Universidade de São Paulo Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Prefeitura Regional
Capela do Socorro
AUP 278 – Planejamento Urbano: Estruturas Entrega Final Data: 23/06/2017 Prof.ª Orientadora Paula Santoro
Beatriz Gonçalves 9810768 Mariana Vitti 9850648 Giovanna Peres 9810494 Roberto Shimoda 9811154 Lucas Cazula 9811283 Mirella Marques 9810813
Contexto da Subprefeitura Mobilidade A Subprefeitura da Capela do Socorro atualmente conta com quatro estações da Linha 9-Esmeralda da CPTM, sendo elas Socorro, Primavera – Interlagos, Autódromo e Terminal Grajaú. Há duas novas estações previstas que também terão sede na parte sudeste da região; além disso, conta com dois grandes terminais urbanos, Grajaú e Varginha. Entretanto, os modais não são suficientes pois são diariamente sobrecarregados pela demanda de uma população que trabalha no centro da cidade, onde estão as ofertas de emprego. As linhas de ônibus até o centro são escassas e pouco elaboradas, e seu destino, na maioria dos casos, é um dos dois terminais. Assim, os terminais ficam lotados decorrente da baldeação de pessoas que vem tanto pelos veículos quanto pelos pela estação de trem. A maioria da grade viária de ônibus distribuída pelo centro do território é de grande maioria micro
Mapa 1:
ônibus que conectam os bairros da Capela com os
Transportes
dois terminais. Isso também é um fator que sobrecarrega o transporte a medida que os dois terminais urbanos são parada obrigatória para uma parte da grande população que lá habita. Além dos transportes públicos, a Capela também sede um trecho do chamado
Rodoanel
(Rodovia
Mário
Covas)
entretanto, não há acesso direto pela parte sul, apenas pelos distritos laterais. Ademais, há a presença de uma antiga ferrovia de cargas, que atualmente está desativada e apenas o seu traçado permanece como herança ao território. Ao lado, podemos observar
um mapa que identifica os tipos de modais presentes na Subprefeitura.
Há
também
a
presença
de
ciclovias
em
determinados locais da subprefeitura, mas não são bem planejadas, e consequentemente não ajudam a população ciclista a chegar nas centralidades da cidade e da região. Não é uma rede que conecta locais críticos, e assim acabam subutilizadas.
Os principais eixos viários se concentram em basicamente cinco avenidas: Avenida Atlântica, no extremo oeste da subprefeitura, permeando a Represa Guarapiranga; Avenida Interlagos, que liga a parte centro-norte da Capela e cruza o rio com sentido ao centro da cidade; a Avenida Dona Belmira Marin, o maior eixo horizontal que faz ligação com o maior eixo vertical, a Avenida Senador Teotônio Vilela, e o extremo leste da região, ligando a balsa do Bororé; a Avenida Rio Branco, que liga o corredor de ônibus da Senador Teotônio Vilela e a Avenida Atlântica, e por fim a já citada Avenida Senador Teotônio Vilela, maior via principal da Capela do Socorro e que liga o extremo norte da região com a subprefeitura de Parelheiros. Estas avenidas abrigam os corredores de ônibus atuais da Subprefeitura, e também são muito utilizadas pelos automóveis como o acesso a parte central da cidade. Apesar de serem avenidas relativamente grandes, em horários de picos não acompanham a quantidade do fluxo de carros, superlotando-se e tornando o acesso ao sul da cidade muito difícil.
No mapa abaixo, as setas cinzas indicam os principais fluxos entre a Capela do Socorro e a região metropolitana de São Paulo. As setas pretas indicam a transposição das barreiras
Mapa 3:
Eixos Viários
urbanas
criadas
pelas
barragens.
As
setas
vermelhas são as principais avenidas e rodovias. Pode-se observar o grande fluxo de pessoas que se deslocam diariamente da Capela até subprefeituras mais centrais da cidade, como Santo Amaro, Vila Mariana, Sé, Parelheiros, e algumas cidades vizinhas.
