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Millenium36 nº17

Page 1

Nº17 JUNY 20 12 - IES BENICALAP


EQ UIPM ILLENIUM 36 CO L·LABO RAD O RS -D avid A zorín -H ugo "Th e H orne t"R aim undo -H éctor Canore a -Noe l ia M adrid 2º ESO V1 -Natal ia Lazaro 2º ESO V1 -A m paro Cabal l e r 2 V1 -Jul io Be l trán 3 V1 -Vice nta Fe rrando -Jul ián Pardo 1ºBH CS -Lore na Cuél l ar Ve rde t1º Batxil l e rat-M ixt -Paul a R om e ro Escribano 1º Batxil l e rat-M ixt -A na Se rrano 1ºBatxil l e rat-M ixt -Cristina Isabal1ºBatxil l e rat-M ixt -A ndriy Y ak ubuv1º BH CS -Se rgio Pe ral ta 1º BH CS -M arta R ive ro 1ºBatxil l e rat-M ixt -A l ba M iñano 1ºBatxil l e rat-M ixt -Javie r Vidal -Joe lM ari 1ºG SA autom oción -A l ba Sanch is D ol z 2º BH CS -D anie lA dán Bue no 4ºESO B -N. R . M .M . C. H . 4º ESO A -A l te r Ego (Francisco Pardo, 4ºB) -CG R (César G arcía R am os, 4ºB) -Isabe lFe rràndiz i A rm e ro

ED U CAR NO ES D AR CAR R ER A PAR A VIVIR ,

próxim o curso l o inte ntare m os h ace r m e jor y con

SINO TEM PLAR ELALM A PAR A LAS

m e nos prisas…

D IFICU LTAD ES D E LA VID A. (Pitágoras) Se acab ó. Elcurso d e l os re corte s l l e ga altrad icional D e trás d e tod os e sos l ogros pe rsonal e s se apre cia e l finaltras una and ad ura costosa: cam ise tas, corte s d e

e sfue rz o d e lal um nad o, por supue sto, pe ro tam b ién

tráfico, h ue l gas, m anife stacione s…

e l trab ajo b ie n h e ch o y l a d e d icación d e nue stro

y ve re m os e n

se ptie m b re e n q ué se trad uce tod o.

cl austro, un trab ajo, b ie n l o sab e m os, d e m uch o m ás

A ún así, e lprofe sorad o d e nue stro ce ntro h a se guid o

d e 18 h oras se m anal e s, q ue no e s val orad o por

d ánd ol o tod o e n e ld ía a d ía. Nue stros al um nos h an

nue stros gob e rnante s, ni por l os m e d ios, ni por l a

participad o e n e xpe rie ncias q ue re cord arán sie m pre :

socie d ad e n ge ne ral , pe ro cuyos frutos nosotros sí

Com e nius, sal id a a l a nie ve , visitas cul tural e s, cl ase s

sab e m os ve r. En se ptie m b re vol ve re m os con nue vos

e n ingl és… ;h an d isfrutad o d e una l e ctora e stupe nd a

pl ane s y proye ctos d ife re nte s, con l a il usión re novad a

(un ab raz o, Isad ora), h an cre ad o nue vos b l ogs y

q ue se m e re ce nue stro al um nad o, y con l a q ue no h an

ce l e b rad o unas innovad oras Jornad as d e A utom oción.

de

Se

re partie ron

ni

ad m inistracione s:

cum pl ire m os con m ás h oras, con m ás grupos y con m ás al um nos, y nos h are m os a l a nue va situación

h an

porq ue

Prue b as

de

d e cre tos

H onor

l as

M atrícul as

ni

m e re cid ísim as e n 2º d e Bach il l e rato y, una ve z m ás, b ord ad o

se is

pod e r

de

Se l e ctivid ad

el l os se m e re ce n l a m áxim a cal id ad d e

(¡Fe l icid ad e s!); otros h an conse guid o pre m ios d e

nue stro trab ajo. Y porq ue e s com o l o h e m os h e ch o

e xce l e ncia acad ém ica y re conocim ie nto e n ol im piad as

sie m pre .

inte rnacional e s, pre m ios e n concursos d e pintura,

Espe ram os q ue l a e nse ñanz a y l o q ue re al m e nte nos

fotografía, poe sía… , se guro q ue m e d e jo al go, com o a

ocupa sustituyan a l a prim a d e

e sa e stupe nd a al um na q ue h a sid o ad m itid a e n un

conve rsacione s d e l a sal a d e profe sore s. Y nue stros

Instituto d e

al um nos, d e 36 e n 36 o d e 42 e n 42, se guirán

Sue cia para h ace r

e l Bach il l e rato

Inte rnacionaltras pasar un e xam e n, o l os cuatro crak s

contand o

d e 1º d e Bach il l e rato b e cad os por e lPol itécnico e n

Ense ñanz a Púb l ica q ue

tan

Te cnol ogía Ind ustrial .Tam b ién

ninguna

re pre se nta

se

h an

e sforz ad o

m uch os al um nos e n participar y conse guir q ue

con

e l e xce l e nte

w e rtgüe nz a,

rie sgo e n l as

profe sorad o

de

l a

d ignam e nte , y

sin

nue stro

IES

BENICA LA P.

sal ie ran a l al uz l os tre s núm e ros d e M ILENIUM -36 d e e ste curso: d e sd e aq uí l e s d am os l as gracias a tod os

Gracias a tod as y tod os, y fe l iz ve rano.

por su tie m po y su im pl icación, a H éctor, q ue nos l o

El e na Gal l ard o.

facil ita tod o, y a l os profe sore s q ue h an aguantad o y re spond id o a nue stras pe ticione s d e col ab oración. El

RIÁM O NO S CO N LA REFO RM A LA BO RA L D ire cció:

VICENTE NÁCH ER

A sse ssoram e nt l ingüístic i te m àtic:

ELENA G A LLA RD O VICENTA FERRA ND O M aq ue tatge : JULIO BELTRÁN

G e stió i docum e ntació:

H ÉCTO R CA NO REA

En vista d e l as actitud e s y

para sal ir ad e l ante .

al go… ), ni, e n d e finitiva

l os h e ch os q ue ad optan l os partid os

pol íticos

d e sd e

un tie m po atrás, ah ora nos toca

tragarnos

re form a

d isfrutar d e l a juve ntud ; D e sd e nue stro punto d e

por e so, nos im aginam os

vista

cóm o

com o

jóve ne s

una ve inte añe ros,

l ab oral

com o pod e m os

d e cir

q ue

sol o

sal arios

l a

tie ne n

con

sus

te rce rm und istas, q ue

sufrir

para

conse cue ncia d e e sos actos

crisis h a l l e gad o a talnive l sacar ad e l ante a l a fam il ia,

suyos q ue nos pe rjud ican

q ue pod e m os e nte nd e r l o

afrontar sus ne ce sid ad e s,

a tod os

q ue sie nte n l os “m ayore s”

sus h ipote cas, a nosotros,

(pe ro no a e l l os m ism os) y

cuand o

nue stros

con l a cualpre te nd e n q ue

l l e gan

l os

ciud ad anos

l e vante m os e l país, pe ro porq ue

a

d ice n

q ue

no

fin

de

m e s,

nosotros

no

sin d e jarnos m arge n para pod e m os h ace r una vid a re spirar y pod e r actuar

d e jove n e stud iante com o

com o

l a de

nosotros

cre e m os

h ace

unos

años

q ue e s racionaly ne ce sario (sal ie nd o un rato, tom ar

M ILLENIUM 36 - Pàg.2

el l os,

gastos, nue stra

e d ucación, …

y tod o e sto

en l a situación actual e s cad a ve z m ás im posib l e. Sol o sirve d e ud as, no

para originar te ne r

nad a


O PINIÓN para pod e r d isfrutar d e l a vid a, e incl uso com pe nsad o en

al gunos

casos

para

ne ce sid ad e s

ad e cuad am e nte ,

ante riorm e nte

si

q ue

cuand o control y pre ve nción, y com b atir e l

e ran

h e ch os

ab se ntism o l ab oralinjustificad o.

vital e s com o e s l a vivie nd a o l a com id a; d e nunciab l e s. e nte nd e m os e lte rm ino d e “no l l e gar a • Un año e n pe riod o d e prue b a (ya m e

Si, h ab éis l e íd o b ie n, apoyar a l as

fin d e m e s” sin ni siq uie ra te ne r tod as

d irás tú e n q ué narice s ayud a e so a sal ir PYM ES y

autónom os. ¿D e

e stas

de l a crisis, cuand o l o único q ue va a ¿H acie nd o

pagar

re sponsab il id ad e s,

ya

q ue

es

m ás

ve rd ad ?

im pue stos?

prácticam e nte im posib l e e ncontrar un

conse guir va a se r l a e xpl otación d e l os

¿Ponie nd o prob l e m as a l os trám ite s?

trab ajo para ganar al go y cub rir nue stras

trab ajad ore s y e le nfad o d e e stos).

¿A sí pie nsan col ab orar con e l l os? No sé

ne ce sid ad e s y pod e r col ab orar e n casa. •

H oras

e xtras

para l os

contratos

q ué d e ciros. En nue stra opinión, l as

Pe ro cl aro, ¿cóm o vam os a e ncontrar parcial e s (e n l a vid a se h a visto h ace r re form as son ...una porq ue ría, ya q ue trab ajo

si

cad a

ve z

te ne m os

m ás

e so), y l o m e jor d e tod o: a un pre cio d e

cad a uno d ice q ue tie ne l a fórm ul a para

porq ue ría sob re nue stro te jad o? ¿Cóm o risa.

sal ir d e

vam os a e ntrar e n e lm und o l ab oralsi l o •

consigue y sol o h ace n q ue cam b iar l as

O bl igan a ne gociar l os conve nios

l a crisis

único q ue sab e n h ace r e s ce rrarnos l as

col e ctivos cad a 2 años, y m od ificar e l cosas, norm as…

pue rtas?

m ism o. ¿Es ne ce sario? ¿Conse guim os al go con e sto aparte

y jugar con tod os l os

e spañol e s.

pe rd e r e l

¡Ya e stam os!, com o l os jóve ne s som os

tie m po? si

pre pote nte s,

acue rd o, ¿q ué ne ce sid ad h ay? ¡M are ar l a por te ne r q ue pagar nosotros l os actos

m al e d ucad os,

vagos

e

am b as

de

pe ro ninguno l o

parte s

e stán

de

Nos se ntim os util iz ad os y ave rgonz ad os

im pre se ntab l e s, no sab e m os h ace r nad a, pe rd iz !

de l os d e m ás y d ar una visión d e

¿no? ¡Cl aaaroo, com o l os jóve ne s no • Suspe nsione s d e contratos por causas

nue stro país q ue no corre spond e alre sto

te ne m os ganas d e l uch ar por nue stro ob je tivas, e conóm icas o d e prod ucción

d e lm und o, y q ue por m uch o q ue d igan

futuro, l os jóve ne s som os tontos!, ¿no?

sin

l a

autoriz ación

A d m inistración.

pe d ir

¿Pe rd ona?

de

l a q ue se acab ara l a crisis si cam b iam os ¿M e

e sto o l o otro, no e s cie rto: no por

¡Pue s no! Los jóve ne s d e jam os d e se r así

suspe nd e n e lcontrato sin m otivo sol o cam b iar un tipo d e contrato o h ace r

h ace m uch o tie m po, y q ue nos h ayan

porq ue

un e m pre sario d ice

"b asta"? ne gociar ante s e l conve nio col e ctivo

pue sto e sa fam a no q uie re d e cir q ue l o ¿Q ue controle xiste ?¡M e nud a e stafa!.

vam os a conse guir trab ajo y m uch o

se am os: te ne m os ganas d e trab ajar, pe ro •

m e nos si se fom e nta e ld e spid o.

¡W O W !, ¡por

fin

al go

d e ce nte !:

no h ace m os otra cosa q ue e scuch ar b onifican a l as e m pre sas por cam b iar h ab l ar d e una re form a l ab oral , ¿una contratos

de

re l e vo, form ación…

re form a l ab oral ? ¿Q ué re form a?, ¿por ind e finid os, pe ro… q ué l o h ace n?, ¿nos pe rjud ica?. Estas

a Con tod o e sto, q ue re m os d e cir q ue no

¿se guro q ue e sas

e nte nd e m os

por

q ué

tom an

e stas

b onificacione s e xiste n? ¿No se rá otra d e cisione s, y pare ce q ue ne ce site n a una

pre guntas nos l as h ace m os cad a d ía al patraña? D ice n q ue tam b ién b onifican e l pe rsona se nsata y con se ntid o com ún oír h ab l ar d e LA re form a.

contrato a jóve ne s d e 16 a 30 años y

q ue no b usq ue l ucrarse con nue stro

m ayore s d e 45, ¿e so e s d e ve rd ad ?... sud or Esta ve z

l a re form a h a sid o “una porq ue e n cuanto nos ace rcam os a l as

y

nue stro

e sfue rz o

sino,

re al m e nte , ayud ar a l os trab ajad ore s y al

castaña”, l q ue sól o sirve para m are ar y

e m pre sas a pe d ir trab ajo no nos q uie re n

país.Por m uch as re form as q ue se h agan

fastid iar altrab ajad or, con cosas tipo:

ni ve r.

si l a ge nte no arrie sga e conóm icam e nte no pod re m os sal ir ganad o tod os. A sí

•

D e spid os b aratos e ind e m niz acione s

Supue stam e nte e lob je tivo d e l a re form a q ue a tragar tod os con e sta e stafa y a

m ás b aratas, con l o q ue m ás ge nte

e ra fre nar l a d e strucción d e e m pl e o, vivir com o se pue d a...

acab ara e n e lparo con m e nos d e re ch os.

pe ro no pare ce q ue fom e ntar e ld e spid o

• D e spid os col e ctivos m ás rápid os y sin

y h ace rl o gratuito se a l a m e jor m ane ra.

conse ntim ie nto

ne ce sario

de

l a O tros ob je tivos e ran l os d e apostar por

A d m inistración, con l o cual col e ctivos

e l e m pl eo de

cal id ad , prom ove r e l

d e ge nte se ve rán unid os a l a m ayor m ante nim ie nto d e le m pl e o, m od e rniz ar e m pre sa d e e ste país: ELPA R O .

e lconve nio para ace rcar l as ne ce sid ad e s

• Las e m pre sas pue d e n ne gociar unos

e spe cificas d e e m pre sas y trab ajad ore s,

sal arios b asura.

