Ano XXXV edição nº 1816 | 25 de setembro de 2026
David Ganhão
mileniostadium.com
P16
apresentador
Augusto Bandeira convidados
Manuel DaCosta Rómulo Ávila Frederico Sousa
Celebrou a cultura beirã
Como apoiar o Magellan?
P17
Discussão de temas da atualidade
Que serviços prestam as Bibliotecas Municipais? Que mudança sofreram para se adaptarem ao tempo da IA?
sexta-feira às 18h
Apoia seniores
Casa das Beiras
Temas em discussão
The Grand Parade do Abrigo
P24
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25 de setembro a 1 de outubro de 2026
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Credito: Arquivos Gulbenkian I FCG – Biblioteca de Arte de Arquivos
EDITORIAL
Palácios do conhecimento
hoje, e cabe perguntar se as bibliotecas públicas de atualmente estão a cumprir os seus mandatos originais de promover, primordialmente, a literatura, a leitura e o s bibliotecas modernas são, natural- conhecimento. Obviamente, não há uma Manuel DaCosta mente, lugares sofisticados criados resposta simples e, como as taxas de liteEditorial não apenas para a leitura de livros, racia estão a cair no Canadá, seria bastante mas também como espaços de refúgio onde fácil culpar a internet, mas também temos A minha memória mais antiga de biblio- a mente pode recarregar e onde a plenitude de questionar os conselhos escolares e os tecas remonta à minha infância em Por- mental acalma a dor de um dia difícil. Per- métodos e a qualidade do ensino praticatugal. Não era um edifício de tijolo e ar- gunto-me se as bibliotecas de hoje se tor- dos nas nossas escolas. As bibliotecas deveriam desempenhar gamassa, mas sim uma carrinha repleta naram espaços de leitura e investigação ou de livros que visitava a minha terra natal centros de serviços sociais que incorporam um papel significativo na educação dos todos os meses. A cada visita, a carri- valências para responder aos desafios da jovens, mas, ao visitar uma biblioteca, obnha aumentava a minha curiosidade pe- sociedade, tais como creches, refúgios de serva-se um paradigma em que não são os jovens que ocupam os lugares e leem, mas los livros, o meu conhecimento sobre a saúde mental e outras funções. Durante séculos, as bibliotecas foram sim as gerações mais velhas a ler e a ver o sociedade e sobre mundos além da minha imaginação. A leitura transportava muito mais do que edifícios cheios de li- tempo passar. É certo que o mundo mua minha alma para lugares distantes e vros. Foram lugares onde o conhecimento dou e a informação está no bolso de toda tornava-se uma fonte de criação de he- encontrou abrigo, onde a literatura sobre- a gente. Um telemóvel pode dar acesso a róis ou vilões imaginários, libertando-me viveu às transformações das sociedades e milhões de livros, artigos, vídeos e docudo mundo matizado de fome e medo de onde homens e mulheres podiam entrar mentos em segundos, sem ser necessário múltiplas camadas que compunha o meu em busca de uma resposta, de uma his- visitar uma biblioteca. Mas há aqui uma cosmos. Esse começo de vida acompa- tória ou simplesmente de um momento ironia. Quanto mais informação temos, nhou-me ao longo de uma vida inteira de de silêncio. Duvido que representem isto menos conhecimento parecemos possuir. leitura e escrita, que sempre preencheu os vazios criados pelas crateras mentais que atacam o dia a dia.
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Leia a qualquer hora do dia mileniostadium.com @mileniostadium Siga-nos nas redes sociais Ano XXXV - Edição nº 1816 25 de setembro a 1 de outubro de 2026 Semanário. Todas as sextas-feiras, bem pertinho de si! Propriedade de: Milénio Stadium Inc./MDC Media Group 309 Horner Ave. Etobicoke, ON M8W 1Z5 Telefone: 416-900-6692 Manuel DaCosta Presidente, MDC Media Group Inc. info@mdcmediagroup.com Madalena Balça Diretora, Milénio Stadium m.balca@mdcmediagroup.com
Diretor Criativo: David Ganhão d.ganhao@mdcmediagroup.com Edição Gráfica: Fabiane Azevedo f.azevedo@mdcmediagroup.com Publicidade: Rosa Bandeira 416-900-6692 / info@mdcmediagroup.com Redação: Adriana Paparella, Francisco Pegado e Rómulo M. Ávila. Colaboradores do jornal: Aida Batista, Augusto Bandeira, Cristina DaCosta, Daniel Bastos, Paulo Perdiz, Raul Freitas, Reno Silva, Rosa Bandeira, Vincent Black e Vítor M. Silva.
Sim, vivemos numa sociedade inundada de informação, mas não necessariamente de compreensão. As gerações de hoje não conseguem manter uma conversa porque não adquiriram a profundidade para compreender a sociedade. Um vídeo de 30 segundos substitui a leitura de um capítulo de um livro ou de um artigo, criando gerações acéfalas que não servirão bem a sociedade. Existe um perigo real em esquecer a razão pela qual as bibliotecas surgiram em primeiro lugar. A resposta deveria ser o conhecimento. Os livros não são simples objetos para serem colocados em prateleiras. Eles contêm a memória coletiva da humanidade, que nos pode mostrar aquilo que nem sabemos que precisamos de saber. Talvez essa seja a sua maior função no século XXI. Não façamos da biblioteca um armazém de livros e de funcionários dispendiosos. Versão em inglês
Previsão Meteorológica toronto
Traduções: David Ganhão e Madalena Balça Parcerias: Jornal de Notícias Fotos: Cindy Da Ponte, Adriana Paparella e Francisco Pegado
A Direção do Milénio Stadium não é responsável pelos artigos publicados neste jornal, sendo os mesmos da total responsabilidade de quem os assina.
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SEX SÁB DOM SEG TER QUA QUI
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MB / DG
Durante décadas, a biblioteca municipal foi sinónimo de silêncio, estantes e cartões de leitor. Essa imagem está cada vez mais distante da realidade. Hoje, a Toronto Public Library e a Mississauga Library são muito mais do que meros armazéns de livros: são centros comunitários que emprestam tecnologia, ensinam competências digitais e de inteligência artificial, oferecem apoio a famílias em dificuldade e disponibilizam espaços de trabalho e convívio a milhões de pessoas todos os anos.
informação e mais conhecimento. Como bem sabemos, hoje com extrema facilidade, à distância de um clique, todos acedem ao que querem e ao não querem saber. Daí que estes locais, outrora tão visitados por estudantes, investigadores ou simples cidadãos apaixonados por livros, tenham tido necessidade de procurar outras valências para continuarem a permanecer essenciais na formação dos habitantes da cidade onde estão inseridos, num contínuo processo de reinvenção.
Efetivamente, longe vão os tempos em que a biblioteca era um precioso local para busca de
Esta semana, o Milénio resolveu dar a conhecer as bibliotecas que, nos dias de hoje, estão ao dispor
dos cidadãos e as razões e os números por detrás dessa transformação. Nesta página mostramos a relevância que estas casas ainda têm na sociedade com os números disponíveis sobre quantas pessoas visitam as bibliotecas, o que pedem emprestado, como usam a tecnologia disponível. Nas próximas páginas podem ler as entrevistas com Moe Hosseini-Ara, City Librarian de Toronto, e Rona O'Banion, City Librarian de Mississauga, sobre o que significa gerir uma biblioteca pública na era da IA, que serviços prestam hoje, como se têm adaptado, o que fazem para continuar a ser relevantes e que benefícios trazem às famílias da região.
Escala e visitas 46 M de visitas totais (estável face aos 2 anos anteriores) 14,2 M em filiais (+5,8%)
100 filiais desde 19 de outubro de 2025, todas abrem ao domingo
32,1 M eletrónicas (+5,8%) 0
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+7.100,5 horas de abertura no ano. +24% visitas ao domingo +12% visitas à segunda-feira
Continua a maior e mais movimentada biblioteca urbana pública da América do Norte
Nº 1 Mundial em Empréstimos Digitais A TPL estabelece regularmente recordes mundiais no OverDrive/Libby, atingindo marcos superiores a 31,200 empréstimos digitais num único dia.
Circulação A Viragem Digital Os empréstimos eletrónicos (e-books, audiolivros, e-magazines) representam agora mais de 57,4% da circulação total, em comparação com apenas 26,3% em 2019
28,1 Milhões de Empréstimos Anuais Os materiais da TPL são requisitados mais de 28 milhões de vezes por ano
Mudanças de Formato (Tendências 2019–2024) +594% E-magazines +129% Audiolivros digitais -75% DVDs físicos
Primeira biblioteca do mundo a chegar a 90 M de empréstimos digitais acumulados; previsão de ultrapassar 100 M no início de 2026
Programas e tecnologia
43.017 programas presenciais e virtuais 852.000+ participantes (+9,9%)
1,6 M Horas de uso de computadores públicos (+26,7%)
6,4 M
Sessões de Wi-Fi (+7,7%)
+82% Reservas nos Digital Innovation Hubs +61% visitas com abertura de 3 novos hubs
Membros
Número de localizações
1.106.079 membros ativos (+7,3%) 568.854 renovações (+15,8%) 225.564 novos registos (−4,1% face a 2024)
Toronto Public Library 100 filiais — a maior rede de bibliotecas públicas urbanas da América do Norte.
Satisfação e importância 91% satisfeitos com os serviços 91% satisfeitos com a prestabilidade do pessoal 85% satisfeitos com os serviços digitais
68 Net Promoter Score dos espaços
Inquérito Forum Research (out–nov 2025, n=1.323) 84% dos residentes de Toronto usaram a biblioteca nos últimos 12 meses (72% visitaram uma filial) 70% consideram a biblioteca muito ou extremamente importante 7,8 serviços distintos usados, em média, por cada utilizador
(publicados em 2025 a cidade ainda não divulgou dados de 2025) Indicador
Filiais Circulação total Visitas Programas Reservas de salas Retorno social do investimento (SROI) Benefício económico total Open Window Hub
Valor
Número de localizações
18 (+ 1 pop-up temporária) 6.946.809 (+8%) — 4.417.125 física, 2.529.684 digital ~3,8 milhões 5.660 (+4,5%), com 138.181 participantes (+17%) 28.000+ $6,96 gerados por cada $1 investido $236,7 milhões/ano ($307 por residente) Ligou 1.952 pessoas a apoio habitacional e 1.081 a serviços de saúde
Mississauga Library 18 filiais incluindo a Hazel McCallion Central Library (mais uma localização pop-up temporária, a South Common Pop Up Library, enquanto decorrem obras).
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Biblioteca Pública de Toronto
Credito: TPL
Muito mais do que livros Hoje a tradicional imagem de uma biblioteca com milhares de livros, estantes altas e repletas de história e estórias está muito desfocada da realidade. Efetivamente, esta é uma visão redutora porque a função deste tipo de espaços públicos é agora muito mais abrangente. Em particular numa cidade multicultural e em crescimento acelerado como é Toronto, e onde os espaços públicos gratuitos são cada vez mais raros, a Biblioteca Pública (TPL) tornou-se um verdadeiro ponto de encontro cheio de passado, presente e também de futuro. Aliás, qualquer utilizador regular pode testemunhar que, hoje, uma biblioteca está essencialmente cheia de vida.
O
s números falam por si. Com 100 filiais espalhadas pela cidade, a TPL é o maior e mais movimentado sistema de bibliotecas públicas da América do Norte. Só no último ano, recebeu mais de 14 milhões de visitas presenciais, e oito em cada dez residentes de Toronto utilizam a biblioteca, seja para estudar, trabalhar, procurar emprego, aprender algo novo ou simplesmente ter um lugar acolhedor onde estar. Mas afinal, o que se encontra hoje numa biblioteca? Muito mais do que se imagina. Para além dos livros, físicos e digitais, a TPL oferece acesso gratuito à internet e a computadores, formação em competências digitais e em Inteligência Artificial, impressoras 3D, estúdios de gravação e até um local de empréstimo de instrumentos musicais. Há espaços pensados para crianças e adolescentes, apoio a quem procura emprego e a pequenas empresas, e iniciativas que ajudam os cidadãos a participar de forma informada na vida democrática da cidade. Numa época marcada pela solidão, pela polarização e pela desinformação, a biblioteca assume também um papel cívico essencial: o de aproximar pessoas, promover o acesso a informação de confiança e criar pontes entre diferentes perspetivas. Estivemos à conversa com o City Librarian de Toronto, Moe Hosseini-Ara, para perceber como a biblioteca se reinventou, que impacto tem na vida de quem a frequenta e o que poderá surpreender quem não a visita há algum tempo.
O impacto é real: 83% dos utilizadores que • recorreram aos serviços tecnológicos da TPL declararam ter melhorado as suas competências de empregabilidade ou alcançado objetivos de carreira. Moe Hosseini-Ara: Oito em cada dez re• sidentes de Toronto utilizam a sua biblio- MS:Vivemos tempos marcados pela solidão, teca como um local para trabalhar ou es- pela polarização e pela desinformação. Que tudar, requisitar um livro, frequentar um contributo pode uma biblioteca pública dar programa, procurar emprego, desenvol- para aproximar as pessoas e fortalecer a vida ver competências ou simplesmente para democrática? ter um sítio onde ir. MHA: Numa era de crescente isolamento, • À medida que a cidade cresce, aumenta solidão e polarização, a TPL é o ponto de também a necessidade de espaços parti- encontro onde os residentes de Toronto se lhados, informação de confiança e ligação reúnem, se conectam uns com os outros, humana. A Biblioteca Pública de Toronto aprendem a combater a desinformação e (TPL, na sigla em inglês) tornou-se numa contactam com perspetivas diferentes das suas. infraestrutura cívica essencial. Milénio Stadium: Para quem não conhece, como descreveria a Biblioteca Pública de Toronto e o papel que desempenha na vida da cidade hoje?
A TPL liga as pessoas a recursos e oportunidades através de uma rede de confiança composta por 100 filiais, uma equipa de especialistas e uma vasta oferta de serviços online. Somos o maior e mais movimentado sistema de bibliotecas públicas da América do Norte.
Este é um papel valorizado pelo público: 93% dos residentes de Toronto concordam • que as bibliotecas públicas são um recurso importante para a comunidade. MS: Muitas pessoas ainda associam as bibliotecas apenas aos livros. Que serviços da TPL costumam surpreender quem os descobre pela primeira vez?
MS: Que papel têm as filiais da TPL enquanto espaços de encontro para a comuMHA:Há serviços que as pessoas talvez nidade? não saibam que oferecemos... embora os MHA: A TPL oferece algo cada vez mais raro: livros, tanto físicos como digitais, contium espaço público gratuito e acolhedor, nuem a ser o nosso pilar fundamental, os onde não é necessário fazer qualquer com- nossos serviços gratuitos vão muito além disso. Muitas pessoas podem não saber pra. que oferecemos: As nossas 100 filiais espalhadas pela cidade são núcleos comunitários vitais que apoiam • Acesso gratuito à Internet, computadoa resiliência individual e comunitária. res e impressoras; Apenas no ano passado, as filiais da TPL re- • gistaram mais de 14 milhões de visitas presenciais, e o nosso site (tpl.ca) contou com mais de 32 milhões de visitas. MS: Num mundo que muda tão depressa, sobretudo com a chegada da Inteligência Artificial, de que forma a TPL ajuda os resi- • dentes a acompanhar essas mudanças? MHA: Desde a literacia infantil às competências em Inteligência Artificial (IA), a TPL oferece oportunidades gratuitas de aprendi- • zagem ao longo da vida para todas as fases, ajudando os residentes de Toronto a desen• volver o conhecimento, as competências digitais e a confiança necessários para prosperar num mundo em rápida mudança, ao mesmo tempo que reduz a infoexclusão.
Clubes Pós-Escolares para crianças, com atividades gratuitas como projetos manuais, workshops de programação e robótica; Espaços de Juventude (Youth Hubs), locais acolhedores para adolescentes após o horário escolar e durante o verão, sempre com a presença de equipas de apoio. São oferecidos diariamente lanches nutritivos e gratuitos; Estamos também a preparar-nos para as eleições municipais com a nossa iniciativa Celebrate Democracy, que disponibiliza recursos fiáveis e acessíveis para ajudar os residentes a compreender os temas em debate, conhecer os candidatos e participar ativamente no processo; Os nossos populares passes tpl:map, que oferecem acesso gratuito a atrações e experiências artísticas e culturais de Toronto.
Os serviços aqui mencionados são apenas uma pequena amostra. Quem já não visita a biblioteca há algum tempo poderá surpreender-se com tudo o que vai descobrir! MB/MS
Apoio em tecnologia e literacia digital, incluindo capacitação em IA (nota: dispomos de uma política de IA que orienta as nossas equipas para a utilização segura, responsável, ética e eficaz das ferramentas de IA); Salas de entrevistas virtuais para quem procura emprego, impressoras 3D, Adobe Creative Suite e estúdios de gravação; Biblioteca de Empréstimo de Instrumentos Musicais; Programas para crianças, estudantes de inglês como segunda língua (ESL), pessoas em busca de emprego e pequenas empresas;
Moe Hosseini-Ara. (DR.)
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Credito: Adam Pulicicchio
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Uma biblioteca é um dos poucos espaços onde todos são bem-vindos Irene McCutcheon Com 18 bibliotecas espalhadas pela cidade, incluindo a renovada Hazel McCallion Central Library, Mississauga oferece aos seus habitantes múltiplos serviços gratuitos e de extrema importância na formação de uma comunidade mais bem informada. Para além de proporcionar o tradicional acesso à leitura, nas bibliotecas de hoje é possível requisitar um instrumento musical, um kit desportivo, um detetor de dióxido de carbono ou um passe para um museu. É também possível imprimir um objeto em 3D, gravar uma música, cozinhar numa cozinha comunitária ou levar para casa um portátil e um ponto de acesso Wi-Fi.
desconheça? Qual destes serviços mais cresceu nos últimos anos?
Irene McCutcheon: Muitos residentes poderão ficar surpreendidos ao descobrir a variedade de objetos que podem requisitar na Mississauga Library of Things (Biblioteca das Coisas), como kits de jogos e de desporto, detetores de dióxido de carbono, instrumentos musicais, passes para parques e passes para museus. Um dos maiores crescimentos dos últimos anos tem sido a tecnologia disponível para os utilizadores, como pontos de acesso Wi-Fi portáteis, impressoras e fotocopiadoras, e makerspaces equipados com impressoras 3D e equipamento de gravação musical. E para quem quer poupar, os residentes pouma cidade diversa e em crescidem requisitar filmes e videojogos, bem mento como Mississauga, a bibliocomo aceder gratuitamente a serviços de teca pública transformou-se num streaming com o cartão da biblioteca. verdadeiro centro comunitário: um lugar onde pessoas de todas as idades e origens MS: Se tivesse de descrever a biblioteca se encontram para estudar, aprender, pública a alguém que a associa apenas a criar e conviver, sem terem de pagar nada. "um lugar de livros", como a descreveria? Num contexto em que o custo de vida pesa IM: Uma biblioteca pública é muito mais no orçamento de tantas famílias, a bibliodo que livros nas prateleiras. É um centeca oferece gratuitamente serviços que, tro comunitário onde pessoas de todas de outra forma, seriam inacessíveis para as idades e origens se podem reunir para muitos, desde plataformas de streaming conviver, estudar e explorar. É um espae cursos online, a jornais digitais e ferraço acolhedor onde os residentes podem mentas de software criativo. participar em programas para todas as A tecnologia tem sido uma das grandes idades, estudar, encontrar-se e descobrir apostas. Segundo um inquérito recente, novos interesses. É um dos poucos espaços mais de metade dos utilizadores dos servionde todos são bem-vindos, independenços tecnológicos da biblioteca afirma que temente da idade, origem ou capacidades, esta é a sua única forma de acesso a essas sem qualquer custo. ferramentas, o que mostra o papel essencial que a instituição desempenha na re- MS: Que mudanças concretas fizeram recentemente para acompanhar a evolução dução das desigualdades digitais. tecnológica (como a Inteligência ArtiMas a biblioteca não se limita a dispoficial)? Existem preocupações ou linhas nibilizar recursos. Oferece também orienvermelhas neste processo? tação, programas para famílias, parcerias com organizações comunitárias e espaços IM: A biblioteca tem feito investimentos de convívio que ajudam a combater o iso- significativos em tecnologia para apoiar a forma como os residentes aprendem, criam lamento social. Para perceber melhor como a biblioteca e acedem à informação. Disponibilizase reinventou e o que tem para oferecer às mos acesso Wi-Fi gratuito, empréstimo de famílias e à comunidade, falámos com Ire- computadores portáteis e tablets, sistemas ne McCutcheon, Senior Communications de autoatendimento para requisições e devoluções, e makerspaces equipados com Advisor da Cidade de Mississauga. diversas tecnologias, como impressão 3D e Milénio Stadium: Para além do empréstimáquinas de costura. Estes serviços dão aos mo de livros, que serviços oferece atualresidentes acesso à tecnologia de que precimente a biblioteca que o público talvez
N
IM: A biblioteca moderna é um centro de desenvolvimento comunitário, de proximidade e de programação para pessoas de todas as idades e origens. As famílias podem participar em programas gratuitos, aceder a serviços comunitários e envolver-se em atividades que as ajudam sam a um custo reduzido. Aliás, um inquéri- a aprender, crescer e criar laços. Para to recente aos utilizadores revelou que 56% quem está atento ao orçamento, a bibliodos inquiridos que utilizam estes serviços teca oferece acesso gratuito a uma grande na biblioteca afirmam que esta é a sua única variedade de atividades e materiais, como forma de acesso a esta tecnologia. À medida serviços de streaming e jogos, atividades que a tecnologia evolui, o foco da biblioteca para crianças, passes para atrações locais, continua a ser proporcionar acesso à apren- encontros sociais de acesso livre, círculos dizagem e ao desenvolvimento de compe- de leitura, equipamentos de segurança e tências, para que os utilizadores possam uti- programas de aprendizagem de línguas. lizar estas ferramentas de forma eficaz. Através de parcerias com organizações MS: Numa época em que a informação locais sem fins lucrativos, a biblioteca está à distância de um clique, o que fazem disponibiliza também serviços de proxipara garantir que as pessoas continuam a midade, desenvolvimento comunitário e ter motivos para visitar a biblioteca, pre- programas educativos. Estes programas sencialmente ou online? Que iniciativa ajudam a reduzir o isolamento social, recente considera ter tido mais sucesso na dando aos residentes um espaço para conhecer outras pessoas, aprender novas atração de novos públicos? competências e construir comunidade. IM: As bibliotecas oferecem muito mais do Uma das mudanças mais significativas que acesso à informação. A biblioteca de dos últimos anos tem sido a expansão da Mississauga oferece experiências, orientecnologia disponível na biblioteca, como tação e um sentimento de ligação social o empréstimo de portáteis, os makerspaque ajudam os residentes a desenvolver ces, os pontos de acesso Wi-Fi e outros competências, a ligar-se à comunidade e a serviços que apoiam o desenvolvimenexplorar os seus interesses. Os utilizadores to de competências e ajudam a reduzir o podem participar em programas e eventos custo de acesso. presenciais, bem como aceder a serviços MB/MS que, de outra forma, seriam dispendiosos, como software criativo, impressoras 3D e equipamento de gravação de som e vídeo. A Hazel McCallion Central Library dispõe de uma cozinha para programas de culinária e alimentação, bem como de uma sala de jogos e outras instalações que podem ser reservadas gratuitamente. As equipas da biblioteca estão também disponíveis para ajudar os residentes a utilizar os serviços existentes, encontrar materiais e desenvolver as suas competências. Quanto à experiência online, a biblioteca oferece acesso gratuito a serviços de aprendizagem e lazer que, de outra forma, exigiriam uma subscrição paga. Isto inclui o LinkedIn Learning, o New York Times, o PressReader, o Ancestry, livros digitais e plataformas de streaming de música e cinema. MS: Que benefícios concretos pode hoje uma família com crianças obter na biblioteca que não conseguiria há dez ou vinte anos? Existem programas especificamente pensados para reduzir custos ou o isolamento social das famílias?
Moe Hosseini-Ara. (DR.)
