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Portifólio 2020

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mirella marques


mirella marques de oliveira 21.01.1998

Estudante de Arquitetura e Urbanismo. Curiosa por conhecer as cidades e entender como as pessoas se relacionam com seus espaços. Interessada em Artes Visuais, Cinema e Fotografia. Sempre à procura de novos modos de desenhar e construir.

email

mirella.marques98@gmail.com | mirella.oliveira@usp.br

telefone

+55 11 86554902

cidade

Vila Mariana, SĂŁo Paulo, Brasil


página 00

4

Currículo

1

7

Exposição Carlo Scarpa e o Japão, MAXXI Roma, Itália

2

24

Estudo de restauro, Muralha Aureliana Roma, Itália

3

33

Intervenção paisagísica, OUC Águas Espraiadas São Paulo, SP

4

39

Casa de Cultura, Vila Medeiros São Paulo, SP

5

44

Conjunto Residencial, Jaguaré São Paulo, SP

6

50

Fototeca de maquetes


educação 2013-2015

Ensino Médio | Colégio Dante Alighieri

2016-atual

Graduação em Arquitetura e Urbanismo | FAUUSP

2019-2020

Intercâmbio Acadêmico | Sapienza Università di Roma

idiomas português

nativa

inglês

fluente

italiano

avançado

softwares illustrator indesign photoshop autocad revit sketchup word powerpoint excel qgis


atividades complementares 2020-atual Curso Cura - Método 2019 Monitoria em História da Urbanização Acompanhamento das atividades da disciplina junto à docente Ana Cláudia Castro Departamento de História e Estética da Arquitetura, FAU-USP 2019 Voluntariado no Seminário Espaços Narrados Evento sobre Literatura e Estudos da Urbanização e do Urbanismo na América Latina Biblioteca Brasiliana, USP 2018 Voluntariado na Jornada do Patrimônio Evento em incentivo ao patrimônio histórico Secretaria de Cultura do Município de São Paulo 2018 Curso de Revit - Módulo I Trenasoft 2018 Seminário “História de Mulheres, Histórias Feministas” Palestras sobre o papel das mulheres nas Artes visuais MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand 2018 Workshop de Fotografia Curso de fotografia analógica e digital, FotoFAU - coletivo de fotografia da FAU-USP


exposição carlo scarpa e o japão, maxxi

1

Projeto museográfico da exposição “Carlo Scarpa e o Japão”, na sala Gian Ferrari, no museo de arte contemporânea de Roma - o MAXXI. A mostra narra a passagem do arquiteto italiano Carlo Scarpa pelo Japão, onde aprendeu novas técnicas construtivas e amadureceu suas ideias espaciais. A exposição traz cartas da viagem do arquiteto, além de fotos, croquis e desenhos de suas obras. O projeto desenvolvido pelo grupo busca criar uma experiência quase “interativa” com o acervo exposto. O visitante pode observar de perto os desenhos do arquiteto, os quais estão dispostos em uma peça central da mostra: uma longa mesa de maderia. Esta peça tem a altura ideal para que o visitante consiga alcançar com o olhar diversos desenhos e assim acompanhar a trajetória do arquiteto - uma relação visual e comparativa, típica de estúdios de arquitetura da época de Scarpa. A escolha da madeira para o mobiliário se justifica no uso que o arquiteto fazia deste material, sendo este também muito utilizado no Japão. O mobiliário todo funciona à base de encaixes, o que facilita o transporte das peças de madeira e, além disso, restitui a lógica de construção de mesas e cadeiras desenhadas por Carlo Scarpa em outra fase de sua brilhante carreira.