d e re ch o

de

form ación

para

D anie lVal l és Lore nz o Ll or. 1º d e Grad o Supe rior d e A utom oción

l os

• Las e m pre sas tie ne n m as l ib e rtad para trab ajad ore s, m as oportunid ad e s para im pone r cam b ios e n l as cond icione s l ab oral es

sin q ue

jóve ne s y m ayore s, apoyar a PYM ES y

e l trab ajad or se a autónom os, re forz ar l os m e canism os d e

M ILLENIUM 36 - Pàg.3


ACTUALITAT TW ITTER… Y ES O #Q UEES LO Q UEES va d irigid o y a l os usuarios q ue te ngáis

q ue

e n com ún. O tra d e l as m ane ras d e

fam osos y l as cue ntas parod ia. D e l os

pod e rse

es

fam osos no h ay m uch o q ue e xpl icar, son

m e d iante l os M e nsaje s D ire ctos, q ue son

ge nte conocid a por d ife re nte s ám b itos

com o

com unicar e ntre l os

m e nsaje s

tuite ros

privad os

m ás

se guid ore s

tie ne n son l os

d e l social e s y Tw itte r pe rm ite a cual q uie r

Face b ook , pe ro m ás m e jore s.Lo m al o de

pe rsona pod e r m and arl e un Tuit para

e stos m e nsaje s e s q ue sol o van d irigid os

h ab l ar con e l l os o, alm e nos, h ace rl es

a una pe rsona, no se pue d e n m and ar a l l e gar su m e nsaje . Las cue ntas parod ia Tod os e stam os d e ntro d e al guna re d social , sob re tod o l os q ue nos se ntam os del ante d e un ord e nad or a d iario, cl aro e stá. Y tod os sab e m os q ue son. Pe ro, (sie m pre h ay un pe ro) h ay una d e l a q ue tod o e l m und o h ab l a, pe ro sol o l os val ie nte s se atre ve n a visitar. En l a te l e sie m pre com e ntan q ue e n Tw itte r se h a h ab l ad o m uch o d e talte m a

m ás d e un usuario.

son

En e l l os pue d e s introd ucir # e tiq ue tas

inte nción d e

tuit. Estas e tiq ue tas se cre aron para cosas pod e r te ne r al go m ás

q ue

com e ntarios

de

d e ja

“h ash ” q ue e s com o se l e conoce a l o q ue

l l am a

Tw e e te ros (Tuite ros, para l os q ue no se pan l e e r e n ingl és) y son e lce ntro d e tod a com unicación a través

de

sus

Tw e e ts (q ue significa “trino” e n ingl és). Estos pue d e n se r sim pl e s, e n l os q ue se cue nta

de

tod o,

al gunos

cue ntan

d e m asiad as cosas, h asta d e sd e d ónd e e stán tuite and o; o m e ncione s (“R e pl ie s” e n ingl és). Para conve rtir un tuit e n m e nción se d e b e pone r e lnom b re d e l usuario alprincipio d e ltw e e t, d e e sta m ane ra sol ol e apare ce rá e ste tuit alq ue

M ILLENIUM 36 - Pàg.4

se guid ore s

com ics

H ay

de

l os

l os

Existe n m uch os

si

no

al go q ue

d e jand o…

y otros

l as

sigue s,

pue d e

cre o q ue

me

e stoy

A h ! Ya sé q ue e s. H ay un

cuad ro justo all ad o d e tod a Cronol ogía en

h ace r m uch as cosas: d e sd e confe re ncias

l es

futb ol ; Para

d e sapare ce r tu cue nta.

200 m il l one s d e usuarios se pue d e n

se

del

@H ULK ENFUR ECID O :

Tw itte r,

nad a.Pue s e stá d e m ostrad o, con m ás d e

Tw itte r

para l os

d e b e n se guir unas norm as q ue m arca

En tan poco e spacio no se pud e h ace r

de

@Pe d roPiq ue rasT5:

cre ar una. Eso sí, e stas cue ntas parod ia

para titul ar un artícul o. Y al guie n d irá:

usuarios

en

parod ia

H asta pue d e q ue pie nse s q ue tú pod rías

e spacio m áxim o q ue tie ne un pe riod ista

Expl iq ue m os al go d e l se rvicio. A l os

l a

q ue pod rás e ncontrar por casual id ad .

caracte re s o, l o q ue e s l o m ism o, e l

cie ntíficos,…

cue ntas

se ncil l a; @Toq ue ro_ th e b oss:

supe rh éroe s;…

140

y cl ase s onl ine , h asta e ncue stas, e stud ios

con

al pe rsonaje

son:

nosotros l l am am os “al m oh ad il l a”, o se a, am ante s

pub l icar

un m áxim o d e

cre an

En ingl és se l e s conoce com o # h ash tags, A ctual id ad pol ítica d e m ane ra rápid a y

e m pe ce m os d e sd e e l sol o

re l acionad as

inform ación q ue vol ab a por l a re d social . conocid as

principio: ¿Q ué e s Tw itte r? Es una re d social

se

h ace r m ofa con cosas

ord e nad a l a cue stión. A l gunas

al go h a sid o l o m ás com e ntad o e n Pe ro…

q ue

q ue e xpl ican e lte m a d e lconte nid o d e l re l acionad as con l a actual id ad o con

o q ue cuand o a un fam oso l e h a pasad o Tw itte r…

cue ntas

l a q ue

pone : Te nd e ncias. Estas

Te nd e ncias e s l a d e rivación d e l o q ue e n e sto: # , y “tag” q ue significa e tiq ue ta.El un

principio

se

l l am ó

Te m as

del

tipo d e nom e ncl atura q ue se util iz a e n

m om e nto (trad ucid o d e lq ue se usa e n

Tw itte r: @, # ,…

ingl és:

se copió d e lforo m ás

Tre nd ing

topics).

Estas

concurrid o e n inte rne t: IR C (Inte rne t Te nd e ncias son tod os l os te m as m ás Rel ay Ch at).Estas e tiq ue tas e stán e n casi

com e ntad os e n un m om e nto pre ciso.

tod as l as páginas w e b com o Youtub e , Estos te m as apare ce n y d e sapare ce n con l os pe riód icos d igital e s e incl uso e n

rapid e z , ya q ue l a m asa d e usuarios no

foros.

d e ja d e com e ntar y d ar su opinión a

Pe ro, ¿para q ué util iz am os Tw itte r e n

d ife re nte s te m as q ue

re al id ad ? Cad a usuario l o util iz a a su

com o e n su m om e nto fue e lte rre m oto y

e stán pasand o,

juicio y pl ace r, e xiste n m uch os m od os, poste rior tsunam i e n Japón o cual q uie r d e sd e l os q ue cue ntan cad a uno l as

partid o d e fútb olq ue se e sté jugand o y

cosas q ue l e s pasa e n su vid a, h asta l os

e lq ue van com e ntand o. A e stos te m as

q ue sigue n a otros usuarios y nunca tan e spe cíficos, a ve ce s se l e s une te m as e scrib e n, se l im itan a l e e r. A unq ue l os

q ue pre te nd e n conve rtirse e n jue gos, e n


ACTUALITAT l os q ue l a ge nte agud iz a su inge nio y

y q ue l a com pañía l a l l e varía élsol o

te xto a su te l éfono: e ra W il l iam s q ue se

pub l ica

se r

aunq ue , alcab o d e un tie m po, Bl ogge r

l o e nviab a d e sd e Tw itte r.

d ive rtid os. A l gunos d e e stos te m as h an

com e nz ó a ganar d ine ro cob rand o por

Para q uién q uie ra profund iz ar e n e ste

sid o:

avisos, l o q ue h iz o q ue consiguie se un

te m a

pre supue sto q ue l e pe rm itió contratar a

inte rne t. Una d e l as grand e s fue nte s

# ave ce ssue ñocosas.

nue vos trab ajad ore s. A ún así, e l13 d e

para d ud as y m ane jo e s e l b l og e n

H istoria

fe b re ro d e 2003 Googl e com pró Bl ogge r

e spañol

Este se rvicio nació e n e laño 2006 com o

y Evan pasó a se r un inte grante d e l a h ttp:/ / b l og.e s.tw itte r.com /

un proye cto d e inve stigación d e ntro d e

gran fam il ia d e l b uscad or. En 2004

su

O b vious, una pe q ue ña e m pre sa cre ad a

d e cid e d e jar Googl e y pl ane a tom arse un

h ttps:/ / support.tw itte r.com / Las cual es

para d e sarrol l ar softw are . Uno d e sus

tie m po l ib re d e ocupacione s. D urante

re com ie nd o a tod o iniciad o e n e sta re d

cre ad ore s fue Evan W il l iam s, q uie n, e n

e ste tie m po com ie nz a a trab ajar e n O d e o

social . A unq ue tam b ién h ay al gunos

19 9 9 , fund ó Pyra Lab s. Pyra cre ó una

con un am igo l l am ad o Noah

h e rram ie nta d e

O d e o e ra una e m pre sa d e d icad a a sub ir

se pue d e n ad q uirir d e m ane ra gratuita

b asad a e n l a w e b , pe ro pronto vio una

m úsica a inte rne t.

en l a re d .Estos son:

oportunid ad d ife re nte : una h e rram ie nta

Tw itte r surgió com o proye cto paral el oa

-

q ue pe rm itía a l os usuarios pub l icar

O d e o o, por d e cirl o d e otro m od o, e ra

Tw itte r,

artícul os y fotografías para sus b l ogs

un ane xo a él .O d e o no e ra un proye cto

h ttp:/ / w w w .b ub ok .e s/ l ib ros/ 16583/ T

pe rsonal e s. Esta h e rram ie nta te rm inó

q ue agrad ara d e ltod o a sus fund ad ore s, w itte r-para-q uie n-no-usa-Tw itte r-BN

convirtie nd o

por l o q ue W il l iam s pid ió nue vas id e as a

m e nsaje s

q ue

sue l en

# frase sd e m ad re ,

# Pe l icul asQ ue NoM e CansoD e Ve r

en

ge stión d e

Bl ogge r.

o

proye cto

Bl ogge r

tie ne

m uch a

inform ación

de página

en

Tw itte r: ad e m ás d e

de

ayud a:

Gl ass. l ib ros pub l icad os e n form ato “.pd f” q ue

e m pe z ó a cre ce r justo cuand o tod o e l sus e m pl e ad os. Un inge nie ro l l am ad o

-

Tw itte r para q uie n de

Juan

D ie go

no usa Pol o.

Ell ib ro d e Tw itte r, d e Ge ne s

Inte ractive . Q ue aunq ue te nga al gunos

m und o e m pe z ó a pod e r cone ctarse a

Jack D orse y sugirió una m ane ra sim pl e fal l os ortográficos, cue nta cosas m uy

inte rne t y tod o e lm und o ab ría un b l og

de

para contar sus cosas.A e sto se l e l l am ó

(m e nsaje s) util iz and o l os m e nsaje s d e

e nviar actual iz acione s

de

e stad o

inte re sante s tanto para iniciad os com o usuarios

avanz ad os.

l a “Burb uja d e l a te cnol ogía”, l a cual te xto sim il are s a l os te l éfonos m óvil e s. h ttp:/ / l ib rod e tw itte r.com / e xpl otó y provocó una pe q ue ña crisis.A

D orse y y e lq ue fue e lte rce r fund ad or

raíz d e e sto, Bl ogge r se e stab a q ue d and o

de

sin d ine ro por l o q ue W il l iam s inform ó a

prototipo e n d os se m anas. A l poco

sus e m pl e ad os d e q ue no pod ía pagarl es

tie m po a Stone l e l l e gó un m e nsaje d e

Tw itte r,

Biz

Stone ,

cre aron

el

D avid A z orín R ich arte

Es te e s e lprim e r tuitq ue s e m and ó cuand o apare ció Tw itte r. Jack D ors e y e s uno d e s us cre ad ore s .

M ILLENIUM 36 - Pàg.5


ACTUALITAT NBA : D e porte / Es pe ctácul o La

NBA

principios d e novie m b re h asta final es de

(National

ab ril . Jugand o e n total82 partid os cad a

-

Bask e tb al l

e q uipo. Este

d e stacad o e n su prim e ra te m porad a e n

A sociation)

d e sacue rd os l a te m porad a re gul ar h a

es

e m pe z ad o

l a

l iga

año

e l 25

d e b id o de

a

unos

R ook ie

d e l año: al jugad or m ás

l al iga.

d icie m b re ,

e stad ounid e n

provocand o q ue se jue gue n sol o 66

- M e jor se xto h om b re : A lm e jor jugad or

se

partid os.

de

de

b al once sto. Tie ne

un

e q uipo q ue

sal e d e sd e

el

b anq uil l o com o supl e nte .

unas

Pl ayO ffs: Los

jue gan l os

re gl as

e q uipos

cad a

d istintas a l a

el im inatorias a 7 partid os h asta q ue sol o

de

8 m e jore s

confe re ncia

en

- M VP d e l as final e s: A lm e jor jugad or de l a finald e l a NBA .

FIBA , q ue e s l a Fe d e ración Inte rnacional q ue d a 1 e q uipo d e cad a confe re ncia.Los q ue rige alre sto d e lm und o.En l a NBA

cam pe one s d e confe re ncia se e nfre ntan

A q uí va un pe q ue ño d iccionario sob re

jue gan l as m ayore s e stre l l as d e lm und o:

para d e cid ir q uie n gana e lcam pe onato

térm inos NBA , para q ue no os pe rd áis si

K ob e Bryant, D w ayne W ad e , Le Bron

de l a NBA .

ve is un partid o por l a TV:

d ivid id a

En l a NBA se e ntre gan una se rie d e

- D raft: Siste m a d e se l e cción d e l os

ge ográficam e nte e n Confe re ncias: Este y

trofe os d e pe nd ie nd o d e l as e stad ísticas

m e jore s

Jam e s, D w igh tH ow ard … La

NBA

O e ste ,

se

h e ch o

e ncue ntra q ue

d e te rm ina

e l conse guid as e n l a te m porad a y d e l os

cal e nd ario y l as cl asificacione s.Y d e ntro

votos d e pe riod istas y e ntre nad ore s:

de l as Confe re ncias, se organiz an e n

-

D ivisione s, m arcad as tam b ién por l a

te m porad a re gul ar.

M VP:

A l m e jor

jugad or

de

Te m porad a re gul ar: Se

jue ga d e sd e

y

de

e l e xtranje ro

q ue

l a m e jor jugad or nove l . - A ge nte l ib re : Un jugad or sin contrato

- M e jor q uinte to d e laño: Se e l ige a l os

con ningún cl ub y q ue , por tanto, pue d e

cinco m e jore s jugad ore s . Uno e n cad a

firm ar l ib re m e nte por e l e q uipo q ue

pue sto.

pre fie ra.

M apa con e láre a d e infl ue ncia d e cad a franq uicia NBA

M ILLENUM 36 - Pàg.6

unive rsid ad e s

prove nie nte s

pre m ia al pe or e q uipo otorgánd ol e el

situación ge ográfica d e l os e q uipos. La te m porad a NBA se d ivid e e n 2 fase s:

jugad ore s


ACTUALITAT - Lím ite sal arial : Cifra m áxim a q ue un

d e finitiva, d ond e se d e cid irá q uie n e s e l tod as

e q uipo pue d e gastar e n re m une racione s

m e jor

sal arial es

b al once sto.

para

l os

jugad ore s

q ue

e q uipo

e stad ounid e nse

de

com pone n su pl antil l a.

l as

e stre l l as

en

l os

m ism os

e q uipos. Tie ne n sh ow s pre parad os d e ntro d e l os

- R ook ie : Un jugad or novato e n l a NBA .

