionam no Brasil,
Um item importante nessa nova
Dados - e as consequências de sua
nacionais ou estrangeiras; públicas
forma de tratamento é o consenti-
implementação. Ela é o resultado
ou privadas, de todos os tamanhos.
mento do dono dos dados para utili-
de oito anos de debates, com base
Essa lei vem no rastro de um mo-
zação. Os processos de registro de
no General Data Protection Regula-
vimento de todo o mundo para a
dados devem ser revistos, deixan-
tion – GDPR, aprovado e em uso na
proteção de dados pessoais. Com a
do claro ao usuário onde e como os
União Europeia.
LGPD, estamos inseridos em um im-
dados serão utilizados e obtendo a
A lei nº 13.709, de 15 de agosto
portante grupo de países que contam
aprovação explícita em documento
de 2018 e sancionada com altera-
com um nível elevado de legislação em
ou contrato.
ções em 8 de julho de 2019 – lei
termos de proteção de dados pes-
nº 13.853, estará em vigor na sua
soais, superando o estágio de trata-
totalidade a partir de 15 de agosto
mentos setoriais hoje existente.
de expressão, de informação,
de
opinião, da honra e da imagem.
E o que deve ser feito para atender os requisitos dessa lei? Com a aproximação da data ini-
de 2020, conforme determinação
A LGPD, como está ficando co-
cial para entrada em vigor, algumas
legal. Ela se aplica a todos aqueles
nhecida, estabelece a forma sobre
ações podem e devem ser iniciadas
que realizam tratamento de dados
como as empresas poderão utilizar
de pronto:
pessoais (pessoa física ou jurídi-
dados pessoais no Brasil, ao es-
- Buscar envolvimento dos exe-
ca), independentemente do meio em
tabelecer regras detalhadas para
cutivos desde o início do plano de
que se encontram (físico ou digital).
a coleta, uso, tratamento e arma-
adequação para proteção dos dados
Como toda cooperativa ou empresa
zenamento dos mesmos. A lei visa
pessoais;
tem, no mínimo, um arquivo de pes-
fortalecer a proteção da privacida-
16
Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
- Estabelecer ações e um líder
para o plano, identificando projetos
tratos existentes para adequação
bém para fortes prejuízos finan-
e áreas afetadas pela LGPD;
aos padrões de proteção de dados;
ceiros junto às empresas, com
- Criar um programa de gover-
- Garantir o exercício dos direi-
aplicação de multas, além de ex-
nança em proteção de dados, com
tos dos titulares, mediante a con-
posição ao mercado com medidas
elaboração de medidas e controles
firmação
de
de divulgação obrigatória de falhas
para acompanhamento da implan-
medidas técnicas (softwares e se-
de controle. Pode chegar ao limite
tação de padrões de conformidade
gurança) e organizacionais (revisão
extremo de multas de 2% do fatu-
com LGPD;
de procedimentos); e
ramento da pessoa jurídica no seu
da
implementação
- Estruturar a área com a indica-
- Realizar treinamentos internos
ção do Encarregado da Proteção de
para a apresentação das novas polí-
Dados, figura criada na lei e neces-
ticas de proteção de dados e disse-
Este é o panorama que se apre-
sária para o controle centralizado
minação na cultural empresarial dos
senta como desafio para o atendi-
das ações;
novos conceitos.
mento dessa legislação. O tempo
- Elaborar e rever documentos ju-
O estabelecimento de fortes pa-
rídicos com eventuais adendos a con-
drões de fiscalização aponta tam-
Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
último exercício, limitada no total a R$ 50 milhões por infração.
para iniciar é já. O trabalho a ser executado é grande. Vamos começar?
