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Na tentativa de definir quem é um bom imigrante ou um imigrante preferencial, economistas e analistas sociais debatem o tema há muitos anos. É evidente que as prioridades nacionais devem sempre ter precedência na escolha de quem deve ser autorizado a entrar no país, mas as prioridades políticas costumam sobrepor-se ao que é considerado uma adição benéfica para o país de acolhimento.
Osistema de imigração canadiano tornou-se um modelo quebrado de tudo o que poderia correr mal na aceitação de cidadãos no país. A ascensão de burocratas progressistas e a queda de um Estado eficiente resultaram em mais funcionários públicos a realizar menos trabalho, em vez de criarem mais construtores e incentivarem os empreendedores dispostos a correr riscos. O Canadá é o
segundo maior país do mundo em massa terrestre, unido de mar a mar, a mar, além da linha de Trump ao nosso sul. Como um país que primeiro acolheu a colonização e depois abriu os braços a pessoas de todo o mundo, de alguma forma sobrevivemos apesar da aceitação de muitos que vieram para esta terra sem qualquer intenção de serem cidadãos produtivos. Hoje, devido à falta de responsabilidade de sucessivos Ministros da Imigração, temos de lidar com ramificações económicas que podem destruir o tecido daquilo que esta nação representa; continuamos a contratar analistas de políticas para curar o que a política deixou apodrecer, mas, infelizmente, mudanças visionárias nunca acontecem. Ideologias progressistas moldaram as novas burocracias governamentais, que priorizaram objetivos sociais em detrimento da competência básica, tomando decisões que tresandam a incompetência e a objetivos preferenciais. O exemplo mais recente é o novo programa de transição de residentes temporários para a residência permanente (TR para PR). A 33.000 trabalhadores estrangeiros temporários atualmente fixados em comunidades rurais
será dada preferência sobre grandes áreas urbanas como Toronto, Montreal e Vancouver, que estão a ser excluídas. Questiono o conceito de rural versus não-rural e pergunto-me quais são as linhas divisórias que separam estes 33.000 trabalhadores dos restantes. Excluir as principais áreas urbanas, onde 90% de todo o trabalho é realizado, não me dá qualquer conforto de que este modelo possa funcionar. Assumo que muitos dos trabalhadores aprovados viajarão longas distâncias para trabalhar onde o trabalho existe, nas comunidades urbanas. Será isto eficiente? Questionemos também a justiça do processo, onde milhares de residentes temporários que vivem em áreas urbanas não terão uma oportunidade igual de obter residência permanente. Serão eles indivíduos de nível inferior que serão forçados a mudar-se para uma área a definir a fim de terem uma oportunidade igual? Esta decisão é provocatória e imoral, e provém de uma visão juvenil do mundo, excluindo uma seleção baseada no mérito, em atributos desejáveis e num raciocínio de preenchimento de cargos mais benéficos para a sociedade canadiana.
Atualmente, existem centenas de milhares de residentes temporários e outros candidatos a tornarem-se cidadãos canadianos. Irá o governo abrir um departamento especial para acelerar o processo destes 33.000? E irá o governo fazer as suas escolhas com base no equilíbrio étnico, mesmo que isso resulte na criação de cargos sem mérito apenas para acomodar as políticas de imigração? Os nossos valores nacionais já não são valorizados por quem está no poder, como evidenciado pela compra e venda de políticos no mercado aberto para atingir objetivos de poder. Ideologias extremistas chegarão ao Canadá mais cedo ou mais tarde e não teremos os mecanismos de compensação para controlar os nossos ideais e objetivos neste país devido a políticas de base autocrática num governo centralizado.
Escolhamos um "bom" imigrante que funcione como uma "mais-valia para a sociedade", vivendo e gerando resultados positivos para o nosso modo de vida.

Ano XXXV - Edição nº 1795
1 a 7 de maio de 2026
Semanário. Todas as sextas-feiras, bem pertinho de si!
Propriedade de: Milénio Stadium Inc./MDC Media Group 309 Horner Ave. Etobicoke, ON M8W 1Z5
Telefone: 416-900-6692
Manuel DaCosta Presidente, MDC Media Group Inc. info@mdcmediagroup.com
Madalena Balça
Diretora, Milénio Stadium m.balca@mdcmediagroup.com
Diretor Criativo: David Ganhão d.ganhao@mdcmediagroup.com
Edição Gráfica: Fabiane Azevedo f.azevedo@mdcmediagroup.com
Publicidade: Rosa Bandeira 416-900-6692 / info@mdcmediagroup.com
Redação: Adriana Paparella, Francisco Pegado e Rómulo M. Ávila.
Colaboradores do jornal: Aida Batista, Augusto Bandeira, Cristina DaCosta, Daniel Bastos, Paulo Perdiz, Raul Freitas, Reno Silva, Rosa Bandeira, Vincent Black, Vítor M. Silva.
Traduções: David Ganhão e Madalena Balça
Parcerias: Diário dos Açores e Jornal de Notícias
A Direção do Milénio Stadium não é responsável pelos artigos publicados neste jornal, sendo os mesmos da total responsabilidade de quem os assina.

Exclusão de Toronto, Vancouver e Montreal
O que é o novo programa TR to PR?
Oportunidades em cidades mais pequenas
Objetivos da reforma migratória
O que devem fazer os trabalhadores temporários?
Considerações finais

O Canadá prepara-se para implementar uma nova via de transição de residentes temporários para residentes permanentes (TR to PR), prevista para o período de 2026-2027. Apresentada pela ministra federal da Imigração, Lena Diab, como uma resposta estratégica a desafios estruturais do país, esta medida promete facilitar a regularização de cerca de 33 mil trabalhadores estrangeiros temporários. No entanto, por detrás desta iniciativa, levanta-se um debate cada vez mais evidente: estará o governo a criar uma oportunidade equilibrada ou a introduzir uma nova forma de desigualdade no sistema de imigração?
Aproposta surge num contexto particularmente sensível. O Canadá conta atualmente com um número historicamente elevado de residentes temporários. Estima-se que mais de 2,5 milhões de pessoas vivam no país com estatuto temporário — entre trabalhadores estrangeiros, estudantes internacionais e outros titulares de vistos. Muitos destes indivíduos contribuem de forma ativa para a economia canadiana, ocupando funções essenciais em múltiplos setores, desde a saúde à construção, passando pela restauração, transportes e serviços. Para uma grande parte destes trabalhadores, a transição para a residência permanente não é apenas um objetivo é uma expectativa construída ao longo de anos de integração social e profissional.
É precisamente neste cenário que o novo programa TR to PR se apresenta como uma promessa de solução. Segundo Lena Diab, o objetivo passa por “garantir que a imigração responde às necessidades reais de todas as regiões do país, e não apenas dos grandes centros urbanos”. A ministra tem sublinhado que o Canadá enfrenta “mudanças e transições sem precedentes” e que é essencial adaptar as políticas migratórias a um novo contexto económico e social.
Mas o elemento mais marcante, e controverso, desta nova via é a exclusão total das chamadas Áreas Metropolitanas Censitárias
(CMAs), o que inclui cidades como Toronto, Vancouver e Montreal. Ou seja, trabalhadores temporários que vivem e trabalham nestes centros urbanos ficam automaticamente impedidos de aceder a este novo percurso para a residência permanente.
A decisão não é inocente. O governo procura, deliberadamente, redistribuir a imigração pelo território, incentivando a fixação de trabalhadores em regiões menos povoadas e com maiores dificuldades em atrair mão-de-obra. “Muitos trabalhadores estrangeiros já estão a contribuir de forma significativa para comunidades fora das grandes cidades, e é essencial criar vias claras para que possam permanecer nessas regiões”, afirmou a ministra. Do ponto de vista político e estratégico, o raciocínio é compreensível. No entanto, do ponto de vista humano e social, levanta questões difíceis de ignorar. Em cidades como Toronto ou Vancouver, milhares de trabalhadores estrangeiros desempenham funções essenciais e estão profundamente integrados no tecido económico e social. Muitos vivem há vários anos no país, pagam impostos, constituíram família e criaram raízes nas comunidades onde residem. Para estes trabalhadores, a exclusão do novo programa pode ser sentida como uma espécie de “penalização geográfica”, não por falta de mérito ou contribuição, mas simplesmente por viverem no lugar “errado”.
A própria Lena Diab defende que esta abordagem faz parte de uma estratégia mais ampla: “esta política integra um esforço para aliviar a pressão sobre a habitação e os serviços nas cidades mais densamente povoadas”. Ainda assim, esta justificação não elimina a perceção de desigualdade entre trabalhadores que, na prática, contribuem de forma semelhante para o país.
A ministra lembra também que continuam a existir alternativas. Programas como o Express Entry e os Programas de Nomeação Provincial mantêm-se disponíveis para candidatos em áreas urbanas. No entanto, esta resposta levanta uma questão essencial: será suficiente?
O Express Entry, principal via de imigração económica do Canadá, é altamente competitivo e baseado num sistema de pontos que nem sempre reflete a realidade de trabalhadores que já estão no terreno. Muitos residentes temporários, apesar da sua experiência no país, não conseguem atingir as pontuações necessárias para receber um convite. Quanto aos programas provinciais, embora ofereçam alternativas, são limitados em número e frequentemente sujeitos a critérios específicos e variáveis.
Neste contexto, o novo programa TR to PR surge, paradoxalmente, como uma oportunidade seletiva, aberta a alguns, mas fechada a muitos outros que se encontram em situações semelhantes.
Outro ponto que merece reflexão é a escala da medida. Ao abranger cerca de 33 mil trabalhadores ao longo de dois anos, o programa representa apenas uma fração do universo de residentes temporários no Canadá. Quando comparado com os mais de 2,5 milhões de pessoas com estatuto temporário, torna-se evidente que esta iniciativa, embora relevante, está longe de responder à dimensão do desafio.
Ainda assim, Lena Diab insiste na necessidade de adaptação: “estamos a ajustar o sistema de imigração para acompanhar as mudanças económicas e garantir a prosperidade do país a longo prazo”. A estratégia passa, assim, por uma imigração mais direcionada e alinhada com necessidades regionais específicas.
Há ainda um outro elemento que não deve ser ignorado: a perceção pública. Para muitos canadianos, a criação deste programa pode transmitir a ideia de que o governo está a agir de forma decisiva na gestão da imigração. No entanto, para os diretamente afetados, sobretudo aqueles que ficam excluídos, a medida pode ser vista como insuficiente ou até injusta.
A questão central mantém-se: como equilibrar as necessidades estruturais do país com o princípio de equidade no tratamento de quem já faz parte da sua realidade?
A resposta não é simples. O Canadá sempre se destacou por um sistema de imigração
relativamente organizado e orientado para objetivos económicos claros. No entanto, à medida que o número de residentes temporários cresce e as expectativas de permanência aumentam, torna-se cada vez mais difícil conciliar eficiência, justiça e inclusão.
O novo programa TR to PR pode, sem dúvida, representar uma oportunidade real para milhares de trabalhadores em regiões menos centrais. Pode ajudar a revitalizar comunidades, preencher lacunas no mercado de trabalho e contribuir para um crescimento mais equilibrado do país. Mas, ao mesmo tempo, expõe uma fragilidade do sistema: a dificuldade em garantir que todos aqueles que contribuem para o Canadá tenham acesso a oportunidades justas e proporcionais.
No final, mais do que uma simples política migratória, esta medida revela uma escolha. E como todas as escolhas políticas, implica ganhos, mas também perdas. Para alguns, será a porta que finalmente se abre. Para outros, será mais uma que permanece fechada. MB/MS


Num momento em que o sistema de imigração canadiano atravessa uma nova fase de transformação, a criação da via de transição de residente temporário para residente permanente (TR to PR), prevista para 2026 e 2027, surge como uma das medidas mais debatidas no panorama político e social do país. Apresentado pelo governo federal como um instrumento para responder à escassez de mão-de-obra em comunidades rurais e de menor dimensão, o programa pretende abrir caminho à residência permanente para cerca de 33 mil trabalhadores estrangeiros temporários já instalados no Canadá.
No entanto, a exclusão automática das grandes áreas metropolitanas, como Toronto, Vancouver e Montreal, está a suscitar interrogações entre especialistas, empregadores e milhares de residentes temporários que vivem e trabalham nos principais centros urbanos do país. Para muitos, a medida representa uma estratégia de redistribuição populacional e de reforço económico regional; para outros, deixa de fora trabalhadores essenciais já plenamente integrados no mercado laboral canadiano.
Para compreendermos melhor o alcance, as limitações e os possíveis impactos desta nova política migratória, o Milénio Stadium falou com Diane Campos, Consultora de Imigração Canadiana Regulamentada (RCIC) e Comissária de Juramentos, da Campos Immigration Consultancy Inc. Com base na sua experiência profissional, Diane Campos analisa os objetivos desta nova via, os perfis de candidatos com maior probabilidade de qualificação e as alternativas disponíveis para quem, à partida, fica excluído deste novo programa.
Milénio Stadium: Do seu ponto de vista profissional, que necessidades específicas do sistema de imigração do Canadá é que esta nova via de transição de residente temporário para permanente pretende colmatar?
Diane Campos: A Via de TR para PR (20262027) é um programa excecional para aproximadamente 33.000 trabalhadores temporários ao longo de 2026 e 2027. A principal diretriz política confirmada foca-se em trabalhadores que já se encontram no Canadá, mas fora das áreas metropolitanas censitárias, o que significa que grandes cidades como Toronto, Vancouver e Montreal serão excluídas.
Esta via parece estar a abordar dois desafios de longa data no sistema de imigração canadiano: a escassez persistente de mão-de-obra em comunidades rurais e de menor dimensão, e a falta de opções de residência permanente adaptadas para residentes temporários que trabalham fora dos grandes centros urbanos. A intenção é, claramente, a retenção de mão-de-obra regional e a distribuição populacional fora das áreas urbanas.
Ao visar as zonas rurais, o programa pretende apoiar setores como a saúde, a agricultura e os trabalhos qualificados (skilled trades), indústrias que continuam a enfrentar carências agudas de trabalhadores. Reconhece também que muitos trabalhadores estrangeiros temporários nestas regiões já contribuem economicamente, mas carecem de uma via clara ou acessível para a residência permanente.
MS: Como avalia a exclusão automática de grandes centros urbanos como a GTA (Área da Grande Toronto), Toronto, Vancouver e Montreal? Poderá esta decisão deixar de fora trabalhadores essenciais que já estão bem integrados no mercado de trabalho?
DC: A exclusão dos grandes centros urbanos reflete uma escolha política deliberada para redistribuir a imigração de forma mais equilibrada por todo o país. Programas como o Piloto de Imigração Rural e do Norte seguiram uma lógica semelhante.
Dito isto, a medida levanta preocupações válidas. Muitos residentes temporários em cidades como Toronto ou Vancouver estão profundamente integrados no mercado de trabalho, particularmente em funções es-
senciais. A sua exclusão pode ser percebida como uma lacuna, especialmente tendo em conta que as economias urbanas também dependem fortemente da mão-de-obra estrangeira temporária.
No entanto, é importante notar que ainda existem múltiplas vias para candidatos em centros urbanos, incluindo o sistema Express Entry e vários Programas de Nomeação Provincial (Provincial Nominee Programs - PNP), que também serão atualizados nos próximos meses.
MS: Com base na sua experiência na gestão de processos de imigração, que perfis de trabalhadores estrangeiros temporários acredita terem maior probabilidade de se qualificar através desta nova via?
DC: Embora os detalhes completos do programa ainda estejam a surgir, os candidatos com maior probabilidade de beneficiar são aqueles que já trabalham em regiões rurais ou carenciadas, em ocupações alinhadas com as escassezes de mão-de-obra locais.
Isto poderá incluir:
• Trabalhadores da saúde (ex: auxiliares de apoio domiciliário/geriatria, enfermeiros);
• Trabalhadores agrícolas e do setor agroalimentar;
• Profissionais de ofícios qualificados (construção, mecânica, etc.). Indivíduos com emprego estável, laços comunitários e o apoio do empregador em regiões designadas serão, provavelmente, candidatos fortes. A experiência anterior com programas regionais sugere que a retenção (demonstrar a intenção de permanecer na comunidade) será um fator importante.
MS: Acredita que esta medida é uma resposta eficaz aos desafios enfrentados por milhares de residentes temporários que aguardam um caminho claro para a residência permanente, ou poderá ser vista como uma solução limitada dada a escala do problema?
DC: Esta medida pode ser vista como uma resposta direcionada e não como uma solução abrangente. Está bem alinhada com as necessidades económicas regionais e pode ser altamente eficaz para comunidades e setores específicos.
Contudo, o desafio mais amplo, nomeadamente o elevado número de residentes temporários em todo o Canadá que procuram a residência permanente, estende-se para além das áreas rurais. Como tal, embora o programa possa aliviar a pressão em certas regiões, é improvável que responda totalmente à escala da procura a nível nacional.
Nesse sentido, a medida complementa, em vez de substituir, as vias existentes, e sublinha a evolução contínua da estrutura de imigração do Canadá.
MS: Que conselho daria, neste momento, aos residentes temporários que vivem em centros urbanos e que se sentem excluídos deste programa? Devem aguardar por potenciais novas vias ou focar-se nas opções de imigração já existentes?
DC: Para os residentes temporários nos grandes centros urbanos, a abordagem mais prática é continuar a perseguir as vias existentes em vez de esperar por novos programas, que são frequentemente incertos tanto em termos de prazos como de elegibilidade.
As opções através do Express Entry, dos Programas de Nomeação Provincial e das vertentes impulsionadas pelos empregadores continuam a ser as mais fiáveis. A nível federal, existem planos para modernizar o Express Entry, evoluindo para um sistema de imigração de alta qualificação mais simplificado, com critérios mais fáceis e maior flexibilidade para responder às necessidades do mercado de trabalho. Embora estas mudanças ainda estejam em fase de proposta, apontam para um sistema que continuará a evoluir em vez de se expandir de forma generalizada.
A nível provincial, as atualizações do Programa de Nomeação de Imigrantes de Ontário (OINP), previstas para cerca de 30 de maio de 2026, introduzirão uma nova estrutura, com uma seleção mais direcionada baseada nas prioridades do mercado de trabalho. No entanto, os detalhes completos ainda estão pendentes.
Para quem estiver aberto a essa possibilidade, os programas regionais também podem ser uma opção, uma vez que a relocalização pode criar oportunidades adicionais.
No geral, uma abordagem proativa e flexível, focando-se nas opções atuais enquanto se mantém informado, é a estratégia mais sensata no atual panorama da imigração.
MB/MS

O novo programa que permite a transição de residentes temporários para residentes permanentes surge como uma oportunidade aguardada por muitos imigrantes. Com cerca de 33 mil vagas previstas para os próximos meses, a medida pretende responder a uma necessidade crescente de regularização. No entanto, o número li-
Sabe alguma coisa sobre o novo programa que permite a transição de residente temporário para residente permanente?
Sim, tenho acompanhado de perto porque afeta muitas pessoas da minha comunidade. Há bastante interesse e também alguma frustração.
Cerca de 33 mil pessoas poderão beneficiar deste programa ao longo dos próximos meses. Considerando o número de pessoas sem residência permanente, este valor será suficiente?
Definitivamente não. É um passo positivo, mas insuficiente face à dimensão do problema.
Como devemos avaliar a exclusão automática das grandes áreas urbanas, como Toronto?
É uma decisão estratégica, mas pouco sensível à realidade das famílias que já estão estabelecidas.
Esta exclusão pode criar uma desigualdade injusta?
Sim, especialmente para quem já tem filhos na escola, empregos estáveis e redes de apoio nessas cidades.
mitado de beneficiários e a exclusão automática de grandes centros urbanos, como Toronto, levantam questões sobre a sua eficácia e equidade. Será este programa suficiente para responder à realidade atual ou poderá acabar por acentuar desigualdades já existentes?
RMA/MS
Sabe alguma coisa sobre o novo programa que permite a transição de residente temporário para residente permanente?
Sim, acompanho com atenção porque tenho familiares nessa situação. Existe muita expectativa em relação a este tipo de medidas.
Cerca de 33 mil pessoas poderão beneficiar deste programa ao longo dos próximos meses. Considerando o número de pessoas sem residência permanente, este valor será suficiente?
Não, é claramente insuficiente. Muitas pessoas vão continuar sem solução.
Como devemos avaliar a exclusão automática das grandes áreas urbanas, como Toronto?
Do ponto de vista económico pode fazer sentido, mas ignora o lado humano da questão.
Esta exclusão pode criar uma desigualdade injusta?
sim, porque cria barreiras adicionais para quem já enfrenta dificuldades.
Sabe alguma coisa sobre o novo programa que permite a transição de residente temporário para residente permanente?
Sim, acompanhei através de colegas de trabalho que estão diretamente interessados. Parece ser uma medida com boas intenções.
Cerca de 33 mil pessoas poderão beneficiar deste programa ao longo dos próximos meses. Considerando o número de pessoas sem residência permanente, este valor será suficiente?
Não acredito. A procura é muito maior, especialmente em setores com muita mão de obra imigrante. Como devemos avaliar a exclusão automática das grandes áreas urbanas, como Toronto?
Pode ser uma forma de desenvolver outras regiões, mas na prática limita bastante quem depende das oportunidades das grandes cidades.
Esta exclusão pode criar uma desigualdade injusta?
Sim, porque nem todas as pessoas têm a mesma mobilidade ou condições para se deslocar.
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Sabe alguma coisa sobre o novo programa que permite a transição de residente temporário para residente permanente?
Sim, vi algumas reportagens e também discussões nas redes sociais. Pelo que percebo, é uma tentativa de facilitar o acesso à residência permanente para pessoas que já estão integradas no mercado de trabalho.
Cerca de 33 mil pessoas poderão beneficiar deste programa ao longo dos próximos meses. Considerando o número de pessoas sem residência permanente, este valor será suficiente?
Acho que não. É um número relevante, mas muito aquém da procura real. Há milhares de pessoas em situação precária que esperam por uma oportunidade como esta.
Como devemos avaliar a exclusão automática das grandes áreas urbanas, como Toronto?
Percebo que o objetivo seja incentivar a fixação em regiões menos povoadas, mas ignora o facto de muitas pessoas já terem vida organizada nessas cidades. Esta exclusão pode criar uma desigualdade injusta?
Sim, porque acaba por penalizar quem já está integrado em grandes centros urbanos e não tem facilidade em mudar.
Sabe alguma coisa sobre o novo programa que permite a transição de residente temporário para residente permanente?
Não muito, só ouvi falar recentemente, mas parece ser algo importante para quem quer ficar no país.
Cerca de 33 mil pessoas poderão beneficiar deste programa ao longo dos próximos meses. Considerando o número de pessoas sem residência permanente, este valor será suficiente?
À primeira vista parece muito, mas pensando melhor, deve ser pouco para tanta gente.
Como devemos avaliar a exclusão automática das grandes áreas urbanas, como Toronto?
Pode ser complicado, porque muitas pessoas já estão habituadas a viver nesses lugares e dependem deles.
Esta exclusão pode criar uma desigualdade injusta?
Sim, porque algumas pessoas vão ter de fazer escolhas difíceis que outras não precisam.
Sabe alguma coisa sobre o novo programa que permite a transição de residente temporário para residente permanente?
Sim, ouvi falar no trabalho e li algumas coisas online. Parece uma tentativa de responder à pressão sobre o sistema
Cerca de 33 mil pessoas poderão beneficiar deste programa ao longo dos próximos meses. Considerando o número de pessoas sem residência permanente, este valor será suficiente? Não, é apenas uma medida parcial. O problema é muito maior.
Como devemos avaliar a exclusão automática das grandes áreas urbanas, como Toronto?
Pode ajudar a redistribuir a população, mas não considera as preferências e necessidades individuais.
Esta exclusão pode criar uma desigualdade injusta?
Sim, porque acaba por criar dois grupos: os que têm flexibilidade e os que não têm.



