TRABALHOS EM TERRA E CONTENÇÃO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL I MARÇO/2018
TRABALHOS EM TERRA E CONTENÇÃO 1.
Aspectos gerais
2.
Tipos de Estruturas 2.1 2.2 2.3
Muros de Peso Solo Grampeado Cortina Ancorada
3.
Terra Armada
4.
Barreiras dinâmicas para contenção de rochas
5.
Custos
6.
Croquis
7.
Conclusão
8.
Bibliografia
São destinadas a contrapor-se a empuxos ou tensões geradas em maciço cuja condição de equilíbrio foi alterada por algum tipo de escavação, corte ou aterro.
Sistema de drenagem é fundamental para impedir acumulo de água entre o retroaterro e o muro, controlando as pressões de água e evitando o aumento do empuxo. Para evitar problemas de colmatação do sistema drenante, entre o muro e o retroaterro, deve-se usar filtros.
1. ASPECTOS GERAIS Conceitos e características gerais das estruturas de contenção.
a) Para que servem obras de contenção? b) Que elementos são fundamentais?
O QUE É TALUDE? Sob o nome genérico de taludes compreende-se quaisquer superfícies inclinadas que limitam um maciço de terra, de rocha ou de terra e rocha. coroamento ou crista altura
Importante:
Corpo do Talude
Pé do Talude
2. TIPOS DE ESTRUTURA Muros de Peso, Solo Grampeado, Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso São estruturas de contenção que através do seu peso próprio e dos esforços na base, reagem aos empuxos, garantindo estabilidade. h
Ea
P
H
Ep R Forças que atuam em um muro de Peso
Dividem-se em 2 grupos Muros de Peso ou Gravidade
Muros de Flexão
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
2.1 Muros de Peso
Métodos construtivos: • de alvenaria de pedras • concreto ciclópico • gabiões • sacos de solo-cimento • solo reforçado
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
Muros de Peso ou Gravidade
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso Muros de Peso ou Gravidade
Métodos construtivos: • de alvenaria de pedras
Dreno de areia Dreno de areia
Barbacã
Características: • Pedras de dimensões aproximadamente regulares; • Arrumadas manualmente; • Tem sua resistência no embricamento das pedras; • Esse tipo de contenção não necessita sistema de drenagem, exceto se forem argamassadas; • Execução simples; • Uso empregado normalmente para muros até 2m; • Quando assentados com argamassa atinge maior rigidez, possibilitando maiores alturas.
Barbacã
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso Muros de Peso ou Gravidade
Métodos construtivos: • concreto ciclópico
Dreno de Areia
Características: • Muros de concreto ciclópico são estruturas de contenção construídas com blocos de rocha e concreto; • Blocos de rochas de dimensões diferentes; • Tipicamente pedra de mão; • Sua execução é feita através da montagem da forma e preenchimento com concreto e blocos; • Indicado para pequenas alturas e sua seção transversal é normalmente trapezoidal.
Barbacã
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso Muros de Peso ou Gravidade
Métodos construtivos: • gabiões
Gabião
Seções de muros típicas
Características: • Tratam-se de gaiolas metálicas preenchidas de pedras arrumadas manualmente; • Podem ser rochas naturais ou artificiais como britas; • Diâmetros das pedras entre 1 a 2 vezes maior que a dimensão da malha de aço; • As gaiolas são de seções transversais quadradas ou retangulares; • São sobrepostas umas as outras e amarradas entre si;
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso Muros de Peso ou Gravidade
Métodos construtivos: • gabiões
Tripla torção
Características: • Redes metálicas de aço em malha hexagonal de dupla ou tripla torção; • Elevada resistência à tração e baixos níveis de alongamento; • A face é drenante devido as pedras não serem argamassadas; • No entanto, requer o uso de geotêxtil associado a uma camada granular junto ao tardoz para evitar o carreamento dos grãos finos do solo
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso Muros de Peso ou Gravidade
Métodos construtivos: • gabiões
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso
PERSPECTIVA SEÇÃO
Muros de Peso ou Gravidade
Sacos de solo-cimento
Métodos construtivos: • de sacos de solo-cimento Características: • Contenção constituída de sacos preenchidos por solo e cimento, dispostos em camadas; • Maior vantagem é sua facilidade de adaptação à topografia do local; • De fácil execução;
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso Aterro compacto manualmente
Muros de Peso ou Gravidade
Sacos de solo-cimento Barbacã
Filtro de areia
Métodos construtivos: • de sacos de solo-cimento Etapas da execução: 1. Peneiramento do solo de granulometria predominantemente granular em malha de 9mm; 2. Em seguida, mistura do solo com o cimento Proporção entre 1:10 a 1:15 3. Adição de água potável na quantidade 1% acima da umidade ótima de compactação Proctor Normal; 4. Colocação da mistura em sacos de poliéster, preenchendo dois terços do volume total; 5. Empilhamento em camadas desencontradas.