2019 disciplina: “allestimento e museografia” professora paola guarini grupo: beatrice erasmi maëlle turgon martina uzzo mirella marques


D’

C

D

C’

B’

A

PIANTA //SCALA 1:100

Espaço para exposição: Sala Gian Ferrari


B

Aâ&#x20AC;&#x2122;

SEZIONI //SCALA 1:200


D’

C

B’

B

D

C’


Notizie dal viaggio del 1969

News from the journey of 1969

Con taccuino giapponese di Mario Gromo e Ore giapponesi di Fosco Maraini in valigia, oltre a un bagaglio culturale già ricco di conoscenze e suggestioni orientali, Carlo Scarpa nell’estate del 1969 giunge in Giappone insieme all’amico Aldo Businaro, compagno di tante esperienze. Già prima di partire studia quindi un percorso piuttosto obbligato per chi si rechi in Giappone per la prima volta, prevedendo di recarsi a Tokyo, Kamakura, Hakone, Ise, Nara, Osaka e Kyoto. Una volta giunto egli è letteralmente entusiasmato da un Paese dove - come scrive alla moglie Nini da Nara - “è tutto bello, o meglio, più di quel che conosciamo”.

With Taccuino giapponese by Mario Gromo and Ore giapponesi by Fosco Maraini in his suitcase, in addition to an already rich cultural background of oriental knowledge and influences, in the summer of 1969 Carlo Scarpa arrives in Japan with whom he travelled extensively. Just before setting out, he planned a route which is a rather obligatory passage for those traveling to Japan for the first time; expecting to travel to Tokyo, Kamakura, Hakone, Ise, Nara, Osaka and Kyoto. Once there, he is literally overwhelmed by a country where - as he wrote to his wife Nini from Nara - “everything is beautiful, or better, more than we know”.

SEZIONE B-B’ //SCALA 1:50


C A R L O S C A R P A e il GIAPPONE

SEZIONE C-C’ //SCALA 1:50

D’

C

B’

B

D

C’


SEZIONE D-Dâ&#x20AC;&#x2122; //SCALA 1:50


TELAIO PERIMETRALE IN LEGNO DI CIPRESSO PANNELLO COMPENSATO IN LEGNO DI CIPRESSO DUE SPESSORI DI PLEXIGLASS 8 mm TASSELLO DI LEGNO 50x50 mm PROFILATO A “U” DI ACCIAIO VITE ANCORAGGIO TASSELLO

1 2 3 4 5 6

SEZIONE TRASVERS


1 2 3 4 5

STRATO DI COLLA PLEXIGLASS 8 mm STRATO DI COLLA TELAIO PERIMETRALE IN LEGNO DI CIPRESSO PANNELLO COMPENSATO IN LEGNO DI CIPRESSO