Olá, bom dia, como está?
Bem, mês novo e primavera a alegrar a neblina em que se encontra o mundo. Guerras por um lado, bloqueios por outro, mais isto e mais aquilo.
Haja música porque as notícias já só afligem. Esta semana, em cima da mesa, o tema imigração no Canadá e as novas medidas. Bem, nem sei que vos diga, cada cabeça sua sentença e assim são os governos. A ver se efetivamente estas novas medidas vêm beneficiar quem realmente delas carece ou se
é sempre a mesma lenga-lenga e acabamos sempre nós por pagar a conta final.
No dia 4 de novembro, o primeiro-ministro do nosso pais Mark Carney anunciou o novo Immigration Levels Plan 2026–2028, e as mudanças refletem uma nova fase da política migratória do país. A mensagem é clara: o Canadá quer menos temporários e mais residentes permanentes. Pois, mas nem sempre isso acontece. Este ano de 2026, o governo Canadiano planeia receber cerca de 380 mil novos residentes permanentes. Desses, aproximadamente 240 mil chegam até nós pelas vias económicas, ou seja, com os programas de trabalho qualificado e o Provincial Nominee Program (PNP). Isso representará 64% do total de imigração, um aumento expressivo de quase 60% em relação a 2025. Nos
anos seguintes, 2027 e 2028, a previsão é manter esse ritmo, com cerca de 245 mil novos residentes económicos a cada ano.
O governo liderado por Carney apresenta também outra vertente, ou seja, adiciona uma meta para imigrantes francófonos: o plano prevê 30 mil 267 vagas reservadas para pessoas que falam francês, como parte do esforço para fortalecer as comunidades francófonas fora do Quebec.
Mais ainda, para além da classe económica, o Canadá vai manter também 84 mil vagas para a Family Class (reagrupamento familiar) e 56 mil e 200 para refugiados e outras categorias humanitárias.
Pois que venham e que contribuam para a economia do país, não só para usufruir do que este país lhes dá. Essa deveria de ser uma regra implementada logo à partida,
mas pronto é o que é e vai valer sempre o que vale.
Contudo, o objetivo, segundo o governo, é dar prioridade a imigração permanente, reduzindo assim a dependência dos programas temporários e garantindo que quem chega ao país tenha um caminho mais claro e estruturado para permanecer de forma definitiva.
Para quem sonha em imigrar, esse novo cenário reforça a importância de planear com antecedência e escolher a estratégia certa. Programas de residência permanente como o Express Entry e o PNP devem ganhar ainda mais relevância nos próximos anos. Deixamos que os próximos tempos ditem a clareza do programa.
Fiquem bem e até já.



In an attempt to define who is a good or preferred immigrant, economists and social analysts have debated the topic for many years. Of course, national priorities should always take precedence in choosing who should be allowed into the country, but political priorities usually take precedence over what’s considered a beneficial addition to a host country.
The Canadian immigration system has become a broken model for everything that could go wrong in accepting citizens into the country. The rise of progressive bureaucrats and the fall of an efficient state resulted in more civil servants doing less work instead of creating more builders and encouraging risk takers. Canada is the second largest country in the world in land mass, stitched together from sea to sea to sea plus the Trump line to our south. As a country which first hosted colonization and then opened its arms to people from all over the world, we somehow have survived in spite of the acceptance of many who came to this land without any intention of being a product-
ive citizenry. Today because of lack of accountability from successive Immigration Ministers, we have to deal with economic ramifications that could destroy the fabric of what this nation is about, and we keep hiring policy analysts to heal what politics allowed to decay, but unfortunately, visionary changes never happen. Progressive ideologies have shaped the new government bureaucracies which prioritized social objectives over basic competence, making decisions that reek of incompetence and preferential objectives. The latest example is the new program of transitioning temporary residents into permanent residency (TR to PR). 33,000 temporary foreign workers currently addressed in
rural communities will be given preference over major urban areas such as Toronto, Montreal and Vancouver which are being excluded. I question the rural versus non-rural concept and wonder what the divisionary lines are which separate these 33,000 workers from the rest. Excluding major urban areas where 90% of all the work is undertaken does not give me any comfort that this model can work. I will assume that many of the approved workers will travel long distances to do work where work exists in urban communities. Is this efficient? Let’s also question the fairness of the process where thousands of temporary residents who live in urban areas will not be getting an equal opportunity at permanent residency. Are they lower-level individuals who will be forced to move to an area to be defined in order to have an equal opportunity? This decision is provocative and immoral and comes from a juvenile vision of the world, excluding a merit-based selection based on desirable attributes and a rationale of filling positions most beneficial to Canadian society.
Currently there are hundreds of thousands of TRs and other applicants to become Canadian citizens. Is the government going to open a special department to fast-track the 33,000 and will the government make their choices based on ethnic balancing even if this results in a meritless position created to accommodate the immigration policies? Our national values are no longer valued by those in power as evidence of the buying and selling of politicians in the open market to achieve objectives of power. Extremist ideologies will come to Canada sooner or later and we will not have the offsets to control our ideals and objectives in this country because of autocratic based policies in a centralized government. Let’s choose a “good” immigrant who will function as a “boon to society” by living and generating positive outcomes for our way of life.

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After such a wet winter, it’s harder to accept spring rain as normal. When months of incessant downpours gave way to a few weeks of sun, in Portugal we can’t be blamed for feeling chilly even though it’s 15 degrees outside; just a couple of days ago it hit 28! Since today’s high around here is about 13, combined with rain, we’re all feeling the cloud over our heads once again.
This emotional swing causes one to delve down the rabbit hole that is the current state of our society, especially due to the ruthless antics of a few indi-
viduals. It’s a complicated task to dream of sunnier days when the destruction caused by these guys thus far will take at least one generation to reestablish. For a guy my age, it probably means that I won’t ever see the relative stability we had, not very long ago. The current situation places a mirror in the face of humanity that proves, unequivocally, that we aren’t nearly as intelligent as we think, or are led to believe. I watched a clip of a car rally that was captioned something like “power is nothing without control”, and it showed an incredibly loud BMW going around a pair of hairpin turns at tremendous speed. The ease with which the driver seemed to make those curves, at those speeds, with that thundering machine, said it all. When something difficult looks easy, to the observer, it’s actually demonstrating the degree of difficulty of the task, which is being matched and overcome by the well-honed skills
of the user. You know what I’m talking about. At the moment, the US is throwing its weight around, disrupting everyone’s lives, using the most powerful weapons and technology available. It’s a country of innovation and knowledge, filled with great minds, young and old. The problem is that it’s run by a bunch of unruly teenagers, who haven’t a clue of what they’re doing, at their disposal: money, weapons, corporations, you name it. They’re a paradox because they can’t stop eating their own tail. Israel wants to be just like them, so they happily participate, as long as big brother has their backs. Putin, who makes the top three, does what he does for power, and I’m guessing he gets some amusement egging on DT.
Lucky for us, here in Lusitania, the sun will be back real soon, giving us a new opportunity to dream of better things to come. They can bomb the crap out of
everything, enslave us for life and even do away with some of us, but human freewill and imagination can never be quelled, and our sun’s magic makes all easier. It can’t be rainy forever, we can’t flourish that way, so there has to be a bright forecast eventually. What we are going through now is a gamechanger, and none of us know what the future will bring, no matter how many ‘experts’ offer their opinions. After all this time, I realized that hope is the only thing that may translate into action, that may put an end to the way we govern our world and ourselves. So I wish hope for everyone, in order that we may someday take control of our lives.
Fiquem bem!
Leia em português


Aguiar Branco errou. Aproveitou-se da sessão solene do 25 de abril para se confessar chefe penitente da “casta”, de quem os portugueses “podem ter mesmo razão para sentir desconfiança”. Numa longa diatribe divisionista, não só exagerou e caricaturou as obrigações legais sobre transparência, como arrogou aos eleitos o direito de não ser incomodados pelo escrutínio. Afinal, alega, isso estabelece uma “presunção de culpabilidade para todos os políticos”, tornando a política num “reality show” e assim afastando “pessoas talentosas, competentes e motivadas [de] servir o país.”
Mas o problema da política portuguesa não é transparência a mais. É capacidade a menos. Há um fundo de razão no diagnóstico. O país enfrenta um grave problema de recrutamento político, agravando o desespero de tantos com a democracia. O parlamento confunde-se cada vez mais com o entretenimento, entre a polarização e a banalização discursiva, numa batalha para criar conteúdos que gerem cada vez mais “likes”. A política parece, assim, ser cada vez mais um exercício para os “famosos” e não para os inteligentes, sérios e comprometidos.
Aguiar Branco também tem razão que a política deve dar-se ao respeito. Não me refiro apenas aos protocolos, de regras e ocasiões, que compõem a projeção simbólica da representação democrática. Nem mesmo André Ventura fala a sério quando diz que quer acabar com a “festa” do 25 de
abril – simplesmente quer substituí-la por outra. Mais relevante é o medo com que os políticos se sujeitam, em nome da separação de poderes, a elementos do poder judicial que divulgam seletivamente processos e suspeições, ferindo o seu bom nome por muitos anos e, por vezes, para sempre. Garantir a celeridade e integridade da justiça é uma condição indispensável da liberdade política de uma nação.
Não se compreende, no entanto, que as regras da transparência possam ofender a honorabilidade dos políticos, ao aceitar um pressuposto de que estes têm algo a esconder. As declarações de património e rendimentos podem motivar uma imprensa voyeurista – com artigos sobre os mais ricos
"O país enfrenta um grave problema de recrutamento político, agravando o desespero de tantos com a democracia. O parlamento confunde-se cada vez mais com o entretenimento, entre a polarização e a banalização discursiva, numa batalha para criar conteúdos que gerem cada vez mais “likes”. "
ou os mais pobres – mas isso só aborrece quem tiver vergonha de quem é e de onde veio. Ninguém presume que elas escondem algo. A sua publicidade, por sua vez, já permitiu à imprensa denunciar situações de incompatibilidades, como as que motivaram a demissão de Hernâni Dias no famoso caso da “lei do solo”. De igual modo, ainda que nenhuma lei obrigue o político a relatar a pulseira que lhe dão no hospital, “cunhas” dessas já motivaram umas quantas notícias e, pelo menos, uma Comissão Parlamentar de Inquérito.
O nosso atual modelo de transparência não é perfeito. Pedem-se detalhes absurdos, como a cilindrada dos veículos, enquanto ficam de fora outros elementos importantes. Preencher a declaração é um processo moroso, facilitado pela recente consolidação num único formulário de entrega eletrónica e fácil alteração. Também é positivo que as regras se foquem no titular do cargo político e os seus familiares diretos, não indo até ao 5.º grau colateral como em versões anteriores da lei.
Cumprir estas obrigações é, todavia, uma mera inconveniência ao lado da honra maior que é servir o país e os portugueses.
Como disse Agostinho da Silva, “nenhum político deve esperar que lhe agradeçam ou sequer lhe reconheçam o que faz; no fim de contas era ele quem devia agradecer pela ocasião que lhe ofereceram os outros homens de pôr em jogo as suas qualidades e de eliminar, se puder, os seus defeitos.” Sim, todos os políticos devem ter uma vida pessoal tão livre e prazerosa quanto quiserem, mas a vida pública deve ser uma missão asceta que, além de ser honesta, não teme que tenha de o demonstrar ser.
Quem é, então, o culpado pelo cisma entre o “país real” e o “país oficial”, recuperando a dicotomia de Aguiar Branco? A culpa não é dos portugueses, seguramente,
mas também não é dos salários dos políticos, da transparência dos seus rendimentos ou do regime de incompatibilidades após o exercício do cargo. Ser ex-ministro continua a ser mais apetecível que ser ministro e não é razoável pensar que ser deputado possa competir com os salários praticados nos altos quadros das empresas ou das sociedades de advogados.
Para ser totalmente transparente, a política tem de deixar de depender de perceções, forjadas por quem pode. Tem de anular a desigualdade entre os interesses particulares que conseguem se organizar e os que não têm voz. Tem de dar condições de exercício do mandato em nome do interesse público, dotando deputados (mas também autarcas) de uma equipa que apoie o pensamento, a elaboração de propostas e a comunicação – como se faz em praticamente todo o mundo. Temos de potenciar a formação, a prestação de contas e a participação em redes internacionais, atualmente vedada com exceção de entidades públicas ou partidárias. Temos de capacitar os deputados para fazerem trabalho em proximidade e ponderar uma mudança no sistema político que nos faça realmente responder perante o território e as populações.
Aguiar Branco sabe tudo isto. Mas dar melhores condições de trabalho aos deputados só interessa se interessar os deputados trabalharem. Enquanto discutirmos quem são os políticos em vez do que fazem, bem podem se entreter a discutir salários, obrigações declarativas e outras perceções enganadoras. Pois, para ser totalmente transparente, apenas continuaremos a alimentar a “casta”.

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Do we need one in Canada?

Canada’s Prime Minister Mark Carney, a former bank of England governor, has pitched a plan for Canada to establish a sovereign wealth fund. I will try to explain what a sovereign fund is, how this proposal could benefit Canadians in the short and long term and comparing Canada’s potential fund to Norway’s highly successful sovereign wealth model.
What is a sovereign fund?
A sovereign wealth fund is a state-owned investment fund funded by a country’s reserves, typically generated from surplus revenues such as mineral exports, foreign exchange reserves, or fiscal surplus. The primary goals usually include stabilizing the economy against commodity price swings, saving wealth for future generations, and financing public needs or strategic investments. This fund will invest across asset classes,

Crédito: DR
private equity, to achieve long-term returns while managing risk and preserving capital for future generations. How could Canada’s proposed sovereign fund help citizens in the short term. By smoothing government spending when commodity prices fluctuate, the fund could reduce the need for abrupt tax increases or spending cuts. Returns or draws from the fund could finance immediate priorities without widening deficits, potentially easing inflationary pressures in the short run. A transparent, rules-based fund can bolster investor confidence and stabilize household expectations, potentially supporting employment and consumption.
By preserving and growing capital, the fund can create intergenerational savings that support pensions, long-term infrastructure, or national priorities as demographics shift. A diversified, globally invested portfolio can buffer Canada from lingering global shocks, currency volatility, or downturns in specific sectors. The fund could fund large-scale projects with long payback horizons-green energy, clean-tech infrastructure, modernization of critical services-without crowding out
current budgets. Given Canada’s climate goals, a fund could earmark capital for decarbonization efforts, enabling a smoother transition for workers and communities dependent on carbon-intensive industries.
Norway’s sovereign wealth fund is a benchmark comparison that Canada should try and immolate. Also, the government of Japan has the world’s largest sovereign in value, funded primarily by petroleum reserves. It emphasizes transparency, strict ethical guidelines, and a long-term, diversified, globally invested strategy with a substantial focus on minimizing domestic inflationary pressure and stabilizing the economy. Either way, these funds in most countries try to preserve wealth for future generations. With the one that Mark Carney wants to roll out is that if you invest in this fund, there are no lock downs. Which in essence means that if you put in a dollar and want to redeem it at any time, you get your money back.
Another similarity with these funds is that we receive broad exposure to equities, bonds, real assets, and alternative investments. These funds that we would invest would be locked and anchored in fiscal
Carlos Lobão uma fotobiografia
discipline. On the other hand, the differences between Norway and Canada would be that Norway predominantly invests in oil and gas revenues, which are cyclical and commodity-price dependent. In Canada, the resources-based revenues exist but the economy is more diversified with manufacturing, services, and technology. This could provide a different risk profile and investment streams.
Norway’s fund is among the largest globally, with decades and deep institutional experience. Canada’s fund would be new, requiring careful phasing, governance structures, and learning curves to reach scale and sophistication. Norway is renowned for high transparency, strict ethical guidelines, and robust governance. Canada would need to establish similar standards, balancing political accountability with professional, autonomous investment management.
Norway operates with a social model that embraces broad stabilization policies and a high level of public trust in institutions. Canada’s federal structure, provincial autonomy, and diverse political landscape will shape how a national sovereign fund is designed, funded, and used, including debates over federal-provincial finance and dividend policies.
Minister Champagne has not given any details of how this fund will be rolled out, but here are some things to watch for as Canada considers a sovereign fund. Independence from short-term political pressures, clear mandate, and transparent reporting. Initial capitalization, ongoing contributions, and rules for draws to support annual budgets or specific programs. How aggressively the fund will seek liquidity versus growth, risk controls, and ethical impact considerations. Whether returns are reinvested, saved for future generations, or allocated to current public priorities. And finally, how federal, and provincial interest will align in funding, spending, and governance.
In short, the Canadian sovereign fund concept is about investing today’s public wealth to secure future economic stability and strategic independence, rather than spending everything in the present using borrowed money.
A Delegação da Horta da Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho 1954-1975
Editado pela Junta de Freguesia da Matriz (Horta) com uma nota de apresentação de Laurénio Tavares, o autor Carlos Lobão (1959) seguiu à letra a ideia de Walter Benjamin (1882-1940) expressa na contracapa deste álbum de 100 páginas: «Uma das principais responsabilidades do homem é revelar o esquecido, mostrar que o passado comportava outro futuro além deste que realmente aconteceu».
Asede da Delegação da FNAT foi durante muitos anos no número 10 da Rua Ernesto Rebelo na freguesia da Matriz. Nada acontece por acaso – é a Junta de Freguesia da Matriz que edita este livro. São onze as modalidades desportivas referenciadas nesta verdadeira fotobiografia pois junta as imagens da memória ao registo das épocas, vencedores, taças, esquipas e tempos ou marcas alcançados ou alcançadas. Vejamos: Andebol, Atletis-
mo, Basquetebol, Corta Mato, Futebol de Salão, Futebol, Hóquei em Patins, Pesca Desportiva, Ténis de Mesa, Voleibol e Xadrez. O importante papel social, desportivo e cultural desta Delegação não se pode perder nas emboscadas do esquecimento. Este trabalho ajuda a manter uma memória qualificada de um tempo que não volta mas não pode ser esquecido. JCF