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso
Faceamento
Reaterro compactado
Muros de Peso ou Gravidade
Métodos construtivos: • de solo reforçado
Geosintético Dreno
Seção típica de um muro de solo reforçado com drenagem
Características: • São realizados através de solo compactado com algum elemento de reforço, responsável por proporcionar maior desempenho mecânico ao solo; • É uma solução de fácil execução; • Não requer mão de obra especializada; • Econômica e de prazo de execução reduzido;
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso Muros de Peso ou Gravidade
Geocélula
Geomalhas
Geocompostos
Geomantas
Geotexteis
Geomembranas
Geotubos
Métodos construtivos: • de solo reforçado Características: • O reforço é determinado pela estabilidade externa e interna e pode ser geomalhas, geotêxtis, geogrelhas, enfim, materiais com resistência a tração; • O solo deve ser de bom comportamento para compactação; • A face do solo reforçado deve ser protegida com vegetação ou alvenaria.
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso
Solo de cobertura
Geocomposto anti-erosão
Muros de Peso ou Gravidade
Métodos construtivos: • de solo reforçado
Geogrelha de Reforço Tubo de drenagem
Geotêxtil de separação Geotêxtil de filtragem
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso Muros de Peso ou Gravidade
Métodos construtivos: • de solo reforçado
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso Muros de Peso ou Gravidade
Métodos construtivos: • de alvenaria de pedras • concreto ciclópico • gabiões • sacos de solo-cimento • solo reforçado
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
Muros de Peso Gravidade Flexão em concreto armado
2.2
Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
2.1 Muros de Peso São estruturas de contenção que através do seu peso próprio e dos esforços na base, reagem aos empuxos, garantindo estabilidade. h
EEa
P
H
Ep R Forças que atuam em um muro de Peso
Dividem-se em 2 grupos Muros de Peso ou Gravidade
Muros de Flexão
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
2.1 Muros de Peso
Contraforte
Ancoragem
Métodos construtivos: • São muros feitos de concreto armado
(a)
(b)
(c)
Características: • Seções transversais em “L” (a) ou “T” invertido (b) ; • Pode ser usado contraforte (c); • O uso de contraforte possibilita maiores alturas, pois possibilita um melhor desempenho estrutural diminuindo a espessura da parede; • Ocorrendo limitação de espaço para base e a fundação for resistente, podem ser utilizadas ancoragens ou chumbadores na base do muro; Muros de Flexão • Fundações em solos menos resistentes, substituir esse material de baixa capacidade por outro com boa resistência, através da compactação ou mistura com cimento
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
2.1 Muros de Peso Muros de Flexão
Métodos construtivos: • São muros feitos de concreto armado Talude
Talude Canaleta
Canaleta
2. TIPOS DE ESTRUTURAS
Reaterro
Reaterro
Talude de Escavação
Barbacã
Talude de Escavação
Barbacã
Dreno de areia Base
Muro de Flexão
Dreno de areia
Base
Muro de Gravidade
2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
2.1 Muros de Peso
Gravidade x Flexão em concreto GRAVIDADE
FLEXÃO EM CONCRETO
Estruturas de grande massa, que resistem aos empuxos horizontais pelo peso próprio (Alto peso)
Em geral, são construídos em concreto armado
São empregados para conter pequenos e médios desníveis: inferiores a 6 metros
Alturas de 5 a 7m
Podem ser construídos em alvenaria de pedra, concreto simples ou armado, gabiões, solo ensacado
Concreto armado
Quando empregado argamassa cimento e areia, requer implementar dispositivo drenante.