Es m uch a ge nte l a q ue pie rd e h oras d e

pab e l l one s para q ue e n l os tie m pos

sue ño para pod e r ve r a l os m e jore s

m ue rtos y d e scansos e lpúb l ico no e sté

jugad ore s

d e l pl ane ta e n d ire cto a

- Soph om ore : Un jugad or d e 2º año e n l a k il óm e tros d e d istancia, y tam b ién e s NBA

m uch a ge nte q ue pie rd e h oras d e sue ño para pod e r d isfrutar d e un e spe ctácul o.

- D ob l e s figuras: Cuand o un jugad or No d e porte , sino e spe ctácul o. l l e ga a l a b arre ra d e l os 10 puntos, re b ote s o asiste ncias. Un d ob l e d ob l e es

Los e stad ounid e nse s nos pue d e n gustar

cuand o l ogra re b asar e ste núm e ro e n

m ás

o

m e nos,

pe ro

l o

q ue

es

d os cate gorías, y tripl e d ob l e , cuand o l o inconte stab l e e s q ue e n e lse ntid o d e l h ace e n tre s cate gorías.

e spe ctácul o nos b arre n (y e n l as se rie s d e TVtam b ién).

-

Franq uicia:

Térm ino con

q ue

se

Pe tición d e m atrim onio e n e l vid e om arcad or d urante un partid o NBA

d e nom inan l os e q uipos d e l a NBA alse r Tie ne n un cal e nd ario d e finid o d e sd e e l ab urrid o.

Ch e e rl e ad e rs,

franq uicias d e l a asociación, y pre cisar com ie nz o d e l a te m porad a, sab ie nd o a sal tim b anq uis... h asta de

su

conse ntim ie nto

para

m ascotas,

pe ticione s

de

pod e r q ué h ora se jue ga h asta e lúl tim o partid o m atrim onio.Tod o e s posib l e en l a NBA .

afil iarse e instituirse .

d e laño. Y cóm o d e cíam os alprincipio, tie ne n a

- D inastía: Cuand o un e q uipo d om ina l a Tie ne n un fin d e com pe tición d e l a NBA d urante varios

se m ana d e d icad o l os

m e jore s

e xcl usivam e nte a d ar e spe ctácul o, e lA l l - Le Bron

jugad ore s

Jam e s, K ob e

d e l pl ane ta. Bryant, K e vin

años, se conoce com o cre ad or d e una Star, con un partid o e ntre l os m e jore s

D urant, Pau Gasol , D w igh t H ow ard ...

d inastía.

jugad ore s d e cad a Confe re ncia, con un

Pie nsa

partid o e ntre l os m e jore s rook ie s y l os

jugad ore s

m e jore s soph om ore s, con concurso d e

e ncontrarás (y si no jue ga al l í ah ora, l o

m ate s, d e tripl e s...

h iz o e n al gún m om e nto).

Tie ne n un tope d e d ine ro para gastarse

Inte nta aguantar una m ad rugad a para

en

al guno

de

l os

m e jore s

d e l m und o,

y

al l í l o

e n pagar a sus jugad ore s, pe rm itie nd o ve r un partid o e n d ire cto, y te se rá así a tod os l os e q uipos te ne r al guna inocul ad o e lvirus NBA , aunq ue ya no e stre l l a e n su e q uipo, y q ue no e stén

e stén A nd rés M onte s y A ntoni D aim ie l para pone rte l a inye cción. R e cord ad : Porq ue l a vid a pue d e se r m aravil l osa, I l ove th is Gam e !!!

...ya e stán aq uí!!

H ugo "Th e H orne t" R aim und o H éctor Canore a

Estam os e n junio, y cóm o d e sd e h ace m ás d e 50 años...l l e gan l as final es de l a NBA . D e sd e q ue e n d icie m b re e m pe z ara l a te m porad a re gul ar se h an jugad o m ás d e H ugo Th e H orne t, m as cota d e Ne w 2000 partid os para l l e gar a l a se rie O rl e ans H orne ts

M ILLENIUM 36 - Pàg.7


TERRA NO STRA ELG RUPO S CO UT W IG - W A M Be nical ap tie ne un Grupo Scout... ¡y no

l as m och il as, l os sacos d e d orm ir, l as

propue sto. Ll e van l a cam isa am aril l a

e s nue vo! ElGrupo Scout W ig-W am se

tie nd as d e cam paña...pe ro l o q ue m e nos

q ue e s l o q ue l e s d istingue d e l as d e m ás

form ó h ace casi 45 años, cuand o un

h a cam b iad o... b ue no no, l o q ue NO h a

se ccione s.

grupo d e ch icos q ue se h ab ía id o d e

cam b iad o son l os ne rvios d e l a noch e

La Tropa Castore s, d e 10 a 14 años.A q uí

e xcursión a Porta-Coe l i se e ncontraron

ante rior a irte a una acam pad a o l a se

con un jove n suiz o q ue l e s e nse ñó q ué

triste z a d e ve rte e n Val e ncia d e nue vo

se cción se d ivid e e n patrul l as: H urone s,

e ra e so d e se r scout.Cuand o vol vie ron a

d e spués d e un fin d e se m ana, 5 d ías o 15

Lince s, A rd il l as y Pante ras. En e sta

Val e ncia, ya te nían d e cid id o q ue q ue rían

d ías con tus am igos d e l os scouts.

se cción se l l am a A ve ntura a l o q ue e n

se r scouts, y con l a ayud a d e aq ue lch ico suiz o y un par d e

conocid os m ás,

e m pie z a a se r autosuficie nte . La

M anad a se l l am a Caz a ; pe ro aq uí un Tam poco

ha

cam b iad o

m uch o

ab orad a: pue d e se r d e sd e e l poco m ás e l

conce pto d e scout d e sd e sus inicios, h ace r un k art para h ace r carre ras a e van l a se guim os sie nd o un grupo d e jóve ne s, pre parar una ob ra d e te atro... Ll . con un afán a l a ave ntura, d e conoce r l a cam isa az ul Los Pione ros Sam aruc, d e 14 a 16 años,

natural e z a...

l am ad a Nos sol e m os re unir l os sáb ad os e n l a pre paran una A ve ntura, aq uí l pl az a d e San R oq ue por se ccione s para

Em pre sa, para trab ajar d urante tod o un

jugar y pre parar acam pad as, éstas se

año. Eje m pl os d e Em pre sas pue d e se r

d ivid e n e n:

col ab orar con un Ce ntro d e M ayore s

M anad a Se e one e , d e

6 a 10 años,

consiguie ron q ue l a parroq uia d e Santa

principal m e nte h ace n jue gos, d anz as...y

R osa d e Lim a l e s d e jara un l ugar d ond e

se l e s inte nta e nse ñar unos val ore s para

re unirse para pre parar l as re unione s y

pod e r l l e gar a se r un b ue nos scouts e n e l

l as acam pad as q ue e stab an por l l e gar...y

futuro. Jue gan y trab ajan am b ie ntad os

q ue no ib an a se r pocas... Poco a poco,

e n El libro d e las Tie rras Vírge n e s d e

e se

fue

R ud yard K ipl ing. D e ntro d e l a m anad a,

cre cie nd o y cre cie nd o... y cam b iand o y

pe q ue ño grupo d e

jóve ne s

se h ace una d ivisión e n cuatro se ise nas;

cam b iand o... cam b iaron tanto q ue h asta

roja, az ul , am aril l a y

cam b iaron d e parroq uia, y se fue ron a l a

trim e stre

d e San R oq ue (tam b ién e n Be nical ap).

pre parad a por l os propios niños, l a caz a

para h ace rl e s jue gos y tal l e re s o h ace r

A l o l argo d e e stos 45 años, tod o h a

e s una am b ie ntación para e ltrim e stre

una cam paña d e re cogid a d e jugue te s

cam b iad o m uch o: l os niños, l os jóve ne s,

d ond e se tie ne q ue conse guir e lob je tivo

para O NGs. Se

se

ve rd e . Cad a

l l e va a cab o una caz a

id e ntifican con una

cam isa roja.. Cl an Xal oc, d e 16 a 19 años, se pre paran para se r scoute rs y sab e r afrontar l os prob l e m as d e l a vid a. A q uí tam b ién h ace n Em pre sas, m ás acord e s a l a e d ad : pre paración d e un viaje y ve nd e r cosas para pagarl o, re stauración d e al b e rgue

para

h ace r

al gún

acam pad as,

re fore stacione s... CUand o cum pl e n 19 años tie ne n q ue d e cid ir si se guir com o scoute rs o d e jar e l grupo l o q ue se conoce com o "D ar l a patad a". Ll e van l a cam isa ve rd e . ¿Te inte re sa?

A m paro Cab al l e r 2 V1 Jul io Be l trán 3 V1

M ILLENIUM 36 - Pàg.8


TERRA NO STRA LA CERA M O En 1885 l os s e ñore s R os y Urge l l L’antiga fàb rica d e

ce ràm ica

“La d aurad a m e d ie vald e M anise s, q ue e s

cre aron una fáb rica d e d icad a a l a Ce ram o” d e Be nical ap

conse rva e n m use us d e m ol ts països d e l

re al iz ación d e ce rám ica. Situad a e n e l L’antiga fàb rica d e ce ràm ica arte sanali

m ón.

b arrio d e Be nical ap, l a arq uite ctura d e

trad icional val e nciana, així com , d e

La porce l l ana d aurad a o m ajòl ica –tal

e s te inm ue b l e d e b ía d e s e r im pactante

te ul e s i m ajòl iq ue s h ispanom orisq ue s

com ve ie m e n l a inscripció d e l a façana

una fis onom ía cone gud a com “La Ce ram o”, situad a e n

principal“Fáb rica d e m ajól icas”- e s va

para e lm om e nto, con

s im il ar a l a actualpe ro s in l os e d ificios

e lq ue s’anom e nava al e sh ore s e lCam í

originar e n e l se gl e IX, e n e l Cal ifat

q ue l a rod e an. La prod ucción d e re fl e jo Nou d e Burjassot d e Val ència, és una A b así d e Bagd ad (750-1258), m e tál ico d e e s ta fáb rica fue una d e l as

joia d e l ’arq uite ctura ind ustriali un d e l s caracte ritz a

q ue m ás pre s tigio al canz ó a l ol argo d e l e d ificis m és e m b l e m àtics i caracte rístics s igl o XX, s al ie nd o d e s us h ornos l as

pe l se u

i es

acab at vid riat,

com post am b síl e x, ce nd re s sòd iq ue s

d e Be nical ap. Va se r fund ad a pe l Sr. cal cinad e s, pl om

i e stany. El re fl ex

pie z as q ue m ás s e as e m e jan a l a ob ra Jose p R os Furió

i pe lSr. Urge l ll ’any

d orad a m e d ie vald e M anis e s . Tam b ién

1855 i, m és

ce nt anys

col ab oraron con d ive rs os arq uite ctos

concre tam e nt l ’any 19 9 1, va aturar l a en l a te rce ra cocció pe rq uè fa una fl am a

para l a re al iz ación d e gran parte d e l os

se ua activitat.

re l ie ve s q ue s e e m pl e aron e n al gunos

En e l se u orige n “La Ce ram o” e s va l o.

de

construir com una fàb rica q ue al l otjava Un d e l s se us fund ad ors, Jose p R os Furió

l os

e d ificios

m ás

inte re s ante s

de

m e tàl •l ic d ’aspe cte l l ue nt i tacte se d ós

d e sprés, s’aconse gue ix apl icant rom aní alre fl ex re d uctora, ind ispe nsab l e pe r aconse guir-

cons truid os e n Val e ncia e ntre 1880 y

d ins d e lse u re cim te e l s e d ificis on e s

(q ue

19 20. La Ce ram o continuó h as ta 19 9 2

tre b al l ava e n l a fab ricació d e

pe ce s

constituir e lpe ríod e m és cre atiu d e l a

re al iz and o pie z as d e re fl e jo m e tál ico, al ce ràm iq ue s, on s’ub icave n e l s forns

h istòria d ’aq ue sta fàb rica. A l e sh ore s e s

ce rrars e

fe ie n

en

19 9 2,

tre s

de

s us

m oruns i on e s pintava l a ce rám ica.A ixí

va viure

fins

re prod uccions

l ’any

de

19 28) va

ce ràm ica

trab ajad ore s cre aron un tal l er l l am ad o com , tam b é h i h avia l e s d e pe nd èncie s on

h ispanoàrab i al tre s m és e cl èctiq ue s,

Te rraç

am b l e s q ual s aconse guire n m ol t d ’èxit a

q ue

continúa

l a

trad ición

vivia l a fam íl ia propie tària d e l a fàb rica i

re al iz and o pie z as d e re fl e jo m e tál ico, e l s criats q ue e stave n alse u se rve i.

l e s e xposicions inte rnacional s. Elfil ld e

l o cuale s pos ib l e , e ntre otras cos as , por Eltipus d e ce ràm ica q ue e s fe ia e n l a Jose p R os Furió va se r Jose p R os Fe rre r, l a util iz ación d e rom e ro e n l a te rce ra prim e ra cocción.