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Host Vince Nigro
Guests Irwin Karnick and Cindy Karnick


Saturday 10:30 am Sundays 10:00 am
Saturdays 7:30 am


No passado domingo, o CAA Centre em Brampton não foi apenas uma sala de espetáculos; foi muito mais do que isso - foi uma verdadeira celebração. Parabéns à organização. Milhares de vozes ergueram-se para acompanhar os Ca-
lema, os irmãos de São Tomé e Príncipe que se tornaram o rosto de uma lusofonia moderna, vibrante e, acima de tudo, embaixadores da língua portuguesa.
Ali, entre o "Te Amo", o ritmo da Kizomba misturado com o Pop e até mesmo a música tradicional portuguesa ("Maria Joana" - e como ficou bonita a presença de elementos de diferentes ranchos folclóricos portugueses sediados no Canadá), a distância entre Toronto e Lisboa parecia não existir.
OLÍVIA SARAIVA
Paralegal licenciada | Notária pública
Notariado de documentação e representação no tribunal
• CONDUÇÃO IMPRUDENTE
• CONDUZIR COM CARTA SUSPENSA
• PARAR EM SINAL DE STOP
• FURAR SINAL VERMELHO
• EXCESSO DE VELOCIDADE
• CONDUÇÃO TEMERÁRIA (STUNT DRIVING)
• USO DE TELEMÓVEL
• CONDUZIR SEM SEGURO E TODAS AS OUTRAS MULTAS DE TRÂNSITO
Mas enquanto observava a multidão, uma mancha humana composta por imigrantes de primeira geração, lusodescendentes que já falam o português com sotaque canadiano e portugueses recém-chegados, uma pergunta persistente instalou-se na minha mente: quantas daquelas mesmas pessoas, que ali celebravam a herança africana de Portugal, teriam depositado o seu voto na extrema-direita nas últimas eleições? É uma questão desconfortável. Como pode alguém emocionar-se com a música destes dois artistas, símbolos máximos das
ex-colónias e, simultaneamente, apoiar discursos que pedem o "fecho de portas" ou que roçam a xenofobia? A resposta talvez resida na capacidade mágica da música de suspender o preconceito. A música aproxima-nos pelo sentir e pelo pensar. No concerto, o "outro" deixa de ser a ameaça estatística ou o "imigrante que tira o emprego" para passar a ser a melodia que nos faz dançar.
Se a música tem o poder de mitigar o racismo e a xenofobia, é porque ela nos obriga a reconhecer a beleza naquilo que antes era visto como "estrangeiro".
Os Calema não são apenas cantores; são diplomatas de uma união que a política insiste em fragmentar. No entanto, a crueza da realidade política lembra-nos que a empatia de uma noite de domingo pode evaporar-se na solidão das urnas.
O desafio da nossa diáspora, tanto no Canadá como na Europa, é fazer com que a harmonia sentida naquele concerto sobreviva à segunda-feira. Se podemos cantar a mesma canção com quem é diferente de nós, também podemos, e devemos, construir um país (e um mundo) onde essa diferença não seja motivo para exclusão, mas sim a nossa maior riqueza.
Que o eco dos Calema em Toronto não seja apenas entretenimento, mas um lembrete: no fim do dia, todos procuramos a mesma "Origem".
Os Calema foram nomeados Embaixadores da Boa Vontade da CPLP no último verão, em Lisboa; é fundamental que continuem a transmitir esta mensagem.
“Toca a todos, do mesmo jeito que nos tocou, do mesmo jeito que a luz desse amor nos salvou. Já me perdi nas ruas, corri pelo mundo, mas nunca me senti tão feliz” - Calema (Toca a Todos)
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Quando vieste tudo ficou certo e achei achando-te o País de Abril.

Quando Abril aconteceu, eu vivia, então, num dos territórios do império português. A notícia chegou-nos confusa, sem grandes detalhes que pudessem indicar o que estava realmente a acontecer. Por isso, é sempre com uma enorme emoção e pena que vejo imagens televisivas desse dia. Emoção, ao ver a forma como a população efusivamente, e em massa, aderiu ao movimento, cumprindo Grândola “Em cada esquina, um amigo, em cada rosto, igualdade”; pena, por não ter estado lá e não ter podido celebrar a fraternidade coletiva de um povo cansado da ditadura mais longa da Europa.
Este ano, eu também não estava em Portugal e, mais uma vez, foi à distância que vi as imagens das celebrações: as institucionais, na Assembleia da
República, e as da rua, em que ganha particular destaque o desfile na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Em relação à primeira, pudemos ver novamente um Presidente da República de cravo ao peito na casa da nossa democracia, assumindo sem complexos a flor de Abril que tantos incómodos causa a certas figuras do nosso espectro político. Todos sabemos que o cravo, como símbolo da revolução, nasceu por mero acaso das mãos de uma mulher anónima que, de forma espontânea, os distribuiu naquela manhã, acabando por se impor como referência simbólica e lhe dar o nome – Revolução dos Cravos. Nada de mais bonito pode haver do que uma revolução ter nome e perfume de flor, em vez de uma outra qualquer palavra com carga bélica. E foi com esse nome que ela começou a ser divulgada por todas as agências noticiosas, nas diferentes línguas que a tornaram conhecida em todo o mundo: La Révolution des Oeillets (em francês), Revolution del Clavel (em espanhol), The Carnation Revolution (em inglês), Nelkenrevolution (em alemão), Neilikkavallankumous (em finlandês), só para citar as que me são mais familiares.
Não se percebe, portanto, toda a discussão à volta de um símbolo que muitos sentem vergonha de envergar na lapela. Ainda menos se percebe que, em cerimónias públicas, o tentem travestir de outras cores tornando-o alvo de disputa, consoante a franja eleitoral que se pretende atingir. A nossa democracia fez 52 anos, mas muitos dos nossos representantes comportam-se como crianças nas querelas pouco dignificantes à volta do símbolo de Abril.
Só quem não tem memória pode ter saudades do período anterior ao 25 de Abril de 1974 e afirmar que dantes se vivia melhor.
Não é preciso sequer ilustrar as diferenças com números ou dados estatísticos sobre educação, saúde, apoios sociais, habitação, transportes, lazer, vias de comunicação e tantos outros. Basta-nos olhar e sentir o quanto o país mudou em conforto e qualidade de vida.
A crise que atualmente vivemos não deve a sua paternidade ao 25 de Abril, nem a este pode ser imputada qualquer responsabilidade. Tudo confundir e dizer que não valeu a pena fazer a revolução é o mesmo que defender o regresso à ditadura, à repressão,
aos presos políticos, às deportações e exílios forçados, aos tarrafais da morte lenta, às altas taxas de analfabetismo, ao elevado índice de mortalidade infantil, à educação para as elites, ao silêncio do pensamento e à clandestinidade das ideias. Em suma, ao Portugal Amordaçado de que nos falava Mário Soares.
Podemos hoje estar desiludidos, achar que poderíamos ter feito mais e melhor, mas temos a liberdade de o poder dizer sem rodeios e em voz alta, gritando-o em manifestações de rua se for preciso, porque «as portas que Abril abriu», como cantou Ary dos Santos, tanto estão abertas à festa, como à nossa indignação coletiva. Porém, não nos esqueçamos de que Abril abriu muitas portas. A da responsabilidade pessoal foi também uma delas, aquela que cabe a um de nós abrir para cumprir Abril.

E, depois, aparece alguém que falhou como gestor na empresa familiar a tentar dar lições de moral… isto só mesmo numa novela.
Pois, pois… quando se vive de expectativas e pouco se sabe fazer, basta o ar mudar um pouco e já se ouve, “vamos, vamos, que agora é que vai ser”. É este o pensamento de muitos artistas de bancada. E isto, sinceramente, é um mau exemplo para os mais jovens que possam querer seguir a vida política.
Como todos sabemos, há figuras que deixaram um rasto de más decisões. Um velho conhecido que suspendeu o lugar de deputado para “descansar” e ajudar na empresa familiar… mas, ao que parece, as coisas não correram como esperado. Ou então há ali
um faro especial que mais ninguém tem. A arrogância nasce e morre com as pessoas, mas o fanatismo e a fome de poder continuam bem vivos.
Os portugueses não se podem esquecer das vergonhas que certas individualidades já fizeram ao nosso país. E há também aqueles que mudam de ideias conforme sopra o vento, dependendo das oportunidades que surgem.
E sejamos claros, em quase todos os partidos há episódios que envergonham. Basta olhar com atenção. Só não vê quem não quer. Vejamos um caso típico, um político que se candidata à liderança de um partido e enfrenta forte contestação, “com o meu apoio nunca”, diziam muitos. Mas, mais tarde, lá aparecem ao lado dele, porque viram ali uma oportunidade. Mesmo sem competência para o cargo. Como se diz no Norte: “cum catano” … isto é que é profissionalismo? Isto começa a parecer uma república das bananas. Vergonhoso. Sempre ouvi dizer que na política vale tudo. Ou melhor, valia, porque hoje há
mais escrutínio. Mas, curiosamente, o respeito e a vergonha parecem ter diminuído. Reparem, um volta à procura de um “tacho”, outro, quando era governador do Banco de Portugal, defendia mudanças na lei laboral, e agora diz o contrário. Afinal, em que ficamos? Talvez esteja também à procura de liderança partidária. Já ganha bem, mas quer mais.
Para onde vai Portugal com políticos deste nível? Depois de anos de governação discutível, ainda tentam atirar areia aos olhos das pessoas. Confesso, tive de desabafar. O que ouvi e vi nos últimos dias revela uma mistura de ignorância e incompetência que envergonha.
Podem discordar, estão no vosso direito. Mas eu digo o que penso. Muitos dizem o mesmo, mas apenas nas costas; à frente, dizem o que convém.
E há mais, atitudes como as de Pedro Delgado. Há comportamentos que mostram falta de respeito pelas instituições, como virar costas num momento solene. Isto não dignifica a política nem o país. Quem tem
responsabilidade pública deve saber estar. Depois admiram-se com o crescimento dos extremos. Falta de profissionalismo na oposição é algo cada vez mais visível. E uma coisa é certa, um povo distraído abre caminho a más decisões.
Para terminar, confesso que até respiro melhor depois deste desabafo. Mas, sinceramente, o que vi e ouvi recentemente foi demasiado. Acordem para a realidade e deixem de acreditar em ilusões.
Viva Portugal. Viva a democracia, e o respeito, que muitos parecem ter esquecido.
Como se vê, não se pode escolher um líder com base em amizades. No fim, quem paga é o país… e a responsabilidade é de quem escolhe.
Bom fim de semana!

A história das nações faz-se de datas, tratados e batalhas, mas também — e sobretudo — de homens que, pela força do seu carácter e das suas ações, transcendem o tempo e se tornam símbolos. Entre essas figuras ergue-se, com particular singularidade, Pedro Francisco, ou Peter Francisco, o açoriano que a memória americana consagrou como “o Gigante da Virgínia” e “o Hércules da Revolução”.
Nascido a 9 de julho de 1760, na freguesia de Porto Judeu, na ilha Terceira, o seu percurso de vida parece saído de uma narrativa épica. Raptado ainda criança por corsários e abandonado na costa da América do Norte, Pedro Francisco foi lançado, de forma abrupta e violenta, no grande fluxo da diáspora portuguesa — uma diáspora que, ao longo dos séculos, tantas vezes se fez de partida involuntária, de desenraizamento e de reinvenção.
Acolhido posteriormente pelo juiz Anthony Winston, na Virgínia, viria a crescer num contexto que moldaria o seu destino e o ligaria, de forma indelével, à história fundacional dos Estados Unidos da América.
Quando, em 1775, rebentou a Guerra da Independência entre as treze colónias e a Coroa britânica, Pedro Francisco não hesitou. Alistou-se no 10.º Regimento da Virgínia, integrando as forças lideradas por George Washington. A sua estatura física impressionante — mais de dois metros de altura e cerca de cem quilos — rapidamente se tornou lendária, mas foi sobretudo a sua coragem em combate que o destacou. Participou em diversas batalhas decisivas, protagonizando feitos de bravura que a tradição histórica e popular amplificou, transformando-o numa figura quase mítica da Revolução Americana.
O reconhecimento da independência dos Estados Unidos, consagrado em 1783, assinalou não apenas o triunfo político de uma nova nação, mas também a afirmação de princípios universais — o direito à liberdade, à segurança e à busca da felicidade — que ecoariam muito para além do espaço americano. Nesse processo, a presença de PeterFrancisco simboliza algo maior: a participação ativa de homens de origens diversas, incluindo portugueses, na construção de um ideal de emancipação que viria a marcar a contemporaneidade.
A sua história inscreve-se, assim, numa narrativa mais ampla: a da diáspora portuguesa. Desde os primeiros tempos da expansão marítima até às comunidades contemporâneas espalhadas pelo mundo, os portugueses têm sido agentes de ligação entre culturas, construtores de pontes e protagonistas discretos de processos históricos decisivos. Nos Estados Unidos, essa presença consolidou-se ao longo de gerações, contribuindo para o desenvolvimento económico, social e cultural do país, ao mesmo tempo que preservava traços identitários profundamente enraizados.
Pedro Francisco surge, neste contexto, como uma figura matricial — não apenas pelo seu heroísmo individual, mas pelo que representa: a capacidade de integração sem perda de identidade, a afirmação do mérito num espaço novo e a projeção de valores que atravessam fronteiras. A sua memória permanece viva como testemunho de que a história da América também se fez com contributos portugueses, muitas vezes invisíveis, mas decisivos.
Hoje, ao olhar para o percurso das comunidades portuguesas nos Estados Unidos, reconhece-se a continuidade desse legado. Empresários, académicos, artistas, trabalhadores de múltiplos sectores — todos eles prolongam, de forma distinta, a presença portuguesa naquele país.
A diáspora deixou de ser apenas um fenómeno de ne cessidade para se tornar também um espaço de afirmação e de influência, onde Portugal se projeta através dos seus cidadãos. Num mundo cada vez mais interligado, essa di
mensão ganha nova relevância. A valorização das raízes, aliada à capacidade de adaptação, constitui uma mais-valia estratégica. Figuras como Peter Francisco ajudam a consolidar uma narrativa identitária positiva, capaz de reforçar os laços entre Portugal e as suas comunidades no exterior, ao mesmo tempo que contribuem para a afirmação internacional do país.
Recordar Pedro Francisco é, portanto, mais do que revisitar um episódio da história americana. É reconhecer a profundidade e a longevidade da presença portuguesa no mundo. É perceber que, mesmo nas circunstâncias mais adversas, há trajetórias que se erguem acima do comum e se tornam exemplares. E é, sobretudo, afirmar que o passado da diáspora não é apenas memória — é também fundamento para o presente e inspiração para o futuro.



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A tour internacional dos Calema, intitulada “International Origin Tour”, está a marcar uma verdadeira celebração da música lusófona pelo mundo. Com concertos pela Europa e Canadá, a digressão destacou-se com apresentações memoráveis em Montreal no dia 23 de abril e no CAA Centre, em Brampton, na região metropolitana de Toronto, no dia 26 de abril de 2026. O jornal Milénio marcou presença no último espetáculo para acompanhar de perto esta experiência única.
Conhecidos pelo seu estilo envolvente, os irmãos Antônio e Fradique Mendes Ferreira dominaram o palco e a atenção do público. Com vozes poderosas e uma presença cativante, cantaram e encantaram, emocionando milhares de fãs que vibraram em uníssono com cada canção. A energia era palpável, e a plateia não poupou aplausos e gritos de entusiasmo, tornando cada momento inesquecível.
A noite contou ainda com a abertura dos Tuga Nights, que aqueceram a plateia e prepararam o terreno para a grande atua-
ção dos Calema, tornando o evento ainda mais especial e reforçando o espírito de festa, união e orgulho lusófono.
A organização esteve a cargo da Camões Entertainment, responsável por trazer este espetáculo de grande dimensão, cuidadosamente planeado para proporcionar uma experiência memorável a todos os presentes. Cada detalhe, desde o som ao espetáculo visual, reforçou a grandiosidade da Tour Origem 2026 e o impacto cultural da música lusófona no mundo. Foi uma noite de celebração, emoção e música que ficará gravada
na memória de todos os que assistiram, consolidando os Calema como um dos maiores ícones da lusofonia contemporânea. O duo regressa ao solo canadiano, em Vancouver, no dia 7 de julho, prosseguindo a digressão que terminará a 14 de novembro de 2026, prometendo levar a sua música a ainda mais cidades e públicos em todo o mundo. FP/MS
Depois do êxito alcançado na sua estreia em 2025, a Noite da Tertúlia regressa para uma segunda edição, prometendo voltar a reunir a comunidade em torno da arte, da cultura e da tradição portuguesa.
Ainiciativa é organizada pelo Mirador Artistry Collective (MAC) - coletivo de autores luso-canadianos dedicado à promoção da expressão artística e ao fortalecimento dos laços comunitários através do património cultural comum -
em parceria com o Núcleo de Leitura da Casa do Alentejo de Toronto.
Inspirado na tradição portuguesa das tertúlias, este encontro pretende criar um espaço de partilha, diálogo e convivência, onde diferentes formas de expressão artística ganham voz. Poesia, narrativa, música e comédia farão parte de uma noite pensada para celebrar a riqueza da cultura portuguesa num ambiente acolhedor e inclusivo.
Um dos momentos centrais do evento será o microfone aberto, que dará opor-
tunidade aos participantes de subirem ao palco e partilharem os seus talentos com o público. Seja através de um poema, de uma canção, de uma história ou de um momento de humor, todos os presentes serão convidados a contribuir para esta celebração coletiva da criatividade.
A organização sublinha que a iniciativa está aberta a toda a comunidade, quer para quem deseje participar ativamente, quer para quem prefira simplesmente assistir, ouvir e conviver. A segunda edição da Noite da Tertúlia realiza-se na sexta-
-feira, 15 de maio de 2026, às 19h00, na Casa do Alentejo, localizada no 1130 Dupont Street, em Toronto. A entrada é gratuita.
Para mais informações, os interessados podem contactar Devin Meireles através do email Devinsmodernlife@Outlook. com ou Humberto da Silva em humberto. dasilva.yyz@gmail.com.
MB/MS

Novo podcast apresentado por Rómulo Medeiros Ávila. Emitido às sextas-feiras.