SALE PANNELLI IN LEGNO TAMBURATO DI CIPRESSO, DETTAGLIO TECA E SUPPORTO OPERE IN PLEXIGLASS //SCALA 1:20


60 180

490

PROSPETTO E SEZIONE LONGITUDINALE TAVOLO//SCALA 1:20


10

10 60

40

60

1

TELAIO PERIMETRALE IN LEGNO DI CIPRESSO

2

PANNELLO COMPENSATO IN LEGNO DI CIPRESSO

3

NIDO Dâ&#x20AC;&#x2122;APE DI LEGNO


PANNELLO CARTONGESSO DUE SPESSORI PLEXI 8 mm TASSELLO LEGNO 50x50 mm PROFILATO A “U” DI ACCIAIO OPERE SU PASSE-PARTOUT

1 2 3 4 5 6

TASSELLO AD ESPANSIONE A MOLLA

1600

SEZIONE PARETE INCLINATA CON DETTAGLIO SUPPORTO OPER


RE IN PLEXIGLASS//SCALA 1:20

920

1600

STRALCIO PROSPETTO PARETE INCLINATA//SCALA 1:20


CAVO ACCIAIO 2

PIASTRA METALLICA AGGANCIO CAVO ACCIAIO 20x20 TELA IN LINO TRAMA SOTTILE COLOR

VITE ANCORAGGIO

GRAFFETTA ANCORAGGIO TELA/T

TELAIO INTERNO IN LEGNO DI CIPRESSO 30x3

TELAIO ESTERNO IN LEGNO DI CIPRESSO 60x6

PROSPETTO DIFFUSORE DI LUCE//SCALA 1:20


2 mm

0 mm BEIGE

O TELAI

TELAIO

30 mm

60 mm

1 2 3 4 5 6 7

2200

SEZIONE DIFFUSORE DI LUCE//SCALA 1:20


estudo de restauro, muralha aureliana

2

A muralha aureliana é o maior e um dos mais importantes monumentos da cidade de Roma. Esta obra gigantesca foi inicialmente construída pelo imperador Aurelio em 271, sendo depois realçada por Onorio. O muro reflete os efeitos das lutas contra os bárbaros, do domínio do Império Bizantino, da consagração do Império Romano-Germânico, das disputas papais. E, por fim, recebe também os efeitos da escolha de Roma como capital, quando ocorre a unificação da Itália e a cidade se torna então uma metrópole moderna. Tendo em conta estes fatores, o grupo escolheu um trecho curto da muralha, entre duas torres, para estudar os sinais das mudanças ocorridas na cidade. O trecho em questão fica entre a Porta Ostiense e a Porta Ardeatina, próximo a uma estação de metrô (Ostiense) e uma estação ferroviária (Porta San Paolo). A zona, no entanto, apresenta pouco trânsito de pessoas, sendo que o caminho pedonal que acompanha a muralha se encontra abandonado. O objetivo do estudo de restauro deste trecho das das paredes aurelianas é compreender o valor do edifício como monumento histórico e obra de arte, e indicar possíveis intervenções para criar uma paisagem que que facilite a leitura do que a obra significa, sem prejudicar a estrutura do edifício histórico. A proposta final do grupo foi uma reconstrução visual de um pequeno trecho do caminhamento que era percorrido pelos soldados dentro da muralha - de onde podiam observar toda a cidade. Pequenas placas de aço corten seriam dispostas ao longo do muro, de modo a recriar a característica mais fundamental desta obra arquitetônica - não a sua impressionante e robusta estrutura, mas sim o discreto percursa criado por ela.

2019 disciplina: “restauro dei monumenti: laboratorio” professora daniela esposito grupo: leonardo botene mirella marques pardis ravari valentin beck


3 2

INTERN

6

ESTERNO

1

PIANTA

4


ANALISE METROLOGICA E PROPORZIONALE

SEZIONE E PROSPETTO D

ANALISE METROLOGICA E PROPORZIONALE

STUDIO ASSONOMETRIOC DEL MATERIALE E DELLA S Malta

SEZIONE E PROSPETTO E Laterizio

ALISE METROLOGICA E PROPORZIONALE

STUDIO ASSONOMETRIOC DEL MATERIALE E DELLA STRUTTURA

Laterizio

0m

1m

5m

10m

TUDIO ASSONOMETRIOC DEL MATERIALE E DELLA STRUTTURA

STRUTTURA DELLA C


0m

1m 0m

1m

5m

5m

+11,06 +11,06

+11,06 +11,06

+0,00 -0,57

+0,00 -0,57

+0,00 -0,57

+0,00 -0,57

10m

10m

10m

10m

TO B

SEZIONE SEZIONE E PROSPETTO E PROSPETTO ARCHITETTONICO ARCHITETTONICO A A

0m

1m 0m

1m

5m

5m

SEZIONE SEZIONE E PROSPETTO E PROSPETTO ARCHITETTONICO ARCHITETTONICO C C


+11,06

+11,06

+11,06

+14,59

+11,06

+11,06

+9,06

+0,00 -0,57

5m 0m

1m

10m 5m

BSEZIONE E PROSPETTO O O ARCHITETTONICO D ARCHITETTONICO D

+0,00 -0,57

+0,00 -0,57

10m

0m

1m

+0,00

5m 0m

+0,00 -0,57

10m 5m

1m

10m

+0,00 -0,57

-1,38

PROSPETTO B

0m

1m

5m

SEZIONE E PROSPETTO ARCHITETTONICO SEZIONE E PROSPETTO E ARCHITETTONICO E

SEZIONE E PROSPETTO ARCHITETTONICO D

10m


+11,06

+0,00 -0,57

0m

5m

1m

10m

PROSPETTO ARCHITETTONICO B

centrale fino alla Polonia, all‘Ucraina occidentale e alla Crimea. A nord la sua area di distribuzione si estende a sud della Scandinavia; a sud dalla Spagna centrale attraverso la Corsica e l‘Italia fino alla penisola