època

e ra

fonam e ntal m e nt e lq ual e s va inte re ssar e spe cial m e nt

ce ràm ica d e re fl e x m e tàl •l ic, anom e nad a pe r l a ce ràm ica d e Pate rna (ss. XII-XV),

Noe l ia M ad rid 2º ESO V1 tam b é “porce l l ana d aurad a”. A q ue sta ante rior a l a d e M anise s. En te rce r l l oc, Natal ia Laz aro 2º ESO V1 ce ràm ica e s fe ia am b una tècnica d e e lse u fil lJose p R os Fe rrand is (Val ència, cocció d ’orige n m usul m à, q ue va tind re

19 01-19 81)

va

e lse u e spl e nd or a l e s te rre s val e nciane s

pre ocupació pe r aconse guir l a m àxim a

e ntre e l s se gl e s XIV-XVI. Encara q ue

fid e l itat

en

m anife star l es

una

gran

re prod uccions

de

aq ue sta tècnica q uasi h avia d e sapare gut ce ràm ica d aurad a m e d ie vald e M anise s a principis d e lse gl e XIX, e lSr.Jose p R os

i tam b é e s va d e d icar a l a pintura.

juntam e nt am b e lse u col •l ab orad or e l L’arq uite cta Pil ar R os –fil l a d e Jose p R os Sr. Urge l le s d e d icare n a re cupe rar-l a, a Fe rrand is- d e sprés d e l a m ort d e lse u partir d e l s e nse nyam e nts d e lce ram ista pare , l ’any 19 89 , va ve nd re l a fàb rica a Bautista Casañ, e l q ual fou l ’úl tim m e stre

ce ram ista

q ue ,

se gons

l a fam íl ia d ’A l fons Pastor, al e sh ore s

el s profe ssor e n l ’Escol a d e Ce ràm ica d e

tractad iste s d e lse gl e XIX, fe re n re fl e x M anise s. “La Ce ram o” va continuar m e tàl •l ic. Pe r tant, “La Ce ram o” va cre ant pe ce s d e re fl e x m e tàl •l ic am b d e stacar, d ins d e lm ovim e nt h istoricista una tècnica d e purad a, q ue se gue ix tote s e n A rq uite ctura, pe r re staurar l a tècnica l e s fase s d e l proce d im e nt trad icional d e re fl e x m e tàl •l ic. D e fe t, l a se ua fins q ue va final itz ar l a se ua activitat prod ucció

de

ce ràm ica cre ad a am b

l ’any 19 9 1.

aq ue sta tècnica va se r una d e l e s m és pre stigiose s d e l se gl e XX. A l l í e s van

Q uan aq ue sta fàb rica va tancar l e s se ue s

cre ar l e s pe ce s m és se m b l ants a l ’ob ra porte s, tre s d e l s se us antics arte sans

M ILLENIUM 36 - Pàg.9


TERRA NO STRA –d ’aq ue l l s q ue , com e l l s m ate ixos d iue n

l ’Estació d e lNord (19 06); així com , e l s d e spe sa tan q uantiosa, d e gut alpre u tan

“tre b al l ave n am b se ntim e nt”- van cre ar re l l e us

re fl e xos

el e vat q ue d e m anave n e l s propie taris d e

a Al farp un tal l e r anom e nat “Te rraç”, on

m e tàl •l ics q ue pod e m vore a l e s façane s

l ’antiga fàb rica. Tam b é l a Conse l l e ria d e

van

d e l M e rcat Ce ntral ;l e s garl and e s, l es

Cul tura d e l a Ge ne ral itat Val e nciana fa

ce ràm ica corone s i e l s pinàcul s d e l M e rcat d e

uns q uants anys e s va pl ante jar ad q uirir

am b l e s tècniq ue s d e cocció d e l a fàb rica Col om (19 14); e l s ornam e nts d e lPal au

l ’e d ifici pe r conve rtir-l o e n m use u, pe rò

continuar d urant uns

aproxim ad am e nt

10 anys

fab ricant

d ’ornam e nts

am b

originalpe r fe r pe ce s d e re fl e x m e tàl •l ic. d e M ontfort i e l s grans ge rros pe r a tam poc va pod e r pagar e lpre u q ue e s A ctual m e nt -q uan ja s’h an e nd e rrocat e l pl ante s d e l s jard ins q ue e nvol te n aq ue st d e m anava. A partir d e l a proposta q ue forn d ’A l farp i incl ús e l s forns d e

Pal au; e l s ornam e nts d e l e s façane s d e

M anise s- d os d ’aq ue stos antics arte sans

l ’anom e nad a Finca R oja (19 29 ),

de l a fàb rica

Pal au d ’A iora (189 9 ), l ’A juntam e nt i

-M il agros i A l e jand ro-

e ncara fab riq ue n ce ràm ica d e

e l Patrim oni Cul tural d e Val ència

re fl e x d ’al tre s e d ificis m od e rniste s com

m e tàl •l ic e n l a b otiga “Te rraç” d e lcarre r al guns d e lcarre r

va fe r l ’any 2004 l a D ire cció Ge ne rald e

són

de l a Pau.

l ’any

2006 e s va d e cl arar l a Ce ram o com a Bé de Rel l e vància Local , així q ue d ave n sota prote cción l a façana principal , l a q ue

Al cub l as d e Val ència. En aq ue sta b otiga Tam b é van se r m ol t d e stacad e s l e s pe ce s

re cau sob re e lpati ce ntrali e l s forns.No

pod e m

ob stant, això, no s’h a fe t re s

trob ar ce ràm ica d aurad a q ue

q ue

e s fab ricare n pe r e ncàrre c am b

re prod ue ix pe ce s ce ràm iq ue s antigue s, m otiu d e lrod atge d ’al gune s pe l •l ícul es

re h ab il itar-l os.

e spe cial m e nte pe ce s d e l e s vaixe l l e s d e l cine m atogràfiq ue s, com va se r e lcas d e

d e nom inació e ncara no consta e n l ’úl tim

Se gl e d ’O r val e ncià. L’e d ifici

de

A

m és,

pe r

l ’e l e fant q ue apare ix e n e lfil m h istòric Pl a d ’O rd e nació Urb ana d e l s anys 2008-

“La Ce ram o”

-

d ’e stil sob re l a R om a Im pe rial : Q uo vad is? -

09 . Pe r tant, l ’e d ifici no e stà incl òs e n e l

ne om ud èjar i únic e n e lse u gène re - e stà

EEUU, 19 51, d irigit pe r M e rvyn Le R oy, catàl e g d ’e d ificis prote gits.

situat e n l a z ona ce ntral d e l b arri d e

am b nom inacions al s Òscars-. A q ue stos

Be nical ap,

en

concre t,

actual m e nt tre b al l s e s van fe r e n col •l ab oració e ntre

corre spon alnúm . 142 d e l ’avingud a d e Burjassot,

aq ue sta

A ctual m e nt l ’e d ifici -q ue e s trob a e n un gre u

e stat

d ’ab and onam e nt-

és

e l d e stacat artista fal l e r R e gino M as, propie tat d ’una socie tat m e rcantil . El

alnúm . 5 d e lcarre r Poe ta afincat a Be nical ap e n una casa-xal e t Conse l l Val e ncià d e Cul tura, al gune s

Se rrano Cl ave ro i alnúm . 41 d e lcarre r situad a, al vol tant d e l s anys

50-60, associacions cíviq ue s i cul tural s, així

José Grol l o. L’inte rés q ue h a suscitat e nfrontd e l a fàb rica d e ce ràm ica alCam í l ’e stud i sob re l a ce ràm ica fab ricad a e n

com e l m ovim e nt ve ïnal d e Be nical ap

Nou d e Burjassot, i, e l s arte sans d e “La tam b é h an d e m anat

e n re ite rad e s

aq ue sta fàb rica h a sigut consid e rab l e , Ce ram o”. En aq ue sta prim e ra època ocasions

q ue

l ’antiga

com h o d e m ostre n d ive rsos autors e n l a tam b é va col •l ab orar am b e l s arte sans

i

es

re d acció d e

l es

te sis

d octoral s. Un

re h ab il ite

q ue

fàb rica

d e stine

es

a usos

de l a fàb rica e lpintor d e God e l l a Ignacio cul tural s, com pot se r l a cre ació d ’un

e xe m pl e d e te si d octoralq ue s’ocupa d e

Pinaz o, am b e l s se us e sb ossos pe r a m use u

l ’e stud i d ’aspe cte s re l atius al tipus d e

pe ce s ce ràm iq ue s. A l guns d e l s m otl es

e spe cial m e nt l a d e re fl e x m e tàl •l ic, m ol t

ce ràm ica cre ad a e n “La Ce ram o” h a q ue s’util itz are n pe r a fab ricar pe ce s

val orad a arre u d e lm ón.Pe rò fins ara no

sigut l a d e M aría Ce l ina Vacca, 2010, ce ràm iq ue s e s conse rve n actual m e nt i

s’h a aconse guit una re sposta cl ara pe r

R e cub rim ie nto

e stan d ipositats e n e l s fons d e lM use u

part l es

Nacional

garantisca l a prote cció i l a re h ab il itació

de

supe rficie s

arq uite ctónicas con pie z as ce rám icas.

de

Ce ràm ica

d e d icat

a

institucions

l a

púb l iq ue s

i

A rts

El s arte sans d e l a fàb rica m ol d e jave n, Sum ptuàrie s

“Gonz ál ez

M artí”

de

d ’aq ue st e d ifici

coïe n i pintave n cad ascuna d e l e s pe ce s

vol untat e xpre ssa

de

patrim oni cul turalval e ncià.

Val ència, pe r

úniq ue s i e xcl usive s q ue

fab ricave n, l ’úl tim propie tari d e l a fàb rica, A l fons

d e gut a q ue

de

es

fe ie n

m ane ra Pastor,

profe ssor

en

l ’Escol a

Ce ràm ica d e M anise s.D ’al tra b and a, d e s

pe ce s ce ràm iq ue s pe r a m ol ts e d ificis

de

q uants

anys

e l d ire ctor

va se r Jaum e Col l , va m anife star

inte rés pe r

singul ars d e l a ciutat d e Val ència, i, pe r d ’aq ue stm use u, a al guna al tra l ocal itat, com

Te rue l , on e s van portar e l s b onics

re h ab il itar

l ’e d ifici

val uós

pe r

q ue al

Vice nta Fe rrand o

de

arte sanal . En aq ue sta fàb rica e s fe re n

fa uns

tan

ce ràm ica,

e lSr. i

va proposar

taul el l s d ’arista i e l s pl ats q ue h i h a d e d icar e lse u e spai a una Escol a-tal l er incrustats e n l a se ua Escal inata i e n l a d e tre b al l s pràctics re l acionats am b l a

de tall de l portal

se ua Torre . A l a ciutat d e Val ència prod ucció ce ràm ica. d e staq ue n

l es

ornam e ntacions

A q ue st proje cte , pe rò, no s’h a arrib at a

ce ràm iq ue s e n form a d e taronge s, fl ors i

re al itz ar, e ntre al tre s raons pe rq uè e l

e scuts fab ricad e s e n “La Ce ram o” d e

M iniste ri d e Cul tura no h a pogut fe r una

M ILLENIUM 36 - Pàg.10

En la cornis a h i h a la m ate ixa incripció q ue a l'e ntrada de les m e s q uite s i e n la franja de baix l'e s cutde la ciutatde Valencia.


CINE PRO FES S O R LA Z H A R

BLA NCA NIEVES Y LA LEY END A D EL CA Z A D O R La pe l ·l ícul a

UN LLO C O N Q UED A R- S E

h a e stat cre ad a pe r

Bach ir Laz h ar, d e

55 anys, és

un

Ch e ye nne

"Unive rsal " (EE.UU.). El s pe rsonatge s

im m igrant al ge rià

contractat pe r

és

una e stre l l a d e l rock ,

a

d ´apare nça gòtica i e strafol ària i passat

principal s de l a pe l ·l ícul a són R ove nna, sub stituir una profe ssora d e Prim ària

d e m od a. A ra e stà avorrit i porta una

inte rpre tad a pe r Ch arl iz e Th e ron, q ue és

vid a se nse

q ue h a m ort e n tràgiq ue s circum stàncie s

al •l icie nts

pe r

l a se va

l a m ad rastra d e Bl ancane us i l 'única (e s va suïcid ar a l 'aul a).M e ntre l a cl asse

jub il ació, a Irl and a.R e p l a notícia q ue e l

cosa q ue volés se r re ina.K riste n Ste w art trave ssa un l l arg procés d 'acce ptació,

se u pare e stà a punt d e m orir-se i e ncara

(Bl anca Ne us) és fil l a d e lre i i l a xica m és

q ue no té m assa re l ació am b e l l , viatja a

ningú és conscie nt d e l a d ol orosa vid a

be l l a d e lre gne . R ove nna e s casa am b e l ante rior

de

Bach ir, ni

q ue

pod e n

Nova York pe r visitar-l o. Pe rò arrib a

re i i l a nit d e noce s e l l a e lm ata.Tanca a d e portar-l o e n q ual se volm om e nt.

m assa tard . D e sprés s´e nte ra q ue e lse u

Bl ancane us q uan e ra m ol t jove e n l a part Elgrup d 'ad ol e sce nts d e M ontre ale stan

pare te nia una ob se ssió pe r trob ar un

m e s al ta d e lcaste l l

crim inal naz i, A l oise Lauge , e l q ual

ob se ssionats pe lm iste ri d e l a profe ssora

Bl ancane us s'e scapa i s'al l unya cap al q ue e s va suïcid ar a l 'aul a.Elcarism a i l a

h um il ià

e l se u

pare

a A usch w itz .

b osc fosc, on cau a causa d e l a toxina form a m ol t particul ar d 'e nse nyar d e l Ch e ye nne com e nça a fe r un viatge pe r d ’un b ol e t.A l l í cone ix e lcaçad or (Ch ris

profe ssor Laz h ar re sul taran fonam e ntal s tot e lpaís pe r trob ar-l o. Q uan e ltrob a

H e m sw orth ) ,e lq ualob e int a l a re ina l a pe r a traure e nd avant e lcurs i canviar l a

s´ad ona q ue e lq ue A l oise h avia fe t al

b usca pe r a caçar-l a. Pe rò s'e nam ora vid a d e l s se us jove s al um ne s.

se u pare no e ra tan gre u com pe r a

d ’e l l a i d e cid ix ajud ar-l a.Es re unixe n e n

m atar-l o.

R e com ane aq ue sta pe l .l icul a pe rq uè té

e lb osc am b e l s se t nans (q ue són vuit, e l un argum e nt inte re ssant, ja q ue m ostra

A q ue sta pe l •l ícul a e n pare ix inte re ssant

q ue passa és q ue un m or) i re cl ute n un

l a m ane ra e n q uè e lprofe ssor e nse nya

sob re tot pe l se u argum e nt, ja q ue fa

e xèrcit on Bl ancane us, e l caçad or i

al s se us al um ne s.

re fe rència a al guns

W il l iam un am ic d e l a infància d 'e sta Són une s cl asse s m ol t d id àctiq ue s e n l es

fe ts

h istòrics

i

l am e ntab l e s q ue van ocórre r d urant l a

l l uite n contra R ove nna. D e sprés d 'una q ual s usa re cursos àud iovisual s com e l se gona gue rra m und iali q ue no s´h an gran

gue rra,

i

b ruixa,Bl ancane us

de

d e rrotar

l a pow e r point...

aconse guix e l se u

l e gítim re gne .

A m és, e lprofe ssor s'im pl ica m ol te n l es

e nse nyam e nt m orale n l a m e sura q ue

cl asse s pe r aproxim ar-se al s al um ne s i

h em

m ostra l a se ua partm és h um ana.

d e ixar

H e m d e re conéixe r q ue e ns va agrad ar, pe rq uè h i

h a uns

e fe cte s

e spe cial s

incre ïb l e s i e sce ne s inte re ssants. Pe r tota e sta tram a, pe r l ’original itat re spe cte

a l es

Bl ancane us

i

al tre s

pe l ·l ícul es

pe l s e fe cte s

d e tornar a re pe tir. A m és pe rq uè té un d ´ob l id ar l e s ve l l e s rancúnie s i q ue

l a vid a continue

am b

norm al itat.

Lore na Cuél l ar Ve rd e ti Paul a R om e ro Es crib ano 1º Batxil l e rat-M ixt Ll e ngua i Im atge

A na Se rrano i Cris tina Is ab al 1ºBatxil l e rat-M ixt Ll e ngua i Im atge

de

e spe cial s

re com ane m vore e sta pe l ·l ícul a.