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A oferta
que muitos desconhecem e por isso não aproveitam
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Cozinhar, gravar um podcast, publicar um livro, digitalizar as cassetes da família ou levar um telescópio para casa. As bibliotecas públicas das cidades da Grande Toronto e arredores reinventaram-se e oferecem hoje, quase sempre de forma gratuita, serviços que muitos residentes desconhecem. Fomos espreitar seis delas. Fica o conselho… aproveite! MB/MS (Fotos DR)
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BRAMPTON Springdale Branch
TORONTO Toronto Reference Library A casa dos escritores e dos criadores A maior biblioteca de referência do país, junto à estação Bloor-Yonge, é um verdadeiro centro cultural. •
Publicar o seu próprio livro O serviço Asquith Press permite imprimir livros em regime de autopublicação.
•
Conversas com autores O Bram & Bluma Appel Salon recebe regularmente escritores e académicos de renome.
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Estúdio de gravação gratuito É possível gravar um podcast ou uma música, tirar uma fotografia profissional para o currículo ou filmar um vídeo para a escola.
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Tecnologia para levar para casa Há kits de Arduino, Raspberry Pi, gravação áudio e aprendizagem de Inteligência Artificial que se podem requisitar.
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Cultura sem pagar bilhete Com os passes tpl:map, os leitores têm acesso gratuito a atrações artísticas e culturais da cidade.
Informações úteis •
Morada 789 Yonge Street, Toronto (esquina com Asquith Avenue, bairro de Yorkville). Fica a um quarteirão a norte de Bloor Street; a estação de metro mais próxima é Bloor-Yonge.
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Horário segunda a sexta, 9h–20h30; sábado, 9h–17h; domingo, 13h30–17h.
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Quem pode ser membro gratuitamente quem vive, trabalha, estuda ou tem propriedade em Toronto, apresentando identificação com nome e morada.
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Não residentes 50 dólares por três meses ou 150 dólares por 12 meses. Este cartão não dá acesso a instrumentos musicais, passes tpl:map, passes dos parques do Ontário nem hotspots Wi-Fi.
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Alternativa digital Quem vive em Toronto e tem 13 anos ou mais pode pedir online um cartão digital gratuito, com acesso imediato aos recursos digitais.
MISSISSAUGA Hazel McCallion Central Library Uma biblioteca para cozinhar, jogar e recomeçar Renovada e reaberta em 2024, a biblioteca central de Mississauga tornou-se um dos espaços mais surpreendentes da região. •
Cozinha comunitária A Kitchen está totalmente equipada e acolhe programas sobre saúde, nutrição e literacia alimentar.
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Sala de jogos e realidade virtual Tem computadores de gaming, consolas e estações de realidade virtual, de acesso gratuito.
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Apoio a quem mais precisa A Open Window Hub encaminha pessoas sem casa ou com problemas de saúde mental para serviços e associações comunitárias.
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Um espaço de silêncio A sala de oração multiconfessional está aberta a pessoas de todas as fés, para rezar, refletir ou meditar.
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Arte no makerspace Além de impressoras 3D, o espaço acolhe o programa Art Hub, com atividades de artes digitais, visuais e performativas.
Informações úteis •
Morada 301 Burnhamthorpe Road West, Mississauga (em frente à Câmara Municipal). Contacto: 905-615-3500.
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Horário segunda a sexta, 9h–21h; sábado, 9h–17h; domingo, 13h–17h.
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Quem pode ser membro gratuitamente residentes e quem estuda, trabalha ou tem propriedade em Mississauga.
•
Não residentes 40 dólares por ano
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Como se inscrever basta levar a qualquer biblioteca da rede um documento com nome e morada; quem não é residente leva também comprovativo de emprego, propriedade ou matrícula numa escola da cidade. Serve a carta de condução ou o cartão com fotografia do Ontário.
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Estacionamento pago, mas gratuito nos dias úteis depois das 18h e aos fins de semana.
Estudar até tarde e cuidar da natureza Com o seu telhado verde e arquitetura ondulante, a filial de Springdale é uma das mais originais da rede de Brampton. •
Ciência ao serviço da conservação Em parceria com a autoridade de conservação regional (TRCA), a biblioteca imprimiu em 3D modelos de tartarugas-mordedoras, colocados em zonas de nidificação da Heart Lake Conservation Area.
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Sala de estudo noturna A After Hours Study Hall abre aos sábados e domingos das 18h às 22h, para maiores de 14 anos. Em época de exames, o horário estende-se até à 1h da manhã de segunda a quinta.
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Aconselhamento jurídico gratuito Em parceria com a South Asian Legal Clinic of Ontario, pessoas e famílias com baixos rendimentos podem ter uma consulta individual gratuita.
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Uma "Biblioteca das Coisas" invulgar Na rede de Brampton requisitam-se telescópios, câmaras GoPro, detetores de radão, kits para observar aves, kits de apoio à memória e passes para o ROM.
Informações úteis •
Morada 10705 Bramalea Road, Brampton. Contacto: 905-793-4636.
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Horário segunda a quinta, 10h–21h; sexta a domingo, 10h–18h.
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Quem pode ser membro a inscrição é gratuita para todos os residentes do Ontário. É a condição mais aberta das seis bibliotecas.
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Como se inscrever online ou em qualquer biblioteca, com um documento com a morada atual. Quem se inscreve online tem acesso limitado até ir a uma biblioteca validar a morada. 50 dólares por três meses ou 150 dólares por 12 meses. Este cartão não dá acesso a instrumentos musicais, passes tpl:map, passes dos parques do Ontário nem hotspots Wi-Fi.
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Bónus os membros têm 10% de desconto nos bilhetes do Rose Theatre.
HAMILTON Central Library
OSHAWA McLaughlin Branch
Sementes, música e boas-vindas
Salvar as memórias da família
A biblioteca central de Hamilton, no centro da cidade, aposta na comunidade e na sustentabilidade.
Oferecida à cidade em 1954 por R.S. McLaughlin, fundador da General Motors do Canadá, a biblioteca principal de Oshawa é também um edifício com história, com influências de Frank Lloyd Wright.
•
Biblioteca de sementes Em parceria com a Green Venture, os leitores levam sementes para cultivar e, no fim da época, devolvem sementes colhidas para renovar a coleção.
•
Memory Lab Na Sala de História Local, os leitores podem converter para formato digital fotografias antigas, cassetes VHS, discos de vinil e cassetes áudio.
•
A história da "cidade do automóvel" A coleção local tem materiais únicos sobre a família McLaughlin e a história da General Motors do Canadá.
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Música ao almoço Todas as sextas-feiras ao meio-dia há concertos ao vivo.
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Centro para recém-chegados O Newcomer Learning Centre, no 4.º piso, oferece recursos e programas para aprender inglês.
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A memória da cidade O departamento de História Local e Arquivos recolhe e preserva a história de Hamilton desde 1914.
Internet para quem não tem Os Connect Kits incluem um tablet e um hotspot Wi-Fi, e podem ser requisitados por seis semanas por residentes sem internet em casa.
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Exercício para seniores O programa SMART ajuda a melhorar força, equilíbrio e flexibilidade, qualquer que seja a condição física.
Livros e ideias para seniores Todos os meses, os seniores conhecem um novo autor, ouvem uma leitura e conversam com ele.
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A grande feira do livro Os Friends of the Library organizam anualmente uma venda de livros de outono para apoiar a biblioteca.
Informações úteis •
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Morada 755 York Boulevard, Hamilton. Contacto: 905-546-3200.
Informações úteis •
Horário segunda a quinta, 9h–20h; sexta, 9h–18h; sábado, 9h–17h; domingo, 12h–17h.
Morada 65 Debwewin Miikan (antiga Bagot Street), Oshawa. Contacto: 905-579-6111, ext. 5200.
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Quem pode ser membro gratuitamente quem vive, trabalha, estuda ou tem propriedade em Hamilton, com identificação adequada.
Horário segunda a quinta, 9h–20h; sexta a domingo, 9h–17h.
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Quem pode ser membro gratuitamente quem vive, trabalha, estuda ou tem propriedade em Oshawa ou em qualquer ponto da Região de Durham.
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Não residentes 40 dólares, com validade de um ano. Não inclui passes de museus, passes dos parques do Ontário nem hotspots Wi-Fi.
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Renovação a inscrição tem de ser renovada a cada dois anos.
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Não residentes 100 dólares por ano. É a opção mais cara das seis.
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Nota Quem tem cartão de biblioteca de alguns municípios vizinhos também pode requisitar livros em Hamilton.
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ALLISTON New Tecumseth Public Library – Memorial Branch A pequena biblioteca com um tesouro de um Nobel Numa localidade de cerca de 23 mil habitantes, a biblioteca de Alliston prova que não é preciso ser grande para surpreender. •
O legado do "pai" da insulina Em 1988, a biblioteca recebeu, por herança da viúva de Sir Frederick Banting, cartas, diários, fotografias e objetos pessoais do cientista, como os seus cachimbos e óculos. Hoje, a coleção pode ser explorada online no projeto Banting Digital, que inclui também os desenhos e pinturas de Banting.
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Emprestam-se… panelas e ukuleles A Library of Things da rede de New Tecumseth inclui Instant Pots, ukuleles, bongós, telescópios, óculos de realidade virtual, máquinas de costura, kits de meditação e licenças para os parques do Ontário.
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Computadores educativos para os mais pequenos Doados em memória de duas crianças, permitem jogar jogos educativos centrados na leitura e na matemática.
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Conversas em inglês Um Círculo de Conversação em Inglês para quem o inglês é a segunda língua.
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Livros na festa da batata A biblioteca vende livros doados durante o Alliston Potato Festival, em agosto.
Informações úteis •
Morada 17 Victoria St. E., Alliston. Contacto: 705-4355651.
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Horário (a confirmar) segunda, 10h–18h; terça a quinta, 10h–20h; sexta, 10h–17h; fechada ao fim de semana.
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Quem pode ser membro gratuitamente quem vive ou paga impostos em New Tecumseth e nos municípios de Adjala-Tosorontio, Mono e Mulmur. Também é gratuito, por acordo recíproco, para residentes de Bradford-West Gwillimbury, Caledon, Essa, Innisfil e King Township.
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Não residentes 30 dólares por ano. É a opção mais barata para quem vem de fora.
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Como se inscrever com um documento com a morada atual (carta de condução, cartão de saúde, fatura de serviços, etc.). Menores de 16 anos precisam da assinatura dos pais.
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Multas A biblioteca deixou de cobrar multas por atraso.
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MILÉNIO | CAPA
25 de setembro a 1 de outubro de 2026
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Muito mais do que “chiu!” Cristina Da Costa Opinião
Olá, bom dia, Espero que se encontrem bem-dispostos e bem de saúde.
Credito: DR
O
outono chegou de mansinho, as folhas começam a mudar de cor e os dias a encolher. E é precisamente agora, quando apetece um bom livro e um cantinho quente, que vos venho falar de bibliotecas. Confesso: durante muito tempo, também eu achava que uma biblioteca era um sítio silencioso, cheio de estantes e com alguém a pedir-nos "chiu!". Pois desenganem-se. As bibliotecas municipais de hoje são tudo menos isso. Aqui à nossa volta, pode requisitar-se um ukulele, um telescópio, uma panela elétrica ou um passe para um museu. Pode gravar-se um podcast, imprimir um objeto em 3D, aprender a cozinhar, digitalizar as velhas cassetes VHS do casamento ou até pedir aconselhamento jurídico gratuito. Em Hamilton há uma biblioteca de sementes; em Alliston, guardam-se as cartas e os óculos de Sir Frederick Banting, o "pai" da insulina. E a tecnologia? As bibliotecas não fugiram da Inteligência Artificial, abraçaram-na. Ensinam a usá-la com cabeça, emprestam portáteis e internet a quem não a tem em casa e ajudam os mais velhos a perder o medo do telemóvel. Em Mississauga, mais
de metade dos utilizadores destes serviços diz que a biblioteca é o único sítio onde tem acesso a esta tecnologia. Em Toronto, 83% dos que os usaram melhoraram a sua empregabilidade. Isto sim, é serviço público. Para as famílias, então, é um verdadeiro tesouro. E numa altura em que está tudo pela hora da morte, um tesouro gratuito! Hora do conto para bebés, clubes de programação e robótica, espaços para adolescentes com lanche incluído, jogos, filmes e plataformas de streaming, tudo com um simples cartão. Em Brampton, basta viver no Ontário para o ter sem pagar um cêntimo. Mas talvez o mais importante nem seja o que se leva para casa. É o que se encontra lá dentro: um lugar onde ninguém nos obriga a comprar nada, onde o avô, a neta e o vizinho acabado de chegar ao Canadá se sentam à mesma mesa. Em tempos de ecrãs, solidão e desinformação, isso não é pouco. Por isso, deixo-vos o desafio: se não entram numa biblioteca há uns anos, façam-lhe uma visita. Levem os miúdos, levem os pais, levem a curiosidade. Garanto-vos que vão sair de lá surpreendidos e, quem sabe, com um ukulele debaixo do braço. É o que é e vai sempre valer o que vale. Fiquem bem e tenham um excelente fim de semana, Até já, Cristina
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MILÉNIO | CAPA
25 de setembro a 1 de outubro de 2026
Credito: Arquivos Gulbenkian I FCG – Biblioteca de Arte de Arquivos
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Palaces of knowledge creased my curiosity about books, my knowledge about society and worlds beyond my imagination. Reading carried my soul to faraway places and became a Manuel DaCosta source of invention of imaginary heroes Editorial or villains which liberated me from the nuanced world of multi-layered hunger My earliest remembrance of libraries was and fear which comprised my cosmos. as a child in Portugal. It was not a build- That start to my life has carried on for a ing of bricks and mortar, but a van which lifetime of reading and writing which has visited my hometown every month, filled always filled the voids created by mental with books. With every visit, the van in- craters that attack everyday life.
M
odern libraries are of course sophisticated places created not just for reading books but also as places of reposing where the mind can recharge and mindfulness calms the pain of a tough day. I question if today’s libraries have become spaces for reading and research or social service centres incorporating services to accommodate society challenges such as daycare, mental health refuges and other functions. For centuries, libraries have been much more than buildings filled
with books. They have been places where knowledge found shelter, where literature survived changes of societies and where men and women could enter in search of an answer, a story or simply a moment of silence. I doubt that it represents this today and there’s a question if public libraries today are fulfilling the original mandates to primarily promote literature, reading and knowledge. There is of course no simple answer and as rates of literacy are falling in Canada, it would be simple enough to blame the internet but we also must question school boards and the methods in the quality of teaching being practised at our schools. Libraries should play a significant role in the education of young people but visiting a library, you observe a paradigm where it’s not young people occupying seats and reading but older generations reading and watching time going by. Admittedly the world has changed and information is in everyone’s pocket. A mobile phone can provide access to millions of books, articles, videos, and documents within seconds without visiting a library. But there is an irony here. The more information we have, the less knowledge we seem to possess. Yes, we live in a society flooded with information, but not necessarily with understanding. Today’s generations cannot hold a conversation because they have not acquired the depth to understand society. A 30 second video replaces reading a book chapter or an article creating brainless generations who won’t serve society well. A real danger exists in forgetting why libraries came into existence in the first place. The answer should be knowledge. Books are not simply objects to be placed on shelves. They contain humanity’s collective memory which can show us what we do not know we need. Perhaps that is its greatest function in the twenty-first century. Let’s not make a library a warehouse for books and expensive employees.
Esta semana • Toronto despede-se de 18 dias de atrações e espetáculos com a Canadian National Exhibition 2026
• Desporto e solidariedade juntam-se no Golfe Magellan 2026 por uma causa dedicada aos seniores;
• Uma gravidez saudável começa também à mesa, com as dicas do Healthy Bites;
• Entre a Venezuela e a Madeira, Yosy Pinto partilha música, carreira e identidade no Sentir, Pensar e Agir;
• LP apresenta Room 12 e revela, em entrevista, o lado mais pessoal da sua música e da sua criatividade;
• Gerações diferentes encontram-se no projeto Volta, através do teatro e da música;
• Cabos e nós navais ganham uma nova vida nas mãos de Sérgio Galvão, em Arte da Marinharia.
• Rock direto e sem filtros chega pelas mãos dos
Dapunksportif, no Radar do Rock, com o novo álbum Raw & Vulnerable.
Aos sábados às 7:30 da manhã
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Aos sábados às 10.30 da manhã e aos domingos às 10 da manhã
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25 de setembro a 1 de outubro de 2026
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And the beat goes on
OPINIÃO
Raul Freitas Opinion
I
remember protests, in the past few years over much lower rates, but these days, not a peep from the people. Of course, there is discourse in parliament, but that's the usual blame game and banter. I know gas in Europe has always been pricier than in Canada, but my point is, where is the indignation? Literally, gas prices have been going up about 7 euro cents a week! That in itself would be reason for revolt. A few years back, probably during covid, where everything was shut down, gas went up to about two Euro bucks, from about 1,50, and we were all panicking. Since the start of DT's invasion of Iran, where fuel here was at about the same 1,50 Euros per litre, it's climbed almost twice as much! But what is the most glaring is the amount that they raise it. What is this game they are playing? And once again, oil companies report record profits, from these huge gains in revenue, although said raises are supposed to cover the extra costs that they incur due to DT's
Crédito: DR
Went out today and discovered that fuel was at around 2,35 Euros per litre. In Loonies, at the current exchange rate, we're looking at the tidy sum of about 3,70 Canadian Loonies per litre.
invasion. I know in economic terms it may not be that black and white. It's obvious we are being played by the stock market; they get spooked, we pay the price. But we all know this, even I have mentioned it several times. The systems gains always flow up, while we bear the brunt. But why are people so uninterested? Have we all just given up, feeling helpless? What amount will it take to get a reaction from the 99%? Looking around me, no one I know seems to be the least bit interested in the extra costs. Personally, since I don't drive much, it doesn't affect me too much, although it still stings. It is a fact that the government takes a huge chunk, (here and there), of the price we pay at the pump, and they are very weary of giving us a break. No surprise there, since fuel taxes are quite a cash cow that they have grown very close to, it being such an easy way to syphon money from
our pockets. DT does keep saying that Iran is in tatters, that they are on their last leg, and defending the country isn't sustainable. The people are said to be suffering and running out of food and fuel. On the other hand, I've been watching some Iranians on Instagram showing the exact opposite. No doubt there have been casualties, but I've been watching people go about their everyday lives, eating ice cream, pumping gas into their cars for pennies per tank full. Another surprise was seeing women of all ages with their hair out, no coverings. It confuses me, somewhat, because western media keeps shoving the exact opposite in my face, seemingly validating Iranians' claims that the Hijab is optional, and not mandatory. I have no doubt that there have been atrocities in that country, but at the same time, it's important to remember that most
of the mainstream news is censored, and now DT has turfed another set of American news organizations, triggering lawsuits and a boycott from most, if not all the main networks. To counter, the White House is streaming whatever DT decides to say, alone. I don't know what the situation will be like by Friday, when this publication goes out, but these days, expect the worse because he's being backed into a corner. In the meantime, do like I did, look around for the truth yourself. I think it might surprise you. Fiquem bem!
Leia em português
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25 de setembro a 1 de outubro de 2026
MILÉNIO | OPINIÃO
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Credito: European Union
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Is Canada joining the European Union? Vincent Black Opinion
Canada joining the European Union sounds like a dramatic idea, but the discussion has changed significantly over the past several months. The immediate proposal in not for Canada to become a full EU member. European commission has suggested that Canada could become the EU’s first associate member, creating a much deeper relationship than the existing Canada-EU trade strategic agreements. That status does not currently exist in EU treaties and would have to be created and negotiated.
C
anada and Europe already have an important economic relationship. The EU is Canada’s second-largest trading partner for goods and services after the United States, with Canada-EU trade reaching 178 billion in 2025, with the Canada-EU trade agreement, has been provisionally operating since 2017. But the relationship is now moving beyond trade. Canada has joined European defence in-
itiatives, including the EU’s date defence procurement program. Canada and Europe are also discussing cooperation in critical minerals, artificial intelligence, energy, space, digital trade, financial services, and defence manufacturing. That raises an interesting question could Canada become much more closely connected to Europe without becoming a European country? That may be the more realistic possibility. Why full EU membership is difficult… there is an important distinction between EU membership and associate membership. Under article 49 of the treaty on European Union, a country applying for full membership must be a European state that respects the EU’s fundamental values. Canada is obviously geographically in North America, so full membership under the existing treaty framework would present a fundamental legal problem. An associate relationship could therefore provide something different. Canada could potentially gain deeper access to European programs, markets, research, defence procurement and strategic initiatives while remaining an independent country with kits own government, currency, laws, and foreign policy. In other words, the question may no longer be
should Canada join Europe? It may be how closely can Canada intergrade with Europe while remaining Canada? Has Trump pushed Canada toward the rest of the world? There is a strong argument that the Trump administration’s approach to Canada has accelerated something Canada was already beginning to recognize. Canada cannot afford to depend overwhelmingly on one market. The United States remains Canada’s dominant economic partner. But tariffs, trade disputes and broader tensions have encouraged Ottawa to pursue alternatives. PM Mark Carney has explicitly described Canada’s strategy as building greater economic and strategic autonomy through diversifies partnerships. The government says Canada has been pursuing trade and security agreements across multiple continents while reducing vulnerabilities in critical supply chains. The current tension with Washington has therefore given European relationship a new urgency. Trump has also publicly objected to the possibility of closer Canada-EU integration and warned that such a relationship could have consequences for trade. That does not mean Canada is abandoning the United States. Geography will
always make the American relationship extraordinarily important. Instead, Canada appears to be asking a different question. What could Canada gain from Europe? There are several potential advantages. Greater trade diversification, the biggest benefit could be reducing Canada’s dependence on the American market. Europe represents 27 countries and a huge consumer market. Canadian companies could have greater opportunities in areas such as energy, agriculture, technology, financial services, manufacturing, and critical minerals. Canada is already participating in European defence initiatives and has signs an agreement allowing it to participate in the EU’s billion safe defence procurement framework. A deeper relationship could mean more opportunities for Canadian defence companies, joint production and research, and closer coordination with European allies. Europe is interested in reliable energy supplies, while Canada possesses significant energy resources. Closer cooperation could potentially create opportunities involving LNG, hydrogen, electricity, nuclear technology and cleanenergy development. The closer Canada becomes integrated with European institutions, the more Canadian businesses may have to operate according to European rules. The challenge would be finding the right balance between greater access and maintaining Canadian decision-making authority. Canada cannot simply replace the United States with Europe. The two countries share the world’s longest international boarder, deeply integrated supply chains and enormous amounts of two-way trade. The objective, therefore, would not necessary be to choose Europe over America. It could be to make sure Canada has strong relationships with America, Europe, and the rest of the world. Is this the beginning of a different Canada? Perhaps the most significant development is psychological. For generations, Canadian economic thinking has largely revolved around the United States. Europe was important, but it was never the central alternative. That is changing and Carney is trying to make this happen. For decades, Canada’s geographic location made the United States its natural economic partner. But in an increasingly uncertain world, geography may no longer be enough. The future may not be about Canada choosing between America and Europe. It may be about Canada having enough relationships that it doesn’t have to choose.
Leia em português
Vidaul Ferreira
Contributo para o movimento reorganizativo do Proletariado Vidaul (Froes) Ferreira (n.1948) veio ao Mundo no início da NAKBA na Palestina com o assassinato do diplomata sueco enviado especial da ONU e o massacre de Der Iassine pelos grupos terroristas Stern, Irgun e Lehi além da entrada em vigor da Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Crédito: DR
O
livro de 73 páginas (Editora Libertação, design e paginação de João Aldeia) é um depoimento comovido que começa com os primeiros passos do autor: «a minha meninice foi passada em Angola; nasci em Vila Franca de Xira mas fui para lá com três anos e regressei com quase treze em meados de 1961. Assisti a acontecimentos que me impressionaram muito. Regressámos a Portugal por decisão de meus pais quando começou abertamente a guerra colonial em Angola». O texto recorda a fundação do MRPP: «A reunião teve lugar em Benfica no fim de semana de 18 de Setembro de 1970
em casa de Maria José e Filipe Rosas; dormimos lá duas noites, a reunião decorreu de sexta à tarde até domingo à noite. Foi ali decidido o nome definidor Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado MRPP». Há uma nota final sobre o tempo actual ao tempo da escrita do livro – 2018: «Entre socialismo e capitalismo mais de noventa por cento da Humanidade escolhe o socialismo; o socialismo é uma necessidade histórica». Além de Vidaul Ferreira (ele mesmo) e de figuras da política e da cultura como Saldanha Sanches, Vítor Dias, Paula Godinho ou Amadeu Lopes Sabino, as páginas do livro recordam alunos da Escola Comercial e Industrial de Vila Franca de Xira como Álvaro Monteiro Rodrigues Pato, José Carlos Pereira Lilaia, José do Carmo Francisco e Horácio José Cecílio Rufino que, mesmo morto no Registo Civil, continua vivo no coração dos rapazes da nossa turma. JCF
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A gasolina sobe, mas quem está realmente a pagar a conta? Augusto Bandeira Opinião
Meus caros leitores, há coisas que sinceramente me deixam a pensar. Uma delas é assistir à guerra política que se instalou à volta do preço dos combustíveis.