17
Seguro Cooperativo
Liliana Caldeira é advogada, graduada pela UFRJ, pós-graduada em Direito Empresarial pela FGV/RJ e mestre em Direito Econômico, pela UFRJ. Tem experiência profissional de mais de trinta anos de advocacia corporativa. É professora da Escola Superior Nacional de Seguros – ESNS da graduação e pós-graduação, onde é também atua como Coordenadora do Curso de MBA Gestão Jurídica do Seguro e Resseguro. É professora do MBA Saúde Suplementar da Universidade Católica de Petrópolis e, também, de cursos de extensão em saúde suplementar e seguros. Atua como Superintendente Jurídica de seguradora, com participação em todos os ramos de seguro. lilianacaldeira.lc@gmail.com
I
nvocando as palavras acima expostas no título deste artigo, a Superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira, declarou que vê o futuro do mercado segurador pautado nestas premissas. “Essa base vai nos dar um grande impulso. E é isso que o setor precisa buscar”, afirmou ela em sua palestra “Brasil – Já começa a dar certo”, realizada no primeiro dia da 9ª Conseguro, que aconteceu em Brasília, nos dias 4 e 5 de setembro. Ainda dando sequencia a seu discurso, Solange afirmou que “Todos nós estamos correndo para nos adaptarmos. A Susep, como todo órgão do governo tem limitações, mas estamos avançando. A apólice eletrônica é a tônica”, disse. A inclusão social, segundo ela, é uma meta, inclusive, que beneficia muito o governo. Segundo Solange, no Brasil, considerando o SUS, o INSS e o Seguro Desemprego, a participação do seguro público no seguro é maior que a do privado. “Temos de rever isso, trazendo para a iniciativa privada proteções como o seguro desemprego”. Com relação à tônica do crescimento, “a arrecadação do setor segurador foi de R$ 125,4 bilhões no primeiro semestre do ano (sem DPVAT e Saúde Suplementar), repre-
Seguro e Cooperativismo: tecnologia, crescimento, inclusão social e disrupção “O cooperativismo é disruptivo desde o seu nascedouro, e o seu pioneirismo, além de mais abrangente e impactante, ainda não foi secundado.” (Ênio Meinen) sentando expansão de 8,4% sobre a receita acumulada de janeiro a junho de 2018, o maior crescimento desde 2015, informa o presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em editorial da publicação Conjuntura CNseg Nº10”. Assim, com estes números e num panorama de crescimento e de disrupção, o setor de seguros demonstra sua pujança de investidor institucional do país, com reservas de mais de R$ 1 trilhão! Neste mesmo compasso, encontramos o segmento, sempre inovador, do cooperativismo. Nas palavras de Ênio Meinen e de outros que com ele escreveram o artigo “Inovar é preciso! E preservar as raízes também!” Segundo Meinen, economia colaborativa, compartilhada ou de rede; capitalismo consciente; nova economia; responsabilidade socioambiental; descentralização; desintermediação; protagonismo do usuário; horizontalização; user centric; customer experience; employee experience; disrupção, crowdfunding, suitability, accountability, ownership, etc., muito citados como novidades no ambiente corporativo, não são nada originais para o mundo da cooperação. Ainda de acordo com o mesmo autor, “o cooperativismo é disruptivo
desde o seu nascedouro, e o seu pioneirismo, além de mais abrangente e impactante, ainda não foi secundado.” Ultimando suas notas, Meinen afirma categórico que: “Vale lembrar que o protagonismo cooperativo, ao promover a inclusão (especialmente em comunidades remotas e low tech) e a distribuição de renda, gerando valor compartilhado, é fundamental para mitigar o crescente processo de concentração de riqueza, que, por sinal, se acentua com a “revolução” tecnológica. Em síntese, cooperativismo é a equação da economia social ou, por outra, o expoente da economia solidária.” Desta forma, com o presente artigo, pretendemos demonstrar que, chegando ao meio deste conturbado ano de 2019, há esperanças concretas trazidas pelos dois grandes protagonistas desta nossa coluna: o seguro, que apresentou crescimento relevante, mesmo num cenário de incertezas, e o cooperativismo que segue a frente com princípios inovadores que remetem às suas raízes e que, apenas agora, vem à lume para outros segmentos da economia nacional. Vamos em frente e que 2019 siga nos trazendo boas novas balizadas pelo seguro e pelo cooperativismo.