Jul ián Pard o 1ºBH CS Ll e ngua i Im atge

M ILLENIUM 36 - Pàg.11


N O STRAAGEN TTURAL AGEND CUL Paco Roca: e lM e ssi de los te b e os. Elantiguo m onaste rio d e San M igue ld e

En

l a

e spe ctacul ar

igl e sia

del

m onaste rio, se ce l e b ró l a parte ce ntrald e

La carre ra d e Paco R oca com o l os R e ye s, actual se d e ce ntral d e l a l a sal id a: e le ncue ntro con Paco R oca, e l h istorie tista com e nz ó e n l os ´9 0. Paco, Bib l iote ca d e Val e ncia, acogió e lpasad o cuálre spond ió con gracia y sim patía a e m pe z ó a pub l icar tiras e róticas e n l a 2 d e m arz o – D ía d e ll ib ro juve nil _ , una tod as nue stras pre guntas. re vista “K iss” e n l a q ue fue re conocid o y activid ad cul tural prom ovid a por l a La ob ra m ás fam osa d e e ste h istorie tista e m pe z ó a trab ajar e n l a il ustración Ge ne ral itat Val e nciana con e l fin d e val e nciano fue l a nove l a gráfica prom ove r l a l e ctura e ntre l os jóve ne s. “A rrugas”. En e l l a, e l autor trata l a Los al um nos d e 1º Bach il l e rato H CS y

situación social d e l as pe rsonas q ue grupo d e l 1º Bach il l e rato M X, sufre n l a e nfe rm e d ad d e l A l z h e im e r. acud ie ron ale ncue ntro con e lpopul ar Pe se a q ue e n un principio d e d ica e sta un

h istorie tista Paco R oca. Carol ina O te ro, ob ra a sus pad re s, para cre ar su h istoria organiz ad ora d e l a sal id a, junto con se inspiró e n Em il io, e l pad re d e su Encarna

Saura

acom pañaron

y

M anue l Bal ague r

am ab l e m e nte

a

l os

al um nos e n e sta activid ad .

am igo, alq ue vio cae r e n e sta te rrib l e e nfe rm e d ad . A lre d actar e lguión d e l o q ue

se ría su futura nove l a gráfica,

conce d ió

m e d io año a l a fase

de

inve stigación:

visitó

num e rosas

pub l icitaria com o a pub l icar tiras d e

re sid e ncias

ancianos,

en

cuyos

tod o tipo e n l a pre stigiosa re vista “El

h ab itante s se inspiró para cre ar a l os

Víve ra” y e n e ld iario “Las Provincias”.

pe rsonaje s d e su gran ob ra, pub l icad a e n

La vasta b ib l iografía d e Paco, cue nta con

2007 d e spués d e casi un año y m e d io d e

d e ce nas d e nove l as gráficas y cóm ics e n

trab ajo pre vio.

l a q ue m e d iante e ld ib ujo y e ld iál ogo

de

h ace Paco R oca puso m uch as e spe ranz as e n

l l e gar al l e ctor im pre sionante s

h istorias. Es por e l l o q ue , alm arge n d e

e sta ob ra, pe ro no pud o im aginar q ue

“A rrugas,” al autor l e gustaría d ar se ría d e tan gran transce nd e ncia, q ue ya trasce nd e ncia a sus otras ob ras, pe ro e n e l 2008 fue gal ard onad o por e l e ntie nd e q ue “A rrugas” cum pl e un gran Pre m io

Nacional d e Cóm ic. La pape l : arrasa e lconocim ie nto sociala l a prod uctora “Pe rro Ve rd e Fil m s” l l e vó a cal id ad d e vid a d e l as pe rsonas l a pantal l a l a ad aptación d e “A rrugas”, m ayore s. e n una pe l ícul a d e 9 0 m inutos y con un pre supue sto d e 2,5 m il l one s d e e uros y

nos e s fácilsi te ne m os e n cue nta q ue h ay

El M onaste rio d e San M igue l d e l os R e ye s

–

ob ra

q ue se r cre ativo para pre se ntar al go

d e l R e nacim ie nto

val e nciano, fue l e vantad o, e n e ls. XVI sob re l os cim ie ntos d e otro m ás antiguo

l as sal as d e lm onaste rio. O cupad o h asta m anos

Paco

es

vacacione s

m aravil l oso

conve rtid o e n una cárce l . En 19 66, e l

al l e ctor. En un

h istorie tista

m und o

de

Pascua,

de

l as

el

nove l as

gráficas e ncarnad o e n l as ob ras d e Paco

e d ifico pasó a se r propie d ad m unicipal

R oca: “e lM e ssi d e l os te b e os”. e stre nad a e l pasad o m e s

de

e ne ro.

l a pe rl a de l as b ib l iote cas val e ncianas, “A rrugas”, l a pe l ícul a, ganó ipso facto pe rfe ctam e nte re construid a. d os pre m ios Goya y e lre conocim ie nto a Paco R oca al canz ó e lnive linte rnacional .

M ILLENIUM 36 - Pàg.12

d e finitiva,

e stas

e statal es

sirvie nd o d e col e gio, pasó a se r e n 19 9 5

guste

A nim am os d e sd e aq uí, a d e scub rir, e n

principios d e ls.XIX por l a ord e n d e San a

q ue

se l e cción natural ”.

Cal ab ria, cuyos re stos re posan e n una d e

pasó

inte re sante

vocacionald e lq ue d ice n “e l e gid o por

d e ls. XIV, a iniciativa d e l os d uq ue s d e

Je rónim o,

Paco R oca vive d e l a cul tura, al go q ue

A nd riy Yak ub uv 1º BH CS


L'IES A EURO PA CO M ENIUS th e

In our opinion, it w as a gre at

from first of Bach il l e rato and 4th of ESO

Sl ovak ian and th e H ungarian te am cam e

e xpe rie nce th at ope ne d our m ind s to

w e nt to Sl ovaq uia to participate in a

to Val e ncia in th e l ast part of our

d iffe re nt cul ture s and m ad e us k now

Exch ange insid e th e program Com e nius

e xch ange . Th e y staye d at our h ouse s

d iffe re nt countrie s and th is trave land

w h ich

e w il lal w ays h ave a pl ace in and d uring th e d ay th e m ad e d iffe re nt th is pe opl

Tw o m onth s ago, 17 stud e nts

h as b e e n d e ve l ope d

b e tw e e n

Som e

w eek s

l ate r,

sch ool s from Pol and , H ungary, Cz e ch

visits l ik e th e ce ntre of th e O l d City, l a our h e arts!

R e pub l ic, Sl ovak ia and Spain. Th e aim s

Ciud ad d e l as A rte s y l as Cie ncias,

of th is inte re urope an program are to

l ’A l b ufe ra and w e spe nt m any d ays at

k now th e d iffe re nt Europe an cul ture s

th e b e ach w ith th e m . Lik e us, th e y h ad

and h e l p d e ve l oping an active Europe an

to ge t use d to our w ay of l ife w h ich w as

citiz e nsh ip. O ur proje ct, cal l e d Storie s

al ittl e d iffe re nt from th e irs: e ating l ate r,

w as focuse d on l ook ing for th e trace s of going to b e d l ate , and of course tasting re naissance in th e cul ture s of th e se four

our m ost typicalfood : pae l l a and tortil l a

countrie s now ad ays.

d e patatas .W e h ad a good b ye party in

Se rgio Pe ral ta M arta R ive ro Al b a M iñano

our sch oolw ith th e pe rform ance of a A fte r Easte r, w e starte d our Europe an

ad ve nture

in

th e

Sl ovak

country, m ak ing ne w frie nd s, m e e ting

pe rcussion

group

w ith

som e

participants in th e proje ct.Th e ne xt d ay th e y w e ntb ack to Sl ovak ia…

pe opl e and l iving in th e Sl ovak w ay of l ife (w h ich

m e ant w ak ing up re al l y

e arl y, facing th e col d , e ating th e typical food , l iste ning to th e l anguage and trying to com m unicate ).W e staye d w ith partne rs a l ittl e b it younge r th an us and w ith th e ir fam il ie s. Som e of us w e re in th e ce ntre of Bratisl ava w h il e th e oth e rs l ive d in th e countrysid e . A l ong th e w e e k , w e m ad e a gre at am ount of activitie s in se arch of th e re naissance , l ik e visiting castl e s, d oing trad itional Sl ovak ian w ork sh ops, w e visite d al lth e Bratisl ava m onum e nts and w e assiste d to som e cl asse s at sch ool , w e e ve n pl ante d a tre e on th e Earth ’s D ay!! W ith out d oub ts. Th e m ost funny visit w as th e w al k th rough a m ine w ith a d runk guid e , re al l y scary as w e l l .

M ILLENIUM 36 - Pàg.13


NO STRA GENT JUBILA CIO NES Éste , com o casi tod os l os años, e s e l Tam b ién

se

jub il a

úl tim o para al gún profe sor.Es e lcaso d e

PSICO PED A GO GO

M aría

Je sús

Fontano,

profe sora

de

e ste

curso

e l trab ajad o e n un ce ntro d e “gitanos”

D EL IES, Xim o. com o d ire ctor, e n e lce ntro San A ntonio

Estuvo e n PT d urante 8 años y otros 8

d e Be nage b e r, y och o años e n un ce ntro

q uím ica e n nue stro instituto.

años sie nd o profe sor e n l a Unive rsid ad

d e Ed ucación Espe cial .

M aría Je sús e s una d e l as profe soras m ás

d e Val ència (Te oría e d ucativa):

¿Te sie nte s orgul l oso d e tu l ab or?

q ue rid as e ntre sus al um nos, no sól o por

-

¡Supe r orgul l oso!

su cal id ad com o profe sora, sino tam b ién

pe d al ol ogia

por su sim patía. Estam os se guros d e q ue

-

ningún al um no suyo se h a q ue d ad o

Unive rsid ad

ind ife re nte d e spués d e h ab e r te nid o cl ase

psicope d agogía

Es

Lice nciad o y D octor e n

¿Te l l e vas un b ue n re cue rd o?

Profe sor

+ +

Pe d agogía

+

Si, tanto d e profe sore s y com pañe ros,

M áste r

en

pe ro sob re tod o d e al um nos y pad re s.

profe sor

de

¿Q ué aspe ctos d e tu carácte r re sal tarías

+

con e l l a. Le gustab a e xpl icar l as cosas al D octorad o d e tal l e y acl arand o tod as

l as

d ud as

-

para se r orie ntad or?

Trab ajó e n Bach il l e r, FP, ESO , H ay q ue se r constante , trab ajad or y

posib l e s, q ue d ánd ose h oras e xtra si e ra

PT y e d ucación infantil .

sob re tod o m uy re sponsab l e . Un b ue n

ne ce sario,l o d ab a tod o por sus al um nos y

-

A se sor profe sorad o

carácte r, una b ue na re l ación y e m patía

nosotros

e te rnam e nte

-

O rie ntación

agrad e cid os por e l l o. Para nosotros su

l e

e stare m os

-

Estuvo

cl ase se pasab a vol and o e ntre prob l e m as

Torre nte ,

d e te rm od inám ica y cue stione s d e ácid o-

R ib arroja y e n e l IES Be nical ap d e

b ase . A h ora q ue

con l a ge nte q ue te ne ce sita tam b ién

d and o

Vil l ar

del

cl ase

en

ayud an.

A rz ob ispo, ¿H ay al gún m om e nto d e tu carre ra e n

nos e nfre ntam os al Val ència..

e lq ue te h ayas se ntid o agob iad o? Si, sol o una ve z , un caso pre ocupante

e xam e n d e se l e ctivid ad e stam os se guros

-

d e q ue gracias a e l l a conse guire m os una

re sponsab l e y sab e r e scuch ar a l os

situacione s a nive l d e m is al um nos,

b ue na nota e n Q uím ica q ue nos ace rq ue a

d e m ás.

prob l e m as e n l os q ue ne ce sitan m i

nue stro ob je tivo. Su com prom iso no se

-

Su

trab ajo consiste

en

se r con

un

al um no.

Me

pre ocupan

Se sie nte orgul l oso d e su vid a ayud a.

l im ita a sus al um nos, sino tam b ién al profe sional , e ch ará

de

m e nos

e l ¿Q ué se sie nte all l e gar alfinald e tu

m e d io am b ie nte pre firie nd o d e spl az arse

contacto con l a ge nte .

carre ra profe sional ?

e n su b icicl e ta q ue e n coch e . M aría Je sús

-

Te al e gras, b ue no, l l e ga e l final , te

tam b ién se ocupab a d e l a asignatura d e

ayud ar e n al guna O NG.

l ab oratorio, e n l a q ue ve íam os l as e tapas

-

d e l m étod o cie ntífico apl icad as a unos

se rá e l30 d e Se ptie m b re .

e ntre te nid os e xpe rim e ntos. H ab l am os e n

¿Te h a gustad o tu carre ra profe sional ?

nom b re d e tod os q ue e spe ram os q ue e ste

M uch o, m uch o, m uch ísim o. Lo m e jor Xim o se jub il a, pe ro nos d e ja a tod os un

año h aya sid o tan e spe cialpara e l l a com o

q ue h e h e ch o h a sid o se r orie ntad or, b ue n re cue rd o d e su pe rsona, d e su

para nosotros. M uch as gracias por tod o,

q ue l o soy d e sd e 19 9 4. Tam b ién h e

D e spués d e jub il arse , q uie re

sie nte s satisfe ch o y orgul l oso d e tu

Su ul tim o d ía e n e linstituto l ab or, con

sal ud

y

con

ganas

de

trab ajar, pe ro con nostal gia.

trab ajo y d e tod o l o q ue h a h e ch o por

d e se am os q ue te vaya b ie n e n aq ue l l o q ue d e cid as h ace r.

M ª Je s ús Fontano

M ILLENIUM 36 - Pàg.14

Xim o Es te ve


NO STRA GENT El pasad o m e s d e

jub il ó

Em il io e s, e ntre otras m uch as cosas, una

jub il ación

nue stro e ntrañab l e com pañe ro, profe sor

pe rsona com prom e tid a. Su com prom iso

re cue rd o com o un

y am igo Em il io Tad e o. Se nos h a h e ch o

socialh a sid o una d e l as e nse ñanz as m ás

goz oso, acom pañad o d e e sa m úsica d e

m uy

im portante s

sus

M oz art q ue tan b ie n supo pl asm ar l os

al um nos a l ol argo d e tod os e stos años.

d ife re nte s e stad os d e ánim o d e l se r

d ifícil d e sd e

m arz o se

e ntonce s

se guir

nue stra tare a d iaria e n e lCe ntro sin su

d ifund id as

e ntre

com pañía y ayud a.Pe ro no e s m om e nto

q ue d ara m ás

en

nue stro

canto al e gre

y

h um ano.

d e pone rnos m e l ancól icos. M ás b ie n al Em il io h a sid o y sigue sie nd o un b ue n contrario y com o se ind ica e n e ltítul o,

m ae stro, no sól o para sus al um nos sino

no se pre te nd e otra cosa q ue re cord arl o

tam b ién para l os q ue h e m os sid o sus

Exsul tate , jub il ate ,

d e sd e l a al e gría y e l goz o q ue d e b e

com pañe ros. Sus e nse ñanz as nos h an

vos anim ae b e atae ,

com portar l a jub il ación.

id o ab rie nd o e l h oriz onte y nos h an

d ul cia cantica cane nd o:

pe rm itid o se guir apre nd ie nd o cad a d ía,

cantui ve stro re spond e nd o

La pal ab ra jub il ación, tie ne un orige n h e b re o y otro l atino. En e lprim e r caso tie ne su orige n e n l al e y d e M oisés, q ue e stab l e ció q ue d e spués d e 49 años (sie te ve ce s sie te ) d e se rvid um b re , e n aq ue l l as pe rsonas q ue trab ajaran para otros por d e ud as,

ve nía

un

año

jub il ar,

el

q uincuagésim o, e n e lq ue d e scansab an e incl uso re cupe rab an sus propie d ad e s. De

e ste

m od o, ni l a m ás

e xtre m a

pob re z a pod ía al te rar d e finitivam e nte l a e q uitativa d istrib ución iniciald e l a tie rra e ntre tod as l as fam il ias. Se asociab a,

Em il io Tad e o

pue s, l a jub il ación a l a situación d e no trab ajar. A nce stral id e a

ésta,

m ás

e s d e cir nos h an pe rm itid o cre ce r com o

psal l antae th e ra cum m e .

inte re sante sin d ud a q ue l a q ue proce d ía

se re s

am pl ios

R e gocijaos, al e graos,

de l a vie ja pal ab ra caste l l ana d e “re tiro”

conocim ie ntos

cam pos

oh vosotras, al m as b ie nave nturad as,

h um anos.