A
gasolina sobe, o gasóleo sobe e começa imediatamente a procura pelo culpado. O Governo é acusado, a oposição aponta o dedo, o Governo responde e, pelo meio, está o cidadão, que chega à bomba, olha para o preço por litro e pergunta, afinal, quem vai pagar isto? E foi neste ambiente que vimos recentemente José Luís Carneiro, líder do PS, a ir abastecer o automóvel acompanhado por uma equipa e por fotógrafos, numa espécie de demonstração política junto à bomba
MILÉNIO | OPINIÃO
25 de setembro a 1 de outubro de 2026
de gasolina. Eu pergunto-me se é isto que devemos esperar da política. Não tenho nada contra um político ir abastecer o carro. Todos precisamos de combustível. Mas quando uma dificuldade que afeta milhões de pessoas é transformada numa operação de comunicação política, começo a pensar que estamos a discutir mais a imagem do que o problema. Sr. deputado José Luís Carneiro, o problema é sério. Em vez de transformar uma dificuldade real dos portugueses numa oportunidade de comunicação política, seria importante explicar a realidade com verdade e apresentar soluções. Também não se esqueça das responsabilidades políticas do passado. Eu poderia enumerar algumas, mas deixo isso para mais tarde. Não tenho memória curta, nem acredito no Pai Natal. Acredito em quem fala verdade, porque Portugal precisa de políticos responsáveis. Primeiro, convém explicar uma coisa que muitas vezes parece esquecida, o Governo português não decide sozinho o
MOSTOS E SUMOS
DOS MELHORES FORNECEDORES, PRONTOS PARA FERMENTAR
preço da gasolina ou do gasóleo. Portugal não fixa a cotação internacional dos produtos petrolíferos, não controla o mercado mundial, nem decide os custos internacionais de transporte ou de refinação. A própria ENSE, Entidade Nacional para o Setor Energético, explica que os preços de referência têm por base as cotações internacionais dos produtos refinados, entre outros componentes. Portanto, dizer simplesmente que "a gasolina aumentou porque o Governo aumentou o preço" é demasiado fácil. Mas também não podemos dizer que o Governo não tem responsabilidade nenhuma. Tem. O Estado cobra impostos sobre os combustíveis e pode tomar decisões sobre a fiscalidade aplicada. Pode reduzir ou aumentar impostos e criar mecanismos para tentar aliviar o impacto dos aumentos. É aqui que a discussão deve ser feita com seriedade. Como já foi referido pelo jornalista José Gomes Ferreira, uma descida do IVA nos combustíveis teria um impacto significativo nas contas públicas. E quando alguém promete baixar um imposto, deve explicar também quanto o Estado deixa de receber e onde vai buscar esse dinheiro. Porque quando abastecemos um carro não estamos apenas a pagar combustível. Estamos a pagar custos internacionais, transporte, distribuição, margens comerciais e impostos. E talvez a pergunta que os portugueses deveriam fazer não seja apenas, "Quem aumentou a gasolina?" Talvez devêssemos perguntar, quanto custa realmente o combustível antes dos impostos? Quanto vai para o Estado? Quanto fica na cadeia de distribuição e comercialização? E que parte desta subida resulta efetivamente das condições internacionais? São perguntas diferentes e obrigam a respostas muito mais difíceis do que fazer um vídeo junto a uma bomba de gasolina. Meus amigos, abram os olhos, porque o dinheiro não nasce debaixo das pedras. Se o Estado recebe menos de um impos-
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to, alguém terá de pagar essa diferença ou haverá menos dinheiro disponível para outra despesa. É por isso que não gosto de soluções políticas feitas apenas para a fotografia. Hoje podemos dizer, "Baixámos cinco cêntimos." Amanhã temos de explicar quem pagou esses cinco cêntimos. E isto não é uma questão de esquerda ou direita. É uma questão de contas. Vivemos num mundo onde uma guerra, uma crise internacional ou uma interrupção de fornecimento, a milhares de quilómetros de Portugal, pode refletir-se rapidamente no preço que pagamos numa bomba de gasolina. O Governo pode tentar amortecer o impacto, mas não pode mandar no mercado mundial. Pode, isso sim, decidir quanto cobra através dos impostos e que medidas toma para aliviar a situação. É aí que devemos exigir explicações. Não precisamos de fotografias junto às bombas. Precisamos de números. Porque, no final, o político pode fazer um vídeo, o Governo pode anunciar uma medida e a oposição pode fazer uma acusação. Mas quem chega à bomba e tira a carteira do bolso é o cidadão. E esse cidadão não quer assistir a uma guerra de vídeos. Quer saber a verdade, por que razão está a pagar tanto e quem está, efetivamente, a ficar com o dinheiro? Como português, tenho vergonha de ver certos políticos tão preocupados em chegar ao poder e tão pouco preocupados em explicar aos portugueses a realidade das decisões que pretendem tomar. Portugal precisa de políticos que expliquem, que assumam responsabilidades e que tenham coragem para dizer aos portugueses não apenas aquilo que querem ouvir, mas também aquilo que precisam de saber. Bom fim de semana!
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MILÉNIO | OPINIÃO
25 de setembro a 1 de outubro de 2026
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Diáspora faz tudo sozinha e o Governo português assiste na bancada
Vítor M. Silva Opinião
As recentes perguntas dirigidas ao Governo na Assembleia da República pelas deputadas Catarina Louro e Eva Cruzeiro e pelo deputado Luís Dias, todos do Partido Socialista, sobre o impasse que sufoca a Santa Casa da Misericórdia de Paris, não são infelizmente um caso isolado. São o retrato fiel e doloroso de uma gritante falta de apoio estatal que afeta os milhões de portugueses espalhados pelo mundo.
E
nquanto em Paris uma instituição histórica desespera há mais de dois anos por um protocolo tripartido com a União das Misericórdias Portuguesas e o Governo de Portugal, do outro lado do Atlântico, em Toronto, a comunidade luso-canadiana ergue a pulso o Magellan Community Centre. O filme é sempre o mesmo e repete-se: no fim, a diáspora faz tudo sozinha e o Governo português assiste na bancada. O envelhecimento da nossa população emigrante é um desafio humanitário urgente que Luís Montenegro e o seu governo teimam em ignorar. À medida que os pioneiros da nossa emigração entram na velhice, a vulnerabilidade social, a pobreza e, em al-
guns casos, a demência batem-lhes à porta. É um facto científico e humano e nestes momentos de fragilidade psicológica extrema, muitos idosos "regressam" à sua língua materna, às suas memórias e aos seus hábitos originais, mas fora do nosso querido país. Não basta dar-lhes um teto. É uma questão de dignidade humana garantir-lhes estruturas de cuidados de longa duração que sejam culturalmente sensíveis. O Magellan, superiormente presidido pelo comendador Manuel da Costa e por uma equipa de voluntários incrível, em Toronto, nasceu precisamente para preencher esta lacuna crítica. Será o primeiro lar vocacionado para a comunidade luso-canadiana, onde a língua, o acolhimento e a
gastronomia serão portugueses. Mas esta obra monumental avança quase exclusivamente graças à generosidade de doadores privados, sindicatos e fundações locais canadianas. Onde está o coinvestimento do Estado português? A resposta é o silêncio de sempre. O mesmo silêncio que o Governo impõe à Misericórdia de Paris, que continua a suprir as falhas dos consulados ao pagar viagens de regresso, distribuir alimentos e visitar idosos isolados, sem qualquer apoio estável. Esta ausência de compromisso por parte do Governo português constitui uma profunda injustiça histórica. Durante décadas, as remessas e os investimentos dos emigrantes foram o balão de oxigénio da economia nacional. Contudo, quando estes cidadãos precisam que o país natal assuma a sua quota-parte de responsabilidade na proteção social, recebem apenas palmadinhas nas costas em visitas oficiais, muitas vezes feitas à pressa e discursos completamente vazios e de circunstância. A criação de redes de cuidados de saúde e apoio social nas grandes capitais da nossa emigração devia ser uma prioridade absoluta e estratégica da política externa de Portugal. O Magellan e a Misericórdia de Paris provam que as comunidades sabem organizar-se e fazer a sua parte. Falta que o Governo português deixe de olhar para a diáspora como um mero círculo eleitoral ou uma fonte de receita fiscal. É tempo de passar das falhas políticas à ação orçamental concreta. Negar apoio a quem envelhece longe de casa é fechar os olhos àqueles que, mesmo na distância, nunca deixaram de dignificar o nome de Portugal.
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Paulo Fernandes
Um emigrante entre duas pátrias, ao serviço da sua terra Daniel Bastos Opinião
Uma das marcas mais características das comunidades portuguesas espalhadas pelos quatro cantos do mundo é, indubitavelmente, a sua dimensão empreendedora, como corroboram as trajetórias de inúmeros compatriotas que criam empresas de sucesso e desempenham funções de relevo nos mais diversos domínios da vida cultural, social, económica, política e associativa.
E
ntre os vários exemplos de afirmação, difusão e promoção da presença portuguesa na diáspora, cada vez mais percecionada como um ativo estratégico para o desenvolvimento e reconhecimento de Portugal, destaca-se, ao longo dos últimos anos, a trajetória de vida de Paulo Fernandes, um genuíno emigrante bairrista e altruísta, profundamente ligado às suas raízes e ativamente dedicado ao associativismo, que vive e trabalha na Bélgica. Natural de Vila Cova, pequena povoação rural do concelho minhoto de Fafe, onde nasceu em 1976, no seio de uma família humilde e de parcos recursos, Paulo Fernandes, como tantos outros conterrâneos e compatriotas, conheceu desde muito cedo os caminhos da emigração como forma de procurar melhores condições de vida. Aos 14 anos, partiu para a cidade francesa de Marselha, onde trabalhou no setor agrícola durante cerca de dois anos, regressando posteriormente a Portugal, onde cumpriu o serviço militar e, mais tarde, constituiu família com aquela que viria a ser a sua com-
panheira de vida, Marisa Peixoto, também natural do concelho de Fafe. O jovem casal fafense, à semelhança de milhares de portugueses, rumou, nos primeiros anos do século XXI, para a Bélgica, país que acolhe uma das mais numerosas e dinâmicas comunidades portuguesas da Europa. A presença portuguesa no território belga, constituída por várias gerações de emigrantes e por uma expressiva população de lusodescendentes, mantém uma forte vitalidade social, económica, cultural e associativa, fazendo da Bélgica um dos principais destinos da emigração portuguesa contemporânea. Numa primeira fase, ambos trabalharam numa empresa de embalamento de frangos, situada em Rotselaar, na região da Flandres. A partir de 2006, foram contratados como casal de governantes por uma família belga empreendedora de Petit-Enghien, localidade situada na província de Hainaut. É neste contexto profissional que Paulo Fernandes se tornou, desde então, homem de confiança de uma das principais famílias belgas ligadas ao setor da saúde, com atividade na Bélgica, no Luxemburgo e na Suíça. A par do percurso profissional construído no país de acolhimento, Paulo Fernandes nunca perdeu a ligação ao torrão natal. Profundamente ligado às suas raízes, tem realizado, ao longo dos últimos anos, diversos investimentos imobiliários no concelho de Fafe e apoiado causas sociais e pessoas em situação de vulnerabilidade económica. O emigrante empreendedor, conhecido pelo trato fácil, pela humildade e pela generosidade, encontrou também no associativismo uma forma privilegiada de continuar a servir a sua terra. Há cerca de uma década, assumiu a pre-
sidência do GAT – Associação Grupo de Amigos de Travassós, uma associação sem fins lucrativos e clube desportivo sediado na freguesia de Travassós, terra natal da sua esposa, e que se afirmou, entretanto, como uma das mais dinâmicas e representativas coletividades do concelho de Fafe. O conhecido dirigente associativo local, radicado na Bélgica, personifica, de certa forma, esse singular “homem ubíquo” de que falava Miguel Torga, alguém dividido entre duas pátrias, a de acolhimento e a de origem, mas capaz de transformar a distância geográfica numa ponte permanente entre ambas. Com uma enorme capacidade de sacrifício pessoal, familiar e profissional, e contando com o apoio de uma direção constituída por elementos ativos e dedicados, Paulo Fernandes desenvolve uma relevante intervenção associativa em Fafe, assumindo-se como um dos rostos mais visíveis de uma coletividade que reúne cerca de uma centena de atletas nas modalidades de futebol e futsal. Sob a sua liderança, o GAT dispõe atualmente de uma das mais recentes e modernas sedes associativas do concelho, um espaço que ultrapassa a sua dimensão estritamente desportiva e se afirma também como um importante lugar de encontro, convívio e sociabilidade da comunidade. A coletividade tem contribuído para dinamizar as tradições e a cultura local, fortalecer os laços comunitários e, simultaneamente, assumir-se como uma verdadeira bússola orientadora e promotora da participação, sobretudo entre os mais jovens. O percurso de Paulo Fernandes é, assim, particularmente revelador de uma das dimensões mais nobres da emigração portuguesa: a capacidade de partir sem romper com as raízes. Entre a Bélgica, onde cons-
truiu a sua vida profissional e familiar, e Fafe, onde mantém um forte vínculo afetivo, patrimonial e comunitário, o seu percurso demonstra que a distância não significa necessariamente afastamento. Pelo contrário, pode transformar-se numa forma renovada de pertença, de participação e de compromisso com a terra de origem. É precisamente nesta capacidade de permanecer ligado à terra de origem que reside uma das grandes forças da diáspora portuguesa. Muitos emigrantes, depois de construírem as suas vidas além-fronteiras, continuam a investir, a apoiar causas sociais, a preservar tradições, a dinamizar coletividades e a contribuir para o desenvolvimento das suas comunidades de origem. Paulo Fernandes inscreve-se nesse universo de homens e mulheres que fazem da sua condição de emigrantes uma verdadeira ponte entre Portugal e o mundo.
Paulo Fernandes. Credito: DR
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UM PALÁCIO ABERTO AOS LIVROS
António José Seguro e Sandra. (DR)
Há aqueles que não podem imaginar o mundo sem pássaros, há aqueles que não podem imaginar o mundo sem água; no que me toca, sou incapaz de imaginar um mundo sem livros. Jorge Luis Borges
F
Inez Marques Opinião
Há lugares que parecem ter sido feitos para acolher histórias. Belém é um deles. Entre o Tejo, os jardins e a memória de séculos, os livros encontraram ali, há nove anos, uma casa particularmente feliz.
oi em setembro de 2016 que nasceu a Festa do Livro em Belém, por iniciativa do então Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em parceria com a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros. A ideia era simples, mas ambiciosa: levar os livros para os jardins do Palácio de Belém e aproximar autores, editores, livreiros e leitores. Desde então, a iniciativa foi crescendo, afirmando-se como um momento impor-
tante do calendário cultural português. Em 2026, a Festa iniciou um novo ciclo. António José Seguro, atual Presidente da República, inaugurou a nona edição, dando continuidade a uma iniciativa que recebeu do seu antecessor, também presente na sessão de abertura. O gesto teve, por isso, um significado que ultrapassou a simples continuidade institucional: duas presidências juntas num espaço onde, durante alguns dias, quem verdadeiramente ocupa o centro da cena são os livros, os escritores, os editores e os leitores. A Festa foi, sobretudo, um lugar de encontro, onde se mostraram bens preciosos da cultura que nos tornam maiores na nossa humanidade. Nos dias luminosos e quentes do fim do verão, foi muito mais do que uma mostra de livros. Foi partilha, proximidade e alegria, desfazendo a distância entre quem escreve e quem lê. Uma festa intimista que deu lugar às pequenas editoras, sem que o gigantismo dos grandes grupos editoriais se impusesse aos seus parceiros mais pequenos. Livros, muitos livros, e escritores à nossa espera, com sorrisos nas mãos, numa disputa saudável de apresentações, conversas e dedicatórias acompanhadas de autógrafos. E é precisamente aqui que ressalvamos o essencial deste fantástico evento: os encontros, a comunhão, a verdadeira egrégora que se estabelece entre escritores de uma mesma editora, como aconteceu, de forma particularmente significativa, com a Alma Letra. Entre os livros apresentados, destacamos aqueles que nos conduziram aos testemunhos de mulheres migrantes (algumas delas canadianas), particularmente “Menina e Moça me Levaram”, coletânea coordenada por Aida Baptista, e “Mulheres Portuguesas no Quebeque – Caminhos de Liberdade”, organizada por Aida Baptista e Joaquina Pires. Mereceram também destaque as obras dedicadas à relação entre
avós e netos: “Avós - Raízes e Nós” e “Avós e Netos - uma viagem de afetos”, um trabalho de três mulheres ligadas à diáspora portuguesa no Canadá: Aida Baptista, Ilda Januário e Manuela Marujo. Há qualquer coisa de profundamente humano numa festa de livros. Encontram-se escritores e leitores, encontram-se pessoas que procuram uma obra específica e outras que apenas passeiam e acabam por descobrir um livro que não esperavam encontrar. São múltiplos os rios de memória que aí desaguam. Nesse sentido, recordo as palavras do discurso de abertura de António José Seguro, quando afirmou que “o livro promove encontros” e “ler é o melhor antídoto contra a ignorância”, contribuindo para uma sociedade “mais culta, mais livre, capaz das melhores escolhas”. Mas ler não é apenas adquirir conhecimento. É aprender a escutar. É aceitar a diferença. É entrar no pensamento do outro e reconhecer que a diversidade de vozes pode aproximar-nos. Ao terminar a sua intervenção, o Presidente deixou um apelo singelo: “leiam, leiam, leiam.” Um imperativo que, repetido, resume, melhor do que qualquer discurso, aquilo que uma Festa do Livro pretende celebrar. Desta Festa, onde os livros são cabeça de cartaz, saímos cientes de que “um país que lê é um país mais preparado para ser melhor”, levando connosco livros, música, momentos de leitura e de debate — tudo aquilo que faz destas Festas verdadeiros momentos de cultura, de partilha e de encontro.
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The Grand Parade volta a reunir a comunidade em apoio aos seniores do Abrigo Centre Com partida da Loretto College School, os participantes percorreram cerca de dois quilómetros para apoiar o programa Vida e Esperança, que acompanha mais de 120 seniores da comunidade luso-canadiana. Para Lena Barreto, presidente do Conselho de Administração do Abrigo Centre, o crescimento da iniciativa demonstra o rganizada pela Blue Sea Foundation, envolvimento da comunidade “é apenas o a iniciativa mobiliza a comunidade terceiro ano, mas já vemos a comunidade a através de um modelo de angaria- abraçar esta causa”, afirmou. A iniciativa vai além da angariação de ção de fundos entre participantes e beneficiários, permitindo apoiar organizações fundos e procura chamar a atenção para uma realidade que nem sempre é visível: o locais como o Abrigo Centre.
No passado sábado, a comunidade voltou a sair à rua para a terceira edição “The Grand Parade”, uma caminhada anual de angariação de fundos que reúne participantes em várias comunidades do Canadá em apoio a organizações que trabalham com seniores e suas famílias.
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isolamento vivido por muitos seniores. Alice Nunes, coordenadora do Programa de Seniores do Abrigo Centre, sublinhou a importância deste apoio “é um grupo muito alegre, que merece todo o apoio que a comunidade puder dar.” O programa proporciona atividades, acompanhamento e, sobretudo, momentos de convívio. Para Delminda Pereira, membro do Abrigo Centre e do Programa Vida e Esperança, é precisamente esse espírito de comunidade que faz a diferença “temos música, coro, ginástica e, acima de tudo, temos amizade. Somos como uma família.”
Também Sérgio Sarmento, membro do Abrigo Centre e do Programa Vida e Esperança, destacou a importância de manter este tipo de iniciativas “é importante para todos nós. Vamos continuar a caminhar.” Entre os participantes esteve ainda Marit Stiles, deputada provincial pelo circulo eleitoral de Davenport e líder oficial da Oposição de Ontário, que destacou a importância de manter os seniores ativos e ligados à comunidade “cada passo que damos hoje é para apoiar os seniores e o programa tão importante como este”, afirmou. Para Joyce Santos, membro do Conselho de Administração do Abrigo Centre, a caminhada é uma forma de retribuir aos seniores “é bom saber que estamos a apoiar quem tanto fez por nós.” Empresas, voluntários e participantes uniram novamente esforços numa tarde marcada pela música, pela dança e pelo convívio. Manuel DaCosta, empresário e filantropo, destacou a importância de apoiar os seniores e de reconhecer tudo aquilo que esta geração fez pela comunidade “é sempre um privilégio estar com pessoas que fizeram tanto por nós, especialmente os nossos seniores. É importante apoiá-los, proporcionar estes momentos de convívio e mostrar-lhes que a comunidade continua ao lado deles.” À data do fecho desta edição, tinham sido angariados 15.450 dólares para apoiar o programa Vida e Esperança do Abrigo Centre. A campanha continua, e quem quiser contribuir poderá fazê-lo através do Abrigo Centre, em abrigo.ca, ajudando a garantir a continuidade deste importante apoio aos seniores da comunidade. A terceira edição da caminhada terminou, mas deixou uma mensagem que permanece: cuidar dos seniores é cuidar de todos nós. Porque ninguém deve envelhecer sozinho. FP/MS
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Portugalo Fest 2026 reúne a comunidade portuguesa em Mississauga A quarta edição do Portugalo Fest levou, pela primeira vez, a celebração da cultura portuguesa ao Port Credit Memorial Park, em Mississauga, reunindo famílias, amigos e visitantes numa jornada marcada pela música, gastronomia, tradições e convívio. Realizado a 19 de setembro, o festival teve entrada gratuita e proporcionou um novo espaço de encontro e celebração para a comunidade portuguesa.
munidade portuguesa para a diversidade cultural da cidade. Por detrás da realização do festival esteve uma equipa de direção que reuniu diferentes membros da comunidade. A direção foi composta por Eddie Suliman, presidente; Eduarda Sousa-Lall, vice-presidente; Dennise Alban, tesoureira; Shannon Pecore, secretária; e pelos membros da direção Sandy Pitts, José Gouveia, Paula
Correa, Ana Costa e Sara Costa. Para Eddie Suliman, o objetivo passa por levar a cultura portuguesa a toda a comunidade. “Queremos levar Portugal para a rua, partilhar as nossas tradições e mostrar a riqueza da nossa cultura”, afirmou a presidente da comissão organizadora. A organização destacou também o apoio dos patrocinadores, parceiros e meios de comunicação social, fundamentais para a realização do festival.
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FP/MS
Photo: AP
ste ano, o Portugalo Fest contou com a participação de 36 entidades, entre empresas, vendedores, organizações sem fins lucrativos e parceiros comunitários, que contribuíram para uma programação diversificada e para o ambiente de convívio que marcou o evento. No palco, subiram Sofia de Sousa, o Grupo Folclórico da Nazaré de Toronto, o Grupo PCCM Folklore, Grenville Pinto, Sara Dantas, Fado House e Karma Band, além do grupo Doce Tributo, vindo de Portugal, que trouxe a Mississauga os sons e a energia da música portuguesa. A celebração contou também com a presença da presidente da Câmara de Mississauga, Carolyn Parrish, de representantes políticos de diferentes níveis de governo e da Cônsul-Geral de Portugal em Toronto, Ana Luísa Riquito, que se associaram ao evento e destacaram o contributo da co-
Entre as novidades esteve Pico the Galo, a nova mascote do festival, que rapidamente conquistou os mais novos. A Kids Zone também cresceu, com magia, pinturas faciais e atividades de parceiros comunitários, incluindo capoeira, curling e leitura de histórias. No Waterfront Garden, um projecto de croché transformou trabalhos oferecidos por Adilia Lamelas, Elizabeth Mackenzie, Ana Lourenço e Stephanie Fernandes numa criação colectiva, mostrando também a força da participação comunitária. Com música, sabores, tradição e várias gerações reunidas no mesmo espaço, o Portugalo Fest terminou com o espírito de uma verdadeira festa portuguesa: a celebrar as raízes, a criar memórias e a passar a cultura de geração em geração. O festival mostrou, uma vez mais, que a cultura portuguesa continua viva, presente e a crescer no Canadá, unindo gerações através da música, das tradições e do orgulho das raízes portuguesas.