O Conselho Regional da América do Norte (CRAN) do Conselho das Comunidades Portuguesas reuniu-se presencialmente entre os dias 17 e 19 de abril, na região de São Francisco, Califórnia, num encontro anual que juntou conselheiros do Canadá e dos Estados Unidos para três dias de trabalho, reflexão e contacto direto com a comunidade portuguesa local.
Durante a reunião formal, realizada no Bay Landing Hotel, estiveram em destaque temas considerados
prioritários para a diáspora portuguesa na América do Norte, com especial enfoque na situação do ensino da língua portuguesa no Canadá e nos Estados Unidos, bem como na necessidade de maior valorização institucional do trabalho desenvolvido pelo Conselho das Comunidades Portuguesas.
O programa incluiu ainda vários momentos de proximidade com a comunidade luso-americana da Califórnia. Os conselheiros tiveram oportunidade de conhecer melhor a realidade associativa da região, refletindo também sobre o pa-
pel do folclore português enquanto elemento agregador e identitário das comunidades emigrantes.
O último dia ficou marcado pela participação na missa celebrada na Five Wounds Church, em San José, seguida de um encontro de trabalho no Consulado de Portugal em São Francisco, a convite do cônsul Filipe Ramalheira, onde voltaram a ser debatidas questões relacionadas com o ensino do português, a rede consular e os desafios enfrentados pelos profissionais ao serviço das comunidades. A reunião terminou com um apelo ao
reforço do ensino da língua portuguesa, à melhoria das condições dos profissionais consulares e a uma maior atenção institucional ao papel do Conselho junto da diáspora.
A comunidade luso-canadiana assinalou, na passada sexta-feira, 24 de abril, um momento histórico com a cerimónia de lançamento da primeira pedra da réplica das emblemáticas Portas da Cidade de Ponta Delgada, no Azores Park, em Brampton, Ontário. Integrado no projeto Portas da Cidade Azores-Canada (PCAC), o monumento pretende ir além da sua dimensão física, afirmando-se como um símbolo de identidade, memória e ligação entre os Açores e o Canadá. Pela primeira vez no país, será construída uma réplica fiel das icónicas portas, com recurso a pedra autêntica proveniente do arquipélago açoriano.
Durante a cerimónia, que reuniu representantes políticos, líderes comunitários e membros da diáspora, o discurso de Matthew Correia, responsável pelas relações públicas do projeto, destacou-se pelo tom emotivo e agregador. Perante os presentes, sublinhou que “estas portas são mais do que um monumento — são um símbolo da nossa identidade, da nossa herança e da jornada de um povo que atravessou o Atlântico com esperança e determinação”.
Na sua intervenção, Matthew Correia salientou ainda o simbolismo da obra: “Aquilo que, em Ponta Delgada, representava a partida, passa agora a simbolizar a chegada, a resiliência e o sucesso dos luso-canadianos”. O responsável reforçou também o caráter coletivo da iniciativa, classificando-a como “um projeto construído com orgulho, propósito e pelo esforço de toda a comunidade”.
A escolha de Brampton para acolher o monumento foi igualmente destacada no discurso, sendo apontada como uma decisão carregada de significado. A cidade
alberga uma das mais vibrantes comunidades portuguesas e açorianas no Canadá, onde tradições, fé e cultura têm sido preservadas ao longo de gerações.
Outro dos pontos sublinhados por Matthew Correia foi a importância da continuidade cultural, com referência à devoção ao Senhor Santo Cristo dos Milagres, celebrada há duas décadas em Brampton, como exemplo vivo da ligação às raízes açorianas.
O projeto, idealizado há mais de sete anos por Guido Pacheco, resulta de uma colaboração entre várias entidades, incluindo o Governo Regional dos Açores e os municípios de Ponta Delgada, Ribeira Grande e Brampton. Conta ainda com o apoio de uma equipa técnica multidisciplinar e parceiros institucionais, como o caso da Liuna Local 183.
A cerimónia contou com a presença do presidente da Câmara de Brampton, Patrick Brown, e do vereador Martin Medeiros, cujo papel foi considerado determinante para a concretização da iniciativa,
bem como de outros políticos ligados à causa “portuguesa”. No final da sua intervenção, Matthew Correia deixou um apelo à participação ativa da comunidade: “Juntos, não estamos apenas a construir um monumento — estamos a construir história”, convidando todos a fazer parte deste legado coletivo.
Após o momento simbólico do arranque da obra, os participantes reuniram-se num convívio na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, reforçando o espírito comunitário que tem sustentado o projeto desde a sua génese.
Guido Pacheco, enquanto líder do projeto reforçou que o projeto nasce da vontade de criar um símbolo duradouro que represente as origens, a história e o contributo dos imigrantes portugueses no Canadá, sublinhando “o papel de gerações de emigrantes que, com trabalho árduo, resiliência e orgulho, ajudaram a construir o país e que agora veem a sua história imortalizada neste novo marco” As futuras Portas foram


descritas por Pacheco como um elemento simbólico que vai além da estrutura física, representando todos aqueles que atravessaram o oceano em busca de uma vida melhor e que agora deixam um legado às gerações futuras, reforçando a ligação às suas raízes e identidade cultural.
O presidente do Comité agradeceu a colaboração de várias entidades e parceiros institucionais, incluindo a City of Brampton, o Government of the Azores, os municípios de Ponta Delgada e Ribeira Grande, bem como a LiUNA Local 183, reconhecendo também o contributo de todos os parceiros envolvidos desde o início da iniciativa.
Foi igualmente prestado um agradecimento especial ao comité responsável pelo desenvolvimento do projeto, que tem trabalhado ao longo de vários anos para tornar esta visão realidade. O comité é composto por Guido Pacheco (presidente), Frank Garcia (vice-presidente), John Pimentel (secretário), José Antonio Cordeiro (tesoureiro) e Matthew Correia, contando ainda com o vereador Martin Medeiros e os diretores Abel Macedo, Brandon Da Costa, Carlos Botelho, Devin Meireles, Gil Gouveia e Herman Custodio.
A cerimónia de “groundbreaking” não representa o fim do projeto, mas sim o início de uma nova fase, marcada pelo compromisso de manter viva a memória e o legado da comunidade portuguesa no Canadá, pois Com o início da construção, Brampton dá assim os primeiros passos na criação de um marco duradouro que celebra o percurso, a resiliência e a identidade da diáspora açoriana no Canadá.

A cidade de Toronto divulgou novos detalhes sobre o “FIFA Fan Festival 2026”, integrado no Mundial de Futebol, que irá decorrer entre 11 de junho e 19 de julho, no Fort York National Historic Site e no The Bentway. O evento contará com a transmissão de 46 jogos em direto, acompanhada por uma programação com atuações musicais e atividades dedicadas às seleções participantes e à diversidade das comunidades da cidade.
Entre os artistas confirmados estão
AHI, Alessia Cara, Allied Nations, Anna Sofia, Bedouin Soundclash, Big
Wreck, The Brokes, Choir! Choir! Choir!, Classic Roots, Deborah Cox, Dwayne Gretzky, Ikky, k-os, MICO, Murda Beatz, Nimkii and the Niniis, Shawn Desman, SHOUT! the band, Skratch Bastid, Snotty Nose Rez Kids, The Strumbellas, TOBi, Tyler Shaw e Walk off the Earth.
O festival incluirá ainda um mini-campo de futebol com uma instalação artística da artista indígena Alanah Astehtsi’ Otsistóhkwaˀ Jewel, destacando a ligação entre cultura, arte e desporto.
A organização disponibilizará até 16 mil bilhetes gratuitos por dia, correspondendo a cerca de 80% da capacidade total, en-
quanto a restante lotação será reservada para acesso VIP pago. A decisão de manter o evento gratuito surgiu após críticas à proposta inicial de cobrança de entrada.
A presidente da câmara de Toronto, Olivia Chow, afirmou que o festival pretende unir residentes e visitantes na celebração do futebol, promovendo inclusão, diversidade e o espírito comunitário, ao mesmo tempo que reforça a imagem da cidade como um espaço acessível e acolhedor.
CP24/MS
Uma nova sondagem da Liaison Strategies indica uma mudança no cenário político em Ontário, com o Partido Liberal a ultrapassar os Conservadores de Doug Ford pela primeira vez em quase uma década.
Segundo os dados, os Liberais registam 38% de apoio, dois pontos acima do partido no poder. O estudo revela ainda forte liderança liberal em Toronto, com 44%, e na região do 905, com 43%. Já os
Conservadores ficam atrás do NDP em zonas como o sul central de Ontário, Hamilton e Niagara, mantendo apenas vantagem no sudoeste e no leste da província.
O analista David Valentin refere que o apoio ao governo tem vindo a cair desde outubro, apontando o impacto da polémica relacionada com a compra de um avião privado por cerca de 30 milhões de dólares, posteriormente vendido após críticas públicas.
A sondagem mostra que 62% dos inquiridos acreditam que a venda do avião foi
motivada por controvérsia política, enquanto menos de 30% consideram que foi uma decisão sincera. Além disso, mais de 60% desaprovam a atuação de Doug Ford e dois terços acreditam que a província segue na direção errada.
O próximo ciclo eleitoral em Ontário está previsto para abril de 2030, salvo convocação de eleições antecipadas.
CBC/MS
Grupo Kudissanga promove convívio e reforça laços da comunidade angolana em Toronto
O encontro denominado “Primeira Geração (1st Generation)” realizou-se no passado sábado (25) em Toronto, reunindo membros da comunidade angolana com o objetivo de promover o convívio e o fortalecimento das relações interpessoais. A iniciativa teve como principal finalidade criar um espaço de partilha, interação e aproximação entre os participantes, num ambiente marcado pelo espírito comunitário.
Durante o evento, foram promovidas várias atividades dinâmicas, incluindo jogos interativos e momentos de conversa, que permitiram aos participantes estabelecer ligações e partilhar experiências num contexto descontraído e acolhedor. O encontro contou com a participação de dois grupos etários distintos, dos 15 aos 17 anos e dos 18 aos 33 anos, o que possibilitou uma troca enriquecedora entre diferentes gerações da comunidade.
O Grupo Kudissanga, composto por Eneida Contreiras, Isabel Vumi, Helena Vunda e Maria Emília Vunda, contou igualmente com o apoio de Crisselia Oliveira. As organizadoras sublinharam a importância de iniciativas deste género para aproximar a comunidade angolana e reforçar os laços entre os seus membros. No final do encontro, foi deixado um agradecimento especial a todos os participantes e, em particular, aos pais que incentivaram a participação dos seus filhos, demonstrando interesse em fortalecer a ligação à comunidade. FP/MS

Toronto registou uma queda substancial no número de acampamentos de pessoas sem-abrigo no último ano, de acordo com dados municipais. Contudo, os defensores das pessoas sem alojamento afirmam que isto não significa que a crise de habitação esteja a diminuir.
Num comunicado, a autarquia informou que o número de acampamentos em propriedades municipais diminuiu, em termos homólogos, de 283 em março de 2025 para 84 até ao dia 15 de março de 2026.
A cidade afirmou ainda ter observado uma redução significativa de acampa-
mentos em parques onde foi aplicada a sua abordagem apelidada de "coordenada" perante a situação dos sem-abrigo.
"Estamos a observar progressos mensuráveis", afirmou a autarquia no comunicado.
Gord Tanner, diretor-geral dos Serviços de Abrigo e Apoio de Toronto (Toronto Shelter and Support Services), apontou várias razões para esta diminuição. Segundo Tanner, a cidade conseguiu ligar mais pessoas aos recursos de que necessitam, registou a chegada de menos requerentes de asilo a precisar de abrigo imediato e está a utilizar mais funcionários para ajudar as pessoas a saírem dos acampamentos.
"Foram-nos atribuídos recursos adicio-
nais para apoiar o nosso trabalho de proximidade e os acampamentos em toda a cidade, o que significa mais pessoas no terreno a estabelecer contacto e a oferecer apoio para que entrem no sistema de abrigos ou para estabelecer planos de habitação", explicou Tanner.
Em 2025, Tanner indicou que a autarquia alojou cerca de 4.700 pessoas provenientes do sistema de abrigos e outras 370 que viviam na rua.
Tanner mencionou que a autarquia "reduziu" ligeiramente o sistema de abrigos devido a uma queda na procura, referindo que o número de camas diminuiu no último ano.
No entanto, referiu que houve um "aumento de atividade" fora do núcleo central da cidade (baixa). Tanner afirmou que a autarquia está a colaborar com equipas de proximidade que trabalham em Scarborough, North York e Etobicoke para apoiar os esforços de contacto com pessoas sem-abrigo que se estão a instalar nessas zonas. Diana Chan McNally, assistente comunitária, afirmou que os dados não significam que a situação dos sem-abrigo esteja em declínio em Toronto. Referiu que muitas pessoas estão a dormir ao relento sem tenda e em locais onde são menos visíveis.
Governo federal vai gastar até 145 milhões de dólares em segurança para eventos do Mundial em
O governo federal está a alocar até 145 milhões de dólares para segurança durante o próximo Campeonato do Mundo. O Canadá é co-anfitrião com os Estados Unidos e o México, com treze jogos agendados para decorrer em Toronto e Vancouver este junho e julho.
OMinistro da Segurança Pública, Gary Anandasangaree, afirmou que acolher as multidões do Mundial exigirá um esforço coordenado massivo, e que o novo financiamento servirá para garantir que as agências de aplicação da lei tenham os recursos de que necessitam. "Aos milhões de adeptos que planeiam visitar-nos vindos de todo o mundo, o Canadá está pronto para vos acolher", disse ele numa conferência de imprensa na quarta-feira no BMO Field, que será temporariamente renomeado Estádio de Toronto para o torneio.
O financiamento visa reduzir a pressão financeira sobre as cidades e províncias anfitriãs e surge em resposta a "necessidades operacionais específicas" identificadas pelas mesmas, afirmou o governo federal num comunicado à imprensa. As autoridades presentes no anúncio de quarta-feira forneceram, no entanto, poucos detalhes relativos aos seus planos.
Toronto deverá receber até 45 milhões de dólares, principalmente para despesas de policiamento, disse Anandasangaree. O Premier da Colúmbia Britânica, David Eby, disse mais tarde em Victoria que a província receberá cerca de 100 milhões de dó-
lares, e que o seu governo apresentará um detalhe completo dos custos finais de segurança nas próximas semanas.
O oficial da polícia de Toronto que supervisiona as questões de segurança relacionadas com o Mundial disse que não sabia quanto é que a força policial estaria prestes a receber e não pôde dizer para onde iria o novo dinheiro. "Mas uma coisa posso garantir-vos é que o dinheiro irá reforçar a segurança e a proteção, mas também irá reforçar a nossa capacidade de... manter os nossos serviços em toda a cidade", disse o Superintendente Dave Ecklund.
Em junho, os habitantes de Toronto verão essencialmente "todo o Serviço de Polícia de Toronto" a trabalhar para apoiar o evento, disse ele, acrescentando que a força policial se está a preparar para uma resposta massiva de controlo de tráfego e dissuasão do crime.
A presidente da câmara, Olivia Chow, afirmou que os planos de segurança da cidade se aplicam a mais do que apenas ao estádio que acabará por acolher estrelas do futebol e adeptos, estendendo-se a locais de treino e eventos comunitários em toda a cidade, como o festival de adeptos da FIFA. "O anúncio federal de hoje reforça essa base e permite-nos ir mais longe, apoiando a nossa polícia, paramédicos, bombeiros e trabalhadores de crise, parceiros de trânsito e equipas de segurança pública com os recursos necessários para realizar este trabalho", afirmou.
CBC/MS
Depois de mais de um ano de o Presidente dos EUA, Donald Trump, chamar ao primeiro-ministro do país "governador", o Rei Carlos afirmou o seu papel como chefe de Estado do Canadá, na Casa Branca.
No seu discurso no banquete de Estado oficial realizado em sua honra, Carlos deu algumas farpas gentis ao presidente, referenciando obliquamente, a certa altura, a inclinação de Trump para sugerir que o Canadá se poderia tornar o 51.º estado.
"Em apenas algumas semanas, os Estados Unidos e o Canadá estarão entre
aqueles que darão as boas-vindas ao mundo como anfitriões do Mundial da FIFA", disse Carlos enquanto Trump observava. "Portanto, num certo sentido, Sr. Presidente, como chefes de Estado, somos anfitriões conjuntos."
Ele também superou o presidente com humor, observando que Trump lidera apenas um país a competir no torneio de futebol. "Só posso dizer que, como chefe de Estado de cinco países competidores, estarei a assistir aos jogos de perto e com grande entusiasmo. Afinal, gostamos sempre de probabilidades favoráveis", disse Carlos.
CBC/MS


A Health Canada aprovou na terça-feira a primeira versão genérica do medicamento Ozempic, da farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk. O departamento informou que foi aceite a submissão para uma injeção genérica de semaglutida da farmacêutica indiana Dr. Reddy's Laboratories, após uma revisão rigorosa que confirmou os padrões de segurança, eficácia e qualidade.
A Dra. Kaberi Dasgupta, professora na Universidade McGill, considerou a notícia excelente, notando que os genéricos baixam substancialmente os preços de medicamentos dispendiosos. Recentemente, um inquérito sugeriu que cerca de três milhões de canadianos adultos tomam fármacos GLP-1 (como Ozempic ou Mounjaro) para diabetes tipo 2 ou perda de peso, e muitos outros gostariam de o fazer, mas o custo é uma barreira. O genérico é indicado para o tratamento semanal de adultos com diabetes tipo 2 para gerir os níveis de açúcar no sangue.
CBC/MS
Atualização económica prevê milhares de milhões para formação profissional
Aatualização económica de primavera do Ministro das Finanças, François-Philippe Champagne, conclui que o governo Liberal se encontra numa posição melhor do que o esperado — impulsionado por uma economia resiliente e pela subida dos preços do petróleo — o que está a ser utilizado para justificar milhares de milhões em novos gastos para formar dezenas de milhares de trabalhadores qualificados. Mas a atualização das finanças do governo, apresentada na Câmara dos Comuns, alerta que a economia do Canadá não está imune a forças complexas, incluindo tarifas persistentes e a incerteza causada pela guerra entre os EUA e o par Israel-Irão. "Espera-se que a economia continue a crescer, mas as perspetivas estão sujeitas a uma incerteza global acrescida, incluindo tensões comerciais em curso e riscos geopolíticos", refere o documento, acrescentando que, se os conflitos persistirem e sobrecarregarem as cadeias de abastecimento, a economia do Canadá não será poupada.
O governo federal apresenta tipicamente atualizações entre os seus orçamentos anuais para rever as suas projeções fiscais e introduzir novas iniciativas de gastos. Destaques da atualização económica de primavera:
• Delineia 37,5 mil milhões de dólares em novas medidas ao longo de 6 anos.
• O défice do ano passado cai para 67 mil milhões de dólares, 11,5 mil milhões abaixo da previsão de outono.
• Novo programa para formar até
100.000 trabalhadores em ofícios qualificados até 2030-31.
• 755 milhões de dólares para expandir o acesso ao desporto e apoiar atletas de alto nível.
• Corte na contribuição do CPP em janeiro de 2027 para trabalhadores e empregadores.
• Propõe uma organização de terceiros para resolver o atraso nas reclamações de passageiros aéreos.
• Processo de candidatura ao crédito fiscal por incapacidade será simplificado.
• Custos de serviço da dívida federal sobem para 80 mil milhões de dólares até 2030-31.
• Propõe a proibição de caixas multibanco de criptomoedas para impedir o uso criminoso.
Sahir Khan, vice-presidente executivo do Instituto de Estudos Fiscais e Democracia da Universidade de Ottawa, disse que embora o cenário global signifique uma "previsão morna para o futuro", Otava está sentada sobre um ganho inesperado de 60 mil milhões de dólares, em parte devido à subida dos preços do petróleo, dando a Champagne um "salto de receita que o governo pôde gastar".
A atualização de abril fixa o défice de 202526 em 66,9 mil milhões de dólares - 11,5 mil milhões abaixo do projetado no orçamento de novembro. Espera-se que o défice diminua para cerca de 53 mil milhões de dólares até 2030-31.

Inspeções no Trabalho sobem 16% e abrangem 901 trabalhadores desde janeiro
A Autoridade Regional para as Condições de Trabalho (ARCT) realizou, nos primeiros quatro meses deste ano, 1.780 ações inspetivas, mais 16% face ao período homólogo. Um trabalho que abrangeu 321 locais de trabalho e 901 trabalhadores. No mesmo período, foram regularizadas 51 situações de trabalho irregular e identificadas 85 infrações no setor da construção civil, após a inspeção de 37 obras que envolveram 322 trabalhadores.
Os dados foram apresentados esta tarde pela secretária Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, numa sessão no Centro de Estudos de História do Atlântico, que assinalou o Dia Regional da Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado em simultâneo com o Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho e o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho.
No seu discurso, a governante sublinhou que a segurança laboral deixou de se limitar à prevenção de acidentes físicos, passando a integrar uma visão mais ampla centrada no bem-estar global dos trabalhadores.

“Falamos de ambientes de trabalho saudáveis, de equilíbrio e de saúde mental”, afirmou, destacando o tema deste ano: ‘Como vai o trabalho? Garantir ambientes de trabalho saudáveis e bem-estar psicossocial’. Paula Margarido defendeu que o trabalho deve ser entendido como um “espaço de vida”, com impacto direto na motivação, no equilíbrio emocional e na qualidade de vida. Nesse sentido, considerou que o bem-estar psicossocial é hoje uma condição essencial para organizações mais produtivas, sustentáveis e humanas.
A responsável reforçou ainda que a promoção da segurança e saúde no trabalho é uma responsabilidade partilhada entre empregadores, trabalhadores e entidades públicas.
A governante enquadrou também estas políticas na nova Estratégia Nacional para a Segurança e Saúde no Trabalho 2026-2027, que aposta na prevenção de riscos, promoção da saúde física e mental, reforço da fiscalização e aprofundamento do diálogo social.
“Falar de trabalho é falar de pessoas. E cuidar do trabalho é, acima de tudo, cuidar de quem trabalha”, concluiu.
JM/MS
Segundo a Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social dos Açores, o PRR financiou quatro medidas dirigidas a crianças e jovens, num total de 6,46 milhões de euros.
Foram investidos 1,54 milhões de euros na isenção de mensalidades em creche, 1,58 milhões de euros na criação de pontos de apoio ao estudo, 940.950 euros em bolsas de ensino superior e 2,4 milhões de euros na criação de novas vagas em creche.
Estas medidas abrangeram 18.365 crianças e jovens, sendo que 14.752 crianças tiveram isenção de mensalidades em creche, 998 crianças foram apoiadas pelos pontos de apoio ao estudo, 815 crianças foram abrangidas pela criação de novas vagas em creche e 1.800 jovens receberam bolsas de ensino superior.
“Estes resultados demonstram o compromisso do Governo dos Açores em promover a igualdade de oportunidades desde a infân-
cia, apoiando as famílias e investindo no futuro das novas gerações”, afirmou a secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, citada em comunicado.
A governante visitou o Centro Comunitário da Terra Chã, na ilha Terceira, e entregou uma viatura elétrica de nove lugares, no valor de cerca de 40 mil euros, ao abrigo do programa GERMOV.
A instituição assegura as valências de Centro de Atividades de Tempos Livres, Equipa de Rua de Apoio a Crianças e Jovens e Centro de Convívio, com um financiamento anual de 180 mil euros, através de contratos de cooperação com o Governo Regional.
No âmbito do PRR, Mónica Seidi destacou a criação de pontos de apoio ao estudo, dirigidos a alunos dos 6 aos 11 anos de famílias em situação de maior vulnerabilidade, que nesta instituição apoiaram 69 crianças, num investimento de cerca de 140 mil euros desde 2022.
AO/MS
Açores lançam concurso de 1,8 ME para equipamentos científicos
No âmbito do Programa Regional Açores 2030, o aviso prevê o financiamento de seis operações, num montante de 1,8 milhões de euros, segundo adianta o Governo Regional, numa nota enviada às redações.
missões de investigação", à semelhança do modelo adotado pela União Europeia para o programa Horizonte Europa.
ingrediente principal de cada família
No Dia da Mãe, retribua todo o carinho com o sabor autêntico da nossa cozinha.
Criamos o ambiente perfeito para celebrar quem mais ama.
Reserve já a sua mesa para almoço ou jantar.