Sus

e n tod os

l os

para d e nom inar l a m ism a situación. re l acionad os con l as arte s y l a cul tura

cantand o d ul ce s cánticos.

Te ne m os así l a prim e ra id e a im portante

nos

m uch as

En re spue sta a vue stros cantos,

de

ocasione s aspe ctos q ue d e sconocíam os

¡q ue cante n conm igo l os cie l os!

e ste

nue vo e stad o: e l d e scanso

h an

d e scub ie rto

en

m e re cid o y una e spe cie d e re stitución

de

d e lh om b re a sus oríge ne s, al e jad o d e

e nse ñanz a re cib id a m ás pre ciad a e s l a

tod o e lpe so q ue h ub ie ran id o cargand o

ab ras e m pie z a e lfam oso re l acionad a con l os val ore s d e lh om b re . Con e stas pal

al ol argo d e su vid a profe sional .

Se pod ría d e cir d e Em il io q ue e s un

m ote te d e M oz art q ue d a titul o a e sta

h um anista d e lsigl o XXI.

re se ña y cuya al e gre m úsica q ue d ará

En

e l se gund o caso, provie ne

nosotros

m ism os.

Porq ue

l a

del

re sonand o e n nue stro inte rior e n e sta

térm ino l atino jub il atio, q ue significa

No pod e m os d e jar d e re se ñar tam b ién

d e spe d id a. Q ue re m os d arte l as gracias,

júb il o, canto al e gre goz o, al e gría, e tc…

su am ab il id ad con tod os l os q ue h e m os

Em il io, por tu d e d icación y e ntusiasm o

com partid o e stos años con él . D ad a su

y por tu e xq uisita se nsib il id ad y al

Em il io h a d e m ostrad o e n l os m uch os

d isponib il id ad

años q ue h a e stad o e n e l instituto,

citad os, su tal ante

prácticam e nte d e sd e e lprincipio, q ue h a

contrib uían d e m ane ra d e cisiva a l l e var

sid o una pe rsona con l a q ue pod íam os

a cab o con

al e gría nue stras

contar

cotid ianas,

e spe cial m e nte

incond icional m e nte .

H a

y

com prom iso

ante s

m ism o

y actitud

d iaria

contigo l a al e gría d e

en

l os

m om e ntos m ás d e sagrad ab l e s.H a sid o y

l e h an sol icitad o y

e s una pe rsona m uy d ial ogante con l a

h a contrib uid o

al ase ntam ie nto

q ue re m os tu

com partir m e re cid o

d e scanso.

tare as

col ab orad o sie m pre e n cuantas tare as se d e cisivam e nte

tie m po

de

q ue pod ías y pue d e s contar e n tod o

nue stro ce ntro e n e l b arrio. Porq ue

m om e nto. Por e so q uisiéram os q ue su

M uch ísim as gracias por tod o. Tie ne s sie m pre nue stro cariño y afe cto.

Jos é A ntonio Cano. IES Be nical ap, junio d e 2012.

M ILLENIUM 36 - Pàg.15


AUTO M O CIÓN VIS ITA D E G TA M O TO R A LIES BENICA LA P El d ía 26 y 27 d e l pasad o m arz o se

Sal ce d o d e Grupo 10 pe ritacione s, q ue

de l as nue vas te nd e ncias e n e lm und o

ce l e b raron

en

e l IES Be nical ap

nos d io una ch arl a al e ccionad ora sob re

d e lcar-aud io, se guid as con gran inte rés

Val e ncia

l as

1º

Jornad as

de

Técnicas

l a pe ritación

de

sinie stros. A l fre d o por parte d e l os asiste nte s.

organiz ad as por e l D e partam e nto d e

Fue rte s, A se sor d e lCe fire d e FP, nos

A utom oción d e lm ism o Instituto. D e sd e

pre se nto a José M anue lLuna Vice nte , D om ingo

aq uí q uisie ra agrad e ce r since ram e nte a

d ire ctor

tod os,

m arxad e l l a, q ue

pone nte s,

participante s,

organiz ad ore s su

y

col ab oración

del

e q uipo nos

e col ógico-

h ab l o de

l os

com pe tición d e Sh e l le co-m arth on.

La inauguración d e l e ve nto corrió a

El d ía 27

cargo d e l d ire ctor d e l instituto, Jose p

Técnico d e l a R e alFe d e ración Español a

Iz q uie rd o,

Je fe

O ch oa,

ge re nte

de

GTA

m otor, q ue nos sorpre nd ió a tod os con e l Spano,

ve h ícul o

e xcl usivo

de

d istintos proye ctos pre se ntad os e n l a fab ricación y te cnol ogía e spañol a, e l

d e sinte re sad a.

Be l d a. A l fre d o

Elcie rre y col ofón finalcorrió a cargo d e

del de

cual pud im os

ob se rvar e n

prim e ra

Ce sar García, com isario pe rsona.

Javie r Vid al Je fe d e e s tud ios d e cicl os

A utom ovil ism o, ab rió l a jornad a

D e partam e nto d e A utom oción d io paso

pre se ntánd onos a Luis M igue lA l b iñana,

alprim e r pone nte d e l a jornad a, Jaim e

Ge re nte d e EM SSI W EB, q ue nos h ab l ó

JO RNA D A S LA BO RA LES EN ELIES BENICA LA P H ace un par d e se m anas tuvie ron l ugar

pod e r

unas

e pl ante am os. A l gunos d e inte re sante ch arl a concl uim os e lprim e r d ud as q ue l

ch arl as

sob re

sal id as

l ab oral es

cre ar

e l coch e . Con

as e sta re spe cto a otros y conte stó tod as l

conocid as com o "Jornad as Be nical ap".

d ía.

Com e nz aron e ll une s por l a m añana con

ace r d e visitar l as instal acione s d e l a La pre se ntación d e l a se gund a jornad a e lpl

l os al um nos y profe sore s l ue go tuvim os

l a visita d e un pe rito q ue nos contó e l corrió a cargo d e un je fe inspe ctor e n e l e m pre sa

GTA -M otors,

d ond e

nos

d ía a d ía d e su jornad a l ab oral . R e sul tó

as m und o d e l a com pe tición, tanto e n e l e nse ñó e l proce so d e fab ricación, l

se r una ch arl a m uy inte re sante pue sto

cam po d e ral l ye s com o d e l a F1. El innovacione s aportad as y e lm ane jo d e

q ue nos com e ntó cóm o e stab a e lte m a

prim e r pone nte d e l a jornad a fue uno d e

l a fib ra d e carb ono con l a q ue e stá

para pod e r e je rce r d e pe rito. D e spués

l os m e jore s instal ad ore s d e car aud io d e

fab ricad o una parte

d e lal m ue rz o vinie ron unos profe sore s

España, nos com e ntó m uch os tipos d e

ch asis d e lcoch e .

d e l instituto M arxad e l l a),

de y

Torre nt (IES nos

e xpl icaron

l a instal acione s y un poco d e te oría sob re y

Com o

concl usión,

im portante

del

d e stacaré

l o

as jornad as, car aud io. D e spués d e l patio, para l a inte re sante q ue e stuvie ron l

e nse ñaron un proye cto d e sarrol l ad o por

se gund a

l os al um nos y profe sore s d e l m ism o

o no e stá tan l im itad a nue stra sal id a d e portivo d e l a m arca GTA , un Spano. cicl

instituto: un coch e d e b ajo consum o. Nos Tam b ién

nos

h ab l aron

sob re

parte ,

e nse ñaron

iz ar e l supe r ya q ue nos e nse ñaron q ue alfinal

un

e l coch e

y

nos

profe sional , sino q ue

nue stro futuro

l a com e ntaron q ue h ab ía sid o fab ricad o l ab orale s m uch o m ás am pl io.

com pe tición e n l a q ue participaron con

prácticam e nte

e l ve h ícul o y tod o e l d e sarrol l o para

innovad ora

M ILLENUM 36 - Pàg.16

traje ron

a m ano, l a te cnol ogía q ue

l l e vab a

e l coch e

Joe lM ari 1ºGSA autom oción


AUTO M O CIÓN H ID RO G ENO ELCO M BUS TIBLE D ELFUTURO La pasad a se m ana d e l28 d e M ayo se

Se e stim a q ue e n ace l e ración se ria sob re

pre se ntaron l os proye ctos d e final d e

un 20 por cie nto m as rápid o, contam ina

cicl o d e autom oción.

un 20 por cie nto m e nos y gasta sob re un

Se

pre se ntaron

d os

proye ctos

e spe cial e s. El protagonista d e

20 por cie nto m e nos.

e stos

proye ctos e s e l gas h id roge no.

El

Eld e se m b ol so e conóm ico ne ce sario no

com b ustib l e d e lnue vo sigl o 21 se ra e l

e s ningún q ue b ranto. El pe riod o d e

h id roge no.

am ortiz ación se e stim a sob re d os años circul and o sob re 10.000 k il óm e tros.

D e sd e l os inicios d e nue stra e xiste ncia e l h om b re

e m pe z ó

q ue m and o

d e spués

carb ón,

h oy

m ad e ra h id róxid o

q ue m am os

en

un

guie n q uie re ve r e lcoch e se pue d e El Si al

autom óvil .

autom óvile s un BM W 330 xd .A ño 2003. m ostrar e lpróxim o d ía 20 d e Junio.

pe tról e o y m añana se rá h id roge no.

Pote ncia 204 cab al l os.

Sab e m os q ue e lh id roge no e s e lgas m as

l ad o su prototipo , El ge ne rad or se h a ad q uirid o d e una construid o y d e sarrol

En cam b io e lq ue d e sarrol l o D Gine s fue l ige ro y vol átild e tod os l os e l e m e ntos, e m pre sa q ue se d e d ica a l a ve nta d e sab e m os q ue un 70 u 80 por cie nto d e l ge ne rad ore s. unive rso e s h id roge no y q ue incl uso nue stro cue rpo tam b ién se com pone d e

Es

h id roge no.

construid o por D on Joaq uin.

Una d e l as virtud e s d e lh id roge no e s

Elge ne rad or fab rica gas h id róxid o “a

un

ge ne rad or q ue

q ue se pue d e util iz ar com o com b ustib l e . d e m and a”. Se

no h a sid o

fab rica e l gas

y

se

Es ab und ante , e s e col ógico y e s fácild e

consum e e n e lm otor. No se al m ace na sie nd o m ontad o e n su propio scoote r.

ob te ne r.

gas e n ningún d e posito. Las prue b as tam b ién fue ron favorab l e s,

Los d os

proye ctos

d e sarrol l an

l a

h id roge no

com o

de

util iz ación

h id roge no Se h an re al iz ad o una se rie d e prue b as

notánd ose

de

de l os gase s contam inante s

gas

com b ustib l e.

con e lge ne rad or m ontad o y sin m ontar

un d e sce nso d e lconsum o y

El y nos aportan l os siguie nte s re sul tad os:

com b ustib l e se optie ne a partir d e agua. En

prue b a

de

ace l e ración

con

el

La e l e ctrol isis d e lagua d isocia sus d os

ge ne rad or m ontad o e lcoch e e s un 7 por

únicos com pone nte s, l as d os m ol écul as

cie nto m as rápid o.

de

h id roge no, d ih id roge no y l a de

oxige no. Esto ge ne ra un gas q ue se

En l a prue b a d e contam inación con e l

d e nom ina gas m arron, gas h id róxid o.

ge ne rad or m ontad o e lcoch e e xpul sa un 7,8

por

cie nto

m e nos

de

gase s

contam inante s. A l a vista d e l os re sul tad os se d e d uce q ue con e lge ne rad or m ontad o e lcoch e gasta m e nos, contam ina m e nos y ace l e ra m as. Uno d e l os proye ctos l o d e sarrol l o D on Joaq uin

Luch a

Cam ino

y

H ay q ue d e cir q ue e lge ne rad or q ue se

e l otro h a m ontad o e s pe q ue ño para e ltam año

proye cto D on Gine s Pe re z Fuste r. El d e l m otor. Si se m onta e l ge ne rad or proye cto d e D on Joaq uin consiste e n e l ad e cuad o l os re sul tad os se rian m ayore s. m ontage

de

un

ge ne rad or

de

gas

M ILLENUM 36 - Pàg.17


VID EO JUEGO S LA S A G A "A S S A S S INS CREED " De l a m à de l a gran prod uctora d e

Pe r al tra part, com

és e spe rab l e en

vid e ojocs “Ub isoft” e ns arrib a una d e l es

aq ue st àm b it d e l ’àud iovisual , aq ue sta

sague s m és e nriq uid e s e n l e s úl tim e s

úl tim a caracte rística

innovacions gràfiq ue s, tècniq ue s i d e

viol ència i d e val ors m oral s pe rniciosos-

jugab il itat pe r a l e s pl ataform e s d e Sony

és pre cisam e nt l a q ue fa q ue aq ue st

i d e M icrosoft.

vid e ojoc re sul te tan inte re ssant i tan

-e lcontinge nt d e

No ob stant, l a saga A ssassin’s cre e d

e xcitantpe r alse u púb l ic h ab itual .

d e ixa un

Cal re m arcar

poc al m arge

l es

se ue s

tam b é

q ue

l a

se ua

m od e rnitats te cnol ògiq ue s i conve rtix e l se u contingut m ul ticul turale n un d e l s se us

punts

m és

forts.