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Semana Cultural Beirã 2026 celebrou tradições, gastronomia e cultura portuguesa A Semana Cultural Beirã 2026 iniciou-se a 19 e termina amanhã, 26 de Setembro, reunindo a comunidade em torno da gastronomia tradicional, do folclore, da cultura, da música e do convívio. Ao longo de oito dias, a iniciativa apresentou um programa diversificado, com almoços e jantares regionais, atuações de grupos folclóricos, músicos e artistas convidados, proporcionando momentos de celebração da cultura e das tradições das Beiras.
Uma semana de tradição e convívio
A terça-feira foi dedicada aos patrocinadores e à comunicação social, numa noite que contou com a presença do Rancho Folclórico da Associação Cultural do Minho e de Telmo Rodrigues. Na quarta-feira realizou-se a tradicional Festa da Sopa, em formato de concurso, com a participação da Casa das Beiras, Casa do Alentejo, Casa dos Açores e Casa da Madeira. A animação ficou ainda marcada pelas atuações do Rancho Folclórico do Académico de Viseu e do Rancho Folclórico Verde Gaio de Lordosa, Viprogramação arrancou no sábado, seu. A quinta-feira teve como tema central dia 19, com a abertura oficial, seguia juventude. A programação contou com da de um jantar regional que incluiu atuações do So Dance Studios, Performance caldo verde, carne de porco e vitela assada Teen, Os Desafinados da Casa das Beiras e DJ no forno. A noite contou com a participaAnthony, proporcionando uma noite difeção de Telmo Rodrigues, vindo de Porturente e direcionada às novas gerações. gal, e do Conjunto Musical Santa Fé. No domingo, dia 20, o programa prosFados encerraram a programação seguiu com gastronomia tradicional e um Um dos momentos de destaque aconteFestival de Folclore, que contou com a participação do Rancho Folclórico Verde Gaio ceu na sexta-feira, dia 25, com uma Noite de Lordosa, Viseu, entre outros momentos de Fados. A iniciativa contou com João Bride animação. A noite terminou com jantar to e os seus músicos, vindos de Portugal, regional e a atuação de Jéssica Vidal. Du- bem como com Cláudia Leal, acompanhada rante a segunda-feira, a gastronomia vol- por José Geladas, na guitarra portuguesa, e tou a estar em destaque, acompanhada pela Francisco Moreira, na viola baixo. A Semaatuação do Rancho Folclórico de Vaughan e na Cultural Beirã terminou no sábado, dia 26, com mais um dia dedicado à gastronode Telmo Rodrigues. mia e ao convívio. O encerramento contou
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A vez da voz e dos rostos da comunidade, sem filtros!
com a atuação do Rancho Folclórico Verde Gaio de Lordosa, Viseu, e de Pedro Joel e sua banda. Ao longo da semana, a gastronomia teve também um lugar de destaque, trazendo à mesa sabores das diferentes regiões portuguesas — da chanfana ao bacalhau à lagareiro, dos rojões ao leitão, passando pelo arroz de pato e pela carne de porco à moda das Beiras. A Semana Cultural Beirã 2026 foi, assim, muito mais do que uma semana de encontros. Foi uma viagem pelas Beiras — Baixa, Alta e Litoral — feita de sabores, música, folclore, memórias e convívio. À mesa e nos palcos, cruzaram-se tradições que continuam vivas e que passam de geração em geração. Porque a Beira não é apenas uma região: é a terra dos pais e dos avós, das aldeias, das festas, dos sabores e das histórias que levamos connosco. Entre terras diferentes, permanece uma ligação comum. Uma só identidade, feita de muitas memórias. Muitas terras, uma só alma — a alma de quem nunca esquece as suas raízes. Bernardino Nascimento e toda a sua equipa estão de parabéns por terem dado vida a esta celebração e por manterem tão vivas as nossas raízes, tradições e o orgulho de sermos beirões. Romulo Ávila/MS
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Podcast apresentado por Rómulo Medeiros Ávila. Emitido às sextas-feiras.
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Sporting FC Academy of Toronto celebra 15 anos de formação, futebol e comunidade Quinze anos de história, dedicação e paixão pelo futebol. Foi assim que a Sporting FC Academy of Toronto celebrou, no passado sábado (19), o seu 15.º aniversário, numa gala que reuniu atletas, famílias, treinadores, dirigentes, convidados vindos de Portugal e toda a comunidade.
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o longo destes 15 anos, a Academia tem sido muito mais do que um espaço dedicado ao futebol. Tem sido um lugar de crescimento, amizade e desenvolvimento, onde jovens de diferentes origens aprendem, dentro e fora das quatro linhas, valores como respeito, disciplina, companheirismo e espírito de comunidade. Durante a cerimónia dos 15 anos da Sporting FC Academy of Toronto, o presidente Paulo Pereira destacou o percurso realiza-
do ao longo de década e meia e reconheceu o contributo de todos os que ajudaram a construir e desenvolver o projeto. “Celebrar 15 anos é celebrar o trabalho, a dedicação e a confiança de muitas pessoas que acreditaram neste projeto desde o início. Temos de agradecer aos atletas, famílias, treinadores, dirigentes, patrocinadores e parceiros da comunidade que fizeram parte desta caminhada”, afirmou. Paulo Pereira destacou também os desafios para o futuro, com a aquisição de um novo estádio de futebol entre os principais objetivos da direção. “Depois do encerramento forçado do Brock Stadium, percebemos ainda mais a importância de termos uma casa própria e melhores condições para os nossos jovens”, explicou. O presidente reforçou ainda que este objetivo exige o apoio da comunidade, dos conselhos escolares e dos diferentes níveis
de Governo, salientando que “o futuro da Academia passa por criar mais oportunidades para os jovens através do futebol”. Vindos de Portugal, André Lourenço e Filipe Costa, coordenadores técnicos da formação de jovens do Sporting Clube de Portugal, clube-mãe da Academia, estiveram presentes para partilhar a sua experiência e visão sobre o desenvolvimento dos jovens atletas. Os dois técnicos destacaram o trabalho realizado em Toronto e mostraram-se orgulhosos da evolução dos jovens, reforçando a importância de uma formação baseada em valores, metodologia e paixão pelo futebol.
primeira vez, foi também atribuído o Founders Scholarship Award, entregue a Michael Fonseca, reforçando o compromisso da Academia com o desenvolvimento dos jovens dentro e fora do futebol. Atualmente, a Sporting FC Academy of Toronto conta com cerca de 250 atletas, 14 treinadores, três Technical Leads e um diretor de operações. A noite, animada pelos Tuga Nights, foi marcada por emoção e celebração. Juntos, atletas, famílias, treinadores e convidados celebraram 15 anos de história e olharam para o futuro. Porque na Sporting FC Academy of Toronto não se formam apenas atletas: formam-se pessoas, revelam-se talentos e fortalecem-se valores para a vida. FP/MS
Reconhecimento e oportunidades Em destaque esteve, mais uma vez, o Christopher McCurbin-Parkin Award, conquistado por Sebastian Pedrosa. Pela
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SENTIR, PENSAR E AGIR César Russo: dos Açores para o palco, com a música como companheira de vida A música entrou cedo na vida de César Russo e nunca mais saiu. Natural de São Miguel, foi na sua terra natal que começou a construir a sua ligação à música e às tradições da sua gente. Hoje, depois de vários anos de percurso profissional na emigração, prepara-se para concretizar um sonho: o lançamento do seu primeiro álbum, constituído, na sua maioria, por temas originais.
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m Sentir, Pensar e Agir, assume que antes do disco, houve anos de aprendizagem, palco e experiências que ajudaram a moldar o artista que é hoje. Uma das etapas mais marcantes foi a sua entrada no Folclore da Ribeira Grande, onde encontrou uma verdadeira escola de música, tradição e cultura. Foi através do folclore que teve contato com o palco, com outros músicos e com um património cultural que passou a fazer parte da sua identidade. Mais do que entretenimento, descobriu na música uma forma de preservar a memória e as raízes de um povo. Quando deixou os Açores e veio para o Canadá, essa ligação às origens ganhou ainda maior significado. Longe da terra natal, a música tornou-se uma forma de manter viva a sua identidade açoriana. Ao longo
dos anos, participou em diversos eventos da comunidade portuguesa e foi construindo o seu percurso como cantor. Agora, com o lançamento do primeiro CD, inicia uma nova etapa. A maioria dos temas é original, ora dele, ora da sua esposa Silvia, permitindo-lhe passar de intérprete a autor e partilhar com o público as suas próprias ideias, emoções e experiências. Este trabalho reúne diferentes momentos da sua caminhada: as raízes açorianas, a aprendizagem no folclore, a experiência da emigração e os anos de palco. Entre os Açores e o Canadá existe um oceano, mas César Russo encontrou na música uma forma de o tornar mais pequeno. O primeiro álbum representa, assim, mais do que um novo trabalho discográfico. É a continuação de uma caminhada feita de música, memória, identidade e paixão — uma caminhada que começou nos Açores e que continua agora nos palcos da emigração. Será lançado a 26 de Setembro. RMA/MS
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41.ª Semana Cultural Alentejana aposta na juventude sem esquecer as raízes De 9 a 16 de outubro, a Casa do Alentejo Toronto volta a celebrar a cultura, as tradições e a identidade alentejana com a 41.ª edição da sua Semana Cultural. Fado, música, gastronomia e comédia fazem parte de um programa que, este ano, aposta também na aproximação às novas gerações.
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onsiderada já uma tradição no calendário da comunidade portuguesa em Toronto, a Semana Cultural tem, há mais de quatro décadas, procurado manter viva, longe do Alentejo, a cultura de uma região fortemente ligada às suas raízes. O tema escolhido para esta edição — “Do alto ao baixo, do interior à costa… é o Alentejo” — pretende destacar a diversidade geo-
ma tradicional da Semana Cultural. Também a tradicional Noite de Fados vai acontecer para mostrar que a cultura alentejana/portuguesa pode continuar a ser vivida e transmitida pelas novas gerações, sem perder a ligação às suas raízes. Fado, Uma aposta nas novas gerações comédia, música e gastronomia cruzamUma das principais novidades desta -se, assim, numa programação que procuedição é a aposta na juventude. A direção ra equilibrar a tradição com novas formas pretende aproximar os mais jovens da Casa de participação. do Alentejo, criando oportunidades para Tradição e identidade que participem mais ativamente na vida da Apesar da aposta nos jovens, a identidainstituição e reconhecendo o seu papel na de alentejana continua no centro da Semacontinuidade da mesma. Entre os destaques está um espetáculo de na Cultural. Para Luis Costa, presidente do comédia com a humorista alentejana Ana executivo da Casa do Alentejo, a gastronoArrebentinha, numa iniciativa que procura mia, a música e as manifestações culturais trazer uma linguagem diferente ao progra- ligadas ao Alentejo continuam a ocupar gráfica, cultural e gastronómica da região. O programa foi apresentado numa conferência de imprensa, onde a direção deu a conhecer as várias iniciativas previstas para uma semana dedicada ao Alentejo e à sua gente.
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um lugar de destaque, contribuindo para preservar e transmitir um património que atravessou o Atlântico e permanece presente na comunidade. “É fundamental não fugir da nossa identidade e daquilo que é a nossa base enquanto Casa do Alentejo”, sublinha a direção, reforçando a importância de preservar a história da instituição e, ao mesmo tempo, criar espaço para que os mais novos se sintam parte dela.O tema desta edição procura precisamente refletir a diversidade do Alentejo, desde as zonas do interior ao litoral, com diferentes paisagens, costumes, sabores e expressões culturais. Em Toronto, a Semana Cultural transforma essa diversidade numa oportunidade de encontro entre gerações. Recorde-se que haverá comédia, fado, dia dedicado à criança, dia da literatura, dia do sénior, dia do sócio, dia da juventude, exposições e lançamento de livros. Um desafio para o futuro Manter uma iniciativa desta dimensão exige um esforço financeiro e logístico significativo, sendo a angariação de apoios e patrocínios um dos principais desafios. Para esta edição, a Casa do Alentejo contou com o apoio de empresários, jovens empresários da comunidade e algumas câmaras municipais de Portugal, fundamentais para a realização do evento e a preservação de uma tradição com mais de 40 anos. A 41.ª Semana Cultural celebra as raízes alentejanas através da música, do fado, da gastronomia e das tradições, ao mesmo tempo que abre espaço para uma nova geração. Com “garra, força e união”, de 9 a 16 de outubro, o Alentejo volta a marcar presença em Toronto. Consulte o programa e participe nesta semana dedicada à nossa comunidade. Romulo Ávila/MS
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Toronto prepara eleições municipais de 2026 com nova iniciativa para jovens
Eleições municipais: 53 candidatos à antecipada estará disponível durante seis Câmara, 190 à vereação e 118 aos condias consecutivos, de 6 a 11 de outubro, enselhos escolares tre as 10h00 e as 19h00. Para tornar o processo mais acessível, a cidade disponibilioronto prepara-se para as eleições zará também um guia de votação em Braille municipais de 26 de outubro de 2026. e capas em Braille para os boletins de voto. O secretário municipal, John Elvidge, apresentou os preparativos para o ato Kids Vote Weekend: os mais jovens eleitoral, incluindo as opções de votação, também vão às urnas o funcionamento e a segurança do equipaUma das novidades das eleições de 2026 mento eleitoral e os procedimentos para o é o Kids Vote Weekend, uma iniciativa dia das eleições. Até ao momento, estão registados 53 destinada a aproximar crianças e jovens do candidatos à presidência da Câmara, 190 processo eleitoral e da participação cívica. Nos dias 10 e 11 de outubro, durante o fim candidatos a vereadores e 118 candidatos aos conselhos escolares. A cidade conta de semana de votação antecipada, jovens com aproximadamente 2,14 milhões de com menos de 18 anos poderão participar eleitores elegíveis, o maior número entre numa votação simbólica nos 50 locais de votação antecipada da cidade. os municípios do Canadá. Em vez de escolher candidatos, os parOs eleitores terão três opções para votar: presencialmente, por correio ou através de ticipantes vão votar na “Árvore do Ano de um representante autorizado. A votação Toronto para 2027”, entre cinco espécies:
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Basswood, Paper Birch, Red Oak, Sugar Maple e White Pine. Segundo Tobias S. Novogrodsky, secretário municipal adjunto dos Serviços Eleitorais, a iniciativa pretende ensinar aos mais jovens como funciona o processo eleitoral e a democracia local. O programa foi inspirado numa iniciativa semelhante realizada em Montreal, mas adaptado à realidade de Toronto. Os votos serão contados manualmente e o resultado será anunciado depois das eleições municipais, a 26 de outubro. A árvore vencedora será posteriormente integrada em plantações, distribuição de árvores e actividades educativas promovidas pela equipa de Urban Forestry da cidade. As árvores desempenham um papel importante nos parques, florestas e espaços verdes de Toronto. A cidade planta até 120 mil árvores por ano, contribuindo para a qualidade do ar, proporcionando sombra e criando habitats para a vida selvagem. A iniciativa está também relacionada com o objectivo de Toronto de aumentar a cobertura arbórea da cidade para 40% até 2050.
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Crédito: FP
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província publicou o relatório de contas públicas de 2025-26, que fixa o défice em $13 mil milhões, em comparação com os $14,6 mil milhões projetados no orçamento de 2025. Em 2024-25, a província tinha registado um défice de $1,1 mil milhões. O governo afirmou que o défice se deveu em grande parte a um aumento de $10 mil milhões nas despesas de programas nas áreas da saúde e da educação.
O 51.º Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) chegou ao fim, encerrando 11 dias dedicados ao cinema de todo o mundo e reunindo cineastas, actores, profissionais da indústria e público em diversos espaços da cidade. O grande destaque desta edição foi "La Bola Negra", vencedor do Prémio do Público, a principal distinção atribuída pelos espectadores do festival. A distinção marca a primeira vez que uma produção da Netflix conquista o principal prémio do público no TIFF e a primeira vez, em 15 anos, que um filme internacional recebe esta distinção. Na competição dedicada ao cinema canadiano, "Smudge the Blades" venceu o Prémio para Melhor Descoberta Canadiana, enquanto "Sunburn" recebeu o Prémio para Melhor Longa-Metragem Canadiana. Entre os restantes vencedores, "Ancestors" conquistou o Prémio FIPRESCI, enquanto "Thirteen in Gaza" recebeu o Prémio NETPAC.
Crédito: FP
Na secção Platform, "Angh" venceu o Prémio da Secção Platform. Já na competição Short Cuts, os três prémios foram atribuídos a I"nto The Betaverse", "Mammalia" e "Fight Kid".
Para mais informações Eleições municipais de Toronto: www.toronto.ca/elections Kids Vote Weekend: www.toronto.ca/KidsVote FP/MS
Défice de $13 mil milhões em Ontário fica ligeiramente abaixo do projetado inicialmente Ontário revela que o seu défice é ligeiramente inferior ao projetado inicialmente.
TIFF 2026 termina com 11 dias de cinema internacional
Os gastos com a saúde aumentaram $6,2 mil milhões, atingindo um total de $97,5 mil milhões em 2025-26, enquanto as despesas com a educação subiram $2,3 mil milhões, somando $40,1 mil milhões. A província acrescenta que obteve receitas superiores ao previsto através de empresas públicas comerciais, tais como a LCBO (Corporação das Lojas de Bebidas Alcoólicas de Ontário) e a Ontario Lottery and Gaming Corp (Corporação de Lotarias e Jogos de Ontário).
A edição de 2026 voltou a demonstrar a dimensão internacional do TIFF. Ao longo de 11 dias, foram exibidos 294 filmes provenientes de 72 países. Mais de 800 artistas e cineastas participaram em 98 eventos de passadeira vermelha, enquanto 279 realizadores marcaram presença no festival. A edição deste ano ficou ainda marcada pela estreia do TIFF: The Market, uma nova iniciativa dedicada à indústria cinematográfica, que atraiu cerca de 7.000 participantes. Com milhares de espectadores e profissionais reunidos em Toronto, o TIFF encerra mais uma edição, depois de 11 dias marcados pelo cinema, pelos encontros e por histórias vindas de diferentes partes do mundo. FP/MS
Crédito: CBC
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CBC/MS
Setores da saúde e da educação em Ontário precisam de investir mais para evitar queda na qualidade dos serviços Estas revisões servem como ponto de referência para determinar se o plano de despesas do orçamento de 2026 tem probabilidade de manter, melhorar ou reduzir a qualidade e o acesso a vários serviços, segundo o FAO. A província projetou que os gastos com a s relatórios do organismo de fisca- saúde cresceriam a uma taxa média anual lização, divulgados na quarta-feira, de 3,2%, indica a análise do FAO. No ensurgem após uma revisão indepen- tanto, o relatório concluiu que a despesa no dente dos planos de despesa provincial setor da saúde precisaria de crescer a uma detalhados no orçamento do governo para taxa média anual de 4,4% nos próximos três anos para garantir a manutenção dos 2026.
Os setores da saúde, universidades e politécnicos da província terão de aumentar os seus gastos para manter os atuais níveis de serviço, de acordo com relatórios do Gabinete de Responsabilidade Financeira de Ontário (FAO).
O
níveis atuais de serviço. Da mesma forma, o relatório assinala que o último orçamento da província previa uma redução das despesas do Ministério dos Colégios e Universidades a uma taxa média anual de 2,2%, mas estima que os gastos do ministério teriam de crescer a uma taxa média anual de 3,2% nos próximos três anos para manter o nível atual de prestação de serviços. De acordo com os relatórios do FAO, estes números significam que ambos os ministérios enfrentarão défices de financiamento a partir de 2027-28.
Os relatórios mostram também que, ajustando à inflação, a despesa está a crescer a um ritmo significativamente mais lento em comparação com o período entre 2022-23 e 2025-26. Nesse intervalo, o crescimento médio anual da despesa no setor da saúde fixou-se nos 7,4%. Já no setor do ensino superior (universidades e politécnicos), o crescimento da despesa durante o mesmo período foi de 5,3%. CBC/MS
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Trump diz que o Canadá se está a "destruir a si próprio" com a imigração
Carney revela ao NYT que analisou o risco de uma ação militar liderada pelos EUA no Canadá O Primeiro-Ministro Mark Carney afirma ter estudado a possibilidade de uma ação militar liderada pelos EUA em território canadiano.
N
uma longa entrevista ao New York Times publicada na quarta-feira (23), Carney recusou-se a detalhar o que essa análise envolveu, mas sugeriu que seria irresponsável não fazer preparativos para o que classificou como um "risco extremo de cauda" (extreme tail risk). "Acredito que, nestes cargos, existe
a responsabilidade de olhar para riscos extremos de cauda", disse Carney ao Times. "Isso é simplesmente gestão de risco. Não é o cenário base, mas seria irresponsável não nos prepararmos." Na entrevista, Carney falou também sobre os planos do Canadá para reduzir a dependência do serviço de internet por satélite Starlink, de Elon Musk. Abordou ainda o facto de o Canadá estar a considerar alternativas à compra de caças americanos F-35. CBC/MS
CANADÁ
PORTUGAL
Crédito: CBC
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uma publicação nas redes sociais, Trump afirmou que o Canadá está a deixar entrar demasiadas pessoas e que os recém-chegados estão "essencialmente sem controlo e sem verificação", o que está a "causar problemas que em breve serão demasiado grandes para gerir". Após um pico de novas chegadas no pós-COVID, o Governo Liberal liderado pelo Primeiro-Ministro Mark Carney travou a fundo na imigração, reduzindo o número de residentes temporários, em particular estudantes. Esta medida seguiu-se à decisão do governo Trudeau de baixar as suas metas de imigração no outono de 2024. De acordo com dados federais compilados pelo gabinete de orçamento do parlamento, o número de residentes permanentes admitidos no ano passado regressou aos níveis pré-pandemia, com cerca de 328.000 novas admissões. O número de residentes temporários caiu a pique, passando de um pico de 789.000 recém-chegados em 2023 para uma perda líquida de 382.000 no ano passado. Dados da Statistics Canada divulgados na quarta-feira mostram que o crescimento populacional está no nível mais baixo em décadas, com um aumento homólogo de
189.425 pessoas. Trata-se do menor crescimento populacional anual desde 1944-45, informou a agência. "Vamos colocar alguns factos em cima da mesa", disse a Ministra dos Negócios Estrangeiros, Anita Anand, aos jornalistas à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, quando questionada sobre os comentários de Trump. "O Canadá tem uma política de imigração revista desde 2024 e estamos certamente a garantir que os nossos níveis de imigração, incluindo de trabalhadores estrangeiros temporários, sejam reduzidos de modo a estabilizar os apoios disponíveis para todos os canadianos", disse Anand. Anand afirmou que o Canadá reduziu deliberadamente a imigração e devolveu alguma "estabilidade" ao sistema para disponibilizar mais habitação e serviços de saúde para as pessoas que já se encontram no país. Em vez de ser algo que está a "destruir" o Canadá, Anand sublinhou que a imigração em geral "conduziu ao aumento da prosperidade canadiana, especialmente do ponto de vista económico", mas o governo reconhece que os níveis de imigração anteriores eram demasiado elevados. CBC/MS
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O presidente dos EUA, Donald Trump, atacou duramente as políticas de imigração do Canadá na quarta-feira, afirmando que o país se está a "destruir a si próprio" ao permitir a entrada de "milhões" de pessoas sem as devidas verificações de segurança — comentários que os ministros federais canadianos consideram mal informados e profundamente incorretos.
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25 de setembro a 1 de outubro de 2026
Canadá e Reino Unido ponderam fundir iniciativas financeiras para rearmamento contra a Rússia Representantes canadianos e britânicos estão a considerar a fusão de duas iniciativas multinacionais de defesa para ajudar uma rede mais vasta de aliados no rearmamento contra a Rússia e outras crescentes ameaças internacionais, revelou uma fonte oficial canadiana.