Deste valor, cerca de 1,5 milhões de euros são assegurados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, sendo os restantes 300 mil euros provenientes do orçamento da Região Autónoma dos Açores.
"Este investimento determinante visa garantir condições de funcionamento, atualização tecnológica e reforço das capacidades de investigação e abrange unidades localizadas nas ilhas do Faial, Terceira e São Miguel, envolvendo várias dezenas de investigadores", revela o executivo. O apoio inclui ainda o financiamento de uma operação liderada pela Universidade dos Açores, com o objetivo de "mapear desafios regionais e identificar potenciais
Para o vice-presidente do Governo Regional, Artur Lima, citado na nota, este investimento visa “mapear o ecossistema de investigação e desenvolvimento da região, identificando desafios concretos para depois conceber soluções que envolvam os agentes de investigação públicos e privados da região”.
“Ao mesmo tempo, estamos a investir na modernização e internacionalização da investigação açoriana, uma aposta continuada e essencial para o desenvolvimento estratégico e para a competitividade dos Açores”, destaca Artur Lima.
As candidaturas decorrem até 31 de maio, estando prevista para maio a abertura de um segundo e último aviso destinado ao financiamento de equipamentos, conforme previsto no Plano de Avisos do programa Açores 2030. AO/MS


Realizou-se mais uma edição dos Prémios Internacionais de Música Portuguesa (IPMA, na sigla em inglês), que este ano assinalaram a sua 14.ª edição, celebrando o talento de artistas de ascendência portuguesa espalhados por todo o mundo, numa cerimónia apresentada pela Gnomi.
A cerimónia teve lugar no Providence Performing Arts Center, em Rhode Island (Estados Unidos), no dia 25 de abril de 2026, uma data particularmente simbólica que assinala o 52.º aniversário da Revolução dos Cravos em Portugal. A efeméride evoca um dos momentos mais marcantes da história do país, quando os cravos foram erguidos e oferecidos como símbolo de liberdade e mudança, uma imagem que continua a inspirar celebrações dentro e fora de Portugal. Nesta edição, os cravos estiveram presentes do início ao fim da cerimónia como elemento central e simbólico.
A gala foi apresentada pelo comunicador Ricardo Farias e pela atriz e realizadora de cinema Daniela Ruah.
A edição de 2026 distinguiu artistas de várias geografias e estilos musicais, refletindo a diversidade e a riqueza do panorama musical contemporâneo.
Um mosaico vivo da cultura lusófona em palco
Ao longo da cerimónia, vários artistas subiram ao palco para atuações que evidenciaram a diversidade e a riqueza da música lusófona, contando com a participação de convidados e dos concorrentes da categoria de novos talentos. Entre os nomes em destaque estiveram D.A.M.A, Nelson Sobral, Némanus, Richie Campbell, Assol Garcia e Calema.
No palco deste prestigiado evento reuniram-se também várias figuras conhecidas, entre as quais o ator Joaquim de Almeida, o DJ e Produtor Musical Kura, o fundador da Everything is New, Álvaro Covões, designer de moda Lianne Almeida, realizador de cinema Ethan de Aguiar, David Rodrigues, personalidade das redes sociais e escritor e o musico e compositor Luizinho.
Desde 2013, os International Portuguese Music Awards homenageiam e celebram artistas de ascendência portuguesa que vivem em qualquer país. Os IPMA destacam a rica diversidade cultural do mundo lusófono e oferecem uma plataforma tanto para artistas emergentes como para artistas já estabelecidos. A gala será transmitida em data a anunciar, em vários canais, incluindo a RTP1, a RTP Internacional, The Portuguese Channel e a Camões TV. No final do verão, os IPMA irão abrir candidaturas para a edição do próximo ano.
Para mais informações e para ouvir as canções nomeadas, visite o site oficial dos IPMA: IPMAawards.com.

↑ Uma noite memorável no IPMA 2026 com os anfitriões e a liderança do evento: Xavier Medeiros, Manuel DaCosta, Ricardo Farias, Daniela Ruah e David Saraiva. (Djecy Ramos)
Videoclipe do Ano “Leaving You Behind” Nuno, Realizador: Sebastian Crayn (Roménia)
Melhor Atuação Instrumental
“Fragmento Lunar (ft. João Frade, Érica Santiago & Samuel Navarro)”
Ensemble 17 (Portugal)
Melhor Atuação de World Music
“Moleirinha (ft. Isabel Silvestre & Grupo De Cantares De Manhouce)”
Karetus, Conan Osíris & Júlio Pereira (Portugal)
Melhor Atuação Tradicional
“Amor Sentido (ft. Minhotos Marotos)”
Cláudia Martins (Portugal)
Melhor Atuação de Fado
“O Meu Nome é Ninguém”
Mariana Arroja (Estados Unidos)
Melhor Atuação de Rap/Hip-Hop/Dança “2 AM Somewhere(ft. charlieonnafriday)”
Bankrol Hayden (Estados Unidos)
Melhor Atuação de Rock “Saudade”
Josh Pereira (Estados Unidos)
Melhor Atuação Pop “hard for you”
Mackenzie Arromba (Canadá)
Melhor Atuação de Música Popular “Victor Rodrigues” Victor Rodrigues (Portugal)
Canção do Ano
“Visita Inesperada (ft. Jota.pê)”
Teresinha Landeiro
Escrito por: Teresinha Landeiro (Portugal e Brasil)
Prémio People's Choice apresentado pela The Heart and Hustle of Portugal Podcas “Liberté” - Célio (França)
Novo Talento
O prémio foi atribuído a Ben Rodrigues (África do Sul), que recebeu um prémio monetário de 2.000 dólares (USD).


























Inflação e custo de vida sobem, mas Montenegro diz que "não é ainda motivo para alarme"
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse que o Governo sabe que a taxa de inflação subiu e que "o custo de vida está a aumentar", o que é preocupante, mas "não é ainda motivo para alarme".
Àmargem de uma visita à 42.ª Ovibeja, certame agropecuário que decorre em Beja e onde se realiza hoje a reunião do Conselho de Ministros, o chefe do Governo foi questionado pelos jornalistas sobre a subida da taxa da inflação, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundo a estimativa rápida divulgada pelo INE, a taxa de inflação acelerou para 3,4% em abril, mais 0,7 pontos percentuais do que no mês anterior, novamente impulsionada pelos combustíveis.
"Preocupados e apreensivos estamos todos, mas não é ainda motivo para alarme, não vale a pena estarmos a antecipar problemas que ainda podemos evitar", afirmou Luís Montenegro.
O Governo está "muito atento à evolu-
ção dos preços, à evolução dos preços dos bens mais essenciais à vida das pessoas" e "não deixará de estar atuante, de acordo com um critério que é de responsabilidade e de prudência, de adequação à evolução da realidade", garantiu.
O chefe do Executivo destacou os apoios diretos do Governo às famílias para fazerem face ao aumento do preço dos combustíveis e indiretos nos setores dos transportes, quer de mercadorias, quer de passageiros.
"Sabemos que o custo de vida está a aumentar, que há uma taxa de inflação que foi agora revista, precisamente nesta viagem que fiz de Campo Maior até Beja, de 2,7% para 3,4%", admitiu. E, acrescentou, até há bens que "aumentam muito mais do que isso" , o que "aconteceu também nas últimas semanas".
"Portanto, nós vamos avaliar as circunstâncias dentro do critério da responsabilidade, da prudência, mas também de não deixaremos de estar atuantes junto das famílias e das empresas", vincou.
JN/MS

tem indústrias de defesa fortes, defende presidente de associação
O presidente da Associação Europeia de Indústrias Aeroespaciais e de Defesa (ASD) considera, em entrevista à Lusa, que Portugal tem indústrias de defesa fortes e diz esperar que o conflito que envolve o Irão seja resolvido muito rapidamente.
Micael Johansson esteve em Cascais, a propósito da ASD Convention 2026, num encontro que reuniu os principais 'players' europeus do setor da Defesa, Segurança e Aeroespacial. "Tem indústrias de defesa fortes", afirma o presidente da ASD - Aerospace and Defence Industries Association of Europe, quando questionado sobre o papel que Portugal pode ter no setor. "Já estamos a colaborar com duas delas: a OGMA e a Critical
Software e penso que podemos fazer mais, especialmente se houver mais colaborações entre a Suécia e Portugal nesta área", prossegue o responsável.
O responsável sublinha ainda que Portugal tem "uma associação forte e muitas exportações", pelo que o país tem capacidade de assumir um papel no setor. "Claro, têm coisas a acrescentar e também tecnologia, e foi por isso que escolhemos a Critical Software, porque tem uma excelente tecnologia para apoiar o treino de pilotos", argumenta Micael Johansson. Portanto, "se avançarmos para uma colaboração mais profunda em caças, potencialmente no futuro, quando o processo começar no país, isso significará muito" sobre o nível de envolvimento com a indústria portuguesa.

O Governo acredita que a reforma laboral, a par da reforma do Estado e da reforma fiscal, é essencial para "convergir com a Europa aumentando a competitividade da economia e a produtividade das empresas", disse a ministra do Trabalho.
Falando no jantar comemorativo dos 50 anos da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), Rosário Palma Ramalho afirmou que as empresas não conseguem "pagar aos trabalhadores os salários que eles merecem" se a reforma da legislação laboral não for feita. Sem essas três reformas, "dificilmente poderemos superar os indicadores que hoje continuam a colocar Portugal na cauda da Europa, apesar dos sinais muito positivos que temos nos últimos anos", acrescentou a governante.
A ministra do Trabalho referiu que Portugal é segundo país da OCDE com a legislação laboral mais rígida, com uma produtividade 25% abaixo da média europeia e um salário médio 35% abaixo da média europeia. Além disso, a taxa de desemprego jovem é três vezes superior à taxa de desemprego nacional, o nível de adoção de inteligência artificial pelas empresas é 5% inferior à média europeia, e o 'gap' salarial entre mulheres e homens é, no mínimo, de 14% em Portugal, segundo afirmou. "É por estas razões, com base nestes números que indiquei, que o Governo vai prosseguir a reforma fiscal, a reforma do Estado e a reforma laboral", avançou a governante. Rosário Palma Ramalho reafirmou ainda que "com ou sem acordo na Concertação Social, iremos ao parlamento, que ainda é o legislador supremo". JN/MS

Carneiro pede IVA zero no cabaz alimentar... Montenegro acusa "é o mais chegano dos socialistas"
Montenegro acusa - "é o mais chegano dos socialistas"
Osecretário-geral do PS desafiou o primeiro-ministro a adotar transitoriamente o IVA zero para o cabaz alimentar dos bens essenciais, tendo Luís Montenegro acusado José Luís Carneiro de querer "ser o mais chegano dos deputados socialistas".
No debate quinzenal, José Luís Carneiro insistiu nas medidas que considera urgentes adotar para responder às dificuldades que os portugueses estão a enfrentar devido ao aumento do custo de vida, referindo que desde o início do ano os portugueses estão a pagar mais 19 euros pelo cabaz alimentar, além dos aumentos nos impostos.
"Senhor primeiro-ministro está ou não disponível para que, mesmo transitoriamente, possamos adotar o IVA zero sobre o cabaz dos bens essenciais à vida das famílias porque do que estamos a falar, senhor primeiro-ministro, é de cerca de 45 euros a mais com o custo dos bens alimentares",
desafiou o socialista. Na resposta, Luís Montenegro retomou o que tinha dito ao presidente do Chega, André Ventura, sobre a resposta ao aumento do custo de vida quando o acusou de ser o "mais socialista dos deputados cheganos". "E o senhor deputado quer ser o mais chegano dos deputados socialistas", atirou. O primeiro-ministro fez uma colagem entre as propostas do PS e do Chega para os impactos da guerra, referindo que ambos defendem o IVA zero no cabaz alimentar, a redução do IVA na energia, eletricidade e gás e nos impostos sobre os combustíveis. "Pois eu quero dizer-lhe, senhor deputado como também já disse à bancada anterior, que a nossa visão é um pouco distinta. Vou ser justo e considerar que temos a mesma sensibilidade perante as dificuldades que as pessoas e as empresas sentem. Podemos é ter visões diferentes sobre como colaborar para que elas possam ultrapassar essa situação", afirmou.


Donald Trump ameaça retirar tropas da Alemanha depois do chanceler Friedrich Merz declarar que o Irão estava a "humilhar" as delegações americanas nas negociações, alimentando as tensões entre os aliados da NATO.
Opresidente norte-americano anunciou através de um post na plataforma Truth Social estar a "estudar e analisar a possível redução de tropas na Alemanha, devendo ser tomada uma decisão nos próximos dias".
A mensagem surge depois de o chanceler alemão Friedrich Merz ter afirmado, numa conferência na segunda-feira (27), que a delegação americana estava a ser superada nas negociações com vista ao fim do conflito no Irão e a reabertura do estreito de Ormuz. "Os iranianos são, obviamente, muito hábeis a negociar, ou melhor, muito hábeis a não negociar, deixando os americanos viajarem a Islamabade e irem embora sem resultados", afirmou Merz. As negociações americanas com Teerão chegaram a um impasse depois de na semana passada Donald Trump cancelar a viagem dos negociadores para o Paquistão.
Na quarta-feira (29), o chanceler alemão reiterou os seus comentários afirmando que a relação com Trump está "boa como sempre" e que a Europa está a "sofrer" com as consequências do conflito.
Por outro lado, o presidente dos Estados Unidos manifestou o seu desagrado, dizendo que Merz acha "OK o Irão possuir armas
nucleares" e que o alemão "não sabe do que está a falar".
A retirada de tropas americanas da Alemanha seria um grande golpe na segurança do continente europeu, segundo dados do "US Defense Manpower Data Center", uma vez que os Estados Unidos têm cerca de 68 mil soldados designados na Europa, sendo que a maioria está na Alemanha.
As declarações de Trump acrescentam tensão às relações internacionais entre os aliados. No início de abril, o presidente norte-americano declarou que iria "sem qualquer dúvida" considerar a saída da NATO, depois da falta de apoio europeu no conflito com o Irão e, para além disso, ao longo de ambos os mandatos, acusou os aliados de "explorarem" os EUA por não investirem o suficiente em Defesa. Ainda assim, a saída do tratado transatlântico parece pouco provável já que, segundo uma lei aprovada em 2024, o presidente necessita da aprovação de dois terços do senado ou de uma lei emitida pelo congresso americano. Contudo, os aliados temem que Trump mine a aliança militar, nomeadamente através de medidas como a retirada de tropas do continente.
O antigo representante dos Estados Unidos na sede da NATO, Ivo Daalder, que esteve no cargo entre 2009 e 2013, afirmou no início deste mês que é "difícil imaginar como é que algum país europeu estará disposto a confiar que os Estados Unidos venham em sua defesa".
JN/MS

O presidente russo, Vladimir Putin, falou ao telefone com o homólogo norte-americano, Donald Trump, informou o conselheiro do Kremlin, Yuri Ushakov, acrescentando que os dois líderes discutiram a guerra no Médio Oriente e a Ucrânia.
Achamada durou mais de 90 minutos e foi "franca e objetiva", disse Ushakov aos jornalistas durante uma conferência de imprensa por telefone. Os presidentes "deram especial atenção à situação relativa ao Irão e ao Golfo Pérsico", acrescentou. Já Trump classificou o telefonema como "muito bom".
"Vladimir Putin considera correta a decisão de Donald Trump de prolongar o ces-
sar-fogo com o Irão, pois isso deve dar uma oportunidade às negociações e, no geral, ajudar a estabilizar a situação", afirmou o conselheiro do chefe de Estado de Moscovo. Mas o presidente russo também "destacou as consequências inevitáveis e extremamente prejudiciais não só para o Irão e os seus vizinhos, mas também para toda a comunidade internacional, caso os EUA e Israel recorram novamente à ação militar". Acrescentou que a Rússia está "firmemente empenhada em prestar toda a assistência possível aos esforços diplomáticos" na guerra do Médio Oriente e disse que a ligação foi realizada por iniciativa de Moscovo.
JN/MS



EUA têm de pagar dívidas à OMS antes de
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que os Estados Unidos têm de liquidar as suas dívidas à agência das Nações Unidas antes de a abandonarem.
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, afirmou numa conferência de Imprensa que a saída dos Estados Unidos da agência está sujeita a uma notificação com um ano de antecedência, condição que foi cumprida, mas também "ao pagamento dos valores em atraso". "Portanto, esperamos que cumpram, mas ainda não recebemos nada", afirmou o responsável na sede da organização em Genebra.
Os Estados Unidos devem ainda 260 milhões de dólares (aproximadamente 220 milhões de euros) em taxas de adesão referentes aos anos de 2024-2025, de acordo com dados da OMS. O presidente norte-americano, Donald Trump, assinou em ja-
neiro de 2025, poucas horas após regressar à Casa Branca, uma ordem executiva que determina a saída do país da OMS, e que entrou em vigor a 22 de janeiro, segundo Washington.
Em janeiro, o secretário da Saúde norte-americano, Robert Kennedy Jr., e o secretário de Estado, Marco Rubio, acusaram a OMS, numa declaração conjunta, de inúmeras "falhas durante a pandemia de covid-19" e de ter agido "repetidamente contra os interesses dos Estados Unidos". Em maio de 2025, o Kennedy acusou também a OMS de estar sujeita a uma influência indevida da China, da ideologia de género e da indústria farmacêutica.
A questão da saída dos Estados Unidos será discutida na próxima Assembleia Mundial da Saúde anual, que reunirá todos os Estados-membros da OMS, de 18 a 23 de maio em Genebra.

Rangel considera que utilização das Lajes
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, defendeu que a utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos no conflito com o Irão tem sido ínfima, em comparação com os recursos dos norte-americanos no Médio Oriente.
"A utilização é ínfima, se pensarmos na escala da presença de forças dos EUA e todos os seus recursos na região [do Médio Oriente], estamos a falar de uma presença que não é muito relevante", referiu Rangel, no Programa Grande Entrevista da RTP, de Vítor Gonçalves. O chefe da diplomacia portuguesa lembrou que a autorização portuguesa para a utilização da base nos Açores pelos norte-americanos está condicionada a que o ma-
terial que passe pela base seja apenas utilizado como resposta a ataques, de forma proporcional e necessária e apenas contra alvos militares. E realçou ainda que o acordo com os EUA sobre a Base das Lajes está consensualizado pelas grandes forças políticas portuguesas.
"Recebemos do PS e do Chega o acordo da condicionalidade que foi posta. Nenhum disse que estava contra nestas condições", apontou.
Ainda sobre o uso da infraestrutura pelos EUA para o conflito com o Irão, Rangel considerou que o Governo tem "todas as condições para acreditar" que têm sido cumpridas as condicionantes colocadas a Washington.