1https://www.sonhoseguro.com.br/2019/09/conseguro-susep-estuda-trazer-o-seguro-desemprego-para-a-iniciativa-privada/ 2https://www.sonhoseguro.com.br/2019/09/conseguro-susep-estuda-trazer-o-seguro-desemprego-para-a-iniciativa-privada/ 3https://www.sonhoseguro.com.br/2019/09/conseguro-mercado-segurador-avanca-84-o-maior-crescimento-desde-2015/ 4https://www.ocb.org.br/noticia/21528/inovar-e-preciso-e-preservar-as-raizes-tambem/
18
Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
Questão Cooperativa
Que tipo de cooperativismo queremos para o futuro? Adriana Amaral dos Santos Advogada com experiência em diversos ramos do cooperativismo há mais de 25 anos. Especialista em Direito Público e Tributário e em Docência do Ensino Superior. contato@questaocooperativa.com.br
F
Mas aí eu vou ali, na região serrana do Rio de Janeiro, em Friburgo, e tenho a oportunidade de conhecer uma cooperativa educacional e fico muito esperançosa porque consigo enxergar nela a essência do cooperativismo bem viva diante de mim. Sim, é possível! É viável!
az 25 anos que ingressei no uni-
financeiro. Os sistemas das coo-
do conduzidos à competitividade en-
verso do cooperativismo. Inicial-
perativas de crédito, assim como o
tre as próprias cooperativas, o que
mente como advogada, hoje como
sistema das cooperativas de saúde
já é por si só o extermínio de sua
pesquisadora, tive a oportunida-
e do agronegócio, estão batendo re-
finalidade. Será que o futuro do coo-
de de vivenciar um pouco de cada
cordes de crescimento.
perativismo está na sua cooptação
ramo, conhecer bons exemplos de
Nesse sentido, muito embora
a um pensar capitalista selvagem?
cooperativas e, infelizmente, tam-
seja aparentemente positivo, não
Será que o futuro do cooperativismo
bém conheci os maus exemplos.
consigo deixar de me preocupar
está em se transformar no mode-
Em pesquisa realizada há seis
com o universo de associações e
lo corporativista como as grandes
anos, constatei que o ensino do
pequenos grupos potenciais para
indústrias do passado e ainda do
cooperativismo,
especificamente
se organizarem em cooperativas fi-
presente? Será que impedir as pe-
no ramo do Direito, era muito inci-
cando cada vez mais à margem de
quenas associações formais ou in-
piente. Raras as instituições que se
uma formalização em decorrência
formais de se organizarem em razão
dedicavam a ter como disciplina op-
de burocracias e engenhosidades
do custo das exigências legais e bu-
tativa o direito cooperativo. Ao re-
onerosas que impedem a concreti-
rocráticas não é uma forma de man-
fazer os caminhos daquela pesquisa
zação dos objetivos criteriosamen-
tê-las subservientes a um sistema
para a elaboração de artigo acadê-
te formulados pelos Pioneiros de
que não tem interesse que elas se-
mico, tive a triste constatação de
Rochdale, inspirados nos socialistas
jam livres para participar e crescer
ter simplesmente desaparecido das
utópicos de então.
atuando na sua fatia de dignidade?
mesmas instituições a disciplina, o
Qual o sentido de “fortalecer”
São muitos os questionamentos
que é péssimo, porque o número de
certos ramos do cooperativismo
que, diante desse cenário, tendo
regulamentações sobre o coopera-
com exigências de gestão e desem-
muitas vezes a duvidar do coopera-
tivismo em seus diversos setores
penhos (que obviamente são neces-
tivismo. Mas aí eu vou ali, na região
só cresce e a interpretação des-
sárias à manutenção na esfera do
serrana do Rio de Janeiro, em Fri-
sas leis deve seguir os princípios
jogo capitalista no qual todos esta-
burgo, e tenho a oportunidade de
que são desconhecidos por muitos
mos inseridos), se não for possível
conhecer uma cooperativa educacio-
profissionais, dentre os quais não
proporcionar aos pequenos a opor-
nal
estão apenas os advogados, mas
tunidade de se inserir nesse univer-
que consigo enxergar nela a essência
também os juízes, procuradores,
so de busca de dignidade, distribui-
do cooperativismo bem viva diante
parlamentares etc.
ção de renda, preocupação com o
de mim. Sim, é possível! É viável! E
meio ambiente etc.
nesse clima retomo minha energia e
O cenário que se observa é de grande “desenvolvimento” do coo-
É preciso refletir que dentro do
perativismo no setor econômico e
cooperativismo podemos estar sen-
Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
e fico muito esperançosa por-
convoco à reflexão: que tipo cooperativismo queremos para o futuro?