O
Primeiro-Ministro Mark Carney e o seu homólogo britânico, Andy Burnham, discutiram as respetivas iniciativas financeiras e a forma como poderiam reforçar a cooperação na área da defesa na semana passada, em Liverpool, durante o seu primeiro encontro presencial enquanto líderes, segundo o gabinete de Burnham. O Canadá não conseguiu convencer o Reino Unido a tornar-se membro fundador do seu Banco de Defesa, Segurança e Resiliência (DSRB) sob o governo de Starmer, mas reativou a iniciativa quando Burnham tomou posse em julho. Uma segunda fonte oficial canadiana, também sem autorização para falar publicamente, afirmou que foram feitos progressos nas conversações com os representantes britânicos, acrescentando que o governo de Burnham parece estar muito mais alinhado com o Canadá e a sua visão do mundo. Carney tem tentado pessoalmente convencer vários países a aderir ao DSRB, que deverá agregar recursos financeiros dos
países participantes para financiar empresas de defesa e permitir-lhes aumentar a escala de produção. Contudo, o Canadá precisa do apoio de um ator de peso como o Reino Unido, sob pena de limitar a capacidade de empréstimo do banco. Starmer tinha anunciado uma contribuição de 400 milhões de libras para o seu próprio mecanismo de financiamento. As discussões entre os dois governos concentram-se agora na fusão do Banco de Defesa, Segurança e Resiliência com o Mecanismo Multilateral de Defesa do Reino Unido. Ambas as iniciativas têm data de lançamento prevista para 2027. A fonte oficial canadiana afirmou que os dois países estão a avaliar a união das duas propostas para criar uma instituição única que sirva melhor as necessidades dos aliados. Carney declarou que o banco liderado pelo Canadá concederá empréstimos a custos reduzidos para garantir que os aliados "tenham capacidade para enfrentar juntos os desafios de um mundo mais perigoso e dividido". Starmer tinha descrito a sua iniciativa em junho como uma forma de "financiar e adquirir equipamento de defesa em conjunto com os nossos aliados e apoiar o caminho para atingirmos as nossas metas de investimento na NATO". CBC/MS
O Primeiro-Ministro Mark Carney afirma que o seu governo recebeu um mandato claro dos eleitores nas últimas eleições gerais, e nas eleições intercalares subsequentes, para "construir um Canadá forte", e está a avançar com alterações aos processos de aprovação de projetos federais e ao Código do Trabalho, apesar das críticas de vários setores.
A
s declarações surgem um dia após o Governo ter apresentado o Projeto de Lei C-39, uma lei de grande âmbito com 246 páginas que visa acabar com o que os críticos consideram ser um processo de aprovação lento e complexo para grandes projetos, estabelecendo um prazo limi-
te de um ano para as avaliações federais. A legislação inclui também uma disposição que clarifica que o ministro do Trabalho pode intervir e cessar uma paralisação laboral se esta for considerada de "interesse nacional", o que gerou forte contestação por parte de líderes sindicais, que alegam tratar-se de uma violação do direito à greve. Carney afirmou que o Canadá enfrenta agressões económicas por parte dos EUA e ameaças à sua soberania, destacando que a principal prioridade de Otava é acelerar o desenvolvimento para manter a economia a funcionar e as pessoas a trabalhar. CBC/MS
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Sob críticas, Carney afirma ter um "mandato muito claro" para promover grandes reformas económicas
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25 de setembro a 1 de outubro de 2026
PORTUGAL PORTUGAL
António José Seguro
Seguro elogia Guterres e considera que foi secretário-geral da ONU na pior altura O presidente da República, António José Seguro, prestou homenagem a António Guterres e elogiou-o pela sua "convicção inabalável em defesa da paz" enquanto secretário-geral da ONU, considerando que exerceu esse cargo na pior altura.
O
chefe de Estado falava aos jornalistas na Embaixada de Portugal junto da Santa Sé, no fim da sua visita oficial ao Vaticano, a propósito da sessão de debate anual da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) que
decorre em Nova Iorque, a última com António Guterres como secretário-geral. "Eu tive a oportunidade de trocar umas mensagens precisamente hoje, eu mais de manhã, ele um bocadinho mais tarde, e por isso também lhe endereço publicamente as
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felicitações pelo mandato - ainda tem três meses - mas pelo mandato que fez nas Nações Unidas", contou. Questionado se considera que o antigo primeiro-ministro de Portugal foi um bom secretário-geral da ONU - funções que António Guterres exerce desde o início de 2017, coincidindo em dois períodos distintos com Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos da América - António José Seguro começou por comentar: "Bem, teria sido a pior altura para ele ter sido secretário-geral das Nações Unidas". A seguir, o chefe de Estado defendeu que, no fim de contas, "aquilo que ficou claro e também bem patente no discurso final é a sua convicção inabalável em defesa da paz" e o modo como foi "muito bem recebido pela Assembleia Geral, que o aplaudiu em pé", constitui "o melhor balanço que se pode fazer" do seu trabalho à frente da ONU. "Naturalmente que não correu tudo como ele gostaria, mas este é um momento de lhe prestarmos homenagem pela sua tenacidade na defesa dos valores da paz e da dignidade humana", afirmou. António José Seguro concordou que "há um enfraquecimento das instituições do multilateralismo" e referiu que "as Nações Unidas estão sempre dependentes da contribuição financeira que os Estados lhe querem emprestar, designadamente dos Estados Unidos [da América]". "Mas eu julgo que isso também mostra a coragem e o caráter do engenheiro António Guterres em ser firme nos princípios e não ceder quando estão em causa princípios que nós julgávamos que eram adquiridos por todos os líderes mundiais", acrescentou. JN/MS
Energia Carneiro alerta que sem medidas para custos da energia empresas poderão ter de fechar
"
O secretário-geral do PS, José Luís CarHá setores que nos exprimiram a reaneiro, alertou que haverá empresas que lidade que estão a viver: se não houver "poderão ter de fechar as portas" caso o medidas que mitiguem os efeitos do Governo não avance com medidas para custo com a energia - com os combustíveis, aliviem os efeitos dos aumentos do cus- com o gás, com a eletricidade - (...) haverá to da energia. muitos milhares de empresas que não vão conseguir suportar o aumento destes custos", avisou o líder socialista após uma re-
união com associações representativas dos setores da energia e das telecomunicações, em Lisboa. José Luís Carneiro deixou o alerta de que, sem medidas para este problema, "essas empresas poderão ter de fechar as suas portas e com isto estarão em crise milhares e milhares de postos de trabalho pelo país".
Nas contas do PS, há "custos operacionais que podem andar na casa dos 40%", referindo que na reunião que tinha acabado de ter ouviu "empresas e setores empresariais cujos custos energéticos podem variar entre 40% e 70%". JN/MS
Combustíveis
Salário mínimo nacional
Castro Almeida rejeita "quebrar contas certas" para dar mais apoios nos combustíveis
CGTP e UGT defendem que salário mínimo além dos 970 euros é "possível" e "imperativo"
O ministro da Economia avisou que o Governo "não vai quebrar o princípio das contas certas" para dar mais apoios aos setores afetados pelo aumento dos preços dos combustíveis, apesar de admitir ajustamentos dentro desse limite.
E
m declarações aos jornalistas à margem de uma reunião dos ministros da Economia, em Bruxelas, Manuel Castro Almeida salientou que o Governo não está "insensível ao sofrimento que as pessoas estão a ter" devido ao aumento do preço da energia, mas referiu que o Governo tomou uma opção, "muito definitiva", de não "desequilibrar as contas públicas por causa disto". "Era o que faltava que o Governo do país não estivesse sempre atento perante este clima de dificuldades. Mas temos um limite: não vamos quebrar o princípio das contas certas, vamos procurar não entrar em
défice por causa deste assunto", declarou. Questionado se isso não significa obrigar as empresas e as famílias a entrarem em défice, o ministro respondeu que "são realidades distintas" e insistiu que o Governo "tem de manter o equilíbrio orçamental, ter contas certas, porque isso é muito importante para as famílias também". "Se o Governo entrar em derrapagem, isso vai degradar a sua posição. Se tivermos défice, vamos aumentar a dívida. Se aumentarmos a dívida, somos um fator de aumento do preço dos juros e o preço dos juros acabará por se repercutir também no preço dos juros que as famílias vão pagar, designadamente na compra das casas", advertiu. O ministro referiu que o executivo não quer contribuir para isso e, "ao proteger o Orçamento do Estado, ao blindá-lo contra o défice", está também a ajudar para prevenir "o aumento dos juros". JN/MS
A CGTP e a UGT consideram que o aumento do salário mínimo nacional acima da meta estabelecida no acordo de valorização salarial e crescimento económico, que prevê que suba para 970 euros em 2027, é "possível" e um "imperativo".
E
m entrevista ao podcast Lusa Extra, Carlos Alves, secretário executivo da UGT, defendeu que "é verdadeiramente um imperativo que tal seja feito" e considerou que "existem motivos de várias espécies", quer em termos económicos, quer a nível político. Carlos Alves afirmou que o contexto económico "é diferente", dado que a inflação prevista para 2027 aquando da assinatura do acordo era na ordem dos 2% e atualmente o Governo estima que seja de 2,5%, numa estimativa que o secretário executivo da UGT apontou como "conservadora". "Este é um motivo de caráter mais económico, mas [...] existe um argumento político", assinalou Carlos Alves, lembrando que o programa eleitoral da AD para as eleições
legislativas de 2025 e o próprio primeiro-ministro chegou a apontar como meta que a retribuição mínima garantida atingisse os 1100 euros em 2029 e que o salário médio se situasse nos dois mil euros. A posição é corroborada por Filipe Marques, da comissão executiva da CGTP. "Olhando para aquilo que é o mercado interno, as vendas no mercado interno destinam-se 91% para as microempresas e 87% até no alcance das pequenas empresas, o que significa que se a capacidade aquisitiva dos trabalhadores for maior, esta dinâmica do mercado interno será maior também, em termos de resultado para a própria economia", sustentou também ao Lusa Extra. Defendendo que a meta prevista para 2027 é "profundamente insuficiente", o dirigente da CGTP considerou que "é possível" alcançar a fasquia dos 1100 euros já a partir do próximo ano, argumentando que o tecido empresarial português tem capacidade para suportar esse valor. JN/MS
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Sindicato dos Professores alerta para falta de docentes e agravamento dos problemas nas escolas dos Açores
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egundo o sindicato, foram lançados 234 horários a concurso, correspondentes a quase 5000 horas letivas semanais, mas as listas de candidatos estão “praticamente vazias”, podendo alguns horários ficar por preencher. O SPRA relaciona esta falta de professores com a perda de atratividade da carreira, os elevados custos da habitação e a insuficiência dos incentivos à fixação. Critica também algumas medidas do Governo Regional, como o apoio ao alojamento, aumentado de 300 para 500 euros, e as prioridades nos concursos, que considera ineficazes. O sindicato defende uma política mais eficaz de atração e fixação de docentes, valorização da profissão, formação inicial e profissionalização em serviço, destacando que existem dezenas de professores com habilitação própria e cinco ou mais anos de serviço que continuam sem acesso à profissionalização. Entre setembro de 2025 e setembro de 2026, aposentaram-se 92 docentes, enquanto apenas 27 futuros profes-
sores entraram na formação inicial na Universidade dos Açores. Também existe falta de assistentes operacionais, sendo que as contratações anunciadas não compensam sequer as aposentações. Na educação inclusiva, persistem carências de docentes especializados, assistentes operacionais, psicólogos, outros técnicos, materiais, recursos pedagógicos e espaços adequados. O SPRA considera que a falta destes recursos limita a resposta às necessidades dos alunos. Relativamente aos manuais digitais, centenas de alunos e professores continuam sem acesso devido a atrasos nas licenças, prevendo-se ainda problemas de sobrecarga das redes sem fios. O sindicato defende que os recursos digitais devem complementar, e não substituir, os manuais em papel. Por fim, o SPRA alerta para a degradação das infraestruturas escolares e defende a sua manutenção, recuperação e requalificação, criticando a falta de uma política de manutenção preventiva. Perante esta situação, o sindicato considera necessário agir e pretende reunir com a tutela para apresentar o seu Caderno Reivindicativo, que reúne os principais problemas do sistema educativo regional e propostas de solução. DA/MS
Governo lança inquérito sobre bem-estar animal
ao fenómeno do abandono e os critérios cruciais que devem ser ponderados antes da compra ou adoção, nomeadamente a avaliação prévia das condições para assegurar alimentação, cuidados veterinários, identificação, esterilização, segurança e disponibilidade de tempo a longo prazo. O questionário, anónimo e de preeneste sentido o questionário abor- chimento rápido, pode ser respondido da o nível de conhecimento sobre até ao final do mês através de formulário as obrigações da detenção res- eletrónico ou código QR. AO/MS ponsável, as razões que podem conduzir De acordo com nota do executivo regional, a iniciativa visa identificar os principais fatores que contribuem para o abandono de animais de companhia, transformando as perceções dos cidadãos em informação útil para a definição de futuras medidas preventivas e campanhas de sensibilização.
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AUTONOMIAS PORTUGAL
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O Sindicato dos Professores da Região Açores (SPRA) alerta para vários problemas no início do novo ano letivo, nomeadamente a falta de professores e de trabalhadores não docentes, as dificuldades na educação inclusiva, os atrasos no acesso aos manuais digitais e a degradação das infraestruturas escolares.
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25 de setembro a 1 de outubro de 2026
Desemprego registado recua 1,8% na Madeira e aumenta 1,7% no País pessoas, enquanto o número de jovens desempregados recuou 3,6% face a agosto de 2025. No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Madeira fixou-se nos 3,5%, a mais baixa do País, com a população empregada a atingir 137,8 mil pessoas. A secretária regional de Inclusão, Trabaevolução contrasta com a do País, onde o desemprego registado au- lho e Juventude, Paula Margarido, consimentou 1,7% face ao mês anterior. derou os resultados positivos e destacou a Em termos homólogos, a Madeira registou importância de continuar a apoiar a qualiuma redução de 10,5%, superior à média ficação, a integração profissional e a aproximação entre trabalhadores e empresas. nacional de 9,3%. O desemprego de longa duração caiu JM/MS 11,2% num ano, abrangendo menos 241
A Madeira terminou agosto com 4.871 desempregados inscritos no IEM, menos 10,5% face ao mesmo mês de 2025 e menos 1,8% em relação a julho. É o valor mais baixo registado na Região desde o final de 2002.
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Proteção Civil dota 63 docentes de competências em segurança nas escolas O Serviço Regional de Proteção Civil da Madeira começou a acolher, desta sexta-feira, 63 docentes de estabelecimentos de ensino da Madeira e do Porto Santo, no âmbito de uma ação de formação destinada a reforçar a prevenção de riscos e a promoção de uma cultura de segurança nas escolas da Região.
Proteção Civil e a comunidade educativa, contribuindo não apenas para a implementação das medidas de segurança contra incêndios nos estabelecimentos de ensino, mas também para a sensibilização de alunos, docentes e demais colaboradores, promovendo comportamentos preventivos e
uma resposta adequada perante emergências", considera o Serviço Regional, que, no mesmo comunicado, declara que esta aposta na capacitação dos profissionais de educação reforça o compromisso do SRPC, IP-RAM, com a prevenção e a sensibilização das comunidades, "reconhecendo a es-
cola como um espaço privilegiado para desenvolver conhecimentos, competências e comportamentos de autoproteção desde as idades mais jovens". JM/MS
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e acordo com nota enviada às redações, esta formação, com uma duração de 25 horas, acreditada pela Direção Regional de Educação, visa capacitar os participantes para o desempenho das funções de Delegado de Segurança e para a dinamização do projeto regional 'Educação para a Segurança e Prevenção de Riscos', numa parceria da Secretaria Regional da Educação com o Serviço Regional de Proteção Civil, IP-RAM, com o apoio dos Serviços Municipais de Proteção Civil, Corpos de Bombeiros e demais agentes de Proteção Civil, contribuindo para uma comunidade educativa mais informada, preparada e resiliente. "Os Delegados de Segurança assumem um papel fundamental na ligação entre a
Um coração português que precisa do coração de todos nós Em 2027, a comunidade portuguesa de Toronto vai ver concretizado um sonho de muitos anos: o Magellan Community Centre. Na Lansdowne Avenue, o novo edifício já se ergue imponente, e será o primeiro lar de idosos do Ontário pensado especificamente para a cultura portuguesa. Um lugar onde os nossos pais e avós poderão envelhecer com dignidade, ser cuidados na sua própria língua, sentar-se à mesa com os sabores de sempre e sentir-se, verdadeiramente, em casa.
que quando a comunidade se junta os Comprar uma mesa para a família resultados aparecem. ($5,000) ou para os colegas de trabalho, ou simplesmente garantir um lugar ($500), O próximo grande momento é a 3.ª Gala é uma forma direta de contribuir. E ainda Anual "Coração de Portugal", marcada se ganha uma noite de convívio, música e para 7 de novembro, às 18h00, no Universal muita portugalidade. No programa destaEvent Space (6250 Highway 7, Vaughan). cam-se: o fadista Ricardo Ribeiro e a YorUma noite que a organização apresenta kville Essentials Band. O Keynote Speaker como sendo "de impacto e de legado", e da noite será Louis de Melo, CEO & Presinão podia haver melhor descrição. dent of Sinai Health Foundation.
Uma gala é muito mais do que um jantar elegante. É uma das formas mais eficazes de reunir, numa só noite, empresários, Mas um projeto desta dimensão não famílias, instituições e amigos em torno se ergue sozinho. A meta está à vis- de uma causa comum. Para as empreta, e é precisamente nesta reta final sas, patrocinar o evento é associar o seu que o apoio da comunidade faz mais nome a um projeto que ficará para geradiferença. ções. Há modalidades para diferentes dimensões, dos 6.500 aos 100.000 dólares, A Magellan Community Foundation todas com mesa incluída e visibilidade tem sabido mobilizar-nos. No passado junto dos convidados, nas redes sociais dia 16 de setembro, por exemplo, o tor- e nos meios de comunicação. É investineio de golfe promovido pela institui- mento com retorno, mas sobretudo inção angariou 120 mil dólares, prova de vestimento com significado.
O apelo é simples: chegou a nossa vez de retribuir a quem construiu esta comunidade. Patrocine, compre uma mesa, reserve um lugar ou passe a palavra. Para mais informações: gala2026@magellancharities.ca ou (437) 914-9110. O Magellan será a casa dos nossos. Vamos construí-la juntos. MB / DG
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MUNDO PORTUGAL
António Costa pede a Teerão que permita navegação em Ormuz e cesse ataques O presidente do Conselho Europeu, António Costa, pediu ao presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, o restabelecimento da liberdade de navegação no estreito de Ormuz e o fim dos ataques contra países vizinhos.
Credito: JN
O português pediu a Teerão que "retome a cooperação" com a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), segundo uma publicação na rede social X, acompanhada de uma fotografia de ambos os líderes. Costa acrescentou que a União Europeia "está disposta a apoiar todos os esforços diplomáticos em curso" para pôr fim à guerra entre os Estados Unidos e o Irão, por considerar que "o diálogo é a única via para resolver conflitos e garantir uma paz duradoura em toda a região".
Amnistia Internacional defende extinção do ICE após violação generalizada de direitos humanos nos EUA
A conversa "franca e substancial" entre Costa e Pezeshkian aconteceu à margem da sessão anual da Assembleia Geral da ONU, que está a decorrer em Nova Iorque.
tros", enumerou. "Com base nestas conclusões, a Amnistia Internacional junta-se ao coro de vozes da comunidade que exigem a extinção imediata do ICE", defendeu. De acordo com a Amnistia, as suas conclusões demonstram que as violações dos direitos humanos documentadas nas quatro operações "não foram incidentes isolados ou excecionais, mas sim parte de padrões recorrentes de abuso com consequências devastadoras para os imigrantes e para comunidades inteiras". "Agentes federais mascarados e armados a atacar pessoas nas ruas com impunidade não tornam as nossas comunidades mais seguras - colocam toda a gente em perigo", afirmou Daar. "O ICE é fundamentalmente um fracasso não passível de correção. Se o Governo dos Estados Unidos não dispõe de um sistema de controlo da imigração que cumpra o direito internacional em matéria de direitos humanos e as normas internacionais, o ICE deve ser extinto", sustentou. O ICE foi criado na sequência dos atentados de 11 de Setembro de 2001, tendo sido adotado "um quadro de segurança extremamente problemático" nos anos que se seguiram, refere o relatório. JN/MS
A guerra do Irão, iniciada pelos Estados Unidos e por Israel em 28 de fevereiro, está prestes a completar sete meses sem que Washington tenha alcançado o objetivo declarado de derrubar o regime dos ayatollahs, e após várias tentativas falhadas de negociar um acordo para pôr fim ao conflito.
ICE
A Amnistia Internacional defendeu a extinção do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) após documentar violações generalizadas dos direitos humanos cometidas por esta e outras agências federais norte-americanas.
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um novo relatório, intitulado "Nós tínhamos apitos, eles tinham armas: Violações dos direitos humanos nas operações de controlo de imigração nos EUA e argumentos a favor da extinção do ICE" e esta quinta-feira divulgado, a Amnistia especifica que "homicídios ilegais, detenções arbitrárias, desaparecimentos forçados e tortura" são alguns dos abusos reportados. Segundo a organização não-governamental (ONG), este "padrão assustador e generalizado de violações dos direitos humanos por parte do ICE, [da] Agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP) e outras agências federais" ocorreu "durante as operações militarizadas de controlo da imigração em grande escala levadas a cabo pelo Governo Trump em Chicago, Saint Paul e Minneapolis, Nova Orleães e na capital federal, Washington". As situações documentadas no relatório demonstram, sustenta a Amnistia, que "o Governo Trump está a pôr em prática
um sistema de detenção e deportação em massa, alimentado por narrativas racistas, xenófobas e falsas". O objetivo é "deter e deportar o maior número possível de migrantes, requerentes de asilo e refugiados nos Estados Unidos e espalhar o medo pelas comunidades de imigrantes de forma mais ampla", sublinha-se no texto. "O nosso relatório documenta um padrão assustador de violações dos direitos humanos em todo o território dos Estados Unidos, destinado a incutir medo nas comunidades de migrantes, requerentes de asilo e refugiados", declarou a diretora executiva da Amnistia Internacional EUA, Nadia Daar. "O historial de violações dos direitos humanos por parte do ICE não é novidade, mas o nosso relatório mostra que muitos destes abusos atingiram um novo nível perigoso", denunciou a responsável da ONG nos Estados Unidos. O Governo Trump "cometeu uma série de abusos dos direitos humanos, incluindo homicídios ilegais - alguns dos quais podem constituir execuções extrajudiciais -, detenções arbitrárias e discriminatórias em regime de isolamento - incluindo possíveis desaparecimentos forçados, em alguns casos, em condições de confinamento que podem violar a proibição de tortura - e repressão violenta de protestos pacíficos, entre ou-
O presidente norte-americano, Donald Trump, enfrenta uma pressão crescente face ao risco de a ofensiva prejudicar os republicanos nas eleições intercalares de 3 de novembro, devido ao aumento do preço da gasolina resultante do bloqueio do estreito de Ormuz, um dos principais pontos de tensão do conflito. Desde o início da guerra, a maioria dos países do Médio Oriente que albergam bases militares ou representações norte-americanas têm sido alvo de ataques por parte do Irão, que tem dificultado o transporte marítimo através do estratégico estreito de Ormuz através de ataques ocasionais a navios e embarcações. JN/MS
Estreito de Ormuz
Um conselheiro do Líder Supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, alertou para a possibilidade de extensão da guerra ao Oceano Índico em caso de um novo ataque dos EUA ao Irão.