Para alturas maiores usam-se contrafortes de tração
Base 40 a 50% de H
Base 50 a 70% de H
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
2.2 Solo Grampeado
Definição: É uma contenção feita através de grampos introduzidos no terreno, resistentes à flexão composta, reduzindo a deformação do solo. Esses grampos são elementos passivos que só são solicitados quando o solo sofre deformação, sendo no projeto considerado sua resistência a tração e em alguns casos sua resistência ao cisalhamento.
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
2.2 Solo Grampeado
Método construtivo: 1. Escavação
Escavações em etapas
1ª etapa
2. Perfuração
2ª etapa 3ª etapa
2. TIPOS DE ESTRUTURAS
4ª etapa 5ª etapa
6ª etapa
3. Instalação do grampo
7ª etapa
4. Execução da face
2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
2.2 Solo Grampeado
Método construtivo: 4. Execução da face • •
• •
É fundamental para evitar a erosão superficial e a estabilidade do solo entre os grampos; Comumente realizada em concreto projetado, porém pode ser empregado a revegetação ou blocos pré-moldados; O concreto projetado é empregado com uma tela metálica; Quando não utilizado a tela, normalmente, é adicionado ao concreto, fibra metálica.
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
2.2 Solo Grampeado
Vídeo
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
2.2 Solo Grampeado
Método construtivo: 4. Execução da face
Concreto projetado . Fibra de aço ou tela
Placa e porca
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
2.3 Cortina Ancorada
Definição: Cortina ancorada funciona como uma contenção através de paredes verticais ou subverticais de concreto armado com ancoragens fixadas no terreno. Características: • Espessura entre 20 e 40cm, sendo essa definida através do espaçamento entre as ancoragens e das cargas solicitadas; • As ancoragens convencionais tendem a ser longas (entre 9 e 25m); • Elementos de mobilização ativa.
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
2.3 Cortina Ancorada
Método Construtivo: Fase 1: Escavação de nichos Corte Vista frontal
Fase 2: Instalação de tirantes nos nichos
Fase 3: Complemento da fase anterior
2. TIPOS DE ESTRUTURAS Fase 4: Concretagem da primeira fila e escavação da próxima
Fase 5: Repetição das etapas anteriores
2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
1. Estrutura de contenção 2. Elemento principal do tirante 3. Cabeça de ancoragem 4. Bainha
2.3 Cortina Ancorada
Elementos: Elemento principal do Tirante
5. Calda de cimento Trecho ancorado (bulbo)
Trecho livre
6. Válvula manchete de injeção
Superfície de potencial ruptura
7. Bulbo
Muro de concreto
2. TIPOS DE ESTRUTURAS
Ancoragens
2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
2.3 Cortina Ancorada
Solo Grampeado x Cortina Ancorada
Revestimento
Zona ativa
Zona Passiva
Concreto armado
Ancoragens
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
Revestimento
Solo Grampeado x Cortina Ancorada Características
Grampeado
Ancorado
Mecanismo de transferência de carga
Passivo
Ativo
Tensionamento
entre 5 e 10kn
entre 150 e 1000kn
Distribuição de tensões no solo
ao longo de todo seu comprimento
Possuem trechos livres
curtos
Tendem a ser longos
Comprimento Avanço
Ocorrem de forma continua
Requer paralização para aguardar cura
Zona ativa
Zona Passiva
Concreto armado
2.3 Cortina Ancorada
Ancoragens
2. TIPOS DE ESTRUTURAS 2.1
MUROS DEPeso PESO Muros de
2.2
Gravidade Solo Grampeado
2.3 2.2
Cortina Ancorada Solo Grampeado
2.3
Cortina Ancorada
Flexão em concreto armado
Definição: O sistema Muro Armado ou Terra Armada, é constituído pela associação de solo granular de aterro e armaduras de aço lineares flexíveis galvanizadas...
+ As ligações galvanizadas são concretadas nas escamas pré-moldadas de concreto.
3. TERRA ARMADA Definição Vista da fase construtiva
As escamas pré-moldadas de concreto, se encaixam entre si, formando um paramento vertical com a finalidade de limitar o aterro, conservando as juntas abertas para efeito de drenagem e de articulação das peças.