19
Artigo
Andrea de Souza Santos é Psicóloga, Psicóloga Organizacional e cooperada da E-Conges - Cooperativa de Especialistas em Consultoria e Gestão
O
ARQUIVO PESSOAL
Usando a OQS como um diferencial Competitivo nas Cooperativas
Programa de Desenvolvimento
Gestão de Processos e Procedimen-
co Organizacional que afere os es-
da Equipe Cooperativista (PDEC)
tos, Gestão de Pessoas e Gestão da
tilos de tomada de decisão de cada
é voltado ao aprimoramento de coo-
Mudança com foco na Qualidade Total.
participante e gera mapas individuais
perantes e colaboradores, estrutu-
Intrinsecamente relacionados às
e coletivos da Tomada de Decisão na
rando e otimizando as relações do
questões que versam sobre a Ges-
Cooperativa, e a partir daí, é gerado
quadro social da Cooperativa.
tão e Governança das Cooperativas,
o Plano de Melhoria Contínua, orien-
As cooperativas são regidas pela
estes pilares fomentam, ainda, a
tado aos colaboradores, cooperan-
Lei 5.764/71, que dispõe, inclusive,
melhoria dos índices do Programa
tes e em última análise, às Coopera-
sobre os órgãos administrativos,
de Desenvolvimento da Gestão das
tivas das quais fazem parte.
sendo que o parágrafo 1º do artigo
Cooperativas (PDGC), uma vez que
Assim, este mapa neurocien-
47 estabelece que “O estatuto so-
os resultados obtidos são eviden-
tífico aponta as estratégias mais
cial poderá criar outros órgãos ne-
ciáveis na pratica e através das
adequadas para cada equipe dentro
cessários à administração”. Assim,
métricas do Net Promoter Score
da Cooperativa, contribuindo para
a cooperativa poderá organizar gru-
(NPS) para os cooperantes e do e-
a Organização do Quadro Social,
pos de cooperados para o desenvol-
-NPS para os colaboradores.
identificando os diferentes perfis,
vimento de atividades e discussão
O PDEC inicia-se com a utiliza-
permitindo a criação de soluções
de diversos assuntos, como por
ção da metodologia de Imersão para
customizadas, melhorando os indi-
exemplo a organização do quadro
Diagnóstico Organizacional, um pro-
cadores do PDGC, já que seu objeti-
social afim de melhorar a represen-
cesso de Reestruturação de RH
vo principal é promover a adoção de
tatividade e senso de pertencimen-
para as empresas mercantis e de
boas práticas de gestão e de gover-
to perante a cooperativa e o relacio-
Organização do Quadro Social para
nança para as Cooperativas.
namento desta para com eles.
as Sociedades Cooperativas.
A aplicação desta ferramenta
Promovendo e preparando a OQS
A Metodologia do PDEC está
nas Cooperativas, em especial as
(Organização do Quadro Social) das
pautada nos princípios Andragógicos
Educacionais, teve como resultante
Cooperativas através de trabalho
e no Instrumento Neurocientífico
um acréscimo de até 50% no ISGC
contínuo focado na melhoria dos qua-
HBDI (Herrmann Brain Dominance
(Índice Sescoop de Governança Coo-
tro Pilares da Gestão Organizacional:
Instrument) que é utilizado como
perativista do PDGC), num intervalo
Gestão Estratégica para Resultados,
ferramenta que realiza o Diagnósti-
de aplicação de 24 meses.
20
Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
Divulgue sua cooperativa e faça bons negócios!