"
O conflito alastrou-se agora do Golfo Pérsico e do Estreito de Ormuz para o Mar Vermelho (com os Houthis). É possível que, em resposta a uma potencial guerra, esta frente se estenda ainda mais, até ao Oceano Índico, ou mesmo mais além", disse o conselheiro, Yahya Rahim Safavi, num vídeo divulgado pela agência de notícias Fars. Os Houthis do Iémen, que combatem as forças governamentais apoiadas pela vi-
zinha Arábia Saudita, tomaram recentemente o controlo da costa iemenita no Mar Vermelho, reforçando o seu domínio sobre o estratégico Estreito de Bab el-Mandeb, que liga a Ásia à Europa através do Canal do Suez. O Irão tem sido um antigo apoiante militar dos Houthis, mas nega qualquer envolvimento nesta nova frente. As autoridades iranianas já ameaçaram expandir o conflito geograficamente caso os ataques aéreos dos EUA sejam retomados. Mas esta é a primeira vez que um conselheiro do Líder Supremo menciona explicitamente o Oceano Índico, onde se encontra a estratégica base militar conjunta entre os EUA e o Reino Unido em Diego Garcia.
Iranianos e americanos disputam o controlo do estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica para a economia iraniana e por onde, antes da guerra, passava cerca de 20% do petróleo mundial. Com as negociações paralisadas desde o colapso do memorando de entendimento, em julho, as autoridades de ambos os países realizaram esta semana conversações em Nova Iorque, à margem da Assembleia Geral da ONU. O Irão apresentou sete condições, incluindo o levantamento das sanções contra a sua economia e a libertação dos seus bens congelados no estrangeiro. JN/MS
Credito: JN
Teerão ameaça estender conflito ao Oceano Índico se houver novos ataques dos EUA
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25 de setembro a 1 de outubro de 2026
MILÉNIO | MUNDO
27
Jornalismo
Casa Branca continua a negar acesso a CNN e "Politico" apesar de ordem judicial as credenciais de imprensa de um dos seus jornalistas e voltou a impedir-lhe o acesso às instalações. Também a CNN denunciou que proibiram a entrada a parte do seu pessoal, lendo-se no seu site que "foi negado o acesso ao recinto da Casa Branca à repórter Betsy Klein e a um fotojornalista", sem que tenham sido fornecidas explicações. Face a esta situação, CNN, MS NOW e oras depois de um juiz de Washin- "Politico" apresentaram um pedido de urgton ter ordenado o restabeleci- gência para a realização de uma nova aumento do acesso das emissoras CNN diência. Trump anunciou na passada sexta-feira e MS NOW (antiga MSNBC) e do "Politico" à Casa Branca, o jornal revelou que os (18) um veto ao jornal "Político" e às cadeias serviços secretos da residência oficial do de televisão CNN e MS NOW por alegadapresidente norte-americano confiscaram mente divulgarem "notícias falsas" e, mais
Casa Branca continua a negar acesso a CNN e "Politico" apesar de ordem judicial A estação CNN e o jornal online "Politico" denunciaram que a Casa Branca continua a negar-lhes acesso, apesar da decisão judicial que ordenou a restituição imediata das credenciais de imprensa, retiradas por ordem do presidente Donald Trump.
H
tarde, acusou-os de porem em risco a segurança nacional com as suas reportagens. No início da semana, os três órgãos de comunicação social apresentaram, em conjunto, uma queixa por violação da Primeira Emenda da Constituição, tendo um juiz federal, Timothy Kelly, ordenado que lhes fosse restabelecido o acesso, ao considerar que a proibição ocorreu "sem o devido processo legal". O processo colocado por CNN, MS NOW e "Politico" sustenta que a retirada das credenciais é uma represália pelo conteúdo das suas notícias e uma violação da Primeira Emenda da Constituição dos EUA, além de questionar a retirada das autorizações aos jornalistas sem notificação pré-
via, nem uma oportunidade para impugnar a decisão. Na sequência da decisão de Trump de vedar o acesso a CNN, "Politico" e MS NOW, as outras quatros estações membros do "pool" televisivo da Casa Branca - CBS, ABC, NBC e Fox News - decidiram cessar a sua participação, num gesto de solidariedade sem precedentes. No terceiro dia de boicote do fluxo de vídeo distribuído às emissoras de televisão, nem a Fox News, nem a CNN, nem a MS NOW transmitiram em direto as imagens da receção de Donald Trump ao presidente chinês Xi Jinping, nos arredores de Washington. JN/MS
Rússia
CIA alerta para possível ataque russo com drones a países como Espanha, França ou Itália A Rússia está a preparar ataques com frota fantasma russa no Mar Mediterrâneo. "Vão utilizar drones lançados a partir do drones na Europa. O alerta consta de um relatório da CIA e em causa estão países mar, escondidos num contentor de um navio, não é nada difícil", explicou uma fonte como Espanha, França ou Itália. próxima do Ministério da Defesa da Lituâa sequência da visita do diretor da nia, citada pelo "El Mundo", sob anonimato. Nos ataques poderão ser utilizados droCIA a Moscovo, no final de agosto, os serviços secretos norte-americanos nes Gerbera, ainda segundo a fonte lituana. avisam num relatório que há possibilidade Estes aparelhos conseguem atingir 160 quide a Rússia atacar com drones países como lómetros por hora e têm um alcance máximo de 600 quilómetros, de acordo com a Espanha, França ou Itália. A notícia, avançada pelo jornal espanhol carga transportada e condições meteoro"El Mundo", adianta que os drones pode- lógicas. A CIA já divulgou o relatório sobre riam ser lançados dos navios da chamada os planos do Kremlin junto de vários go-
N
vernos europeus, acrescenta o jornal espanhol. No âmbito da guerra na Ucrânia, têm sido frequentes os incidentes com drones no espaço aéreo de países europeus e membros da NATO, nomeadamente, na Polónia, Lituânia, Letónia, Estónia e Finlândia. Na Alemanha, um drone-bomba foi encontrado no aeroporto de Leipzig-Halle, no início de agosto, e obrigou ao encerramento temporário deste aeroporto, um dos principais centros logísticos alemão e com um papel chave no transporte de equipamento militar e civil para a Ucrânia. Na mesma altura, um avião de carga da DHL chegou
mesmo a colidir com um objeto não identificado a alguns quilómetros do aeroporto. Uns dias antes, na sequência da queda de um míssil na Polónia, já o chanceler alemão, Friedrich Merz, considerava que a Rússia está "pronta para uma escalada" com a Europa. Perante os vários incidentes registados em espaço aéreo de países membros, a NATO tem sempre garantido que tomará "todas as medidas necessárias" para defender território aliado. JN/MS
Diane Campos Founder/RCIC
NOVOS COMEÇOS, NOVAS OPORTUNIDADES. A SUA HISTÓRIA IMIGRANTE COMEÇA AQUI Com mais de 10 anos de experiência a ajudar a comunidade imigrante a construir uma nova vida no Canadá, Diane Campos dá agora início a um novo capítulo com a criação da Campos Immigration Consultancy Inc. Desde vistos temporários a residência permanente e cidadania, oferecemos orientação personalizada, profissional e dedicada a cada etapa do processo. O nosso compromisso é consigo — com o seu futuro, a sua família, e os seus sonhos. 437-236-1100 300 GEARY AVENUE, SUITE 304, TORONTO CIMMGROUP.CA @CIMMGROUP
Regresso às aulas com o sabor de sempre
Suplemento Desportivo
LIGA DAS NAÇÕES
ERA DE JESUS ARRANCA COM VITÓRIA
Creditos: DR
P30
Portugal é campeão
Raptors
Bodyboard
Andebol em cadeira de rodas
P33
Luana Dourado é campeã mundial
P34
Kawhi Leonard’s new contract
P36
Duas vozes, um jogo, zero filtros. Rómulo Ávila e Francisco Pegado levam-no Fora de Jogo. Em CamoesRadio.com e no Facebook @camoes.radio segunda-feira às 18h
30
MILÉNIO | DESPORTO
25 de setembro a 1 de outubro de 2026
mileniostadium.com
LIGA DAS NAÇÕES
Golo de João Félix vale vitória na estreia de Jorge Jesus na seleção Portugal
1
País de Gales
0
Portugal entrou com o pé direito na defesa do título da Liga das Nações, ao vencer, em Alvalade, o País de Gales, por 1-0. João Félix marcou o único golo da partida que marcou a estreia de Jorge Jesus no comando da equipa das quinas, mas a exibição não deixa saudades. Com pouco tempo de trabalho, o selecionador mudou o sistema tático, mas o futebol esteve muito longe de entusiasmar.
J
Creditos: DR
orge Jesus apostou, tal como tinha anunciado, num 4-4-2, com Pedro Neto à direita e Bruno Fernandes mais descaído sobre a esquerda, enquanto João Félix jogou nas costas de Cristiano Ronaldo. Os primeiros minutos mostraram uma seleção com alguma dificuldade em ter a posse de bola e lidar com a pressão dos galeses, que assinaram um par de aproximações, sem muito perigo, à baliza de Diogo Costa. O novo selecionador mostrava alguma irritação no banco e, aos 10 minutos, surgiu o primeiro desenho de ataque digno desse nome. Um grande passe de João Félix lançou Cristiano Ronaldo, que, já com
pouco ângulo, atirou ao lado. O capitão deu-se ao jogo, mas mostrava algumas dificuldades, como aconteceu em cima do quarto de hora, quando uma má receção impediu que aproveitasse a assistência de Bruno Fernandes. Aos 21m, Nuno Mendes descobriu Félix e o avançado do Al Nassr atirou, de fora da área, para o 1-0. Já perto do intervalo, CR7 teve uma bela chance de ampliar a vantagem, mas o remate saiu frouxo e culpou a relva. O arranque da segunda parte trouxe mais do mesmo, com o capitão a falhar um golo cantado após cruzamento de Rúben Neves e, aos 59, até marcou, na sequência de um grande lançamento de Bruno Fernandes, mas o lance foi anulado por fora de jogo. Já sem CR7 e Rúben Neves em campo substituídos por Gonçalo Ramos e João Palhinha -, o País de Gales ficou a centímetros do empate à entrada do último quarto de hora: com a defesa portuguesa a fiar-se num fora de jogo inexistente, o cruzamento de Johnson acertou na barra da baliza e a recarga de Koumas bateu nas pernas de Rúben Dias. O susto passou e Portugal somou os três primeiros pontos no Grupo A4, antes da visita de domingo à Noruega. JN/MS
FUTEBOL
Cristiano Ronaldo pronto para “nova era” na seleção:
“Matar-me? Só com uma caçadeira”
Creditos: DR
A
FIFA
Final do Mundial 2030 afasta-se da Península Ibérica Casablanca ganha terreno a Madrid na corrida pelo jogo decisivo, reconhece o presidente da Câmara da capital espanhola
A
final do Mundial 2030, organizado em conjunto por Portugal, Espanha e Marrocos, está a afastar-se da Península Ibérica. Casablanca ganha força na corrida para receber o jogo mais importante do torneio, enquanto Madrid vê crescer a incerteza em torno do Santiago Bernabéu. José Luis Martínez-Almeida, presidente da Câmara de Madrid, considera mesmo que Casablanca tem atualmente mais possibilidades de acolher a final do que a capital espanhola. «Não sou otimista porque considero, e isto é legítimo por parte de Marrocos e do Rei de Marrocos, que eles querem essa final e, logicamente, estão a atuar a nível político e institucional para conseguir essa final», afirmou. «O que eu não tenho é nenhuma prova de que o Governo se esteja a movimentar nesse mesmo sentido», disse, acrescentando: «Se a final não se cele-
brar em Madrid, acho que deveria haver consequências.» A escolha do palco da final do Mundial 2030 está, assim, a transformar-se num verdadeiro tema de Estado. Portugal, Espanha e Marrocos foram escolhidos para organizar conjuntamente o Campeonato do Mundo, mas a luta pelo jogo decisivo ameaça transformar-se num foco de tensão entre os dois lados do Estreito de Gibraltar. E Marrocos não esconde a ambição. Fouzi Lekjaa, presidente da Federação Marroquina de Futebol, afirmou recentemente que a final do Mundial 2030 será disputada no Grande Estádio Hassan II, em Casablanca, recinto que ainda está em construção. A arena, situada em Benslimane, deverá ser inaugurada no final de 2027 e terá capacidade para cerca de 115 mil espectadores, tornando-se potencialmente o maior estádio do mundo. É precisamente este gigante que Marrocos coloca agora na corrida com o Santiago Bernabéu, estádio do Real Madrid e principal candidato espanhol a receber a final. A Bola/MS
escolha de Jorge Jesus como selecionador nacional foi um dos temas em foco e Cristiano Ronaldo mostrou-se confiante no sucesso de Portugal nos pós-Roberto Martinez. "Acho que é uma escolha perfeita. É o início de uma nova era, há um ar diferente, conceitos diferentes, táticas diferentes... O que mais desejo é que as coisas possam correr da melhor maneira. Muitos jogadores convocados já trabalharam com o mister Jesus e estamos todos confiantes de que as coisas vão correr bem", disse Ronaldo, que também deixou palavras de apreço da Roberto Martínez. "Devemos dar os parabéns ao trabalho do mister Martínez. Agora temos o mister Jorge Jesus, que todos conhecem e tenho a certeza que vai correr bem", acrescentou. Depois de um Mundial em que foi muito questionado, CR7 continua convencido de que pode continuar a ajudar a seleção. "Críticas? Às vezes tenho que ser politicamente correto. Sempre fui muito bem recebido em quase todos os sítios, e este foi possivelmente o ano em que senti mais carinho. E sinto que os portugueses gostam de mim, sinto um grande carinho por parte deles, mas também sei que, outros, uma meia dúzia, tentam matar-me... Mas não conseguem, só com uma caçadeira", afirmou Ronaldo. "Quando eu sentir que já não estou aqui a fazer nada ou que há mau ambiente, sou o primeiro a fazer a mala e a sair. Se olharem para os números ainda veem a diferença que eu faço. Venho à seleção porque faço a diferença no meu clube. Tudo o que o mister precisar eu estou disponível, seja para jogar, entrar ou não jogar... Ninguém tem mais internacionalizações do que eu
e venho porque quero ajudar na seleção", acrescentou. Cada vez mais perto de chegar ao golo 1000, Cristiano Ronaldo revelou que gostaria de atingir esse marco com as quinas ao peito. "Vou chegar aos mil golos, tenho a certeza, mas não é uma obsessão. Na seleção ou no Al Nassr? Na seleção, claro. Seria a cereja no topo do bolo", vincou. “Eu noto que a vossa preocupação é se o Cristiano está bem para jogar... O Cris é um símbolo de Portugal, embora isso não lhe dê o direito de jogar todos os jogos. Para terem ideia, fizemos um jogo em Hong Kong sem ele e estavam cinco mil pessoas; quando ele jogou, estavam 55 mil. É a diferença...” com estas afirmações o selecionador nacional, presente na mesma conferência de imprensa, arrancou fortes aplausos na sala. “Ele joga amanhã e espero que faça logo um ou dois golos e eu tiro-o logo", brincou Jorge Jesus. JN/MS Creditos: DR
Cristiano Ronaldo, capitão de Portugal, abordou, em conferência de imprensa, os próximos compromissos da equipa das quinas, na nova edição da Liga das Nações, que marca o início da era Jorge Jesus.
25 de setembro a 1 de outubro de 2026
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MILÉNIO | DESPORTO
31
LIGA PORTUGAL
Campeão puxa dos galões e dispara em clássico ardente 3
S.L. Benfica
1
Dragões mantêm registo 100% vitorioso na Liga e já têm cinco pontos de vantagem sobre o Benfica e seis sobre o Sporting. Águias reduzidas a 10 logo aos 35 minutos.
A
É verdade que o Benfica entrou melhor no jogo e Pablo Rosario teve de substituir Diogo Costa para evitar o golo de Bah, com o F. C. Porto a precisar de 25 minutos para sacudir a pressão e mais seis para marcar: Bednarek encontrou Pepê e o brasileiro fez uma assistência deliciosa para a finalização de Gabri Veiga. O médio espanhol, também já amarelado, não demorou a ser substituído por Inbeom logo após a expulsão de Lenglet e um erro do recém-entrado Circati deixou William Gomes isolado, mas Samuel Soares, de volta à baliza, agigantou-se para evitar o 2-0. A segunda parte começou com um momento de génio de Prestianni que permitiu a Bah empatar a partida. Com 51 mi-
nutos no cronómetro não houve tempo, sequer, para perceber qual seria a postura das águias. Apenas três minutos volvidos, Pablo Rosario encontrou André Silva na área e o ponta de lança descobriu Froholdt para o 2-1. O Benfica não teve alternativa senão esticar a manta, mas a defesa voltou a tremer. André Silva partiu os rins a Tomás Araújo e assinou a segunda assistência da noite, com Inbeom a estrear-se a marcar de dragão ao peito. O quarto golo esteve perto, Pavlidis ainda deu trabalho a Diogo Costa, mas o primeiro clássico do ano pintou-se mesmo de azul e branco. JN/MS
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temporada ainda está no início, mas o campeão nacional fez jus ao escudo que leva no peito e triunfou no primeiro clássico de 2026/27. Numa noite muito quente na Invicta, o duelo atingiu temperaturas elevadíssimas e, além de ter colocado ponto final na série de 55 jogos sem perder do Benfica no campeonato,
permitiu ao F. C. Porto cavar uma vantagem muito significativa para os rivais antes da paragem para as seleções.f Ninguém pode festejar à sétima jornada, é certo, mas a equipa de Francesco Farioli garantiu uma margem de manobra significativa, graças aos cinco pontos de vantagem sobre as águias e seis em relação ao Sporting, que cedeu um empate, em casa, frente ao Arouca. O ambiente no Dragão esteve efervescente desde o início e o duelo ficou marcado pela expulsão de Lenglet, logo aos 35 minutos. O central dos encarnados foi castigado por uma autêntica infantilidade - já com amarelo, atingiu, ainda que ligeiramente, André Silva na cabeça, sem bola -, numa altura em que os adeptos azuis e brancos até já tinham festejado.
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FC Porto
Sporting CP
2
F.C. Arouca
2
Equipa de Farioli esteve a perder, mas deu a volta ao marcador (1-4).
O
O leão desperdiçou mais uma vantagem de dois golos e cedeu o terceiro empate no campeonato, resultado que o impede de capitalizar com o F. C. Porto-Benfica de hoje. Após as igualdades registadas na Amadora onde também esteve a vencer por 2-0 - e na última ronda, em Famalicão (1-1), o Sporting pagou caro por um problema bem central. Depois de ter assinado o autogolo que custou dois pontos na semana passada, Gonçalo Inácio só precisou de três minutos para se redimir, aproveitando um cruzamento de Maxi Aráujo e as mãos furadas de Arruabarrena. A vantagem leonina seria ampliada no início do segundo quarto de honra pelo inevitável Luis Suárez - sexto jogo seguido a marcar -, mas quem pensasse que o duelo estava resolvido não anda atento à nova realidade leonina. Alvalade ainda chegou a festejar o terceiro, num grande gesto técnico de Doumbia, mas o italiano estava em fora de jogo. A segunda parte começou com um grande corte de Javi Sánchez a Doumbia e uma excelente defesa de Arruabarrena a Debast. O belga levou as mãos à cabeça, mas fê-lo cedo demais. Aos 54 minu-
tos, e depois de uma saída falhada com bola, o central perdeu a cabeça e entrou muito duro sobre Rukavina, com o árbitro a não ter dúvidas e a mostrar o vermelho direto. Rui Borges teve de abdicar de Irankunda para lançar Eduardo Quaresma e, já depois de Rui Silva ter voado para negar as intenções de Barbero, o jovem central também não teve uma noite para recordar. Primeiro foi o VAR a descobrir o penálti que fez sobre Barbero e que Fontán converteu no 2-1 (81 m). Apenas seis minutos depois, o cruzamento de Pedro Santos foi muito venenoso, Quaresma e Fresneda perderam a noção do tempo e do espaço e Nandín, que também tinha saltado do banco de suplentes, gelou Alvalade. Encostado às cordas, o Sporting ainda teve um assomo de personalidade e, com menos um em campo, forçou o terceiro golo, mas o melhor que conseguiu foi um slalom de Geny Catamo que não encontrou o destinatário. O problema central de autoconfiança deste leão não parece ter resolução. Rui Borges, treinador do Sporting, reagiu ao empate afirmando que "Há um jogo até à expulsão e outro depois da expulsão. Até lá controlámos, fomos pressionantes. Fizemos dois golos, podíamos ter feito mais. Na segunda parte entrámos muito bem, podíamos ter aumentado e após a expulsão tudo muda. Tínhamos de saber sofrer um pouco.” analisou o técnico leonino. JN/MS
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Leões voltam a tropeçar num problema central
MILÉNIO | DESPORTO
25 de setembro a 1 de outubro de 2026
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RESULTADOS - 7ª JORNADA
LIGA PORTUGAL - CLASSIFICAÇÃO
Gil Vicente
1-1
Marítimo
Nacional
0-4
FC Famalicão
FC Alverca
1-0
Rio Ave
Sporting
2-2
FC Arouca
8
Est. Amadora
0-2
Académico
11
4
Vitória SC
1-1
Moreirense
2
10
7
Estoril Praia
1-2
Casa Pia AC
Santa Clara
0-0
SC Braga
2
1
7
5
FC Porto
3-1
Benfica
3
2
2
9
9
8ª JORNADA (HORA EM PORTUGAL)
7
2
4
1
14
14
09/10
7
2
2
3
8
14
Equipas
P
J
V
E
D
GM
GS
FC Porto
21
7
7
0
0
18
3
Benfica
16
7
5
1
1
22
7
Sporting
15
7
4
3
0
17
Santa Clara
15
7
4
3
0
FC Arouca
11
7
3
2
SC Braga
11
6
3
Académico
11
7
Est. Amadora
10
Moreirense
8
Gil Vicente
8
6
2
2
2
5
5
Marítimo
8
7
2
2
3
8
12
FC Alverca
8
7
2
2
3
9
FC Famalicão
7
7
1
4
2
9
Moreirense
18:45
Gil Vicente
SC Braga
20:15
Sporting
10/10 Casa Pia AC
15:30
Santa Clara
11
Marítimo
18:00
FC Porto
7
Académico
20:30
Estoril Praia
11/10
Vitória SC
5
7
1
2
4
5
8
Rio Ave
15:30
Nacional
Nacional
4
7
1
1
5
7
15
Benfica
18:00
Vitória SC
Rio Ave
4
7
1
1
5
5
15
FC Arouca
20:30
Est. Amadora
Casa Pia AC
4
7
1
1
5
3
16
Estoril Praia
2
7
0
2
5
3
10
II LIGA - CLASSIFICAÇÃO
12/10 FC Famalicão
20:15
FC Alverca
RESULTADOS - 6ª JORNADA Torreense
0-0
Académica OAF
0-3
Benfica B
Portimonense
0-2
CD Tondela
FC Felgueiras
1-2
FC Penafiel
6
AFS
0-0
Farense
4
GD Chaves
1-0
Feirense
Amarante FC
2-2
UD Leiria
FC Porto B
2-2
FC Vizela
Sporting B
1-2
Lourosa
Equipas
P
J
V
E
D
GM
GS
Lourosa
16
6
5
1
0
11
4
FC Penafiel
13
6
4
1
1
13
5
Sporting B
12
6
4
0
2
8
FC Vizela
11
6
3
2
1
7
UD Leiria
10
6
3
1
2
10
7
Benfica B
10
6
3
1
2
7
5
Leixões
10
6
3
1
2
8
6
CD Tondela
9
6
3
0
3
7
6
Académica OAF
9
6
3
0
3
8
10
Farense
8
5
2
2
1
7
5
Portimonense
7
6
2
1
3
4
6
AFS
6
6
1
3
2
6
6
FC Felgueiras
6
6
1
3
2
5
6
Torreense
6
6
1
3
2
7
9
Amarante FC
5
6
1
2
3
5
8
GD Chaves
4
5
1
1
3
5
9
FC Porto B
4
6
1
1
4
4
13
Feirense
1
6
0
1
5
1
8
Leixões
7ª JORNADA (HORA EM PORTUGAL) 09/10 FC Penafiel
18:00
AFS
10/10 CD Tondela
11:00
Torreense
Amarante FC
14:00
Portimonense
Leixões
15:30
FC Porto B
FC Vizela
20:30
Sporting B
11/10 Lourosa
11:00
GD Chaves
Farense
14:00
Feirense
18:00
Académica OAF
UD Leiria
12/10 Benfica B
18:00
FC Felgueiras
Creditos: DR
32
Rui Costa critica “dualidade de critérios" da arbitragem: "Há faltas do F. C. Porto que devem ser punidas” Rui Costa, presidente do Benfica, mostrou-se indignado com a arbitragem de Miguel Nogueira, em declarações dadas após o fim da derrota no clássico diante do F. C. Porto (3-1). "O Benfica entrou muito bem neste jogo. Entrou a mandar no jogo como estrategicamente o Marco Silva tinha pedido aos jogadores. Fizemos uma primeira meia hora muito boa, apesar de, no único deslize que tivemos, acabar por sofrer um golo. Ainda assim, mantivemo-nos no jogo até podermos estar no jogo. Claro que jogar aqui com 10 elementos não é a mesma coisa que jogar 11 para 11, e acredito que 11 para 11 o resultado tinha sido diferente ou o jogo tinha sido diferente por aquilo que nós estávamos a fazer", começou por dizer. Em seguida, falou da ação de Lenglet que levou à expulsão. "Não vou estar a discutir a expulsão do Lenglet, apesar de, se vocês analisarem, o André Silva queixa-se da cara quando é uma ligeira pancada na nuca, nem sequer é na cara. Mas não vou estar a discutir o lance, porque depois de ter um amarelo, não pode arriscar aquilo", afirmou. Rui Costa criticou, principalmente, a "dualidade de critérios". "No fator disciplinar, eu acho que há uma dualidade tremenda, onde o Benfica foi extremamente punido nisso, porque a quantidade de faltas que o F. C. Porto faz, para além da falta normal e que não é punida com amarelo, vai dando força a uma equipa e vai tirando a outra. Isto foi aquilo que toda a gente pôde ver", comentou, exemplificando lances em seguida. "Há uma série de faltas de jogadores do F. C. Porto que têm de ser punidas, antes da expulsão do Lenglet. Vejo o Prestianni levar um amarelo por mostrar a cara cheia de sangue ao árbitro, de uma pancada que levou quase sem bola e que nem sequer sancionada foi. A dualidade de critérios, sobretudo no critério disciplinar, foi por demais exagerada". Por fim, o presidente das águias, deixou um voto de confiança. "Não tenho a menor dúvida de que o trabalho que o Marco Silva e que os jogadores estão a fazer vai dar frutos", concluiu. JN/MS
MILÉNIO | DESPORTO
25 de setembro a 1 de outubro de 2026
Nadadora de 13 anos faz segunda melhor marca da história dos 200 metros estilos A prodígio chinesa da natação Yu Zidi, de 13 anos, registou a segunda melhor marca da história nos 200 metros estilos, ao vencer a final nos Jogos Asiáticos, um evento multidesportivo que decorre no Japão.