O Porto avança, o Benfica controla e o Sporting fica preso à narrativa da “boa época”
Há domingos em que o futebol parece mais simples do que realmente é. Os jogos sucedemse, os estádios cumprem o ritual e, quando o apito final chega, percebese que muita coisa já tinha sido decidida antes da bola rolar. A 31.ª jornada da Liga Portugal foi assim: não fechou matematicamente o campeonato, mas fechou quase todas as dúvidas emocionais. Entrámos naquela fase em que já não se discutem intenções, apenas consequências.
No topo, o FC Porto continua a avançar com uma serenidade que contrasta com o ruído à sua volta. A vitória por 2–1 frente ao Estrela da Amadora, fora de casa, deixou os dragões a apenas três pontos de confirmarem o título. Foi mais um jogo sem exuberância, mas com autoridade silenciosa: entrada forte, momentos de controlo bem definidos e nenhuma tentação de dramatizar quando o adversário tentou reagir. Este Porto não joga para ser convincente, joga para ser conclusivo. Aos 82 pontos em 31 jornadas, com apenas uma derrota em toda a época, já não estamos perante uma projeção: estamos perante uma evidência.
É precisamente essa ausência de ansiedade que faz a diferença. Enquanto outros olham para o calendário como um peso, o FC Porto parece tratálo como um aliado.
Em abril, quando tudo se encurta, ganha vantagem quem percebe que gerir é tão importante quanto acelerar. E esta equipa percebeu isso há muito.
Atrás, a jornada foi menos gentil. O Sporting voltou a perder pontos num contexto que não o permitia, ao empatar 1–1 em Vila das Aves frente ao AVS, já matematicamente despromovido. O jogo resume, com alguma crueldade, a época leonina: vantagem conquistada, domínio territorial, mas incapacidade de fechar o encontro quando era obrigatório. A equipa joga demasiado tempo como se ainda houvesse margem. E nesta fase do campeonato, não há. O empate não apenas afastou definitivamente qualquer ilusão de título como fragilizou a posição do Sporting na luta pelo segundo lugar.
Esse espaço foi imediatamente ocupado pelo Benfica. Na Luz, vitória clara por 4–1 frente ao Moreirense, num jogo sem ambiguidades. O Benfica foi mais agressivo, mais assertivo e, acima de tudo, mais consciente do momento. Não houve sobranceria nem contenção excessiva: houve decisão. Com este triunfo, os encarnados passaram a somar 75 pontos, ultrapassaram o Sporting e, talvez mais relevante, voltaram a depender exclusivamente de si próprios para garantir o segundo lugar. Numa corrida onde o aspeto psicológico pesa tanto quanto a tabela, essa vantagem é enorme.
Aqui entra um paradoxo que merece ser sublinhado. Muito se tem repetido que o Sporting está a fazer uma “grande época” e que o Benfica vive uma temporada claramente aquém das expectativas. Mas a classificação, lida sem adjetivos, conta outra história. É verdade que o Sporting

está apenas três pontos atrás do Benfica, mas também é verdade que tem um jogo a menos. O detalhe decisivo, porém, está muitas vezes ausente do discurso: o Benfica tem vantagem no confronto direto. Isso significa que, mesmo em igualdade pontual, são os encarnados que partem em vantagem. Tradução prática: neste momento, o Benfica está numa posição mais sólida do que o Sporting para minimizar os estragos de não ser campeão, garantindo o acesso aos milhões da Liga dos Campeões. Num futebol cada vez mais dependente da saúde financeira, isso pesa mais do que a perceção pública da época.
Este Benfica não faz alarde disso, mas parece confortável com a pressão. Chega ao fim da época com uma identidade mais clara, menos dependente do discurso e mais do resultado. Pode não ser uma equipa dominadora em termos estéticos, mas tem mostrado saber quando acelerar. E isso, neste contexto, vale muito.
Quem voltou a perder terreno foi o SC Braga. A derrota por 2–1 frente ao Santa Clara, nos Açores, foi mais um lembrete de uma regularidade que se esgota na solidez. O Braga continua no quarto lugar, mas continua também a falhar sempre que surge a possibilidade de dar um passo qualitativo.
O jogo foi competitivo, mas mal gerido. Faltou paciência quando era preciso esperar e faltou frieza quando o jogo pedia controlo. É uma equipa competente, mas previsível. E previsibilidade, no final das épocas, costuma ser punição. Por outro lado, esta vitória foi muito importante para a equipa açoriana, pois dá-lhe uma almofada pontual na sempre dura luta pela manutenção.
No bloco intermédio, a jornada foi de pragmatismo puro. Vitória de Guimarães
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venceu o Rio Ave, o Nacional ganhou em Tondela, o Famalicão confirmou solidez no Estoril. Pouco brilho, muita gestão. O campeonato entra naquela fase em que a estética se torna secundária e a tabela manda. Nenhuma destas equipas quis ser imprudente, e todas sabem que um erro nesta altura pode custar semanas de trabalho. Na cauda da classificação, o cenário mantémse tenso. O AVS, apesar do empate frente ao Sporting, já entrou para esta jornada com a descida de divisão confirmada. A luta pela permanência continua viva para Tondela, Casa Pia e Estrela da Amadora, com a tensão ainda controlada, mas pronta a explodir ao primeiro deslize sério. Enquanto a Primeira Liga caminha para um final previsível, a Liga Portugal 2 viveu um dos seus momentos mais genuínos da época. O Marítimo venceu o Benfica B por 2–1, no Seixal, e garantiu a promoção ao principal escalão, regressando três anos depois ao lugar onde tantos ainda o reconhecem. Não foi uma subida construída em euforia, mas em consistência. Planeamento estável, identidade clara e uma equipa que soube crescer ao longo da época devolveram os madeirenses à elite. Num futebol cada vez mais ruidoso, o percurso do Marítimo é quase pedagógico. Subiu porque foi coerente, não porque foi mediático. Num campeonato onde tantos projetos se perdem na urgência, este lembrete é saudável.
A jornada 31 não deixou muito por decifrar. O título está à distância de um jogo para o FC Porto. O Benfica passou para uma posição de controlo na luta pelo segundo lugar. O Sporting ficou obrigado a responder rapidamente. O Braga continua sólido, mas limitado. E um clube histórico regressa à Primeira Liga.
Nem sempre o futebol precisa de finais explosivos para ser conclusivo. Às vezes, basta um domingo simples para esclarecer quase tudo.
Crónica escrita com análises e ponto de vista do seu autor.

S.C. Braga 2
SC Freiburg 1
Minhotos venceram (2-1) em casa os alemães do Friburgo, na primeira mão das meias-finais da Liga Europa, num êxito arrancado nos descontos, com um golo decisivo de Mario Dorgeles aos 90+2 minutos. Rodrigo Zalazar desperdiçou um penálti.
OSporting de Braga venceu o Friburgo por 2-1, na primeira mão das meias-finais da Liga Europa, com um golo ao cair do pano que fez explodir a Pedreira. Os minhotos entraram fortes e adiantaram-se cedo, aos oito minutos, por Tiknaz, aproveitando um
cruzamento de Víctor Gómez. A resposta alemã surgiu pouco depois, com Grifo a empatar, tirando partido de um desentendimento na defesa bracarense.
O jogo seguiu equilibrado, com ocasiões repartidas e momentos de maior ascendente do Friburgo. Antes do intervalo, Zalazar desperdiçou uma grande penalidade, permitindo a defesa de Atubolu.
Na segunda parte, o Braga cresceu nos minutos finais e acabou por ser recompensado já nos descontos. Aos 90+2, após defesa incompleta do guarda-redes alemão, Dorgeles apareceu na recarga para fazer o 2-1 e dar vantagem aos minhotos na eliminatória.



a
colaborativa, construída para quem quer ir além do convencional.
Sporting cede empate nas compensações e fica mais longe da Champions
Sporting CP 2
C.D. Tondela 2
Avançado sueco bisou no triunfo dos dragões (2-1) que usufruíram de dois goO Sporting empatou, na quarta-feira (29), com o Tondela (2-2) no jogo em atraso da 26.ª jornada do campeonato. Os leões tiveram dois golos de vantagem até ao minuto 90, mas acabaram por ceder a igualdade e ficam, agora, a dois pontos do segundo lugar, permitindo que o Benfica fique com mais margem de erro - pode empatar um jogo - nas últimas três jornadas na luta pelo apuramento para a Liga dos Campeões. A equipa de Rui Borges ficou, ainda, sem chances matemáticas de chegar ao título.
Numa sequência de quatro jogos consecutivos sem vencer em todas as competições - três empates e uma derrota - e com muitas baixas por lesão, o Sporting sentiu muitas dificuldades para lidar com a boa organização defensiva do Tondela e precisou de 21 minutos para criar perigo. Quenda construiu a jogada e Maxi rematou para excelente defesa de Bernardo Fontes que, aos 32 minutos, negou o golo a Luis Suárez, bem desmarcado por Geny
Catamo.
Após uma primeira parte sonolenta, a segunda foi bem mais interessante e até começou com duas ameaças do Tondela, mas o Sporting não demorou a acelerar o ritmo. Um grande remate de Pedro Gonçalves fez voar Bernardo Fontes e, aos 59 minutos, Geny Catamo perdeu um golo cantado, atirando por cima em plena pequena área. Os adeptos leoninos só começaram a descansar em cima da hora de jogo, quando o recém-entrado Salvador Blopa cruzou para Luis Suárez se reencontrar com os golos, assinando o 25.º no campeonato.
Aos 79 minutos, Trincão lançou o remate de Geny, com João Silva a marcar na própria baliza. Parecia tudo decidido, mas Alvalade viu um autêntico golpe de teatro. Aos 90m, Fábio Veríssimo descobriu um penálti de Kochorashvili sobre Hugo Félix e quando Rui Silva defendeu o remate de Aiko parecia certo que os leões iam somar os três pontos. No entanto, após o canto, Cícero Alves cabeceou e a bola desviou no braço de Blopa para o 2-1.
Aos 90+4, e após novo pontapé de canto, o mesmo Cícero Alves cabeceou colocado, assinou o 2-2 e deixou o Sporting muito mais longe da Liga dos Campeões 2026/27. JN/MS




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AVS Futebol SAD 1
Sporting CP 1
Empate penalizador para a equipa lisboeta na visita ao lanterna-vermelha. Sonho do tri esfuma-se e o Benfica ganha terreno na luta pelo segundo lugar.
Se Rui Borges acreditava muito no tricampeonato para o Sporting antes da 31.ª jornada, como o próprio afirmou na antevisão deste jogo com o AVS, agora terá deixado de acreditar. Em vez de sonhar com o título, o técnico leonino terá de pensar acima de tudo na corrida ao segundo lugar e no correspondente acesso à Champions, a partir de agora nas mãos do Benfica, que o conseguirá se vencer nas derradeiras três jornadas.
Os problemas físicos obrigaram Borges a mudar seis peças do onze que iniciara o clássico da Taça no Dragão e a versão alternativa do Sporting não chegou para dobrar um adversário já matematica-
mente despromovido. Os leões tiveram oportunidades mais do que suficientes para vencer, acertaram duas vezes nos ferros e até se adiantaram no marcador a seguir ao intervalo, num toque em cima da linha de Rafael Nel, mas um penálti de Morita, descoberto pelo VAR e convertido por Pedro Lima, restabeleceu o empate a meio da segunda parte.
O guarda-redes Adriel foi a figura do jogo e as sucessivas defesas que foi fazendo, literalmente do primeiro ao último minuto, impediram o triunfo verde e branco. Na reta final, já com Luis Suárez, Geny Catamo e Maxi Araújo no relvado, o Sporting carregou em busca do golo nos descontos, mas também podia ter sofrido o 2-1, num contra-ataque em que Perea acertou no poste, com Rui Silva batido. Os leões foram felizes nesse lance, mas não logo a seguir, quando Suárez, após bela desmarcação e remate a condizer, viu o guardião brasileiro do AVS negar-lhe o festejo de forma sensacional.
JN/MS

C.F. Estrela da Amadora 1 FC Porto 2
Avançado sueco bisou no triunfo dos dragões (2-1) que usufruíram de dois golos de vantagem, mas acabaram intranquilos. Azuis e brancos a uma vitória da consagração na Liga.
Dois golos de Deniz Gul permitiram ao F. C. Porto vencer o Estrela da Amadora pela diferença mínima (1-2) e dar mais uma passo seguro na conquista do campeonato. O líder só precisa de uma vitória para festejar o 31.º título de campeão nacional, depois do empate do Sporting. A festa até pode acontecer, no sábado, frente ao Alverca, em casa. O discurso mantém-se ponderado, mas o perfume do título é indisfarçável.
Num triunfo justo, os azuis e brancos foram iguais a si próprios, especialmente na primeira parte. A equipa não é coletivamente criativa, mas segura, intensa, agressiva e limita o adversário. Depois foi eficaz, objetiva e ligou-se à corrente de Pietuszewski e Alberto Costa para fomentar o pânico na área.
Deniz Gul bisou e deixou os dragões a pensar numa viagem tranquila. No entanto, o adversário reagiu na segunda parte, acertou muito nos postes e reduziu por Jovane. A reaproximação ainda lançou alguma incerteza, mas Diogo Costa segurou e tranquilizou a equipa na única ameaça perto do fim.
O dragão entrou a dominar e de forma intensa, mas enfrentou um oponente agressivo, principalmente na fase inicial. Bednarek podia ter inaugurado o marcador, mas a bola foi à rede lateral. O líder acentuou gradualmente a pressão e o controlo. Pietuszewski assumiu o protagonismo com descidas vertiginosas e deambulantes. Demasiado perigoso, criou um penálti já depois de ter
evitado dois tricolores. Jansson parou o oponente, mas em falta. Deniz Gul não tremeu. O turco voltaria a agredir o adversário, após um cruzamento de Alberto Costa.
As alterações ao intervalo melhoraram os estrelistas, que passaram a ameaçar em lances de contra-ataque. Marcus Abraham teve mais do que uma vez a chance de reabrir a discussão, mas acertou sempre no poste, a segunda de forma incrível, sem ninguém na baliza, e após um remate de Rodrigo Pinho, que encontrara o mesmo destino.
Farioli lançou Mora e William Gomes e os dragões esfriaram o ímpeto oponente, mas de forma passageira, já que Jovane reduziu. Até ao final, o líder jogou com o risco da diferença mínima e alguma intranquilidade. Van Hooijdonk ainda ameaçou, mas Diogo Costa segurou a vantagem e o caminho onde cheira a título.

MELISSA AZEVEDO, ADVOGADA.

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02/05
Nacional 15:30 AFS
Moreirense 15:30 Est. Amadora
FC Arouca 15:30 Santa Clara
FC Famalicão 18:00 Benfica
FC Porto 20:30 FC Alverca 03/05
Casa Pia AC 15:30 CD Tondela
SC Braga 18:00 Estoril Praia
Rio Ave 20:30 Gil Vicente 04/05
Sporting 20:15 Vitória SC

GD Chaves 2-1
Feirense 0-0 Torreense Benfica goleia Moreirense e coloca pressão no Sporting
UD Oliveirense
01/05
Marítimo 15:30 Leixões
Sporting B 20:30 Benfica B 02/05
UD Oliveirense 11:00 Lourosa
Académico 14:00 FC Vizela 03/05
Portimonense 11:00 GD Chaves
Paços Ferreira 14:00 Feirense
UD Leiria 15:30 Farense 04/05
FC Porto B 18:00 FC Felgueiras
Torreense 18:00 FC Penafiel
O Benfica recebeu e bateu o Moreirense, no Estádio da Luz, por 4-1. Numa entrada fulminante, o Benfica chegou cedo ao primeiro golo. António Silva galgou metros com a bola controlada, foi tirando adversários da frente, penetrou na área e serviu para Barreiro (1 m) encostar e abrir as contas para os comandados de José Mourinho na partida.
O Moreirense não desanimou, apesar do duro golpe, e acabou por chegar à igualdade. Num lançamento longo de André Ferreira, Dahl não teve a melhor das abordagens e Travassos (26 m) não desperdiçou no cara a cara com Trubin.
No entanto, a resposta encarnada chegou pouco depois. Ríos (29 m) fuzilou a baliza dos minhotos e recolocou a equipa novamente em vantagem antes do descanso.
Na segunda metade, Ivanovic saltou do banco para bisar na reta final da partida e fechou o resultado.
Desta forma, o Benfica chega aos 75 pontos e abre, à condição, uma diferença de três pontos para o rival Sporting (com um jogo a menos) na luta pelo segundo lugar.
JN/MS

Taça de Portugal feminina de futsal
pela décima vez
Um golo de Fifó deu a vitória ao Benfica na final da Taça de Portugal feminina de futsal frente ao Nun'Álvares, por 1-0, em Gondomar, onde as lisboetas conquistaram o troféu pela 10.ª vez, a quarta consecutiva.
Fifó marcou, aos 15 minutos, o único golo do encontro entre os dois primeiros classificados do campeonato, frente ao atual campeão nacional,
que esta época já conquistou a Supertaça e a Taça da Liga. O Benfica reforçou o estatuto de clube com mais vitórias na Taça de Portugal, com 10 títulos, enquanto o emblema de Fafe ergueu o troféu uma vez, em 2021/22, na segunda vez que as lisboetas deixaram escapar o triunfo, tal como em 2014/15, quando venceu o Quinta dos Lombos. JN/MS


Benfica
Benfica reergueu a Taça três anos depois, ao derrotar o Sporting por 6-5. Presidentes rivais praticamente juntos na bancada.
Num dérbi de alto nível e disputado até ao último segundo, o Benfica voltou a conquistar a Taça de Portugal, a nona do seu palmarés, ao superar o Sporting na final disputada em Gondomar, por 6-5. O jogo ficou ainda marcado pelos presidentes dos dois rivais, Rui Costa e Frederico Varandas, terem visto o jogo apenas separados por Helena Pires, CEO da FPF. O Benfica entrou melhor e esteve a vencer por 2-0. Carlos Monteiro finalizou de baliza aberta, após passe de Higor aos três minutos, e Kutchy ampliou a vantagem encarna-
da, com Rocha a responder no minuto seguinte. Sempre num ritmo frenético, Jacaré fez o 3-1 e Zicky Té voltou a dar alento aos leões, ao reduzir no fim da primeira parte. A entrada do Benfica na segunda metade parecia ter posto um ponto final no jogo, já que Lúcio Rocha fez o quarto golo e Carlos Monteiro bisou para o quinto nos dois minutos iniciais. Diogo Santos marcou outro tento leonino e Pany Varela também fez gosto ao pé, até que as faltas tramaram as águias. Valeu o guarda-redes, que defendeu dois livres de dez metros e quase todas as tentativas do Sporting, menos a de Merlim e o golo de Bruno Pinto, este último a 13 segundos do fim, suficiente para causar calafrios, mas insuficiente para empatar o jogo.
JN/MS

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HÓQUEI EM PATINS
Sporting conquista Taça de Portugal de hóquei em patins pela sexta vez
O Sporting venceu pela sexta vez a Taça de Portugal de hóquei em patins, revalidando o título, ao golear na final da edição 2025/26 o Óquei de Barcelos por 4-0, em encontro disputado em Tomar.
O argentino Gonzalo Romero, vulgo Nolito, marcou aos três, quatro, 29 e 45
CORTINA 2026
minutos, o último de livre direto, os quatro tentos dos verde e brancos. Os leões, que já tinham conquistado o troféu em 1975/76, 1976/77, 1983/84, 1989/90 e 2024/25, reforçaram o terceiro lugar do ranking, atrás de F. C. Porto (19) e Benfica (15), enquanto o Óquei de Barcelos continua com quatro cetros. JN/MS
Há uma fatura dos Jogos Olímpicos de 310 milhões de euros e alguém tem de pagar











FIFA vende bilhetes para a final do Mundial por cerca de dois milhões de euros
A FIFA colocou na sexta-feira (24) à venda quatro bilhetes para a final do Mundial 2026 de futebol, a disputar no dia 19 de julho, por 2,3 milhões de dólares (cerca de dois milhões de euros) cada, na sua plataforma de revenda.
Os quatro bilhetes à venda por quase dois milhões de euros são para uma bancada que fica atrás de uma baliza. Os quatro lugares no MetLife Stadium, em East Rutherford, em Nova Jérsia, para a final do Campeonato do Mundo, marcada para o em 19 de julho, localizam-se no piso inferior (no bloco 124, fila 45, lugares 33-36).
Os bilhetes mais baratos para a final na plataforma da FIFA estão a ser vendidos a 10 mil dólares (cerca de 8500 euros).
Apesar de a FIFA não controlar o preço da revenda dos bilhetes, recebe 15% do valor de cada compra e a mesma percentagem do valor conseguido pelo vendedor.
A 23.ª edição do Campeonato do Mundo realiza-se de 11 de junho a 19 de julho e vai contar pela primeira vez com 48 seleções, numa inédita organização tripartida entre Estados Unidos, México e Canadá.
JN/MS