Vídeo Semelhança para o solo grampeado Características e diferenças para o solo grampeado
É normalizado pela ABNT NBR 19286:2016 Muros em solos mecanicamente estabilizados
Vista da fase construtiva:
Escamas préfabricadas
3. TERRA ARMADA Definição Vista da fase construtiva Vídeo Semelhança para o solo grampeado Características e diferenças para o solo grampeado
Aterro granular Tirantes galvanizados e de faces rugosas
Vista da fase construtiva:
3. TERRA ARMADA Definição Vista da fase construtiva Vídeo Semelhança para o solo grampeado Características e diferenças para o solo grampeado
Vídeo
3. TERRA ARMADA Definição Vista da fase construtiva Vídeo Semelhança para o solo grampeado Características e diferenças para o solo grampeado
Semelhanças para solo grampeado: A técnica de solo grampeado é bastante semelhante à terra armada
Pontos em comum, características: 1. Os reforços são instalados no solo sem tensão, sendo mobilizados somente após a deformação do conjunto; 2. Os grampos trabalham basicamente por atrito lateral, e a área reforçada assemelha-se a um muro de gravidade;
3. TERRA ARMADA Definição Vista da fase construtiva Vídeo Semelhança para o solo grampeado Características e diferenças para o solo grampeado
3. O revestimento na face do talude não desempenha papel estrutural relevante, utilizando comumente o concreto projetado para a técnica de solo grampeado e, geralmente, estruturas pré-moldadas para a terra armada; 4. Há uma interação física e química entre os grampos e o solo, devido à injeção de calda de cimento no furo que contém a barra de aço, ou seja, tem-se uma resistência por atrito e adesão. Na terra armada tem-se basicamente o atrito entre o solo e as nervuras.
Características e diferenças para solo grampeado: Solo Grampeado
3. TERRA ARMADA Definição Vista da fase construtiva Vídeo Semelhança para o solo grampeado Características e diferenças para o solo grampeado
Terra Armada
Sequência construtiva
De cima para baixo
De baixo para cima
Deslocamentos Horizontais
Principalmente na parte superior
Principalmente na parte de inferior
Aplicabilidade
Pode ser aplicada a um solo existente explorando as características naturais
Características do material de aterro são previamente controladas e determinadas e determinante (há fabricação de material
ďƒź CaracterĂsticas e diferenças para solo grampeado: Baseado no que foi dito antes, e analisando as imagens, qual ĂŠ terra armada e qual ĂŠ solo grampeado? đ?œ•
đ?œ•
3. TERRA ARMADA Definição Vista da fase construtiva VĂdeo Semelhança para o solo grampeado CaracterĂsticas e diferenças para o solo grampeado
Solo grampeado
Terra Armada
đ?œ• (tendĂŞncia de deslocamento horizontal)
Necessidade: • Situações de riscos de queda de rochas; • Inviabilidade de instalação de outro revestimento de proteção contra queda de rochas ou malha de estabilização superficial seja por: • Questões técnicas • Topográficas • De acesso • Ou mesmo, econômicas
Que razões levam a queda de rochas? • de abalos sísmicos, • da erosão, • entre outras razões. • da dilatação térmica, • por conta da ação da vegetação,
4. BARREIRAS DINÂMICAS PARA CONTENÇÕES DE ROCHAS Necessidade Elementos Imagens Vídeo
Elementos: • Postes estruturais
- altura varia entre 5m e 6m, - geralmente instalados a cada 10m - os postes já contêm os furos para passagem dos cabos de ancoragem e de transpasse da malha de aço.
• Redes e malhas de aço - Capacidade de absorção entre 100KJ e 8600KJ - Em caso de queda, ela se deforma e acomoda o bloco rochoso - Tipicamente duas malhas
• Cabos de aço • Ancoragem - é ancorado por meio de tirantes protendidos, chumbadores injetados com calda de cimento ou outras alternativas técnicas
• Sensores de controle
4. BARREIRAS DINÂMICAS PARA CONTENÇÕES DE ROCHAS Necessidade Elementos Imagens Vídeo
3
Elementos:
4
1. 2. 3. 4.