Portugal conquista bronze no Mundial
A
Seleção Nacional de andebol em cadeira de rodas garantiu o terceiro lugar no Campeonato do Mundo de 2026, ao derrotar o Chile por 2-1 num encontro decidido no terceiro e último set. A partida, disputada no Palau d’Esports de Granollers, em Espanha, valeu a medalha de bronze à equipa das quinas. Depois da derrota na meia-final frente ao Japão, Portugal entrou determinado no jogo de atribuição do bronze. A equipa lusa, na variante ACR4, venceu o primeiro parcial por 7-5, mas cedeu no segundo por uma margem mínima de 11-12, decidido em golo de ouro. No set decisivo, a superioridade portuguesa foi evidente, com um triunfo por 6-2 que selou a conquista da medalha. O quarteto inicial de Portugal foi composto por Rui Rodrigues, Ricardo Queirós, João Jerónimo e Diana Machado. A equipa nacional entrou forte e adiantou-se rapi-
damente para 4-0, com dois remates em rotação de Ricardo Queirós. Apesar da resposta chilena, que reduziu para 5-3, Portugal manteve o controlo e fechou o primeiro set na frente (7-5). Este parcial ficou ainda marcado pela expulsão de Rui Rodrigues e por um livre de 7 metros defendido por Queirós. O segundo set foi o mais renhido da partida, com sucessivas trocas na liderança do marcador. O Chile chegou a ter uma vantagem de dois pontos (3-5 e 5-7), mas Portugal, com Queirós e Rodrigo Vieira em destaque, conseguiu levar a decisão para os momentos finais. Um golo de Jorge Carrasco, com a baliza lusa desguarnecida, acabou por dar a vitória ao Chile por 12-11, forçando a realização de um terceiro set. No parcial decisivo, a Seleção Nacional não deu hipóteses. Com uma defesa sólida e eficácia no ataque, Portugal construiu uma vantagem de 4-0. O Chile ainda reduziu para 4-2, mas um novo golo de Queirós fixou o resultado final em 6-2, confirmando a vitória e a medalha de bronze para a equipa das quinas. A Bola/MS
J
á medalha de ouro nos 200 metros mariposa no domingo, Yu Zidi dominou a sua segunda final em dois dias com o tempo de 2.06,10 minutos, ficando a apenas 40 centésimos do recorde mundial estabelecido pela canadiana Summer McIntosh (2.07,70) no ano passado. Trata-se da melhor marca mundial deste ano e da segunda melhor da histó-
ria na prova, apenas atrás do tempo de McIntosh, tricampeã olímpica em Paris2024. "Estou ainda mais feliz por ter conquistado esta segunda medalha de ouro do que a primeira", declarou a adolescente, que superou com folga a sua compatriota Yu Yiting (2.07,99 minutos), segunda, e a japonesa Narita Mio (2.10,40), terceira, na final dos 200 metros estilos. No ano passado, aos 12 anos, tornou-se a mais jovem medalhada num Campeonato do Mundo ao conquistar o bronze na estafeta 4x200 metros livres, em Singapura. JN/MS
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ANDEBOL
A Seleção Nacional de andebol em cadeira de rodas, que detém o título de campeã europeia, melhorou o 7.º lugar obtido na edição de 2024 e o treinador Danilo Ferreira pede mudanças nos paradigmas do desporto português
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NATAÇÃO
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BODYBOARD
Luana Dourado é campeã mundial de bodyboard Luana Dourado conquistou o título de campeã mundial júnior de bodyboard no Brasil, na Praia do Solemar, em Jacaraípe, na última etapa do circuito.
Gustavo do Canto e Matilde Santos brilham na Taça da Europa de triatlo Os triatletas sub-23 Gustavo do Canto e Matilde Santos foram os portugueses com melhor desempenho na Taça da Europa de Triatlo de Coimbra ao alcançarem ambos o 12.º lugar nas respetivas provas de elite. A competição, que reuniu na Praça da Canção alguns dos melhores atletas europeus, serviu de bom indicador para os Mundiais de Pontevedra.
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a prova masculina, a França demonstrou um domínio avassalador, ocupando os quatro primeiros lugares do pódio. A vitória sorriu a Maxime Hueber-Moosbrugger, que completou o percurso em 51m37s. Os seus compatriotas Adam Fouchal (+3s), Achille Besson (+10s) e Baptiste Passemard (+16s) garantiram o domínio gaulês. Gustavo do Canto foi o melhor representante luso, terminando a apenas 36 segundos do vencedor, com um tempo total de 52m12s. A comitiva portuguesa teve uma prestação sólida, com mais três atletas no top-20: João Vaz ficou logo atrás de do Canto, no 13.º posto (+38s), enquanto Afonso Ferreira e Tomás Figueiredo alcançaram as 19.ª e 20.ª posições, respetivamente.
Já na competição feminina, a norte-americana Annie Fuller sagrou-se vencedora com o tempo de 57m56s. O pódio ficou completo com as francesas Manon Laporte, a escassos três segundos, e Candice Denizot, a 35 segundos da líder. Matilde Santos, também a competir no escalão Sub-23, igualou o resultado do seu colega de seleção, terminando a prova em 59m40s, a 1m44s da primeira classificada. A jovem atleta ficou a apenas nove segundos do top-10, demonstrando mais uma vez a sua competitividade ao mais alto nível. Inês Rico foi a segunda melhor portuguesa, na 25.ª posição (1h00m31s). A Taça da Europa de Coimbra foi disputada na distância sprint, compreendendo 750 metros de natação no rio Mondego, 20 quilómetros de ciclismo e cinco quilómetros de corrida. Esta foi a terceira prova do circuito europeu realizada em Portugal em 2026, depois das etapas de Quarteira e Monte Gordo, reforçando a aposta da Federação de Triatlo de Portugal em dar experiência internacional aos seus atletas em solo nacional. A Bola/MS
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ATLETISMO
epois de três anos consecutivos como vice-campeã do mundo, a bodyboarder lusa de 17 anos está finalmente na posse do troféu, tendo sucedido à compatriota Alice Teotónio, terceira classificada este ano. Luana Dourado impôs-se na final à brasileira Melissa Souza por 12,50 pontos contra 8,75. «Não sei o que dizer. Estou muito contente. Treinei muito para obter este troféu», disse muito emocionada, sem conter as lágrimas, a nova campeã do mundo júnior.
Ao longo da competição, a atleta do Clube Naval Povoense evidenciou consistência e qualidade nas ondas brasileiras. Nas meias-finais afastou a francesa Emie Padois, depois de já ter eliminado a brasileira Karen Souza nas rondas anteriores. Na fase de grupos, superou ainda uma bateria que contou com as portuguesas Carolina Dias e Sofia Pinheiro. A conquista reforça o estatuto de Luana Dourado como uma das maiores promessas do bodyboard feminino português. Aos títulos nacionais e europeus já conquistados junta agora a mais prestigiante distinção do escalão júnior mundial e o feito foi celebrado pelo Clube Naval Povoense nas redes sociais. A Bola/MS
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25 de setembro a 1 de outubro de 2026
BASKETBALL
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Kawhi Leonard’s new contract with the Raptors is good for everyone
Kawhi Leonard’s return to the Toronto Raptors is officially cemented with a twoyear, $115 million contract extension, ensuring the 35-year-old forward finishes the 2028-29 season with nearly $500 million in career NBA earnings. Yet, the raw numbers only tell part of the story. Leonard was eligible for a maximum $126 million extension. By leaving $11 million on the table, he gifted general manager Bobby Webster a crucial $5.5 million in annual cap relief. In today’s highly restrictive apron era, that financial margin could easily fund the acquisition of a veteran rotation piece capable of bridging the gap between playoff contention and a legitimate championship run.
T
his contract structure closely mirrors recent agreements signed by fellow elite, aging superstars. Kevin Durant recently signed a twoyear, $90 million extension with the Houston Rockets, while James Harden signed a three-year, $96.5 million contract with the Cleveland Cavaliers. Like Durant, Leonard remains an undeniable two-way force. Coming off an exceptionally efficient All-NBA campaign with the Clippers—averaging 27.9 points, 6.4 rebounds, and a 62.9 true-shooting percentage—Leonard could have sparked a league-wide bidding war. Instead, he made it abundantly clear that Toronto was his sole desired destination.
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Leonard’s commitment to the franchise extends beyond the annual discount. To facilitate his initial arrival under the Raptors' tight cap parameters based on his current $50.3 million salary, he waived a $7.5 million trade kicker. This act of financial faith set the tone for the most heavily scrutinized aspect of his new extension: a fully guaranteed player option for the 2028-29 season. League executives generally view late-career player options as front-office liabilities. If a player declines physically, they opt in, hamstringing the team's cap space; if they overperform, they opt out and demand more money or walk in free agency. Securing an option without holding traditional leverage is widely considered an absolute victory for the player. However, Leonard’s unique motivations alter this dynamic. Leonard has publicly stated his desire to finish his career in Toronto, pointing to his family's love for the city the city - his son was born here - and him not wanting to wear a thousand jerseys just to chase a ring. This mutual loyalty transforms the 2028-29 player option into a strategic asset. If the Raptors are on the cusp of a title run entering that season but lack a final rotational piece, Leonard could opt out of his final year. By signing a restructured, longer-term deal—for example, two years and $80 million—he would secure more overall guaranteed money while instantly generating upwards of $17.5 million in immediate cap space. This is the exact maneuver Harden executed in Cleveland, opting out of a $42.3 million salary to sign a three-year deal, thereby freeing $11 million for the Cavaliers to sign free-agent wing Peyton Watson. While investing nine figures into a player in his late 30s carries undeniable physical risk, Leonard’s contract prioritizes flexibility. The Raptors have secured their franchise cornerstone, mitigating future cap constraints while maintaining a realistic championship window. RS/MS
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Raptors’ Scottie Barnes Crashes Live TV Hit in Perfect Unscripted Photobomb Toronto Raptors star Scottie Barnes delivered an unexpected broadcast assist, briefly taking over a live news hit outside Scotiabank Arena. As the reporter delivered an update to camera, Barnes wandered directly into the frame. Rather than quickly ducking away, the All-Star leaned into the spotlight—stopping directly behind the journalist to pull animated, exaggerated faces at the lens and wave wildly to viewers at home. Before anyone on set could fully process the giant NBA forward in the background, Barnes hit a quick strut and casually strolled out of frame. The unscripted moment instantly tore across Canadian social media, with fans dubbing the playful photobomb one of the best highlights of the week. While the reporter managed to stay professional and complete the hit, the clip proved once again that whenever a camera is rolling in Toronto, Scottie Barnes is always ready to steal the show.
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BASEBALL
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fielder Andrés Giménez. Speculation ran rampant—was he hiding an injury, overthinking his mechanics, or trapped in a mental spiral? Whatever the root cause, old Japanese rookie Kazuma Okamoto stood the swaggering superstar of last October completely alone as a legitimate long-ball was entirely absent. Plotting a course for 2027 now borders threat, hitting more than double the home on the impossible. The front office will unruns of his closest teammate. doubtedly attempt a heavy-handed roster Ultimately, any postmortem of this cursed overhaul this winter, but their ultimate season centers on Vladimir Guerrero Jr. success hinges on a variable completely Fresh off a legendary 2025 posts- out of their control. The Toronto Blue Jays eason where he slugged nearly .800 and are fundamentally built around Vladimir smashed eight home runs in 18 games, the Guerrero Jr. operating as a perennial MVP 27-year-old face of the franchise simply candidate. If that version of the player is vanished. The generational talent did not permanently gone, the franchise's chamhit his ninth home run of 2026 until the pionship window hasn't just closed; it has 140-game mark, leaving him tied in the been completely shattered. RS/MS power department with slap-hitting in-
The baffling fall of the Blue Jays 2026 season Explaining the massive disappointment of the 2026 Toronto Blue Jays is not just that they failed, but that the collapse is short of any logical explanation. Wednesday’s 4-2 doubleheader loss to the Baltimore Orioles officially extinguished their fading wild-card hopes, putting a merciful end to a season defined by baffling regression.
The true culprit was a historic, incomprehensible offensive blackout.
In 2025, the Blue Jays possessed the second-highest-scoring offense in the American League, operating under a contagious "everybody eats" philosophy. A year later, the well ran completely dry. George Springer plummeted back to replacement-level production at the top of the order. Ernie Clement lost his edge at the plate, Daulton Varsho aseball is often a game of predictregressed so sharply he was shipped out at able pitfalls—an aging core, a catasthe trade deadline, and injuries robbed the trophic injury wave, or a misguided lineup of Addison Barger. In a glaring indictblockbuster trade. Toronto’s 2026 camment of the roster’s power outage, 30-yearpaign offered none of those standard excuses. This was largely the identical roster that marched to the brink of a World Series championship in October 2025. Prognosticators widely believed this iteration was actually stronger. The front office had secured Dylan Cease on a massive contract to anchor the rotation, banked on a full rookie campaign from late-season revelation Trey Yesavage, and trusted a lineup that—even without Bo Bichette’s bat—had proven it could terrorize opposing pitching through relentless contact and elite plate discipline.
B
Then came the reality check.
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The starting rotation’s promised depth evaporated almost immediately. While Cease delivered as a frontline ace, the supporting cast crumbled. Cody Ponce was lost for the year right out of the gate, while Yesavage and Shane Bieber battled persistent injuries. In desperation, Toronto leaned heavily on 42-year-old Max Scherzer during their late-season push, only to discover that willpower alone cannot reverse Father Time. Yet, despite the patchwork rotation, run prevention was not the primary issue. Toronto’s staff held its own, surrendering the sixth-fewest runs in the American League.
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25 de setembro a 1 de outubro de 2026
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Ontário investe $11M em novo complexo de processamento de cobre e paládio O governo de Ontário anunciou um investimento de $11 milhões para apoiar a construção do novo complexo de processamento de cobre e paládio da Generation Mining, avaliado em $410 milhões, em Marathon, Ontário.
Relatório do RESCON: Tarifas de retaliação aumentam custos das casas em ambos os lados da fronteira Um novo relatório preparado recentemente pelo Conselho de Construção Residencial de Ontário (RESCON) mostra que o constante "toma lá, dá cá" de tarifas entre o Canadá e os EUA está a aumentar significativamente o custo das casas novas.
A
s contra-tarifas impostas a 8 de setembro vão adicionar entre $9.000 e $14.000 ao custo de uma casa unifamiliar típica em Ontário, e entre $18.000 e $28.000 a um apartamento num edifício de média altura. Isto junta-se ao encargo de $15.000 a $25.000 que as habitações já suportavam devido às medidas impostas em março de 2025, nota um comunicado. "Isto não deve, de forma alguma, ser interpretado como uma crítica à decisão do governo canadiano de responder aos EUA com contra-tarifas", explica o presidente do RESCON, Richard Lyall, em comunicado. "Enfrentando tarifas substanciais dos EUA, o Canadá tinha pouca escolha a não ser agir, já que nenhuma nação soberana pode simplesmente ficar de braços cruzados enquanto indústrias-chave são alvo de medidas comerciais punitivas." "No entanto, esta não é uma boa situação para o setor da construção residencial. As tarifas causam danos em ambas as economias. Não são medidas de prosperidade e vão tornar a construção de casas mais dis-
pendiosa, tanto no Canadá como nos EUA." Os custos vão subir para tudo: desde aço estrutural e varões de ferro a cablagem e produtos de vinil, radiadores e ferragens de armários, alcatifas e bombas de calor. O comunicado refere que a modelação feita pela Associação de Municípios de Ontário e pela Oxford Economics estima o impacto em Ontário em $2,68 mil milhões de PIB e na perda de 14.000 empregos na construção em 2026 – isto antes da implementação das contra-tarifas de 8 de setembro. Uma leitura preliminar sugere que o início da construção de habitações em Ontário em 2027 poderá ficar 8.000 a 12.000 unidades abaixo da linha de base atual da CMHC (Sociedade Canadiana de Hipotecas e Habitação), caso não seja concedida nenhuma isenção para o setor residencial. Lyall alerta que os construtores não conseguirão absorver os aumentos sem passar os custos para os compradores de casas e inquilinos. Isto vai agravar ainda mais a crise de acessibilidade tanto nos EUA como no Canadá. "Tanto o Canadá como os EUA estão a lutar contra graves desafios de acessibilidade à habitação; a última coisa de que precisamos é de uma guerra tarifária em escalada que aumente o custo de construção de casas", acrescenta Lyall. "No entanto, é precisamente onde nos encontramos hoje. A guerra comercial entre os dois parceiros
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económicos mais próximos do mundo só vai piorar a crise da habitação." Um relatório elaborado pela Oxford Economics para o Conselho Empresarial Canadiano-Americano sublinha a importância da longa relação comercial entre o Canadá e os EUA. Um colapso total do Acordo Canadá-Estados Unidos-México (CUSMA/ USMCA) poderia resultar em perdas económicas acumuladas de até $1,4 biliões (USD) nos EUA e $523 mil milhões (CAD) no Canadá. Em contrapartida, um acordo melhorado poderia adicionar $432 mil milhões (USD) ao PIB americano e $253 mil milhões (CAD) ao PIB canadiano ao longo da próxima década, apoiando dezenas de milhares de postos de trabalho adicionais em ambos os lados da fronteira. "A imposição de tarifas criou um problema onde ele não existia", diz Lyall. "É o equivalente a dar um tiro no próprio pé. As tarifas não são a resposta. E apenas agravam a nossa crise de oferta e acessibilidade à habitação. Não se constroem mais casas impondo tarifas e aumentando preços."
"O cobre e o paládio têm uma vasta gama de aplicações industriais, tornando-se cada vez mais importantes para o futuro económico de Ontário, à medida que a procura por sistemas de transmissão de energia, veículos elétricos, infraestruturas de energia limpa e tecnologias de defesa continua a crescer", explica um comunicado. A instalação de processamento também desempenhará um papel no avanço do Projeto Marathon da empresa, num valor global de $992 milhões. O CMPF, dotado de $500 milhões, é gerido através da Invest Ontario. DCN/MS
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O projeto é o primeiro beneficiário do novo Fundo de Processamento de Minerais Críticos (CMPF) e, quando estiver totalmente operacional, o projeto de Marathon criará mais de 450 postos de trabalho, além dos 800 empregos inicialmente apoiados durante a fase de construção.
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O que torna o Roman especial é a escala. Cada imagem abrangerá uma porção de céu maior do que a Lua cheia, com a nitidez de telescópios como o Hubble. Em cinco anos, deverá cartografar mais de 50 vezes a área de céu que o Hubble observou em 30 anos. Há ainda uma surpresa agradável: uma primeira correção de trajetória muito precisa, juntamente com outras poupanças de combustível, deverá mais do que duplicar a vida útil potencial da missão. O próximo passo é calibrar os instrumentos. As primeiras imagens deverão chegar por volta da época natalícia, e as operações científicas estão previstas para janeiro de 2027, com foco na matéria escura, na energia escura e em planetas fora do Sistema Solar.
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O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, da NASA, acaba de passar um dos testes mais importantes da sua missão. Lançado a 30 de agosto de 2026, o observatório está a caminho do ponto L2, a cerca de um milhão e meio de quilómetros da Terra, e já ligou a sua principal ferramenta. A equipa ativou com sucesso o Wide Field Instrument, uma câmara de infravermelhos de 300 megapíxeis capaz de explorar grandes áreas do cosmos rapidamente sem perder detalhe. Para isso foi preciso paciência: a 11 de setembro, os engenheiros desligaram os aquecedores do instrumento e deixaram-no arrefecer até cerca de 143 graus negativos, o que permitiu ativar os 18 detetores de infravermelhos. As primeiras imagens de teste mostram os primeiros fotões de luz estelar a atingir os sensores, e a equipa confirmou também que o controlo térmico está a funcionar como previsto.
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O maior navio elétrico do mundo chegou à América do Sul Depois de uma longa viagem desde a Austrália, o maior navio totalmente elétrico alguma vez construído chegou ao seu destino. O ferry, conhecido como Hull 096, foi construído pelo estaleiro australiano Incat Tasmania para o operador sul-americano Buquebus. Como uma embarcação destas não consegue atravessar oceanos com baterias, fez a viagem "às costas" de outro navio: foi transportado pelo navio de carga pesada Black Marlin e descarregado em águas sul-americanas pela primeira vez. O percurso passou pelo norte da Nova Zelândia, atravessou o Pacífico e contornou o Cabo Horn. Os números impressionam. Com 130 metros de comprimento, o navio funcionará exclusivamente a energia elétrica, e o seu sistema de armazenamento tem mais de 250 toneladas de baterias e mais de 40 megawatts-hora de capacidade, quatro vezes mais do que qualquer instalação marítima anterior. Para se ter uma ideia, isto equivale aproximadamente às baterias de 400 carros elétricos de longo alcance. Irá fazer a travessia do Rio da Prata entre Colonia del Sacramento, no Uruguai, e Buenos Aires, um trajeto de cerca de uma hora, com capacidade para até 2.100 passageiros e 225 veículos, e operará com o nome China Zorrilla, em homenagem a uma estrela uruguaia do cinema e do teatro. E não será caso único: a Incat já está a construir mais três ferries elétricos semelhantes para operadores europeus, que serão também os maiores do seu tipo na UE. É um sinal claro de que o transporte marítimo de curta distância pode, de facto, deixar os combustíveis fósseis para trás.
O Chile venceu a raiva transmitida por cães
Esta vitória não aconteceu da noite para o dia. O reconhecimento é o resultado de mais de cinco décadas de esforços, que incluíram a vacinação de cães, a vigilância e o acesso das pessoas a tratamento após mordeduras. É um exemplo de como políticas de saúde persistentes, aplicadas com consistência ao longo de gerações, acabam por dar frutos. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, classificou-o como uma conquista histórica que mostra o impacto do investimento continuado em saúde pública. Com o Chile e o Butão a alcançarem esta meta quase em simultâneo, cresce a esperança de que outros países possam seguir o mesmo caminho e que o objetivo global de acabar com as mortes humanas por raiva transmitida por cães esteja cada vez mais próximo.