Mapa 4:
Fluxos
Meio Ambiente A região está localizada entre as duas represas que abastecem a região metropolitana, a Billings e a Guarapiranga, e por isso deve ser local de preservação, pois é uma área de manancial. Porém, com a quantidade de pessoas que vivem na região, somada a grande demanda habitacional e falta de fiscalização, as bordas que deveriam estar preservadas com mata nativa estão ocupadas densamente e ilegalmente. Por esta causa, são áreas pouco permeáveis, o que impede a entrada de águas da chuva na bacia e no lençol freático, e toda a água carrega os detritos da superfície para as represas, poluindo-as, além de não terem a infraestrutura e saneamento básicos e necessários para a preservação das águas. Na parte sul da subprefeitura, existe uma grande unidade
Mapa 5:
Proteção Ambiental
de conservação, da qual limite permeia o final da mancha urbana; matas nativas se estendem até os limites com a prefeitura regional de Parelheiros, mas podem estar ameaçadas justamente com a extensão da urbanização. Já existem pessoas que habitam a região, tal como a conhecida Ilha do Bororé e a existência de algumas chácaras na parte centro-sul da Capela do Socorro. Ademais, outras áreas verdes se espalham ao longo da parte da zona urbana, como o parque presente no Cantinho do Céu, ou parques de compensação construídos decorrente da construção do Rodoanel.
Mapa 6: Remanescentes do Bioma da Mata Atlântica
Mapa 7: Parques Municipais e Rede Ciclo viária
População A Capela do Socorro abriga pouco mais de 600 mil habitantes, e segundo dados do
POPULAÇÃO TOTAL E DENSIDADE DEMOGRÁFICA, 1980 - 2010
INFOCIDADE, a população ainda tende a crescer até 2030, mas em proporção muito menor do que aquela a que vinha crescendo desde 2010. Entre 2030 e 2040, a previsão é que esse dado será revertido, e a taxa de crescimento se tornará negativa, causando sensível diminuição na população total da subprefeitura.
TAXA DE CRESCIMENTO POPULACIONAL, 2000-2010 Fonte: IBGE
A maioria das pessoas se concentram no distrito do Grajaú e a menor em Socorro e a maior concentração da renda da região se localiza justamente aonde moram a menor quantidade de pessoas. Assim, a população não é igualmente equilibrada ao longo da subprefeitura, concluindo que a desigualdade socioespacial dentro do território é muito grande.
Fonte: 1. IBGE, Fundação SEADE,
Nesta subprefeitura, uma das dinâmicas populacionais a ser ressaltada é o predomínio de incidência de jovens em bairros onde há grande concentração demográfica de baixa renda, carência de infraestrutura e mobilidade precária. Por outro lado, a população idosa tem maior incidência em bairros de classe media alta com alto padrão de urbanização onde há mais possibilidade de acesso a outras regiões do município de são Paulo, já que trata-se de uma região próxima aos eixos viários principais, apesar de ser uma população que tem menos necessidade de deslocamentos.
Moradia e Uso do Solo Uma das diretrizes do nosso plano é fruto das análises dos dados da condição de habitação de Capela do Socorro. A densidade populacional na região do distrito de socorro é baixa, além disso, o padrão de uso do solo é residencial de alto padrão, isso explica que a área construída por habitante é grande naquela área. Índice de espaço residencial Área construída residencial por habitante (m²/hab)
Há um predomínio do uso residencial de horizontal
Percentual de área construída do uso em relação a área construída total.
Fonte: Secretaria Municipal de Finanças e Desenvolvimento Econômico / TPCL
TIPOLOGIAS
Fonte: Google Maps
Moradia e Uso do Solo Concluímos que há um grande potencial construtivo a partir da analise dos gráfico de terreno vagos, e de domicílios vagos.