A pe sar q ue , l ’e ix ce ntralés puram e nt fictici i e l s pe rsontge s prim ord ial s són una cre ació d e l s se us re al itz ad ors, l a prod ucció

com pta

am b

uns

al tre s

aspe cte s inte re ssants i re l l l e vants, com és

l a

incre íb l e

aparició

de

grans

pe rsonatge s h istòrics, e ntre e l s q ual s d e staq ue n Le onard o D a Vinci o Nicol as d e M aq uiave l o. Es tracta, d oncs, d ’un vid e ojoc fid e la l a H istòria, e n l a m e sura q ue re pre se nta e lconte xt sòciocul tural prod ucció h a sigut cre ad a pe r un grup d e profe ssional s am b cre e nce s cul tural s m ol t d ive rse s i, això fa q ue aq ue st vid e ojoc siga un e xe m pl ar e ncara m és ric i com pl e t. En concl usió, tant si e re s un fanàtic d e l s vid e ojocs d ’acció i d e viol ència, com si e re s un gran ad m irad or d e l a H istòria re naixe ntista, no e t pots pe rd re aq ue sta m e rave l l osa prod ucció

d ’una d e l es

m il l ors

actual s

com panyie s

pl ataform e s l úd iq ue s. d e l R e naixe m e nt, tal com

e l pod e m

conèixe r a partir d e l s nostre s l l ib re s.A cí e s m ostra l a socie tat i e l s costum s d e l a Itàl ia d e l se gl e XXI im pre ssionant al guns

e d ificis

d ’una m ane ra

i, incl ús h i apare ixe n singul ars

d ’aq ue st

conte xt, com són e lVaticà i e lCol ise u d e R om a. A ra b é, tota aq ue sta riq ue sa cul turalq ue pre se nta aq ue sta saga d e vid e ojocs va acom panyad a d ’une s e norm e s d osis d e viol ència

i

de

val ors

m oral s m ol t

ne gatius pe r alpúb l ic q ue e l s consum ix.

M ILLENUM 36 - Pàg.18

en


RACO RACÓ L LITERARI ITERARI PO EM A S PR EM IA D O S EN ELCO NCUR SO D E PO ESÍA A M O R O SA CO NVO CA D O PO R ELSIND ICA TO D E ESTUD IA NTES "ELTIEM PO PA SA "

Cuand o te ve a

m ie ntras re ím os juntos.

¿No oye s e lcrujid o?

te ab raz aré

¿Q ué

Eltie m po pasa m uy d e prisa,

y nunca m ás

m ie ntras d orm im os juntos.

y nue stra carroz a d e cristal

te d e jaré e scapar.

¿Q ué

cre pita e stre pitosam e nte .

D anie lA d án Bue no, 4ESO B.

m ie ntras e stam os juntos.

es es

e l A m or? M e e l A m or? M e

pre guntas pre guntas

Escúch al a, ElA m or e s l a noch e y l al una, e ld ía y e l

¿no e s h e rm osa su m e l od ía? Pod e m os cae r e n cual q uie r m om e nto, pe ro aún te nd re m os d os pie s para sal ir corrie nd o.

"PO EM A ESCA TO LÓGICO A R TIR D E UNO FA M O SO D E BÉCQ UER "

Sol , Elm ar y l a tie rra, l al l uvia y e lcaracol . El A m or e s e l invie rno y e l frío, e l

Vol ve rán l os oscuros apre tone s

ve rano y e lcal or,

Pon ate nción,

e n tu vie ntre sus true nos a sonar,

El l ib ro y e l l e ctor, e l ch ocol ate y e l

e lvie nto nos q uie re d e rrib ar,

y otra ve z con e ll l am ar a sus sal id as

sab or.

e lte rre no e ntorpe ce r;

tus aire s sonarán. El A m or e s e l l ápiz y e l e scritor. e l

es l o q ue sue l e pasar una y otra ve z

Pe ro aq ue l l as q ue e lre gal ito l l e vab an

Ártico y e lh ie l o,

e n e sta vid a, pe ro...

a tu trase ro m i re tre te m anch ar,

La m anz ana y e lgusano, l os Ánge l es y

e scúch am e ,

aq ue l l os q ue am b ie ntab an nue stro b año

e lCie l o.

e scuch a l a Voz d e lVie nto,

¡ésos no vol ve rán!

ElA m or e s e lpe z y e lagua, l as caricias yl a pie l ,

no pasa nad a, sie m pre h ay una raz ón para sal ir corrie nd o.

Elpájaro y e lvie nto, l a ab e ja y l a m ie l .

Vol ve rán l as h e ce s b l and as d e tu pom pis l a puntita a asom ar,

Unid os,

y otra ve z a l a carga aún m ás gue rre ras

¿A ún no sab e s q ué e s e lA m or?ElA m or

¿por q ué no?,

tus b om b as cae rán.

som os tú y yo.

Al te r Ego (Francis co Pard o, 4ºB)

d e rrib are m os m ural l as y e scal are m os h asta e lcie l o.

Pe ro aq ue l l as tard e s d e atracone s

No pid o m uch o, sól o pod e r vol ar

cuyas arcad as m iráb am os b rotar

al l á, l e jos, si al guna ve z m i carroz a

y cae r com o vóm itos d e linfie rno…

M e gustas cuand o cal l as,

d e frágilcristalse h ace añicos y

¡e sas no vol ve rán!

y m i voz no te toca. M e d ice s q ue m e q uie re s,

pose e r, cóm o no, d os pie s, para pod e r juntos

Vol ve rán d e tu garganta a tu b oca

en l a d istancia… poca.

sal ir h uye nd o.

Los m onstruosos e ructos a sonar,

Em e rge s d e l as cosas,

Al b a Sanch is D ol z , 2º BH CS

Tu cara d e satisfacción e norm e

y sue l e s se r d istante ,

talve z se q ue d ará.

tú, única e ntre tod as, jam ás pod ré al canz arte .

"CUA ND O LLEG A ELA M O R"

A sí tus vie ntos, cacas y vóm itos

Contigo, pal ab ras b astan,

Elam or m e h a l l e gad o,

se re pe tirán con tu m al e star,

tan l l e nas d e te rnura,

cuand o te ve o sonrío

y

y no sé por q ué.

d e se ngáñate

yl os l l e vas a l a tum b a.

¡así no te re tratarán!

M e gustas ne gl ige nte ,

com o yo te

l o he

h e ch o ve r, e scond e s tus se cre tos,

N. R . M .M . C. H . 4º ESO A

Cuand o te ve o

se ve ra y re se srvad a, m e gustas casi tod o,

sue l o sonrojarm e , cuand o e stás ce rca d e m í

PO EM A A M O R O SO , A PA R TIR D E

m e d isgustas casi nad a.

m i coraz ón pal pita,

UNA R IM A D E BÉCQ UER

D e jad m e d e ciros q ue

y cuand o te vas

¿Q UÉ ES ELA M O R ?

e lam or no e s jue go d e uno.

no sé h ace r nad a sin ti,

¿Q ué

m e h ago patoso y m al

m ie ntras b ail am os juntos.

m e sal en l as cosas.

¿Q ué

es es

e l A m or? M e e l A m or? M e

pre guntas

D e jad m e d e ciros q ue , d os… e s m e jor q ue uno.

pre guntas

CGR (Cés ar García R am os , 4ºB)

M ILLENUM 36 - Pàg.19


CIENCIA

PASATIEM PO S

ELS IS TEM A PERIO D IC I ELS S EUS O RIG ENS El s nom s d e l s el e m e nts q uím ics te ne n

.H e l i (H e ) : e n h onor ald e u gre c d e lsol

un significati un orige n: vine i

H el ios.

d e scub rix-h o am b nosal tre s:

.Ttani (Ti): e l s prim e rs fil l s de l a te rra, se gons l a m itol ogia gre ga

1)NO M S D E LLO CS I SIM ILA R S M agne sia, una re gió d e Gre cia

4) NO M S R EFER ENTS A CIENTíFICS

anom e nad a Te sal ia.

.Curi(Cm ): e n h onor a M arie Curie i al

-Scand i (Sc): d e Scand ia, l ’actual

se u m aritPie rre .

Escand inavia.

.Einste ni(Es): e n h onor a A l b e rtEinste in.

-M agne si (M g): Else u nom proce d e ix d e

-Gal .l i (Ga): fa re fe re ncia a l a Gal .l ia.

.Fe rm i(Fm ): e n h onor a Enrico Fe rm i

-Ge rm ani (Ge ): d e ll l atí Ge rm ania,

-Tul i (Tm ): antic nom d ’Escand inàvia e n

.M e nd e l e vi(M d ): e n h onor alrus D m itri

Al e m anya.

l l atí, Th ul e , ja q ue fou d e scob e rte n e ixa

M e nd e l eev

-Estronci (Sr): d e Strontian, una cuitat

re gió.

d ’Escòcia. -Itri (Y): d e Ytte rb y, un pob l e d e Suècia. -R ute ni(R f): d e ll l atí R uth e nia, R ussia. -Te rb i (Tb ): proce d e ix d e l ’antic nom

2) NO M S R ELA CIO NA TS A M S PLA NETES I CO SSO S CELESTES

ane ta M e rcuri d 'una l ocal itatd e Suècia, Ytte rb y (com e l .M e rcuri(H g): pl .Urani (U): anom e natposte riorm e ntal Itri). -Lute ci (Lu): d e Lute tia, antic nom d e

d e scob rim e ntd e lpl ane ta Urà.

Paris.

.Ne ptuni (Np): pe lpl ane ta Ne ptú i e l

.H afni (H f): s’anom e ná h afni pe lnom d e

D éu rom à Ne ptú.

Cope nh ague e n l l atí, H afnia, l a ciud ad

.Pl utoni (Pu): pe l“pl ane ta” Pl utó i e l

.Nob e l i(No): e n h onor a A l fre d Nob e l

d ane sa on fou d e scob e rt

D éu rom à d e l a m ort.

.Laure nci(Lr): e n h onor d e E.O .Laure nce

-Pol oni (Po): d e Poònia, e n h onor d e

.Ce ri (Ce ): pe r l ’aste roid e Ce re s

.Gad ol ini(Gd ): e n h onor alcie ntífic sue c

M arie Curie (pol aca), q ui va d e scob rir

Tam b é prod ie n e ntrar e n aq ue stgrup:

Gad ol in.

l ’e l e m e ntam b e lse u m aritPie rre .

-Se l e ni (Se ): Se l e na, q ue prové d e lnom

.Sam ari(Sm ): e n h onor alrus Sam arsk i

-Franci(Fr): ve d e França

gre c d e l a Ll una.

.M e itne ri(M t): e n h onor a l a física Lise

-A m e rici(A m ): d e l a paraul a angl e sa

-Te l uri (Te ): d e te l l us, q ue vold ir "te rra"

M e itne r

“A m èrica” , e n h onor all l oc on va se r

en l l atí.

.Ununb i(Uub ): e n e l2009 e lprofe ssor

d e scob e rt(USA )

H ofm an va propasar e lnom d e Copèrnic i e lse u sím b olCp e n h onor al

unive rsitatd e Cal ifòrnia.

3) NO M S R EFER ENTS A LA M ITO LO GIA

-Cal iforni (Cf): e n h onor a ĺEstati l a

.Vanad i(V): a l a d e e ssa Vanad is.

.R uth e rford i(R f): e n h onor alcie ntífic

Unive rsitatd e “Cal ifòrnia”.

.Niob i(Nb ): d e Níob e , fil l a d e Tàntal o

R uth e rford , q ue va form ul ar e lse u

-R e ni (R e ): d e ll l atí R h e nus, R in.

.Pal .l ad i (Pd ): porta e lnom d e l ’aste roid e

m od e latóm ic.

-D arm stad ti (D s): e n h onor all l oc on va

Pal e s, q ue alm ate ix te m ps, porta e lnom

.Se ab orgi(Sg): e n h onor a Gl e nn T.

se r d e scob e rt, D arm stad t.

d ’un d e l s e píte ts d e l a d e e ssa gre ga

Se ab org

-D ub ni (D b ): És anom e nataixí pe l

A te ne a.

.Boh ri(Bh ): e n h onor a Nie l s Boh r

Ce ntre d ’Inve stigacions Nucl e ars e n

.Prom e ti (Pm ): D e "Prom e th e us",

D ub na, R ussia.

pe rsonatge d e l a m itol ogia gre ga, q ue va

-H assi(H s): e s d e u a l ’e statal em à de

furtar e lfoc al s D e us d e l ’O l im p pe r a

5) NO M S R ELA CIO NA TS A M B LES SEUES CA R A CTER ÍSTIQ UES

H e sse e n e lq ue e s trob a e lgrup d ’

d onar-l o al s h om e s i afavorir e lse u

-Be ril i(Be ): e lse u nom ve d e lgre c y vol

inve stigació al e m any Ge se l l sch aftfür

progrés.

d ir "d e col or ve rd ",

Sch w e rione nforsch ung (GSI).

.Tàntal(Ta): d e Tantal o, alq ualZ e us e l

.Nitroge n(N): e nge nd rad or d e nitrats,

-Coure (Cu): d e cuprum m , Ch ipre .

va cond e m nar a l a se d e te rna.

d e ll l atí nitrum .-i aq ue std e lgre c

-Europi(Eu): d ’Europa.

.Tori (Th ): e s crid à així e n h onor a Th or,

νίτρον, "nitro"y -ge no, d e l ’arre lgre ga

-H ol m i(H o): d e ll l atí H ol m ia, Estocol m.

e ld e u nòrd ic d e ll l am p i l a torm e nta.

γ εν-, "ge ne rar”.

-Be rk e l i(Bk ): d e Be rk e l e y, una

M ILLENIUM 36 - Pàg.20

cie ntific Nicol as Copèrnic


CIENCIA -O xige n(O ): form ad or d ’àcid s, oxys.

.Ne o(Ne ): d e lgre c ne os, nou.

q ue significa cal am ina.

.Cl or(Cl ): d e lgre c χλω ρος, q ue significa

.A l um ini(A l ): d e l a paraul al l atina

.Estany(Sn): D e ll l atí Stannum .

"ve rd pàl id ".

“al um e n” significad o”al um b re ” fe nt

.A ntim oni(Sb ): prové d e ll l atí stib ium .

-.A rgó(A r): d e lgre c αργ ος, q ue significa

re fe re ncia a una sald ob l e d ’al um ini.

.Ununtri(Uut): Este nom no e s m és q ue

inactiu.

.Sil ici(Si): Elnom "sil ici"d e riva d e ll l atí

una id e ntificació siste m àtica q ue se l e

.Crom (Cr): d e rivatd e lgre c “ch rom a”,

"sil e x", pe d e rnal .

d ona al s nous e l e m e nts.

"col or", e s d e u al s d istints col ors q ue

.Fòsfor(P): e lfòsfor e m e tl l um e n

.Ununq uad i(Uuq ): e s un nom d ’e l e m e nt

pre se nte n e l s se us com postos.

l ’oscurie tatpe rq ue infl am a alcom b inar-

siste m átic IUPA C te m poral .

.Brom (Br): d e lgre c b rom os, q ue

se l e ntam e ntam b l ’oxíge n d e l ’aire .

significa "h e d or”.

.Sofre (S): d e ll l atí sul ph urium .

.A rse nic(A s): auripigm e ntum , groc.

.Potassi(K ): e lse u nom b ve d e l

.Z irconi(Z r): d e l ’árab z argun, col or

ne e rl and és , pottasch e , q ue vold ir

d aurat.

ce nd ra d e pote .

.Xe nó(Xe ): ve d e l a paraul a gre ga xe nos,

.Cal ci(Ca): e lse u nom e s trad ue oix com

d e scone gut.

"cal iz a".

.R ud ib i(R b ): e lse u nom prove d e lgre c i

.Col b at(Co): ve d e cob al os” m ina.Pe ro

significa "roig fosc".

tam b ie e s e lnom q ue l es l l e ge nd e s

.R od i(R h ): d e lgre c “rh od on”, q ue

al e m ane s asigne n a un m al e vole spe rit

significa d e col or rosat.

de l a te rra.