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Numa conquista histórica para a saúde pública, o Chile tornou-se o primeiro país da América do Sul a eliminar a raiva transmitida por cães enquanto problema de saúde pública. O anúncio foi feito pela Organização Mundial da Saúde e chega poucos dias depois de outra boa notícia do género: na semana anterior, o Butão tinha recebido o mesmo reconhecimento da OMS. A raiva é uma das doenças mais antigas e temidas conhecidas pela humanidade. Uma vez que surgem sintomas, é praticamente sempre fatal, e a grande maioria dos casos humanos no mundo resulta de mordeduras de cães. Por isso, eliminar a transmissão canina é um marco muito significativo, sobretudo para as comunidades rurais e mais pobres, que tradicionalmente são as mais expostas.
Ler por prazer faz bem à saúde (e nunca é tarde para começar) Uma boa notícia para quem gosta de livros: um novo estudo sugere que ler por gosto, seja um romance ligeiro, um clássico ou até banda desenhada, traz benefícios reais para a saúde. A investigação da Universidade de Cambridge associou a leitura a melhor saúde mental, maior empatia e menor risco de desenvolver demência. Os investigadores não fizeram apenas uma experiência isolada; analisaram dados de estudos já existentes, que envolveram milhares de adultos e crianças. Um deles associou a leitura a uma redução de 33% no risco de doença de Alzheimer. Houve ainda uma descoberta inesperada: além de melhorar a literacia, a leitura foi também relacionada com melhores resultados em matemática, já que ambas partilham processos cognitivos semelhantes.
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Porque elas também existem
Boas Notícias
O novo telescópio da NASA já "vê" as estrelas
A líder do estudo, a professora Barbara Sahakian, defende que o hábito deve ser incentivado desde cedo, mas sublinha que nunca é tarde para começar, e que os benefícios se podem sentir ao longo de toda a vida, até à velhice. Há países que já estão a transformar esta ideia em política pública. Em Singapura, os habitantes podem agora acompanhar os seus hábitos de leitura e até ganhar recompensas através da nova plataforma Read SG, uma iniciativa da biblioteca nacional para contrariar o tempo passado a fazer scroll no telemóvel. O objetivo inicial é simples: ler apenas 15 minutos por dia, no autocarro, antes de dormir ou ao almoço. Uma meta ao alcance de qualquer pessoa.
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Gossip
FELIZ E TRISTE
Parece que há mais uma figura de Hollywood a querer mudar-se para Portugal. George Clooney e a mulher Amal terão comprado um apartamento de luxo em Lisboa, na zona de Campolide, e podem estar prestes a viver no nosso país. A informação foi adiantada por Adriano Silva Martins no programa "V+ Fama", do canal V+, que explicou todos os detalhes. Segundo o apresentador, o casal visitou a casa, gostou do que viu e aproveitou ainda para ir almoçar a um famoso restaurante da capital. "George Clooney e Amal Clooney estão a ponderar vir morar para Portugal. Estiveram, no princípio de setembro, a visitar uma casa fabulosa, um apartamento no Infinity Tower em Lisboa. Trata-se da penthouse desde edifício, um dos mais caros de Lisboa", começou por explicar. "Foram visitar a casa, que custa mais de 6 milhões de euros, e gostaram muito, muito, da casa. Dizem-nos que o negócio está fechado", acrescentou. Adriano confessou que os dois podem em breve "mudar-se do castelo onde vivem em França para vir morar em Portugal". "Depois de visitarem esta casa foram almoçar à Taberna Preciosa, um restaurante típico muito próximo da Infinity Tower e, à tarde, fizeram uma visita ao liceu francês", disse ainda o comunicador, possivelmente para os dois filhos do casal, os gémeos Alexander e Ella, de nove anos.
Shakira arrancou na sexta-feira, dia 18 de setembro, com os 12 concertos agendados em Madrid, Espanha. A cantora fez questão de levar a "Las Mujeres Ya No Lloran World Tour" ao país onde, diz, "foi feliz", mas também a marcou com "um dos momentos mais difíceis" da sua vida. "Aqui fui feliz e vivi alguns dos anos mais importantes da minha vida, mas quando parti, passei por um dos momentos mais difíceis que já tive de enfrentar, até conseguir reconstruir-me como mulher, como mãe e como artista", começou por escrever, lembrado a dura e polémica separação do pai dos filhos, Gerard Piqué.
PERFEITA
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CLOONEY A VIVER EM PORTUGAL?
TAMPA!
Margarida Amaral Domingues, mulher de Gonçalo Ramos, marcou presença no desfile da criadora Cata Vassalo intitulado "UTOPIA". A viver em Milão há pouco tempo, a jovem criadora de conteúdos foi convidada para ser uma das figuras deste evento. Nas redes sociais, Maguigas, como é conhecida, foi muito elogiada e houve um comentário que não escapou dos mais atentos. O marido, jogador do AC Milan, fez questão de referir que a esposa estava "perfeita".
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Ben Affleck levou uma grande tampa...da parte da ex-mulher Jennifer Garner. O protagonista e realizador do novo filme da Netflix, "Sobrevivência", que vai ser lançado no próximo dia 9 de outubro, deu uma entrevista à revista Entertainment Weekly onde explicou tudo. Ben pensou no nome de Jennifer para ser o par romântico da personagem principal do projeto. "Eu pensei: «Meu Deus, a Jen Garner seria incrível para esse papel. Também traria a vantagem de que nós os dois poderíamos ver mais os nossos filhos, porque ficaríamos uma semana cada com eles, alternadamente. Pensei: «Bom, podemos conciliar as nossas agendas em torno disso»", explicou. "Ela pode fazer algo interessante que ainda não fez, algo que eu sei que ela consegue fazer e que acho que ela não teve a oportunidade de fazer num filme", acrescentou. Mas fazer par romântico com o ex-marido estava fora dos planos da artista. "Conversei com a Jen, e ela disse: «Não queremos fazer isso. Acabas por trazer uma bagagem»", referiu a atriz. Recorde-se que a relação entre Jennifer Garner e Ben Affleck começou nos anos 2000. Os atores tiveram casados mais de dez anos, entre 2005 e 2015, e tiveram três filhos em comum.
EGO...
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Fernanda Serrano integra o elenco da nova novela da TVI, "Coração de Mãe. A atriz abriu o coração aos seguidores para falar sobre a maternidade. "Ser mãe é uma coisa que não se explica. Porque quando somos mães, há uma certeza que nos acompanha para sempre: por um filho, nunca se desiste. Nunca. Podemos ter medo. Podemos não saber o caminho. Podemos cair, chorar, duvidar de nós próprias… mas encontramos sempre uma forma de nos levantarmos outra vez. Por eles. Por aquele amor que não pede nada em troca e que nos faz ir buscar forças onde nem sabíamos que existiam", começou por escrever. "E talvez seja por isso que esta nova novela, «Coração de Mãe», me toca de uma forma tão especial. Porque fala de nós. Das nossas fragilidades, das nossas escolhas, dos nossos medos… mas, acima de tudo, fala desse amor maior que é capaz de atravessar tudo", acrescentou. Como atriz, tenho a sorte de poder dar voz a histórias que nos fazem pensar. Como mãe, sei que há histórias que simplesmente se sentem no coração. E uma coisa eu sei: uma mãe pode não ter todas as respostas. Pode não acertar sempre. Pode até perder o caminho. Mas quando se trata de um filho, o amor encontra sempre uma maneira de continuar", disse antes de terminar a publicação.
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SEM EXPLICAÇÃO
A cantora Barbra Streisand criticou o "ego desmedido" do presidente norte-americano, Donald Trump, face às suas ameaças de demolir o conhecido Kennedy Center, em Washington. Num longo comunicado publicado no seu site oficial, a cantora escreveu: "É fácil imaginar a minha indignação ao ver esta venerada instituição tornar-se objeto de uma disputa tão amarga por causa do nome e do ego desmedido de um único homem". O presidente norte-americano ameaçou demolir o edifício, por ter sido impedido de incluir o seu nome na designação do centro.
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OLHAR COM OLHOS DE VER
"Yellow Submarine". Créditos: Fabiane Azevedo
Kayaking friends. Créditos: Stella Jurgen
Ondas do Tejo. Créditos: Paulo Perdiz
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Palavras cruzadas
Sudoku
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O objetivo do jogo é a colocação de números de 1 a 9 em cada um dos quadrados vazios numa grade de 9×9, constituída por 3×3 subgrades chamadas regiões. O quebra-cabeça contém algumas pistas iniciais. Cada coluna, linha e região só pode ter um número de cada um dos 1 a 9. Resolver o problema requer apenas raciocínio lógico e algum tempo.
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10 Rosa's Portuguese Kitchen 9. Precipitar-se a chuva sobre a terra 10. Balançar criança no berço ou aconchegando-a no colo, para fazê-la dormir 11. Imprimir grande velocidade ao deslocamento do corpo, pelo contato rápido dos pés ou das patas com o solo 12. Expressar-se vocalmente por meio de (frases melódicas) 13. Entregar em troca; permutar 14. Tornar(-se) seco, retirar de ou perder a umidade; enxugar(-se) 15. Fazer estimativa de; avaliar, calcular
Morcela com Ananás Credito: MDC Media Group Inc.
1. Tornar compreensível; esclarecer, elucidar, explicar 2. Representar por meio de caracteres ou escrita 3. Vingar uma agressão com outra maior, mais violenta; responder 4. Adquirir habilidade e/ou conhecimento 5. Fazer ficar ou ficar gordo; tornar(-se) gordo 6. Ir ou conduzir (alguém ou um animal) a algum lugar, para (se) entreter ou exercitar 7. Pôr para trás, fazer recuar; retrasar 8. Exprimir por meio de palavras Jogo das 10 diferenças
Ingredientes • 1 morcela • 3 rodelas de ananás • Azeite q.b. • Manteiga • Açúcar • Lascas de queijo • Tomate-cereja • Fatias de pão Modo de preparação Caça palavras
E U P O A C P U R R O C B O B N E S E O P S I B L F P A P A T I Q I E D U T N E V U J F M R L J C S H W T I L V L M X Z E A S O S U B A P E V E N T O V I P Y I T F R E L I G I A O I D Q I C S U P D F I I D X U S N N M R P X A L I G A K C L T U A S U E D D Q P R J T D G A M J X O I X R X V E G R Z B F P C B N V C E M U J V A S E P Q X M L V A S I X A E X S J K Q H U A O B S I L U K D P O O A T F Z R O T S U C S X K J Y L C Q A N L A G U T R O P L
R E L I G I ÃO BISPO EVENTO I G R E JA PA PA JUVENTUDE MUNDIAL CUSTO ABUSOS P O RT UGA L PA D R E C O R R U P Ç ÃO DEUS L I S B OA E N T R E V I S TA
Vire o ananás com cuidado para caramelizar uniformemente dos dois lados. No mesmo sauté, salteie os tomates-cereja até começarem a amolecer e a ganhar uma ligeira cor dourada. Torre ligeiramente as fatias de pão até ficarem douradas. O pão rústico é ideal porque mantém a textura estaladiça com os ingredientes por cima. Coloque um pedaço de ananás caramelizado sobre cada fatia de pão. Coloque uma rodela de morcela por cima do ananás.
Aqueça um sauté em lume médio e cozinhe Decore com lascas de queijo e tomate-cerea morcela até ficar bem dourada dos dois laja salteado antes de servir. Utilize um queidos. Retire e reserve. jo português de cura média para um sabor mais tradicional. Sirva de imediato para Cozinhe a morcela em lume médio para ficar manter o pão estaladiço e os ingredientes estaladiça sem queimar. Noutro sauté, colobem quentes. que um fio de azeite, a manteiga e o açúcar. Bom a petite! Junte os pedaços de ananás e deixe cozinhar até ficarem ligeiramente caramelizados. Retire do sauté e reserve.
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Jorge Palma
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Uma vida feita de canções e palavras
Jorge Palma, 76 anos, mais de meio século de carreira e uma obra que deixa uma marca profunda na música portuguesa. A notícia da sua morte foi avançada pela família do músico e compositor, numa mensagem publicada nas redes sociais, onde a mulher, os dois filhos e os agentes assinalam a sua “obra assinalável” e pedem que Palma seja recordado, sobretudo, pelas “canções e palavras” de uma vida dedicada à música.
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orge Palma é um nome incontornável do panorama musical português. Ao longo de décadas, construiu uma obra onde se cruzam a música, a poesia e uma forma muito própria de olhar para a vida. Temas como "Frágil", "Deixa-me Rir", "Dá-me Lume" e "Encosta-te a Mim" tornaram-se parte da memória coletiva e atravessaram gerações. Compositor, poeta, intérprete e pianista exímio, a sua vida e a sua arte sempre se fundiram num único caminho. Começou a aprender piano com apenas seis anos e, mais tarde, percorreu a Europa de guitarra às costas, atuando nas ruas de cidades como Paris e Copenhaga. Concluiu o curso superior de piano em 1990, editou diversos discos de originais, acumulou discos de ouro e atingiu a dupla platina com o álbum Voo Noturno. Em abril deste ano, e em reconhecimento de uma carreira com mais de cinco décadas, Jorge Palma recebeu o Prémio Carreira nos Prémios Play, numa cerimónia realizada no Coliseu de Lisboa. Um reconhecimento que se junta a muitos outros ao longo de um percurso artístico singular. Em 2019, tivemos oportunidade de conversar com Jorge Palma. Recuperamos agora algumas das palavras que nos deixou nessa entrevista, numa homenagem à sua vida, à sua música e ao homem por detrás das canções. Quando falava sobre a sua carreira, Palma definia-se com a mo-
aos sábados 7h30 às 9h00
déstia que também o caracterizava: "Eu sou um mutante... No fundo, sou a mesma pessoa que era aos dez anos. Mas, como passei por tanto, atravessei tanto espaço, tempo e aventuras, acho que as coisas nos vão moldando. Felizmente, posso dizer que até agora tenho tido uma vida excelente." Para Jorge Palma, a criação musical era um processo misterioso e contínuo. A inspiração podia surgir nos momentos mais inesperados, até naquele instante entre o sono e a vigília. "Um gravador ou ditafone dá muito jeito, nem que seja quando estou a acordar", contava-nos. "Muitas vezes, naquele ponto em que já estou praticamente a dormir, ouço coisas e penso: 'Epá, não me apetece levantar.' Tenho preguiça e digo para mim mesmo que amanhã me lembro. Faço um memorando mental da pauta e, no dia seguinte, não me lembro de nada!" Sobre a origem das melodias e das palavras, explicava que o processo podia nascer de diferentes formas. Às vezes, surgia um texto que já parecia trazer consigo a música. Outras vezes, tudo começava pela construção de uma linha de baixo, seguida da harmonia e da melodia. Depois, vinha a espera, a procura pela palavra certa: "Ficar meses em 'banho-maria', à espera da letra certa." A grande fonte de inspiração era, afinal, a própria vida. As pessoas, o amor, as experiências, os livros que leu, o cinema, o teatro e até as artes plásticas. Chegou mesmo a compor uma canção inteira depois de observar um quadro. Mas a vida de Jorge Palma também foi feita de confrontos pessoais e de escolhas difíceis. Em 2014, decidiu fazer uma pausa e procurar ajuda para cuidar da sua saúde e ultrapassar a dependência do álcool. "O álcool, por acaso, não me estragou a vida, mas podia ter estragado. Tive a sensatez de olhar para mim e dizer: 'Chega'", recordava. A consciência da possibilidade de uma recaída levou-o a manter uma atenção permanente sobre si próprio. "Pode-
aos domingos 10 da manhã
mos estar quatro ou cinco anos sem beber e, numa festa, tomar um copo. Eu já sei qual é o percurso. Quando percebo que me está a apetecer ou começo a pensar em álcool, tenho o telefone do meu psiquiatra e vou falar com ele para dizer que estou a escorregar." Nesse caminho, a presença dos amigos revelou-se fundamental. Alguns afastaram-se por falta de paciência durante a fase da "onda líquida", mas os verdadeiros amigos permaneceram por perto, disponíveis a qualquer hora. "Isso é muito reconfortante", dizia. Nos últimos anos, o palco ganhou também uma dimensão familiar e particularmente emotiva. Vicente Palma partilhava o palco com o pai há vários anos, revelando um talento crescente. Francisco, o filho mais novo, seguiu igualmente o caminho da música, tendo estudado piano e guitarra. Sobre os filhos, Jorge Palma brincava: "Toca muito sozinho e toca melhor guitarra do que eu, o que também não é difícil!" E acrescentava: "É muito bom ter dois filhos bastante musicais. O Francisco vai ser tão bom músico como o Vicente." Jorge Palma tinha ainda um baú cheio de novas canções e ideias. Até ao fim, manteve o desejo de criar, de partilhar novas músicas com o público e de colaborar com outros artistas. É também por isso que, para além dos discos, dos palcos e dos prémios, ficam as palavras. As que escreveu, as que cantou e aquelas que nos deixou numa conversa em 2019. Uma obra feita de música, poesia, histórias, fragilidades, encontros e vida. Uma obra que permanece e que continuará a fazer de Jorge Palma uma das figuras incontornáveis da música portuguesa. Para relembrar: pode voltar a ouvir a entrevista de Madalena Balça a Jorge Palma no programa Café Com, da Camões Rádio, e revê-la na Camões TV+. Uma produção MDC Media Group e de Paulo Perdiz, com som e imagem de Guilherme Ferro.
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CARNEIRO 21/03 A 20/04 Não deverá, ao longo desta semana, isolar-se no seu trabalho ou nos seus empreendimentos. Poderá precisar de um conselho ou de uma sugestão de terceiros. Aceite. Dê também alguma atenção aos outros, principalmente ao seu cônjuge, sócio ou colega de trabalho, pois poderá ter chegado a sua vez de dar uma ajudinha.
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LEÃO 22/07 A 22/08
SAGITÁRIO 22/11 A 21/12
Sente-se com uma energia invulgar e com um grande desejo de atividade. Aproveite este período para se dedicar a novos projetos de modo a aliviar esse “formigueiro”. Poderá sentir que tem maior discernimento e que as suas ideias estão mais claras, o que lhe pode ser útil para resolver alguma situação menos clara.
Este é um período em que a sua criatividade está sublinhada. Há um aumento da sua intuição e da sua sensibilidade a nível espiritual. Sente vontade de ajudar aqueles que necessitam e trabalhar com fins humanitários. Poderá nesta altura começar ou estreitar uma relação.
VIRGEM 23/08 A 22/09
CAPRICÓRNIO 22/12 a 20/01
Ao longo deste período sentirá um grande prazer em fazer pequenas viagens que possibilitem adquirir novos conhecimentos e sobretudo estabelecer novos contactos com as pessoas. A sua capacidade de comunicação estará especialmente sublinhada, permitindo-lhe defender com convicção os seus pontos de vista e opiniões.
Este trânsito de Vénus pela Casa III poderá trazer-lhe alguma tendência para a dispersão (esta Casa tem a ver com a comunicação e com todas as formas de movimento). Contudo, é também um período em que se sente especialmente sensível e perspicaz em relação às situações que vão se vão passando à sua volta.
Esta é uma altura propícia para fazer um balanço sobre o seu percurso profissional e um plano para a sua carreira. O período que agora atravessa é propício ao autoconhecimento, pelo que terá boas possibilidades de perceber quem realmente é e o que quer. Boa altura para olhar para o passado, verificar os erros cometidos e tentar corrigi-los.
GÉMEOS 21/05 A 20/06
BALANÇA 23/09 A 22/10
AQUÁRIO 21/01 A 19/02
É provável que dedique, ao longo desta semana, algum tempo aos seus compromissos amorosos. Sentirá também uma forte necessidade de enriquecimento mental. Quererá igualmente transmitir a sua energia e euforia aos seus amigos de uma forma tão intensa, que provavelmente não estará muito disponível para lhes dar atenção.
É a altura ideal para pôr em prática um plano profissional que há muito planeia. Tem a ambição, iniciativa e a perseverança necessárias para levar avante, com sucesso, um grande projeto. No entanto, tente não se tornar demasiado egocêntrico e não menospreze o esforço e o apoio daqueles que trabalham consigo.
Procure dar ao seu corpo a atenção que ele merece. Se trabalha, está agora a atravessar uma boa fase nessa área. A sua eficiência e capacidade de trabalho estão em alta, quer trabalhe para outrem com fins lucrativos quer esteja apenas a ajudar alguém. Tenha, no entanto, cuidado com algum egocentrismo e não pretenda identificar-se, em exclusivo, com aquilo que faz.
TOURO 21/04 A 20/05
CARANGUEJO 21/06 A 20/07 Ao longo desta fase mostrará grande interesse por todas as questões relacionadas com a família, que é para si um fator de equilíbrio. Sentirá necessidade de conforto, calor, de um ambiente intimista que lhe permita recuperar energias. Aproveite para fortalecer os laços de união com os membros mais chegados da família ou amigos.
ESCORPIÃO 23/10 A 21/11 Neste período não só quer agradar aos outros como também não quer guerras. Procura atingir os seus objetivos de forma calma, harmoniosa, sem confusões nem brigas. O que os outros pensam a seu respeito preocupa-o nesta altura, pelo que sente necessidade de projetar uma boa imagem de si.
PEIXES 20/02 A 20/03 Durante esta semana, opte por reorganizar o seu mundo interior, sem se deixar levar por pensamentos lúgubres ou pessimistas. Em vez de alimentar ideias pessimistas relativamente ao futuro aprecie o que tem de bom na vida. Deverá agora reunir forças e fazer novos planos, que irá ter oportunidade de pôr em prática mais tarde.
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Agenda comunitária
25 de Setembro Convívio Lagoa - Recepção à Comitiva da Presidência da Câmara da Lagoa Na Casa dos Açores - 1136 College St, a partir das 18:30h. Jantar confecionado por Patricia Borges e intervenções políticas / MC: Rómulo Ávila. Informações: 416-953-5960 ou 647-298-8946 ou 416-999-4707.
Festival Internacional de Fado / inserido na Semana Cultural da Casa das Beiras
26 de Setembro
Lançamento do CD de Cesar Russo
Semana Cultural Beirã 2026, da Casa das Beiras C.C.C. of Toronto
No Pearson C. C. - Steels Ave East, Hall A, B, com animação com Unique Touch, Herman Vargas / MC: Rómulo Ávila. Informações: 289-681-5622
Na sua sede - em 115 Ronald Ave., Toronto. No dia 25, à Noite de Fados, com João Brito, Claudia Leal, José Geadas e Francisco Moreira. A semana encerra no dia 26, com a entronização de novos confrades e atuações do Rancho Folclórico Verde Gaio e Pedro Joel e sua banda. Haverá ainda almoços e jantares todos os dias, com chefe de cozinha vindo de Portugal. Informações: 416-604-1125 ou 416-824-5675.
Noite de Fado com Jantar: Casa das Beiras - 115 Ronald Ave, com João Brito, Claudia Leal, José Geadas e Francisco Moreira. Informações: internationalfadofestival.com
Grande Mariscada – Associação Migrante de Barcelos
Grande Mariscada – Associação Migrante de Barcelos
70 anos do First Portuguese Canadian Cultural Centre
Na Casa dos Açores - 1136 College St, a partir das 19:00h. Animação com Duo Raça Latina. Informações: 647-949-1390
Liuna Local 183 (na Wilson),a partir das 18:00h. Animação com Karma Band, Rancho Folclórico da Nazaré. Informações: 416-531-9971
- 1136 College St, a partir das 19:00h. Animação com Duo Raça Latina. Informações: 647-949-1390
Baile das Vindimas do Clube Português de Bradford No 767 Simcoe Rd, Bradford, com animação de Santa Fé. Informações: 905-251-2302
Festa Branca da Filarmónica Lira Bom Jesus Paróquia de São José - 2451 Old Bronte Rd, Oakville, com animação de Tony Silveira. Informações: 289242-2781 ou 905-302-1833.
Para publicar ligue para 416-900-6692 ou envie e-mail para info@mileniostadium.com
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