Morador em Zona de Risco, 2010
Total de população em área de Risco: 8.460 pessoas Quanto
isso
significa
em
unidades
habitacionais? Média de 4hab/unidade: 2.115 unidades Se considerarmos 70m² por unidade: -
Área total: 70 X 2.115= 148.050 m²*
*Equivale a 30 metros quadrados Fonte: Secretaria da Coordenação das Subprefeituras (SMSP)
PREDOMINIO DE USOS NÃO RESIDENCIAIS
Diretrizes
As diretrizes elaboradas para a Capela do Socorro se resumem em:
•
Bloqueio do avanço da mancha urbana na área de proteção ambiental;
•
Proteção aos mananciais;
•
Incentivo a permeabilidade em determinadas zonas com o objetivo de criar uma identidade ambiental na subprefeitura;
•
Retirada das pessoas em áreas de risco ou contaminadas e realocação para áreas de boa infraestrutura urbana na parte norte da subprefeitura;
•
Aumento da densidade nos eixos viários e incentivo de novos eixos viários para desentupimento dos existentes já sobrecarregados;
•
Estímulo de centralidades na região como forma de potencializar a oferta de empregos;
•
Oferta de habitação acessível para a população.
ESTRATÉGIA:
INTRUMENTOS:
Adensamento da área que faz limite com a Macro • área de preservação ambiental, constituindo um
BLOQUEIO DO AVANÇO DA MANCHA URBANA NA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL
Zoneamento
propondo
altos
coeficientes de aproveitamento, sem
cinturão de barreira para ocupações irregulares e limite para gabarito ilegais, juntamente com uma política de incentivo •
Delimitação
de
ZEIS
para
a
a moradia acessível suficiente para atender a construção de HIS demanda da subprefeitura e diminuir ao máximo o • Demarcação de Parques Público número de famílias que necessitam viver em moradias irregulares. Suprir o déficit habitacional na Macro área de Estruturação Metropolitana, garantindo moradia de qualidade acessível para a população de baixa renda perto do eixo de infraestrutura urbana.
PROTEÇÃO AOS
ESTRATÉGIAS:
INSTRUMENTOS:
Incentivo ao uso sustentável nas áreas de
•
Alta taxa de permeabilidade
mananciais, como ecoturismo, parques, clubes,
•
Demarcação de parques públicos
agricultura familiar, chácaras e outras atividades
•
Quota Ambiental: acima de 500
que agridam o mínimo possível o solo em volta
m², o proprietário deve garantir
das Represas.
em seu lote alguma atividade ‘verde’, como cobertura ou
MANANCIAIS
fachada verde, piso semipermeável, área ajardinável, etc.
•
Coeficiente de Aproveitamento baixo (0,5)
ESTRATÉGIAS:
INSTRUMENTOS;
Criação de Parques pela Subprefeitura de modo a
•
Delimitação de parques públicos
significativa, ampliando as áreas de lazer
•
Cota Ambiental
ambiental para a população, além da
•
Alta permeabilidade
•
Definição de três zonas: ZEPAM,
preservar os resquícios de mata nativa ou
INCENTIVO A PERMEABILIDADE EM DETERMINADAS ZONAS COM O OBJETIVO DE CRIAR UMA IDENTIDADE AMBIENTAL NA SUBPREFEITURA
conscientização sustentável dos recursos presentes na região que devem ser preservados
ZEP e ZPDS, dentro da Macro Preservação da grande massa florestal presente na Macro área de Preservação ambiental, evitando que a herança da subprefeitura não seja desmatada, e que assim seja associada a uma tradição sustentável com a natureza com que convive.
área de Preservação Ambiental:
RETIRADA DAS PESSOAS EM ÁREAS DE RISCO OU CONTAMINADAS E REALOCAÇÃO PARA ÁREAS DE BOA
ESTRATÉGIAS:
INSTRUMENTOS:
Utilizar as áreas de risco ou contaminadas com
•
usos pouco densos ou parques de preservação Aumento da oferta de moradias para o mercado
Delimitação de ZEIS para criação de HIS.
•
Zonas com parâmetros que estimulam a queda no valor da
popular e de HIS.
unidade habitacional como cota
INFRAESTRUTURA
parte e coeficiente de
URBANA NA PARTE
aproveitamento baixos.