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䐀椀爀攀椀琀漀 挀漀漀瀀攀爀愀琀椀瘀漀 猀攀洀 挀漀洀瀀氀椀挀愀漀⸀ 倀爀愀 瘀漀挀 焀甀攀 最漀猀琀愀 搀攀 瀀攀渀猀愀爀℀
匀攀甀 渀漀瘀漀 挀愀渀愀氀 搀攀 䐀椀爀攀椀琀漀 渀漀 夀漀甀吀甀戀攀 瀀愀爀愀 搀攀戀愀琀攀爀 愀猀 焀甀攀猀琀攀猀 洀愀椀猀 瀀漀氀洀椀挀愀猀 搀漀 挀漀漀瀀攀爀愀琀椀瘀椀猀洀漀⸀ 䄀瀀爀攀猀攀渀琀愀漀㨀 䄀搀爀椀愀渀愀 䄀洀愀爀愀氀 Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019 眀眀眀⸀焀甀攀猀琀愀漀挀漀漀瀀攀爀愀琀椀瘀愀⸀挀漀洀⸀戀爀
䄀挀攀猀猀攀 渀漀猀猀漀 挀愀渀愀氀 渀漀 夀漀甀琀甀戀攀℀ 21
Tempos Verbais
Reuniões urgentes Reuniões de urgência são sinônimos de abacaxis... Paulo Roberto Rezende é mestre em Administração, graduado em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, com pós-graduação em Gestão Estratégica Empresarial e em Docência de Ensino de Nível Superior. Professor, palestrante e consultor de RH. Contato: portorezende@gmail.br www.educacaoempresarial.wixsite.com/ educacaoempresarial www.temposverbais.blogspot.com.br
N
ão há – o que não configura ne-
dos custos operacionais (água, luz,
graves prejuízos daí decorrentes.
nhuma novidade! – empresas
cafezinho, material de expediente),
iguais; ainda que atuem na mesma
obsolescência das máquinas e equi-
organização,
A solidez do sucesso de uma
região e no mesmo ramo de ativi-
pamentos, limpeza e conservação
dos aspectos positivos de fatores
dade, apresentem semelhanças de
das instalações, retorno dos pro-
que não raro advêm de circunstân-
porte, estruturais e no portfólio dos
jetos de marketing. Identificados
cias exógenas à organização – legis-
produtos oferecidos, inúmeros fato-
resultados negativos em relação
lação favorável, abertura do merca-
res determinam diferenças mais ou
às metas estabelecidas, reuniões
do, surgimento de polos industriais
menos sutis que as tornarão únicas
de urgência são convocadas, análi-
– alicerça-se nas equipes de traba-
e singulares no mercado onde atu-
ses são procedidas, mudanças es-
lho e, em particular, no comprome-
am: ano da fundação, faturamento,
tratégicas são implementadas – às
timento do corpo gerencial. São es-
estratégias de negócios, marketing,
vezes, com reflexos na composição
ses personagens que, alinhando-se
valor da marca, localização, arquite-
das equipes de trabalho. Quando
às estratégias empresariais e com-
tura das instalações, equilíbrio das
isso ocorre, nem sempre os custos
prometendo-se com os resultados,
contas e por aí vai. Sem dúvidas,
diretos e indiretos dos remaneja-
se anteciparão aos reveses, articu-
tudo isso, no conjunto, contribui
mentos e eventuais desligamentos
larão soluções criativas, acompa-
para forjar a solidez, a imagem e a
são avaliados, gerando, num ciclo
nharão o equilíbrio entre receita e
força competitiva do negócio.
independentemente
perigoso e, por isso, indesejável,
despesas, evitando as indefectíveis
Esses exemplos constituem as-
insatisfações, insegurança, acirra-
reuniões de urgência, em regra es-
pectos tangíveis, de fácil observa-
da competitividade, alimentando o
tressantes, cujas consequências
ção e constatação, muitos eleitos
fogo de um clima organizacional in-
nem sempre vão ao encontro de re-
prioritários pela alta administração
salubre de difícil percepção e geren-
sultados positivos, tampouco criam
como parâmetros gerenciais e so-
ciamento. Nesse momento, todos
climas agradáveis para se conviver
bre os quais mantém rigorosos con-
os aspectos que deram até então
e trabalhar.
troles e acompanhamento: variação
sustentação
mensal do faturamento, aumento
correm o risco de ruírem, com os
22
ao
empreendimento
Rio Cooperativo | Ano XIV - N° 37 - Agosto de 2019
Pense nisso – e nas diferenças que isso faz!
S E L P M I S S ATITUDE . O D N U M MOVEM O
O Dia C é um compromisso das cooperativas brasileiras na busca por um país mais justo e feliz. São milhares de iniciativas voluntárias que promovem a responsabilidade social e levam desenvolvimento para as comunidades. Participe!
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Seguros e Previdência: 4002 0040 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 285 3000 (demais localidades). SAC Seguros e Previdência: 0800 286 0110. SAC Capitalização: 0800 286 0109. Ouvidoria: 0800 286 0047, de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 18h, exceto feriados.