A organização dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Milão, enfrenta um défice financeiro de 310 milhões de euros, um rombo causado pelo aumento dos custos e pela quebra nas receitas. O Comité Olímpico Internacional (COI) já descartou qualquer apoio financeiro extra, sublinhando que a responsabilidade é exclusiva do comité organizador local.
Oprojeto, inicialmente apresentado como um evento sustentável e de custo zero, viu o seu orçamento disparar de 1,4 mil milhões de euros para 1,7 mil milhões. O défice é o resultado de mais de 230 milhões de euros em custos adicionais, muitos ligados a atrasos na construção de infraestruturas como a Arena Santa Giulia, e de uma quebra de cerca de 80 milhões de euros em receitas de patrocínios, direitos de transmissão e bilhética.
Apesar do sucesso desportivo da Itália, que conquistou 30 medalhas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, o cenário financeiro é sombrio. A responsabilidade
pela cobertura do défice recai sobre os acionistas da Fondazione Milano Cortina 2026: o Estado italiano, as regiões do Veneto e da Lombardia, as províncias autónomas de Trento e Bolzano e os municípios de Milão e Cortina.
Numa tentativa de obter apoio, representantes da fundação deslocaram-se a Lausana, mas a resposta do COI foi taxativa. «Já contribuímos significativamente, mais do que o acordado», afirmou um porta-voz do COI, citado pela imprensa italiana. «A responsabilidade pelo orçamento operacional dos Jogos é do comité organizador de Milano Cortina 2026». O COI recorda que já se comprometeu com um total de 925 milhões de dólares no âmbito do Contrato da Cidade Anfitriã, valor que inclui 625 milhões de euros em dinheiro e serviços adicionais. A organização insiste que o movimento olímpico já ofereceu um apoio sem precedentes, mas o resultado final é o colapso do modelo de «custo zero», que dependia de receitas comerciais que não se materializaram. A Bola/MS



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A UEFA sancionou Gianluca Prestianni, jogador do Benfica, com seis jogos de suspensão, pelo uso de linguagem homofóbica na partida frente ao Real Madrid, da primeira mão do play-off de acesso aos "oitavos" da Champions, jogo no qual foi acusado de racismo por parte de Vinícius Júnior.
Dos seis jogos, três são com pena suspensa durante dois anos. Como o internacional argentino já cumpriu uma par-
tida de castigo, terá de cumprir as duas restantes em compromissos da UEFA ou da seleção, informou o clube da Luz em comunicado.
Uma vez que o Benfica já foi eliminado das competições europeias, Prestianni cumprirá os restantes dois jogos de suspensão ao serviço da seleção argentina, caso seja convocado para o Mundial de 2026.
JN/MS




ATLETISMO
Sabastian Sawe arrecada prémio milionário na Maratona de Londres
O fundista queniano Sabastian Sawe tornou-se no primeiro atleta da história a correr uma maratona em menos de duas horas, na Maratona de Londres. O atleta de 29 anos não só venceu a corrida, como estabeleceu um novo recorde mundial com o tempo de 1h59.30.
Aproeza de Sawe, que participou na prova juntamente com outros 59 mil corredores, superou o anterior recorde de 2h00.35, que pertencia a Kelvin Kiptum desde 2023. A mítica barreira das duas horas, considerada por muitos como inatingível, foi também ultrapassada pelo segundo classificado, o etíope Yomif Kejelcha. Graças a este desempenho histórico, Sabastian Sawe garantiu um prémio total es-



timado em 302 mil euros, valor que resulta da combinação do prémio de primeiro lugar com vários bónus por performance. Na Maratona de Londres, o vencedor de cada corrida de elite (masculina, feminina e em cadeira de rodas) recebe um prémio base de 40 mil libras, ou seja 46 mil euros. No entanto, os atletas podem aumentar significativamente estes ganhos. Um bónus de 128 mil euros é atribuído a quem terminar abaixo das 2h02,00 (homens) ou 2h15.00 (mulheres). E bater o recorde mundial rende mais 106 mil euros e bater o recorde do percurso de Londres vale mais 21 mil euros. A Bola /MS








Heading into Game 5, a radical question lingered: Are the Toronto Raptors actually better than the Cleveland Cavaliers? Before the series, the idea was laughable; oddsmakers gave Cleveland a 90% chance to advance. Yet, through four games, Toronto’s regular-season dominance over the Cavs looked less like a fluke and more like a blueprint.
The narrative shifted as Scottie Barnes emerged as the best player on the floor, supported by a relentless RJ Barrett. Even Cleveland’s $269 million man, Evan Mobley, struggled to match the impact of Toronto’s rising core. But to validate their superiority, the Raptors had to win a best-of-three sprint. Instead, a 125-120 loss in Game 5 has pushed them to the brink of elimination, trailing 3-2.
The defeat was compounded by a growing injury list. Brandon Ingram, already struggling, exited early with heel inflammation, leaving the offense "stuck in the mud" during the fourth quarter. More concerning is Barnes’ status; after
a collision with Thomas Bryant, a visible limp limited the star to just three points in the second half. With Immanuel Quickley already sidelined, Toronto’s depth is being tested to its absolute limit.
The first half was a masterclass in Raptors basketball. They punched early, leading by 12 behind Jakob Poeltl’s interior presence and Ja’Kobe Walter’s perimeter shooting. Even as stars like James Harden and Donovan Mitchell fought back, Toronto held an eightpoint lead at the break.
However, the momentum died in the third quarter. Without a healthy Barnes to dictate the pace, the offense stagnated into contested, late-clock heaves. Cleveland took advantage, with Dennis Schröder and Mobley providing the late-game heroics. Now, the Raptors return to Scotiabank Arena for Game 6. Their belief remains intact, but their health is failing. To force a Game 7, they must find a way to win with their backs against the wall and a roster held together by tape and grit.
RS/MS

Frustration has told the story of Nick Robertson’s tenure in Toronto better than any stat line could. When asked about his future with the Maple Leafs, the 24-year-old winger remains guarded. "I’m not gonna take a deep dive into my future," he admits, despite praising the organization and his teammates. It is the cautious response of a player whose relationship with the Blue and White has been, at best, complicated.
Since being drafted in 2019, Robertson’s path has been a gauntlet of trade requests, injuries, and "prove-it" contracts. He has been the perennial odd man out, frequently shuffled to the press box or the minors due to roster math rather than merit. Even though last season will be remembered as the biggest disappointment yet in Matthews’ tenure, Robertson stood out as one of the few bright spots along with Easton Cowan.
Despite the team’s lack of scoring and buy-in from coach Berube’s structure Robertson quietly put up his most productive campaign yet. Playing in a career-best 78 games, he hit
points (32). Perhaps most impressively, 28 of those points came at even strength, even as he was tasked with more defensive responsibility and penalty-kill time.
"Every year you want to get scratched less and less until you play 82," Robertson says, reflecting on his increased ice time. His evolution from a pure sniper to a more well-rounded, physical playmaker is evident. However, that growth has also brought him something he has lacked for years: leverage.
As a restricted free agent with arbitration rights, Robertson is no longer a "leverage-free" youngster. He has outperformed his previous one-year deals and likely won't settle for a simple qualifying offer. With a new head of hockey operations taking the reins and a roster that is top-heavy with defensive and goaltending commitments, the forward group is the most logical area for change.
The question remains whether a fresh front office will offer Robertson the top-six security he craves, or if both parties will finally decide that a "clean slate" is best found elsewhere. For a player who admitted to "battling a lot of emotions" during his shifts as the season wound down, the en he can play in the NHL; now, the league waits to see which jersey he’ll be wearing when he finally hits

Luis Camara Secretar y Treasurer
R icardo Teixeira
Recording Secretar y

Jack Oliveira Business Manager
Nelson Melo President
Jaime Cor tez E-Board Member
Marcello DiGiovanni Vice President
David McCluskey E-Board Member

O presidente da câmara, Kevin Ashe, apresenta o projeto — que poderá resultar na construção de casas para mais de 70.000 pessoas — como um motor de emprego e uma solução fundamental para a crise habitacional. Contudo, os críticos argumentam que o plano de urbanizar áreas agrícolas é dispendioso e desnecessário, e uma Primeira Nação local alerta para a falta de consulta.
Aárea em questão cobre mais de 17 quilómetros quadrados. O governo de Ontário integrou estes terrenos no limite urbano de Pickering em dezembro de 2024. O presidente da câmara reconheceu a importância das terras agrícolas (trigo, milho e soja), mas afirmou que, após a decisão da província de expandir o limite urbano, a sua responsabilidade é "planear o crescimento cuidadosamente e construir uma comunidade completa e bem desenhada". Prevê-se que a população de Pickering aumente de 100.000 para mais de 150.000 na próxima década. O Plano Oficial Regional de Durham prevê que a população total da região atinja 1,3 milhões de pessoas até 2051.
Falta de consulta e oposição A votação do plano foi adiada duas vezes, estando agora prevista para maio, após a Primeira Nação Mississaugas of Scugog Island (MSIFN) ter levantado preocupações sobre a falta de um diálogo significativo. Pickering está
localizada em território desta Primeira Nação. Ashe encontrou-se recentemente com a Chefe Kelly LaRocca para discutir estas preocupações e adiou a votação para permitir mais tempo de revisão.
Abdullah Mir, do grupo Stop Durham Sprawl, opõe-se ao projeto, classificando-o como "expansão urbana clássica" (urban sprawl), que é extremamente dispendiosa. Mir defende que as projeções popu-

lacionais devem ser recalculadas face às recentes restrições de imigração impostas pelo governo federal e que a cidade deveria focar-se na intensificação de bairros já existentes em vez de avançar para terrenos virgens sem infraestruturas.
Perspetiva de especialistas David Amborski, professor de planeamento urbano na Universidade Metropolitana de Toronto, concorda com o presidente da câmara, afirmando que o desenvolvimento da área é necessário para que as cidades se antecipem à procura, dado que estes projetos levam muito tempo a concretizar-se.
Amborski sublinhou que a falta de terrenos prontos a construir contribuiu para o aumento significativo dos preços das casas na província. Embora os estudos ambientais e fiscais só devam estar concluídos nos próximos cinco anos, o professor defende que "não se pode parar o crescimento; é preciso encontrar formas de o financiar". Ashe reiterou que o que será votado a 20 de maio é apenas um "roteiro" para um processo de desenvolvimento de 10 a 20 anos, e não o fim de um projeto.
DCN/MS
O investimento irá criar mais de 29.000 novas vagas para estudantes e mais de 1.900 vagas em creches licenciadas, indica um comunicado.
Oanúncio do financiamento foi feito na região de London, que irá receber 285 milhões de dólares para construir sete novas escolas e expandir duas já existentes. Estes projetos proporcionarão mais de 5.300 vagas para alunos e 362 em creches, incluindo:
• 100 milhões $ para uma nova escola secundária católica no sudoeste de London (1.999 alunos).
• 33,9 milhões $ para uma nova escola primária católica no sudeste de London (655 alunos e 88 vagas em creche).
• 19,7 milhões $ para a substituição e expansão da Escola Primária Católica St. Patrick, em Lucan (424 alunos).
• 24,2 milhões $ para uma nova escola primária católica de língua francesa em London (458 alunos e 88 vagas em creche).
• 43,6 milhões $ para a reconstrução da Escola Secundária Arthur Voaden, em St. Thomas (703 alunos e 88 vagas em creche).
• 19,1 milhões $ para a ampliação da Escola Pública Parkview, em Komoka (225 novas vagas).
• 6,8 milhões $ para a ampliação da Escola Pública West Nissouri (207 novas vagas).

• Um complexo escolar de uso partilhado para o conselho escolar de Thames Valley e o Conseil scolaire Viamonde, consistindo em:
a) 22,2 milhões $ para a nova Escola Primária de Talbotville (412 alunos e 49 vagas em creche).
b)15,6 milhões $ para a nova École élémentaire publique St. Thomas (262 alunos e 49 vagas em creche).
Estes novos projetos somam-se a outros trabalhos de infraestrutura escolar local já em curso, como a nova Escola Primária Católica de Kilworth. Duas novas escolas primárias em London, a Northwest e a White Pine, também celebraram a sua abertura oficial em setembro.
DCN/MS





Entre glamour, flashes e entrevistas, artistas e convidados desfilaram pela passadeira vermelha dos Prémios Internacionais de Música Portuguesa (IPMA –International Portuguese Music Awards), num ambiente vibrante e festivo, marcado por orgulho, pertença e celebração coletiva.
Aenergia no IPMA 2026 foi verdadeiramente contagiante, com um forte espírito de comunidade presente ao longo de todo o evento. A celebração começou com uma homenagem ao símbolo maior de liberdade e identidade nacional: o 25 de Abril. Foi um momento de recordação de um país que trocou o cano da arma por um cravo vermelho e que, hoje, através da música, reforça a ligação entre comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo. Além da apresentação, foram distribuídos cravos aos presentes, tornando o gesto ainda mais simbólico.
De seguida, a noite transformou-se numa festa total, repleta de momentos inesquecíveis. Antes do espetáculo, tivemos a oportunidade de conversar com participantes e convidados na passadeira vermelha, captando a emoção e a expectativa que pairava no ar.
A organização por trás do evento
Os organizadores Manuel DaCosta, José “Zack” Xavier e David Saraiva reforçaram o compromisso de continuar a promover a cultura portuguesa e a união da comunidade.
Manuel DaCosta explicou “fazemos isto pela nossa cultura e para o futuro da nossa juventude. O segredo de tudo isto são as
pessoas que começaram com este movimento.” José “Zack” Xavier acrescentou “nós acreditamos em nós e na nossa cultura e queremos continuar.” David Saraiva concluiu “tudo isto é o orgulho português que nos dá o propósito de continuar.”
O palco da música
Para os artistas que subiram ao palco da 14.ª edição, os IPMA 2026 são muito mais do que uma cerimónia: são um espaço de identidade, orgulho e celebração da musica, onde cada atuação reforçou a ligação entre a cultura e a comunidade.
O grupo D.A.M.A resumiu - “tem sido um momento de celebração da portugalidade e das suas raízes, e estamos prontos para representar tudo isso.” Richie Campbell destacou a ligação emocional que se vive - “é incrível vir tão longe de Portugal e sentirmo-nos em casa.” Assol Garcia sublinhou - “já participei como concorrente. Desta vez subirei ao palco para levar um pouco de Cabo Verde.” Nelson Sobral afirmou“é uma honra voltar a este magnífico local, estou realmente grato por ter sido convidado para atuar num grupo tão talentoso de músicos.” O grupo Némanus declarou - “somos muitíssimo gratos por partilhar o palco e a nossa arte com todos vocês pela primeira vez.” A dupla Calema comentou - “isto é a lusofonia em festa, parabéns a todos os envolvidos.”
Emoção de quem regressa e de estreantes
O sentimento dominante é de privilégio, gratidão e emoção. Luizinho comentou“é um privilégio estar cá outra vez com esta gente maravilhosa.” Mackenzie Arromba
acrescentou - “é a minha segunda participação como concorrente e estou muito feliz por fazer parte desta história.” Cláudia Martins sublinhou - “é a minha primeira vez. É uma oportunidade de conhecer vários talentos do mundo num só lugar.” Para Victor Rodrigues, também estreante nos IPMA, a emoção é evidente - “é a primeira vez que participo nos IPMA e estou muito feliz. Trouxe um tema que representa as nossas romarias e o nosso Portugal.”
Novos talentos em destaque
Os IPMA afirmam-se como uma plataforma essencial para a nova geração, dando voz a jovens talentos. Sophia Tavares disse - “estou muito feliz em participar nos IPMA 2026. Obrigada por me receberem.” Ben Rodrigues acrescentou - “vou atuar esta noite e estou muito entusiasmado e grato por estar aqui.”
A cultura portuguesa no centro com um verdadeiro elo de união de todos os presentes.
Joaquim de Almeida partilhou com entusiasmo - “finalmente consegui fazer parte desta organização incrível e vou levar comigo uma experiência fantástica.” Kura destacou o impacto da noite - “estou surpreendido com a produção do espetáculo. Ver tantas pessoas reunidas pela cultura portuguesa numa sala como esta deixa-me muito orgulhoso.” Crystal Fernandes reforçou - “é importante continuarmos a elevar a nossa cultura e passar estas experiências para os mais novos.” The Manic Boys and Girls Club concluiu - “estar presente hoje é representar a nossa arte e a nossa cultura.” David Rodrigues acrescen-
tou - “irei apresentar uma das 12 categorias e estou entusiasmado com tudo isso.”
Os membros do Rancho Folclórico do Alto Minho de Norwood afirmaram com orgulho - “somos um rancho que irá partilhar a nossa cultura no palco com artistas consagrados. É um privilégio fazer parte desta celebração e representar a nossa cultura.”
Os rostos da apresentação
Os anfitriões Ricardo Farias e Daniela Ruah destacaram o orgulho em fazer parte desta celebração, sublinhando a importância de dar visibilidade à comunidade portuguesa no mundo.
O público: coração da festa
Os fãs são parte essencial da celebração, trazendo entusiasmo, orgulho e uma ligação profunda às suas raízes. Entre aplausos e emoção, fazem dos IPMA uma verdadeira festa da portugalidade.
Katia Domingos e Ryan Barbosa resumiram: “Tudo isto é amor, cultura e amizade.”
Os IPMA 2026 celebraram a cultura portuguesa com emoção, música e união. A noite terminou em grande com a after-party, animada pelos DJs Kura e Edson Lázaro, encerrando o evento com energia e alegria contagiante.
FP/MS

Sara Jesus aceitou o desafio de entrar no "Secret Story - Desafio Final", que arrancou no domingo, 26 de abril, apenas 48 horas depois de ter saído do "Secret Story 10". Porém, a sua participação implicou uma decisão dura e surpreendente. Mãe de um menino, Santiago, de dois anos, Sara Jesus optou por não ver o filho depois sua saída do "Secret Story 10". "Ela ontem contou isso, disse que não ia fazer isso ao menino. Estar com ele um dia e ter de entrar outra vez. E isso é de uma coragem brutal, que é pensar no filho e não pensar nela", realçou Cristina Ferreira.

Os príncipes de Gales, Kate e William, subiram ao altar a 29 de abril de 2011 na abadia de Westminster, em Londres, perante quase 2.000 pessoas e celebram na quarta-feira (29), 15 anos de casamento. Estima-se que o evento tenha sido assistido por mais de 2 mil milhões de pessoas no mundo inteiro através da televisão e internet. E para assinalar esta marcante data, a página de Instagram do casal partilhou uma rara imagem da bonita família que os dois construíram. A imagem mostra o casal e os seus filhos, o príncipe George, de 12 anos, a princesa Charlotte, de dez, e o príncipe Louis, de oito, deitados de costas na relva. A família está toda descalça para a foto que foi tirada durante umas férias na Cornualha no início deste mês por um dos fotógrafos de maior confiança do casal, confiança, Matt Porteous. "A comemorar 15 anos de casamento", pode ler-se na legenda da publicação que é ainda acompanhada por um emoji em formato de coração.

Fátima Lopes marcou presença na quarta-feira, 29 de abril, no programa "Manhãs da Comercial", da Rádio Comercial, com o propósito de promover o seu novo livro - "Entre o Medo de Te Amar e a Dor de Te Perder". Segundo a sinopse, esta obra conta a história de amor de uma mulher de 50 anos que se apaixona por um homem vinte anos mais novo. Vera Fernandes confessou no ar que pensou tratar-se de uma história autobiográfica. Porém, Fátima Lopes fez questão de esclarecer que esta ideia não corresponde à realidade. "Efetivamente o meu namorado tem menos nove anos que eu, mas nove não são 20", brincou a comunicadora.

João Ricardo aceitou o desafio de voltar a um reality show, colocando em "stand by" os projetos profissionais e pessoais que tinha para breve. Entre eles estava desfilar na Avenida da Liberdade enquanto padrinho da Marcha da Graça, algo que já havia feito em 2025. Dentro do jogo, que não tem ainda data para terminar, João Ricardo não poderá continuar a acompanhar os ensaios e talvez nem consiga desfilar na Avenida. Porém, a Marcha da Graça decidiu tomar uma posição surpreendente perante a ausência do padrinho. “O João Ricardo continuará a ser o padrinho da Marcha da Graça, podendo, por motivos profissionais, não estar presente no Pavilhão e na Avenida”.

Melânia Gomes reagiu a uma notícia sobre o ex-adjunto de antiga ministra da Justiça, Paulo Abreu dos Santos, que era membro de vários grupos de abuso sexual de menores na plataforma Signal. Segundo o Expresso, o advogado garantiu não ter "intenção" de ser "predador" e pediu para cumprir a medida de coação em casa, onde faria "terapia". A atriz mostrou-se indignada com a defesa de Paulo Abreu dos Santos e, nas redes sociais, escreveu um alerta para todos os que convivem com crianças. "Quem é que guarda mais de 600 ficheiros de abusos sexuais de crianças, «sem intenção…»? Quem é que participa em 13 grupos destes, «sem intenção…»? Até quando este padrão de comportamento, vai «justificar e limpar qualquer imagem»? Não, não justifica, nem limpa. Que a justiça aja em conformidade com as provas destes crimes. E que sejam feitas as «interpretações» certas sobre este caso", apelou a atriz. "Garanto-vos que quem NÃO TINHA INTENÇÃO de sofrer, eram estas crianças, estas vítimas. Mais uma vez relembro, os abusadores não têm rosto, não têm idade, não têm estatuto social, ou profissão, partido político, religião, raça, nada… Por isso são tão difíceis de detetar. Mas quando uma criança não gosta de alguém, é um sinal. E quando não quer estar com essa pessoa, não deve ser obrigada", informou ainda Melânia Gomes.