.Iod e (I): d e lgre c ιώδ η ς, iod e s, viol e ta.

.Niq ue l (Ni): prové d e lsoc “nick e l ”, q ue

.Ind i(In): d e gutalcol or índ igo.

ve d e l ’al e m any “k upfe rnick e l ”, “fal s

.Ce si(Cs): nom prove d e lgre c i volir

coure ” se ria l a se ua trad ucció.

"az ulce l e ste ".

.Cripto(K r): d e lgre c k ryptos, q ue

.D isprosi(D y): pre se nta un b ril lm e tàl ic.

significa ocul te o se cre t.

.O sm i(O s): d e lgre c osm e , ol or.

.M ol ib d e ni(M o): prové d e lgre c

.Pl ati(Pt): pe r l a se ua se m b l anz a a l a

"m ol yb d os"q ue vold ir "com e lpl om ", ja

pl ata.

q ue e ra confos am b aq ue ste l e m e nt.

.O r(A u): m e talpre cios d e col or groc.

.Te cne ci(Tc): d e te ch ne tos, artificial .

.A stat(A t): d e lgre c αστατος, astatos, q ue

.Pl ata(A g): proce d éis d e ll l atí, arge ntum ,

significa ine stab l e.

bl ancs, b ril l ant.

.R ad i(R a): d e ll l atí rad ius, raig.

.Cad m i(Cd ):d e l a paraul al l atina cad m ia,

G.A l iaga, I.D e l gad o, L.H e rnánd e z , P.H e rvás , M .M ontoro, C.O rd uña, J.O rte ga, S.Pére z , V.Pére z , A .Pére z , R .Pe trov, C.R am is y A .R e tue rto (3r V2).

.R ctini(A c): d e lgre c ακτις, ακτινoς, raig l l um inós. .R ungste n(W ): d e langl és w ol frah m i d e l sue co tung ste n (pe d ra pe sad a). .Bari(Ba): d e lgre c b arys, pe sat. .Prase od im i(Pr): d e lgre c prasios, q ue significa b e ssó ve rd . .Protactini(Pa): d e lgre c “protos” q ue vol d ir prim e r, i A ctini (proge nitor d e ĺA ctini).

6) A LTR ES .Liti(Li): e lse u nom prove d e lgre c i significa "pe d ra". .Bor(B): ve d e l a paraul a arab “b uq uar” o d e lpe rsa 2b urah ” q ue significas b orax, q ue fa re fe re ncia alprod ucte q ue conte nia e lb or. .Fl uor(F): d e ll l atí fl ue re , q ue significa "fl uir"..

M ILLENIUM 36 - Pàg.21


CO OO RTAD CO NTRAP NTRAP RTAD ANTIGUO S ALUM NO S NO STRA PGENT ASATIEM POAAS ERA S M US Tu, sal tad or q ue sal te s sal ts!

torne tot continuarà e stant com h o vaig d ife re nts

Tu, grim pad or profe ssional !

d e ixar».

Tu, am ic pe r se m pre am b ul ant

m aq uinària m e ntal e s

q ue e td e fine ixe s pe l s te us sal ts!

’e xistència m arxa, vaig agafar aire i vaig pre se ntar visitar; i vaig ad onar-m e d e l

Q ue fàciltot! Q ue b é q ue e stàs!

l a m e va sol •l icitud .Se t m e sos m és tard , d ’àre e s d ’e stud i q ue m ai no h avia vist

En e l s te us ul l s il •l um inats

d e ixava l e s m al e te s a una casa nova i

ab ans a Espanya. Elte m ps d e sob te e s

ja s’intue ix l a im m e nsitat

al ie na. Construir-m e una vid a ací e m

va

d e totun m ón alte u ab ast.

se m b l ava una cosa pe sad a, costosa, i

propie tats: no nom és

Una

ve gad a

de

form a e spontània; vaig

m e va e nte nd re nove s m ane re s d e fe r turism e :

l a

va posar e n

l a fe sta i l e s pe rsone s són tam b é cose s a

transform ar,

ad q uirint

nove s

e l ritm e

del s

e s h ore s se m b l ave n h ave r-se angoixant. Sob re tot pe rq uè ací no pod ia m inuts i l M ane l , “ElGran Sal t”

se r l a Isab e l d e Val ència, h avia d e en

e sforços

e ncaixar

norm al itat e m Q uan e m d e m anare m q ue e scrivira un

ce rta m e sura. El s d e cone ixe m e nt i riq ue sa q ue h avia

re inve ntar-m e pe r

saps

acce l e rat, sinó q ue a sob re l a q uantitat

d ins

de

l a ad q uirit a tots

re sul tave n m ol e sts: «Ja h um à

parl ar al e m any?», «Te ns

am ics

i

el s nive l l s pe rsonal ,

acad èm ic e m

va

se m b l ar

d e sproporcionat pe r a tan poc d e te m ps.

xicote t articl e sob re l a m e va e xpe riència al a se nsació d ’h ave r e m anys o d e països e xòtics?», «Ja M irava e nre re i te nia l Erasm us, e n un principi vaig pe nsar q ue

sab ràs d ur-m e a l l ocs típics b e rl ine sos i

e ra una cosa b e n fàcil . Bastava pe nsava poc turístics, no?».D e cid id a a confe ssar-

cre scut q uatre

pam s

jo am b ajustar-se al s m arge s d e l s tòpics

t. m e a m i m ate ixa e l s m e us punts fe b l e s, m e u te rce r i gran sal

q ue l ’e nvol te n.Tanm ate ix, a m e sura q ue

va pe gar e l m e u se gon sal t: l a m e va

tractava d ’e structurar l e s m e ve s id e e s i

vid a, e ra m e va, i no d e l s e ste re otips

paraul e s,

vaig

ad onar-m e

q ue

no social s.

d e l q ue

A ra nom és e m q ue d e n d os m e sos pe r tornar a Val ència, aq ue sta ciutat q ue jo

ne ce ssàriam e nt h avia d e se guir aq ue sta pauta pe r una se nz il l a raó: tots e l s tòpics

m és

acostum ava e n un any. A q ue st va se r e l

m ’h avia d e cid it a parar e n e l te m ps: A

m e sura

q ue

m ’anava «q uan torne tot continuarà e stant com

acab e n e xe rcint una e stranya pre ssió

l ò q ue introd uint se nse pre ssa ni pre ssions a h o vaig d e ixar».Em pe rò, sé q ue al

sob re nosal tre s.En al tre s paraul e s, e lpe s

d ins l a vid a d e Be rl ín, anava ad onant-

vaig afirm ar m ai no pod rà se r. No és l a

de l a norm al itat. Jo, pre ocupad a pe r m e d e l a m e va m e tam orfosi. . Com q ui

ciutat, ni l a m e va ge nt; b e n aviat al

e ncaixar e n al l ò q ue

fa norm al un

a d istància h e après a e s b anya a un m ar b e n ge l at, vaig anar contrari, am b l

Erasm us, vaig se ntir-m e m ol te s ve gad e s

introd uint-m e e n l ’aigua pe r parts. A l e stim ar e ncara m és. Tanm ate ix, arrib aré

acl aparad a pe r e ixa e stranya força q ue

principi e m trob ava infl am ad a: e l s ul l s am b un tram m és d e vid a carre gad a a

e ns e spe nta a se r “norm al s”.M al grat tot, grans i ob e rts pe r m irar-h o tot, l ’e sq ue na. A çò és, am b una b ossa b e n a pe l li e l l si una cosa és b e n ce rta és q ue cad a país, cor se nsib l e al s ge stos i l e s paraul e s, l es te m ps i pe rsona ofe re ixe n una sort d e

pl e na

de

cam e s i e lculràpid pe r agafar e lm il l or apre nd re ,

nove s

form e s

de

m irar,

i

apre ciar.

cond icions q ue fan d e cad a e xpe riència l grat l es l oc d e l a fil e ra. Era una e spe ctad ora Curiosam e nt, m al

cond icions

una cas d ife re nt. A d onar-m e d ’aq ue sta b e n ate nta. Le nta pe rò progre ssivam e nt, d ’ince rte sa

futura

se ’ns

re al itat, va se r pe r a m i un sal t.

tornaré

vaig com e nçar a se ntir-m e e n h arm onia pre se nte n,

parl ar

q ue a

hi

Val ència

urie m pl e ad a: am b e lm e u ofici antic am b l a ciutat: passava d e conte m pl ar pl Vaig d e m anar-m e l a b e ca Erasm us a d e s d e fóra a form ar part d e lpaisatge

se r Isab e l i am b un d e nou: conve rtid a

Be rl ín am b ce rt d ub te : vol ia i no vol ia b e rl tad ora profe ssional . inès. Vaig conèixe r i cone c ge nt e n una sal com e nçar una vid a tot i q ue fóra una m e rave l l osa,

vaig

pe rd re

l a

por

q üe stió te m porala A l e m anya . Pe r una d ’e nfrontar-m e a l a l l e ngua al e m anya; b and a, e m se ntia conte nta i fe l iç am b l a vaig com e nçar a conèixe r l l ocs nous i Isab e l d e

Val ència, d e

m ane ra q ue

tam poc no e m cal ia e ixir a l ’e strange r pe r

re spirar

i

oxige nar-m e . D ’al tra

b and a, pe rò, h i h avia una ve u inte rior q ue e m d e ia q ue l a m e va vid a d ’ací ja h avia e stat conq ue rid a i asse gurad a, pe r tant no h i h avia re s a pe rd re : «q uan

M ILLENUM 36 - Pàg.22

Is ab e lFe rrànd iz i A rm e ro


PASATIEM PO S SO LUCIÓN PA SA TIEM PO S M ILLENIUM 16

G RA D UA CIO NES D E 2º BA TX

M ILLENUM 36 - Pàg.23


CO NTRAPO RTAD A CA RTA PA D RES CO M A FE CTA R A N LE S R E TA LLA D E S A L TE U FI LL/FI LLA A m b le s fam os e s r e tallad e s n o e s p e r d e n n om é s llocs d e tr e b all( e s calcu la la p è r d u a d e vor a 8 .0 0 0 p r ofe s s or s / e s e n l’e s cola p ú b lica r e s p e cte alcu r s 2 0 1 0 - 2 0 1 1 ). E ls m é s p e r ju d i cats d e le s r e tallad e s s e r an e ls n os tr e s fi lls , e ls e s tu d i an ts d e clas s e m i tjan a, e ls e s tu d i an ts p ob r e s , e ls e s tu d i an ts i m m i g r an ts i e ls alu m n e s am b n e ce s s i tats e d u cati ve s e s p e ci als . M E SU R E S Q U E S’A PLI CA R A N A PA R TI R VA LE N CI A N A Q U E E N S A FE CTE N

DE

L’A N Y

Q UE

VE

A

LA

CO M U N I TA T

I n cr e m e n t e n le s r à ti os E n s e cu n d à r i a la lle i d i u q u e h i h au r à 3 6 alu m n e s p e r au la, i e n b atx i lle r at 4 2 : . L’au g m e n t d i fi cu ltar à la tr i a d e m atè r i e s op tati ve s q u e , s i n o s u p e r e n u n n om b r e d e te r m i n at d e p e ti ci on s , p ots e r n o s ’i m p ar ti r an alce n tr e . . L'au g m e n t far à i m p os s i b le g e s ti on ar la d i ve r s i tat, ate n d r e la con vi vè n ci a i d i fi cu ltar à e lp r océ s d ’ap r e n e n tatg e d e l’alu m n at. . I m p e d i r à q u e alg u n a d e le s m od alitats d e b atx i lle r , q u e ar a e s d on e n e n e l ce n tr e , n o s ’i m p ar ti s q u e n al· le g an t falta d ’alu m n e s . . M é s alu m n at a le s au le s i m e n y s p r ofe s s or at d e te r i or ar à g r e u m e n t e l clim a d e con vi vè n ci a d e lce n tr e .. N o e s s u b s ti tu e i x e n le s b ai x e s e ls p r i m e r s 1 5 d i e s . D e s d e g e n e r , s e m p r e q u e d a u n a b ai x a p e r cob r i r , la q u al cos a p r ovoca la p è r d u a d ’h or e s e n le s d i fe r e n ts m atè r i e s i p e r ju d i ca e lr i tm e d ’ap r e n e n tatg e d e l’alu m n at. L’au g m e n t d e la jor n ad a le cti va d e ls d oce n ts r e p e r cu ti r à e n la r e d u cci ó d ’h or e s d e com p e n s atò r i a, d e s d ob lam e n ts , ate n ci ó a l’alu m n at, tu tor i e s , r e u n i on s d e coor d i n aci ó , ate n ci ó a p ar e s i m ar e s ... R e d u cci ó d e m od alitats d e b atx i lle r at i d e g r u p s FP: E ls ce n tr e s d e i x ar an d ’e s tar ob lig ats a ofe r tar m é s d ’u n a m od alitat d e b atx i lle r at i la Con s e lle r i a d e ci d i r à q u i n e s m od alitats ofe r ta cad a ce n tr e . Pots e r , l’alu m n at n o p od r à fi n alitz ar e ls e s tu d i s e n e l s e u I E S i s ’h au r à d e d e s p laç ar a u n altr e am b la r e p e r cu s s i ó e con ò m i ca d e ltr an s p or t. Con s tr u cci ó d e CI S: Ce s s i ó d e s olp ú b lic p e r a la con s tr u cci ó d e ce n tr e s con ce r tats . A u g m e n t d e le s tax e s u n i ve r s i tà r i e s i r e d u cci ó d e b e q u e s : E ls u n i ve r s i tar i s d e la n os tr a com u n i tat p ag ar an e n tr e 2 4 2 ,2 e u r os i 3 6 9 ,6 e u r os m é s q u e e lcu r s p as s at. R e tallad e s d e s d e fa d os cu r s os d ’u n i tats , p e r s on al, p r og r am e s d ’ate n ci ó a la d i ve r s i tat, d e s d ob lam e n ts FP.... H an d e s ap ar e g u t 2 .4 0 0 p r ofe s s or s / e s d e l s i s te m a e d u cati u vale n ci à . R e tallad e s p r e s s u p os tà r i e s : g r atu ïtat d e ls llib r e s d e te x t, b e q u e s als e s tu d i s u n i ve r s i tar i s , e s cole s i con s e r vator i s d e m ú s i ca, aju d e s als g ab i n e ts p s i cop e d ag ò g i cs m u n i ci p als ,.... N o e s tan p ag an t le s b e q u e s m e n jad or i aju d e s llib r e s d e te x t. D i s m i n u ci ó d e le s d e s p e s e s d e fu n ci on am e n t d e ls ce n tr e s i r e tar d e n e lp ag am e n t. L’e s b or r an y d e p lu r i lin g ü i s m e n o g ar an te i x l’ap r e n e n tatg e d e le s d u e s lle n g ü e s ofi ci als i u n a o m é s lle n g ü e s e s tr an g e r e s . N o h i h a m e m ò r i a e con ò m i ca q u e e n g ar an ti s ca l’ap licaci ó . A M PA - A SSE M BLE A PR O FE SSO R S I E S BE N I CA LA P


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