Pianta rampicante - Kletterpflanze - Trepadeira rampicanti possono essere annuali o perenni, erbacee o lignificanti. Le piante rampicanti calcaree sono

Jasminum nudiflorum Jasminum nudiflorum è un arbusto a foglia caduca, a crescita larga, con rami verdi, quadrati, inarcati e

ANALISI DELLA VEGETAZIONE


Corten

Cocciopesto

Pianta rampicante Terra


0


intervenção paisagística ouc águas espraiadas

3

Dentro do contexto da região da Operação Urbana Consorciada (OUC) Águas Espraiadas, foi escolhido um trecho da Av. Jornalista Roberto Marinho como objeto de estudo para redesenho urbano e projeto de paisagem. De um lado da avenida, um terreno baldio murado, impedindo a passagem dos moradores da favela Sônia Ribeiro. De outro, uma praça linear abandonada, que futuramente levará à entrada da estação Brooklin Paulista da linha 17 - Ouro do monotrilho. A construção da Av. Jornalista Roberto Marinho iniciou-se em 1972 com diversas desapropriações, e foi finaizado em 1995 com a constituição de uma via expressa. Esse processo culminou em inúmeros fragmentos de lotes sem uso definido, além da falta de ligações entre suas margens, sem modos seguros de atravessá-la. Nesse ambiente, o córrego que passa abaixo do canteiro de obras do monotrilho continua esquecido, sem exercer nenhuma função paisagística. A atual construção do monotrilho enfatiza ainda mais essa situação, o que se reflete na falta de segurança do local e no consequente número de atropelamentos na região. Diante deste cenário, faz-se o exercício de mudar o olhar: propor um espaço voltado para quem permanece. O projeto se baseia na criação de praças e na implantação de uma zona 40, com leito carroçável elevado ao nível da calçada e pavimentação com piso intertravado, demarcando um território com prioridade para o pedestre.

2019 disciplinas: “aup 654 projeto da paisagem” “aup282 desenho urbano e projeto dos espaços da cidade” professoras catharina pinheiro e karina leitão 10

30

grupo: aline assoni carlota guevara giovanna peres larissa kaori louise trevisan mariana vitti mirella marques


com a Favela SĂ´nia RIbeiro e detalhe de gr

0

10

30


rafite, indicando a

0

0

10

30

5

15

0

1

3


Vista da Praรงa Patamares: arquibancada, escada e parede de escalada.

Vista da Praรงa Patamares: quadra de futebol, arquibancada, parquinho e marquise

Vista da Praรงa Patamares: escorregador implantado na topografia e arquibancada


Configuração do terreno

Vista da travessia em direção à favela Sônia Ribeiro, sob o monotrilho. Área de passagem e também de estar, com pista de skate e tela de proteção entre os pedestres e o rio.

Vista da Praça VIva com lâmina de água e parquinho. Ao fundo, a Estação Brooklin Paulista

Vista da Praça Viva: a lâmina d’água remete à existência de um rio nessa área, com pequena arquibancadas para descanso e contemplação.