NORTE DA SUBPREFEITURA
AUMENTO DA
ESTRATÉGIAS:
INSTRUMENTOS:
Adensamento perto dos principais eixos viários,
•
Criação de novas linhas de ônibus
DENSIDADE NOS EIXOS
como a Avenida Senador Teotõnio Vilela e a
VIÁRIOS E INCENTIVO
Avenida Atlântica, como forma a promover
•
Zoneamento de Uso Misto
centralidades, empregos e moradias a população
•
Fachada ativa
•
Alto Coeficiente de
DE NOVOS EIXOS VIÁRIOS PARA DESENTUPIMENTO DOS
presente na região e a possíveis migrações de outras localidades
Aproveitamento (4)
EXISTENTES JÁ SOBRECARREGADOS
•
Ausência de um limite de gabarito
•
Alta taxa de ocupação (0,7) e baixa taxa de permeabilidade (0,15)
ESTRATÉGIA:
ESTÍMULO DE CENTRALIDADES NA REGIÃO COMO FORMA DE POTENCIALIZAR A OFERTA DE EMPREGOS
Incentivo ao comércio popular de alta densidade como forma de diminuir viagens e prover empregos na Subprefeitura. Locais demarcados próximos a terminais de ônibus e avenidas
•
Zoneamento de Uso Misto
•
Fachada Ativa
•
Alta densidade permitida pelo coeficiente de aproveitamento
com grande fluxo de veículos (av. Teotônio Vilela, av. Atlântida, av. Dona Belmira
•
Baixa permeabilidade
Marin). ESTRATÉGIA: Criação da macro área de preservação ambiental através de três zonas: ZEPAM, ZEP e ZPDS
ZONA RURAL
• Baixa cota parte (21 m²) INSTRUMENTOS:
• Zona Especial de Preservação Ambiental (ZEPAM): Regiões que possuem remanescentes de mata nativa, vegetação significativa, alto índice de permeabilidade e existência de nascentes, permitindo atividades de usos compatíveis com a manutenção do ecossistema natural, como: uso residencial unifamiliar, ecoturismo, etc. •Zona especial de preservação (ZEP): Áreas destinadas a preservação da Mata Atlântica, com a criação de parques públicos e zonas de proteção. •Zona de Preservação e Desenvolvimento Sustentável (ZPDS): Conservação da paisagem, implantação de atividades econômicas compatíveis com a manutenção e recuperação dos serviços ambientais.
Macro áreas Macro área de Preservação Ambiental: Tem por objetivo preservar a mata Atlântica e qualquer outra significativa e estimular usos compatíveis com a preservação desses ecossistemas naturais. Macro área de Contenção da Urbanização e Uso do Solo: Impedir o avanço da urbanização além dos limites de preservação do ecossistema natural e em áreas próximas a borda de represas e qualquer outro meio hídrico Macro
área
Vulnerabilidade
de
Redução
e
da
Recuperação
Ambiental Levar
infraestrutura
promovendo
a
para
áreas
democratização
dos
transportes, qualquer que seja ele, e da terra, possibilitando a oferta de moradias acessíveis a partes de renda mais baixa da população, além da retirada de pessoas em territórios contaminados ou de riscos geológicos para outras localidades mais seguras.
Macro
área
de
Estruturação
Metropolitana Área com intensão de qualificar a urbanização,
de
maneira
que
adense
populacionalmente já que provém de infraestrutura básica, e garantir que esta seja preservada a partir da recepção de mais pessoas em sua região.
Zoneamento
C.A.
C.A. máximo
T.O.
T.P.