Postes estruturais Redes e malhas de aço Ancoragem Sensores
4. BARREIRAS DINÂMICAS PARA CONTENÇÕES DE ROCHAS Necessidade Elementos Imagens Vídeo
Imagens:
“A barreira dinâmica do Vale do Carangola é um exemplo de obra preventiva de grande porte muito bem sucedida em Petrópolis, porque ela cumpriu o seu papel. No último verão, ela conteve um deslizamento de pedras e terra que poderia ter atingido um dos milhares de motoristas que passam diariamente pela Estrada do Carangola. Agora, estamos dando o passo seguinte, que é recuperar a estrutura. É uma medida de segurança, de prevenção”, disse Bomtempo – prefeito de Carangola.
4. BARREIRAS DINÂMICAS PARA CONTENÇÕES DE ROCHAS Necessidade Elementos Imagens Vídeo
Vídeo:
4. BARREIRAS DINÂMICAS PARA CONTENÇÕES DE ROCHAS Necessidade Elementos Imagens Vídeo
Noções:
$/m² Cortina ancorada Muros de gravidade
8.300 4.700
Terramesh Gabião convencional Solo grampeado * Dados empíricos
5. CUSTOS 3.800
SOLO REFORÇADO E GRAMPEADO BARREIRA DE CONTENÇÃO DINÂMCIA
Ideias: TERRA ARMADA
3ª ideia
6. CROQUIS 2ª ideia
1ª ideia
Solo de cobertura com revegetação Canaleta trapezoidal
Ideias:
Plataforma de rolamento
DHP Grampo
Sistema Terra Armada
Canaleta triangular Geotêxtil
Tirantes Solo Escamas pré-moldadas de concreto
Colchão drenante
6. CROQUIS
Sistema Solo Grampeado
O desenvolvimento dos materiais foi fundamental para a evolução das contenções... Armação manual
Telas metálicas
Concreto projetado com fibras
Contenções eram apenas baseadas no peso da estrutura, hoje temos técnicas modernas que propiciam maior produtividade, melhor aproveitamento do solo e desempenho com custos menores, menor tempo de execução de obra e em certos casos, maior segurança que no passado. Obras de contenção requer estudo geotécnico adequado de modo a satisfazer não só a questão técnica relacionada a performance desejada para a obra, mas também ao aspecto econômico. Os muros de contenções podem assumir diferentes configurações funcionais embora, esteticamente possam ser semelhantes.
As principais vantagens proporcionadas pela técnica de solo grampeado são rapidez na execução e economia. Em função das ocupações cada vez maiores das encostas, principalmente em alguns Estados, obras de contenções passam a se tornar ainda mais relevantes para o cenário nacional. O princípio de funcionamento das estruturas de contenção é o mesmo, independente do método. Todas promovem, ativa ou passivamente, resistência ao deslocamento
7. CONCLUSÕES
SPRINGER, F. O. (2006). Ensaios de arrancamento de grampos em solo residual de gnaisse. Tese de Doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil – PUC - Rio – Capítulo 2 – Solo grampeado. LUIZ, B. J. (2014). Projeto geotécnico de uma estrutura de contenção em concreto. Projeto de graduação apresentado ao curso de Engenharia Civil da Escola Politécnica – Universidade Federal do Rio de Janeiro – Capítulo 2 – Revisão bibliográfica
Acontece em Petrópolis, 19/01/2016. Barreira dinâmica contém deslizamento no vale do Carangola. Acesso em: 07 de março de 2018. Disponível em: <http://www.aconteceempetropolis.com.br/2016/01/19/34685/>. Solotrat. Solo Grampeado. Publicado em: 05 de janeiro de 2011. Acesso em: 08 de março de 2018. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=-I3TfrusHo8>
8. BIBLIOGRAFIA
Maccaferri do Brasil. Teste | Barreira dinâmica contra queda de rochas. Publicado em: 07 de fevereiro de 2012. Acessado em 08 de março de 2018. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=HbYHYN5OjHo> Maccaferri América Latina. s/d. Produtos. Acesso em: 07 de março de 2018. Disponível em: <https://www.maccaferri.com/br>
Obrigado !!! Mรกrcio Balestro marcio.Balestro@tbsa.com.br
FIM