intervenção paisagística, vila medeiros

4

O projeto parte da relação dos moradores do bairro Jardim Brasil com a Praça Morro do Chapéu e com o seu entorno, onde existe uma concentração de comércio local. Assim, a casa de cultura é entendida como uma extensão dessa pequena praça, oferecendo espaços de convivência. Essa relação de continuidade entre a praça e a casa de cultura se dá pela transparência da fachada voltada para a Praça Morro do chapéu, garantindo a visibilidade entre quem está dentro e quem está fora do edifício. Além disso, o térreo elevado busca conectar a praça à travessa das artes (que está em um nível 2 metros a cima), ao mesmo tempo em que cria uma esplanada para o edifício, enfatizando a visão formada pela esquina de encontro da Av. Jardim Japão com a Praça Morro do Chapéu. No pavimento térreo, uma sombra para os moradores da região. No andar superior, a administração com vista para o térreo. Nos outros pavimentos, espaços livres para a realiação de atividades culturais. Uma pequena torre de serviço se conecta aos salões do edifício por meio de uma semi-varanda que permite a circulação cruzada.

2018 disciplina: “aup 162 projeto 4” professor angelo bucci mirella marques


Pavimento 1: administração escala 1:200

Implantação escala 1:200

Pavimento tipo: atvidades culturais escala 1:200


Corte transversal escala 1:200


Vista da Av. Jardim JapĂŁo escala 1:200

Corte longitudinal escala 1:200


ÁREA TOTAL CONSTRUÍDA: 24.181 m2 ÁREA DO TERRENO: 27.000 m2 C.A. DO TERRENO: 1,5 C.A. DO PROJETO: 0,9

A

B

Planta de terreno

Escala


a 1:25-0

conjunto residencial, jaguaré

5

Corte do terreno A O projeto parte da ideia de construir torres de Habitação de Interesse Social que se fundissem com a paisagem natural reminiscente encontrada na região. O grupo procurou inserir as torres do conjunto no terreno de modo que não agredisse à paisagem em si, usufruindo do desafio criado pela topografia acidentada. A solução encontrada foi a de constituir o conjunto residencial em duas frentes. Uma das frentes contém as torres voltadas para o parque e o riacho. A outra frente contém as torres do talude, que foram ajustadas à configuração pré-existente no terreno por meio de patamares, o criou um desafio para compor a sua volumetria. O projeto apresenta 3 tipos de unidades diferentes, todas com varanda. As áreas livres são todas acessíveis. Os patamares são aproveitados como espaços comuns, criando terraços e zonas de estar.

Corte do terreno B

2018 disciplina: “aup 162 projeto 3” professor álvaro puntoni grupo: ana paula borges ankhsem lawson mariana lensoni mirella marques

CROQUI DE PROPOSTA


s em pata ao terreno,

do Ă habiusos comer-

Corte do terreno A Corte do terreno A

B

Corte do terreno B Corte do terreno B


Escala 1:300

Escala 1:300

Escala 1:300

Escala 1:300


Planta de terreno

Planta apartamento

Planta terreno andar


Escala 1:25-0

CROQUI DE DE PAISAGI

Escala 1:150

Escala 1:150

PROPOSTA


6

fototeca de maquetes

1. Projeto Museográfico “Carlo Scarpa e o Japão”, MAXXI grupo: beatrice erasmi, maëlle turgon, martina uzzo, mirella marques modelo físico em 1:50 estrutura da sala: papel paraná cinza estrutura do mobiliário: madeira balsa obras expostas: papel sulfite e acetato iluminação: nylon e plástico técnica mista: impressão 3d e cortes à mão

2. Projeto de Restauro em trecho da Muralha Aureliana grupo: leonardo botene, mirella marques, pardis ravari, valentin beck modelo físico em 1:100 estrutura da muralha: papel paraná cinza intervenção proposta: papel paraná creme técnica manual

3. Projeto de Casa de Cultura para o bairro de Vila Medeiros mirella marques modelos físicos em 1:500 e 1:200 terreno: mdf edifício: cilindros de plástico e papel cartão téncina mista: corte a laser e à mão


1. projeto museográfico “carlo scarpa e o japão”, maxxi


2. projeto de restauro em trecho da muralha aureliana


3. projeto de casa de cultura para o bairro de vila medeiros


obrigada!

obrigada!

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