Fachada Ativa
Cota Parte [m²]
Zona de Baixa Densidade
1
2
0,7
0,3
200
500
T+3
–
–
Zona de Média Densidade
1
2
0,7
0,3
125
300
T+3
–
–
Zona de Alta Densidade
1
4
0,7
0,15
125
1500
T+12
–
31
Zona Mista de Alta Densidade
1
4
0,7
0,15
125
1500
–
–
21
OPURBA
1
4
0,5
0,3
300
1500
T+12
+1
31
EMAV
2
4
0,7
0,15
125
1500
T+12
+1
21
ZCC
1
2
1
0
125
300
T+3
+1
–
ZUS
1 (*)
0,5
0,3
0,7
300
1000
T+2
–
–
ZEACEM
1
2
1
0
–
500
T+3
(**)
21
(*) se 70% do
Lote mínimo [m²] Lote máximo [m²] Gabarito
lote for usado para plantio, o proprietário pode aumentar seu Coeficiente de Aproveitamento em até 2.
(**) se o prédio for de fachada ativa, o C.A. e o gabarito aumentam em uma unidade.
ZONAS: OPURBA: Operação Urbana Atlântica EMAV: Eixo Misto de Adensamento Vertical ZCC: Zonas de Centralidade Comercial (ZCC) ZUS: Zonas de Uso Sustentável (ZUS) ZEACEM: Zona Especial de Acesso à Moradia (ZEACEM)
Zona de Baixa Densidade: Zonas próximas a áreas de mananciais ou limites de preservação nas quais se pretende promover o uso qualificado de baixa densidade para populações de média e alta renda, menos dependentes da infraestrutura de transporte público e em baixa vulnerabilidade social. Zona de Média Densidade: Zonas em locais adequados à ocupação nas quais se pretende ocupar com uso de média densidade, com parâmetros urbanísticos gerais, com a intenção de ocupar controladamente sem incentivar o adensamento exagerado em locais mais distantes aos eixos que concentram empregos e infraestrutura urbana. Zona de Alta Densidade: Zonas em locais adequados à ocupação e próximos aos eixos viários principais nas quais se pretende ocupar densamente com incentivo à atuação do mercado imobiliário. Zonas Mista de Alta Densidade: Zonas próximas aos eixos de deslocamento propostos ou em áreas necessitadas de habitação de mercado popular nas quais se pretende promover comércio, serviços e habitação popular para populações de baixa renda. OPURBA: Operação Urbana Atlântica A Zona tem o objetivo de qualificar através de alterações no uso do solo o eixo viário da Avenida Atlântica e suas proximidades. Promove o adensamento construtivo vertical, com índices construtivos altos, como Coeficiente de Aproveitamento 4 e gabarito com limite de Térreo + 12 andares, e incentiva o uso misto a fim de trazer mais população para aquela área como também forma de tornar a represa, pouco utilizada para lazer, um lugar a ser desfrutado pela população. Além disso, a zona tem a função de forçar um novo eixo viário que passa por dentro do bairro horizontal de alta renda ali presente a fim de justamente quebrar este padrão pouco denso e conectar a Avenida Atlântica com a Avenida Interlagos. EMAV: Eixo Misto de Adensamento Vertical Eixo com objetivo de aproximar a densidade populacional das principais vias de deslocamento através da verticalização com incentivo ao uso de fachada ativa, promovendo uma heterogeneidade de usos sem necessariamente a criação de uma centralidade pontual. ZCC: Zona de Centralidade Comercial Zona próxima a polos atuais, como o Terminal Grajaú, nas quais se pretende intensificar o uso comercial e o desenvolvimento econômico dentro da subprefeitura que ofereça emprego capaz de absorver a mão de obra local, diminuindo a dependência econômica que a Capela do Socorro tem em relação às zonas mais centrais do município. ZUS: Zona de Uso Sustentável Zona de áreas próximas a represa com pouca reminiscência de vegetação nativa, na qual se pretende incentivar usos de baixa densidade relacionados ao ecoturismo, agricultura familiar, parques e chácaras, dentre outros usos que estimulem a educação e conscientização ambiental. ZEACEM: Zona Especial de Acesso à Moradia Zona em áreas de habitação precária adequadas à urbanização com a intenção de reverter a precariedade facilitando o acesso á moradia e a regularização fundiária através de parâmetros permissivos e controle sobre a valorização da terra.