Katy Perry está a ser investigada pela polícia após as acusações de Ruby Rose onde a modelo assumiu que a cantora a agrediu sexualmente numa discoteca na Austrália há quase 20 anos. "Agora tenho 40. Demorei quase duas décadas a conseguir dizer isto publicamente", escreveu a atriz nas redes sociais. A modelo contou que Katy Perry, "viu-a a 'descansar' no colo da melhor amiga para a evitar". "Abaixou-se, puxou as cuecas para o lado e esfregou a sua vagina nojenta na minha cara até eu abrir os olhos de repente e vomitar em cima dela", acrescentou. "Como mulher, por várias razões, falar abertamente sobre violência e abuso sexual entre mulheres parece ser 100 vezes mais difícil do que falar sobre os predadores masculinos, pelo menos para mim." "[A Katy Perry] pode processar-me à vontade (mas não vai, porque aconteceu, eu tenho fotos e foi literalmente em público e testemunhado por várias pessoas)", explicou ainda. Kate Perry está também a ser alvo de mais uma acusação. Josh Kloss, que contracenou com a artista no videoclipe "Teenage Dream", confessou que carrega um "trauma silencioso" desde que a cantora expôs, alegadamente sem o seu consentimento, o seu pénis numa festa há quase 14 anos.



Palavras cruzadas
1. Mostrar ou manifestar gratidão, render graças; reconhecer
2. Trazer à memória; recordar
3. Tornar compreensível; esclarecer, elucidar, explicar
4. Ver-se frente a frente com; deparar, achar
5. Pôr para trás, fazer recuar; retrasar
6. Sustentar-se ou mover-se no ar por meio de asas ou algum meio mecânico
7. Fazer estimativa de; avaliar, calcular
8. Imprimir grande velocidade ao deslocamento do corpo, pelo contato rápido dos pés ou das patas com o solo
9. Fazer perder a casca ou qualquer outro revestimento que envolva algum objeto
10. Tornar(-se) seco, retirar de ou perder a umidade; enxugar(-se)
11. Transportar, levar (alguém ou algo) em direção ao lugar onde está quem fala ou de quem se fala
12. Submeter (algo) ao processo de raciocínio lógico
13. Entregar em troca; permutar
14. Dizer quem é; determinar ou comprovar a identidade de (algo, alguém ou de si mesmo)
15. Ir ou conduzir (alguém ou um animal) a algum lugar, para (se) entreter ou exercitar
Sudoku
O objetivo do jogo é a colocação de números de 1 a 9 em cada um dos quadrados vazios numa grade de 9×9, constituída por 3×3 subgrades chamadas regiões. O quebra-cabeça contém algumas pistas iniciais. Cada coluna, linha e região só pode ter um número de cada um dos 1 a 9. Resolver o problema requer apenas raciocínio lógico e algum tempo.
Jogo das 11 diferenças


Q M E D I A U P M Q V O P C S
X W J N H N G K A H X K X O U
S M E S P A Ç O Z V X R R N R
N T T E C N O L O G I A E T J
A V Y L Z Y R G U F A R D R R
T R W V C Z L I V R E R A O J
S M A R I O N E T A S U D L R
I E P E U O O E O V Q W R A E
V I S U A L I Z A Ç Ã O E R G
E J E K U H W G A N N C B I R
R T E M A N A Ç Ã O I K I T A
T M E N T A L I S Y W O L J S
N J R I S G C R N G O O G L E
E V I V E R I Y O Q S D S E B
F S W A Y N Q A G X F B L I S
VISUALIZAÇÃO
LIBERDADE
ENTREVISTA
CONTROLAR
TECNOLOGIA
REGRAS
LIVRE
MEDIA
MARIONETAS
VIVER
TEMA
NAÇÃO
MENTAL
ESPAÇO

Ingredientes
• 8 gemas grandes
• 4 colheres de sopa de manteiga derretida
• 400 g de açúcar
• 400 g de coco ralado
• Sumo de 1 limão
Modo de preparação
Pré-aqueça o forno a 180°C e prepare forminhas pequenas (tipo queijadas ou de silicone).
Bata as gemas com o açúcar até obter um creme claro e fofo. Quanto mais bater, mais leves ficam os coquinhos.
Junte o coco ralado e envolva bem. Adicione a manteiga derretida e o sumo de limão. Misture até ficar homogéneo. O limão equilibra o doce e realça o sabor do coco. Distribua a massa pelas forminhas com uma colher pequena. Coloque um recipiente com água dentro do forno para criar vapor. O vapor evita que os coquinhos fiquem secos. Leve ao forno a 180°C durante cerca de 10 minutos, até ficarem ligeiramente dourados por cima.
Retire do forno, deixe arrefecer e desenforme. Sirva simples ou polvilhados com açúcar em pó.
Até à próxima receita!



Paulo Perdiz

A banda que conquistou o Festival da Canção e os corações internacionais partilhou a sua visão sobre o sucesso inesperado, a vida de "Deslocado" e o futuro com um novo álbum.
Amúsica portuguesa vive um momento de efervescência, mas poucos nomes mostram tanta autenticidade e emoção como os NAPA. Lourenço e Francisco, dois dos rostos da banda, falaram ao Milénio Stadium numa conversa intimista que atravessou os últimos anos de conquistas — desde a estreia nos Coliseus até ao impacto global do single que mudou as suas vidas.
Com um pé no passado de dez anos de amizade e outro num futuro que se desenha entre Portugal e o Brasil, os músicos revelam que o segredo do sucesso pode estar, afinal, na saudade. O ano de 2025 ficará gravado na memória do grupo como o ponto de viragem. Foi o ano em que o país se rendeu a Deslocado, um tema que começou como uma partilha pessoal e se transformou num hino para milhares. Francisco recorda com gratidão o impacto desta composição: "Acho que esta música trouxe-nos mesmo imensa coisa. Às vezes é um pouco estranho pensar no pré-Deslocado e no pós-Deslocado. Permitiu-nos fazer disto carreira e tornar a música o nosso
emprego dos cinco". A canção, que venceu o Festival da Canção e levou a bandeira de Portugal à Eurovisão, não foi apenas um sucesso comercial; foi a validação de uma década de trabalho. Lourenço diz que a magnitude da recepção foi algo que nunca estava nos planos: "Acho que é impossível alguma vez imaginar que a música ia ter a escala que teve. Acho que há poucas músicas em Portugal que tenham tido esta dimensão e esta escala". Um dos pontos mais fascinantes da carreira dos NAPA é a forma como a sua mensagem quebrou barreiras linguísticas. Embora cantada em português, a sonoridade de Deslocado encontrou eco em geografias inesperadas.
A banda revelou um dado estatístico curioso: a Indonésia é, atualmente, o segundo país onde são mais ouvidos. Para os músicos, isto prova que a música é uma linguagem emocional que transcende o dicionário. "O sentimento que colocámos na música e a vontade com que a fizemos transparece e as pessoas recebem isso de uma forma muito positiva", explica Lourenço. Francisco completa, referindo que a harmonia e os acordes carregam a narrativa: "O sentimento, mesmo para quem não percebe, sente-se; uma certa nostalgia e uma certa saudade… só ouvindo o instrumental". Esta ligação é particularmente forte para quem vive longe de casa. Natu-
rais da Madeira mas residentes em Lisboa, os membros da banda conhecem bem o sentimento de ser um "deslocado". "Já sabemos histórias de pessoas que voltaram para as suas terras e foram de certa forma influenciadas pela música", partilham com visível emoção. A experiência na Eurovisão é descrita como um "divisor de águas". Mais do que a classificação final, o que ficou foi a aprendizagem e a exposição a um nível de produção massiva. Francisco admite que o grupo saiu transformado: "Crescemos muito como grupo e como artistas. Ganhámos muito estaleca, porque aquilo é, de facto, um palco enorme e uma exposição muito grande".
Apesar de a sua sonoridade divergir do habitual "estilo Eurovisão" — muitas vezes focado em efeitos visuais e ritmos eletrónicos — os NAPA orgulham-se de se terem destacado pela diferença. "Não ficámos bem classificados, mas agora somos a música mais ouvida da edição do ano passado", nota Francisco, sublinhando que a autenticidade acabou por prevalecer sobre o espetáculo. Com o sucesso vêm novas oportunidades de colaboração. O grupo, que já trabalhou com nomes como Van Zee e Jovem Dionísio, prepara-se agora para lançar o seu terceiro disco de originais. Este novo trabalho promete elevar a fasquia, contando com gravações feitas no Brasil e
colaborações com produtores de renome internacional. Lourenço levanta um pouco o véu sobre o cronograma: "Temos um single já basicamente a sair do forno, que há-de sair durante o próximo mês. E o álbum há-de sair mais para o final do ano". Este disco representa uma fase de maior maturidade e profissionalismo, mas também traz consigo a pressão de manter o nível de excelência. "Temos aquela pressão de um grande sucesso e depois temos de mostrar o que valemos...sem nos desvirtuarmos", confessa Francisco.
Ao encerrar a conversa, os músicos não esqueceram aqueles que, tal como eles, sentem o peso da distância. Deixam uma mensagem especial para a comunidade portuguesa no Canadá e em todos os cantos do mundo: "Muito obrigado por nos acompanharem aí de tão longe e espero que continuem a ouvir a nossa música". Para os NAPA, o palco não é apenas um lugar de performance, mas um espaço de celebração da amizade que os une desde a infância. O que querem que o público sinta? "Uma energia e uma amizade em cima do palco... espero que as pessoas sintam um bocado essa diversão". Com a sinceridade de quem canta a própria alma, os NAPA provam que não é preciso traduzir a saudade para que o mundo a consiga sentir.



Aos sábados 7h30am Sábado às 10:30am | domingos 10am.


CARNEIRO 21/03 A 20/04
Mercúrio, nesta altura, pode aliar o interesse dos seus negócios à possibilidade de procurar no exterior novos motivos de ação e até de diversão. As viagens, mesmo curtas, proporcionar-lhe-ão bons contactos. Também é uma boa altura para expressar os seus pontos de vista aos outros, pondo muito de si naquilo que disser.

TOURO 21/04 A 20/05
É possível que sinta agora uma maior ansiedade, nervosismo ou indecisão. Deve tentar arrumar as suas ideias, aproveitando o período de maior interiorização que agora atravessa. As suas relações com outras pessoas e as delas consigo poderão não ser caracterizadas pela maior honestidade e clareza. Tome cuidado.

GÉMEOS 21/05 A 20/06
Nesta semana aproveite para conviver com os amigos, participar em atividades coletivas e integrar-se em grupos. Poderá sentir uma sensação de bem-estar pela partilha de ideais, um diálogo mais intelectual e deixar fluir as conversas pois elas terão mais significado. Nunca se esqueça que a solidão é má conselheira.

CARANGUEJO 21/06 A 20/07
Durante esta semana vai sentir especial satisfação a dar livre curso ao seu lado sonhador, embora não sinta grande facilidade em exprimir os seus sentimentos. Dedique-se a leituras sobre temas filosóficos, ou outros assuntos sobre os aspetos espirituais da vida e aproveite para ajudar alguém que necessite do seu apoio.

LEÃO 22/07 A 22/08
Este é um período em que não conseguirá manter secretos os seus problemas, estes virão a público e você ficará exposto. Analise o seu passado de modo a poder com responsabilidade e inteligência, orientar sem remorsos o seu futuro. É uma época de expansão e sucesso profissional, obtendo o apoio e a aprovação dos que o rodeiam.

VIRGEM 23/08 A 22/09
Este é um período de crescimento e de otimismo tanto a nível do seu mundo interior como do exterior. Poderá ligar-se a amigos com quem faz uma viagem ou com quem colabora num projeto. Terá a oportunidade de fazer viagens físicas ou mentais através de leituras, que lhe vão permitir uma maior compreensão do mundo que o rodeia.

BALANÇA 23/09 A 22/10
Irá atravessar neste período uma fase de grande lucidez e expansão a nível intelectual, a qual lhe permitirá planear a sua vida afetiva e profissional a longo prazo. A sua exuberância e espírito criativo atrairá o apoio e solidariedade de que possa necessitar para concretizar os seus planos. A nível afetivo, poderá até surgir um encontro amoroso inesperado.

ESCORPIÃO 23/10 A 21/11
Vénus a transitar na Casa VIII vai-lhe beneficiar as finanças. Será mais fácil o acesso ao dinheiro, através de um trabalho, através de empréstimos ou até mesmo por parte do seu cônjuge. Vai detetar que finalmente chegou uma altura de mais sorte. Em relação à vida afetiva, esta também vai estar num bom momento. Bom entendimento com a sua cara-metade.

SAGITÁRIO 22/11 A 21/12
Aproveite a sua energia para atingir alguns objetivos. Se tem filhos tente usar mais diplomacia para evitar conflitos. Tente a disciplina para levar as suas tarefas até ao fim. Nesta fase também irá ter dificuldade em esconder aos outros os seus sentimentos. O seu lado romântico e apaixonado estará em alta.

CAPRICÓRNIO 22/12 a 20/01
Neste momento poderá decidir-se a lutar por um ideal ou a defender as suas convicções, dispondo para isso de bastante energia e entusiasmo. Evite impor excessivamente os seus pontos de vista dentro da família, oiça também o que os outros têm a dizer. Saiba aceitar uma opinião diferente da sua.

AQUÁRIO 21/01 A 19/02
Sentirá, nesta altura, uma grande segurança nas suas convicções, causando mesmo um certo impacto na exposição das suas opiniões, que em regra, serão bem aceites e aproveitadas. No entanto, e para defesa dos seus pontos de vista, poderá ser tentado a distorcer os argumentos dando azo a pormenores errados que lhe poderão tirar a razão.

PEIXES 20/02 A 20/03
É provável que durante este trânsito sinta um grande desejo de movimento, o que lhe poderá gerar alguma tensão. Procure fazer coisas diferentes, como uma pequena viagem ou iniciar um estudo sobre um tema inovador. Se não aliviar essa tensão é possível que se venha a sentir muito insatisfeito e frustrado.
Soluções


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Casa das Beiras de Toronto
Beiras à mesa
Tradição beirã à mesa, às 19h30, com Pedro Joel. Informações: 416-604-1125
Academia do Bacalhau de Toronto
Jantar Tradicional de Bacalhau
no 1136 College St., às 19h00. Informações: 416-910-5183
Associação Cultural do Minho
Jantar e Animação
165 Dynevor Rd, a partir das 19h00. Informações: 416-781-9290
Concurso de Cantores de Lisa e
John Santos
Grande final
A partir das 18:00h, na Casa do Alentejo de Toronto. Informações: 416-453-5646
PCC Mississauga
7.º Aniversário dos Luso M Riders
53 Queen St W, a partir das 18h00. Informações: 416-709-0628
Graciosa Community Centre Of Toronto
Dia das Mães
Baile e jantar, a partir das 19h30, com “Raça Latina”. Informações: 416-656-5260
Clube Português de Chatham
Fado Night
Dinner and Dance, a partir das 18h00 c/ Tony Gouveia & Soraia Mejdoubi. Informações: 519-436-0040
Associação Cultural do Minho de Toronto
Movie Night
165 Dynevor Rd, 19h00. Informações: 647205-8969
Clube Português de Oshawa
Miss OPC 2026
Com Jessica Amaro, a partir das 18h00.Informações: 905-244-2761
Irmandade do Imigrante
Atuação de Fábio Medeiros
325 Weston Road, a partir das 18h00, com Sérgio e Marly. Informações: 416-802-8698
Casa do Benfica de Toronto Noite de Fados
Com Manuel Moscatel, Sara Dantas, Pedro Joel e Carmen Moscatel . Informações: 416-651-1548
Centro Cultural Português de Mississauga Dia da Mãe
Com jantar e atuação de Leandro e Tabu Banda. Informações: 905-286-1311
Casa dos Açores do Ontário Dia da Mãe
1136 College St, a partir das 18:30h, com Jessica Amaro. Informações:416-953-5960
Caloura Bar & Grill Dia da Mãe
A partir das 18:30h, com o Duo DT. Informações: 416-999-4707
Casa das Beiras de Toronto Dia da Mãe
No 115 Ronald Ave, a partir das 19h00. Com a banda “Os Jovens”. Informações: 416604- 1125
Vasco da Gama de Brampton Jantar Dia da Mãe
Jantar e música “Mike Da Silva”, a partir das 18h00. Informações: Natália Rego - 647 966 2349 ou Tânia Carvalho - 416-471-2790
Clube Português de London Mother’s day buffet
134 Falcon St, a partir das 12:30h . Informações: 519-902-6096
Rancho Ribatejano de Toronto voltou ao ativo. Ensaios na Casa do Alentejo, das 20h00 às 22h00. Reservas e Informações: José Avelino – 416 726 7219
Rancho Infantil (pré-escolar) da Associação C. do Minho. Os ensaios decorrem na Sede da ACMT: 165 Dynevor Rd. Reservas e Informações: 416 805 1416
Grupo de Folclore “Pérolas do Atlântico”. Da Casa dos Açores do Ontário – abriu as inscrições para voltar ao ativo. Informações: caopresidente@gmail.com



O mês de abril trouxe novos e importantes avanços na construção do Magellan Centre, um projeto que continua a mobilizar a comunidade luso-canadiana e a aproximar-se da sua concretização.
Segundo a atualização divulgada pela instituição, os trabalhos nos parapeitos do telhado encontram-se em progresso, prevendo-se o início da cobertura nas próximas duas semanas. No exterior do edifício, a instalação das estruturas metálicas e do drywall já se encontra entre os 65 e 70 por cento concluída.
No interior, prossegue a colocação das estruturas e divisórias nos segundo e terceiro pisos, enquanto os trabalhos de escoramento deverão estar totalmente removidos até ao final da semana. Paralelamente, continuam os trabalhos técnicos de canalização, eletricidade e condutas de ventilação, com a canalização já a chegar ao quarto piso.

O mês ficou ainda marcado por dois eventos de angariação de fundos que revelaram, uma vez mais, o forte compromisso da comunidade com a missão da Magellan. No dia 4 de abril, o evento Bife de Páscoa, organizado pelos Amigos de Viana, Casa do Benfica e Associação Cultural do Minho, angariou 5 mil dólares em apoio à Magellan Community Foundation. Poucos dias depois, a 11 de abril, o evento Encontro Vianense, realizado no Renaissance by the Creek, em Mississauga, superou todas as expectativas, arrecadando 32 mil dólares. A noite foi marcada por atuações de folclore, música tradicional ao vivo e um jantar de três pratos, num ambiente de celebração da cultura portuguesa.
INICIATIVAS QUE APROXIMAM A COMUNIDADE
Neste mês, a Magellan promoveu um passatempo para o concerto dos CALEMA, encerrado a 20 de abril. O vencedor foi anunciado no dia seguinte nas redes sociais da instituição e teve oportunidade de assistir ao espetáculo ao vivo no dia 26 de abril.
A Magellan agradeceu a todos os participantes e deixou um reconhecimento especial à MDC Media, pela oferta dos bilhetes.

A newsletter deste mês de abril lembrou que a Responsive Health Management (RHM) foi selecionada para operar e gerir o Magellan Centre.
A parceria apresenta-se como determinante para dar vida ao que será o primeiro lar de cuidados continuados em Ontário com unidades habitacionais acessíveis destinadas à comunidade lusófona.
De notar que a equipa da Magellan e a Responsive Health Management já reuniram em fevereiro para uma sessão de trabalho, networking e planeamento estratégico, reforçando a colaboração entre ambas as entidades.
PRESENÇA NO SETOR DOS CUIDADOS CONTINUADOS
De salientar ainda a participação da equipa Magellan na convenção OLTCA Together We Care, realizada em Toronto entre 23 e 25 de março.
O evento reuniu especialistas do setor dos cuidados prolongados, com sessões informativas, palestras e espaços de networking, contribuindo para o aprofundamento do conhecimento e para o fortalecimento da missão do projeto.

A Magellan anunciou também a entrada de Lena Barreto como novo membro do Conselho de Administração e tesoureira.
Profissional do setor bancário com mais de 39 anos de experiência, Lena Barreto construiu uma carreira sólida nas áreas da banca de retalho, desenvolvimento de produto, gestão de projetos e formação comercial. Reconhecida pelo seu envolvimento na comunidade luso-canadiana, ocupa também a presidência do Abrigo Centre e já desempenhou funções de destaque em várias organizações comunitárias.
A mensagem final da newsletter da Magellan Community Foundation reforça o apelo à solidariedade da comunidade, lembrando que cada contributo aproxima a abertura das portas do Magellan Centre — um projeto pensado para responder às necessidades dos seniores de língua portuguesa.
A instituição mantém abertas as vias de donativo e convida a comunidade a continuar a acompanhar as atualizações mensais do projeto.


